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        <channel><title>Presseurop | <![CDATA[A UE no mundo]]></title>
            <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
            <description>O melhor da imprensa europeia</description>
            <language>pt</language><item><title><![CDATA[Guerra na Síria: O apoio da UE aos rebeldes armados diminui]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3807651-o-apoio-da-ue-aos-rebeldes-armados-diminui?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“A UE tem dificuldades em chegar a um acordo sobre o embargo às armas sírias”, adianta o <em>European Voice</em>. <a href="http://www.europeanvoice.com/CWS/Index.aspx?PageID=208&amp;articleID=77328">O semanário explica</a> que “a proposta franco-britânica de terminar com a proibição imposta pela União Europeia à venda de armas às forças rebeldes na Síria parece estar condenada ao fracasso,” porque “a oposição ao levantamento do embargo tem vindo a aumentar.”</p></p>

<p><p>Em fevereiro, o Reino Unido e a França conseguiram convencer outros membros a <a href="/pt/content/news-brief/3543531-reino-unido-e-franca-temos-de-armar-os-rebeldes-sirios">abrandar o embargo às armas</a> e a autorizar o fornecimento de equipamentos militares não letais, como meios logísticos e dispositivos de comunicação, para permitir às forças rebeldes combater o Presidente sírio Bashar Al-Assad. Mas após uma discussão entre o Presidente francês François Hollande e o primeiro-ministro britânico David Cameron, que teve lugar no dia 22 de maio, tanto Paris como Londres parecem ter mudado de ideias, por temerem sobretudo que as armas caiam nas mãos dos islamitas. O diário acrescenta:</p></p>

<p><blockquote> <p>Os Estados-membros estão claramente divididos quanto à situação da Síria, nomeadamente sobre três questões. A Áustria expressou claramente a sua oposição em aliviar as restrições às armas, pondo em causa a necessidade e o impacto de tal ação. A Suécia mostrou ser a mais relutante em aceitar a aplicação de sanções mais severas contra o regime de Assad a longo prazo, defendendo que isto só limitaria a margem de manobra para arranjar uma solução política. Além disso, nos últimos meses, a República Checa tem questionado a capacidade de controlo da Coligação Nacional Síria, a principal entidade política dos rebeldes, sobre as forças rebeldes.</p></p>

<p></blockquote> <p>O embargo deverá ser debatido pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE em Bruxelas, no dia 27 de maio, pouco antes do prazo que determina a sua renovação ou anulação. Entretanto, uma conferência de paz para a Síria apoiada pelos Estados Unidos e a Rússia deverá ocorrer no início de junho em Genebra, e deverá contar com a participação da Coligação Nacional Síria e os membros do Governo Sírio.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 24 May 2013 15:49:04 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3807651</guid></item>
<item><title><![CDATA[Cooperação: Três mil milhões de euros para a reconstrução do Mali]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3781151-tres-mil-milhoes-de-euros-para-reconstrucao-do-mali?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Organizada neste 15 de maio em Bruxelas, a <a href="http://donor-conference-mali.eu/fr">conferência dos doadores para o desenvolvimento do Mali</a> decidiu conceder mais de três mil milhões de euros de ajuda ao país do Sahel para 2013 e 2014, adianta o <a href="http://www.faz.net/aktuell/politik/ausland/afrika/geberkonferenz-in-bruessel-mali-erhaelt-mehr-als-drei-milliarden-euro-hilfe-12184047.html"><em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em></a>. Uma quantia que “ultrapassa consideravelmente os dois mil milhões de euros inicialmente previstos”, acrescenta o diário.</p></p>

<p><p>Entre os principais doadores figuram a Alemanha, a França, o Reino Unido, a Dinamarca, os Estados Unidos, o Banco Mundial e o Banco Islâmico de desenvolvimento.</p></p>

<p><p>O dinheiro deverá servir para atenuar as consequências económicas e sociais da <a href="/pt/content/article/3330351-europa-vai-guerra-de-olhos-fechados">guerra</a> atualmente travada contra as milícias islâmicas no Norte do Mali, sobretudo graças às ajudas para a agricultura e as infraestruturas, explica o <em>FAZ</em>.</p></p>

<p><p>No entanto, o <a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/beratungen-auf-geberkonferenz-wie-der-wiederaufbau-malis-gelingen-kann-1.1672801"><em>Süddeutsche Zeitung</em> observa</a> que o Mali precisa antes de mais de um Governo saído de eleições democráticas (previstas para julho) e que, em Bruxelas,</p></p>

<p><blockquote> <p>são poucas as pessoas que se iludem com o facto de o Estado do Mali ser capaz de sair desta situação sem ajuda. O seu exército dividido e pouco qualificado demorará anos até ser capaz de substituir os capacetes azuis e as tropas especiais francesas.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 16 May 2013 15:16:16 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3781151</guid></item>
<item><title><![CDATA[Laicidade: UE dividida dá lições sobre a liberdade de religião ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3734201-ue-dividida-da-licoes-sobre-liberdade-de-religiao?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Trouw, Amesterdão &ndash; A UE está a preparar diretrizes destinadas aos diplomatas europeus no estrangeiro, para que estes se encarreguem de promover a liberdade de religião e a separação entre a Igreja e o Estado, nos países onde estão colocados. Uma questão delicada, uma vez que a UE se encontra no mínimo dividida e tem uma posição ambígua nesta matéria. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3734201-ue-dividida-da-licoes-sobre-liberdade-de-religiao?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 30 Apr 2013 13:24:29 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3734201</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-Síria: UE considera levantar embargo ao petróleo]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3698331-ue-considera-levantar-embargo-ao-petroleo?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os Estados-membros da União Europeia chegaram a um acordo preliminar para atenuar um <a href="/pt/content/news-brief/907651-ue-decide-embargo-sobre-o-petroleo-sirio">embargo</a> às exportações de petróleo da Síria, podendo ser o primeiro abrandamento de sanções desde o início da repressão do Presidente Bashar Al-Assad ao movimento popular de contestação, há dois anos.</p></p>

<p><p>O  <em>International Herald Tribune</em> <a href="http://www.nytimes.com/2013/04/18/world/middleeast/europeans-step-toward-easing-syria-oil-exports.html?ref=middleeast&amp;_r=0">afirma</a> que as fontes diplomáticas elaboraram o acordo de forma a dar às áreas ocupadas pela oposição uma maior autonomia e flexibilidade para criar uma base económica que assenta em recursos petrolíferos.</p></p>

<p><p>Enquanto se aguarda pela revisão dos funcionários da União Europeia, os ministros dos Negócios Estrangeiros europeus deverão decidir se aprovam o projeto do acordo na segunda-feira. Poderão ser necessárias outras medidas legislativas para levantar o embargo.</p></p>

<p><p>Entretanto, os representantes da oposição síria intensificaram os seus apelos ao levantamento do embargo às armas imposto pela União Europeia que expira no final de maio, <a href="http://www.irishtimes.com/news/world/middle-east/syrian-rebel-envoy-calls-for-end-to-arms-embargo-1.1365032">adianta</a> o <em>Irish Times</em>.</p></p>

<p><p>O abrandamento do embargo é “a única forma” de travar o derrame de sangue, declarou Walid Saffour, embaixador do Reino Unido na Coligação Nacional Síria para a Oposição e Forças Revolucionárias, durante a sua visita a Dublin, na quarta-feira.</p></p>

<p><p>A Grã-Bretanha e a França <a href="/pt/content/news-brief/3543531-reino-unido-e-franca-temos-de-armar-os-rebeldes-sirios">são a favor</a> da assistência militar à oposição, mas os outros Estados-membros não querem contribuir para uma maior militarização do conflito.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 19 Apr 2013 16:29:43 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3698331</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha-Rússia: “Boa cara”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3645161-boa-cara?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A 7 de abril, a chanceler alemã Angela Merkel e o Presidente russo Vladimir Putin inauguraram, em Hanover, o maior <a href="http://www.hannovermesse.de/home">salão de tecnologia industrial</a> do mundo.</p></p>

<p><p>“Os cumprimentos foram um pouco rígidos”, escreve o jornal, lembrando a crispação dos dois líderes durante a cerimónia, apesar dos sorrisos de circunstância e o anúncio do reforço das relações económicas bilaterais.</p></p>

<p><p>O motivo está no recente endurecimento da regulamentação russa sobre as ONG estrangeiras e as buscas realizadas no final de março pela polícia russa nas sedes moscovitas de várias ONG alemãs, como a Transparency International ou os <em>think tanks</em> Konrad Adenauer e Friedrich Ebert.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 08 Apr 2013 12:49:48 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3645161</guid></item>
<item><title><![CDATA[Moldávia: “Os rostos escondidos da ‘revolução’ de 7 de abril de 2009”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3635301-os-rostos-escondidos-da-revolucao-de-7-de-abril-de-2009?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Quatro anos após a “revolução Twitter” que marcou o fim do Governo comunista na Moldávia em favor de forças pró-europeias, o jornal lembra que não foi feita nenhuma investigação sobre os abusos cometidos.</p></p>

<p><p>Oficialmente, durante a revolta, foram mortas três pessoas e mais de 400 foram torturadas, mas a identidade dos culpados por esses atos, “os rostos escondidos aos olhos da opinião pública moldava”, nunca apareceram.</p></p>

