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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[atentados]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Terrorismo | Segurança à custa da democracia (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/164281-seguranca-custa-da-democracia</link><description><![CDATA[Os atentados falhados dos últimos dias relançaram o debate sobre a segurança face à ameaça terrorista. Ao mesmo tempo que vários países encaram a hipótese de reforçar os controlos nos aeroportos, o que custará milhões de euros, o jurista Stefano Rodotà chama a atenção para a lenta corrosão da liberdade e da democracia, que se verifica desde o 11 de Setembro. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 06 Jan 2010 17:39:27 +0100</pubDate><guid>164281</guid></item>
<item><title>Eslováquia – Irlanda | Gafe explosiva</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/164161-gafe-explosiva</link><description><![CDATA[<p>O exerc&iacute;cio levado a cabo a 2 de Janeiro pela Pol&iacute;cia eslovaca, para testar o sistema de seguran&ccedil;a do aeroporto de Poprad-Tatry, transformou-se num incidente diplom&aacute;tico. <a href="http://www.sme.sk/c/5179110/policajti-na-letisku-schovali-vybusniny-do-batozin-jedna-odletela-do-dublinu.html" target="_blank">De acordo</a> com o di&aacute;rio SME, a Pol&iacute;cia colocou umas embalagens de explosivo pl&aacute;stico de base RDX nas malas de viagem de oito passageiros, sem os avisar, para testar os seus c&atilde;es. No entanto, por neglig&ecirc;ncia de um agente, uma das malas foi despachada, num voo da Danube Wings com destino a Dublin, com 90g de explosivo inerte. Alertadas pelas autoridades eslovacas a 5 de Janeiro, as For&ccedil;as Especiais irlandesas cercaram o apartamento do passageiro, um electricista eslovaco de 49 anos de idade a residir em Dublin, depois de mandarem evacuar casas e escrit&oacute;rios na vizinhan&ccedil;a e vedarem duas ruas para recuperarem o explosivo e deterem o indiv&iacute;duo, no quadro da lei anti-terrorismo. S&oacute; depois de as autoridades eslovacas terem informado a Pol&iacute;cia irlandesa &eacute; que o cidad&atilde;o eslovaco foi libertado. Ap&oacute;s este incidente, as autoridades eslovacas apresentaram um pedido de desculpas formal ao Governo irland&ecirc;s, que lamenta acima de tudo a falta de comunica&ccedil;&atilde;o entre o aeroporto de Poprad-Tatry e o de Dublin,  <a href="http://www.independent.ie/national-news/electrician-brings-explosives-to-capital-in-bungled-security-op-2000692.html" target="_blank">acrescenta</a> <em>The Irish Independent</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 06 Jan 2010 15:27:15 +0100</pubDate><guid>164161</guid></item>
<item><title>Alemanha | Célula adormecida mas pouco</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/74351-celula-adormecida-mas-pouco</link><description><![CDATA[<p>A confiss&atilde;o de Fritz G., no passado dia 10 de Agosto, no tribunal de D&uuml;sseldorf, no decorrer do julgamento de uma presum&iacute;vel c&eacute;lula terrorista isl&acirc;mica, n&atilde;o deixa margem para d&uacute;vida: o chefe do grupo Sauerland foi o autor moral dos diversos atentados, perpetrados com um carro armadilhado, contra o contingente norte-americano estacionado na Alemanha, para for&ccedil;ar Berlim a retirar do Afeganist&atilde;o. &quot;<em>Agiram em nome da organiza&ccedil;&atilde;o terrorista Uni&atilde;o da Jihad Isl&acirc;mica (UJI).Depois desta confiss&atilde;o, &eacute; imposs&iacute;vel continuar a contestar a sua exist&ecirc;ncia</em>&quot;,&nbsp;<a href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/zelle-mit-schwachstellen/">constat</a>a&nbsp;o <em>Tageszeitung</em>.</p>
<p>Mesmo que o Grupo tivesse com que fabricar explosivos cem vezes mais potentes do que os que vitimaram 52 pessoas em Londres, em 2005, acrescenta o di&aacute;rio, n&atilde;o h&aacute; raz&otilde;es para alarme. De facto, a Jihad Isl&acirc;mica encarregou os quatro r&eacute;us dos atentados porque n&atilde;o tinha mais ningu&eacute;m dispon&iacute;vel. Os pr&oacute;prios r&eacute;us, que queriam combater no Iraque, consideram que n&atilde;o tinham condi&ccedil;&otilde;es para perpetrar os atentados porque sabiam que estavam a ser vigiados pela pol&iacute;cia. &quot;A ideia, muito comum na Alemanha, de dezenas de terroristas 'adormecidos' &agrave; espera de cumprir a sua miss&atilde;o n&atilde;o ficou provada neste julgamento&quot;, refere o TAZ.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 11 Aug 2009 14:03:43 +0100</pubDate><guid>74351</guid></item>
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