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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[petróleo]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Retrato | John Donovan, o pesadelo da Shell (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1701841-john-donovan-o-pesadelo-da-shell</link><description><![CDATA[Graças a uma rede de &quot;infiltrados&quot; no interior da empresa, este britânico reformado antecipadamente relata na sua página de Internet as deficiências de funcionamento do primeiro grupo mundial do mercado do petróleo. Uma perseguição que terá já custado milhares de milhões ao gigante anglo-holandês. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 27 Mar 2012 16:23:17 +0100</pubDate><guid>1701841</guid></item>
<item><title>Areias betuminosas | A UE curva-se perante o lóbi do petróleo (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1569031-ue-curva-se-perante-o-lobi-do-petroleo</link><description><![CDATA[A proposta da Comissão, de submeter as emissões de CO2 da exploração das areias betuminosas a uma marca, foi recusada, principalmente devido aos vetos de Londres e de Haia. Mas, na opinião do Trouw, não é tarde para impor o interesse geral. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:17:58 +0100</pubDate><guid>1569031</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE levanta a voz contra o nuclear</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1436771-ue-levanta-voz-contra-o-nuclear</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p><a id="internal-source-marker_0.926478624033686" href="http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2012/01/23/10001-20120123ARTFIG00659-iran-l-urgence-d-un-embargo-petrolier.php"><span>Para&nbsp;</span><em><span>Le Figaro</span></em></a><span>,</span><span>&nbsp;</span>que relembra que atacar as exporta&ccedil;&otilde;es de petr&oacute;leo iraniano,&nbsp;equivale a amea&ccedil;ar diretamente o regime da Rep&uacute;blica Isl&acirc;mica, cujo&nbsp;or&ccedil;amento depende em 50% dessas receitas, o embargo europeu &eacute; &ldquo;<em>uma&nbsp;aposta</em>&rdquo;:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/figaro-24012012-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Nada indica que a perda do mercado europeu por parte do Irão não será compensada noutro sítio. O risco de ver aumentar ainda mais o valor do petróleo é limitado: a retoma da produção de hidrocarbonetos no Iraque e na Líbia deverá amortecer o choque produzido, numa altura em que a economia mundial tem vindo a abrandar. Será isto suficiente para levar o Teerão a negociar seriamente o nuclear? Duvida-se. O regime dos mullahs ainda não chegou ao ponto de ter de escolher entre a sua sobrevivência e o seu programa militar. Deve-se agir urgentemente. Caso contrário, como conseguiremos convencer os israelitas a não intervir, tendo em conta que estão convencidos da iminente capacidade nuclear iraniana? O embargo petrolífero é sem dúvida menos eficaz do que a guerra secreta travada com atos de sabotagem, assassínios e vírus informáticos. Mas tem o mérito de mostrar publicamente que a Europa continua a exercer pressão sobre o Irão.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em termos de san&ccedil;&otilde;es contra o Ir&atilde;o, a UE jogou a sua &uacute;ltima cartada, alerta&nbsp;<em><a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/neue-sanktionen-im-atomstreit-mit-iran-letzte-chance-letzte-hoffnung-1.1265316">S&uuml;ddeutsche Zeitung</a>,&nbsp;</em>de Munique.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Suddeutsche-zeitung-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">É o último esforço na velha tentativa decenal de resolver o conflito de forma pacífica. Na verdade, se o Irão não ficar impressionado, só restarão os meios militares. A UE e os Estados Unidos, que apostam há anos em  sanções mais severas, correm um enorme risco. Mas quem pretender impedir o Irão de avançar no fabrico da bomba atómica, não terá alternativa.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Uma posi&ccedil;&atilde;o contestada pelo antigo representante permanente do Reino Unido&nbsp;na Ag&ecirc;ncia Internacional para a energia at&oacute;mica (AIEA). No londrino <em>The Daily Telegraph</em>,&nbsp;Peter Jenkins&nbsp;<a href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/iran/9033566/The-deal-the-West-could-strike-with-Iran.html">considera</a>&nbsp;que Teer&atilde;o devia ser autorizado a enriquecer o&nbsp;ur&acirc;nio &ndash; mas com o m&aacute;ximo de precau&ccedil;&atilde;o:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Daily-Telegraph-24012012-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Atualmente, o Ocidente é quase o único a insistir para que o Irão não enriqueça. A maioria dos não ocidentais prefere ver o Irão a ser tratado como as outras partes do Tratado de Não-Proliferação Nuclear [TNP]: que têm o