<p><p>Os procuradores e uma parte da imprensa garantem que as vítimas eram polícias. “Quem ficaria incomodado se a verdade fosse conhecida?”, interroga-se o <em>Timpul</em>. O Governo pró-europeu, saído das eleições democráticas que se seguiram à revolta <a href="/pt/content/news-brief/3498171-governo-filat-demitido-por-54-votos">foi demitido a 5 de março passado</a>, e o país é agora governado por um executivo interino.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 05 Apr 2013 12:53:30 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3635301</guid></item>
<item><title><![CDATA[Kosovo: “Governo adota o plano de regulamento Ashton para o Norte”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3602871-governo-adota-o-plano-de-regulamento-ashton-para-o-norte?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Pristina adotou, a 27 de março, o plano de oito pontos elaborado pela Alta Representante para as Relações Exteriores da UE, Catherine Ashton, para regulamentar a cooperação entre os municípios de maioria sérvia do Norte do Kosovo.</p></p>

<p><p>Apresentado por Ashton a 21 de março, <a href="/pt/content/news-brief/3537051-acordo-fechado-entre-belgrado-e-pristina">o plano fixa</a> as matérias e as condições em que esses municípios poderão exercer competências específicas, bem como as formas de cooperação entre eles para criarem uma associação.</p></p>

<p><p>O vice-primeiro-ministro sérvio Aleksandar Vučić classifica o plano como “inaceitável”. Ashton, no entanto, convidou-o a participar, ao lado do seu primeiro-ministro Ivica Dacić, na última ronda de negociações entre a Sérvia e o Kosovo, que deverá começar a 2 de abril, em Bruxelas.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 12:41:14 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3602871</guid></item>
<item><title><![CDATA[Síria: Um campo de treino para os islamitas europeus]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3587811-um-campo-de-treino-para-os-islamitas-europeus?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Com o desmantelamento da rebelião armada na Síria, há dois anos, acreditou-se que os islamitas europeus candidatos à <em>jihad</em> não fariam o percurso que os levaria a juntar-se à guerra santa. <a href="http://jyllands-posten.dk/indland/article5276659.ece">A fazer fé</a> no <em>Jyllands-Posten</em>, que titula a 25 março “Jovens membros de gangues vão fazer a guerra em nome do Islão”, já não sobram dúvidas a esse respeito. Segundo os serviços de informação dinamarqueses,</p></p>

<p><blockquote> <p>vários membros de gangues mais violentos de imigrantes de Copenhaga encontram-se atualmente na Síria onde se deslocaram para participar na <em>jihad</em>, facto que poderá contribuir para fazer crescer um fundamentalismo violento em criminosos inflexíveis. “Assiste-se a uma nova tendência. Estas pessoas já são tendencialmente violentas e, no regresso a casa, têm acesso a armas e a explosivos. É muito inquietante ver estabelecer-se esta ligação entre o meio islamita e o meio criminal”, afirmou […] o chefe do serviço de informação dinamarquês.</p></p>

<p></blockquote> <p>Os dinamarqueses estão preocupados e os belgas também não se sentem descansados: na Europa, a Bélgica terá passado a ser “o principal fornecedor” de jovens que se deslocam à Síria para participar na <em>jihad</em>, refere <em>De Morgen</em>. O jornal <a href="http://www.demorgen.be/dm/nl/989/Binnenland/article/detail/1602489/2013/03/25/Belgie-blijkt-topleverancier-Syrische-strijders.dhtml">cita</a> um especialista em terrorismo, segundo o qual “na Bélgica existe ainda um grande potencial de combatentes” que, “na sua maioria, vão ficar dececionados”:</p></p>

<p><blockquote> <p>Têm uma noção heroica e estão à espera de ser guerreiros, mas a maior parte deles nem sequer tem uma arma. São usados na construção de barricadas, nos postos de observação e até mesmo como “carne para canhão”.</p></p>

<p></blockquote> <p>Segundo <em>De Standaard</em>, a organização Sharia4Belgium, <a href="/pt/content/todays-front-pages/2140481-primeiras-paginas-de-hoje">oficialmente ilegalizada</a> no final de 2012, terá um importante papel no recrutamento de jovens <em>jihadistas</em> na Bélgica para os grupos de rebeldes na Síria.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 25 Mar 2013 15:39:19 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3587811</guid></item>
<item><title><![CDATA[Chipre: O salvador russo ganha tempo]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3578321-o-salvador-russo-ganha-tempo?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Nezavissimaïa Gazeta, Moscovo &ndash; Detentora de uma grande parte do dinheiro colocado na ilha e chamada, por Nicósia, a ajudar, a Rússia impõe condições. Está fora de questão que as suas empresas sejam taxadas ou que sofram com as perdas dos bancos cipriotas. E continua à espera de um gesto dos europeus. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3578321-o-salvador-russo-ganha-tempo?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 22 Mar 2013 17:47:14 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3578321</guid></item>
<item><title><![CDATA[Turquia: “Adeus às armas”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3575741-adeus-armas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A 21 de março, Abdullah Öcalan, o líder do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), <a href="/pt/content/cartoon/3572981-gesto-de-paz">apelou</a> ao seu movimento para que cesse a luta armada iniciada em 1984 e continue o combate pela autonomia do Curdistão (Sudeste da Turquia) no plano político.</p></p>

<p><p>Como Öcalan está preso na ilha de Imrali desde 1999, o seu apelo foi lido por um deputado curdo em Dyarbakir, a capital do Curdistão, por ocasião do “Nowroz”, o ano novo curdo.</p></p>

<p><p>A União Europeia, que “deu o seu pleno apoio e a sua ajuda financeira ao processo de pré-adesão da Turquia”, “saudou calorosamente um importante passo em frente”.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 22 Mar 2013 11:34:29 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3575741</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-EUA: A zona de comércio livre já não faz sonhar]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3571421-zona-de-comercio-livre-ja-nao-faz-sonhar?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O entusiasmo suscitado pelo <a href="/pt/content/article/3405201-apelo-contra-uma-nato-da-economia">anúncio</a> de que os Estados Unidos da América iam iniciar negociações com a União Europeia com vista à criação de uma zona de comércio livre "diminuiu de intensidade", escreve Mohamed A. El-Erian, numa análise <a href="http://www.lesechos.fr/opinions/chroniques/0202651588305-l-espoir-contrarie-d-un-accord-commercial-europe-etats-unis-551176.php">publicada pelo jornal <em>Les Echos</em></a>, cinco semanas depois do discurso de Barack Obama sobre o Estado da União, no qual defendeu esta cooperação.</p></p>

<p><p>"Este projeto ainda tem pela frente demasiados obstáculos", salienta o americano El-Erian, diretor executivo da maior gestora de fundos de obrigações do mundo. Enumera três desses obstáculos. O primeiro tem que ver com o modesto potencial económico da proposta:</p></p>

<p><blockquote> <p>Os acordos de comércio livre que prometem maiores benefícios são os estabelecidos entre economias que apresentam entraves pautais significativos, baixos volumes de trocas comerciais e baixo grau de sobreposição dos respetivos modelos de consumo e de produção. Não é esse o caso da União Europeia e dos Estados Unidos.</p></p>

<p></blockquote> <p>A segunda razão do provável fracasso relaciona-se com o ambiente que reina atualmente na UE e nos Estados Unidos:</p></p>

<p><blockquote> <p>A sequência aparentemente sem fim de dramas políticos súbitos torna extremamente difícil que tanto a Europa como os Estados Unidos tenham oportunidade de se concentrarem por muito tempo numa iniciativa estrutural. É difícil para a Europa realizar uma reflexão de longo prazo, quando o curto prazo é abalado pelo resultado das eleições italianas. […] Nos Estados Unidos, a perturbação assumiu a forma de um novo minidrama fiscal.</p></p>

<p></blockquote> <p>A terceira razão reside na</p></p>

<p><blockquote> <p>má situação do diálogo mundial, apesar de todos os belos discursos sobre os desafios globais e as responsabilidades partilhadas. A <a href="/pt/content/news-brief/3424811-g20-ataca-os-caminhos-da-evasao-fiscal">reunião do G-20 do mês passado</a> transformou-se, mais uma vez, numa nova cimeira dispendiosa, com falta de conteúdo e de acompanhamento suficientes. Em vez de catalisar a coordenação de políticas construtivas, incentivou, sem querer, a complacência.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 21 Mar 2013 14:28:59 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3571421</guid></item>
<item><title><![CDATA[Afeganistão: “Ameaçado de morte por ter ajudado os suecos” ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3570361-ameacado-de-morte-por-ter-ajudado-os-suecos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Governo recusa conceder asilo aos intérpretes afegãos que trabalharam para o exército sueco no Afeganistão, com o argumento de que todas as pessoas que pedem asilo devem ser tratadas da mesma maneira.</p></p>

<p><p>Estão em causa cerca de 30 pessoas. Quando os suecos começarem a retirar, a partir do mês de junho, essas pessoas arriscam-se a ter as suas vidas ameaçadas por terem ajudado o inimigo.</p></p>

<p><p>O chefe das forças armadas já manifestou claramente o seu apoio à concessão de asilo aos intérpretes, para demonstrar que a Suécia é um país humano.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 21 Mar 2013 11:57:39 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3570361</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-Síria: “Reino Unido e França: Temos de armar os rebeldes sírios”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3543531-reino-unido-e-franca-temos-de-armar-os-rebeldes-sirios?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Presidente francês François Hollande e o primeiro-ministro britânico David Cameron apelaram aos líderes da União Europeia que os apoiem no levantamento do embargo de armas à Síria.</p></p>

<p><p>Na <a href="/pt/content/news-brief/3539101-uma-terapia-de-grupo-para-os-paises-em-crise-de-crescimento">cimeira da UE em Bruxelas</a>, Hollande disse que a França não pode permitir por mais tempo que as pessoas sejam “massacradas por um regime que já mostrou que não quer um entendimento político”.</p></p>

