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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[comissão europeia]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Internet | O aspirador da vida privada | Cartoon (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1673181-o-aspirador-da-vida-privada</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 18:17:34 +0100</pubDate><guid>1673181</guid></item>
<item><title>Instituições | Eurocratas nostálgicos, vinte anos depois de Maastricht (Le Temps, Genebra)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1484071-eurocratas-nostalgicos-vinte-anos-depois-de-maastricht</link><description><![CDATA[Com o Tratado de Maastricht, assinado a 7 de fevereiro de 1992, a Comissão Europeia e os funcionários europeus passaram a ter poderes inéditos. Duas décadas depois, o primado da economia sobre a política acabou com o sonho que tinham e a crise transformou-os em testas-de-ferro. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:49:00 +0100</pubDate><guid>1484071</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Santer volta às lides</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1440541-santer-volta-lides</link><description><![CDATA[<p>O antigo presidente da Comiss&atilde;o Europeia Jacques Santer foi nomeado na&nbsp;segunda-feira, dia 23 de janeiro, para liderar o conselho do Special Purpose&nbsp;Investment Vehicle (SPIV) [ve&iacute;culo de investimento para fins espec&iacute;ficos],&nbsp;criado para refor&ccedil;ar o poder do FEEF, o fundo de resgate da zona euro. Santer,&nbsp;<a target="_self" href="http://www.telegraph.co.uk/finance/financialcrisis/9036199/Tainted-former-EC-president-Jacques-Santer-to-raise-money-for-EU-bail-outs.html">como relembra <em>The</em> <em>Daily Telegraph</em></a>&nbsp;&ndash;</p>
<blockquote><p><em>&hellip;dirigiu a Comiss&atilde;o que colapsou em 1999, ap&oacute;s relatos devastadores de&hellip;&nbsp;fraude e nepotismo terem invadido o &oacute;rg&atilde;o executivo da UE por s&eacute;rias falhas&nbsp;de gest&atilde;o.</em></p>
<p><em>Todos os 20 membros da Comiss&atilde;o se demitiram, o que, na altura, foi visto como a maior crise na hist&oacute;ria da Uni&atilde;o Europeia.</em></p>
</blockquote>
<p>Embora tenha sido absolvido de um envolvimento direto em atos fraudulosos, Santer foi criticado pela &ldquo;<em>sua falha em manter a ordem na Comiss&atilde;o</em>&rdquo;,</p>
<p>observa o di&aacute;rio londrino.</p>
<p>Defendendo a nomea&ccedil;&atilde;o, o presidente do Eurogrupo e primeiro-ministro do&nbsp;Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, declarou que Santer, antigo primeiro-ministro do&nbsp;Luxemburgo, &ldquo;<em>serviu a Europa e o seu pa&iacute;s da melhor forma poss&iacute;vel</em>&rdquo;. No&nbsp;entanto, segundo Martin Callanan, l&iacute;der dos eurodeputados do Partido Conservador brit&acirc;nico&nbsp;&ndash;</p>
<blockquote><p><em>Colocar Jacques Santer &agrave; frente da angaria&ccedil;&atilde;o de fundos &eacute; como colocar o Dr&aacute;cula como respons&aacute;vel do banco de sangue. Os pequenos colaboradores&nbsp;de Santer tiraram-no da reforma para lhe dar outro emprego f&aacute;cil na UE.</em></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 13:07:01 +0100</pubDate><guid>1440541</guid></item>
<item><title>Alimentos | Europa é rainha do desperdício</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1420941-europa-e-rainha-do-desperdicio</link><description><![CDATA[<p>Na Europa, perde-se cerca de 50% dos alimentos comest&iacute;veis e saud&aacute;veis &ldquo;nas v&aacute;rias fases de processamento, entre a produ&ccedil;&atilde;o e o consumidor final&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Europa/desperdicia/tercio/alimentos/elpepisoc/20120120elpepisoc_9/Tes">refere <em>El Pa&iacute;s</em></a>. Isto representa, em m&eacute;dia, &ldquo;500 g pessoa/dia, com grandes varia&ccedil;&otilde;es dependendo do pa&iacute;s e do setor&rdquo;, acrescenta o di&aacute;rio madrileno, citando um relat&oacute;rio da Comiss&atilde;o Europeia sobre desperd&iacute;cio alimentar, <a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/news/pt/pressroom/content/20120118IPR35648/html/PE-quer-reduzir-para-metade-o-desperd%C3%ADcio-de-alimentos-na-UE-at%C3%A9-2025">discutido a 19 de janeiro no Parlamento Europeu</a>.</p>
<p>Embora n&atilde;o seja vinculativo e a CE tenha a &uacute;ltima palavra, o debate poder&aacute; servir como um &ldquo;grito de alerta&rdquo;, adianta <em>El Pa&iacute;s</em>. Cada europeu desperdi&ccedil;a anualmente</p>
<blockquote><p>... 179 kg de alimentos comest&iacute;veis e saud&aacute;veis [...] sendo a maior parte desperdi&ccedil;ada em casa, cerca de 42% (dos quais 60% aparentemente evit&aacute;vel). Os produtores v&ecirc;m imediatamente a seguir (39%), o setor de catering depois (14%) e, no fim da escala, os distribuidores (5%).</p>
</blockquote>
<p>Atendendo a que 16 milh&otilde;es de europeus recebem ajuda de institui&ccedil;&otilde;es de benefic&ecirc;ncia, o relat&oacute;rio solicita que se</p>
<blockquote><p>... redistribuam pelos mais pobres os restos de comida que v&atilde;o para o lixo.</p>
</blockquote>
<p>Este relat&oacute;rio, da autoria do eurodeputado socialista italiano Salvatore Caronna solicita &agrave; Comiss&atilde;o Europeia que promova medidas para diminuir o desperd&iacute;cio como, por exemplo, rotulagem com data dupla [prazo de venda e prazo limite de consumo] e descontos em g&eacute;neros aliment&iacute;cios danificados ou perto do fim do prazo de validade.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:33:14 +0100</pubDate><guid>1420941</guid></item>
<item><title>Hungria-UE | A medição de forças começou</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1408821-medicao-de-forcas-comecou</link><description><![CDATA[<p>Em 17 de janeiro, a Comiss&atilde;o enviou tr&ecirc;s cartas <a href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/12/24&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=PT&amp;guiLanguage=en" target="_self">de notifica&ccedil;&atilde;o formal</a> ao Governo h&uacute;ngaro e deu-lhe um m&ecirc;s para proceder &agrave;s adapta&ccedil;&otilde;es &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o europeia em tr&ecirc;s &aacute;reas: independ&ecirc;ncia do Banco Central nacional, independ&ecirc;ncia do poder judicial e independ&ecirc;ncia da autoridade de supervis&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o de dados. Se Budapeste n&atilde;o responder nesse prazo, o executivo europeu pode iniciar um processo junto do Tribunal Europeu de Justi&ccedil;a. Por seu turno, o Parlamento Europeu debate esse processo de infra&ccedil;&atilde;o a 18 de janeiro, contando com a presen&ccedil;a do primeiro-ministro h&uacute;ngaro, Viktor Orb&aacute;n.</p><div class="extract"><div class="intror"><p>Bruxelas aplicou &quot;tr&ecirc;s golpes&quot; em Viktor Orb&aacute;n, <a href="http://www.nol.hu/velemeny/20120118-az_erotlenseg_nyelve" target="_self">anuncia o<em> N&eacute;pszabads&aacute;g</em></a> na primeira p&aacute;gina. A Europa, explica o di&aacute;rio de centro-esquerda,<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/nepszabadsag-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">diz hoje apenas isto: ou o povo húngaro acorda e muda de Governo nas próximas eleições, ou vai assistir à falência do Estado e o Governo acabará finalmente por aceitar as exigências da Europa. Para a diplomacia europeia, não há outros cenários.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><span id="internal-source-marker_0.5486746361757074">No entanto, salienta o <em>N&eacute;pszabads&aacute;g</em> as institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias podem n&atilde;o ter os meios de press&atilde;o necess&aacute;rios:&nbsp;</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/nepszabadzag.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Comissão fala a linguagem da lei, o Parlamento Europeu a da política. Mas Orbán só parece entender a linguagem da força. A força na Europa é o Conselho, ou seja, os próprios Estados-membros. Se os políticos nacionais (especialmente ‘os grandes’) decidissem enviar um aviso determinado e inequívoco, talvez resultasse. [...] Não subestimando as pressões do Parlamento Europeu, quais são as consequências desses debates? Nenhuma.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a href="http://mno.hu/vezercikk/terden-allva-1044273" target="_self">Por seu lado, o <em>Magyar Nemzet</em>, considera</a> que &quot;a Comiss&atilde;o Europeia critica tr&ecirc;s leis concretas, o que n&atilde;o &eacute; o fim do mundo. Trata-se apenas de quest&otilde;es t&eacute;cnicas, n&atilde;o s&atilde;o pol&iacute;ticas nem emocionais. Hoje, cabe aos juristas intervir.&quot; Mas o di&aacute;rio de direita adverte:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/magyar-nemzet.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Europa atualmente não tem confiança na Hungria, nem sua política económica, nem no seu compromisso em relação à democracia. Mas não temos tempo para fazer birras. É preciso tratar de todos os temas, porque a União não tem interesse em colocar a Hungria de joelhos. Como vimos no último fim de semana [em que houve uma manifestação organizada pelo partido de extrema-direita Jobbik, durante a qual – entre outros acontecimentos – os manifestantes queimaram bandeiras da Europa], a extrema-direita pode aproveitar-se do exagero das críticas da União. </p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>O desafio para os pr&oacute;ximos tempos &eacute; &quot;a Hungria ou Orb&aacute;n&quot;, resume o <span id="internal-source-marker_0.5486746361757074"><a href="http://www.nepszava.hu/articles/article.php?id=511790" target="_self"><em>N&eacute;pszava</em></a></span> na primeira p&aacute;gina. Mas &eacute; bom que n&atilde;o se esque&ccedil;a o essencial, defende o di&aacute;rio de esquerda. As tr&ecirc;s viola&ccedil;&otilde;es apontadas pela Comiss&atilde;o<span id="internal-source-marker_0.5486746361757074"><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Nepszava-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">(...) são apenas a ponta do icebergue. O principal problema está em que Orbán construiu um sistema político e económico que não está de acordo com os valores europeus. [...] Podemos justificar-nos, negociar, jogar com as palavras como os advogados. Mas hoje, em Estrasburgo, os eurodeputados vão atirar à cabeça de Orbán críticas muito mais profundas. E é preciso entrar nos eixos, não em Estrasburgo, mas em casa. E o mais depressa possível.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:39:40 +0100</pubDate><guid>1408821</guid></item>
