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        <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Energia]]></title>
            <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
            <description>O melhor da imprensa europeia</description>
            <language>pt</language><item><title><![CDATA[União Europeia: “A UE quer criar empregos com uma energia mais barata”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3797621-ue-quer-criar-empregos-com-uma-energia-mais-barata?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Na cimeira europeia do dia 22 de maio, os chefes dos Estados e dos governos dos países-membros da UE irão decidir a <a href="/pt/content/article/3791961-sombras-sobre-politica-energetica">mudança de rumo</a> da política energética na Europa.</p></p>

<p><p>Portanto, <a href="http://derstandard.at/1363711684380/EU-will-mit-billigerer-Energie-neue-Jobs-schaffen">realça <em>Der Standard</em></a>,</p></p>

<p><blockquote> <p>se, nestes últimos anos, foi privilegiado o desenvolvimento de energias renováveis e a proteção do ambiente, doravante é dada prioridade à redução dos preços da energia. O principal objetivo é acelerar o crescimento e a criação de empregos. Os preços mais baixos da energia desempenharam um papel decisivo no reforço da competitividade.</p></p>

<p></blockquote> <p>O jornal acrescenta que a expansão da energia atómica deverá também ser discutida na cimeira. “A França e o Reino Unido fazem pressão para que a energia atómica volte a ser digna de ser subvencionada”.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 22 May 2013 12:06:19 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3797621</guid></item>
<item><title><![CDATA[Conselho Europeu: Sombras sobre a política energética]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3791961-sombras-sobre-politica-energetica?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Le Figaro, Paris &ndash; Falta de investimentos, fraco desenvolvimento dos recursos renováveis, concorrência do carvão norte-americano: o mercado interno da energia enfrenta muitos obstáculos. E os grandes grupos europeus começam a pressionar a UE. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3791961-sombras-sobre-politica-energetica?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 20 May 2013 17:59:42 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3791961</guid></item>
<item><title><![CDATA[União Europeia: “Buscas na BP e na Shell sobre alegada fixação de preços do petróleo”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3775401-buscas-na-bp-e-na-shell-sobre-alegada-fixacao-de-precos-do-petroleo?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os escritórios de Londres dos gigantes do petróleo BP e Shell foram alvo de buscas, a 15 de maio, de investigadores da Comissão Europeia que tentaram confirmar se as empresas estão a manipular o preço do crude.</p></p>

<p><p>Esta foi a mais recente investigação sobre fixação de preços no Reino Unido, logo depois de ter ficado provada a manipulação das taxas de juro feita pela Libor e a fixação do preço da gasolina, <a href="http://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/bp-and-shell-raided-over-allegations-they-colluded-to-fix-petrol-prices-8616293.html">escreve <em>The Independent</em></a>, acrescentando que</p></p>

<p><blockquote> <p>a ação decisiva da UE faz parte de uma campanha que tem ganho força nos últimos meses, depois de um relatório para a cimeira do G20 do verão passado ter revelado que o mercado está sujeito a “manipulação ou distorção”.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 15 May 2013 11:39:15 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3775401</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: “Gás de xisto só para os polacos”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3768981-gas-de-xisto-so-para-os-polacos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Dias depois das empresas norte-americanas Marathon Oil e Talisman Energy terem parado a exploração de gás de xisto na Polónia, surgem notícias de que o geologista-chefe e o vice-ministro do Ambiente Piotr Woźniak se manifestaram contra as empresas dos Estados Unidos investirem na extração de gás de xisto na Polónia <a href="http://www.rp.pl/artykul/10,1008575-Lupki-tylko-dla-Polakow.html">escreve o</a> <em>Rzeczpospolita</em>.</p></p>

<p><p>O diário cita um relatório confidencial de um funcionário de uma embaixada de “um dos países interessados”, escrito depois de um encontro privado, realizado em Varsóvia, a 13 de março, com 130 investidores, empresários e diplomatas, no qual, ao que parece, os políticos fizeram tais comentários.</p></p>

<p><p>Entretanto, outro participante citado pelo diário diz que</p></p>

<p><blockquote> <p>as pessoas responsáveis pelo setor da energia querem avançar com a ideia de manter a indústria da energia nas mãos dos polacos.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Mon, 13 May 2013 13:08:12 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3768981</guid></item>
<item><title><![CDATA[Roménia: Luz verde para a exploração do gás de xisto]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3753721-luz-verde-para-exploracao-do-gas-de-xisto?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A Roménia dá “discretamente” um primeiro passo para a exploração do gás de xisto, anuncia o <em>Jurnalul naţional</em>. No dia 29 de abril, o ministério do Ambiente autorizou a exploração por empresas estrangeiras, incluindo a empresa americana <a href="/pt/content/news-brief/2458071-wesley-clark-lobista-de-luxo-em-bucareste">Chevron</a>, de eventuais jazidas na região de Dobrogea (sueste).</p></p>

<p><p>A decisão “apanhou de surpresa a sociedade civil, que esperava assistir a um debate público antes e, sobretudo, a uma apresentação de estudos sobre o seu impacto no ambiente”, <a href="http://jurnalul.ro/stiri/politica/explorare-gaze-sift-dobrogea-aviz-642210.html">escreve</a> o diário, que cita a ministra Rovana Plumb:</p></p>

<p><blockquote> <p>Todos os países da UE precisam da independência energética e a exploração do gás de xisto é um dos meios que permite alcançar esse objetivo.</p></p>

<p></blockquote> <p>A ministra salientou que “o ambiente não corre nenhum risco na fase de exploração uma vez que a tecnologia de fraturação hidráulica não é utilizada” para verificar os potenciais recursos deste hidrocarboneto não convencional situado a milhares de metros debaixo da terra.</p></p>

<p><p>Depois deste anúncio, a associação Vama Verde organizou uma manifestação de protesto em Vama Veche, na região de Dobrogea, e foram anunciadas outras manifestações para o final do mês.</p></p>

<p><p>A Roménia segue o exemplo da <a href="/pt/content/news-brief/590101-estara-polonia-tornar-se-outro-qatar">Polónia</a> e do <a href="/pt/content/news-brief/688101-perfuracoes-de-gas-de-xisto-provocam-tremor-de-terra">Reino Unido</a>, os países europeus mais envolvidos no processo de prospeção e exploração. Outros países, como a França, decretaram uma moratória.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 07 May 2013 16:52:14 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3753721</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia solar: “UE prepara tarifas solares na batalha com a China”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3752051-ue-prepara-tarifas-solares-na-batalha-com-china?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A União Europeia prevê impor taxas sobre a importação de equipamentos solares fabricados na China, uma intenção que se arrisca a desencadear “uma das maiores batalhas comerciais das últimas décadas”, segundo este jornal de negócios.</p></p>

<p><p>As taxas, que incidirão sobretudo sobre os painéis solares e os seus principais componentes, as células solares e as plaquetas de silício, subiram até 46% segundo as fontes contactadas pelo <em>WSJ</em>, e deverão proteger a produção europeia das importações de materiais chineses muito baratos. Poderão ser aplicadas já a partir do próximo dia 5 de junho.</p></p>

<p><p>Dezenas de empresas europeias fecharam desde que, há seis anos, a China entrou neste mercado, enquanto os empresários europeus denunciam o pagamento ilegal de subsídios do Estado aos seus concorrentes chineses.</p></p>

<p><p>A Europa é o primeiro mercado mundial de painéis solares e, em 2011, a China controlava 80% deste mercado, com um montante de cerca de 21 mil milhões de euros, ou seja, 7% da totalidade das exportações chinesas para a Europa.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 07 May 2013 11:27:11 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3752051</guid></item>
<item><title><![CDATA[Estónia: O xisto é chique]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3693441-o-xisto-e-chique?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[IQ, Vilnius &ndash; A Estónia tem uma mais-valia que lhe permite não ficar dependente do gás russo: o xisto betuminoso. Apesar da poluição produzida, o país continua a explorá-lo e a desenvolver a sua utilização. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3693441-o-xisto-e-chique?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 26 Apr 2013 13:03:01 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3693441</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: “Novo stresse com a corrente”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3680451-novo-stresse-com-corrente?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A mudança de política energética na Alemanha “é uma maldição”, <a href="http://www.handelsblatt.com/politik/deutschland/-im-stromnetz-hats-gewackelt/8070174.html">escreve o <em>Handelsblatt</em></a>. Porque, mais do que uma penúria, a saída do nuclear <a href="/pt/content/news-brief/683721-abandono-do-nuclear-em-2022">decidida em 2011</a> gerou uma superprodução de corrente solar e eólica, provocando uma saturação das redes elétricas.</p></p>

<p><p>Os relatórios da autoridade de controlo encarregada da segurança do sistema leem-se “como um policial”, diz o diário económico alemão, que cita alguns extratos:</p></p>

<p><blockquote> <p>A segurança da rede não está completamente garantida. [...] Interviemos mais de 40 vezes e tivemos de cortar a ligação à rede de centrais e parques eólicos inteiros, o que põe em risco a segurança do sistema. Vivemos situações de stresse que são cada vez menos controláveis.</p></p>

<p></blockquote> <p>Em 2012, 23% da produção elétrica na Alemanha proveio de energias renováveis e está previsto que passe a 80% até 2050.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 16 Apr 2013 11:02:55 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3680451</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia: Projeto da Desertec perde brilho]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3631791-projeto-da-desertec-perde-brilho?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Cinco anos após o início da sua implementação na Europa, no Médio Oriente e no Norte de África, “o Desertec gerou poucos resultados”, <a href="http://www.spiegel.de/wirtschaft/unternehmen/wuestenstrom-initiative-desertec-wuestenlaender-fordern-teilhabe-a-892109.html">constata <em>Der Spiegel</em></a>.</p></p>

