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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Tratado de Lisboa]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>E agora? | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1268771-e-agora</link><description><![CDATA[<p>Uma das constantes desta crise da zona euro &eacute; que nunca sabemos se as cimeiras da &ldquo;&uacute;ltima oportunidade&rdquo; conseguem salvar a moeda &uacute;nica de vez. A do m&ecirc;s de dezembro n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Angela Merkel e Nicolas Sarkozy conseguiram fazer aprovar pelos parceiros a inclus&atilde;o da disciplina fiscal no texto europeu. Mas a fraca rea&ccedil;&atilde;o dos mercados financeiros no dia que se seguiu ao Conselho Europeu pode ser uma indica&ccedil;&atilde;o de que nem tudo est&aacute; resolvido.</p>
<p>De facto, <a href="http://consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/pt/ec/126726.pdf" target="_self">o acordo alcan&ccedil;ado</a>, que exclui a emiss&atilde;o de t&iacute;tulos europeus (&ldquo;eurobonds&rdquo;) exigida por uma s&eacute;rie de agentes financeiros, tamb&eacute;m n&atilde;o contempla a concess&atilde;o de uma licen&ccedil;a banc&aacute;ria ao Mecanismo Europeu de Estabilidade, que entrar&aacute; em funcionamento em junho de 2012.</p>
<p>Isso teria permitido que o fundo de resgate obtivesse dinheiro do Banco Central Europeu, garantindo &agrave; zona euro meios ilimitados para ajudar os pa&iacute;ses em apuros.</p>
<p>Essa perspetiva continua a ser rejeitada pela Alemanha, que teme um aumento da infla&ccedil;&atilde;o e da submiss&atilde;o do banco central a imperativos pol&iacute;ticos. Mas esta recusa priva a zona euro da &ldquo;bazuca&rdquo; que faria os mercados entenderem que ficava capacitada para enfrentar todas as eventualidades.</p>
<p>Com a reforma dos tratados europeus agora iniciada, a Uni&atilde;o ganhou um pouco de tempo e vamos poder continuar a utilizar o nosso euro no in&iacute;cio de 2012, ao contr&aacute;rio do que algumas pessoas n&atilde;o hesitaram em profetizar nas &uacute;ltimas semanas.</p>
<p>&Eacute; um resultado significativo. Mas seja qual for a opini&atilde;o que se tenha sobre os mercados financeiros, as ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o e os especuladores que atacam as economias europeias, h&aacute; que esperar que fiquem satisfeitos com a decis&atilde;o dos Vinte e Sete. Porque o pre&ccedil;o j&aacute; est&aacute; muito alto: a institucionaliza&ccedil;&atilde;o de uma Europa a v&aacute;rias velocidades e a quest&atilde;o agora claramente admitida do futuro do Reino Unido na UE.</p>
<p>Embora ainda seja necess&aacute;rio resolver esses problemas pol&iacute;ticos decisivos, dois gestos tornariam esse pre&ccedil;o mais aceit&aacute;vel. Em primeiro lugar, a Alemanha, agora que conseguiu passar a disciplina que pretendia, deve abrir-se &agrave; ideia de que a estabilidade monet&aacute;ria pode ser compat&iacute;vel com algumas formas de solidariedade &ndash; euro-obriga&ccedil;&otilde;es ou apoio mais claro do BCE aos pa&iacute;ses mais fragilizados.</p>
<p>Em segundo lugar, os governos europeus deveriam perceber que precisam de se afastar da austeridade e criar as bases para uma verdadeira pol&iacute;tica de crescimento em toda a Uni&atilde;o Europeia. J&aacute; existe uma ferramenta para isso, a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/166241-em-2020-seremos-ricos">Estrat&eacute;gia 2020</a>, que apenas precisa de ser finalmente levada a s&eacute;rio.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:31:28 +0100</pubDate><guid>1268771</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Façam o que eu digo, não façam o que eu faço (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/515491-facam-o-que-eu-digo-nao-facam-o-que-eu-faco</link><description><![CDATA[Mentirosos, trapaceiros ou mesmo imorais, e frequentemente irresponsáveis. Os dirigentes europeus estão hoje mal colocados para fazer vingar os valores da UE junto dos revoltosos do mundo árabe, denuncia o Frankfurter Rundschau. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 Feb 2011 15:49:37 +0100</pubDate><guid>515491</guid></item>
<item><title>Parlamento Europeu | Deputados viram costas a Estrasburgo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/499371-deputados-viram-costas-estrasburgo</link><description><![CDATA[<p>Economia de 180 milh&otilde;es de euros por ano e redu&ccedil;&atilde;o de 317 funcion&aacute;rios europeus e de 19 mil toneladas de emiss&otilde;es de CO2, eis o que ser&aacute; diferente se o Parlamento Europeu decidir que Bruxelas &eacute; a sua &uacute;nica sede. Atualmente, os 736 eurodeputados e seus colaboradores percorrem uma vez por m&ecirc;s os 431 quil&oacute;metros que separam a &ldquo;capital&rdquo; da UE de Estrasburgo para uma sess&atilde;o de quatro dias. Embora Estrasburgo seja a sede oficial do Parlamento Europeu, os deputados trabalham a maior parte do tempo em Bruxelas. A verdade &eacute; que esta &quot;desloca&ccedil;&atilde;o mensal (&hellip;) custa muito dinheiro e &eacute; negativa para o ambiente e para a sa&uacute;de dos deputados&quot;, explica <em>De Standaard</em>, que refere <a target="_blank" href="http://www.emcmillanscott.com/resources/A+Tale+of+Two+Cities.pdf">uma sondagem</a> publicada a 10 de fevereiro pelo vice-presidente do PE, <a target="_blank" href="http://www.emcmillanscott.com/">o liberal brit&acirc;nico Edward McMillan-Scott</a>. 91% dos eurodeputados e seus colaboradores ouvidos gostariam que Bruxelas passasse a ser a &uacute;nica sede do Parlamento. &quot;O debate foi novamente reaberto, mas est&aacute; longe de ter acabado&quot;, nota o di&aacute;rio belga. &Eacute; que o <a target="_blank" href="http://europa.eu/lisbon_treaty/glance/index_pt.htm">Tratado de Lisboa</a> n&atilde;o prev&ecirc; que os eurodeputados possam escolher o seu local de trabalho. Para al&eacute;m disso, alguns deputados influentes, como o presidente do Grupo PPE, o franc&ecirc;s Joseph Daul, e o seu hom&oacute;logo socialista, o alem&atilde;o Martin Schulz, bem como Paris, op&otilde;em-se ao abandono de Estrasburgo.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 11 Feb 2011 12:41:16 +0100</pubDate><guid>499371</guid></item>
<item><title>Inovação | Europa atrasada nas ciências (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/489721-europa-atrasada-nas-ciencias</link><description><![CDATA[Numa altura em que os objetivos de Lisboa, em matéria de inovação, foram adiados para 2020, as grandes universidades europeias dizem que a investigação está excessivamente dependente do setor financeiro. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 03 Feb 2011 18:36:55 +0100</pubDate><guid>489721</guid></item>
<item><title>Direitos Humanos | A consciência da UE (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/484301-consciencia-da-ue</link><description><![CDATA[O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH), em Estrasburgo, é acusado de interferir em assuntos que não são da sua conta. Rick Lawson defende que, apesar disso, este tribunal é indispensável à UE. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 17:17:08 +0100</pubDate><guid>484301</guid></item>
<item><title>Dinamarca | Tratado de Lisboa vai a tribunal</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/458521-tratado-de-lisboa-vai-tribunal</link><description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal dinamarqu&ecirc;s <a href="http://www.lissabonsagen.dk/Filedownload.aspx?File_ID=344" target="_blank">acaba de autorizar</a>&nbsp;um grupo de 35 dinamarqueses a processar&nbsp;o primeiro-ministro Lars L&oslash;kke Rasmussen (Partido Liberal), anuncia o di&aacute;rio <em>Berlingske Tidende</em>.&nbsp;Segundo&nbsp;<a href="http://www.lissabonsagen.dk/" target="_blank">os queixosos</a>,&nbsp;entre os quais se contam algumas personalidades pol&iacute;ticas e art&iacute;sticas, o&nbsp;primeiro-ministro violou a Constitui&ccedil;&atilde;o dinamarquesa ao ratificar o Tratado de Lisboa por vota&ccedil;&atilde;o&nbsp;parlamentar e n&atilde;o por referendo. <a href="http://www.berlingske.dk/ledere/hoejesteret-og-grundloven" target="_blank">No seu editorial</a>&nbsp;o jornal&nbsp;diz acreditar que o processo de&nbsp;ratifica&ccedil;&atilde;o foi apoiado pela maioria dos dinamarqueses e prev&ecirc; que a justi&ccedil;a venha a dar raz&atilde;o ao&nbsp;primeiro-ministro, &quot;<em>caso contr&aacute;rio voltaremos &agrave; &eacute;poca de Maastricht, com discuss&otilde;es intermin&aacute;veis&nbsp;<em>sobre a possibilidade de vivermos isolados da UE</em> &quot;. Os dinamarqueses rejeitaram o Tratado de&nbsp;</em>Maastricht, no referendo de 1992, antes de o ratificarem em 1993, depois da obten&ccedil;&atilde;o de&nbsp;&nbsp;<a href="http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:41992X1231:PT:HTML" target="_blank">cl&aacute;usulas de exce&ccedil;&atilde;o</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 12:39:46 +0100</pubDate><guid>458521</guid></item>