<item><title>União Europeia | O fim do mito da igualdade (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1404951-o-fim-do-mito-da-igualdade</link><description><![CDATA[Quer se trate do projeto de tratado europeu, da descida de notação de nove países pela Standard &amp; Poor’s ou das advertências à Hungria, atualmente, tudo demonstra que na UE os mais fortes estão em vias de impor a sua lei aos mais pequenos, lamenta um editorialista polaco. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:25:32 +0100</pubDate><guid>1404951</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | As soluções de Van Rompuy e Barroso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1257511-solucoes-de-van-rompuy-e-barroso</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Van Rompuy tem o seu pr&oacute;prio plano para a Europa&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Van/Rompuy/tiene/plan/Europa/elpepiint/20111207elpepiint_2/Tes">traz em manchete o di&aacute;rio <em>El Pa&iacute;s</em></a>, evocando o plano de a&ccedil;&otilde;es imediatas que o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e o presidente da Comiss&atilde;o Europeia, Jos&eacute; Manuel Dur&atilde;o Barroso, apresentar&atilde;o no Conselho Europeu nos dias 8 e 9 de dezembro. O di&aacute;rio real&ccedil;a que Van Rompuy, &ldquo;para fazer face &agrave; crise de uma maneira frontal&rdquo;, prop&otilde;e que o fundo de resgate [FEEF] &ldquo;possa recapitalizar diretamente os bancos e n&atilde;o excluir a emiss&atilde;o de euro obriga&ccedil;&otilde;es de longo prazo&rdquo;. </p>
<p>Para <em>El Pa&iacute;s</em>, Van Rompuy e Barroso &ldquo;abordam finalmente o fundo do problema financeiro da Europa: uma economia paralisada devido &agrave; aus&ecirc;ncia total de cr&eacute;ditos concedidos pelos bancos desconfiados&rdquo;. A comiss&atilde;o, por sua vez, <a target="_self" href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/11/1381&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=PT&amp;guiLanguage=en">quer refor&ccedil;ar</a> o controlo or&ccedil;amental dos pa&iacute;ses da zona euro para obter o direito de &ldquo;pedir [aos parlamentos nacionais] uma revis&atilde;o dos projetos or&ccedil;amentais caso esta considere que os projetos n&atilde;o cumprem as obriga&ccedil;&otilde;es&rdquo; do Pacto de Estabilidade.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 07 Dec 2011 12:26:59 +0100</pubDate><guid>1257511</guid></item>
<item><title>Quem teme a Alemanha? / 4 | O "Nein" de Merkel está a destruir a UE (Die Tageszeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1210781-o-nein-de-merkel-esta-destruir-ue</link><description><![CDATA[Sozinha contra todos, Angela Merkel recusa-se a reforçar o papel do BCE e as obrigações europeias. Mas, mesmo na Alemanha, alguns especialistas alertam contra a sua obsessão pela disciplina, que pode semear o caos em toda a Europa. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 17:43:39 +0100</pubDate><guid>1210781</guid></item>
<item><title>Zona euro | As euro obrigações vão salvar-nos! (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1210511-euro-obrigacoes-vao-salvar-nos</link><description><![CDATA[Propostas oficialmente pela Comissão Europeia, as euro obrigações são encaradas pelos países em dificuldades como a solução para a crise da dívida. Resta convencer a Alemanha, que acabará por ceder, assim espera El Mundo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:49:59 +0100</pubDate><guid>1210511</guid></item>
<item><title>Orçamento da UE | Bruxelas aperta o cinto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1193521-bruxelas-aperta-o-cinto</link><description><![CDATA[<p>Quinze horas de negocia&ccedil;&otilde;es &ldquo;infernais&rdquo; foi o tempo necess&aacute;rio para se chegar a acordo sobre <a href="http://www.europarl.europa.eu/en/headlines/content/20111107MUN30717/html/EU-budget-at-glance-updated-with-latest-figures" target="_self">o or&ccedil;amento da Uni&atilde;o Europeia do pr&oacute;ximo ano</a>. No dia 19 de novembro, foi tomada a decis&atilde;o de que apenas cresceria dois por cento para 129 mil milh&otilde;es de euros. Tal como <a href="http://biznes.gazetaprawna.pl/artykuly/567808,bruksela_ogranicza_wydatki_to_moze_byc_dla_polski_niebezpieczny_precedens.html" target="_self"><em>Dziennik Gazeta Prawna</em> observa</a>, isto significa a primeira &ldquo;verdadeira queda de sempre nos gastos da UE&rdquo;, &agrave; medida que a taxa de infla&ccedil;&atilde;o da zona euro atingiu os tr&ecirc;s por cento em setembro. A Comiss&atilde;o e o Parlamento, que apelavam a um aumento muito mais elevado do or&ccedil;amento (reclamando uma subida de cinco por cento), tiveram de ceder perante a press&atilde;o dos contribuintes. </p>
<p>&ldquo;Os pa&iacute;ses ricos conseguiram o que pretendiam&rdquo;, comenta o di&aacute;rio de Vars&oacute;via e enumera-os: Reino Unido, Holanda, Su&eacute;cia, &Aacute;ustria, Dinamarca e Finl&acirc;ndia.&nbsp; Estes Estados-membros lutaram durante muito tempo para que o or&ccedil;amento da UE fosse congelado em termos reais, alegando que a Comiss&atilde;o n&atilde;o estava em posi&ccedil;&atilde;o para aumentar os gastos quando todos &agrave; sua volta estavam a fazer cortes. &ldquo;O resultado das negocia&ccedil;&otilde;es sobre o or&ccedil;amento de 2012 poder&aacute; prever o resultado muito mais importante do <a href="http://ec.europa.eu/budget/biblio/documents/fin_fwk1420/fin_fwk1420_en.cfm" target="_self">quadro financeiro de 2014-2020</a>&rdquo;, conclui o di&aacute;rio de Vars&oacute;via, real&ccedil;ando que o Reino Unido, apoiado pela Fran&ccedil;a e a Alemanha, j&aacute; tornou claro que n&atilde;o iria concordar com qualquer crescimento de gastos acima da infla&ccedil;&atilde;o. O novo quadro financeiro dever&aacute; ser aprovado no final do pr&oacute;ximo ano.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 13:22:27 +0100</pubDate><guid>1193521</guid></item>
<item><title>Literatura | Bruxelas subsidia Kafka "low cost"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1137261-bruxelas-subsidia-kafka-low-cost</link><description><![CDATA[<p>Lado a lado com Goethe, faz parte do c&acirc;none liter&aacute;rio ensinado em todas as escolas dos pa&iacute;ses german&oacute;fonos. Mas, agora, Franz Kafka &eacute; v&iacute;tima daquilo a que o <em><a href="http://www.faz.de/"><em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em></a></em> classifica como &ldquo;a execu&ccedil;&atilde;o subsidiada pela UE&rdquo;. O di&aacute;rio menciona assim o &ldquo;verdadeiro esc&acirc;ndalo&rdquo; <a href="http://www.krone.at/Nachrichten/EU-gefoerdertes_Kafka-Buch_voller_peinlicher_Fehler-Sprach-Entgleisung-Story-301188" target="_self">revelado</a> pelo seu cong&eacute;nere austr&iacute;aco <em><a href="http://www.krone.at/Nachrichten/EU-gefoerdertes_Kafka-Buch_voller_peinlicher_Fehler-Sprach-Entgleisung-Story-301188" target="_self"><em>Kronenzeitung</em></a></em>: uma editora austr&iacute;aca enviou, sem raz&atilde;o aparente, cerca de dois mil exemplares gratuitos de <em>O Castelo</em>, para escolas alem&atilde;s e austr&iacute;acas. Uma enorme generosidade, n&atilde;o fosse o caso de os livros estarem cheios de erros ortogr&aacute;ficos &ldquo;da pior esp&eacute;cie&rdquo;, escreve o <em>FAZ</em>. C&eacute;lebre pelo seu empenhamento quase militante por uma boa ortografia, o di&aacute;rio diz que &ldquo;s&oacute; a primeira p&aacute;gina tem nove erros&rdquo;.</p>
<p>Perante as muitas queixas recebidas, o editor, classificado como &ldquo;inchado&rdquo;, acrescentou uma nota aos milhares de exemplares publicados, explicando que &ldquo;acabou por aceitar esses erros, por um lado, por raz&otilde;es econ&oacute;micas, e por outro, porque a literatura n&atilde;o &eacute; um concurso ortogr&aacute;fico&rdquo;. Reconheceu, no entanto, que a opera&ccedil;&atilde;o foi &ldquo;um bom neg&oacute;cio&rdquo;, com a Comiss&atilde;o Europeia a subsidiar o projeto &ldquo;com um montante de seis n&uacute;meros&rdquo;. Por seu lado, Bruxelas diz que quer &ldquo;investigar a fundo&rdquo; o subs&iacute;dio antes de reagir oficialmente.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 15:37:45 +0100</pubDate><guid>1137261</guid></item>
