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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[crescimento]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>G8 | Acordar o crescimento, uma grande tarefa (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2026701-acordar-o-crescimento-uma-grande-tarefa</link><description><![CDATA[No G8 de Camp David, os países mais ricos do mundo concordaram em relançar o crescimento, especialmente na Europa. Mas isso implica uma mudança radical de política em relação à austeridade praticada até agora. Os líderes estão preparados? (Article)]]></description><pubDate>Mon, 21 May 2012 16:38:11 +0100</pubDate><guid>2026701</guid></item>
<item><title>Economia | Como um estrondo | Cartoon (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1186251-como-um-estrondo</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:04:16 +0100</pubDate><guid>1186251</guid></item>
<item><title>Economia | Bruxelas exige mais rigor e crescimento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/700551-bruxelas-exige-mais-rigor-e-crescimento</link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Pela primeira vez, no dia 7 de junho, a Comiss&atilde;o Europeia formulou, as suas <a target="_self" href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/11/685&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=FR&amp;guiLanguage=fr">&quot;recomenda&ccedil;&otilde;es&quot;</a> aos Vinte e Sete em rela&ccedil;&atilde;o aos or&ccedil;amentos provis&oacute;rios para 2012. &quot;Uma novidade da governa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica europeia, introduzida para evitar uma repeti&ccedil;&atilde;o da 'trag&eacute;dia grega' das finan&ccedil;as p&uacute;blicas e impedir [que os Estados-membros apliquem] pol&iacute;ticas demasiado desenvoltas a expensas de todos&quot;, <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=8829&amp;ID_sezione=&amp;sezione=">explica, no <em>La Stampa</em></a>, o economista Mario Deaglio. Recomenda&ccedil;&otilde;es formuladas num quadro econ&oacute;mico particularmente dif&iacute;cil, salienta Deaglio: &quot;sem redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida p&uacute;blica, n&atilde;o h&aacute; crescimento. Sem crescimento, o exclusivo da redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida p&uacute;blica empurra a economia para uma nova recess&atilde;o&quot;. Bruxelas aposta, contudo, em &quot;carregar a fundo no trav&atilde;o do rigor&quot;, escreve.&nbsp;</p>
<p>&quot;N&atilde;o desejamos impor a austeridade aos europeus, mas &eacute; um facto que despesas p&uacute;blicas excessivas est&atilde;o a limitar o nosso potencial de crescimento&quot;, diz, em subst&acirc;ncia a Comiss&atilde;o, que considera geralmente &quot;demasiado pouco ambiciosos&quot; e &quot;demasiado vagos&quot; os planos dos governos, aos quais &ldquo;indica uma s&eacute;rie de prioridades: aumento da idade de reforma, redu&ccedil;&atilde;o das reformas antecipadas, indexa&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios &agrave; produtividade, simplifica&ccedil;&atilde;o burocr&aacute;tica para as empresas e apoio &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento&quot;. &quot;N&atilde;o tem nada de mal, no plano dos princ&iacute;pios, sobretudo para quem n&atilde;o tem contas a prestar aos eleitores; mas a tradu&ccedil;&atilde;o destas t&atilde;o nobres resolu&ccedil;&otilde;es &eacute; muito dif&iacute;cil para governos a bra&ccedil;os com uma impopularidade crescente&quot;, observa Deaglio, que acrescenta que a Comiss&atilde;o &eacute; &quot; particularmente severa com a It&aacute;lia&quot;, &quot;pa&iacute;s-chave para o comportamento do euro&quot;.</p>
<p>Noutro pa&iacute;s-chave, a Espanha, as recomenda&ccedil;&otilde;es da Comiss&atilde;o tiveram um acolhimento bastante frio: para o <em><a target="_self" href="http://www.larazon.es/noticia/4819-bruselas-le-da-la-razon-a-rajoy">La Raz&oacute;n</a></em>, elas &quot;n&atilde;o parecem nem judiciosas, nem oportunas&quot;, porque &quot;desencadeariam um processo inflacionista com consequ&ecirc;ncias letais para uma economia em estagna&ccedil;&atilde;o como a espanhola&quot;.</p>
