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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Economia]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Crise do euro | Berlim tenciona salvar a Europa como salvou a RDA</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2070501-berlim-tenciona-salvar-europa-como-salvou-rda</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Herman, pelo menos tens de dizer que &agrave; volta desta mesa nem toda a gente &eacute; dessa opini&atilde;o!&rdquo; Foi nestes termos, <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/international/europe/merkel-preparing-to-strike-back-against-hollande-with-six-point-plan-a-835295.html">noticiados</a> pelo <em>Spiegel</em>, que Angela Merkel explodiu na passada quarta-feira na cimeira informal em Bruxelas face ao presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy. Este &uacute;ltimo tinha acabado de dizer que n&atilde;o h&aacute; mais &ldquo;tabus&rdquo; na estrat&eacute;gia econ&oacute;mica da UE e que &ldquo;ir&aacute; analisar igualmente a quest&atilde;o das eurobonds&rdquo; rejeitada pela Alemanha.</p>
<p>A chanceler, confrontada com uma resist&ecirc;ncia in&eacute;dita &agrave; sua pol&iacute;tica de austeridade no seio da Uni&atilde;o Europeia, prepara a rea&ccedil;&atilde;o &agrave; &ldquo;<a href="/pt/content/article/2043401-crescimento-nova-palavra-magica">estrat&eacute;gia de crescimento</a>&rdquo; do seu principal opositor, o Presidente franc&ecirc;s, Fran&ccedil;ois Hollande. O seman&aacute;rio alem&atilde;o d&aacute; conta de um projeto de seis pontos que circula atualmente em Berlim e que se destina a ajudar a Europa tornando-a... mais germ&acirc;nica: inspirando-se, simultaneamente, nas reformas realizadas na ex-RDA depois da reunifica&ccedil;&atilde;o e no vasto programa de flexibiliza&ccedil;&atilde;o de emprego, conhecido por &ldquo;<a href="/pt/content/article/1679631-crise-uma-oportunidade-de-ouro-para-empresas">agenda 2010</a>&rdquo;, a chanceler quer salvar o euro com reformas estruturais:</p>
<blockquote><p>Merkel quer programas que favore&ccedil;am a cria&ccedil;&atilde;o de pequenas e m&eacute;dias empresas como aconteceu na Alemanha. [...] Os Estados europeus atingidos por um significativo n&iacute;vel de desemprego devem reformar o seu mercado de trabalho segundo o modelo alem&atilde;o. Deste modo, pode flexibilizar-se a prote&ccedil;&atilde;o contra o despedimento e introduzir-se contratos de trabalho de remunera&ccedil;&otilde;es baixas, mais leves em termos de encargos da entidade patronal, e refor&ccedil;ar a forma&ccedil;&atilde;o em altern&acirc;ncia. [Nos pa&iacute;ses do Sul, onde h&aacute; in&uacute;meras empresas que beneficiam de prote&ccedil;&atilde;o estatal], devem criar-se fundos para as privatizar, como aconteceu na ex-RDA. [...] Para al&eacute;m disso, os conselheiros de Angela Merkel preveem zonas econ&oacute;micas especiais, &agrave; semelhan&ccedil;a da que foi criada pela ascens&atilde;o da China. Enfim, os Estados da Europa do Sul devem investir nas energias renov&aacute;veis, reduzir os obst&aacute;culos fiscais e favorecer a mobilidade dos trabalhadores.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 May 2012 15:20:51 +0100</pubDate><guid>2070501</guid></item>
<item><title>Sérvia | Dinar na tempestade grega</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2057031-dinar-na-tempestade-grega</link><description><![CDATA[<p>A crise na zona euro tamb&eacute;m afeta os pa&iacute;ses que n&atilde;o aderiram &agrave; moeda &uacute;nica. &Eacute; o caso da S&eacute;rvia que viu a sua moeda desvalorizar, &ldquo;descendo para 116 dinares por um euro e obrigando o banco central a voar em seu socorro vendendo 80 milh&otilde;es de euros das suas reservas&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/economie/article/2012/05/24/crise-de-l-euro-la-serbie-tente-de-proteger-sa-monnaie_1706884_3234.html">explica</a> <em>Le Monde</em>.</p>
<p>O contexto interno, sa&iacute;do das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de 20 de maio &uacute;ltimo, contribui para a degrada&ccedil;&atilde;o do clima de confian&ccedil;a:</p>
<blockquote><p>Os investidores abandonaram, em massa, a moeda, [&hellip;] depois do falhan&ccedil;o da coliga&ccedil;&atilde;o do Governo de Tadić, que incarnava a vontade de entrar na Uni&atilde;o Europeia (UE) e a vit&oacute;ria do l&iacute;der de direita Tomislav Nikolić&hellip; que est&aacute; a ter dificuldades em formar governo.</p>
</blockquote>
<p>Belgrado tem, igualmente, grandes participa&ccedil;&otilde;es em &ldquo;bancos estrangeiros origin&aacute;rios de pa&iacute;ses da UE, com uma parte relativamente importante de bancos gregos e italianos&rdquo;. E &eacute; por isso que &eacute; de temer &ldquo;uma nova crise de cr&eacute;dito na regi&atilde;o&rdquo;, escreve o di&aacute;rio franc&ecirc;s.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 25 May 2012 14:00:42 +0100</pubDate><guid>2057031</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | A saída da crise é por aqui (France Inter, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2050031-saida-da-crise-e-por-aqui</link><description><![CDATA[Ao aceitarem, na cimeira extraordinária de 23 de maio, discutir questões como investimentos comuns e as euro-obrigações, os Vinte e Sete conseguiram finalmente ultrapassar a oposição entre países &quot;virtuosos&quot; e países &quot;gastadores&quot; e deram um passo no sentido da integração económica. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 May 2012 14:28:40 +0100</pubDate><guid>2050031</guid></item>
<item><title>Finanças | Eurodeputados aprovam "taxa Tobin"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2049461-eurodeputados-aprovam-taxa-tobin</link><description><![CDATA[<p>No mesmo dia em que os l&iacute;deres dos pa&iacute;ses-membros se encontraram em Bruxelas para uma cimeira extraordin&aacute;ria sobre o crescimento, o Parlamento Europeu <a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/news/pt/pressroom/content/20120523IPR45627/html/Novo-imposto-comum-sobre-as-transa%C3%A7%C3%B5es-financeiras-no-combate-%C3%A0-crise">aprovou</a> a taxa sobre as transa&ccedil;&otilde;es financeiras, tamb&eacute;m conhecida como taxa Tobin, por 487 votos (152 contra e 46 absten&ccedil;&otilde;es). &ldquo;A resolu&ccedil;&atilde;o comum do Parlamento &ndash; cujo parecer &eacute; apenas consultivo &ndash; aprovou uma proposta da Comiss&atilde;o Europeia apresentada em setembro de 2011&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.latribune.fr/actualites/economie/union-europeenne/20120523trib000699983/la-taxe-sur-les-transactions-financieres-approuvee-par-le-parlement-europeen.html">lembra</a> <em>La Tribune</em>, que explica que o diploma s&oacute; entrar&aacute; em vigor no final de 2014. Para o di&aacute;rio econ&oacute;mico franc&ecirc;s, </p>
<blockquote><p>o projeto da Comiss&atilde;o prev&ecirc; a introdu&ccedil;&atilde;o de uma taxa sobre as transa&ccedil;&otilde;es financeiras em toda a UE, de 0,1% para as a&ccedil;&otilde;es e obriga&ccedil;&otilde;es e de 0,01% sobre os outros produtos financeiros. [Esta medida] pode gerar cerca de 57 mil milh&otilde;es de euros, se for aplicada em toda a UE. </p>
</blockquote>
<p>O que n&atilde;o &eacute; um dado adquirido, escreve o jornal:</p>
<blockquote><p>Nove pa&iacute;ses, entre os quais a Alemanha e a Fran&ccedil;a, defendem a sua introdu&ccedil;&atilde;o. Mas outros, como o Reino Unido, op&otilde;em-se-lhe por temerem que esta taxa n&atilde;o favore&ccedil;a a deslocaliza&ccedil;&atilde;o de ativos financeiros.</p>
</blockquote>
<p>O primeiro-ministro brit&acirc;nico deixou, at&eacute;, estalar a sua c&oacute;lera durante a cimeira, como <a href="http://www.telegraph.co.uk/news/politics/9286803/Camerons-fury-as-EU-tries-to-spring-tax-on-City-at-Brussels-summit.html" target="_self">escreve</a> o <em>Telegraph</em>, citando David Cameron:</p>
<blockquote><p>A taxa sobre as transa&ccedil;&otilde;es financeiras &eacute; uma m&aacute; ideia: [&hellip;] far&aacute; aumentar o custo das pens&otilde;es e provocar&aacute; a perda de muitos empregos. Esta taxa vai tornar a Europa menos competitiva e combat&ecirc;-la-ei, custe o que custar.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 24 May 2012 14:23:02 +0100</pubDate><guid>2049461</guid></item>
<item><title>Literatura | O imprecativo Thilo Sarrazin na sua cruzada contra o euro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2042801-o-imprecativo-thilo-sarrazin-na-sua-cruzada-contra-o-euro</link><description><![CDATA[<p>Mais uma vez, Thilo Sarrazin, autor de <a href="/pt/content/news-brief/325421-questao-que-agita-alemanha">um livro</a> t&atilde;o popular quanto controverso sobre a imigra&ccedil;&atilde;o na Alemanha, choca pela utiliza&ccedil;&atilde;o de um tom &ldquo;nacionalista e inconveniente&rdquo; no seu novo livro, <em>Europa braucht den Euro nicht</em> (A Europa n&atilde;o precisa do euro, DVA edi&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o traduzido em portugu&ecirc;s). </p>
<p>Este livro &eacute; &ldquo;repugnante e apresenta falsos argumentos&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.fr-online.de/wirtschaft/sarrazin-buch-keinen-euro-cent-fuer-dieses-buch-,1472780,16084242.html">acusa</a> o <em>Frankfurter Rundschau</em>. Sarrazin, que trabalhou para o FMI, no Minist&eacute;rio das Finan&ccedil;as alem&atilde;o e para o Bundesbank, devia dominar a mat&eacute;ria e, no entanto, nota o di&aacute;rio alem&atilde;o, &ldquo;n&atilde;o &eacute; isso que acontece&rdquo;:</p>
<blockquote><p>Sarrazin constr&oacute;i uma oposi&ccedil;&atilde;o entre uma Europa do Norte eficaz e um Sul desordenado &ndash; &ndash;  trabalhadores contra gente pregui&ccedil;osa, brancos contra morenos. Chama &ldquo;Club Med&rdquo; aos Estados a que confere um comportamento pouco s&eacute;rio. Onde p&otilde;e ele a Fran&ccedil;a? No Club Med! [&hellip;] &Eacute; &oacute;bvio que nos encontramos perante um advers&aacute;rio do euro convencido de que sabe por que motivo a Alemanha teve at&eacute; hoje um comportamento pr&oacute; europeu: o entusiasmo persistente dos alem&atilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Europa n&atilde;o se explicaria sem o peso moral da &eacute;poca nazi. O livro mente. [&hellip;] Que apodre&ccedil;a nas livrarias!</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 May 2012 16:27:36 +0100</pubDate><guid>2042801</guid></item>