<item><title>A meio do vau | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/433971-meio-do-vau</link><description><![CDATA[<p>Um grande passo para a UE mas um pequeno passo para os europeus.<a target="_blank" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/en/ec/118572.pdf"> A revis&atilde;o do Tratado de Lisboa, aprovada</a> em 16 de dezembro pelos 27 chefes de Estado e de Governo, cria um mecanismo permanente de salvamento dos Estados-membros em dificuldades. A partir de 2013, esse &quot;Mecanismo Europeu de Estabilidade&quot; substitui o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira de 440 mil milh&otilde;es de euros (750 com o dinheiro do FMI), criado de urg&ecirc;ncia em maio passado.</p>
<p>Por outras palavras, como diz o t&iacute;tulo de Die Presse na &Aacute;ustria, a Uni&atilde;o cria um fundo monet&aacute;rio europeu, uma coisa inimagin&aacute;vel h&aacute; apenas um ano. A pouco e pouco, por press&atilde;o dos acontecimentos, est&aacute; a instalar-se uma esp&eacute;cie de federalismo informal, precisamente no momento em que os Estados-membros afirmam cada vez mais os seus interesses nacionais e a sua vontade, em detrimento da Comiss&atilde;o Europeia. Uma evolu&ccedil;&atilde;o paradoxal mas inevit&aacute;vel, se a Europa quiser sair da crise atual. Porque um fundo deste tipo teria permitido evitar, ou pelo menos atenuar, os ataques dos mercados contra os pa&iacute;ses mais fr&aacute;geis.</p>
<p>Ainda assim, subsiste algum mal-estar. Em primeiro lugar, <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/432401-uma-cimeira-da-ue-enevoada">como observou esta semana o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>, os dirigentes europeus n&atilde;o transmitem a ideia de saberem realmente para onde v&atilde;o. O debate, muito t&eacute;cnico, sobre a emiss&atilde;o de euro-obriga&ccedil;&otilde;es, foi em grande medida evitado, mas esse mesmo debate prova que entre os Estados, o Banco Central Europeu e, talvez, os meios financeiros existem diverg&ecirc;ncias que poder&atilde;o fragilizar ainda mais a situa&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses da zona euro mais expostos &agrave;s rea&ccedil;&otilde;es dos mercados.</p>
<p>Al&eacute;m disso, a revis&atilde;o do Tratado de Lisboa continua a ser um ato pol&iacute;tico herm&eacute;tico para a maior parte dos cidad&atilde;os europeus, que continuam a enfrentar a realidade da crise econ&oacute;mica e das pol&iacute;ticas de austeridade. Para os gregos e para os irlandeses, os planos de salvamento autorizados pelos seus parceiros s&atilde;o sin&oacute;nimos de sacrif&iacute;cios e geram ressentimento. Para muitos alem&atilde;es, essa solidariedade assemelha-se mais a uma extors&atilde;o de euros laboriosamente acumulados. E, noutros pa&iacute;ses, o resultado de longas negocia&ccedil;&otilde;es entre dirigentes, por mais &uacute;til que seja, tem pouco peso aos olhos daqueles que s&atilde;o diretamente afetados pelo desemprego e pela descida do seu n&iacute;vel de vida.</p>
<p>Uma comunica&ccedil;&atilde;o deficiente ou uma resposta pol&iacute;tica insuficiente? Em 2011, os Vinte e Sete ter&atilde;o de dar uma resposta a esta pergunta, porque a sa&iacute;da da crise n&atilde;o pode ser feita sem a ades&atilde;o dos povos.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 17 Dec 2010 17:09:43 +0100</pubDate><guid>433971</guid></item>
<item><title>Tratado de Lisboa | Um ano... e já está velho (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/412221-um-ano-e-ja-esta-velho</link><description><![CDATA[Mal entrou em vigor, a 1 de dezembro de 2009, o novo funcionamento da União Europeia viu-se a braços com a crise. Mas, com o tempo, escreve um editorialista espanhol, as suas vantagens serão cada vez mais visíveis. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 01 Dec 2010 00:12:44 +0100</pubDate><guid>412221</guid></item>
<item><title>Euro | Socorro, Lisboa está de volta! (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/374161-socorro-lisboa-esta-de-volta</link><description><![CDATA[Porquê rever um tratado que entrou em vigor no ano passado? Após a decisão tomada pelos Vinte e Sete, destinada a consolidar a moeda única, a imprensa europeia mostra-se mais que reservada. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 29 Oct 2010 16:24:41 +0100</pubDate><guid>374161</guid></item>
<item><title>Um trabalho sem fim | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/373451-um-trabalho-sem-fim</link><description><![CDATA[<p>De l&aacute;pis em punho, retoca-se o Tratado de Lisboa. De 28 para 29 de outubro, os Vinte e Sete decidiram fazer &quot;uma altera&ccedil;&atilde;o limitada&quot; ao texto para poder criar-se o Fundo Monet&aacute;rio Europeu, encorajado pela Alemanha desde a crise grega da primavera passada. Uma altera&ccedil;&atilde;o a ser apresentada na pr&oacute;xima Cimeira, em dezembro, <a target="_blank" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/en/ec/117489.pdf">pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy</a>.</p>
<p>Em contrapartida, deixaram para as calendas gregas a introdu&ccedil;&atilde;o de uma suspens&atilde;o do direito de voto dos Estados do Conselho, tamb&eacute;m reclamada por Berlim, mas considerada inaceit&aacute;vel pelo presidente da Comiss&atilde;o Europeia, Dur&atilde;o Barroso.</p>
<p>Mesmo assim, alguns observadores e respons&aacute;veis pol&iacute;ticos receiam as consequ&ecirc;ncias desta atitude. Ser&aacute; que os irlandeses, for&ccedil;ados a ratificar o atual Tratado, devem voltar a decidir, agora que a crise que os aflige completamente e os deixa ainda mais receosos em rela&ccedil;&atilde;o a qualquer poder?</p>
<p>Ser&aacute; que os checos, cujo presidente Vacl&aacute;v Klaus resistiu at&eacute; ao fim antes de assinar o Tratado de Lisboa, t&ecirc;m vontade de recome&ccedil;ar todo o processo? Ser&aacute; que os franceses e os holandeses, a quem n&atilde;o foi dada a palavra para a ratifica&ccedil;&atilde;o do Tratado que substituiu a Constitui&ccedil;&atilde;o que rejeitaram, aceitam uma nova altera&ccedil;&atilde;o do texto, mesmo que limitada? Ou ser&aacute; que, pelo contr&aacute;rio, alguns n&atilde;o se sentir&atilde;o tentados, nos respetivos pa&iacute;ses, a reclamar a negocia&ccedil;&atilde;o de um novo tratado que possa compensar as fraquezas de Lisboa?</p>
<p>Os dirigentes europeus abriram uma potencial caixa de Pandora. Mas as circunst&acirc;ncias ditam a lei e a ocasi&atilde;o de eternizar os mecanismos de apoio aos Estados-membros em dificuldade e &agrave; zona euro n&atilde;o pode fracassar.</p>
<p>A moeda &uacute;nica foi criada nos anos 1990 sem que se previssem as dificuldades econ&oacute;micas e or&ccedil;amentais em que a Europa hoje se encontra. O m&eacute;todo comunit&aacute;rio, feito de avan&ccedil;os pontuais e, sobretudo, pragm&aacute;ticos, atingiu claramente os limites.</p>
<p>Mas, em caso de urg&ecirc;ncia e na aus&ecirc;ncia de uma remodela&ccedil;&atilde;o total do projeto europeu e do seu funcionamento, impens&aacute;vel hoje em dia, continua a ser, parafraseando Churchill, a menos m&aacute; das solu&ccedil;&otilde;es.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 29 Oct 2010 11:54:29 +0100</pubDate><guid>373451</guid></item>