direito de enriquecer o urânio em troca de vigilância acrescida por parte dos inspetores da AIEA. Estou mais inclinado para esta solução. De facto, penso que a crise que se desenha poderia ser evitada por um acordo segundo as seguintes modalidades: o Irão aceitaria as garantias mais elevadas da AIEA em troca da autorização para continuar a enriquecer o urânio. Além disso, o Irão deveria adotar espontaneamente medidas para mostrar que não tem a intenção de fabricar armas nucleares. Foi este o principal acordo que o Irão propôs ao Reino Unido, à França e à Alemanha em 2005. Olhando para trás, devíamos tê-lo aceitado. Não o fizemos porque o nosso objetivo era travar qualquer enriquecimento por parte do Irão. Desde então foi este o objetivo estabelecido pelo Ocidente, apesar de os iranianos repetirem vezes sem conta que não se sujeitariam a ser tratados como membros de segunda no TNP – com menos direitos do que os outros signatários – e apesar de estes estarem
mais inclinados a enfrentá-los do que a ceder à pressão.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Mas provavelmente j&aacute; &eacute; demasiado tarde,&nbsp;<span id="internal-source-marker_0.926478624033686">calcula&nbsp;</span><a href="http://www.lavanguardia.com/"><em>La Vanguardia</em></a>, de&nbsp;Barcelona: &ldquo;<em>Tanto Bruxelas como Washington deixaram de acreditar na&nbsp;cantiga do Teer&atilde;o, segundo a qual, as suas atividades t&ecirc;m uma finalidade&nbsp;exclusivamente pac&iacute;fica e civil</em>&rdquo;. Dito isto,</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/vanguardia-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">o impacto económico da medida é incerto: depende em grande parte da adesão de outros países, como a China, o Japão ou a Índia que, caso contrário contrário, poderiam também absorver a produção destinada à UE [20% das
exportações iranianas]. No entanto, as sanções arriscam a ter um efeito bumerangue e podem acabar por afetar a economia europeia. Os especialistas aguardam um aumento do preço do petróleo […], e são precisamente os países mais afetados pela crise que mais dependem do Irão; após a Grécia, será a Espanha, o país mais afetado pelo boicote.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:15:50 +0100</pubDate><guid>1436771</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Bruxelas embarga petróleo iraniano</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1432641-bruxelas-embarga-petroleo-iraniano</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Bruxelas inicia a asfixia do Ir&atilde;o</em>&rdquo;, escreve&nbsp;<a target="_self" href="http://www.elmundo.es"><em>El Mundo</em></a>, relativamente &agrave; decis&atilde;o da UE, a 23 de janeiro, de embargar o petr&oacute;leo iraniano. Segundo o jornal madrileno,&nbsp;este &ldquo;<em>entrar&aacute; em vigor em julho para permitir &agrave; Espanha, &agrave; It&aacute;lia e &agrave; Gr&eacute;cia procurar&nbsp;fornecedores alternativos</em>&rdquo; :</p>
<blockquote><p>Entre a press&atilde;o grega para adiar san&ccedil;&otilde;es tanto quanto poss&iacute;vel e a posi&ccedil;&atilde;o do Reino Unido, da Fran&ccedil;a e da Alemanha, que desejavam um embargo que entrasse em vigor o mais tardar em maio, a estrat&eacute;gia que foi finalmente aprovada parece um acordo a meio caminho.</p>
</blockquote>
<p>Uma vez que o Ir&atilde;o &eacute; o principal fornecedor de petr&oacute;leo da Gr&eacute;cia, o jornal considera que a UE est&aacute; em busca de uma morat&oacute;ria &lsquo;razo&aacute;vel&rsquo; para evitar que esta&nbsp;decis&atilde;o se torne &ldquo;<em>uma faca de dois gumes que pode complicar o mau estado da&nbsp;economia europeia</em>&rdquo;.<em> El Mundo</em> chama-lhe &ldquo;<em>san&ccedil;&atilde;o sem precedentes</em>&rdquo; que vai&nbsp;acabar com os 450 mil barris que o Ir&atilde;o exporta por dia para a UE (18% das respetivas&nbsp;exporta&ccedil;&otilde;es globais):</p>
<blockquote><p><em>O problema &eacute; que a press&atilde;o econ&oacute;mica europeia pode n&atilde;o ser suficiente se a Turquia&nbsp;e as principais pot&ecirc;ncias asi&aacute;ticas (China, Jap&atilde;o e Coreia do Sul) se recusarem a aplicar&nbsp;qualquer tipo de embargo ou san&ccedil;&atilde;o. O mesmo se aplica &agrave; R&uacute;ssia, onde o Presidente&nbsp;Dimitri Medvedev afirmou claramente aos l&iacute;deres da Uni&atilde;o que o seu pa&iacute;s n&atilde;o tem&nbsp;nenhum problema diplom&aacute;tico com o Ir&atilde;o.</em></p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 16:19:31 +0100</pubDate><guid>1432641</guid></item>
<item><title>Líbia | O grande bolo | Cartoon (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/908931-o-grande-bolo</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 02 Sep 2011 16:58:27 +0100</pubDate><guid>908931</guid></item>
