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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Egito]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Parlamento Europeu | Um prémio para apaziguar consciências</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1287221-um-premio-para-apaziguar-consciencias</link><description><![CDATA[<p><em>&ldquo;Europa limpa a sua imagem com o pr&eacute;mio Sakharov&rdquo;</em>, considera &nbsp;<a href="http://www.elmundo.es/"><em>El Mundo</em></a>, no dia em que &eacute; entregue este&nbsp;<a href="http://www.europarl.europa.eu/news/pt/headlines/content/20111014FCS29297/html/Pr%C3%A9mio-Sakharov-para-a-Liberdade-de-Pensamento-2011" target="_blank">pr&eacute;mio do Parlamento Europeu</a>&nbsp;para a liberdade de esp&iacute;rito, concedido este ano a cinco&nbsp;militantes dos movimentos de contesta&ccedil;&atilde;o &aacute;rabes.</p>
<p>Destes, apenas dois puderam deslocar-se para receber a recompensa em Estrasburgo: o l&iacute;bio Ahamed el Senoussi, que passou 31&nbsp;anos nas pris&otilde;es de Muammar Kadhafi, e a militante eg&iacute;pcia Asmaa Mahfouz, do movimento&nbsp;6 de abril. Entre os outros laureados est&atilde;o a s&iacute;ria Razan Zeitouneh, advogada dos direitos&nbsp;humanos e bloguista, que vive hoje na clandestinidade, e o sat&iacute;rico pol&iacute;tico s&iacute;rio Ali Farzat,&nbsp;refugiado no Kuwait por ter sido atacado por partid&aacute;rios do regime de Bashar al-Assad. O&nbsp;&uacute;ltimo pr&eacute;mio foi atribu&iacute;do a t&iacute;tulo p&oacute;stumo a Mohamed Bouazizi, cuja imola&ccedil;&atilde;o deu in&iacute;cio &agrave;&nbsp;revolu&ccedil;&atilde;o tunisina.</p>
<p>&ldquo;<em>A Europa fechou durante anos os olhos &agrave;s ditaduras &aacute;rabes</em>&rdquo; e os pr&eacute;mios deste&nbsp;ano &ldquo;<em>simbolizam este sentimento de culpa</em>&rdquo;, real&ccedil;a o di&aacute;rio espanhol. Mas, apesar de o&nbsp;Parlamento Europeu ter condenado a repress&atilde;o na S&iacute;ria, &ldquo;<em>Bruxelas ainda n&atilde;o formulou nenhuma resposta unificada contra Assad</em>&rdquo;, e h&aacute; ainda &ldquo;<em>muito a fazer na UE para responder&nbsp;de forma adequada aos processos democr&aacute;ticos no mundo &aacute;rabe</em>&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 13:45:54 +0100</pubDate><guid>1287221</guid></item>
<item><title>Europeu da semana | O ciberrevolucionário da praça Tahrir (Fokus, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1254841-o-ciberrevolucionario-da-praca-tahrir</link><description><![CDATA[Hosni Mubarak não foi capaz de isolar os revolucionários egípcios do resto do mundo, no passado mês de janeiro, graças a um estudante sueco, teórico do ciberativismo: Christopher Kullenberg, o sueco famoso do ano para o semanário Fokus. Retrato. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 06 Dec 2011 15:40:05 +0100</pubDate><guid>1254841</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Cinco mil milhões para ajuda às revoluções árabes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/676901-cinco-mil-milhoes-para-ajuda-revolucoes-arabes</link><description><![CDATA[<p>Integrada na chamada Pol&iacute;tica de Vizinhan&ccedil;a, a &ldquo;UE condiciona a ajuda aos pa&iacute;ses &aacute;rabes para a democracia&quot;, <a target="_self" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/UE/condiciona/ayuda/paises/arabes/democracia/elpepiint/20110526elpepiint_3/Tes">segundo traz o di&aacute;rio <em>El Pa&iacute;s</em> em t&iacute;tulo</a>. Em 25 de maio, a Alta Representante para os Neg&oacute;cios Estrangeiros, Catherine Ashton, e o comiss&aacute;rio para a <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/world/enp/policy_fr.htm">Pol&iacute;tica Europeia de Vizinhan&ccedil;a</a>, Stefan Fuele, apresentaram a <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/world/enp/pdf/com_11_303_fr.pdf">nova estrat&eacute;gia</a> relativamente aos 16 pa&iacute;ses mais pr&oacute;ximos da Uni&atilde;o, tanto a Leste como a Sul. Dos sete mil milh&otilde;es de euros a disponibilizar at&eacute; 2013, cinco mil milh&otilde;es v&atilde;o para pa&iacute;ses do Sul do Mediterr&acirc;neo.</p>
<p>At&eacute; agora, recorda El Pais, em pa&iacute;ses como o Egito e a Tun&iacute;sia, a estrat&eacute;gia da UE baseava-se no princ&iacute;pio da &quot;seguran&ccedil;a a troco de milh&otilde;es de euros&rdquo;. Hoje, alguns par&acirc;metros v&atilde;o permitir &agrave; Europa aferir o n&iacute;vel da democratiza&ccedil;&atilde;o nesses pa&iacute;ses: elei&ccedil;&otilde;es livres, liberdade de express&atilde;o e de imprensa, sistema judici&aacute;rio independente, luta contra a corrup&ccedil;&atilde;o e for&ccedil;as de seguran&ccedil;a e ex&eacute;rcitos democraticamente controlados. O jornal sublinha que o plano divulgado pela chefe da diplomacia europeia tamb&eacute;m inclui medidas para controlar os fluxos migrat&oacute;rios. Mas &quot;Ashton negou que se trate de dinheiro para evitar a imigra&ccedil;&atilde;o&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2011 13:49:26 +0100</pubDate><guid>676901</guid></item>
