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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Energia nuclear]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Espanha | Nuclear sim, mas lá fora (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1022041-nuclear-sim-mas-la-fora</link><description><![CDATA[O governo definiu-se como antinuclear e há mais de 20 anos que não se constrói uma central atómica. Mas a indústria nuclear espanhola, apoiada pelo governo, continua a crescer, principalmente nos países em desenvolvimento. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 04 Oct 2011 17:16:52 +0100</pubDate><guid>1022041</guid></item>
<item><title>Roménia | Armazenamento de resíduos, um assunto radioativo (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/928741-armazenamento-de-residuos-um-assunto-radioativo</link><description><![CDATA[A Cernavoda, perto do Mar Negro, que funciona, desde 1996, a única central nuclear do país. Contudo, a instalação, nas proximidades, do centro de armazenamento, destinado a recolher os resíduos radioativos, preocupa os habitantes, que receiam as consequências de uma possível catástrofe. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 08 Sep 2011 17:35:52 +0100</pubDate><guid>928741</guid></item>
<item><title>União Europeia | Indústria nuclear ainda se porta bem</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/727011-industria-nuclear-ainda-se-porta-bem</link><description><![CDATA[<p>Cem dias depois do acidente de Fukushima, o jornal <em><a target="_self" href="http://www.latribune.fr/accueil/a-la-une.html">La Tribune</a></em> debru&ccedil;a-se sobre &ldquo;esta Europa que diz sim ao nuclear&rdquo;. O di&aacute;rio econ&oacute;mico escreve que &ldquo;se a Alemanha, a Su&iacute;&ccedil;a e a It&aacute;lia se preparam para uma sa&iacute;da programada do nuclear, o mesmo n&atilde;o acontece em muitos outros pa&iacute;ses&rdquo;, como a Fran&ccedil;a, a Gr&atilde;-Bretanha, a Finl&acirc;ndia, a Holanda e a Pol&oacute;nia, que trabalham na constru&ccedil;&atilde;o de novas centrais. No entanto, escreve o jornal, &ldquo;aos olhos das popula&ccedil;&otilde;es, a seguran&ccedil;a continua a ser o principal problema&rdquo;. E enquanto os Vinte Sete se preparam para fazer <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/673961-testes-de-stresse-para-nada">testes de resist&ecirc;ncia</a> &agrave;s suas centrais, a comiss&aacute;ria para a Energia, <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/oettinger/index_fr.htm">G&uuml;nther Oettinger</a> afirma que &ldquo;n&atilde;o podemos evitar investimentos para modernizarmos as nossas instala&ccedil;&otilde;es e a ind&uacute;stria dever&aacute; assumir os custos&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 21 Jun 2011 11:56:46 +0100</pubDate><guid>727011</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Roma - Berlim, o novo eixo antinuclear (Corriere della Sera, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/719211-roma-berlim-o-novo-eixo-antinuclear</link><description><![CDATA[O abandono da energia atómica por parte da Alemanha, seguido da rejeição quanto ao regresso ao nuclear em Itália: a reviravolta de dois membros fundadores da  UE poderia motivar os outros estados membros a virarem a página da energia nuclear e a apostarem nas energias renováveis. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 17 Jun 2011 15:58:39 +0100</pubDate><guid>719211</guid></item>
<item><title>Itália - Brasil | Battisti libertado, uma bofetada para Roma</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/705161-battisti-libertado-uma-bofetada-para-roma</link><description><![CDATA[<p>A decis&atilde;o das autoridades brasileiras de n&atilde;o extraditarem o terrorista italiano Cesare Battisti, provoca indigna&ccedil;&atilde;o em It&aacute;lia, a come&ccedil;ar pelo Presidente da Rep&uacute;blica, Giorgio Napolitano, como traz o <a target="_self" href="http://www.repubblica.it/esteri/2011/06/08/news/cesare_battisti-17418530/"><em>La Repubblica</em> em t&iacute;tulo</a>. Napolitano acusa Bras&iacute;lia de violar os acordos internacionais, ao libertar Battisti, condenado a pris&atilde;o perp&eacute;tua em It&aacute;lia, por quatro assass&iacute;nios cometidos durante os &quot;anos de chumbo&quot; (acusa&ccedil;&otilde;es que Battisti rejeita).</p>
<p>Quanto ao Governo, anunciou que vai interpor recurso da decis&atilde;o do Brasil para o Tribunal Internacional de Justi&ccedil;a da Haia. &quot;Os brasileiros pensam ter tomado uma atitude de esquerda&quot;, comenta o di&aacute;rio romano: &quot;Acreditam que salvaram um Garibladi ou um Che, um her&oacute;i da liberdade. Na verdade, Battisti dava ao gatilho como um assassino comum&quot;, e a sua liberta&ccedil;&atilde;o &quot;&eacute; uma atitude dececionante para a mem&oacute;ria das v&iacute;timas e a hist&oacute;ria do nosso pa&iacute;s&quot;.</p>
<p>&nbsp;<a target="_self" href="http://www.repubblica.it/politica/2011/06/10/news/campagna_elettorale-17481985/">O di&aacute;rio consagra igualmente o principal t&iacute;tulo de capa</a> aos referendos que v&atilde;o realizar-se nos dias 12 e 13 de junho, sobre a revoga&ccedil;&atilde;o da lei que reintroduz a energia nuclear, a privatiza&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e o &quot;impedimento leg&iacute;timo&quot; dos mais altos cargos do Estado (incluindo o chefe do Governo) de assistir aos processos que se lhes referem. Enquanto Silvio Berlusconi faz campanha pela absten&ccedil;&atilde;o, o La Repubblica sublinha que o &quot;efeito Fukuxima&quot; pode assegurar uma taxa de participa&ccedil;&atilde;o suficiente para validar o voto. Uma vit&oacute;ria do Sim, salienta o L' Espresso, marcaria &quot;o fim do ciclo do berlusconismo&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 10 Jun 2011 13:44:12 +0100</pubDate><guid>705161</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Confiar a segurança a Bruxelas? (Respekt, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/703441-confiar-seguranca-bruxelas</link><description><![CDATA[Deixar a segurança nuclear nas mãos dos Estados membros deixou de ser sustentável, escreve o Respekt. Uma supervisão comum daria credibilidade aos promotores da energia atómica, ao limitar a influência política dos gigantes da energia. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 09 Jun 2011 16:20:27 +0100</pubDate><guid>703441</guid></item>
<item><title>Energias renováveis | Desertec lucra com o recue do nuclear (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/701061-desertec-lucra-com-o-recue-do-nuclear</link><description><![CDATA[O abandono do nuclear na Alemanha e na Suíça e o facto de, um pouco por toda a Europa, estar a ser posto em causa, beneficia os projetos assentes nas energias renováveis, como o que foi lançado por um consórcio alemão no Norte de África. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:09:47 +0100</pubDate><guid>701061</guid></item>