<item><title>Crise grega | "Geuros" para salvar Atenas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2035361-geuros-para-salvar-atenas</link><description><![CDATA[<p>O economista chefe do Deutsche Bank, Thomas Mayer, prop&ocirc;s, durante um col&oacute;quio organizado pelo di&aacute;rio alem&atilde;o <em><a href="/pt/content/source-information/35791-die-welt">Die Welt</a></em>, a introdu&ccedil;&atilde;o de um &ldquo;Geuro&rdquo; para a Gr&eacute;cia, uma moeda paralela ao euro que substituiria a moeda &uacute;nica naquele pa&iacute;s &ldquo;para permitir &agrave; Gr&eacute;cia desvalorizar a sua moeda continuando dentro da zona euro&rdquo;, <a target="_self" href="http://euobserver.com/19/116325">explica</a> o <em>EUobserver</em>:</p>
<blockquote><p>Se a esquerda radical ganhar as elei&ccedil;&otilde;es de 17 de junho e mantiver a sua promessa de rejeitar o plano de ajuda de 130 mil milh&otilde;es de euros e os cortes or&ccedil;amentais inclu&iacute;dos nessa ajuda, a Gr&eacute;cia poder&aacute; continuar na zona euro sem ajuda financeira, desde que introduza uma divisa paralela. O &ldquo;geuro&rdquo; seria constitu&iacute;do por promessas de pagamento, uma forma de t&iacute;tulo de d&iacute;vida, emitido pelo Governo, que podia ser revendido. Seria muito desvalorizado em rela&ccedil;&atilde;o ao euro mas permitiria ao Governo ganhar tempo para levar a cabo as reformas e fazer votar os cortes or&ccedil;amentais. [&hellip;] Uma condi&ccedil;&atilde;o essencial para que este cen&aacute;rio funcione &eacute; que a ajuda dos outros pa&iacute;ses da zona euro e do FMI continue a chegar. [&hellip;] Os bancos gregos, privados de liquidez, tamb&eacute;m teriam a necessidade de serem salvos atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de um &lsquo;bad bank&rsquo; europeu.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 22 May 2012 17:08:46 +0100</pubDate><guid>2035361</guid></item>
<item><title>O eixo Berlim-Pequim pode ajudar a Europa a sair da crise?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2035281-o-eixo-berlim-pequim-pode-ajudar-europa-sair-da-crise</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O nascimento de uma rela&ccedil;&atilde;o especial entre a Alemanha e a China &eacute;, ao mesmo tempo, uma oportunidade e um perigo para a Europa&rdquo;, revela <a target="_self" href="http://ecfr.eu/content/entry/China_and_Germany_a_new_special_relationship">um estudo</a> publicado recentemente pelo Conselho Europeu para as Rela&ccedil;&otilde;es Externas. &ldquo;Mais do que diplom&aacute;tica, esta rela&ccedil;&atilde;o construiu-se sobre uma base comercial&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/economie/article/2012/05/21/l-axe-economique-berlin-pekin-a-l-epreuve-de-la-crise-europeenne_1704650_3234.html">escreve</a> <em>Le Monde</em>, que cita a economista Fran&ccedil;oise Lemoine, cuja especialidade &eacute; a China:</p>
<blockquote><p>&quot;Em 2010 e 2011, metade das importa&ccedil;&otilde;es da China provenientes da Uni&atilde;o Europeia vieram da Alemanha, quando essa propor&ccedil;&atilde;o era de 39% em 2000.&rdquo; Este refor&ccedil;o do peso da Alemanha como importante parceiro comercial da China tamb&eacute;m contribuiu, segundo a especialista, para levar o com&eacute;rcio europeu &agrave; China. &ldquo;Se, nos &uacute;ltimos dez anos, a Europa n&atilde;o perdeu quotas de mercado na China &ndash; ao contr&aacute;rio do Jap&atilde;o ou dos Estados Unidos &ndash; isso deve-se, essencialmente, &agrave; Alemanha. Al&eacute;m disso, &eacute; um dos &uacute;nicos pa&iacute;ses europeus a ter um excedente comercial em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; China&quot;, sublinha. Por causa da for&ccedil;a das rela&ccedil;&otilde;es comerciais estabelecidas entre Pequim e Berlim, a Uni&atilde;o Europeia n&atilde;o tem outra escolha sen&atilde;o ter em conta este novo parceiro econ&oacute;mico.</p>
</blockquote>
<p>Mas esta rela&ccedil;&atilde;o privilegiada, sobretudo por ser bilateral, pode ser prejudicial &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es entre a China e a UE. &ldquo;Os chineses desejam uma recupera&ccedil;&atilde;o da Europa atrav&eacute;s da afirma&ccedil;&atilde;o da autoridade alem&atilde;&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp;jsessionid=DE8FBC1EC69F8DBE4E3FC45FC7FD207F">explica</a> <em>Le Temps</em>.</p>
<p>&nbsp;O di&aacute;rio de Genebra agarra na conclus&atilde;o do estudo e previne que</p>
<blockquote><p>o &uacute;nico equil&iacute;brio poss&iacute;vel passa pela UE. Mas para convencer os alem&atilde;es a continuarem a ser bons europeus, neste dom&iacute;nio, &eacute; preciso desenvolver urgentemente uma parceria estrat&eacute;gica entre a UE e a China.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 22 May 2012 16:03:13 +0100</pubDate><guid>2035281</guid></item>
<item><title>G8 | Acordar o crescimento, uma grande tarefa (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2026701-acordar-o-crescimento-uma-grande-tarefa</link><description><![CDATA[No G8 de Camp David, os países mais ricos do mundo concordaram em relançar o crescimento, especialmente na Europa. Mas isso implica uma mudança radical de política em relação à austeridade praticada até agora. Os líderes estão preparados? (Article)]]></description><pubDate>Mon, 21 May 2012 16:38:11 +0100</pubDate><guid>2026701</guid></item>
<item><title>Espanha | Disciplina e tudo ficará bem (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2010451-disciplina-e-tudo-ficara-bem</link><description><![CDATA[Perante um novo agravamento da crise financeira, o Governo de Mariano Rajoy tenta fazer promessas aos mercados, exigindo o apoio da UE. Mas quando se compara a sua situação à de Portugal e da Grécia, percebemos que não há alternativa, constata El Mundo. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 18 May 2012 17:14:57 +0100</pubDate><guid>2010451</guid></item>
<item><title>Espanha | O BCE intervém na reforma do setor bancário</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1995981-o-bce-intervem-na-reforma-do-setor-bancario</link><description><![CDATA[<p>&quot;O BCE far&aacute; uma auditoria ao setor banc&aacute;rio&quot; espanhol, <a target="_self" href="http://www.cincodias.com/articulo/mercados/bce-valorara-carteras-credito-banca-espanola/20120516cdscdimer_2/">anuncia o <em>Cinco D&iacute;as</em></a>. O Banco Central Europeu decidiu &quot;cooperar com o Governo&quot; na reforma do sistema banc&aacute;rio espanhol, particularmente na avalia&ccedil;&atilde;o dos ativos e na cria&ccedil;&atilde;o de um &quot;bad bank&quot; com a fun&ccedil;&atilde;o de liquidar os ativos imobili&aacute;rios t&oacute;xicos.</p>
<p>Esta &quot;decis&atilde;o sem precedentes&quot; surge um m&ecirc;s depois da segunda reforma do setor banc&aacute;rio e no meio da tempestade financeira provocada em Espanha pelas d&uacute;vidas quanto &agrave; perman&ecirc;ncia da Gr&eacute;cia no seio da zona euro. <a target="_self" href="http://www.cincodias.com/articulo/opinion/luz-taquigrafos-banca/20120516cdscdiopi_3/">Na opini&atilde;o deste di&aacute;rio econ&oacute;mico</a>,</p>
<blockquote><p>o Governo teve que se render &agrave; evid&ecirc;ncia de que [...] nem a Europa nem os mercados internacionais confiam nos bancos espanh&oacute;is e nas medidas tomadas para os manter.</p>
</blockquote>
<p>O jornal sublinha que a auditoria do BCE, que estar&aacute; terminada dentro de dois meses, j&aacute; tem uma primeira consequ&ecirc;ncia: demonstra a &quot;profunda desconfian&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao papel exercido pelo Banco de Espanha&quot;, expropriado da gest&atilde;o da reforma do setor banc&aacute;rio. No entanto, acrescenta que</p>
<blockquote><p>[com o objetivo de] convencer as institui&ccedil;&otilde;es e os investidores do s&eacute;rio esfor&ccedil;o que a Espanha fez para sanear e garantir a solvabilidade do seu sistema banc&aacute;rio, a coopera&ccedil;&atilde;o do BCE pode vir a ser mais uma ajuda preciosa do que uma contrariedade.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 16 May 2012 15:25:17 +0100</pubDate><guid>1995981</guid></item>
<item><title>Crise grega | A saída do euro é um "bluff" (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1989701-saida-do-euro-e-um-bluff</link><description><![CDATA[No momento em que aumentam as especulações sobre a saída da Grécia da zona euro, é preciso perceber que o país não pode sobreviver sem a moeda única e que a Europa não pode permitir a sua saída. Por isso, ambos têm que colocar as cartas na mesa. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 15 May 2012 17:00:39 +0100</pubDate><guid>1989701</guid></item>
<item><title>Zona euro | Barreira de proteção do euro pode ser abalada pela crise grega</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1988941-barreira-de-protecao-do-euro-pode-ser-abalada-pela-crise-grega</link><description><![CDATA[<p>A zona euro parece n&atilde;o dispor de mecanismos suficientes para fazer face &agrave;s consequ&ecirc;ncias do incumprimento da Gr&eacute;cia. <a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/517e01a6-9ddf-11e1-9a9e-00144feabdc0.html">Segundo o jornal <em>Financial Times</em></a>, &quot;o medo de que a barreira de prote&ccedil;&atilde;o do euro se revelasse insuficiente para proteger a Espanha e outros pa&iacute;ses sob ataque contra os efeitos de uma poss&iacute;vel sa&iacute;da desordenada da Gr&eacute;cia da uni&atilde;o monet&aacute;ria atingiu os mercados europeus na segunda-feira&quot;.</p>
