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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Mulheres]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Itália | Um milhão diz "basta Berlusconi!"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/501241-um-milhao-diz-basta-berlusconi</link><description><![CDATA[<p>&quot;Um milh&atilde;o de mulheres: vai-te embora Berlusconi&quot;, diz o t&iacute;tulo do <em>Repubblica</em>, um dia depois da manifesta&ccedil;&atilde;o &quot;<a href="http://senonoraquando13febbraio2011.wordpress.com/">Se non ora quando</a>&quot; (&quot;Se n&atilde;o for agora, quando&quot;): <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/500121-mulheres-dizem-basta-berlusconi" target="_blank">a iniciativa</a>, organizada em mais de 230 cidades por coletivos de defesa da igualdade de g&eacute;nero e pelo &quot;<a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/492481-contestacao-no-seio-da-berlusconilandia" target="_blank">povo violeta</a>&quot;, teve por objetivo exigir o respeito pela dignidade das mulheres e a demiss&atilde;o do chefe do Governo, envolvido em v&aacute;rios esc&acirc;ndalos sexuais e que est&aacute; a ser investigado por prostitui&ccedil;&atilde;o de menores. O Cavaliere, <a href="http://www.repubblica.it/politica/2011/02/13/news/manifestazioni_citt-italia-12422640/?ref=HREA-1" target="_blank">acrescenta o jornal</a>, qualificou a manifesta&ccedil;&atilde;o de &quot;partid&aacute;ria&quot;. Nas colunas deste di&aacute;rio de Roma, a editorialista feminista <a href="http://www.repubblica.it/politica/2011/02/14/news/grido_al_paese-12431449/?ref=HREA-1" target="_blank">Natalia Aspesi sa&uacute;da</a> a iniciativa que, em seu entender, representa &quot;o s&uacute;bito despertar daquelas que pareciam resignadas ao sil&ecirc;ncio, a aguentar, a adaptar-se [&hellip;] o 'basta' das mulheres &eacute; contra a transforma&ccedil;&atilde;o das mulheres em mercadoria e contra o aviltamento de todo o pa&iacute;s&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 14 Feb 2011 12:08:28 +0100</pubDate><guid>501241</guid></item>
<item><title>Itália | As mulheres dizem "Basta!" a Berlusconi (Corriere della Sera, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/500121-mulheres-dizem-basta-berlusconi</link><description><![CDATA[As mulheres vão manifestar-se a 13 de fevereiro, para exigirem que a sua dignidade seja respeitada, mais paridade e, também, para denunciarem a degradação da sua imagem, sobretudo depois dos recentes escândalos sexuais que envolvem Silvio Berlusconi, explica a escritora Dacia Maraini. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 11 Feb 2011 16:37:30 +0100</pubDate><guid>500121</guid></item>
<item><title>Portugal | O flagelo da violência doméstica</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/492201-o-flagelo-da-violencia-domestica</link><description><![CDATA[<p>O&nbsp;<a target="_blank" href="http://jornal.publico.pt/noticia/07-02-2011/43-mulheres-foram-mortas-em-portugal-em-2010-vitimas-de-violencia-domestica-21234840.htm"><em>P&uacute;blico </em>faz soar o alarme:</a>&nbsp;&quot;43 mulheres foram mortas em Portugal em 2010, v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia&nbsp;dom&eacute;stica&quot;.&nbsp;O di&aacute;rio lisboeta publica em primeira p&aacute;gina a lista de&nbsp;mulheres assassinadas pelo marido (a maior parte), ou ex-marido no ano&nbsp;passado. Um n&uacute;mero crescente, em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior (29). O jornal considera este fen&oacute;meno&nbsp;&quot;<em>preocupante</em>&quot; e faz a compara&ccedil;&atilde;o com a vizinha&nbsp;Espanha, onde a viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica &eacute; considerada um flagelo nacional (71 v&iacute;timas&nbsp;em 2010, numa popula&ccedil;&atilde;o 4,7 vezes superior), que levou &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de uma&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.boe.es/aeboe/consultas/bases_datos/doc.php?coleccion=iberlex&amp;id=2004/21760">lei espec&iacute;fica</a> em 2004.