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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[A UE e o mundo]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Ucrânia | Boicote ao Euro 2012 ainda pendente</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1953891-boicote-ao-euro-2012-ainda-pendente</link><description><![CDATA[<p>&quot;A Pol&oacute;nia defende Timochenko&quot;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75248,11685007,Polska_upomina_sie_o_Tymoszenko.html">afirma a manchete</a> do jornal <em>Gazeta Wyborcza</em>, depois de Kiev ter adiado uma cimeira regional centro europeia marcada para os dias 11 e 12 de maio, em Ialta. O principal fator que levou a essa decis&atilde;o foi o esc&acirc;ndalo crescente que rodeia a deten&ccedil;&atilde;o e alegados maus-tratos de que &eacute; alvo a antiga primeira-ministra e l&iacute;der da oposi&ccedil;&atilde;o, Iulia Timochenko. O caso levou oito dirigentes europeus a recusarem-se a participar na cimeira e ao lan&ccedil;amento de apelos, na Alemanha e em toda a UE, ao boicote aos jogos do campeonato de futebol Euro 2012 que se desenrolem na Ucr&acirc;nia. Contudo, Tomasz Nałęcz, conselheiro do Presidente polaco, Bronisław Komorowski, considera que boicotar a competi&ccedil;&atilde;o na Ucr&acirc;nia seria contraproducente:</p>
<blockquote><p>N&atilde;o devemos boicotar [o Euro 2012] e, sim, ir &agrave; Ucr&acirc;nia, dar algum prazer a milh&otilde;es de ucranianos e, simultaneamente, fazer qualquer coisa tang&iacute;vel pela liberta&ccedil;&atilde;o de Iulia Timochenko.</p>
</blockquote>
<p>Em 9 de maio, o Presidente polaco, Bronisław Komorowski, solicitou ao seu hom&oacute;logo ucraniano, Viktor Ianukovich, que a lei seja alterada e a senten&ccedil;a de Timochenko revogada. Entretanto, em 8 de maio, Iulia Timochenko suspendeu a greve de fome, que iniciara em 20 de abril, e foi levada para um hospital em Kharkiv, onde ser&aacute; tratada por um m&eacute;dico alem&atilde;o. A antiga primeira-ministra ucraniana cumpre uma pena de sete anos de pris&atilde;o, &quot;por ter assinado um acordo de com&eacute;rcio de g&aacute;s, alegadamente desfavor&aacute;vel, com a R&uacute;ssia, em 2009&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 09 May 2012 16:06:28 +0100</pubDate><guid>1953891</guid></item>
<item><title>UE-Ucrânia | Boicotar o Euro 2012 para castigar Kiev?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1901251-boicotar-o-euro-2012-para-castigar-kiev</link><description><![CDATA[<p>Condenada a sete anos de pris&atilde;o por abuso de poder (os seus partid&aacute;rios dizem tratar-se de uma manobra do atual Presidente, Viktor Ianukovitch, para a afastar da cena pol&iacute;tica), a antiga l&iacute;der da &quot;Revolu&ccedil;&atilde;o Laranja&quot; iniciou, em 24 de abril, uma greve de fome, em protesto contra a sua transfer&ecirc;ncia e contra os maus-tratos de que ter&aacute; sido v&iacute;tima.</p><div class="extract"><div class="intror"><p>Na Alemanha, o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em> <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/ukrainische-oppositionsfuehrerin-merkel-erwaegt-em-boykott-der-ukraine-1.1344402">salienta</a> que a Ucr&acirc;nia est&aacute; sujeita a press&otilde;es cada vez maiores. O ministro do Ambiente alem&atilde;o, Norbert R&ouml;ttgen, foi o primeiro a pedir aos pol&iacute;ticos que boicotassem o Euro 2012: &quot;&Eacute; absolutamente necess&aacute;rio evitar que o regime ucraniano utilize o campeonato para revalorizar a sua ditadura&quot;, afirmou. O jornal sublinha que a chanceler Angela Merkel tamb&eacute;m referiu a possibilidade de boicote ao campeonato europeu de futebol.<br />
<br />
Por seu turno, o t&iacute;tulo do jornal<span> </span><em>Tageszeitung</em>, &ldquo;Partido para a Liberdade de Timochenko&rdquo;, <a target="_self" href="http://taz.de/Kommentar-Ukraine/!92419/">critica</a> a aus&ecirc;ncia de rea&ccedil;&atilde;o por parte da Uni&atilde;o das Federa&ccedil;&otilde;es Europeias de Futebol (UEFA) sobre a quest&atilde;o:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/taz-100_1.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Apoiar uma causa precisa fora da área do desporto continua a ser difícil para as autoridades desportivas. […] A UEFA não toma partido e mantém a posição de que não tem responsabilidades na política [de um país], ignorando que a mera existência de uma festa desportiva internacional, como o campeonato europeu de futebol, é um ato altamente político. As autoridades desportivas têm um único argumento para justificar a sua não tomada de posição: o facto de a simples libertação de Iulia Timochenko não fazer da Ucrânia uma democracia de primeira. […] Mas, neste caso, trata-se de um ato simbólico com fracas consequências práticas.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Na Pol&oacute;nia, coorganizadora do Euro 2012, o <em>Gazeta Wyborcza</em> diz em t&iacute;tulo que &quot;Os alem&atilde;es apostam em Timochenko&quot; e <a target="_self" href="http://wiadomosci.gazeta.pl/wiadomosci/1,114871,11640875,Hipokryci__Rosji_juz_nie_podskocza___dziennikarz__Gazety_.html">salienta</a> que os pol&iacute;ticos alem&atilde;es, incluindo o l&iacute;der da oposi&ccedil;&atilde;o social-democrata (SPD), Sigmar Gabriel, criticam ferozmente as autoridades ucranianas s&oacute; para aumentarem a sua popularidade e com os olhos postos nas elei&ccedil;&otilde;es legislativas do pr&oacute;ximo ano:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/gazeta-100_1.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os políticos alemães não se preocupam com tanto com a saúde de Timochenko e com a situação de democracia ucraniana como com marcar pontos antes da renovação do Bundestag. […] No caso do líder do SPD, pode falar-se de hipocrisia. Gabriel não protestou quando um dos seus antecessores e seu mentor político, Gerhard Schröder, qualificou [o Presidente russo] Vladimir Putin como "democrata transparente". E também não disse nada no caso do antigo oligarca Mikhail Khodorkovski, enviado para um gulag [campo de trabalhos forçados] por Putin. […] Um caso tão chocante como a detenção de Iulia Timochenko. [Os políticos alemães] temem a poderosa Rússia e não querem entrar em polémica com ela, mas a Ucrânia é um país periférico, um buraco negro no meio da Europa. O boicote do Euro 2012 não vai ajudar a democracia na Ucrânia, mas vai convencer a parte da sociedade que tende para o Ocidente de que a Europa os abandonou, que esta supõe que, sob Ianukovitch, o país caminhará para o autoritarismo e que as aspirações europeias da Ucrânia eram um sonho.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Na Dinamarca, tamb&eacute;m se coloca a quest&atilde;o de os governos deverem ou n&atilde;o boicotar o campeonato europeu de futebol, <a target="_self" href="http://spn.dk/fodbold/landshold/article2763879.ece">refere</a> o <em>Jyllands-Posten</em>, depois da amea&ccedil;a alem&atilde; de n&atilde;o participar no Euro 2012. Contudo, os respons&aacute;veis pol&iacute;ticos est&atilde;o divididos nesta mat&eacute;ria, salienta o jornal:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/jyllands-posten-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">O ministro da Cultura, Uffe Elbæck, irá esperar pela posição dos seus homólogos da UE, antes de decidir se se deslocará à Ucrânia para apoiar a equipa nacional dinamarquesa. No polo oposto, o porta-voz dos Conservadores para a política externa e antigo chefe da diplomacia e ministro da Cultura, Per Stig Møller, não tem hesitações: "[…] seria pactuar com o Governo [ucraniano], que cometeu atrocidades para com Iulia Timochenko", declarou.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 30 Apr 2012 17:14:16 +0100</pubDate><guid>1901251</guid></item>
<item><title>Economia | China quer investir 7,5 mil milhões de euros na Europa Central</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1886371-china-quer-investir-75-mil-milhoes-de-euros-na-europa-central</link><description><![CDATA[<p>A China quer investir 10 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares (7,5 mil milh&otilde;es de euros) em novas tecnologias e economia verde na Europa Central, segundo declara&ccedil;&otilde;es do primeiro-ministro chin&ecirc;s, Wen Jiabao, <a target="_self" href="http://wyborcza.biz/biznes/1,100896,11625597,Chiny_stawiaja_na_Europe_Srodkowa__Maja_pomoc_w_rozwoju.html">escreve o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. Numa cimeira de dois dias dos catorze pa&iacute;ses da regi&atilde;o, o chefe do Governo disse, tamb&eacute;m, que nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos a China vai duplicar as importa&ccedil;&otilde;es de produtos da Europa Central, dos atuais 50 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares (37,8 mil milh&otilde;es de euros) para 100 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares (75 mil milh&otilde;es de euros).</p>
<p>Segundo especialistas polacos, isto &eacute; mais um sinal de que, depois dos grandes investimentos que tem feito em &Aacute;frica, na Am&eacute;rica e na &Aacute;sia, Pequim considera agora, seriamente, a expans&atilde;o para a Europa Central, incluindo a Pol&oacute;nia, que, entre todos os &ldquo;novos&rdquo; membros da UE, pode tornar-se o seu principal parceiro. Mas nem toda a gente est&aacute; contente com esta perspetiva. Segundo o <em>Gazeta Wyborcza</em></p>
<blockquote><p>alguns especialistas europeus acreditam que Pequim est&aacute; a menosprezar deliberadamente o papel da UE ao construir rela&ccedil;&otilde;es bilaterais com diferentes pa&iacute;ses europeus. Isto enfraquece a coes&atilde;o da UE nas rela&ccedil;&otilde;es com a China.</p>
</blockquote>
<p>Estas rela&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m sido tensas. A Comiss&atilde;o Europeia est&aacute; a &ldquo;tentar for&ccedil;ar&rdquo; Pequim a abrir o mercado p&uacute;blico chin&ecirc;s &agrave;s empresas europeias, amea&ccedil;ando que, se assim n&atilde;o for, introduzir&aacute; regulamenta&ccedil;&atilde;o que permitir&aacute; &agrave; Europa &ldquo;em retalia&ccedil;&atilde;o, fechar o seu mercado p&uacute;blico&rdquo; &agrave;s empresas chinesas.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:52:34 +0100</pubDate><guid>1886371</guid></item>
<item><title>Suíça | Berna fecha a porta aos europeus de Leste</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1837601-berna-fecha-porta-aos-europeus-de-leste</link><description><![CDATA[<p>A partir do 1&ordm; de maio, o n&uacute;mero de trabalhadores oriundos de oito Estados-membros da UE (Est&oacute;nia, Hungria, Let&oacute;nia, Litu&acirc;nia, Pol&oacute;nia, Eslov&aacute;quia, Eslov&eacute;nia e Rep&uacute;blica Checa) ser&aacute; novamente submetido a quotas, <a href="http://www.tdg.ch/suisse/La-Suisse-va-limiter-l-arrivee-de-certains-ressortissants-de-lUE/story/31013052/print.html" target="_self">adianta</a> o <em>Tribune de Gen&egrave;ve</em>. De facto, Berna decidiu reactivar a &ldquo;cl&aacute;usula de salvaguarda&rdquo; prevista no acordo entre a Su&iacute;&ccedil;a e a UE sobre a livre circula&ccedil;&atilde;o das pessoas, assinado h&aacute; ano. O Conselho Federal (Governo su&iacute;&ccedil;o) quer desta forma reduzir a imigra&ccedil;&atilde;o proveniente da UE (1,1 milh&otilde;es de pessoas em 7,9 milh&otilde;es de habitantes), considerando que os 38 mil rec&eacute;m-chegados que desembarcam todos os anos criam problemas de integra&ccedil;&atilde;o e do cumprimento das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e do sal&aacute;rio m&iacute;nimo.</p>
