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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Ciência e Ambiente]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Gás natural | Gás de xisto com fraca cotação (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1954871-gas-de-xisto-com-fraca-cotacao</link><description><![CDATA[França, Bulgária, Roménia e República Checa decidiram suspender a exploração das suas jazidas, por razões ambientais. Embora a UE esteja a ser pressionada a seguir essa via, a Polónia pode ser o último país a abandonar este recurso. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 May 2012 12:30:42 +0100</pubDate><guid>1954871</guid></item>
<item><title>Ambiente | Estatísticas pouco claras na batalha contra o CO2 (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1841071-estatisticas-pouco-claras-na-batalha-contra-o-co2</link><description><![CDATA[O plano da UE para reduzir as emissões de CO2 é elogiado como o esquema mais ambicioso do género. Mas critérios pouco claros e uma contabilidade duvidosa põem em dúvida o êxito das medidas tomadas até agora. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 20 Apr 2012 12:12:40 +0100</pubDate><guid>1841071</guid></item>
<item><title>Alimentação | A soja transgénica ganha terreno</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1831591-soja-transgenica-ganha-terreno</link><description><![CDATA[<p>O debate sobre os OGM [organismos geneticamente modificados] parece ser uma discuss&atilde;o sobre alguns n&uacute;meros a seguir &agrave; v&iacute;rgula, mas ter&aacute; efeitos sobre a sa&uacute;de p&uacute;blica. Segundo as informa&ccedil;&otilde;es veiculadas pelo jornal <a href="http://www.fr-online.de/wirtschaft/mehr-ausnahmen-bei-der-gentechnik-spuren-von-gentechnik,1472780,14942002.html" target="_self"><em>Frankfurter Rundschau</em></a>, a Comiss&atilde;o Europeia vai abrir a porta &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de OGM nos produtos agroalimentares. </p>
<p>Depois de, em 2011, ter autorizado a utiliza&ccedil;&atilde;o de OGM nas forragens, como a soja para a cria&ccedil;&atilde;o de porcos, Bruxelas pretende alargar essa autoriza&ccedil;&atilde;o aos alimentos, fixando em 0,1% a taxa de toler&acirc;ncia. A medida poder&aacute; entrar em vigor no ver&atilde;o.</p>
<p>Este di&aacute;rio de Frankfurt, conhecido por ser sens&iacute;vel aos problemas ecol&oacute;gicos, acrescenta que a Comiss&atilde;o defende a soja geneticamente modificada, utilizando argumentos econ&oacute;micos, porque a UE tem que importar muita soja para satisfazer a procura de forragens e de alimentos:</p>
<blockquote><p>A Comiss&atilde;o Europeia torna mais flex&iacute;vel a sua pol&iacute;tica em mat&eacute;ria de OGM e quer dar &agrave; ind&uacute;stria agroalimentar uma maior margem de toler&acirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; presen&ccedil;a de OGM nos alimentos. As associa&ccedil;&otilde;es ecologistas e os representantes dos Verdes no Parlamento Europeu protestam contra o abandono da pol&iacute;tica de toler&acirc;ncia zero relativamente &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de OGM. Esta maleabilidade diz respeito sobretudo &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o da lecitina de soja no fabrico de chocolate, produtos de padaria, margarina e gelo.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 18 Apr 2012 16:16:48 +0100</pubDate><guid>1831591</guid></item>
<item><title>Líbia | Inquérito ameaça petrolíferas europeias</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1776511-inquerito-ameaca-petroliferas-europeias</link><description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Transi&ccedil;&atilde;o da L&iacute;bia abriu um inqu&eacute;rito aos&nbsp;contratos de petr&oacute;leo assinados com empresas estrangeiras durante&nbsp;os &uacute;ltimos anos do regime de Kadhafi, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/esteri/12_aprile_09/libia-cnt-inchiesta-compagnie-petrolifere-straniere-gheddafi_d2e4cc20-825f-11e1-9c86-d5f7abacde61.shtml">noticia o C<em>orriere della Sera</em></a>. A&nbsp;investiga&ccedil;&atilde;o centra-se na alegada corrup&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios l&iacute;bios, entre&nbsp;2008 e 2011, e envolve, entre outras, duas das maiores companhias&nbsp;europeias da &aacute;rea da energia: a italiana ENI e a francesa Total.</p>
<p>O inqu&eacute;rito foi lan&ccedil;ado uma semana depois de a Security and Exchange&nbsp;Commission dos Estados Unidos (autoridade de supervis&atilde;o da Bolsa)&nbsp;ter iniciado um procedimento semelhante. Se forem condenadas, as&nbsp;empresas poder&atilde;o pagar multas enormes e, al&eacute;m disso, os seus contratos&nbsp;atuais e futuros com o novo Governo poder&atilde;o vir a ser considerados sem&nbsp;efeito. <a target="_self" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052702303815404577331802347989804.html">Segundo <em>The&nbsp;</em><em>Wall Street Journal</em></a>, a investiga&ccedil;&atilde;o &quot;<em>p&otilde;e em risco as&nbsp;ambi&ccedil;&otilde;es das empresas de expandirem as suas posi&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s que&nbsp;possui as maiores reservas de petr&oacute;leo de &Aacute;frica</em>&quot;.</p>
<p>A ENI, em especial, era o maior operador na L&iacute;bia nos tempos de&nbsp;Muammar Kadhafi e recuperou rapidamente a sua posi&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a&nbsp;mudan&ccedil;a de regime, detendo presentemente uma quota de 14%. Esta&nbsp;companhia planeava investir mais de 30 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares ao longo&nbsp;da pr&oacute;xima d&eacute;cada, para duplicar a posi&ccedil;&atilde;o que det&eacute;m.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:54:58 +0100</pubDate><guid>1776511</guid></item>
<item><title>Alemanha | Eclipse na energia solar (Der Spiegel, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1742612-eclipse-na-energia-solar</link><description><![CDATA[Foi um dos motores da renovação energética alemã. Mas a Q-Cells, a quarta maior especialista em energia fotovoltaica da Alemanha, abriu falência. Por culpa da concorrência chinesa, mas também da política de subsídios gerida por Berlim. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 16:59:24 +0100</pubDate><guid>1742612</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Petróleo, vento e uísque são as joias da Escócia (The Observer, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1712611-petroleo-vento-e-uisque-sao-joias-da-escocia</link><description><![CDATA[Com a Escócia a preparar-se para votar a independência em 2014, a sua futura propriedade dos campos de petróleo do Mar do Norte do Reino Unido pode transformá-la numa das nações mais ricas do mundo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:38:24 +0100</pubDate><guid>1712611</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Petróleo, vento e uísque são as joias da Escócia (The Observer, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1712631-petroleo-vento-e-uisque-sao-joias-da-escocia</link><description><![CDATA[Com a Escócia a preparar-se para votar a independência em 2014, a sua futura propriedade dos campos de petróleo do Mar do Norte do Reino Unido pode transformá-la numa das nações mais ricas do mundo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:38:24 +0100</pubDate><guid>1712631</guid></item>
<item><title>Europa central | Eólicas alemãs causam turbulência</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1678681-eolicas-alemas-causam-turbulencia</link><description><![CDATA[<p>&quot;Polacos receiam energia e&oacute;lica alem&atilde;&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ftd.de/politik/deutschland/:energiewende-polen-fuerchten-deutschen-windstrom/70012788.html#utm_source=rss2&amp;utm_medium=rss_feed&amp;utm_campaign=/politik">refere</a> o <em>Financial Times Deutschland</em>. O di&aacute;rio de Hamburgo explica que, a seguir ao encerramento de oito centrais nucleares, h&aacute; um ano, sob o choque do desastre de Fukushima, o sul do pa&iacute;s, particularmente &aacute;vido de energia por ser fortemente industrializado, regista uma escassez latente de eletricidade. &Eacute; o norte da Alemanha, onde se encontram as e&oacute;licas, que tem de fornecer a energia necess&aacute;ria. </p>
