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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Emprego]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Social | A vida míni | Cartoon (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1735011-vida-mini</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:37:12 +0100</pubDate><guid>1735011</guid></item>
<item><title>Espanha | Soberano | Cartoon (La Vanguardia, Barcelona)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1714101-soberano</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 16:59:07 +0100</pubDate><guid>1714101</guid></item>
<item><title>Itália | O golpe do chapéu de chuva | Cartoon (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1679931-o-golpe-do-chapeu-de-chuva</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 16:51:35 +0100</pubDate><guid>1679931</guid></item>
<item><title>Emprego | Crise, uma oportunidade de ouro para as empresas (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1679631-crise-uma-oportunidade-de-ouro-para-empresas</link><description><![CDATA[Despedimentos facilitados, salários reduzidos, idade de reforma prolongada: sob a pressão da crise, os governos europeus reescrevem o direito do trabalho, para grande satisfação dos empresários. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 15:31:23 +0100</pubDate><guid>1679631</guid></item>
<item><title>Portugal | Emigração, uma bela miragem (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1655181-emigracao-uma-bela-miragem</link><description><![CDATA[Após assistir ao nascimento da &quot;geração parva&quot; de jovens precários, a crise levou as famílias a sair do país para procurar trabalho na Europa. Mal preparados, sem saberem falar outras línguas e sem recursos, acabam muitas vezes a viver na rua. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 16:23:29 +0100</pubDate><guid>1655181</guid></item>
<item><title>Espanha | Mil euros? Um salário de sonho! (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1619171-mil-euros-um-salario-de-sonho</link><description><![CDATA[Quando foi lançada, em 2005, a palavra &quot;mileurista&quot; designava os jovens trabalhadores precários. Atualmente, numa altura em que um jovem em cada dois está desempregado, ganhar mil euros por mês passou a ser uma aspiração. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 17:03:19 +0100</pubDate><guid>1619171</guid></item>
<item><title>Holanda | Empresários aos 15 anos (De Groene Amsterdammer, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1404851-empresarios-aos-15-anos</link><description><![CDATA[Criam aplicações para smartphones, vendem produtos biológicos, prestam apoio escolar: há um número crescente de adolescentes a criar a sua própria empresa graças, nomeadamente, ao apoio de uma fundação especializada. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:49:13 +0100</pubDate><guid>1404851</guid></item>
<item><title>Islândia | Reiquiavique abre mercado a trabalhadores romenos e búlgaros</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1155441-reiquiavique-abre-mercado-trabalhadores-romenos-e-bulgaros</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Isl&acirc;ndia acaba de optar pela liberaliza&ccedil;&atilde;o total do mercado do trabalho para os cidad&atilde;os romenos [e b&uacute;lgaros] a partir do dia 1 de janeiro de 2012&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.timpul.md/">regozija-se o <em>Timpul</em></a>. O jornal moldavo rejubila, visto que 200 mil moldavos <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/295101-moldavia-o-alargamento-clandestino">j&aacute; possuem a cidadania romena</a>, que lhes permite trabalhar na UE. Membro do espa&ccedil;o econ&oacute;mico europeu e do espa&ccedil;o Schengen, candidata &agrave; ades&atilde;o &agrave; UE, a Isl&acirc;ndia aplicou em 2007, assim como outros Estados-membros (&Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Fran&ccedil;a, Alemanha, Irlanda, It&aacute;lia, Luxemburgo, Malta, Reino Unido e Holanda), uma restri&ccedil;&atilde;o no mercado do trabalho de sete anos que limitava a livre circula&ccedil;&atilde;o de cidad&atilde;os romenos e b&uacute;lgaros devido &agrave; situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica dos respetivos pa&iacute;ses. Mas &ldquo;deste modo, Reiquiavique transmite um sinal coincidente com os valores da constru&ccedil;&atilde;o europeia&rdquo;, refere o <em>Timpul.</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 14:12:10 +0100</pubDate><guid>1155441</guid></item>
<item><title>Juventude | Jovens europeus: precários a tempo inteiro (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/953721-jovens-europeus-precarios-tempo-inteiro</link><description><![CDATA[A crise favorece o desenvolvimento de uma nova classe social emergente na Europa. Batizada como “o precariado” pelos sociólogos, é composta por jovens sem perspetiva de emprego certo e de uma vida decente. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:40:35 +0100</pubDate><guid>953721</guid></item>