<p><p>Acrescentou que Londres e Paris estão de acordo quanto à necessidade de pôr fim ao embargo, apesar da ideia, muito provavelmente, ter de enfrentar a oposição da Alemanha, escreve o jornal.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 15 Mar 2013 12:25:05 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3543531</guid></item>
<item><title><![CDATA[Diplomacia: O Reino Unido e a Argentina disputam as ilhas Malvinas]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3527871-o-reino-unido-e-argentina-disputam-ilhas-malvinas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Foi realizado um <a href="http://www.falklands.gov.fk/results-of-the-referendum-on-the-political-status-of-the-falkland-islands/">referendo</a> sobre o estatuto das Ilhas Falkland (Malvinas) no arquipélago do Atlântico Sul, constituído por 2900 habitantes, que revelou que 99,8 por cento dos habitantes das Malvinas querem que se mantenha a soberania britânica no território, em vez de pertencer à Argentina.</p></p>

<p><p>Este conflito sobre a soberania do pequeno arquipélago, localizado a 500 quilómetros da costa sudoeste da Argentina já dura há algum tempo e deu origem à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_das_Malvinas">guerra das Malvinas</a> entre o Reino Unido e o país da América do Sul em 1982.</p></p>

<p><p>Recentemente, a Argentina tem vindo a pressionar cada vez mais o Reino Unido para que este abandone os seus direitos sobre a ilha, que controla há mais de 150 anos. Para <a href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/southamerica/falklandislands/9923801/Falkland-Islanders-vote-Yes-in-referendum-to-remain-part-of-Britain.html">Neil Tweedie, redator do <em>Daily Telegraph</em></a>,</p></p>

<p><blockquote> <p>os resultados marcaram a posição [do primeiro-ministro britânico] David Cameron, que considerou que o referendo expressou claramente a vontade dos habitantes das Malvinas, e denegriram Cristina Fernandez de Kirchner, Presidente da Argentina, que declarou que este referendo não tem qualquer significado e é o fruto de uma “população implantada”. [...] Esta tem utilizado o conflito para distrair os seus compatriotas dos seus problemas económicos, tendo o país uma das maiores taxas de inflação no mundo, mas esta iniciativa política acabou por se virar fortemente contra ela.</p></p>

<p></blockquote> <p>No entanto, para o <a href="http://www.guardian.co.uk/media/greenslade/2013/mar/11/falklands-argentina">colunista Roy Greenslade do <em>Guardian</em></a>, que se exprimiu antes da divulgação dos resultados, “o referendo pode ser visto como um escrutínio manipulado”.</p></p>

<p><blockquote> <p>A resposta da Argentina, segundo a qual o referendo não passa de uma manobra publicitária insignificante, é sem dúvida correta (apesar de discordar da reclamação sobre o território de Buenos Aires). E será encarada assim em todo o mundo, incluindo nos Estados Unidos. [...] A melhor solução para a Argentina talvez seja persuadir 1700 dos seus cidadãos a imigrar para a ilha na esperança de o Reino Unido realizar um novo escrutínio dentro de sete anos.</p></p>

<p></blockquote> <p>Do lado argentino, o diário <em>Clarín</em> <a href="http://www.clarin.com/opinion/Malvinas-tercer-actor-ineludible-conflicto_0_881311927.html">realça</a> que o contexto internacional, “trinta anos após a guerra”, mudou:</p></p>

<p><blockquote> <p>O conflito deixou de ser bilateral e passou a ser regional. [...] Surgiu um terceiro ator, o diferendo já não está limitado a Buenos Aires e Londres. Este terceiro ator é a população do arquipélago, que se comporta de forma autónoma em relação ao Governo britânico, e que se exprimiu através da sua autoridade política.</p></p>

<p></blockquote> <p>No mesmo comprimento de onda, o jornal <em>La Nación</em> <a href="http://www.lanacion.com.ar/1562012-tapa-manda-la-identidad-pero-tambien-la-necesidad">considera</a> que, com este referendo,</p></p>

<p><blockquote> <p>cerca de 60% dos eleitores definiram uma identidade: os insulares das Malvinas. Quer estejam certos ou errados, pensam ter o poder de decisão sobre questões essenciais e que dizem precisamente respeito à vida da comunidade. Também acham que o melhor para eles é delegar as relações externas e a defesa. Preferem enganar-se assim, e continuar a viver da mesma forma.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 12 Mar 2013 17:57:35 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3527871</guid></item>
<item><title><![CDATA[Diplomacia: A beleza da pequena Europa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3470841-beleza-da-pequena-europa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[euobserver.com, Bruxelas &ndash; Desde a austeridade alemã ao referendo britânico sobre a sua adesão à UE, são sempre os grandes Estados que fazem as manchetes da política europeia. Mas o impacto que os Estados mais pequenos estão a ter na cena internacional tem vindo a superar todas as expectativas. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3470841-beleza-da-pequena-europa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 28 Feb 2013 13:47:45 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3470841</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-Ucrânia: O pau e a cenoura financeiras]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3464871-o-pau-e-cenoura-financeiras?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A União Europeia comprometeu-se a prestar um apoio financeiro de €610 milhões à Ucrânia, ao passo que Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, disse que Kiev tinha de demonstrar uma “ação determinada” numa série de áreas, incluindo uma reforma judicial até maio, para poder haver um acordo entre as duas partes antes do final do ano. Para conseguir ajuda financeira, a Ucrânia tem de assegurar igualmente o apoio do <a href="http://www.imf.org/external/index.htm">Fundo Monetário Internacional</a>.</p></p>

<p><p>O <a href="http://www.europeanvoice.com/article/2013/february/eu-gives-ukraine-until-may-/76505.aspx"><em>European Voice</em></a> considera que esta estratégia vai submeter a Ucrânia a uma “forte pressão para que acelere as reformas” e acrescenta que Kiev tem de resolver a questão da “justiça seletiva”, nomeadamente as condições em que quatro políticos, incluindo a antiga primeira-ministra <a href="/pt/content/news-brief/3252981-ue-continua-sem-conseguir-tirar-tymoshenko-da-prisao">Yulia Tymoshenko</a>, foram condenados a penas de prisão.</p></p>

<p><p>Um editorial publicado pelo <em>European Voice</em>, anterior à decisão da UE, <a href="/pt/content/cartoon/1887411-fora-de-jogo">instava Viktor Yanukovych</a>, Presidente da Ucrânia, a “mostrar à UE a seriedade em relação à reforma”, acrescentando que</p></p>

<p><blockquote> <p>a única opção viável de Yanukovych é proceder a uma enérgica reforma interna, de acordo com as orientações da Comissão Europeia, e ao reforçar tudo isto, mostrando as capacidades internacionais do país, [...] Yanukovych não pode esperar que os Estados-membros da UE apostem na Ucrânia se ele próprio não se mostra capaz de apostar numa reforma que, segundo afirma, é do interesse do próprio país.</p></p>

<p></blockquote> <p>Entretanto, <a href="http://wyborcza.pl/1,75968,13461912,Ukraina_ostatnich_dzwonkow.html#ixzz2M0ADV1Ra">o <em>Gazeta Wyborcza</em> insiste que</a> “chegou o momento histórico de Kiev escolher a viragem a Leste, onde Vladimir Putin está a tentar atrair o país com gás barato, ou […] a assinar um acordo de associação com a UE”. Segundo o diário de Varsóvia,</p></p>

<p><blockquote> <p>Kiev tem uma escolha difícil pela frente. [...] Seria preferível tirar proveito do preço mais baixo do gás e abrir o forte mercado russo e, ao mesmo tempo, ter acesso ao crédito e às tecnologias ocidentais. A não exigência de vistos para viajar pela Europa seria ainda um outro aspeto aliciante, caso isso acontecesse. Uma atitude muito pragmática, de facto.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 26 Feb 2013 17:51:04 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3464871</guid></item>
<item><title><![CDATA[Kosovo: Europa põe à prova o “nation building” ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3416541-europa-poe-prova-o-nation-building?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Le Monde, Paris &ndash; A antiga província sérvia comemora, em 17 de fevereiro, cinco anos de independência. No momento em que a missão civil da UE entra no seu último ano e em que as elites locais continuam a revelar-se corruptas, podemos perguntar-nos se a construção de um Estado de direito no Kosovo será uma realidade. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3416541-europa-poe-prova-o-nation-building?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 15 Feb 2013 17:11:59 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3416541</guid></item>
<item><title><![CDATA[Moldávia: “Crise política de Chișinău negligenciada em Bucareste. A Aliança para a Integração Europeia já não existe”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3415011-crise-politica-de-chi-inau-negligenciada-em-bucareste-alianca-para-integr?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A 14 de fevereiro, o primeiro-ministro moldavo Vlad Filat, do partido democrata-liberal, anunciou o abandono da Aliança para a Integração Europeia (no poder desde 2009), denunciando a corrupção que ali reina e a politização das altas funções do Estado.</p></p>

<p><p>No entanto, segundo a imprensa, o verdadeiro motivo da crise terá sido o acidente mortal de que é acusado o ex-procurador-geral [membro de um partido da coligação governamental] durante uma caçada em que participaram vários altos funcionários em dezembro de 2012.</p></p>