<p>O &uacute;nico problema &eacute; que, em dias de vento forte, a rede energ&eacute;tica norte-sul fica saturada e a eletricidade &eacute; automaticamente reencaminhada para o leste, para a Pol&oacute;nia e a Rep&uacute;blica Checa. Quando isto acontece, as redes destes dois pa&iacute;ses ficam saturadas, visto terem sido preparadas para um d&eacute;bito est&aacute;vel e cont&iacute;nuo. A Pol&oacute;nia prepara-se, assim, para instalar defasadores na fronteira para receber apenas a eletricidade de que precisa. Os alem&atilde;es deviam interromper o funcionamento das suas e&oacute;licas e, para colmatar a falta de energia no sul do pa&iacute;s, importar de Fran&ccedil;a energia nuclear...</p>
<p>O problema agrava-se se a Rep&uacute;blica Checa seguir o exemplo da Pol&oacute;nia para proteger a sua rede, adianta o <em>FTD</em>. Neste momento, no entanto, este pequeno pa&iacute;s, que &eacute; um dos principais exportadores de energia da UE, prev&ecirc; um investimento de 2 milh&otilde;es e 500 mil euros no desenvolvimento de uma rede pr&oacute;pria.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 14:27:22 +0100</pubDate><guid>1678681</guid></item>
<item><title>Polónia | Fim do El Dorado de gás de xisto?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1671371-fim-do-el-dorado-de-gas-de-xisto</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Temos um problema: o g&aacute;s evaporou&rdquo;, <a target="_self" href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=403917">titula o <em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>, comentando um relat&oacute;rio do Instituto Geol&oacute;gico Polaco (PIG) publicado a 21 de mar&ccedil;o, que sugere que a Pol&oacute;nia poder&aacute; ter entre 346 a 768 metros c&uacute;bicos de dep&oacute;sitos de g&aacute;s de xisto extra&iacute;vel, cerca de sete a 15 vezes menos do que o <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/590101-estara-polonia-tornar-se-outro-qatar">estimado anteriormente</a>.</p>
<p>Ap&oacute;s as avalia&ccedil;&otilde;es do &uacute;ltimo ano pela US Energy Information Administration (EIA), que estimou que a Pol&oacute;nia tinha 5300 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos em reservas de g&aacute;s de xisto, as not&iacute;cias podem deitar por terra as expectativas de que a Pol&oacute;nia poder&aacute; libertar-se das importa&ccedil;&otilde;es de g&aacute;s da R&uacute;ssia nos pr&oacute;ximos 300 anos. </p>
<p><a target="_self" href="http://blog.rp.pl/romanski/2012/03/21/gazu-mniej-ale-wystarczy/">O <em>Rzeczpospolita</em> alerta</a> que ainda que o n&uacute;mero m&aacute;ximo de dep&oacute;sitos de g&aacute;s de xisto na Pol&oacute;nia atinja os 1920 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos, o relat&oacute;rio poder&aacute; conter o entusiasmo das empresas polacas e internacionais em investir grandes quantias de dinheiro em licen&ccedil;as para prospe&ccedil;&otilde;es e testes de perfura&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Num tom mais positivo, o di&aacute;rio conservador adianta que</p>
<blockquote><p>mesmo que a Pol&oacute;nia n&atilde;o se torne o principal exportador mundial, [o valor de g&aacute;s de xisto] registado e considerado extra&iacute;vel dever&aacute; responder &agrave; procura de g&aacute;s do pa&iacute;s por um per&iacute;odo de 35 a 65 anos! Uma perspetiva dif&iacute;cil de conceber h&aacute; uns anos atr&aacute;s&rdquo;. </p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 14:58:52 +0100</pubDate><guid>1671371</guid></item>
<item><title>África | Combustíveis verdes não matam a fome (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1633681-combustiveis-verdes-nao-matam-fome</link><description><![CDATA[Tendo em vista respeitar as normas sobre o desenvolvimento de biocombustíveis, os europeus disputam entre si milhões de hectares de terras africanas onde cultivar as plantas destinadas à sua produção. Em detrimentos das culturas de produtos alimentares, denunciam as ONG. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 15 Mar 2012 17:07:07 +0100</pubDate><guid>1633681</guid></item>
<item><title>Ambiente | Por que a Polónia diz não à política climática da UE (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1612431-por-que-polonia-diz-nao-politica-climatica-da-ue</link><description><![CDATA[Varsóvia vetou os objetivos da política climática da UE para reduzir as emissões de carbono. O veto nada tem de surpreendente, uma vez que se trata de uma política velada por um nevoeiro de ambiguidade, escreve o Gazeta Wyborcza. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 16:41:57 +0100</pubDate><guid>1612431</guid></item>
<item><title>Areias betuminosas | A UE curva-se perante o lóbi do petróleo (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1569031-ue-curva-se-perante-o-lobi-do-petroleo</link><description><![CDATA[A proposta da Comissão, de submeter as emissões de CO2 da exploração das areias betuminosas a uma marca, foi recusada, principalmente devido aos vetos de Londres e de Haia. Mas, na opinião do Trouw, não é tarde para impor o interesse geral. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:17:58 +0100</pubDate><guid>1569031</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Centrais francesas têm de ser reforçadas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1354941-centrais-francesas-tem-de-ser-reforcadas</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Nuclear: dez mil milh&otilde;es para garantir seguran&ccedil;a m&aacute;xima&rdquo;, titula <em>Le Figaro</em>, um dia depois do veredicto da Autoridade de Seguran&ccedil;a Nuclear (ASN), segundo a qual &ldquo;o parque de centrais [francesas] n&atilde;o apresenta falhas mas julga-se serem necess&aacute;rias obras de melhoria&rdquo;. A ASN n&atilde;o exige &ldquo;paragem imediata&rdquo; de nenhum dos 58 reatores franceses, mas pede &ldquo;o mais rapidamente poss&iacute;vel, um aumento da robustez&rdquo; das instala&ccedil;&otilde;es &ldquo;perante situa&ccedil;&otilde;es extremas&rdquo;. &ldquo;O objetivo &eacute; proteger melhor esses reatores perante um &lsquo;c&uacute;mulo de fen&oacute;menos naturais&rsquo; excecionais ou &lsquo;uma perda prolongada das fontes el&eacute;tricas ou da refrigera&ccedil;&atilde;o&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lefigaro.fr/conjoncture/2012/01/03/04016-20120103ARTFIG00594-les-prescriptions-de-l-asn-pour-renforcer-les-centrales.php">explica <em>Le Figaro</em></a>.</p>
<p>Os operadores do principal parque nuclear da Europa t&ecirc;m at&eacute; 30 de junho para propor &agrave; ASN as melhorias em mat&eacute;ria de gest&atilde;o de crise, comunica&ccedil;&atilde;o, prote&ccedil;&atilde;o dos grupos eletr&oacute;genos e de alimenta&ccedil;&atilde;o com &aacute;gua, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fplanete%2farticle%2f2012%2f01%2f03%2fnucleaire-toutes-les-demandes-de-l-asn-seront-respectees_1625190_3244.html#ens_id=1504462">precisa Le Monde</a>. A ASN exige, tamb&eacute;m, a cria&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;for&ccedil;a de a&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida nuclear&rdquo;: &ldquo;Um dispositivo de emerg&ecirc;ncia que permita enviar, em menos de 24 horas, equipas e material para um local acidentado, que dever&aacute; estar pronto a funcionar em 2014&rdquo;, acrescenta o di&aacute;rio.</p>
<p>O custo de todas estas obras, estimado em 40 mil milh&otilde;es de euros antes da cat&aacute;strofe de Fukushima, em mar&ccedil;o de 2011, foi reavaliado em 50 mil milh&otilde;es pela EDF, o fornecedor el&eacute;trico franc&ecirc;s.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 14:50:30 +0100</pubDate><guid>1354941</guid></item>
<item><title>Holanda | Segunda central nuclear terá de esperar</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1323531-segunda-central-nuclear-tera-de-esperar</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Crescem d&uacute;vidas sobre constru&ccedil;&atilde;o da Borssele II&rdquo;, anuncia o&nbsp;<a target="_self" href="http://www.nrc.nl/"><em>NRC Handelsblad</em></a>,&nbsp;a prop&oacute;sito da decis&atilde;o de protelar a constru&ccedil;&atilde;o da segunda central nuclear do pa&iacute;s pela sociedade Delta, devido, nomeadamente, &agrave;s retic&ecirc;ncias dos dois parceiros, a&nbsp;empresa alem&atilde; RWE e a francesa EDF, em se envolverem no projeto. Sem eles, a&nbsp;Delta ter&aacute; dificuldade em cobrir os custos de constru&ccedil;&atilde;o estimados em 4,5 milh&otilde;es de&nbsp;euros.</p>