<item><title>América Latina | Os espanhóis estão de regresso (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/739121-os-espanhois-estao-de-regresso</link><description><![CDATA[Confrontados com uma taxa de desemprego recorde e falta de perspetivas no seu país, muitos jovens espanhóis tentam a sua sorte no continente latino-americano, em plena expansão económica. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 24 Jun 2011 17:17:27 +0100</pubDate><guid>739121</guid></item>
<item><title>Polónia | O lado oculto do milagre económico (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/698471-o-lado-oculto-do-milagre-economico</link><description><![CDATA[A Polónia pode ser reconhecida como uma das histórias de sucesso económico da Europa mas os seus serviços sociais e de saúde estão a desmoronar-se e os seus jovens com qualificações preferem cada vez mais o exílio aos empregos mal pagos e sem futuro no próprio país. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 07 Jun 2011 15:50:49 +0100</pubDate><guid>698471</guid></item>
<item><title>Schengen | A União está numa encruzilhada (Die Presse, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/653501-uniao-esta-numa-encruzilhada</link><description><![CDATA[Ao aceitar a reintrodução do controlo de fronteiras sob certas condições, tal como os ministros do Interior decidiram a 12 de maio, a UE curva-se perante a tendência ostentada por muitos Estados. Se os Vinte e Sete não invertem a marcha, a UE caminha para o fracasso. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 13 May 2011 16:39:39 +0100</pubDate><guid>653501</guid></item>
<item><title>Roménia | Trabalho ilegal é alvo de perseguição</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/642821-trabalho-ilegal-e-alvo-de-perseguicao</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;78 mil romenos sa&iacute;ram da escravid&atilde;o&rdquo;, clama o <em>Evenimentul Zilei</em> na primeira p&aacute;gina, citando o primeiro-ministro liberal Emil Boc. Uma semana depois de ter entrado em vigor, a 1 de maio, <a target="_self" href="http://www.legislatiamuncii.manager.ro/Codul-muncii-actualizat-2011.html">o novo C&oacute;digo do Trabalho</a> mudou a vida dos trabalhadores n&atilde;o declarados: &ldquo;para esses romenos, os patr&otilde;es assinaram contratos em apenas quatro dias&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.evz.ro/detalii/stiri/exclusiv-evz-emil-boc-da-trebuie-sa-restructuram-companiile-de-stat-deja-la-cfr-acestea-au-i.html">explica Boc ao jornal</a>. &Eacute; preciso dizer que, sublinha o di&aacute;rio, segundo a nova lei, os empregadores que usem trabalhadores sem contrato correm o risco de serem presos.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 09 May 2011 12:48:50 +0100</pubDate><guid>642821</guid></item>
<item><title>Espanha | Amnistia para o trabalho ilegal</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/617161-amnistia-para-o-trabalho-ilegal</link><description><![CDATA[<p>O Governo espanhol prepara-se para conceder &agrave;s empresas &ldquo;uma amnistia de dois meses para regularizarem o trabalho ilegal&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lavanguardia.es/economia/20110426/54145761528/el-gobierno-permitira-regularizar-empleo-sumergido-sin-sanciones.html">titula <em>La Vanguardia</em></a>. Um decreto-lei, que dever&aacute; ser aprovado no Conselho de Ministros de 29 de abril, &ldquo;isentar&aacute; de san&ccedil;&otilde;es os empres&aacute;rios que regularizarem voluntariamente o trabalho ilegal at&eacute; 30 de junho&rdquo;, explica o di&aacute;rio. O Governo espera, assim, lutar contra a economia paralela e &ldquo;atenuar o efeito negativo&rdquo; dos pr&oacute;ximos n&uacute;meros do desemprego, que dever&aacute; chegar aos cinco milh&otilde;es (21% da popula&ccedil;&atilde;o ativa), sublinha o jornal. Trata-se de uma &ldquo;amnistia&rdquo;, escreve <em>La Vanguardia</em>, porque as empresas s&oacute; ter&atilde;o de pagar as cotiza&ccedil;&otilde;es desde 1 de janeiro de 2011 e fazer um contrato de trabalho legal. Este projeto provocou &ldquo;uma forte rejei&ccedil;&atilde;o dos sindicatos&rdquo; e das organiza&ccedil;&otilde;es patronais, &ldquo;primeira diverg&ecirc;ncia&rdquo; na concerta&ccedil;&atilde;o social, antes da negocia&ccedil;&atilde;o dos acordos coletivos do pr&oacute;ximo m&ecirc;s. &ldquo;Trata-se de manter, perante os mercados e as autoridades europeias, a tens&atilde;o reformadora na luta contra o desemprego&rdquo;, conclui <em>La Vanguardia</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 26 Apr 2011 12:00:03 +0100</pubDate><guid>617161</guid></item>