<item><title>Quando Kadhafi tiver ganho | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/547191-quando-kadhafi-tiver-ganho</link><description><![CDATA[<p>Decididamente, a &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo; n&atilde;o est&aacute; a correr bem aos l&iacute;deres europeus. Depois de ter perdido o barco da &ldquo;revolu&ccedil;&atilde;o do jasmim&rdquo; e de ter saltado catastroficamente por cima da revolta anti-Mubarak, tiveram a possibilidade de emendar a m&atilde;o com a revolta que estalou em meados de fevereiro, na L&iacute;bia.</p>
<p>No entanto, conseguiram desbaratar esta nova oportunidade de se imporem como um ator de peso na cena internacional e influenciarem o curso dos acontecimentos. E, mais uma vez, pelas mesmas raz&otilde;es: amadorismo, divis&otilde;es, adiamentos, falta de vis&atilde;o a longo prazo. Amadorismo, porque confiaram na inevitabilidade do efeito domin&oacute;: depois do tunisino Ben Ali e do eg&iacute;pcio Mubarak, o l&iacute;bio Kadhafi tamb&eacute;m cairia, diziam. &Eacute; conhecer mal a Jamahiriya e o sistema pol&iacute;tico instalado, h&aacute; mais de 40 anos, pelo seu l&iacute;der. </p>
<p>Divis&otilde;es e adiamentos porque, depois de ter esperado tr&ecirc;s semanas desde o rebentamento da revolta no leste da L&iacute;bia para discutir seriamente a atua&ccedil;&atilde;o da UE, <a href="http://rpfrance.eu/IMG/pdf/119792.pdf" target="_blank">durante o Conselho Europeu &ldquo;de urg&ecirc;ncia&rdquo; de 11 de mar&ccedil;o</a>, falharam e n&atilde;o conseguiram ir mais al&eacute;m do que a promessa de examinarem &ldquo;todas as op&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para protegerem a popula&ccedil;&atilde;o civil&rdquo;. Concordaram, tamb&eacute;m, na convoca&ccedil;&atilde;o de uma cimeira tripartida com a Liga &Aacute;rabe e a Uni&atilde;o Africana, com a maior brevidade poss&iacute;vel, para &ldquo;reagir a esta crise&rdquo;. Pediram a Kadhafi para &ldquo;abandonar imediatamente o poder&rdquo; e j&aacute; n&atilde;o consideram o seu regime como &ldquo;um interlocutor da UE&rdquo;. Ou seja, nada como empurrar um ditador &agrave; beira de ser derrubado.</p>
<p>Enquanto isto, no terreno, a rela&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as parece dar vantagem a Kadhafi, e &eacute; aqui que a posi&ccedil;&atilde;o dos europeus se torna delicada e a sua falta de vis&atilde;o a longo prazo preocupante. Renunciando a oferecer uma sa&iacute;da de cena &ldquo;honrosa&rdquo; ao ditador l&iacute;bio numa altura em que ele estava em dificuldade; rejeitando, depois, a <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/543601-sarkozy-poe-ue-em-pe-de-guerra" target="_blank">proposta franco-brit&acirc;nica</a> para que fosse decretada uma zona de interdi&ccedil;&atilde;o a&eacute;rea &ndash; falando claramente, uma interven&ccedil;&atilde;o militar contra Kadhafi &ndash; com o pretexto de que as condi&ccedil;&otilde;es (ataques indiscriminados contra civis, uma resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho de Seguran&ccedil;a das Na&ccedil;&otilde;es Unidas e o apoio dos pa&iacute;ses &aacute;rabes) n&atilde;o estavam preenchidas e recusando ajudar o Conselho Nacional Provis&oacute;rio (CNT), os europeus correram o risco de deixarem o coronel levar a melhor. E de verem instalar-se &agrave; sua porta aquilo a que <a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp;jsessionid=F3D053BEE14821E1188DE1ECB8C5A695" target="_blank">Serge Michel qualificou, no <em>Temps</em></a>, como &ldquo;Coreia do Norte pr&oacute;spera no meio do Mediterr&acirc;neo&rdquo;. Mas, aparentemente, n&atilde;o fizeram um &ldquo;plano B&rdquo; para a eventualidade do coronel continuar a ser dono e senhor da L&iacute;bia. Bem jogado.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Mon, 14 Mar 2011 14:39:11 +0100</pubDate><guid>547191</guid></item>
<item><title>Egito | A revolução que veio da Sérvia (Svenska Dagbladet, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/523391-revolucao-que-veio-da-servia</link><description><![CDATA[Ponta de lança da revolução egípcia, o Movimento do 6 de abril seguiu em parte o exemplo do movimento Otpor!, que esteve na origem da queda do regime jugoslavo em 2000. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 02 Mar 2011 16:48:49 +0100</pubDate><guid>523391</guid></item>
<item><title>Norte de África | A nova fronteira da Europa (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/521521-nova-fronteira-da-europa</link><description><![CDATA[Há 30 anos, ninguém poderia ter previsto o processo que levou os países do Pacto de Varsóvia a entrarem para a União Europeia. Agora que o mesmo acontece nas nações árabes, a UE deve oferecer-lhes a mesma oportunidade de fortalecer as suas democracias: uma proposta concreta de adesão. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 01 Mar 2011 17:52:25 +0100</pubDate><guid>521521</guid></item>