<p><p><a href="/pt/content/article/701061-desertec-lucra-com-o-recue-do-nuclear">O projeto</a> aposta na exploração do potencial energético nos desertos para abastecer de forma duradoura todas as regiões do mundo em eletricidade verde. É atualmente criticado, nomeadamente pelos habitantes das regiões desérticas que se interrogam “o que ganham com este projeto”, deploram certas organizações de defesa dos direitos humanos.</p></p>

<p><p>Estas reivindicam uma maior implicação das populações locais neste projeto elaborado “nas traseiras do clube de Roma, […] por um comité de velhos sábios que reflete sobre o resgate do mundo”, ironiza <em>Der Spiegel</em>. “<a href="/pt/content/article/684421-o-que-revolucoes-significam-para-nos">Após as Primaveras Árabes</a>, queremos responder às reivindicações de mais justiça e de tomadas de decisão conjuntas, devemos implicar os civis, é a única forma da Desertec ter sucesso”, explica um responsável da ONG alemã Germanwatch.</p></p>

<p><p>O artigo do <em>Spiegel Online</em> também realça que a fundação Desertec Industrial Initiative (DII), fundada em 2009, para realizar o projeto no Norte de África e no Médio Oriente tem cada vez mais concorrência. O construtor de centrais solares britânico Nur Energie prevê a criação de uma central solar de 2000 Megawatt na Tunísia, em 2015. A eletricidade produzida deverá ser exportada para Itália.</p></p>

<p><p>O responsável do projeto considera que o mesmo está bem adiantado:</p></p>

<p><blockquote> <p>Já encontraram parceiros tunisinos, os acordos com os exploradores da rede italiana estão prontos para serem assinados […] e diversas componentes poderão ser introduzidas no local. Sessenta por cento da totalidade dos investimentos poderá ficar no país e está prevista a criação de mil empregos na região, explica o responsável do projeto.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 04 Apr 2013 17:35:58 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3631791</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: A eletricidade exporta-se bem]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3619721-eletricidade-exporta-se-bem?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“Em 2012, a Alemanha voltou a exportar mais eletricidade do que o que importou”, <a href="http://www.spiegel.de/wirtschaft/soziales/stromexporte-in-deutschland-steigen-trotz-atomausstiegs-a-891961.html">adianta o <em>Spiegel Online</em></a>: 43,8 TWh (terawatts/hora) importados contra 66,6 TWh exportados segundo os últimos resultados do Centro Federal de Estatísticas. Este excedente de 22,8 TWh corresponde “à produção anual de duas grandes centrais nucleares”, explica o <a href="http://www.stern.de/wirtschaft/news/deutschland-steigert-stromexport-1991777.html"><em>Stern Online</em></a>.</p></p>

<p><p>Estes valores são surpreendentes tendo em conta que a Alemanha começou a abandonar a energia nuclear em 2011. Oito das 17 centrais alemãs foram fechadas após a catástrofe nuclear de Fukushima, em março de 2011.</p></p>

<p><p>Diversos especialistas receavam uma penúria de eletricidade “mas a subida das exportações demonstra que há mais eletricidade do que o necessário e que as <a href="/pt/content/news-brief/3576341-reino-unido-beira-de-ficar-sem-gas">capacidades disponíveis</a>”, isto é a quantidade de energia máxima disponível em caso de maior necessidade, são suficientes”, realça o <em>Spiegel</em>.</p></p>

<p><p>Graças à subida de eletricidade produzida pela energia solar e eólica, a quota de energia verde aumentou 23% em 2012. O excedente de exportação de eletricidade quadruplicou e o país conseguiu um excedente de €1,4 milhões com a sua produção de eletricidade.</p></p>

<p><p>Os maiores importadores de eletricidade alemã são a Holanda, a Áustria e a Suíça.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 02 Apr 2013 15:36:00 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3619721</guid></item>
<item><title><![CDATA[Reino Unido: “Reino Unido à beira de ficar sem gás”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3576341-reino-unido-beira-de-ficar-sem-gas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Reino Unido tem reservas de gás apenas para mais dois dias, depois das temperaturas geladas que atingiram o Norte da Europa terem aumentado a procura em 20% nas últimas semanas.</p></p>

<p><p>O país está a tentar importar gás da Europa rapidamente e os especialistas avisam que qualquer problema técnico poderá deixar o Reino Unido incapaz de resolver o problema.</p></p>

<p><p>“Em matéria de escassez de gás, o Reino Unido é mais vulnerável do que o resto da Europa porque, historicamente, contou com o fornecimento a partir do Mar do Norte, onde a produção tem vindo a diminuir. As reservas máximas do país garantem apenas o abastecimento durante 15 dias, quando em países como a França e a Alemanha, esse prazo é de 100 dias”, escreve o diário.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 22 Mar 2013 12:28:43 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3576341</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia nuclear: Não haverá um quinto reator para a Roménia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3566261-nao-havera-um-quinto-reator-para-romenia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Ministério romeno da Economia tenciona renunciar à construção do quinto reator nuclear da central de Cernavoda, situado no Danúbio <a href="http://www.romanialibera.ro/bani-afaceri/economie/lacat-pe-reactorul-5-cernavoda-296613.html">anuncia o <em>România Liberă</em></a>. São vários os motivos que levaram a tomar esta decisão, realça o diário:</p></p>

<p><blockquote> <p>A tecnologia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Candu">CANDU 700</a>, de segunda geração, poderá tornar-se, <a href="http://www.europarl.europa.eu/news/pt/headlines/content/20130121STO05427/html/PE-defende-energia-nuclear-na-UE-com-os-mais-elevados-padr%C3%B5es-de-seguran%C3%A7a">segundo os padrões da UE</a>, obsoleta em 2025, data em que poderia vir a ser utilizada. E sobretudo agora que aumentaram as <a href="/pt/content/press-review/2804611-quem-garantira-seguranca-das-centrais">medidas de segurança</a> impostas após o acidente de Fukushima; o baixo nível das águas do Danúbio, que já interrompeu a atividade da central; e, por fim, a falta de dinheiro.</p></p>

<p></blockquote> <p>Segundo o diário de Bucareste, este reator poderia ter permitido ao país assegurar mais de 40% das suas necessidades. Por outro lado, os reatores 3 e 4, cuja construção se encontra já em fase adiantada, cumprem as normas de segurança.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 20 Mar 2013 15:42:29 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3566261</guid></item>
<item><title><![CDATA[Espanha: Madrid encara a possibilidade de explorar o gás de xisto]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3560361-madrid-encara-possibilidade-de-explorar-o-gas-de-xisto?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“O Governo dá asas à fraturação hidráulica”, <a href="http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/03/16/actualidad/1363471123_789066.html">escreve <em>El País</em></a>, numa altura em que um projeto de lei do Governo espanhol, aprovado a 1 de março, visa facilitar o desenvolvimento dessa controversa técnica de extração de gás, já contestada pelos municípios afetados e pelas associações ambientalistas. Segundo as estimativas, Espanha dispõe de recursos de gás não convencional para 39 anos de consumo e num montante de €700 mil milhões, enquanto as empresas do setor anunciam investimentos entre os 700 milhões e os 1000 milhões de euros para os próximos anos. E “não há razões absolutas para proibir” o seu desenvolvimento em Espanha, se “os efeitos colaterais para o ambiente forem rigorosamente controlados”, <a href="http://elpais.com/elpais/2013/03/17/opinion/1363552155_434474.html">precisa <em>El País</em></a>, que adianta que as opiniões sobre a fraturação – “fracking” em inglês – estão divididas:</p></p>

<p><blockquote> <p>Para uns, esta técnica de extração de gás fará inutilmente de Espanha uma espécie de queijo gruyère. Para outros, é a oportunidade de ouro para um país que importa 99% dos hidrocarbonetos que consome.</p></p>

<p></blockquote> <p>Uma divisão sobre o assunto que também se  repete na Europa, acrescenta o diário madrileno:</p></p>

<p><blockquote> <p>A Europa não tem legislação comum sobre as condições ambientais para desenvolver este controverso método e, ao que parece, não terá tão cedo. A divisão entre os países e até mesmo entre os comissários [europeus] competentes nos diferentes domínios é evidente. A França, a Irlanda ou a Bulgária impõe <a href="/pt/content/article/1954871-gas-de-xisto-com-fraca-cotacao">moratórias</a> sobre a fraturação. A Polónia aposta forte neste método. Até aqui, os relatórios apresentados <a href="http://ec.europa.eu/environment/integration/energy/studies_en.htm">pela Comissão Europeia</a> ou <a href="http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//NONSGML+COMPARL+PE-486.123+01+DOC+PDF+V0//EN&amp;language=EN">pelo Parlamento</a> mostraram conclusões divergentes.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 19 Mar 2013 14:50:18 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3560361</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: “Fim da redução de preços da eletricidade para a indústria”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3505251-fim-da-reducao-de-precos-da-eletricidade-para-industria?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A Comissão <a href="http://europa.eu/rapid/press-release_IP-13-191_en.htm?locale=FR">anunciou a abertura de um inquérito</a> para apurar se a indústria alemã beneficia de ajudas indevidas do Estado, que fazem temer uma violação da concorrência.</p></p>

<p><p>Desde 2011, que as empresas alemãs grandes consumidores de eletricidade estão isentas de uma taxa sobre a rede elétrica. Um benefício fiscal que lhes permitiu poupar cerca de €805 milhões.</p></p>

<p><p>A Comissão abriu o processo em consequência das queixas das associações de consumidores e dos fornecedores de energia.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 07 Mar 2013 12:33:17 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3505251</guid></item>
<item><title><![CDATA[Roménia: “A guerra do gás de xisto começou em Bârlad”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3478541-guerra-do-gas-de-xisto-comecou-em-barlad?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Moscovo tenta bloquear a exploração de gás de xisto romeno, que reduziria a dependência energética da Roménia e da União Europeia em relação à Rússia, escreve o diário.</p></p>

