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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[A vida a 27]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Grécia | O lamento dos patrões (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2071131-o-lamento-dos-patroes</link><description><![CDATA[Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 28 May 2012 16:59:24 +0100</pubDate><guid>2071131</guid></item>
<item><title>Instituições da UE | A nova aristocracia de Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2070551-nova-aristocracia-de-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Onde &eacute; que os &lsquo;eurozjady&rsquo; (um neologismo polaco para &ldquo;europeu&rdquo; e &ldquo;parasita&rdquo;) nos v&atilde;o levar?&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/616482,882724-Nowa-brukselska-arystokracja.html">pergunta o seman&aacute;rio conservador <em>Uważam Rze</em></a> referindo-se &agrave; &ldquo;casta&rdquo; de funcion&aacute;rios das institui&ccedil;&otilde;es da UE. N&atilde;o s&oacute; vivem na abund&acirc;ncia &ndash; sal&aacute;rios extraordinariamente altos, ajudas de custo, subs&iacute;dios e cl&aacute;usulas compensat&oacute;rias milion&aacute;rias, como afirmam faz&ecirc;-lo &ldquo;para o bem de todos n&oacute;s, europeus&rdquo;.</p>
<blockquote><p>Nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, os burocratas que ocupam Bruxelas constru&iacute;ram um ninho bonito, quente e aconchegante onde vivem principescamente e sem stresses. Um funcion&aacute;rio europeu disse mesmo: &ldquo;Nunca houve uma depress&atilde;o em Bruxelas&rdquo;.</p>
</blockquote>
<p>Para al&eacute;m dos muitos privil&eacute;gios e pr&eacute;mios, os eurocratas tamb&eacute;m est&atilde;o protegidos por uma &ldquo;imunidade blindada&rdquo; inclu&iacute;da nos tratados da UE (e por isso mesmo irrevog&aacute;vel, j&aacute; que qualquer altera&ccedil;&atilde;o implicaria a renegocia&ccedil;&atilde;o dos tratados) que lhes garante imunidade n&atilde;o s&oacute; enquanto ocupam o cargo na UE mas tamb&eacute;m depois de o deixarem de exercer.</p>
<blockquote><p>Esses sortudos que s&atilde;o funcion&aacute;rios da UE n&atilde;o t&ecirc;m de temer a pobreza. A UE gasta dinheiro com grande liberalidade, sem se preocupar com os custos ou com a opini&atilde;o p&uacute;blica.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 May 2012 15:19:28 +0100</pubDate><guid>2070551</guid></item>
<item><title>Zona euro | "Chegou ao fim a hegemonia alemã" (To Vima, Atenas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2050041-chegou-ao-fim-hegemonia-alema</link><description><![CDATA[Com a nova orientação, impulsionada por Paris, o equilíbrio interno de poder na União Europeia torna-se desfavorável a Berlim e ao rigor defendido pela Alemanha. Essas circunstâncias permitem aos gregos vislumbrar uma luz ao fundo do túnel e recuperar a esperança, congratulam-se em Atenas. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 May 2012 16:31:24 +0100</pubDate><guid>2050041</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | Serviços de Catherine Ashton suspeitos de favoritismo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2042181-servicos-de-catherine-ashton-suspeitos-de-favoritismo</link><description><![CDATA[<p><a target="_self" href="http://www.rue89.com/2012/05/22/europe-catherine-ashton-chef-de-la-diplomatie-soupconnee-de-favoritisme-232348">Segundo o <em>Rue89</em></a>, o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) ir&aacute; abrir em breve um inqu&eacute;rito sobre as &quot;condi&ccedil;&otilde;es de adjudica&ccedil;&atilde;o, pela UE, de um importante contrato na L&iacute;bia a uma empresa brit&acirc;nica n&atilde;o autorizada a operar naquele pa&iacute;s&rdquo;.</p>
<p>O caso, j&aacute; <a target="_self" href="http://euobserver.com/18/116152">referido</a> pelo <em>EUobserver</em>, envolve a empresa brit&acirc;nica G4S-UK, &agrave; qual, contra todas as expectativas, foi adjudicado um contrato de dez milh&otilde;es de euros com o Servi&ccedil;o Europeu para a A&ccedil;&atilde;o Externa (SEAE) referente &agrave; prote&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es da Uni&atilde;o na L&iacute;bia, apesar de, sublinha o Rue89, aquela empresa n&atilde;o ter, &quot;at&eacute; agora, nenhum contrato de seguran&ccedil;a de qualquer delega&ccedil;&atilde;o europeia&quot;, ao contr&aacute;rio do que acontece com outras empresas que participaram no concurso, a Argus da Hungria e a canadiana Garda World.</p>
<p>Para este site de not&iacute;cias franc&ecirc;s, o caso coloca um problema de conflito de interesses no SEAE, dirigido pela brit&acirc;nica Cathernine Asthon:</p>
<blockquote><p>Alguns [&hellip;] suspeitam que a Gr&atilde;-Bretanha utiliza indevidamente a sua influ&ecirc;ncia no seio do SEAE para favorecer as suas principais empresas militares privadas.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 May 2012 15:13:44 +0100</pubDate><guid>2042181</guid></item>
<item><title>Zona euro | Chegou a hora da verdade (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2037891-chegou-hora-da-verdade</link><description><![CDATA[Deixar a Grécia sair do euro? Salvar os bancos espanhóis? Continuar a insistir na austeridade ou dar uma oportunidade ao crescimento? Questões a que os líderes da zona euro têm de responder durante a cimeira extraordinária marcada para 23 de maio, se querem que os europeus continuem a confiar no projeto comum. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 23 May 2012 12:48:18 +0100</pubDate><guid>2037891</guid></item>
<item><title>França-Alemanha | Hollande-Merkel condenados ao sucesso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1988881-hollande-merkel-condenados-ao-sucesso</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Merkel-Hollande: reinventar a Europa&rdquo;: a polit&oacute;loga Anne-Marie Le Gloannec <a target="_self" href="http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2012/05/13/10001-20120513ARTFIG00124-merkel-hollande-reinventer-l-europe.php">resume, assim, num artigo no jornal <em>Le Figaro</em></a>, o desafio do novo Presidente franc&ecirc;s e da chanceler alem&atilde;, que dever&atilde;o encontrar-se em Berlim, pela primeira vez, a 15 de maio. Mas &ldquo;subsistem muitas inc&oacute;gnitas e as nuvens acumulam-se&rdquo;:</p>
<blockquote><p>As inc&oacute;gnitas dizem respeito &agrave; vontade do novo Presidente quanto &agrave;  redu&ccedil;&atilde;o de despesas [&hellip;] Dizem respeito, tamb&eacute;m, &agrave; capacidade de Fran&ccedil;ois  Hollande de renunciar &agrave;s euro-obriga&ccedil;&otilde;es e a modificar o papel do BCE.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, contrap&otilde;e Anne-Marie Le Gloannec, &ldquo;os compromissos parecem  prov&aacute;veis: o tratado [o pacto or&ccedil;amental] n&atilde;o ser&aacute; renegociado mas  tratar-se-&aacute;, sobretudo, de chegar a acordo sobre um pacto de crescimento  estrutural de que Fran&ccedil;ois Hollande j&aacute; esbo&ccedil;ou as grandes linhas, tanto  para a Europa como para Fran&ccedil;a&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Tudo reaproximar&aacute;&rdquo; os dois l&iacute;deres, garante tamb&eacute;m <em><a href="http://www.la-croix.com/Debats/Opinions/Editos/Le-voyage-a-Berlin.-Par-Francois-Ernenwein-_EP_-2012-05-14-806247" target="_self">La Croix</a></em>: </p>
<blockquote><p>Os princ&iacute;pios acima de tudo. Numa Europa unida, nada ser&aacute; poss&iacute;vel se a Fran&ccedil;a e a Alemanha n&atilde;o se entenderem. O pragmatismo, tamb&eacute;m. [&hellip;] A crise pol&iacute;tica na Gr&eacute;cia obriga a que n&atilde;o nos percamos em querelas de princ&iacute;pio. Um pouco de realismo, enfim, tirado da vida interior de cada um dos pa&iacute;ses.</p>
</blockquote>
<p>Na Alemanha, o <a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/erstes-treffen-von-merkel-und-hollande-merkels-neue-chance-heisst-hollande-1.1356612" target="_self"><em>S&uuml;ddeutschte Zeitung</em> pergunta</a>:</p>
<blockquote><p>&Eacute; o fim da dupla franco-alem&atilde;? N&atilde;o! Hollande vai moderar-se, Merkel vai agir. [&hellip;] Fran&ccedil;ois Hollande n&atilde;o tem a vis&atilde;o que levaria a pensar em Napole&atilde;o ou Mitterrand.</p>
</blockquote>
<p>Num artigo de opini&atilde;o, o di&aacute;rio escreve que Fran&ccedil;ois Hollande &eacute; </p>
<blockquote><p>uma nova oportunidade para Merkel. Entrar&atilde;o na hist&oacute;ria com os dois l&iacute;deres que mantiveram o euro ou como a dupla que organizou a sua liquida&ccedil;&atilde;o. Est&atilde;o condenados ao sucesso logo desde o primeiro encontro. Esta press&atilde;o pode trazer esperan&ccedil;a a toda a Europa.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 May 2012 15:06:10 +0100</pubDate><guid>1988881</guid></item>
<item><title>Zona euro | Incêndio grego reacende-se (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1969141-incendio-grego-reacende-se</link><description><![CDATA[A saída da Grécia da zona euro é mais uma vez referida por causa da crise política em Atenas. Mas esse cenário é ainda mais perigoso hoje, numa altura em que Espanha está mais vulnerável. E as consequências seriam geopolíticas, para além de económicas. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 11 May 2012 18:14:53 +0100</pubDate><guid>1969141</guid></item>
<item><title>Parlamento Europeu | Três agências europeias chamadas à razão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1968941-tres-agencias-europeias-chamadas-razao</link><description><![CDATA[<p>No dia 10 de maio, o Parlamento Europeu votou &quot;o adiamento das quita&ccedil;&otilde;es or&ccedil;amentais de tr&ecirc;s ag&ecirc;ncias&rdquo; comunit&aacute;rias, relata o <a target="_self" href="http://www.europeanvoice.com/article/2012/may/meps-warn-three-agencies-over-irregularities/74326.aspx"><em>European Voice</em></a>. Isto significa que os deputados europeus <a href="http://www.europarl.europa.eu/news/pt/pressroom/content/20120508IPR44653/html/EP-approves-accounts-for-lion%27s-share-of-EU-spending-in-2010" target="_self">recusaram</a> aprovar a gest&atilde;o destas institui&ccedil;&otilde;es durante 2010. As ag&ecirc;ncias visadas s&atilde;o a <a href="http://www.efsa.europa.eu/fr/" target="_self">Autoridade Europeia da Seguran&ccedil;a dos Alimentos</a> (EFSA), a <a href="http://www.ema.europa.eu/ema/" target="_self">Ag&ecirc;ncia Europeia do Medicamento</a> (EMA) e a <a href="http://www.eea.europa.eu/pt" target="_self">Ag&ecirc;ncia Europeia do Ambiente</a> (EEA). Segundo o seman&aacute;rio, as tr&ecirc;s ag&ecirc;ncias foram confrontadas com &quot;alega&ccedil;&otilde;es de conflito de interesses e outras irregularidades&quot; como despesas exageradas mal justificadas.</p>
<p>O <em>European Voice</em> comenta que este voto do plen&aacute;rio acontece dois dias depois da demiss&atilde;o da presidente da EFSA. Diana Banati abandona o cargo para</p>
<blockquote><p>ingressar no International Life Science Institute (ILSI), um grupo de  investiga&ccedil;&atilde;o. O Parlamento solicitou aos comiss&aacute;rios respons&aacute;veis pelo  controlo das contas europeias um inqu&eacute;rito sobre potenciais conflitos de  interesses no seio da EFSA, visando, nomeadamente, as liga&ccedil;&otilde;es entre  Diana Banati e a ind&uacute;stria agroalimentar.</p>
</blockquote>
<p>A decis&atilde;o do Parlamento foi saudada por Monica-Lisa Macovei (Partido  popular europeu), a respons&aacute;vel parlamentar pelo relat&oacute;rio sobre o  exerc&iacute;cio financeiro de 2010, que se tem <a href="/pt/content/news-brief/11941-quem-tem-medo-de-monica-macovei">distinguido</a> frequentemente pela  sua luta contra a corrup&ccedil;&atilde;o. &quot;A transpar&ecirc;ncia e a boa gest&atilde;o dos  conflitos de interesses tornaram-se vitais para uma governan&ccedil;a capaz e  para os cidad&atilde;os. Devem passar a ser crit&eacute;rios importantes no processo  de quita&ccedil;&atilde;o em todas as institui&ccedil;&otilde;es europeias&rdquo;, <a href="http://www.romanialibera.ro/actualitate/europa/regulile-anticoruptie-propuse-de-monica-macovei-aprobate-de-parlamentul-european-263572.html" target="_self">declarou ao <em>Rom&acirc;nia  liberă</em></a>.</p>
<p>O <em>European Voice</em> real&ccedil;a ainda que, agora, &quot;as tr&ecirc;s ag&ecirc;ncias ter&atilde;o at&eacute;  setembro para justificarem cabalmente as suas despesas de 2010, e a  vota&ccedil;&atilde;o no Parlamento ser&aacute;, o mais tardar, no outono, para aprovar ou  rejeitar as suas contas&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 11 May 2012 17:34:26 +0100</pubDate><guid>1968941</guid></item>
