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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Neelie Kroes]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Zona euro | A "Grexit" já não é tabu (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1491741-grexit-ja-nao-e-tabu</link><description><![CDATA[Ao mencionarem, como o fez no início desta semana a comissária Neelie Kroes, a saída da Grécia da zona euro, os líderes europeus parecem querer preparar o terreno para tal eventualidade. E isto enquanto Atenas ainda negoceia com os credores privados a re-estruturação da sua dívida. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:53:39 +0100</pubDate><guid>1491741</guid></item>
<item><title>Internet | &#039;Open data&#039;, uma nova mina de ouro (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1300971-open-data-uma-nova-mina-de-ouro</link><description><![CDATA[Incentivada por Bruxelas, a colocação de dados sem restrições na Internet pelas administrações poderá dar início a uma variedade de aplicações úteis para os cidadãos e a sociedade. Estima-se que as repercussões económicas serão, no mínimo, de 140 mil milhões de euros por ano. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:37:52 +0100</pubDate><guid>1300971</guid></item>
<item><title>Hungria | Viktor Orbán, o kuruc dos tempos modernos (Népszabadság, Budapeste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/485871-viktor-orban-o-kuruc-dos-tempos-modernos</link><description><![CDATA[Enfrentando o resto da Europa, o primeiro-ministro húngaro elogia a fibra contestatária dos seus compatriotas contra os poderes externos. Mas nem sempre funciona, como sublinha o diário Népszabadság. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 01 Feb 2011 11:10:19 +0100</pubDate><guid>485871</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Lei de imprensa da Hungria não é "satisfatória"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/466151-lei-de-imprensa-da-hungria-nao-e-satisfatoria</link><description><![CDATA[<p>A avalia&ccedil;&atilde;o preliminar que a Comiss&atilde;o Europeia fez da&nbsp;pol&eacute;mica <a target="_blank" href="http://www.courrierinternational.com/files/illustrations/article/2011/01/Pages_de_MK_10_202.pdf">nova lei de imprensa</a> mostra que nem todo o&nbsp;seu articulado &eacute; &quot;<em>prima facie satisfat&oacute;rio</em>&quot;,&nbsp;<a target="_blank" href="http://spravy.pravda.sk/europa-studuje-madarsky-medialny-zakon-uz-nasla-prve-rozpory-p6q-/sk_svet.asp?c=A110118_093805_sk_svet_p12">revela o di&aacute;rio eslovaco&nbsp;<em>Pravda</em></a>.&nbsp;A 17 de janeiro, a comiss&aacute;ria&nbsp;europeia respons&aacute;vel pela comunica&ccedil;&atilde;o social, Neelie&nbsp;Kroes, disse aos deputados europeus que a lei&nbsp;recentemente aprovada suscitava algumas quest&otilde;es&nbsp;quanto &quot;<em>&agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de regras da imprensa, como a&nbsp;</em><em>necessidade de registo e os requisitos em mat&eacute;ria de&nbsp;</em><em>cobertura equilibrada, a todos os tipos de &oacute;rg&atilde;os de&nbsp;</em><em>informa&ccedil;&atilde;o, incluindo os blogues</em>&quot;. Kroes tamb&eacute;m&nbsp;referiu que a nova lei de imprensa poder&aacute; n&atilde;o ser&nbsp;conforme com a legisla&ccedil;&atilde;o da UE, por impor requisitos a&nbsp;empresas de comunica&ccedil;&atilde;o social n&atilde;o-h&uacute;ngaras que&nbsp;operam na Hungria. Apesar dos protestos que a lei&nbsp;suscitou a n&iacute;vel europeu, o primeiro-ministro h&uacute;ngaro,&nbsp;Viktor Orb&aacute;n, recusou-se a recuar, embora&nbsp;tenha &quot;<em>prometido alterar a lei, se a Comiss&atilde;o Europeia&nbsp;</em><em>considerasse que isso era necess&aacute;rio</em>&quot;, refere aquele jornal&nbsp;de Bratislava.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 18 Jan 2011 13:19:26 +0100</pubDate><guid>466151</guid></item>
<item><title>Viva a neutralidade da Net! | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/387081-viva-neutralidade-da-net</link><description><![CDATA[<p>Uma das chaves do sucesso da Internet reside no car&aacute;ter &ldquo;neutro&rdquo; da rede. Aquando do seu lan&ccedil;amento, os seus &ldquo;pais fundadores&rdquo; <a href="http://dig.csail.mit.edu/breadcrumbs/node/144" target="_blank">asseguraram-se</a> de que o fluxo de dados que passam pela &ldquo;tubagem&rdquo; que forma a teia n&atilde;o sejam bloqueados, nem degradados, nem favorecidos pelos operadores de telecomunica&ccedil;&otilde;es que os gerem, e isto, para garantir a todos um igual acesso &agrave; rede. A Web pode, assim, desenvolver-se livremente e conhecer um crescimento sem precedentes na hist&oacute;ria industrial da Humanidade.</p>