<item><title>Líbia | Dar para receber | Cartoon (Clarín, Buenos Aires)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/905061-dar-para-receber</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 01 Sep 2011 17:16:47 +0100</pubDate><guid>905061</guid></item>
<item><title>Revisão de imprensa | Líbia: após a guerra, os negócios (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/904761-libia-apos-guerra-os-negocios</link><description><![CDATA[Por trás do entendimento revelado pelos participantes na conferência de Paris sobre a “nova Líbia” desenrola-se uma guerra clandestina entre França, Itália e Reino Unido pela exploração dos recursos daquele país, tal como referem os jornais franceses, italianos e britânicos. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 01 Sep 2011 16:15:44 +0100</pubDate><guid>904761</guid></item>
<item><title>UE-Síria | A caminho de um boicote ao petróleo sírio?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/900081-caminho-de-um-boicote-ao-petroleo-sirio</link><description><![CDATA[<p>A Shell deveria boicotar o petr&oacute;leo s&iacute;rio, em resposta &agrave; violenta repress&atilde;o do regime de Bachar El-Assad contra os populares amotinados? Sim, <a href="http://www.trouw.nl/tr/nl/4520/Commentaar/article/detail/2878504/2011/08/31/Syrische-olieboycot-wenselijk-maar-wel-na-internationaal-besluit.dhtml" target="_self">afirma o <em>Trouw</em></a>, mas &ldquo;primeiro, &eacute; necess&aacute;ria uma decis&atilde;o internacional&rdquo;. A quest&atilde;o foi levantada por v&aacute;rios partidos pol&iacute;ticos, que querem que o grupo petrol&iacute;fero anglo-holand&ecirc;s assuma as suas responsabilidades e se retire rapidamente daquele pa&iacute;s. Segundo o di&aacute;rio de Amesterd&atilde;o, &nbsp;&ldquo;as companhias petrol&iacute;feras n&atilde;o s&atilde;o instrumentos pol&iacute;ticos&rdquo; e &ldquo;uma a&ccedil;&atilde;o isolada da Shell teria, sobretudo, um efeito contraproducente&rdquo;, porque se a Shell deixar o pa&iacute;s, o seu lugar ser&aacute; ocupado por uma empresa concorrente.&nbsp;</p>
<p>Um eventual boicote estar&aacute;, tamb&eacute;m, na agenda da <a href="http://pl2011.eu/fr/content/reunion-informelle-des-ministres-des-affaires-etrangeres-gymnich" target="_self">reuni&atilde;o</a> dos ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros da UE, nos dias 2 e 3 de &nbsp;setembro, na Pol&oacute;nia. Lembrando que os Estados Unidos &nbsp;j&aacute; adotaram essa medida no in&iacute;cio do m&ecirc;s de agosto, o <a href="http://www.volkskrant.nl/vk/nl/6294/Raoul-Du-Pre/article/detail/2878660/2011/08/31/EU-stop-met-Syrische-olie.dhtml" target="_self"><em>Volkskrant</em></a> defende que &ldquo;a UE devia deixar de contemporizar e seguir o exemplo dos americanos&rdquo;. Apesar de, escreve o <em>Trouw</em>, &ldquo;mais de 95% do petr&oacute;leo s&iacute;rio se destinar &agrave; Europa, &eacute; duvidoso que um boicote ao petr&oacute;leo atinja o &nbsp;regime de Assad&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 15:17:50 +0100</pubDate><guid>900081</guid></item>
<item><title>Noruega | Preferência petrolífera nacional em causa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/686991-preferencia-petrolifera-nacional-em-causa</link><description><![CDATA[<p>O assunto &eacute; espinhoso e compromete o Governo noruegu&ecirc;s. H&aacute; dez anos que, <a target="_self" href="http://www.aftenposten.no/okonomi/innland/article4135762.ece">segundo o <em>Aftenposten</em></a>, a Associa&ccedil;&atilde;o Europeia do Com&eacute;rcio Livre (<a target="_self" href="http://www.efta.int/about-efta/the-efta-states.aspx">AECL</a>) anda a pedir &agrave; Noruega para rever a legisla&ccedil;&atilde;o e acabar com a obrigatoriedade de as sociedades petrol&iacute;feras a trabalhar no pa&iacute;s se encontrarem l&aacute; sediadas. A AECL integra quatro pa&iacute;ses n&atilde;o membros da UE, sendo que tr&ecirc;s deles (Noruega, Liechtenstein e Isl&acirc;ndia) pertencem ao Espa&ccedil;o Econ&oacute;mico Europeu (EEE), o que lhes d&aacute; acesso &agrave;s regalias e obriga&ccedil;&otilde;es do Mercado &Uacute;nico europeu. Como titula o di&aacute;rio de Oslo, embora Bruxelas exija igualmente a revis&atilde;o da lei, o Governo nunca deu a conhecer esta exig&ecirc;ncia ao Parlamento. A revis&atilde;o deveria ser submetida &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o da Energia e Ambiente do Parlamento Europeu dia 31 de maio e n&atilde;o a debate na assembleia de deputados. A quest&atilde;o do petr&oacute;leo, principal recurso do pa&iacute;s, &eacute; bastante mais delicada do que a das regi&otilde;es afetadas por uma eventual partida das companhias petrol&iacute;feras, a norte, onde o dinheiro do petr&oacute;leo &eacute; essencial ao desenvolvimento.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 31 May 2011 13:13:12 +0100</pubDate><guid>686991</guid></item>
