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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[CO2]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>China-UE | Trituradora | Cartoon (China Daily, Pequim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1596391-trituradora</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 08 Mar 2012 19:49:45 +0100</pubDate><guid>1596391</guid></item>
<item><title>Areias betuminosas | A UE curva-se perante o lóbi do petróleo (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1569031-ue-curva-se-perante-o-lobi-do-petroleo</link><description><![CDATA[A proposta da Comissão, de submeter as emissões de CO2 da exploração das areias betuminosas a uma marca, foi recusada, principalmente devido aos vetos de Londres e de Haia. Mas, na opinião do Trouw, não é tarde para impor o interesse geral. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:17:58 +0100</pubDate><guid>1569031</guid></item>
<item><title>Aquecimento global | A UE não aquece nem arrefece (Público, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1283741-ue-nao-aquece-nem-arrefece</link><description><![CDATA[Em Durban a UE não foi capaz de adotar uma posição comum sobre as quotas de emissões de gases com efeito de estufa para lá de 2012. A culpa foi, em parte, dos países da Europa de Leste, que defenderam as quotas atuais, as quais lhes são particularmente vantajosas. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 16:27:45 +0100</pubDate><guid>1283741</guid></item>
<item><title>Energias fósseis | Europa redescobre o carvão (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/834271-europa-redescobre-o-carvao</link><description><![CDATA[O acidente de Fukushima reduziu fortemente o interesse pelo nuclear. E como as energias renováveis não chegam para satisfazer as necessidades do Velho Continente, os países europeus recorrem a um combustível mais antigo e menos caro, mas também mais poluente. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 16:07:46 +0100</pubDate><guid>834271</guid></item>
<item><title>Transportes aérios | Braço de Ferro UE-China por causa das emissões de CO2</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/697691-braco-de-ferro-ue-china-por-causa-das-emissoes-de-co2</link><description><![CDATA[<p>&quot;N&atilde;o ir&aacute; haver uma guerra comercial entre a China e a Europa por causa das diferen&ccedil;as na ind&uacute;stria manufatora, nos impostos aduaneiros, em mat&eacute;ria de dumping, ou na taxa de c&acirc;mbio do i&eacute;ne, mas por causa de um assunto em que ningu&eacute;m tinha pensado: o c&eacute;u&quot;, <a target="_self" href="http://www.dirittiglobali.it/home2/categorie/12-ambiente-territorio-e-beni-comuni/15740-la-cina-minaccia-leuropa-chiudiamo-lo-spazio-aereo.html">escreve <em>La Stampa</em></a>, no dia a seguir &agrave; amea&ccedil;a proferida pelo representante de Pequim no <a target="_self" href="http://www.iata.org/pressroom/pr/Pages/2011-06-06-01.aspx">congresso da Associa&ccedil;&atilde;o Internacional de Transportes A&eacute;reos</a> (IATA) de encerrar pura e simplesmente o seu espa&ccedil;o a&eacute;reo&quot; se a UE, segundo o que ficou decidido, aplicar, a partir de 1 de janeiro, um imposto sobre as emiss&otilde;es de CO2 a todos os voos intercontinentais procedentes e com destino &agrave; UE&quot;. A Comiss&atilde;o Europeia, de facto, adotou uma <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/clima/policies/ets/index_en.htm">&quot;permiss&atilde;o de poluir&quot; </a>semelhante &agrave; que &eacute; aplicada noutros setores da ind&uacute;stria e que foi acordado com cada companhia de avia&ccedil;&atilde;o a operar na Europa, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2feconomie%2farticle%2f2011%2f06%2f06%2fle-transport-aerien-fustige-les-quotas-de-co2-que-l-europe-lui-imposera-en-2012_1532469_3234.html">explica, por seu turno, <em>Le Monde</em></a>: se 82% destes direitos forem gratuitos, 18% ter&atilde;o de ser adquiridos no &quot;mercado dos direitos de poluir&quot;. Segundo a IATA, isto ir&aacute; representar um preju&iacute;zo estimado em 1 milh&atilde;o e 500 mil d&oacute;lares [mais de um milh&atilde;o de euros] no conjunto das companhias de avia&ccedil;&atilde;o. &quot;Entre a Europa e o resto do mundo existe um bra&ccedil;o de ferro&quot;, adianta <em>Le Monde</em>, segundo o qual &quot;alvo habitual dos conflitos comerciais em que a Europa se envolve, a Airbus ser&aacute; certamente visada&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 07 Jun 2011 13:08:39 +0100</pubDate><guid>697691</guid></item>
<item><title>CO2 | Perspetivas sombrias para o clima, alerta a AIE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/683661-perspetivas-sombrias-para-o-clima-alerta-aie</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Piores emiss&otilde;es de carbono de sempre deixam clima &agrave; beira de precip&iacute;cio&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.guardian.co.uk/environment/2011/may/29/carbon-emissions-nuclearpower">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>Guardian</em></a>, que revela <a target="_self" href="http://www.iea.org/index_info.asp?id=1959">estimativas nunca publicadas da Ag&ecirc;ncia internacional de Energia</a> (AIE) que mostram que &ldquo;as emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa atingiram um n&iacute;vel recorde no ano passado, com a mais elevada produ&ccedil;&atilde;o de carbono da hist&oacute;ria&rdquo;. Em 2010, segundo esta organiza&ccedil;&atilde;o intergovernamental sediada em Paris, &ldquo;um recorde de 30.6 giga toneladas de di&oacute;xido de carbono foram lan&ccedil;adas na atmosfera, a maior parte das quais proveniente da queima de combust&iacute;veis f&oacute;sseis &ndash; um acr&eacute;scimo de 1.6 Gt em rela&ccedil;&atilde;o a 2009&rdquo;. Esta &ldquo;subida chocante&rdquo; deixa &ldquo;fora de alcance as esperan&ccedil;as de trazer para n&iacute;veis seguros o aquecimento global&rdquo;, escreve <em>The Guardian</em>. Um especialista da London School of Economics prev&ecirc;, agora, uma altera&ccedil;&atilde;o de 50% na subida da temperatura m&eacute;dia global que dever&aacute; ser de mais de 4&ordm;C em 2100. &ldquo;Tal aquecimento vai perturbar a vida e o sustento de centenas de milhares de pessoas em todo o planeta, levando a migra&ccedil;&otilde;es em massa e &agrave; generaliza&ccedil;&atilde;o de conflitos. Este &eacute; um risco que qualquer pessoa de s&atilde; consci&ecirc;ncia procurar&aacute; reduzir drasticamente&rdquo;, diz.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:39:49 +0100</pubDate><guid>683661</guid></item>