<p>Os custos dos empr&eacute;stimos espanh&oacute;is e italianos a dez anos dispararam para os n&iacute;veis mais elevados deste ano, enquanto a rendibilidade das obriga&ccedil;&otilde;es alem&atilde;s a dez anos atingia uma margem mais baixa, o que empurrou as diferen&ccedil;as de custos dos empr&eacute;stimos entre pa&iacute;ses europeus para um novo pico. Os mercados bolsistas europeus tamb&eacute;m registaram a sua maior queda di&aacute;ria das &uacute;ltimas tr&ecirc;s semanas.</p>
<p>Para agravar estes problemas, na noite de segunda-feira, a Moody&rsquo;s desceu em entre um e quatro n&iacute;veis a nota&ccedil;&atilde;o de <a href="/pt/content/todays-front-pages/1987471-primeiras-paginas-de-hoje">26 institui&ccedil;&otilde;es financeiras italianas</a> e os custos das garantias contra o incumprimento espanhol atingiram n&iacute;veis hist&oacute;ricos.</p>
<p>A barreira de prote&ccedil;&atilde;o financeira &ndash; o Mecanismo de Estabilidade Europeu &ndash; &eacute; um sistema de resgate de 500 mil milh&otilde;es, criado pelos dirigentes europeus. Alguns analistas interrogam-se sobre se este ser&aacute; suficiente para resgatar as maiores economias em risco, como a de Espanha e de It&aacute;lia. Luke Spajic, quadro superior da Pimco, a maior gestora mundial de fundos de obriga&ccedil;&otilde;es disse ao <em>Financial Times</em>:</p>
<blockquote><p>Neste momento, a situa&ccedil;&atilde;o parece alarmante. O mercado est&aacute; efetivamente a tentar fixar um pre&ccedil;o para uma sa&iacute;da desordenada da Gr&eacute;cia.</p>
</blockquote>
<p>O <em>FT </em>acrescenta que t&ecirc;m sido feitos cada vez mais apelos para que os decisores pol&iacute;ticos europeus atuem de uma forma decisiva no sentido de evitar que mais pa&iacute;ses com import&acirc;ncia sist&eacute;mica sejam &quot;arrastados pelas preocupa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Gr&eacute;cia&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 May 2012 15:10:51 +0100</pubDate><guid>1988941</guid></item>
<item><title>Grécia | Para o Spiegel, Atenas "deve abandonar o euro agora"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1982021-para-o-spiegel-atenas-deve-abandonar-o-euro-agora</link><description><![CDATA[<p>Face &agrave; continuidade do impasse pol&iacute;tico na Gr&eacute;cia e ao risco de a crise da d&iacute;vida que o pa&iacute;s atravessa arrastar consigo a moeda &uacute;nica, o <em><a href="http://www.spiegel.de/" target="_self">Spiegel</a></em> assume, na capa, uma posi&ccedil;&atilde;o clara: &quot;Adeus, Atenas.&rdquo; E explica o motivo por que &quot;a Gr&eacute;cia deve abandonar o euro agora&quot;.</p>
<p>Refletindo as preocupa&ccedil;&otilde;es alem&atilde;s quanto &agrave; capacidade dos partidos pol&iacute;ticos gregos para formarem um governo, ap&oacute;s as legislativas de 5 de maio, <em>Der Spiegel</em> explica que, &quot;em Berlim, a situa&ccedil;&atilde;o na Gr&eacute;cia faz pensar na Rep&uacute;blica de Weimar&quot; e evoca o fantasma do regime sa&iacute;do da Primeira Guerra Mundial, na Alemanha. Minado pela instabilidade, esse regime abriu caminho ao nazismo:</p>
<blockquote><p>A chamada &lsquo;vergonha&rsquo; dos alem&atilde;es causada [pelas condi&ccedil;&otilde;es impostas] pelo tratado de paz de Versalhes parece ser representada, para os gregos, pelos objetivos de saneamento financeiro exigidos por Bruxelas. Tal como nos anos 1920, na Alemanha, s&atilde;o os partidos extremistas a beneficiar da situa&ccedil;&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>Embora seja desej&aacute;vel que a Gr&eacute;cia saia da zona euro, salienta o seman&aacute;rio,</p>
<blockquote><p>ningu&eacute;m pode for&ccedil;ar os gregos a abandonar o euro. Mas &eacute; &oacute;bvio que seria do seu pr&oacute;prio interesse. [&hellip;] A sa&iacute;da da Gr&eacute;cia da zona euro constitui a &uacute;nica hip&oacute;tese de o pa&iacute;s se reerguer. Os gregos teriam a sua pr&oacute;pria moeda, que poderiam desvalorizar. Assim, as importa&ccedil;&otilde;es seriam mais caras e as exporta&ccedil;&otilde;es mais baratas. [&hellip;] A solidariedade entre os pa&iacute;ses europeus n&atilde;o est&aacute; associada &agrave; qualidade de membro do euro e &eacute; por isso que os outros pa&iacute;ses dever&atilde;o, de qualquer modo, ajudar a Gr&eacute;cia com somas enormes.</p>
</blockquote>
<p>Outro argumento avan&ccedil;ado pela revista &eacute; que a sa&iacute;da da Gr&eacute;cia da uni&atilde;o monet&aacute;ria &quot;seria um forte sinal para os outros pa&iacute;ses insolventes: n&atilde;o se faz chantagem com a Europa&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 14 May 2012 14:12:27 +0100</pubDate><guid>1982021</guid></item>
<item><title>Zona euro | Bancos podem arruinar o euro (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1978801-bancos-podem-arruinar-o-euro</link><description><![CDATA[Esqueça o dilema de austeridade ou crescimento: o futuro da moeda única joga-se no setor bancário. Com a crise, os Estados e a banca tornaram-se tão interdependentes que acabam por se enfraquecer mutuamente. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 14 May 2012 12:35:54 +0100</pubDate><guid>1978801</guid></item>
<item><title>Zona euro | É preciso fazer alguma coisa pelo crescimento (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1961191-e-preciso-fazer-alguma-coisa-pelo-crescimento</link><description><![CDATA[As eleições de 6 de maio evidenciaram a dramática rutura entre os responsáveis políticos e os cidadãos. Para evitar que a situação degenere, devemos abandonar a obsessão com o rigor e os debates em grupos restritos e reiniciar o programa nos termos de solidariedade e integração que são a marca da Europa, considera uma colunista italiana. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 May 2012 16:47:04 +0100</pubDate><guid>1961191</guid></item>
<item><title>Espanha | Bancos a descoberto por causa da bolha imobiliária</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1953801-bancos-descoberto-por-causa-da-bolha-imobiliaria</link><description><![CDATA[<p>O resgate da Bankia, a segunda maior caixa de aforro espanhola, anunciado pelo Governo de Mariano Rajoy a 6 de maio, fez soar as campainhas de alarme sobre a situa&ccedil;&atilde;o dos bancos espanh&oacute;is: &ldquo;120 mil milh&otilde;es de euros de ativos t&oacute;xicos n&atilde;o est&atilde;o aprovisionados pelos bancos&rdquo;, <a target="_self" href="http://economia.elpais.com/economia/2012/05/08/actualidad/1336508326_996611.html">calcula <em>El Pa&iacute;s</em></a>, que sublinha que 85 mil milh&otilde;es desses ativos correspondem a empr&eacute;stimos imobili&aacute;rios. Estes constituem, segundo o di&aacute;rio madrileno,</p>
<p>o calcanhar de Aquiles dos bancos espanh&oacute;is. Os ativos t&oacute;xicos ligados ao imobili&aacute;rio continuam a aumentar e, nos balan&ccedil;os dos bancos, h&aacute; cada vez mais im&oacute;veis que as institui&ccedil;&otilde;es adquirem na sequ&ecirc;ncia de cr&eacute;ditos n&atilde;o pagos.</p>
<p>&ldquo;A Alemanha &eacute; a respons&aacute;vel pela bolha imobili&aacute;ria em Espanha?&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.abc.es/20120509/economia/abci-nomura-alemania-burbuja-201205082119.html">pergunta, por seu lado, o<em> ABC</em></a>. O jornal cita <a target="_self" href="http://articles.businessinsider.com/2012-05-08/markets/31619792_1_bubble-interest-rates-ecb">um relat&oacute;rio</a> do banco japon&ecirc;s Nomura, segundo o qual os bancos alem&atilde;es e franceses desempenharam um papel nesta situa&ccedil;&atilde;o:</p>
<blockquote><p>A pol&iacute;tica de taxas de juro baixas que o Banco Central Europeu (BCE) aplicou durante os anos que precederam a crise permitiu &agrave; &ldquo;moribunda economia alem&atilde; recuperar, mas foi tamb&eacute;m o elemento decisivo que provocou as bolhas imobili&aacute;rias dos pa&iacute;ses perif&eacute;ricos europeus, [&hellip;] exacerbado pelos fluxos de capitais provenientes dos&nbsp; bancos alem&atilde;es e franceses.</p>
</blockquote>
<p>Para enfrentar o risco de fal&ecirc;ncia dos bancos expostos aos ativos t&oacute;xicos ligados ao imobili&aacute;rio, o Governo &ldquo;exigir&aacute; [aos bancos] provis&otilde;es mais importantes&rdquo; para esse tipo de cr&eacute;ditos, conclui <em>El Pa&iacute;s</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 09 May 2012 15:53:38 +0100</pubDate><guid>1953801</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | O desejo de crescimento ainda não tem financiamento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1953591-o-desejo-de-crescimento-ainda-nao-tem-financiamento</link><description><![CDATA[<p>&quot;Crescimento: Bruxelas tenta recuperar a iniciativa&quot;, <a target="_self" href="http://www.lesechos.fr/economie-politique/monde/actu/0202050970658-croissance-bruxelles-tente-de-reprendre-la-main-320837.php">afirma</a> <em>Les Echos</em>, que considera que a cimeira de chefes de Estado e de governo europeus, marcada para o pr&oacute;ximo dia 23 de maio, constitui uma oportunidade para o novo Presidente franc&ecirc;s, Fran&ccedil;ois Hollande, &quot;clarificar a sua posi&ccedil;&atilde;o sobre a &lsquo;renegocia&ccedil;&atilde;o&rsquo; do pacto or&ccedil;amental&quot;. Este di&aacute;rio econ&oacute;mico franc&ecirc;s sublinha que</p>
<blockquote><p>durante algum tempo preocupados com essa &lsquo;renegocia&ccedil;&atilde;o&rsquo;, os respons&aacute;veis europeus dizem agora estar dispostos a ajudar o Presidente franc&ecirc;s a completar o tratado de disciplina or&ccedil;amental com uma iniciativa em mat&eacute;ria de crescimento. Com efeito, as &lsquo;reivindica&ccedil;&otilde;es&rsquo; de Fran&ccedil;ois Hollande tranquilizaram Bruxelas, porque recuperam projetos j&aacute; lan&ccedil;ados.</p>
</blockquote>
<p>Por outro lado, observa o mesmo jornal, o presidente da Comiss&atilde;o Europeia, Jos&eacute; Manuel Barroso, &quot;declarou-se feliz por poder aproveitar a abertura criada pela entrada em cena de Fran&ccedil;ois Hollande para encorajar o relan&ccedil;amento dos investimentos, desde que n&atilde;o se volte atr&aacute;s quanto &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida&quot;. <em>Les Echos</em> adverte, entretanto, que</p>