<item><title>Alargamento | Um dia a Turquia conduzirá a UE (Die Presse, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/348481-um-dia-turquia-conduzira-ue</link><description><![CDATA[A Turquia ainda nem sequer é membro da UE, mas o vice-primeiro-ministro turco, Ali Babacan, já reivindica um papel de primeiro plano para o seu país. E com o seu crescimento económico e demográfico, arrisca-se mesmo a consegui-lo, escreve Die Presse. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 18:45:03 +0100</pubDate><guid>348481</guid></item>
<item><title>República Checa | Derrogação de Klaus posta em causa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/347251-derrogacao-de-klaus-posta-em-causa</link><description><![CDATA[<p>&quot;Amea&ccedil;ada exce&ccedil;&atilde;o lisboeta de Klaus&quot;, <a href="http://www.lidovky.cz/klausova-lisabonska-vyjimka-je-v-ohrozeni-pravnici-ji-zpochybnuji-1dv-/ln_domov.asp?c=A100924_202714_ln_domov_kim" target="_blank">titula o <em>Lidov&eacute; noviny</em></a>, segundo a qual as exce&ccedil;&otilde;es &agrave; <a href="http://www.europarl.europa.eu/charter/pdf/text_pt.pdf" target="_blank">Carta dos Direitos Fundamentais</a>, conseguidas pelo presidente V&aacute;clav Klaus como condi&ccedil;&atilde;o para <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/131151-foi-assinado-viremos-pagina" target="_blank">a ratifica&ccedil;&atilde;o do Tratado de Lisboa</a>, em outubro de 2009, poder&atilde;o ser postas em causa com a ades&atilde;o da Cro&aacute;cia &agrave; UE. &Agrave; &eacute;poca, com efeito, a presid&ecirc;ncia sueca da UE empenhou-se em inserir as exce&ccedil;&otilde;es ao Tratado de Ades&atilde;o da Cro&aacute;cia, que incluem garantias quanto &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o dos <a href="http://www.robert-schuman.eu/question_europe.php?num=sy-59" target="_blank">decretos Bene&scaron;</a> (que permitem aos alem&atilde;es dos Sudetas recuperar os bens confiscados depois da II Guerra Mundial). O <em>Lidov&eacute; noviny </em>revela ainda que h&aacute; v&aacute;rios pa&iacute;ses &ndash; nomeadamente a &Aacute;ustria e a Hungria &ndash; a pressionar os juristas redatores do Tratado de Ades&atilde;o da Cro&aacute;cia para que as &quot;exce&ccedil;&otilde;es Klaus&quot; sejam eliminadas.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 27 Sep 2010 15:16:04 +0100</pubDate><guid>347251</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Barroso falou muito, mas disse pouco (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/334321-barroso-falou-muito-mas-disse-pouco</link><description><![CDATA[O primeiro discurso sobre o estado da União, do chefe do executivo de Bruxelas, era muito esperado. Mas enquanto a UE sai lentamente da crise, as palavras denotam falta de ambição, lamenta a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 08 Sep 2010 16:54:55 +0100</pubDate><guid>334321</guid></item>
<item><title>Que futuro para a Europa? / 10 | Uma União Europeia multipolar (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/304251-uma-uniao-europeia-multipolar</link><description><![CDATA[Com os países a seguirem os seus interesses nacionais, com a França e a Alemanha competindo pelas melhores posições e com as principais decisões a serem tomadas em reuniões informais, as divisões dentro da UE estão-se a aprofundar, defende Marek Cichocki, filósofo polaco e perito em assuntos europeus. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:02:00 +0100</pubDate><guid>304251</guid></item>
<item><title>Instituições | Eurodeputados atestam o seu poder</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/279571-eurodeputados-atestam-o-seu-poder</link><description><![CDATA[<p>&quot;Desde o in&iacute;cio do ano e com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, os eurodeputados mobilizam-se para defender o 'm&eacute;todo comunit&aacute;rio&rsquo; (&hellip;) contra alegadas desconsidera&ccedil;&otilde;es dos Estados-membros e desvios intergovernamentais&quot;, l&ecirc;-se em <em>Le Monde</em>. As quatro principais fam&iacute;lias pol&iacute;ticas &ndash; conservadores, socialistas, democratas liberais e Verdes &ndash; est&atilde;o dispostas a ir &agrave; luta, para fazerem vingar a sua vis&atilde;o em diversos dom&iacute;nios, explica o di&aacute;rio franc&ecirc;s. </p>
<p>O acordo que define os contornos do futuro servi&ccedil;o diplom&aacute;tico europeu, conseguido por Catherine Ashton em 21 de junho, &eacute; um epis&oacute;dio da batalha que o <a target="_blank" href="http://www.europarl.europa.eu/news/public/default_pt.htm">Parlamento</a> empreendeu contra &quot;o dom&iacute;nio dos Estados sobre Bruxelas&quot;. Conseguiu-se chegar a um compromisso entre a Comiss&atilde;o, o Conselho e o Parlamento, para permitir o funcionamento desta estrutura, que contar&aacute; cerca de 7 mil funcion&aacute;rios, dos quais 60% de diplomatas europeus e 40% de diplomatas nacionais. </p>
<p>Os eurodeputados reclamaram &quot;em v&atilde;o que o servi&ccedil;o fosse integrado na Comiss&atilde;o Europeia, para haver um melhor controlo do funcionamento e do or&ccedil;amento&quot;, recorda <em>Le Monde</em>. Consideram que a Comiss&atilde;o se deve apoiar neles para levar a efeito os projetos comunit&aacute;rios. &quot;A confus&atilde;o que envolveu o apoio &agrave; Gr&eacute;cia 'revelou os limites' da concerta&ccedil;&atilde;o dos Estados&quot;, sublinha o antigo primeiro-ministro belga, Guy Verhofstadt, dirigente dos liberais no Parlamento e considerado &quot;um dos homens mais influentes do hemiciclo&quot;. N&atilde;o &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o nova, insiste <em>Le Monde</em>, mas o Tratado de Lisboa deu-lhe &quot;novo vigor&quot;. &quot;Com efeito, os eurodeputados disp&otilde;em de novas prerrogativas e contam utiliz&aacute;-las: mais codecis&atilde;o com o Conselho, poderes or&ccedil;amentais acrescidos e capacidade para rejeitar em bloco acordos internacionais. &quot;Uma ofensiva, conclui o di&aacute;rio, que n&atilde;o deixar&aacute; de irritar as capitais e o Conselho Europeu.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 14:31:46 +0100</pubDate><guid>279571</guid></item>
<item><title>Crise grega | E tu, José?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/259611-e-tu-jose</link><description><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde que assumiu o cargo, Dur&atilde;o Barroso op&ocirc;s-se em p&uacute;blico &agrave; Alemanha, ou melhor, &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es ao Tratado de Lisboa que a chanceler Angela Merkel pretendia introduzir, <a href="http://biznes.gazetaprawna.pl/artykuly/423988,eurobiurokraci_przeciw_merkel.html">noticia o <em>Dziennik Gazeta Prawna</em>.</a> Berlim quer que o Tratado estabele&ccedil;a penaliza&ccedil;&otilde;es para os pa&iacute;ses da zona euro que ultrapassem repetidamente os n&iacute;veis autorizados do d&eacute;fice or&ccedil;amental. &quot;<em>Seria ingenuidade pensar que o Tratado pode ser reformado apenas nas &aacute;reas em que a Alemanha est&aacute; interessada</em>&quot;, disse o presidente da Comiss&atilde;o Europeia. Barroso conta com o apoio da maioria dos especialistas, que pensam que introduzir as altera&ccedil;&otilde;es propostas seria o mesmo que abrir a caixa de Pandora. O di&aacute;rio de Vars&oacute;via considera que a verdadeira quest&atilde;o &eacute; que &quot;<em>Berlim quer curar o euro de uma forma din&acirc;mica, enquanto Bruxelas prefere uma actua&ccedil;&atilde;o mais lenta, mais cautelosa e mais europeia</em>&quot;. <a href="http://biznes.gazetaprawna.pl/artykuly/423981,komentarz_redakcji_niech_euro_naprawi_bruksela_nie_berlin.html">O jornal interroga-se, num editorial</a>, se o presidente da Comiss&atilde;o, surpreendentemente mudo durante a crise grega, estar&aacute; a tentar recuperar o terreno perdido. Atacar a Alemanha n&atilde;o envolve grandes riscos, salienta o mesmo di&aacute;rio, dada a forma fria como o plano de Merkel foi acolhido por muitos Estados-membros, entre os quais o Reino Unido e a Fran&ccedil;a.&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 26 May 2010 14:43:22 +0100</pubDate><guid>259611</guid></item>
<item><title>União Europeia | Todos contra Lady Ashton (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/200021-todos-contra-lady-ashton</link><description><![CDATA[Depois de José Manuel Durão Barroso e Herman Van Rompuy, Catherine Ashton é a figura europeia que todos adoram odiar. Irá aguentar-se no cargo de Alta Representante para os Negócios Estrangeiros da UE, que ocupa há escassos meses? A imprensa lamenta uma Europa à deriva. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 26 Feb 2010 14:44:46 +0100</pubDate><guid>200021</guid></item>