<item><title>A nobreza da democracia | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/517051-nobreza-da-democracia</link><description><![CDATA[<p>Uma Irlanda zangada vota hoje. E vai seguramente eleger como seu pr&oacute;ximo primeiro-ministro Enda Kenny, do Fine Gael, um partido de centro-direita, em substitui&ccedil;&atilde;o do Fianna F&aacute;il, outro partido de centro-direita, geralmente tido como respons&aacute;vel pelo descalabro econ&oacute;mico do pa&iacute;s. Kenny, como a maioria dos dirigentes pol&iacute;ticos da Irlanda, pretende levar a cabo mais ou menos as mesmas pol&iacute;ticas desenvolvidas pelo seu antecessor: mais or&ccedil;amentos de austeridade, controlados pelos termos da ajuda econ&oacute;mica da UE/FMI, e continua&ccedil;&atilde;o da entrega de milhares de milh&otilde;es de dinheiro p&uacute;blico a bancos falidos irlandeses. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/513801-ue-fmi-unica-saida-para-os-irlandeses" target="_blank">Como observou o colunista Fintan O'Toole</a>: &ldquo;Na verdade, toda a raiva e mal-estar, toda a cr&iacute;tica e espalhafato redundar&atilde;o em quase nada&rdquo;.</p>
<p>Ao mesmo tempo que exercem resignadamente o seu direito democr&aacute;tico, os irlandeses v&atilde;o acompanhando atentamente as insurrei&ccedil;&otilde;es no Norte de &Aacute;frica e no M&eacute;dio Oriente, onde centenas de pessoas est&atilde;o a morrer por liberdades b&aacute;sicas. Muitos ficam colados &agrave; Al Jazira ou &agrave; BBC, seguindo os trepidantes ou arrepiantes acontecimentos que os comovem e empolgam, porque, como a maioria de n&oacute;s, aqueles povos revelam ter instintivamente a no&ccedil;&atilde;o da nobreza da democracia. Simultaneamente, os cora&ccedil;&otilde;es irlandeses devem sucumbir &agrave; ideia de que, a um dado momento, depois de todos aqueles sacrif&iacute;cios e sangue derramado, os povos da Tun&iacute;sia, do Egito e da L&iacute;bia v&atilde;o ter de escolher entre varia&ccedil;&otilde;es locais do Fianna F&aacute;il ou do Fine Gael, disputando que impostos tirar da cartola, que servi&ccedil;os p&uacute;blicos cortar e como conseguir um melhor juro para re-embolsar a UE/FMI. </p>
<p>A ado&ccedil;&atilde;o da democracia tem inevitavelmente de conduzir ao equ&iacute;voco tecnocr&aacute;tico? Sob certos aspetos, compara&ccedil;&otilde;es recentes entre eventos atuais e as revolu&ccedil;&otilde;es europeias de 1989 s&atilde;o pouco otimistas. <a href="http://homepages.nyu.edu/~jat7/Pacek_PopEleches_Tucker_Turnout.pdf" target="_blank">Se a aflu&ecirc;ncia &agrave;s urnas em antigos pa&iacute;ses comunistas</a>, como Rom&eacute;nia, Bulg&aacute;ria, Rep&uacute;blica Checa e Pol&oacute;nia, s&atilde;o um bar&oacute;metro para o entusiasmo que a democracia inspira, a m&eacute;dia de 50 a 60% nas elei&ccedil;&otilde;es sugere que a resposta seja afirmativa: em apenas 20 anos de vig&ecirc;ncia, quase metade dos respetivos eleitorados demitiu-se pura e simplesmente. </p>
<p>N&atilde;o se trata apenas de complac&ecirc;ncia. Parece ter igualmente a ver com a tibieza e falta de paix&atilde;o que manifestam os nossos dirigentes. Como podem, por exemplo, ter-lhes respeito quando a respons&aacute;vel da UE pelos Neg&oacute;cios Estrangeiros, Catherine Ashton, e Barack Obama <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/515491-facam-o-que-eu-digo-nao-facam-o-que-eu-faco" target="_blank">se mostraram t&atilde;o embara&ccedil;osamente pouco entusiastas</a> quando os eg&iacute;pcios invadiram a Pra&ccedil;a da Liberta&ccedil;&atilde;o, pondo em risco a pr&oacute;pria vida? O que fariam se a tirania assaltasse de novo a Europa? E no entanto, isto n&atilde;o tem tanto a ver com as suas fraquezas pessoais, mas mais com uma cultura pol&iacute;tica de avers&atilde;o ao risco, o que significa que uma mulher essencialmente &iacute;ntegra como Ashton e o em tempos empolgante Obama t&ecirc;m pouco espa&ccedil;o de manobra &ndash; parecem esmagados, e n&atilde;o libertados, por todo o poder que det&ecirc;m. Vivendo n&oacute;s em sociedades que n&atilde;o ousam nada, &eacute; l&oacute;gico que nada muda, e, consequentemente, votar torna-se apenas um gesto t&atilde;o estimulante como escolher entre marcas de cereais no supermercado. No entanto, apesar de d&eacute;cadas de tirania, os povos do Norte de &Aacute;frica est&atilde;o a demonstrar que o que parece uma realidade firme como a&ccedil;o pode rapidamente desfazer-se em p&oacute;. Ao entrar na sala de voto, os irlandeses, na qualidade de europeus, devem recordar-se que o mundo n&atilde;o &eacute; um calv&aacute;rio, mas uma p&eacute;rola ao nosso alcance.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 25 Feb 2011 14:30:39 +0100</pubDate><guid>517051</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | Peste ou cólera, a última chantagem de Kadhafi (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/512271-peste-ou-colera-ultima-chantagem-de-kadhafi</link><description><![CDATA[A repressão sangrenta do povo líbio pelo regime de Kadhafi agrava o problema da Europa perante os movimentos de revolta árabes, refere a imprensa europeia, que defende uma ação concreta e coordenada. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 22 Feb 2011 16:28:26 +0100</pubDate><guid>512271</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | O que a Europa pode realmente esperar (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/511071-o-que-europa-pode-realmente-esperar</link><description><![CDATA[Terrorismo, imigração, economia: para os europeus, a vaga de revoltas que agita o mundo árabe vem carregada de perigos mais ou menos reais. O jornal El País tentou separar o verdadeiro do falso. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 21 Feb 2011 17:35:46 +0100</pubDate><guid>511071</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Catherine Ashton perdeu o barco (Libération, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/507011-catherine-ashton-perdeu-o-barco</link><description><![CDATA[A 16 de fevereiro, Catherine Ashton anunciou uma ajuda de 258 milhões de euros até 2013 à Tunísia. Para o Libération, foi preciso esperar pela chegada dos &quot;embarcados&quot; tunisinos à costa de Lampedusa para que a UE aceite finalmente dar um apoio ativo à revolução tunisina. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 17 Feb 2011 16:06:53 +0100</pubDate><guid>507011</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Sete razões para estar otimista</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/506671-sete-razoes-para-estar-otimista</link><description><![CDATA[<p>&quot;Revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes  &ndash;  Uma oportunidade para todos n&oacute;s.&quot; Com um certo ar de vingan&ccedil;a, depois de sete meses de debates sobre o lugar do isl&atilde;o na Alemanha, <em><a href="http://www.zeit.de" target="_blank"><em>Die Zeit</em></a></em> titula estes preconceitos e outras &quot;cabe&ccedil;as de turcos&quot; que v&atilde;o desaparecer do imagin&aacute;rio europeu ao mesmo tempo que os d&eacute;spotas do M&eacute;dio Oriente. Sem d&uacute;vida que, refere a revista, &quot;a revolta em Tunes, no Cairo e em Teer&atilde;o ir&aacute; alterar o olhar ocidental sobre o Isl&atilde;o&quot;. Num longo discurso de Jo&atilde;o Paulo II, cujo tom parece inspirado no &quot;n&atilde;o tenhais medo!&quot;, aos povos da Europa oriental, o seman&aacute;rio ilustra os elementos ligados a estas revoltas populares que v&atilde;o permitir, de Berlim a Pequim, <a href="http://blog.zeit.de/joerglau/2011/02/16/warum-die-agyptische-revolution-sogar-fur-israel-gut-ist_4623" target="_blank">passando por Ramallah</a>, um mundo melhor. Nomeadamente connosco, visto que a diaboliza&ccedil;&atilde;o da imagem dos mu&ccedil;ulmanos s&oacute; &eacute; &uacute;til &agrave; vida comum; depois, mais longe, uma vez que as rela&ccedil;&otilde;es entre a UE e a Turquia, que deixa de estar &quot;na charneira entre a Europa democr&aacute;tica e o despotismo &aacute;rabe&quot;, aparecem sob a aurora de um novo dia. E no Ir&atilde;o, na China, ou na Bielorr&uacute;ssia, porque ningu&eacute;m sabe se estes regimes v&atilde;o sair ilesos da onda de choque provocada pelas &quot;revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 17 Feb 2011 13:34:51 +0100</pubDate><guid>506671</guid></item>
<item><title>Charb | Eles estão a chegar! | Cartoon (Charlie Hebdo, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/505471-eles-estao-chegar</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Wed, 16 Feb 2011 16:26:28 +0100</pubDate><guid>505471</guid></item>
<item><title>Mediterrâneo | Um desafio para a nossa diplomacia (Der Standard, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/503781-um-desafio-para-nossa-diplomacia</link><description><![CDATA[Revoluções na Tunísia e no Egito, afluxo de refugiados a Lampedusa: a UE está sempre a ser apanhada desprevenida. Para evitar novas crises, a UE devia pensar desde já numa associação tão estreita quanto possível dos Estados do Magrebe, considera Der Standard. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 15 Feb 2011 17:00:55 +0100</pubDate><guid>503781</guid></item>
<item><title>Itália | As revoluções árabes batem à porta (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/501901-revolucoes-arabes-batem-porta</link><description><![CDATA[Na noite de 11 para 12 de fevereiro, centenas de tunisinos chegaram à ilha italiana de Lampedusa. La Stampa anuncia um fluxo massivo de imigrantes em direção à Europa que assiste à queda dos ditadores. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 14 Feb 2011 17:09:02 +0100</pubDate><guid>501901</guid></item>
<item><title>Oliver | A Internet guia o povo | Cartoon (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/499261-internet-guia-o-povo</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 11 Feb 2011 13:16:11 +0100</pubDate><guid>499261</guid></item>