<p><p>No final de janeiro, o primeiro-ministro Victor Ponta <a href="http://economie.hotnews.ro/stiri-energie-14079073-victor-ponta-sustin-explorarea-gazelor-sist.htm">mudou a sua posição sobre o assunto</a>, depois de, na primavera de 2012, ter <a href="/pt/content/article/1954871-gas-de-xisto-com-fraca-cotacao">anunciado</a> que se opunha às perfurações.</p></p>

<p><p>“Uma mão russa” estaria, assim, por trás dos protestos contra as perfurações em Bârlad, no Leste da Roménia, onde mais de oito mil pessoas se manifestaram a 27 de fevereiro contra a exploração deste recurso.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 01 Mar 2013 11:50:22 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3478541</guid></item>
<item><title><![CDATA[Holanda: O gás não é um presente]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3451041-o-gas-nao-e-um-presente?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Trouw, Amesterdão &ndash; A exploração da jazida no norte dá milhares de milhões de euros ao Estado holandês. Mas os sismos são cada vez mais frequentes e a ausência de investimentos de longo prazo estão a alimentar o debate sobre o seu interesse. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3451041-o-gas-nao-e-um-presente?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 25 Feb 2013 13:18:31 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3451041</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: “Berlim ameaça o gás de xisto”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3446891-berlim-ameaca-o-gas-de-xisto?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>À medida que se aproximam as eleições previstas em setembro, o maior país europeu integra a coligação contra o gás de xisto, instaurando imediatamente regulamentações que restringem o uso das técnicas de extração do gás de xisto, adianta o diário de Varsóvia, que cita uma entrevista da chanceler Angela Merkel publicada no <em>Straubinger Tagblatt</em>.</p></p>

<p><p><em>“É um remake do cenário francês, onde o gás de xisto foi proibido 18 meses antes das eleições presidenciais”</em>, explica a <em>Gazeta Wyborcza</em>.</p></p>

<p><p>O diário realça que <em>“a coligação contra o gás de xisto em Paris e Berlim vai reforçar a fação dos políticos europeus opostos à exploração dessas jazidas, o que poderá ter um impacto negativo nos projetos de extração do gás de xisto na Polónia”</em>.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 22 Feb 2013 11:44:34 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3446891</guid></item>
<item><title><![CDATA[República Checa: “A ČEZ vai ter de dizer adeus aos milhões búlgaros”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3436071-cez-vai-ter-de-dizer-adeus-aos-milhoes-bulgaros?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O grupo de energia elétrica ČEZ poderá perder 10 mil milhões de coroas (€400 milhões) gastas em investimentos na Bulgária, depois de o Governo de Sófia ter anunciado o cancelamento da licença da empresa.</p></p>

<p><p>O primeiro-ministro búlgaro, Boiko Borisov, mandou cancelar a licença, numa tentativa de acalmar os violentos protestos, que já duram há dez dias, contra a subida dos preços da energia, prometendo, a 19 de fevereiro, diminuir os montantes das contas de eletricidade e punir as empresas estrangeiras por causa dos seus elevados preços.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 20 Feb 2013 12:07:28 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3436071</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia: “Gás de xisto, ameaça para a Bélgica”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3390761-gas-de-xisto-ameaca-para-belgica?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“O gás de xisto vai envenenar a competitividade belga nos próximos anos?”, pergunta o diário de Bruxelas. O aparecimento deste recurso, sobretudo nos Estados Unidos, juntamente com a erosão da procura na Europa, fez baixar o preço do gás.</p></p>

<p><p>Isso resultou numa queda do preço do carvão. Consequência: os produtores de eletricidade europeus trocam o gás pelo carvão – muito mais poluente – para fazerem funcionar as suas centrais. Se a isto juntarmos a queda do preço da tonelada de CO2 na Europa, que desceu há três semanas para os cinco euros, contra os 35 de 2008, “poluir é barato”, conclui o diário.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 11 Feb 2013 11:05:15 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3390761</guid></item>
<item><title><![CDATA[Bélgica: “Shell abre caça ao gás de xisto belga”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3370341-shell-abre-caca-ao-gas-de-xisto-belga?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“As companhias petrolíferas como a Shell voltam-se para a Europa”, escreve o diário. Depois de, no ano passado, ter feito explorações na Alemanha, no Reino Unido e na Holanda, a companhia anglo-holandesa interessa-se agora pela Bélgica.</p></p>

<p><p>A Shell espera investir €100 mil na prospeção de gás de xisto nas regiões de Liège (Este) e da Campina (Nordeste). Outras companhias petrolíferas, como a britânica Cuadrilla e a alemã Wintershall, estão igualmente interessadas.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 06 Feb 2013 11:21:18 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3370341</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energias renováveis: “UE: O fim dos subsídios às energias verdes”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3360081-ue-o-fim-dos-subsidios-energias-verdes?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os regimes de subsídios nacionais ao setor das energias renováveis criou um desequilíbrio em detrimento da competitividade das energias térmicas clássicas, afirma a Comissão Europeia.</p></p>

<p><p>Por isso, Bruxelas encara a possibilidade de regulamentar e harmonizar os subsídios nacionais às energias verdes e elaborar um regulamento europeu de subsídios até 2020.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 04 Feb 2013 11:46:26 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3360081</guid></item>
<item><title><![CDATA[Eslováquia: ‘Governo tentado pelo urânio de Košice’]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3350811-governo-tentado-pelo-uranio-de-kosice?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Calcula-se que cerca de 5,5 milhões de toneladas de urânio de alta qualidade estejam sob Jahodná, apenas a 15 quilómetros da segunda maior cidade da Eslováquia, <a href="/pt/content/article/3289291-um-desabafo-por-kosice">Košice</a>. O Governo já assinou um acordo prévio com uma empresa de extração mineira canadiana que realizou a perfuração exploratória.</p></p>

<p><p>O diário escreve que os opositores à exploração mineira de Košice, uma estância de férias muito popular, dizem que <em>“é um truque baixo contra a administração local e os habitantes de Košice, que já manifestaram o seu desacordo quanto à extração”</em>.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 01 Feb 2013 11:46:16 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3350811</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia: “Prepara-se um casamento energético russo-húngaro”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3350481-prepara-se-um-casamento-energetico-russo-hungaro?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A 31 de janeiro, em Moscovo, o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán discutiu com o Presidente russo Vladimir Putin o desenvolvimento das relações económicas entre o seu país e a Rússia, segundo parceiro comercial da Hungria, a seguir à Alemanha, especialmente no domínio do gás, com a passagem pela Hungria do <a href="/pt/content/news-brief/565881-south-stream-avanca-na-eslovenia">gasoduto <em>South Stream</em></a>.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 01 Feb 2013 11:43:12 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3350481</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: “O homem que trava os preços da eletricidade”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3333981-o-homem-que-trava-os-precos-da-eletricidade?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Peter Altmeier, o ministro do Ambiente alemão, quer contrariar o forte aumento dos preços da eletricidade causado pela política de <a href="/pt/content/article/346181-revolucao-verde-tem-custos">mudança energética</a> seguida pelo Governo. A <a href="/pt/content/news-brief/3026131-o-caos-das-subvencoes-nacionais-exaspera-bruxelas">lei sobre a promoção das energias alternativas</a> aumentou a quota de energias verdes na produção de 8 para 23%, mas a taxa paga pelo consumidor para financiar o desenvolvimento das energias solar e eólica vai custar mais de 20 mil milhões de euros em 2013.</p></p>

<p><p>Neste ano eleitoral, o ministro quer congelar a taxa para que o debate sobre a mudança energética não seja ofuscado pela questão única do custo para as famílias. O setor das energias verdes lamenta <em>“um golpe mortal”</em>.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 29 Jan 2013 11:32:10 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3333981</guid></item>
<item><title><![CDATA[Bulgária: Eleitores ignoram referendo sobre o nuclear]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3329851-eleitores-ignoram-referendo-sobre-o-nuclear?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Chamados a responder à questão de saber se <em>“a Bulgária deve desenvolver a sua energia nuclear com a construção de uma nova central nuclear”</em>, 61% dos eleitores responderam que sim no <a href="http://referendum.cik.bg/">referendo de 27 de janeiro</a>. Mas como só 20% dos recenseados se mobilizaram para esta primeira consulta popular na História da Bulgária pós-comunista, o referendo não é válido (seria necessária uma participação de 60%). A consulta incidia sobre a continuação dos trabalhos de construção na segunda central nuclear do país, em Béléné (norte), interrompidos em março de 2012.</p></p>

<p><p>Os promotores e os opositores do projeto rejubilam com o resultado desta consulta, mas o jornal <a href="http://www.trud.bg/Article.asp?ArticleId=1741938"><em>Troud</em> considera</a> tratar-se de <em>"uma derrota para toda a gente"</em>: para os cidadãos, por causa do fiasco da primeira votação democrática direta; para a oposição de esquerda, que promoveu a consulta, por não ter conseguido mobilizar mais eleitores; para a direita, que se opôs ao projeto de uma nova central, porque as pessoas que votaram disseram sim a Béléné.</p></p>

<p><p>Escapámos <em>"por pouco ao fiasco total"</em>, <a href="http://paper.standartnews.com/bg/article.php?d=2013-01-28&amp;article=439151">salienta o <em>Standart</em></a>, que nota que se tivessem sido ultrapassados os 20% de participação, os promotores do referendo teriam conseguido, <em>"pelo menos, que a questão da construção de uma segunda central fosse novamente debatida no Parlamento"</em>.</p></p>