<p><p>A diplomacia romena não antecipou esta crise no país vizinho. Os ministros dos Negócios Estrangeiros sueco, polaco e britânico são esperados em Chișinău na próxima semana.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 15 Feb 2013 13:07:44 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3415011</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-África: Por que razão a Europa não deve perder influência]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3396991-por-que-razao-europa-nao-deve-perder-influencia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[NRC Handelsblad, Amesterdão &ndash; A pouco e pouco, os países europeus estão a ser expulsos de África pelos países emergentes, com a China à cabeça. Se a Europa ainda quer desempenhar um papel importante na região, será bom seguir o exemplo de Pequim e Brasília e fazer prevalecer os negócios sobre o seu sentimento de culpa. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3396991-por-que-razao-europa-nao-deve-perder-influencia?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 12 Feb 2013 13:27:45 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3396991</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-EUA: “Os Estados unidos do Ocidente”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3350521-os-estados-unidos-do-ocidente?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A criação de uma zona livre comércio transatlântica forneceria aos Estados Unidos e à Europa benefícios consideráveis, argumenta o chefe de redação do diário, Gabor Steingart.</p></p>

<p><p>O autor demonstra que uma associação de Estados fundada sobre os ideais e interesses comuns e que vive do comércio livre não rompe o desenvolvimento dos dois continentes, antes o consolida. <em>“Além do mais, isso enviaria um sinal aos países onde ainda prevalece um capitalismo de Estado, como a China”</em>, escreve Steingart.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 01 Feb 2013 11:44:51 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3350521</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha-Egito: “Merkel pede mais democracia a Morsi”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3343931-merkel-pede-mais-democracia-morsi?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Durant a primeira visita do Presidente egípcio à Alemanha, a 30 de janeiro, a chanceler Angela Merkel pediu-lhe que encetasse conversações com todas as forças políticas do país e zelasse pelo respeito pela liberdade de religião e pelos direitos humanos.</p></p>

<p><p>Mohamed Morsi afirmou que <em>"o Egito será um Estado de direito, nem de natureza militar nem de natureza teocrática"</em>. Teve de anular a etapa francesa da sua viagem e regressar ao Egito, abalado por novos episódios de violência há vários dias.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 31 Jan 2013 10:35:17 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3343931</guid></item>
<item><title><![CDATA[Guerra no Mali: ‘Tropas britânicas vão juntar-se aos franceses em missão no Mali’]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3334071-tropas-britanicas-vao-juntar-se-aos-franceses-em-missao-no-mali?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Reino Unido poderá enviar centenas de tropas para o Mali e países vizinhos da África Ocidental, como parte do esforço para apoiar a França <a href="/pt/content/news-brief/3286771-europa-envia-formadores">nas suas operações para libertar a sua antiga colónia de militantes islamitas</a>.</p></p>

<p><p>Downing Street disse que o Reino Unido está <em>“empenhado”</em> em fornecer mais ajuda militar a França, mas acrescentou que as suas tropas não vão entrar em combate. Forças militares do Reino Unido poderão ser enviadas para a Nigéria e Senegal para treinar tropas locais ou aumentar as operações de vigilância.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 29 Jan 2013 11:38:54 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3334071</guid></item>
<item><title><![CDATA[Guerra no Mali: Europa vai à guerra de olhos fechados]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3330351-europa-vai-guerra-de-olhos-fechados?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[La Repubblica, Roma &ndash; A Europa, prémio Nobel da Paz, está na verdade em guerra há cerca de 15 anos - dos Balcãs à Líbia, passando pelo Afeganistão, e atualmente no Sahel. Um intervencionismo marcado pela ausência de uma visão a longo prazo e de debates sobre o seu objetivo no seio dos Vinte Sete. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3330351-europa-vai-guerra-de-olhos-fechados?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 28 Jan 2013 17:16:36 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3330351</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-EUA: A Europa não interessa muito a Obama]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3303841-europa-nao-interessa-muito-obama?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“O que pode dar à Europa, senhor Presidente?”, <a href="http://www.rp.pl/artykul/9158,972493-Co-ty--Obamo--mozesz-dac-Europie-.html">pergunta o <em>Rzeczpospolita</em></a>, um dia depois da <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2013/01/21/us/politics/obama-inauguration-day.html?ref=politics">cerimónia de tomada de posse do Presidente Barack Obama</a> em Washington. O diário apressa-se a responder: muito pouco.</p></p>

<p><p>Para o líder dos EUA, a Europa é “cada vez menos importante”, refere o <em>Rzeczpospolita</em>. O Presidente norte-americano já anunciou um “pivot” para a região da Ásia e do Pacífico e “não há motivos para que se interesse de repente pelo Velho Continente”. Os EUA estão a transformar-se numa “superpotência poupada”, disposta a influenciar os assuntos mundiais “de um segundo plano”, como recentemente ficou demonstrado na Líbia, onde não tiveram uma intervenção direta, poupando assim nos gastos militares. “Nestas circunstâncias”, adianta o <em>Rzeczpospolita</em>,</p></p>

<p><blockquote> <p>não é fácil dizer o que a Europa pode esperar do segundo mandato de Barack Obama. De facto, alguém lhe deveria dizer que a Europa é tão importante como a Ásia. Que devia tirar ilações do fracasso da “retoma” com a Rússia e compreender finalmente quais são as necessidades de segurança da Europa Central e da Polónia. Será que alguma vez fará isso? Será que os líderes europeus vão ser capazes de fazer passar essa mensagem? Infelizmente, é pouco provável que consigam.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 22 Jan 2013 16:00:53 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3303841</guid></item>
<item><title><![CDATA[Guerra no Mali: “O Ocidente deixa a Argélia atuar”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3296221-o-ocidente-deixa-argelia-atuar?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os críticos iniciais contra <a href="/pt/content/news-brief/3286361-refens-desenlace-sangrento">a intervenção do exército argelino</a> para pôr fim à tomada de reféns em In Amenas “parecem ter ficado calados porque nenhum país está disposto a arriscar a sua relação com a Argélia por um punhado de reféns”, escreve o diário. Só o Japão criticou abertamente a Argélia. Mas, lembra o <em>Trouw</em>, a França utiliza o espaço aéreo argelino para fazer a guerra no Mali, Obama precisa de Argel na luta contra o terrorismo e, de uma maneira geral, a maior parte dos países de que eram originários os reféns têm grandes interesses no petróleo e no gás.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 21 Jan 2013 10:34:28 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3296221</guid></item>
<item><title><![CDATA[Guerra no Mali: A mão invisível da Europa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3288971-mao-invisivel-da-europa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[La Tribune, Paris &ndash; Uma semana após o lançamento das operações contra os islamitas que controlam o Norte do Mali, as tropas francesas continuam a ser as únicas forças ocidentais no terreno. Mas os Vinte e Sete, que renunciaram a uma capacidade militar comum, estão presentes mais discretamente, noutras frentes. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3288971-mao-invisivel-da-europa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 18 Jan 2013 17:32:52 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3288971</guid></item>
<item><title><![CDATA[Guerra no Mali: “Europa envia formadores”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3286771-europa-envia-formadores?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE decidiram, na quinta-feira, enviar 250 formadores para o Mali para apoiarem as tropas africanas que <a href="/pt/content/article/3277381-guerra-poe-prova-europa-da-defesa">combatem os grupos jiadistas</a>. Os Estados europeus também querem fornecer apoio logístico e financeiro aos 3500 soldados africanos da <a href="http://news.ecowas.int/presseshow.php?nb=006&amp;lang=fr&amp;annee=2013">CEDEAO</a>, cuja data de chegada ainda não está decidida.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 18 Jan 2013 11:17:31 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3286771</guid></item>
<item><title><![CDATA[Guerra no Mali: “Britânicos morrem durante resgate mal feito”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3286391-britanicos-morrem-durante-resgate-mal-feito?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Mais de 34 pessoas – entre as quais vários britânicos – foram mortas durante um assalto lançado pelo exército argelino contra os sequestradores da Al-Qaeda que fizeram [dezenas de reféns entre os funcionários] (3280351) de uma exploração de gás em In Amenas, no Sul da Argélia. O primeiro-ministro britânico David Cameron decidiu adiar o seu discurso sobre <a href="/pt/content/article/3283771-europa-perplexa-perante-relutancia-britanica">o futuro europeu do Reino Unido, previsto para sexta-feira</a>, para se dedicar à crise dos reféns.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 18 Jan 2013 10:53:46 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3286391</guid></item>
<item><title><![CDATA[Guerra no Mali: “Reféns: desenlace sangrento”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3286361-refens-desenlace-sangrento?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Várias pessoas – não foi comunicado nenhum número oficial – foram mortas na quinta-feira, durante o assalto das forças especiais argelinas contra os jiadistas que tinham feito reféns várias dezenas de funcionários <a href="/pt/content/news-brief/3280661-islamitas-respondem-na-argelia">da exploração de gás de In Amenas</a>. Os combates continuaram durante a noite de quinta para sexta-feira.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 18 Jan 2013 10:44:04 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3286361</guid></item>
<item><title><![CDATA[Mali: A aposta necessária mas arriscada da França]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/3266891-aposta-necessaria-mas-arriscada-da-franca?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Sob o mandato da ONU, <a href="/pt/content/news-brief/3264601-razoes-de-uma-guerra">as forças francesas levam a cabo bombardeamentos aéreos</a> com o apoio logístico dos britânicos em apoio das tropas do Mali contra o Movimento Nacional de Libertação do Azawad, que luta pela independência das províncias de Gao, Tombuctu e Kidal, e os salafitas de Ansar Dine, e que pretendem instaurar um regime islamita nessa parte do Mali.</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/Liberation-14012013-100_0.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>"François Hollande pode felicitar-se por ter travado os talibãs das areias", comenta o <em>Libération</em>, que, no entanto, se interroga sobre o que se seguirá à operação "Serval":</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/Monde-14012012-100_0.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>Perante o avanço dos islamitas, o Presidente francês, François Hollande, optou pelo "mal menor", considera <em>Le Monde</em>. Porque</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/suddeutsche-zeitung-100_5.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>Ao intervir no Mali, "François Hollande correu um risco", considera o <em>Süddeutsche Zeitung</em>. Segundo este diário de Munique, trata-se, porém, de um risco que não devemos deixá-lo assumir sozinho:</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/taz-logo_0.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>"O problema da intervenção francesa é ser francesa", escreve por seu turno o <em>Tageszeitung</em>. Este diário alternativo de Berlim desaprova o "colonialismo de esquerda" e salienta que</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/Independent-14012012-100.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>Além disso, adverte <em>The Independent</em>, a intervenção no Mali irá reforçar o discurso radical dos islamitas sobre mais um ataque do Ocidente contra o Islão. Para o cronista Owen Jones,</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-adevarul.png" alt="" style="display:block;" /><p><p>Em Bucareste, o <em>Adevărul</em> mostra-se preocupado com as "fortes consequências da operação ‘Serval’ sobre um território imenso em África" e, também, com "a segurança da UE e dos seus cidadãos, no interior e no exterior do espaço comunitário". Apesar disso, refere este diário, a intervenção era necessária, devido ao aumento sem precedentes do número de células islâmicas […] a Norte e a Sul do Saara. Contudo, acrescenta,</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/european-voice.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>"Agora, a questão é saber se e como irá a UE mobilizar-se", acrescenta o <em>European Voice</em>. Este semanário com sede em Bruxelas coloca a questão da defesa europeia e pergunta:</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 14 Jan 2013 16:36:56 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3266891</guid></item>
<item><title><![CDATA[Droga: “Mulas” europeias de pó branco peruano]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3253301-mulas-europeias-de-po-branco-peruano?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Le Figaro, Paris &ndash; Duramente atingidos pela crise, Roberta, avó espanhola, e Jeremy, padeiro francês, responderam às sereias tentadoras do dinheiro fácil. A sua missão era passar cocaína no Peru. Vegetam hoje, numa prisão de Lima. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3253301-mulas-europeias-de-po-branco-peruano?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 11 Jan 2013 13:37:14 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3253301</guid></item>
<item><title><![CDATA[Ucrânia: UE continua sem conseguir tirar Tymoshenko da prisão]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3252981-ue-continua-sem-conseguir-tirar-tymoshenko-da-prisao?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Após vários meses de conversações, os <a href="http://www.europarl.europa.eu/the-president/en/press/press_release_speeches/press_release/2012/2012-june/press_release-2012-june-3.html">enviados especiais do Parlamento Europeu</a>, o antigo presidente do Parlamento Europeu Pat Cox e o antigo Presidente polaco Aleksander Kwaśniewski, não conseguiram fazer com que Yulia Tymoshenko fosse libertada da prisão. Mas a Europa deverá continuar a pressionar o Presidente ucraniano Viktor Yanukovych para que a liberte, <a href="http://wyborcza.pl/1,75968,13171365,Do_Ukrainy_trzeba_miec_nerwy.html">diz o comentador do jornal <em>Gazeta Wyborcza</em>, Wacław Radziwinowicz</a>, apesar de os dois homens não terem conseguido fazer grande coisa pela antiga primeira-ministra ucraniana, que foi <a href="/pt/content/news-brief/1048141-tymoshenko-condenada-yanukovych-sob-pressao">condenada a sete anos de prisão, em outubro de 2011</a>. Radziwinowicz escreve que,</p></p>