<p>A Comiss&atilde;o tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; meiga com a B&eacute;lgica, &agrave; qual pede para reformar o mais rapidamente poss&iacute;vel nada menos que a sua estrutura econ&oacute;mica, <a target="_self" href="http://www.demorgen.be/dm/nl/2462/Standpunt/article/detail/1275667/2011/06/08/Europa.dhtml">salienta o <em>De Morgen</em></a>. Para o di&aacute;rio bruxelense, a UE coloca nitidamente &ldquo;uma nova bomba na forma&ccedil;&atilde;o&rdquo; do Governo. Quando, perto de um ano depois das elei&ccedil;&otilde;es legislativas, os partidos continuam em negocia&ccedil;&otilde;es para a forma&ccedil;&atilde;o de um executivo, as recomenda&ccedil;&otilde;es da Comiss&atilde;o v&ecirc;m perturbar o processo. De acordo com o <em><a target="_self" href="http://destandaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=IJ3B5FO4">De Standaard</a></em>, &ldquo;foram diretas ao cora&ccedil;&atilde;o&rdquo; do &ldquo;<a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/658541-missao-impossivel-para-elio-di-rupo">formador&rdquo; socialista franc&oacute;fono Elio Di Rupo</a> e &ldquo;cavaram ainda mais as diferen&ccedil;as entre o PS e o N-VA&rdquo;, o principal o partido flamengo, que partilha a linha de Bruxelas. &ldquo;Nem vale a pena Di Rupo escrever um programa, Barroso [o presidente da Comiss&atilde;o Europeia] f&ecirc;-lo por ele&rdquo;, ironiza o <em>De Morgen</em>.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 15:15:34 +0100</pubDate><guid>700551</guid></item>
<item><title>Globalização | A vingança dos países em desenvolvimento (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/452341-vinganca-dos-paises-em-desenvolvimento</link><description><![CDATA[O forte crescimento dos países em desenvolvimento faz subir os preços das matérias-primas e dos combustíveis. Assim, são eles que agora ditam o ritmo da economia mundial. E a Europa, entre austeridade e desemprego, tem dificuldade em progredir. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 13:38:30 +0100</pubDate><guid>452341</guid></item>
<item><title>Alemanha | A felicidade está nas estatísticas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/422801-felicidade-esta-nas-estatisticas</link><description><![CDATA[<p>&quot;A medida da felicidade&quot;, titula <em>Der Freitag</em>, que consagra a sua primeira p&aacute;gina ao fim do PIB como medida de bem-estar de um pa&iacute;s. Se os limites do crescimento como &iacute;ndice de felicidade s&atilde;o conhecidos h&aacute; 40 anos, esta tomada de consci&ecirc;ncia <a target="_blank" href="http://www.freitag.de/wochenthema/1049-vom-langsamen-sturz-eines-k-nigs">n&atilde;o foi bem vista</a> pelos pol&iacute;ticos alem&atilde;es e, em especial, por Angela Merkel. Face ao entusiasmo internacional pelo crescimento alem&atilde;o, esta F&iacute;sica de forma&ccedil;&atilde;o poderia come&ccedil;ar a acreditar em milagres, estima o seman&aacute;rio, que qualifica a &quot;adora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; pelo PIB desfasada do nosso tempo&quot;. <em>Der Freitag</em> <a target="_blank" href="http://www.freitag.de/wochenthema/1049-wider-den-zahlen-zwang">chama a aten&ccedil;&atilde;o</a> para a tenta&ccedil;&atilde;o de confiar &agrave;s autoridades a cria&ccedil;&atilde;o de um &iacute;ndice de felicidade, pois isso transformaria a democracia em tecnocracia da Estat&iacute;stica. &Eacute; prefer&iacute;vel que a elabora&ccedil;&atilde;o de um &iacute;ndice de felicidade continue a pertencer aos cientistas.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 09 Dec 2010 13:14:31 +0100</pubDate><guid>422801</guid></item>
<item><title>Alemanha | A locomotiva parte... sem as carruagens (Handelsblatt, Dusseldorf)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/323701-locomotiva-parte-sem-carruagens</link><description><![CDATA[Sozinha entre as potências ocidentais, a economia alemã conhece um crescimento insolente. E o fosso com o resto da zona euro, que não beneficia com o impacto destas melhorias, aumenta, gerando mais inquietação do que entusiasmo entre os seus vizinhos. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 25 Aug 2010 17:09:36 +0100</pubDate><guid>323701</guid></item>
