O melhor da imprensa europeia

Dossiês

  • A Hungria de Viktor Orbán

    A Hungria de Viktor Orbán

    Desde o seu regresso ao poder em maio de 2010, o primeiro-ministro Viktor Orbán leva a cabo o que ele próprio denominou de “revolução nacional”. Eis o programa: um maior controlo dos poderes legislativos, judiciários e económicos, a implementação de reformas nos meios de comunicação social e um discurso nacionalista. Uma política que deixa a Europa preocupada sem, no entanto, incentivar a mesma a reagir de forma clara.
  • Euro, uma moeda em suspenso

    Euro, uma moeda em suspenso

    Outono de 2011: após a cimeira do dia 21 de julho, considerada a última hipótese, a moeda única continua ameaçada pela implosão. A crise da dívida estende-se desde a Grécia à Itália, e começa a afetar o centro da zona euro. Face à forte pressão dos mercados, a Alemanha tenta impor uma disciplina orçamental que suscita desconfiança por parte dos seus parceiros.
  • Grécia: uma longa crise

    Grécia: uma longa crise

    Financeira, económica e social: a crise com a qual a Grécia se debate, desde o outono de 2009, é certamente a mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Porque, além do destino de um país forçado a fazer enormes sacrifícios, é o futuro da moeda única e o próprio significado da construção europeia que estão em jogo.
  • Temendo pelo euro

    Temendo pelo euro

    Primavera de 2010 - verão de 2011: a crise do euro já dura há mais de um ano e parece piorar ao ritmo dos planos de auxílio, das preocupações com os países mais frágeis e dos ataques dos mercados financeiros. Perante os problemas económicos, a resposta política é insegura e levanta diversas questões sobre o futuro da própria UE.
  • Berlim e a UE, malmequer, bem-me-quer

    Berlim e a UE, malmequer, bem-me-quer

    A crise económica e os receios sobre o futuro do euro colocaram a Alemanha numa posição dominante na União Europeia, sem a qual nada fica decidido. Mas numa altura em que a chanceler Angela Merkel tenta converter os seus parceiros a um rigor que resultou em sucesso no seu país, é criticada por falta de solidariedade e mesmo de empenho na Europa. Alemanha e a Europa, uma relação complicada? Os esclarecimentos.
  • O euro sob pressão

    O euro sob pressão

    Para enfrentar a crise, vários países da zona euro deixaram crescer a despesa pública e o endividamento e afastaram-se dos critérios de convergência. Alguns, como a Grécia, estiveram perto de falhar pagamentos, o que traz dificuldades para a moeda comum europeia.
  • Dez histórias sobre a Europa

    Dez histórias sobre a Europa

  • A nova diplomacia europeia

    A nova diplomacia europeia

    Falar a uma só voz. Esta velha ambição da União Europeia deverá concretizar-se com a criação do cargo de Alto Representante para os Negócios Estrangeiros e do Serviço Europeu para a Ação Externa. Da nomeação de Catherine Ashton, em novembro de 2009, à instalação do SEAE, a 1 de dezembro de 2010, a gestão foi, por vezes, difícil: os Estados e as instituições quiseram afirmar a sua influência no novo dispositivo, a chefe da diplomacia deu, talvez, a impressão de não medir a amplitude da sua missão. Num ambiente mundial que põe em causa o lugar por ela ocupado durante séculos, a Europa vai ter de usar corretamente os seus novos meios diplomáticos. Um desafio que suscita muitos debates, que podem ser consultados neste dossiê.
  • A crise irlandesa

    A crise irlandesa

    Atingido em cheio pela crise do sistema bancário, pelo desmoronar da euforia imobiliária e pelo peso da dívida pública, a Irlanda está à beira da falência. Perante o risco de contágio dos outros países da zona euro, a começar por Portugal, os Vinte e Sete tentam encontrar uma solução.
  • Paris-Bruxelas, a guerra dos ciganos

    Paris-Bruxelas, a guerra dos ciganos

    Desde que o Governo francês decidiu, no fim de julho, desmantelar os acampamentos ciganos ilegais e expulsar os membros desta comunidade originários da Bulgária e da Roménia, foram várias as reações por toda a Europa e o debate virulento. Racismo, política de segurança, direitos das minorias, integração de uma população discriminada, valores morais da UE, utilização dos subsídios europeus, etc... As questões são muitas e permitem compreender porque é que esta medida, para uso interno, opõe a França à Comissão e ao Parlamento Europeu.
  • Os ciganos, nação pária da Europa

    Os ciganos, nação pária da Europa

    São entre 4 e 12 milhões e encontram-se estabelecidos na Europa há séculos. Quer se lhes chame ciganos, tziganos, sinti ou manuches, eles formam o vigésimo oitavo Estado da UE, o mais pobre e o menos alfabetizado. Apontados pelos governos, constituem um "problema" que nenhum executivo conseguiu resolver.
  • Que futuro para a Europa?