<item><title>Alemanha | Onde está a saída para o nuclear? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/687411-onde-esta-saida-para-o-nuclear</link><description><![CDATA[A Alemanha vai deixar o nuclear o mais tardar até 2022? A decisão de Angela Merkel alegra os opositores da energia atómica mas levanta muitas questões sobre o futuro, diz a imprensa alemã. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 31 May 2011 16:41:42 +0100</pubDate><guid>687411</guid></item>
<item><title>Alemanha | Abandono do nuclear em 2022</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/683721-abandono-do-nuclear-em-2022</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio da <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear">comiss&atilde;o de &eacute;tica sobre o nuclear</a>, criada pela chanceler Angela Merkel depois da cat&aacute;strofe de Fukushima (Jap&atilde;o), o <em>S&uuml;ddeutch Zeitung</em> sublinha que s&oacute; restam &quot;dez anos de energia nuclear&quot;. <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear">No texto</a>, que lan&ccedil;a as bases da nova pol&iacute;tica de energia da Alemanha e que foi aprovado de imediato pela coliga&ccedil;&atilde;o governamental, os peritos da comiss&atilde;o recomendam o encerramento, at&eacute; 2012, da maior parte dos 17 reatores nucleares do pa&iacute;s, a come&ccedil;ar pelos mais vetustos &ndash; desligados da rede el&eacute;trica pouco depois de Fukushima &ndash; e a conserva&ccedil;&atilde;o de uma central depois dessa data, como reserva destinada a dar resposta a poss&iacute;veis necessidades de eletricidade que n&atilde;o sejam garantidas pelas outras fontes de energia.</p>
<p>Este processo n&atilde;o seguir&aacute; um programa fixo e ser&aacute;, sim, adaptado &agrave; medida que se registem progressos em mat&eacute;ria de desenvolvimento das energias renov&aacute;veis. Neste momento, o nuclear assegura 22% da produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade na Alemanha. Este di&aacute;rio de Munique felicita a comiss&atilde;o por dois motivos. &quot;A comiss&atilde;o elaborou um discurso sobre o nuclear mais imparcial do que qualquer outro anteriormente adotado. Por outro lado, foi muito al&eacute;m do simples abandono do nuclear. Porque n&atilde;o &eacute; simplesmente pela ren&uacute;ncia ao nuclear que este pa&iacute;s ficar&aacute; satisfeito.&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 30 May 2011 12:28:23 +0100</pubDate><guid>683721</guid></item>
<item><title>Debate | Regule-se o nuclear, não as bananas (Die Tageszeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/677631-regule-se-o-nuclear-nao-bananas</link><description><![CDATA[A União Europeia harmoniza a regulamentação de frutas e legumes, mas não a segurança nuclear. Após Fukushima, é aberrante que os Estados continuem a tomar esse tipo de decisões sozinhos, sem controlo nem transparência, defende um jornalista alemão. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2011 16:05:19 +0100</pubDate><guid>677631</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Testes de stresse para nada?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/673961-testes-de-stresse-para-nada</link><description><![CDATA[<p>Os testes de resist&ecirc;ncia aos 143 reatores nucleares da Europa n&atilde;o ser&atilde;o apenas um golpe medi&aacute;tico para tranquilizar a opini&atilde;o p&uacute;blica europeia, depois <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/564821-fukushima-melhor-publicidade-para-energia-nuclear" target="_self">do acidente ocorrido na central japonesa de Fukushima</a>? A acreditar no <em>Voix du Luxembourg</em>, os testes de stresse, programados para come&ccedil;ar em 1 de junho e entregar conclus&otilde;es ao Conselho Europeu em 9 de dezembro, n&atilde;o v&atilde;o servir &ldquo;para nada&rdquo;. Na verdade, um compromisso minimal assinado em 24 de maio pelo Grupo de Reguladores Europeus em Mat&eacute;ria de Seguran&ccedil;a Nuclear (<a href="http://www.ensreg.eu/" target="_self">ENSREG</a>) &ldquo;prev&ecirc; testes de seguran&ccedil;a muito sofisticados, para verificar a resist&ecirc;ncia das centrais de energia nuclear da UE em rela&ccedil;&atilde;o a cat&aacute;strofes naturais, como sismos e inunda&ccedil;&otilde;es, bem como &ldquo;consequ&ecirc;ncias relativamente a qualquer tipo de acidente natural ou provocado pelo homem&rdquo;, declarou uma fonte diplom&aacute;tica citada pelo di&aacute;rio. No entanto, <a href="http://www.wort.lu/wort/web/fr/europe_et_monde/articles/2011/05/151198/index.php" target="_self">o jornal observa que</a> &quot;os reguladores sublinharam no seu projeto de declara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o terem compet&ecirc;ncia em mat&eacute;ria de seguran&ccedil;a contra atos de terrorismo. O mesmo &eacute; dizer que h&aacute; pouco a esperar desses testes de resist&ecirc;ncia&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 25 May 2011 11:41:15 +0100</pubDate><guid>673961</guid></item>
<item><title>Nuclear | Centrais alemãs enfrentam teste de esforço sem stresse</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/660991-centrais-alemas-enfrentam-teste-de-esforco-sem-stresse</link><description><![CDATA[<p>O veredicto da <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear" target="_self">comiss&atilde;o de peritos</a> encarregados de passar a pente fino a seguran&ccedil;a das 17 centrais nucleares alem&atilde;s ap&oacute;s a cat&aacute;strofe de Fukushima &eacute; uma bomba: &quot;Einst&uuml;rzende Altbauten&quot; [jogo de palavras em torno do grupo de rock industrial Einst&uuml;rzende Neubauten], <a href="http://taz.de/1/zukunft/umwelt/artikel/1/flugzeugabstuerze-sind-nicht-mitgedacht/" target="_self">traz o <em>Tageszeitung</em></a>. Por outras palavras, nenhuma das centrais satisfaz os mais altos requisitos de seguran&ccedil;a. Apesar de serem particularmente vulner&aacute;veis em caso de colis&atilde;o de um avi&atilde;o, continuam a dar &quot;provas de grande robustez&quot;. Este resultado &ndash; que n&atilde;o traz novidade nas conclus&otilde;es &ndash; deve ser relativizado, segundo o di&aacute;rio berlinense. Na verdade, os peritos tiveram de examinar num tempo recorde de seis semanas &quot;os fundamentos racionais e t&eacute;cnicos&quot; que permitiam determinar a dura&ccedil;&atilde;o da operacionalidade das instala&ccedil;&otilde;es existentes. Por isso, tiveram de se contentar com os dados fornecidos pelas empresas da &aacute;rea do nuclear. Continua sem se saber quantas centrais alem&atilde;s ir&atilde;o fechar. <a href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/stoerfall-beim-atomausstieg/" target="_self">Para o <em>TAZ</em></a>, estas comiss&otilde;es &quot;destinavam-se apenas a dar cau&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e moral a uma sucess&atilde;o de passos atr&aacute;s de Angela Merkel em rela&ccedil;&atilde;o ao nuclear&rdquo;. Segundo o jornal, tudo o que fizeram foi elaborar um relat&oacute;rio &quot;que o l&oacute;bi nuclear n&atilde;o deixar&aacute; de explorar rapidamente, segundo os seus interesses&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 18 May 2011 13:27:55 +0100</pubDate><guid>660991</guid></item>