<p>Em editorial, o NRC pede ao governo que encontre &ldquo;outras vias para&nbsp;obter a necess&aacute;ria diversifica&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e isso, evidentemente, o mais poss&iacute;vel no&nbsp;&acirc;mbito de uma coopera&ccedil;&atilde;o europeia. [...] &Eacute; dif&iacute;cil imaginar que isso possa conseguir-se de uma maneira favor&aacute;vel ao ambiente e, ao mesmo tempo, sem energia nuclear&rdquo;.&nbsp;Em contrapartida, <a target="_self" href="http://www.nrc.nl/nieuws/2011/12/21/69-hoogleraren-in-nrc-plan-borssele-ii-is-te-wankel/">numa carta aberta</a>, 69 professores manifestam-se contra a central, que&nbsp;ser&aacute; &ldquo;<em>sup&eacute;rflua, muito dispendiosa, n&atilde;o rent&aacute;vel e n&atilde;o sustent&aacute;vel</em>&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 23 Dec 2011 12:14:18 +0100</pubDate><guid>1323531</guid></item>
<item><title>Aquecimento global | A UE não aquece nem arrefece (Público, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1283741-ue-nao-aquece-nem-arrefece</link><description><![CDATA[Em Durban a UE não foi capaz de adotar uma posição comum sobre as quotas de emissões de gases com efeito de estufa para lá de 2012. A culpa foi, em parte, dos países da Europa de Leste, que defenderam as quotas atuais, as quais lhes são particularmente vantajosas. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 16:27:45 +0100</pubDate><guid>1283741</guid></item>
<item><title>Alterações climáticas | A Europa tem de mudar de atitude (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1263131-europa-tem-de-mudar-de-atitude</link><description><![CDATA[Com a conferência de Durban a terminar, a União não pode continuar a abordar a questão das alterações climáticas com uma atitude paternalista para com os países emergentes. Porque precisa deles para sair da crise financeira e fica à mercê das condições que esses países lhe impõem. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:28:37 +0100</pubDate><guid>1263131</guid></item>
<item><title>Alterações climáticas | A Europa prepara-se para um 'triplo salto mortal' em Durban</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1225281-europa-prepara-se-para-um-triplo-salto-mortal-em-durban</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Na guerra das emiss&otilde;es, a Europa est&aacute; encurralada&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/art/commenti-e-idee/2011-11-27/lotta-emissioni-europa-angolo-081208.shtml?uuid=AaAQC3OE">&eacute; o t&iacute;tulo de <em>Il Sole 24 Ore</em></a> no dia inaugural da <a target="_self" href="http://www.cop17-cmp7durban.com/">Durban Climate Change Conference</a> (COP17) [Confer&ecirc;ncia sobre as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas de Durban]. O objetivo do encontro &eacute; chegar a acordo sobre a limita&ccedil;&atilde;o do aumento da temperatura global a um valor inferior a 22&ordm;C. Mas as economias emergentes, como o Brasil e a &Iacute;ndia, juntaram-se aos pa&iacute;ses ricos no desejo de n&atilde;o dar in&iacute;cio &agrave;s conversa&ccedil;&otilde;es para tal acordo antes de 2015, irritando pequenos Estados ilha e outros pa&iacute;ses amea&ccedil;ados de perto pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas. Segundo este jornal di&aacute;rio de neg&oacute;cios, a cimeira da ONU &ldquo;parece n&atilde;o ter hip&oacute;teses de vir a produzir um tratado internacional obrigat&oacute;rio. Os que se opuseram a ele, como os EUA, ficar&atilde;o satisfeitos. Mas, para a Europa, isto representa um salto mortal triplo&rdquo;:</p>
<blockquote><p>Em primeiro lugar, devido ao protocolo de Quioto e respetivas prescri&ccedil;&otilde;es, a Europa construiu um mercado de emiss&otilde;es que envolve investimentos de longo prazo de bancos e empresas estimados em 107 mil milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Em segundo lugar porque a cimeira sul-africana poderia terminar em mais do que um impasse: poderia sancionar a morte de Quioto, uma vez que o Canad&aacute;, o Jap&atilde;o e a R&uacute;ssia j&aacute; declararam que n&atilde;o v&atilde;o aderir &agrave; segunda fase em 2013.</p>
<p>E em terceiro lugar porque o corajoso compromisso europeu de cortar 20% das emiss&otilde;es at&eacute; 2020, poderia tornar-se secund&aacute;rio numa luta que s&oacute; faz sentido se for partilhada por todo o planeta, mas que tamb&eacute;m requer milhares de milh&otilde;es em investimentos p&uacute;blicos, o que n&atilde;o se coaduna com o regime de disciplina fiscal [praticado] hoje em dia.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:42:20 +0100</pubDate><guid>1225281</guid></item>
<item><title>Poluição | Uma bomba-relógio sob os mares do Norte (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1177471-uma-bomba-relogio-sob-os-mares-do-norte</link><description><![CDATA[Os mares em torno da Europa estão ameaçados por uma nova fonte de poluição. Milhares de toneladas de armas químicas estão a deteriorar-se e vão começar a verter o seu conteúdo letal. No mar Báltico, estão a ser investigadas as possíveis consequências. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:22:22 +0100</pubDate><guid>1177471</guid></item>
<item><title>Gás natural | Gazprom instala-se na Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1147801-gazprom-instala-se-na-europa</link><description><![CDATA[<p>A entrada em funcionamento, na ter&ccedil;a-feira dia 8 de novembro, do <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/638941-russia-e-alemanha-encontram-se-no-mar">gasoduto Nord Stream</a> que une as jazidas de g&aacute;s russas &agrave; Alemanha &ldquo;marca uma nova etapa da estrat&eacute;gia da Gazprom&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/economie/article/2011/11/07/gazprom-s-affirme-en-acteur-global-de-l-energie_1599932_3234.html">escreve <em>Le Monde</em></a>: uma &ldquo;combina&ccedil;&atilde;o da vontade de cooperar com os europeus e de refor&ccedil;ar o papel de ator principal no fornecimento de g&aacute;s ao Velho Continente&rdquo;. </p>
<p>Fruto de uma parceria industrial entre a gigante companhia de g&aacute;s russa e os grandes grupos europeus (E.ON, BASF, GDF Suez, Gasunie), o Nord Stream &eacute; por&eacute;m um projeto nitidamente pol&iacute;tico, real&ccedil;a o di&aacute;rio, &ldquo;uma vez que o seu curso consiste por si s&oacute; num ato de desconfian&ccedil;a relativamente &agrave; Pol&oacute;nia e aos tr&ecirc;s Estados b&aacute;lticos: ao passar sob o mar B&aacute;ltico, este menospreza esses quatro pa&iacute;ses-membros da Uni&atilde;o Europeia&rdquo;. Igualmente presente no cons&oacute;rcio euro-russo South Stream, que evita a Ucr&acirc;nia, a Gazprom &ldquo;n&atilde;o consegue livrar-se da imagem de bra&ccedil;o armado da R&uacute;ssia&rdquo;, acrescenta Le Monde. </p>
<p>Contudo, observa <em><a href="http://www.newsweek.pl/" target="_self">Newsweek Polska</a></em>, o primeiro-ministro russo &ldquo;Vladimir Putin est&aacute; enganado se pensa que pode ditar a pol&iacute;tica europeia atrav&eacute;s do gasoduto sob o mar B&aacute;ltico&rdquo;. S&atilde;o sobretudo os Ocidentais que, gra&ccedil;as ao Nord Stream, v&atilde;o aumentar a sua influ&ecirc;ncia sobre as pol&iacute;ticas do Kremlin. Porqu&ecirc;? Porque, explica a revista polaca, as sociedades alem&atilde;s e russas partilham o mesmo objetivo: &ldquo;dominar o mercado europeu do g&aacute;s&rdquo;. O plano da Gazprom &eacute; ambicioso e vai longe: pretende conquistar os mercados franc&ecirc;s e brit&acirc;nico e fornecer g&aacute;s &agrave; &Aacute;ustria e aos Balc&atilde;s atrav&eacute;s da South Stream. Mas isto tornar&aacute; a R&uacute;ssia cada vez mais &ldquo;dependente da coopera&ccedil;&atilde;o com as empresas europeias&rdquo; e obrig&aacute;-la-&aacute;, quer queira ou n&atilde;o, a cumprir os regulamentos europeus.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 08 Nov 2011 14:55:08 +0100</pubDate><guid>1147801</guid></item>