<item><title>Crise económica | A Europa zangada sai à rua (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/198211-europa-zangada-sai-rua</link><description><![CDATA[Face aos despedimentos e às previsões sombrias de uma paragem na recuperação da economia europeia, o continente enfrenta uma onda inaudita de agitação laboral. De Dublin a Atenas, os manifestantes contestam os cortes orçamentais e as reduções salariais. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 24 Feb 2010 18:43:27 +0100</pubDate><guid>198211</guid></item>
<item><title>Não contemos com Obama | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/184281-nao-contemos-com-obama</link><description><![CDATA[<p>Barack Obama n&atilde;o vai, decididamente, a Bruxelas &ndash; nem a Madrid &ndash; no final de Maio, participar na cimeira UE-Estados Unidos, e com raz&atilde;o. Porque deveria o Presidente norte-americano, que tem <a href="http://www.cbsnews.com/sections/politics/politicalhotsheet/main503544.shtml?category=Obama%27s+Schedule" target="_blank">uma agenda bastante preenchida</a>, empreender tal desloca&ccedil;&atilde;o para participar num acontecimento sem conte&uacute;do real? As rela&ccedil;&otilde;es entre a Europa e os Estados Unidos est&atilde;o hoje desanuviadas e n&atilde;o existem problemas bilaterais insuper&aacute;veis. Sem falar dos custos e <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/182971-la-maison-blanche-et-les-27-nains">do quebra-cabe&ccedil;as que representa uma visita &agrave; Europa. </a></p>
<p>Uma das raz&otilde;es avan&ccedil;adas pela Casa Branca para justificar a sua decis&atilde;o &eacute; a aus&ecirc;ncia de um interlocutor &uacute;nico deste lado do Atl&acirc;ntico. O&nbsp; <a href="http://europa.eu/lisbon_treaty/index_pt.htm" target="_blank">Tratado de Lisboa</a> viria resolver este problema, juravam os dirigentes dos 27, e a Europa iria finalmente aceder ao papel de pot&ecirc;ncia global, a que legitimamente aspira. Ora, quando se trata de p&ocirc;r em pr&aacute;tica o Tratado e apagar-se por tr&aacute;s das institui&ccedil;&otilde;es com que dotaram a Uni&atilde;o &ndash; a come&ccedil;ar por um presidente est&aacute;vel do Conselho &ndash;, prevalecem os velhos reflexos e o cada um por si. Viu-se em Copenhaga ao que isso leva.</p>
<p>Agora, os dirigentes europeus disputam-se para saber quem vai acolher Obama ou para aparecer a seu lado nas fotografias. Os que est&atilde;o com problemas de popularidade &ndash; e n&atilde;o s&atilde;o poucos &ndash; fazem de tudo para lhe sacar uma declara&ccedil;&atilde;o de simpatia para uso meramente interno, como se o Presidente norte-americano tivesse capacidade para alterar as sondagens, qual &iacute;cone milagreiro.</p>
<p>O milagre que Barack Obama fez foi o de chegar &agrave; Casa Branca. Uma vez l&aacute;, enfrenta uma crise, o protagonismo da China e da &Iacute;ndia, o Ir&atilde;o, a situa&ccedil;&atilde;o no M&eacute;dio Oriente e no Afeganist&atilde;o. Se os europeus querem intervir <a href="http://www.whitehouse.gov/issues/foreign-policy" target="_blank">nestas quest&otilde;es</a>, sabem o que t&ecirc;m a fazer.</p>
<p>Gian Paolo Accardo</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:55:22 +0100</pubDate><guid>184281</guid></item>
<item><title>Instituições | Um milhão de europeus vai poder propor leis (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/173921-um-milhao-de-europeus-vai-poder-propor-leis</link><description><![CDATA[O recente Tratado de Lisboa autoriza iniciativas populares, a partir de um milhão de assinaturas. Mas este número não basta para enquadrar o novo instrumento de democracia participativa. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:37:54 +0100</pubDate><guid>173921</guid></item>
<item><title>Moldávia | Primeiros passos para a União</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/168741-primeiros-passos-para-uniao</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Soou a hora da Europa para a Mold&aacute;via&quot;</em>, <a href="http://www.timpul.md/news/2010/01/12/5757" target="_blank">diz</a> o di&aacute;rio <em>Timpul</em>, no dia a seguir &agrave; primeira ronda de negocia&ccedil;&otilde;es sobre o Acordo de Associa&ccedil;&atilde;o entre a UE e a antiga rep&uacute;blica sovi&eacute;tica, que se realizou a 12 de Janeiro, em Chisinau. Qualificado sem rodeios como <em>&quot;acontecimento do ano&quot;</em>, o acordo prev&ecirc; o refor&ccedil;o da assist&ecirc;ncia econ&oacute;mica, uma associa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e a liberaliza&ccedil;&atilde;o, dentro em breve, da pol&iacute;tica de vistos. O acordo, semelhante ao que foi assinado em 2005 <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/delegations/ukraine/eu_ukraine/political_relations/index_en.htm">com a Ucr&acirc;nia</a>, <em>&quot;marca o tom para 2010 e acerta os ponteiros dos rel&oacute;gios moldavos pela hora da Europa&quot;</em>. A pr&oacute;xima ronda de negocia&ccedil;&otilde;es est&aacute; marcada para Mar&ccedil;o, em Bruxelas. O <a href="http://ec.europa.eu/world/enp/partners/enp_moldova_fr.htm" target="_blank">processo</a> ter&aacute; seguimento, qualquer que seja o resultado das elei&ccedil;&otilde;es parlamentares antecipadas, previstas para a pr&oacute;xima Primavera, salienta o <em>Timpul</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 13 Jan 2010 15:25:37 +0100</pubDate><guid>168741</guid></item>
<item><title>União Europeia | Madrid à prova com a presidência (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/162551-madrid-prova-com-presidencia</link><description><![CDATA[A Espanha assume a liderança da UE por seis meses com dois objectivos: encontrar uma resposta para a crise económica e aplicar o Tratado de lisboa. Mas os diários El País e El Mundo estão muito divididos sobre as hipóteses de sucesso de um Governo enfraquecido.Debate. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:54:03 +0100</pubDate><guid>162551</guid></item>
<item><title>Feliz Ano Novo, apesar de tudo | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/161871-feliz-ano-novo-apesar-de-tudo</link><description><![CDATA[<p>No in&iacute;cio do Ano Novo, os franceses costuma desejar &ldquo;um bom ano, com muita sa&uacute;de&rdquo;. Em 2010, a Uni&atilde;o Europeia vai precisar de um bom m&eacute;dico para ter um bom ano, porque os sinais de febre e de cansa&ccedil;o s&atilde;o v&aacute;rios: </p>
<p>- <em>&ldquo;N&atilde;o podemos esperar que a recess&atilde;o seja rapidamente ultrapassada&quot;,</em> preveniu a chanceler Angela Merkel, nos seus votos de Ano Bom. Vamos ainda falar de desemprego, de descida do n&iacute;vel de vida e de falta de confian&ccedil;a no futuro. A Gr&eacute;cia tentar&aacute; afastar o risco de fal&ecirc;ncia, enquanto a Irlanda, a Espanha e a Let&oacute;nia tentar&atilde;o travar a espiral da crise. &Eacute; o pr&oacute;prio futuro da moeda &uacute;nica que pode estar em jogo, se a situa&ccedil;&atilde;o se agravar.</p>
<p>- O envolvimento no Afeganist&atilde;o de soldados holandeses, franceses e sobretudo alem&atilde;es e brit&acirc;nicos tornou-se um assunto que provoca mal-estar na opini&atilde;o p&uacute;blica e come&ccedil;a a fragilizar os governos.</p>
<p>- As elei&ccedil;&otilde;es no Reino Unido podem levar &agrave; lideran&ccedil;a do pa&iacute;s o Partido Conservador de David Cameron, no interior do qual os opositores &agrave; Europa parecem ter cada vez mais influ&ecirc;ncia. Os votos checos e polacos v&atilde;o tamb&eacute;m determinar as rela&ccedil;&otilde;es de for&ccedil;a entre pr&oacute;-europeus e euroc&eacute;pticos, e todos v&atilde;o ter uma influ&ecirc;ncia decisiva nos equil&iacute;brios pol&iacute;ticos dentro da UE.</p>
<p>- As elei&ccedil;&otilde;es na Hungria e na Eslov&aacute;quia correm o risco de aumentar as tens&otilde;es entre os dois pa&iacute;ses. Os extremistas de direita do Jobbik, em plena ascens&atilde;o em Budapeste, e o Partido Nacional Eslovaco, que pretende conservar as suas posi&ccedil;&otilde;es no Governo, v&atilde;o jogar a cartada nacionalista em cima do destino da minoria h&uacute;ngara na Eslov&aacute;quia. </p>