<item><title>Ideias | A primavera árabe não é 1989 (Lidové noviny , Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/498401-primavera-arabe-nao-e-1989</link><description><![CDATA[Na opinião de um jornalista checo, comparar a revolta árabe de 2011 com o fim dos regimes comunistas na Europa é uma utopia, porque as tradições culturais e políticas são muito diferentes. O que não impede a democracia de prosperar no futuro. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 Feb 2011 15:07:38 +0100</pubDate><guid>498401</guid></item>
<item><title>UE-Médio Oriente | Os árabes também amam a liberdade (Der Standard, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/491271-os-arabes-tambem-amam-liberdade</link><description><![CDATA[A Europa está a olhar para as revoltas populares no mundo árabe com um misto de fascínio e de medo. No entanto, tal como 1989 demonstrou no nosso continente, a democracia não pode surgir sem se correr riscos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 04 Feb 2011 16:50:14 +0100</pubDate><guid>491271</guid></item>
<item><title>Europa - Egito | Estabilidade, o nosso maléfico fetiche</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/490681-estabilidade-o-nosso-malefico-fetiche</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Os homens de m&atilde;o de Mubarak&ldquo;, &eacute; o t&iacute;tulo do <em>Tageszeitung</em> que, na primeira p&aacute;gina, publica fotografias de quatro dirigentes europeus, sorridentes, a apertarem a m&atilde;o ao presidente eg&iacute;pcio, Hosni Mubarak. Zapatero (2004), Sarkozy (2010), Merkel (2010), Berlusconi (2009): &ldquo;Ap&oacute;s 30 anos de rela&ccedil;&otilde;es amig&aacute;veis com o ditador, os l&iacute;deres hesitam manifestar a sua dist&acirc;ncia. N&atilde;o h&aacute; apelos de demiss&atilde;o dirigidos a Mubarak, nem anula&ccedil;&otilde;es dos milh&otilde;es de euros de ajuda concedidos ao regime&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/im-zweifel-fuer-die-potentaten/">indigna-se o di&aacute;rio</a>. &ldquo;Aos olhos dos opositores &aacute;rabes, a UE perdeu toda a credibilidade no que diz respeito aos Direitos Humanos&rdquo;. E, para o <em>TAZ</em>, este n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico caso: quer se trate da pol&iacute;tica de imigra&ccedil;&atilde;o ou da pol&iacute;tica de energia, a UE &ldquo;relaciona-se com os d&eacute;spotas desde que eles lhe assegurem estabilidade. Agora, paga o pre&ccedil;o desse seu fetiche pela estabilidade&rdquo;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 04 Feb 2011 12:47:45 +0100</pubDate><guid>490681</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | Mantenham-se afastados do Egito! (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/487491-mantenham-se-afastados-do-egito</link><description><![CDATA[Os acontecimentos no Egito são empolgantes para todos os amantes das liberdades civis, reconhece o colunista Simon Jenkins do Guardian. Mas dado o seu historial de intervenções fúteis e sangrentas por todo o mundo, o Ocidente deve pensar duas vezes sobre intrometer-se quando Estados muçulmanos lutam pela autodeterminação. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 02 Feb 2011 15:11:58 +0100</pubDate><guid>487491</guid></item>
<item><title>Bolsas | Europa central atingida pela crise egípcia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/485311-europa-central-atingida-pela-crise-egipcia</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Caos no Egito: mercados em baixa, petr&oacute;leo em alta&rdquo;, <a target="_blank" href="http://hn.ihned.cz/c1-49683380-chaos-v-egypte-trhy-padaji-zdrazuje-ropa">escreve o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a>. O di&aacute;rio de Praga explica que as Bolsas da Europa central e oriental foram atingidas pela crise eg&iacute;pcia, porque alguns investidores internacionais as consideram mercados ainda em desenvolvimento e, por isso, fr&aacute;geis. Consequ&ecirc;ncia: &ldquo;A coroa checa e o florim h&uacute;ngaro j&aacute; enfraqueceram&rdquo;. Os investidores entraram em p&acirc;nico porque o caos no Egito pode provocar o fecho do Canal do Suez, por onde transita 2,6% da produ&ccedil;&atilde;o mundial de petr&oacute;leo. Pode parecer pouco, escreve o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em>, mas o canal continua a ser uma art&eacute;ria importante para a Europa. A 100 d&oacute;lares o barril, o pre&ccedil;o do petr&oacute;leo est&aacute; no seu valor mais alto dos &uacute;ltimos dois anos. &Eacute; igualmente esperada uma subida mundial do pre&ccedil;o dos produtos alimentares e dos t&ecirc;xteis, porque o Egito &eacute; o principal importador mundial de trigo e o principal exportador de algod&atilde;o.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 01 Feb 2011 12:36:01 +0100</pubDate><guid>485311</guid></item>