<blockquote><p>esse s&uacute;bito desejo de revalorizar os projetos de crescimento poder&aacute; colidir com a realidade das finan&ccedil;as p&uacute;blicas. Porque, para recapitalizar o BEI, &eacute; preciso encontrar dez mil milh&otilde;es de euros e, para redistribuir os fundos estruturais n&atilde;o utilizados, seria preciso que os Estados pagassem a Bruxelas os 82 mil milh&otilde;es que formalmente prometeram mas que, at&eacute; agora, pouparam, gra&ccedil;as aos atrasos em que incorreram. Sem contar com a fatura a pagar de 80 mil milh&otilde;es de euros, para dotar de capital o futuro Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE). Sem liquidez, o debate sobre o crescimento orienta-se, portanto, para a procura do delicado equil&iacute;brio entre o rigor e a queda na recess&atilde;o.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 09 May 2012 15:41:43 +0100</pubDate><guid>1953591</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Mario Draghi desvenda o seu plano para o crescimento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1924561-mario-draghi-desvenda-o-seu-plano-para-o-crescimento</link><description><![CDATA[<p>Por ocasi&atilde;o da cimeira semestral do Banco Central Europeu (BCE) que teve lugar em Barcelona, a 3 de maio, o presidente da institui&ccedil;&atilde;o, Mario Draghi, &ldquo;pediu aos l&iacute;deres da UE que ponham o crescimento econ&oacute;mico no centro da batalha contra a crise financeira e classificou o &lsquo;pacto or&ccedil;amental&rsquo; como &lsquo;ponto de partida para uma uni&atilde;o econ&oacute;mica no seio da zona euro&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/frontpage/2012/0504/1224315593084.html">escreve</a> <em>The Irish Times</em>.</p>
<blockquote><p>Sugerindo que uma uni&atilde;o econ&oacute;mica poderia ver a luz do dia dentro de dez anos, Draghi disse que tal comportaria transfer&ecirc;ncias de soberania dos Estados-membros para uma autoridade central. Essa seria a dimens&atilde;o pol&iacute;tica do &lsquo;pacto de crescimento&rsquo;, segundo Draghi.</p>
</blockquote>
<p>Para <em>Le Figaro</em>, o &ldquo;pacto de crescimento&rdquo; preconizado por Draghi deve ser posto em pr&aacute;tica ao mesmo tempo que o &ldquo;pacto or&ccedil;amental&rdquo; adotado por 25 dos 27 pa&iacute;ses membros para reequilibrar as suas finan&ccedil;as. Este crescimento passa por &ldquo;reformas estruturais de modo a &lsquo;facilitar a atividade dos empres&aacute;rios&rdquo;, escreve o di&aacute;rio franc&ecirc;s, segundo o qual &ldquo;o l&iacute;der do BCE resume em tr&ecirc;s palavras a sua doutrina nesta mat&eacute;ria: &lsquo;Flexibilidade, mobilidade, equidade&rsquo;&rdquo;.</p>
<p>O jornal <em>La Stampa</em> <a target="_self" href="http://lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=10062">escreve</a> nem mais nem menos que &ldquo;a moeda &uacute;nica procura mudar de rosto&rdquo; e que</p>
<blockquote><p>se as promessas dos &uacute;ltimos dias se realizarem, seria iniciada uma invers&atilde;o significativa das fun&ccedil;&otilde;es fundamentais entre a UE e os Estados membros: a responsabilidade das despesas para a UE e o controlo dos or&ccedil;amentos para os Estados membros. [Atrav&eacute;s do Banco Europeu de Investimentos] a UE poder&aacute; financiar grandes infraestruturas, capazes de relan&ccedil;ar o emprego, a taxas muito mais baixas do que deveriam pagar Roma ou Madrid, j&aacute; para n&atilde;o falar de Atenas ou Lisboa.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 04 May 2012 14:26:50 +0100</pubDate><guid>1924561</guid></item>
<item><title>Retrato | Tomáš Sedláček, economista e agitador de ideias (Respekt, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1912681-tomas-sedlacek-economista-e-agitador-de-ideias</link><description><![CDATA[Ex-conselheiro de Václav Havel, membro do Conselho Económico Nacional Checo, este nativo de Praga é autor, aos 35 anos, de um “best-seller” internacional sobre a história da economia partindo da Bíblia, de mitos e da literatura. O seu segredo está em saber vender tão bem a sua pessoa como as suas ideias. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 03 May 2012 12:28:40 +0100</pubDate><guid>1912681</guid></item>
<item><title>Finanças | Londres e Paris em desacordo quanto ao financiamento dos bancos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1911551-londres-e-paris-em-desacordo-quanto-ao-financiamento-dos-bancos</link><description><![CDATA[<p>&quot;A Europa prepara-se para consolidar um primeiro conjunto de regras destinadas a tornar os bancos mais s&oacute;lidos&quot;, <a target="_self" href="http://www.lefigaro.fr/societes/2012/05/01/20005-20120501ARTFIG00209-l-europe-cherche-comment-rendre-ses-banques-plus-solides.php">relata o jornal <em>Le Figaro</em></a>. Os ministros das Finan&ccedil;as dos 27 re&uacute;nem-se neste 2 de maio para transpor para o direito comunit&aacute;rio as regras internacionais ditas de &quot;Basileia III&quot;, elaboradas para solidificar o setor banc&aacute;rio. Este di&aacute;rio acrescenta:</p>
<blockquote><p>A diretiva limita drasticamente a defini&ccedil;&atilde;o de capitais pr&oacute;prios dos bancos e aumenta pesadamente o n&iacute;vel exigido desses capitais, de forma que cada estabelecimento passa a dispor de um n&iacute;vel de fundos que lhe permite absorver choques violentos. Segundo a Autoridade Banc&aacute;ria Europeia, se tivessem de cumprir j&aacute; as regras de Basileia III, os cem maiores bancos europeus teriam em falta, nas condi&ccedil;&otilde;es atuais, cerca de 485 mil milh&otilde;es de euros de capitais.</p>
</blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>O projeto prev&ecirc; que cada banco disponha de 7% de capitais em fundos pr&oacute;prios. O Reino Unido pretende aumentar essa exig&ecirc;ncia, para solidificar os seus bancos de dep&oacute;sito. Por seu turno, a Fran&ccedil;a quer que os fundos aplicados nas filiais do ramo segurador possam ser exclu&iacute;dos. Na verdade, comenta o <em>Figaro</em>,</p>
<blockquote><p>&eacute; de prever que o debate seja aceso e venha a levar ao adiamento da aprova&ccedil;&atilde;o do texto para 15 de maio. Contudo, o fracasso parece estar fora de quest&atilde;o, visto que a Europa precisa hoje de provar que est&aacute; a avan&ccedil;ar no sentido do refor&ccedil;o do seu sistema banc&aacute;rio.</p>
</blockquote>
<p>Na semana passada, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2feconomie%2farticle%2f2012%2f04%2f26%2fbruxelles-veut-savoir-ce-que-les-banques-ont-fait-des-1-000-milliards-d-euros-de-la-bce_1691641_3234.html"><em>Le Monde</em> revelou</a> que o Comiss&aacute;rio Europeu para o Mercado Interno, Michel Barnier, desejava perguntar aos bancos como tinham utilizado o bili&atilde;o de euros injetado pelo Banco Central Europeu para evitar a contra&ccedil;&atilde;o do volume de cr&eacute;dito.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 02 May 2012 15:54:05 +0100</pubDate><guid>1911551</guid></item>
<item><title>Roménia | Fértil em oportunidades (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1888051-fertil-em-oportunidades</link><description><![CDATA[Atraídos pelos preços baixos das terras de cultivo, muitos europeus não hesitam em criar explorações agrícolas na Roménia. Contribuem desse modo para a recriação das culturas locais, especialmente através da vertente biológica. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 30 Apr 2012 12:29:33 +0100</pubDate><guid>1888051</guid></item>
<item><title>Zona euro | Como se diz "basta" em alemão? (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1880641-como-se-diz-basta-em-alemao</link><description><![CDATA[Apesar das consequências sociais e políticas, o Bundesbank e o Governo de Angela Merkel continuam a defender a aplicação do rigor que vem sendo aplicado na Europa há dois anos. É hora de travar os danos, insurge-se o politólogo espanhol José Ignacio Torreblanca. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 17:00:05 +0100</pubDate><guid>1880641</guid></item>
<item><title>Zona euro | E contudo, o rigor é necessário (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1880571-e-contudo-o-rigor-e-necessario</link><description><![CDATA[Holanda, França, Banco Central Europeu, etc.: a Europa revolta-se contra as medidas de austeridade prescritas pela Alemanha. O pacto orçamental está ameaçado de malogro. Berlim e a Europa precisam, no entanto, de se submeter à disciplina, escreve um jornalista económico alemão. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:40:26 +0100</pubDate><guid>1880571</guid></item>
<item><title>Automóvel | Encruzilhada perigosa para os construtores (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1850241-encruzilhada-perigosa-para-os-construtores</link><description><![CDATA[A indústria automóvel, um setor crucial da economia europeia, está a sofrer as consequências da crise. Obrigados a ajustar as suas capacidades de produção, os vários grupos optam por estratégias diferentes. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:35:39 +0100</pubDate><guid>1850241</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | O crescimento não se compra assim (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1838421-o-crescimento-nao-se-compra-assim</link><description><![CDATA[Os dirigentes europeus procuram atenuar as consequências sociais da austeridade através do crescimento económico. Mas entregar dinheiro aos países do Sul da Europa, que não têm bases económicas adequadas, é ilusório, alerta um cronista sueco. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 16:28:19 +0100</pubDate><guid>1838421</guid></item>
<item><title>Economia | FMI, um aliado inconveniente (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1832041-fmi-um-aliado-inconveniente</link><description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional, que acaba de alertar a Europa para o risco de uma nova crise, faz parte da troika encarregada de ajudar os países em dificuldade. Mas há um ano que o salvador se manifesta menos conciliador, sob a presidência da francesa Christine Lagarde. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 18 Apr 2012 17:16:20 +0100</pubDate><guid>1832041</guid></item>