<item><title>Itália | Redes ilegais em águas italianas (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1123211-redes-ilegais-em-aguas-italianas</link><description><![CDATA[Em 2002, a União Europeia proibiu as redes derivantes para proteger a fauna mediterrânica e indemnizou os pescadores. Mas para muitos deles, a pesca ao atum e ao espadarte é muito lucrativa. Assim, contornam a proibição com a ajuda da máfia. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 19:16:51 +0100</pubDate><guid>1123211</guid></item>
<item><title>Transporte fluvial | O Danúbio está a secar (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1103591-o-danubio-esta-secar</link><description><![CDATA[O Danúbio, o segundo maior rio da Europa, é um dos cursos de água menos navegáveis do continente. Apesar da Estratégia do Danúbio, que viu a luz do dia durante a presidência húngara da UE, a seca deste verão resultou no nível de águas mais baixo de sempre que, por sua vez, provocaram um enorme engarrafamento de tráfego. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:42:43 +0100</pubDate><guid>1103591</guid></item>
<item><title>Polónia | Gás de xisto, combustível de emprego</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1095811-gas-de-xisto-combustivel-de-emprego</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;G&aacute;s de xisto come&ccedil;a a gerar trabalho bem pago&rdquo;, entusiasma-se o <a href="http://gospodarka.dziennik.pl/praca/artykuly/363292,gaz-z-lupkow-juz-zaczal-dawac-prace-i-swietnie-za-nia-placi.html" target="_self"><em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>. Com <a href="http://www.eia.gov/analysis/studies/worldshalegas/" target="_self">as maiores reservas de g&aacute;s de xisto da Europa</a>, a Pol&oacute;nia registou uma &ldquo;corrida ao g&aacute;s&rdquo; nos &uacute;ltimos meses. V&aacute;rias empresas internacionais e nacionais come&ccedil;aram a procurar dep&oacute;sitos e a realizar testes iniciais. No final de agosto, fez-se o primeiro teste bem sucedido em Łebień, perto de Gdańsk.</p>
<p>&ldquo;Empresas que procuram g&aacute;s original pagam fortunas a profissionais, empregam montes de gente e investem fortemente em equipamento&rdquo;, adianta o di&aacute;rio de neg&oacute;cios. De acordo com especialistas, cada teste de perfura&ccedil;&atilde;o exige uma equipa de 35 pessoas, no m&aacute;ximo, pelo que, para perfurar os mil po&ccedil;os planeados, ser&atilde;o precisos 35 mil trabalhadores. Milhares de outros poder&atilde;o encontrar trabalho na oferta de alojamento, restaura&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lises. No conjunto, de acordo com o DGP, este &ldquo;novo ramo da ind&uacute;stria&rdquo; ir&aacute; dar emprego a umas 100 mil pessoas e os especialistas de topo poder&atilde;o ganhar at&eacute; 40 mil zlotis (10 mil euros) por m&ecirc;s.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 25 Oct 2011 12:39:28 +0100</pubDate><guid>1095811</guid></item>
<item><title>Bioética | Não há patentes para as células estaminais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1074061-nao-ha-patentes-para-celulas-estaminais</link><description><![CDATA[<p>A senten&ccedil;a foi aplaudida pela Igreja Cat&oacute;lica, criticada pelos investigadores e temida pela ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica: &ldquo;O Tribunal Europeu de Justi&ccedil;a <a target="_self" href="http://curia.europa.eu/jcms/upload/docs/application/pdf/2011-10/cp110112pt.pdf">pro&iacute;be</a> o registo de patentes que implicam c&eacute;lulas estaminais humanas&rdquo;, <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/science/702131/EuGH-verbietet-Patente-auf-Stammzellen-von-Menschen?_vl_backlink=/home/science/index.do">traz em manchete <em>Die Presse</em></a>. No dia 18 de outubro, os ju&iacute;zes do Luxemburgo decidiram que os investigadores que utilizaram um m&eacute;todo que implicou a destrui&ccedil;&atilde;o de embri&otilde;es humanos n&atilde;o poder&atilde;o patentear as suas descobertas. Foi invocado o princ&iacute;pio do &ldquo;respeito pelo ser humano&rdquo;. Os pa&iacute;ses europeus continuam divididos sobre o emprego das c&eacute;lulas estaminais na investiga&ccedil;&atilde;o, as legisla&ccedil;&otilde;es v&atilde;o desde a total proibi&ccedil;&atilde;o do seu uso na It&aacute;lia, a uma legisla&ccedil;&atilde;o muito liberal no Reino Unido ou na Su&eacute;cia. </p>
<p>Na Alemanha, pa&iacute;s na origem do recurso ao Tribunal Europeu de Justi&ccedil;a ap&oacute;s a apresenta&ccedil;&atilde;o de uma queixa por parte da Greenpeace contra um investigador da Universidade de Bona, a imprensa est&aacute; dividida: o jornal conservador <em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em> <a target="_self" href="http://www.faz.net/aktuell/feuilleton/forschung-und-lehre/biopolitik-was-ist-ein-embryo-11497409.html">regozija-se</a> com o facto dos interesses econ&oacute;micos n&atilde;o prevalecerem&rdquo;, enquanto o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em> <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/wissen/urteil-zu-patent-auf-embryonale-stammzellen-absurdes-verbot-1.1168110">tem dificuldades em compreender</a> a decis&atilde;o. &ldquo;Demasiada moral&rdquo;, titula o di&aacute;rio da Baviera, que relembra que os ju&iacute;zes se preocuparam menos com quest&otilde;es morais envolvendo o registo de patentes &ldquo;de componentes de carros de combate, p&iacute;lulas de aborto ou de experimenta&ccedil;&atilde;o animal&rdquo;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 19 Oct 2011 17:18:19 +0100</pubDate><guid>1074061</guid></item>
<item><title>Espanha | Nuclear sim, mas lá fora (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1022041-nuclear-sim-mas-la-fora</link><description><![CDATA[O governo definiu-se como antinuclear e há mais de 20 anos que não se constrói uma central atómica. Mas a indústria nuclear espanhola, apoiada pelo governo, continua a crescer, principalmente nos países em desenvolvimento. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 04 Oct 2011 17:16:52 +0100</pubDate><guid>1022041</guid></item>
<item><title>Gás | Ataque da UE contra parceiros da Gazprom</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1004551-ataque-da-ue-contra-parceiros-da-gazprom</link><description><![CDATA[<p>&quot;Luta de poder no cartel do g&aacute;s&quot;, <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/wirtschaft/international/696915/Energiepolitik_Machtkampf-um-Gaskartell?from=simarchiv">destaca o <em>Die Presse</em></a> a prop&oacute;sito do mais recente embate entre o Kremlin e a Comiss&atilde;o Europeia sobre <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/energy/observatory/gas/doc/qregam_2011_quarter1.pdf%20Internes">pol&iacute;tica energ&eacute;tica</a>. Em 27 de setembro, funcion&aacute;rios da UE apareceram em cerca de duas dezenas de empresas de g&aacute;s de 10 Estados da UE, para realizar uma inspe&ccedil;&atilde;o invulgarmente apertada. O objetivo foi revelar at&eacute; que ponto o gigante russo da energia, a Gazprom, viola sistematicamente as regras do mercado interno europeu, a fim de bloquear o acesso a concorrentes mais pequenos. &quot;Assistir aos inspetores da UE a tirar os computadores das m&atilde;os de Yury Kaluzhsky, o vice-presidente russo da Gaz Europol (cujo capital &eacute; detido em 48% pela Gazprom)... Impag&aacute;vel&quot;, declarou, entusiasmada, uma fonte do <em>Gazeta Wyborcza</em> de Vars&oacute;via. Se a acusa&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o de mercado for confirmada, empresas de energia como a alem&atilde; RWE ou a E.on arriscam-se a uma multa de cerca de 10% do seu volume de neg&oacute;cios anual.</p>
<p>&quot;A depend&ecirc;ncia europeia da Gazprom cresce&quot;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75477,10374096,Nalot_na_Gazprom.html">preocupa-se o <em>GW</em></a>, avisando que, at&eacute; ao final do ano, a Gazprom vai come&ccedil;ar a passar g&aacute;s para a Alemanha atrav&eacute;s do gasoduto North Stream e, em breve, vai selar o seu &quot;monop&oacute;lio do g&aacute;s&quot; na Europa Central, com a constru&ccedil;&atilde;o do South Stream. &quot;Qual &eacute; a surpresa?&quot;, <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/meinung/kommentare/leitartikel/696885/Mehr-Unabhaengigkeit-von-Russland-gibt-es-nicht-gratis">escreve-se no <em>Die Presse</em></a>. &quot;Por enquanto, todas as alternativas s&atilde;o demasiado caras. As pol&iacute;ticas clim&aacute;ticas impondo o encerramento de centrais a carv&atilde;o e o desastre de Fukuxima travaram o &quot;relan&ccedil;amento do nuclear&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 13:06:06 +0100</pubDate><guid>1004551</guid></item>