<p>&ldquo;A Su&iacute;&ccedil;a fecha a porta aos europeus de Leste&rdquo;, resume assim em primeira p&aacute;gina<em> La Tribune de Gen&egrave;ve</em>, segundo o qual, no entanto, a medida &ldquo;n&atilde;o passa de uma gesticula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, uma vez que antigamente &eacute; que &rdquo;a livre circula&ccedil;&atilde;o precisava de ser controlada para ser aceit&aacute;vel&rdquo;. <em>Le Matin</em> <a href="http://www.lematin.ch/suisse/presse-clause-sauvegarde-effets/story/12142706" target="_self">pensa</a> que ter&aacute; &ldquo;poucos efeitos pr&aacute;ticos&rdquo;, enquanto <em>Le Temps</em> <a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp;jsessionid=2E20A1D3B864D3617AB2CC97AC6D9890" target="_self">estima</a> que se trata de uma medida &ldquo;puramente cosm&eacute;tica&rdquo; e que</p>
<blockquote><p>o Conselho Federal, ao acionar a cl&aacute;usula de salvaguarda prevista no acordo de livre circula&ccedil;&atilde;o com a UE, pretendeu transmitir um sinal pol&iacute;tico claro a uma opini&atilde;o cada vez mais inquieta do aumento da imigra&ccedil;&atilde;o europeia na Su&iacute;&ccedil;a.</p>
</blockquote>
<p>Na Su&iacute;&ccedil;a germ&acirc;nica, s&atilde;o sobretudo as consequ&ecirc;ncias deste an&uacute;ncio sobre as rela&ccedil;&otilde;es com a UE que suscitam preocupa&ccedil;&otilde;es. O <em>Tagesanzeiger</em> <a href="http://www.tagesanzeiger.ch/schweiz/standard/Der-neue-Krach-mit-der-EU/story/29355944" target="_self">prev&ecirc;</a> uma diminui&ccedil;&atilde;o da &ldquo;boa vontade relativamente a uma Su&iacute;&ccedil;a que se mostra cada vez mais recalcitrante&rdquo;, enquanto o <em>St-Galler Tagblatt</em> <a href="http://www.tagblatt.ch/nachrichten/politik/schweiz/schweiz/art331,2947614" target="_self">considera</a> que o Conselho Federal estimou que era importante transmitir &ldquo;este sinal ao povo&rdquo; de que est&aacute; disposto a &ldquo;deixar Bruxelas irritada&rdquo;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:51:29 +0100</pubDate><guid>1837601</guid></item>
<item><title>Bielorrússia | Ativista libertado alerta UE para não fazer concessões</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1823941-ativista-libertado-alerta-ue-para-nao-fazer-concessoes</link><description><![CDATA[<p>Andrei Sannikov, um dos prisioneiros pol&iacute;ticos mais not&aacute;veis da Bielorr&uacute;ssia foi libertado no dia 14 de abril do que <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/news/world/europe/we-must-not-forget-hundreds-still-in-belarus-gulag-warns-freed-dissident-7648294.html"><em>The Independent</em> descreve</a> como um dos &ldquo;campos de trabalhos for&ccedil;ados mais not&oacute;rios do Gulag&rdquo;. Sannikov, antigo vice ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, e um dos candidatos da oposi&ccedil;&atilde;o mais populares frente a Alexander Lukashenko nas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de dezembro de 2010, foi detido no seguimento dos protestos contra fraude eleitoral ap&oacute;s o Presidente Lukashenko ter ganho um quarto mandato com uma margem duvidosamente elevada. Foi mais tarde sentenciado a cinco anos de trabalho for&ccedil;ado por participar em &ldquo;manifesta&ccedil;&otilde;es em massa&rdquo;. </p>
<p>Numa entrevista ao di&aacute;rio londrino, Sannikov descreveu as condi&ccedil;&otilde;es que suportou durante os 18 meses de encarceramento. Tendo j&aacute; acusado os servi&ccedil;os secretos bielorrussos, o KGB, de tortura, disse:</p>
<blockquote><p>Grande parte do tempo fui mantido em pris&atilde;o solit&aacute;ria, mas quando me transferiram para a minha &uacute;ltima pris&atilde;o foi proibido que falassem comigo. Se algu&eacute;m come&ccedil;asse a falar para mim, e n&atilde;o me refiro para me apoiarem ou expressarem qualquer tipo de solidariedade, seria imediatamente colocado em piores condi&ccedil;&otilde;es ou enviado para outra col&oacute;nia.</p>
</blockquote>
<p>A liberta&ccedil;&atilde;o de Sannikov, juntamente com a do seu partid&aacute;rio pol&iacute;tico, Zmitser Bandarenka, deve-se em parte &agrave; sua decis&atilde;o de querer o perd&atilde;o presidencial. <em>The Independent</em> real&ccedil;a que</p>
<blockquote><p>Isto permite ao regime de Minsk real&ccedil;ar que estes se deram como culpados e salientar que as autoridades foram magn&acirc;nimas ao libert&aacute;-los.</p>
</blockquote>
<p>Mesmo assim o ato foi reconhecido em algumas cidades como um sinal de que a press&atilde;o diplom&aacute;tica da UE, incluindo a proibi&ccedil;&atilde;o de viajar e a suspens&atilde;o de embaixadores, foi bem-sucedida. O di&aacute;rio londrino acrescenta que Sannikov &ldquo;alertou a Europa para n&atilde;o fazer concess&otilde;es ao regime at&eacute; todos prisioneiros pol&iacute;ticos [que s&atilde;o centenas] serem libertados&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 14:55:21 +0100</pubDate><guid>1823941</guid></item>
<item><title>Debate | Marte e Vénus, dez anos depois (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1784521-marte-e-venus-dez-anos-depois</link><description><![CDATA[Os americanos acreditam no Deus da guerra, os europeus inspiram-se na Deusa do amor, afirmava o americano Robert Kagan em 2002. Mas após o Iraque, o Afeganistão e a crise europeia, esta tese controversa revela uma reviravolta surpreendente das perspetivas. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 16:40:11 +0100</pubDate><guid>1784521</guid></item>
<item><title>Balcãs | Bomba-relógio demográfica no Kosovo (The Irish Times, Dublin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1778971-bomba-relogio-demografica-no-kosovo</link><description><![CDATA[O Estado mais novo do continente regista a taxa de desemprego mais elevada. Sem hipóteses de viajar e com poucas oportunidades no país, será que o Kosovo está a arranjar maneira de a geração mais nova fazer uma revolução? (Article)]]></description><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 12:49:55 +0100</pubDate><guid>1778971</guid></item>
<item><title>Israel-UE | Lady Ashton tocou num nervo sensível (Ha’Aretz, Telavive)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1695681-lady-ashton-tocou-num-nervo-sensivel</link><description><![CDATA[A comparação feita pela patroa da diplomacia europeia no dia seguinte ao massacre de Toulouse entre os estudantes judeus assassinados por Mohamed Merah e as crianças vítimas da guerra na Síria, em Gaza ou Sderot, provocou uma onda de indignação em Israel. Mas este último deveria deixar de se fazer de eterna vítima, considera o editorialista Gideon Levy. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:04:30 +0100</pubDate><guid>1695681</guid></item>
<item><title>Bielorrússia | Os amigos de Lukashenko em Bruxelas (euobserver.com, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1660591-os-amigos-de-lukashenko-em-bruxelas</link><description><![CDATA[Apesar de o Presidente Alexander Lukashenko estar a tornar-se cada vez mais cruel – com a execução recente de dois homens acusados do atentado bombista no metropolitano de Minsk – a capital da UE assiste à pressão de grupos em sua defesa, a um nível sem precedentes, relata o EUobserver. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 20 Mar 2012 15:52:06 +0100</pubDate><guid>1660591</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE pode nomear representante para os Direitos do Homem</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1599071-ue-pode-nomear-representante-para-os-direitos-do-homem</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;UE quer refor&ccedil;ar o combate pelos seus valores&rdquo;, <a target="_self" href="http://jp.dk/udland/europa/article2717917.ece">anuncia o <em>Jyllands-Posten</em></a>. Reunidos em Copenhaga, a 9 de mar&ccedil;o, os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros dever&atilde;o discutir uma proposta dinamarquesa e alem&atilde; para nomea&ccedil;&atilde;o de um representante especial para os Direitos do Homem. Esta proposta, explica o di&aacute;rio de Aarhus, aparece</p>
<blockquote><p>numa altura em que, desde h&aacute; v&aacute;rios anos, a UE perdeu a sua influ&ecirc;ncia na ONU e, especialmente, no Conselho dos Direitos do Homem, onde antes o Ocidente se sentia como na sua pr&oacute;pria casa. Ent&atilde;o, a UE era apoiada por 72% dos pa&iacute;ses da ONU e hoje apenas cerca de metade a apoiam. A experi&ecirc;ncia demonstra que os esfor&ccedil;os de l&oacute;bi direcionados para forjar alian&ccedil;as, em particular junto de pa&iacute;ses africanos, pode inverter a imagem [da UE] e esta aproxima&ccedil;&atilde;o pode ser posta em marcha por um representante especial para os Direitos do Homem.</p>
</blockquote>
<p>Mesmo que seja aprovada pelos ministros, a cria&ccedil;&atilde;o de um tal cargo nunca ser&aacute; oficial antes de junho, quando a UE apresentar a sua nova pol&iacute;tica em mat&eacute;ria de Direitos do Homem.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 14:20:30 +0100</pubDate><guid>1599071</guid></item>
<item><title>Irão | UE favorável ao diálogo com o Teerão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1590741-ue-favoravel-ao-dialogo-com-o-teerao</link><description><![CDATA[<p>Um ano ap&oacute;s o fracasso das &uacute;ltimas negocia&ccedil;&otilde;es internacionais sobre o programa nuclear iraniano, &ldquo;a UE quer negociar com o Ir&atilde;o&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.welt.de/print/die_welt/politik/article13907656/Atomstreit-EU-will-mit-dem-Iran-verhandeln.html">anuncia <em>Die Welt</em></a>. O di&aacute;rio berlinense adianta que a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, fez esta oferta em nome do grupo 5+, composto pela Alemanha, a Fran&ccedil;a, o Reino Unido, a China, a R&uacute;ssia e os Estados Unidos. Ao relembrar que os Estados Unidos e Israel continuam a divergir sobre a linha a seguir no dossi&ecirc; iraniano, uma vez que Barack Obama privilegia a diplomacia em vez de poss&iacute;veis incurs&otilde;es militares evocadas por Benjamin Netanyahu, o <a target="_self" href="http://www.welt.de/print/welt_kompakt/print_politik/article13907528/Dank-an-Israel.html">editorial</a> de <em>Die Welt</em> &ldquo;agradece a Israel&rdquo;:</p>
<blockquote><p>N&atilde;o nos iludamos: se a Europa envia a t&atilde;o eloquente como impotente Catherine Ashton em reconhecimento para iniciar uma discuss&atilde;o com o Teer&atilde;o, se Barack Obama eleva a voz contra o desafio iraniano h&aacute; j&aacute; alguns meses, deve-se apenas ao facto dos israelitas se fazerem de fortes e afirmarem que ningu&eacute;m os pode controlar. [...] Se [os israelitas] tivessem sido t&atilde;o prudentes como a maioria dos Estados, Teer&atilde;o n&atilde;o teria problemas em aceder brevemente &agrave; bomba. [...] Em caso de urg&ecirc;ncia, ser&aacute; o Ocidente quem dever&aacute; retirar as armas nucleares das m&atilde;os dos dirigentes iranianos.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 07 Mar 2012 16:42:36 +0100</pubDate><guid>1590741</guid></item>
<item><title>Rússia | Putin na encruzilhada</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1582471-putin-na-encruzilhada</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&quot;No domingo &agrave; noite, Vladimir Putin entrou na sua fase Brejnev&quot;, escreveu o cronista Luke Harding, no <em>Guardian</em>:<b id="internal-source-marker_0.5453458924312145"><span><br />
</span></b></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/guardian-05032012-100_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Deixou de ser simplesmente um líder eleito e avançou no sentido de se tornar Presidente vitalício. Depois de ter contornado cuidadosamente as regras, cumprindo um mandato como primeiro-ministro (nenhum dirigente russo pode cumprir mais de dois mandatos presidenciais consecutivos, Putin pode, agora, ir até ao infinito. Brejnev esteve no poder 18 anos e Estaline 31. Apesar dos rumores de uma revolução às portas do Kremlin, quem aposta contra a hipótese de Vladimir igualar Leonid?