<item><title>CO2 | Comissão Europeia pretende banir os carros</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/574521-comissao-europeia-pretende-banir-os-carros</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A UE pretende banir os carros das cidades at&eacute; 2050,&rdquo; <a target="_blank" href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/eu/8411336/EU-to-ban-cars-from-cities-by-2050.html">traz o <em>Daily Telegraph</em> em manchete</a>, ap&oacute;s o comiss&aacute;rio dos transportes, Siim Kallas, revelar uma s&eacute;rie de propostas para o projeto <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/transport/strategies/2011_white_paper_en.htm">Single European Transport Area</a>, no dia 28 de mar&ccedil;o. No topo da lista do comiss&aacute;rio, o objetivo nas d&eacute;cadas que se seguem, &eacute; atingir o n&uacute;mero zero de carros a gasolina ou gas&oacute;leo e cami&otilde;es nas cidades europeias. Isto representa uma tentativa de acabar com as emiss&otilde;es de CO2 e persuadir as pessoas a utilizar outros transportes &ldquo;alternativos&rdquo;, em vez de carros. &ldquo;O plano considera, ainda, acabar com as viagens de baixo custo desde o Reino Unido para o sul da Europa, fazendo com que 50% de todas viagens, acima de 186 milhas [299 km] sejam feitas de comboio&rdquo;, explica o di&aacute;rio londrino. <a target="_blank" href="http://euobserver.com/9/32084">De acordo com o <em>EUobserver</em></a>, os defensores do ambiente acreditam que as medidas n&atilde;o ir&atilde;o longe porque &ldquo;adiam a grande maioria dos cortes de emiss&otilde;es nos transportes para depois de 2030&rdquo;. A ind&uacute;stria autom&oacute;vel e os grupos de transportes est&atilde;o extremamente c&eacute;ticos. No entanto, um porta-voz da Association of British Drivers descreve estas medidas como sendo &ldquo;economicamente desastrosas&rdquo;. &ldquo;Se ele [Kallas] quer levar tudo &agrave; rutura e mergulhar-nos na Idade M&eacute;dia, est&aacute; no caminho certo. Temos de nos manter em movimento. O homem est&aacute; doido.&rdquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 29 Mar 2011 16:37:53 +0100</pubDate><guid>574521</guid></item>
<item><title>Sair do nuclear, sem choques | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/558401-sair-do-nuclear-sem-choques</link><description><![CDATA[<p>Na Europa, a quest&atilde;o do nuclear &eacute; como a dos imigrantes: toda a gente precisa deles mas ningu&eacute;m os quer no pr&oacute;prio pa&iacute;s. E, nos dois casos, as consequ&ecirc;ncias prolongam-se por muito tempo. &Eacute; por a imigra&ccedil;&atilde;o e o nuclear serem fen&oacute;menos de longa dura&ccedil;&atilde;o que as duas quest&otilde;es n&atilde;o devem ser abordadas sob o efeito da emo&ccedil;&atilde;o nem numa perspetiva que abranja apenas a dura&ccedil;&atilde;o de um mandato ou mesmo de uma campanha eleitoral.</p>
<p>Quando se debru&ccedil;am sobre estes assuntos, os dirigentes europeus parecem incapazes de resistir &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de explorar os medos dos seus compatriotas &ndash; e, em alguns casos, at&eacute; os encorajam. Vejamos o exemplo do nuclear. Depois do incidente na central japonesa de Fukushima, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/553481-nao-entremos-em-panico">em quase toda a Europa</a> &ndash; talvez com a exce&ccedil;&atilde;o not&aacute;vel da Fran&ccedil;a &ndash;, os governos falaram de pausas para reflex&atilde;o, de morat&oacute;rias ou de referendos sobre o nuclear, numa corrida para ver que &eacute; o primeiro a denunciar alto e bom som os riscos do &aacute;tomo e a propor o seu abandono. At&eacute; agora, &eacute; <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/550321-saida-do-nuclear-em-duvida">Angela Merkel</a> quem leva a palma.</p>
<p>O que eles se esquecem de dizer &eacute; que uma parte da eletricidade consumida nos seus pa&iacute;ses &eacute; importada e que uma parte desta &uacute;ltima &eacute; de origem nuclear. Por exemplo, <a target="_blank" href="http://www.world-nuclear.org/info/inf101.html">10% da eletricidade consumida em It&aacute;lia</a> &eacute; produzida em centrais nucleares francesas. Assim, os problemas s&atilde;o deslocalizados e &eacute; poss&iacute;vel proclamar com orgulho que os reatores n&atilde;o s&atilde;o precisos. Em mat&eacute;ria de energia, tal como em mat&eacute;ria de imigra&ccedil;&atilde;o e de pol&iacute;tica externa, os Estados-membros aplicam a regra do cada um por si &ndash; e viva a soberania nacional.</p>
<p>O problema &eacute; que a energia nuclear representa hoje cerca de 30% da eletricidade produzida na UE e que, se as previs&otilde;es de consumo de energia n&atilde;o se alterarem e se a Europa quiser cumprir os <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/energy/publications/statistics/doc/2010_energy_transport_figures.pdf">objetivos</a> que fixou para si mesma em mat&eacute;ria de redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de CO2, n&atilde;o existem muitas outras solu&ccedil;&otilde;es. Talvez seja apenas uma solu&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, at&eacute; desenvolvermos mais as energias renov&aacute;veis (para j&aacute;, <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/clima/documentation/roadmap/docs/com_2011_112_en.pdf">estas representam apenas 7,8% do consumo de energia da UE</a>). A sa&iacute;da do nuclear s&oacute; pode, portanto, ser feita gradualmente, o que implica uma vis&atilde;o concertada e a longo prazo.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 13:43:18 +0100</pubDate><guid>558401</guid></item>
<item><title>Automóveis | Europeus obrigados a mudar de carro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/538081-europeus-obrigados-mudar-de-carro</link><description><![CDATA[<p>&quot;Prote&ccedil;&atilde;o do clima: fim dos carros a gasolina em 2050&quot;, titula <em>Die Presse</em>, que retoma os primeiros elementos conhecidos do <a target="_blank" href="http://www.eea.europa.eu/pt/themes/transport/transport-policies">Livro Branco sobre os transportes, em prepara&ccedil;&atilde;o pela Comiss&atilde;o Europeia</a>. <a target="_blank" href="http://diepresse.com/home/meinung/kommentare/leitartikel/640329/Irgendwann-wird-dann-auch-die-Darmflora-gesetzlich-reguliert?direct=640336&amp;_vl_backlink=/home/politik/eu/640336/index.do&amp;selChannel=">Segundo o di&aacute;rio vienense</a>, em 2030, prev&ecirc; o documento, os ve&iacute;culos com motor de combust&atilde;o interna em circula&ccedil;&atilde;o pelas nossas cidades ser&atilde;o reduzidos a metade e ir&atilde;o desaparecer totalmente em 2050. Estas propostas fazem parte do objetivo europeu de redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de CO2 em 20% at&eacute; 2020. A 8 de mar&ccedil;o, o Comiss&aacute;rio da Energia, G&uuml;nther Oettinger, apresentou as suas ideias. Pretende, por exemplo, obrigar os Estados-membros a restaurar os edif&iacute;cios p&uacute;blicos e os im&oacute;veis antigos, impor auditorias energ&eacute;ticas no ramo e exercer uma &quot;suave press&atilde;o&quot; sobre o consumidor para que economize mais energia. O custo anual deste programa est&aacute; estimado em 270 milh&otilde;es de euros. Perante esta bulimia normativa, <em>Die Presse</em> pergunta se &quot;a UE tenciona um dia regular igualmente a nossa flora intestinal&quot; para criar uma sociedade eficaz em termos energ&eacute;ticos.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 09 Mar 2011 12:23:46 +0100</pubDate><guid>538081</guid></item>