<item><title>Mediterrâneo | Aumenta a tensão do gás</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/968401-aumenta-tensao-do-gas</link><description><![CDATA[<p>A 19 de setembro, a empresa de g&aacute;s &ldquo;Nobel Energy iniciou a perfura&ccedil;&atilde;o em Afrodite, na zona econ&oacute;mica exclusiva cipriota&rdquo;, a leste da ilha, <a href="http://www.politis-news.com/cgibin/hweb?-A=211944&amp;-V=articles" target="_self">anuncia o di&aacute;rio <em>Politis</em></a>. Este di&aacute;rio adianta, em manchete, que a explora&ccedil;&atilde;o do subsolo do Mediterr&acirc;neo ir&aacute; dar os &ldquo;primeiros resultados dentro de 15-20 dias&rdquo;. O in&iacute;cio da prospe&ccedil;&atilde;o por esta empresa texana, numa zona que o Chipre tenciona explorar com Israel, fez aumentar a tens&atilde;o com a Turquia. Em declara&ccedil;&otilde;es ao di&aacute;rio Zaman, o ministro da Energia turco prev&ecirc; que a Marinha do seu pa&iacute;s possa escoltar navios de explora&ccedil;&atilde;o turcos que entrem na zona contestada para a&iacute; realizarem estudos concorrentes.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 14:27:18 +0100</pubDate><guid>968401</guid></item>
<item><title>Roménia | Armazenamento de resíduos, um assunto radioativo (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/928741-armazenamento-de-residuos-um-assunto-radioativo</link><description><![CDATA[A Cernavoda, perto do Mar Negro, que funciona, desde 1996, a única central nuclear do país. Contudo, a instalação, nas proximidades, do centro de armazenamento, destinado a recolher os resíduos radioativos, preocupa os habitantes, que receiam as consequências de uma possível catástrofe. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 08 Sep 2011 17:35:52 +0100</pubDate><guid>928741</guid></item>
<item><title>República Checa | Objetivo: o núcleo nuclear da Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/927541-objetivo-o-nucleo-nuclear-da-europa</link><description><![CDATA[<p>No momento em que diversos pa&iacute;ses europeus voltam a colocar em quest&atilde;o a op&ccedil;&atilde;o do nuclear, a Rep&uacute;blica Checa prepara-se para se tornar uma &quot;superpot&ecirc;ncia&quot; da energia at&oacute;mica. &quot;O Estado quer construir novas centrais nucleares&quot;, assim o diz a <a target="_self" href="http://byznys.ihned.cz/zpravodajstvi-cesko/c1-52783660-z-ceska-bude-atomova-velmoc-stat-do-50-let-pocita-s-desitkou-jadernych-elektraren">manchete do <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a>, que tomou conhecimento da proposta do minist&eacute;rio da Ind&uacute;stria e do Com&eacute;rcio, que visa quintuplicar a produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade de origem nuclear at&eacute; 2060. A quota-parte da energia nuclear na produ&ccedil;&atilde;o nacional de eletricidade passaria dos cerca de 30% atuais (assegurada pelas centrais de Temelin e Dukovany) para mais de 80% em 50 anos.</p>
<p>De acordo com o projeto do minist&eacute;rio, a energia at&oacute;mica deveria substituir o carv&atilde;o e reduzir a depend&ecirc;ncia do petr&oacute;leo e do g&aacute;s importado da R&uacute;ssia. A Rep&uacute;blica Checa passar&aacute; a ser &quot;o cora&ccedil;&atilde;o at&oacute;mico da Europa?&quot;, <a target="_self" href="http://hn.ihned.cz/c1-52787280-jaderne-srdce-evropy">pergunta o jornal</a>, que explica que esta nova conce&ccedil;&atilde;o &eacute; radicalmente oposta &agrave; da Alemanha, que decidiu renunciar &agrave; energia nuclear at&eacute; 2022, a seguir &agrave; cat&aacute;strofe de Fukushima, no Jap&atilde;o, apostando nas energias renov&aacute;veis.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 08 Sep 2011 13:59:36 +0100</pubDate><guid>927541</guid></item>
<item><title>Alimentação | Mel OGM proibido na Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/922571-mel-ogm-proibido-na-europa</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Mel amargo para o lobby dos OGM&rdquo;, <a href="http://www.taz.de/Kommentar-Honig-Urteil/!77599/" target="_self">ironiza o <em>Tageszeitung</em></a> em manchete, ap&oacute;s a<a href="http://curia.europa.eu/jurisp/cgi-bin/form.pl?lang=fr&amp;jurcdj=jurcdj&amp;newform=newform&amp;docj=docj&amp;docop=docop&amp;docnoj=docnoj&amp;typeord=ALLTYP&amp;numaff=&amp;ddatefs=31&amp;mdatefs=8&amp;ydatefs=2011&amp;ddatefe=7&amp;mdatefe=9&amp;ydatefe=2011&amp;nomusuel=&amp;domaine=&amp;mots=&amp;resmax=100&amp;Submit=Rechercher" target="_self"> proibi&ccedil;&atilde;o pelo Tribunal Europeu de Justi&ccedil;a</a> (TEJ) do mel que cont&eacute;m vest&iacute;gios, mesmo que sejam &iacute;nfimos, de organismos geneticamente modificados. &ldquo;O julgamento foi um balde de &aacute;gua fria para a Comiss&atilde;o Europeia, que tentou durante v&aacute;rios anos ajudar a agricultura transg&eacute;nica a emergir, contra a vontade dos consumidores&rdquo;, estima o di&aacute;rio. &ldquo;Em Bruxelas, outras propostas de diretivas continuam ainda nas gavetas&rdquo;. Mas com este julgamento, o Tribunal Europeu de Justi&ccedil;a, relembra-lhes que as coisas n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o simples quanto parecem&rdquo;, regozija-se o di&aacute;rio. Para o <em>Tageszeitung</em>, a decis&atilde;o vai abrandar a &ldquo;contamina&ccedil;&atilde;o insidiosa da nossa comida&rdquo; com os OGM. A importa&ccedil;&atilde;o de mel proveniente dos Estados Unidos, do Canad&aacute;, da Argentina ou do Brasil, pa&iacute;ses que n&atilde;o t&ecirc;m regulamenta&ccedil;&atilde;o na mat&eacute;ria, passou a ser praticamente imposs&iacute;vel.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 07 Sep 2011 14:02:28 +0100</pubDate><guid>922571</guid></item>
<item><title>Ambiente | Mudar as lâmpadas é uma ideia pouco brilhante (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/900781-mudar-lampadas-e-uma-ideia-pouco-brilhante</link><description><![CDATA[A 1 de setembro, as lâmpadas com mais de 40 watts desaparecem do mercado. Quem terá feito esta alteração na nossa vida quotidiana, pergunta o Dagens Nyheter. Nos países do círculo polar, é uma medida muito mal recebida. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 16:17:22 +0100</pubDate><guid>900781</guid></item>
<item><title>Líbia | A corrida ao petróleo já começou</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/881701-corrida-ao-petroleo-ja-comecou</link><description><![CDATA[<p>&quot;A corrida ao petr&oacute;leo l&iacute;bio&quot; j&aacute; chegou ao rubro, observa o <em>Die Presse</em>. <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/politik/aussenpolitik/687686/Wettlauf-um-Libyens-Oel?direct=634545&amp;_vl_backlink=/home/index.do&amp;selChannel=103">Este di&aacute;rio de Viena explica</a> que est&atilde;o a ser estabelecidos m&uacute;ltiplos contactos com os rebeldes, para garantir futuros contratos. Apesar de os que se opunham a Kadhafi quererem &quot;castigar as empresas chinesas pela ina&ccedil;&atilde;o&quot; do Governo de Pequim, o jornal cita um empres&aacute;rio alem&atilde;o que n&atilde;o receia as consequ&ecirc;ncias da absten&ccedil;&atilde;o de Berlim na vota&ccedil;&atilde;o na ONU que autorizou a interven&ccedil;&atilde;o internacional. &quot;A Chanceler remediou tudo isso&quot;, afirma o <em>Die Presse</em>.</p>
<p>Pelo contr&aacute;rio, o <em><a target="_self" href="http://www.handelsblatt.com/">Handelsblatt</a></em> considera que a posi&ccedil;&atilde;o da Alemanha na corrida ao &quot;tesouro do petr&oacute;leo l&iacute;bio&quot; est&aacute; amea&ccedil;ada. Para este di&aacute;rio econ&oacute;mico alem&atilde;o, a Turquia, que acaba de propor uma ajuda de 300 milh&otilde;es de d&oacute;lares aos rebeldes, &eacute; &quot;a vencedora da etapa&quot;. A It&aacute;lia, &quot;que construiu as instala&ccedil;&otilde;es de extra&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia&quot; encontra-se em boa posi&ccedil;&atilde;o, mas Nicolas Sarkozy &quot;n&atilde;o vai aceitar&quot; ceder o lugar &agrave;s empresas italianas. E as empresas alem&atilde;s n&atilde;o ter&atilde;o &quot;a vida facilitada&quot;, prossegue o <em>Handelsblatt,</em> porque o Governo alem&atilde;o &quot;prejudicou a partida da ind&uacute;stria alem&atilde;&quot; nesta corrida.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:58:51 +0100</pubDate><guid>881701</guid></item>