<item><title>Portugal | Milhares de milhões em dívida na ilha de Jardim (The Daily Telegraph, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1797651-milhares-de-milhoes-em-divida-na-ilha-de-jardim</link><description><![CDATA[Com uma população de apenas 250 mil habitantes, a ilha turística portuguesa da Madeira tem uma dívida de 6 mil milhões de euros, legado da longa e excêntrica governação do presidente regional, Alberto João Jardim. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:03:13 +0100</pubDate><guid>1797651</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Objetivo: 17 milhões de empregos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1817111-objetivo-17-milhoes-de-empregos</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;UE lan&ccedil;a programa para aumentar emprego&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/wirtschaft/beschaeftigungspakt-eu-startet-programm-fuer-mehr-jobs-1.1333435">titula o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>, como rea&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero recorde de 10% de desempregados na Europa.</p>
<p>Perante as violentas cr&iacute;ticas contra a pol&iacute;tica de austeridade na Europa, a Comiss&atilde;o Europeia agarra-se a um basti&atilde;o nacional: a pol&iacute;tica social e o mercado de emprego, noticia o di&aacute;rio de Munique. </p>
<p>O comiss&aacute;rio encarregue do dossi&ecirc;, <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/andor/index_fr.htm">L&aacute;szl&oacute; Andor</a>, dever&aacute; apresentar esta semana um &ldquo;pacote para o emprego&rdquo; que ter&aacute; como objetivo a cria&ccedil;&atilde;o de 17 milh&otilde;es de novos postos de trabalho na Europa at&eacute; 2020.</p>
<p>As principais medidas desse plano s&atilde;o a total abertura dos mercados de trabalho, tanto p&uacute;blico como privado, a todos os cidad&atilde;os europeus &ndash; incluindo romenos e b&uacute;lgaros &ndash;, &ldquo;sal&aacute;rios m&iacute;nimos adaptados&rdquo; que permitam aos trabalhadores viverem do seu ordenado, reconhecimento dos respetivos diplomas e diminui&ccedil;&atilde;o dos impostos sobre o trabalho. </p>
<p>A Comiss&atilde;o espera maior potencial de setores como a sa&uacute;de, os cuidados a pessoas idosas, o desenvolvimento econ&oacute;mico sustent&aacute;vel a n&iacute;vel clim&aacute;tico e as tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o. Resta saber se os Estados permitir&atilde;o uma tal inger&ecirc;ncia nos seus assuntos sociais: o plano ser&aacute; discutido durante a cimeira europeia do pr&oacute;ximo m&ecirc;s de junho.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 15:59:53 +0100</pubDate><guid>1817111</guid></item>
<item><title>Hungria | Orbán irrita o FMI e a UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1798431-orban-irrita-o-fmi-e-ue</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Europa est&aacute; farta das mentiras de Orb&aacute;n&rdquo;, assegura o <em>N&eacute;pszava</em>. O di&aacute;rio explica que o Governo h&uacute;ngaro recusa submeter-se &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es apresentadas pela Comiss&atilde;o Europeia, o FMI e a Uni&atilde;o Europeia para orientar as negocia&ccedil;&otilde;es sobre a ajuda financeira ao pa&iacute;s. Em causa est&aacute; um cr&eacute;dito de 15 a 20 mil milh&otilde;es de euros, mas as negocia&ccedil;&otilde;es n&atilde;o avan&ccedil;am, uma vez que o Governo h&uacute;ngaro deu falsas garantias &agrave;s preocupa&ccedil;&otilde;es europeias&rdquo;, real&ccedil;a o di&aacute;rio de esquerda:</p>
<blockquote><p>Desde as &uacute;ltimas semanas que o Governo h&uacute;ngaro conhece as condi&ccedil;&otilde;es, mas recusa submeter-se &agrave;s mesmas. [&hellip;] A situa&ccedil;&atilde;o &eacute; clara. Bruxelas quer que a democracia, colocada em causa, seja restabelecida. Algo que Orb&aacute;n n&atilde;o quer prometer.</p>
</blockquote>
<p>O outro di&aacute;rio de esquerda, <a href="http://nol.hu/lap/mo/20120413-kutyaszoritoban" target="_self"><em>N&eacute;pszabads&aacute;g</em></a>, considera por sua vez que</p>
<blockquote><p>o Governo est&aacute; em maus len&ccedil;&oacute;is. [&hellip;] As condi&ccedil;&otilde;es do cr&eacute;dito s&atilde;o conhecidas desde janeiro e n&atilde;o mudaram. Consistem em garantir a independ&ecirc;ncia do Banco Nacional e o funcionamento fi&aacute;vel da Justi&ccedil;a. [&hellip;] E n&atilde;o ficamos por a&iacute;: surgiram outros problemas com as novas leis fundamentais &ndash; nomeadamente as novas leis sobre a fam&iacute;lia e o c&oacute;digo eleitoral &ndash; uma vez que a Europa pensa ser necess&aacute;rio examinar na &iacute;ntegra o novo sistema constitucional do nosso pa&iacute;s. [&hellip;] Quanto &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es muito precisas relativas &agrave; Justi&ccedil;a, conv&eacute;m real&ccedil;ar que o Estado de Direito &eacute; uma quest&atilde;o de honra na Uni&atilde;o Europeia. Bruxelas n&atilde;o negociar&aacute; este ponto.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:28:07 +0100</pubDate><guid>1798431</guid></item>
<item><title>Itália | Missão de Monti presa por um fio</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1783531-missao-de-monti-presa-por-um-fio</link><description><![CDATA[<p>&quot;Mercados afundam-se, spreads disparam&rdquo;: <em>La Stampa</em> resume o susto financeiro de ter&ccedil;a-feira, quando as a&ccedil;&otilde;es baixaram fortemente em toda a Europa. A It&aacute;lia esteve na crista da onda do p&acirc;nico, com Mil&atilde;o a perder quase 5% e o spread entre as suas obriga&ccedil;&otilde;es e as da d&iacute;vida p&uacute;blica alem&atilde;, de refer&ecirc;ncia, a cruzar o limiar dos 400 pontos, e com as obriga&ccedil;&otilde;es italianas a dez anos vendidas a 5,66% contra os 1,65% das alem&atilde;s.</p>
<p>O primeiro-ministro Mario Monti tentou dissipar os receios e responsabilizou as perturba&ccedil;&otilde;es em Espanha e o fraco crescimento internacional. Segundo o di&aacute;rio de Turim, atacou em privado a confedera&ccedil;&atilde;o dos empres&aacute;rios italianos, que abalou o apoio ao Governo ao criticar a sua reforma laboral por ser demasiado suave e ceder &agrave;s exig&ecirc;ncias sindicais. <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9982">Escrevendo no jornal <em>La Stampa</em></a>, Bill Emmot, antigo diretor de <em>The Economist</em>, diz:</p>
<blockquote><p>Seria errado prestar demasiada aten&ccedil;&atilde;o aos movimentos di&aacute;rios ou semanais do mercado, pois t&ecirc;m mais a ver com o foro da psicologia animal. [...] Mas, por tr&aacute;s deles, h&aacute; uma verdade substancial: os problemas de d&iacute;vida soberana, sejam da Europa sejam da It&aacute;lia, n&atilde;o foram resolvidos. Se a recess&atilde;o em It&aacute;lia ou Espanha for um pouco pior do que o esperado, esses pa&iacute;ses v&atilde;o ficar aqu&eacute;m das suas metas de redu&ccedil;&atilde;o do d&eacute;fice. Isso vai p&ocirc;r em causa a quest&atilde;o da vontade pol&iacute;tica. [...] As reformas de Monti t&ecirc;m sido enormes, em compara&ccedil;&atilde;o com as dos governos anteriores, mas insuficientes para a tarefa que ele enfrenta. Come&ccedil;ou com um programa de liberaliza&ccedil;&atilde;o modesto, deu um leve est&iacute;mulo &agrave; competitividade e lan&ccedil;ou uma reforma laboral que n&atilde;o vai fazer hist&oacute;ria. Nenhum comprador de obriga&ccedil;&otilde;es tem a sensa&ccedil;&atilde;o de que as perspetivas de crescimento da It&aacute;lia se tenham transformado radicalmente.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:10:43 +0100</pubDate><guid>1783531</guid></item>
<item><title>Itália | A crise mata os pequenos patrões (Linkiesta, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1752181-crise-mata-os-pequenos-patroes</link><description><![CDATA[Desde que a crise começou, em 2008, pelo menos cinquenta artesãos e donos de pequenas e médias empresas (PME) cometeram suicídio, na região que foi o motor do milagre económico da década de 1990. Aqueles que não foram capazes de se adaptar às novas circunstâncias assistem ao colapso do modelo que proporcionou uma prosperidade que pensaram ser inesgotável. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 16:38:22 +0100</pubDate><guid>1752181</guid></item>
<item><title>Ambiente | UE demasiado permissiva em relação aos pesticidas?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1742422-ue-demasiado-permissiva-em-relacao-aos-pesticidas</link><description><![CDATA[<p>Os procedimentos europeus de homologa&ccedil;&atilde;o dos pesticidas s&atilde;o permissivos. &Eacute; esta a conclus&atilde;o de um <a target="_self" href="http://www.mdrgf.org/news/news030412_resoumission.html">relat&oacute;rio</a> publicado a 3 de abril por duas ONG, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2012/04/03/pesticides-les-autorisations-laxistes-de-l-europe_1679594_3244.html?xtmc=pesticides&amp;xtcr=1">refere <em>Le Monde</em></a>.</p>
<p>Segundo a <a target="_self" href="http://www.pan-europe.info/">Pesticide action network-Europe</a> (PAN-Aurope) e a <a target="_self" href="http://www.mdrgf.org/">G&eacute;n&eacute;rations futures</a>, a Comiss&atilde;o Europeia e os Estados-membros homologaram cinquenta mol&eacute;culas (ou seja, uma dezena de pesticidas) suspeitas de causar efeitos nocivos ao ser humano e ao ambiente. A homologa&ccedil;&atilde;o destas subst&acirc;ncias foi poss&iacute;vel gra&ccedil;as a um <a target="_self" href="http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2008:333:0011:0014:PT:PDF">procedimento de &ldquo;submiss&atilde;o&rdquo;</a>, que permitiu contornar a <a target="_self" href="http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:31991L0414:pt:HTML">diretiva comunit&aacute;ria de 1991</a> relativa &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o dos riscos associados &agrave;s mol&eacute;culas fitossanit&aacute;rias em uso nos diferentes pa&iacute;ses da UE.</p>