<item><title>Zona euro | Esquecemo-nos do crescimento (Les Echos, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1113741-esquecemo-nos-do-crescimento</link><description><![CDATA[O acordo alcançado entre os dezassete da zona euro esquece uma questão crucial: o crescimento. Portanto, dois problemas  continuam sem solução: a ausência de uma política macroeconómica comum e as divergências entre países-membros. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:00:58 +0100</pubDate><guid>1113741</guid></item>
<item><title>Europeu da Semana | Guido Strack, sozinho contra Bruxelas (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1029941-guido-strack-sozinho-contra-bruxelas</link><description><![CDATA[Quis moralizar o funcionamento da UE e isso custou-lhe o emprego e o casamento. Oito anos depois, este antigo funcionário alemão da Comissão Europeia bate-se contra o sistema. Num combate desigual. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Oct 2011 17:03:30 +0100</pubDate><guid>1029941</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Laços de família | Cartoon (Het Parool, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/919071-lacos-de-familia</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 16:47:54 +0100</pubDate><guid>919071</guid></item>
<item><title>Em defesa dos tecnocratas | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/907601-em-defesa-dos-tecnocratas</link><description><![CDATA[<p>Mas, que mais anda Bruxelas a fazer? Depois de ter regulamentado a <a target="_self" href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/08/1694&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=FR&amp;guiLanguage=en">curva do pepino</a>, os n&oacute;dulos das cenouras ou listado do que deve figurar nas embalagens de cosm&eacute;ticos, eis que nos obriga a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/900781-mudar-lampadas-e-uma-ideia-pouco-brilhante">renunciar &agrave;s velhas l&acirc;mpadas incandescentes</a> de 60W (as de 100W <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/energy/lumen/img/overview/whatwillchange/timeline/time-line-fr.jpg">s&atilde;o ilegais h&aacute; dois anos</a> e as de 75W desde o ano passado) e amea&ccedil;a atacar as cafeteiras el&eacute;tricas que consomem muita energia.</p>
<p>Agora que o euro vacila, que a recess&atilde;o volta a amea&ccedil;ar, que o desemprego aumenta, que os problemas dos jovens se tornam insuport&aacute;veis e que o Mediterr&acirc;neo est&aacute; em ebuli&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o faltava sen&atilde;o uma parte de imprensa europeia a lan&ccedil;ar a sua ironia contra a eurocracia e o seu empenho em querer regulamentar os mais pequenos detalhes das nossas vidas sem nos consultar nem ser mandatada.</p>
<p>Harmonizar certos aspetos do nosso ambiente. &Eacute; tamb&eacute;m para isso que servem os <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/civil_service/docs/hr_key_figures_en.pdf">33.000 &ldquo;eurocratas&rdquo;</a> de Bruxelas (para mem&oacute;ria, recordemos que a <a target="_self" href="http://www.paris.fr/pratique/travailler-a-la-ville/personnels-parisiens/effectifs/rub_4744_stand_7603_port_10318">C&acirc;mara de Paris emprega 40.000 pessoas)</a>. E foram os Estados membros quem o decidiu, uma vez que s&atilde;o eles quem aprova os tratados que estabelecem as suas compet&ecirc;ncias. Exatamente como nos minist&eacute;rios nacionais, s&atilde;o os tecnocratas que elaboram as medidas que, em seguida, s&atilde;o adotadas pelo executivo (a Comiss&atilde;o) e aprovadas pelos representantes do povo (o Conselho e/ou o Parlamento). Como alguns leitores fizeram notar, o processo n&atilde;o &eacute; menos democr&aacute;tico que a n&iacute;vel nacional.</p>
<p>J&aacute; nos apercebemos que a comunica&ccedil;&atilde;o da UE &eacute; desajeitada, tanto na forma como, frequentemente, no timing. Os seus an&uacute;ncios s&atilde;o entendidos como frios, perent&oacute;rios e normalmente formulados por personagens (a come&ccedil;ar pelos Comiss&aacute;rios) que n&atilde;o nos s&atilde;o familiares e que n&atilde;o falam a nossa l&iacute;ngua.</p>
<p>Ser&aacute; necess&aacute;rio que se esforcem para aprender? Sem d&uacute;vida. Ser&aacute; desej&aacute;vel maior transpar&ecirc;ncia no processo de elabora&ccedil;&atilde;o das medidas comunit&aacute;rias e da sua ado&ccedil;&atilde;o? Certamente. Mas deixemos de censurar a UE por fazer o que, entre outras coisas, foi criada para fazer pelos nossos queridos representantes pol&Iacute;ticos.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 02 Sep 2011 13:27:09 +0100</pubDate><guid>907601</guid></item>
<item><title>Ambiente | Mudar as lâmpadas é uma ideia pouco brilhante (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/900781-mudar-lampadas-e-uma-ideia-pouco-brilhante</link><description><![CDATA[A 1 de setembro, as lâmpadas com mais de 40 watts desaparecem do mercado. Quem terá feito esta alteração na nossa vida quotidiana, pergunta o Dagens Nyheter. Nos países do círculo polar, é uma medida muito mal recebida. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 16:17:22 +0100</pubDate><guid>900781</guid></item>
<item><title>Repensar a Europa (2) | Não trabalhar mais com as portas fechadas (Spiked, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/789161-nao-trabalhar-mais-com-portas-fechadas</link><description><![CDATA[Afastadas do público e sem prática na arte da liderança política, não admira que as entidades oficiais da UE sejam tão impotentes para enfrentar uma crise na zona euro, que ameaça destruir o próprio projeto europeu, argumenta o sociólogo Frank Furedi. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 21 Jul 2011 17:45:03 +0100</pubDate><guid>789161</guid></item>
<item><title>Mito grego e orçamento de Bruxelas | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/752081-mito-grego-e-orcamento-de-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>A Gr&eacute;cia &eacute; o ber&ccedil;o da Europa e a fonte de fonte de muitos mitos, que podem ser convertidos em met&aacute;foras jornal&iacute;sticas. O rochedo de S&iacute;sifo, os trabalhos de H&eacute;rcules e o tonel das Danaides j&aacute; foram largamente utilizados para ilustrar a situa&ccedil;&atilde;o em que se encontram o pa&iacute;s e o seu Governo. Permitimo-nos acrescentar aqui a lenda de D&eacute;dalo.</p>
<p>Tal como o construtor encerrado pelo rei Minos, com o seu filho &Iacute;caro, no labirinto que ele mesmo tra&ccedil;ara, a Uni&atilde;o Europeia encontra-se encurralada pela crise, ao ponto de todos os caminhos dif&iacute;ceis desembocarem num impasse. De um lado, est&aacute; a pol&iacute;tica de austeridade imposta aos gregos desde h&aacute; um ano. Essa pol&iacute;tica n&atilde;o s&oacute; n&atilde;o teve praticamente qualquer efeito em termos da redu&ccedil;&atilde;o do d&eacute;fice e da reforma de um sistema corrupto e ineficaz como, conforme tinham sublinhado muito especialistas, deitou por terra a possibilidade de um crescimento econ&oacute;mico, necess&aacute;rio para p&ocirc;r termo &agrave; crise. Do outro, est&atilde;o os planos de resgate. Os 110 mil milh&otilde;es prometidos cavaram um fosso psicol&oacute;gico entre os europeus do Norte e do Sul e conduziram ao endurecimento da posi&ccedil;&atilde;o da Alemanha nas negocia&ccedil;&otilde;es europeias, sem, contudo, <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/739161-crise-segundo-dimitra">melhorarem a situa&ccedil;&atilde;o dos gregos</a> ou representarem uma perspetiva real de sa&iacute;da da crise.</p>
<p>Outra alternativa poss&iacute;vel seria a reestrutura&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida grega. Mas n&atilde;o tardou a que se chegasse a um impasse, porque os <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/728751-por-que-motivo-o-bce-exclui-reestruturacao">dirigentes europeus receiam a rea&ccedil;&atilde;o dos mercados e a propaga&ccedil;&atilde;o da crise</a> a outros pa&iacute;ses da zona euro. Em simult&acirc;neo, alguns desses mesmos dirigentes optam pela via de uma maior <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/735581-euro-alivio-organizado">integra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica</a> e de um &quot;federalismo de crise&quot;, que conduz &agrave; emiss&atilde;o de euro obriga&ccedil;&otilde;es e a uma coordena&ccedil;&atilde;o supranacional das pol&iacute;ticas fiscais e or&ccedil;amentais. Contudo, neste caso, a sua abordagem colide com os interesses divergentes dos Estados-Membros. E, de qualquer modo, o aprofundamento da integra&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e econ&oacute;mica vai contra a opini&atilde;o p&uacute;blica, que exprime o seu euroceticismo nas urnas.</p>
<p>Resumindo: para onde quer que se olhe, a UE-D&eacute;dalo est&aacute; numa situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil. E, tal como a personagem do mito, ter&aacute; que encontrar uma forma de sair do labirinto por cima. Curiosamente, foi a Comiss&atilde;o Europeia a propor uma sa&iacute;da. Esta semana, ao apresentar o <a target="_self" href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/11/799&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=FR&amp;guiLanguage=en">projeto de or&ccedil;amento</a> para o per&iacute;odo 2014-2020, o executivo comunit&aacute;rio qualificou como &quot;financiamentos priorit&aacute;rios&quot; os &quot;projetos transfronteiri&ccedil;os nos setores da energia, dos transportes e da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o&quot; e prop&ocirc;s um &quot;montante significativamente mais elevado para a Investiga&ccedil;&atilde;o e a Inova&ccedil;&atilde;o para investir na nossa competitividade; e mais fundos para a juventude europeia&quot;. Ou seja, identificou os dom&iacute;nios em que os europeus devem investir (e empenhar-se) para sair do decl&iacute;nio econ&oacute;mico e social em que se encontram mergulhados.</p>