Confrontado com o espetro de uma Revolução Laranja, Putin tem duas opções. Pode tentar aplacar os manifestantes, com vagas promessas de reformas liberais, ou recorrer às mesmas táticas lugubremente repressivas do KGB, que funcionaram em ocasiões anteriores: listas negras dos principais opositores, detenções e a aplicação, aos seus inimigos, do rótulo permanente de traidores ao serviço do Ocidente e ‘infiltrados’ apoiados pelos EUA. Putin parece inclinado para a segunda opção, mais brutal.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>E, escreve o <em>Westdeutsche Zeitung</em>, se quiser evitar uma revolu&ccedil;&atilde;o, o novo inquilino do Kremlin deve aprender a fazer compromissos e a deixar de se apresentar como soberano autorit&aacute;rio, transformando-se em dirigente pragm&aacute;tico. O antigo Presidente sovi&eacute;tico Mikhail Gorbatchov definiu, de uma maneira muito correta, o dilema de Putin:<b id="internal-source-marker_0.5453458924312145"><span><br />
</span></b></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Westdeutsche-zeitung-100-lo_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Se não se vencer a si mesmo e não mudar as coisas, as pessoas vão sair à rua. A comunidade internacional não está interessada em que, à primavera árabe, se siga um verão russo. A Alemanha, em especial, depende da Rússia como parceiro estável nos domínios das matérias-primas e do comércio. Até agora, no nosso país, não tivemos que nos preocupar com o abastecimento de petróleo e de gás. Mas não devemos virar a cara e olhar para o outro lado: o crepúsculo do czar russo começou.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Seguindo a mesma linha, o fil&oacute;sofo e historiador das ideias Marcin Kr&oacute;l salienta, no <em>Wprost</em>, que:<b id="internal-source-marker_0.5453458924312145"><span><br />
</span></b></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/wprost-0503-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">a Europa – os seus líderes políticos medíocres e, também, os seus dirigentes do passado, que hoje surgem como gigantes políticos – sempre desejaram que a calma e a paz prevaleçam na Rússia. É por isso que Putin é uma solução perfeita para a Europa; uma coisa de que este tem plena consciência, sem recear oposição interna. Na verdade, a Europa seria favorável a uma democratização da Rússia, desde que o processo evolua de forma pacífica, sem banho de sangue nem perturbação das relações internacionais. Por outras palavras, a Europa gostaria que, na Rússia, o poder fosse conquistado por forças realmente democráticas, mas não mexerá um dedo para que se chegue a esse resultado.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Esta opini&atilde;o &eacute; partilhada, no <em>Corriere della Sera</em>, pelo antigo correspondente em Moscovo, Arrigo Levi, que pergunta &quot;o que dever&aacute; a Europa fazer&quot; com a R&uacute;ssia.<b id="internal-source-marker_0.5453458924312145"><span><br />
</span></b></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/corriere-sera-0503-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Vinte anos após a queda da URSS, continuamos sem saber se os russos "aprenderam a fazer bom uso da liberdade", para citar o último dirigente soviético, Mikhail Gorbatchov. A esperança de que, de um dia para o outro, a Rússia se transformasse numa democracia multipartidária talvez tenha sido demasiado otimista […]. Parece que o desejo de reforma que tem sido manifestado na sua capital não é partilhado pelo resto deste imenso país. […] Mas, dadas as circunstâncias, é do interesse da Europa manter uma relação estável de coexistência pacífica e de forte cooperação económica e política, independentemente das circunstâncias que possam vir a surgir.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>&quot;As condi&ccedil;&otilde;es em que Putin teve que obter este regresso ao Kremlin [&hellip;] deixaram-lhe sem d&uacute;vida um gosto amargo na boca&quot;, salienta, por seu turno, <em>Le Monde</em>:<b id="internal-source-marker_0.5453458924312145"><span><br />
</span></b></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/le-monde-0503-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Em Moscovo, não conseguiu a maioria. Ao contrário do que parece, Vladimir Putin não controla tudo. Teve que se bater como nunca, para alcançar esta vitória. A Rússia mudou. O movimento de protesto, sem precedentes, que tem agitado a capital e várias outras grandes cidades do país, desde as eleições legislativas de 4 de dezembro, manchadas pela fraude, ilustra o despertar de uma nova categoria de cidadãos, com a qual o senhor do Kremlin vai ter que contar. Paradoxalmente, esta nova classe média urbana e informada emergiu e prosperou sob o regime de Putin. […] Se quiser […] modernizar a Rússia, diversificar a sua economia e fazer dela um país com peso na cena mundial […], Putin terá que trabalhar com essa classe média rebelde [e] mostrar que, se a Rússia mudou, ele também é capaz de evoluir.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 05 Mar 2012 17:56:54 +0100</pubDate><guid>1582471</guid></item>
<item><title>Estados Unidos | Um espantalho chamado Europa (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1582311-um-espantalho-chamado-europa</link><description><![CDATA[Paraíso da eutanásia, pátria do socialismo, berço da crise da dívida… na campanha presidencial dos 
republicanos americanos, a Europa aparece como o modelo a evitar a todo o custo. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 05 Mar 2012 16:22:31 +0100</pubDate><guid>1582311</guid></item>
<item><title>EU-Bielorrússia | Minsk desencadeia guerra diplomática</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1564051-minsk-desencadeia-guerra-diplomatica</link><description><![CDATA[<p>&quot;A guerra de Lukashenko&quot;, <a target="_self" href="http://m.wyborcza.pl/wyborcza/1,105226,11253431,Wojna_Lukaszenki.html">&eacute; este o t&iacute;tulo do <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, depois de, em resposta &agrave;s novas <a target="_self" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/EN/foraff/128246.pdf">san&ccedil;&otilde;es</a> impostas ao pa&iacute;s pela UE, as autoridades bielorrussas terem ordenado aos embaixadores da Pol&oacute;nia e da UE que abandonassem Minsk. </p>
<p>Os embaixadores de outros Estados-membros da UE dever&atilde;o deixar a capital da Bielorr&uacute;ssia, num gesto de solidariedade.</p>
<p>Este di&aacute;rio de Vars&oacute;via salienta que,</p>
<blockquote><p>ao perseguir os embaixadores, Alexander Lukashenko est&aacute; a tentar paralisar os servi&ccedil;os diplom&aacute;ticos de pa&iacute;ses demasiado liberais na concess&atilde;o de vistos aos seus compatriotas.</p>
</blockquote>
<p>Entretanto, <a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/9133,830552-Bialorus-wyrzuca-polskiego-ambasadora---Talaga.html">o <em>Rzeczpospolita</em> insiste</a> em que, apesar de &quot;Lukashenko ter escolhido a Pol&oacute;nia&quot; como &quot;inimigo n&uacute;mero um&quot; e de ser necess&aacute;ria uma &quot;resposta diplom&aacute;tica dura&quot;, &eacute; aconselh&aacute;vel que se adote uma abordagem moderada.</p>
<blockquote><p>N&atilde;o sabemos se, dentro de meio ano ou de um ano, Lukashenko voltar&aacute; a pedir financiamentos e assist&ecirc;ncia &agrave; UE. Se isso acontecer, n&atilde;o podemos renunciar a exigir a liberta&ccedil;&atilde;o dos presos pol&iacute;ticos. Mas n&atilde;o exageremos, pedindo a plena democratiza&ccedil;&atilde;o [do pa&iacute;s].</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 15:24:37 +0100</pubDate><guid>1564051</guid></item>
<item><title>UE-Bielorrússia | Eslovénia utiliza veto na UE por 150 milhões de euros</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1554711-eslovenia-utiliza-veto-na-ue-por-150-milhoes-de-euros</link><description><![CDATA[<p>A Eslov&eacute;nia dever&aacute; vetar a proposta de novas san&ccedil;&otilde;es contra a Bielorr&uacute;ssia, na reuni&atilde;o de hoje dos ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros da UE, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,90913,11233874,Czy_Bialorus_przekupila_Slowenie_.html">noticia o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, citando fontes n&atilde;o oficiais em Bruxelas. Este di&aacute;rio de Vars&oacute;via salienta com ironia que,</p>
<blockquote><p>curiosamente, o veto esloveno coincide com dois grandes contratos recentes para a constru&ccedil;&atilde;o de um hotel de luxo em Minsk e de instala&ccedil;&otilde;es de energia na Bielorr&uacute;ssia, adjudicados &agrave; empresa eslovena Riko Group.</p>
</blockquote>
<p>Os dois contratos t&ecirc;m um valor de cerca de 150 milh&otilde;es de euros e foram assinados, pela parte bielorrussa, pelo oligarca Yuri Chizh, considerado como o &quot;banqueiro n&atilde;o oficial&quot; do Presidente Alexander Lukashenko. H&aacute; muito que se espera que Yuri Chizh seja inclu&iacute;do na lista negra da UE mas a proposta da sua inclus&atilde;o tem vindo a ser vetada por um dos Estados-membros. O <em>Gazeta Wyborcza </em>acrescenta:&nbsp;</p>
<blockquote><p>Agora, a Eslov&eacute;nia prepara-se para deitar por terra a pol&iacute;tica da UE em rela&ccedil;&atilde;o ao regime de Lukashenko, em troca de 150 milh&otilde;es de euros. O regime de Minsk est&aacute; por certo encantado. E os presos pol&iacute;ticos v&atilde;o ter de entender que, para a Europa assolada pela crise, os neg&oacute;cios s&atilde;o mais importantes do que os valores e os direitos humanos.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 27 Feb 2012 15:38:06 +0100</pubDate><guid>1554711</guid></item>
<item><title>UE-Síria | Ninguém faz nada para parar Assad (Revista 22, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1517461-ninguem-faz-nada-para-parar-assad</link><description><![CDATA[De que forma nos podemos opor aos massacres na Síria? Esta questão é cada vez mais premente, mas o Ocidente, com a Europa à frente, mostra-se impotente e indeciso. Será que as condições se alteraram depois da intervenção na Líbia? (Article)]]></description><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:16:19 +0100</pubDate><guid>1517461</guid></item>
<item><title>França | A ferida aberta do genocídio ruandês (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1495101-ferida-aberta-do-genocidio-ruandes</link><description><![CDATA[Dois campos, duas teses, duas visões da França: dezoito anos após o massacre de 800 mil tutsis, o papel de Paris continua a suscitar uma controvérsia apaixonada, que evolui com as investigações judiciais. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:45:58 +0100</pubDate><guid>1495101</guid></item>