<item><title>Glez | A posição de Lady Ashton | Cartoon (Le Journal du jeudi, Uagadugu)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/483541-posicao-de-lady-ashton</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 13:37:21 +0100</pubDate><guid>483541</guid></item>
<item><title>UE-Egito | Uma oportunidade a não perder (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/484191-uma-oportunidade-nao-perder</link><description><![CDATA[Após a cacofonia e as hesitações que se seguiram à “Revolução do Jasmim”, na Tunísia, a UE parece estar, mais uma vez, paralisada perante as manifestações dos egípcios contra o regime de Hosni Mubarak. No entanto, escreve a imprensa europeia, é ali que está a oportunidade de apoiar a democracia no seu “quintal” das traseiras mediterrânicas. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 13:16:04 +0100</pubDate><guid>484191</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Frattini esboça plano para missão egípcia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/481431-frattini-esboca-plano-para-missao-egipcia</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Egito a contas&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.independent.co.uk/opinion/commentators/fisk/robert-fisk-egypts-day-of-reckoning-2196751.html">traz <em>The Independent </em>em t&iacute;tulo</a>, sobre aquele que dever&aacute; ser um fim de semana cr&iacute;tico para o inst&aacute;vel regime de Hosni Mubarak. Com milh&otilde;es de manifestantes preparados para invadirem as ruas ap&oacute;s as ora&ccedil;&otilde;es da manh&atilde; de sexta-feira, 28 de janeiro, o veterano correspondente do di&aacute;rio londrino, Robert Fisk, salienta que &ldquo;os norte-americanos e a UE t&ecirc;m estado a aconselhar o regime a escutar o povo. Mas quem s&atilde;o estas pessoas, quem s&atilde;o os seus l&iacute;deres? N&atilde;o se trata de uma insurrei&ccedil;&atilde;o isl&acirc;mica &ndash; embora possa vir a ser &ndash; e, excluindo a habitual litania da participa&ccedil;&atilde;o da Fraternidade Mu&ccedil;ulmana nas manifesta&ccedil;&otilde;es, &eacute; apenas uma mole de eg&iacute;pcios fartos de d&eacute;cadas de fracassos e humilha&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entretanto, o <a target="_blank" href="http://euobserver.com/9/31716"><em>EUobserver </em>relata</a> que o ministro italiano dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, Franco Frattini, pediu &agrave; UE para enviar uma &quot;equipa de apoio pol&iacute;tico&rdquo; de alto n&iacute;vel para o Egito, &ldquo;para acalmar as tens&otilde;es&rdquo;, assim como para outros pa&iacute;ses do Norte de &Aacute;frica atingidos por instabilidade social. Numa reuni&atilde;o de Ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros da UE, em Bruxelas, na segunda-feira, 31 de janeiro, Frattini esbo&ccedil;ar&aacute; os planos para uma miss&atilde;o europeia que dever&aacute; contactar com &ldquo;os mais altos n&iacute;veis [&hellip;] da sociedade civil, presidentes de C&acirc;maras e partidos de oposi&ccedil;&atilde;o, para recolher informa&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o para dar ordens.&rdquo; O ministro considera que a situa&ccedil;&atilde;o altamente vol&aacute;til no Egito n&atilde;o pode &ldquo;ser tratada por iniciativas espor&aacute;dicas deste ou daquele pa&iacute;s europeu, mas por uma iniciativa global da Europa&rdquo;. S&oacute; que segunda-feira pode ser j&aacute; demasiado tarde.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 28 Jan 2011 11:48:01 +0100</pubDate><guid>481431</guid></item>
<item><title>França-Tunísia | Uma Paris insuficientemente revolucionária (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/467031-uma-paris-insuficientemente-revolucionaria</link><description><![CDATA[Ultrapassado pelos acontecimentos, tardio no apoio aos democratas, o Governo francês deu sinais de estar com o regime de Ben Ali até ao fim. Hoje, tem grande dificuldade em justificar a sua posição. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 18 Jan 2011 18:09:53 +0100</pubDate><guid>467031</guid></item>
<item><title>UE-Magrebe | Acontecimentos tão previsíveis... (Le Soir, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/456031-acontecimentos-tao-previsiveis</link><description><![CDATA[Ao apoiar os governos do Norte de África, apesar da corrupção, do nepotismo e da violação dos Direitos Humanos, a UE é, em parte, responsável pelo descontentamento a que se tem assistido recentemente na Tunísia e na Argélia. Está na altura de a Europa apoiar uma nova classe política que esteja, finalmente, ao serviço dos cidadãos, afirma um comentador do Soir. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 10 Jan 2011 13:45:06 +0100</pubDate><guid>456031</guid></item>
<item><title>União para o Mediterrâneo | O fim do sonho (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/345221-o-fim-do-sonho</link><description><![CDATA[O entusiasmo que acompanhou o lançamento da União para o Mediterrâneo perdeu-se. Segundo o intelectual francês Sami Naïr, o que está em causa é a ausência de um projeto sério. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 23 Sep 2010 16:42:18 +0100</pubDate><guid>345221</guid></item>