<item><title>Ambiente | Energia verde? Não no meu quintal! (Il Post, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/640201-energia-verde-nao-no-meu-quintal</link><description><![CDATA[Ao contrário do que se podia pensar, as principais vítimas de recurso em nome da proteção do ambiente não são as centrais nucleares ou as incineradoras, mas os amores dos ambientalistas: centrais hidroelétricas e fotovoltaicas, para além dos parques eólicos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 06 May 2011 17:27:20 +0100</pubDate><guid>640201</guid></item>
<item><title>Retrato | Energética, sem nuclear (VoxPublica.ro, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/629851-energetica-sem-nuclear</link><description><![CDATA[Fundadora de uma das primeiras cooperativas de produção de energia renovável, a alemã Ursula Sladeck acaba de receber, nos Estados Unidos, o prestigiado prémio Goldman para o ambiente. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 May 2011 17:36:23 +0100</pubDate><guid>629851</guid></item>
<item><title>Mix&amp;amp;Remix | Feliz nuclear! | Cartoon (L'Hebdo, Lausana)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/612661-feliz-nuclear</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 18:17:22 +0100</pubDate><guid>612661</guid></item>
<item><title>Itália | "Arrivederci" ao nuclear</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/610101-arrivederci-ao-nuclear</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O Governo abandona a energia nuclear&rdquo;, <a href="http://www.corriere.it/scienze_e_tecnologie/11_aprile_19/stopcentrali_a3f25026-6a79-11e0-9c18-e3c6ca1d1dc5.shtml" target="_self">titula o <em>Corriere della Sera</em></a>. Num gesto surpreendente, o Governo anulou os seus planos de constru&ccedil;&atilde;o de novas centrais nucleares, alegando precisar de &ldquo;mais provas cient&iacute;ficas&rdquo;. A oposi&ccedil;&atilde;o e os editorialistas como <a href="http://www.corriere.it/politica/11_aprile_20/rizzo-quanto-ci-costera-questa-marcia-indietro_a0bd132a-6b0d-11e0-b852-b4a6122a06f0.shtml" target="_self">Sergio Rizzo, do <em>Corriere</em></a>, veem uma outra raz&atilde;o por tr&aacute;s desta decis&atilde;o: a vontade de evitar <a href="http://www.fermiamoilnucleare.it/" target="_self">o referendo previsto para os pr&oacute;ximos dias 12 e 13 de junho</a> e que poderia revogar a lei sobre o nuclear. As sondagens recentes sugerem que o impacto emocional do acidente de Fukushima poderiam levar a uma vit&oacute;ria da frente antinuclear e a uma derrota embara&ccedil;osa para o Governo, numa altura em que se aproxima uma elei&ccedil;&atilde;o local muito importante. <a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplrubriche/giornalisti/grubrica.asp?ID_blog=204&amp;ID_articolo=369&amp;ID_sezione=&amp;sezione=" target="_self">Segundo<em> La Stampa</em></a>, poder&aacute; ainda haver um &ldquo;segundo objetivo&rdquo;: evitar que essa participa&ccedil;&atilde;o elevada n&atilde;o beneficie os outros referendos, que se realizar&atilde;o nesses mesmos dias, sobre a privatiza&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e, sobretudo, sobre a revoga&ccedil;&atilde;o da lei que garante, de facto, a imunidade judici&aacute;ria de Berlusconi durante o seu mandato.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 20 Apr 2011 13:32:16 +0100</pubDate><guid>610101</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Em cima de uma montanha de plutónio</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/592721-em-cima-de-uma-montanha-de-plutonio</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Bomba-rel&oacute;gio nuclear brit&acirc;nica&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/news/science/governments-doomed-6bn-plan-to-dispose-of-nuclear-waste-2266047.html">&eacute; a manchete de <em>The Independent</em></a>, que revela que a maior &ldquo;montanha de res&iacute;duos de plut&oacute;nio&rdquo; do mundo se encontra em Sellafield, a noroeste de Inglaterra. H&aacute; atualmente 132 toneladas de plut&oacute;nio radioativo a aguardar a convers&atilde;o em MOX, um combust&iacute;vel nuclear reprocessado destinado ao mercado nip&oacute;nico. No entanto, a recente crise nuclear na central nuclear de Fukushima, no Jap&atilde;o, provocou o congelamento do com&eacute;rcio internacional de MOX, com as empresas nip&oacute;nicas a declarar que &ldquo;n&atilde;o ir&atilde;o aceitar combust&iacute;vel reprocessado brit&acirc;nico durante, pelo menos, uma d&eacute;cada&rdquo;. O di&aacute;rio londrino adianta que a central de MOX, em Sellafield, a funcionar desde 2002, &ldquo;j&aacute; produziu 13,8 toneladas de combust&iacute;vel MOX em nove anos, atendendo a uma produ&ccedil;&atilde;o prevista de 120 toneladas por ano. Atrav&eacute;s de uma fuga de informa&ccedil;&atilde;o da Embaixada dos EUA em Londres, sabe-se que a central de MOX, em Sellafield, foi um &ldquo;elefante branco&rdquo; que custou cerca de &pound;90m (&euro;101m) por ano e foi considerada, em privado, pelo Governo norte-americano, &lsquo;[um dos] mais embara&ccedil;osos fracassos na hist&oacute;ria da ind&uacute;stria brit&acirc;nica&rsquo;&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 10:56:53 +0100</pubDate><guid>592721</guid></item>
<item><title>Debate | Por que não uma rede verde e um novo nuclear? (Die Welt, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/576151-por-que-nao-uma-rede-verde-e-um-novo-nuclear</link><description><![CDATA[Depois do nuclear ter sido posto em causa em consequência do acidente de Fukushima, no Japão, nas próximas décadas o mundo tenderá a dividir-se entre aqueles que preferem as energias renováveis, como a Alemanha, e os que insistem numa otimização do nuclear. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 30 Mar 2011 15:58:11 +0100</pubDate><guid>576151</guid></item>
<item><title>Ambiente | Debate sobre o nuclear chega à Polónia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/569671-debate-sobre-o-nuclear-chega-polonia</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Batalha por &aacute;tomos polacos&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.polskatimes.pl/fakty/kraj/384350,budowa-elektrowni-atomowej-w-polsce-jest-kwestia-polityczna,id,t.html">foi o destaque do <em>Times</em></a> polaco no cada vez mais intenso debate p&uacute;blico a prop&oacute;sito da energia nuclear na Pol&oacute;nia. Na pr&oacute;xima semana o tema ser&aacute; abordado em Sejm pelos deputados. O Democratic Left Alliance (SLD) [Alian&ccedil;a da Esquerda Democr&aacute;tica] j&aacute; lan&ccedil;ou a ideia de um referendo nacional sobre a elabora&ccedil;&atilde;o das centrais nucleares polacas. O primeiro-ministro Donald Tusk, cujo <a href="http://bip.mg.gov.pl/files/upload/11379/program_pej_16082010_v2.pdf" target="_blank">governo pretende desenvolver a energia nuclear</a>, acentuou, no entanto, que iria organizar um referendo apenas &ldquo;sob press&atilde;o da opini&atilde;o p&uacute;blica polaca&rdquo;. Enquanto isso, tr&ecirc;s corpora&ccedil;&otilde;es: a francesa Areva, a americana-japonesa Toshiba-Westinghouse e GE Hitachi est&atilde;o ansiosas por celebrar contratos para a constru&ccedil;&atilde;o de centrais nucleares, no valor de pelo menos 20 mil milh&otilde;es de euros. Os di&aacute;rios da Vars&oacute;via observaram que todos os potenciais contratantes est&atilde;o a usar &ldquo;todo o tipo de truques de rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas&rdquo; para garantir uma vantagem competitiva, prometendo, que pelo menos 50 por cento das obras de constru&ccedil;&atilde;o de centrais nucleares futuras ser&atilde;o subcontratadas a empresas polacas.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 25 Mar 2011 12:54:37 +0100</pubDate><guid>569671</guid></item>