    Que futuro para a Europa?

    Sessenta anos após a declaração em que Robert Schuman estabeleceu as bases da construção europeia, a União e uma das suas principais realizações, o euro, atravessam uma profunda crise. Enquanto o edifício europeu vacila, vários intelectuais europeus questionam-se sobre o seu futuro.
  • A tentação da extrema direita

    A tentação da extrema direita

    Os movimentos populistas, xenófobos ou nacionalistas conhecem um novo entusiasmo em vários países europeus. Se, a Leste, são fiéis à ideologia fascistas, a Oeste, têm como alvo o multiculturalismo e o Islão em particular.
  • Balcãs, o trajecto para Bruxelas

    Balcãs, o trajecto para Bruxelas

    Candidatos ou a caminho de o serem, os Estados balcânicos da Croácia, Macedónia, Bósnia-herzegovina, Sérvia, Montenegro, Albânia e Kosovo são sociedades que ambicionam activamente entrar para a União Europeia. Embora estejam a iniciar processos de reforma política e económica, o trajecto até se tornarem membros não é fácil e envolve vários obstáculos – nomeadamente uma corrupção que tarda a desaparecer, tendências nacionalistas exclusivistas e a relutância de Bruxelas num compromisso.
  • Copenhaga, a cimeira pelo planeta

    Copenhaga, a cimeira pelo planeta

    A comunidade internacional marcou encontro em Copenhaga, de 7 a 18 de Dezembro. Objectivo: chegar a acordo sobre a redução das emissões de gases com efeito de estufa e lutar contra o aquecimento do planeta. A União Europeia pretende desempenhar um papel importante na cimeira sobre o clima, que abordará um vasto leque de questões – das energias renováveis à ajuda aos países em desenvolvimento. Infelizmente, o grau de empenhamento de alguns dos principais actores políticos e económicos mundiais não é claro. Resumo do que está em jogo.
  • O Tratado de Lisboa

    O Tratado de Lisboa

    Versão simplificada do Tratado Constitucional rejeitado pelos franceses e pelos holandeses em 2005, o Tratado de Lisboa tem por fim facilitar o funcionamento de uma União com 27 Estados-membros e o seu futuro. Apóes um percurso agitado, está finalmente em vigor desde 1 de Dezembro de 2009. Com ele desenha-se a nova Europa, não sem dificuldades, como o testemunham os artigos deste dossiê.
  • A Europa e a crise

    A Europa e a crise

    Confrontada com a mais grave crise financeira e económica desde o pós-guerra, a União Europeia reage de forma mais ou menos coordenada. Afectados em graus diferentes, os países membros procuram as soluções que lhes permitam retomar o crescimento sem sacrificar os melhoramentos anteriormente alcançados.
  • 1989, 20 anos depois

    1989, 20 anos depois

    Manifestações, mesas-redondas, revoluções: em 1989, a Europa de Leste pôs termo aos regimes comunistas existentes desde a II Guerra Mundial e derrubou a Cortina de Ferro. De Varsóvia a Bucareste, passando por Praga ou Budapeste, os povos descobriram uma nova maneira de viver: a democracia, as viagens, o capitalismo, a capacidade de escolha, mas também o desemprego, a corrupção e a imigração. Vinte anos depois, apesar da adesão à União Europeia e à NATO, a transição ainda não terminou.
  • A Europa e a crise iraniana

    A Europa e a crise iraniana

    Após a eleição presidencial de 13 de Junho de 2009, os apoiantes do candidato reformador Mir Hossein Mussavi, que contestam a reeleição do conservador Mahmud Ahmadinejad, desafiam o regime islâmico na rua e na Internet. Enquanto a repressão e a censura vão tentando calar o Irão, a Europa, que há muito tempo faz de mediadora entre Teerão e Washington, tem dificuldade em falar a uma só voz.