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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[República Democrática do Congo]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Ruanda | Paul Kagame no banco dos réus</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/325491-paul-kagame-no-banco-dos-reus</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Kagame acusado de genoc&iacute;dio&rdquo; titula o <a target="_blank" href="http://www.standaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=1C2UI73D&amp;subsection=2"><em>De Standaard</em></a>, que, tal como <a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/afrique/article/2010/08/26/l-acte-d-accusation-de-dix-ans-de-crimes-au-congo-rdc_1402933_3212.html"><em>Le Monde</em></a>, teve acesso a um projecto de relat&oacute;rio da ONU sobre os abusos cometidos entre 1998 e 2003, na regi&atilde;o dos Grandes Lagos, pelo ex&eacute;rcito do actual Presidente ruand&ecirc;s, Paul Kagame e pelos rebeldes do antigo presidente congol&ecirc;s Laurent Kabila. Segundo o relat&oacute;rio, as &ldquo;incrimina&ccedil;&otilde;es, uma vez provadas perante um tribunal competente, podem ser qualificadas como genoc&iacute;dio&rdquo;. O jornal sublinha que Kagame, recentemente reeleito, &ldquo;exerceu uma forte press&atilde;o sobre a ONU para que a palavra &lsquo;genoc&iacute;dio&rsquo; n&atilde;o seja mencionada&rdquo; na vers&atilde;o definitiva do relat&oacute;rio, que dever&aacute; ser publicado no in&iacute;cio de Setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 13:30:31 +0100</pubDate><guid>325491</guid></item>
<item><title>Descolonização | O que há para festejar no Congo? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/284701-o-que-ha-para-festejar-no-congo</link><description><![CDATA[A República Democrática do Congo celebra o cinquentenário da sua independência. Ocasião para a imprensa europeia se interrogar sobre o futuro do país, símbolo da colonização no continente africano. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 16:19:53 +0100</pubDate><guid>284701</guid></item>
<item><title>Bélgica-R.D.Congo | Bélgica não gosta de relatório sobre o Congo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/212131-belgica-nao-gosta-de-relatorio-sobre-o-congo</link><description><![CDATA[<p>Enquanto a B&eacute;lgica e a sua antiga col&oacute;nia renovam com per&iacute;cia as suas rela&ccedil;&otilde;es, um relat&oacute;rio esmagador das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, sobre os abusos cometidos pelo ex&eacute;rcito da Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica do Congo (RDC) pode p&ocirc;r em risco o processo, <a href="http://www2.ohchr.org/french/bodies/hrcouncil/" target="_blank">escreve o <em>De Morgen</em></a>. O relat&oacute;rio, que dever&aacute; ser apresentado amamh&atilde; no <a href="http://www2.ohchr.org/french/bodies/hrcouncil/" target="_blank">Conselho dos Direitos do Homem da ONU</a>, afirma que &ldquo;membros do ex&eacute;rcito governamental, da pol&iacute;cia e dos servi&ccedil;os secretos s&atilde;o respons&aacute;veis por execu&ccedil;&otilde;es e pris&otilde;es arbitr&aacute;rias, viol&ecirc;ncia sexual, tortura, trabalhos for&ccedil;ados e abusos&rdquo; e que as autoridades congolesas nada fazem para alterar a situa&ccedil;&atilde;o que se agrava de ano para ano. O relat&oacute;rio aparece pouco depois de o rei Alberto II ter manifestado o desejo de ir &agrave; RDC assistir &agrave;s celebra&ccedil;&otilde;es dos 50 anos de independ&ecirc;ncia daquele pa&iacute;s africano (a 20 de Junho) e de o Ministro da Defesa ter propostos que fossem convidados militares congoleses para assistirem &agrave;s celebra&ccedil;&otilde;es do dia nacional da B&eacute;lgica, a 21 de Julho.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:42:14 +0100</pubDate><guid>212131</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Karel não vai ao Congo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/165291-karel-nao-vai-ao-congo</link><description><![CDATA[<p><em>&ldquo;De Gucht n&atilde;o pode ir ao Congo</em>&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.standaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=T52KES36&amp;word=feiten+weergeven">titula</a> o <em>De Standaard</em>: o actual Comiss&aacute;rio Europeu para o Desenvolvimento (e pr&oacute;ximo Comiss&aacute;rio para o Com&eacute;rcio) foi informado, pelo Ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros congol&ecirc;s, de que, neste momento, &eacute; indesejado na Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica do Congo (RDC). Kinshasa censura&nbsp; <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/commission_barroso/degucht/index_fr.html">Karel De Gucht</a> pelas <a target="_blank" href="http://www.lalibre.be/actu/international/article/553922/ce-qu-a-dit-le-commissaire.html">palavras</a>&nbsp; por ele usadas durante um debate do Parlamento Europeu, em Dezembro. O Comiss&aacute;rio denunciou a aus&ecirc;ncia, entre outras coisas, de &ldquo;<em>contrapartidas apropriadas&rdquo;</em> por parte das autoridades congolesas perante a ajuda europeia. Para o <em>De Standaard</em>, De Gucht podia ter-se mostrado mais diplom&aacute;tico mas &ldquo;<em>na realidade, n&atilde;o disse se n&atilde;o a verdade&rdquo;</em>. A reac&ccedil;&atilde;o de Kinshasa foi programada, adianta o di&aacute;rio flamengo, porque as autoridades congolesas t&ecirc;m uma conta corrente com De Gucht, <em>&ldquo;desde que ele declarou, em 2004, n&atilde;o conhecer homens pol&iacute;ticos competentes no Congo&rdquo;.</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:41:40 +0100</pubDate><guid>165291</guid></item>
<item><title>Energia renovável | África pode produzir electricidade para a UE (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/84071-africa-pode-produzir-electricidade-para-ue</link><description><![CDATA[Nas últimas semanas, foram lançados dois enormes projectos de geração de energia. Um pretende alimentar a maior captação solar a nível mundial, o outro a maior barragem hidroeléctrica do planeta. Apesar de situados em África, ambos se destinam a exportar electricidade para a Europa. The Independent pesa os prós e contras de dois projectos ambiciosos, que, de acordo com muitos críticos, têm contornos coloniais de apropriação da energia. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:48:52 +0100</pubDate><guid>84071</guid></item>
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