<p><p>Mas como se poderá explicar o fraco interesse por esta questão? Os media búlgaros sublinham a <em>"politização"</em> do referendo, largamente entendido como um prelúdio das eleições legislativas do próximo verão.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 28 Jan 2013 14:52:54 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3329851</guid></item>
<item><title><![CDATA[Holanda: “Aumentam as preocupações quanto à perfuração de gás”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3327931-aumentam-preocupacoes-quanto-perfuracao-de-gas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os tremores de terra nas proximidades das perfurações de gás natural na província de Groningen (no Norte do país) parecem estar a tornar-se mais frequentes e mais intensos. Um estudo oficial, publicado a 25 de janeiro, afirma que, no futuro, os sismos poderão atingir 4 e 5 graus na escala de Richter.</p></p>

<p><p>A supervisão mineira do Estado preconiza uma diminuição do número de perfurações. Em visita à região, o ministro da Economia afirmou que isso seria “irresponsável do ponto de vista económico”. Em 2001, a exploração de gás fez entrar 11500 milhões de euros nos cofres do Estado e 97% dos lares holandeses dependem dele.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 28 Jan 2013 11:26:53 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3327931</guid></item>
<item><title><![CDATA[Irlanda: Febre do ouro negro em Cork]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3223171-febre-do-ouro-negro-em-cork?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Irá o petróleo permitir que o país que assumiu no dia 1 de janeiro a presidência da UE saia da crise? Em Dublin, acredita-se que sim, depois de a descoberta de jazidas de petróleo no mar Celta ter provocado uma "febre do ouro em Cork", nota <a href="http://www.lavanguardia.com"><em>La Vanguardia</em></a>. A segunda cidade irlandesa está agora “na expectativa de um <em>boom</em> económico” que "irá deixar sonhar" um país profundamente atingido pela crise, adianta o diário de Barcelona:</p></p>

<p><blockquote> <p>Representantes da Exxon Mobil, da Texaco e de outros gigantes da indústria petroquímica tomam o pequeno-almoço nos <em>pubs</em> e nos restaurantes da cidade, à beira do rio Lee, tal como os membros da troika [credores da Irlanda: FMI, BCE e UE] fazem em Dublin. Mas desta vez, com intenção de investir e não apenas de emprestar dinheiro ditando condições.</p></p>

<p></blockquote> <p>A jazida, a que deram o nome de Barryfoe Field, poderá produzir perto de 280 milhões de barris, por um valor de €30 mil milhões. Há apenas um pequeno senão: encontrar o milhão e 500 mil euros necessários para a sua exploração. É este o objetivo da sociedade Providence, criada pelo magnata local e ex-jogador de rugby, Tony O’Reilly, que disse querer fazer de Cork "uma das cidades mais prósperas da Europa":</p></p>

<p><blockquote> <p>No passado, foram descobertas jazidas petrolíferas no mar Celta, mas o elevado custo de exploração não as tornava rentáveis. Neste momento, as circunstâncias são bastante mais favoráveis — desenvolvimento de técnicas de extração menos onerosas, subida do preço do barril de petróleo e nova descida dos impostos que as empresas estrangeiras que investem na Irlanda são obrigadas a pagar — e o país conta com o mais baixo imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC) da União Europeia, um motivo de permanente fricção com Bruxelas. Sede europeia da Apple e da fábrica onde a multinacional farmacêutica americana Pfizer fabrica o Viagra […], Cork quer passar a uma categoria superior e colocar-se ao nível das ligas económicas e financeiras mais antigas. Ser para a Irlanda o que Aberdeen passou a ser para a Escócia e que o petróleo do mar Celta proporcione os mesmos benefícios que o mar do Norte. Com um consumo [global] de petróleo a rondar os 88 milhões de barris por dia e uma sede tão insaciável que as considerações ecológicas não conseguem acalmar, não se trata de uma quimera.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 02 Jan 2013 14:55:58 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3223171</guid></item>
<item><title><![CDATA[Gás natural: Requiem para Nabucco]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3113001-requiem-para-nabucco?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A mais ambiciosa tentativa da Uni&atilde;o Europeia de assegurar um acesso independente &agrave; fonte crucial que &eacute; o g&aacute;s natural corre o risco de ter um final dram&aacute;tico. Ao ponto de, para o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em>, ter chegado a hora de escrever &ldquo;uma necrologia para Nabucco&rdquo;, o projeto do gasoduto que dever&aacute; <a href="/pt/content/article/106891-todas-condutas-vao-dar-ceyhan">ligar os po&ccedil;os do Mar C&aacute;spio &agrave; Europa atrav&eacute;s da Turquia</a>.</p>

<p>Colocado em causa pelo avan&ccedil;o do concorrente russo South Stream &ndash; a falta de investimentos e de acordos com determinados pa&iacute;ses fornecedores -, este projeto de 15 mil milh&otilde;es de euros poder&aacute; receber o golpe de miseric&oacute;rdia ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o pelo seman&aacute;rio <em>Focus</em> da <a href="http://www.focus.de/finanzen/news/wirtschaftsticker/focus-rwe-vor-ausstieg-aus-nabucco-konsortium-omv-als-moeglicher-kaeufer_aid_873125.html">informa&ccedil;&atilde;o segundo a qual</a> o grupo alem&atilde;o RWE, principal investidor no projeto, tenciona afastar-se at&eacute; ao final do ano. O austr&iacute;aco OWE poder&aacute; comprar a sua parte (16,67%).</p>

<p>Para o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em>,</p></p>

<p><blockquote> <p>este fiasco mostra uma vez mais como a Europa n&atilde;o consegue responder ao dom&iacute;nio russo no setor das mat&eacute;rias prim&aacute;rias. H&aacute; j&aacute; muito tempo que o gasoduto &eacute; visto como um exemplo de uma pol&iacute;tica industrial e energ&eacute;tica europeia falhada. Uma vez que &eacute; alvo de muito debates, mas disp&otilde;e de poucos meios financeiros ou apoio pol&iacute;tico concreto.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 04 Dec 2012 16:06:22 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3113001</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: Erros na produção e na distribuição de energia verde]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3041091-erros-na-producao-e-na-distribuicao-de-energia-verde?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;Fornecedor de eletricidade ecol&oacute;gica quer fazer carv&atilde;o&quot;, diz o t&iacute;tulo do <em>Tageszeitung</em>, jogando com o sentido duplo da palavra &quot;carv&atilde;o&quot; em alem&atilde;o, que quer dizer igualmente dinheiro. Este di&aacute;rio, sempre preocupado com as quest&otilde;es ambientais, <a href="http://www.taz.de/Alternative-Stromlieferer/!105629/">revela</a> que existe o risco de os tr&ecirc;s maiores distribuidores de eletricidade de origem renov&aacute;vel na Alemanha &ndash; <a href="/pt/content/article/115661-uma-central-electrica-na-cave">Lichtblick</a>, Greenpeace Energy e Naturstrom &ndash; passarem dentro em breve para o carv&atilde;o. Com efeito, os tr&ecirc;s abastecem-se junto da empresa austr&iacute;aca Verbund AG, que, desde 2011, est&aacute; a construir uma central a carv&atilde;o na Turquia, ao mesmo tempo que continuam a elogiar a produ&ccedil;&atilde;o de origem &quot;100% hidr&aacute;ulica&quot;.</p></p>

<p><p>O que &eacute; muito embara&ccedil;oso para as tr&ecirc;s empresas alem&atilde;s, salienta o <em>Tageszeitung</em>, que cita estudos segundo os quais &quot;as emiss&otilde;es da central turca ultrapassar&atilde;o os valores m&aacute;ximos definidos pela UE e pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de&quot;. <a href="http://www.taz.de/Kommentar-Oekostrom/!105633/">Para o<em> Tageszeitung</em></a>, chegou o momento de agir.</p></p>

<p><blockquote> <p>Quem quiser manter a credibilidade como fornecedor de energia verde n&atilde;o pode celebrar contratos com tais empresas. Sobretudo quando o plano de neg&oacute;cios de qualquer empresa assenta no facto de se posicionar como l&iacute;der moral.</p></p>

<p></blockquote> <p>A produ&ccedil;&atilde;o de energia a partir de fontes renov&aacute;veis na Alemanha preocupa ali&aacute;s os pa&iacute;ses vizinhos. &quot;A Rep&uacute;blica Checa vai impedir a derrocada da sua rede el&eacute;trica e proteger-se contra o excedente de energia verde devido &agrave; produ&ccedil;&atilde;o descont&iacute;nua dos parques e&oacute;licos no Norte da Alemanha&quot;, <a href="http://epaper.lidovky.cz/elektronicke-predplatne/aktualni-cislo">escreve o<em> Lidov&eacute; noviny</em></a><em>.</em> Este di&aacute;rio de Praga explica que, devido &agrave; fraqueza da rede el&eacute;trica alem&atilde;, a corrente entre o Norte &ndash; onde &eacute; produzida &ndash; e o Sul industrial passa pela rede checa, pondo &agrave; prova a sua capacidade. A fim de a proteger dos picos de corrente, a ČEPS, que opera a rede checa,</p></p>

<p><blockquote> <p>decidiu construir um transformador gigante junto da fronteira. O dispositivo s&oacute; deixar&aacute; passar a quantidade de corrente que a rede checa pode suportar e [&hellip;] entrar&aacute; em servi&ccedil;o at&eacute; 2017.</p></p>

<p></blockquote> <p>Segundo o <em>Lidov&eacute; noviny</em>, trata-se de um dossi&ecirc; eminentemente pol&iacute;tico, dado que, no passado, Berlim fez algumas concess&otilde;es a Praga em troca da sua coopera&ccedil;&atilde;o. A mudan&ccedil;a de atitude da Alemanha, que, neste momento, est&aacute; disposta a rever abertamente a organiza&ccedil;&atilde;o da sua rede el&eacute;trica, abre caminho ao lan&ccedil;amento de um concurso p&uacute;blico a n&iacute;vel europeu para a constru&ccedil;&atilde;o do transformador.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 16 Nov 2012 15:17:48 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3041091</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energias renováveis: O caos das subvenções nacionais exaspera Bruxelas]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3026131-o-caos-das-subvencoes-nacionais-exaspera-bruxelas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Ser&aacute; que a Europa prepara um corte dr&aacute;stico nas energias verdes? O Comiss&aacute;rio respons&aacute;vel pelo dossi&ecirc;, G&uuml;nther Oettinger, est&aacute; prestes a dar um &ldquo;choque el&eacute;trico a partir de Bruxelas&rdquo;, como diz em t&iacute;tulo o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em>. <a href="http://www.sueddeutsche.de/wirtschaft/vertrauliche-unterlagen-stromschlag-aus-bruessel-1.1521454">Segundo as informa&ccedil;&otilde;es do di&aacute;rio de Munique</a>, Oettinger quer &ldquo;examinar os sistemas de subven&ccedil;&otilde;es nacionais em certos recursos energ&eacute;ticos&rdquo;.</p></p>