<item><title>CO2 | O primeiro caso carbónico da História</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/471401-o-primeiro-caso-carbonico-da-historia</link><description><![CDATA[<p><em>Hackers</em> t&ecirc;m roubado e vendido quotas de CO2 de v&aacute;rios pa&iacute;ses europeus, noticia o&nbsp;<em> <a target="_blank" href="http://www.liberation.fr/terre/01012315025-des-hackers-braquent-le-marche-des-droits-a-polluer">Lib&eacute;ration</a></em>. &ldquo;Sem portas for&ccedil;adas, sem cofres-fortes arrombados com nitroglicerina... Simplesmente atrav&eacute;s do esvaziamento parcial dos sistemas inform&aacute;ticos nacionais de licen&ccedil;as para poluir&rdquo; de grandes empresas austr&iacute;acas, gregas, checas, polacas e est&oacute;nias. O caso, em toda a sua extens&atilde;o, foi descoberto a 19 de janeiro. Segundo a Comiss&atilde;o Europeia, os piratas inform&aacute;ticos roubaram licen&ccedil;as para cerca de tr&ecirc;s milh&otilde;es de toneladas de CO2, num valor de 200 milh&otilde;es de euros. &ldquo;Este caso pode manchar ainda mais a credibilidade do jovem <a target="_blank" href="http://europa.eu/legislation_summaries/energy/european_energy_policy/l28012_pt.htm">mercado europeu de carbono</a>&rdquo;, escreve o <em>Lib&eacute;ration</em>. Um mercado &ldquo;criado em exclusivo pela UE, em 2005, para limitar as emiss&otilde;es de carbono provenientes da ind&uacute;stria&rdquo;. Desde 2007 que este mercado &eacute;, regularmente, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/182921-hackers-reservam-se-os-direitos-de-poluir">alvo de assaltos de ladr&otilde;es inform&aacute;ticos</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 21 Jan 2011 12:14:22 +0100</pubDate><guid>471401</guid></item>
<item><title>Energias renováveis | A Europa põe-se verde (Il Foglio, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/409061-europa-poe-se-verde</link><description><![CDATA[A crise permitiu reduzir as emissões de CO2, mas também mina os alicerces da “economia verde” europeia. Ao voltar a trazer à discussão os subsídios às tecnologias menos eficientes, este choque pode revelar-se salutar para o desenvolvimento do setor. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 29 Nov 2010 11:34:22 +0100</pubDate><guid>409061</guid></item>
<item><title>Ambiente | O sistema de quotas não funciona</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/354141-o-sistema-de-quotas-nao-funciona</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Comprar quotas de CO2 &eacute; deitar dinheiro pela janela&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.information.dk/246861">titula o <em>Information</em></a>, que sintetiza, assim, o relat&oacute;rio publicado a 5 de outubro pela ONG dinamarquesa <a target="_blank" href="http://ecocouncil.dk/index.php?option=com_content&amp;view=section&amp;layout=blog&amp;id=32&amp;Itemid=177">&Oslash;kologiske R&aring;d</a> (Conselho Ecol&oacute;gico), segundo o qual o Sistema Europeu de Troca de Quotas de Emiss&otilde;es (<a target="_blank" href="http://europa.eu/legislation_summaries/energy/european_energy_policy/l28012_pt.htm">SCEQE</a>) n&atilde;o funciona. Grandes quotas foram distribu&iacute;das apenas &agrave;s empresas na altura do lan&ccedil;amento do sistema e o seu pre&ccedil;o (15 euros por tonelada de CO2 emitido) &eacute; demasiado barato. Resultado: as empresas e os particulares n&atilde;o se sentem motivados a diminu&iacute;rem as emiss&otilde;es. E a crise econ&oacute;mica veio refor&ccedil;ar ainda mais este fen&oacute;meno. Por isso, o &Oslash;kologiske R&aring;d uma profunda reforma do SCEQE, come&ccedil;ando por uma redu&ccedil;&atilde;o das quotas atuais.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 06 Oct 2010 13:23:49 +0100</pubDate><guid>354141</guid></item>
<item><title>Transporte internacional | Adriático de portas abertas ao Oriente (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/338171-adriatico-de-portas-abertas-ao-oriente</link><description><![CDATA[Capitais do comércio com o Oriente na época da República de Veneza, os portos do Adriático uniram-se novamente para desafiarem o monopólio dos seus concorrentes da Europa do Norte, fazendo valer as vantagens económicas e ecológicas. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 14 Sep 2010 14:23:37 +0100</pubDate><guid>338171</guid></item>
<item><title>CO2 | Emissões impossíveis? (European Voice, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/335471-emissoes-impossiveis</link><description><![CDATA[O programa da ONU está debaixo de fogo por falta de eficácia, enquanto a Comissão procura proteger o seu projeto sobre emissões. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 09 Sep 2010 16:59:18 +0100</pubDate><guid>335471</guid></item>
<item><title>CO2 | A UE quer poluir ainda menos que todos os outros</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/256511-ue-quer-poluir-ainda-menos-que-todos-os-outros</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Bruxelas &eacute; favor&aacute;vel a uma redu&ccedil;&atilde;o de 30% de emiss&otilde;es de CO2&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2010/05/20/bruxelles-favorable-a-une-baisse-de-30-de-ses-emissions-de-gaz-a-effet-de-serre_1360288_3244.html">revela<em>  Le Monde</em></a>, que pediu uma declara&ccedil;&atilde;o sobre o assunto &agrave; Comiss&atilde;o Europeia. Bruxelas estima que a redu&ccedil;&atilde;o de 20%, de agora at&eacute; 2020, decidida em 2007 pelos Vinte e Sete, &eacute; insuficiente para reduzir as emiss&otilde;es de g&aacute;s com efeito estufa para 80% em 2050. Quanto ao acordo conclu&iacute;do durante a Cimeira de Copenhaga, n&atilde;o chegou sen&atilde;o a uma redu&ccedil;&atilde;o de 15% das emiss&otilde;es. &ldquo;Se os Estados membros seguirem as orienta&ccedil;&otilde;es da Comiss&atilde;o, dar&atilde;o um grande impulso &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas internacionais&rdquo;, escreve o di&aacute;rio franc&ecirc;s. O custo de uma baixa de 30% das emiss&otilde;es est&aacute; estimado em 11 mil milh&otilde;es de euros, mas esta medida poder&aacute; &ldquo;levar a Europa a refor&ccedil;ar a sua posi&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica e a criar empregos nos sectores ambientais mais essenciais: efic&aacute;cia energ&eacute;tica e energias renov&aacute;veis&rdquo;, explica Le Monde que acrescenta que, mesmo n&atilde;o havendo um acordo internacional sobre este tema, a Comiss&atilde;o diz que o risco de deslocaliza&ccedil;&otilde;es das ind&uacute;strias europeias &eacute; limitado.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 21 May 2010 12:51:14 +0100</pubDate><guid>256511</guid></item>