<item><title>Emprego | E agora, todos para a Alemanha! (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/584911-e-agora-todos-para-alemanha</link><description><![CDATA[O dia 1 de maio marca o fim das quotas que limitam o acesso de trabalhadores originários de vários países do antigo bloco comunista ao mercado de trabalho alemão. Do lado alemão, receia-se uma vaga de mão-de-obra barata proveniente da Polónia; do lado polaco, garante-se que isso será benéfico para a economia alemã. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 16:15:32 +0100</pubDate><guid>584911</guid></item>
<item><title>Portugal | Estágios sofrem corte nas remunerações</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/520991-estagios-sofrem-corte-nas-remuneracoes</link><description><![CDATA[<p>&quot;Est&aacute;gios levam corte de 20%. Quem ganhava 838 euros passa a receber 581&quot;, afirma o <a target="_blank" href="http://www.ionline.pt/conteudo/107629-estagios-levam-corte-20-quem-ganhava-838-euros-passa-receber-581">t&iacute;tulo do <em>i</em></a>, um dia ap&oacute;s a entrada em vigor da nova regulamenta&ccedil;&atilde;o sobre o trabalho dos licenciados com menos de 30 anos. Segundo esta, as remunera&ccedil;&otilde;es dos est&aacute;gios passar&atilde;o a estar sujeitas a descontos para a seguran&ccedil;a social e a impostos. Em contrapartida, os estagi&aacute;rios ter&atilde;o direito a subs&iacute;dio de alimenta&ccedil;&atilde;o e a seguro de acidentes de trabalho, especifica o jornal. &quot;A integra&ccedil;&atilde;o na seguran&ccedil;a social dos jovens que est&atilde;o a fazer est&aacute;gios profissionais &eacute; uma &lsquo;velha luta&rsquo;&quot; dos sindicatos, salienta ainda o i. O jornal acrescenta que outros trabalhadores prec&aacute;rios, os jovens desempregados e os que recebem 500 euros ir&atilde;o manifestar-se no pr&oacute;ximo dia 12 de mar&ccedil;o por convocat&oacute;ria do movimento &quot;<a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/405321-uma-geracao-sacrificada">gera&ccedil;&atilde;o &agrave; rasca</a>&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 01 Mar 2011 13:05:05 +0100</pubDate><guid>520991</guid></item>
<item><title>Bulgária | A retoma terá que esperar</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/487281-retoma-tera-que-esperar</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Aumento do desemprego: a Bulg&aacute;ria est&aacute; no terceiro lugar da UE&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.dnevnik.bg/pazari/2011/02/01/1035511_bulgariia_e_na_treto_miasto_po_rust_na_bezraboticata_v/">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>Dnevnik</em></a>, citando <a target="_blank" href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-01022011-AP/FR/3-01022011-AP-FR.PDF">os dados publicados a 1 de fevereiro pelo Eurostat</a>. Com uma taxa de desemprego de 10,1% em dezembro de 2010, a Bulg&aacute;ria est&aacute; atr&aacute;s da Gr&eacute;cia e da Litu&acirc;nia, segundo o organismo estat&iacute;stico da UE. Na opini&atilde;o dos empres&aacute;rios ouvidos pelo <em>Dnevnik</em>, a taxa de desemprego real dever&aacute; rondar os 16%, porque os desempregados mais &ldquo;desanimados&rdquo; n&atilde;o est&atilde;o inscritos nos centros de emprego. Os dados, escreve ainda o di&aacute;rio, contrastam com as previs&otilde;es governamentais que defendiam que 2011 ia ser o ano da retoma econ&oacute;mica e da diminui&ccedil;&atilde;o do desemprego.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 02 Feb 2011 13:28:41 +0100</pubDate><guid>487281</guid></item>
<item><title>Espanha - Portugal | O êxodo dos portugueses</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/483491-o-exodo-dos-portugueses</link><description><![CDATA[<p>O <a target="_blank" href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1771239&amp;page=-1"><em>Jornal de Not&iacute;cias</em> escreve na primeira p&aacute;gina</a> que h&aacute; &quot;menos 25 mil portugueses a trabalhar em Espanha&rdquo;. Em apenas quatro anos, mais de um ter&ccedil;o dos portugueses inscritos na seguran&ccedil;a social espanhola perdeu o emprego. No final de 2010, trabalhavam no pa&iacute;s vizinho 51 831 portugueses, contra 77 396 em 2007. A crise econ&oacute;mica surgida em 2008 tem afetado fortemente o setor da constru&ccedil;&atilde;o civil onde trabalhava a maioria dos emigrantes portugueses. Estes representam hoje a quarta maior comunidade europeia no mercado de trabalho espanhol, a seguir <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/312041-conquista-de-espanha">aos romenos</a> (290 mil trabalhadores), aos italianos (61 mil) e aos b&uacute;lgaros (54 mil).</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 12:40:54 +0100</pubDate><guid>483491</guid></item>
<item><title>Emprego | Vem para a Alemanha, Pepe! (La Vanguardia, Barcelona)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/474971-vem-para-alemanha-pepe</link><description><![CDATA[De um lado, a Alemanha que procura mão-de-obra para alimentar a sua retoma económica. Do outro, a Espanha em crise, onde os jovens licenciados não têm futuro. Tal como nos anos 1960, poderá vir a haver um novo fluxo migratório entre os dois países. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 24 Jan 2011 14:04:14 +0100</pubDate><guid>474971</guid></item>