<item><title>Chipre-Turquia | Tensão por causa do petróleo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/611571-tensao-por-causa-do-petroleo</link><description><![CDATA[<p><em>&ldquo;Ancara prepara uma crise territorial&quot;</em>, garante o&nbsp;<a target="_self" href="http://www.politis-news.com/ "><em>Politis</em></a>.&nbsp;O di&aacute;rio cipriota explica que a TPAO, petrol&iacute;fera nacional turca, procura obter licen&ccedil;as de explora&ccedil;&atilde;o para o petr&oacute;leo no mar Mediterr&acirc;neo. Mas, entre as 11 zonas em quest&atilde;o, est&aacute; o bloco 4321, que a Rep&uacute;blica de Chipre reivindica como sendo parte da sua zona econ&oacute;mica exclusiva. Nic&oacute;sia e Ancara&nbsp;confrontam-se h&aacute; muitos anos a respeito da delimita&ccedil;&atilde;o das ZEE, enquanto metade da ilha de Chipre est&aacute; ocupada pela Turquia desde 1974. &quot;<em>O Governo cipriota tenciona reivindicar os seus direitos perante a justi&ccedil;a internacional</em>&rdquo;, adianta o <em>Politis</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 13:00:13 +0100</pubDate><guid>611571</guid></item>
<item><title>Uma política externa europeia que caminha no vazio | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/570321-uma-politica-externa-europeia-que-caminha-no-vazio</link><description><![CDATA[<p>Com a oposi&ccedil;&atilde;o da Alemanha e as <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/564091-tensao-entre-roma-e-paris">pol&eacute;micas entre a It&aacute;lia e a Fran&ccedil;a</a>, a interven&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia deu a en&eacute;sima, alarmante prova de que &ldquo;quando se trata de uma quest&atilde;o de seguran&ccedil;a, os europeus n&atilde;o conseguem chegar a acordo&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/566311-sarkozy-and-cameron-uma-fraca-coligacao">como escreveu o <em>Daily Telegraph</em></a>. Mais uma vez, os pa&iacute;ses membros agiram mais com base na sua pr&oacute;pria agenda pol&iacute;tica interna do que em virtude da necessidade de uma a&ccedil;&atilde;o comum. Mas a crise l&iacute;bia deixou &agrave; vista um outro aspeto em que a Europa tamb&eacute;m sofre de uma perigosa falta de coordena&ccedil;&atilde;o: a pol&iacute;tica energ&eacute;tica. </p>
<p>A interven&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia foi justificada pela necessidade humanit&aacute;ria de defender dos massacres de Kadhafi as popula&ccedil;&otilde;es civis. Mas a credibilidade desse argumento ficou minada pela indiferen&ccedil;a de que a Europa deu provas perante pa&iacute;ses &aacute;rabes onde as revoltas populares s&atilde;o reprimidas com viol&ecirc;ncia, como o I&eacute;men ou o Bahrein, <a target="_blank" href="http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-12829401">onde o enviado da UE chegou a justificar</a> o uso de balas reais pela pol&iacute;cia, contra os manifestantes, porque &ldquo;em situa&ccedil;&otilde;es como estas, acontecem acidentes&rdquo;.</p>
<p>A raz&atilde;o destes dois pesos e duas medidas &eacute; muito simples: a concomit&acirc;ncia da crise l&iacute;bia e do acidente nuclear de Fukushima  &ndash;  <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565951-peritos-para-justificar-politica-nuclear">a que a Alemanha reagiu</a> sem consultar os seus parceiros europeus, mergulhando-os em embara&ccedil;o &ndash; j&aacute; provocou a escalada do pre&ccedil;o do petr&oacute;leo. A capacidade residual de extra&ccedil;&atilde;o da Ar&aacute;bia Saudita &eacute;, presentemente, a &uacute;ltima esperan&ccedil;a contra um choque petrol&iacute;fero. A estabilidade do regime repressivo de Riade e dos seus sat&eacute;lites tem, por isso, de ser preservada, mesmo que isso implique perder a face.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.ft.com/cms/s/76647ffa-5569-11e0-a2b1-00144feab49a,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F76647ffa-5569-11e0-a2b1-00144feab49a.html&amp;_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.presseurop.eu%2Fsites%2Fall%2Fmodules%2Ffckeditor%2Ffckeditor%2Feditor%2Ffckeditor.html%3FInstanceName%3DoFCK_1%26Toolbar%3DPresseurop">Como sublinha o <em>Financial Times</em></a>, &eacute; a R&uacute;ssia quem est&aacute; a ganhar com esta dupla crise. Viu aumentar o seu rendimento do petr&oacute;leo e prop&ocirc;s aumentar as exporta&ccedil;&otilde;es de g&aacute;s para o Jap&atilde;o e para a Europa, para compensar o encerramento das centrais nucleares. E enquanto o gasoduto europeu Nabucco est&aacute; em apuros, o seu concorrente russo South Stream <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/565881-south-stream-avanca-na-eslovenia">continua a progredir</a>. No eterno bra&ccedil;o de ferro para a Europa de Leste, tudo o que refor&ccedil;a Moscovo enfraquece Bruxelas.</p>