<item><title>Debate | Mau tempo sobre a ciência do clima (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/189931-mau-tempo-sobre-ciencia-do-clima</link><description><![CDATA[Aqueles que duvidam do aquecimento climático, ou cépticos do clima, vão de vento em popa: aproveitam os mínimos erros dos cientistas para dizerem que o aquecimento do planeta não é consequência das actividades humanas e para, com uma boa dose de má fé, segundo três peritos em sustentabilidade num artigo de opinião publicado no NRC Handelsblado, acusarem de mistificação o IPCC, o organismo que tem por tarefa avaliar as alterações climáticas. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:08:50 +0100</pubDate><guid>189931</guid></item>
<item><title>CO2 | Hackers reservam-se os direitos de poluir</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/182921-hackers-reservam-se-os-direitos-de-poluir</link><description><![CDATA[<p>A pirataria dos direitos de poluir prospera na propor&ccedil;&atilde;o das expectativas de grandes lucros. Ap&oacute;s um primeiro ataque, no final de 2009, os<em> hackers</em> profissionais entraram nos sites de empresas da Europa, Jap&atilde;o e Nova Zel&acirc;ndia, <a id="sbun" href="http://www.ftd.de/unternehmen/finanzdienstleister/:gestohlene-co2-zertifikate-hacker-greifen-emissionshaendler-an/50069112.html" title="German edition of the Financial Times">revela a edi&ccedil;&atilde;o alem&atilde; do <em>Financial Times</em></a>. Enviaram falsos <em>e-mails</em> &agrave;s v&iacute;timas, pedindo-lhes que se registassem novamente nas plataformas de troca, para prevenir um ataque de <em>hackers</em>. Na posse das novas palavras-chave, enviaram os direitos de emiss&otilde;es dessas contas para a Dinamarca e o Reino Unido, e revenderam-nos. O n&uacute;mero de empresas v&iacute;timas deste esquema ainda n&atilde;o &eacute; conhecido, &ldquo;<em>mas as verifica&ccedil;&otilde;es feitas numa d&uacute;zia de empresas, na Alemanha, j&aacute; revelou nove casos de fraude.</em>&rdquo; Como consequ&ecirc;ncia, os registos de carbono j&aacute; foram encerrados em 13 pa&iacute;ses. &ldquo;<em>Este sistema de trocas tem fama de ser o instrumento mais eficaz para proteger o clima. Mas este novo caso de fraude revela a sua fragilidade</em>&rdquo;, lamenta o jornal.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 03 Feb 2010 13:08:13 +0100</pubDate><guid>182921</guid></item>
<item><title>República Checa | Extorsão ecológica, um negócio promissor (Lidové noviny , Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/176541-extorsao-ecologica-um-negocio-promissor</link><description><![CDATA[A detenção de um militante ecologista, que exigia dinheiro para deixar de se opor a projectos imobiliários, levantou a ponta do véu que cobre esta nova forma de chantagem. Uma prática a que se dedicam, à escala mundial, as grandes figuras da ecologia, afirma o escritor Ivan Brezina. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 25 Jan 2010 19:41:16 +0100</pubDate><guid>176541</guid></item>
<item><title>CO2 | Depois de Copenhaga, poluir é mais barato</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/161591-depois-de-copenhaga-poluir-e-mais-barato</link><description><![CDATA[<p><a target="_blank" href="http://fr.cop15.dk/">A Cimeira de Copenhaga</a>sobre o clima (COP15) j&aacute; produziu efeitos: o pre&ccedil;o das <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/environment/climat/emission/index_en.htm">quotas europeias de emiss&atilde;o de gases com efeito de estufa</a> (CO2) diminuiu, <a target="_blank" href="http://politiken.dk/klima/klimakloden/article866606.ece">escreve</a> o <em>Politiken</em>. No dia seguinte ao encerramento da cimeira, em 21 de Dezembro, tinha passado abaixo do limite dos 13 euros por tonelada, o seu n&iacute;vel mais baixo dos &uacute;ltimos seis meses, salienta este di&aacute;rio dinamarqu&ecirc;s. O facto resultou da aus&ecirc;ncia de acordo sobre uma redu&ccedil;&atilde;o, na UE, de 30% das emiss&otilde;es de CO2, em 2015, em rela&ccedil;&atilde;o a 1990 (em vez dos 20% aprovados), o que tamb&eacute;m torna menos interessantes os investimentos nas energias renov&aacute;veis: o investidor dinamarqu&ecirc;s <a target="_blank" href="http://www.klimainvest.dk/">Klimainvest</a> decidiu desistir de um grande projecto que &ndash; com a ajuda do Banco Mundial &ndash; deveria reduzir em 5 milh&otilde;es por ano as emiss&otilde;es de CO2 na Mold&aacute;via.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 Dec 2009 19:07:40 +0100</pubDate><guid>161591</guid></item>
<item><title>Aquecimento do planeta | Para salvar o planeta, copiemos a Europa! (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/159991-para-salvar-o-planeta-copiemos-europa</link><description><![CDATA[Na conferência de Copenhaga, a soberania dos Estados foi o principal obstáculo para um acordo sobre o clima. A solução, assegura o politólogo José Ignacio Torreblanca, é seguir o exemplo da UE em dois domínios: tecnologias e instituições. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 22 Dec 2009 16:41:29 +0100</pubDate><guid>159991</guid></item>
<item><title>Encontro falhado | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/158451-encontro-falhado</link><description><![CDATA[<p>Em Copenhaga, a Europa tinha <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/editorial/149631-exemplaire" target="_blank">encontro marcado com a Hist&oacute;ria</a>: a confer&ecirc;ncia internacional sobre as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas (COP15) realizava-se em solo europeu, a Uni&atilde;o Europeia tem defendido melhores pr&aacute;ticas em mat&eacute;ria ambiental e, coisa rara, conseguiu chegar a uma <a href="http://ec.europa.eu/environment/climat/future_action.htm" target="_blank">posi&ccedil;&atilde;o comum e ambiciosa</a> no que diz respeito a emiss&otilde;es de CO2. Podia, por tudo isto, aspirar a um papel importante nas negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Mas a Europa falhou este encontro: desde o in&iacute;cio da confer&ecirc;ncia, tornou-se evidente que as discuss&otilde;es eram, essencialmente, lideradas por Washington e Pequim, o &ldquo;G2&rdquo; dos pa&iacute;ses mais poluentes. Nicolas Sarkozy, Gordon Brown e Angela Merkel, tal como os organizadores dinamarqueses, talvez com a melhor das inten&ccedil;&otilde;es, actuaram individualmente em vez de usarem a vantagem comunit&aacute;ria. Face ao &ldquo;G2&rdquo; e aos pa&iacute;ses emergentes (Brasil, &Iacute;ndia, &Aacute;frica do Sul), a Presid&ecirc;ncia sueca da Uni&atilde;o Europeia n&atilde;o marcou pontos e esse n&atilde;o era o papel de Presidente da Comiss&atilde;o, Dur&atilde;o Barroso. E mesmo se o Presidente do Conselho da Uni&atilde;o, Herman Van Rompuy tivesse estado presente, muito provavelmente, isso n&atilde;o teria alterado muito as coisas.</p>