<p>Infelizmente, estas belas perspetivas s&atilde;o contradit&oacute;rias com as pol&iacute;ticas impostas por Bruxelas e pelos Vinte Sete aos pa&iacute;ses em crise e mesmo na maior parte dos pa&iacute;ses europeus. E sabemos muito bem que as boas inten&ccedil;&otilde;es proclamadas pela Comiss&atilde;o antes das negocia&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o ter in&iacute;cio n&atilde;o implicam um compromisso desta, uma vez que poder&aacute; atribuir a responsabilidade aos Estados, ou mesmo ao Parlamento, se todas as suas ambi&ccedil;&otilde;es forem revistas em baixa.&nbsp;</p>
<p>Austeridade real versus ambi&ccedil;&otilde;es no papel: os dirigentes europeus n&atilde;o poder&atilde;o continuar a governar durante muito mais tempo com base nesta contradi&ccedil;&atilde;o que os povos europeus sentem no quotidiano. Foi por esquecer a realidade que &Iacute;caro, o filho de D&eacute;dalo, queimou as asas.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 01 Jul 2011 14:32:03 +0100</pubDate><guid>752081</guid></item>
<item><title>Orçamento europeu | A crise mudou as regras dos fundos estruturais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/745331-crise-mudou-regras-dos-fundos-estruturais</link><description><![CDATA[<p>&quot;Bruxelas admite alterar regras dos fundos estruturais para apoiar pa&iacute;ses como Portugal&quot;, <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/28-06-2011/bruxelas-admite-alterar-regras-dos-fundos-estruturais-para-apoiar-paises-como-portugal-22367965.htm">titula o <em>P&uacute;blico</em></a>. Segundo o jornal lisboeta, a Comiss&atilde;o Europeia est&aacute; a ponderar propor aos governos da UE uma redu&ccedil;&atilde;o das contrapartidas nacionais de todos os financiamentos dos fundos estruturais comunit&aacute;rios depois de 2014, de modo a contornar as dificuldades or&ccedil;amentais de pa&iacute;ses como Portugal ou a Gr&eacute;cia. </p>
<p>Atualmente, explica o <em>P&uacute;blico</em>, &ldquo;as regras europeias obrigam a que todas as ajudas estruturais para apoiar o desenvolvimento dos pa&iacute;ses mais pobres sejam cofinanciadas pelos governos em taxas que variam entre 15 e 25%&rdquo;. Mas a crise e as pol&iacute;ticas de austeridade levadas a cabo por muitos pa&iacute;ses &ldquo;tem limitado fortemente a sua capacidade de absor&ccedil;&atilde;o das ajudas europeias&rdquo;, o que levou a Comiss&atilde;o a propor, na semana passada, uma redu&ccedil;&atilde;o imediata e tempor&aacute;ria do cofinanciamento nacional exigido &agrave; Gr&eacute;cia. Bruxelas quer, no entanto, estender esta redu&ccedil;&atilde;o a todos os pa&iacute;ses benefici&aacute;rios a partir de 2014.</p>
<p>Consciente do contexto de austeridade em que quase todos os pa&iacute;ses da UE se encontram, Bruxelas prop&otilde;e congelar as futuras despesas europeias entre 2014 e 2020 relativamente aos valores fixados entre 2007 e 2013. As pol&iacute;ticas ditas &quot;de futuro&quot;, como investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, inova&ccedil;&atilde;o, educa&ccedil;&atilde;o, pol&iacute;tica de vizinhan&ccedil;a (apoio aos pa&iacute;ses vizinhos a leste e sul da UE) e justi&ccedil;a e assuntos internos, dever&atilde;o beneficiar de aumentos em termos reais.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 28 Jun 2011 13:44:38 +0100</pubDate><guid>745331</guid></item>
<item><title>Ideias | Em direção a uma União soberana (Dziennik Gazeta Prawna, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/743761-em-direcao-uma-uniao-soberana</link><description><![CDATA[A aceleração que a integração europeia adquiriu durante a crise – com o esboço de uma governação económica – constitui o primeiro passo em direção a novas cedências positivas de soberania em benefício da UE, observa o cronista do Dziennik Gazeta Prawna, Andrzej Talaga. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 27 Jun 2011 17:43:43 +0100</pubDate><guid>743761</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Euro : alívio organizado (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/735581-euro-alivio-organizado</link><description><![CDATA[No momento em que existe de novo o perigo de a moeda única se afundar, os dirigentes dos Vinte Sete reúnem-se em Bruxelas, para um Conselho Europeu, no decorrer do qual deverão aperfeiçoar o mecanismo destinado a evitar que a crise grega se replique. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 23 Jun 2011 17:05:30 +0100</pubDate><guid>735581</guid></item>
<item><title>Economia | Bruxelas exige mais rigor e crescimento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/700551-bruxelas-exige-mais-rigor-e-crescimento</link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Pela primeira vez, no dia 7 de junho, a Comiss&atilde;o Europeia formulou, as suas <a target="_self" href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/11/685&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=FR&amp;guiLanguage=fr">&quot;recomenda&ccedil;&otilde;es&quot;</a> aos Vinte e Sete em rela&ccedil;&atilde;o aos or&ccedil;amentos provis&oacute;rios para 2012. &quot;Uma novidade da governa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica europeia, introduzida para evitar uma repeti&ccedil;&atilde;o da 'trag&eacute;dia grega' das finan&ccedil;as p&uacute;blicas e impedir [que os Estados-membros apliquem] pol&iacute;ticas demasiado desenvoltas a expensas de todos&quot;, <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=8829&amp;ID_sezione=&amp;sezione=">explica, no <em>La Stampa</em></a>, o economista Mario Deaglio. Recomenda&ccedil;&otilde;es formuladas num quadro econ&oacute;mico particularmente dif&iacute;cil, salienta Deaglio: &quot;sem redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida p&uacute;blica, n&atilde;o h&aacute; crescimento. Sem crescimento, o exclusivo da redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida p&uacute;blica empurra a economia para uma nova recess&atilde;o&quot;. Bruxelas aposta, contudo, em &quot;carregar a fundo no trav&atilde;o do rigor&quot;, escreve.&nbsp;</p>
<p>&quot;N&atilde;o desejamos impor a austeridade aos europeus, mas &eacute; um facto que despesas p&uacute;blicas excessivas est&atilde;o a limitar o nosso potencial de crescimento&quot;, diz, em subst&acirc;ncia a Comiss&atilde;o, que considera geralmente &quot;demasiado pouco ambiciosos&quot; e &quot;demasiado vagos&quot; os planos dos governos, aos quais &ldquo;indica uma s&eacute;rie de prioridades: aumento da idade de reforma, redu&ccedil;&atilde;o das reformas antecipadas, indexa&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios &agrave; produtividade, simplifica&ccedil;&atilde;o burocr&aacute;tica para as empresas e apoio &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento&quot;. &quot;N&atilde;o tem nada de mal, no plano dos princ&iacute;pios, sobretudo para quem n&atilde;o tem contas a prestar aos eleitores; mas a tradu&ccedil;&atilde;o destas t&atilde;o nobres resolu&ccedil;&otilde;es &eacute; muito dif&iacute;cil para governos a bra&ccedil;os com uma impopularidade crescente&quot;, observa Deaglio, que acrescenta que a Comiss&atilde;o &eacute; &quot; particularmente severa com a It&aacute;lia&quot;, &quot;pa&iacute;s-chave para o comportamento do euro&quot;.</p>
<p>Noutro pa&iacute;s-chave, a Espanha, as recomenda&ccedil;&otilde;es da Comiss&atilde;o tiveram um acolhimento bastante frio: para o <em><a target="_self" href="http://www.larazon.es/noticia/4819-bruselas-le-da-la-razon-a-rajoy">La Raz&oacute;n</a></em>, elas &quot;n&atilde;o parecem nem judiciosas, nem oportunas&quot;, porque &quot;desencadeariam um processo inflacionista com consequ&ecirc;ncias letais para uma economia em estagna&ccedil;&atilde;o como a espanhola&quot;.</p>
<p>A Comiss&atilde;o tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; meiga com a B&eacute;lgica, &agrave; qual pede para reformar o mais rapidamente poss&iacute;vel nada menos que a sua estrutura econ&oacute;mica, <a target="_self" href="http://www.demorgen.be/dm/nl/2462/Standpunt/article/detail/1275667/2011/06/08/Europa.dhtml">salienta o <em>De Morgen</em></a>. Para o di&aacute;rio bruxelense, a UE coloca nitidamente &ldquo;uma nova bomba na forma&ccedil;&atilde;o&rdquo; do Governo. Quando, perto de um ano depois das elei&ccedil;&otilde;es legislativas, os partidos continuam em negocia&ccedil;&otilde;es para a forma&ccedil;&atilde;o de um executivo, as recomenda&ccedil;&otilde;es da Comiss&atilde;o v&ecirc;m perturbar o processo. De acordo com o <em><a target="_self" href="http://destandaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=IJ3B5FO4">De Standaard</a></em>, &ldquo;foram diretas ao cora&ccedil;&atilde;o&rdquo; do &ldquo;<a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/658541-missao-impossivel-para-elio-di-rupo">formador&rdquo; socialista franc&oacute;fono Elio Di Rupo</a> e &ldquo;cavaram ainda mais as diferen&ccedil;as entre o PS e o N-VA&rdquo;, o principal o partido flamengo, que partilha a linha de Bruxelas. &ldquo;Nem vale a pena Di Rupo escrever um programa, Barroso [o presidente da Comiss&atilde;o Europeia] f&ecirc;-lo por ele&rdquo;, ironiza o <em>De Morgen</em>.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 15:15:34 +0100</pubDate><guid>700551</guid></item>