<p><blockquote> <p>a Europa está a seguir de perto a sorte da “princesa da revolução Laranja” e persistente e cuidadosamente tem pedido para ela um tratamento justo. Isto dá garantias de segurança a Tymoshenko. Yanukovych, consciente de que Bruxelas o observa de perto, não dará ouvidos aos seus conselheiros que gostariam “de torcer o pescoço à bruxa”.</p></p>

<p></blockquote> <p>Mas o que aqui está em jogo não é apenas o futuro de Tymoshenko mas também o lugar da Ucrânia na Europa, escreve o colunista do diário. Ainda para mais, à luz das recentes tentativas de Moscovo para puxar novamente Kiev para a sua esfera de influência. No entanto, Yanukovych</p></p>

<p><blockquote> <p>não pode continuar a oscilar para sempre entre o Leste e o Oeste. Quanto mais Moscovo o pressiona, mais vontade ele terá de ouvir os enviados do Parlamento Europeu falarem-lhe com toda a paciência e ele acabará por perceber que se a Ucrânia fizer as reformas necessárias, encontrará o seu lugar na Europa, onde existe vontade de entenderem o país.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 10 Jan 2013 16:47:06 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3252981</guid></item>
<item><title><![CDATA[Portugal: Visto dourado para entrar na Europa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3246231-visto-dourado-para-entrar-na-europa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Die Zeit, Hamburgo &ndash; Fortemente afetado pela crise, Portugal volta-se para os investidores ricos das suas antigas colónias. Quem investir no país tem fortes hipóteses de conseguir um visto – e o acesso ao resto da Europa. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3246231-visto-dourado-para-entrar-na-europa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 09 Jan 2013 13:26:46 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3246231</guid></item>
<item><title><![CDATA[Prémio Nobel da Paz: Uma distinção demasiado indulgente]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3130141-uma-distincao-demasiado-indulgente?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Slate Afrique, Paris &ndash; De facto, a ideia de organização europeia merece ser distinguida. Mas não era à UE de hoje, que vende armas e cria desempregados, que o Comité do Nobel devia ter concedido o prémio, considera um jornalista argelino-tunisino. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3130141-uma-distincao-demasiado-indulgente?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 10 Dec 2012 09:15:07 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3130141</guid></item>
<item><title><![CDATA[Prémio Nobel: Mais um esforço para garantir a paz]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3128231-mais-um-esforco-para-garantir-paz?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Volkskrant, Amesterdão &ndash; A 10 de dezembro, a União Europeia será distinguida por sessenta anos de uma construção política que a preserva de conflitos. Mas este estatuto poderá ser colocado em causa pela crise e a desilusão provocada por esta, alerta o historiador Dirk-Jan van Baar. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3128231-mais-um-esforco-para-garantir-paz?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 07 Dec 2012 13:49:29 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3128231</guid></item>
<item><title><![CDATA[Prémio Nobel da Paz: Checos e eslovacos não vão a Oslo]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3107821-checos-e-eslovacos-nao-vao-oslo?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Tanto o Presidente checo V&aacute;clav Klaus, como o primeiro-ministro Petr Nečas n&atilde;o assistir&atilde;o &agrave; cerim&oacute;nia do Pr&eacute;mio Nobel que decorrer&aacute; em Oslo, no dia 10 de dezembro, quando a UE receber o pr&eacute;mio da Paz por promover a democracia e os direitos humanos ao longo de seis d&eacute;cadas. Klaus, um famoso cr&iacute;tico da UE, que recentemente qualificou a decis&atilde;o do Comit&eacute; como &ldquo;uma anedota tr&aacute;gica&rdquo;, n&atilde;o justificou a sua aus&ecirc;ncia, <a href="http://epaper.mfdnes.cz/elektronicke-predplatne/aktualni-cislo">escreve o <em>Mlada Fronta Dnes</em></a>, e Nečas anunciou que j&aacute; tinha &ldquo;compromissos&rdquo;. Apenas o ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros e candidato &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de janeiro, Karel Schwarzenberg &ldquo;mostrou interesse em estar presente, mas ningu&eacute;m o convidou&rdquo;. O facto de nenhuma personalidade influente da Rep&uacute;blica Checa estar presente na cerim&oacute;nia de Oslo n&atilde;o causa qualquer problema, afirma o di&aacute;rio.</p></p>

<p><blockquote> <p>Dificilmente algu&eacute;m dar&aacute; pela sua falta e Bruxelas poupar&aacute; dinheiro <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6zxtYhKkkF0">ao n&atilde;o ter de vigiar pequenos objetos</a> [refer&ecirc;ncia a uma visita do Presidente Klaus ao Chile durante a qual ele colocou uma caneta no bolso]. Nem valeria a pena falar do assunto, n&atilde;o fosse isto s&iacute;mbolo de uma rela&ccedil;&atilde;o confusa e defetiva do nosso pa&iacute;s com a UE. [&hellip;] Sem a UE, a exist&ecirc;ncia atual da Rep&uacute;blica Checa, assim como da Europa Central, seria t&atilde;o prec&aacute;ria como no passado.</p></p>

<p></blockquote> <p>Segundo o di&aacute;rio, a atribui&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;mio &agrave; UE &eacute; um erro, apenas porque &ldquo;os pais fundadores da Uni&atilde;o &ndash; nomeadamente Adenauer, Churchill, Schumann ou Spinelli &ndash; deveriam ter sido distinguidos quando ainda estavam vivos&rdquo;.</p></p>

<p><p><a href="http://www.lidovky.cz/petracek-radeji-kritiku-nez-bojkot-dtv/ln_nazory.asp?c=A121203_102122_ln_nazory_pef">Por sua vez, o <em>Lidov&eacute; Noviny</em>, apela</a> a uma &ldquo;cr&iacute;tica e n&atilde;o a um boicote&rdquo;. O di&aacute;rio admite que a UE &ldquo;pode n&atilde;o ser a melhor escolha&rdquo;, mas considera melhor fazer cr&iacute;ticas espec&iacute;ficas &agrave; pol&iacute;tica da UE, do que exprimir a sua insatisfa&ccedil;&atilde;o boicotando simplesmente toda a cerim&oacute;nia.</p>