<item><title>Religião | A UE quer proteger os cristãos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/175631-ue-quer-proteger-os-cristaos</link><description><![CDATA[<p>O Parlamento Europeu assume a defesa dos crist&atilde;os perseguidos no mundo inteiro,<a href="http://www.rp.pl/artykul/423266_UE_broni_nekanych_za_wiare_.html" target="_blank"> congratula-se&nbsp;</a>o di&aacute;rio polaco Rzeczpospolita. Depois dos&nbsp;recentes acontecimentos no Egipto, onde seis crist&atilde;os coptas foram mortos &agrave; sa&iacute;da de uma missa,&nbsp;no dia&nbsp;21 de Janeiro, foi adoptada uma&nbsp;&nbsp;<a href="http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+TA+P7-TA-2010-0005+0+DOC+XML+V0//FR" target="_blank">resolu&ccedil;&atilde;o&nbsp;</a>de condena&ccedil;&atilde;o da persegui&ccedil;&atilde;o dos crist&atilde;os e convidando as institui&ccedil;&otilde;es europeias e o Conselho da Europa a abordar a quest&atilde;o nas pr&oacute;ximas cimeiras com o Egipto. </p>
<p>A Mal&aacute;sia foi igualmente citada, ap&oacute;s v&aacute;rios ataques contra lugares de culto da comunidade crist&atilde; no pa&iacute;s. Alguns esperam que esta resolu&ccedil;&atilde;o constitua um primeiro passo para uma protec&ccedil;&atilde;o acrescida dos crist&atilde;os pela diplomacia europeia. Segundo Jonathan Rocho da <a href="http://www.persecution.org/suffering/index.php" target="_blank">International Christian Concern</a>, a situa&ccedil;&atilde;o dos crist&atilde;os nos pa&iacute;ses mu&ccedil;ulmanos e comunistas agrava-se, assistindo-se a uma multiplica&ccedil;&atilde;o das exig&ecirc;ncias, deporta&ccedil;&otilde;es e homic&iacute;dios. Mas h&aacute; quem tema que a interven&ccedil;&atilde;o da UE contribua para aumentar as tens&otilde;es entre crist&atilde;os e Isl&atilde;o.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 22 Jan 2010 17:25:40 +0100</pubDate><guid>175631</guid></item>
<item><title>Doação de órgãos | Lutar contra o &quot;turismo de transplantes&quot;</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/116381-lutar-contra-o-turismo-de-transplantes</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Cerca de 6.800 transplantes renais &ndash; ou seja, 10% do total &ndash; efectuados no mundo s&atilde;o fruto do chamado &lsquo;turismo de transplanta&ccedil;&atilde;o&rsquo;, com pre&ccedil;os que podem exceder os 100.000 euros por opera&ccedil;&atilde;o&quot;</em>, <a href="http://www.lavanguardia.es/premium/epaper/20091014/53804375988.html">revela</a>  o La Vanguardia. O di&aacute;rio catal&atilde;o cita um&nbsp;<a href="http://www.coe.int/t/dghl/monitoring/trafficking/Docs/News/OrganTrafficking_study.pdf">estudo</a> pioneiro realizado conjuntamente pelo Conselho da Europa e as Na&ccedil;&otilde;es Unidas, que constitui o primeiro passo para uma conven&ccedil;&atilde;o internacional de combate a este fen&oacute;meno. Isto deve-se em grande parte, afirma o estudo, &agrave; escassez de doadores: s&oacute; na UE, 4.000 doentes morrem todos os anos &agrave; espera de um transplante de &oacute;rg&atilde;os. Assim, <em>&quot;os que t&ecirc;m possibilidades procuram outras &lsquo;vias sanit&aacute;rias' &quot;, </em>no Paquist&atilde;o, na &Iacute;ndia, na China, nas Filipinas, no Egipto ou na Col&ocirc;mbia, de acordo com o <a href="http://www.transplant-observatory.org/ ">Observat&oacute;rio Mundial das Doa&ccedil;&otilde;es e Transplantes</a>. Rafael Matesanz, respons&aacute;vel da Organiza&ccedil;&atilde;o Nacional espanhola de Transplantes e um dos autores do relat&oacute;rio, sugere a aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; escala mundial do sistema de consentimento presumido em vigor em Espanha (pa&iacute;s que tem a taxa de doadores mais elevada do mundo): <em>&quot;iria permitir atingir o milh&atilde;o de doa&ccedil;&otilde;es por ano em todo o mundo, em vez dos actuais 100.000&quot;. </em>Uma solu&ccedil;&atilde;o j&aacute; reclamada pelo Parlamento Europeu.</p>
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<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:06:23 +0100</pubDate><guid>116381</guid></item>
<item><title>Gás | Todas as condutas vão dar a Ceyhan (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/106891-todas-condutas-vao-dar-ceyhan</link><description><![CDATA[Para se tornarem independentes da Rússia, os europeus precisam da Turquia, por onde se prevê que passem as condutas vindas do Médio Oriente. Eis o motivo pelo qual Die Zeit duvida que a União Europeia mantenha Ancara muito mais tempo à porta. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:05:42 +0100</pubDate><guid>106891</guid></item>