<item><title>Debate | Contra Monbiot - contra o amor ao nuclear (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/568251-contra-monbiot-contra-o-amor-ao-nuclear</link><description><![CDATA[Num artigo bastante controverso publicado no Guardian, o jornalista e ecologista George Monbiot defendia a escolha do nuclear após o incidente de Fukushima. Mas, o seu cinismo deslegitima o combate contra a energia atómica, acusa o físico e militante antinuclear alemão Ralf Bönt. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 17:09:06 +0100</pubDate><guid>568251</guid></item>
<item><title>Alemanha | Peritos para justificar a política nuclear</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Uma semana depois de ter decidido fechar sete centrais nucleares, Angela Merkel procura uma sa&iacute;da de emerg&ecirc;ncia&rdquo;, aponta o <em>Financial Times Deutschland</em>. No dia 23 de mar&ccedil;o, a chanceler alem&atilde; <a target="_blank" href="http://www.bundeskanzlerin.de/nn_683702/Content/DE/Artikel/2011/03/2011-03-22-schneller-ins-zeitalter-der-erneuerbaren-energien.html">nomeou uma comiss&atilde;o de peritos</a>, encarregada de avaliar os riscos da energia nuclear. Klaus Toepfer, ex-ministro do Ambiente democrata-crist&atilde;o e cr&iacute;tico da energia nuclear, dirigir&aacute; a comiss&atilde;o, que integra igualmente cientistas e representantes das igrejas. <a target="_blank" href="http://www.ftd.de/politik/deutschland/:akw-laufzeiten-kein-zurueck-beim-atomausstieg/60029579.html#utm_source=rss2&amp;utm_medium=rss_feed&amp;utm_campaign=/politik">Segundo o di&aacute;rio econ&oacute;mico</a>, Merkel procura legitimar a sua decis&atilde;o, tomada ap&oacute;s o acidente de Fukushima. &ldquo;A cria&ccedil;&atilde;o de comiss&otilde;es evoca longas consultas que desembocam em conclus&otilde;es pouco s&oacute;lidas, que n&atilde;o interessam a ningu&eacute;m&ldquo;, salienta o <em>FT Deutschland</em>. &ldquo;Al&eacute;m disso, a quatro dias de elei&ccedil;&otilde;es regionais muito disputadas, [Merkel] age sobretudo por considera&ccedil;&otilde;es eleitorais. Mas isso n&atilde;o altera nada ao facto [&hellip;] de que n&atilde;o h&aacute; volta a dar&rdquo;, sendo objetivo da comiss&atilde;o retirar a energia nuclear do pa&iacute;s at&eacute; 2020.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 Mar 2011 12:01:47 +0100</pubDate><guid>565951</guid></item>
<item><title>Plantu | O Pensador atómico | Cartoon (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/558461-o-pensador-atomico</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 13:54:49 +0100</pubDate><guid>558461</guid></item>
<item><title>Nuclear | O exagero da Comissão Europeia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/558711-o-exagero-da-comissao-europeia</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s uma semana de apreens&atilde;o em redor da central nuclear japonesa de Fukushima, chega o &ldquo;europ&acirc;nico&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.larazon.es/noticia/2155-sensatez-ante-la-crisis-nuclear">constata <em>La Raz&oacute;n</em></a>. O di&aacute;rio espanhol reclama &quot;bom senso perante a crise nuclear&quot; e critica as declara&ccedil;&otilde;es do Comiss&aacute;rio europeu para a Energia, Gunther Oettinger, que evocou &quot;o apocalipse&quot; e garantiu, &quot;sem entrar em pormenores&quot;, que algumas centrais n&atilde;o respeitam regras de seguran&ccedil;a &quot;mais exigentes&quot;. Uma atitude &quot;inaceit&aacute;vel&quot; e &quot;um descr&eacute;dito para a Europa e para a institui&ccedil;&atilde;o que ele representa&quot;, <a target="_blank" href="http://www.larazon.es/noticia/2460-el-terremoto-de-japon-encarece-un-5-el-precio-del-gas-natural-segun-la-cne">denuncia<em> La Raz&oacute;n</em></a>, que critica tamb&eacute;m o sil&ecirc;ncio do presidente da Comiss&atilde;o Europeia, Jos&eacute; Manuel Dur&atilde;o Barroso, pois, &quot;numa institui&ccedil;&atilde;o colegial, quem n&atilde;o fala consente&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 13:53:26 +0100</pubDate><guid>558711</guid></item>
<item><title>Sair do nuclear, sem choques | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/558401-sair-do-nuclear-sem-choques</link><description><![CDATA[<p>Na Europa, a quest&atilde;o do nuclear &eacute; como a dos imigrantes: toda a gente precisa deles mas ningu&eacute;m os quer no pr&oacute;prio pa&iacute;s. E, nos dois casos, as consequ&ecirc;ncias prolongam-se por muito tempo. &Eacute; por a imigra&ccedil;&atilde;o e o nuclear serem fen&oacute;menos de longa dura&ccedil;&atilde;o que as duas quest&otilde;es n&atilde;o devem ser abordadas sob o efeito da emo&ccedil;&atilde;o nem numa perspetiva que abranja apenas a dura&ccedil;&atilde;o de um mandato ou mesmo de uma campanha eleitoral.</p>
<p>Quando se debru&ccedil;am sobre estes assuntos, os dirigentes europeus parecem incapazes de resistir &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de explorar os medos dos seus compatriotas &ndash; e, em alguns casos, at&eacute; os encorajam. Vejamos o exemplo do nuclear. Depois do incidente na central japonesa de Fukushima, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/553481-nao-entremos-em-panico">em quase toda a Europa</a> &ndash; talvez com a exce&ccedil;&atilde;o not&aacute;vel da Fran&ccedil;a &ndash;, os governos falaram de pausas para reflex&atilde;o, de morat&oacute;rias ou de referendos sobre o nuclear, numa corrida para ver que &eacute; o primeiro a denunciar alto e bom som os riscos do &aacute;tomo e a propor o seu abandono. At&eacute; agora, &eacute; <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/550321-saida-do-nuclear-em-duvida">Angela Merkel</a> quem leva a palma.</p>
<p>O que eles se esquecem de dizer &eacute; que uma parte da eletricidade consumida nos seus pa&iacute;ses &eacute; importada e que uma parte desta &uacute;ltima &eacute; de origem nuclear. Por exemplo, <a target="_blank" href="http://www.world-nuclear.org/info/inf101.html">10% da eletricidade consumida em It&aacute;lia</a> &eacute; produzida em centrais nucleares francesas. Assim, os problemas s&atilde;o deslocalizados e &eacute; poss&iacute;vel proclamar com orgulho que os reatores n&atilde;o s&atilde;o precisos. Em mat&eacute;ria de energia, tal como em mat&eacute;ria de imigra&ccedil;&atilde;o e de pol&iacute;tica externa, os Estados-membros aplicam a regra do cada um por si &ndash; e viva a soberania nacional.</p>