<p>A UE gastou somas astron&oacute;micas para ter um Servi&ccedil;o para a A&ccedil;&atilde;o Externa e para financiar as parcerias a Leste e a Sul, mas os seus gastos energ&eacute;ticos impedem-na de exercer uma pol&iacute;tica estrangeira volunt&aacute;ria e coerente. Para sair do impasse, &eacute; preciso uma vis&atilde;o de conjunto. Mas, infelizmente, em Bruxelas as &uacute;nicas pessoas que a t&ecirc;m s&atilde;o os lobistas da ind&uacute;stria petrol&iacute;fera, para quem as coisas devem manter-se tal como est&atilde;o.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 25 Mar 2011 16:43:07 +0100</pubDate><guid>570321</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | Líder dos insurrectos pede ajuda</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/540631-lider-dos-insurrectos-pede-ajuda</link><description><![CDATA[<p>&quot;A Europa est&aacute; mais preocupada com o petr&oacute;leo do que com a vida do povo l&iacute;bio.&rdquo; <a target="_blank" href="http://www.abc.es/20110310/internacional/abci-entrevista-exclusiva-libia-201103100018.html">O<em> ABC</em> retoma em primeira p&aacute;gina</a> o prop&oacute;sito divulgado pelo l&iacute;der da insurrei&ccedil;&atilde;o l&iacute;bia, Mustapha Abdel Khalil, em entrevista exclusiva acordada com o di&aacute;rio espanhol, em Al-Ba&iuml;da, a 200 km a leste de Bengazi, capital da revolta. Antigo ministro da Justi&ccedil;a de Muammar Kadhafi, presidente do Conselho Nacional l&iacute;bio (o Governo insurrecto provis&oacute;rio), Khalil acusa a comunidade internacional da Europa de ser indiferente aos l&iacute;bios e exige-lhe que &quot;feche o espa&ccedil;o a&eacute;reo&quot; l&iacute;bio e &quot;acabe com os bombardeamentos&hellip; mais nada&quot;. Aquele que o <em>ABC</em> qualifica como o &quot;rebelde mais procurado&quot; pelo regime  &ndash;  Kadhafi ofereceu quase 300 mil euros pela sua cabe&ccedil;a  &ndash;  afirma igualmente que este &uacute;ltimo &quot;vai destruir o pa&iacute;s por n&atilde;o haver press&atilde;o do exterior&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 11:54:12 +0100</pubDate><guid>540631</guid></item>
<item><title>Espanha | Pé no travão para combater subida do petróleo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/519051-pe-no-travao-para-combater-subida-do-petroleo</link><description><![CDATA[<p>&quot;O Governo refreia Espanha&quot;, <a target="_blank" href="http://www.abc.es/20110226/economia/abcp-gobierno-improvisa-frenazo-velocidad-20110226.html">denuncia o <em>ABC</em></a>. A 25 de fevereiro, o Governo de Jos&eacute; Luis Zapatero anunciou que a velocidade m&aacute;xima nas autoestradas passa, a 7 de mar&ccedil;o, para 110 km/h em vez dos atuais 120 km/h. O objetivo desta medida &eacute; reduzir em 15% o consumo de gasolina e fazer face &agrave; subida dos pre&ccedil;os provocada pelas revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes. <a target="_blank" href="http://www.abc.es/20110226/opinion-editoriales/abcp-ocurrencias-energeticas-20110226.html">O di&aacute;rio conservador critica</a> as &quot;caricatas ideias energ&eacute;ticas&quot; do Governo e estima que esta medida &quot;improvisada&quot; vai exigir a substitui&ccedil;&atilde;o de toda a sinaliza&ccedil;&atilde;o existente nas autoestradas. O <em>ABC</em> sublinha que a depend&ecirc;ncia energ&eacute;tica de Espanha &eacute; &quot;um fen&oacute;meno antigo&quot; que &quot;n&atilde;o ser&aacute; resolvido com medidas improvisadas&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 Feb 2011 12:21:08 +0100</pubDate><guid>519051</guid></item>
<item><title>Petróleo | Crise libanesa favorece inflação</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/517031-crise-libanesa-favorece-inflacao</link><description><![CDATA[<p>&quot;Pre&ccedil;o da gasolina aos pre&ccedil;os mais altos de sempre alimenta infla&ccedil;&atilde;o&quot;, titula <em><a href="http://www.lavanguardia.es" target="_blank"><em>La Vanguardia</em></a></em>. O di&aacute;rio sublinha que, segundo os mercados, &quot;o BCE poderia antecipar o aumento das taxas de juro para fazer face &agrave; infla&ccedil;&atilde;o. A Ar&aacute;bia Saudita anunciou &quot;intensos contactos&quot; com as companhias europeias para compensar a suspens&atilde;o de 25 a 75% do abastecimento de petr&oacute;leo l&iacute;bio, esperando fornecer as &quot;quantidades e qualidade&quot; de que as refinarias europeias carecem, segundo uma informa&ccedil;&atilde;o do <em><a href="http://www.ft.com/cms/s/1914f1fe-4010-11e0-811f-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F1914f1fe-4010-11e0-811f-00144feabdc0.html&amp;_i_referer=" target="_blank">Financial Times</a></em>. O cen&aacute;rio inflacionista &quot;ter&aacute; de ser combatido com uma pol&iacute;tica monet&aacute;ria mais dura que a atual&quot;, prev&ecirc; La Vanguardia, o que ir&aacute; ser &quot;uma m&aacute; perspetiva para a retoma econ&oacute;mica&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 25 Feb 2011 13:24:20 +0100</pubDate><guid>517031</guid></item>