<p>Resultado: do ponto de vista do clima, o <a href="http://en.cop15.dk/files/pdf/copenhagen_accord.pdf" target="_blank">acordo</a> obtido com grande esfor&ccedil;o, por um pequeno grupo de pa&iacute;ses, n&atilde;o fixa objectivos, a longo prazo, em mat&eacute;ria de emiss&otilde;es de CO2, prev&ecirc; ajudas insuficientes aos pa&iacute;ses em desenvolvimento, para que tenham acesso a tecnologias n&atilde;o poluentes e, sobretudo, n&atilde;o &eacute; penalizador para os signat&aacute;rios. E mais de 46 mil toneladas de CO2 (segundo o gabinete Deloitte) foram emitidas, para nada, durante 12 dias. Do ponto de vista pol&iacute;tico, a primeira pot&ecirc;ncia econ&oacute;mica mundial e os seus 600 milh&otilde;es de cidad&atilde;os prontos a fazerem um esfor&ccedil;o em nome das gera&ccedil;&otilde;es futuras, ficaram no banco dos suplentes. A li&ccedil;&atilde;o que daqui se tira &eacute; sempre a mesma: divididos, os europeus n&atilde;o t&ecirc;m grande import&acirc;ncia na cena internacional. Ser&aacute; que os seus dirigentes j&aacute; perceberam isso? <em>G.P.A.</em><em></em></p>
<p></p> (Editorial)]]></description><pubDate>Mon, 21 Dec 2009 13:54:52 +0100</pubDate><guid>158451</guid></item>
<item><title>COP15 | O planeta continua a girar (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/158251-o-planeta-continua-girar</link><description><![CDATA[Considerada uma das últimas possibilidades para salvar o planeta, a Cimeira de Copenhaga não esteve à altura dos acontecimentos, constata a imprensa europeia. Da diplomacia à economia, talvez seja conveniente retirar algumas ilações. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 18 Dec 2009 15:54:43 +0100</pubDate><guid>158251</guid></item>
<item><title>CO2  | Direitos de emissão atraem os vigaristas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/154181-direitos-de-emissao-atraem-os-vigaristas</link><description><![CDATA[<p>O <em>Jurnalul Naţional(JN)</em> <a href="http://www.jurnalul.ro/stire-economic/frauda-cu-co2-530056.html" target="_blank">indigna-se</a> hoje com a <em>&quot;fraude do CO2&quot;</em>. Segundo um comunicado da <a target="_blank" href="http://europa.eu/legislation_summaries/justice_freedom_security/police_customs_cooperation/l14005b_pt.htm">Europol</a> (servi&ccedil;o europeu de pol&iacute;cia, com sede em Haia) citado por este di&aacute;rio de Bucareste, <em>&quot;o sistema europeu de venda de direitos de emiss&atilde;o de CO2 foi alvo de uma enorme fraude, durante os &uacute;ltimos 18 meses, com perdas de cinco mil milh&otilde;es de euros para o fisco&quot;</em> de v&aacute;rios pa&iacute;ses. O organismo de coopera&ccedil;&atilde;o policial europeia considera que, em alguns pa&iacute;ses, as actividades <em>&quot;fraudulentas&quot;</em>&nbsp; representaram at&eacute; 90% do total das vendas de direitos de emiss&atilde;o. A fraude consiste na compra, por uma pessoa com actividade noutro pa&iacute;s que n&atilde;o o seu, de direitos de emiss&atilde;o isentos de IVA, que essa pessoa vende depois a empresas do seu pa&iacute;s, ent&atilde;o com aplica&ccedil;&atilde;o do IVA. A pessoa que vende o certificado embolsa o valor do IVA.<em> &quot;No Reino Unido foram j&aacute; detidas nove pessoas&quot;</em>, afirma o <em>JN</em>, que recorda que as transac&ccedil;&otilde;es relativas aos direitos de emiss&atilde;o foram iniciadas em 2005, no quadro da pol&iacute;tica da UE para o clima. A venda de direitos &eacute; efectuada na Bolsa.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:46:00 +0100</pubDate><guid>154181</guid></item>
<item><title>COP15 | A salvação está nas energias renováveis (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/153511-salvacao-esta-nas-energias-renovaveis</link><description><![CDATA[Para travar as emissões de CO2 e limitar o aquecimento climático é indispensável mudar o sistema energético. Na véspera da conferência de Copenhaga sobre o clima (COP 15), a União Europeia anunciou que conta vir a produzir 20% da sua energia a partir de fontes renováveis. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 Dec 2009 17:32:23 +0100</pubDate><guid>153511</guid></item>
<item><title>COP 15 | Muito barulho para nada? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/151371-muito-barulho-para-nada</link><description><![CDATA[Aberta com grandes ambições, a cimeira de Copenhaga pode não chegar a nenhum acordo, ou pior, a um acordo sem futuro. Por seu lado, os cépticos do clima contestam o próprio tema da conferência. Revista de imprensa. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:13:11 +0100</pubDate><guid>151371</guid></item>
<item><title>CO2 | Armazenamento de CO2 não é uma solução milagrosa (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/150691-armazenamento-de-co2-nao-e-uma-solucao-milagrosa</link><description><![CDATA[Várias empresas e organizações, entre as quais a Shell, declaram-se partidárias do armazenamento, no subsolo, do CO2 capturado nos fumos industriais. Uma 

técnica à qual diversos cientistas, anteriormente cépticos, parecem estar a aderir. Mas os interesses económicos são tão poderosos que é difícil encontrar peritos independentes. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:10:29 +0100</pubDate><guid>150691</guid></item>
<item><title>Cimeira de Copenhaga | UE conduz a caravana (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/149771-ue-conduz-caravana</link><description><![CDATA[Mesmo antes do levantar da cortina em Copenhaga, para a Conferência sobre o Clima, a 7 de Dezembro, a guerra dos números já começou. Uma batalha sem quartel levada a cabo por uma Europa movida pela ambição de se impor como o líder planetário da luta contra o efeito estufa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 14:47:40 +0100</pubDate><guid>149771</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Dinossauros erguem-se contra o ecologista Cameron</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/148641-dinossauros-erguem-se-contra-o-ecologista-cameron</link><description><![CDATA[<p>Nem a Europa, nem o assustador Tratado de Lisboa conseguiram, at&eacute; &agrave; data, demover os velhos apoiantes de David Cameron, mas talvez a aprova&ccedil;&atilde;o do l&iacute;der trabalhista ao ambientalismo o fa&ccedil;a. <a href="http://www.independent.co.uk/news/uk/politics/cameron-hit-by-tory-backlash-on-environment-1832208.html">A primeira p&aacute;gina do&nbsp;<em>The Independent</em> noticia&nbsp;</a>o reaparecimento de dinossauros conservadores, como Ann Widdecombe, oriundos do fecundo e clemente per&iacute;odo da Era Thatcher, que se op&otilde;em &agrave; vontade de Cameron, na v&eacute;spera da <a href="http://en.cop15.dk/">Cimeira COP15</a>, de considerar o &ldquo;<em>acordo justo, eficaz e vinculativo para a redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de di&oacute;xido de carbono (CO2) que abranja todas as principais economias</em>&quot;. O di&aacute;rio londrino acrescenta que, <a href="http://www.independent.co.uk/opinion/commentators/david-davis-why-this-ferocious-desire-to-impose-hairshirt-policies-1832213.html">na opini&atilde;o de David Davis</a>, antigo Ministro do Interior do governo-sombra, uma pol&iacute;tica com objectivos r&iacute;gidos, com vista &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de CO2, conta com o seu apoio, mas est&aacute; &quot;<em>destinada ao fracasso</em>&quot;. &quot;<em>A determina&ccedil;&atilde;o feroz de impor pol&iacute;ticas de espartilho &ndash; taxar as viagens de avi&atilde;o, ou encher a bonita paisagem buc&oacute;lica de ventoinhas&hellip;provoca uma reac&ccedil;&atilde;o em qualquer pa&iacute;s democr&aacute;tico</em>&quot;, conclui.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:11:42 +0100</pubDate><guid>148641</guid></item>