<p>- A imigra&ccedil;&atilde;o e as quest&otilde;es sobre o lugar do Isl&atilde;o na Europa v&atilde;o continuar a alimentar tens&otilde;es sociais e pol&iacute;ticas, atrav&eacute;s do debate sobre identidade nacional em Fran&ccedil;a, mas tamb&eacute;m na campanha para as elei&ccedil;&otilde;es legislativas de 2011 nos Pa&iacute;ses Baixos, onde o Partido da Liberdade, do populista Geert Wilders, espera colher dividendos, e nas elei&ccedil;&otilde;es regionais em It&aacute;lia, onde a Liga do Norte tentar&aacute; fortalecer os seus basti&otilde;es.</p>
<p>Paradoxalmente, a absolvi&ccedil;&atilde;o pode vir dos malogros de 2009. A laboriosa entrada em vigor do Tratado de Lisboa, em 1 de Dezembro, deve permitir encontrar um modo de funcionamento est&aacute;vel e duradouro entre as diferentes inst&acirc;ncias. Os primeiros passos do pouco exuberante presidente do Conselho, Herman Van Rompuy, s&atilde;o animadores, uma vez que deseja sobretudo simplificar e tornar mais acess&iacute;vel o trabalho da UE.</p>
<p>Ap&oacute;s o malogro na cimeira de Copenhaga, onde n&atilde;o se conseguiu fazer entender pelos Estados Unidos e a China, a Europa deve unir-se para propor e levar a cabo colectivamente um modelo econ&oacute;mico e tecnol&oacute;gico que responda ao duplo desafio da mudan&ccedil;a clim&aacute;tica e da crise. Provado que ficou que n&atilde;o pesam nada sem uma vontade comum, os Vinte e Sete n&atilde;o podem agir de outro modo, se quiserem passar o ano, para n&atilde;o dizer a d&eacute;cada, com boa sa&uacute;de.</p>
<p>Entretanto, para os nossos leitores nas dez l&iacute;nguas, os jornalistas e tradutores do Presseurop desejam um feliz ano 2010! </p>
<p><em>Eric Maurice</em></p>
<p>&nbsp;</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:06:27 +0100</pubDate><guid>161871</guid></item>
<item><title>Pós COP15 | Fazer-se ouvir através da Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/161621-fazer-se-ouvir-atraves-da-europa</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>A Europa corre o risco de se tornar a Su&iacute;&ccedil;a do mundo</em>&quot;, alarma-se <a target="_blank" href="http://www.europarl.europa.eu/members/public/geoSearch/view.do;jsessionid=08C0BF928B0504D39B3925DE0FC09376.node1?language=EN&amp;partNumber=1&amp;country=BE&amp;zone=Nederlands+Kiescollege&amp;id=97058">Guy Verhofstadt</a> numa <a target="_blank" href="http://www.lesoir.be/forum/cartes_blanches/2009-12-23/l-europe-risque-de-devenir-la-suisse-du-monde-745288.shtml">cr&oacute;nica</a> de opini&atilde;o publicada simultaneamente nos di&aacute;rios belgas <em>Le Soir</em> e <em>De Morgen</em>. No dia seguinte ao malogro da cimeira de <a href="http://en.cop15.dk/" target="_blank">Copenhagen Climate Conference</a>Copenhaga sobre o Clima (COP15), o chefe do grupo liberal do Parlamento Europeu e antigo primeiro-ministro belga constata que &quot;<em>a Europa deixou de ser ouvida pelas grandes pot&ecirc;ncias</em>&quot;. Apesar do Tratado de Lisboa dever favorecer uma diplomacia europeia, a UE foi efectivamente exclu&iacute;da das negocia&ccedil;&otilde;es finais. Para Verhofstadt, &quot;<em>Copenhaga &eacute; o sinal de que a Uni&atilde;o Europeia se deve tornar uma uni&atilde;o pol&iacute;tica, uma federa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Os Estados-membros da Uni&atilde;o Europeia deixaram de ter escolha: ou fazem ouvir a sua voz atrav&eacute;s da Europa, ou ningu&eacute;m lhes dar&aacute; ouvidos</em>&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 Dec 2009 12:30:22 +0100</pubDate><guid>161621</guid></item>
<item><title>Parlamento Europeu | Ver Estrasburgo e morrer de tédio (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/158171-ver-estrasburgo-e-morrer-de-tedio</link><description><![CDATA[Embora os seus poderes tenham sido alargados, o trabalho dos eurodeputados revela-se maçador, das votações de emendas à preparação de reuniões. O dia típico de um parlamentar é de luta incessante contra o aborrecimento. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 18 Dec 2009 17:38:09 +0100</pubDate><guid>158171</guid></item>
<item><title>A Leste, nada de novo | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/154561-leste-nada-de-novo</link><description><![CDATA[<p>Ser&atilde;o as parcerias estrat&eacute;gicas realmente &uacute;teis? Oito meses ap&oacute;s o lan&ccedil;amento da <a href="http://ec.europa.eu/external_relations/eastern/index_fr.htm" target="_blank">Pareceria Oriental</a>, que liga a UE a antigas rep&uacute;blicas sovi&eacute;ticas (Arm&eacute;nia, Azerbeij&atilde;o, Bielo-R&uacute;ssia, Ge&oacute;rgia, Mold&aacute;via e Ucr&acirc;nia), o resultado &eacute; nulo. E o que &eacute; feito da <a href="http://ec.europa.eu/external_relations/euromed/index_fr.htm" target="_blank">Uni&atilde;o para o Mediterr&acirc;neo</a>, em que participam os pa&iacute;ses das margens norte e sul do Mare Nostrum, lan&ccedil;ada h&aacute; um ano e meio? N&atilde;o vai melhor. A Parceria Oriental perdeu-se algures na Europa, do lado de Bruxelas, sem d&uacute;vida muito ocupada com o Tratado de Lisboa. Na sua <a href="http://www.se2009.eu/fr/reunions_actualites/2009/12/8/reunion_des_ministres_des_affaires_etrangeres_au_sein_du_partenariat_oriental" target="_blank">primeira reuni&atilde;o</a>, a 8 de Dezembro, em Bruxelas, os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros dos Vinte Sete, mais seis, foram obrigados a reconhecer que os &uacute;nicos progressos alcan&ccedil;ados dizem respeito &agrave; R&uacute;ssia, que encara a hip&oacute;tese de aderir &agrave; iniciativa. Tirando isso, este ano, zero projectos concretos, zero parcerias. &Uacute;nica novidade: o Banco Europeu de Investimento acaba de anunciar a cria&ccedil;&atilde;o de uma linha de cr&eacute;dito espec&iacute;fica para estes pa&iacute;ses, que t&ecirc;m grandes expectativas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Parceria. A esperan&ccedil;a de que as coisas avancem, em 2010, vem de Praga, onde a iniciativa foi assinada durante a presid&ecirc;ncia checa: com efeito, na nova Comiss&atilde;o, a pasta do Alargamento coube ao bo&eacute;mio &Scaron;tefan F&uuml;le. Este ter&aacute; de convencer, em especial Moscovo, de que, ao contr&aacute;rio do que <a href="http://fr.rian.ru/world/20091123/185551405.html" target="_blank">tinha declarado</a> Dmitri Medvedev, o projecto n&atilde;o &eacute; <em>&quot;in&uacute;til&quot;</em>. O Presidente russo acrescentara ainda que o projecto <em>&quot;n&atilde;o era perigoso&quot;</em> &ndash; mas isso era coisa que j&aacute; se sabia. Resta esperar que os parceiros consigam ultrapassar os respectivos receios e preconceitos. I.B.G.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 18:31:55 +0100</pubDate><guid>154561</guid></item>
<item><title>Instituições | Um pouco de ambição, por favor (Dziennik Gazeta Prawna, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/148251-um-pouco-de-ambicao-por-favor</link><description><![CDATA[Agora que o Tratado de Lisboa entra em vigor, a UE vai ter de assumir as suas responsabilidades, se quiser desempenhar um papel no mundo. Mas o sinal enviado pelas nomeações dos novos dirigentes não vai nesse sentido, lamenta o politólogo polaco Aleksander Smolar. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:47:22 +0100</pubDate><guid>148251</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | Herman e Catherine quê?! (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/142011-herman-e-catherine-que</link><description><![CDATA[A nomeação do primeiro-ministro belga, Herman Van Rompuy, para o cargo de presidente do Conselho Europeu e da comissária britânica do Comércio, Catherine Ashton, para o de Alta Representante da Política Externa está longe de agradar à imprensa europeia, que esperava figuras mais marcantes à frente da Europa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:56:16 +0100</pubDate><guid>142011</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Eurocépticos têm medo do &quot;palhaço&quot;</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/140941-eurocepticos-tem-medo-do-palhaco</link><description><![CDATA[<p>Na f&eacute;rtil imagina&ccedil;&atilde;o da imprensa sensacionalista brit&acirc;nica, a UE &eacute; uma omnipresente Estrela da Morte, que lan&ccedil;a a sua sombra tenebrosa sobre o direito de todo o verdadeiro nativo ingl&ecirc;s beber ch&aacute; e amar a sua rainha. O per&iacute;odo p&oacute;s-Tratado de Lisboa tem proporcionado uma profus&atilde;o de t&iacute;tulos floreados no <em>Daily Express</em>, que fustiga diariamente a eventual perda da soberania do Reino Unido para burocratas de Bruxelas com nomes estrangeiros pouco naturais.</p>