&nbsp;O P&uacute;blico nota que a exist&ecirc;ncia de estruturas de acolhimento e&nbsp;de departamentos especiais na pol&iacute;cia n&atilde;o &eacute; suficiente para p&ocirc;r fim &agrave; viol&ecirc;ncia&nbsp;dom&eacute;stica e sublinha que &quot;<em>esta heran&ccedil;a</em>&quot; do passado &quot;<em>est&aacute; a ser transmitida &agrave;s novas gera&ccedil;&otilde;es&quot;</em>: de facto, a maior parte das v&iacute;timas tinha menos de 40 anos.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 12:02:50 +0100</pubDate><guid>492201</guid></item>
<item><title>Alemanha | Mais poder para as mulheres!</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/483161-mais-poder-para-mulheres</link><description><![CDATA[<p>&quot;Por que raz&atilde;o a Alemanha precisa de quotas para as mulheres?&quot; Depois da publica&ccedil;&atilde;o do <a target="_blank" href="http://www.bmfsfj.de/BMFSFJ/gleichstellung,did=126762.html">relat&oacute;rio do Governo sobre a igualdade</a>, e agora que a ministra da Fam&iacute;lia e do Trabalho pretende fazer deste tema o seu pr&oacute;ximo grande projeto, <a target="_blank" href="http://www.spiegel.de/spiegel/0,1518,ausg-4798,00.html"><em>Der Spiegel</em> advoga</a> a introdu&ccedil;&atilde;o de quotas para que hajam mais mulheres em posi&ccedil;&otilde;es de responsabilidade nas empresas. Os autores do artigo observam que, a come&ccedil;ar pela reda&ccedil;&atilde;o do <em>Spiegel</em>, estamos longe da igualdade com &quot;32 homens a chefiar sec&ccedil;&otilde;es contra apenas duas mulheres. H&aacute; mais homossexuais do que mulheres entre os redatores&quot;, e explicam que no resto do pa&iacute;s a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; ainda pior. Nos conselhos de administra&ccedil;&atilde;o das 100 maiores empresas alem&atilde;s apenas 2,2% s&atilde;o mulheres. Em causa est&aacute; a impossibilidade de conciliar a fam&iacute;lia com a carreira profissional na Alemanha. O Governo pretende inspirar-se nos seus vizinhos, como a Noruega, que imp&ocirc;s uma quota de 40% de mulheres nos conselhos de administra&ccedil;&atilde;o at&eacute; 2008, a Fran&ccedil;a e a Espanha com 40% at&eacute; 2015, a Holanda prepara uma quota de 30%, e a Comiss&atilde;o Europeia amea&ccedil;a impor quotas, se nada for feito nos outros pa&iacute;ses at&eacute; ao final de 2011.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 12:22:30 +0100</pubDate><guid>483161</guid></item>
<item><title>República Checa | Um parlamento mais feminino e menos vulgar</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/279361-um-parlamento-mais-feminino-e-menos-vulgar</link><description><![CDATA[<p>As mulheres lan&ccedil;am m&atilde;os &agrave; pol&iacute;tica, <a target="_blank" href="http://zpravy.idnes.cz/mfdnes.asp?v=145&amp;r=titulni_stranaa&amp;idc=1406494">regozija-se o <em>Mlad&aacute; Fronta DNES</em></a>. Quarenta e quatro dos 200 deputados eleitos para a nova <a target="_blank" href="http://www.psp.cz/sqw/hp.sqw">C&acirc;mara</a>, no final de maio, s&atilde;o mulheres que ocupam, igualmente, tr&ecirc;s dos quatro cargos mais altos na Assembleia. Estas novas respons&aacute;veis prometem mais cortesia na pol&iacute;tica. &quot;Gritos, insultos, dedos no ar &ndash; estes comportamentos vulgares, a que nos habituaram nestes &uacute;ltimos quatro anos v&atilde;o diminuir&quot;, promete o di&aacute;rio checo, que refere ainda o facto de a vulgaridade passar a ser penalizada.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 12:28:17 +0100</pubDate><guid>279361</guid></item>