<item><title>Espaço Schengen | Fronteiras na corda bamba (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/637541-fronteiras-na-corda-bamba</link><description><![CDATA[Abrir a Europa dando segurança às fronteiras: a polémica sobre a reforma de Schengen está no auge, as propostas da Comissão Europeia parecem um número de equilibrismo. Mas o Dagens Nyhter vê aí uma posição razoável. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 05 May 2011 17:39:38 +0100</pubDate><guid>637541</guid></item>
<item><title>Portugal | Uma fatura de 3 mil milhões para as famílias</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/636121-uma-fatura-de-3-mil-milhoes-para-familias</link><description><![CDATA[<p>&quot;Manter a calma e continuar em frente&quot;. O <a target="_self" href="http://www.ionline.pt/conteudo/121137-austeridade-atinge-pico-em-2013-familias-pagam-maior-factura">di&aacute;rio portugu&ecirc;s <em>i</em></a> dedica a sua primeira p&aacute;gina ao slogan de um cartaz criado pelo Ministro da Informa&ccedil;&atilde;o brit&acirc;nico durante a II Guerra Mundial para ser distribu&iacute;do caso a Alemanha invadisse o pa&iacute;s. Hoje, este slogan est&aacute; a ser usado para apelar a que as fam&iacute;lias portuguesas mantenham a calma, atendendo a que v&atilde;o ter de viver com as medidas de austeridade impostas pela troika (FMI, BCE, CE) at&eacute; 2013. &quot;O empr&eacute;stimo [de 78 mil milh&otilde;es de euros] vai custar 3 mil milh&otilde;es de euros aos agregados portugueses entre 2012 e 2013&quot;, escreve o <em>i</em>, avisando os seus leitores: &quot;Aproveitem os pr&oacute;ximos seis meses. Tudo ir&aacute; piorar em 2012 e atingir o pico em 2013&quot; para garantir o objetivo do d&eacute;fice de 3%. Este valor resulta daquilo que as fam&iacute;lias v&atilde;o pagar a mais em impostos e receber a menos em benef&iacute;cios, subs&iacute;dios e pens&otilde;es do Estado e representa cerca de 40% do esfor&ccedil;o total pedido &agrave; economia portuguesa. O memorando de acordo entre o Governo, o FMI, a Comiss&atilde;o Europeia e o Banco Central Europeu est&aacute; dispon&iacute;vel na <a target="_self" href="http://aeiou.expresso.pt/expresso-revela-documentos-com-programa-do-fmibcece=f646842">edi&ccedil;&atilde;o online do <em>Expresso</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 05 May 2011 11:53:38 +0100</pubDate><guid>636121</guid></item>
<item><title>Portugal | Ano novo austero (Jornal de Negócios, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/634851-ano-novo-austero</link><description><![CDATA[O plano de ajuda financeira a Portugal, no valor de 78 mil milhões de euros, anunciado dia 3 de maio, para ajudar o país a sair da bancarrota, poderá não ser tão drástico como os portugueses receavam. Apesar de tudo, esperam-se tempos difíceis até o país voltar a ser o que era, avisa o Jornal de Negócios. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 04 May 2011 17:57:13 +0100</pubDate><guid>634851</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Portugueses vão aprender a viver com o FMI</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/625301-portugueses-vao-aprender-viver-com-o-fmi</link><description><![CDATA[<p>&quot;Saiba o que vai mudar na sua vida com o FMI&quot;, <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=481581" target="_self">&eacute; a manchete do <em>Jornal de Neg&oacute;cios</em></a>, numa edi&ccedil;&atilde;o especial dedicada quase exclusivamente ao Fundo Monet&aacute;rio Internacional. O di&aacute;rio econ&oacute;mico salienta que o FMI, o Banco Central Europeu e a Comiss&atilde;o Europeia ainda n&atilde;o chegaram a um acordo sobre o tempo que deve ser dado a Portugal para reduzir o d&eacute;fice p&uacute;blico, acrescentando que um per&iacute;odo curto, como Bruxelas pretende, vai exigir uma maior austeridade. Embora as medidas impostas pela troika n&atilde;o sejam ainda conhecidas, o <em>Jornal de Neg&oacute;cios</em> garante que os cidad&atilde;os portugueses v&atilde;o receber menos do Estado e ter&atilde;o que pagar mais impostos, receber pens&otilde;es e subs&iacute;dios de desemprego mais baixos e enfrentar uma vaga de privatiza&ccedil;&otilde;es. O jornal lisboeta revela tamb&eacute;m que Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia, Espanha e Estados Unidos s&atilde;o os cinco pa&iacute;ses que v&atilde;o garantir mais de metade da assist&ecirc;ncia financeira a Portugal.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 29 Apr 2011 13:41:58 +0100</pubDate><guid>625301</guid></item>
<item><title>União Europeia | Reformar Schengen, um gesto insuficiente (Berliner Zeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/623741-reformar-schengen-um-gesto-insuficiente</link><description><![CDATA[França e Itália pedem a revisão do tratado sobre livre circulação. Não devem ter grande dificuldade em conseguirem o que querem, mas isso não vai resolver o problema do acolhimento dos imigrantes, escreve o Berliner Zeitung. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:21:30 +0100</pubDate><guid>623741</guid></item>
<item><title>Instituições | Orçamento da UE gera conflito entre Londres e Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/611361-orcamento-da-ue-gera-conflito-entre-londres-e-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>UE exige 400 libras </em>[451 euros] <em>por fam&iacute;lia</em>&rdquo;,&nbsp;<a target="_self" href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/eu/8464908/David-Cameron-under-pressure-to-block-EU-demand-for-400-per-British-family.html">diz a manchete de <em>The</em> <em>Daily Telegraph</em></a>, ap&oacute;s a Comiss&atilde;o Europeia ter feito um pedido formal aos membros para um <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/budget/figures/2012/2012_en.cfm">refor&ccedil;o or&ccedil;amental</a>&nbsp;de 6200 milh&otilde;es de euros,&nbsp;aumento no or&ccedil;amento de 6,2 mil milh&otilde;es de euros que levariam a UE a gastar&nbsp;132 mil milh&otilde;es de euros em 2012.&nbsp;&ldquo;<em>O pagamento adicional faria com que a contribui&ccedil;&atilde;o anual do Reino Unido&nbsp;para a UE ultrapassasse os 11 300 milh&otilde;es em 2012, o equivalente a 451&nbsp;euros por resid&ecirc;ncia</em>&rdquo;, constata o di&aacute;rio londrino, acrescentando que este&nbsp;pedido originou &ldquo;<em>uma guerra de palavras, em que Downing Street diz que o&nbsp;</em><em>pedido &eacute; 'absurdo' e o chanceler </em>[ministro das Finan&ccedil;as] <em>George Osborne acusa os oficiais da UE de&nbsp;</em><em>terem perdido o contacto com a realidade</em>&rdquo;. O primeiro-ministro brit&acirc;nico, David&nbsp;Cameron, procurar&aacute; agora formar uma alian&ccedil;a com l&iacute;deres de alguns pa&iacute;ses, incluindo a Fran&ccedil;a,&nbsp;a Alemanha, a Holanda e a Su&eacute;cia, para lutar contra o plano de refor&ccedil;o. Tem&nbsp;<a target="_self" href="http://www.telegraph.co.uk/travel/destinations/europe/belgium/brussels/8464664/Brussels-shouldnt-be-given-a-penny-more.html">o apoio deste jornal euroc&eacute;tico</a>, que escreve: &nbsp;&ldquo;<em>A Europa est&aacute; a&nbsp;lutar para recuperar do pior colapso financeiro desde os anos 1930 e todos os Estados-membros est&atilde;o a tomar medidas de austeridade. Os oficiais da UE est&atilde;o agora empenhados na &aacute;rdua tarefa de encontrar novas formas de gastar mais do nosso&nbsp;dinheiro.</em>&rdquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 11:36:12 +0100</pubDate><guid>611361</guid></item>
<item><title>Vida privada | UE, benevolente ou invasora? (Der Standard, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/610151-ue-benevolente-ou-invasora</link><description><![CDATA[Ontem, as lâmpadas de baixo consumo; hoje, a proteção de dados pessoais; amanhã, os dados dos passageiros dos aviões: a UE parece querer destruir a confiança dos cidadãos, imiscuindo-se na sua vida, afirma Der Standard. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 20 Apr 2011 18:02:41 +0100</pubDate><guid>610151</guid></item>
<item><title>Alimentação | A Europa "em estado de emergência nuclear"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/577761-europa-em-estado-de-emergencia-nuclear</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s a <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/547771-fukushima-relanca-o-debate">cat&aacute;strofe</a> na central nuclear japonesa de Fukushima e o medo de uma contamina&ccedil;&atilde;o dos alimentos provenientes do Jap&atilde;o, a Comiss&atilde;o Europeia decidiu elevar por tr&ecirc;s meses os valores limite das mat&eacute;rias radioativas presentes nos alimentos importados pela UE, informa o <a href="http://www.sueddeutsche.de/" target="_blank"><em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>. A quantidade de c&eacute;sio radioativo 134 e 137 aumenta de 370 Bq/Kg, nos produtos l&aacute;cteos, e 600 Bq/kg, nos outros alimentos, para 1000 e 1250 Bq/kg, respetivamente. Para fundamentar a sua decis&atilde;o, a comiss&atilde;o tirou dos arquivos <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/547771-fukushima-relanca-o-debate">uma diretiva de 1987 sobre a prote&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria em caso de acidente nuclear</a>, votado ap&oacute;s o acidente de Chernobyl. Se os especialistas concordam que n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;a para a sa&uacute;de entre 370 e 1000 Bq/kg, os consumidores mostram-se inquietos, observa o di&aacute;rio da Baviera. &ldquo;Com a entrada em vigor da diretiva, foi declarado o estado de emerg&ecirc;ncia nuclear na Europa&rdquo;, declarou um respons&aacute;vel da <a target="_blank" href="http://www.foodwatch.de/">Foodwatch</a>. Esta associa&ccedil;&atilde;o de consumidores est&aacute; em campanha para a proibi&ccedil;&atilde;o da importa&ccedil;&atilde;o de alimentos do Jap&atilde;o, que representa 0,1% das importa&ccedil;&otilde;es europeias. &ldquo;Uma vez n&atilde;o s&atilde;o vezes. Bruxelas, acusada de ser lenta a reagir, v&ecirc;-se criticada por agir demasiado r&aacute;pido&rdquo;, comenta o jornal.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 13:08:55 +0100</pubDate><guid>577761</guid></item>