<p>&ldquo;Como &eacute; frequente, quando se trata de Europa e de regulamentos, o assunto &eacute; um pouco complicado&rdquo;, constata <em>Le Monde</em>, que adianta:</p>
<blockquote><p>No essencial da discuss&atilde;o com a Comiss&atilde;o Europeia os industriais puderam, de facto, optar pela retirada volunt&aacute;ria do mercado de uma subst&acirc;ncia que est&aacute; a ser avaliada e que beneficiou de um per&iacute;odo de toler&acirc;ncia at&eacute; finais de 2011, antes de ser efetivamente retirada. Um per&iacute;odo que lhes permitiu &quot;submeter de novo&quot; um mini-dossi&ecirc; de homologa&ccedil;&atilde;o [menos constrangedor em rela&ccedil;&atilde;o aos elementos a fornecer em mat&eacute;ria de toxicidade do produto]. Este procedimento de acelera&ccedil;&atilde;o s&oacute; foi poss&iacute;vel, e s&oacute; teve valor em Bruxelas, na &quot;condi&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o haver indica&ccedil;&atilde;o clara de efeitos nocivos evidentes no decorrer da primeira avalia&ccedil;&atilde;o realizada pelo Estado-membro relator&quot;. As ONG encaram a situa&ccedil;&atilde;o sob um ponto de vista bastante diferente. Fran&ccedil;ois Veillerette, presidente da G&eacute;n&eacute;rations futures, v&ecirc; nisso uma &quot;prenda&quot; dada &agrave; ind&uacute;stria sob a forma de &quot;homologa&ccedil;&atilde;o com abatimento&quot;. Segundo as duas ONG, h&aacute; 87 mol&eacute;culas que tentaram enveredar por este caminho, e 64 j&aacute; obtiveram, com esta estrat&eacute;gia, a homologa&ccedil;&atilde;o definitiva. Para os militantes antipesticidas, esta &quot;prenda&quot; resulta de um compromisso com os agroqu&iacute;micos no sentido da redu&ccedil;&atilde;o do risco de conflito.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 14:33:35 +0100</pubDate><guid>1742422</guid></item>
<item><title>Emprego | 25 milhões de desempregados e o eldorado alemão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1741212-25-milhoes-de-desempregados-e-o-eldorado-alemao</link><description><![CDATA[<p>Em fevereiro, o desemprego na UE atingiu a taxa mais elevada dos &uacute;ltimos quinze anos. <a href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-02042012-AP/FR/3-02042012-AP-FR.PDF" target="_self">Segundo o Eurostat</a>, 10,2% dos europeus est&atilde;o sem emprego, ou seja, 24,55 milh&otilde;es de pessoas. Na zona euro a taxa &eacute; de 10,8%, o que significa 17,13 milh&otilde;es de pessoas.</p>
<p>Com 5,7% (s&oacute; a Holanda, a &Aacute;ustria e o Luxemburgo t&ecirc;m menos desemprego) a Alemanha faz figura de eldorado, e como titula <em>Die Welt</em>, &ldquo;Berlim faz publicidade junto dos europeus&rdquo; para atrair m&atilde;o-de-obra.</p>
<p>Em algumas regi&otilde;es e setores profissionais, a Alemanha est&aacute; numa situa&ccedil;&atilde;o de pleno emprego e procura aumentar a m&atilde;o-de-obra estrangeira que fala alem&atilde;o. Um especialista em imigra&ccedil;&atilde;o <a href="http://www.welt.de/newsticker/dpa_nt/infoline_nt/wirtschaft_nt/article106147128/Fast-25-Millionen-Arbeitslose-in-Europa.html" target="_self">citado pelo di&aacute;rio</a> afirma, no entanto, que as expectativas n&atilde;o devem ser muito elevadas: &ldquo;A Alemanha n&atilde;o &eacute; a primeira escolha para os trabalhadores qualificados, tem que concorrer com outros Estados&rdquo;. Refere-se sobretudo aos licenciados que falam ingl&ecirc;s que procuram emprego sobretudo no Reino Unido. Por isso, Berlim n&atilde;o espera um grande assalto de desempregados gregos e espanh&oacute;is, conclui <em>Die Welt</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 13:33:11 +0100</pubDate><guid>1741212</guid></item>
<item><title>Zona euro | A ilusão que valia um bilião (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1737311-ilusao-que-valia-um-biliao</link><description><![CDATA[Em 29 de março, os ministros das Finanças europeus garantiram que tinham encontrado a soma suficiente para proteger a zona euro de uma nova crise. Mas trata-se de um truque contabilístico, que poderá falhar à primeira tormenta. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 17:22:00 +0100</pubDate><guid>1737311</guid></item>
<item><title>Crise económica | Europeus ocidentais poupam mais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1735111-europeus-ocidentais-poupam-mais</link><description><![CDATA[<p>A crise e o aumento do desemprego incentivaram os europeus ocidentais a poupar mais. Os alem&atilde;es, os belgas e os franceses est&atilde;o a p&ocirc;r de lado 15-17% dos seus rendimentos, observa o <em><a target="_self" href="http://www.dziennik.pl/">Dziennik Gazeta Prawna</a></em>, que real&ccedil;a que &ldquo;nos Estados-membros da UE mais pobres, como as rep&uacute;blicas do B&aacute;ltico, a Hungria e a Pol&oacute;nia, a taxa de poupan&ccedil;a &eacute; duas ou tr&ecirc;s vezes mais baixa&rdquo;. </p>
<p>No entanto, isto n&atilde;o se deve a extravag&acirc;ncias financeiras &ndash; &ldquo;os rendimentos dos residentes destes pa&iacute;ses s&atilde;o t&atilde;o limitados em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas despesas que simplesmente n&atilde;o podem poupar mais&rdquo;, explica um especialista citado pelo <em>DGP</em>. No in&iacute;cio da d&eacute;cada, o polaco m&eacute;dio conseguia poupar 11-12% do seu rendimento, agora este valor diminuiu 30%. Este facto deve-se principalmente &agrave; quebra nos mercados imobili&aacute;rios, que normalmente absorvem a maior parte do rendimento l&iacute;quido. De acordo com a metodologia do Eurostat, as hipotecas s&atilde;o uma forma de poupan&ccedil;a. A queda nos pre&ccedil;os das casas fez com que o valor verdadeiro das presta&ccedil;&otilde;es das hipotecas diminu&iacute;sse, reduzindo portanto o n&iacute;vel geral de poupan&ccedil;a.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:45:11 +0100</pubDate><guid>1735111</guid></item>
<item><title>Portugal | Pouco a pouco, Angola faz o seu ninho (Visão, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1721541-pouco-pouco-angola-faz-o-seu-ninho</link><description><![CDATA[Bancos, sociedades petrolíferas, meios de comunicação social, empresas de telecomunicações... aguçado pela crise, o apetite dos angolanos pelas empresas portuguesas parece insaciável. Por um lado, a falta de dinheiro, por outro, a sua abundância podem explicar esta tendência que está longe de abrandar. Mas não só. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 11:34:20 +0100</pubDate><guid>1721541</guid></item>
<item><title>Espanha | Um orçamento mais austero que nunca</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1720021-um-orcamento-mais-austero-que-nunca</link><description><![CDATA[<p>Um &quot;ajustamento hist&oacute;rico&quot;, <a target="_self" href="http://economia.elpais.com/economia/2012/03/29/actualidad/1333042104_106438.html">considera <em>El Pa&iacute;s</em></a>, no dia da apresenta&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento para 2012 pelo Governo de Mariano Rajoy e ap&oacute;s a greve geral contra os cortes e as reformas do mercado de trabalho. </p>
<p>Centenas de milhares de pessoas reuniram-se nas cidades espanholas, convocadas pelos principais sindicatos, a UGT e as CCOO. Para o di&aacute;rio madrileno, o or&ccedil;amento pretende &quot;responder a boa parte do mist&eacute;rio de uma equa&ccedil;&atilde;o diab&oacute;lica: como subtrair 35 mil milh&otilde;es de euros [revisto em 27,3 milh&otilde;es de euros pelo Governo, a 30 de mar&ccedil;o] ao d&eacute;fice p&uacute;blico &ndash; de 8,5% para 5,3% do PIB &ndash; em plena recess&atilde;o?&quot;</p>
<p>Os cortes afetar&atilde;o os gastos em toda a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica: os or&ccedil;amentos dos minist&eacute;rios ser&atilde;o reduzidos, em m&eacute;dia, pelo menos 17%, em compara&ccedil;&atilde;o com 2011 (num m&iacute;nimo de dez mil milh&otilde;es de euros) e os funcion&aacute;rios ter&atilde;o os sal&aacute;rios congelados pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p>No total, a administra&ccedil;&atilde;o central ter&aacute; de reduzir o seu d&eacute;fice em 17,5 mil milh&otilde;es de euros, as regi&otilde;es em 15,6 mil milh&otilde;es e os munic&iacute;pios em mil milh&otilde;es. O setor social tamb&eacute;m &eacute; chamado a fazer cortes: a Seguran&ccedil;a Social dever&aacute; economizar cerca de mil milh&otilde;es de euros.</p>
<p>A isto, somam-se novas receitas fiscais: supress&atilde;o de dedu&ccedil;&otilde;es fiscais para as empresas e aumento do IVA para certos bens e servi&ccedil;os. Para <em>El Pa&iacute;s</em>, &ldquo;o objetivo parece exequ&iacute;vel, mas a recess&atilde;o complica tudo&quot;:</p>
<blockquote><p>A quest&atilde;o est&aacute; em saber se as tesouradas atingiram o limite. Porque, se for o caso, devem realizar-se mudan&ccedil;as radicais na estrutura da administra&ccedil;&atilde;o. Deve-se igualmente equilibrar o aumento dos gastos causados pelos juros da d&iacute;vida p&uacute;blica [...]. A chave para o sucesso permanece na distribui&ccedil;&atilde;o dos esfor&ccedil;os.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 30 Mar 2012 12:58:20 +0100</pubDate><guid>1720021</guid></item>
<item><title>Telecomunicações | UE põe termo às taxas de roaming "exorbitantes"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1713221-ue-poe-termo-taxas-de-roaming-exorbitantes</link><description><![CDATA[<p>&quot;A UE decidiu reduzir os pre&ccedil;os do roaming&quot;, <a target="_self" href="http://www.ft.com/cms/s/db9503ec-78e3-11e1-9f49-00144feab49a,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2Fdb9503ec-78e3-11e1-9f49-00144feab49a.html&amp;_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.presseurop.eu%2Fsites%2Fall%2Fmodules%2Ffckeditor%2Ffckeditor%2Feditor%2Ffckeditor.html%3FInstanceName%3DoFCK_1%26Toolbar%3DPresseurop">afirma o t&iacute;tulo do <em>Financial Times</em></a>, depois de a Uni&atilde;o ter acordado reduzir os custos da utiliza&ccedil;&atilde;o de telem&oacute;veis nas viagens pela Europa.</p>