<item><title>Dinamarca | Óvulos, uma mercadoria diferente das outras</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/209181-ovulos-uma-mercadoria-diferente-das-outras</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Ajuda aos casais sem filhos ou nova forma de prostitui&ccedil;&atilde;o?</em>&rdquo; Esta quest&atilde;o chocante &eacute; o assunto de <a target="_blank" href="http://www.information.dk/226974">primeira p&aacute;gina do <em>Information</em></a>, que afirma que o debate sobre o com&eacute;rcio de &oacute;vulos est&aacute; a intensificar-se na Dinamarca. Os dinamarqueses precisam cada vez mais de &oacute;vulos, explica o di&aacute;rio, porque est&atilde;o a tentar ter filhos cada vez mais tarde. Desde o in&iacute;cio do ano, o Rigshospitalet, o principal hospital do pa&iacute;s, j&aacute; inseminou 40 mulheres que n&atilde;o podem ter filhos. Anders Nyboe Andersen, director do <a target="_blank" href="http://www.rigshospitalet.dk/menu/AFDELINGER/Juliane+Marie+Centret/Klinikker/Fertilitetsklinikken/">Centro de fertilidade do Rigshospitalet</a>, prop&ocirc;s oferecer mil euros &agrave;s dadoras. Uma ideia classificada como grotesca por Bente Holm Nielsen, m&eacute;dico e membro da associa&ccedil;&atilde;o Dansk Kvindesamfund (a sociedade dinamarquesa das mulheres). &ldquo;<em>O &oacute;vulo torna-se uma mercadoria, e as mulheres ficam numa situa&ccedil;&atilde;o de prostitui&ccedil;&atilde;o reprodutiva</em>&rdquo;, afirma Nielsen. Por agora, na Dinamarca, &eacute; proibido pagar para obter &oacute;vulos, mas se uma mulher que est&aacute; a fazer um tratamento hormonal produz mais &oacute;vulos do que os necess&aacute;rios, deve d&aacute;-los a outras mulheres.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:50:03 +0100</pubDate><guid>209181</guid></item>
<item><title>França | Assédio psicológico passa a ser crime</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/199641-assedio-psicologico-passa-ser-crime</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O ass&eacute;dio psicol&oacute;gico no casal passou a ser crime&rdquo; em Fran&ccedil;a,<a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2010/02/25/debat-sur-la-violence-psychologique-au-sein-du-couple_1311154_3224.html">&nbsp;noticia </a><em><a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2010/02/25/debat-sur-la-violence-psychologique-au-sein-du-couple_1311154_3224.html">Le Monde</a></em><a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2010/02/25/debat-sur-la-violence-psychologique-au-sein-du-couple_1311154_3224.html"> na primeira p&aacute;gina</a>. A 25 de Fevereiro os deputados aprovaram, por unanimidade, <a target="_blank" href="http://www.assemblee-nationale.fr/13/dossiers/repression_violences_femmes.asp">um projecto de lei</a>&nbsp;que protege as mulheres da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica. A cria&ccedil;&atilde;o deste delito, pun&iacute;vel com tr&ecirc;s anos de pris&atilde;o e multa de 75 mil euros, foi bastante debatida, escreve o di&aacute;rio parisiense. Para a secret&aacute;ria de Estado da Fam&iacute;lia, Nadine Morano, a novidade justifica-se porque &ldquo;<em>das 80 mil chamadas recebidas, por ano, pelo n&uacute;mero de apoio &agrave;s v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica, 84% referem-se a viol&ecirc;ncia psicol&oacute;gica</em>&rdquo;. J&aacute; os magistrados sublinham a falta de meios dos servi&ccedil;os sociais encarregues de ajudar as v&iacute;timas e denunciam &ldquo;<em>uma lei que s&oacute; tem efeitos publicit&aacute;rios e de comunica&ccedil;&atilde;o</em>&rdquo;. A medida mais espectacular da proposta de lei &eacute; a introdu&ccedil;&atilde;o de pulseira electr&oacute;nica, que, tal como j&aacute; acontece em Espanha, poder&aacute; ser colocada num c&ocirc;njuge violento. Em Fran&ccedil;a, lembra <em>Le Monde</em>, em m&eacute;dia, morre uma mulher de tr&ecirc;s em tr&ecirc;s dias, v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia conjugal.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 26 Feb 2010 13:25:54 +0100</pubDate><guid>199641</guid></item>