<p>A quest&atilde;o da &ldquo;neutralidade da rede&rdquo; p&otilde;e-se, de novo, desde h&aacute; algum tempo, porque algumas aplica&ccedil;&otilde;es, como os v&iacute;deos &lsquo;on demand&rsquo;, abrandam a passagem da banda (a quantidade de dados a circular). Para fazerem face a este problema, muitos fornecedores de acesso &agrave; Internet (provedores de Internet), apoiados pelas ind&uacute;strias culturais (que fornecem os conte&uacute;dos), querem introduzir v&aacute;rias &ldquo;velocidades&rdquo; de liga&ccedil;&atilde;o, cobradas proporcionalmente ao fluxo.</p>
<p>Enquanto algumas limita&ccedil;&otilde;es &agrave; neutralidade absoluta da rede s&atilde;o geralmente aceites &ndash; por exemplo, por raz&otilde;es de seguran&ccedil;a ou congest&atilde;o da rede &ndash; de maneira tempor&aacute;ria, orientada e transparente, os atores da Net est&atilde;o de acordo ao dizerem que o princ&iacute;pio deve ser mantido. E voltaram a lembr&aacute;-lo na altura da <a href="http://ec.europa.eu/information_society/policy/ecomm/library/public_consult/net_neutrality/index_en.htm" target="_blank">consulta</a> feita pela Comiss&atilde;o Europeia e durante a cimeira organizada a 11 de novembro, em Bruxelas. <a href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=SPEECH/10/643&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=EN&amp;guiLanguage=nl" target="_blank">Durante a sua interven&ccedil;&atilde;o</a>, a comiss&aacute;ria europeia para a Agenda Digital, Neelie Kroes, defendeu, obviamente, um &ldquo;ambiente de s&atilde; concorr&ecirc;ncia&rdquo; e transpar&ecirc;ncia, e a continua&ccedil;&atilde;o de acesso livre &agrave; Internet.</p>
<p>Mas mencionou, igualmente, a possibilidade de &ldquo;permitir aos operadores e provedores de Internet explorarem modelos econ&oacute;micos inovadores, que conduzam a uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais eficaz da rede&rdquo;, parecendo, assim, mais preocupada em preservar a concorr&ecirc;ncia do que a neutralidade da rede. Ora, trata-se, aqui, de um dos princ&iacute;pios que fazem da Internet a mais formid&aacute;vel das ferramentas democr&aacute;ticas alguma vez criadas. E ser&aacute; lament&aacute;vel se Bruxelas a puser em causa.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 12 Nov 2010 14:32:39 +0100</pubDate><guid>387081</guid></item>
<item><title>Instituições europeias | Onde param as mulheres? (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/139241-onde-param-mulheres</link><description><![CDATA[Maioritárias entre a população europeia, as mulheres estão sub-representadas nos cargos chave das instituições. No momento em que os 27 se reúnem para designar as personalidades que irão ocupar as mais altas funções na União, as mulheres pedem que a paridade seja respeitada. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:17:18 +0100</pubDate><guid>139241</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Fazer bluff com a soberania (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/132981-fazer-bluff-com-soberania</link><description><![CDATA[Os opositores ao Tratado de Lisboa afirmam há muito que o Tratado é o toque de finados para os governos nacionais. Mas quando se trata da alta finança e do sistema bancário, a soberania não tem grande importância para eurocépticos como os conservadores britânicos, afirma Seumas Milne, no Guardian. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:39:52 +0100</pubDate><guid>132981</guid></item>