<item><title>Lição tunisina | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/471681-licao-tunisina</link><description><![CDATA[<p>A &ldquo;Revolu&ccedil;&atilde;o do Jasmim&rdquo;, que marcou o fim do regime de Zine el Abidine Ben Ali na Tun&iacute;sia, foi essencialmente feita por jovens (60% da popula&ccedil;&atilde;o tem menos de 30 anos), estudantes (34,6% t&ecirc;m entre 19 e 24 anos) ou licenciados, sem emprego (30% dos jovens &ndash; 22% s&atilde;o licenciados &ndash; est&atilde;o desempregados) e ligados &agrave; rede (33,4% da popula&ccedil;&atilde;o <a target="_blank" href="http://www.internetworldstats.com/af/tn.htm">tem acesso &agrave; Internet, segundo dados de 2009</a>).</p>
<p>Sem perspetivas profissionais &ndash; e familiares &ndash; e prisioneiros de um sistema pol&iacute;tico-econ&oacute;mico fechado e corrupto, tomaram o seu destino nas m&atilde;os, desferindo-lhe um golpe que se espera fatal.</p>
<p>Na outra margem do Mediterr&acirc;neo, milh&otilde;es de jovens licenciados fazem malabarismos com empregos prec&aacute;rios (quando conseguem ter um) e enfrentam sistemas pol&iacute;tico-econ&oacute;micos inadaptados ou estagnados &ndash; nomeadamente na It&aacute;lia e na Gr&eacute;cia.</p>
<p>Se a sua situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o parcialmente compar&aacute;vel &agrave; dos jovens tunisinos, a sua inquieta&ccedil;&atilde;o quanto ao futuro &eacute; igualmente significativa, guardadas as devidas propor&ccedil;&otilde;es. E se, para eles, n&atilde;o est&aacute; em causa derrubar os regimes democr&aacute;ticos em que vivem, a sua revolta manifesta-se, ao mesmo tempo, pelo desinteresse perante a pol&iacute;tica (a faixa et&aacute;ria que menos vota situa-se entre os 18 e os 24 anos) e pela ades&atilde;o aos partidos com posi&ccedil;&otilde;es mais firmes. Mas ainda s&atilde;o capazes de exprimir coletivamente a sua c&oacute;lera, como vimos durante as manifesta&ccedil;&otilde;es que marcaram a Europa no outono.</p>
<p>A sua revolta, por&eacute;m, n&atilde;o chega para fazer tremer os respons&aacute;veis pol&iacute;ticos, porque os jovens s&atilde;o, hoje, minorit&aacute;rios &ndash; <a target="_blank" href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_OFFPUB/KS-EH-06-001/FR/KS-EH-06-001-FR.PDF">apenas um europeu em cada cinco tem menos de 20 anos</a> &ndash; e est&atilde;o longe da massa cr&iacute;tica necess&aacute;ria para conseguirem fazer pender para o seu lado a escolha pol&iacute;tica. </p>
<p>Os l&iacute;deres europeus parecem estar muito conscientes da situa&ccedil;&atilde;o, e a sua atitude perante os jovens que se manifesta, entre outras coisas, pelos cortes sistem&aacute;ticos nos or&ccedil;amentos da <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/category/section/society/education">educa&ccedil;&atilde;o</a> e da investiga&ccedil;&atilde;o, testemunha a import&acirc;ncia que lhes atribuem. Mas se h&aacute; uma li&ccedil;&atilde;o, entre tantas outras, que podemos tirar da &ldquo;Revolu&ccedil;&atilde;o do Jasmim&rdquo;, &eacute; que &agrave; for&ccedil;a de tanto se oprimir a juventude, um dia, mais cedo ou mais tarde, ela rebenta-nos na cara.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 21 Jan 2011 13:17:48 +0100</pubDate><guid>471681</guid></item>
<item><title>Espanha | Desemprego recorde com sinais de esperança</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/450011-desemprego-recorde-com-sinais-de-esperanca</link><description><![CDATA[<p>&quot;4 100 073&quot;: o n&uacute;mero que enche a primeira p&aacute;gina do<em> ABC</em> &eacute; o n&uacute;mero de desempregados espanh&oacute;is em dezembro. O ano de 2010 bate &quot;um novo recorde anual&rdquo;, <a href="http://www.abc.es/20110104/espana/abci-paro-zapatero-barometro-diciembre-201101041136.html" target="_blank">constata o di&aacute;rio</a>, que refere que &quot;mais de metade dos espanh&oacute;is pensa que 2011 ser&aacute; pior&quot;. <a href="http://www.abc.es/20110105/opinion-editoriales/abcp-miedo-2011-20110105.html" target="_blank">Para o jornal conservador</a>, isto &quot;revela o pessimismo e a desconfian&ccedil;a dos espanh&oacute;is face a um futuro ensombrado pelos indicadores econ&oacute;micos e pela gest&atilde;o ca&oacute;tica da crise&quot; pelo Governo de Jos&eacute; Lu&iacute;s Zapatero. <a href="http://www.publico.es/dinero/354683/el-mercado-de-trabajo-apunta-signos-de-mejoria" target="_blank">O <em>P&uacute;blico</em>, em contrapartida, estima</a> que &quot;o aumento do desemprego atingiu o limite&quot;, pois o m&ecirc;s de dezembro registou a descida mensal mais acentuada da taxa de desemprego em dez anos. O di&aacute;rio de esquerda sublinha que, para o Governo, &quot;2010 foi o &uacute;ltimo ano de crise no mercado de trabalho&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 05 Jan 2011 09:01:00 +0100</pubDate><guid>450011</guid></item>