<item><title>Dia da Europa | A crise e nada de fogo de artifício (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1954581-crise-e-nada-de-fogo-de-artificio</link><description><![CDATA[No momento em que a UE comemora o seu aniversário, em 9 de maio, a integração europeia está em apuros: a crise do euro, a agitação do alargamento e a crise financeira agravam-se. No entanto, diz um politólogo belga, o navio da Europa não tem marcha atrás, só são possíveis correções de rumo. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 09 May 2012 17:49:21 +0100</pubDate><guid>1954581</guid></item>
<item><title>Economia | Crise grega vai rapidamente expor Hollande (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1948271-crise-grega-vai-rapidamente-expor-hollande</link><description><![CDATA[Está para se ver se Hollande vai manter a sua postura antiausteridade e fica ao lado da Grécia ou se vai voltar-se para a política alemã. Não importa quantas alterações ao acordo orçamental da UE consiga negociar, mais cedo ou mais tarde, a tempestade política na Grécia vai muito provavelmente pô-lo à prova. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 08 May 2012 18:04:14 +0100</pubDate><guid>1948271</guid></item>
<item><title>Alemanha-França | O par Merkel-Hollande procura um nome</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1946831-o-par-merkel-hollande-procura-um-nome</link><description><![CDATA[<p>Que aspeto ir&aacute; ter o dueto franco-alem&atilde;o, com a presen&ccedil;a de Fran&ccedil;ois Hollande a substituir Nicolas Sarkozy ao lado de Angela Merkel? Embora ponha em causa as pol&iacute;ticas de austeridade, o novo Presidente franc&ecirc;s n&atilde;o deve tardar a integrar as fileiras do poder, &eacute; a aposta de <em>Le Figaro</em> e do <em>Tageszeitung</em>.</p>
<p>Em Paris, o di&aacute;rio <em>Le Figaro</em> <a target="_self" href="http://www.lefigaro.fr/conjoncture/2012/05/07/20002-20120507ARTFIG00697-entre-merkel-et-hollande-des-desaccords-de-fond.php">recorda</a> as circunst&acirc;ncias do inevit&aacute;vel bra&ccedil;o de ferro que ir&aacute; travar-se entre Angela Merkel e o novo Presidente franc&ecirc;s:</p>
<blockquote><p>Berlim n&atilde;o esconde a sua irrita&ccedil;&atilde;o perante a inten&ccedil;&atilde;o reiterada pela equipa de Fran&ccedil;ois Hollande de renegociar o pacto fiscal, para lhe acrescentar uma possibilidade de crescimento. Na tentativa de acalmar o c&iacute;rculo da chanceler alem&atilde; em rela&ccedil;&atilde;o a este ponto, os conselheiros do candidato socialista deram a entender que se trataria de um &ldquo;objetivo de campanha&rdquo;.</p>
</blockquote>
<p>A chanceler sabe que a situa&ccedil;&atilde;o de Fran&ccedil;ois Hollande n&atilde;o lhe d&aacute; grande margem de manobra para negociar e que o novo Presidente &ldquo;vai tentar impor-se a todo o custo para marcar pontos&rdquo;, escreve o di&aacute;rio conservador. No entanto, a chanceler talvez n&atilde;o aceite a obriga&ccedil;&atilde;o de assinar o tratado, tal qual existe, com o intuito de o voltar a por em cima da mesa, mais tarde. Ser&aacute; ent&atilde;o o novo Presidente franc&ecirc;s a ter de dar o primeiro passo na assinatura do pacto or&ccedil;amental. Uma atitude contr&aacute;ria &agrave; campanha realizada contra a austeridade na Europa. </p>
<p>Apesar de tudo, nota <em>Le Figaro</em>, os dois l&iacute;deres t&ecirc;m pontos em comum: &ldquo;A &uacute;nica boa surpresa, quando a chanceler alem&atilde; receber o novo Presidente franc&ecirc;s em Berlim, poder&aacute; ser a de um reencontro&rdquo; entre dois dirigentes que cultivam um car&aacute;ter de &ldquo;normalidade e simplicidade&rdquo;&hellip;</p>
<blockquote><p>Longe de ser caricato, este elo pessoal ser&aacute; a base de confian&ccedil;a a partir da qual poder&atilde;o ultrapassar-se as diverg&ecirc;ncias entre Paris e Berlim. E encontrar-se um consenso que leve a Europa a ser puxada pela dupla franco-alem&atilde;. Se Hollande e Merkel arrancarem com o p&eacute; direito, tudo ser&aacute; poss&iacute;vel.</p>
</blockquote>
<p>Em Berlim, o <em>Tageszeitung</em> <a target="_self" href="http://www.taz.de/Europa-nach-der-Wahl-in-Frankreich/!92930/">duvida</a> muito que Fran&ccedil;ois Hollande leve muito longe a promo&ccedil;&atilde;o da sua agenda para o crescimento. Obviamente, nota o di&aacute;rio de esquerda, que os protagonistas de Bruxelas que deitam o olho ao posto de Dur&atilde;o Barroso, como &eacute; o caso de Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, ou Viviane Reding, vice-presidente da Comiss&atilde;o Europeia, mostraram-se desejosos de &ldquo;receber o novo homem forte de Paris com todas as amabilidades&rdquo;, defendendo a causa de um pacto de crescimento. Mas,</p>
<blockquote><p>no fundo, trata-se de um compromisso t&iacute;pico de Bruxelas: estende-se a m&atilde;o ao que &eacute; novo entre os 27 para, a seguir, o atacar. Para Bruxelas, um pacto de crescimento totalmente enfraquecido &eacute; uma tenta&ccedil;&atilde;o, visto que deixaria inalterado o pacto or&ccedil;amental da chanceler Angela Merkel. Provavelmente, nem sequer assustaria os mercados. E toda a gente ficaria satisfeita: Merkel e Hollande, os cidad&atilde;os e os mercados. O deputado europeu Elmar Brok (CDU) resume a opini&atilde;o de in&uacute;meros pol&iacute;ticos europeus: &lsquo;Em junho, no m&aacute;ximo, Hollande ter&aacute; integrado as fileiras do poder&rsquo;.</p>
</blockquote>
<p>A lideran&ccedil;a alem&atilde; n&atilde;o est&aacute; pois prestes a desaparecer e, ciente do apoio dos mercados, o discurso neoliberal em Bruxelas e Berlim resiste, afirma o <em>TAZ</em>. Se lhe acrescentarmos a crise grega,</p>
<blockquote><p>a cimeira da UE em junho poder&aacute;, de facto, vir a ser mais uma cimeira grega e cimentar a parceira Merkel &ndash; Hollande. Quanto &agrave; quest&atilde;o de saber o que ir&aacute; restar da agenda socialista, s&oacute; Deus sabe.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 08 May 2012 16:06:42 +0100</pubDate><guid>1946831</guid></item>
<item><title>Media | Petição por uma Europa dos cidadãos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1917901-peticao-por-uma-europa-dos-cidadaos</link><description><![CDATA[<p>A crise que atinge o Velho Continente, atinge sobretudo os jovens, muitos deles licenciados. &Eacute; a esta gera&ccedil;&atilde;o que &eacute; feito o <a target="_self" href="http://manifest-europa.eu/?lang=fr">apelo por uma Europa dos cidad&atilde;os</a>, lan&ccedil;ado pelo eurodeputado Daniel Cohn-Bendit e pelo soci&oacute;logo Ulrich Beck. O documento, publicado em <a target="_self" href="http://www.zeit.de/2012/19/Europa-Manifest"><em>Die Zeit</em></a>, <a target="_self" href="http://abonnes.lemonde.fr/idees/article/2012/05/02/ecoutons-la-jeunesse-du-vieux-continent_1693157_3232.html"><em>Le Monde</em></a> e <a target="_self" href="http://elpais.com/elpais/2012/04/25/opinion/1335365305_415494.html"><em>El Pa&iacute;s</em></a> e <a target="_self" href="http://www.repubblica.it/esteri/2012/05/03/news/l_europa_siamo_noi_il_momento_di_ricostruirla-34377236/"><em>La Repubblica</em></a>, foi subscrito por sessenta intelectuais, dirigentes pol&iacute;ticos e artistas europeus, entre os quais o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, Jacques Delors, os Pr&eacute;mio Nobel da Literatura, Imre Kertesz e Herta M&uuml;ller, e por Adam Michnik e Joschka Fischer.</p>
<p>Parafraseando John Kennedy, os signat&aacute;rios do apelo pedem</p>
<blockquote><p>&agrave; Comiss&atilde;o Europeia e aos governos nacionais, ao Parlamento Europeu e aos parlamentos nacionais que criem uma Europa &quot;de cidad&atilde;os ativamente empregados&quot;, e tamb&eacute;m que criem condi&ccedil;&otilde;es financeiras e jur&iacute;dicas para o estabelecimento de um &quot;Ano europeu do voluntariado para cada um&quot;, como rea&ccedil;&atilde;o ao modelo &quot;top-down&quot; que prevalece atualmente na Europa, uma Europa de elites e tecnocratas. O objetivo &eacute; democratizar as democracias nacionais a fim de se reconstruir uma Europa com base neste toque a reunir: &quot;N&atilde;o perguntem o que a Europa pode fazer por n&oacute;s, mas o que podemos n&oacute;s fazer pela Europa &ndash; Fa&ccedil;amos a Europa!&quot;</p>
</blockquote>
<p>Incentivando &ldquo;a concentra&ccedil;&atilde;o de vulgares cidad&atilde;os europeus por iniciativa pr&oacute;pria&rdquo;, os promotores deste documento transformaram o seu projeto &ldquo;num ato de autocria&ccedil;&atilde;o gra&ccedil;as ao qual a Europa ser&aacute; dotada de uma nova constitui&ccedil;&atilde;o 'por baixo'&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 03 May 2012 15:43:57 +0100</pubDate><guid>1917901</guid></item>
<item><title>Alemanha-Itália | Merkel isolada abraça Monti e o crescimento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1879661-merkel-isolada-abraca-monti-e-o-crescimento</link><description><![CDATA[<p>Angela Merkel n&atilde;o quer ser deixada sozinha no turbilh&atilde;o da crise. Sem o seu parceiro de longa data, Nicolas Sarkozy, em perda ap&oacute;s a primeira volta das elei&ccedil;&otilde;es francesas, a chanceler j&aacute; est&aacute; &agrave; procura de outro aliado, e Mario Monti parece ser o escolhido. O porta-voz do Governo alem&atilde;o, Steffen Seibert, revelou que Merkel e a equipa de Monti j&aacute; se reuniram para planear uma s&eacute;rie de iniciativas conjuntas germano-italianas, no sentido de preparar medidas de est&iacute;mulo econ&oacute;mico a serem debatidas no Conselho Europeu de junho, <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/economia/sezioni/articolo/lstp/451790/">relata o jornal italiano <em>La Stampa</em></a>.</p>
<p>Al&eacute;m da poss&iacute;vel perda dos tradicionais baluartes Fran&ccedil;a e Holanda (o Governo holand&ecirc;s demitiu-se, na sequ&ecirc;ncia de uma disputa sobre a austeridade), o credo da disciplina fiscal de Merkel ficou debaixo de fogo, ontem, quando o presidente do BCE, Mario Draghi, declarou que a consolida&ccedil;&atilde;o or&ccedil;amental n&atilde;o pode ser alcan&ccedil;ada s&oacute; atrav&eacute;s de cortes e mais impostos, e exige &quot;medidas estruturais de favorecimento do crescimento econ&oacute;mico&quot;.</p>
<p>Resumindo esta posi&ccedil;&atilde;o de &quot;Mais empenho no crescimento&quot;, do seu destaque, o di&aacute;rio de Turim salienta que:</p>
<blockquote><p>Enquanto aguarda o veredicto eleitoral franc&ecirc;s, Merkel voltou-se para Draghi, aceitando finalmente chegar a um reconhecimento formal de que precisamos de crescimento, sustentado em reformas estruturais.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:11:33 +0100</pubDate><guid>1879661</guid></item>
<item><title>Economia | 2012, a revolução holandesa (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1866601-2012-revolucao-holandesa</link><description><![CDATA[É terno, consensual e pragmático. E, no entanto, se for eleito Presidente de França, o candidato socialista pode mudar o curso da política na Europa, garante um editorialista espanhol. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:26:23 +0100</pubDate><guid>1866601</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Fim da linha para a austeridade europeia? (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1867051-fim-da-linha-para-austeridade-europeia</link><description><![CDATA[Num momento em que a França poderá estar prestes a eleger um Presidente socialista, que critica o seu pacto orçamental, e em que o Governo holandês caiu por causa da reforma social, o modelo de austeridade da chanceler alemã Angela Merkel está a ser abalado. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:24:46 +0100</pubDate><guid>1867051</guid></item>
<item><title>Visto da Alemanha | O medo do isolamento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1866351-o-medo-do-isolamento</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Europa est&aacute; &agrave; beira de falhar?&rdquo;, teme o <a target="_self" href="http://www.handelsblatt.com/meinung/kommentare/kommentar-die-politik-hat-noch-keine-antworten-auf-ihre-simplen-fragen-gefunden-/6548340-2.html"><em>Handelsblatt</em></a>. Em Fran&ccedil;a, a Frente Nacional alcan&ccedil;ou quase 18% dos votos nas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais e, na Holanda, o populista Geert Wilders fez cair o Governo ao recusar apoiar a sua pol&iacute;tica de austeridade. Como os seus cong&eacute;neres alem&atilde;es, o di&aacute;rio econ&oacute;mico escreve que a Alemanha come&ccedil;a a perder os seus aliados pol&iacute;ticos e sente uma verdadeira crise de confian&ccedil;a na pol&iacute;tica europeia:</p>
<blockquote><p>A subida da extrema-direita demonstra que, em muitos pa&iacute;ses, a pol&iacute;tica ainda n&atilde;o encontrou respostas para as solu&ccedil;&otilde;es simples dos populistas. A linguagem da UE e dos governos nacionais n&atilde;o consegue chegar aos eleitores que aceitam de boa vontade as palavras de ordem f&aacute;ceis dos populistas.</p>