<p>O problema &eacute; que a energia nuclear representa hoje cerca de 30% da eletricidade produzida na UE e que, se as previs&otilde;es de consumo de energia n&atilde;o se alterarem e se a Europa quiser cumprir os <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/energy/publications/statistics/doc/2010_energy_transport_figures.pdf">objetivos</a> que fixou para si mesma em mat&eacute;ria de redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de CO2, n&atilde;o existem muitas outras solu&ccedil;&otilde;es. Talvez seja apenas uma solu&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, at&eacute; desenvolvermos mais as energias renov&aacute;veis (para j&aacute;, <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/clima/documentation/roadmap/docs/com_2011_112_en.pdf">estas representam apenas 7,8% do consumo de energia da UE</a>). A sa&iacute;da do nuclear s&oacute; pode, portanto, ser feita gradualmente, o que implica uma vis&atilde;o concertada e a longo prazo.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 13:43:18 +0100</pubDate><guid>558401</guid></item>
<item><title>Itália | WikiLeaks revela corrupção em matéria de nuclear</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/558511-wikileaks-revela-corrupcao-em-materia-de-nuclear</link><description><![CDATA[<p>No momento em que, devido &agrave; emo&ccedil;&atilde;o suscitada pelo acidente nuclear de Fukushima, o Governo italiano parece hesitar quanto ao regresso anunciado ao nuclear (abandonado por referendo em 1987), <em><a target="_blank" href="http://espresso.repubblica.it/dettaglio/%C2%ABallitalia-mazzette-sullatomo%C2%BB/2147155">L'Espresso</a></em> publica uma s&eacute;rie de telegramas diplom&aacute;ticos americanos que revelam &quot;um cen&aacute;rio em que as luvas decidiram o futuro energ&eacute;tico do pa&iacute;s&quot;. Obtidos pelo WikiLeaks, os documentos demonstrariam que, entre 2005 e 2009, os Estados Unidos procuraram empurrar a It&aacute;lia para o nuclear, a fim de reduzir a depend&ecirc;ncia energ&eacute;tica desta relativamente &agrave; R&uacute;ssia e o peso da parceria entre o grupo italiano ENI e a Gazprom russa. Para tal, Washington ter&aacute; travado um bra&ccedil;o de ferro com os concorrentes franceses EDF-Areva, beneficiando de rela&ccedil;&otilde;es privilegiadas com v&aacute;rias empresas italianas. <em>L'Espresso</em> adianta que os lobistas americanos acabaram por conseguir convencer Roma a ignorar as normas de seguran&ccedil;a estabelecidas pela UE para as novas centrais e a adotar as da OCDE, que s&atilde;o menos r&iacute;gidas. Uma vit&oacute;ria para as suas empresas, &quot;obtida em preju&iacute;zo da seguran&ccedil;a dos italianos&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 13:14:49 +0100</pubDate><guid>558511</guid></item>
<item><title>Nuclear | Angela Merkel ou a arte de semear o pânico (Coulisses de Bruxelles, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/558431-angela-merkel-ou-arte-de-semear-o-panico</link><description><![CDATA[A chanceler alemã insiste: depois de ter semeado o pânico na zona euro, no ano passado, consegue agora transformar a catástrofe japonesa de Fukushima numa crise mundial da energia nuclear, ironiza Jean Quatremer. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 13:04:36 +0100</pubDate><guid>558431</guid></item>
<item><title>Nuclear | De Chernobyl a Fukushima, a informação é pouco clara (Postimees, Talin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/556071-de-chernobyl-fukushima-informacao-e-pouco-clara</link><description><![CDATA[Em 1986, os estónios eram cidadãos soviéticos e não sabiam nada do que se passava em Chernobyl. Hoje, membros da União Europeia, não têm a certeza de estarem melhor informados, escreve o diário Postimees. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 17 Mar 2011 15:07:03 +0100</pubDate><guid>556071</guid></item>
<item><title>Alemanha | Tem o Governo o direito de fechar as centrais nucleares?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/555291-tem-o-governo-o-direito-de-fechar-centrais-nucleares</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s a decis&atilde;o de Angela Merkel de examinar a seguran&ccedil;a de todas as centrais nucleares alem&atilde;s e de desligar sete da rede por tr&ecirc;s meses, a batalha jur&iacute;dica est&aacute; lan&ccedil;ada. &ldquo;Revis&atilde;o do &aacute;tomo sem base jur&iacute;dica?&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.handelsblatt.com/politik/deutschland/juristen-machen-front-gegen-anti-atom-merkel/3959792.html">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>Handelsblatt</em></a>. O Governo apoia-se na no&ccedil;&atilde;o de Estado de emerg&ecirc;ncia, para justificar a sua pol&iacute;tica. Mas na aus&ecirc;ncia de um verdadeiro Estado de emerg&ecirc;ncia na Alemanha, esta iniciativa pode levar a um impasse. As empresas do setor energ&eacute;tico anunciaram que v&atilde;o &ldquo;examinar rigorosamente a legalidade da decis&atilde;o&rdquo;. Esta tem pesadas consequ&ecirc;ncias para o setor, explica o di&aacute;rio econ&oacute;mico. Durante os tr&ecirc;s meses da morat&oacute;ria, a Eon, a RWE e a Vattenfall perdem cerca de 500 milh&otilde;es de euros. No caso de as sete centrais serem paradas definitivamente, as perdas cifrar-se-iam em milhares de milh&otilde;es; somas que o Governo, se perder uma batalha judicial, teria de re-embolsar &agrave;s empresas.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 17 Mar 2011 12:11:52 +0100</pubDate><guid>555291</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Não entremos em pânico (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/553481-nao-entremos-em-panico</link><description><![CDATA[A catástrofe de Fukushima leva os países europeus a testarem a segurança das suas centrais nucleares ou mesmo a fechá-las. Prudência ou pânico? A imprensa europeia inclina-se, maioritariamente, para a segunda hipótese. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 16 Mar 2011 15:46:44 +0100</pubDate><guid>553481</guid></item>
<item><title>Alemanha | Saída do nuclear em dúvida</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/550321-saida-do-nuclear-em-duvida</link><description><![CDATA[<p>Na Alemanha, a primeira consequ&ecirc;ncia pol&iacute;tica do desastre nuclear no Jap&atilde;o foi &quot;a rea&ccedil;&atilde;o em cadeia de Merkel&quot;, <a target="_blank" href="http://taz.de/1/zukunft/schwerpunkt-anti-akw/artikel/1/regierung-erwaegt-laufzeiten-aussetzung/">diz o t&iacute;tulo do <em>Tageszeitung</em></a>. Em 15 de mar&ccedil;o, a chanceler anunciou o fecho de sete reatores em funcionamento desde 1980, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/333041-lobi-da-energia-nuclear-ganha-tempo">uma medida</a> decidida no outono passado e que tinha sido mal acolhida pela opini&atilde;o p&uacute;blica. Ao longo desses tr&ecirc;s meses, as 17 centrais nucleares do pa&iacute;s ser&atilde;o sujeitas a inspe&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a. Contudo, adianta este di&aacute;rio, os resultados j&aacute; s&atilde;o conhecidos: muitas das velhas centrais n&atilde;o foram constru&iacute;das de modo a resistir a quedas de avi&otilde;es e os seus n&iacute;veis de seguran&ccedil;a n&atilde;o podem ser melhorados. A central de Neckarwestheim, no sul do pa&iacute;s, considerada obsoleta vai, ali&aacute;s, ser desligada da rede. <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/regierung-will-ihre-laufzeit-verlaengern/">Num editorial</a> intitulado &quot;Governo tenta prolongar o seu prazo de validade&quot;, o di&aacute;rio de Berlim salienta que o an&uacute;ncio de Merkel coincide com atos eleitorais em tr&ecirc;s L&auml;nder importantes do pa&iacute;s. &quot;Ent&atilde;o, &eacute; s&oacute; ret&oacute;rica? N&atilde;o. A coliga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vai poder continuar a travar o debate sobre o abandono gradual do nuclear. A rea&ccedil;&atilde;o da opini&atilde;o p&uacute;blica ao desastre nuclear no Jap&atilde;o foi demasiado forte.