<item><title>Bélgica | Os ciganos no centro de um desentendimento com Sófia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/417811-os-ciganos-no-centro-de-um-desentendimento-com-sofia</link><description><![CDATA[<p>Um problema de interpreta&ccedil;&atilde;o do novo plano de integra&ccedil;&atilde;o dos ciganos aprovado a 3 de dezembro pelo Governo flamengo est&aacute; &agrave; beira de provocar um incidente entre a B&eacute;lgica e a Bulg&aacute;ria. O que a imprensa b&uacute;lgara reteve, essencialmente, foi o levantamento das restri&ccedil;&otilde;es permanentes aos ciganos b&uacute;lgaros e romenos para trabalharem na B&eacute;lgica. &ldquo;A B&eacute;lgica vai integrar os ciganos&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.segabg.com/online/new/articlenew.asp?issueid=7712&amp;sectionid=4&amp;id=0000703">escreve o di&aacute;rio <em>Sega</em></a>. O jornal popular <a target="_blank" href="http://paper.standartnews.com/bg/article.php?d=2010-12-05&amp;article=349813"><em>Standart</em> publicou</a> tamb&eacute;m uma not&iacute;cia com um t&iacute;tulo provocador: &ldquo;Os nossos ciganos s&atilde;o bem vindos &agrave; B&eacute;lgica&rdquo;. Furioso, o ministro flamengo da Integra&ccedil;&atilde;o, Geert Bourgeois exigiu uma retifica&ccedil;&atilde;o, escreve <em>De Morgen</em>, afirmando que o seu plano se dirige exclusivamente aos ciganos que j&aacute; est&atilde;o em solo belga e que, pelo contr&aacute;rio, os obriga a aceitar empregos pouco atrativos, para diminuir a taxa de desemprego que, entre a comunidade cigana, &eacute; muito elevada.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 06 Dec 2010 14:06:24 +0100</pubDate><guid>417811</guid></item>
<item><title>Portugal | Uma geração sacrificada (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/405321-uma-geracao-sacrificada</link><description><![CDATA[Portugal nunca teve tantos licenciados. No entanto, nunca foi tão difícil aos jovens encontrarem emprego. Entre a precariedade e a resignação de emigrar, o país está em vias de perder uma geração inteira. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 25 Nov 2010 13:15:11 +0100</pubDate><guid>405321</guid></item>
<item><title>Proteção social | Defesa de uma licença de maternidade europeia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/365831-defesa-de-uma-licenca-de-maternidade-europeia</link><description><![CDATA[<p>No momento em que o Parlamento Europeu tem de se manifestar sobre o prolongamento de 14 para 20 semanas da dura&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima de licen&ccedil;a de maternidade na Europa, &quot;as vozes cr&iacute;ticas fazem-se ouvir&quot;, <a target="_blank" href="http://www.dn.se/ledare/kolumner/onskekarusellen-1.1192297">nota o <em>Dagens Nyheter</em></a>. Segundo o di&aacute;rio sueco, com efeito, <a target="_blank" href="http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A7-2010-0032+0+DOC+XML+V0//PT">a medida</a> n&atilde;o recolhe unanimidade no seio da UE, pois &quot;encarece, n&atilde;o conv&eacute;m a todos os pa&iacute;ses e poder&aacute; dificultar a entrada das novas m&atilde;es no mercado de trabalho&quot;. Obviamente que os custos s&atilde;o importantes, reconhece o jornal, &quot;mas o que ser&aacute; da Europa se n&atilde;o for poss&iacute;vel conciliar filhos e trabalho?&quot; &quot;A maior parte dos partidos que se op&otilde;em &agrave; licen&ccedil;a de maternidade comum procuram fechar ainda mais as fronteiras da Europa. Mas a Europa precisa tanto de crian&ccedil;as como precisa de imigrantes.&rdquo; &Eacute; por isto que &quot;&eacute; razo&aacute;vel que haja certas regras comuns no mercado de trabalho&quot;, nomeadamente em mat&eacute;ria de licen&ccedil;a de maternidade, mesmo que, conforme refere o <em>Dagens Nyheter</em>, &quot;a atual proposta seja demasiado espec&iacute;fica: um m&iacute;nimo de regras claras seria o suficiente. Demasiadas regras complexas servem apenas o jogo dos populistas&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 20 Oct 2010 13:24:57 +0100</pubDate><guid>365831</guid></item>
<item><title>Imigração | Trabalhadores polacos olham para o Ocidente</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/347181-trabalhadores-polacos-olham-para-o-ocidente</link><description><![CDATA[<p>A abertura dos mercados de trabalho alem&atilde;o e austr&iacute;aco aos trabalhadores polacos a partir de 1 de maio de 2011 pode desencadear uma nova vaga de emigra&ccedil;&atilde;o, <a target="_blank" href="http://wyborcza.pl/1,75248,8429076,Niemcy_wyczyszcza_nam_rynek_pracy__Wkrotce_masowe.html">avisa o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. O n&uacute;mero de polacos a trabalhar na Alemanha, que hoje ronda os 415 mil, pode subir para o dobro, dizem os especialistas. Na opini&atilde;o destes, comparada com a primeira vaga de emigra&ccedil;&atilde;o, quando dois milh&otilde;es