<p>&Eacute;&nbsp;poss&iacute;vel, contudo, que nem tudo esteja perdido nas terras de Sua Majestade. A crer na&nbsp;<a href="http://www.dailyexpress.co.uk/posts/view/141143">primeira p&aacute;gina de hoje</a> daquele tabl&oacute;ide, o suposto candidato ao papel de Darth Vader da Europa, o belga Herman Van Rompuy, &eacute; um &ldquo;<em>palha&ccedil;o</em>&rdquo;, facto corroborado pela sua pr&oacute;pria irm&atilde;. Ela pertence a um partido pol&iacute;tico rival e &ldquo;<em>ajudou a produzir um cartaz que mostra o irm&atilde;o numa pose de palha&ccedil;o, numa recente elei&ccedil;&atilde;o</em>&rdquo;, relata o di&aacute;rio. &ldquo;<em>A foto mostra Van Rompuy com um nariz vermelho e um chap&eacute;u de palha&ccedil;o.</em>&rdquo; Nigel Farage, do euroc&eacute;ptico Partido da Independ&ecirc;ncia do Reino Unido (UKIP), declarou que &ldquo;<em>a lista de belgas famosos n&atilde;o ser&aacute; alargada com a sua nomea&ccedil;&atilde;o</em>&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:07:25 +0100</pubDate><guid>140941</guid></item>
<item><title>UE-Rússia | A Suécia no xadrez do Báltico</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/139911-suecia-no-xadrez-do-baltico</link><description><![CDATA[<p>A realiza&ccedil;&atilde;o da <a href="http://www.se2009.eu/fr/reunions_actualites/2009/11/18/fredrik_reinfeldt_en_vue_du_sommet_ue-russie">cimeira UE-R&uacute;ssia</a>, em Estocolmo, &eacute; a ocasi&atilde;o para o di&aacute;rio <em>Svenska Dagbladet</em> <a href="http://www.svd.se/nyheter/inrikes/artikel_3812309.svd">retomar</a> as quest&otilde;es da pol&iacute;tica externa e de defesa sueca: &quot;Com a entrada em vigor, a qualquer momento, do <em><a href="http://europa.eu/lisbon_treaty/index_pt.htm">Tratado de Lisboa</a>, que estabelece a obrigatoriedade de os Estados-membros se apoiarem mutuamente em caso de ataque de um pa&iacute;s terceiro, a Su&eacute;cia alterou a sua pol&iacute;tica. Doravante, se um pa&iacute;s b&aacute;ltico for alvo de um ataque armado, Estocolmo interv&eacute;m militarmente.</em>&quot; Esta viragem surge no momento em que a R&uacute;ssia assume uma posi&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a no B&aacute;ltico, frisa o di&aacute;rio sueco. No passado m&ecirc;s de Setembro, Moscovo deslocou para a regi&atilde;o o seu mais importante contingente militar dos &uacute;ltimos dez anos, para se proteger de um eventual ataque da NATO. &quot;<em>Estas manobras n&atilde;o s&atilde;o vistas como uma amea&ccedil;a</em>&quot;, observa o jornal, convicto de que &quot;<em>a grande quest&atilde;o &eacute; saber qual vai ser a atitude futura da R&uacute;ssia, visto que as novas gera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o educadas num clima anti-ocidental</em>&quot;<em>.</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:18:13 +0100</pubDate><guid>139911</guid></item>
<item><title>Instituições europeias | Onde param as mulheres? (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/139241-onde-param-mulheres</link><description><![CDATA[Maioritárias entre a população europeia, as mulheres estão sub-representadas nos cargos chave das instituições. No momento em que os 27 se reúnem para designar as personalidades que irão ocupar as mais altas funções na União, as mulheres pedem que a paridade seja respeitada. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:17:18 +0100</pubDate><guid>139241</guid></item>
<item><title>União Europeia | O Triunfo do conformismo (The Observer, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/135771-o-triunfo-do-conformismo</link><description><![CDATA[Vinte anos após a queda do Muro, a esperança então surgida foi asfixiada por uma União Europeia que se esforça “por padronizar os comportamentos e as atitudes”, afirma Henry Porter no The Observer. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:25:07 +0100</pubDate><guid>135771</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Fazer bluff com a soberania (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/132981-fazer-bluff-com-soberania</link><description><![CDATA[Os opositores ao Tratado de Lisboa afirmam há muito que o Tratado é o toque de finados para os governos nacionais. Mas quando se trata da alta finança e do sistema bancário, a soberania não tem grande importância para eurocépticos como os conservadores britânicos, afirma Seumas Milne, no Guardian. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:39:52 +0100</pubDate><guid>132981</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Uma voz para a Europa, mas qual? (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/131721-uma-voz-para-europa-mas-qual</link><description><![CDATA[O Tratado de Lisboa prevê a criação de um corpo diplomático comum para os 27, sob a alçada de um Alto Representante. Mais esta bela ideia esbarra num pequeno problema: os Estados e as diferentes instituições disputam o direito de o dirigir. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:34:58 +0100</pubDate><guid>131721</guid></item>
<item><title>Tratado de Lisboa | Foi assinado, viremos a página (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/131151-foi-assinado-viremos-pagina</link><description><![CDATA[Após a sua assinatura pelo Presidente checo, é agora certo que o Tratado de Lisboa entrará em vigor no próximo dia 1 de Dezembro. É óbvio que a UE passará a dispor de instrumentos para funcionar melhor mas o texto não servirá de nada se os dirigentes não alterarem o seu comportamento, adverte a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:58:41 +0100</pubDate><guid>131151</guid></item>
<item><title>Tratado de Lisboa | Cameron recua na promessa "cunhada em ferro" de um referendo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/130151-cameron-recua-na-promessa-cunhada-em-ferro-de-um-referendo</link><description><![CDATA[<p>No dia em que <a href="http://www.ft.com/cms/s/0/ac421a94-c850-11de-a69e-00144feabdc0.html">o Presidente checo Vacl&agrave;v Klaus finalmente assinou</a> o Tratado de Lisboa,&nbsp;o <a href="http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/politics/6488240/David-Cameron-to-tell-voters-no-vote-on-Lisbon-Treaty.html"><em>Daily Telegraph</em> constata</a> que o l&iacute;der do Partido Conservador brit&acirc;nico, David Cameron, vai ter de proceder a um recuo embara&ccedil;oso em rela&ccedil;&atilde;o ao controverso texto, que avan&ccedil;a a coxear para a ratifica&ccedil;&atilde;o completa. &ldquo;<em>Cameron</em>&rdquo;, recorda o di&aacute;rio londrino, &ldquo;<em>fez uma promessa &lsquo;cunhada em ferro&rsquo;, em 2007, de que um Governo conservador sujeitaria o Tratado de Lisboa ao voto popular</em>&rdquo;. Entretanto, tendo todos os 27 Estados-membros ratificado o texto, Cameron, o muito prov&aacute;vel pr&oacute;ximo primeiro-ministro da Gr&atilde;-Bretanha, envolve-se rapidamente em manobras de marcha-atr&aacute;s. Numa confer&ecirc;ncia de Imprensa, ontem em Londres, Cameron sugeriu que poderia mudar agora a sua pol&iacute;tica na mat&eacute;ria. &ldquo;<em>Queremos um referendo sobre o Tratado de Lisboa, mas parece claro que estamos a aproximarmo-nos de um ponto em que o texto se prepara para deixar de ser um tratado e tornar-se parte integrante da lei europeia</em>&rdquo;, disse. A especula&ccedil;&atilde;o &eacute; agora grande em Bruxelas, procurando saber-se se, com uma invers&atilde;o de marcha em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Europa, Cameron ir&aacute; rever tamb&eacute;m as suas alian&ccedil;as no Parlamento Europeu com os grupos polaco e let&atilde;o de extrema-direita.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:32:11 +0100</pubDate><guid>130151</guid></item>