<item><title>Bolsas | Europa central atingida pela crise egípcia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/485311-europa-central-atingida-pela-crise-egipcia</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Caos no Egito: mercados em baixa, petr&oacute;leo em alta&rdquo;, <a target="_blank" href="http://hn.ihned.cz/c1-49683380-chaos-v-egypte-trhy-padaji-zdrazuje-ropa">escreve o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a>. O di&aacute;rio de Praga explica que as Bolsas da Europa central e oriental foram atingidas pela crise eg&iacute;pcia, porque alguns investidores internacionais as consideram mercados ainda em desenvolvimento e, por isso, fr&aacute;geis. Consequ&ecirc;ncia: &ldquo;A coroa checa e o florim h&uacute;ngaro j&aacute; enfraqueceram&rdquo;. Os investidores entraram em p&acirc;nico porque o caos no Egito pode provocar o fecho do Canal do Suez, por onde transita 2,6% da produ&ccedil;&atilde;o mundial de petr&oacute;leo. Pode parecer pouco, escreve o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em>, mas o canal continua a ser uma art&eacute;ria importante para a Europa. A 100 d&oacute;lares o barril, o pre&ccedil;o do petr&oacute;leo est&aacute; no seu valor mais alto dos &uacute;ltimos dois anos. &Eacute; igualmente esperada uma subida mundial do pre&ccedil;o dos produtos alimentares e dos t&ecirc;xteis, porque o Egito &eacute; o principal importador mundial de trigo e o principal exportador de algod&atilde;o.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 01 Feb 2011 12:36:01 +0100</pubDate><guid>485311</guid></item>
<item><title>Holanda | Shell presta explicações sobre o seu papel na Nigéria</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/477991-shell-presta-explicacoes-sobre-o-seu-papel-na-nigeria</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Shell apoiou reuni&atilde;o de rebeldes&quot;, &eacute; o t&iacute;tulo do <em>NRC Handelsblad</em>, <a target="_blank" href="http://m.nrc.nl/nieuws/2011/01/25/shell-steunde-in-nigeria-bijeenkomst-van-rebellen/">destacando</a> um dos elementos sobre os quais a companhia petrol&iacute;fera anglo-holandesa foi chamada a prestar explica&ccedil;&otilde;es ao Parlamento em 26 de janeiro. Numa audi&ecirc;ncia extraordin&aacute;ria de uma comiss&atilde;o mista parlamentar, a Shell tem de responder sobre o apoio a movimentos rebeldes, bem como sobre a sua implica&ccedil;&atilde;o &quot;em corrup&ccedil;&atilde;o, crime organizado e cat&aacute;strofes ecol&oacute;gicas&quot;. Acusa&ccedil;&otilde;es formuladas em 2005 e recentemente refor&ccedil;adas pela publica&ccedil;&atilde;o dos telegramas diplom&aacute;ticos norte-americanos difundidos pelo WikiLeaks e <a target="_blank" href="http://digitaleeditie.nrc.nl/NH/2011/0/20110125___/2_15/index.html">publicados pelo <em>NRC</em></a>. A Shell &eacute; a maior empresa de explora&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo na Nig&eacute;ria, <a target="_blank" href="http://digitaleeditie.nrc.nl/NH/2011/0/20110125___/2_15/index.html">recorda o seu hom&oacute;logo <em>Trouw</em></a>: possui seis mil quil&oacute;metros de oleodutos, interv&eacute;m em 90 jazidas diferentes e det&eacute;m um milhar de po&ccedil;os, de onde 130 mil barris de crude se perderam em 2009, provocando enormes danos ecol&oacute;gicos. Devido &agrave; sua posi&ccedil;&atilde;o, a Shell &eacute; o mais importante apoio das &quot;autoridades corruptas&quot; nigerianas e devia, portanto, &quot;fazer jogo limpo&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 26 Jan 2011 12:38:47 +0100</pubDate><guid>477991</guid></item>
<item><title>Roménia | Um presente de ouro (negro)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/460541-um-presente-de-ouro-negro</link><description><![CDATA[<p>Com as recentes subidas do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis a transformaram a Rom&eacute;nia no pa&iacute;s europeu onde a gasolina &eacute; mais cara (em paridade de poder de compra), o&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.jurnalul.ro/special/anchete/statul-a-oferit-omv-petrom-zacaminte-de-14-miliarde-de-dolari-564773.html"><em>Jurnalul Naţional</em>&nbsp;investigou</a>&nbsp;as consequ&ecirc;ncias da privatiza&ccedil;&atilde;o, em 2004, da Petrom, a companhia nacional petrol&iacute;fera, considerado o &quot;<em>tema do s&eacute;culo</em>&quot;. Esta empresa foi comprada por 1,5 milh&otilde;es de d&oacute;lares (2,04 milh&otilde;es de euros &agrave; &eacute;poca) pela sociedade austr&iacute;aca OMV, &agrave; qual &quot;<em>o Estado romeno ofereceu os dep&oacute;sitos de petr&oacute;leo e g&aacute;s natural por um valor inferior a 11 mil milh&otilde;es de euros</em>&quot;, escreve aquele di&aacute;rio de Bucareste. &Eacute; este o benef&iacute;cio que a OMV ir&aacute; ter com a explora&ccedil;&atilde;o das jazidas romenas. Al&eacute;m disso, acrescenta o jornal, que dedica a sua primeira p&aacute;gina ao <em>&quot;custo</em>&quot;  &ndash;  24 mil milh&otilde;es de euros  &ndash;  que representa, em 2011, o primeiro ministro Emil Boc, a quem &quot;<em>os benef&iacute;cios fiscais concedidos pelo Estado romeno &agrave; OMV permitir&atilde;o poupar v&aacute;rios milh&otilde;es de euros por ano&nbsp;</em><em>em impostos</em>&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 13 Jan 2011 12:14:16 +0100</pubDate><guid>460541</guid></item>