<p><blockquote> <p>Irritado com os particularismos dos 27 Estados-membros da UE, o Comiss&aacute;rio revolta-se contra o nacionalismo crescente no setor da eletricidade, sempre que surge a ocasi&atilde;o. Para grande frustra&ccedil;&atilde;o dos ecologistas, o comiss&aacute;rio n&atilde;o aprova sobretudo a prolifera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o enquadrada das ajudas &agrave; eletricidade verde.</p></p>

<p></blockquote> <p>Os Estados ser&atilde;o assim proibidos de subvencionar a energia renov&aacute;vel livremente, um privil&eacute;gio do qual beneficiaram at&eacute; agora. Para a Alemanha, o que est&aacute; em jogo &eacute; a sua lei sobre a promo&ccedil;&atilde;o das energias alternativas &ndash; que provocou um <em>boom</em> no setor da energia e&oacute;lica e solar, bem como o aumento significativo dos pre&ccedil;os da eletricidade, nestes &uacute;ltimos anos.</p>

<p>Segundo o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em>, a an&aacute;lise das ajudas estatais faz parte do &ldquo;prestigioso projeto da UE, que tenciona ter um mercado interno da energia&rdquo; at&eacute; 2014, mas que os Estados est&atilde;o a demorar a realizar. Este mercado dever&aacute; garantir a alimenta&ccedil;&atilde;o de energia por toda a Europa, como tamb&eacute;m tornar a energia mais barata para o consumidor.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 13 Nov 2012 15:00:08 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3026131</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-China: Uma guerra pela energia solar?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2985551-uma-guerra-pela-energia-solar?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&Eacute; uma das tecnologias chave do s&eacute;culo XXI: o mercado da energia solar suscita tais cobi&ccedil;as que a Uni&atilde;o Europeia e a China est&atilde;o a comportar-se como &quot;guerreiros do sol&quot;, diz em t&iacute;tulo o <em>Frankfurter Rundschau</em>, que prev&ecirc; &quot;o maior conflito comercial da hist&oacute;ria&quot;.</p>

<p><a href="/pt/content/news-brief/2647791-guerra-comercial-em-torno-de-paineis-solares">O lit&iacute;gio gira em torno das subven&ccedil;&otilde;es</a> de Pequim &agrave; sua ind&uacute;stria solar, que os europeus consideram excessivos e demasiado exclusivos. Os produtores chineses de fotovoltaico beneficiam de cr&eacute;ditos de v&aacute;rios milhares de milh&otilde;es de d&oacute;lares, sem precisarem de apresentar garantias s&eacute;rias. Gra&ccedil;as a este sistema confort&aacute;vel,</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">conseguiram, em alguns anos, n&atilde;o apenas chegar ao n&iacute;vel dos europeus mas ultrapass&aacute;-los. Hoje, produzem com a mesma qualidade e com um custo de menos 40%. [&hellip;] Presentemente, mais de 80% dos m&oacute;dulos instalados na Europa v&ecirc;m da China.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p1">Alarmados pela <a href="/pt/content/article/1742612-eclipse-na-energia-solar">fal&ecirc;ncia de um dos l&iacute;deres do setor, a empresa alem&atilde; Q-Cells</a>, os europeus ripostam. Levada pela empresa Solarworld, a federa&ccedil;&atilde;o europeia apresentou queixa &agrave; Comiss&atilde;o Europeia por &quot;dumping&quot;. Bruxelas poder&aacute; decidir san&ccedil;&otilde;es nos pr&oacute;ximos meses. Mas, precisa este di&aacute;rio,</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">(...) os efeitos ser&atilde;o enormes. Com uma quota de 70%, a Europa &eacute; de longe o mercado mais importante do fotovoltaico. Perante isto, a China toma uma posi&ccedil;&atilde;o musculada e esgrime a amea&ccedil;a de um processo contra os produtores europeus de sil&iacute;cio, uma das componentes fundamentais das c&eacute;lulas solares.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p1">E a disputa n&atilde;o fica por aqui. Segundo alguns rumores, representantes chineses teriam advertido as empresas autom&oacute;veis europeias de que um boicote na &aacute;rea da energia solar teria consequ&ecirc;ncias extremamente negativas para elas. Uma escalada que <a href="http://www.fr-online.de/energie/kommentar-der-solarstreit-wird-unterschaetzt-,1473634,20767354.html">preocupa o <em>Frankfurter Rundschau</em></a>:</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">Se a China se mostrar conciliat&oacute;ria e convocar os seus grupos, a coisa pode acabar bem. Na pior das hip&oacute;teses, paira no ar uma guerra comercial universal.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Fri, 02 Nov 2012 14:32:09 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2985551</guid></item>
<item><title><![CDATA[Grécia: Atenas conta com o petróleo, o gás e o ouro para sair do marasmo]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2874171-atenas-conta-com-o-petroleo-o-gas-e-o-ouro-para-sair-do-marasmo?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Poucas pessoas sabem que a sobre-endividada Gr&eacute;cia &eacute; um pa&iacute;s produtor de petr&oacute;leo. Um pequeno produtor, com apenas dois mil barris por dia, 0,5% das suas necessidades&rdquo;, <a href="http://www.lemonde.fr">escreve <em>Le Monde</em></a>, que explica que Atenas decidiu retomar a explora&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e g&aacute;s depois de ter negligenciado as suas eventuais reservas.</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">H&aacute; uns meses [o Governo grego] lan&ccedil;ou os concursos p&uacute;blicos para a explora&ccedil;&atilde;o das regi&otilde;es onde foram feitos levantamentos e estudos s&iacute;smicos no final dos anos de 1990 &ndash; em Janina, no &Eacute;piro, perto da fronteira albanesa, e no Mar J&oacute;nico.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p1">As grandes companhias petrol&iacute;feras n&atilde;o correram a candidatar-se a estas reservas cujas estimativas colocam entre os 50 e os 100 milh&otilde;es de barris. Pelo contr&aacute;rio,</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">&eacute; o vasto espa&ccedil;o mar&iacute;timo grego perto de Creta que suscita maiores esperan&ccedil;as desde a descoberta de g&aacute;s em Israel e em Chipre: uma empresa norueguesa (PGS, Petroleum Geo Serices) acaba de ser escolhida para realizar estudos s&iacute;smicos sobre uma extensa &aacute;rea mar&iacute;tima de 220 mil quil&oacute;metros quadrados durante 18 meses.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p1">Outra &ldquo;rara boa not&iacute;cia&rdquo; para este pa&iacute;s atingido pela crise, &eacute; a de que &ldquo;a Gr&eacute;cia vai tornar-se o primeiro produtor europeu de ouro&rdquo;, <a href="http://www.latribune.fr/actualites/economie/union-europeenne/20121010trib000724091/la-grece-va-devenir-le-premier-producteur-d-or-d-europe.html">noticia <em>La Tribune</em></a>. Lembrando que a Gr&eacute;cia disp&otilde;e j&aacute; de um &ldquo;importante potencial mineiro&rdquo; (bauxite, perlite), o di&aacute;rio econ&oacute;mico explica que</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">em 2016 a Gr&eacute;cia poder&aacute; tornar-se o primeiro produtor aur&iacute;fero da Europa e ultrapassar a Finl&acirc;ndia, quadrag&eacute;simo produtor mundial.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p1">A raz&atilde;o, por mais paradoxal que seja, &eacute; a seguinte: a crise econ&oacute;mica. De facto, por causa da crise, Atenas est&aacute; a acelerar a concess&atilde;o de licen&ccedil;as de explora&ccedil;&atilde;o do subsolo, apesar de a pol&iacute;tica grega &ldquo;ser [at&eacute; aqui] profundamente baseada no clientelismo&rdquo;. Os projetos de duas companhias mineiras &ndash; a canadiana Eldorado Gold e a australiana Glory Resources &ndash; j&aacute; obtiveram licen&ccedil;as, fazendo com que a produ&ccedil;&atilde;o de ouro na Gr&eacute;cia &ldquo;suba de 16 mil on&ccedil;as [1 on&ccedil;a=31,1g] em 2011 para 425 mil on&ccedil;as em 2016&rdquo;, criando muitos empregos.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 15 Oct 2012 14:00:34 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2874171</guid></item>
<item><title><![CDATA[República Checa: Jogadas russo-americanas para a central de Temelín]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2847961-jogadas-russo-americanas-para-central-de-temelin?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Ekonom , Praga &ndash; Os projetos de novos reatores nucleares são cada vez mais raros na Europa. O que torna o de Temelín ainda mais interessante. Russos e americanos envolvem-se numa competição que mobiliza dirigentes políticos, lobistas e serviços secretos. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2847961-jogadas-russo-americanas-para-central-de-temelin?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 11 Oct 2012 13:41:21 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2847961</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia nuclear: As centrais estão ultrapassadas, fechemo-las!]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2818821-centrais-estao-ultrapassadas-fechemo-las?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Frankfurter Rundschau, Frankfurt &ndash; Os resultados dos testes de resistência realizados pela UE fornecem mais razões do que as necessárias para encerrar os velhos reatores. Mas a Comissão não tem a coragem de seguir o exemplo da Alemanha e prefere apostar em modernizações dispendiosas, lamenta o Frankfurter Rundschau. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2818821-centrais-estao-ultrapassadas-fechemo-las?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 05 Oct 2012 17:13:18 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2818821</guid></item>
<item><title><![CDATA[Nuclear: Quem garantirá a segurança das centrais?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/2804611-quem-garantira-seguranca-das-centrais?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O comiss&aacute;rio europeu para a Energia, G&uuml;nther Oettinger, deve apresentar, a 4 de outubro, os resultados dos &quot;testes de resist&ecirc;ncia&quot; em mat&eacute;ria de seguran&ccedil;a dos 134 reatores nucleares localizados no territ&oacute;rio da Uni&atilde;o Europeia. Esses testes vieram na sequ&ecirc;ncia do desastre de Fukushima, em mar&ccedil;o de 2011. Evidenciam-se muitas falhas e estima-se em &euro;10 a &euro;25 mil milh&otilde;es o montante das obras necess&aacute;rias para recupera&ccedil;&atilde;o das centrais do Velho Continente. Mas estas conclus&otilde;es suscitaram j&aacute; vivas rea&ccedil;&otilde;es nos Estados-membros.</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/lemonde-10032012-100.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p><em>Le Monde</em> d assim conta da "tenso entre Paris e Bruxelas", uma vez que a Frana, o principal produtor europeu de energia nuclear, com 19 centrais e 58 reatores,  particularmente criticada no relatrio da Comisso:</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/trouw-100_2.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>Na Holanda, o dirio <em>Trouw</em> adianta que Borssele "no passou no teste de segurana".</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/die-welt-100_9.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>No entanto, "os resultados de Borselle no so to maus, se comparada com outras centrais da Europa", l-se no jornal, que no se refere apenas a "uma superpotncia nuclear, como a Frana", mas tambm s unidades da Europa de Leste e s quatro centrais da Finlndia e Sucia, onde o sistema de refrigerao de emergncia no est dentro dos padres "de risco de um cenrio como Fukushima (fuso)".