</blockquote>
<p>Num plano mais pragm&aacute;tico, esta tend&ecirc;ncia &eacute; uma m&aacute; not&iacute;cia para a chanceler alem&atilde; Angela Merkel, como sublinha o <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/regierungskrise-in-den-niederlanden-merkels-verlorene-verbuendete-1.1339967"><em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>:</p>
<blockquote><p>Para o Governo alem&atilde;o, a queda do Governo da Holanda &eacute; amarga. Perde, assim, um aliado muito importante da pol&iacute;tica de austeridade. E dentro de pouco tempo, Angela Merkel pode perder o seu apoio mais importante. O Presidente franc&ecirc;s perdeu a primeira volta das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais para o seu opositor Fran&ccedil;ois Hollande [&hellip;]. Muitos espanh&oacute;is torcem pela vit&oacute;ria dos socialistas franceses [&hellip;]. Em It&aacute;lia, o ambiente &eacute; semelhante. Sob este ponto de vista, dar mais tempo a estes dois pa&iacute;ses para reduzirem as suas despesas n&atilde;o alterar&aacute; grande coisa.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 24 Apr 2012 15:49:29 +0100</pubDate><guid>1866351</guid></item>
<item><title>Espaço Schengen | França e Alemanha querem poder controlar as fronteiras</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1844591-franca-e-alemanha-querem-poder-controlar-fronteiras</link><description><![CDATA[<p>A Fran&ccedil;a e a Alemanha querem travar a livre circula&ccedil;&atilde;o na Europa. <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/illegale-zuwanderung-berlin-und-paris-wollen-grenzkontrollen-zurueck-1.1337155">O <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em> revela</a> uma carta assinada pelos dois ministros do Interior, que solicita &quot;a possibilidade do restabelecimento do controlo das fronteiras internas&quot;. O documento poder&aacute; ser apresentado aos seus colegas europeus, na pr&oacute;xima reuni&atilde;o de 26 de abril. </p>
<p>Claude Gu&eacute;ant e Hans-Peter Friedrich consideram que a suspens&atilde;o do Tratado de Schengen se justifica, uma vez que a seguran&ccedil;a nas fronteiras externas da UE &eacute; insuficiente e que as quest&otilde;es de seguran&ccedil;a interna se inserem no &acirc;mbito da soberania nacional, explica este di&aacute;rio de Munique.</p>
<p>O <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em>, que presume que o restabelecimento dos controlos tem igualmente por objetivo impedir a migra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/berlin-und-paris-wollen-grenzkontrollen-zurueck-dauerwerbung-fuer-europafeinde-1.1337168">alerta para os riscos</a> de uma pol&iacute;tica antieuropeia:</p>
<blockquote><p>De que vale uma abertura sob reserva? [&hellip;] Que valor tem a liberdade de circula&ccedil;&atilde;o, se os governos europeus tiverem permiss&atilde;o para a limitar? Se se retirarem para os respetivos territ&oacute;rios nacionais, os Estados estar&atilde;o a indicar que est&atilde;o convencidos de que o pequeno mundo do Estado nacional &eacute; muito melhor do que a Europa. Nessas circunst&acirc;ncias, n&atilde;o &eacute; de espantar que os partidos nacionalistas, populistas e de extrema-direita melhorem os seus resultados em toda a Europa. O encerramento tempor&aacute;rio das fronteiras internas representa uma publicidade constante para os inimigos da Europa.&nbsp; </p>
<p>&nbsp;</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 20 Apr 2012 14:23:12 +0100</pubDate><guid>1844591</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Regras contra as estatísticas falsificadas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1831581-regras-contra-estatisticas-falsificadas</link><description><![CDATA[<p>Em breve, &ldquo;os governos da UE [ser&atilde;o] obrigados a comprometer-se a transmitir estat&iacute;sticas corretas&rdquo;, relata o <a href="http://www.adevarul.ro/adevarul_europa/Eurostat-statistica-date_economice-criza_economica-six_pack-Comisia_Europeana-Bruxelles-Guvernul_Romaniei-Grecia-adevarul_europa_0_683931792.html#" target="_self"><em>Adevărul</em></a>. A Comiss&atilde;o Europeia, explica o di&aacute;rio romeno, quer evitar uma repeti&ccedil;&atilde;o do precedente grego e assegurar que os Estados-membros comunicam dados estat&iacute;sticos fi&aacute;veis e independentes. </p>
<p>Durante anos, Atenas apresentou d&eacute;fices or&ccedil;amentais inferiores &agrave; realidade com base em estat&iacute;sticas falsificadas. </p>
<p>O comiss&aacute;rio europeu da Fiscalidade e da Uni&atilde;o Aduaneira, Algirdas &Scaron;emeta, <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/semeta/headlines/news/2012/04/20120417_fr.htm">prop&otilde;e</a> uma revis&atilde;o das regras estat&iacute;sticas e a nomea&ccedil;&atilde;o de diretores das ag&ecirc;ncias nacionais com base em crit&eacute;rios n&atilde;o pol&iacute;ticos. Segundo o di&aacute;rio:</p>
<blockquote><p>Estes dever&atilde;o decidir de forma independente a elabora&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o e difus&atilde;o das estat&iacute;sticas, assim como a gest&atilde;o da atividade dos institutos estat&iacute;sticos.</p>
</blockquote>
<p>Cada Estado-membro dever&aacute; assumir &ldquo;ao mais alto n&iacute;vel pol&iacute;tico&rdquo; o c&oacute;digo de boas pr&aacute;ticas das estat&iacute;sticas europeias, salienta o Adevărul. Este documento ser&aacute; referendado pela Comiss&atilde;o, e o Eurostat dever&aacute; supervisionar o cumprimento dos compromissos. Este tipo de dados &eacute; cada vez mais solicitado, sobretudo com a necessidade de coordenar as pol&iacute;ticas econ&oacute;micas na Uni&atilde;o Europeia.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 18 Apr 2012 15:58:27 +0100</pubDate><guid>1831581</guid></item>
<item><title>França-Alemanha | O fim de Merkozy (La Tribune, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1825271-o-fim-de-merkozy</link><description><![CDATA[Ao abrir o debate sobre o papel do Banco Central Europeu, Nicolas Sarkozy tentou ganhar votos junto dos eleitores que querem uma política de crescimento. Mas virou as costas a Angela Merkel, adaptando-se às circunstâncias por razões de política interna. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 17:09:38 +0100</pubDate><guid>1825271</guid></item>
<item><title>Economia | Portugal é o primeiro a ratificar o Tratado de Estabilidade</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1816601-portugal-e-o-primeiro-ratificar-o-tratado-de-estabilidade</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O tratado faz falta?&rdquo;, questiona o <a target="_self" href="http://expresso.sapo.pt/editorial=s23462">editorial</a> do <em>Expresso</em> do dia 14 de abril, um dia ap&oacute;s o parlamento portugu&ecirc;s ter ratificado o Tratado sobre Estabilidade, Coordena&ccedil;&atilde;o e Governa&ccedil;&atilde;o. Sendo Portugal o primeiro pa&iacute;s europeu a dar luz verde ao controverso tratado &ndash; o <em>Expresso</em> defende que &ldquo;s&oacute; o futuro dir&aacute; se este tratado serviu para alguma coisa&rdquo;, e d&aacute; duas poss&iacute;veis respostas &agrave; quest&atilde;o colocada em manchete:</p>
<blockquote><p>Sim, porque o <a target="_self" href="http://european-council.europa.eu/media/639122/16_-_tscg_pt_12.pdf">novo Tratado Europeu</a> &eacute; fundamental para que a Alemanha e outros pa&iacute;ses do Norte da Europa estejam dispostos a refor&ccedil;ar os mecanismos de prote&ccedil;&atilde;o e resgate da zona euro. E n&atilde;o, porque o Tratado estabelece regras que s&atilde;o quase imposs&iacute;veis de cumprir de forma regular, mesmo pelos Estados que agora as imp&otilde;em.</p>
</blockquote>
<p>O editorial do <em>Expresso</em> acrescenta que</p>
<blockquote><p>(...) na melhor das hip&oacute;teses vai servir para garantir algum compromisso e solidariedade dos pa&iacute;ses mais fortes para com os pa&iacute;ses sob resgate ou em risco. (...) E mostrar que a zona euro pode seguir em frente sem deixar pa&iacute;ses pelo caminho. E impor disciplina or&ccedil;amental aos pa&iacute;ses que quase sempre a ignoraram.</p>
</blockquote>
<p>Num <a target="_self" href="http://expresso.sapo.pt/pedro-adao-e-silva=s25381">artigo de opini&atilde;o</a> publicado no mesmo seman&aacute;rio, o soci&oacute;logo Pedro Ad&atilde;o e Silva alerta que as consequ&ecirc;ncias deste tratado s&atilde;o evidentes:</p>
<blockquote><p>Se o Tratado for para levar a s&eacute;rio, os Estados-membros menos desenvolvidos ficam privados dos mecanismos de pol&iacute;tica econ&oacute;mica que tornam poss&iacute;vel recuperar atrasos, ao mesmo tempo que continuam a n&atilde;o ter os instrumentos financeiros desej&aacute;veis, caracter&iacute;sticos do sistema federal. No fundo, alienamos soberania, sem qualquer tipo de contrapartidas.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 15:52:58 +0100</pubDate><guid>1816601</guid></item>
<item><title>Polónia | Radosław Sikorski, mais um europeu acelerado (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1794281-radoslaw-sikorski-mais-um-europeu-acelerado</link><description><![CDATA[O chefe da diplomacia polaca apresenta-se cada vez mais como um interlocutor influente no panorama europeu. Mas o seu ativismo é, muitas vezes, acompanhado por uma impulsividade e por afinidades que fazem lembrar um certo Nicolas Sarkozy. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 13 Apr 2012 12:18:07 +0100</pubDate><guid>1794281</guid></item>
<item><title>Bulgária | Últimos retoques antes de Schengen (Trud, Sófia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1759301-ultimos-retoques-antes-de-schengen</link><description><![CDATA[A Comissão Europeia adiou a adesão da Bulgária à zona de livre circulação por causa da falta de progressos na luta contra a corrupção e contra o crime organizado. E se Sófia se vangloria de ter cumprido todas as condições, a reportagem do Trud demonstra o contrário. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:06:27 +0100</pubDate><guid>1759301</guid></item>
<item><title>Grécia | Discreto como um eurocrata em Atenas (Le Temps, Genebra)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1759561-discreto-como-um-eurocrata-em-atenas</link><description><![CDATA[A sua missão é conduzir os gregos pelos caminhos da virtude orçamental. O método que aplicam consiste em mudar os hábitos e pedir sacrifícios. Resultado: são o bode expiatório para todos aqueles que não gostam da UE. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 09 Apr 2012 11:14:35 +0100</pubDate><guid>1759561</guid></item>
<item><title>Instituições | A opacidade das agências europeias (Die Presse, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1714351-opacidade-das-agencias-europeias</link><description><![CDATA[Opacas, gastadoras, propensas a conflitos de interesses: a independência das cerca de vinte agências especializadas da UE levanta problemas, tanto em termos financeiros como de controlo democrático, denuncia Die Presse. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 30 Mar 2012 12:17:52 +0100</pubDate><guid>1714351</guid></item>
<item><title>Instituições | A opacidade das agências europeias (Die Presse, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1714331-opacidade-das-agencias-europeias</link><description><![CDATA[Opacas, gastadoras, propensas a conflitos de interesses: a independência das cerca de vinte agências especializadas da UE levanta problemas, tanto em termos financeiros como de controlo democrático, denuncia Die Presse. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 30 Mar 2012 11:51:35 +0100</pubDate><guid>1714331</guid></item>
<item><title>Bulgária-Roménia | Duelo marítimo por causa de gás</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1671961-duelo-maritimo-por-causa-de-gas</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Rom&eacute;nia rouba-nos peda&ccedil;o de mar&rdquo;, <a href="http://paper.standartnews.com/bg/article.php?d=2012-03-22&amp;article=404231" target="_self">titula</a> o di&aacute;rio popular b&uacute;lgaro <em>Standart</em>, referindo-se aos &ldquo;dezassete quil&oacute;metros quadrados&rdquo; de fronteira mar&iacute;tima entre a Bulg&aacute;ria e a Rom&eacute;nia que Bucareste reivindica como fazendo parte das suas &aacute;guas territoriais. &Eacute; nesta zona que os grupos americano ExxonMobil e austr&iacute;aco OMV Petrom anunciaram, no final de fevereiro, terem descoberto uma importante jazida de g&aacute;s.</p>