&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 12:45:48 +0100</pubDate><guid>550321</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Fukushima relança o debate (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/547771-fukushima-relanca-o-debate</link><description><![CDATA[O acidente na central nuclear japonesa preocupa os europeus. Serão as instalações no nosso continente seguras? Deveria esta forma de energia ser abandonada? A imprensa dá respostas contrastantes. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 14 Mar 2011 14:44:02 +0100</pubDate><guid>547771</guid></item>
<item><title>Bélgica | Abandono do nuclear posto em causa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/540961-abandono-do-nuclear-posto-em-causa</link><description><![CDATA[<p>&quot;A B&eacute;lgica n&atilde;o devia abandonar a energia nuclear&quot;: &eacute; assim que o <em>Standaard</em> sintetiza em primeira p&aacute;gina a recomenda&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (<a target="_blank" href="http://www.iea.org/">AIE</a>) <a target="_blank" href="http://www.iea.org/textbase/nppdf/free/2010/Belgium2009.pdf">num relat&oacute;rio sobre a B&eacute;lgica</a>, publicado a 9 de mar&ccedil;o. Segundo esta organiza&ccedil;&atilde;o da OCDE, &quot;a B&eacute;lgica devia rever a sua inten&ccedil;&atilde;o de abandonar o nuclear&quot;, sobretudo por n&atilde;o haver uma &quot;estrat&eacute;gia clara que possa corresponder aos desafios futuros da seguran&ccedil;a energ&eacute;tica e do aquecimento global&quot;, alerta a AIE.</p>
<p>Em 2003, o Governo belga decidiu encerrar todas as centrais nucleares at&eacute; 2025. Mas 55% da eletricidade e 20% da energia consumida no pa&iacute;s prov&ecirc;m destas centrais, <a target="_blank" href="http://archives.lesoir.be/l-aie-exhorte-la-belgique-a-revoir-sa-sortie-du_t-20110309-019VFM.html?queryand=energie+nucl%E9aire&amp;firstHit=0&amp;by=10&amp;when=-1&amp;sort=datedesc&amp;pos=0&amp;all=3888&amp;nav=1">lembra, por seu turno, <em>Le Soir</em></a>, segundo o qual o abandono do nuclear &quot;acentuaria o desequil&iacute;brio da capacidade, facto que poderia fazer disparar os pre&ccedil;os&quot; da eletricidade. <a target="_blank" href="http://www.standaard.be/meningen/commentaar/index.aspx"><em>De Standaard</em> acrescenta</a> que, segundo a AIE, &quot;a efic&aacute;cia da pol&iacute;tica [energ&eacute;tica belga] &eacute; limitada pela sobreposi&ccedil;&atilde;o de responsabilidades entre os governos federais e regionais&quot;, tendo sido esta a raz&atilde;o, segundo diz, que fez com que respons&aacute;veis pol&iacute;ticos &quot;abandonassem as discuss&otilde;es ideol&oacute;gicas&quot; sobre energia e tomassem medidas duradouras.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 13:01:38 +0100</pubDate><guid>540961</guid></item>
<item><title>Bulgária-Rússia | Uma visita cheia de energia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/388691-uma-visita-cheia-de-energia</link><description><![CDATA[<p>&quot;Em S&oacute;fia, Putin lan&ccedil;a o South Stream, mas B&eacute;l&eacute;n&eacute; fica em espera&quot;, <a target="_blank" href="http://www.dnevnik.bg/pazari/2010/11/14/993293_putin_v_sofiia_-_start_za_jujen_potok_aec_belene_chaka/">traz o <em>Dnevnik</em> em t&iacute;tulo</a>. &ldquo;Os russos conseguiram a ades&atilde;o da Bulg&aacute;ria ao South Stream, nas condi&ccedil;&otilde;es impostas pela R&uacute;ssia&quot;, salienta o di&aacute;rio b&uacute;lgaro ap&oacute;s a visita do primeiro-ministro russo a S&oacute;fia, a 13 de novembro. Foram discutidos tr&ecirc;s importantes projetos energ&eacute;ticos: o gasoduto South Stream, destinado &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s russo pela Europa sem passar pela Ucr&acirc;nia, a reativa&ccedil;&atilde;o da central nuclear de B&eacute;l&eacute;n&eacute; e a passagem do oleoduto Burgas-Alexandropolis. A travessia do South Stream dar&aacute; dois mil milh&otilde;es de euros por ano &agrave; Bulg&aacute;ria, sublinhou Putin. </p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 15 Nov 2010 12:36:30 +0100</pubDate><guid>388691</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Rússia será o balde do lixo da Alemanha</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/380711-russia-sera-o-balde-do-lixo-da-alemanha</link><description><![CDATA[<p>Com a chegada do <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/378801-os-antinuclear-estao-espreita">comboio de res&iacute;duos radioactivos</a>, que partiu de Fran&ccedil;a dia 5 de novembro, ao local de despejo, em Gorleben, na manh&atilde; do dia 9, no final de uma viagem repleta de incidentes entre manifestantes antinucleares e pol&iacute;cia, <a target="_blank" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/abkommen-geplant-schwarz-gelb-will-atommuell-nach-russland-schaffen-1.1021198">o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em> revela</a> que, daqui em diante, &quot;os res&iacute;duos radioativos v&atilde;o para a R&uacute;ssia&quot;. O di&aacute;rio alem&atilde;o refere que est&aacute; prestes a ser conclu&iacute;do um acordo sobre tr&ecirc;s comboios entre Berlim e Moscovo. Dezoito carruagens &quot;Castor&quot; v&atilde;o transportar at&eacute; Ma&iuml;ak (Urais) o combust&iacute;vel nuclear armazenado desde 2005 numa mina na Baixa Sax&oacute;nia. Um transporte que, de acordo com os Verdes, segundo as sondagens realizadas ap&oacute;s os protestos antinucleares na Alemanha, visa contentar as economias em detrimento da seguran&ccedil;a.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 09 Nov 2010 13:01:14 +0100</pubDate><guid>380711</guid></item>
<item><title>Ecologia | Os antinuclear estão à espreita (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/378801-os-antinuclear-estao-espreita</link><description><![CDATA[Este fim de semana, onze vagões de resíduos nucleares devem chegar a Gorleben, na Alemanha, provenientes do centro de armazenamento de La Hague, em França. As manifestações que se preparam podem ser decisivas para o futuro do movimento antinuclear. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 05 Nov 2010 17:30:55 +0100</pubDate><guid>378801</guid></item>