<item><title>Alemanha-China | Aliados hoje, rivais amanhã</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/321141-aliados-hoje-rivais-amanha</link><description><![CDATA[<p>&quot;Os rivais&quot;, diz o t&iacute;tulo da <em><a target="_blank" href="http://www.spiegel.de/">Der Spiegel</a></em>, que dedica a primeira p&aacute;gina &agrave; &quot;luta pelos mercados mundiais&quot;, que se trava entre a China e a Alemanha. Para j&aacute;, as boas rela&ccedil;&otilde;es comerciais entre os dois pa&iacute;ses s&atilde;o sem d&uacute;vida &quot;vantajosas para a Alemanha&quot; mas, daqui a alguns anos, poder&atilde;o vir a &quot;revelar-se um pacto com o diabo&quot;, acrescenta a revista. &quot;O crescimento chin&ecirc;s proporciona &agrave; Alemanha um <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/319771-crescimento-fora-de-serie-contraria-crise">milagre econ&oacute;mico</a> mas tamb&eacute;m apresenta novos riscos&quot;, porque &quot;a depend&ecirc;ncia das exporta&ccedil;&otilde;es para o Extremo Oriente est&aacute; a aumentar e a economia dirigista de Pequim est&aacute; prestes a tornar-se um rival perigoso&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 23 Aug 2010 12:26:54 +0100</pubDate><guid>321141</guid></item>
<item><title>Alemanha | Uma retoma ilusória</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/316001-uma-retoma-ilusoria</link><description><![CDATA[<p>A &aacute;guia alem&atilde; recuperou a plumagem e at&eacute; tem um fato de Super-homem, <a target="_blank" href="http://www.fr-online.de/politik/meinung/gedopter-superstar/-/1472602/4555604/-/index.html">escreve na primeira p&aacute;gina o <em>Frankfurter Rundschau</em></a>, que ilustra assim a sensacional retoma da economia alem&atilde;, no segundo trimestre: 2,2% de crescimento desde o in&iacute;cio do ano. No entanto, este n&uacute;mero, n&atilde;o igualado nos &uacute;ltimos 20 anos, est&aacute; &quot;longe de constituir um milagre&quot;, adverte o jornal, porque a &quot;superstar&quot; da economia europeia poder&aacute; n&atilde;o durar muito, porque est&aacute; &quot;dopada&quot;. De facto, &quot;Angela Keynes&quot;, como este jornal chama &agrave; chanceler alem&atilde;, sustentou a economia do pa&iacute;s &agrave; custa de despesas p&uacute;blicas, durante o inverno 2008/2009. A este facto veio juntar-se o bom funcionamento do modelo alem&atilde;o de consenso entre patronato e sindicatos e, por &uacute;ltimo, considera o <em>FR</em>, a Sra. Merkel &quot;pode dizer obrigada a [economista brit&acirc;nico John Maynard] Keynes pelo teoria e &agrave; China e aos Estados Unidos por a terem posto em pr&aacute;tica com zelo&quot;: a recupera&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es alem&atilde;s deve-se em boa parte &agrave; procura nos EUA e nos pa&iacute;ses emergentes. &Eacute; por isso que, <a target="_blank" href="http://komentare.ihned.cz/c1-45705130-evropa-made-in-germany">afirma, por seu turno, o di&aacute;rio de Praga <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a>, &quot;os alem&atilde;es puxam para cima os checos&quot; e a Europa no seu conjunto, mas &quot;isso n&atilde;o vai durar muito tempo&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 16 Aug 2010 11:55:58 +0100</pubDate><guid>316001</guid></item>
<item><title>Economia | Europa vencedora</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/234901-europa-vencedora</link><description><![CDATA[<p>Uma vez n&atilde;o s&atilde;o vezes. &ldquo;<em>A Europa ganha</em>&rdquo;,&nbsp;<a href="http://www.newsweek.com/id/236598" target="_blank">lemos na manchete da edi&ccedil;&atilde;o internacional da&nbsp;<em>Newsweek</em></a>.&nbsp;&ldquo;<em>Contrariamente ao </em>clich&eacute;<em> muito generalizado, segundo o qual o dinamismoamericano se op&otilde;e &agrave; estagna&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica europeia, no decurso da &uacute;ltima d&eacute;cada os grandes grupos europeus bateram os seus concorrentes do outro lado do Atl&acirc;ntico, muitas vezes com larga margem</em>&rdquo;, escreve a revista nova-iorquina. &ldquo;<em>Apesar do crescimento da China e de outros pa&iacute;ses</em>&rdquo;, a economia do Velho Continente aguentou-se e &ldquo;<em>representa hoje 17% das exporta&ccedil;&otilde;es mundiais desde 2000, enquanto os Estados Unidos passaram de 17 para 11%</em>&rdquo;. As empresas europeias &ldquo;<em>geram, igualmente, mais lucros</em>&rdquo; (13%, em m&eacute;dia, entre 1998 e 2008, contra 7% dos EUA) e &ldquo;s&atilde;o mais globalizadas&rdquo; do que as suas concorrentes do outro lado do Atl&acirc;ntico (39% das suas vendas fazem-se no estrangeiro &ndash; fora da UE &ndash; contra 30% para os Estados Unidos e o Jap&atilde;o), acrescenta a <em>Newsweek</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 20 Apr 2010 12:28:31 +0100</pubDate><guid>234901</guid></item>