<item><title>Suécia | Maternidade: direito ou dever?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/198171-maternidade-direito-ou-dever</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>A&nbsp;UE chega a todo o lado&quot;</em>, <a target="_blank" href="http://www.dn.se/opinion/huvudledare/klafingriga-eu-1.1050978">&eacute; a reac&ccedil;&atilde;o algo agastada do <em>Dagens Nyheter</em></a> &agrave; <a target="_blank" href="http://www.europarl.europa.eu/news/expert/infopress_page/014-69364-054-02-09-902-20100223IPR69363-23-02-2010-2010-false/default_fr.htm">proposta da Comiss&atilde;o dos Direitos das Mulheres do Parlamento Europeu</a>, que prev&ecirc; prolongar a licen&ccedil;a de maternidade. Esta, que dura agora <a target="_blank" href="http://www.europarl.europa.eu/news/expert/infopress_page/014-69364-054-02-09-902-20100223IPR69363-23-02-2010-2010-false/default_pt.htm">14 a 28 semanas, conforme o Estado-membro</a>, teria no m&iacute;nimo 20 semanas, com o sal&aacute;rio integral. Destas 20 semanas, seis seriam obrigatoriamente gozadas logo ap&oacute;s o parto, para encorajar o aleitamento materno no maior per&iacute;odo poss&iacute;vel.&nbsp;</p>
<p>O di&aacute;rio sueco nota a exist&ecirc;ncia de uma rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de mulheres a trabalhar e o n&uacute;mero de filhos por mulher. Em pa&iacute;ses com uma taxa elevada de emprego das mulheres como, por exemplo, a Su&eacute;cia, a Dinamarca e a Finl&acirc;ndia, a taxa de fecundidade &eacute; igualmente alta. Considera, por&eacute;m, que &quot;<em>a ideia de uma lei que obrigue as mulheres a tirar seis semanas de licen&ccedil;a depois de darem &agrave; luz &eacute; dif&iacute;cil de compreender. Esta licen&ccedil;a n&atilde;o &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o, e sim um direito. Uma mulher pode ter boas raz&otilde;es para preferir voltar ao trabalho. Essa decis&atilde;o cabe-lhe a si, n&atilde;o &agrave; </em><em>UE</em>.&quot;</p>
<p>Segundo o <em>Dagens Nyheter, </em>o facto de esta legisla&ccedil;&atilde;o ser obra de eurodeputados do Sul da Europa [o relat&oacute;rio da Comiss&atilde;o dos Direitos das Mulheres foi redigida pela parlamentar portuguesa Edite Estrela] indica &quot;<em>que tentam servir-se da UE para for&ccedil;arem reformas nos seus pr&oacute;prios pa&iacute;ses</em>&quot;. O texto, aprovado numa primeira vers&atilde;o no passado dia 23 de Fevereiro, dever&aacute; ser discutido no Parlamento Europeu em Maio.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:49:04 +0100</pubDate><guid>198171</guid></item>
<item><title>Planeamento familiar | Tenha menos filhos e salve o planeta</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/140331-tenha-menos-filhos-e-salve-o-planeta</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>&Eacute; urgente ajudar as mulheres a terem menos filhos, para lutar contra as amea&ccedil;as clim&aacute;ticas</em>&quot;: eis, <a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/11/18/limiter-les-naissances-un-remede-au-peril-climatique_1268626_3244.html">segundo <em>Le Monde</em></a>, a principal mensagem do <a href="http://www.unfpa.org/swp/2009/en/index.shtml">relat&oacute;rio de 2009</a> do Fundo das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Popula&ccedil;&atilde;o (FNUAP), segundo o qual &quot;<em>a natalidade galopante dos pa&iacute;ses em desenvolvimento &eacute; um dos principais motores do aquecimento global e um dos seus primeiros riscos</em>&quot;. A tr&ecirc;s semanas da Cimeira de Copenhaga (COP 15) e com o planeamento familiar a marcar passo nas regi&otilde;es mais pobres, o&nbsp;<a href="http://www.unfpa.org/help/sitemap/index.html">FNUAP</a> tenta introduzir nos debates a quest&atilde;o demogr&aacute;fica, at&eacute; aqui ausente das negocia&ccedil;&otilde;es internacionais. Sobre este assunto, salienta <em>Le Monde</em>, &quot;<em>um estudo recente citado pelo FNUAP conclui que um d&oacute;lar investido em planeamento familiar e na educa&ccedil;&atilde;o das raparigas reduz as emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa pelo menos tanto quanto um d&oacute;lar gasto em energia e&oacute;lica</em>&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:18:52 +0100</pubDate><guid>140331</guid></item>