A Blgica, em compensao, foi felicitada pela Comisso pela forma de "comunicao das falhas nas centrais de Doel e Tihange", disse em entrevista ao<em> Trouw</em> um investigador que apoiou os trabalhos da Comisso. As duas centrais foram encerradas este vero, devido a fissuras nos tanques de dois reatores. O relatrio da Comisso no menciona este problema, porque "o teste no incidia sobre esses aspetos."



Em Berlim, <em>Die Welt</em> acha que "o verdadeiro escndalo  a impotncia da UE&rdquo;. O dirio indigna-se com o facto de a UE ter pago durante meses a um grupo de peritos para verificar uma a uma as centrais do continente, quando "os factos esto h muito em cima da mesa. Bastaria um apelo  interveno da Agncia Internacional de Energia Atmica [AIEA]&rdquo;. Mais,</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 03 Oct 2012 16:44:31 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2804611</guid></item>
<item><title><![CDATA[Hidrocarbonetos: Tensões entre a UE e a Gazprom inquietam a Ásia central]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2755021-tensoes-entre-ue-e-gazprom-inquietam-asia-central?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;<a href="/pt/content/news-brief/2640441-bruxelas-ataca-monopolio-da-gazprom">O aumento brusco das tens&otilde;es entre a Comiss&atilde;o Europeia e a Gazprom</a> inquieta os pa&iacute;ses da &Aacute;sia central que dependem muito das suas exporta&ccedil;&otilde;es de hidrocarbonetos para a UE&rdquo;, <a href="http://www.letemps.ch/Page/Uuid/fe72b51c-0682-11e2-b4f0-45fe32070ce6/UE-Gazprom_lAsie_centrale_sinqui%C3%83%C2%A8te#.UGFrW6R1C40">explica <em>Le Temps</em></a>. Nas capitais destas antigas rep&uacute;blicas sovi&eacute;ticas, defende-se a atitude que consiste em n&atilde;o incomodar Moscovo com temas t&atilde;o sens&iacute;veis como os hidrocarbonetos para assegurar uma estabilidade que conv&eacute;m a todos. Nomeadamente em Astana, &ldquo;na medida em que o Cazaquist&atilde;o pretende aumentar a sua participa&ccedil;&atilde;o nos tr&ecirc;s grandes cons&oacute;rcios petrol&iacute;feros ocidentais, Chevron, Shell e Total&rdquo;.</p>

<p>Al&eacute;m disso, &ldquo;o regime autorit&aacute;rio do riqu&iacute;ssimo Presidente Nursultan Nazarbayev teme que a investiga&ccedil;&atilde;o europeia sobre a Gazprom incite por ricochete Bruxelas a controlar as pr&aacute;ticas das companhias energ&eacute;ticas na &Aacute;sia central&rdquo;, real&ccedil;a o di&aacute;rio de Genebra.</p>

<p>O di&aacute;rio adianta ainda que Astana n&atilde;o quer renunciar &agrave; diversifica&ccedil;&atilde;o da sua clientela: &ldquo;O Cazaquist&atilde;o teme que uma nova crise energ&eacute;tica entre Moscovo (o seu principal parceiro para o transporte e refina&ccedil;&atilde;o) e Bruxelas (o seu principal cliente) favore&ccedil;a Pequim&rdquo;, o outro grande comprador do petr&oacute;leo cazaquistan&ecirc;s. No entanto, Astana n&atilde;o pretende manter rela&ccedil;&otilde;es apenas com um &uacute;nico cliente. &nbsp;</p>

<p>No que diz respeito &agrave; Europa, um antigo especialista da Comiss&atilde;o lan&ccedil;a este alerta nas colunas de <em>Le Temps</em>:</p></p>

<p><blockquote> <p>O verdadeiro desafio energ&eacute;tico, para os Vinte e Sete, continua a ser o de ter uma pol&iacute;tica comum a longo prazo e assegurar que os gigantes petrol&iacute;feros europeus, na &Aacute;sia central e noutros locais, n&atilde;o comprometam os interesses dos 500 milh&otilde;es de consumidores de petr&oacute;leo e de g&aacute;s da Uni&atilde;o.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 25 Sep 2012 14:15:24 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2755021</guid></item>
<item><title><![CDATA[Europa Central e de Leste: Bruxelas ataca monopólio da Gazprom]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2640441-bruxelas-ataca-monopolio-da-gazprom?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p class="p1">A Comiss&atilde;o Europeia <a href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/12/937&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=FR&amp;guiLanguage=en" target="_self">anunciou</a> a abertura de um inqu&eacute;rito &agrave; Gazprom, suspeita de &ldquo;pr&aacute;tica anticoncorrencial na Europa Central e Oriental&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.adevarul.ro/adevarul_europa/Gazprom-gaze_naturale-energie-piata_de_energie-Europa_Centrala-Europa_de_Est-Bruxelles-Moscova-pretul_la_gaze-concurenta-Tratatul_UE-Comisia_Europeana-adevarul_europa_0_767923505.html">revela</a> o <em>Adevărul</em>. Bruxelas quer apurar se o gigante russo abusa da sua posi&ccedil;&atilde;o dominante nos mercados ultrapassando o fornecimento para impedir o acesso aos concorrentes europeus, explica o di&aacute;rio romeno. Em particular, h&aacute; a suspeita de que a Gazprom impede a circula&ccedil;&atilde;o do fluxo de g&aacute;s pelos Estados-membros e a diversifica&ccedil;&atilde;o das fontes de abastecimento e imp&otilde;e aos seus clientes um pre&ccedil;o injusto, indexando o pre&ccedil;o do g&aacute;s ao do petr&oacute;leo.</p>

<p>Na Alemanha, o <em>Financial Times Deutschland</em> <a href="http://www.ftd.de/unternehmen/industrie/:kartellverfahren-eu-wettbewerbshueter-gehen-gegen-gazprom-vor/70085925.html" target="_self">adianta que</a> o processo instalado pela Comiss&atilde;o Europeia</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">constitui uma nova etapa na querela, em torno do g&aacute;s, entre a R&uacute;ssia e a UE. Os europeus querem diminuir a depend&ecirc;ncia que t&ecirc;m das importa&ccedil;&otilde;es de g&aacute;s russo. H&aacute; muito que Bruxelas tenta favorecer a concorr&ecirc;ncia.</p>

<p></p> </blockquote></p>

<p><p class="p1">Para isso, a Comiss&atilde;o Europeia gostaria de criar um mercado interno que permitisse a livre circula&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s nos Estados-membros da UE. Suspeita-se que a Gazprom seja um entrave a esse mercado.</p></p>

<p><p class="p1">&ldquo;Em m&eacute;dia, um quarto do g&aacute;s da UE vem da R&uacute;ssia&rdquo; e h&aacute; certos pa&iacute;ses da Europa Oriental que dependem exclusivamente da Gazprom, que vai buscar metade dos seus benef&iacute;cios &agrave; Europa, nota o <em>FTD</em><em>.</em>&nbsp;</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 05 Sep 2012 13:47:04 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2640441</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: O adeus ao nuclear ressuscita o carvão]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2639801-o-adeus-ao-nuclear-ressuscita-o-carvao?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Wprost, Varsóvia &ndash; Em vez de provocar uma explosão das “energias verdes”, a saída do nuclear, anunciada por Angela Merkel em 2011, levará à construção de novas – e extremamente poluentes – centrais de carvão. No entanto, é opção que agrada aos ecologistas. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2639801-o-adeus-ao-nuclear-ressuscita-o-carvao?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 05 Sep 2012 13:22:40 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2639801</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia nuclear: Fissuras em reatores belgas: as autoridades sabiam]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2570941-fissuras-em-reatores-belgas-autoridades-sabiam?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;<em>J&aacute; em 1979, a Doel tinha fissuras</em>&quot;, <a target="_self" href="http://www.demorgen.be/dm/nl/6779/Kernenergie/article/detail/1489835/2012/08/23/In-1979-al-scheurtjes-in-Doel-3.dhtml">revela</a> o <em>De Morgen</em>. O di&aacute;rio flamengo espanta-se que as causas que levaram <a href="/pt/content/news-brief/2500971-reatores-europeus-sob-vigilancia">ao encerramento dos reatores nucleares Doel 3 et Tihange 2</a> &ndash; fissuras nos tanques &ndash; fossem conhecidas da Ag&ecirc;ncia Federal de Controlo Nuclear (AFCN) desde que entraram em funcionamento, h&aacute; 33 anos. &quot;<em>Pequenas falhas acontecem com frequ&ecirc;ncia e geralmente n&atilde;o representam perigo</em>&quot;, declarou ao jornal o diretor da AFCN, Willy De Roovere, acrescentando que &ldquo;<em>n&atilde;o</em> [me] <em>lembro muito bem</em>&quot; das circunst&acirc;ncias que conduziram a que fosse dada luz verde &agrave;s centrais.</p></p>