<item><title>UE-EUA | Obama suaviza discurso antes da visita de Monti</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1494911-obama-suaviza-discurso-antes-da-visita-de-monti</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;It&aacute;lia est&aacute; a dar passos impressionantes.&rdquo; No dia em que o primeiro-ministro italiano Mario Monti chega a Washington para a sua primeira visita oficial, <em>La Stampa</em> dedica a sua primeira p&aacute;gina a uma <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/lastampa-in-english/articolo/lstp/441774/">entrevista exclusiva com Barack Obama</a>. O Presidente dos Estados Unidos n&atilde;o poupa louvores ao novo primeiro-ministro, dizendo que Monti est&aacute; a &ldquo;modernizar a economia italiana&rdquo; e que &ldquo;voltou a p&ocirc;r o pa&iacute;s no caminho do crescimento&rdquo;. Mas Obama tamb&eacute;m tinha palavras suaves para dirigir a toda a Uni&atilde;o Europeia:</p>
<blockquote><p>Nos &uacute;ltimos dois anos, a Europa deu um grande n&uacute;mero de passos t&atilde;o cruciais quanto dif&iacute;ceis para enfrentar a crise. Em It&aacute;lia e por toda a Europa, os cidad&atilde;os est&atilde;o a fazer grandes sacrif&iacute;cios. Os governos europeus chegaram a acordo para alterarem a arquitetura da Uni&atilde;o Europeia. [&hellip;] O destino das nossas economias est&aacute; inextrincavelmente ligado, e a rela&ccedil;&atilde;o da nossa economia com a Europa &eacute; uma parte importante do nosso esfor&ccedil;o para criar emprego e prosperidade nos Estados Unidos. A Uni&atilde;o Europeia &eacute; o &uacute;nico grande parceiro econ&oacute;mico da Am&eacute;rica.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, o presidente disse que os pa&iacute;ses europeus precisam de levantar uma &ldquo;parede de prote&ccedil;&atilde;o maior&rdquo; para que a crise da d&iacute;vida n&atilde;o se espalhe, e precisam de &ldquo;mostrar o seu empenho absoluto na futura integra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica na Europa&rdquo;.</p>
<p>Obama tamb&eacute;m sublinhou a import&acirc;ncia da NATO &ndash; elogiando a decis&atilde;o da It&aacute;lia de estender para al&eacute;m de 2014 o seu compromisso no Afeganist&atilde;o &ndash; e o papel da Europa na &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo;, desejando que tal ajude a aumentar a press&atilde;o para que o Presidente da S&iacute;ria, Bashar al-Assad, se demita. Mas, se Washington j&aacute; est&aacute; a pensar numa solu&ccedil;&atilde;o militar, conforme foi <a target="_self" href="http://edition.cnn.com/2012/02/07/world/meast/syria-unrest/index.html">revelado</a> pela <em>CNN</em>, os pa&iacute;ses europeus ainda se op&otilde;em ao envio de tropas e esperam uma solu&ccedil;&atilde;o diplom&aacute;tica de &uacute;ltima hora, <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/esteri/sezioni/articolo/lstp/441731/">escreve <em>La Stampa</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:06:58 +0100</pubDate><guid>1494911</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Pequim manda Merkel "fazer os seus deveres"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1477311-pequim-manda-merkel-fazer-os-seus-deveres</link><description><![CDATA[<p>Angela Merkel encontrou-se com o seu professor, em Pequim. &ldquo;A Rep&uacute;blica Popular da China manda passear a chanceler&rdquo;, titula o <em>Handelsblatt</em>, em rea&ccedil;&atilde;o &agrave; viagem de tr&ecirc;s dias de Merkel no Imp&eacute;rio do Meio, onde esperava, entre outras coisas, pedir a ajuda chinesa para a salva&ccedil;&atilde;o do euro. &Eacute; certo que Pequim quer participar na solu&ccedil;&atilde;o da crise mas n&atilde;o conta perder o seu dinheiro. </p>
<p>&ldquo;Nada de promessas de investimentos diretos aos europeus, declarou friamente o primeiro-ministro Wen Jiabao&rdquo;, <a href="http://de.finance.yahoo.com/nachrichten/volksrepublik-china-l%C3%A4sst-kanzlerin-abblitzen-225900581.html" target="_self">escreve</a> o di&aacute;rio econ&oacute;mico. &ldquo;Os pa&iacute;ses endividados t&ecirc;m, primeiro, que &lsquo;tomar decis&otilde;es dolorosas e fazerem os seus deveres&rsquo;&rdquo;. Ou seja, explica o editorial do <em>Handelsblatt</em>:</p>
<blockquote><p>&hellip; reduzir as d&iacute;vidas, alargar os mecanismos de controlo e tomar posi&ccedil;&otilde;es claras, francas e confi&aacute;veis para com o resto do mundo. [&hellip;] O dinheiro que os chineses querem investir na Europa n&atilde;o tem como objetivo ser uma ajuda ao desenvolvimento mas sim um bom investimento. No melhor dos casos, no plano econ&oacute;mico e pol&iacute;tico.</p>
</blockquote>
<p>Do ponto de vista alem&atilde;o, a China podia desempenhar um papel-chave com os seus 3,2 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares de reservas de divisas. O <em>Frankfurter Rundschau</em> <a href="http://www.fr-online.de/politik/merkel-in-china-merkel-gilt-in-china-als-euro-chefsaniererin,1472596,11560606.html" target="_self">lembra</a> as contrapartidas exigidas em troca, como por exemplo:</p>
<blockquote><p>o reconhecimento, pela UE, do estatuto de economia de mercado para a China, o que tornaria mais dif&iacute;cil &agrave;s empresas europeias tomarem medidas contra os crimes contra a concorr&ecirc;ncia e o dumping sobre os pre&ccedil;os.</p>
</blockquote>
<p>Resultado, afirma o <em>Handelsblatt</em>: a chanceler, que pode querer ser considerada pelos chineses como &ldquo;a renovadora chefe do euro&rdquo;, n&atilde;o teve oportunidade de promover as rela&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas bilaterais, como estava previsto, e n&atilde;o tem outro rem&eacute;dio sen&atilde;o esperar pelos encontros que ainda ter&aacute; no decorrer do ano para arrancar as promessas ao primeiro-ministro chin&ecirc;s.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:20:21 +0100</pubDate><guid>1477311</guid></item>
<item><title>Chipre | A ilha de férias que se tornou russa (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1474501-ilha-de-ferias-que-se-tornou-russa</link><description><![CDATA[Dezenas de milhares de russos estão a transformar Chipre na sua casa fora de casa. Uma tendência que levanta questões quanto às relações diplomáticas e financeiras entre Nicósia e Moscovo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:43:41 +0100</pubDate><guid>1474501</guid></item>
<item><title>Diplomacia | A guerra não declarada da Europa contra o Irão (The New York Times, Nova Iorque )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1446941-guerra-nao-declarada-da-europa-contra-o-irao</link><description><![CDATA[Quais são as consequências das sanções excecionais impostas pela UE em relação às importações de petróleo iraniano, numa tentativa de frustrar o alegado programa de armas nucleares de Teerão? A pergunta é formulada por um cientista político residente em Telavive. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:49:06 +0100</pubDate><guid>1446941</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE levanta a voz contra o nuclear</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1436771-ue-levanta-voz-contra-o-nuclear</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p><a id="internal-source-marker_0.926478624033686" href="http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2012/01/23/10001-20120123ARTFIG00659-iran-l-urgence-d-un-embargo-petrolier.php"><span>Para&nbsp;</span><em><span>Le Figaro</span></em></a><span>,</span><span>&nbsp;</span>que relembra que atacar as exporta&ccedil;&otilde;es de petr&oacute;leo iraniano,&nbsp;equivale a amea&ccedil;ar diretamente o regime da Rep&uacute;blica Isl&acirc;mica, cujo&nbsp;or&ccedil;amento depende em 50% dessas receitas, o embargo europeu &eacute; &ldquo;<em>uma&nbsp;aposta</em>&rdquo;:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/figaro-24012012-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Nada indica que a perda do mercado europeu por parte do Irão não será compensada noutro sítio. O risco de ver aumentar ainda mais o valor do petróleo é limitado: a retoma da produção de hidrocarbonetos no Iraque e na Líbia deverá amortecer o choque produzido, numa altura em que a economia mundial tem vindo a abrandar. Será isto suficiente para levar o Teerão a negociar seriamente o nuclear? Duvida-se. O regime dos mullahs ainda não chegou ao ponto de ter de escolher entre a sua sobrevivência e o seu programa militar. Deve-se agir urgentemente. Caso contrário, como conseguiremos convencer os israelitas a não intervir, tendo em conta que estão convencidos da iminente capacidade nuclear iraniana? O embargo petrolífero é sem dúvida menos eficaz do que a guerra secreta travada com atos de sabotagem, assassínios e vírus informáticos. Mas tem o mérito de mostrar publicamente que a Europa continua a exercer pressão sobre o Irão.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em termos de san&ccedil;&otilde;es contra o Ir&atilde;o, a UE jogou a sua &uacute;ltima cartada, alerta&nbsp;<em><a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/neue-sanktionen-im-atomstreit-mit-iran-letzte-chance-letzte-hoffnung-1.1265316">S&uuml;ddeutsche Zeitung</a>,&nbsp;</em>de Munique.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Suddeutsche-zeitung-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">É o último esforço na velha tentativa decenal de resolver o conflito de forma pacífica. Na verdade, se o Irão não ficar impressionado, só restarão os meios militares. A UE e os Estados Unidos, que apostam há anos em  sanções mais severas, correm um enorme risco. Mas quem pretender impedir o Irão de avançar no fabrico da bomba atómica, não terá alternativa.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Uma posi&ccedil;&atilde;o contestada pelo antigo representante permanente do Reino Unido&nbsp;na Ag&ecirc;ncia Internacional para a energia at&oacute;mica (AIEA). No londrino <em>The Daily Telegraph</em>,&nbsp;Peter Jenkins&nbsp;<a href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/iran/9033566/The-deal-the-West-could-strike-with-Iran.html">considera</a>&nbsp;que Teer&atilde;o devia ser autorizado a enriquecer o&nbsp;ur&acirc;nio &ndash; mas com o m&aacute;ximo de precau&ccedil;&atilde;o:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Daily-Telegraph-24012012-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Atualmente, o Ocidente é quase o único a insistir para que o Irão não enriqueça. A maioria dos não ocidentais prefere ver o Irão a ser tratado como as outras partes do Tratado de Não-Proliferação Nuclear [TNP]: que têm o
direito de enriquecer o urânio em troca de vigilância acrescida por parte dos inspetores da AIEA. Estou mais inclinado para esta solução. De facto, penso que a crise que se desenha poderia ser evitada por um acordo segundo as seguintes modalidades: o Irão aceitaria as garantias mais elevadas da AIEA em troca da autorização para continuar a enriquecer o urânio. Além disso, o Irão deveria adotar espontaneamente medidas para mostrar que não tem a intenção de fabricar armas nucleares. Foi este o principal acordo que o Irão propôs ao Reino Unido, à França e à Alemanha em 2005. Olhando para trás, devíamos tê-lo aceitado. Não o fizemos porque o nosso objetivo era travar qualquer enriquecimento por parte do Irão. Desde então foi este o objetivo estabelecido pelo Ocidente, apesar de os iranianos repetirem vezes sem conta que não se sujeitariam a ser tratados como membros de segunda no TNP – com menos direitos do que os outros signatários – e apesar de estes estarem