<item><title>Instituições europeias | Onde param as mulheres? (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/139241-onde-param-mulheres</link><description><![CDATA[Maioritárias entre a população europeia, as mulheres estão sub-representadas nos cargos chave das instituições. No momento em que os 27 se reúnem para designar as personalidades que irão ocupar as mais altas funções na União, as mulheres pedem que a paridade seja respeitada. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:17:18 +0100</pubDate><guid>139241</guid></item>
<item><title>Torre de Babel | O grande azar de ser &quot;um ombro amigo&quot;... (Cafebabel.com, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/62381-o-grande-azar-de-ser-um-ombro-amigo</link><description><![CDATA[Em Espanha, diz-se que os &quot;pagaFantas&quot; têm problemas de coração. Mas a figura do pobre rapaz que não tem sorte nenhuma com as raparigas, tem tradução em quase todas as línguas. Em Portugal, quem é que não conhece o &quot;ombro amigo&quot;? (Article)]]></description><pubDate>Fri, 24 Jul 2009 17:05:33 +0100</pubDate><guid>62381</guid></item>
<item><title>Procriação artificial | &quot;O turismo de fertilidade" continua a crescer</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/43191-o-turismo-de-fertilidade-continua-crescer</link><description><![CDATA[<p>Na aus&ecirc;ncia de legisla&ccedil;&atilde;o europeia em mat&eacute;ria de procria&ccedil;&atilde;o, &ldquo;pelo menos 20&nbsp;000 a&nbsp;25 000 mulheres europeias v&atilde;o todos os anos para um outro pa&iacute;s europeu (que n&atilde;o&nbsp;o seu)&nbsp;fazer tratamentos de fertiliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, conta o di&aacute;rio holand&ecirc;s <a href="http://www.trouw.nl/nieuws/Wetenschap/article2802569.ece/Vrouwen_met_kinderwens_reizen_wat_af_.html" target="_blank"><em>Trouw</em></a>. Estes n&uacute;meros&nbsp;fazem parte&nbsp;do primeiro estudo sobre &ldquo;<em>turismo de fertilidade&rdquo;</em> na Europa, efectuado pela Associa&ccedil;&atilde;o Europeia para a Reprodu&ccedil;&atilde;o Humana e a Embriologia e apresentado em Amesterd&atilde;o a 29 de Maio. Os n&uacute;meros reais s&atilde;o indubitavelmente muito mais elevados, porque o estudo refere-se apenas a seis pa&iacute;ses (Espanha, B&eacute;lgica, Rep&uacute;blica Checa, Su&iacute;&ccedil;a, Eslov&eacute;nia e Dinamarca) e certos destinos procurados, como o Chipre e a Ucr&acirc;nia, n&atilde;o foram tidos em conta.</p>
<p> As motiva&ccedil;&otilde;es dos futuros pais continuam a ser m&uacute;ltiplas, associadas &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o dos seus pa&iacute;ses, considerada demasiado restritiva. Assim, <em>&ldquo;a maior parte das mulheres em causa s&atilde;o origin&aacute;rias de It&aacute;lia, da Alemanha, dos Pa&iacute;ses Baixos e de Fran&ccedil;a&quot;, </em>explica o Trouw. &quot;<em>Em It&aacute;lia, as mulheres n&atilde;o t&ecirc;m o direito de recorrer &agrave; insemina&ccedil;&atilde;o artificial com espermatoz&oacute;ides ou &oacute;vulos de dadores; em Fran&ccedil;a, os casais de l&eacute;sbicas e as mulheres isoladas s&atilde;o exclu&iacute;das, e os brit&acirc;nicos t&ecirc;m apenas um n&uacute;mero limitado de cl&iacute;nicas, com pre&ccedil;os muito elevados. As neerlandesas recorrem &agrave; B&eacute;lgica</em>, <em>onde as mulheres s&atilde;o admitidas at&eacute; aos 47 anos&rdquo;.</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 30 Jun 2009 17:10:57 +0100</pubDate><guid>43191</guid></item>
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