<item><title>República Checa | Novo atraso na central de Temelín</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/360031-novo-atraso-na-central-de-temelin</link><description><![CDATA[<p>A empresa checa de eletricidade &ldquo;<a target="_blank" href="http://www.cez.cz/en/home.html">ČEZ</a> anuncia a conclus&atilde;o de Temel&iacute;n&rdquo;, <a target="_blank" href="http://hn.ihned.cz/c1-47052720-cez-odsouva-dostavbu-temelina">escreve o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a>, que revela que a constru&ccedil;&atilde;o dos dois reatores suplementares da central nuclear, que devem custar 20 mil milh&otilde;es de euros, ser&aacute; provavelmente adiada por alguns anos, devido &agrave; baixa de pre&ccedil;os e &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do consumo de eletricidade. Esta constru&ccedil;&atilde;o &eacute; palco de competi&ccedil;&atilde;o entre grandes pot&ecirc;ncias nucleares, explica o di&aacute;rio, com as empresas americanas, russas e francesas a apresentarem candidaturas. Situada a 60 quil&oacute;metros da &Aacute;ustria, a central &eacute;, desde h&aacute; muito tempo, um <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/16401-ma-vizinhanca">pomo de disc&oacute;rdia</a> entre os dois pa&iacute;ses porque a opini&atilde;o p&uacute;blica austr&iacute;aca p&otilde;e em causa o seu n&iacute;vel de seguran&ccedil;a.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 13 Oct 2010 11:33:55 +0100</pubDate><guid>360031</guid></item>
<item><title>Energias renováveis | Revolução verde tem custos (Der Spiegel, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/346181-revolucao-verde-tem-custos</link><description><![CDATA[A visão da chanceler Angela Merkel para completar a conversão da Alemanha às energias renováveis até 2050 é arrojada e ambiciosa. Mas manteve-se silenciosa sobre os riscos e os enormes custos que a revolução verde implica – para a Alemanha e para toda a Europa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 24 Sep 2010 16:26:50 +0100</pubDate><guid>346181</guid></item>
<item><title>Alemanha | Os antinuclear inquietam o Governo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/342111-os-antinuclear-inquietam-o-governo</link><description><![CDATA[<p>&quot;Opositores da energia nuclear fazem cerco ao Governo&quot;, <a target="_blank" href="http://www.tagesspiegel.de/meinung/der-ausstieg-ist-beschlossen/1937250.html">constata o <em>Tagesspiegel</em></a>. Dia 18 de setembro, dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se &agrave; frente da Chancelaria em protesto contra o prolongamento da dura&ccedil;&atilde;o de vida das centrais nucleares. Quem critica o acordo entre o Governo e a ind&uacute;stria nuclear, que considera &quot;um ataque &agrave; democracia&quot; e uma &quot;aboli&ccedil;&atilde;o da aboli&ccedil;&atilde;o&quot;, esquece-se que o fim da energia nuclear &eacute; um facto na Alemanha, considera o di&aacute;rio, embora <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=a1&amp;dig=2010%2F09%2F20%2Fa0017&amp;cHash=980c9b7359">o <em>Tageszeitung </em>note</a> que a contesta&ccedil;&atilde;o &quot;vem cada vez mais do pr&oacute;prio campo pol&iacute;tico&quot; da chanceler Angela Merkel.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 20 Sep 2010 11:45:53 +0100</pubDate><guid>342111</guid></item>
<item><title>Alemanha | Lóbi da energia nuclear ganha tempo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/333041-lobi-da-energia-nuclear-ganha-tempo</link><description><![CDATA[<p>&quot;Coliga&ccedil;&atilde;o preto-amarelo &agrave;s riscas&quot;, <a target="_blank" href="http://www.tagesspiegel.de/meinung/atomkraft-und-merkels-laufzeit/1920262.html">titula o <em>Tagesspiegel</em></a>no dia seguinte &agrave; decis&atilde;o governamental de prolongar doze anos, em m&eacute;dia, a dura&ccedil;&atilde;o de 17 centrais nucleares alem&atilde;s. O executivo retoma assim a decis&atilde;o do Governo anterior de abandonar o nuclear at&eacute; 2022, adiando o prazo para meados do s&eacute;culo. Como contrapartida desta oferta, num valor que oscila entre os 50 e os 127 mil milh&otilde;es de euros, a ind&uacute;stria nuclear ir&aacute; pagar um imposto sobre o combust&iacute;vel nuclear de 1 milh&atilde;o e 500 mil euros por ano (contra os 2 milh&otilde;es e 300 mil inicialmente previstos), explica o di&aacute;rio alem&atilde;o. Era algo que fazia parte das promessas eleitorais de Angela Merkel, nota o <em>Tagesspiegel</em>, mas, perante a hostilidade dos alem&atilde;es para com o nuclear, &quot;a Chanceler poder&aacute; ter encurtado a sua carreira pol&iacute;tica&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 13:44:52 +0100</pubDate><guid>333041</guid></item>
<item><title>Incêndios | O espetro de Chernobyl paira de novo sobre a Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/314011-o-espetro-de-chernobyl-paira-de-novo-sobre-europa</link><description><![CDATA[<p>&quot;Cat&aacute;strofes naturais e energia nuclear: perigo afastado&quot;, <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/zukunft/konsum/artikel/1/radioaktivitaet-in-benachbarten-regionen/">traz o <em>Tageszeitung</em></a> na primeira p&aacute;gina, com uma fotografia da floresta russa contaminada pela nuvem radioativa provocada em 1985 pela cat&aacute;strofe de Chernobyl, agora pasto das chamas. O di&aacute;rio explica que, apesar de os peritos considerarem que os alem&atilde;es n&atilde;o t&ecirc;m raz&otilde;es para se preocupar, para j&aacute;, a apreens&atilde;o cresce na Europa Oriental e do Norte. &quot;As centrais nucleares e os respetivos res&iacute;duos s&atilde;o particularmente sens&iacute;veis a cat&aacute;strofes naturais [&hellip;] e n&atilde;o unicamente na R&uacute;ssia&quot;, recorda o TAZ, citando as centrais de Forsmark (Su&eacute;cia), Biblis (Alemanha) e Belene (Bulg&aacute;ria), todas expostas a riscos naturais avultados.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 12 Aug 2010 12:30:27 +0100</pubDate><guid>314011</guid></item>
<item><title>Espanha | Ninguém corre para o caixote do lixo nuclear</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/175781-ninguem-corre-para-o-caixote-do-lixo-nuclear</link><description><![CDATA[<p>A escolha definitiva do local onde ser&aacute; instalado o segundo centro de armazenamento de res&iacute;duos radioactivos, em Espanha, est&aacute; a demorar. A data limite &ndash; 30 de Janeiro &ndash; para os munic&iacute;pios interessados apresentaram candidaturas aproxima-se mas &quot;s&oacute; Yebra, uma aldeia da prov&iacute;ncia de Guadalajara, apresentou a sua candidatura&quot;, <a href="http://www.abc.es/20100125/sociedad-medio-ambiente/solo-yebra-quiere-almacen-20100125.html" target="_blank">salienta o <em>ABC</em></a>, &quot;apesar dos milh&otilde;es de euros de investimentos e dos empregos que o projecto representaria, em tempo de crise&quot;. Este di&aacute;rio sublinha que, para a maior parte dos munic&iacute;pios, &quot;trata-se de um presente envenenado&quot;, e alguns outros candidatos, como Asc&oacute; (prov&iacute;ncia de Tarragona), foram obrigados a fazer marcha-atr&aacute;s, devido &agrave;s press&otilde;es dos habitantes e &agrave;s hesita&ccedil;&otilde;es dos partidos pol&iacute;ticos. <a href="http://www.abc.es/20100125/opinion-firmas/espana-caciques-20100125.html" target="_blank">No seu editorial</a>, o di&aacute;rio conservador considera que este assunto simboliza &quot;a estranha e fragmentada mistura de interesses locais, que substituem ou minimizam todas as pol&iacute;ticas nacionais&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:01:35 +0100</pubDate><guid>175781</guid></item>