<item><title>Presidência da UE | Combate dos chefes: primeiro round (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/127521-combate-dos-chefes-primeiro-round</link><description><![CDATA[O tema não constará da agenda da reunião do Conselho Europeu que terá início a 29 de Outubro, em Bruxelas, mas vai estar presente em todos os espíritos. Quem será o próximo rosto da UE? A voz do célebre &quot;número de telefone&quot; que Henry Kissinger procurou em vão? A imprensa europeia faz as suas apostas. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:19:50 +0100</pubDate><guid>127521</guid></item>
<item><title>Desunida e muda | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/122961-desunida-e-muda</link><description><![CDATA[<p>Agora que o Presidente checo, <a target="_blank" href="http://klaus.cz/klaus2/asp/default.asp?lang=FR&amp;CatID=PvbqyBh9">V&aacute;clav Klaus</a>, parece ter-se resignado a assinar o <a href="http://europa.eu/lisbon_treaty/index_pt.htm">Tratado de Lisboa</a>, a Uni&atilde;o Europeia em peso parece ter soltado um suspiro de al&iacute;vio. Os optimistas dir&atilde;o que o projecto europeu poder&aacute;, finalmente, ser levado a bom termo, que a Uni&atilde;o Europeia poder&aacute;, finalmente, materializar as suas ambi&ccedil;&otilde;es e falar num tom forte.</p>
<p>Na mesma semana, salientar&atilde;o os outros, a Uni&atilde;o Europeia mostrou mais uma vez que era incapaz de falar a uma s&oacute; voz. Em 20 de Outubro, <a target="_blank" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/fr/ecofin/110651.pdf">as negocia&ccedil;&otilde;es entre os ministros das Finan&ccedil;as europeus</a> &ndash; sobre a ajuda financeira que a UE dever&aacute; conceder aos pa&iacute;ses em desenvolvimento, para que estes possam participar na luta contra o aquecimento clim&aacute;tico &ndash; fracassaram. Nem mesmo um montante revisto em baixa, para metade, em rela&ccedil;&atilde;o aos c&aacute;lculos dos especialistas (30 mil milh&otilde;es de euros) conseguiu passar: h&aacute; muitos Estados com medo de que as contribui&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam equitativas. A justo t&iacute;tulo, o ministro das Finan&ccedil;as neerland&ecirc;s, Wouter Bos, classificou de<em> &quot;vergonhosa&quot; </em>esta falta de consenso, enquanto o seu hom&oacute;logo sueco, Anders Borg, declarava estar <em>&quot;muito desiludido&quot;.</em></p>
<p>E, no dia seguinte, a hist&oacute;ria repetiu-se: <a target="_blank" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/en/envir/110643.pdf">os ministros do Ambiente</a> n&atilde;o chegaram a acordo sobre a quest&atilde;o mais sens&iacute;vel, a dos direitos de emiss&atilde;o de CO2 n&atilde;o utilizados pelos Estados da Europa Central. As negocia&ccedil;&otilde;es mostraram igualmente que os &quot;pequenos&quot; Estados t&ecirc;m tend&ecirc;ncia a atirar as responsabilidades para as costas dos &quot;grandes&quot; Estados. O fracasso dos ministros das Finan&ccedil;as dever-se-&aacute; designadamente &agrave; conten&ccedil;&atilde;o da Alemanha, que aguarda a forma&ccedil;&atilde;o do seu novo Governo. N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel deixar de se ter a sensa&ccedil;&atilde;o de que, como acontece com frequ&ecirc;ncia, se trata de um pretexto para adiar a tomada de posi&ccedil;&atilde;o comum ou de falta de vontade pol&iacute;tica de alcan&ccedil;ar um consenso. &Eacute; sobretudo uma falta de consci&ecirc;ncia de que, se n&atilde;o for capaz de falar a uma s&oacute; voz, a Europa n&atilde;o ser&aacute; ouvida.</p>
<p><em>J.S.</em></p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 11:31:38 +0100</pubDate><guid>122961</guid></item>
<item><title>Václav, o terrível | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/118291-vaclav-o-terrivel</link><description><![CDATA[<p>Suspender a condi&ccedil;&atilde;o de membro da Uni&atilde;o Europeia da Rep&uacute;blica Checa, coloc&aacute;-la &agrave; margem&hellip; em Bruxelas, multiplicam-se as propostas de san&ccedil;&otilde;es contra Praga, devido &agrave; <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/108271-porque-e-que-os-checos-torcem-o-nariz-europa">recusa do Presidente V&aacute;clav Klaus de ratificar o Tratado de Lisboa</a>. Mas dever&atilde;o os checos pagar pelo seu Presidente?&nbsp;</p>
<p>Os poderes do chefe do Estado s&atilde;o limitados e o seu papel deveria ser puramente representativo. No entanto, o sentimento de superioridade intelectual que move V&aacute;clav Klaus leva-o a confundir constantemente a sua fun&ccedil;&atilde;o e as suas opini&otilde;es, que n&atilde;o consegue evitar reafirmar, sempre que tem oportunidade para tal. E, para se diferenciar, n&atilde;o hesita em defender ideias que v&atilde;o contra a corrente da opini&atilde;o maiorit&aacute;ria. Assim, apesar de o aquecimento clim&aacute;tico ser um dado adquirido para os mundos cient&iacute;fico e pol&iacute;tico, o Sr. Klaus publica livros nos quais explica que, na realidade, o planeta est&aacute; a arrefecer.&nbsp;</p>
<p>O mesmo se passa com o Tratado de Lisboa: apesar de os checos desejarem que ele ratifique o Tratado, o Presidente resiste. Ou melhor: vira as costas &agrave; Europa e <a href="http://presseurop.eu/pt/content/article/117961-vaclav-klaus-sente-se-em-casa-na-russia">voa para Moscovo</a>, para abrir as portas do sector nuclear checo &agrave;s empresas russas. Klaus n&atilde;o &eacute; popular na Europa mas ser&aacute; &quot;o homem que a bloqueia&quot;, ostentando os m&uacute;sculos e tirando partido do sentimento de poder moment&acirc;neo que isso lhe d&aacute;. E a t&aacute;ctica funciona, visto que continua a ser popular na Rep&uacute;blica Checa, como indica uma sondagem recente do di&aacute;rio Lidov&eacute; Noviny.</p>
<p>Em v&eacute;speras da sua reelei&ccedil;&atilde;o, em 2008 &ndash; pelos deputados e n&atilde;o por sufr&aacute;gio universal &ndash; <a href="http://wikikomentar.respekt.cz/index.php/Pro%C4%8D_by_V%C3%A1clav_Klaus_%28ne%29m%C4%9Bl_b%C3%BDt_znovuzvolen_prezidentem" target="_blank">seman&aacute;rio <em>Respekt</em></a>o sugeria a Klaus que se tratasse do seu complexo narcisista, que o torna incapaz de respeitar o papel que a Constitui&ccedil;&atilde;o lhe atribui. J&aacute; considerado como um pa&iacute;s deveras &quot;ex&oacute;tico&quot;, a Rep&uacute;blica Checa &eacute; a grande perdedora desta situa&ccedil;&atilde;o. Porque as press&otilde;es de Bruxelas refor&ccedil;am o narcisismo de Klaus e esse narcisismo isola ainda mais o pa&iacute;s, onde&nbsp;<a href="/www.presseurop.eu/pt/content/article/108271-porque-e-que-os-checos-torcem-o-nariz-europa">o debate sobre a Europa se dilui</a> nas querelas pessoais. M.B.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:12:29 +0100</pubDate><guid>118291</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE quer um lugar da ONU (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/117931-ue-quer-um-lugar-da-onu</link><description><![CDATA[Para o novo Governo alemão, o objectivo de Berlim não é já obter um lugar permanente para a Alemanha no Conselho de Segurança das Nações Unidas, mas para a União Europeia. Entretanto, o ex-embaixador italiano na ONU Francesco Paolo Fulci explica como a UE pode pesar mais nas decisões do Conselho. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 15 Oct 2009 19:24:28 +0100</pubDate><guid>117931</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Algumas pastas e várias prendas (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/116811-algumas-pastas-e-varias-prendas</link><description><![CDATA[Para satisfazer todos os potenciais candidatos a um lugar na futura Comissão, o seu presidente está a criar novas pastas. Mas o valor dos cargos pode medir-se pelo número de objectos recebidos ao longo do mandato, brinca a Imprensa. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:05:47 +0100</pubDate><guid>116811</guid></item>
<item><title>Europa após Lisboa/4 | O &#039;cargo dourado&#039; de Alto Representante Europeu (The Daily Telegraph, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/114741-o-cargo-dourado-de-alto-representante-europeu</link><description><![CDATA[Com a ratificação transfronteiriça iminente do Tratado de Lisboa, Con Coughlin salienta, no Daily Telegraph, o facto de o papel de Tony Blair ser quase exclusivamente protocolar, mesmo que o antigo primeiro-ministro britânico venha a ser apontado para o cargo de primeiro Presidente da União Europeia (UE). O verdadeiro poder ficará todo concentrado nas mãos do Alto Representante para a Política Externa e de Segurança Comum. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 18:17:11 +0100</pubDate><guid>114741</guid></item>