<item><title>CO2 | Uma agricultura demasiado poluente (Le Figaro, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/142981-uma-agricultura-demasiado-poluente</link><description><![CDATA[O primeiro balanço dos fluxos de carbono da União Europeia mostra que os gases com efeito de estufa provenientes da agricultura excedem a capacidade de absorção dos ecossistemas. Uma constatação que, segundo o Le Figaro, aumenta ainda mais as contra-indicações da agricultura intensiva. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:06:11 +0100</pubDate><guid>142981</guid></item>
<item><title>CO2 | A UE, aluno aplicado e manhoso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/137661-ue-aluno-aplicado-e-manhoso</link><description><![CDATA[<p>A um m&ecirc;s da cimeira de Copenhaga sobre as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas &ndash; COP 15, a Uni&atilde;o Europeia aproxima-se dos <a href="http://www.eea.europa.eu/fr/pressroom/newsreleases/le-role-cle-des-emissions-non-industrielles-pour-atteindre-les-objectifs-de-kyoto">objectivos</a> fixados pelo Protocolo de Quioto para 2012, gra&ccedil;as, em especial, aos esfor&ccedil;os de cinco dos 15 pa&iacute;ses-membros &agrave; &eacute;poca da assinatura do acordo sobre a redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es de CO2 (1992),<a href="http://www.volkskrant.nl/economie/article1315664.ece/EU_slaagt_voor_eerste_examen_in_CO2-reductie">anuncia o <em>De Volkskran</em></a>. De acordo com os <a href="http://www.eea.europa.eu/fr/pressroom/newsreleases/le-role-cle-des-emissions-non-industrielles-pour-atteindre-les-objectifs-de-kyoto">&uacute;ltimos n&uacute;meros</a> da Ag&ecirc;ncia Europeia do Ambiente (AEA), a redu&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia das emiss&otilde;es, entre 2008 e 2012, na UE15 ser&aacute; de 11,5% em rela&ccedil;&atilde;o a 1990, sendo o objectivo de Quioto de 8%. Mas n&atilde;o nos deixemos ludibriar: o di&aacute;rio neerland&ecirc;s&nbsp; <a href="http://www.eea.europa.eu/publications/eea_report_2009_9">explica</a>  que, na verdade, as emiss&otilde;es reais tiveram uma redu&ccedil;&atilde;o de apenas 6,9%, porque o resto deve-se a &ldquo;engenharia&quot; com os n&uacute;meros, incluindo investimentos em projectos de energia duradoura noutros pa&iacute;ses (2,2%), trocas intracomunit&aacute;rias de quotas de emiss&atilde;o (1,4%) e planta&ccedil;&atilde;o de &aacute;rvores (1,0%).</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:13:42 +0100</pubDate><guid>137661</guid></item>
<item><title>CO2 | Descubram quem vos polui</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/135171-descubram-quem-vos-polui</link><description><![CDATA[<p>Actualmente, os cidad&atilde;os da Uni&atilde;o Europeia conseguem saber o nome das empresas ou actividades industriais instaladas perto de suas casas e as respectivas emiss&otilde;es de CO2. Basta &quot;consultar o registo (RETP Europeu) e o <em><a href="http://prtr.ec.europa.eu/MapSearch.aspx">mapa interactivo</a></em>, publicados dia 10 de Novembro pela <em><a href="http://www.eea.europa.eu/pt">Ag&ecirc;ncia Europeia do Ambiente</a></em>&quot;,&nbsp; <a href="http://www.publico.es/ciencias/medioambiente/268484/industrias/contaminan/europa">diz o di&aacute;rio espanhol <em>P&uacute;blico</em></a>. O jornal madrileno acrescenta que o registo cont&eacute;m 91 tipos de subst&acirc;ncias poluentes (metais pesados, g&aacute;s com efeito de estufa, pesticidas, dioxina, etc.)&nbsp; em 65 &aacute;reas de actividade nos 27 Estados-membros e que satisfaz uma obriga&ccedil;&atilde;o prevista pela <a href="http://www.centre.ecologie.gouv.fr/telechargement/la_convention_aarhus.htm">Conven&ccedil;&atilde;o de Aarhus</a> sobre o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o em mat&eacute;ria de ambiente.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:41:13 +0100</pubDate><guid>135171</guid></item>
<item><title>Alterações climáticas | A Europa de Leste não paga pelos outros</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/128561-europa-de-leste-nao-paga-pelos-outros</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Solidariedade para com os europeus pobres&quot;</em>, &eacute; o&nbsp;  <a href="http://wyborcza.pl/1,75477,7202429,Solidarnosc_eurobiedoty.html" target="_blank">t&iacute;tulo no <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, que pretende resumir o debate sobre emiss&otilde;es de CO2 na cimeira europeia de Bruxelas. Os pa&iacute;ses da Velha Europa querem dividir uniformente os custos de redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es. Mas a Pol&oacute;nia, que conduz a alian&ccedil;a dos novos membros da UE, est&aacute; a lutar para deslocar o peso do combate ao aquecimento global para os seus parceiros europeus mais endinheirados. Como observa o di&aacute;rio, o argumento b&aacute;sico dos polacos &eacute; o seguinte: &quot;<em>A nossa economia &eacute; ainda &agrave; base de carv&atilde;o; logo, temos emiss&otilde;es mais elevadas. Mas ainda n&atilde;o estamos em condi&ccedil;&otilde;es de pagar pela nossa dif&iacute;cil hist&oacute;ria, que nos condenou a este estado de atraso.&quot; </em></p>
<p>Os representantes de pa&iacute;ses da Europa Central acrescentam igualmente que a Let&oacute;nia, atingida em pleno pela crise, n&atilde;o deve ter de pagar pela &Iacute;ndia, uma pot&ecirc;ncia econ&oacute;mica em expans&atilde;o. Entretanto, nem todos se deixam convencer por estes argumentos. &quot;<em>Hoje, a Pol&oacute;nia est&aacute; entre os 50 pa&iacute;ses mais ricos do mundo, e n&atilde;o foi sempre assim. No passado, muitos pa&iacute;ses do mundo mostraram a sua solidariedade para com a Pol&oacute;nia. Hoje, cabe-lhe a ela ajudar os outros&quot;,</em> escreve o arcebispo Desmond Tutu, galardoado com o Pr&eacute;mio Nobel da Paz, em carta-aberta aos dirigentes da UE.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:02:45 +0100</pubDate><guid>128561</guid></item>