<item><title>Globalização | A vingança dos países em desenvolvimento (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/452341-vinganca-dos-paises-em-desenvolvimento</link><description><![CDATA[O forte crescimento dos países em desenvolvimento faz subir os preços das matérias-primas e dos combustíveis. Assim, são eles que agora ditam o ritmo da economia mundial. E a Europa, entre austeridade e desemprego, tem dificuldade em progredir. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 13:38:30 +0100</pubDate><guid>452341</guid></item>
<item><title>Disputas fronteiriças | O ouro negro de Rockall (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/361471-o-ouro-negro-de-rockall</link><description><![CDATA[Inabitável, deserta e assolada pelas tempestades do Atlântico Norte, a pequena ilha de Rockall, ao largo da Irlanda, está no centro de uma disputa entre quatro países europeus. A razão prende-se com as fabulosas reservas de petróleo que se encontram no fundo do mar. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 14:58:12 +0100</pubDate><guid>361471</guid></item>
<item><title>Energia | Tomemos a Bastilha Petrolífera! (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/294251-tomemos-bastilha-petrolifera</link><description><![CDATA[Ninguém sabe quando será resolvida a catástrofe ao largo da Luisiana. Entretanto, devemos voltar-nos para o sol e fazer uma revolução energética, defende o sociólogo alemão Ulrich Beck. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:44:16 +0100</pubDate><guid>294251</guid></item>
<item><title>Suécia | Inquérito judicial envolve petróleo e crimes de guerra</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/278411-inquerito-judicial-envolve-petroleo-e-crimes-de-guerra</link><description><![CDATA[<p>&quot;Procurador investiga neg&oacute;cios petrol&iacute;feros de Carl Bildt&quot;, anuncia o <a target="_blank" href="http://www.dn.se/"><em>Dagens Nyheter</em></a>. Entre 2000 e 2006, o ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros pertenceu ao Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da companhia petrol&iacute;fera Lundin Oil, que foi alvo da abertura de um inqu&eacute;rito preliminar a 21 de Junho. A Lundin Oil &eacute; suspeita de envolvimento em crimes de guerra e crimes contra a humanidade no <a target="_blank" href="http://www.amnesty.org/fr/region/soudan">Sud&atilde;o</a>, entre 1997 e 2003. O di&aacute;rio acrescenta que, sem revelar ou inculpar, a posi&ccedil;&atilde;o de Carl Bildt n&atilde;o est&aacute; verdadeiramente em perigo.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 11:54:12 +0100</pubDate><guid>278411</guid></item>
<item><title>Hidrocarbonetos | O Mar Negro julga que é o Golfo Pérsico (Adevărul, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/196681-o-mar-negro-julga-que-e-o-golfo-persico</link><description><![CDATA[Desde que o Tribunal Internacional de Justiça confirmou a soberania da Roménia sobre uma parte do Mar Negro, o país julga-se um Eldorado para as grandes companhias petrolíferas. As negociações já começaram. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 23 Feb 2010 15:18:39 +0100</pubDate><guid>196681</guid></item>
<item><title>UE-Turquia | Ancara olha para o Oriente (Sabah, Istambul)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/120041-ancara-olha-para-o-oriente</link><description><![CDATA[No seu relatório anual sobre a adesão da Turquia, a UE incentiva Ancara a prosseguir o caminho das reformas e da democratização. Mas, nota o editorialista Erdal Safak no diário turco Sabah, a vocação da Turquia é pelo menos tão asiática como europeia. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:25:10 +0100</pubDate><guid>120041</guid></item>