<item><title>República checa | O que fazer de Vaclav Klaus?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/114871-o-que-fazer-de-vaclav-klaus</link><description><![CDATA[<p>O Presidente polaco Lech Kaczynski ratificou o Tratado de Lisboa em 10 de Outubro; falta agora apenas <a href="http://www.klaus.cz/klaus2/asp/default.asp?lang=FR&amp;CatID=PvbqyBh9">Vaclav Klaus</a>. Ap&oacute;s ter temido pela perda de soberania do seu pa&iacute;s, o Presidente checo agita agora a amea&ccedil;a de que o tratado permita aos alem&atilde;es dos Sudetas reivindicar os bens apreendidos ap&oacute;s a Segunda Guerra Mundial. &quot;<em>Esse perigo n&atilde;o existe</em>&quot;,<a href="http:// http://www.lidovky.cz/zadne-nebezpeci-nehrozi-0w1-/ln_noviny.asp?c=A091012_000010_ln_noviny_sko&amp;klic=233698&amp;mes=091012_0">escreve o<em> Lidov&eacute; Noviny</em> </a>, resumindo a opini&atilde;o dos peritos constitucionais. <em>&ldquo;O Presidente checo arremete contra uma porta aberta&rdquo;</em>, comenta o di&aacute;rio de Praga, que precisa que&nbsp; <a href="http://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=5&amp;ved=0CCIQFjAE&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.robert-schuman.eu%2Fpdf.qe.php%3Fnum%3Dsy-59&amp;ei=Vy_TStfmBdG64QaP7eilAw&amp;usg=AFQjCNGA-nhBOC_MQTTJcBJBYUEMXNU2lQ&amp;sig2=1d0x44VrIi3AnOzrtnetcA">a quest&atilde;o dos  decretos Bene&scaron;</a>, publicados contra a minoria alem&atilde; da Checoslov&aacute;quia em 1945, j&aacute; foi estudada aquando da entrada da Rep&uacute;blica Checa para a Uni&atilde;o, em 2004. <em>&ldquo;A imprensa e os pol&iacute;ticos interrogam-se sobre o que fazer de Klaus&rdquo;</em>, <a href="http:// http://www.lidovky.cz/co-s-klausem-resi-tisk-i-politici-doy-/ln_noviny.asp?c=A091012_000008_ln_noviny_sko&amp;klic=233698&amp;mes=091012_0">constata o Lidov&eacute; Noviny</a>. De acordo com o jornal, os diplomatas franceses e alem&atilde;es sugerem duas maneiras de p&ocirc;r termo &agrave;s obstru&ccedil;&otilde;es de Klaus: <em>&ldquo;Ou a destitui&ccedil;&atilde;o, ou a altera&ccedil;&atilde;o da constitui&ccedil;&atilde;o, de modo a privar o Chefe do Estado do direito de veto&rdquo;</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 15:48:42 +0100</pubDate><guid>114871</guid></item>
<item><title>Depois de Lisboa | Não aos Europigmeus, sim a um Euroblair</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/113711-nao-aos-europigmeus-sim-um-euroblair</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Incompreens&iacute;vel&quot;, &quot;razoavelmente in&uacute;til&quot;, &quot;deliberadamente obscuro&quot;</em> &ndash; os editoriais do Economist nunca foram muito pr&oacute;digos em elogios ao&nbsp; <a href="http://europa.eu/lisbon_treaty/index_en.htm">Tratado de Lisboa</a>. No entanto, o editorial de hoje marca uma nova abordagem ao controverso documento, aprovado no passado fim-de-semana, na Irlanda. O conte&uacute;do do Tratado, <a href="http://www.economist.com/printedition/displayStory.cfm?Story_ID=14587055">salienta</a>, n&atilde;o &eacute; &quot;inteiramente mau&quot;. Ao identificar algumas das tarefas urgentes do p&oacute;s ratifica&ccedil;&atilde;o, o Economist come&ccedil;a por referir &quot;o fraco desempenho econ&oacute;mico da Europa&quot;, defendendo a necessidade de reformas no sentido de liberaliza&ccedil;&atilde;o e da redu&ccedil;&atilde;o do papel do Estado, para enfrentar a China e os Estados Unidos e, tamb&eacute;m, para preservar o mercado &uacute;nico &ndash; &quot;a maior conquista da Europa&quot;. Contudo, o projecto europeu &quot;passou demasiados dos seus primeiros 50 anos a olhar para dentro&quot;. No per&iacute;odo p&oacute;s-Lisboa, dever&aacute; manter-se fiel &agrave; sua &quot;pol&iacute;tica externa at&eacute; agora melhor sucedida: o seu pr&oacute;prio alargamento&quot; e escolher &quot;personalidades s&oacute;lidas&quot; para os cargos de Presidente da UE e de Alto Representante para a pol&iacute;tica externa. Para o primeiro cargo, defende o editorial, a Uni&atilde;o Europeia precisa de uma figura com prest&iacute;gio e n&atilde;o dos &quot;habituais europigmeus&quot;. N&atilde;o apoiar uma figura como Tony Blair indicaria ao mundo &quot;que [a UE] voltou a adormecer&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 12:56:46 +0100</pubDate><guid>113711</guid></item>
<item><title>A Europa após Lisboa/3 | Europa, museu ou laboratório? (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/112181-europa-museu-ou-laboratorio</link><description><![CDATA[Depois de definitivamente ratificado, o Tratado de Lisboa deverá dar à UE os meios para concretizar as suas ambições políticas e económicas. Falta apenas que tenha a coragem de correr riscos, adverte Moisés Naím, chefe de redacção do mensário americano Foreign Policy, que coloca igualmente a pergunta: deverá a Europa ser um museu ou um laboratório. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:06:38 +0100</pubDate><guid>112181</guid></item>
<item><title>Hachfeld, Neues Deutschland (Berlim) | Um pequeno esforço | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/111751-um-pequeno-esforco</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Wed, 07 Oct 2009 19:42:18 +0100</pubDate><guid>111751</guid></item>
<item><title>A Europa após Lisboa / 2 | Europa tem o mundo ao alcance da mão (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/111701-europa-tem-o-mundo-ao-alcance-da-mao</link><description><![CDATA[Há quem argumente que, fortalecida pela aprovação do Tratado de Lisboa pela Irlanda, a União Europeia poderá estar agora em vias de se transformar numa superpotência mundial. O meio para concretizar essa ambição é a nova plataforma oferecida pelo G20, escreve Gideon Rachman no Financial Times. 
Consolidée par le oui irlandais au traité de Lisbonne, l&#039;Union européenne serait désormais sur le point de se transformer en superpuissance planétaire. Pour cela, elle peut se servir de la nouvelle tribune internationale, espère l&#039;éditorialiste du Financial Times Gideon Rachman. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 07 Oct 2009 18:21:24 +0100</pubDate><guid>111701</guid></item>
<item><title>A Europa após Lisboa / 1 | O improvável George Washington europeu (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/110561-o-improvavel-george-washington-europeu</link><description><![CDATA[O ‘SIM’ irlandês ao Tratado de Lisboa relança o debate sobre o futuro presidente da União Europeia. Porém, os 27, que nem sempre falam a uma só voz, estão longe de encontrar um homem providencial que represente a Europa, estima o Le Monde. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:58:44 +0100</pubDate><guid>110561</guid></item>
<item><title>União Europeia | Três homens contra um tratado (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/110061-tres-homens-contra-um-tratado</link><description><![CDATA[Aprovado pelos irlandeses em 2 de Outubro, o Tratado de Lisboa tem ainda de superar as reticências de vários responsáveis europeus, para entrar em vigor. Mas Vaclav Klaus, Lech Kaczynski e David Cameron podem fazer subir as paradas, constata a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 05 Oct 2009 19:52:05 +0100</pubDate><guid>110061</guid></item>
<item><title>Tratado de lisboa | Que fazer com os partidários do Não? (Irish Independent, Dublin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/109831-que-fazer-com-os-partidarios-do-nao</link><description><![CDATA[Irlanda votou pela segunda vez no Tratado de Lisboa com uma vitória esmagadora (67,2%) do ‘SIM’. Porém, ignorar o voto dos que o rejeitaram em 2008 é um acto de ‘desemancipação’, diz o jornalista veterano James Downey, e cria um ‘vazio’ na cultura política da Irlanda. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 05 Oct 2009 17:01:39 +0100</pubDate><guid>109831</guid></item>
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