<p>O ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros b&uacute;lgaro, Nikola&iuml; Mladenov, sublinhou que h&aacute; mais de 20 anos que os dois pa&iacute;ses discutem a delimita&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios do Mar Negro. &ldquo;O assunto n&atilde;o constitui nenhum problema nas rela&ccedil;&otilde;es bilaterais entre os dois pa&iacute;ses&rdquo;, garantiu, citado pela imprensa b&uacute;lgara mas disse, no entanto, estar &ldquo;surpreendido&rdquo; com o aparecimento deste diferendo.</p>
<p>Do outro lado do Dan&uacute;bio, este &ldquo;timing&rdquo; <a href="http://www.adevarul.ro/international/europa/Portiunea_de_platou_continental_in_litigiu_cu_Bulgaria-_locul_pe_unde_ar_putea_trece_Southstream_0_668333182.html" target="_self">n&atilde;o espanta</a> o <a href="http://www.adevarul.ro/international/europa/Portiunea_de_platou_continental_in_litigiu_cu_Bulgaria-_locul_pe_unde_ar_putea_trece_Southstream_0_668333182.html" target="_self">di&aacute;rio</a> <em>Adevărul</em>:</p>
<blockquote><p>O peda&ccedil;o de plataforma continental objeto do lit&iacute;gio &eacute; aquele em que est&aacute; prevista a passagem do gasoduto South Stream [projeto liderado pela R&uacute;ssia]. No caso de uma solu&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel a Bucareste, a Rom&eacute;nia ganhar&aacute; alguns metros comuns de plataforma continental turca, uma vantagem no caso de ser conclu&iacute;do o Nabucco [o gasoduto concorrente do South Stream, apoiado pela UE].<em> </em></p>
</blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>O chefe da diplomacia romena, Cristian Diaconescu, quis, no entanto, acalmar o assunto:</p>
<blockquote><p>Ningu&eacute;m deve ficar zangado ou irritado, porque se trata de dom&iacute;nios de interesse nacional para os dois Estados e estas quest&otilde;es t&ecirc;m de ser resolvidas porque podem surgir, de repente, problemas de explora&ccedil;&atilde;o ou de concess&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 14:04:39 +0100</pubDate><guid>1671961</guid></item>
<item><title>União Europeia | Um "Clube de Berlim" para os países mais eurófilos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1665751-um-clube-de-berlim-para-os-paises-mais-eurofilos</link><description><![CDATA[<p>&Agrave; volta da Alemanha, &ldquo;<em>dez pa&iacute;ses criam o Clube de Berlim para reativarem o projeto europeu</em>&rdquo;,&nbsp;<a href="http://www.abc.es/20120321/internacional/abcp-diez-paises-crean-club-20120321.html">noticia o&nbsp;<em>ABC</em></a>&nbsp;um dia depois do jantar oferecido por Guido Westerwelle, em Berlim. O chefe da diplomacia alem&atilde; convocou os seus hom&oacute;logos europeus que considera &quot;<em>mais eur&oacute;filos</em>&quot;, ou seja, os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros da Pol&oacute;nia, da B&eacute;lgica, de It&aacute;lia, da Holanda, de Portugal, da &Aacute;ustria, do Luxemburgo, de Espanha, da Dinamarca e de Fran&ccedil;a (estes dois &uacute;ltimos estiveram ausentes). Segundo o<em> ABC</em>, o objetivo de Westerwelle &eacute;:</p>
<blockquote><p>criar uma esp&eacute;cie de 'clube' que se compromete a desenvolver formas permanentes de conseguir reencontrar a esperan&ccedil;a de uma Europa unida, nestes momentos de crise.</p>
</blockquote>
<p>Este grupo dever&aacute; ainda reunir-se, pelo menos, quatro vezes por m&ecirc;s, e abordar&aacute; temas como uma maior coordena&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica econ&oacute;mica e financeira, os esfor&ccedil;os para estabilizar o euro e o crescimento, mas tamb&eacute;m o controlo de fronteiras ou a pol&iacute;tica de seguran&ccedil;a, e que acabar&aacute; por apresentar um documento com as suas conclus&otilde;es.&nbsp;</p>
<p>O <em>ABC</em> <a href="../../../../../../fr/content/news-brief/1632681-berlin-relance-le-debat-constitutionnel">recorda</a>&nbsp;que&nbsp;j&aacute; a 9 de mar&ccedil;o, durante uma reuni&atilde;o informal dos ministros europeus dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, Guido Westerwelle</p>
<blockquote><p>se mostrou partid&aacute;rio de reabrir o debate sobre a necessidade de uma Constitui&ccedil;&atilde;o europeia, uma ideia sobre a qual n&atilde;o h&aacute; consenso entre os Vinte e Sete.&nbsp;</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 21 Mar 2012 12:25:53 +0100</pubDate><guid>1665751</guid></item>
<item><title>Instituições | O défice democrático do Parlamento Europeu (The Economist, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1654911-o-defice-democratico-do-parlamento-europeu</link><description><![CDATA[Numa UE em se que pretende mais democracia, os deputados europeus continuam sem cumprir o seu papel de representantes do povo. A culpa é do sistema comunitário que os priva de soberania, mas também da sua forma inadaptada de trabalhar. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 15:23:01 +0100</pubDate><guid>1654911</guid></item>
<item><title>União Europeia | Ministro alemão pede nova Constituição para a UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1631271-ministro-alemao-pede-nova-constituicao-para-ue</link><description><![CDATA[<p>Apesar de ter sido rejeitada em referendos em Fran&ccedil;a e na Holanda, em 2005, a Alemanha est&aacute; a tentar&nbsp;reanimar a Constitui&ccedil;&atilde;o da UE, escreve&nbsp;<a target="_self" href="http://www.thetimes.co.uk/tto/news/world/europe/article3348362.ece"><em>The Times</em></a>. Falando numa reuni&atilde;o informal de ministros dos&nbsp;Neg&oacute;cios Estrangeiros, realizada em Copenhaga, na sexta-feira 9 de mar&ccedil;o, de acordo com o di&aacute;rio&nbsp;londrino, Guido Westerwelle, o ministro alem&atilde;o, disse que &quot;<em>a Constitui&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria para melhorar&nbsp;as tomadas de decis&atilde;o nos 27 pa&iacute;ses da Uni&atilde;o Europeia e restaurar a sua capacidade econ&oacute;mica ap&oacute;s&nbsp;a crise econ&oacute;mica</em>&quot;. O jornal acrescenta:&nbsp;</p>
<blockquote><p>O seu apelo recebeu apoio significativo da Fran&ccedil;a e de outros&nbsp;oito pa&iacute;ses, que concordaram em participar em conversa&ccedil;&otilde;es para decidir como relan&ccedil;ar o projeto.</p>
</blockquote>
<p>Os outros pa&iacute;ses aderentes ao plano de Westerwelle s&atilde;o, entre outros, B&eacute;lgica, Holanda, Pol&oacute;nia,&nbsp;Portugal e Espanha. <em>The Times</em> salienta:</p>
<blockquote><p>O plano foi criticado como prematuro pela&nbsp;Su&eacute;cia e pelo governo tecnocr&aacute;tico da It&aacute;lia, e descartado pelo Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros&nbsp;de Londres.</p>
</blockquote>
<p>O ministro sueco, Carl Bildt, explicou:&nbsp;</p>
<blockquote><p>N&atilde;o considero que a prioridade da Uni&atilde;o Europeia&nbsp;neste momento seja iniciar um novo debate constitucional.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 15 Mar 2012 13:13:24 +0100</pubDate><guid>1631271</guid></item>
<item><title>Pacto orçamental | Plano para substituir Ashton por Barnier</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1599161-plano-para-substituir-ashton-por-barnier</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Bastidores de Bruxelas revelam acordo secreto para a City de livrar de Barnier&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/65fc0fac-6931-11e1-9931-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F65fc0fac-6931-11e1-9931-00144feabdc0.html&amp;_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.presseurop.eu%2Fsites%2Fall%2Fmodules%2Ffckeditor%2Ffckeditor%2Feditor%2Ffckeditor.html%3FInstanceName%3DoFCK_1%26Toolbar%3DPresseurop#axzz1obhoaylw">titula o <em>Financial Times</em></a>, depois de se saber que o Reino Unido e Bruxelas fizeram um acordo, em dezembro, sobre a nomea&ccedil;&atilde;o de um comiss&aacute;rio brit&acirc;nico para o mais alto cargo de regulador financeiro da Europa, com vista a levar David Cameron, primeiro-ministro brit&acirc;nico, a apoiar o novo pacto or&ccedil;amental europeu.</p>
<blockquote><p>De acordo com v&aacute;rios respons&aacute;veis pelas negocia&ccedil;&otilde;es, o acordo pol&iacute;tico envolve Michel Barnier, o comiss&aacute;rio franc&ecirc;s para o Mercado Interno e um flagelo para o Tesouro brit&acirc;nico, com a substitui&ccedil;&atilde;o da brit&acirc;nica Baronesa Ashton no cargo de chefe da pol&iacute;tica externa da UE.</p>
</blockquote>
<p>O di&aacute;rio londrino revela que este plano de remodela&ccedil;&atilde;o foi feito pela equipa de Dur&atilde;o Barroso, o presidente da Comiss&atilde;o Europeia, mas o entusiasmo esmoreceu por causa do receio de que o Parlamento Europeu possa opor-se &agrave; substitui&ccedil;&atilde;o. Um porta-voz de Dur&atilde;o Barroso, contudo, negou a exist&ecirc;ncia deste plano, afirmando que o presidente da Comiss&atilde;o Europeia &ldquo;nunca teve, nem tem inten&ccedil;&atilde;o de propor esta mudan&ccedil;a&rdquo;. N&atilde;o obstante, </p>
<blockquote><p>&hellip; v&aacute;rias pessoas envolvidas afirmam que a remodela&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o foi uma possibilidade ponderada e cred&iacute;vel ao longo da intensa atividade diplom&aacute;tica que antecedeu a cimeira de dezembro. Houve quem dissesse que os brit&acirc;nicos tinham a cabe&ccedil;a de Barnier numa bandeja.</p>
</blockquote>
<p>O <em>Financial Times</em> nota que </p>
<blockquote><p>... o afastamento de Michel Barnier teria sido saudado por muita gente na City e em Westminster, mas alguns respons&aacute;veis brit&acirc;nicos chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que isso seria apenas um indulto tempor&aacute;rio. David Cameron, por seu turno, tentou, sem &ecirc;xito, que ficassem expressas no novo acordo garantias permanentes de prote&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os financeiros.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 13:46:51 +0100</pubDate><guid>1599161</guid></item>
<item><title>Holanda | Haia prova do seu próprio veneno</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1573161-haia-prova-do-seu-proprio-veneno</link><description><![CDATA[<p>A economia flamenga j&aacute; n&atilde;o &eacute; o que era. A 1 de mar&ccedil;o, o Gabinete Nacional de An&aacute;lise da Pol&iacute;tica Econ&oacute;mica (CPB-Centraal Plan Bureau) divulgou as suas <a href="http://www.cpb.nl/persbericht/3211348/begrotingstekort-naar-45-procent-2013-voorzichtig-herstel-economische-groei-na-2" target="_self">previs&otilde;es</a>: em 2013, o d&eacute;fice or&ccedil;amental ir&aacute; atingir os 4,5% do PIB e o crescimento n&atilde;o ir&aacute; ultrapassar 1%. Para cumprir as regras or&ccedil;amentais europeias (at&eacute; 3% do d&eacute;fice), o Governo n&atilde;o ter&aacute; outra alternativa a n&atilde;o ser conseguir 9 mil milh&otilde;es de euros, para al&eacute;m dos 18 mil milh&otilde;es de cortes or&ccedil;amentais j&aacute; previstos.&nbsp; </p>
<p>Esta desagrad&aacute;vel surpresa est&aacute; a pressionar a coliga&ccedil;&atilde;o dos liberais do VVD e dos crist&atilde;os-democratas do CDA, que conta com o apoio externo do PVV, partido populista e antieuropeu, que j&aacute; afirmou a sua inten&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o seguir as orienta&ccedil;&otilde;es impostas por Bruxelas. A tarefa que o Governo tem pela frente &eacute; &ldquo;uma tarefa infernal&rdquo;, como titula <em>De Volkskrant</em>.</p>
<p>&ldquo;O Governo est&aacute; dividido entre duas correntes&rdquo;, nota, por seu turno, o <a href="http://www.nrc.nl/" target="_self"><em>NRC Handelsblad</em></a>. A da &ldquo;perspetiva europeia&rdquo; e a da &ldquo;perspetiva econ&oacute;mica&rdquo;. Qualquer uma delas deixa muito pouco espa&ccedil;o de manobra. O di&aacute;rio acrescenta que a atitude particularmente dura &ldquo;do Governo e do ministro das Finan&ccedil;as Jan Kees de Jager (CDA), em primeiro lugar&rdquo;, em rela&ccedil;&atilde;o aos pa&iacute;ses mais endividados da zona euro, deixa-os agora numa situa&ccedil;&atilde;o delicada uma vez que</p>
<blockquote><p>n&atilde;o h&aacute; praticamente nenhuma alternativa a n&atilde;o ser engolir o medicamento que impuseram aos outros pa&iacute;ses. [&hellip;] Espera-se muito pouca compreens&atilde;o do leste, ao passo que o sul ir&aacute; experimentar o sabor da vingan&ccedil;a.</p>
</blockquote>
<p>Especialmente porque a Holanda n&atilde;o vai poder contar com a compreens&atilde;o da Comiss&atilde;o Europeia. De facto, sempre apoiaram Olli Rehn, comiss&aacute;rio europeu dos Assuntos Econ&oacute;micos e Monet&aacute;rios, no seu papel de &ldquo;mestre escola austero&rdquo; e inflex&iacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o ao cumprimento dos crit&eacute;rios de estabilidade, nota, por seu turno, <a href="http://www.volkskrant.nl/" target="_self"><em>De Volkskrant</em></a>, independentemente de haver outros pa&iacute;ses nas mesmas circunst&acirc;ncias.</p>