de polacos &ndash; sobretudo jovens &ndash; deixaram o seu pa&iacute;s em busca de emprego na sequ&ecirc;ncia da ades&atilde;o &agrave; UE, a sangria do pr&oacute;ximo ano dever&aacute; ser menor, mas mais dolorosa para a economia nacional. E isto porque a recupera&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida da economia alem&atilde; precisa de engenheiros, oper&aacute;rios da constru&ccedil;&atilde;o civil e enfermeiros, profiss&otilde;es essas que tamb&eacute;m s&atilde;o deficit&aacute;rias na Pol&oacute;nia. &ldquo;At&eacute; 2004 a Alemanha tinha mais imigrantes polacos do que de qualquer outra nacionalidade europeia e, agora, &eacute; isso que poder&aacute; voltar a acontecer uma vez que os estudos indicam que essa &eacute; a primeira escolha dos polacos que procuram trabalho no estrangeiro&rdquo;, afirma a Prof. Krystyna Iglicka, especialista em demografia no <a target="_blank" href="http://csm.org.pl/en.html">Centro Para os Assuntos Internacionais</a> (CSM).</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 27 Sep 2010 11:59:34 +0100</pubDate><guid>347181</guid></item>
<item><title>Alemanha | Siemens hoje, Siemens sempre</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/344881-siemens-hoje-siemens-sempre</link><description><![CDATA[<p>&quot;Desemprego nunca mais&quot;, <a href="http://www.fr-online.de/wirtschaft/einmal-siemens---immer-siemens/-/1472780/4668428/-/index.html" target="_blank">diz o t&iacute;tulo do <em>Frankfurter Rundschau</em></a>, no entender do qual os trabalhadores alem&atilde;es v&atilde;o beneficiar da retoma econ&oacute;mica. Os sal&aacute;rios aumentam e, sobretudo, a Siemens p&ocirc;s termo aos despedimentos. O grupo, que emprega 128 mil pessoas na Alemanha, <a href="http://www.siemens.com/press/en/pressrelease/index.php" target="_blank">prolongou o &quot;pacto de emprego&quot;</a>, atrav&eacute;s do qual garante n&atilde;o despedir os seus trabalhadores e envolv&ecirc;-los mais na estrat&eacute;gia da empresa. No entanto, uma vez que esse pacto pode ser renegociado a partir de 2013 e inclui uma cl&aacute;usula para o caso de crise grave, a imprensa interroga-se sobre a vontade real de garantir a seguran&ccedil;a do emprego.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 23 Sep 2010 13:05:06 +0100</pubDate><guid>344881</guid></item>
<item><title>Desemprego | Por que não consegue a UE gerar emprego? (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/344161-por-que-nao-consegue-ue-gerar-emprego</link><description><![CDATA[Os países europeus destacam-se pela produtividade e, no entanto, não são capazes de criar emprego. Por causa das deslocalizações e de um direito do trabalho demasiado rígido, explica The Independent. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:56:24 +0100</pubDate><guid>344161</guid></item>
<item><title>Emprego | "Geração perdida" envergonha a Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/316971-geracao-perdida-envergonha-europa</link><description><![CDATA[<p><img vspace="5" hspace="5" align="left" src="http://www.presseurop.eu/files/images/inline/08172010-HN.jpg" alt="" />&quot;A Europa preocupa-se com a gera&ccedil;&atilde;o perdida&quot;, <a href="http://hn.ihned.cz/c1-45736000-evropa-se-obava-nove-ztracene-generace" target="_blank">titula a primeira p&aacute;gina do <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a>, segundo o qual o desemprego na faixa et&aacute;ria dos 15 aos 24 anos atinge a taxa mais elevada desde a Segunda Guerra Mundial. <a href="http://www.ilo.org/empelm/what/pubs/lang--en/docName--WCMS_143349/index.htm" target="_blank">Um estudo da Ag&ecirc;ncia Internacional do Trabalho (OIT)</a>, em 2009, revelava que cinco milh&otilde;es de jovens europeus n&atilde;o tinham emprego. A Espanha &eacute; o pa&iacute;s mais afetado, com mais de 40% de jovens desempregados, seguido da Est&oacute;nia e da Let&oacute;nia. Em causa est&atilde;o, sublinha o di&aacute;rio de Praga, &quot;a crise, a rigidez do mercado laboral e as reformas dos sistemas de aposentadoria&quot;, que aumentam o n&uacute;mero de trabalhadores ativos. <img vspace="5" hspace="5" align="right" src="http://www.presseurop.eu/files/images/inline/08162010-The-Independent.jpg" alt="" /> Apesar de n&atilde;o figurar entre os pa&iacute;ses mais afetados, o Reino Unido v&ecirc; a gera&ccedil;&atilde;o dos anos do <em>boom</em> econ&oacute;mico enfrentar uma austeridade in&eacute;dita desde o in&iacute;cio da era Thatcher (in&iacute;cio dos anos 1980), <a href="http://www.independent.co.uk/news/education/education-news/who-would-want-to-be-18-today-2053631.html" target="_blank">escreve, por seu lado, o <em>The Independent</em></a>, perguntando-se &quot;Quem quer ter 18 anos atualmente?&quot;: enquanto o desemprego sobe em flecha, as universidades, que j&aacute; funcionaram como v&aacute;lvula de escape da seguran&ccedil;a social, s&atilde;o agora obrigadas a fazerem cortes, por vezes brutais, deixando na rua dezenas de milhares de candidatos. E os que s&atilde;o admitidos entram na vida ativa cheios de d&iacute;vidas e t&ecirc;m enfrentar &quot;um mercado de trabalho incerto&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 17 Aug 2010 15:12:43 +0100</pubDate><guid>316971</guid></item>