<item><title>Estados Unidos | Aprender com a Europa (The New York Times, Nova Iorque )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/167511-aprender-com-europa</link><description><![CDATA[Numa altura em que os críticos das reformas dos serviços de saúde apresentadas por Barack Obama acusam o Presidente norte-americano de tentar impor a democracia social em Washington, o economista laureado com o Prémio Nobel, Paul Krugman, sublinha que a democracia social de estilo europeu, frequentemente atacada pelos conservadores norte-americanos, afinal funciona. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 12 Jan 2010 15:59:00 +0100</pubDate><guid>167511</guid></item>
<item><title>Polónia-Eslováquia | O novo tandem da economia europeia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/162611-o-novo-tandem-da-economia-europeia</link><description><![CDATA[<p>A Pol&oacute;nia e a Eslov&aacute;quia ser&atilde;o, este anos, as duas economias da Uni&atilde;o Europeia com mais r&aacute;pido crescimento,  <a href="http://www.dziennik.pl/gospodarka/article516969/Polska_znowu_gospodarczym_liderem.html" target="_blank">relata </a>o di&aacute;rio polaco <em>Dziennik Gazeta Prawna</em>. De acordo com as estimativas da Comiss&atilde;o Europeia para 2010, o PIB crescer&aacute; 1,8%, na Pol&oacute;nia, e 1,9% na Eslov&aacute;quia, ultrapassando significativamente os 0,7% de crescimento esperados para o conjunto da UE. <em>&ldquo;O sistema banc&aacute;rio polaco manteve-se s&oacute;lido durante a crise, o que permitiu ao consumo das fam&iacute;lias um est&iacute;mulo mais que necess&aacute;rio&rdquo;</em>, explica Mark Allen, chefe da miss&atilde;o do <a target="_blank" href="http://www.imf.org/external/cee/index.htm">FMI na Pol&oacute;nia</a>. Na sua opini&atilde;o, com s&oacute;lidas exporta&ccedil;&otilde;es e consumidores optimistas, o PIB polaco pode, mesmo, ultrapassar os 2% de aumento esperado. No entanto, os polacos tem de enfrentar alguns problemas gerados pelo aumento do defice or&ccedil;amental &ndash; segundo as estimativas atingir&aacute; 7,5% do PIB no pr&oacute;ximo ano &ndash; e do desemprego, que pode subir dos actuais 8,4% para 9,9%. </p>
<p>Na Eslov&aacute;quia, o <em>Respekt&nbsp;</em> <a href="http://respekt.ihned.cz/c1-39535960-laska-k-obezivu" target="_blank">salienta&nbsp;</a> que o crescimento da economia, desde Janeiro de 2009, apoiado na introdu&ccedil;&atilde;o do euro, n&atilde;o resultou num aumento da infla&ccedil;&atilde;o &ndash; facto que muito contribuiu para que cada vez mais eslovacos <em>&ldquo;gostem do novo dinheiro&rdquo;</em>. Uma sondagem citada pelo di&aacute;rio checo revela que tr&ecirc;s quartos da popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; satisfeita com a moeda europeia</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:19:07 +0100</pubDate><guid>162611</guid></item>
<item><title>UE | Vinte e sete dicas para sair da crise (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/123771-vinte-e-sete-dicas-para-sair-da-crise</link><description><![CDATA[Na Europa, os governos põem em prática novas medidas de retoma do crescimento. Porém, perante um ano de risco de recessão, os 27 não conseguem coordenar-se para enfrentar em conjunto uma &quot;saída para a crise&quot;, sublinha o Le Monde. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:38:50 +0100</pubDate><guid>123771</guid></item>
<item><title>Crise | Você disse retoma? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/77151-voce-disse-retoma</link><description><![CDATA[O PIB subiu 0,3% no segundo trimestre, dos dois lados do Reno. Mas é demasiado cedo para falar em fim da crise, previne a imprensa europeia, porque a maior parte dos países da UE mantém um crescimento em baixa. No Reino Unido, o aumento do desemprego entre os jovens é mesmo preocupante. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 16:57:32 +0100</pubDate><guid>77151</guid></item>
<item><title>Poluição | Contra o CO2, o exemplo da Suécia (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/47231-contra-o-co2-o-exemplo-da-suecia</link><description><![CDATA[A Suécia, que acaba de assumir a presidência da União Europeia (UE) por seis meses, procura convencer os parceiros europeus a seguir o seu exemplo e a instituir uma taxa sobre as emissões de carbono, para reduzir as emissões deste gás em todo o território da UE. Os suecos adoptaram esta medida fiscal em 1991, e estão certos da sua eficácia. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 13:58:51 +0100</pubDate><guid>47231</guid></item>
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