<item><title>Debate | O Leviatã  existe, vive em Bruxelas (Frankfurter Allgemeine Zeitung, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/570461-o-leviata-existe-vive-em-bruxelas</link><description><![CDATA[As instituições europeias são um monstro burocrático que devora os cidadãos, afirma o ensaísta alemão Hans Magnus Enzesberger no seu livro mais recente, exortando os europeus a enfrentá-lo. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 25 Mar 2011 15:39:51 +0100</pubDate><guid>570461</guid></item>
<item><title>Europa 2020 | Um horizonte neoliberal (Libération, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/521351-um-horizonte-neoliberal</link><description><![CDATA[Projeto de origem social-democrata, a Estratégia de Lisboa não favoreceu nem a inovação nem a coesão social na UE. Pelo contrário, a Comissão Europeia transformou-o num programa neoliberal. E a Estratégia 2020, que lhe vai suceder, irá acentuar esta tendência, considera um economista francês. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 01 Mar 2011 17:24:39 +0100</pubDate><guid>521351</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | A "ignomínia" dos europeus (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/513991-ignominia-dos-europeus</link><description><![CDATA[Face aos massacres cometidos pelo regime de Kadhafi na Líbia, como podem os países europeus limitar-se a fazer apelos à moderação e a preocupar-se com o afluxo de refugiados? O diário El País publica um editorial indignado. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 23 Feb 2011 16:59:31 +0100</pubDate><guid>513991</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Lei de imprensa da Hungria não é "satisfatória"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/466151-lei-de-imprensa-da-hungria-nao-e-satisfatoria</link><description><![CDATA[<p>A avalia&ccedil;&atilde;o preliminar que a Comiss&atilde;o Europeia fez da&nbsp;pol&eacute;mica <a target="_blank" href="http://www.courrierinternational.com/files/illustrations/article/2011/01/Pages_de_MK_10_202.pdf">nova lei de imprensa</a> mostra que nem todo o&nbsp;seu articulado &eacute; &quot;<em>prima facie satisfat&oacute;rio</em>&quot;,&nbsp;<a target="_blank" href="http://spravy.pravda.sk/europa-studuje-madarsky-medialny-zakon-uz-nasla-prve-rozpory-p6q-/sk_svet.asp?c=A110118_093805_sk_svet_p12">revela o di&aacute;rio eslovaco&nbsp;<em>Pravda</em></a>.&nbsp;A 17 de janeiro, a comiss&aacute;ria&nbsp;europeia respons&aacute;vel pela comunica&ccedil;&atilde;o social, Neelie&nbsp;Kroes, disse aos deputados europeus que a lei&nbsp;recentemente aprovada suscitava algumas quest&otilde;es&nbsp;quanto &quot;<em>&agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de regras da imprensa, como a&nbsp;</em><em>necessidade de registo e os requisitos em mat&eacute;ria de&nbsp;</em><em>cobertura equilibrada, a todos os tipos de &oacute;rg&atilde;os de&nbsp;</em><em>informa&ccedil;&atilde;o, incluindo os blogues</em>&quot;. Kroes tamb&eacute;m&nbsp;referiu que a nova lei de imprensa poder&aacute; n&atilde;o ser&nbsp;conforme com a legisla&ccedil;&atilde;o da UE, por impor requisitos a&nbsp;empresas de comunica&ccedil;&atilde;o social n&atilde;o-h&uacute;ngaras que&nbsp;operam na Hungria. Apesar dos protestos que a lei&nbsp;suscitou a n&iacute;vel europeu, o primeiro-ministro h&uacute;ngaro,&nbsp;Viktor Orb&aacute;n, recusou-se a recuar, embora&nbsp;tenha &quot;<em>prometido alterar a lei, se a Comiss&atilde;o Europeia&nbsp;</em><em>considerasse que isso era necess&aacute;rio</em>&quot;, refere aquele jornal&nbsp;de Bratislava.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 18 Jan 2011 13:19:26 +0100</pubDate><guid>466151</guid></item>
<item><title>Instituições | Polémica sobre o controlo do orçamento europeu</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/456921-polemica-sobre-o-controlo-do-orcamento-europeu</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Sabotagem no Tribunal de Contas Europeu&rdquo;, &eacute; o t&iacute;tulo do <a href="http://www.volkskrant.nl/" target="_blank"><em>De Volkskrant</em></a>. O di&aacute;rio publica as acusa&ccedil;&otilde;es de Maarten Engwirda, antigo membro holand&ecirc;s daquela institui&ccedil;&atilde;o que, durante 15 anos, controlou as despesas da UE e se volta agora contra os seus antigos colegas. <a href="http://www.volkskrant.nl/vk/nl/2664/Nieuws/article/detail/1790716/2011/01/11/Sabotage-en-fraude-in-Europese-Rekenkamer.dhtml" target="_blank">Engwirda descreve</a> aquilo que considera como comportamento fraudulento dos outros membros do Tribunal, que manipulavam os relat&oacute;rios &ldquo;escondendo as irregularidades financeiras&rdquo; que estavam encarregues de denunciar. Segundo Engwirda, <a href="http://europa.eu/institutions/inst/auditors/index_pt.htm" target="_blank">o Tribunal</a> caracteriza-se por uma &ldquo;cultura de sil&ecirc;ncio&rdquo; que deixa campo livre para os gastos fraudulentos dos Estados membros. Sublinha, no entanto, que a situa&ccedil;&atilde;o melhorou depois de 2005, altura em que o comiss&aacute;rio europeu para a Luta Antifraude, Siim Kallas, afirmou que os n&uacute;meros publicados no relat&oacute;rio anual do Tribunal n&atilde;o estavam corretos. Em 2009, 3,8 mil milh&otilde;es de euros foram considerados incorretamente gastos pelos Estados, ou seja, 3,3% do or&ccedil;amento da UE, a mais baixa percentagem de sempre.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 11 Jan 2011 13:25:53 +0100</pubDate><guid>456921</guid></item>
<item><title>Portugal | Escândalo dos submarinos atinge Durão Barroso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/437491-escandalo-dos-submarinos-atinge-durao-barroso</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>A Comiss&atilde;o Europeia liderada por Dur&atilde;o Barroso vai ter de decidir se quer investigar o ex-governo do pr&oacute;prio presidente da Comiss&atilde;o</em>&rdquo;,&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.ionline.pt/conteudo/94809-submarinos-crime-diz-ela-ana-gomes-atira-portas-e-durao-barroso">constata o jornal&nbsp;<em>i</em></a>. O di&aacute;rio lisboeta explica que Dur&atilde;o Barroso, primeiro-ministro de Portugal de 2002 a 2004, &eacute; visado por&nbsp;<a target="_blank" href="http://aba-da-causa.blogspot.com/2010/12/submarinos-e-contrapartidas-queixa-ce.html">um pedido de investiga&ccedil;&atilde;o</a>&nbsp;apresentado a 20 de dezembro pela eurodeputada&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.europarl.europa.eu/members/public/geoSearch/view.do?country=PT&amp;partNumber=1&amp;id=28306&amp;language=FR">Ana Gomes</a>. A socialista considera que a compra por Portugal de dois submarinos &agrave; firma alem&atilde; German Submarine Consortium, em 2004, est&aacute; ferida de corrup&ccedil;&atilde;o, fraude, viola&ccedil;&atilde;o das regras do mercado e m&aacute; gest&atilde;o dos fundos p&uacute;blicos. Pede que a Comiss&atilde;o anule o contrato, no qual o Estado portugu&ecirc;s prescindiu do recurso aos tribunais em caso de lit&iacute;gio e se prev&ecirc; apenas a via da arbitragem.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 21 Dec 2010 13:43:21 +0100</pubDate><guid>437491</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | Uma cimeira da UE enevoada (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/432401-uma-cimeira-da-ue-enevoada</link><description><![CDATA[Salvar o euro: uma vez mais, a cimeira europeia que se realiza a 16 e 17 de dezembro vai decidir meios para travar a crise. Mas, em Bruxelas, instâncias de decisão e observadores não parecem já saber muito bem por onde vão. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 16 Dec 2010 18:15:30 +0100</pubDate><guid>432401</guid></item>