mais inclinados a enfrentá-los do que a ceder à pressão.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Mas provavelmente j&aacute; &eacute; demasiado tarde,&nbsp;<span id="internal-source-marker_0.926478624033686">calcula&nbsp;</span><a href="http://www.lavanguardia.com/"><em>La Vanguardia</em></a>, de&nbsp;Barcelona: &ldquo;<em>Tanto Bruxelas como Washington deixaram de acreditar na&nbsp;cantiga do Teer&atilde;o, segundo a qual, as suas atividades t&ecirc;m uma finalidade&nbsp;exclusivamente pac&iacute;fica e civil</em>&rdquo;. Dito isto,</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/vanguardia-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">o impacto económico da medida é incerto: depende em grande parte da adesão de outros países, como a China, o Japão ou a Índia que, caso contrário contrário, poderiam também absorver a produção destinada à UE [20% das
exportações iranianas]. No entanto, as sanções arriscam a ter um efeito bumerangue e podem acabar por afetar a economia europeia. Os especialistas aguardam um aumento do preço do petróleo […], e são precisamente os países mais afetados pela crise que mais dependem do Irão; após a Grécia, será a Espanha, o país mais afetado pelo boicote.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:15:50 +0100</pubDate><guid>1436771</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Bruxelas embarga petróleo iraniano</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1432641-bruxelas-embarga-petroleo-iraniano</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Bruxelas inicia a asfixia do Ir&atilde;o</em>&rdquo;, escreve&nbsp;<a target="_self" href="http://www.elmundo.es"><em>El Mundo</em></a>, relativamente &agrave; decis&atilde;o da UE, a 23 de janeiro, de embargar o petr&oacute;leo iraniano. Segundo o jornal madrileno,&nbsp;este &ldquo;<em>entrar&aacute; em vigor em julho para permitir &agrave; Espanha, &agrave; It&aacute;lia e &agrave; Gr&eacute;cia procurar&nbsp;fornecedores alternativos</em>&rdquo; :</p>
<blockquote><p>Entre a press&atilde;o grega para adiar san&ccedil;&otilde;es tanto quanto poss&iacute;vel e a posi&ccedil;&atilde;o do Reino Unido, da Fran&ccedil;a e da Alemanha, que desejavam um embargo que entrasse em vigor o mais tardar em maio, a estrat&eacute;gia que foi finalmente aprovada parece um acordo a meio caminho.</p>
</blockquote>
<p>Uma vez que o Ir&atilde;o &eacute; o principal fornecedor de petr&oacute;leo da Gr&eacute;cia, o jornal considera que a UE est&aacute; em busca de uma morat&oacute;ria &lsquo;razo&aacute;vel&rsquo; para evitar que esta&nbsp;decis&atilde;o se torne &ldquo;<em>uma faca de dois gumes que pode complicar o mau estado da&nbsp;economia europeia</em>&rdquo;.<em> El Mundo</em> chama-lhe &ldquo;<em>san&ccedil;&atilde;o sem precedentes</em>&rdquo; que vai&nbsp;acabar com os 450 mil barris que o Ir&atilde;o exporta por dia para a UE (18% das respetivas&nbsp;exporta&ccedil;&otilde;es globais):</p>
<blockquote><p><em>O problema &eacute; que a press&atilde;o econ&oacute;mica europeia pode n&atilde;o ser suficiente se a Turquia&nbsp;e as principais pot&ecirc;ncias asi&aacute;ticas (China, Jap&atilde;o e Coreia do Sul) se recusarem a aplicar&nbsp;qualquer tipo de embargo ou san&ccedil;&atilde;o. O mesmo se aplica &agrave; R&uacute;ssia, onde o Presidente&nbsp;Dimitri Medvedev afirmou claramente aos l&iacute;deres da Uni&atilde;o que o seu pa&iacute;s n&atilde;o tem&nbsp;nenhum problema diplom&aacute;tico com o Ir&atilde;o.</em></p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 16:19:31 +0100</pubDate><guid>1432641</guid></item>
<item><title>Diplomacia | A comédia eurorrussa (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1300951-comedia-eurorrussa</link><description><![CDATA[Unidas por interesses comuns mas separadas pelos valores discrepantes, Europa e Rússia veem-se forçadas a entrar num jogo político no qual os europeus pedem democracia e Moscovo finge escutar. A cimeira de 15 de dezembro em Bruxelas não foi exceção. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 16 Dec 2011 16:35:44 +0100</pubDate><guid>1300951</guid></item>
<item><title>Parlamento Europeu | Um prémio para apaziguar consciências</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1287221-um-premio-para-apaziguar-consciencias</link><description><![CDATA[<p><em>&ldquo;Europa limpa a sua imagem com o pr&eacute;mio Sakharov&rdquo;</em>, considera &nbsp;<a href="http://www.elmundo.es/"><em>El Mundo</em></a>, no dia em que &eacute; entregue este&nbsp;<a href="http://www.europarl.europa.eu/news/pt/headlines/content/20111014FCS29297/html/Pr%C3%A9mio-Sakharov-para-a-Liberdade-de-Pensamento-2011" target="_blank">pr&eacute;mio do Parlamento Europeu</a>&nbsp;para a liberdade de esp&iacute;rito, concedido este ano a cinco&nbsp;militantes dos movimentos de contesta&ccedil;&atilde;o &aacute;rabes.</p>
<p>Destes, apenas dois puderam deslocar-se para receber a recompensa em Estrasburgo: o l&iacute;bio Ahamed el Senoussi, que passou 31&nbsp;anos nas pris&otilde;es de Muammar Kadhafi, e a militante eg&iacute;pcia Asmaa Mahfouz, do movimento&nbsp;6 de abril. Entre os outros laureados est&atilde;o a s&iacute;ria Razan Zeitouneh, advogada dos direitos&nbsp;humanos e bloguista, que vive hoje na clandestinidade, e o sat&iacute;rico pol&iacute;tico s&iacute;rio Ali Farzat,&nbsp;refugiado no Kuwait por ter sido atacado por partid&aacute;rios do regime de Bashar al-Assad. O&nbsp;&uacute;ltimo pr&eacute;mio foi atribu&iacute;do a t&iacute;tulo p&oacute;stumo a Mohamed Bouazizi, cuja imola&ccedil;&atilde;o deu in&iacute;cio &agrave;&nbsp;revolu&ccedil;&atilde;o tunisina.</p>
<p>&ldquo;<em>A Europa fechou durante anos os olhos &agrave;s ditaduras &aacute;rabes</em>&rdquo; e os pr&eacute;mios deste&nbsp;ano &ldquo;<em>simbolizam este sentimento de culpa</em>&rdquo;, real&ccedil;a o di&aacute;rio espanhol. Mas, apesar de o&nbsp;Parlamento Europeu ter condenado a repress&atilde;o na S&iacute;ria, &ldquo;<em>Bruxelas ainda n&atilde;o formulou nenhuma resposta unificada contra Assad</em>&rdquo;, e h&aacute; ainda &ldquo;<em>muito a fazer na UE para responder&nbsp;de forma adequada aos processos democr&aacute;ticos no mundo &aacute;rabe</em>&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 13:45:54 +0100</pubDate><guid>1287221</guid></item>
<item><title>UE/Rússia | Kalininegrado mais perto da Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1287101-kalininegrado-mais-perto-da-europa</link><description><![CDATA[<p>Os habitantes de Kalininegrado, o territ&oacute;rio russo entalado entre a Pol&oacute;nia e a&nbsp;Litu&acirc;nia, poder&atilde;o brevemente viajar para Gdańsk e outras cidades do lado da&nbsp;fronteira polaca sem precisarem de um visto.&nbsp;Os polacos das prov&iacute;ncias da Pomer&acirc;nia e da V&aacute;rmia-Mas&uacute;ria, por sua vez,&nbsp;n&atilde;o precisar&atilde;o mais de um visto russo para viajar at&eacute; &agrave; regi&atilde;o de Kalininegrado&nbsp;para comprar petr&oacute;leo, que &eacute; muito mais barato do que na Pol&oacute;nia, por&nbsp;exemplo, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75477,10813431,Kaliningrad_blizej_Europy.html">regozija-se a&nbsp;<em>Gazeta  Wyborcza</em></a>.</p>
<p>Tudo isto se deve ao acordo sobre pequenos movimentos fronteiri&ccedil;os que ser&aacute;&nbsp;assinado em Moscovo no dia 14 de dezembro pelos ministros dos Neg&oacute;cios&nbsp;Estrangeiros da R&uacute;ssia e da Pol&oacute;nia. &ldquo;<em>A diplomacia russa pode declarar que&nbsp;este &eacute; o primeiro sucesso evidente de Moscovo nas rela&ccedil;&otilde;es com a UE</em>&rdquo;. &quot;<em>Passaram anos desde que a R&uacute;ssia assinou qualquer acordo com a UE</em> [&hellip;]&nbsp;<em>o di&aacute;logo entre n&oacute;s tem sido at&eacute; agora um mero ritual</em>&rdquo;, disse um diplomata&nbsp;polaco ao di&aacute;rio da Vars&oacute;via.&nbsp;Entretanto, o ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, expressou&nbsp;esperan&ccedil;as de que o acordo &ldquo;<em>prenuncie um movimento totalmente livre de vistos&nbsp;</em><em>entre a R&uacute;ssia e a UE</em>&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 12:25:28 +0100</pubDate><guid>1287101</guid></item>
<item><title>Transnístria | Escrutínio ardiloso em Tiraspol (România liberă, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1268121-escrutinio-ardiloso-em-tiraspol</link><description><![CDATA[A Transnístria, região separatista da Moldávia, vai eleger o seu presidente em 11 de dezembro, num escrutínio que faz parte de um estranho acordo entre o seu protetor russo e a Alemanha, e que visa resolver um conflito que se arrasta há 20 anos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:44:57 +0100</pubDate><guid>1268121</guid></item>
<item><title>Economia | Portugal, um prémio cobiçado pelos países emergentes (Expresso, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1255461-portugal-um-premio-cobicado-pelos-paises-emergentes</link><description><![CDATA[Para reduzir a sua dívida, o Governo português lançou um amplo programa de privatizações. Brasileiros, chineses e angolanos são hoje os principais candidatos à compra de empresas nacionais. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:33:12 +0100</pubDate><guid>1255461</guid></item>
<item><title>Geopolítica | O declínio da Europa não é para já (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1250331-o-declinio-da-europa-nao-e-para-ja</link><description><![CDATA[O poder económico não é o único critério para definir o poder mundial. O que importa é a maneira como os sistemas políticos reagem às novas crises. E, segundo esta perspetiva, a UE ainda tem hipóteses, considera o historiador holandês Dirk-Jan van Baar. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 05 Dec 2011 15:19:05 +0100</pubDate><guid>1250331</guid></item>
<item><title>Kosovo | Os sérvios que se viram para Moscovo (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1233741-os-servios-que-se-viram-para-moscovo</link><description><![CDATA[Receando ficar à mercê da maioria albanesa no dia em que a Sérvia for obrigada a reconhecer o Kosovo para aderir à UE, um número crescente de sérvios pediu a nacionalidade russa. Mas dificilmente poderão contar com a &quot;solidariedade eslava&quot; que invocam. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:32:24 +0100</pubDate><guid>1233741</guid></item>