<blockquote><p>As tarifas pagas pela utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de dados como o correio eletr&oacute;nico e a navega&ccedil;&atilde;o na Internet ser&atilde;o fixadas em 70 c&ecirc;ntimos por megabyte, uma fra&ccedil;&atilde;o dos 2&euro;-5&euro; cobrados pela maioria dos operadores da UE. O limite ser&aacute; reduzido para apenas 20 c&ecirc;ntimos, at&eacute; 2014, eliminando praticamente uma receita suplementar lucrativa dos operadores de telecomunica&ccedil;&otilde;es. O valor das a&ccedil;&otilde;es de muitos destes caiu depois do acordo.</p>
</blockquote>
<p>O regulamento foi proposto no ver&atilde;o passado pela Comiss&atilde;o Europeia, com o objetivo de combater aquilo que a CE designou por exorbit&acirc;ncia dos custos dos servi&ccedil;os das comunica&ccedil;&otilde;es m&oacute;veis de itiner&acirc;ncia (roaming), pelos quais os operadores cobram mais do triplo das tarifas normais das chamadas, quando estas s&atilde;o feitas noutro pa&iacute;s da UE. O Parlamento Europeu aprovou a iniciativa em 27 de mar&ccedil;o e os governos nacionais no dia seguinte, devendo a luz verde final ser dada at&eacute; junho.</p>
<p>A iniciativa ir&aacute; reduzir bastante a &quot;facada constitu&iacute;da pelas contas de telem&oacute;vel&quot; habitual no per&iacute;odo de f&eacute;rias, durante o qual os montantes das faturas aumentam, <a target="_self" href="http://www.guardian.co.uk/technology/2012/mar/28/mobile-phones-eu-roaming-charges-cap">refere o <em>Guardian</em></a>. Para este di&aacute;rio brit&acirc;nico, trata-se do</p>
<blockquote><p>culminar de uma longa luta entre Bruxelas e os operadores, que dizem que ter&atilde;o que aumentar os pre&ccedil;os de outros servi&ccedil;os. Calcula-se que os custos transfronteiras destes servi&ccedil;os geram cerca de 5% das receitas.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 15:35:26 +0100</pubDate><guid>1713221</guid></item>
<item><title>Retrato | John Donovan, o pesadelo da Shell (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1701841-john-donovan-o-pesadelo-da-shell</link><description><![CDATA[Graças a uma rede de &quot;infiltrados&quot; no interior da empresa, este britânico reformado antecipadamente relata na sua página de Internet as deficiências de funcionamento do primeiro grupo mundial do mercado do petróleo. Uma perseguição que terá já custado milhares de milhões ao gigante anglo-holandês. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 27 Mar 2012 16:23:17 +0100</pubDate><guid>1701841</guid></item>
<item><title>Espanha | Bruxelas exige mais rigor a Madrid do que aos outros</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1694881-bruxelas-exige-mais-rigor-madrid-do-que-aos-outros</link><description><![CDATA[<p>&quot;Bruxelas imp&otilde;e a Espanha mais cortes do que &agrave; Gr&eacute;cia, a Portugal e &agrave; Irlanda&quot;, <a target="_self" href="http://economia.elpais.com/economia/2012/03/25/actualidad/1332705922_262970.html">denuncia o di&aacute;rio <em>El Pa&iacute;s</em></a>. Com efeito, a Comiss&atilde;o Europeia exige que Madrid reduza o d&eacute;fice de 8,5% para 3% do PIB, em dois anos. Essa redu&ccedil;&atilde;o de 5,5 pontos &quot;&eacute; o dobro da exigida a Dublin e a Lisboa&quot; &ndash; 3% em dois anos &ndash; e superior &agrave; exigida a Atenas &ndash; 5% em dois anos. Segundo <em>El Pa&iacute;s</em>,</p>
<blockquote><p>N&atilde;o h&aacute; um ajustamento compar&aacute;vel, na hist&oacute;ria econ&oacute;mica contempor&acirc;nea. [&hellip;] A Espanha est&aacute; perante uma encruzilhada infernal: o enorme d&eacute;fice obriga a p&ocirc;r em pr&aacute;tica os cortes e, por sua vez, isso agravar&aacute; o prec&aacute;rio estado de sa&uacute;de da economia. [&hellip;] Os especialistas afirmam que, se o prazo n&atilde;o for prolongado, a Espanha n&atilde;o poder&aacute; cumprir os seus objetivos.</p>
</blockquote>
<p>A primeira das &quot;tesouradas&quot; de 55 mil milh&otilde;es de euros ser&aacute; aplicada no pr&oacute;ximo dia 30 de mar&ccedil;o, com o an&uacute;ncio do Or&ccedil;amento para 2012. Para El Pa&iacute;s a Espanha tem diante de si um caminho semeado de obst&aacute;culos: </p>
<blockquote><p>O <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1617711-defice-espanha-desiludida-com-o-eurogrupo">desacordo</a> recente entre a Comiss&atilde;o e Madrid e o cerrar de fileiras em torno do mantra da austeridade dos pa&iacute;ses mais ortodoxos [&hellip;] dificultam a concilia&ccedil;&atilde;o com as metas do d&eacute;fice.</p>
</blockquote>
<p>Porque, como anuncia <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2012/03/26/economia/1332749752.html"><em>El Mundo</em></a>, o partido de Angela Merkel pretende examinar as reformas iniciadas pela Espanha. Em 2 de abril, uma delega&ccedil;&atilde;o de deputados da CDU, o partido da chanceler alem&atilde;, deslocar-se-&aacute; a Madrid:</p>
<blockquote><p>A modifica&ccedil;&atilde;o do objetivo do d&eacute;fice espanhol causou suspeitas na Alemanha e no partido de Merkel. [&hellip;] O objetivo [da visita] &eacute; duplo: garantir que, depois da <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1528871-caminho-de-uma-greve-geral">greve geral de 29 de mar&ccedil;o</a>, o programa de reformas n&atilde;o perde nem um grama de peso e verificar se a modifica&ccedil;&atilde;o do objetivo do d&eacute;fice n&atilde;o ser&aacute; uma artimanha para ganhar tempo e se, de facto, o pa&iacute;s est&aacute; a dar o seu melhor.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 26 Mar 2012 14:10:06 +0100</pubDate><guid>1694881</guid></item>
<item><title>Emprego | Crise, uma oportunidade de ouro para as empresas (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1679631-crise-uma-oportunidade-de-ouro-para-empresas</link><description><![CDATA[Despedimentos facilitados, salários reduzidos, idade de reforma prolongada: sob a pressão da crise, os governos europeus reescrevem o direito do trabalho, para grande satisfação dos empresários. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 15:31:23 +0100</pubDate><guid>1679631</guid></item>
<item><title>Itália | Euros falsos produzidos em cadeia (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1679461-euros-falsos-produzidos-em-cadeia</link><description><![CDATA[É dos arredores de Giugliano, um reduto da máfia napolitana, que provém quase metade das notas falsas de euros em circulação. Mais de mil milhões de euros foram emitidos por uma rede, cujas ramificações internacionais começam a ameaçar a estabilidade da moeda única. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 14:46:05 +0100</pubDate><guid>1679461</guid></item>
<item><title>Orçamento | Ah, se a Apple gerisse a Europa...</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1659481-ah-se-apple-gerisse-europa</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Se os governos fossem como a Apple&rdquo;, <a target="_self" href="http://hn.ihned.cz/c1-55096760-kdyby-byly-vlady-jako-apple">sonha o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a> ap&oacute;s o an&uacute;ncio feito pelo gigante inform&aacute;tico de que ir&aacute; pagar os dividendos aos seus acionistas pela primeira vez em 17 anos. O di&aacute;rio econ&oacute;mico de Praga relembra que &ldquo;a Apple acumulou cerca de 74 mil milh&otilde;es de euros e tornou-se portanto uma ave rara, n&atilde;o apenas no mercado dos t&iacute;tulos&rdquo;. </p>
<p>At&eacute; ao momento, os acionistas apenas lucravam quando vendiam a&ccedil;&otilde;es. Gra&ccedil;as a esta estrat&eacute;gia, a sociedade tornou-se a maior empresa mundial de acordo com a sua capitaliza&ccedil;&atilde;o bolsista. &ldquo;&Eacute; lament&aacute;vel que os &lsquo;gerentes&rsquo; de v&aacute;rios pa&iacute;ses desenvolvidos n&atilde;o tenham adotado uma atitude semelhante&rdquo;, deplora o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em> evocando o comportamento gastador dos governos europeus:</p>
<blockquote><p>Obviamente, deixaram-se levar pela economia da d&iacute;vida, que &eacute; de certa forma mais atrativa do que a do lucro. &Eacute; mais f&aacute;cil pagar subs&iacute;dios e observar como o governo seguinte (da oposi&ccedil;&atilde;o) ir&aacute; safar-se. Isto equivale a ser seguido por um diabetologista e questionar-se como perder peso perante um prato bem recheado. [...] A Apple s&oacute; pensa partilhar um d&eacute;cimo do dinheiro acumulado. Que governo se pode gabar de valores similares?</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 20 Mar 2012 14:11:36 +0100</pubDate><guid>1659481</guid></item>
<item><title>Eurogrupo | Um alemão na presidência?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1654591-um-alemao-na-presidencia</link><description><![CDATA[<p>Ser&aacute; o ministro alem&atilde;o das Finan&ccedil;as o pr&oacute;ximo presidente do Eurogrupo? Desde que o Financial Times Deutschland revelou, a 16 de mar&ccedil;o, que Wolfgang Sch&auml;uble &eacute; o candidato da chanceler alem&atilde; para o cargo ocupado por Jean-Claude Juncker, as especula&ccedil;&otilde;es crescem na Alemanha. O <em>Suddeutsche Zeitung </em><a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/schaeuble-soll-chef-der-euro-gruppe-werden-proporz-oder-vernunft-1.1312224" target="_self">revela hoje</a> a sua surpresa:</p>
<blockquote><p>Um ministro alem&atilde;o das Finan&ccedil;as n&atilde;o &eacute; o candidato adequado para a presid&ecirc;ncia do Eurogrupo. &Eacute; sobretudo a aritm&eacute;tica do equil&iacute;brio de poderes na Europa que o exige. Numa &eacute;poca normal, seria simplesmente exclu&iacute;da a possibilidade de um representante do pa&iacute;s que j&aacute; &eacute; o membro mais forte e que pretende, al&eacute;m disso, impor a toda a Europa a sua cultura nacional da austeridade para controlar ainda mais a comunidade da moeda &uacute;nica.</p>
</blockquote>