<item><title>Alterações climáticas | Empresas, verdes mas não demasiado (La Tribune, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/126661-empresas-verdes-mas-nao-demasiado</link><description><![CDATA[Ambiciosa e de fachada virtuosa na luta contra o aquecimento climático, a Europa está contudo decidida a proteger as suas indústrias. Temendo um malogro na cimeira de Copenhaga, poderá permitir que 164 sectores industriais escapem ao sistema de pagamento de direitos sobre a poluição, informa o La Tribune. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 18:18:16 +0100</pubDate><guid>126661</guid></item>
<item><title>Biodiversidade | Copenhaga ameaça florestas tropicais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/124591-copenhaga-ameaca-florestas-tropicais</link><description><![CDATA[<p><em>&ldquo;Tratado sobre Florestas Tropicais &lsquo;fatalmente desvirtuado&rsquo;&rdquo;</em>, <a href="http://www.independent.co.uk/environment/climate-change/rainforest-treaty-fatally-flawed-1809412.html">alerta o </a><a href="http://www.independent.co.uk/environment/climate-change/rainforest-treaty-fatally-flawed-1809412.html">The Independent</a> na sua primeira p&aacute;gina. Um texto fundamental, que elimina &ldquo;<em>a convers&atilde;o das florestas naturais em planta&ccedil;&otilde;es florestais&rdquo;</em>, foi suprimido do <a href="http://www.independent.co.uk/environment/climate-change/historic-chance-to-halt-the-scourge-of-deforestation-1809418.html">tratado sobre a desfloresta&ccedil;&atilde;o </a>(Tratado REDD) que ser&aacute; ratificado na confer&ecirc;ncia sobre clima, a realizar em Copenhaga no pr&oacute;ximo m&ecirc;s de Dezembro. Se esta salvaguarda n&atilde;o for preservada, um ambientalista citado pelo jornal afirma que &ldquo;iremos assistir ao financiamento dos pa&iacute;ses para que convertam as suas florestas naturais em planta&ccedil;&otilde;es de palmeiras&quot;, muito utilizadas na produ&ccedil;&atilde;o do biodiesel.</p>
<p> O relat&oacute;rio acrescenta que a desfloresta&ccedil;&atilde;o <em>&ldquo;&eacute; actualmente respons&aacute;vel por cerca de 20% das emiss&otilde;es anuais de di&oacute;xido de carbono (CO2) &ndash; um valor superior ao dos transportes em todo o mundo&rdquo;</em>. &Eacute; por este motivo que o<a href="http://www.un-redd.org/"> REDD,</a> um programa da ONU para a <em>&ldquo;Redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es causadas pela desfloresta&ccedil;&atilde;o nos pa&iacute;ses em vias de desenvolvimento&rdquo;</em>, tem um cap&iacute;tulo exclusivo no acordo de Copenhaga. A Greenpeace insistiu para que os respons&aacute;veis europeus incluam esta proibi&ccedil;&atilde;o nas negocia&ccedil;&otilde;es finais sobre o tratado, a ter lugar no decorrer da pr&oacute;xima semana em Barcelona. </p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 14:51:42 +0100</pubDate><guid>124591</guid></item>
<item><title>Ecologia | Justiçã alemã contra o carvão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/99691-justica-alema-contra-o-carvao</link><description><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a alem&atilde; parece ter ganho uma costela ecologista. Pela primeira vez, embargou a constru&ccedil;&atilde;o de uma <a href="http://www.taz.de/fileadmin/seite1/s1.pdf">central a carv&atilde;o </a>em Datteln, na regi&atilde;o do Ruhr. O tribunal de M&uuml;nster considerou &ndash; designadamente &ndash; que a central &quot;<em>n&atilde;o contribu&iacute;a para reduzir as emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa</em>&quot;, relata o Tageszeitung, que se <a href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/ende-eines-prototyps/">congratula</a> com a decis&atilde;o.</p>
<p>E n&atilde;o se trata &quot;<em>de uma central qualquer nem de uma senten&ccedil;a qualquer</em>&quot;, salienta este di&aacute;rio de Berlim. Segundo o seu construtor, a <a href="http://www.eon.com/en/unternehmen/29335.jsp">Eon</a>, a central era um prot&oacute;tipo de uma nova gera&ccedil;&atilde;o de centrais a carv&atilde;o, a mais competitiva da Europa, com capacidade para produzir 1 100 megawatts, ou seja, &quot;<em>quase tanto como uma central nuclear</em>&quot;. No entanto, a nova unidade iria gerar 0,73% das emiss&otilde;es alem&atilde;s de CO2, sem substituir nenhuma antiga central. A sua constru&ccedil;&atilde;o teria, portanto, violado os objectivos inscritos no plano de desenvolvimento regional: reduzir as emiss&otilde;es de CO2.</p>
<p>&quot;<em>Os ju&iacute;zes fizeram bem em recordar que os belos discursos de domingo devem traduzir-se em factos</em>&quot;, conclui o TAZ.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 18 Sep 2009 15:46:03 +0100</pubDate><guid>99691</guid></item>
<item><title>Desenvolvimento sustentável | Suecos mais exigentes com os produtos biológicos (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/96511-suecos-mais-exigentes-com-os-produtos-biologicos</link><description><![CDATA[A Suécia será o primeiro país da Europa a impor aos agricultores novos critérios para obtenção do rótulo biológico. A partir de 2012, só os produtos biológicos sustentáveis em toda a cadeia de produção serão certificados, noticia o diário holandês Trouw. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 14 Sep 2009 19:24:05 +0100</pubDate><guid>96511</guid></item>
<item><title>Aquecimento climático | Cem mil milhões para salvar o planeta (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/93421-cem-mil-milhoes-para-salvar-o-planeta</link><description><![CDATA[A menos de três meses da Conferência sobre o Clima (COP15), em Copenhaga, a Europa quer assumir a liderança na luta contra o aquecimento climático. Num documento que deve ser apresentado no dia 10 de Setembro ao Conselho da Europa, a Comissão Europeia pormenoriza o financiamento das medidas que pretende propor. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:39:13 +0100</pubDate><guid>93421</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Desmantelada megafraude sobre créditos de carbono</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/86201-desmantelada-megafraude-sobre-creditos-de-carbono</link><description><![CDATA[<p>Foi desmanteolada&nbsp;na Gr&atilde;-Bretanha uma&nbsp;enorme fraude sobre os cr&eacute;ditos de carbono, <a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/27/des-escrocs-investissent-le-marche-du-carbone_1232452_3244.html#ens_id=1223016">conta&nbsp;</a>o di&aacute;rio franc&ecirc;s Le Monde. Quarta-feira 19 de Agosto, nove pessoas foram detidas por suspeita de terem desviado 38 milh&otilde;es de libras (44 milh&otilde;es de euros). <em>&quot;Os malfeitores jogaram com o facto de o IVA sobre as transac&ccedil;&otilde;es de CO2 se aplicar nos outros pa&iacute;ses europeus, mas n&atilde;o no Reino Unido. Compravam toneladas de CO2 na Gr&atilde;-Bretanha, que revendiam nos pa&iacute;ses onde estava sujeito ao IVA. S&oacute; que, em vez de transferirem o IVA para o Estado em causa, arrecadavam os montantes&quot;. </em></p>