<item><title>Energias fósseis | Europa redescobre o carvão (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/834271-europa-redescobre-o-carvao</link><description><![CDATA[O acidente de Fukushima reduziu fortemente o interesse pelo nuclear. E como as energias renováveis não chegam para satisfazer as necessidades do Velho Continente, os países europeus recorrem a um combustível mais antigo e menos caro, mas também mais poluente. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 16:07:46 +0100</pubDate><guid>834271</guid></item>
<item><title>Industria alimentar | Os grandes responsáveis safaram-se uma vez mais (The Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/776001-os-grandes-responsaveis-safaram-se-uma-vez-mais</link><description><![CDATA[A UE planeia rever a sua política de pescas, com vista a parar a extinção de peixes. Mas o peso dos grupos de pressão do ramo e a miopia de alguns Estados-membros está a tornar a tarefa difícil. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:36:56 +0100</pubDate><guid>776001</guid></item>
<item><title>Alterações climáticas | Polónia descontente com mais reduções de CO2</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/757221-polonia-descontente-com-mais-reducoes-de-co2</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Vars&oacute;via sobre press&atilde;o clim&aacute;tica europeia&rdquo;,<a href="http://www.rp.pl/artykul/5,683310-Redukcja-emisji-zmniejszy-konkurencyjnosc-Polski.html" target="_self"> titula o <em>Rzeczpospolita</em></a>, enquanto o Parlamento Europeu debate mais redu&ccedil;&otilde;es na emiss&atilde;o de CO2. Espera-se que a assembleia adote uma resolu&ccedil;&atilde;o que incentive a Comiss&atilde;o Europeia a aprovar legisla&ccedil;&atilde;o que reduza as emiss&otilde;es da Europa em 30% at&eacute; 2020, um valor 10 pontos percentuais acima do que foi estabelecido pela <a href="http://ec.europa.eu/clima/policies/brief/eu/index_en.htm" target="_self">estrat&eacute;gia clim&aacute;tica da UE</a>. &ldquo;Para a Pol&oacute;nia, com um setor energ&eacute;tico dependente do carv&atilde;o e uma ind&uacute;stria pesada com um consumo intenso de energia, trata-se de um verdadeiro desafio&rdquo;, real&ccedil;a o di&aacute;rio conservador, alertando para o facto de estes cortes extra poderem amea&ccedil;ar a viabilidade da siderurgia polaca, do fabrico de papel e das f&aacute;bricas de fertilizantes. Pode ainda for&ccedil;ar o Governo a gastar uns 2 mil milh&otilde;es de euros em cotas de emiss&atilde;o adicionais, facto que ir&aacute; provocar um aumento do pre&ccedil;o da energia ao consumidor em 27%. <a href="http://www.rp.pl/artykul/5,683182-Semka-chwali-rzad-za-weto-w-spr--emisji-CO2.htm%20lhttp:/www.rp.pl/artykul/5,683182-Semka-chwali-rzad-za-weto-w-spr--emisji-CO2.html" target="_self">O di&aacute;rio chama-lhes &ldquo;custos monstruosos&rdquo;</a> e lembra aos leitores que, h&aacute; duas semanas, na confer&ecirc;ncia ministerial no Luxemburgo, a Pol&oacute;nia vetou sozinha a proposta do corte de emiss&otilde;es em 30%, expondo-se a uma &ldquo;onda de cr&iacute;ticas dos apoiantes de uma prote&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica mais restritiva&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:05:21 +0100</pubDate><guid>757221</guid></item>
<item><title>União Europeia | Indústria nuclear ainda se porta bem</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/727011-industria-nuclear-ainda-se-porta-bem</link><description><![CDATA[<p>Cem dias depois do acidente de Fukushima, o jornal <em><a target="_self" href="http://www.latribune.fr/accueil/a-la-une.html">La Tribune</a></em> debru&ccedil;a-se sobre &ldquo;esta Europa que diz sim ao nuclear&rdquo;. O di&aacute;rio econ&oacute;mico escreve que &ldquo;se a Alemanha, a Su&iacute;&ccedil;a e a It&aacute;lia se preparam para uma sa&iacute;da programada do nuclear, o mesmo n&atilde;o acontece em muitos outros pa&iacute;ses&rdquo;, como a Fran&ccedil;a, a Gr&atilde;-Bretanha, a Finl&acirc;ndia, a Holanda e a Pol&oacute;nia, que trabalham na constru&ccedil;&atilde;o de novas centrais. No entanto, escreve o jornal, &ldquo;aos olhos das popula&ccedil;&otilde;es, a seguran&ccedil;a continua a ser o principal problema&rdquo;. E enquanto os Vinte Sete se preparam para fazer <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/673961-testes-de-stresse-para-nada">testes de resist&ecirc;ncia</a> &agrave;s suas centrais, a comiss&aacute;ria para a Energia, <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/oettinger/index_fr.htm">G&uuml;nther Oettinger</a> afirma que &ldquo;n&atilde;o podemos evitar investimentos para modernizarmos as nossas instala&ccedil;&otilde;es e a ind&uacute;stria dever&aacute; assumir os custos&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 21 Jun 2011 11:56:46 +0100</pubDate><guid>727011</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Roma - Berlim, o novo eixo antinuclear (Corriere della Sera, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/719211-roma-berlim-o-novo-eixo-antinuclear</link><description><![CDATA[O abandono da energia atómica por parte da Alemanha, seguido da rejeição quanto ao regresso ao nuclear em Itália: a reviravolta de dois membros fundadores da  UE poderia motivar os outros estados membros a virarem a página da energia nuclear e a apostarem nas energias renováveis. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 17 Jun 2011 15:58:39 +0100</pubDate><guid>719211</guid></item>
<item><title>Aquecimento Global | Uma OMC do clima para substituir Quioto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/715901-uma-omc-do-clima-para-substituir-quioto</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Esque&ccedil;am Quioto&rdquo; &eacute; o <a target="_self" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=a1&amp;dig=2011%2F06%2F16%2Fa0079&amp;cHash=f0b774f4a0">t&iacute;tulo no <em>Tageszeitung</em></a> &ldquo;Quioto morreu&rdquo;. O di&aacute;rio alternativo de Berlim, muito versado nos assuntos do aquecimento clim&aacute;tico, dedica a primeira p&aacute;gina ao an&uacute;ncio do falhan&ccedil;o das <a target="_self" href="http://www.iisd.ca/climate/sb34/">reuni&otilde;es sobre o clima, organizadas pelo secretariado das Na&ccedil;&otilde;es Unidas</a> para a meteorologia, que terminam na sexta-feira em Boston. Numa entrevista, Yvo de Boer, antigo secret&aacute;rio da <a target="_self" href="http://unfccc.int/portal_francophone/essential_background/kyoto_protocol/items/3274.php">Conven&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas</a> que enquadra as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas (CCNUCC), afirma que &ldquo;uma conven&ccedil;&atilde;o sobre o clima que n&atilde;o fa&ccedil;a a liga&ccedil;&atilde;o entre os E.U.A., a R&uacute;ssia, o Jap&atilde;o e o Canada n&atilde;o faz sentido&rdquo;, uma vez que os restantes pa&iacute;ses representam hoje apenas 20% das emiss&otilde;es globais de CO2. Na opini&atilde;o de Boer, uma alternativa a Quioto seria &ldquo;uma esp&eacute;cie de OMC (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio) do clima&rdquo; onde os pioneiros a reduzirem as suas emiss&otilde;es ganhariam vantagens econ&oacute;micas. Alarmado, <a target="_self" href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/ein-fall-fuer-die-geschichtsbuecher/">o <em>TAZ</em> anuncia no seu editorial </a>uma nova era na pol&iacute;tica clim&aacute;tica e insiste no facto de que &ldquo;n&atilde;o h&aacute; tempo a perder&rdquo;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 16 Jun 2011 13:12:26 +0100</pubDate><guid>715901</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Confiar a segurança a Bruxelas? (Respekt, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/703441-confiar-seguranca-bruxelas</link><description><![CDATA[Deixar a segurança nuclear nas mãos dos Estados membros deixou de ser sustentável, escreve o Respekt. Uma supervisão comum daria credibilidade aos promotores da energia atómica, ao limitar a influência política dos gigantes da energia. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 09 Jun 2011 16:20:27 +0100</pubDate><guid>703441</guid></item>