<blockquote><p>Madrid regista um d&eacute;fice de 8,5% que ir&aacute; ser reduzido para 3%, no m&iacute;nimo, no pr&oacute;ximo ano. H&aacute; semanas que o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, apresenta argumentos em Bruxelas para conseguir mais tempo para consolidar as finan&ccedil;as p&uacute;blicas do seu pa&iacute;s.</p>
</blockquote>
<p>Como sublinha o cronista Rob de Wijk, no <a href="http://www.trouw.nl/" target="_self"><em>Trouw</em></a>, &eacute; o momento ideal para a Holanda deixar de dar li&ccedil;&otilde;es aos &ldquo;pa&iacute;ses dos dentes de alho&rdquo;, como chamam aos estados do Sul da Europa, uma vez que</p>
<blockquote><p>de todos os pa&iacute;ses ricos, as presta&ccedil;&otilde;es da Holanda s&atilde;o as piores. A recess&atilde;o que se sente no pa&iacute;s &eacute; t&atilde;o grande como a dos pa&iacute;ses dos dentes de alho, da&iacute; que n&atilde;o deixemos, de uma forma incessante e num tom arrogante, de tomar medidas.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 02 Mar 2012 15:14:08 +0100</pubDate><guid>1573161</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | Cresce na Europa uma frente contra a austeridade (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1568921-cresce-na-europa-uma-frente-contra-austeridade</link><description><![CDATA[Numa altura em que o Conselho Europeu, que começou na quinta-feira 1 de março, está prestes a assinar o Pacto Orçamental, uma dúzia de países, liderados pela Itália, contestam a política de rigor do casal &quot;Merkozy&quot; e defendem uma política de relançamento do crescimento. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:16:36 +0100</pubDate><guid>1568921</guid></item>
<item><title>Pacto fiscal | Irlanda convoca referendo surpresa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1564711-irlanda-convoca-referendo-surpresa</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>A Irlanda prepara-se para ser o primeiro e &uacute;nico pa&iacute;s da zona euro a dar cobertura democr&aacute;tica ao Pacto Fiscal Europeu. Acordado em janeiro, o tratado de iniciativa germ&acirc;nica prev&ecirc; a inclus&atilde;o de uma regra de &quot;or&ccedil;amento equilibrado&quot; nas legisla&ccedil;&otilde;es nacionais e atribui ao Tribunal Europeu de Justi&ccedil;a o direito de impor san&ccedil;&otilde;es contra os Estados n&atilde;o cumpridores. Dever&aacute; ser formalmente assinado em Bruxelas, por 25 Estados da UE (o Reino Unido e a Rep&uacute;blica Checa optaram por ficar de fora), na sexta-feira 2 de mar&ccedil;o. Seguindo a indica&ccedil;&atilde;o do procurador-geral da Irlanda sobre a necessidade de um referendo para a ratifica&ccedil;&atilde;o do texto de dez p&aacute;ginas, o Taoiseach (primeiro-ministro) anunciou ao parlamento irland&ecirc;s que &quot;vai ser solicitada a autoriza&ccedil;&atilde;o do povo irland&ecirc;s&quot;:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-irishtimes_0.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Acredito firmemente que, no melhor interesse nacional da Irlanda, este tratado deve ser aprovado, pois isso irá permitir consolidar o progresso que o país registou no ano passado.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Ciente de que a Irlanda rejeitou tratados europeus no passado &ndash; o de Nice, em 2001, e o de Lisboa, em 2008, que aprovaria depois, em 2002 e 2009, respetivamente &ndash;, o <em>Irish Times</em> argumenta que, em mat&eacute;ria de referendos, &quot;as pessoas t&ecirc;m o costume de responder N&atilde;o &agrave;s perguntas que lhes s&atilde;o colocadas&quot;. No entanto, aplaude o Taoiseach pela sua &quot;entusi&aacute;stica convic&ccedil;&atilde;o de que os irlandeses... v&atilde;o responder adequadamente.&quot; Declaradamente pr&oacute;-UE, <a target="_self" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/opinion/2012/0229/1224312524779_pf.html">o di&aacute;rio de Dublin afirma que</a>:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-irishtimes_0.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">... uma rejeição significaria a abertura de um panorama pouco auspicioso para o país. É que, para entrar em vigor, o tratado não exige que todos os Estados participantes o ratifiquem, pelo que um Não irlandês deixaria o país para trás, enquanto o resto da zona euro avançaria no sentido de uma maior integração. A Irlanda poderia permanecer formalmente membro do euro, mas perigosamente fora do núcleo decisório central, que já se tornou de facto a guarda avançada da UE. Mais importante ainda, um Não privaria a Irlanda de novo acesso aos mecanismos de apoio e a dinheiro, o escudo protetor crucial para a nossa presença nos mercados financeiros e para a nossa recuperação.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a target="_self" href="http://www.irishexaminer.com/ireland/kfidojeygbid/rss2/">Para o <em>Irish Examiner</em></a>, todos devem entender &quot;as consequ&ecirc;ncias do seu voto e o sentido da sua decis&atilde;o, para n&oacute;s e para os nossos filhos&quot;.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-irishexaminer.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Aqueles que se lhe opõem, mais do que apenas rejeitá-lo – por estarem justamente irritados com as muitas consequências desagradáveis e desiguais de perder a independência económica – têm de apresentar uma alternativa viável de financiamento deste Estado falido. Deve ser esse o teste definitivo de qualquer proposta que não a da ratificação. 

Trata-se de um dilema de absolutos – somos a favor ou contra, por mais desagradável que possa ser a limitativa realidade. É difícil imaginar que os nossos colegas europeus, tão atacados em tantas frentes, possam condescender e criar acordos especiais para um pequeno Estado-membro tão completamente dependente do financiamento da UE, por mais draconianos que sejam os termos dos seus empréstimos.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Prevendo que o Governo v&aacute; argumentar que um &quot;N&atilde;o&quot; levar&aacute; a um &quot;desfecho terr&iacute;vel&quot;, <a target="_self" href="http://www.independent.ie/opinion/columnists/brendan-keenan/brendan-keenan-battle-lines-are-drawn-for-referendum-3034510.html">o <em>Irish Independent</em> salienta que</a>:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-irishindependent.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Um pequeno consolo é a questão ser mais fácil de entender do que o conteúdo e as implicações dos tratados de Maastricht ou de Lisboa. Houve governos que alegaram desonestamente que esses tratados não tinham muita importância. A sensação do eleitorado de que lhes estavam a atirar areia para os olhos deve ter contribuído para a sua recusa – pelo menos, da primeira vez. Com um pouco de esforço, é realmente possível entender o pacto fiscal. É fácil ter uma ideia do que pode acontecer se o pacto for rejeitado. [...] 

Outra grande ironia é que há pouco no pacto fiscal que não esteja já no direito irlandês, após o aperto das regras da zona euro no ano passado, com exceção, talvez, do estatuto extra constitucional.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 17:48:51 +0100</pubDate><guid>1564711</guid></item>
<item><title>Pacto fiscal | Alemanha lamenta irritante referendo irlandês</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1564551-alemanha-lamenta-irritante-referendo-irlandes</link><description><![CDATA[<p>Na Alemanha, o pa&iacute;s mais solicitado financeiramente na presente crise da d&iacute;vida, o projeto de referendo irland&ecirc;s suscita muitos coment&aacute;rios. &quot;Outra vez os irlandeses!&quot;, <a href="http://www.spiegel.de/politik/ausland/0,1518,818238,00.html" target="_self">exclama a <em>Spiegel-Online</em></a>, antevendo a rea&ccedil;&atilde;o na sede do Governo, em Berlim, onde Angela Merkel deve estar preocupada com a sua influ&ecirc;ncia sobre a tomada de decis&atilde;o em Bruxelas. E acrescenta:</p>
<blockquote><p>A nova arquitetura do euro est&aacute; amea&ccedil;ada por uma malforma&ccedil;&atilde;o de nascen&ccedil;a: &eacute; poss&iacute;vel que, no fim, s&oacute; 16 Estados se encontrem sob o jugo de austeridade desejada pela Alemanha.</p>
</blockquote>
<p>Berlim preferiria sem d&uacute;vida evitar uma consulta popular sobre a Europa, na Irlanda, afirma, por seu turno o <a href="http://www.sueddeutsche.de/" target="_self"><em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>, que adianta:</p>
<blockquote><p>Desta vez, o que est&aacute; em quest&atilde;o &eacute; mais a pr&oacute;pria Irlanda do que a comunidade do euro. [&hellip;] &Eacute; do interesse dos irlandeses aceitarem este pacto [fiscal]. Sen&atilde;o, n&atilde;o poderemos ajud&aacute;-los.</p>
</blockquote>
<p>Por conseguinte, mais do que da regra de ouro, trata-se da identidade dos irlandeses, <a href="http://www.zeit.de/wirtschaft/2012-02/analyse-irland-referendum" target="_self">afirma <em>Die Zeit</em></a>:</p>
<blockquote><p>Segundo o Eurobar&oacute;metro, os irlandeses s&atilde;o os mais eur&oacute;filos da Uni&atilde;o&quot;, diz o jornal. &quot;Mas o amor pela UE s&oacute; &eacute; igualado pela rejei&ccedil;&atilde;o da Inglaterra: trata-se de afirmar a diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o aos brit&acirc;nicos. O pa&iacute;s ter&aacute; que viver com uma decis&atilde;o que marcar&aacute; a sua imagem durante toda uma gera&ccedil;&atilde;o. Tornam-se europeus de pleno direito e renunciam &agrave; sua situa&ccedil;&atilde;o de exce&ccedil;&atilde;o a oeste das ilhas brit&acirc;nicas. Ou continuam metade dentro, metade fora, com os seus vizinhos brit&acirc;nicos &ndash; e voltam a juntar-se aos anglo-sax&otilde;es, escoceses e galeses.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 16:33:51 +0100</pubDate><guid>1564551</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | O "homem cinzento" conquistou o seu espaço (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1543971-o-homem-cinzento-conquistou-o-seu-espaco</link><description><![CDATA[Não estamos a falar da figura mais mediática da cena europeia. Mas, em dois anos, Herman Van Rompuy foi-se impondo discretamente. Sem concorrente, deverá ser nomeado, a 1 de março, para um segundo mandato como presidente do Conselho Europeu. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 15:57:16 +0100</pubDate><guid>1543971</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | A grande venda relâmpago na Europa (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1530961-grande-venda-relampago-na-europa</link><description><![CDATA[Em toda a Europa, os países procuram uma maneira rápida de arranjar dinheiro. E todos eles parecem ter a mesma ideia: vender bens do Estado. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 13:24:59 +0100</pubDate><guid>1530961</guid></item>
<item><title>Europa central | Austríacos aprendem a gostar dos vizinhos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1529221-austriacos-aprendem-gostar-dos-vizinhos</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Bom dia, vizinho! Reconcilia&ccedil;&atilde;o tardia&rdquo;: <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/politik/eu/733445/Ostoeffnung_Hallo-Nachbar-Die-spaete-Versoehnung?_vl_backlink=/home/politik/eu/index.do"><em>Die Presse</em> regozija-se</a> assim com o resultado da investiga&ccedil;&atilde;o sobre a &ldquo;Vida comunit&aacute;ria transfronteiri&ccedil;a&rdquo;, realizada pela Sociedade Austr&iacute;aca para a Pol&iacute;tica Europeia, que tende a mostrar que a opini&atilde;o dos austr&iacute;acos em rela&ccedil;&atilde;o aos seus vizinhos de leste (h&uacute;ngaros, checos e eslovacos) melhorou consideravelmente nestes &uacute;ltimos dez anos.</p>
<p>Realizado num universo de 500 pessoas de tr&ecirc;s regi&otilde;es &ndash; Alta &Aacute;ustria, Baixa &Aacute;ustria, Burgenland, o estudo deixa perceber que a abertura das fronteiras, h&aacute; 20 anos, j&aacute; n&atilde;o &eacute; encarada como um atentado &agrave; estabilidade social do pa&iacute;s, constata o di&aacute;rio. O turismo e o com&eacute;rcio contribu&iacute;ram para melhorar a coexist&ecirc;ncia transfronteiri&ccedil;a.</p>
<blockquote><p>Os habitantes das regi&otilde;es fronteiri&ccedil;as da Rep&uacute;blica Checa, da Eslov&aacute;quia e da Hungria v&ecirc;m c&aacute; sobretudo para comprar. Este facto confere um novo poder de compra aos territ&oacute;rios economicamente fracos do leste da &Aacute;ustria. N&atilde;o &eacute; pois de surpreender que a popula&ccedil;&atilde;o aut&oacute;ctone fa&ccedil;a um balan&ccedil;o positivo em rela&ccedil;&atilde;o ao mercado de trabalho. 48% dos inquiridos na Alta &Aacute;ustria, 40% no Burgenland e 36% na Baixa &Aacute;ustria est&atilde;o pr&oacute;ximos da Eslov&aacute;quia e 34% na regi&atilde;o lim&iacute;trofe da fronteira checa referem uma &ldquo;evolu&ccedil;&atilde;o positiva&rdquo; para o mercado de trabalho.</p>