<p>Na aus&ecirc;ncia de advers&aacute;rios, e com o italiano Mario Monti e o finland&ecirc;s Jyrki Katainen afastados da lista por causa dos cargos-chave ocupados anteriormente por compatriotas seus (Mario Draghi no BCE e Olli Rehn respons&aacute;vel pela pol&iacute;tica monet&aacute;ria da Comiss&atilde;o Europeia), a estatura de Wolfgang Sch&auml;uble poderia, pelo menos, adaptar-se, comenta o di&aacute;rio de Munique. Jean-Claude Juncker, cujo mandato termina em junho de 2012, revelou, em janeiro, que n&atilde;o pretendia renovar o seu mandato. Wolfgang Sch&auml;uble foi o pr&oacute;prio a afirmar que o seu sucessor deveria pertencer a um pa&iacute;s classificado com um triplo A pelas ag&ecirc;ncias de rating limitando, assim, que se escolhesse a Alemanha, a Finl&acirc;ndia e a Holanda. Nesse compasso de espera, aguardaria pelo apoio da Fran&ccedil;a, que s&oacute; ir&aacute; intervir depois das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais e legislativas de junho.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:54:49 +0100</pubDate><guid>1654591</guid></item>
<item><title>Indústria automóvel | Travagem a fundo para os construtores europeus</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1639981-travagem-fundo-para-os-construtores-europeus</link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O mercado autom&oacute;vel europeu ainda n&atilde;o parou de registar n&uacute;meros desanimadores: -9,7%&nbsp;para o m&ecirc;s de fevereiro &eacute; o que&nbsp;<a href="http://www.lesechos.fr/entreprises-secteurs/auto-transport/actu/0201951388058-psa-et-renault-derapent-sur-le-marche-europeen-302627.php">anuncia</a>&nbsp;o di&aacute;rio econ&oacute;mico <em>Les Echos</em>. Os construtores&nbsp;franceses encontram-se na primeira linha deste &ldquo;desaparafusamento&rdquo;. A Renault&nbsp;registou uma queda de 27,7% enquanto a Peugeut baixou 20,9% e a Citro&euml;n&nbsp;12% (grupo PSA). Uma situa&ccedil;&atilde;o que dever&aacute; sustentar a guerra das rebaixas entre os&nbsp;grandes grupos que frequentemente vendem 20% abaixo do pre&ccedil;o de cat&aacute;logo. </p>
<p>Em&nbsp;It&aacute;lia a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; melhor,&nbsp;<a href="http://www.repubblica.it/economia/2012/03/15/news/immatricolazioni_auto_europa_crolla_fiat-31563833/">constata</a><em>&nbsp;La Repubblica</em>: as vendas da Fiat baixaram&nbsp;cerca de 16,6 % em fevereiro de 2012 em rela&ccedil;&atilde;o a fevereiro de 2011. A 16 de mar&ccedil;o,&nbsp;o CEO do grupo Sergio Marchionne dever&aacute; reencontrar o chefe do governo italiano,&nbsp;Mario Monti, a fim de discutir aquela que ser&aacute; a estrat&eacute;gia da Fiat para os pr&oacute;ximos&nbsp;anos.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:47:01 +0100</pubDate><guid>1639981</guid></item>
<item><title>Retrato | Markus Krall contra os três gigantes (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1640111-markus-krall-contra-os-tres-gigantes</link><description><![CDATA[Quebrar o monopólio da Standard &amp; Poor&#039;s, da Moody&#039;s e da Fitch na notação financeira: é este o sonho da UE, mas é um consultor alemão que está a tentar fazê-lo ao criar uma agência de notação europeia. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:45:30 +0100</pubDate><guid>1640111</guid></item>
<item><title>Zona euro | Depois da tempestade, chegou a vez da política (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1625581-depois-da-tempestade-chegou-vez-da-politica</link><description><![CDATA[A economia europeia parece ter sobrevivido ao pico da crise e enveredado pelo caminho da retoma. Mas esta depende agora, em larga medida, da capacidade dos políticos de porem de lado as hesitações e se abstraírem dos riscos eleitorais que os esperam. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:03:09 +0100</pubDate><guid>1625581</guid></item>
<item><title>Espanha | Mil euros? Um salário de sonho! (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1619171-mil-euros-um-salario-de-sonho</link><description><![CDATA[Quando foi lançada, em 2005, a palavra &quot;mileurista&quot; designava os jovens trabalhadores precários. Atualmente, numa altura em que um jovem em cada dois está desempregado, ganhar mil euros por mês passou a ser uma aspiração. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 17:03:19 +0100</pubDate><guid>1619171</guid></item>
<item><title>Zona euro | Défice: Espanha desiludida com o Eurogrupo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1617711-defice-espanha-desiludida-com-o-eurogrupo</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Uni&atilde;o Europeia exige de Espanha um ajustamento suplementar de 5 milh&otilde;es de euros&rdquo;, <a target="_self" href="http://economia.elpais.com/economia/2012/03/12/actualidad/1331589735_571017.html">critica <em>El Pa&iacute;s</em></a>. A 12 de mar&ccedil;o, o Eurogrupo exigiu ao governo espanhol que reduzisse o seu d&eacute;fice para 5,3% do PIB em 2012 (uma redu&ccedil;&atilde;o de 35 milh&otilde;es de euros), quando o primeiro-ministro Mariano Rajoy desejava n&atilde;o ultrapassar os 30 milh&otilde;es (5,8%). Mesmo que o objetivo inicial fixado pela Comiss&atilde;o tenha sido 4,4%, e mesmo que os parceiros de Madrid consigam adaptar-se, o di&aacute;rio considera que se trata de uma &quot;reviravolta inesperada&quot; para Espanha:</p>
<blockquote><p>Os parceiros europeus querem, acima de tudo, fazer passar a credibilidade da pol&iacute;tica de cortes or&ccedil;amentais para acalmar a intermin&aacute;vel crise do euro. A Europa deixa bem claro que n&atilde;o h&aacute; nada mais importante que a austeridade [...] e responde ao desafio de Mariano Rajoy (...). A Espanha &eacute; a nova fronteira do medo na UE: demasiado grande para cair, demasiado grande para ser resgatada e demasiado grande para que os mercados ignorem um linchamento por viola&ccedil;&atilde;o dos objetivos do d&eacute;fice em 2012. [...] A pancada est&aacute; &agrave; altura do desafio: quando toda a gente esperava uma cr&iacute;tica [atendendo ao objetivo de 5,8%], a Comiss&atilde;o demonstrou que n&atilde;o ir&aacute; fazer concess&otilde;es.</p>
</blockquote>
<p>Por seu turno, o di&aacute;rio <a target="_self" href="http://quiosco.elmundo.orbyt.es/ModoTexto/paginaNoticia.aspx?id=8638074&amp;tipo=4&amp;sec=El%20Mundo&amp;fecha=13_03_2012&amp;pla=pla_562_Madrid"><em>El Mundo</em> considera</a> a decis&atilde;o do Eurogrupo &quot;a vingan&ccedil;a de Olli Rehn&quot;, o comiss&aacute;rio europeu dos Assuntos Econ&oacute;micos e Monet&aacute;rios que &ldquo;tem Espanha debaixo de olho&rdquo;.</p>
<blockquote><p>Para os burocratas de Bruxelas, foi especialmente abomin&aacute;vel que [Mariano Rajoy] tivesse feito a sua declara&ccedil;&atilde;o no dia da assinatura do pacto or&ccedil;amental europeu. [Olli Rehn] procurou reafirmar a sua autoridade relativamente ao novo pacto or&ccedil;amental e foi o argumento que apresentou aos Estados-membros para os convencer de que tinham de reagir, quase salomonicamente, ao desvio anunciado por Mariano Rajoy. O resultado foi um remendo grosseiro, made in Bruxelas. [...] Surpreende esta urg&ecirc;ncia do Eurogrupo em impor mais 0,5% a Espanha quando o or&ccedil;amento de 2012 ainda nem sequer est&aacute; feito.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 14:49:23 +0100</pubDate><guid>1617711</guid></item>
<item><title>União Europeia | Nove países querem adotar a taxa Tobin</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1611171-nove-paises-querem-adotar-taxa-tobin</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Os pa&iacute;ses da UE querem impor a taxa sobre as transa&ccedil;&otilde;es financeiras&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/wirtschaft/vorstoss-von-deutschland-und-acht-weiteren-staaten-eu-laender-wollen-finanzsteuer-durchsetzen-1.1306300">titula o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>. O di&aacute;rio de Munique relata que os ministros das Finan&ccedil;as de nove pa&iacute;ses &ndash; Alemanha, Fran&ccedil;a, Espanha, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Finl&acirc;ndia, Portugal, Gr&eacute;cia e It&aacute;lia &ndash; pediram numa carta comum &agrave; presid&ecirc;ncia dinamarquesa da UE para &ldquo;superar todos os obst&aacute;culos&rdquo; &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o da taxa Tobin at&eacute; julho de 2012. Segundo os ministros, esta medida ser&aacute;, de facto, &quot;um instrumento crucial para garantir um contributo justo do setor financeiro aos custos da crise financeira&quot;.</p>
<p>A iniciativa n&atilde;o &eacute; in&eacute;dita. A Comiss&atilde;o Europeia <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1544401-finance-watch-um-lobi-para-combater-os-lobis">j&aacute; tinha proposto</a> uma taxa sobre a troca de a&ccedil;&otilde;es, produtos derivados e outros produtos financeiros no passado m&ecirc;s de setembro, uma proposta imediatamente rejeitada pelo Reino Unido e a Su&eacute;cia. Desta vez, os ministros afirmam querer procurar &ldquo;alternativas&rdquo;, caso n&atilde;o seja elaborada uma solu&ccedil;&atilde;o at&eacute; meio do ano. Uma observa&ccedil;&atilde;o fundamental da carta que &ldquo;se l&ecirc; entre linhas&rdquo;, estima o <em>SZ</em>:</p>
<blockquote><p>O n&uacute;mero nove transmite uma mensagem muito clara: podemos faz&ecirc;-lo sozinhos. [De acordo com os tratados europeus] os Estados podem avan&ccedil;ar sozinhos numa coopera&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;ada, caso consigam, no m&iacute;nimo, nove membros a favor. Da&iacute; a carta curta se ler quase como uma forte amea&ccedil;a para os colegas que hesitam. Uma vez que todos os envolvidos j&aacute; sabem que a taxa muito provavelmente ser&aacute; introduzida.</p>
</blockquote>
<p>Por fim, o di&aacute;rio real&ccedil;a que a carta pode ter efeitos a n&iacute;vel interno para os pa&iacute;ses signat&aacute;rios, nomeadamente para a Fran&ccedil;a e a Alemanha, uma vez que poder&aacute; permitir a Nicolas Sarkozy arrecadar votos adicionais nas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de abril-maio e a Angela Merkel apoiar a oposi&ccedil;&atilde;o, que imp&ocirc;s a taxa Tobin como uma condi&ccedil;&atilde;o para aprovar o pacto or&ccedil;amental.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 13:17:39 +0100</pubDate><guid>1611171</guid></item>
</channel></rss>