<item><title>Energias renováveis | Desertec lucra com o recue do nuclear (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/701061-desertec-lucra-com-o-recue-do-nuclear</link><description><![CDATA[O abandono do nuclear na Alemanha e na Suíça e o facto de, um pouco por toda a Europa, estar a ser posto em causa, beneficia os projetos assentes nas energias renováveis, como o que foi lançado por um consórcio alemão no Norte de África. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:09:47 +0100</pubDate><guid>701061</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Perfurações de gás de xisto provocam tremor de terra</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/688101-perfuracoes-de-gas-de-xisto-provocam-tremor-de-terra</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Pequeno tremor de terra em Blackpool, um grande choque para a pol&iacute;tica energ&eacute;tica do reino Unido&rdquo;, &eacute; o <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/news/science/small-earthquake-in-blackpool-major-shock-for-uks-energy-policy-2291597.html">t&iacute;tulo do The Independent</a>, depois de terem sido suspensas as perfura&ccedil;&otilde;es do primeiro projeto brit&acirc;nico de g&aacute;s de xisto natural, em&nbsp;Lancashire, no noroeste de Inglaterra, ap&oacute;s um segundo tremor de terra naquela zona. Depois de um tremor de magnitude 2.3, em abril, um outro, de magnitude 1.5, ocorreu a 27 de maio, perto da est&acirc;ncia balnear de Blackpool &ldquo;ao mesmo tempo que a companhia energ&eacute;tica Cuadrilla Resources injetava fluidos sob alta press&atilde;o a grande profundidade, no subsolo, para fazer explodir a rocha onde estava alojado o g&aacute;s&rdquo;. O processo de perfura&ccedil;&atilde;o, conhecido como &ldquo;fracking&rdquo;, &eacute; muito controverso e foi proibido em Fran&ccedil;a e nos estados norte-americanos de Nova Iorque e da Pensilv&acirc;nia, onde o g&aacute;s de xisto representa 45% do total do abastecimento de g&aacute;s do pa&iacute;s. Nos Estados Unidos, pessoas que &ldquo;moram perto dos locais de &lsquo;fracking&rsquo; foram filmadas a atearem fogo a &aacute;gua da torneira, contaminada com g&aacute;s metano&rdquo;, escreve o di&aacute;rio londrino, acrescentando que os especialistas afirmam que &ldquo;perfurar assim pode provocar terramotos&rdquo;. Segundo a empresa Cuadrilla Resources, as jazidas de Lancashire podem fornecer <a target="_self" href="http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-11175386">10% do g&aacute;s consumido no Reino Unido</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 01 Jun 2011 11:26:47 +0100</pubDate><guid>688101</guid></item>
<item><title>Alemanha | Onde está a saída para o nuclear? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/687411-onde-esta-saida-para-o-nuclear</link><description><![CDATA[A Alemanha vai deixar o nuclear o mais tardar até 2022? A decisão de Angela Merkel alegra os opositores da energia atómica mas levanta muitas questões sobre o futuro, diz a imprensa alemã. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 31 May 2011 16:41:42 +0100</pubDate><guid>687411</guid></item>
<item><title>Noruega | Preferência petrolífera nacional em causa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/686991-preferencia-petrolifera-nacional-em-causa</link><description><![CDATA[<p>O assunto &eacute; espinhoso e compromete o Governo noruegu&ecirc;s. H&aacute; dez anos que, <a target="_self" href="http://www.aftenposten.no/okonomi/innland/article4135762.ece">segundo o <em>Aftenposten</em></a>, a Associa&ccedil;&atilde;o Europeia do Com&eacute;rcio Livre (<a target="_self" href="http://www.efta.int/about-efta/the-efta-states.aspx">AECL</a>) anda a pedir &agrave; Noruega para rever a legisla&ccedil;&atilde;o e acabar com a obrigatoriedade de as sociedades petrol&iacute;feras a trabalhar no pa&iacute;s se encontrarem l&aacute; sediadas. A AECL integra quatro pa&iacute;ses n&atilde;o membros da UE, sendo que tr&ecirc;s deles (Noruega, Liechtenstein e Isl&acirc;ndia) pertencem ao Espa&ccedil;o Econ&oacute;mico Europeu (EEE), o que lhes d&aacute; acesso &agrave;s regalias e obriga&ccedil;&otilde;es do Mercado &Uacute;nico europeu. Como titula o di&aacute;rio de Oslo, embora Bruxelas exija igualmente a revis&atilde;o da lei, o Governo nunca deu a conhecer esta exig&ecirc;ncia ao Parlamento. A revis&atilde;o deveria ser submetida &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o da Energia e Ambiente do Parlamento Europeu dia 31 de maio e n&atilde;o a debate na assembleia de deputados. A quest&atilde;o do petr&oacute;leo, principal recurso do pa&iacute;s, &eacute; bastante mais delicada do que a das regi&otilde;es afetadas por uma eventual partida das companhias petrol&iacute;feras, a norte, onde o dinheiro do petr&oacute;leo &eacute; essencial ao desenvolvimento.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 31 May 2011 13:13:12 +0100</pubDate><guid>686991</guid></item>
<item><title>Alemanha | Abandono do nuclear em 2022</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/683721-abandono-do-nuclear-em-2022</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio da <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear">comiss&atilde;o de &eacute;tica sobre o nuclear</a>, criada pela chanceler Angela Merkel depois da cat&aacute;strofe de Fukushima (Jap&atilde;o), o <em>S&uuml;ddeutch Zeitung</em> sublinha que s&oacute; restam &quot;dez anos de energia nuclear&quot;. <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear">No texto</a>, que lan&ccedil;a as bases da nova pol&iacute;tica de energia da Alemanha e que foi aprovado de imediato pela coliga&ccedil;&atilde;o governamental, os peritos da comiss&atilde;o recomendam o encerramento, at&eacute; 2012, da maior parte dos 17 reatores nucleares do pa&iacute;s, a come&ccedil;ar pelos mais vetustos &ndash; desligados da rede el&eacute;trica pouco depois de Fukushima &ndash; e a conserva&ccedil;&atilde;o de uma central depois dessa data, como reserva destinada a dar resposta a poss&iacute;veis necessidades de eletricidade que n&atilde;o sejam garantidas pelas outras fontes de energia.</p>
<p>Este processo n&atilde;o seguir&aacute; um programa fixo e ser&aacute;, sim, adaptado &agrave; medida que se registem progressos em mat&eacute;ria de desenvolvimento das energias renov&aacute;veis. Neste momento, o nuclear assegura 22% da produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade na Alemanha. Este di&aacute;rio de Munique felicita a comiss&atilde;o por dois motivos. &quot;A comiss&atilde;o elaborou um discurso sobre o nuclear mais imparcial do que qualquer outro anteriormente adotado. Por outro lado, foi muito al&eacute;m do simples abandono do nuclear. Porque n&atilde;o &eacute; simplesmente pela ren&uacute;ncia ao nuclear que este pa&iacute;s ficar&aacute; satisfeito.&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 30 May 2011 12:28:23 +0100</pubDate><guid>683721</guid></item>