<item><title>Alemanha | Bruxelas intervém no futuro da Opel</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/120661-bruxelas-intervem-no-futuro-da-opel</link><description><![CDATA[<p><em>&ldquo;Os pol&iacute;ticos alem&atilde;es est&atilde;o furiosos, porque a comiss&aacute;ria europeia da Concorr&ecirc;ncia, Neelie Kroes, veio p&ocirc;r em causa a aquisi&ccedil;&atilde;o maiorit&aacute;ria da Opel&rdquo;</em>, <a href="http://wyborcza.pl/1,75477,7163359,Europa_bije_sie_o_Opla.html">anuncia a <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. Um cons&oacute;rcio, formado pela austro-canadiana <a href="http://www.magna.com/">Magna</a> e o Sberbank da R&uacute;ssia, foi indigitado para assumir, at&eacute; ao final de Novembro, o controlo da f&aacute;brica de autom&oacute;veis alem&atilde;, uma subsidi&aacute;ria da GM que est&aacute; em dificuldades. Agora a transac&ccedil;&atilde;o est&aacute; por um fio, diz o di&aacute;rio de Vars&oacute;via, porque Neelie Kroes sugeriu que a sociedade Magna/Sberbank ganhou o neg&oacute;cio ao arrepio de regulamentos da UE. H&aacute; <em>&ldquo;indica&ccedil;&otilde;es s&eacute;rias&rdquo;</em> de que os 4,5 mil milh&otilde;es de euros de apoio prometido pelo Governo alem&atilde;o &agrave; Opel estavam condicionados &agrave; escolha do cons&oacute;rcio Magna/Sberbank.</p>
<p>A Gazeta indica que o plano de ajuda de Berlim &agrave; Opel tamb&eacute;m mereceu a cr&iacute;tica de B&eacute;lgica, Espanha e Gr&atilde;-Bretanha, porque a Alemanha espera que parte dos 4,5 mil milh&otilde;es de euros seja paga pelos pa&iacute;ses onde a Opel tem f&aacute;bricas, quando apenas as f&aacute;bricas alem&atilde;s deixar&atilde;o de correr o risco de fechar. Por exemplo, os planos da Magna/Sberbank visam a redu&ccedil;&atilde;o de um ter&ccedil;o da produ&ccedil;&atilde;o na f&aacute;brica da Opel de Sarago&ccedil;a e o despedimento de 1400 trabalhadores, para conservar 1700 postos de trabalho na Alemanha.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 16:06:40 +0100</pubDate><guid>120661</guid></item>
<item><title>Gripe suína | O mistério da patente do Tamiflu (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/70891-o-misterio-da-patente-do-tamiflu</link><description><![CDATA[À medida que a gripe A se vai tornando um problema mundial, os países em desenvolvimento preparam-se para produzir versões genéricas mais baratas do Tamiflu. No entanto, a Roche, produtora do medicamento, opõe resistência a uma iniciativa que poderá salvar centenas de milhar de vidas. Segundo Johann Hari, do Independent, aquele laboratório está a receber apoio de onde menos se esperava: a Organização Mundial de Saúde. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2009 19:57:12 +0100</pubDate><guid>70891</guid></item>
<item><title>Concorrênci | Comissão puxa as orellhas a GDF-Suez e Eon</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/73731-comissao-puxa-orellhas-gdf-suez-e-eon</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Kroes ataca os gigantes dea energia</em>&quot;, titula o di&aacute;rio holand&ecirc;s&nbsp;<a href="http://www.trouw.nl/krantenarchief/2009/07/09/2811042/Kroes_pakt_energiereuzen_aan.html"><em>Trouw</em></a>. Segunao a comiss&aacute;ria europeia p+ara a concorr&ecirc;ncia Neelie Kroes, as companhias de g&aacute;s GDF-Suez (France) et Eon (Allemagne) &quot;<em>ocupavam uma posi&ccedil;&atilde;o privilegiada explorando os consumidores </em>&quot;. Por esta raz&atilde;o,&nbsp;a &nbsp;7&nbsp;de JUlho&nbsp;multou-os em&nbsp;553 milh&otilde;es de euros, a multa mais pesada apliaca ao sector energ&eacute;tico.&nbsp;O camb&atilde;o entre as duas companhias remonta a 1975, data em que se comprometeram a n&atilde;o vender g&aacute;s nos respectivos mercados nacionais por ocasi&atilde;o de um gasoduto abastecido pela R&uacute;ssia.</p>
<p>Na altura o acirdo n&atilde;o punha problemas de maior por o mercado da energia ser p&uacute;blico.. O problema &eacute; ter-se mantido at&eacute; 2005, ap&oacute;s a abertura do mercado do g&aacute;s nos dois pa&iacute;ses.&nbsp;At&eacute; a directiva europeia determinando a liberaliza&ccedil;&atilde;o total do mercado do g&aacute;s em 2000, foi ignorada pelas duas empresas, a fim de anter os pre&ccedil;os ao n&iacute;vel que mais lhes convinha.&nbsp;A comiss&atilde;ria explica que &quot;<em>os consumidores pagaram mais enquanto estas empresas acumulavam lucros excessivos e desrespeitavam a concorr&ecirc;ncia</em>&quot;. Apesar da dimens&atilde;o da multa, Eon e GDF-Suez &quot;<em>n&atilde;o ter&atilde;o dificuldade em pag&aacute;-la</em>&quot;, rsublinha o referido jornal , pois no primeiro trimestre de 2009, ambas as companhias declararam lucros brutos de, respectivamente, 3,1 e&nbsp;5,3 milhares de milh&otilde;es de&nbsp;euros.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 09 Jul 2009 16:33:58 +0100</pubDate><guid>73731</guid></item>
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