<p>No entanto, n&atilde;o s&atilde;o apenas os euroc&eacute;ticos da Rep&uacute;blica Checa e do Reino Unido a menosprezar as festividades, a Eslov&aacute;quia tamb&eacute;m partilha a mesma posi&ccedil;&atilde;o, <a href="http://www.sme.sk/c/6624252/fico-si-po-nobelovku-nepojde-ma-akutnejsie-problemy.html">acrescenta o <em>SME</em></a>. O di&aacute;rio de Bratislava explica que devido a &ldquo;graves problemas&rdquo; que exigem a sua aten&ccedil;&atilde;o imediata no pa&iacute;s, o primeiro-ministro eslovaco Robert &ldquo;Fico n&atilde;o poder&aacute; assistir &agrave; cerim&oacute;nia do Pr&eacute;mio Nobel&rdquo;. Assim como o Presidente Ga&scaron;parovič, que dever&aacute; deslocar-se at&eacute; Praga para se despedir de Klaus, cujo mandato acaba brevemente.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 03 Dec 2012 16:44:21 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3107821</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-Médio Oriente: A Europa é um mero espetador]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3094231-europa-e-um-mero-espetador?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[El País, Madrid &ndash; Incapazes, mais uma vez, de adotarem uma posição comum sobre uma questão de política externa, os países europeus deverão votar de maneiras diferentes na ONU sobre o estatuto de Estado observador para a Palestina. No entanto, já houve tempos em que os europeus pretenderam ter um papel essencial a desempenhar no processo de paz. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3094231-europa-e-um-mero-espetador?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 29 Nov 2012 17:09:38 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3094231</guid></item>
<item><title><![CDATA[China: O vigésimo oitavo Estado-membro]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3008251-o-vigesimo-oitavo-estado-membro?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A UE tem um &ldquo;membro secreto&rdquo;: a China. De facto, <a href="http://www.welt.de/print/die_welt/wirtschaft/article110769880/Das-heimliche-EU-Mitglied.html">segundo <em>Die Welt</em></a>, o &ldquo;mais importante parceiro comercial da UE a seguir aos Estados Unidos&rdquo; aposta cada vez mais, para grande frustra&ccedil;&atilde;o de Bruxelas, nas suas rela&ccedil;&otilde;es bilaterais com os Vinte e Sete.</p>

<p>Portanto, no in&iacute;cio de setembro, o Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros chin&ecirc;s convidou 16 pa&iacute;ses da Europa central e oriental para uma &ldquo;Confer&ecirc;ncia europeia&rdquo; em Pequim, para celebrar a cria&ccedil;&atilde;o de uma nova associa&ccedil;&atilde;o entre os Estados da Europa central e oriental, denominada &ldquo;<a href="http://www.chinadaily.com.cn/china/2012wven/2012-04/26/content_15153500.htm">CEE</a>&rdquo; pelo jornal. Esta, que se atribuiu recentemente um secretariado, &eacute; composta por 16 pa&iacute;ses, entre os quais dez s&atilde;o membros da UE. Mas enquanto os pa&iacute;ses da Alb&acirc;nia at&eacute; &agrave; Pol&oacute;nia puderam enviar os seus embaixadores, o da UE, nem sequer foi convidado.</p></p>

<p><blockquote> <p>Os representantes de Bruxelas est&atilde;o preocupados: a not&iacute;cia parece revelar o princ&iacute;pio &ldquo;dividir para melhor reinar&rdquo; na pol&iacute;tica chinesa face &agrave; UE.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p2">E enquanto Bruxelas mantiver a mesma posi&ccedil;&atilde;o em quest&otilde;es consideradas importantes para a China, como a aceita&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s na economia de mercado ou o abandono do embargo &agrave;s vendas de armamento, Pequim continuar&aacute; a desenvolver de forma subtil rela&ccedil;&otilde;es de depend&ecirc;ncia com certos Estados europeus, explica ao di&aacute;rio de Berlim o polit&oacute;logo Jonas Parello-Plesner. Por exemplo, com a Gr&eacute;cia, onde a China alugou uma parte do <a href="/pt/content/article/2881541-chineses-ressuscitam-o-pireu">porto do Pireu</a>, com a Hungria, a quem a China concedeu um &ldquo;empr&eacute;stimo especial&rdquo; de mil milh&otilde;es de euros.</p>

<p>E embora os diplomatas chineses afirmem querer &ldquo;refor&ccedil;ar as rela&ccedil;&otilde;es com a UE&rdquo; atrav&eacute;s desta coopera&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica, <em>Die Welt</em> adianta que Bruxelas continua c&eacute;tica:</p></p>

<p><blockquote> <p class="p2">Os seus representantes querem ver se Pequim tenta transformar os pa&iacute;ses da CEE num l&oacute;bi atrav&eacute;s das suas alavancas econ&oacute;micas.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 08 Nov 2012 15:31:09 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3008251</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-Estados Unidos: A América olha para outro lado, aproveitemos]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2998901-america-olha-para-outro-lado-aproveitemos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Libération, Paris &ndash; Qualquer que seja o locatário da Casa Branca nos próximos quatro anos, a Europa tem de aceitar um facto: já não é uma prioridade estratégica para os Estados Unidos. Portanto, a Europa deve reforçar a sua defesa comum e conduzir uma diplomacia decidida relativamente à Rússia e ao Mediterrâneo, garante um editorialista francês. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2998901-america-olha-para-outro-lado-aproveitemos?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 06 Nov 2012 17:08:53 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2998901</guid></item>
<item><title><![CDATA[História: Síndrome jugoslavo ameaça a Europa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2873611-sindrome-jugoslavo-ameaca-europa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Volkskrant, Amesterdão &ndash; O Norte ganha o dinheiro e o Sul gasta-o: na zona euro soam hoje as mesmas queixas que se ouviam, há 25 anos, na extinta Jugoslávia pluriétnica. Os líderes europeus deviam ter a sensatez de pensar no assunto. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2873611-sindrome-jugoslavo-ameaca-europa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 15 Oct 2012 12:59:09 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2873611</guid></item>
<item><title><![CDATA[Rússia: Domodedovo, a cidade que gostaria de pertencer à UE]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2838881-domodedovo-cidade-que-gostaria-de-pertencer-ue?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os cerca de 100 mil habitantes de Domodedovo, uma cidade ao sul da capital russa, onde se encontra o futuro maior aeroporto internacional do pa&iacute;s, &ldquo;decidiram separar-se da Federa&ccedil;&atilde;o Russa e fazer parte da Europa pelo que pediram ao Presidente russo Vladimir Putin que reconhecesse a nova Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica da Rus&rdquo; (RDR),<a href="http://www.kommersant.ru/doc/2025076"> refere o <em>Dengi</em></a>. &ldquo;Ir&aacute; a cidade da regi&atilde;o de Moscovo conseguir integrar a UE?&rdquo;, interroga-se a revista do di&aacute;rio econ&oacute;mico e financeiro <a href="/pt/content/source-profile/356291-kommersant"><em>Kommersant</em></a>, que acrescenta que a <a href="http://eng.rusadvocat.com/node/126">Associa&ccedil;&atilde;o dos Juristas Russos pelos Direitos do Homem (Rlahr)</a>, o grupo que est&aacute; na origem desta iniciativa, pediu no in&iacute;cio de outubro &agrave; Uni&atilde;o Europeia que reconhecesse a RDR.</p>

<p>Na origem deste contencioso est&aacute; a recusa das autoridades russas de reconhecerem o resultado do referendo de 2007 pelo qual 98% dos habitantes de Domodedovo rejeitaram a constru&ccedil;&atilde;o de uma autoestrada com portagem no territ&oacute;rio do munic&iacute;pio. A constru&ccedil;&atilde;o da autoestrada, que liga Moscovo a S&oacute;chi (no Mar Negro), onde se v&atilde;o desenrolar os Jogos Ol&iacute;mpicos de inverno de 2014, come&ccedil;ou em 2009. Da&iacute; a manchete do <em>Dengi</em>, &ldquo;Separatismo de autoestrada&rdquo;. &ldquo;Os habitantes de Domodedovo passaram a ser estrangeiros no seu pr&oacute;prio territ&oacute;rio&rdquo;, afirma a Rlahr. Esta associa&ccedil;&atilde;o denuncia em particular o projeto da m&aacute;fia do Azerbaij&atilde;o: &ldquo;Um dos maiores promotores ativos em Domodedovo tem liga&ccedil;&otilde;es &agrave; fam&iacute;lia do Presidente do Azerbaij&atilde;o, Ilham Aliev&rdquo;, explica com efeito o <em>Dengi</em>. Os opositores do projeto acusam igualmente &ldquo;os oligarcas e as autoridades corruptas&rdquo; de &ldquo;cobrar aos habitantes um imposto pela utiliza&ccedil;&atilde;o das estradas e da &aacute;gua, pela colheita de bagas e cogumelos nos bosques e por comprarem as propriedades todas de Domodedovo&rdquo;.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:26:12 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2838881</guid></item>
<item><title><![CDATA[G20: Europa em crise leva sermão]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2206191-europa-em-crise-leva-sermao?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A euforia na Europa devido aos resultados das elei&ccedil;&otilde;es gregas, que viu o partido favor&aacute;vel ao memorando de entendimento com o FMI, o BCE e a UE ganhar no dia 17 de junho, desvaneceu rapidamente: acabados de chegar a Los Cabos, no M&eacute;xico, para o G20, os dirigentes europeus foram incitados pelos seus parceiros, e em particular pelos Estados Unidos e os pa&iacute;ses emergentes, a agir rapidamente para reprimir a crise que abala a zona euro e relan&ccedil;ar a economia.</p>