<item><title>Moldávia | Presidente procura-se</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1171961-presidente-procura-se</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Quando nos encontramos para as elei&ccedil;&otilde;es?&rdquo;, questiona-se <a href="http://www.timpul.md/uploads/modules/news/editions/c1-c80af770070cf544602c352e007426d0-1.jpg"><em>Timpul</em></a> ap&oacute;s uma noite agitada: &agrave; meia-noite, no dia 14 de novembro, os comunistas e os pr&oacute;-europeus, as duas for&ccedil;as representadas no Parlamento de Chişinău, continuavam sem ter nenhum candidato para apresentar em comum. No dia 18 de novembro, o Parlamento dever&aacute; eleger um sucessor ao Presidente por intermedi&aacute;rio, o terceiro desde a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/574641-revolucao-real-promessas-virtuais">revolta do dia 7 de abril de 2009</a>, que assinalou o fim do reino comunista. A Mold&aacute;via, que desejava <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/168741-primeiros-passos-para-uniao">aderir &agrave; UE</a> e que s&oacute; faz parte da <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1006241-ue-nao-e-cabeca-do-oriente">Parceria Oriental</a>, repete a organiza&ccedil;&atilde;o de &ldquo;acontecimentos que nunca chegam a realizar-se&rdquo;, comenta o di&aacute;rio. Diversas <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/408891-mais-umas-eleicoes-para-nada">tentativas</a> falhadas na elei&ccedil;&atilde;o do Presidente, a falta de <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/331741-os-eleitores-optam-pelo-impasse">um referendo</a> para instaurar o sufr&aacute;gio universal&hellip; est&aacute; tudo um caos. &ldquo;Muito bem, pol&iacute;ticos! Encontr&aacute;mo-nos quando? Temos assuntos para tratar&hellip;&rdquo;, exclama <em>Timpul</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 Nov 2011 13:53:28 +0100</pubDate><guid>1171961</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Europa deve aprender com a América Latina (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1152321-europa-deve-aprender-com-america-latina</link><description><![CDATA[A crise da dívida deixa a zona euro numa situação idêntica à que a América Latina conheceu na década de 1990. Para uma solução mais rápida, os europeus deviam tirar ilações dos erros cometidos nesta época, estima o editorialista e antigo ministro venezuelano, Moises Naim. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 09 Nov 2011 17:36:53 +0100</pubDate><guid>1152321</guid></item>
<item><title>Alemanha/Síria | Material de vigilância europeu para Damasco?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1143811-material-de-vigilancia-europeu-para-damasco</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Estar&aacute; a S&iacute;ria a utilizar a tecnologia alem&atilde; para a sua vigil&acirc;ncia?&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/spiegel/vorab/0,1518,796059,00.html">questiona <em>Der Spiegel</em></a>. O seman&aacute;rio de Hamburgo levou a cabo uma investiga&ccedil;&atilde;o devido &agrave;s <a target="_self" href="http://www.bloomberg.com/news/2011-11-03/syria-crackdown-gets-italy-firm-s-aid-with-u-s-europe-spy-gear.html">revela&ccedil;&otilde;es do <em>Bloomberg</em></a>, segundo as quais o material de vigil&acirc;ncia da empresa inform&aacute;tica <a target="_self" href="http://www.utimaco.de/">Utimaco</a>, situada em Oberursel, ser&aacute; utilizado para fins repressivos na S&iacute;ria. A Utimaco desmentiu ter fornecido os seus produtos diretamente &agrave; empresa de telecomunica&ccedil;&otilde;es da S&iacute;ria. No entanto, confirma ter vendido material &agrave; empresa italiana <a target="_self" href="http://www.area.it/irj/portal/anonymous">Area</a>, com que trabalha h&aacute; anos, mas com a qual deixou de cooperar at&eacute; que a regularidade das suas exporta&ccedil;&otilde;es seja esclarecida. </p>
<p>No final de outubro, um deputado do partido de esquerda, Die Linke, tinha colocado em causa o Governo alem&atilde;o relativamente &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es das empresas das tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o para regimes autocr&aacute;ticos e ditatoriais, citando a Utimaco como exemplo: &ldquo;Em muitos Estados, a tecnologia de vigil&acirc;ncia &eacute; uma parte fundamental da repress&atilde;o&rdquo; declarara, invocando controlos de exporta&ccedil;&atilde;o mais rigorosos.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 07 Nov 2011 15:30:55 +0100</pubDate><guid>1143811</guid></item>
<item><title>Crise na zona euro | O salvador chinês também está endividado</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1120731-o-salvador-chines-tambem-esta-endividado</link><description><![CDATA[<p>E se a China n&atilde;o tiver meios para ajudar a Europa? No dia em que o presidente chin&ecirc;s Hu Jintao visita a &Aacute;ustria, <em>Die Presse</em> adverte contra &ldquo;a falsa esperan&ccedil;a de um salvador chin&ecirc;s&rdquo;. A for&ccedil;a financeira que a China reivindica no estrangeiro n&atilde;o consegue esconder os problemas que o Governo de Pequim enfrenta no interior do seu pr&oacute;prio pa&iacute;s, <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/wirtschaft/international/704909/Weltwirtschaft_Falsches-Hoffen-auf-den-Retter-China?_vl_backlink=/home/index.do">explica o di&aacute;rio de Viena</a>. Porque a China corre o risco de ver a sua pr&oacute;pria d&iacute;vida explodir. </p>
<p>Em 2008, o pa&iacute;s iniciou &ldquo;um enorme pacote de relan&ccedil;amento pesando o equivalente a 440 mil milh&otilde;es de euros, com o objetivo de proteger o imp&eacute;rio da crise financeira desencadeada nos Estados Unidos&rdquo;. O problema: apenas 133 mil milh&otilde;es vieram do or&ccedil;amento de Estado, o resto foi emprestado por bancos e empresas do Estado e particulares. &ldquo;Hoje em dia, metr&oacute;poles como Xangai e Pequim, mas tamb&eacute;m outras cidades, est&atilde;o muito endividadas junto dos bancos do Estado.&rdquo;</p>
<p>Do lado chin&ecirc;s, o di&aacute;rio oficial <a target="_self" href="http://europe.chinadaily.com.cn/opinion/2011-10/31/content_14005364.htm"><em>China Daily</em> afirma</a> que &ldquo;a China n&atilde;o pode ser nem o salvador da Europa nem o rem&eacute;dio para todos os males, mas far&aacute; o que puder estendendo uma m&atilde;o amiga. Mas a amizade n&atilde;o funciona s&oacute; num sentido. A China j&aacute; investiu enormes montantes em obriga&ccedil;&otilde;es europeias e quer algumas garantias de que o seu investimento &eacute; seguro&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 12:46:39 +0100</pubDate><guid>1120731</guid></item>
<item><title>Suíça | Eleitores querem o centro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1090081-eleitores-querem-o-centro</link><description><![CDATA[<p>Depois das elei&ccedil;&otilde;es federais de 23 de outubro, &quot;a Su&iacute;&ccedil;a acorda com <a href="http://parlamentswahlen-2011.ch/home-fr.html" target="_self">um novo parlamento</a> bem diferente do que se previa pela an&aacute;lise das sondagens&quot;, <a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp;jsessionid=9758A38816B1709D75198031AA79EA29" target="_self">escreve <em>Le Temps</em></a>. A Uni&atilde;o Democr&aacute;tica do Centro (UDC, nacionalista e populista) que, &quot;h&aacute; vinte anos ganha sempre&quot; sofreu, com efeito, o &quot;<a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp" target="_self">primeiro grande rev&eacute;s</a>&quot; ao obter apenas 26,8% dos votos e ao n&atilde;o conseguir ultrapassar o limiar dos 30% que as sondagens previam. Sendo embora a mais forte da Confedera&ccedil;&atilde;o, com 55 (-7) dos mandatos do Conselho Nacional (C&acirc;mara Baixa), a forma&ccedil;&atilde;o &quot;defrauda os seus objetivos&quot;, escreve Le Temps, que titula sobre a &quot;aspira&ccedil;&atilde;o a um novo centro&quot; do povo su&iacute;&ccedil;o. Um povo &quot;inquieto, sem d&uacute;vida, pelas pr&aacute;ticas eleitorais [nomeadamente, pelas virulentas campanhas contra a imigra&ccedil;&atilde;o] nada consent&acirc;neas com a imagem de um pa&iacute;s sereno. [&hellip;] No fundo, a UDC deixa passar a imagem de uma direita dura num momento em que o pa&iacute;s considera necess&aacute;rio encontrar solu&ccedil;&otilde;es ao centro para enfrentar uma situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica que se prev&ecirc; cada vez mais dif&iacute;cil e incerta&quot;. </p>
<p><a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp" target="_self">Para <em>Le Temps</em></a>, os grandes vencedores das elei&ccedil;&otilde;es foram o novo partido burgu&ecirc;s-democr&aacute;tico (PBD), que conquistou 9 mandatos (+9) no Conselho Nacional, resultante de uma divis&atilde;o no interior da UDC, mas muito menos virulento, e os Verdes Liberais, que obtiveram 12 mandatos (+9) no Conselho Nacional, resultante de uma cis&atilde;o com os Verdes. Partidos que, segundo o di&aacute;rio helv&eacute;tico, &quot;fazem emergir um <a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp" target="_self">novo centro</a> [&hellip;] talvez fraco em termos de mandatos, mas suficiente para criar uma nova din&acirc;mica. O seu peso vai complicar seriamente o debate pela renova&ccedil;&atilde;o do Conselho Federal [governo] no pr&oacute;ximo m&ecirc;s de dezembro&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 24 Oct 2011 13:41:08 +0100</pubDate><guid>1090081</guid></item>
<item><title>Líbia | Qual o destino da fortuna de Kadhafi?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1083121-qual-o-destino-da-fortuna-de-kadhafi</link><description><![CDATA[<p>Enquanto grande parte da imprensa europeia fala nas circunst&acirc;ncias e no mist&eacute;rio que envolve a morte de Muammar Kadhafi, capturado e morto no dia 20 de outubro, ao tentar fugir de Sirte, a sua cidade natal, o <a target="_self" href="http://www.publico.pt/Mundo/khadafi-deixou-1300-milhoes-de-euros-na-caixa-geral-de-depositos--1517553"><em>P&uacute;blico</em> anuncia</a>: &ldquo;Kadhafi deixou 1300 milh&otilde;es de euros na Caixa Geral de Dep&oacute;sitos&rdquo;. </p>
<p>O di&aacute;rio lisboeta reconhece que o banco do Estado portugu&ecirc;s possui 1300 milh&otilde;es de fundos estatais da L&iacute;bia depositados em quatro contas que foram congeladas em mar&ccedil;o, ap&oacute;s a comunidade internacional ter aplicado san&ccedil;&otilde;es contra o regime de Kadhafi. O primeiro dep&oacute;sito ocorreu em 2008, ap&oacute;s o l&iacute;der l&iacute;bio ter fechado as suas contas su&iacute;&ccedil;as em repres&aacute;lia &agrave; apreens&atilde;o e deten&ccedil;&atilde;o do seu filho no pa&iacute;s.</p>
<p><a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10509688,Dyktatorzy_upadaja.html">Para o chefe de reda&ccedil;&atilde;o do <em>Gazeta Wyborcza</em>, Adam Michnik</a>, um dos l&iacute;deres da oposi&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica da Pol&oacute;nia sob o comunismo &ndash; &ldquo;a morte de Kadhafi n&atilde;o &eacute; um motivo de alegria, mas de reflex&atilde;o sobre a natureza do mundo em que vivemos, lado a lado com os ditadores. Kadhafi era considerado indestrut&iacute;vel, chantageou e humilhou o mundo inteiro, tamb&eacute;m afetou seriamente os governos europeus. Acreditava em viol&ecirc;ncia e mentiras, mas enganou-se&rdquo;. Michnik acrescenta que a morte de Kadhafi foi um sinal claro enviado &agrave;s na&ccedil;&otilde;es que ainda vivem sob tirania, que &ldquo;as ditaduras n&atilde;o est&atilde;o livres de castigo, os ditadores n&atilde;o s&atilde;o imortais&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 21 Oct 2011 16:42:46 +0100</pubDate><guid>1083121</guid></item>