<item><title>Sociedade | Fumadores atiram-se a Bruxelas (Revue Politika, Brno)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/418221-fumadores-atiram-se-bruxelas</link><description><![CDATA[A Comissão Europeia prepara uma proibição geral de fumar em lugares públicos. Mas esta vontade de legislar para o bem dos europeus pode voltar-se contra ela, em nome das liberdades, considera um jurista checo. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Dec 2010 12:25:35 +0100</pubDate><guid>418221</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Caça ao acelera além-fronteiras</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/415731-caca-ao-acelera-alem-fronteiras</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Bem-vindos &agrave; comunidade das multas europeias por excesso&nbsp;</em><em>de velocidade</em>&rdquo;,&nbsp;<a href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=331700" target="_blank">titula a&nbsp;<em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>. Refere-se &agrave;&nbsp;<a href="http://europa.eu/legislation_summaries/transport/road_transport/tr0001_en.htm" target="_blank">nova diretiva da Comiss&atilde;o Europeia</a>&nbsp;destinada a identificar e punir os&nbsp;condutores que cometam infra&ccedil;&otilde;es no estrangeiro. De acordo&nbsp;com esta nova lei, os Estados-membros v&atilde;o ficar obrigados&nbsp;a partilhar informa&ccedil;&atilde;o sobre infra&ccedil;&otilde;es na estrada, atrav&eacute;s de&nbsp;um sistema que facilita a transfer&ecirc;ncia de dados sobre viaturas&nbsp;e respetivos propriet&aacute;rios.</p>
<p>O di&aacute;rio de Vars&oacute;via nota que, se&nbsp;a proposta de Bruxelas for aprovada, os aceleras polacos na&nbsp;B&eacute;lgica ir&atilde;o ter uma desagrad&aacute;vel surpresa quando chegarem&nbsp;a casa e virem na caixa de correio uma multa de 2750 euros.&nbsp;O projeto de diretiva j&aacute; recebeu o apoio dos ministros dos&nbsp;Transportes da UE, acrescenta a <em>DGP</em>.&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 03 Dec 2010 13:05:26 +0100</pubDate><guid>415731</guid></item>
<item><title>Instituições | O rigor para em Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/404291-o-rigor-para-em-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>&quot;&Eacute; uma vit&oacute;ria embara&ccedil;osa para Bruxelas&quot;, <a target="_blank" href="http://www.lefigaro.fr/conjoncture/2010/11/24/04016-20101124ARTFIG00575-les-fonctionnaires-auront-leur-hausse-de-37-des-salaires.php">nota <em>Le Figaro</em></a>. No momento em que a Comiss&atilde;o Europeia p&otilde;e os Estados na linha, o Tribunal de Justi&ccedil;a do Luxemburgo d&aacute; raz&atilde;o aos funcion&aacute;rios europeus que defendem o seu direito a um aumento de 3,7% os sal&aacute;rios. Uma reaprecia&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil de engolir pelos 27, que queriam dividir este aumento por dois &lsquo;para ter em conta a crise&rsquo;.&quot;</p>
<p>No <a target="_blank" href="http://curia.europa.eu/jurisp/cgi-bin/form.pl?lang=pt&amp;jurcdj=jurcdj&amp;newform=newform&amp;docj=docj&amp;docop=docop&amp;docnoj=docnoj&amp;typeord=ALLTYP&amp;numaff=&amp;ddatefs=18&amp;mdatefs=11&amp;ydatefs=2010&amp;ddatefe=25&amp;mdatefe=11&amp;ydatefe=2010&amp;nomusuel=&amp;domaine=&amp;mots=&amp;resmax=100&amp;Submit=Rechercher">ac&oacute;rd&atilde;o de 24 de novembro</a>, explica o di&aacute;rio franc&ecirc;s, o Tribunal considera que o Conselho Europeu &quot;n&atilde;o tinha capacidade de aprecia&ccedil;&atilde;o&quot; para modificar a remunera&ccedil;&atilde;o dos 45 mil funcion&aacute;rios em tempo de crise, visto que os sal&aacute;rios s&atilde;o reapreciados automaticamente todos os anos. Uma decis&atilde;o l&oacute;gica, mas &quot;o momento &eacute; desastroso, com a decis&atilde;o a surgir no dia de uma greve geral hist&oacute;rica contra a austeridade em Portugal e da apresenta&ccedil;&atilde;o de um plano de rigor dr&aacute;stico para a Irlanda&quot;, nota <em>Le Figaro</em>.</p>
<p>&quot;Esta quest&atilde;o arrisca-se ainda a endurecer o bra&ccedil;o de ferro por causa do or&ccedil;amento comunit&aacute;rio entre o Parlamento Europeu e os 27, que querem limitar o aumento das despesas em 2,9%. Enquanto aguarda a apresenta&ccedil;&atilde;o de um novo projeto pela Comiss&atilde;o Europeia, o <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/budget/library/documents/annual_budgets_reports_accounts/2011/2011_Draft_budg_preparation_fr.pdf">or&ccedil;amento 2011</a> est&aacute; bloqueado.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 25 Nov 2010 12:18:28 +0100</pubDate><guid>404291</guid></item>
<item><title>Crise irlandesa | Resgate com sabor amargo (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/399461-resgate-com-sabor-amargo</link><description><![CDATA[Entre 80 e 100 mil milhões de euros: não se conhece ainda o montante do plano de ajuda acordado pela Irlanda, a União Europeia e o FMI, em 21 de novembro. Mas uma questão se coloca: é a decisão mais acertada? Respostas do Corriere della Sera e do Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 22 Nov 2010 15:00:40 +0100</pubDate><guid>399461</guid></item>
<item><title>Portugal | Leis do trabalho na mira de Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/378001-leis-do-trabalho-na-mira-de-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>Bruxelas faz press&atilde;o para que Portugal proceda a uma nova reforma laboral, <a target="_blank" href="http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1703526">anuncia o <em>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</em></a>. Em 4 de novembro, a Comiss&atilde;o Europeia pediu a Lisboa para &ldquo;atacar a rigidez do mercado laboral e fazer altera&ccedil;&otilde;es ao processo de forma&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios&rdquo;. Mas s&atilde;o &ldquo;not&iacute;cias que n&atilde;o v&atilde;o chegar&rdquo;, observa o di&aacute;rio, porque a ministra do Trabalho, Helena Andr&eacute;, respondeu que &ldquo;n&atilde;o est&aacute; nos planos do Governo mexer nas leis laborais&rdquo;. Numa altura em que as taxas de juro da d&iacute;vida soberana atingiram 6,65%, a Comiss&atilde;o insiste com Portugal para &ldquo;acelerar os cortes na despesa ainda este ano e superar a meta dos 4,6% do d&eacute;fice em 2011&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 05 Nov 2010 12:09:34 +0100</pubDate><guid>378001</guid></item>
<item><title>Ciganos | Os subsídios europeus vistos à lupa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/360071-os-subsidios-europeus-vistos-lupa</link><description><![CDATA[<p>Os Estados-membros est&atilde;o a ver &ldquo;&agrave; lupa&rdquo; a quest&atilde;o do dinheiro dedicado aos ciganos, <a target="_blank" href="http://www.evz.ro/detalii/stiri/banii-pentru-romi-asaza-sub-lupa-toate-statele-europene-908870.html">escreve o <em>Evenimentul Zilei</em></a> &agrave; margem de uma <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=88&amp;langId=pt&amp;eventsId=272&amp;furtherEvents=yes">confer&ecirc;ncia</a> sobre &ldquo;a contribui&ccedil;&atilde;o dos fundos europeus para a integra&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o cigana&rdquo;, organizada em Bucareste e em v&aacute;rias outras cidades romenas pela Comiss&atilde;o Europeia. O comiss&aacute;rio para os Assuntos Sociais e a Inclus&atilde;o, o <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/andor/about/mandate/index_fr.htm#top">h&uacute;ngaro L&aacute;szl&oacute; Andor</a>, aproveitou para anunciar que o grupo de trabalho &ndash; criado pelo executivo de Bruxelas, h&aacute; um m&ecirc;s, para verificar como &eacute; que os Estados-membros usam os fundos destinados a esta etnia &ndash; entregar&aacute; o seu relat&oacute;rio no pr&oacute;ximo m&ecirc;s de dezembro.</p>
<p>&ldquo;Queremos saber onde &eacute; que esses fundos n&atilde;o foram utilizados&rdquo;, precisou o comiss&aacute;rio, que acrescentou que &ldquo;a primeira estrat&eacute;gia europeia para a integra&ccedil;&atilde;o dos ciganos, obrigat&oacute;ria para todos os Estados membros&rdquo;, ser&aacute; apresentada na primavera de 2011. Esta confer&ecirc;ncia e esta reflex&atilde;o t&ecirc;m lugar no momento em que a Fran&ccedil;a re-enviou para os seus pa&iacute;ses cerca de mil ciganos de origem romena e b&uacute;lgara, o que L&aacute;szl&oacute; Andor qualifica como &ldquo;acontecimento infeliz&rdquo;. O comiss&aacute;rio referiu, tamb&eacute;m, aquilo a que chamou &ldquo;o paradoxo da Europa&rdquo;: &ldquo;Num continente rico, os jovens ciganos crescem em guetos urbanos ou em aldeias isoladas.&rdquo;</p>
<p>A Rom&eacute;nia, por exemplo, recebeu mais de 30 milh&otilde;es de euros para a integra&ccedil;&atilde;o dos ciganos desde a sua ades&atilde;o &agrave; UE, em 2007, escreve o<em> Evenimentul Zilei</em>. Apesar de algumas iniciativas terem dado bons resultados, &ldquo;a descentraliza&ccedil;&atilde;o administrativa colocou esses projetos nas m&atilde;os dos autarcas, que n&atilde;o empregaram o dinheiro como deviam&rdquo;, afirma o di&aacute;rio.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 13 Oct 2010 14:01:31 +0100</pubDate><guid>360071</guid></item>