<item><title>Reformas | Bruxelas precisa de si até aos 70 anos (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/290891-bruxelas-precisa-de-si-ate-aos-70-anos</link><description><![CDATA[Num livro verde sobre as reformas, a Comissão Europeia recomenda estabelecer a idade de passagem à reforma em função da evolução demográfica, de forma automática se necessário. Esta ideia não convence a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 16:40:32 +0100</pubDate><guid>290891</guid></item>
<item><title>Crise Económica | Jovens portugueses querem emprego (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/173621-jovens-portugueses-querem-emprego</link><description><![CDATA[Geração perdida. A expressão, amarga, integral, tem sido usada no Reino Unido para encaixar quem tem agora entre 16 e 25 anos. Uma reportagem de Ana  Cristina Pereira, publicada no Público, alerta para a existência de indicadores semelhantes em Portugal. Os jovens que saem actualmente das faculdades têm um futuro com poucas perspectivas de emprego certo (Article)]]></description><pubDate>Wed, 20 Jan 2010 17:22:20 +0100</pubDate><guid>173621</guid></item>
<item><title>Estados Unidos | Aprender com a Europa (The New York Times, Nova Iorque )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/167511-aprender-com-europa</link><description><![CDATA[Numa altura em que os críticos das reformas dos serviços de saúde apresentadas por Barack Obama acusam o Presidente norte-americano de tentar impor a democracia social em Washington, o economista laureado com o Prémio Nobel, Paul Krugman, sublinha que a democracia social de estilo europeu, frequentemente atacada pelos conservadores norte-americanos, afinal funciona. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 12 Jan 2010 15:59:00 +0100</pubDate><guid>167511</guid></item>
<item><title>ECONOMIA | Em 2020, seremos ricos (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/166241-em-2020-seremos-ricos</link><description><![CDATA[Ser a região mais bem sucedida do mundo em 2010 é o objectivo da estratégia de Lisboa que, seguramente, não será alcançado. Os 27 decidiram, então, prosseguir por mais dez anos o desenvolvimento de um novo modelo de crescimento. A conjuntura, porém, é ainda menos favorável. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 08 Jan 2010 16:50:09 +0100</pubDate><guid>166241</guid></item>
<item><title>Sociologia | Tornar-se adulto (Cafebabel.com, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/127931-tornar-se-adulto</link><description><![CDATA[Como se vive a entrada no mercado de trabalho na Europa? A socióloga Cécile Van de Velde estudou e comparou esta passagem da faculdade para o emprego, em Espanha, França, Reino Unido e Dinamarca. Revela agora as suas principais conclusões. Entrevista. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:21:45 +0100</pubDate><guid>127931</guid></item>
<item><title>Espanha | A crise estimula a economia paralela</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/110471-crise-estimula-economia-paralela</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;A Espanha, acompanhada da It&aacute;lia e da Gr&eacute;cia, est&aacute; &agrave; cabe&ccedil;a da economia paralela na Europa&quot;</em>, <a href="http://www.publico.es/dinero/257752/espana/cabeza/union/europea/actividad/irregular">anuncia o jornal <em>P&uacute;blico</em></a>. O di&aacute;rio cita um estudo realizado pelo professor <a href="http://www.iza.org/index_html?lang=en&amp;mainframe=http%3A//www.iza.org/iza/en/webcontent/personnel/photos/index_html%3Fkey%3D206&amp;topSelect=personnel&amp;subSelect=fellows">Friedrich Schneider</a>, da Universidade de Linz (&Aacute;ustria), segundo o qual, nos 30 pa&iacute;ses-membros da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&oacute;mico (OCDE), entre 12 e 15 milh&otilde;es de trabalhadores consagram-se a essa actividade; e a crise ter&aacute; feito aumentar o seu n&uacute;mero em pelo menos 5%. Em Espanha, salienta o jornal, o estudo prev&ecirc; um aumento da economia n&atilde;o declarada de 18,7% para 19,5% do PIB no final de 2009. &quot;<em>Neste momento, h&aacute; apenas pequenos trabalhos, acabaram as grandes obras&quot;</em>, declara ao di&aacute;rio o porta-voz da Plataforma das Associa&ccedil;&otilde;es de Desempregados, Francisco Tejero; estes <em>&quot;pequenos trabalhos&quot; </em>(canaliza&ccedil;&atilde;o, isolamentos, telhados, etc.) no sector da constru&ccedil;&atilde;o civil &ndash; a base do crescimento econ&oacute;mico espanhol dos &uacute;ltimos anos &ndash; s&atilde;o uma das actividades mais comuns da economia n&atilde;o declarada. Mas colocam um problema em termos de subs&iacute;dio de desemprego, em tempos de crise, porque, como sublinha o economista Florentino Felgueroso: &quot;<em>Mesmo que se esteja a trabalhar no mercado paralelo, porqu&ecirc; renunciar aos subs&iacute;dios?</em>&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:18:49 +0100</pubDate><guid>110471</guid></item>