<item><title>Cultura | Anti-semita na UNESCO ?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/98851-anti-semita-na-unesco</link><description><![CDATA[<p>&quot;O homem que quer queimar livros&quot;, assim se refere Lib&eacute;ration a Faruk Hosni, 71 anos, ministro eg&iacute;pcio da Cultura h&aacute; 22. &quot;Queimaria eu pr&oacute;prio os livros israelitas, se estivessem nas bibliotecas eg&iacute;pcias&quot;, declarou, o ano passado, perante o Parlamento eg&iacute;pcio. Foi uma entre muitas declara&ccedil;&otilde;es hostis aos judeus. Da&iacute; que a sua candidatura ao posto de secret&aacute;rio-geral da <a href="http://portal.unesco.org/fr/ev.php-URL_ID=29009&amp;URL_DO=DO_TOPIC&amp;URL_SECTION=201.html">UNESCO</a> gere controv&eacute;rsia h&aacute; v&aacute;rias semanas. </p>
<p>Numerosos intelectuais denunciam o anti-semitismo deste &quot;amigo de Peniche&quot;, cuja candidatura &eacute; apoiada pela Fran&ccedil;a. No centro deste &quot;bilhar diplom&aacute;tico&quot; est&aacute; a <a href="http://ec.europa.eu/external_relations/euromed/index_fr.htm">Uni&atilde;o para o Mediterr&acirc;neo</a>, lan&ccedil;ada com grande pompa em 2008 por Nicolas Sarkozy e copresidida&hellip; pelo Egipto. Este ano, ap&oacute;s a guerra de Gaza, os pa&iacute;ses &aacute;rabes manifestaram s&eacute;rias reservas em rela&ccedil;&atilde;o ao projecto da referida Uni&atilde;o. Desde ent&atilde;o, o Egipto &quot;declara-se fortemente interessado em reatar um simulacro de di&aacute;logo&hellip; se pouparem o soldado Faruk Hosni&quot;, <a href="http://www.liberation.fr/monde/0101591528-l-ami-sulfureux-de-paris-favori-pour-l-unesco">explica </a>o di&aacute;rio franc&ecirc;s.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 17 Sep 2009 15:34:17 +0100</pubDate><guid>98851</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | A Síria quer ser amiga da Europa (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/85871-siria-quer-ser-amiga-da-europa</link><description><![CDATA[O recente pedido da Grã-Bretanha  para que a Síria seja abrangida pela Política Europeia de Vizinhança (PEV) da UE faz parte de uma estratégia ocidental mais vasta, destinada a afastar do Irão o anteriormente isolado regime do Partido Baath e a levá-lo a continuar a cooperar com o Ocidente, no Iraque e no Líbano. Chris Philips interroga-se no Guardian sobre se estaremos a assistir a mais um caso em que os direitos humanos e a democracia são sacrificados em prol das conveniências políticas. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2009 17:22:44 +0100</pubDate><guid>85871</guid></item>
<item><title>Energia renovável | África pode produzir electricidade para a UE (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/84071-africa-pode-produzir-electricidade-para-ue</link><description><![CDATA[Nas últimas semanas, foram lançados dois enormes projectos de geração de energia. Um pretende alimentar a maior captação solar a nível mundial, o outro a maior barragem hidroeléctrica do planeta. Apesar de situados em África, ambos se destinam a exportar electricidade para a Europa. The Independent pesa os prós e contras de dois projectos ambiciosos, que, de acordo com muitos críticos, têm contornos coloniais de apropriação da energia. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:48:52 +0100</pubDate><guid>84071</guid></item>
<item><title>Energia | Bruxelas quer Nabucco cheio de gás</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/52971-bruxelas-quer-nabucco-cheio-de-gas</link><description><![CDATA[<p>Ligar a &Aacute;sia Central &agrave; Europa Ocidental, para reduzir a depend&ecirc;ncia desta &uacute;ltima em rela&ccedil;&atilde;o ao g&aacute;s russo, &eacute; a ambi&ccedil;&atilde;o do futuro gasoduto Nabucco, cuja entrada em funcionamento est&aacute; prevista para 2014. Em 13 de Julho, em Ankara, a Turquia, a Bulg&aacute;ria, a Rom&eacute;nia, a Hungria e a &Aacute;ustria &ndash; ou seja, os cinco pa&iacute;ses atravessados pelo seu tra&ccedil;ado de 3 300 quil&oacute;metros &ndash; assinaram uma acordo que abre caminho &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o do projecto. &quot;<em>Se se conseguir o financiamento [&hellip;], ficar&aacute; ainda por resolver o maior problema: o abastecimento de g&aacute;s&quot;</em>, adverte o perito turco Necdet Pamir, no <em>Figaro</em>.</p>
<p>&quot;O Azerbeij&atilde;o infligiu um duro golpe aos promotores do Nabucco, ao decidir, no come&ccedil;o de Julho, conceder acesso priorit&aacute;rio &agrave; Gazprom&quot;, explica este di&aacute;rio franc&ecirc;s. Perante as fortes reac&ccedil;&otilde;es europeias, a companhia petrol&iacute;fera estatal do Azerbeij&atilde;o declarou contudo que forneceria os volumes prometidos. Por seu turno, o Turquemenist&atilde;o, cujas rela&ccedil;&otilde;es com Moscovo s&atilde;o tensas, decidiu aderir ao projecto europeu. &quot;<em>Bruxelas espera obter a mesma promessa do Kazaquist&atilde;o e do Uzbequist&atilde;o, ficando de olho a mais longo prazo nas reservas de g&aacute;s do Egipto, do Iraque e do Ir&atilde;o</em>&quot;, conclui <em>Le Figaro</em>.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:50:19 +0100</pubDate><guid>52971</guid></item>
</channel></rss>