<p>&ldquo;A maioria dessas cr&iacute;ticas s&atilde;o convites, ligeiramente disfar&ccedil;ados, para liberalizar o modelo europeu&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.liberation.fr/economie/2012/06/19/l-ue-sait-qu-elle-deplait-a-los-cabos_827388">observa</a> em Paris o <em>Lib&eacute;ration</em>, para quem</p></p>

<p><blockquote> <p class="p2">O modelo social europeu repousa sobre um compromisso social. No entanto, esta ideia est&aacute; a tornar-se uma minoria a n&iacute;vel mundial. Por isso, n&atilde;o &eacute; por acaso que Jos&eacute; Manuel Barroso, o presidente da Comiss&atilde;o, e Herman Van Rompuy, o presidente do Conselho Europeu, se anteciparam, convocando uma confer&ecirc;ncia de imprensa logo ap&oacute;s a abertura oficial do G20.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p2">&ldquo;A Europa n&atilde;o recebe li&ccedil;&otilde;es de ningu&eacute;m&rdquo; afirmaram em coro nesta ocasi&atilde;o, mostrando assim que n&atilde;o pretende ficar de bra&ccedil;os cruzados, <a target="_self" href="http://www.standaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=DMF20120618_00189642&amp;word=g20">constata</a> <em>De Standaard</em>. O di&aacute;rio de Bruxelas <a target="_self" href="http://www.standaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=DMF20120619_097&amp;word=g20">acrescenta</a> que Barroso foi muito severo com os pa&iacute;ses que criticaram as medidas adotadas pela Europa para resolver a crise: &ldquo;N&atilde;o viemos aqui para receber li&ccedil;&otilde;es de democracia&rdquo;.</p>

<p>&ldquo;Os europeus n&atilde;o toleram que se lhes d&ecirc; li&ccedil;&otilde;es&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.zeit.de/politik/ausland/2012-06/g20-mexiko-europa-kritik">ecoa</a> o seman&aacute;rio alem&atilde;o <em>Die Zeit</em>, resumindo a posi&ccedil;&atilde;o de Angela Merkel e Barroso no G20. Os europeus recusam a cr&iacute;tica quanto &agrave; sua gest&atilde;o da crise e insistem na necessidade de tornar a UE mais democr&aacute;tica atrav&eacute;s de uma integra&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;ada, adianta o seman&aacute;rio de Hamburgo:</p></p>

<p><blockquote> <p class="p2">Numa discuss&atilde;o entre Merkel e o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ambos concordaram na urg&ecirc;ncia de promover a integra&ccedil;&atilde;o europeia. [&hellip;] Barroso quer adaptar as estruturas financeiras da Uni&atilde;o, o que implica as tais euro-obriga&ccedil;&otilde;es que Merkel sempre recusou, mas, disse ele, &ldquo;somente quando se atingir uma maior integra&ccedil;&atilde;o financeira e pol&iacute;tica&rdquo;.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p2">Do lado dos pa&iacute;ses emergentes, assimila-se a crise financeira europeia e a atitude dos dirigentes europeus a &ldquo;uma crise de lideran&ccedil;a&rdquo;, como <a target="_self" href="http://www.indianexpress.com/news/a-crisis-of-leadership/963154/0">real&ccedil;a</a> o <em>Indian Express</em>. Segundo o di&aacute;rio de Nova Deli,</p></p>

<p><blockquote> <p class="p2">apesar da sua incapacidade de agir a tempo, com compet&ecirc;ncia e autoridade, a UE continuar&aacute; a procurar uma solu&ccedil;&atilde;o para os seus problemas econ&oacute;micos atuais no seio do seu pr&oacute;prio quadro. Mas deve colocar as coisas na ordem certa. A iniciativa da semana passada de criar uma uni&atilde;o banc&aacute;ria equivale a p&ocirc;r o carro &agrave; frente dos bois. Sem uma uni&atilde;o fiscal e uma estrat&eacute;gia europeia de resgate, ningu&eacute;m estar&aacute; interessado nesta uni&atilde;o banc&aacute;ria. O desafio para a UE &eacute; encontrar o seu &ldquo;Ambdedkar&rdquo; [pai da Constitui&ccedil;&atilde;o indiana]. Esta precisa de uma Constitui&ccedil;&atilde;o que permita aos seus dirigentes propor solu&ccedil;&otilde;es a n&iacute;vel continental para um problema que afeta toda a Europa. Precisa tanto de uma unidade emocional, como de uma nova estrat&eacute;gia para gerar empregos competitivos a n&iacute;vel mundial. Se isto parece um desafio insuper&aacute;vel, a UE pode sempre optar pela solu&ccedil;&atilde;o preferida de muitos brit&acirc;nicos: um mercado &uacute;nico normal, como a zona de com&eacute;rcio livre do sudoeste Asi&aacute;tico. Um mercado &uacute;nico com diversas moedas e Estados-membros soberanos.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 19 Jun 2012 16:44:01 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2206191</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-Estados Unidos: Como o termo “europeu” passou a ser um insulto em Washington]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2129161-como-o-termo-europeu-passou-ser-um-insulto-em-washington?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;A economia afasta as duas margens do Atl&acirc;ntico&rdquo;: &eacute; assim que <em>La Stampa</em> <a target="_self" href="http://lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=10196">resume</a> as consequ&ecirc;ncias das recentes declara&ccedil;&otilde;es de Barack Obama, segundo as quais as fracas perspetivas de crescimento dos EUA ficam a dever-se &agrave; m&aacute; gest&atilde;o da crise da zona euro. &ldquo;H&aacute; causas fortuitas e causas mais de longo prazo na press&atilde;o cada vez maior com que o Presidente Obama insta os europeus a reagirem&rdquo;, comenta o di&aacute;rio de Turim. As primeiras est&atilde;o relacionadas com as presidenciais de novembro nos EUA: no momento em que, com a nomea&ccedil;&atilde;o de Mitt Romney para candidato republicano, a campanha chega ao auge, o termo &ldquo;Europa&rdquo; passou a ser um insulto utilizado pelos candidatos para desacreditar o advers&aacute;rio, <a target="_self" href="http://lastampa.it/cmstp/rubriche/girata.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=10195&amp;ID_sezione=&amp;sezione=">nota</a> <em>La Stampa</em>.</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p dir="ltr">No in&iacute;cio da campanha presidencial, eram os Republicanos que utilizavam a Europa para assustar os eleitores e atingir Obama [&hellip;]. Agora, os pap&eacute;is inverteram-se e os Democratas acusam os advers&aacute;rios de &ldquo;ser como os europeus&rdquo;, porque os Republicanos prop&otilde;em a mesma austeridade teut&oacute;nica que condena a zona euro &agrave; recess&atilde;o e ao desemprego.</p></p>

<p></blockquote> <p dir="ltr"> </p></p>

<p><p dir="ltr">As segundas dizem respeito &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es transatl&acirc;nticas, em particular com Berlim:</p></p>

<p><p dir="ltr"> </p></p>

<p><blockquote> <p dir="ltr">Durante anos, Washington viu na Alemanha o seu mais fiel aliado. [&hellip;] No final desse per&iacute;odo, tinham passado mais de 20 anos. E aquilo que a guerra do Iraque e do Afeganist&atilde;o n&atilde;o conseguiram fazer  &ndash;  enfraquecer a alian&ccedil;a  &ndash;  verifica-se hoje em dia por causa da crise e de uma Alemanha talvez pouco audaciosa para prosseguir conscientemente um &ldquo;grande des&iacute;gnio&rdquo;, mas demasiado &ldquo;teimosa&rdquo; para comprometer as bases da alian&ccedil;a ocidental.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 06 Jun 2012 16:26:49 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2129161</guid></item>
<item><title><![CDATA[Diplomacia: Berlim e Paris divididos quanto à Síria]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2094041-berlim-e-paris-divididos-quanto-siria?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>As propostas de Fran&ccedil;ois Hollande &ndash; que declarou n&atilde;o rejeitar uma interven&ccedil;&atilde;o militar na S&iacute;ria &ndash; e a rea&ccedil;&atilde;o hostil na Alemanha mostram claramente que numa altura em que Paris evoca uma interven&ccedil;&atilde;o na S&iacute;ria, Berlim prefere fechar os olhos, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/debatte-um-militaerintervention-in-syrien-von-furcht-getrieben-1.1370481">estima o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>, alargando assim um pouco mais o fosso que se est&aacute; abrir entre as duas capitais:</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p>Se ainda era necess&aacute;ria uma prova de que a Alemanha e a Fran&ccedil;a n&atilde;o est&atilde;o somente divididas relativamente &agrave; moeda &uacute;nica, Fran&ccedil;ois Hollande tratou de a apresentar. [&hellip;] Ou o novo Presidente franc&ecirc;s &eacute; muito ing&eacute;nuo, ou muito calculista. &Eacute; ing&eacute;nuo quando acredita realmente que pode persuadir Vladimir Putin [o Presidente russo estar&aacute; de visita a Paris no dia 1 de junho]. &Eacute; calculista, porque para ele se trata de um efeito tempor&aacute;rio antes das elei&ccedil;&otilde;es legislativas em Fran&ccedil;a [nos dias 10 e 17 de junho]. No entanto, seria injusto acusar o governo federal de inatividade. No Conselho de Seguran&ccedil;a das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, a Alemanha &eacute; um dos pa&iacute;ses que, desde h&aacute; um ano, choca com o muro de defesa erguido pela China e a R&uacute;ssia &agrave; volta do regime s&iacute;rio.</p>