</blockquote>
<p>O &uacute;nico tom dissonante desta nova simpatia &eacute; o sentimento dos austr&iacute;acos de que a criminalidade vinda de leste aumentou. Contudo, esta no&ccedil;&atilde;o &eacute; desmentida pelos dados estat&iacute;sticos, revela <em>Die Presse</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 20 Feb 2012 14:57:54 +0100</pubDate><guid>1529221</guid></item>
<item><title>Hungria | Eurodeputados colocam Orbán sob vigilância</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1520981-eurodeputados-colocam-orban-sob-vigilancia</link><description><![CDATA[<p>A 16 de fevereiro, o Parlamento Europeu <a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/news/pt/pressroom/content/20120216IPR38359/html/A-Hungria-deve-respeitar-os-valores-fundamentais-da-UE-dizem-os-deputados">decidiu</a> apreciar as mais recentes leis adotadas na Hungria, para verificar se respeitam os valores europeus. Esta resolu&ccedil;&atilde;o, aprovada pelos eurodeputados de esquerda, ecologistas e liberais, contra a opini&atilde;o dos de direita, &eacute; &ldquo;uma derrota para Orb&aacute;n&rdquo;, titula o <em>N&eacute;pszava</em>. <a target="_self" href="http://www.nepszava.hu/articles/article.php?id=521749">Para este di&aacute;rio de esquerda</a>,</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p>a quest&atilde;o coloca-se mesmo que a vers&atilde;o do Governo seja ver&iacute;dica e se trate de uma conspira&ccedil;&atilde;o de esquerda-liberal: por que motivo a Hungria continua na mira? [&hellip;] N&atilde;o nos podemos esquecer que, ao aderirmos &agrave; UE, concord&aacute;mos em respeitar n&atilde;o apenas o direito comunit&aacute;rio, como tamb&eacute;m os valores democr&aacute;ticos. [...] Esta mo&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tem, para j&aacute;, qualquer consequ&ecirc;ncia jur&iacute;dica; o parlamento deu tempo ao Governo h&uacute;ngaro para agir. N&atilde;o podemos desperdi&ccedil;ar isso. </p>
</blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>Como seria de esperar, o <em>Magyar H&igrave;rlap</em> refere-se, por seu turno, aos eurodeputados socialistas h&uacute;ngaros. <a target="_self" href="http://www.magyarhirlap.hu/velemeny/tal_lencse.html">Num coment&aacute;rio</a> intitulado &ldquo;Um prato de lentilhas&rdquo;, Zsolt Bayer, jornalista pertencente ao Fidesz, o partido de Viktor Orb&aacute;n, e seu amigo pessoal, questiona:</p>
<blockquote><p>Como &eacute; poss&iacute;vel que haja um grupo comunista no Parlamento Europeu [ &hellip;] N&atilde;o s&atilde;o melhores que os nazis. [...] O comportamento dos socialistas h&uacute;ngaros seria impens&aacute;vel noutro pa&iacute;s. Por exemplo, por ocasi&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es &agrave; &Aacute;ustria na &eacute;poca de J&ouml;rg Haider, o presidente do Partido Socialista austr&iacute;aco apelou ao fim da ca&ccedil;a a cavalo no seu pa&iacute;s.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:20:27 +0100</pubDate><guid>1520981</guid></item>
<item><title>Espaço Schengen | Bucareste e Sófia devem esforçar-se mais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1493821-bucareste-e-sofia-devem-esforcar-se-mais</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Poder&aacute; o relat&oacute;rio do MCV abrir as portas de Schengen?&rdquo;, questiona em primeira p&aacute;gina o <em>Rom&acirc;nia liberă</em>, no dia seguinte &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio provis&oacute;rio do <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/cvm/index_pt.htm">Mecanismo de Coopera&ccedil;&atilde;o e Verifica&ccedil;&atilde;o</a> (MCV) sobre a promo&ccedil;&atilde;o da reforma da justi&ccedil;a e da luta contra a criminalidade e a corrup&ccedil;&atilde;o na <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/cvm/docs/com_2012_56_fr.pdf">Rom&eacute;nia</a> e na <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/cvm/docs/com_2012_57_fr.pdf">Bulg&aacute;ria</a>, que continuam candidatos &agrave; entrada no espa&ccedil;o europeu de livre circula&ccedil;&atilde;o de pessoas.</p>
<p>O di&aacute;rio romeno <a target="_self" href="http://www.romanialibera.ro/actualitate/justitie/poate-deschide-raportul-mcv-usa-schengen-253049.html">constata</a> que, segundo o relat&oacute;rio, Bucareste e S&oacute;fia fizeram progressos, mas a luta contra a corrup&ccedil;&atilde;o no topo da administra&ccedil;&atilde;o continua lenta, nomeadamente na Rom&eacute;nia. Esta deve sobretudo responsabilizar os magistrados e desencorajar a corrup&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da aplica&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&otilde;es exemplares e da apreens&atilde;o de fortunas obtidas de forma il&iacute;cita. </p>
<p>O MCV pede tamb&eacute;m a execu&ccedil;&atilde;o de uma estrat&eacute;gia nacional de anticorrup&ccedil;&atilde;o e a exclus&atilde;o, do parlamento, dos deputados e senadores condenados por corrup&ccedil;&atilde;o. Apesar dos progressos alcan&ccedil;ados, o ministro indigitado dos Assuntos Europeus, Leonard Orban, <a target="_self" href="http://www.romanialibera.ro/actualitate/europa/orban-olanda-nu-si-va-schimba-pozitia-pe-schengen-pe-baza-raportului-mcv-trebuie-regandita-solutia-253054.html">confessa</a> ao jornal que a Holanda, principal opositor &agrave; entrada da Rom&eacute;nia e da Bulg&aacute;ria no espa&ccedil;o Schengen, n&atilde;o vai mudar de opini&atilde;o antes da apresenta&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio definitivo do MCV, prevista para este ver&atilde;o.</p>
<p>Na Bulg&aacute;ria, o an&uacute;ncio das conclus&otilde;es do relat&oacute;rio do MCV passou um pouco despercebido devido &agrave;s not&iacute;cias sobre as intemp&eacute;ries e ao luto nacional decretado em mem&oacute;ria das v&iacute;timas das inunda&ccedil;&otilde;es na aldeia de Bisser (oito mortos), no sul do pa&iacute;s. Mas isto n&atilde;o impediu o jornal online <em>Mediapool</em> de <a target="_self" href="http://www.mediapool.bg/%D0%B2-%D0%BE%D1%81%D1%82%D1%80%D0%BE-%D0%BA%D1%80%D0%B8%D1%82%D0%B8%D1%87%D0%B5%D0%BD-%D0%B4%D0%BE%D0%BA%D0%BB%D0%B0%D0%B4-%D0%B5%D0%BA-%D0%BD%D0%B0%D1%81%D1%82%D0%BE%D1%8F%D0%B2%D0%B0-%D0%B7%D0%B0-%D1%80%D0%B5%D1%84%D0%BE%D1%80%D0%BC%D0%B8%D1%80%D0%B0%D0%BD%D0%B5-%D0%B8%D0%B7-%D0%BE%D1%81%D0%BD%D0%BE%D0%B2%D0%B8-%D0%BD%D0%B0-%D0%B2%D1%81%D1%81-%D0%B8-%D0%BF%D1%80%D0%BE%D0%BA%D1%83%D1%80%D0%B0%D1%82%D1%83%D1%80%D0%B0%D1%82%D0%B0-news189342.html">classificar</a> este relat&oacute;rio como &ldquo;muito cr&iacute;tico&rdquo;, real&ccedil;ando que, pela primeira vez, n&atilde;o foi mencionada no relat&oacute;rio a &ldquo;inten&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica&rdquo; de S&oacute;fia de combater a corrup&ccedil;&atilde;o e efetuar as reformas necess&aacute;rias no dom&iacute;nio da justi&ccedil;a.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:15:33 +0100</pubDate><guid>1493821</guid></item>
<item><title>França-Alemanha | Merkel quer salvar o seu par</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1487481-merkel-quer-salvar-o-seu-par</link><description><![CDATA[<p>Numa <a target="_self" href="http://www.elysee.fr/president/mediatheque/videos/2012/fevrier/interview-televisee-de-nicolas-sarkozy-et-angela.12955.html?search=&amp;xtmc=&amp;xcr=&amp;offset=0&amp;context=null">entrevista</a> que os dois l&iacute;deres combinaram fazer no canal franc&ecirc;s France 2 e no alem&atilde;o ZDF, &agrave; sa&iacute;da do Conselho de Ministros franco-alem&atilde;o de 6 de fevereiro, Angela Merkel revelou o seu apoio ao Presidente franc&ecirc;s, que ainda n&atilde;o &eacute; o candidato oficial &agrave; sua sucess&atilde;o. In&eacute;dito na Europa, este envolvimento suscitou rea&ccedil;&otilde;es nas duas margens do Reno.</p><div class="extract"><div class="intror"><p><a id="internal-source-marker_0.31913398258328607" href="http://www.liberation.fr/politiques/01012388332-merkel-attachee-de-presse-de-sarkozy"><span>Para o</span><em><span> </span><span>Lib&eacute;ration</span></em></a>, a chanceler fez de &ldquo;adido de imprensa&rdquo; de Nicolas Sarkozy, &ldquo;oficializando&rdquo; assim a candidatura do Presidente franc&ecirc;s &agrave; sua re-elei&ccedil;&atilde;o. Um papel que, segundo o di&aacute;rio de esquerda, implica um certo risco para este &uacute;ltimo:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/liberation-100_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">É algo que pode reforçar um pouco mais a posição de inferioridade económica da França em relação à Alemanha e dar a impressão de que a próxima campanha de Sarkozy decorrerá sob influência dos alemães.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Uma influ&ecirc;ncia que <a href="http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2012/02/06/10001-20120206ARTFIG00700-les-verites-d-outre-rhin.php"><em><span>Le Figaro</span></em></a> n&atilde;o desmente, ao constatar que<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/figaro-100_1.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">o famoso ‘modelo alemão’, assente na competitividade industrial e na austeridade orçamental, impõe-se como a única alternativa para um continente aberto aos grandes ventos da globalização. A França é livre de o imitar ou de o rejeitar.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a id="internal-source-marker_0.31913398258328607" href="http://abonnes.lemonde.fr/election-presidentielle-2012/article/2012/02/06/pourquoi-angela-merkel-fait-campagne-pour-nicolas-sarkozy_1639313_1471069.html"><em><span>Le Monde</span></em></a>, por seu turno, explica &ldquo;por que motivo Angela Merkel faz campanha por Sarkozy&rdquo;, derrotado nas sondagens:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/monde-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Sarkozy e Angela Merkel estão interessados em mostrar que o casal funciona como sempre. O Presidente, a fazer crer que dirige a Europa, a chanceler, a fingir o contrário.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Na Alemanha, <a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/kanzlerin-unterstuetzt-sarkozy-im-wahlkampf-wenn-sich-mut-in-uebermut-verwandelt-1.1277220"><span>o </span><em><span>S</span><span>&uuml;ddeutsche Zeitun</span><span>g</span></em></a> considera, em primeira p&aacute;gina, que &ldquo;a coragem transforma-se em exuber&acirc;ncia&rdquo; e questiona os motivos da chanceler:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/suddeutsche-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Quem sabe se, no futuro, o dia 6 de fevereiro não irá ser o dia em que uma desesperada se agarrou à única tábua de salvação. Se levar a sério o anúncio do socialista Hollande [que pretende renegociar o Tratado de União Orçamental], Angela Merkel terá de recear pelo futuro da sua obra europeia. O socialista francês não quer economizar, quer relançar a economia. É por isso que, de facto, em França, a chanceler não se bate verdadeiramente por Sarkozy, mas por uma política que é só dela. Desse ponto de vista, esta jogada mostra ser temerária, mas não é irracional.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Do lado conservador,<em> Die Welt</em> n&atilde;o esconde o medo que tem do candidato Hollande e <a target="_self" href="http://www.welt.de/print/die_welt/debatte/article13854229/Endlich-in-Europa-vereint.html">congratula-se</a> com o facto de os dois l&iacute;deres estarem &ldquo;finalmente unidos na Europa&rdquo;.<em><span><br />
</span></em><span> </span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/die-welt-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Mesmo que sejam apenas 45 milhões de eleitores franceses a ir às urnas, esta eleição é um assunto de todos na Europa. […] O resultado poderá levar a Europa a recuar anos, ou mesmo décadas.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 16:26:18 +0100</pubDate><guid>1487481</guid></item>