<item><title>Sérvia-Kosovo | A tensão acentua-se na fronteira</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1081481-tensao-acentua-se-na-fronteira</link><description><![CDATA[<p><a target="_self" href="http://www.danas.rs/danasrs/politika/pozicioni_rat_oko_brnjaka.56.html?news_id=226390">Para o di&aacute;rio s&eacute;rvio <em>Danas</em></a>, &eacute; &ldquo;a escalada&rdquo;. A 20 de outubro, as for&ccedil;as da NATO e da <a target="_self" href="http://www.eulex-kosovo.eu/en/front/">Eulex</a>, a miss&atilde;o europeia da pol&iacute;cia e da justi&ccedil;a come&ccedil;aram a desmantelar as barricadas erguidas pelos s&eacute;rvios no norte do Kosovo, na zona fronteiri&ccedil;a com a S&eacute;rvia. Vinte e dois s&eacute;rvios e oito soldados da NATO ficaram feridos nos confrontos que t&ecirc;m surgido durante a interven&ccedil;&atilde;o. A popula&ccedil;&atilde;o s&eacute;rvia desta zona, que n&atilde;o reconheceu a independ&ecirc;ncia da prov&iacute;ncia s&eacute;rvia, n&atilde;o aceita o controlo dos postos fronteiri&ccedil;os por parte dos funcion&aacute;rios kosovares. Embora <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1053531-um-alargamento-varias-ilusoes">Bruxelas tenha recomendado recentemente aos 27 que seja concedido &agrave; S&eacute;rvia o estatuto de pa&iacute;s candidato &agrave; ades&atilde;o &agrave; UE</a>, a quest&atilde;o do reconhecimento do Kosovo por Belgrado continua a ser um obst&aacute;culo &agrave; abertura das negocia&ccedil;&otilde;es.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 21 Oct 2011 13:04:06 +0100</pubDate><guid>1081481</guid></item>
<item><title>Suécia | Os dois jornalistas, o ministro e o petróleo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1069031-os-dois-jornalistas-o-ministro-e-o-petroleo</link><description><![CDATA[<p>O caso est&aacute; a gerar grande debate na Su&eacute;cia. Hoje, 18 de outubro, dever&aacute; come&ccedil;ar em Adis Abeba, na Eti&oacute;pia, o processo dos dois jornalistas suecos acusados de terrorismo. E &ldquo;por causa dos jogos pol&iacute;ticos, os suecos arriscam-se a 40 anos de pris&atilde;o&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.svd.se/nyheter/utrikes/rattegangen-fortsatter-pa-torsdag_6560185.svd">lamenta o <em>Svenska Dagbladet</em></a>, que acrescenta que &ldquo;a Eti&oacute;pia quer fazer deste caso um exemplo&rdquo;. Johan Persson e Martin Schibbye foram presos no dia 1 de julho enquanto investigavam as atividades petrol&iacute;feras e as viola&ccedil;&otilde;es dos direitos humanos em Ogaden, uma regi&atilde;o onde entraram com a ajuda da Frente Nacional de Liberta&ccedil;&atilde;o de Ogaden (FNLO).</p>
<p>As negocia&ccedil;&otilde;es para a sua liberta&ccedil;&atilde;o foram conduzidas pelo ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros sueco, Carl Bildt. Mas o ministro, que foi membro do conselho de administra&ccedil;&atilde;o da Lundin Oil, uma empresa petrol&iacute;fera com interesses na Eti&oacute;pia, tem sido muito criticado pela sua falta de empenho na defesa dos dois jornalistas. &ldquo;O nosso ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, em geral, que fala muito, mas faz pouco, <a target="_self" href="http://www.svd.se/nyheter/inrikes/vi-maste-slass-for-yttrandefrihet_6556465.svd">comenta aquele di&aacute;rio</a>. De facto, o que querem realmente dizer os discursos suecos sobre os direitos do Homem e os milh&otilde;es de coroas dos contribuintes suecos para ajuda &agrave; Eti&oacute;pia? Se n&atilde;o somos capazes de lutar pela liberdade de imprensa e pela vida dos dois jornalistas suecos, de maneira aberta e agressiva, de que mais nos podemos orgulhar?&rdquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 18 Oct 2011 13:33:22 +0100</pubDate><guid>1069031</guid></item>
<item><title>UE-China | "Não quero morrer chinês" (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1053501-nao-quero-morrer-chines</link><description><![CDATA[Para o escritor italiano Antonio Scurati, a multiplicação dos investimentos chineses na Europa e da influência do capitalismo à moda chinesa na economia europeia, constituem uma ameaça à liberdade e à soberania dos europeus e ao seu modelo sociocultural. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 16:45:55 +0100</pubDate><guid>1053501</guid></item>
<item><title>Crise da Zona Euro | Os EUA assistem ao desmoronar da UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1052901-os-eua-assistem-ao-desmoronar-da-ue</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Na Europa, o descontrolo econ&oacute;mico apela &agrave; unidade,&rdquo; <a target="_self" href="http://www.usatoday.com/news/world/story/2011-10-11/eurozone-economic-meltdown-greece/50735002/1">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>USA Today</em></a>de hoje, que dedica uma vasta reportagem &agrave; crescente divis&atilde;o entre &ldquo;Estados da UE com menos dificuldades&rdquo; e os seus vizinhos mais pobres. O futuro dos tristes gregos, dos infelizes irlandeses que est&atilde;o a imigrar em massa, e dos &ldquo;milhares de desempregados espanh&oacute;is&rdquo;, que poder&atilde;o em breve ser &ldquo;sem-abrigo&rdquo;, deixa este jornal di&aacute;rio intrigado. E durante quanto tempo poder&atilde;o eles contar ser resgatados por alem&atilde;es &ldquo;furiosos&rdquo; e Finlandeses Verdadeiros, o partido populista finland&ecirc;s?</p>
<p>Como Herman Van Rompuy referiu, a Europa chegou a um ponto em que n&atilde;o consegue continuar a financiar a seu modelo social. Pior ainda, os seus problemas financeiros podem conduzir a um efeito de domin&oacute; em que &ldquo;os bancos gregos v&atilde;o &agrave; fal&ecirc;ncia, em seguida os bancos franceses v&atilde;o &agrave; fal&ecirc;ncia, em seguida os bancos americanos v&atilde;o &agrave; fal&ecirc;ncia&rdquo; &ndash; uma <a target="_self" href="http://www.washingtonpost.com/opinions/europes-day-of-reckoning-on-its-financial-crisis-is-at-hand/2011/10/10/gIQAGHnldL_story.html">vis&atilde;o pessimista partilhada pelo <em>Washington Post</em></a>, que real&ccedil;a que, at&eacute; agora, o adiamento do problema tem sido a &uacute;nica resposta a estes problemas. No entanto o jornal avisa que &ldquo;o dia em que a Europa ter&aacute; que fazer contas &agrave; sua crise financeira, est&aacute; a chegar.&rdquo; Os governos europeus &ldquo;t&ecirc;m que encontrar rapidamente uma plataforma de entendimento sob pena de Merkel e Sarkozy ficarem para a hist&oacute;ria como os l&iacute;deres que levaram a Europa e o mundo ao limiar do desastre econ&oacute;mico &ndash; e um passo al&eacute;m.&rdquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 15:27:20 +0100</pubDate><guid>1052901</guid></item>
<item><title>Ucrânia | Tymoshenko condenada, Yanukovych sob pressão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1048141-tymoshenko-condenada-yanukovych-sob-pressao</link><description><![CDATA[<p>&quot;Um julgamento pol&iacute;tico&quot;, diz o <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75477,10448124,Tymoszenko_za_kratki.html">t&iacute;tulo do <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, um dia depois de um tribunal ucraniano ter condenado a antiga primeira-ministra, Yulia Tymoshenko, a sete anos de pris&atilde;o por alegado abuso de poder no caso de um acordo sobre g&aacute;s que assinou com a R&uacute;ssia em 2009. Yulia Tymoshenko foi igualmente condenada ao pagamento de mais de 142 milh&otilde;es de euros e proibida de participar na vida pol&iacute;tica durante tr&ecirc;s anos, ap&oacute;s o cumprimento da pena.</p>
<p>Para o <em><a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10454595,Janukowycz_jak_Lukaszenka.html">Gazeta Wyborcza</a></em>, a senten&ccedil;a constitui um sinal claro de que a Ucr&acirc;nia regressou ao autoritarismo. &quot;Quem foi que chamou ao Presidente da Bielorr&uacute;ssia &lsquo;o &uacute;ltimo ditador da Europa&rsquo;? Pessoas otimistas. Est&aacute; a nascer um novo ditador na Ucr&acirc;nia, sete anos apenas depois da revolu&ccedil;&atilde;o colorida e pac&iacute;fica que o mundo aplaudiu&quot;, salienta o editorial deste di&aacute;rio de Vars&oacute;via, numa alus&atilde;o &agrave; Revolu&ccedil;&atilde;o Laranja, que despoletou as mudan&ccedil;as democr&aacute;ticas na Ucr&acirc;nia e op&ocirc;s Yulia Tymoshenko a Viktor Yanukovych.</p>
<p><a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/40,731403-Nadzieja-dla-Tymoszenko.htm">No <em>Rzeczpospolita</em></a>, o diretor do Instituto de Pol&iacute;tica da Ucr&acirc;nia em Kiev, Konstantin Bondarenko, especula que Yulia Tymoshenko poderia ser libertada, se o Parlamento de Kiev aprovasse altera&ccedil;&otilde;es propostas ao C&oacute;digo Penal que descriminalizam os artigos ao abrigo dos quais a antiga primeira-ministra foi condenada.</p>
<p>O veredicto &ndash; <a target="_self" href="http://www.consilium.ehttp/www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_Data/docs/pressdata/en/cfsp/125033.pdfuropa.eu/uedocs/cms_Data/docs/pressdata/en/cfsp/125033.pdf">duramente criticado</a> na Europa &ndash; pode vir a constituir um forte obst&aacute;culo &agrave; assinatura e ratifica&ccedil;&atilde;o do acordo de associa&ccedil;&atilde;o e de com&eacute;rcio livre que Bruxelas e Kiev previam assinar at&eacute; ao fim do ano. <a target="_self" href="http://www.guardian.co.uk/global/2011/oct/11/yulia-tymoshenko-trial-ukraine">Segundo o <em>Guardian</em></a>, &quot;uma vez que a Ucr&acirc;nia &eacute; coorganizadora do Euro 2012, a pena de pris&atilde;o da antiga primeira-ministra deixa Kiev vulner&aacute;vel a press&otilde;es da UE&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 12 Oct 2011 12:05:26 +0100</pubDate><guid>1048141</guid></item>
<item><title>Itália | Judiciária sob pressão absolve estudante dos EUA</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1020411-judiciaria-sob-pressao-absolve-estudante-dos-eua</link><description><![CDATA[<p>&quot;Amanda absolvida&quot;,<a target="_self" href="http://www.corriere.it/cronache/11_ottobre_03/meredith-sentenza_0bbb5fcc-ede7-11e0-8721-690dea02417b.shtml"> titula o <em>Corriere della Sera</em></a>, no final de uma das mais medi&aacute;ticas sagas na hist&oacute;ria jur&iacute;dica de It&aacute;lia. Amanda Knox, estudante norte-americana, e Raffaele Sollecito, o namorado italiano, tinham sido condenados, em 2009, pelo homic&iacute;dio, em 2007, em Perugia, de Meredith Kercher, estudante brit&acirc;nica, quando um alegado jogo er&oacute;tico correu mal. </p>
<p>Segunda-feira, o Supremo alterou o veredicto por inexist&ecirc;ncia de provas, provocando uma violenta rea&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico. A press&atilde;o sobre os ju&iacute;zes foi muita, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/cronache/11_ottobre_04/il-tifo-degli-stati-uniti-e-la-realt%C3%83%C2%A0-su-misura-aldo-grasso_5e7a70ea-ee46-11e0-a09e-1525768cac3d.shtml">salienta o <em>Corriere</em></a>. &quot;At&eacute; hoje, o aspeto medi&aacute;tico nunca tinha suplantado o judici&aacute;rio. E o caso ganhou dimens&atilde;o internacional. A imprensa brit&acirc;nica tomou o partido da v&iacute;tima, chamando &agrave; bonita Amanda &lsquo;Foxy Knoxy&rsquo;, para real&ccedil;ar a sua ast&uacute;cia evasiva. Toda a imprensa norte-americana, no entanto, tomou o partido dela. [...] Para refutar a imprensa italiana e brit&acirc;nica, a fam&iacute;lia Knox teve o apoio do servi&ccedil;o de imprensa para enviar para os EUA a fotografia de uma rapariga norte-americana v&iacute;tima de injusti&ccedil;a&rdquo;.</p>