<item><title>Medicamentos genéricos | Comissão Europeia acusada de proteger grandes farmacêuticas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/358371-comissao-europeia-acusada-de-proteger-grandes-farmaceuticas</link><description><![CDATA[<p>A organiza&ccedil;&atilde;o M&eacute;dicos Sem Fronteiras (MSF) acusou a Comiss&atilde;o Europeia de estar a bloquear a produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos gen&eacute;ricos mais baratos no mundo desenvolvido,<a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/global-development/poverty-matters/2010/oct/07/aids-pharmaceuticals-industry"> noticia <em>The Guardian</em></a>. Depois da <a href="http://www.who.int/medicines/areas/policy/doha_declaration/en/index.html" target="_blank">declara&ccedil;&atilde;o de Doha 2010</a>, teoricamente, as empresas que fazem gen&eacute;ricos podem produzir c&oacute;pias mais baratas de medicamentos patenteados contra a Sida e outras doen&ccedil;as. Mas, segundo esta ONG francesa, a Comiss&atilde;o Europeia exigiu uma regulamenta&ccedil;&atilde;o mais apertada das patentes durante as negocia&ccedil;&otilde;es sobre com&eacute;rcio livre com a &Iacute;ndia. &ldquo;A Comiss&atilde;o Europeia quer introduzir &lsquo;exclusividade de dados&rsquo;&rdquo;, escreve o di&aacute;rio londrino, &ldquo;o que iria impedir uma empresa de gen&eacute;ricos de registar a c&oacute;pia de um medicamento que n&atilde;o tenha patente para um determinado per&iacute;odo de tempo &ndash; normalmente cinco ou oito anos &ndash; a menos que decida fazer por sua conta os demorados e caros ensaios cl&iacute;nicos&rdquo;. A 7 de outubro, ao lan&ccedil;ar a sua campanha <a href="http://www.msf.org.uk/handsoff.aspx" target="_blank"><em>Europa! Tirem as M&atilde;os da nossa Medicina</em></a>, a MSF acusou a Comiss&atilde;o de estar a proteger os monop&oacute;lios das grandes empresas multinacionais e que &ldquo;milh&otilde;es de pessoas nos pa&iacute;ses em vias de desenvolvimento podem ver desaparecer a possibilidade de comprarem medicamentos a pre&ccedil;os acess&iacute;veis&rdquo;. Sobre o assunto, a Comiss&atilde;o disse apenas: &ldquo;As patentes s&atilde;o importantes, t&ecirc;m de ser protegidas&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 11 Oct 2010 12:09:06 +0100</pubDate><guid>358371</guid></item>
<item><title>Instituições | Comissário europeu, um emprego dourado (Der Spiegel, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/354531-comissario-europeu-um-emprego-dourado</link><description><![CDATA[Quem foi que disse que os comissários e os altos funcionários das instituições europeias ocupam lugares aborrecidos, numa cidade insípida? Pelo contrário, garante Der Spiegel: Bruxelas é Bizâncio. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 06 Oct 2010 09:50:35 +0100</pubDate><guid>354531</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Dúvidas sobre antigos comissários prósperos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/345721-duvidas-sobre-antigos-comissarios-prosperos</link><description><![CDATA[<p>&quot;Regras de conduta ignoradas&quot;, diz o t&iacute;tulo de <em><a target="_blank" href="http://www.volkskrant.nl/"><em>De Volkskrant</em></a></em>. Segundo este di&aacute;rio holand&ecirc;s, seis comiss&aacute;rios europeus, que se demitiram na passada primavera, trabalham agora como l&oacute;bistas ou consultores de empresas que podem tirar partido do seu conhecimento da UE e das suas redes de contactos. <em>De Volkskrant </em>comenta que as normas que governam os conflitos de interesses s&atilde;o inadequadas e que informa&ccedil;&atilde;o valiosa da Comiss&atilde;o Europeia pode facilmente transpirar para as empresas em quest&atilde;o. Os casos de maior destaque s&atilde;o os de Charlie McCreevy, antigo comiss&aacute;rio para o Mercado Interno, que agora faz parte da administra&ccedil;&atilde;o da Ryanair, e G&uuml;nter Verheugen, antigo respons&aacute;vel pela &aacute;rea Ind&uacute;stria e Empresas, que agora tem a sua pr&oacute;pria empresa de l&oacute;bi e trabalha para o Royal Bank of Scotland. O di&aacute;rio de Amersterd&atilde;o salienta ainda que, apesar de estarem a trabalhar, 17 antigos comiss&aacute;rios, entre os quais Charlie McCreevy, recebem as indemniza&ccedil;&otilde;es de transi&ccedil;&atilde;o a que t&ecirc;m direito durante o per&iacute;odo m&aacute;ximo de tr&ecirc;s anos, enquanto procuram novo emprego. Essas indemniza&ccedil;&otilde;es ascenderiam a cerca de 96 mil euros por ano.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 24 Sep 2010 10:48:45 +0100</pubDate><guid>345721</guid></item>
<item><title>Egoísmos | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/341141-egoismos</link><description><![CDATA[<p>Os gritos ouviam-se nos corredores, segundo algumas fontes. No Conselho Europeu de 16 de setembro, houve um &quot;medir de for&ccedil;as&quot; entre Nicolas Sarkozy e Dur&atilde;o Barroso por causa da pol&iacute;tica francesa de expuls&atilde;o dos ciganos e da amea&ccedil;a feita pela comiss&aacute;ria europeia para a Justi&ccedil;a, Direitos Fundamentais e Cidadania, Viviane Reding, de processar a Fran&ccedil;a no Tribunal de Justi&ccedil;a Europeu.</p>
<p>O Presidente franc&ecirc;s, depois de advertido pelo Parlamento Europeu, no dia 9 de setembro, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/340591-ate-onde-ira-franca">escolheu afrontar manifestamente as institui&ccedil;&otilde;es europeias</a>. Ao porem em causa a legitimidade de express&atilde;o dos eurodeputados, ao atacarem o Luxemburgo, pa&iacute;s de origem de Viviane Reding, e ao n&atilde;o reconhecerem &agrave; Comiss&atilde;o Europeia o seu papel de guardi&atilde; dos tratados, as autoridades francesas desferem mais um golpe numa Uni&atilde;o j&aacute; fragilizada. </p>
<p>Na primavera, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/254931-alemanha-tem-um-diferendo-com-europa">a Alemanha imp&ocirc;s as condi&ccedil;&otilde;es&nbsp; para a ajuda financeira &agrave; Gr&eacute;cia</a>, deixando no ar grandes d&uacute;vidas quanto &agrave; continuidade do euro. No outono, a Fran&ccedil;a comportou-se como se os Estados-membros pudessem ignorar as regras e agir sem que os 27 e as institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias viessem garantir o respeito do direito e dos valores da UE. Quase um ano depois da ratifica&ccedil;&atilde;o do Tratado de Lisboa, que deveria inaugurar uma nova era para a UE, os pa&iacute;ses que tudo fizeram para o adotar, mesmo que &agrave; custa da opini&atilde;o dos seus cidad&atilde;os, comportam-se como se a UE j&aacute; n&atilde;o fosse o quadro pol&iacute;tico e jur&iacute;dico no seio do qual o nosso continente escolheu viver ap&oacute;s a II Guerra Mundial.</p>
<p>Desta cimeira, durante a qual a quest&atilde;o dos ciganos originou uma das crises mais violentas e in&uacute;teis que pautam a vida pol&iacute;tica, saiu <a target="_blank" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/pt/ec/116566.pdf">um comunicado</a> sobre diplomacia europeia, parcerias estrat&eacute;gicas dela decorrentes e uma reflex&atilde;o sobre governa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica. Uma s&eacute;rie de assuntos importantes que os chefes de Estado e de Governo ter&atilde;o tido certamente muito tempo para analisar. Estamos longe de abandonar a era dos ego&iacute;smos nacionais.</p>
<p>Eric Maurice</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 17 Sep 2010 13:57:24 +0100</pubDate><guid>341141</guid></item>
<item><title>Ciganos | Bruxelas pede, finalmente, explicações a Paris (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/339541-bruxelas-pede-finalmente-explicacoes-paris</link><description><![CDATA[A 14 de setembro a Comissão Europeia anunciou que poderia abrir um processo de infração contra a França por causa da sua política de expulsão dos ciganos. Uma decisão elogiada pela imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 16:01:12 +0100</pubDate><guid>339541</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Barroso falou muito, mas disse pouco (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/334321-barroso-falou-muito-mas-disse-pouco</link><description><![CDATA[O primeiro discurso sobre o estado da União, do chefe do executivo de Bruxelas, era muito esperado. Mas enquanto a UE sai lentamente da crise, as palavras denotam falta de ambição, lamenta a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 08 Sep 2010 16:54:55 +0100</pubDate><guid>334321</guid></item>
<item><title>Instituições europeias | Vinte e sete a todo o gás</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/328131-vinte-e-sete-todo-o-gas</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Rentr&eacute;e</em> carregada para a UE&quot;, titula La Voix du Luxembourg, resumindo assim aquilo que espera os 27 nas pr&oacute;ximas semanas: &quot;<a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/economy_finance/articles/euro/2010-06-30-enhancing_economic_policy_coordination_en.htm#">Governa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica</a>, <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/budget/documents/multiannual_framework_fr.htm">quadro financeiro plurianual</a>, <a target="_blank" href="http://eur-lex.europa.eu/budget/data/DB_2011/PT/SEC00.pdf">or&ccedil;amento 2011</a>, <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/eu2020/pdf/1_PT_ACT_part1_v1.pdf">Europa 2020</a>&quot;. J&aacute; se come&ccedil;ou a trabalhar, nota o di&aacute;rio: &quot;a comiss&aacute;ria europeia para a Justi&ccedil;a, Direitos Fundamentais e Cidadania, <a href="http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/reding/multimedia/news/2010/08/index_fr.htm">Viviane Reding</a>, recebeu os ministros franceses da Imigra&ccedil;&atilde;o e dos Neg&oacute;cios Estrangeiros para poderem analisar a quest&atilde;o dos ciganos&quot;. A Comiss&atilde;o Europeia, por seu turno, reuniu-se em semin&aacute;rio &quot;para preparar o primeiro <a target="_blank" href="http://www.europarl.europa.eu/oeil/FindByProcnum.do?lang=fr&amp;procnum=RSP/2010/2638">discurso sobre o estado da Uni&atilde;o Europeia</a>&quot; que Dur&atilde;o Barroso ir&aacute; proferir no dia 7 de setembro no Parlamento Europeu.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 01 Sep 2010 10:49:03 +0100</pubDate><guid>328131</guid></item>
</channel></rss>