<item><title>Despedimentos | França ameaçada por explosões sociais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/57851-franca-ameacada-por-explosoes-sociais</link><description><![CDATA[<p>Desde domingo passado, os trabalhadores das empresas francesas New Fabris, Nortel e JLG, todos eles v&iacute;timas de planos sociais, afirmam estar dispostos a fazer explodir as respectivas f&aacute;bricas, para negociar as indemniza&ccedil;&otilde;es de despedimento. Muito na moda nos &uacute;ltimos meses, &laquo;o sequestro de patr&otilde;es teve a sua &eacute;poca&raquo;, escreve <a href="http://www.liberation.fr/economie/0101580204-explosif"><em>Lib&eacute;ration</em></a>. Com efeito, estas amea&ccedil;as de explos&atilde;o ilustram &laquo;uma escalada da tens&atilde;o&raquo;. Esta radical &laquo;estrat&eacute;gia da bomba&raquo;, como lhe chama o di&aacute;rio franc&ecirc;s, permite aos trabalhadores chamar a aten&ccedil;&atilde;o dos media e compensar o incumprimento dos seus patr&otilde;es, dirigindo-se directamente aos poderes p&uacute;blicos. Para Guy Groux, soci&oacute;logo dos conflitos sociais, trata-se de &laquo;uma crise do sindicalismo&raquo;, cujos dirigentes &laquo;j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o capazes [&hellip;] de controlar as suas bases&raquo;. Por &uacute;ltimo, coloca-se a quest&atilde;o da efic&aacute;cia destas amea&ccedil;as. &laquo;Ao contr&aacute;rio do sequestro, que &eacute; um acto real, a amea&ccedil;a de explos&atilde;o continua a ser virtual&raquo;, considera Guy Groux. &laquo;Se n&atilde;o for posta em pr&aacute;tica, esgota-se rapidamente.&raquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 17 Jul 2009 19:35:03 +0100</pubDate><guid>57851</guid></item>
<item><title>Despedimentos | França ameaçada por explosões sociais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/57891-franca-ameacada-por-explosoes-sociais</link><description><![CDATA[<p>Desde domingo passado, os trabalhadores das empresas francesas New Fabris, Nortel e JLG, todos eles v&iacute;timas de planos sociais, afirmam estar dispostos a fazer explodir as respectivas f&aacute;bricas, para negociar as indemniza&ccedil;&otilde;es de despedimento. Muito na moda nos &uacute;ltimos meses, <em>&quot;o sequestro de patr&otilde;es teve a sua &eacute;poca&quot;,</em> afirma o&nbsp;<a href="http://www.liberation.fr/economie/0101580204-explosif"><em>Lib&eacute;ration</em></a>. Com efeito, estas amea&ccedil;as de explos&atilde;o ilustram <em>&quot;uma escalada da tens&atilde;o&quot;. </em>Esta radical <em>&quot;estrat&eacute;gia da bomba&quot;,</em> como lhe chama o di&aacute;rio franc&ecirc;s, permite aos trabalhadores chamar a aten&ccedil;&atilde;o dos medias e compensar o incumprimento dos seus patr&otilde;es, dirigindo-se directamente aos poderes p&uacute;blicos. Para Guy Groux, soci&oacute;logo dos conflitos sociais, trata-se de &quot;uma crise do sindicalismo&quot;, cujos dirigentes <em>&quot;j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o capazes [&hellip;] de controlar as suas bases&quot;. </em>Por &uacute;ltimo, coloca-se a quest&atilde;o da efic&aacute;cia destas amea&ccedil;as. <em>&quot;Ao contr&aacute;rio do sequestro, que &eacute; um acto real, a amea&ccedil;a de explos&atilde;o continua a ser virtual&quot;,</em> considera Guy Groux. <em>&quot;Se n&atilde;o for posta em pr&aacute;tica, esgota-se rapidamente.&quot;</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 17 Jul 2009 17:14:59 +0100</pubDate><guid>57891</guid></item>
<item><title>Estado providência | O inacessível sonho escandinavo (Le Soir, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/48231-o-inacessivel-sonho-escandinavo</link><description><![CDATA[Um ano após o início da crise económica, os europeus continuam a procurar soluções para minorar as suas consequências. A Suécia, cujo modelo social é uma referência para muitos países, considera que esta é uma das prioriadades da sua presidência da UE. O Le Soir escreve que o exemplo de Estocolmo é quase impossível de ser seguido. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 18:11:22 +0100</pubDate><guid>48231</guid></item>
<item><title>Emprego | O milagre alemão pode salvar a Espanha (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/32591-o-milagre-alemao-pode-salvar-espanha</link><description><![CDATA[Com a crise, 17% da população activa espanhola não tem emprego. O El Pais sugere que o governo de Madrid poderia copiar o modelo alemão para minimizar este problema. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 19 Jun 2009 17:44:18 +0100</pubDate><guid>32591</guid></item>
</channel></rss>