<p> O caso captou inclusivamente a aten&ccedil;&atilde;o da secret&aacute;ria de estado dos EUA, Hillary Clinton, que manifestou todo o apoio diplom&aacute;tico &agrave; fam&iacute;lia Knox. O Departamento de Estado norte-americano expressou de imediato a sua satisfa&ccedil;&atilde;o pela decis&atilde;o do Tribunal. At&eacute; agora, s&oacute; houve uma pessoa condenada pela morte de Meredith Kercher &ndash; Rudy Guede, da Costa do Marfim, vagabundo e traficante de droga em pequena escala, condenado a 30 anos de pris&atilde;o em 2008.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 04 Oct 2011 13:46:34 +0100</pubDate><guid>1020411</guid></item>
<item><title>Parceria Oriental | Cimeira não resolveu as grandes questões</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1016711-cimeira-nao-resolveu-grandes-questoes</link><description><![CDATA[<p>A <a target="_self" href="http://pl2011.eu/en/content/eastern-partnership-summit-warsaw">cimeira da Parceria Oriental </a>em Vars&oacute;via, em 30 de setembro, n&atilde;o pode ser considerada um grande sucesso. &ldquo;Aproximou a Arm&eacute;nia, o Azerbaij&atilde;o, a Bielorr&uacute;ssia, a Ge&oacute;rgia, a Mold&aacute;via e a Ucr&acirc;nia da UE &ndash; mas por alguns mil&iacute;metros, n&atilde;o metros... O &uacute;nico sucesso foi &ndash; gra&ccedil;as &agrave; Pol&oacute;nia &ndash; a Europa n&atilde;o poder agora esquecer o seu Leste, o seu outro pulm&atilde;o&quot;,<a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75477,10388585,Sukces_wizjonerow_z_paryskiej__Kultury_.html"> comenta o di&aacute;rio de Vars&oacute;via, <em>Gazeta Wyborcza</em></a>.</p>
<p>O julgamento em curso da antiga primeira-ministra da Ucr&acirc;nia, Julia Timochenko, acusada de abuso de poder, continua a representar uma nuvem no horizonte. De acordo com o <em>Gazeta Wyborcza</em>, o Presidente Viktor Janukovich &quot;prometeu uma solu&ccedil;&atilde;o conciliat&oacute;ria&quot; para aquilo que os observadores acreditam tratar-se de uma vingan&ccedil;a pessoal contra a sua rival de longa data. Por seu lado, a Bielorr&uacute;ssia recusou-se a participar, depois de a <a target="_self" href="http://www.msz.gov.pl/files/docs/komunikaty/declaration_eap_belarus.pdf">cimeira ter emitido uma declara&ccedil;&atilde;o</a> a condenar as viola&ccedil;&otilde;es dos direitos humanos no pa&iacute;s. Num gesto surpreendente, o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, anunciou um programa de ajuda de 9 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares [12 mil milh&otilde;es de euros] ao regime autorit&aacute;rio de Alexander Lukachenko, se este libertar os presos pol&iacute;ticos e realizar elei&ccedil;&otilde;es democr&aacute;ticas.</p>
<p><a target="_self" href="http://www.svd.se/opinion/ledarsidan/hopp-om-mer-europa-for-det-nya-osteuropa_6519090.svd">Para o <em>Svenska Dagbladet</em></a>, a cimeira n&atilde;o conseguiu impelir os Estados do Leste da Europa no sentido da introdu&ccedil;&atilde;o de reformas a troco de uma perspetiva de ades&atilde;o &agrave; UE. O di&aacute;rio sueco alega que a Uni&atilde;o devia &quot;visar diretamente&quot; os cidad&atilde;os desses Estados com vistos mais barato e menos complicados, bem como atrav&eacute;s de apoios &agrave; sociedade civil. Isso, sim, poderia pressionar mudan&ccedil;as vindas de baixo.&rdquo;</p>
<p><a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/9133,725432-Szczyt-Partnerstwa-Wschodniego-nieistotny-dla-Europy.html">Para outro jornal polaco, o <em>Rzeczpospolita</em>,</a> o encontro teve &quot;pouca import&acirc;ncia para a Europa&quot;. A maioria dos pa&iacute;ses europeus, &quot;como a Bielorr&uacute;ssia, a Mold&aacute;via ou o Azerbaij&atilde;o est&atilde;o t&atilde;o distantes do Velho Continente &ndash; mentalmente, que n&atilde;o geograficamente &ndash; como o Bangladeche ou a Guiana&quot;, lastima.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 12:54:50 +0100</pubDate><guid>1016711</guid></item>
<item><title>Parceria Oriental | A UE não é a cabeça do Oriente (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1006241-ue-nao-e-cabeca-do-oriente</link><description><![CDATA[A cimeira da Parceria oriental, projeto apoiado pela Polónia, realiza-se em Varsóvia. Mas o coração da União europeia, embrenhado na crise, estará ausente. E os países parceiros, esses, navegam algures entre a ditadura e a democracia. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 18:18:26 +0100</pubDate><guid>1006241</guid></item>
<item><title>Estónia-Rússia | Um apartamento por um visto (Postimees, Talin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1001891-um-apartamento-por-um-visto</link><description><![CDATA[O fenómeno intriga as autoridades e os agentes imobiliários: cada vez mais russos compram apartamentos sem nunca lá porem os pés. A razão: a propriedade facilita-lhes a obtenção de um visto Schengen. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 28 Sep 2011 17:40:40 +0100</pubDate><guid>1001891</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | A viagem para a morte da zona euro (The New York Times, Nova Iorque )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/992161-viagem-para-morte-da-zona-euro</link><description><![CDATA[Durante as conversações com o FMI os países da zona euro comprometeram-se a fazer “tudo o que for necessário” para salvar a Eurolândia do descalabro. No entanto, escreve o editorialista e prémio Nobel da Economia Paul Krugman, até agora, parecem tudo fazer para condenarem a moeda única. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 17:00:19 +0100</pubDate><guid>992161</guid></item>
<item><title>UE-Ucrânia | Acordo de associação a caminho</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/991371-acordo-de-associacao-caminho</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s tr&ecirc;s anos de conversas dif&iacute;ceis, no dia 23 de setembro, a UE e a Ucr&acirc;nia conclu&iacute;ram negocia&ccedil;&otilde;es para o seu acordo de associa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;&Eacute; um grande &ecirc;xito&hellip; Kiev escolheu o Ocidente&rdquo;, observa o <em>Rzeczpospolita</em>, real&ccedil;ando que &ldquo;durante muito tempo pensou-se que o presidente pr&oacute;-russo ucraniano, Viktor Yanukovych n&atilde;o queria realmente associar-se &agrave; Uni&atilde;o Europeia&rdquo;. Constava-se que Moscovo tamb&eacute;m se tinha comprometido a vender a Kiev o seu g&aacute;s a pre&ccedil;os preferenciais, caso rejeitasse a oferta de rela&ccedil;&otilde;es comerciais e pol&iacute;ticas mais pr&oacute;ximas com a Europa. O acordo de associa&ccedil;&atilde;o da<a target="_self" href="http://eeas.europa.eu/ukraine/index_en.htm"> UE-Ucr&acirc;nia</a>, que ser&aacute; assinado no final do ano, muito provavelmente na pr&oacute;xima cimeira UE-Ucr&acirc;nia em dezembro, proporciona o estabelecimento de uma zona de com&eacute;rcio livre (<a target="_self" href="http://ec.europa.eu/trade/creating-opportunities/bilateral-relations/countries/ukraine/">DCFTA</a>). Nos termos do acordo, Kiev adotar&aacute; o acquis communautaire [acervo comunit&aacute;rio] e adaptar&aacute; as suas institui&ccedil;&otilde;es politicas aos padr&otilde;es europeus.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 15:41:11 +0100</pubDate><guid>991371</guid></item>
<item><title>Ucrânia | Riscos são altos no julgamento de Tymoshenko (Respekt, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/982581-riscos-sao-altos-no-julgamento-de-tymoshenko</link><description><![CDATA[O processo do antigo primeiro ministro é retomado a 27 de setembro, três dias depois da visita do presidente Ianoukovitch à Rússia. Entre Kiev e Moscovo existe um jogo estratégico, no qual a Europa também irá ter um papel a desempenhar. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 16:23:02 +0100</pubDate><guid>982581</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | Europa encalha a meio caminho (An-Nahar, Beirute)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/973321-europa-encalha-meio-caminho</link><description><![CDATA[Ao apresentar uma alternativa à posição dos EUA sobre o reconhecimento do Estado palestiniano, a UE expõe-se a críticas e pressões tanto dos palestinianos como dos israelitas. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 21 Sep 2011 16:41:00 +0100</pubDate><guid>973321</guid></item>
<item><title>Turquia | Abdullah Gül ameaça bater com a porta da UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/972171-abdullah-guel-ameaca-bater-com-porta-da-ue</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Estrangeiro amigo da Europa&rdquo;, titula o <em>Frankfurter Rundschau</em> por ocasi&atilde;o da visita do presidente turco &agrave; Alemanha. O di&aacute;rio <a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/eu-erweiterung-tuerkei-fans-sind-selten-in-europa,1472596,10878388.html">aproveita para fazer um balan&ccedil;o</a> do estado das rela&ccedil;&otilde;es turco-europeias: os presidentes Abdullah G&uuml;l e Christian Wulff mostram-se sorridentes, os &quot;adeptos da Turquia s&atilde;o raros na Europa&quot;, estima o Rundschau, para o qual &quot;o discurso sobre a ades&atilde;o da Turquia &agrave; UE continua a ser hip&oacute;crita e marcado por duplos significados&quot;. Oficialmente, Bruxelas deseja que Ankara seja membro de pleno direito mas, de facto, a Alemanha, a Fran&ccedil;a e a &Aacute;ustria mant&ecirc;m &quot;os dois p&eacute;s no trav&atilde;o&quot;. Tamb&eacute;m dois ter&ccedil;os dos 35 cap&iacute;tulos sobre os quais incidem as negocia&ccedil;&otilde;es continuam por discutir. Apesar do atentado &agrave; bomba nesse mesmo dia em Ancara (3 mortos), em Berlim, Abdullah G&uuml;l lembrou a Christian Wulff que o princ&iacute;pio do pacta sunt servanda  &ndash;  &eacute; preciso respeitar os acordos  &ndash;  tamb&eacute;m se aplica &agrave; Turquia. Se as negocia&ccedil;&otilde;es com a UE fracassarem, <a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/tuerkei-der-tigerstaat-am-bosporus,1472596,10878384.html">nota o di&aacute;rio</a>, o &quot;novo tigre do B&oacute;sforo&quot;, d&eacute;cima sexta pot&ecirc;ncia econ&oacute;mica mundial, poder&aacute; muito bem, por frustra&ccedil;&atilde;o, libertar-se do dossier europeu.&nbsp;</p>
<p>Para o <em>La Repubblica</em>, em Berlim, Ancara &ldquo;j&aacute; disse adeus &agrave; Europa&rdquo;: &ldquo;nunca como hoje, a Europa e a &Aacute;sia se mostraram t&atilde;o distantes&rdquo;, escreve o <a target="_self" href="http://rassegna.governo.it/testo.asp?d=68095520">di&aacute;rio romeno</a>, visto que &ldquo;a Turquia, farta de esperar &agrave; entrada da Europa, disse ontem, pela primeira vez, pela voz do seu chefe de estado, o islamita moderado Abdullah G&uuml;l, que &lsquo;aceitaremos n&atilde;o ser membros da Uni&atilde;o Europeia se os habitantes de um &uacute;nico dos seus pa&iacute;ses n&atilde;o nos quiser e considerar a Turquia um fardo&rsquo;&rdquo;.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 21 Sep 2011 14:01:12 +0100</pubDate><guid>972171</guid></item>
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