<item><title>Gás | Todas as condutas vão dar a Ceyhan (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/106891-todas-condutas-vao-dar-ceyhan</link><description><![CDATA[Para se tornarem independentes da Rússia, os europeus precisam da Turquia, por onde se prevê que passem as condutas vindas do Médio Oriente. Eis o motivo pelo qual Die Zeit duvida que a União Europeia mantenha Ancara muito mais tempo à porta. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:05:42 +0100</pubDate><guid>106891</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Tripoli troca petróleo por bombista</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/80061-tripoli-troca-petroleo-por-bombista</link><description><![CDATA[<p>V&aacute;rios membros da C&acirc;mara dos Comuns acusaram Gordon Brown de se ter  precipitado, ao celebrar um acordo com a L&iacute;bia que poder&aacute; levar &agrave; repatria&ccedil;&atilde;o do  bombista de Lockerbie, no desespero de proteger os interesses petrol&iacute;feros  brit&acirc;nicos,&nbsp; <a href="http://www.guardian.co.uk/uk/2009/aug/18/ministers-pushed-lockerbie-treaty-libya">titula o <em>Guardian</em></a> . O di&aacute;rio&nbsp; <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/aug/18/british-energy-companies-investment-libya">publica&nbsp;</a>outro  artigo em que se descrevem as rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas cada vez mais calorosas  entre Londres e este pa&iacute;s produtor de petr&oacute;leo desde 2005. Segundo um porta-voz  da BP, um acordo com a L&iacute;bia &quot;poderia ultrapassar os 20 mil milh&otilde;es de  d&oacute;lares nos pr&oacute;ximos vinte anos&rdquo;. O comit&eacute; misto dos Direitos do Homem do  Parlamento brit&acirc;nico tem feito press&atilde;o para se analisar o tratado, alegando que  a coopera&ccedil;&atilde;o com um dos pa&iacute;ses africanos mais ricos em petr&oacute;leo representou um  verdadeiro atropelo aos direitos humanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A decis&atilde;o de libertar Abdelbaset al-Megrahi viu-se envolta em grande  controv&eacute;rsia esta semana. Nos pr&oacute;ximos dias, Kenny MacAskill, ministro da  Justi&ccedil;a escoc&ecirc;s, ir&aacute; pronunciar-se sobre a repatria&ccedil;&atilde;o de al-Megrahi, que se  encontra em fase terminal de cancro da pr&oacute;stata. Hilary Clinton, secret&aacute;ria de  Estado norte-americana, envolveu-se nas negocia&ccedil;&otilde;es ao contactar pessoalmente  MacAskill, para vincar a sua posi&ccedil;&atilde;o contra a liberta&ccedil;&atilde;o de al-Megrahi. O  Guardian j&aacute; havia<a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2009/aug/17/megrahi-lockerbie-macaskill-scotland">  alertado&nbsp;</a>para a misteriosa desist&ecirc;ncia de recorrer da senten&ccedil;a para um  tribunal escoc&ecirc;s. Segundo algumas opini&otilde;es, este facto veio refor&ccedil;ar a ideia de  que Peter Mandelson, secret&aacute;rio do Com&eacute;rcio brit&acirc;nico, se encontrou com o filho  do Coronel Kadafi durante as suas f&eacute;rias em Corfu, na Gr&eacute;cia, e firmou o acordo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O bombardeamento, na liga&ccedil;&atilde;o entre Londres e Nova Iorque, matou 270 pessoas  em 1988. O avi&atilde;o despenhou-se em Lockerbie, na Esc&oacute;cia. Abdelbaset al-Megrahi,  de 57 anos, foi condenado em 2001 a pris&atilde;o perp&eacute;tua, embora ainda hoje se duvide  que o julgamento tenha sido justo.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 19 Aug 2009 15:14:38 +0100</pubDate><guid>80061</guid></item>
<item><title>Petróleo | O fraco brilho do ouro negro (Vrij Nederland, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/61571-o-fraco-brilho-do-ouro-negro</link><description><![CDATA[De acordo com a revista Fortune, a Shell consagrou-se, este ano, como sendo a maior empresa do mundo. Resta saber, como funciona? Há algumas semanas,o semanário holandês Vrij Nederland publicou um longo inquérito sobre este gigante anglo-holandês: Gestão, ecologia, segurança. Extractos desse &quot;mergulho&quot; no mundo do petróleo e do gás. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 23 Jul 2009 18:14:13 +0100</pubDate><guid>61571</guid></item>
<item><title>Cooperação | Europa perde comboio para África (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/43661-europa-perde-comboio-para-africa</link><description><![CDATA[Outrora interlocutora privilegiada das capitais africanas, a União Europeia continua a perder terreno para a China, a Rússia e, agora, também para a Índia. Estas três potências ultrapassaram-na na corrida aos recursos do continente negro. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:56:11 +0100</pubDate><guid>43661</guid></item>
<item><title>Energia | Crude ao largo, preços a subir (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/36471-crude-ao-largo-precos-subir</link><description><![CDATA[A crise fez baixar a procura de petróleo, mas os preços não param de subir. Em Roterdão, os petroleiros estão ao largo, e aguardam que quem comanda os preços dê ordem para desembarcar e vender. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 24 Jun 2009 16:47:59 +0100</pubDate><guid>36471</guid></item>
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