<item><title>Instituições | Eurocratas nostálgicos, vinte anos depois de Maastricht (Le Temps, Genebra)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1484071-eurocratas-nostalgicos-vinte-anos-depois-de-maastricht</link><description><![CDATA[Com o Tratado de Maastricht, assinado a 7 de fevereiro de 1992, a Comissão Europeia e os funcionários europeus passaram a ter poderes inéditos. Duas décadas depois, o primado da economia sobre a política acabou com o sonho que tinham e a crise transformou-os em testas-de-ferro. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:49:00 +0100</pubDate><guid>1484071</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | Os Dom Quixote de Bruxelas (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1465071-os-dom-quixote-de-bruxelas</link><description><![CDATA[As medidas aprovadas na cimeira de 30 de janeiro - o tratado de estabilidade e o plano de crescimento económico - servem, na melhor das hipóteses, para reparar os erros cometidos no passado ano e meio. No pior dos cenários, não passam de mentiras, diz o colunista Xavier Vidal-Folch. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:25:41 +0100</pubDate><guid>1465071</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | Angela Merkel ultrapassa os limites</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1464871-angela-merkel-ultrapassa-os-limites</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A mulher que caminhava no frio.&rdquo; A express&atilde;o do <a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/merkel-beim-eu-gipfel-die-frau-die-in-die-kaelte-kam-1.1271350" target="_self"><em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em> resume</a> a rece&ccedil;&atilde;o, no m&iacute;nimo, fresca do desempenho de Angela Merkel no Conselho Europeu do dia 30 de janeiro. De facto, a chanceler conseguiu impor em apenas dois meses, e praticamente sozinha, o pacto fiscal aos seus parceiros europeus, mas passou a ficar com &ldquo;a imagem da malvada comiss&aacute;ria da austeridade&rdquo;, <a href="http://www.spiegel.de/politik/ausland/0,1518,812335,00.html#ref=rss" target="_self">observa o <em>Spiegel Online</em></a>, e &ldquo;suscita na Europa o medo de um dom&iacute;nio estrangeiro&rdquo;. A culpa &eacute; da proposta de enviar um comiss&aacute;rio do or&ccedil;amento para Atenas para obrigar os gregos a controlar as suas contas. &ldquo;Veneno pol&iacute;tico&rdquo;, considera o <em>Spiegel</em>, &ldquo;a confiss&atilde;o de um fracasso&rdquo;, <a href="http://www.tagesspiegel.de/meinung/vertrauen-statt-kontrolle-europa-braucht-die-deutsche-fuehrung-nicht/6125756.html" target="_self">acrescenta o <em>Tagesspiegel</em></a>, que compreende totalmente que em Atenas as compara&ccedil;&otilde;es com um &ldquo;Gauleiter&rdquo; da &eacute;poca nazi tenham vindo a aumentar cada vez mais:</p>
<blockquote><p> Se ao menos se tratasse apenas de uma falta de sensibilidade hist&oacute;rica, com a qual os alem&atilde;es pressionam os gregos, poder&iacute;amos remedi&aacute;-la com um pouco de habilidade diplom&aacute;tica. Mas n&atilde;o &eacute; este o caso. A proposta mostra que a comunidade monet&aacute;ria deixou claramente de ser desejada. Neste momento, trata-se do rico contra o pobre, do forte contra o fraco. [&hellip;] Os gregos j&aacute; t&ecirc;m a troika (FMI, UE e BCE), n&atilde;o precisam de um interveniente suplementar que refa&ccedil;a as suas contas num quadro. A nova tranche de ajuda que est&aacute; atualmente a ser discutida dever&aacute; criar um equil&iacute;brio entre as reformas e o crescimento. Para tal, &eacute; preciso muito dinheiro, tempo e &ndash; sim &ndash; tamb&eacute;m &eacute; precisa confian&ccedil;a.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:39:12 +0100</pubDate><guid>1464871</guid></item>
<item><title>Pacto orçamental | Praga opta por ficar à porta</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1463791-praga-opta-por-ficar-porta</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Nem sim, nem n&atilde;o. Rep&uacute;blica Checa isolada na UE&rdquo;, constata o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em> no dia seguinte &agrave; ado&ccedil;&atilde;o do pacto or&ccedil;amental pelo Conselho Europeu. Praga foi a &uacute;nica, juntamente com o Reino Unido, que se recusou a assinar o pacto de responsabilidade or&ccedil;amental adotado pelos outros 25 Estados-membros da UE. </p>
<p>&ldquo;Este tratado n&atilde;o traz qualquer benef&iacute;cio pol&iacute;tico e n&atilde;o permite a todos os pa&iacute;ses uma participa&ccedil;&atilde;o igual nas cimeiras europeias&rdquo;, justificou o primeiro ministro Petr Nečas, que ter&aacute; de contar tamb&eacute;m com a oposi&ccedil;&atilde;o do presidente V&aacute;clav Klaus a qualquer integra&ccedil;&atilde;o suplementar.</p>
<p><a target="_self" href="http://hn.ihned.cz/c1-54566160-ani-ano-ani-ne-cesko-zustalo-v-evropske-unii-osamoceno">Para este di&aacute;rio</a>, a cimeira de Bruxelas n&atilde;o divide a Europa, mas pode ser vista como sendo um acontecimento que real&ccedil;a &ldquo;diferentes pontos de vista sobre a integra&ccedil;&atilde;o, onde toda a gente pode escolher o seu lugar&rdquo;. Neste quadro,</p>
<blockquote><p>a Rep&uacute;blica Checa n&atilde;o se quis sentar &agrave; mesa, nem ficar na sala de espera [&hellip;]. Preferiu ficar &lsquo;&agrave; escuta&rsquo; numa sala min&uacute;scula, de onde &eacute; dif&iacute;cil influenciar o que se passa na Europa.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:32:33 +0100</pubDate><guid>1463791</guid></item>
<item><title>Cimeira da UE | Polónia não está 100% satisfeita</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1463741-polonia-nao-esta-100-satisfeita</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Cimeiras europeias com a Pol&oacute;nia e sem a Pol&oacute;nia&rdquo;, <a href="http://wyborcza.pl/1,75478,11060164,Euroszczyty_z_Polska_i_bez.html" target="_self">titula o <em>Gazeta Wyborcza</em></a> a prop&oacute;sito do compromisso conseguido a 30 de janeiro na cimeira da UE, que autoriza a participa&ccedil;&atilde;o da Pol&oacute;nia apenas nas reuni&otilde;es da zona euro destinadas a &ldquo;aplicar o pacto fiscal e as reformas da zona euro&rdquo;.&nbsp; </p>
<p>O primeiro ministro polaco, Donald Tusk, sublinha que n&atilde;o est&aacute; &ldquo;100% satisfeito com este compromisso&rdquo;, mas que, ainda assim, a Pol&oacute;nia ir&aacute; assinar este pacto. O <a href="http://biznes.gazetaprawna.pl/komentarze/589316,parafianowicz_unia_peka_praga_odplywa_tusk_gra_dalej.html" target="_self"><em>Dziennik Gazeta Prawna</em> tra&ccedil;a</a> um retrato negro da cimeira realizada esta semana e chega &agrave;s seguintes conclus&otilde;es:</p>
<blockquote><p>Em primeiro lugar, a Europa desfez-se. O pacto fiscal &eacute; o ato fundador da nova UE, na qual os pa&iacute;ses fora do euro passam a ser membros de segunda categoria. Em segundo lugar, cria uma oportunidade excelente para p&ocirc;r fim ao mito de que n&oacute;s [a Pol&oacute;nia] andamos atrelados &agrave; Alemanha a aproveitar os benef&iacute;cios. A Alemanha n&atilde;o vai sacrificar a coopera&ccedil;&atilde;o com a Fran&ccedil;a por causa do <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/1233481-polonia-pressiona-alemanha-agir" target="_self">discurso do ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros Sikorski</a>, em Berlim, a pedir mais lideran&ccedil;a da Alemanha. Em terceiro lugar, felicitamos a Fran&ccedil;a e a Alemanha por terem liderado uma pol&iacute;tica eficaz com objetivos nacionais claramente definidos. N&oacute;s [a Pol&oacute;nia] limitamo-nos a improvisar.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:31:29 +0100</pubDate><guid>1463741</guid></item>
<item><title>Zona euro | Ninguém quer um comissário do orçamento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1460601-ninguem-quer-um-comissario-do-orcamento</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;Uma sombra vai pairar sobre o Conselho Europeu de hoje em Bruxelas&rdquo;, <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/30-01-2012/nos-e-eles-23866501.htm">constata</a> o<em> P&uacute;blico</em>. &ldquo;A sombra de uma proposta alem&atilde; segundo a qual o Governo grego seria colocado sob controlo direto de um &lsquo;comiss&aacute;rio do or&ccedil;amento&rsquo; com poderes de decis&atilde;o&rdquo;. Isto levanta um problema, estima o di&aacute;rio portugu&ecirc;s.<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/publico-100_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Uma coisa é ver a soberania financeira limitada por circunstâncias particulares, como as que se vivem em Portugal ou na Grécia. Outra é ver a soberania política tratada como um problema menor.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por&eacute;m, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fcrise-financiere%2farticle%2f2012%2f01%2f29%2fla-grece-refuse-la-mise-sous-tutelle-budgetaire_1636095_1581613.html">frisa <em>Le Monde</em></a>, se a proposta alem&atilde;, <a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/33ab91f0-4913-11e1-88f0-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F33ab91f0-4913-11e1-88f0-00144feabdc0.html&amp;_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.presseurop.eu%2Fsites%2Fall%2Fmodules%2Ffckeditor%2Ffckeditor%2Feditor%2Ffckeditor.html%3FInstanceName%3DoFCK_3%26Toolbar%3DPresseurop#axzz1kxPdzLMv">divulgada</a> pelo <em>Financial Times</em>, for aprovada pelos 27 no Conselho Europeu, a Gr&eacute;cia<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/le-Monde-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">deverá também comprometer-se no seu orçamento a “utilizar os rendimentos do Estado antes e sobretudo para o serviço da dívida”, isto é, o re-embolso dos juros dos empréstimos contraídos. Por fim, este abandono da soberania deverá, segundo o documento, estar “totalmente” definido na legislação nacional grega, “de preferência através de uma alteração à Constituição”.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em Atenas, este projeto suscita ira. &ldquo;Nein, nein, nein&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.tanea.gr/kyrioarthro">titula <em>Ta Nea</em></a>, que responde ao pedido da chanceler alem&atilde; com uma tripla rejei&ccedil;&atilde;o da perda da soberania do pa&iacute;s, do d&eacute;cimo terceiro e d&eacute;cimo quarto m&ecirc;s e do sal&aacute;rio m&iacute;nimo. Assim sendo, o di&aacute;rio apela<span id="internal-source-marker_0.6487014699480819"><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/ta-nea-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">ao Governo, aos partidos políticos e aos sindicatos que criem uma frente de negociação forte face aos credores e aos supervisores no país. Para falar em nome de todos, devemos colocar de lado as estratégias pessoais, os objetivos dos partidos, as rivalidades entre os grupos e as considerações eleitorais. No fim de contas, nada disto terá importância se perdermos a luta pela salvação nacional.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por seu lado, no di&aacute;rio <em>To Ethnos</em>, o editorialista <a href="../../../../../../fr/content/author/243591-giorgos-delastik"><span>Georges Delastik</span></a> revolta-se contra a proposta alem&atilde; que,<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/TO-ETHNOS-100_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">não pode ser considerada como vinda de um país amigo. O documento recomenda condições ditadas por um conquistador a uma população subjugada e deve portanto ser abordado pelo povo grego como um ataque hostil por parte de um Estado que pretende destruir a soberania da Grécia, como o ataque da Alemanha nazi de Hitler em abril de 1941. […] Um Gauleiter alemão que decidira fechar as escolas e os hospitais e não pagar mais salários e pensões públicas durante um ou vários meses. Abjetos, os alemães preparam-se para levar os gregos à fome, no verdadeiro sentido da palavra. […] Este documento revela o lado obscuro da zona euro e da UE no século XXI.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Seja como for, <a target="_self" href="http://www.faz.net/aktuell/wirtschaft/europas-schuldenkrise/schulden-kommentar-kommissar-otto-11630511.html">afirma o <em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em></a>, este projeto &eacute; &ldquo;uma distra&ccedil;&atilde;o para uso da pol&iacute;tica interna&rdquo;. Uma vez que nenhum comiss&aacute;rio poder&aacute; resolver a crise. Relembrando o exemplo de Othon Ier, o rei da Baviera que reinou na Gr&eacute;cia entre 1832 e 1862, o di&aacute;rio considera:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/faz-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Podíamos criar polémica se os gregos tivessem vivido um desenvolvimento económico comparável ao da Baviera sob o reino de Othon. Mas estariam também tão isentos das dívidas como a Baviera hoje em dia. Porém, enquanto as ajudas persistirem, sem que tudo o que foi prometido seja cumprido, nenhum comissário vindo de Bruxelas ou de Berlim será capaz de recuperar a administração em Atenas. Basta observar a perequação na Alemanha. A cidade de Berlim consome por si só os milhões da Baviera, sem que o Estado federal possa levar os berlinenses a mudar qualquer aspeto da sua vida “sexy” a crédito. Uma situação que continuará enquanto houver mais pessoas a tirar do que a dar. O mesmo se aplica na UE. Apenas o cassetete das taxas de juros dos mercados ou a ameaça credível de um adeus ao euro poderão forçar a mudança. </p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:02:32 +0100</pubDate><guid>1460601</guid></item>