<p><p>Devido aos riscos do ponto de vista da seguran&ccedil;a e do abastecimento de energia, o diretor do <em>De Morgen</em>, Wouter Verschelden, <a target="_self" href="http://www.demorgen.be/dm/nl/2462/Standpunt/article/detail/1489841/2012/08/23/Het-veiligheidsdilemma-van-kernenergie-botst-met-de-brute-realiteit-van-een-monopolist.dhtml">evoca</a> &quot;<em>a necessidade de verifica&ccedil;&otilde;es aprofundadas e apropriadas em termos da seguran&ccedil;a das centrais nucleares</em>&quot;, nomeadamente a cria&ccedil;&atilde;o urgente de um novo organismo de supervis&atilde;o, com um &quot;<em>diretor s&eacute;rio</em>&quot;, e o fim do monop&oacute;lio do fornecedor de eletricidade Electrabel sobre o nuclear belga. Segundo Verschelden, a empresa &quot;<em>explora praticamente uma mina de ouro em Doel e Thiange</em>&quot; e n&atilde;o tem interesse nenhum em alterar uma situa&ccedil;&atilde;o que, do seu ponto de vista, &quot;<em>raia a perfei&ccedil;&atilde;o</em>&quot;.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 23 Aug 2012 16:42:16 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2570941</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia nuclear : Reatores europeus sob vigilância]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2500971-reatores-europeus-sob-vigilancia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;<em>Alerta para uma dezena de reatores nucleares europeus</em>&rdquo;, titula <em>La Tribune</em>. O di&aacute;rio&nbsp;econ&oacute;mico <a href="http://www.latribune.fr/entreprises-finance/industrie/energie-environnement/20120809trib000713622/bruxelles-tire-la-sonnette-d-alarme-sur-plusieurs-reacteurs-nucleaires-en-europe.html">explica</a>&nbsp;que, ap&oacute;s a&nbsp;<a href="/pt/content/todays-front-pages/2493801-primeiras-paginas-de-hoje">descoberta de&nbsp;<em>&ldquo;potenciais fissuras</em></a>&rdquo;&nbsp;na cuba do reator n&ordm; 3 da&nbsp;central nuclear belga de Doel, dever&atilde;o ser efetuados controlos a outros reatores da Uni&atilde;o&nbsp;Europeia.&nbsp;</p></p>

<p><p><em>La Tribune</em>&nbsp;precisa que, segundo a ag&ecirc;ncia de seguran&ccedil;a nuclear belga,&nbsp;</p></p>

<p><blockquote> <p>o grupo holand&ecirc;s Rotterdam Drydock Company [que fabricou essas cubas defeituosas],&nbsp;que, desde ent&atilde;o, p&ocirc;s um termos &agrave;s suas atividades, forneceu 20 outras cubas do mesmo&nbsp;g&eacute;nero a v&aacute;rios pa&iacute;ses, al&eacute;m das duas cubas que fazem parte de dois reatores belgas &ndash; em&nbsp;Doel 3 e Thiange 2. Essas cubas estariam [nomeadamente] presentes na Alemanha (em dois&nbsp;reatores), em Espanha (2), na Holanda (2), na Su&eacute;cia (1) e na Su&iacute;&ccedil;a (2).</p></p>

<p></blockquote> <p><em>Le Monde&nbsp;</em><a href="http://abonnes.lemonde.fr/planete/article/2012/08/09/soupcons-sur-les-cuves-de-22-reacteurs-nucleaires_1744086_3244.html">explica</a>&nbsp;que, relativamente ao caso belga, a natureza dos defeitos na cuba &ldquo;<em>deve&nbsp;ser esclarecida atrav&eacute;s de testes adicionais</em>&rdquo;, que necessitar&atilde;o de &ldquo;<em>alguns meses de trabalho</em>&rdquo;.&nbsp;Consequ&ecirc;ncia: Doel 3 permanecer&aacute; inativo, assim como Thiange 2 (pr&oacute;ximo de Li&egrave;ge), que&nbsp;possui uma instala&ccedil;&atilde;o semelhante.&nbsp;</p></p>

<p><p class="p2">Para&nbsp;<em>Le Monde</em>,&nbsp;</p></p>

<p><blockquote> <p class="p2">em caso de suspens&atilde;o definitiva [do Doel 3 e Thiange 2], o pa&iacute;s estar&aacute; em dificuldade, na&nbsp;medida em que depende em 51% da energia nuclear para produzir eletricidade.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p2">A suspens&atilde;o definitiva poder&aacute; abalar a data de sa&iacute;da do nuclear do Governo belga, prevista&nbsp;entre 2016 e 2025.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 10 Aug 2012 14:53:47 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2500971</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia renovável: Seria fácil dar um empurrão à economia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2495541-seria-facil-dar-um-empurrao-economia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[NRC Handelsblad, Amesterdão &ndash; Normas energéticas mais estritas seriam não apenas benéficas para o ambiente, mas favoreceriam igualmente a competitividade da Europa. Os dirigentes parecem não ter consciência disso, lamenta um ecologista holandês. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2495541-seria-facil-dar-um-empurrao-economia?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 09 Aug 2012 17:12:55 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2495541</guid></item>
<item><title><![CDATA[Energia: Nuclear fora de moda na Europa Central]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2458631-nuclear-fora-de-moda-na-europa-central?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;<em>As centrais verdes predominam sobre o carv&atilde;o e o nuclear</em>&rdquo;,&nbsp;<a href="http://hn.ihned.cz/c1-56871550-zelene-elektrarny-vitezi-nad-uhlim-i-jadrem">anuncia</a>&nbsp;o&nbsp;<em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em>. O di&aacute;rio econ&oacute;mico checo explica que o r&aacute;pido crescimento&nbsp;da produ&ccedil;&atilde;o de energias renov&aacute;veis na Alemanha altera radicalmente a economia&nbsp;do setor energ&eacute;tico na Europa Central.</p></p>

<p><p>Depois do desastre de Fukushima, devido &agrave; perigosidade do nuclear, ao seu custo e&nbsp;&agrave;s dificuldades no tratamento dos res&iacute;duos, a Alemanha de Angela Merkel alterou&nbsp;a sua estrat&eacute;gia energ&eacute;tica. Atualmente, 20% da energia alem&atilde; resulta de fontes&nbsp;renov&aacute;veis e este n&uacute;mero tem tend&ecirc;ncia para aumentar.&nbsp;Consequentemente, segundo o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em>,&nbsp;</p></p>

<p><blockquote> <p>no mercado da Europa Central, o aumento da produ&ccedil;&atilde;o alem&atilde; de energias&nbsp;renov&aacute;veis come&ccedil;a a fazer recuar as energias f&oacute;sseis e nuclear ao reduzir os&nbsp;benef&iacute;cios e o valor das a&ccedil;&otilde;es das empresas energ&eacute;ticas.</p></p>

<p></blockquote> <p>&nbsp;</p></p>

<p><p>A Rep&uacute;blica Checa, por exemplo, &eacute; abrangida por esta mudan&ccedil;a na medida em que&nbsp;as energias &ldquo;verdes&rdquo; (solar, e&oacute;lica, biomassa)&nbsp;<a href="http://energetika.tzb-info.cz/110596-ministr-kuba-predstavil-obrysy-nove-statni-energeticke-koncepce">j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o encorajadas</a>. Segundo o&nbsp;<em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em>, o Governo checo conta inclusivamente deixar de as financiar&nbsp;por completo a partir de 2014. Al&eacute;m disso, a estrat&eacute;gia da ČEZ, a companhia&nbsp;energ&eacute;tica nacional &ndash; que prev&ecirc; a constru&ccedil;&atilde;o de um terceiro ou quarto reator na&nbsp;central nuclear de Temel&iacute;n e a passagem para 55% do peso do nuclear na produ&ccedil;&atilde;o&nbsp;de eletricidade &ndash; &eacute; cada vez mais criticada pelos analistas.</p></p>

<p><p>&nbsp;</p></p>

<p><p>H&aacute; outros gigantes energ&eacute;ticos europeus, em particular alem&atilde;es, afetados por esta&nbsp;redu&ccedil;&atilde;o nos lucros das empresas energ&eacute;ticas tradicionais, adianta o jornal:</p></p>

<p><blockquote> <p>Em 2008, uma a&ccedil;&atilde;o da E. ON valia 51 euros e agora vale apenas 17. As a&ccedil;&otilde;es da&nbsp;RWE passaram dos 100 euros antes da crise para os atuais 50.</p></p>