<item><title>Energia | Sibéria, o caixote de lixo nuclear francês</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/114331-siberia-o-caixote-de-lixo-nuclear-frances</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;A lixeira secreta da EDF&quot;,</em> revela o Lib&eacute;ration na primeira p&aacute;gina. <a href="http://www.liberation.fr/economie/0101596550-nos-dechets-nucleaires-sont-caches-en-siberie">De acordo com uma investiga&ccedil;&atilde;o do di&aacute;rio </a> di&aacute;rio parisiense, 13% das mat&eacute;rias radioactivas produzidas em Fran&ccedil;a s&atilde;o abandonadas discretamente ao ar livre na Sib&eacute;ria. Mais precisamente no complexo at&oacute;mico de Tomsk-7, em <a href="http://www.eng.seversknet.ru/">Seversk</a>, uma cidade de 30.000 habitantes e interdita aos jornalistas. &quot;<em>Ali, todos os anos, desde meados da d&eacute;cada de 1990,108 toneladas de ur&acirc;nio empobrecido procedentes das centrais francesas s&atilde;o deixados, em contentores, arrumados num grande parque de estacionamento, a c&eacute;u aberto&quot;</em>, depois de um trajecto de 8.000 quil&oacute;metros por barco e por comboio. Esta deposi&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias radioactivas &eacute; consequ&ecirc;ncia de uma op&ccedil;&atilde;o industrial, que a Fran&ccedil;a &eacute; um dos raros pa&iacute;ses nuclearizados a ter feito: a reciclagem, explica o Lib&eacute;ration, que recorda que a ind&uacute;stria nuclear se apresenta oficialmente como uma ind&uacute;stria recicl&aacute;vel a 96%. Um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=boTSyq_Xrzo&amp;feature=player_embedded#">document&aacute;rio </a>que retoma esta investiga&ccedil;&atilde;o ser&aacute; <a href="http://www.arte.tv/fr/Comprendre-le-monde/Dechets--le-cauchemar-du-nucleaire/2766888.html">difundido</a> na noite de ter&ccedil;a-feira, 13 de Outubro, no canal televisivo franco-alem&atilde;o Arte. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 16:07:25 +0100</pubDate><guid>114331</guid></item>
<item><title>Nuclear | A Bélgica apega-se ao átomo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/108761-belgica-apega-se-ao-atomo</link><description><![CDATA[<p>As tr&ecirc;s mais antigas centrais nucleares da B&eacute;lgica permanecer&atilde;o em servi&ccedil;o at&eacute; 2025, <a href="http://www.standaard.be/Artikel/Detail.aspx?artikelId=J12G0STP&amp;word=kerncentrales">anuncia <em>De Standaard</em></a>. &Eacute; a mesma data prevista para as tr&ecirc;s centrais mais recentes. O ministro da Energia, o socialista Paul Magnette, tomou a decis&atilde;o ap&oacute;s receber o relat&oacute;rio Gemix, no qual os peritos internacionais prev&ecirc;em uma ruptura no abastecimento de energia. Uma lei votada em 2003 estipulava que aquelas centrais deviam fechar em 2015. A <a href="http://www.electrabel.com/whoarewe/whoarewe.aspx">Electrabel</a>, fornecedora de electricidade belga, pertencente ao grupo franc&ecirc;s GDF-Suez, ter&aacute; de entregar uma parte fixa dos seus rendimentos ao Estado, investir em energias renov&aacute;veis e manter os pre&ccedil;os a um n&iacute;vel aceit&aacute;vel.</p>
<p><a href="http://www.groen.be/nieuws_1.aspx">Os Verdes</a> denunciaram imediatamente este &ldquo;<em>arranjo entre a Electrabel e o Governo</em>&rdquo;. <a href="http://www.demorgen.be/dm/nl/992/Wetenschap/article/detail/1007908/2009/10/01/Magnette-wil-kerncentrales-langer-openhouden.dhtml">Citada pelo di&aacute;rio <em>De Morgen</em></a>, a deputada verde Tinne Van der Straeten considera que, &ldquo;<em>a troco de alguns parcos c&ecirc;ntimos para o seu or&ccedil;amento</em>&rdquo;, o ministro garante o monop&oacute;lio e os lucros da Electrabel, que ir&atilde;o &ldquo;<em>direitinhos para a Fran&ccedil;a</em>&rdquo;. &ldquo;<em>Os franceses v&atilde;o celebrar</em>&rdquo;, diz, recordando que &ldquo;<em>em mais lugar nenhum h&aacute; centrais nucleares t&atilde;o velhas como na B&eacute;lgica</em>&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:52:33 +0100</pubDate><guid>108761</guid></item>
<item><title>Energia renovável | África pode produzir electricidade para a UE (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/84071-africa-pode-produzir-electricidade-para-ue</link><description><![CDATA[Nas últimas semanas, foram lançados dois enormes projectos de geração de energia. Um pretende alimentar a maior captação solar a nível mundial, o outro a maior barragem hidroeléctrica do planeta. Apesar de situados em África, ambos se destinam a exportar electricidade para a Europa. The Independent pesa os prós e contras de dois projectos ambiciosos, que, de acordo com muitos críticos, têm contornos coloniais de apropriação da energia. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:48:52 +0100</pubDate><guid>84071</guid></item>
<item><title>Polónia | Varsóvia converte-se ao nuclear</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/51561-varsovia-converte-se-ao-nuclear</link><description><![CDATA[<p>A Pol&oacute;nia est&aacute; a planear a constru&ccedil;&atilde;o da&nbsp;sua primeira central nuclear. O di&aacute;rio de Vars&oacute;via, <a href="http://polskatimes.pl/fakty/kraj/139050,rzad-liczy-koszty-budowy-elektrowni-jadrowych,id,t.html"><em>Polska</em></a>, sabe que o Ministro das Finan&ccedil;as convidou empresas de energia como, por exemplo, a&nbsp; <a href="http://www.energoprojekt.pl/index.php?lang=en">Energoprojekt Warszawa</a>&nbsp;para apresentarem uma estimativa de custos. A Energoprojekt, que, na d&eacute;cada de 1980, apresentou o plano para uma central nuclear em Żarnowiec, no Norte da Pol&oacute;nia, um projecto que mereceu os votos contra da popula&ccedil;&atilde;o local, afirma que a energia nuclear acabar&aacute; por ser ben&eacute;fica em termos financeiros. Andrzej Patrycy, presidente do Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da empresa, argumenta que a pol&iacute;tica a longo prazo da UE se encaminha para a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de carv&atilde;o, sobre o qual assenta a actual ind&uacute;stria energ&eacute;tica polaca. &ldquo;<em>Se a Pol&oacute;nia recusar a energia nuclear, poder&aacute; ter uma das mais elevadas taxas de consumo de energia el&eacute;ctrica da Europa nos pr&oacute;ximos 10 anos</em>&rdquo;, acrescenta o Polska. </p>
<p>O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, comprometeu-se a mudar para a energia nuclear numa altura em que outros Estados-membros est&atilde;o a aderir tamb&eacute;m a esta controversa fonte de energia. A Finl&acirc;ndia est&aacute; a construir um aterro de res&iacute;duos radioactivos em Onkalo, e a Fran&ccedil;a, uma nova central em Flamanville. &Agrave; semelhan&ccedil;a do governo brit&acirc;nico, que, num recente Livro Branco, exige mais centrais nucleares, a It&aacute;lia declarou recentemente tratar-se de um &ldquo;<em>erro brutal</em>&rdquo; o afastamento da tecnologia, em 1987, ap&oacute;s Chernobyl.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 09 Jul 2009 16:13:03 +0100</pubDate><guid>51561</guid></item>
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