<item><title>Hungria-UE | Viktor Orbán evita as questões dos eurodeputados</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1415421-viktor-orban-evita-questoes-dos-eurodeputados</link><description><![CDATA[<p>Convidado a responder &agrave;s quest&otilde;es dos deputados europeus reunidos em Estrasburgo, no dia 18 de janeiro, o primeiro-ministro h&uacute;ngaro prometeu alterar as leis controversas no seu pa&iacute;s, ignorando cr&iacute;ticas profundas sobre o cumprimento das regras democr&aacute;ticas.</p>
<p>Orb&aacute;n &ldquo;imp&ocirc;s-se contra os ferozes advers&aacute;rios&rdquo;, considera <a target="_self" href="http://www.magyarhirlap.hu/velemeny/pecsenyek_strasbourgja.html"><em>Magyar H&igrave;rlap</em></a>. O di&aacute;rio de direita qualifica desta forma:</p>
<blockquote><p>os eurodeputados da coliga&ccedil;&atilde;o FMI que receberam o material preparado pela oposi&ccedil;&atilde;o de Budapeste. [&hellip;] O primeiro-ministro recusou as exig&ecirc;ncias europeias, mas mostra-se disposto a falar sobre qualquer assunto. Mas o seu tom europeu n&atilde;o interessa a ningu&eacute;m nos eixos da fra&ccedil;&atilde;o europeia do FMI [&hellip;] cuja voz &eacute; a democracia, mas a lei &eacute; o fundo monet&aacute;rio.</p>
</blockquote>
<p>Por sua vez, <a target="_self" href="http://www.nepszava.hu/articles/article.php?id=512269"><em>N&eacute;pszava</em> constata</a> na primeira p&aacute;gina &ldquo;um di&aacute;logo de surdos no Parlamento Europeu&rdquo;. Para o di&aacute;rio da oposi&ccedil;&atilde;o,</p>
<blockquote></blockquote>
<blockquote><p>Orb&aacute;n fingiu n&atilde;o compreender os motivos pelos quais &eacute; criticado na Europa. [&hellip;] Como &eacute; costume, confundiu os lugares comuns demag&oacute;gicos e a defesa da p&aacute;tria. </p>
</blockquote>
<p>&ldquo;Adaptaram-se todos &agrave;s divis&otilde;es pol&iacute;ticas partid&aacute;rias&rdquo;, lamenta o jornal, que real&ccedil;a por exemplo o apoio do primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, a Orb&aacute;n, denunciando &ldquo;o ambiente hist&eacute;rico do Parlamento Europeu relativamente &agrave; Hungria.&quot; &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:52:58 +0100</pubDate><guid>1415421</guid></item>
<item><title>Parlamento Europeu | Depois do calmo Buzek, o furacão Schulz</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1409921-depois-do-calmo-buzek-o-furacao-schulz</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>Martin Schulz &eacute;, provavelmente, o &uacute;nico eurodeputado de l&iacute;ngua alem&atilde; conhecido pelos seus compatriotas que se torna presidente do Parlamento Europeu. A sua eloqu&ecirc;ncia deu resultado. Ele, que normalmente ultrapassa o tempo que lhe &eacute; concedido para falar, na sess&atilde;o plen&aacute;ria, &ldquo;para mostrar aos seus colegas que ningu&eacute;m fala mais do que ele&rdquo;, <a href="http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,808574,00.html" target="_self">escreve <em>Der Spiegel</em></a>. <br />
<br />
O seman&aacute;rio de Hamburgo explica que Schulz quer fazer com que o Parlamento Europeu evolua &ldquo;para um contrapoder&rdquo;. &ldquo;Vai opor-se ao Conselho Europeu&rdquo;, onde os chefes de Estado e de governo maquinam as decis&otilde;es e quer pressionar a Comiss&atilde;o Europeia atrav&eacute;s de iniciativas pol&iacute;ticas, &ldquo;pouco importando se est&aacute; ou n&atilde;o escrito nos tratados&rdquo;, como ele pr&oacute;prio disse. Lembrando que Schulz, contrariamente aos seus antecessores, n&atilde;o est&aacute; em fim de carreira e ainda tem outras ambi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, <em>Der Spiegel</em> prev&ecirc;</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-spiegel.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">uma luta pelo poder, pela atenção e pelo monopólio da interpretação dos tratados que pode falhar e ridicularizar o Parlamento Europeu ou modificar as estruturas de poder em Bruxelas.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Uma opini&atilde;o <a href="http://www.ftd.de/politik/europa/:eu-parlament-gefaehrlich-hohe-ziele/60156053.html#utm_source=rss2&amp;utm_medium=rss_feed&amp;utm_campaign=/politik" target="_self">partilhada pelo <em>Financial Times Deutschland</em></a> que, no entanto, duvida da capacidade de Schulz de impor os seus &ldquo;golpes&rdquo;. Por exemplo, Schulz quer participar ativamente nas cimeiras da UE, come&ccedil;ando pelas negocia&ccedil;&otilde;es sobre o pacote econ&oacute;mico.<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/FTD-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">No entanto, não poderá representar apenas o seu grupo, mas sim todos os eurodeputados: os nacionalistas e os europeístas, a esquerda e a direita, os federalistas e os centralistas. Não poderá representar todas estas opiniões nas negociações. […] E não é esse o seu papel.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>A imprensa polaca, por seu lado, presta homenagem ao presidente cessante, Jerzy Buzek. O <a href="http://www.wprost.pl/ar/288126/Triumf-mimo-woli/"><em><span>Wprost</span></em></a>, escreve que ele adotou uma estrat&eacute;gia que evitava confronta&ccedil;&otilde;es diretas. Preferiu procurar compromissos. Deu, igualmente, provas de talento negocial: foi ele que convenceu o presidente checo, V&aacute;clav Klaus, a assinar o tratado de Lisboa e foi a sua viagem &agrave; Mold&aacute;via que contribuiu para resolver uma crise governamental e a p&ocirc;r de p&eacute; uma coliga&ccedil;&atilde;o pr&oacute;-europeia.<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/wprost-logo_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Sentia o pulso da política internacional e sabia quando era preciso intervir. Falou com os manifestantes da Praça Tahrir, no Cairo, e com os rebeldes líbios, em Tripoli, que lhe gritaram “Obrigado Europa!”.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por tudo isto, acrescenta o <em>Wprost</em>, Buzek foi apreciado e respeitado por todos. Pelo contr&aacute;rio, foi criticado pelo seu gosto pelo politicamente correto e pelo seu excessivo respeito pelos procedimentos. Mas, no fim de contas, regozija-se o <em><a href="http://wyborcza.pl/1,76842,10977117,Buzek_nie_zawiodl.html"><span>Gazeta Wyborcza</span></a></em>, provou,<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-gazetawyborcza.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">garantidamente, que os polacos estão à altura dos cargos internacionais e poderá, no futuro, assumir a liderança da futura Fundação Europeia para a Democracia.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:18:21 +0100</pubDate><guid>1409921</guid></item>
<item><title>Hungria-UE | A medição de forças começou</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1408821-medicao-de-forcas-comecou</link><description><![CDATA[<p>Em 17 de janeiro, a Comiss&atilde;o enviou tr&ecirc;s cartas <a href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/12/24&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=PT&amp;guiLanguage=en" target="_self">de notifica&ccedil;&atilde;o formal</a> ao Governo h&uacute;ngaro e deu-lhe um m&ecirc;s para proceder &agrave;s adapta&ccedil;&otilde;es &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o europeia em tr&ecirc;s &aacute;reas: independ&ecirc;ncia do Banco Central nacional, independ&ecirc;ncia do poder judicial e independ&ecirc;ncia da autoridade de supervis&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o de dados. Se Budapeste n&atilde;o responder nesse prazo, o executivo europeu pode iniciar um processo junto do Tribunal Europeu de Justi&ccedil;a. Por seu turno, o Parlamento Europeu debate esse processo de infra&ccedil;&atilde;o a 18 de janeiro, contando com a presen&ccedil;a do primeiro-ministro h&uacute;ngaro, Viktor Orb&aacute;n.</p><div class="extract"><div class="intror"><p>Bruxelas aplicou &quot;tr&ecirc;s golpes&quot; em Viktor Orb&aacute;n, <a href="http://www.nol.hu/velemeny/20120118-az_erotlenseg_nyelve" target="_self">anuncia o<em> N&eacute;pszabads&aacute;g</em></a> na primeira p&aacute;gina. A Europa, explica o di&aacute;rio de centro-esquerda,<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/nepszabadsag-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">diz hoje apenas isto: ou o povo húngaro acorda e muda de Governo nas próximas eleições, ou vai assistir à falência do Estado e o Governo acabará finalmente por aceitar as exigências da Europa. Para a diplomacia europeia, não há outros cenários.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><span id="internal-source-marker_0.5486746361757074">No entanto, salienta o <em>N&eacute;pszabads&aacute;g</em> as institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias podem n&atilde;o ter os meios de press&atilde;o necess&aacute;rios:&nbsp;</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/nepszabadzag.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Comissão fala a linguagem da lei, o Parlamento Europeu a da política. Mas Orbán só parece entender a linguagem da força. A força na Europa é o Conselho, ou seja, os próprios Estados-membros. Se os políticos nacionais (especialmente ‘os grandes’) decidissem enviar um aviso determinado e inequívoco, talvez resultasse. [...] Não subestimando as pressões do Parlamento Europeu, quais são as consequências desses debates? Nenhuma.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a href="http://mno.hu/vezercikk/terden-allva-1044273" target="_self">Por seu lado, o <em>Magyar Nemzet</em>, considera</a> que &quot;a Comiss&atilde;o Europeia critica tr&ecirc;s leis concretas, o que n&atilde;o &eacute; o fim do mundo. Trata-se apenas de quest&otilde;es t&eacute;cnicas, n&atilde;o s&atilde;o pol&iacute;ticas nem emocionais. Hoje, cabe aos juristas intervir.&quot; Mas o di&aacute;rio de direita adverte:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/magyar-nemzet.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Europa atualmente não tem confiança na Hungria, nem sua política económica, nem no seu compromisso em relação à democracia. Mas não temos tempo para fazer birras. É preciso tratar de todos os temas, porque a União não tem interesse em colocar a Hungria de joelhos. Como vimos no último fim de semana [em que houve uma manifestação organizada pelo partido de extrema-direita Jobbik, durante a qual – entre outros acontecimentos – os manifestantes queimaram bandeiras da Europa], a extrema-direita pode aproveitar-se do exagero das críticas da União. </p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>O desafio para os pr&oacute;ximos tempos &eacute; &quot;a Hungria ou Orb&aacute;n&quot;, resume o <span id="internal-source-marker_0.5486746361757074"><a href="http://www.nepszava.hu/articles/article.php?id=511790" target="_self"><em>N&eacute;pszava</em></a></span> na primeira p&aacute;gina. Mas &eacute; bom que n&atilde;o se esque&ccedil;a o essencial, defende o di&aacute;rio de esquerda. As tr&ecirc;s viola&ccedil;&otilde;es apontadas pela Comiss&atilde;o<span id="internal-source-marker_0.5486746361757074"><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Nepszava-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">(...) são apenas a ponta do icebergue. O principal problema está em que Orbán construiu um sistema político e económico que não está de acordo com os valores europeus. [...] Podemos justificar-nos, negociar, jogar com as palavras como os advogados. Mas hoje, em Estrasburgo, os eurodeputados vão atirar à cabeça de Orbán críticas muito mais profundas. E é preciso entrar nos eixos, não em Estrasburgo, mas em casa. E o mais depressa possível.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:39:40 +0100</pubDate><guid>1408821</guid></item>
<item><title>União Europeia | O fim do mito da igualdade (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1404951-o-fim-do-mito-da-igualdade</link><description><![CDATA[Quer se trate do projeto de tratado europeu, da descida de notação de nove países pela Standard &amp; Poor’s ou das advertências à Hungria, atualmente, tudo demonstra que na UE os mais fortes estão em vias de impor a sua lei aos mais pequenos, lamenta um editorialista polaco. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:25:32 +0100</pubDate><guid>1404951</guid></item>
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