<p>O&nbsp;<a href="http://www.rac-f.org/DocuFixes/fiches_thema/PNAQ/F1_MEPE.pdf">mercado&nbsp;de emiss&otilde;es de gases&nbsp;com&nbsp;efeito de estufa&nbsp;</a>cresceu imenso desde que a Uni&atilde;o Europeia fixou tectos de polui&ccedil;&atilde;o &agrave;s empresas e autorizou a que quem n&atilde;o os atinja revenda os seus cr&eacute;ditos de CO2 &agrave;s que s&atilde;o excedent&aacute;rias. A Comiss&atilde;o Europeia deve anunciar em Setembro modifica&ccedil;&otilde;es &agrave; <a href="http://europa.eu/legislation_summaries/energy/internal_energy_market/l31057_fr.htm">sua directiva sobre o IVA</a>&nbsp;, em resposta a procedimentos fraudulentos. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 28 Aug 2009 11:50:29 +0100</pubDate><guid>86201</guid></item>
<item><title>Energia renovável | África pode produzir electricidade para a UE (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/84071-africa-pode-produzir-electricidade-para-ue</link><description><![CDATA[Nas últimas semanas, foram lançados dois enormes projectos de geração de energia. Um pretende alimentar a maior captação solar a nível mundial, o outro a maior barragem hidroeléctrica do planeta. Apesar de situados em África, ambos se destinam a exportar electricidade para a Europa. The Independent pesa os prós e contras de dois projectos ambiciosos, que, de acordo com muitos críticos, têm contornos coloniais de apropriação da energia. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:48:52 +0100</pubDate><guid>84071</guid></item>
<item><title>Petróleo | O fraco brilho do ouro negro (Vrij Nederland, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/61571-o-fraco-brilho-do-ouro-negro</link><description><![CDATA[De acordo com a revista Fortune, a Shell consagrou-se, este ano, como sendo a maior empresa do mundo. Resta saber, como funciona? Há algumas semanas,o semanário holandês Vrij Nederland publicou um longo inquérito sobre este gigante anglo-holandês: Gestão, ecologia, segurança. Extractos desse &quot;mergulho&quot; no mundo do petróleo e do gás. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 23 Jul 2009 18:14:13 +0100</pubDate><guid>61571</guid></item>
<item><title>Holanda | Em Ameland, há hidrogénio nos canos (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/49431-em-ameland-ha-hidrogenio-nos-canos</link><description><![CDATA[A ilha de Ameland, em Frise, é o palco de uma experiência inédita. Nas casas, o gás natural está misturado com hidrogénio, com o objectivo de diminuir a emissão de gases de efeito de estufa. Esta iniciativa faz parte de um projecto global para tornar esta comunidade autónoma em água e energia até 2020. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 07 Jul 2009 18:03:32 +0100</pubDate><guid>49431</guid></item>
<item><title>Poluição | Contra o CO2, o exemplo da Suécia (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/47231-contra-o-co2-o-exemplo-da-suecia</link><description><![CDATA[A Suécia, que acaba de assumir a presidência da União Europeia (UE) por seis meses, procura convencer os parceiros europeus a seguir o seu exemplo e a instituir uma taxa sobre as emissões de carbono, para reduzir as emissões deste gás em todo o território da UE. Os suecos adoptaram esta medida fiscal em 1991, e estão certos da sua eficácia. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 13:58:51 +0100</pubDate><guid>47231</guid></item>
<item><title>Ambiente | Os solos estão em perigo (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/37711-os-solos-estao-em-perigo</link><description><![CDATA[A legislação comunitária protege a água e o ar europeu, mas é omissa no que toca à preservação dos solos, apesar de todos sabermos que o planeta Terra não pode viver sem eles. David Cronin alerta-nos para a forma negligente como alguns dos países mais ricos da UE encaram a defesa dos solos. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:58:05 +0100</pubDate><guid>37711</guid></item>
<item><title>Aeronáutica | Nasceu o primeiro avião ecológico</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/31451-nasceu-o-primeiro-aviao-ecologico</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Um avi&atilde;o totalmente n&atilde;o poluente, r&aacute;pido e com um raio de ac&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel? J&aacute; n&atilde;o &eacute; apenas uma quimera mas uma ideia perfeitamente poss&iacute;vel de concretizar, segundo a Universidade T&eacute;cnica de Delft&quot;</em>, nos Pa&iacute;ses Baixos, escreve o di&aacute;rio&nbsp;<a href="http://www.trouw.nl/digitalekrant/TR/20090617___/1_014/article6.html"><em>Trouw</em></a>. </p>
<p>A maqueta deste avi&atilde;o revolucion&aacute;rio, com a forma de um losango, equipado com quatro asas e quatro motores el&eacute;ctricos e capaz de atingir os 450 km/h, foi apresentada no&nbsp;<a href="http://www.salon-du-bourget.fr/">Sal&atilde;o aeron&aacute;utico de&nbsp;Bourget</a>, perto de Paris, na esperan&ccedil;a de atrair as aten&ccedil;&otilde;es de grandes construtores como a Boeing e a Airbus. O engenheiro respons&aacute;vel pelo projecto, Ronald van Gent, garantiu que a aeronave &ndash; cujo nome &eacute; &quot;Zero Emission Flying Testbed&quot; &ndash; ser&aacute; silencioso e n&atilde;o emitir&aacute; gazes com efeito de estufa. Este ano, ser&aacute; realizado o primeiro voo de um prot&oacute;tipo sem piloto. Segundo o <em>Trouw</em>, <em>&quot;o sector da aeron&aacute;utica precisa urgentemente de uma nova gera&ccedil;&atilde;o de avi&otilde;es de linha, por causa da instabilidade dos pre&ccedil;os do petr&oacute;leo e da emiss&atilde;o de CO2 que ser&aacute; cada vez mais dispendiosa.</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 18 Jun 2009 11:55:05 +0100</pubDate><guid>31451</guid></item>
<item><title>Quioto | A Europa reduz as emissões de CO2</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/13501-europa-reduz-emissoes-de-co2</link><description><![CDATA[<p>Na altura em que assinaram o protocolo de Quioto, os quinze pa&iacute;ses que &agrave; &eacute;poca formavam a&nbsp;Uni&atilde;o Europeia,&nbsp;comprometeram-se a reduzir em 8% as suas emiss&otilde;es de CO2, entre 2008 e 2012. Este objectivo permanece alcan&ccedil;&aacute;vel, porque, at&eacute; agora,&nbsp;j&aacute; reduziram as suas emiss&otilde;es em 5% face a 1990, congratula-se o El Pa&iacute;s. &quot;<em>A subida do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis, a queda do consumo de g&aacute;s e de petr&oacute;leo, e o clima mais moderado registado na Europa limitaram a emiss&atilde;o de gases com efeito de estufa no continente</em>&quot;, explica o di&aacute;rio madrileno. Mas dois Estados membros, a Espanha e a Gr&eacute;cia, ainda n&atilde;o cumpriram as suas obriga&ccedil;&otilde;es, de acordo com as estat&iacute;sticas publicadas pela <a href="http://www.eea.europa.eu">Ag&ecirc;ncia Europeia do Ambiente</a>. A Espanha, no entanto, ter&aacute; melhorado os seus resultados em 2008, com uma queda de 8% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 01 Jun 2009 13:22:47 +0100</pubDate><guid>13501</guid></item>
</channel></rss>