<p>O ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, Guido Westerwelle, segue uma pol&iacute;tica que visa afastar o ditador Bashar Al-Assad do pa&iacute;s atrav&eacute;s de press&otilde;es diplom&aacute;ticas e san&ccedil;&otilde;es. As Na&ccedil;&otilde;es Unidas s&atilde;o respons&aacute;veis pela prote&ccedil;&atilde;o do povo s&iacute;rio. O que n&atilde;o implica for&ccedil;osamente a op&ccedil;&atilde;o militar. Enquanto, por um lado, os franceses escolhem, talvez demasiado cedo, a via militar, os alem&atilde;es habituaram-se a fechar os olhos. S&atilde;o capazes de falar detalhadamente de todas as consequ&ecirc;ncias de uma interven&ccedil;&atilde;o violenta, sem nunca mencionar as consequ&ecirc;ncias de uma n&atilde;o-interven&ccedil;&atilde;o.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 31 May 2012 16:06:43 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2094041</guid></item>
<item><title><![CDATA[Diplomacia: UE pode nomear representante para os Direitos do Homem]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1599071-ue-pode-nomear-representante-para-os-direitos-do-homem?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;UE quer refor&ccedil;ar o combate pelos seus valores&rdquo;, <a target="_self" href="http://jp.dk/udland/europa/article2717917.ece">anuncia o <em>Jyllands-Posten</em></a>. Reunidos em Copenhaga, a 9 de mar&ccedil;o, os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros dever&atilde;o discutir uma proposta dinamarquesa e alem&atilde; para nomea&ccedil;&atilde;o de um representante especial para os Direitos do Homem. Esta proposta, explica o di&aacute;rio de Aarhus, aparece</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p>numa altura em que, desde h&aacute; v&aacute;rios anos, a UE perdeu a sua influ&ecirc;ncia na ONU e, especialmente, no Conselho dos Direitos do Homem, onde antes o Ocidente se sentia como na sua pr&oacute;pria casa. Ent&atilde;o, a UE era apoiada por 72% dos pa&iacute;ses da ONU e hoje apenas cerca de metade a apoiam. A experi&ecirc;ncia demonstra que os esfor&ccedil;os de l&oacute;bi direcionados para forjar alian&ccedil;as, em particular junto de pa&iacute;ses africanos, pode inverter a imagem [da UE] e esta aproxima&ccedil;&atilde;o pode ser posta em marcha por um representante especial para os Direitos do Homem.</p></p>

<p></blockquote> <p>Mesmo que seja aprovada pelos ministros, a cria&ccedil;&atilde;o de um tal cargo nunca ser&aacute; oficial antes de junho, quando a UE apresentar a sua nova pol&iacute;tica em mat&eacute;ria de Direitos do Homem.</p>

<p></p></p>]]></description><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 14:20:30 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1599071</guid></item>
<item><title><![CDATA[Estados Unidos: Um espantalho chamado Europa ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1582311-um-espantalho-chamado-europa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Volkskrant, Amesterdão &ndash; Paraíso da eutanásia, pátria do socialismo, berço da crise da dívida… na campanha presidencial dos 
republicanos americanos, a Europa aparece como o modelo a evitar a todo o custo. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1582311-um-espantalho-chamado-europa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 05 Mar 2012 16:22:31 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1582311</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-Síria: Ninguém faz nada para parar Assad]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1517461-ninguem-faz-nada-para-parar-assad?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Revista 22, Bucareste &ndash; De que forma nos podemos opor aos massacres na Síria? Esta questão é cada vez mais premente, mas o Ocidente, com a Europa à frente, mostra-se impotente e indeciso. Será que as condições se alteraram depois da intervenção na Líbia? <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1517461-ninguem-faz-nada-para-parar-assad?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:16:19 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1517461</guid></item>
<item><title><![CDATA[Crise do euro: Pequim manda Merkel “fazer os seus deveres”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1477311-pequim-manda-merkel-fazer-os-seus-deveres?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Angela Merkel encontrou-se com o seu professor, em Pequim. &ldquo;A Rep&uacute;blica Popular da China manda passear a chanceler&rdquo;, titula o <em>Handelsblatt</em>, em rea&ccedil;&atilde;o &agrave; viagem de tr&ecirc;s dias de Merkel no Imp&eacute;rio do Meio, onde esperava, entre outras coisas, pedir a ajuda chinesa para a salva&ccedil;&atilde;o do euro. &Eacute; certo que Pequim quer participar na solu&ccedil;&atilde;o da crise mas n&atilde;o conta perder o seu dinheiro.</p>

<p>&ldquo;Nada de promessas de investimentos diretos aos europeus, declarou friamente o primeiro-ministro Wen Jiabao&rdquo;, <a href="http://de.finance.yahoo.com/nachrichten/volksrepublik-china-l%C3%A4sst-kanzlerin-abblitzen-225900581.html" target="_self">escreve</a> o di&aacute;rio econ&oacute;mico. &ldquo;Os pa&iacute;ses endividados t&ecirc;m, primeiro, que &lsquo;tomar decis&otilde;es dolorosas e fazerem os seus deveres&rsquo;&rdquo;. Ou seja, explica o editorial do <em>Handelsblatt</em>:</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p>&hellip; reduzir as d&iacute;vidas, alargar os mecanismos de controlo e tomar posi&ccedil;&otilde;es claras, francas e confi&aacute;veis para com o resto do mundo. [&hellip;] O dinheiro que os chineses querem investir na Europa n&atilde;o tem como objetivo ser uma ajuda ao desenvolvimento mas sim um bom investimento. No melhor dos casos, no plano econ&oacute;mico e pol&iacute;tico.</p></p>

<p></blockquote> <p>Do ponto de vista alem&atilde;o, a China podia desempenhar um papel-chave com os seus 3,2 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares de reservas de divisas. O <em>Frankfurter Rundschau</em> <a href="http://www.fr-online.de/politik/merkel-in-china-merkel-gilt-in-china-als-euro-chefsaniererin,1472596,11560606.html" target="_self">lembra</a> as contrapartidas exigidas em troca, como por exemplo:</p></p>

<p><blockquote> <p>o reconhecimento, pela UE, do estatuto de economia de mercado para a China, o que tornaria mais dif&iacute;cil &agrave;s empresas europeias tomarem medidas contra os crimes contra a concorr&ecirc;ncia e o dumping sobre os pre&ccedil;os.</p></p>

<p></blockquote> <p>Resultado, afirma o <em>Handelsblatt</em>: a chanceler, que pode querer ser considerada pelos chineses como &ldquo;a renovadora chefe do euro&rdquo;, n&atilde;o teve oportunidade de promover as rela&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas bilaterais, como estava previsto, e n&atilde;o tem outro rem&eacute;dio sen&atilde;o esperar pelos encontros que ainda ter&aacute; no decorrer do ano para arrancar as promessas ao primeiro-ministro chin&ecirc;s.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:20:21 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1477311</guid></item>
<item><title><![CDATA[Transnístria: Escrutínio ardiloso em Tiraspol]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1268121-escrutinio-ardiloso-em-tiraspol?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[România liberă, Bucareste &ndash; A Transnístria, região separatista da Moldávia, vai eleger o seu presidente em 11 de dezembro, num escrutínio que faz parte de um estranho acordo entre o seu protetor russo e a Alemanha, e que visa resolver um conflito que se arrasta há 20 anos. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1268121-escrutinio-ardiloso-em-tiraspol?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:44:57 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1268121</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha/Síria: Material de vigilância europeu para Damasco?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1143811-material-de-vigilancia-europeu-para-damasco?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Estar&aacute; a S&iacute;ria a utilizar a tecnologia alem&atilde; para a sua vigil&acirc;ncia?&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/spiegel/vorab/0,1518,796059,00.html">questiona <em>Der Spiegel</em></a>. O seman&aacute;rio de Hamburgo levou a cabo uma investiga&ccedil;&atilde;o devido &agrave;s <a target="_self" href="http://www.bloomberg.com/news/2011-11-03/syria-crackdown-gets-italy-firm-s-aid-with-u-s-europe-spy-gear.html">revela&ccedil;&otilde;es do <em>Bloomberg</em></a>, segundo as quais o material de vigil&acirc;ncia da empresa inform&aacute;tica <a target="_self" href="http://www.utimaco.de/">Utimaco</a>, situada em Oberursel, ser&aacute; utilizado para fins repressivos na S&iacute;ria. A Utimaco desmentiu ter fornecido os seus produtos diretamente &agrave; empresa de telecomunica&ccedil;&otilde;es da S&iacute;ria. No entanto, confirma ter vendido material &agrave; empresa italiana <a target="_self" href="http://www.area.it/irj/portal/anonymous">Area</a>, com que trabalha h&aacute; anos, mas com a qual deixou de cooperar at&eacute; que a regularidade das suas exporta&ccedil;&otilde;es seja esclarecida.</p>

<p>No final de outubro, um deputado do partido de esquerda, Die Linke, tinha colocado em causa o Governo alem&atilde;o relativamente &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es das empresas das tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o para regimes autocr&aacute;ticos e ditatoriais, citando a Utimaco como exemplo: &ldquo;Em muitos Estados, a tecnologia de vigil&acirc;ncia &eacute; uma parte fundamental da repress&atilde;o&rdquo; declarara, invocando controlos de exporta&ccedil;&atilde;o mais rigorosos.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 07 Nov 2011 15:30:55 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1143811</guid></item>
</channel></rss>