<item><title>CO2 | Perspetivas sombrias para o clima, alerta a AIE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/683661-perspetivas-sombrias-para-o-clima-alerta-aie</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Piores emiss&otilde;es de carbono de sempre deixam clima &agrave; beira de precip&iacute;cio&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.guardian.co.uk/environment/2011/may/29/carbon-emissions-nuclearpower">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>Guardian</em></a>, que revela <a target="_self" href="http://www.iea.org/index_info.asp?id=1959">estimativas nunca publicadas da Ag&ecirc;ncia internacional de Energia</a> (AIE) que mostram que &ldquo;as emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa atingiram um n&iacute;vel recorde no ano passado, com a mais elevada produ&ccedil;&atilde;o de carbono da hist&oacute;ria&rdquo;. Em 2010, segundo esta organiza&ccedil;&atilde;o intergovernamental sediada em Paris, &ldquo;um recorde de 30.6 giga toneladas de di&oacute;xido de carbono foram lan&ccedil;adas na atmosfera, a maior parte das quais proveniente da queima de combust&iacute;veis f&oacute;sseis &ndash; um acr&eacute;scimo de 1.6 Gt em rela&ccedil;&atilde;o a 2009&rdquo;. Esta &ldquo;subida chocante&rdquo; deixa &ldquo;fora de alcance as esperan&ccedil;as de trazer para n&iacute;veis seguros o aquecimento global&rdquo;, escreve <em>The Guardian</em>. Um especialista da London School of Economics prev&ecirc;, agora, uma altera&ccedil;&atilde;o de 50% na subida da temperatura m&eacute;dia global que dever&aacute; ser de mais de 4&ordm;C em 2100. &ldquo;Tal aquecimento vai perturbar a vida e o sustento de centenas de milhares de pessoas em todo o planeta, levando a migra&ccedil;&otilde;es em massa e &agrave; generaliza&ccedil;&atilde;o de conflitos. Este &eacute; um risco que qualquer pessoa de s&atilde; consci&ecirc;ncia procurar&aacute; reduzir drasticamente&rdquo;, diz.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:39:49 +0100</pubDate><guid>683661</guid></item>
<item><title>Debate | Regule-se o nuclear, não as bananas (Die Tageszeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/677631-regule-se-o-nuclear-nao-bananas</link><description><![CDATA[A União Europeia harmoniza a regulamentação de frutas e legumes, mas não a segurança nuclear. Após Fukushima, é aberrante que os Estados continuem a tomar esse tipo de decisões sozinhos, sem controlo nem transparência, defende um jornalista alemão. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2011 16:05:19 +0100</pubDate><guid>677631</guid></item>
<item><title>Energia nuclear | Testes de stresse para nada?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/673961-testes-de-stresse-para-nada</link><description><![CDATA[<p>Os testes de resist&ecirc;ncia aos 143 reatores nucleares da Europa n&atilde;o ser&atilde;o apenas um golpe medi&aacute;tico para tranquilizar a opini&atilde;o p&uacute;blica europeia, depois <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/564821-fukushima-melhor-publicidade-para-energia-nuclear" target="_self">do acidente ocorrido na central japonesa de Fukushima</a>? A acreditar no <em>Voix du Luxembourg</em>, os testes de stresse, programados para come&ccedil;ar em 1 de junho e entregar conclus&otilde;es ao Conselho Europeu em 9 de dezembro, n&atilde;o v&atilde;o servir &ldquo;para nada&rdquo;. Na verdade, um compromisso minimal assinado em 24 de maio pelo Grupo de Reguladores Europeus em Mat&eacute;ria de Seguran&ccedil;a Nuclear (<a href="http://www.ensreg.eu/" target="_self">ENSREG</a>) &ldquo;prev&ecirc; testes de seguran&ccedil;a muito sofisticados, para verificar a resist&ecirc;ncia das centrais de energia nuclear da UE em rela&ccedil;&atilde;o a cat&aacute;strofes naturais, como sismos e inunda&ccedil;&otilde;es, bem como &ldquo;consequ&ecirc;ncias relativamente a qualquer tipo de acidente natural ou provocado pelo homem&rdquo;, declarou uma fonte diplom&aacute;tica citada pelo di&aacute;rio. No entanto, <a href="http://www.wort.lu/wort/web/fr/europe_et_monde/articles/2011/05/151198/index.php" target="_self">o jornal observa que</a> &quot;os reguladores sublinharam no seu projeto de declara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o terem compet&ecirc;ncia em mat&eacute;ria de seguran&ccedil;a contra atos de terrorismo. O mesmo &eacute; dizer que h&aacute; pouco a esperar desses testes de resist&ecirc;ncia&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 25 May 2011 11:41:15 +0100</pubDate><guid>673961</guid></item>
<item><title>Suécia | Os felizes tratadores do lixo da Europa (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/670341-os-felizes-tratadores-do-lixo-da-europa</link><description><![CDATA[Enquanto alguns se deixam abater por montanhas de lixo, consideradas como um fardo, outros ganham dinheiro. O semanário Polityka debruça-se sobre o caso sueco do florescente tratamento de resíduos. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 23 May 2011 18:00:37 +0100</pubDate><guid>670341</guid></item>
<item><title>Islândia | Uma nova erupção ameaça a Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/669421-uma-nova-erupcao-ameaca-europa</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s o vulc&atilde;o Eyjafj&ouml;ll, que <a href="http://www.presseurop.eu/pt/category/keywords/eyjafjoell-3" target="_self">paralisou o tr&aacute;fego a&eacute;reo</a> na Europa em abril de 2010, &eacute; agora a vez do Grimsv&ouml;tn, o mais ativo do pa&iacute;s, amea&ccedil;ar o espa&ccedil;o a&eacute;reo europeu. A erup&ccedil;&atilde;o, a mais violenta desde h&aacute; mais de um s&eacute;culo, projetou um rolo de fumo com mais de 20 quil&oacute;metros de altura, explica o <em><a href="http://www.mbl.is/frettir/innlent/" target="_self"><em>Morgunbladid</em></a></em>. De momento, a nuvem de cinzas do vulc&atilde;o, que cobriu uma boa parte do pa&iacute;s e obrigou os habitantes das zonas mais afetadas a arranjar m&aacute;scaras antig&aacute;s para sair, afetou apenas o tr&aacute;fego de partida e chegada &agrave; Isl&acirc;ndia, assim como a Groenland e Spitzbergen. Mas, asseguram os especialistas, os ventos de oeste de baixa altitude podem empurr&aacute;-la para a Europa continental a meio da semana.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 23 May 2011 14:13:32 +0100</pubDate><guid>669421</guid></item>
<item><title>Nuclear | Centrais alemãs enfrentam teste de esforço sem stresse</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/660991-centrais-alemas-enfrentam-teste-de-esforco-sem-stresse</link><description><![CDATA[<p>O veredicto da <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear" target="_self">comiss&atilde;o de peritos</a> encarregados de passar a pente fino a seguran&ccedil;a das 17 centrais nucleares alem&atilde;s ap&oacute;s a cat&aacute;strofe de Fukushima &eacute; uma bomba: &quot;Einst&uuml;rzende Altbauten&quot; [jogo de palavras em torno do grupo de rock industrial Einst&uuml;rzende Neubauten], <a href="http://taz.de/1/zukunft/umwelt/artikel/1/flugzeugabstuerze-sind-nicht-mitgedacht/" target="_self">traz o <em>Tageszeitung</em></a>. Por outras palavras, nenhuma das centrais satisfaz os mais altos requisitos de seguran&ccedil;a. Apesar de serem particularmente vulner&aacute;veis em caso de colis&atilde;o de um avi&atilde;o, continuam a dar &quot;provas de grande robustez&quot;. Este resultado &ndash; que n&atilde;o traz novidade nas conclus&otilde;es &ndash; deve ser relativizado, segundo o di&aacute;rio berlinense. Na verdade, os peritos tiveram de examinar num tempo recorde de seis semanas &quot;os fundamentos racionais e t&eacute;cnicos&quot; que permitiam determinar a dura&ccedil;&atilde;o da operacionalidade das instala&ccedil;&otilde;es existentes. Por isso, tiveram de se contentar com os dados fornecidos pelas empresas da &aacute;rea do nuclear. Continua sem se saber quantas centrais alem&atilde;s ir&atilde;o fechar. <a href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/stoerfall-beim-atomausstieg/" target="_self">Para o <em>TAZ</em></a>, estas comiss&otilde;es &quot;destinavam-se apenas a dar cau&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e moral a uma sucess&atilde;o de passos atr&aacute;s de Angela Merkel em rela&ccedil;&atilde;o ao nuclear&rdquo;. Segundo o jornal, tudo o que fizeram foi elaborar um relat&oacute;rio &quot;que o l&oacute;bi nuclear n&atilde;o deixar&aacute; de explorar rapidamente, segundo os seus interesses&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 18 May 2011 13:27:55 +0100</pubDate><guid>660991</guid></item>
<item><title>Gibraltar | Maré negra silenciosa (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/648691-mare-negra-silenciosa</link><description><![CDATA[Sistematicamente praticado e encorajado pelas autoridade de Rocher, o carregamento de navios com combustível, ou aprovisionamento, está na origem de uma enorme poluição no estreito de Gibraltar. E os apelos de Madrid, para que se respeitem as normas europeias nesta matéria, caem em saco roto. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 13 May 2011 17:29:23 +0100</pubDate><guid>648691</guid></item>
</channel></rss>