<p></blockquote> <p>No ano passado, nota o jornal, a maior parte dos especialistas considerava esta&nbsp;situa&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria e at&eacute; mesmo um efeito da recess&atilde;o. No caso das grandes&nbsp;empresas alem&atilde;s, estaria ligada &agrave; atua&ccedil;&atilde;o do governo, que n&atilde;o fala da quest&atilde;o&nbsp;nuclear. Hoje, como refere o di&aacute;rio econ&oacute;mico, &eacute; evidente que &quot;<em>o mercado&nbsp;energ&eacute;tico passa por uma mudan&ccedil;a profunda</em>&quot;.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 02 Aug 2012 15:29:36 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2458631</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: Reclamar benefícios para fábrica de carvão que nunca existiu]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2338771-reclamar-beneficios-para-fabrica-de-carvao-que-nunca-existiu?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;A Pol&oacute;nia pede licen&ccedil;as de carbono para f&aacute;bricas de carv&atilde;o fantasma&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.euractiv.com/climate-environment/exclusive-poland-demands-free-ca-news-513803">titula o <em>Euractiv.com</em></a>. O s&iacute;tio de informa&ccedil;&atilde;o baseado em Bruxelas revelou que Vars&oacute;via pediu 33 milh&otilde;es dos sete mil milh&otilde;es existentes para licen&ccedil;as de emiss&atilde;o de carbono, ao abrigo do Sistema de Com&eacute;rcio de Emiss&otilde;es da UE (ETS), para uma f&aacute;brica de carv&atilde;o que n&atilde;o existe.</p>

<p>Um respons&aacute;vel do Governo polaco disse ao <em>EurActiv</em> que essa f&aacute;brica de carv&atilde;o de Łęczna, perto da fronteira com a Ucr&acirc;nia, faz parte da categoria de locais &ldquo;de obras em curso&rdquo;. No entanto,</p></p>

<p><blockquote> <p>&hellip;um passeio de 20 quil&oacute;metros em volta da long&iacute;nqua instala&ccedil;&atilde;o de Łęczna&rsquo;s Stara Wieś-Stasin, a 5 de julho, revela uma paisagem rural de campos verdejantes, parcelas cultivadas e caminhos agr&iacute;colas.</p>

<p>N&atilde;o existem edif&iacute;cios, instala&ccedil;&otilde;es ou qualquer atividade, relacionados com a f&aacute;brica, nas coordenadas geogr&aacute;ficas apresentadas pelo grupo GDF Suez &agrave;s autoridades regionais em junho de 2011.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 12 Jul 2012 14:41:26 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2338771</guid></item>
<item><title><![CDATA[Gás natural: Gás de xisto com fraca cotação]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1954871-gas-de-xisto-com-fraca-cotacao?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Gazeta Wyborcza, Varsóvia &ndash; França, Bulgária, Roménia e República Checa decidiram suspender a exploração das suas jazidas, por razões ambientais. Embora a UE esteja a ser pressionada a seguir essa via, a Polónia pode ser o último país a abandonar este recurso. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1954871-gas-de-xisto-com-fraca-cotacao?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 10 May 2012 12:30:42 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1954871</guid></item>
<item><title><![CDATA[Líbia: Inquérito ameaça petrolíferas europeias]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1776511-inquerito-ameaca-petroliferas-europeias?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Conselho Nacional de Transi&ccedil;&atilde;o da L&iacute;bia abriu um inqu&eacute;rito aos&nbsp;contratos de petr&oacute;leo assinados com empresas estrangeiras durante&nbsp;os &uacute;ltimos anos do regime de Kadhafi, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/esteri/12_aprile_09/libia-cnt-inchiesta-compagnie-petrolifere-straniere-gheddafi_d2e4cc20-825f-11e1-9c86-d5f7abacde61.shtml">noticia o C<em>orriere della Sera</em></a>. A&nbsp;investiga&ccedil;&atilde;o centra-se na alegada corrup&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios l&iacute;bios, entre&nbsp;2008 e 2011, e envolve, entre outras, duas das maiores companhias&nbsp;europeias da &aacute;rea da energia: a italiana ENI e a francesa Total.</p></p>

<p><p> </p><p>O inqu&eacute;rito foi lan&ccedil;ado uma semana depois de a Security and Exchange&nbsp;Commission dos Estados Unidos (autoridade de supervis&atilde;o da Bolsa)&nbsp;ter iniciado um procedimento semelhante. Se forem condenadas, as&nbsp;empresas poder&atilde;o pagar multas enormes e, al&eacute;m disso, os seus contratos&nbsp;atuais e futuros com o novo Governo poder&atilde;o vir a ser considerados sem&nbsp;efeito. <a target="_self" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052702303815404577331802347989804.html">Segundo <em>The&nbsp;</em><em>Wall Street Journal</em></a>, a investiga&ccedil;&atilde;o &quot;<em>p&otilde;e em risco as&nbsp;ambi&ccedil;&otilde;es das empresas de expandirem as suas posi&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s que&nbsp;possui as maiores reservas de petr&oacute;leo de &Aacute;frica</em>&quot;.</p></p>

<p><p>A ENI, em especial, era o maior operador na L&iacute;bia nos tempos de&nbsp;Muammar Kadhafi e recuperou rapidamente a sua posi&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a&nbsp;mudan&ccedil;a de regime, detendo presentemente uma quota de 14%. Esta&nbsp;companhia planeava investir mais de 30 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares ao longo&nbsp;da pr&oacute;xima d&eacute;cada, para duplicar a posi&ccedil;&atilde;o que det&eacute;m.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:54:58 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1776511</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: Eclipse na energia solar]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1742612-eclipse-na-energia-solar?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Der Spiegel, Hamburgo &ndash; Foi um dos motores da renovação energética alemã. Mas a Q-Cells, a quarta maior especialista em energia fotovoltaica da Alemanha, abriu falência. Por culpa da concorrência chinesa, mas também da política de subsídios gerida por Berlim. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1742612-eclipse-na-energia-solar?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 16:59:24 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1742612</guid></item>
<item><title><![CDATA[Reino Unido: Petróleo, vento e uísque são as joias da Escócia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1712611-petroleo-vento-e-uisque-sao-joias-da-escocia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Observer, Londres &ndash; Com a Escócia a preparar-se para votar a independência em 2014, a sua futura propriedade dos campos de petróleo do Mar do Norte do Reino Unido pode transformá-la numa das nações mais ricas do mundo. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1712611-petroleo-vento-e-uisque-sao-joias-da-escocia?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:38:24 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1712611</guid></item>
<item><title><![CDATA[Reino Unido: Petróleo, vento e uísque são as joias da Escócia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1712631-petroleo-vento-e-uisque-sao-joias-da-escocia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Observer, Londres &ndash; Com a Escócia a preparar-se para votar a independência em 2014, a sua futura propriedade dos campos de petróleo do Mar do Norte do Reino Unido pode transformá-la numa das nações mais ricas do mundo. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1712631-petroleo-vento-e-uisque-sao-joias-da-escocia?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:38:24 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1712631</guid></item>
<item><title><![CDATA[Europa central: Eólicas alemãs causam turbulência]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1678681-eolicas-alemas-causam-turbulencia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;Polacos receiam energia e&oacute;lica alem&atilde;&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ftd.de/politik/deutschland/:energiewende-polen-fuerchten-deutschen-windstrom/70012788.html#utm_source=rss2&amp;utm_medium=rss_feed&amp;utm_campaign=/politik">refere</a> o <em>Financial Times Deutschland</em>. O di&aacute;rio de Hamburgo explica que, a seguir ao encerramento de oito centrais nucleares, h&aacute; um ano, sob o choque do desastre de Fukushima, o sul do pa&iacute;s, particularmente &aacute;vido de energia por ser fortemente industrializado, regista uma escassez latente de eletricidade. &Eacute; o norte da Alemanha, onde se encontram as e&oacute;licas, que tem de fornecer a energia necess&aacute;ria.</p>

<p>O &uacute;nico problema &eacute; que, em dias de vento forte, a rede energ&eacute;tica norte-sul fica saturada e a eletricidade &eacute; automaticamente reencaminhada para o leste, para a Pol&oacute;nia e a Rep&uacute;blica Checa. Quando isto acontece, as redes destes dois pa&iacute;ses ficam saturadas, visto terem sido preparadas para um d&eacute;bito est&aacute;vel e cont&iacute;nuo. A Pol&oacute;nia prepara-se, assim, para instalar defasadores na fronteira para receber apenas a eletricidade de que precisa. Os alem&atilde;es deviam interromper o funcionamento das suas e&oacute;licas e, para colmatar a falta de energia no sul do pa&iacute;s, importar de Fran&ccedil;a energia nuclear...</p></p>

<p><p>O problema agrava-se se a Rep&uacute;blica Checa seguir o exemplo da Pol&oacute;nia para proteger a sua rede, adianta o <em>FTD</em>. Neste momento, no entanto, este pequeno pa&iacute;s, que &eacute; um dos principais exportadores de energia da UE, prev&ecirc; um investimento de 2 milh&otilde;es e 500 mil euros no desenvolvimento de uma rede pr&oacute;pria.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 14:27:22 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1678681</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: Fim do El Dorado de gás de xisto?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1671371-fim-do-el-dorado-de-gas-de-xisto?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Temos um problema: o g&aacute;s evaporou&rdquo;, <a target="_self" href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=403917">titula o <em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>, comentando um relat&oacute;rio do Instituto Geol&oacute;gico Polaco (PIG) publicado a 21 de mar&ccedil;o, que sugere que a Pol&oacute;nia poder&aacute; ter entre 346 a 768 metros c&uacute;bicos de dep&oacute;sitos de g&aacute;s de xisto extra&iacute;vel, cerca de sete a 15 vezes menos do que o <a target="_self" href="/pt/content/news-brief/590101-estara-polonia-tornar-se-outro-qatar">estimado anteriormente</a>.</p>

<p>Ap&oacute;s as avalia&ccedil;&otilde;es do &uacute;ltimo ano pela US Energy Information Administration (EIA), que estimou que a Pol&oacute;nia tinha 5300 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos em reservas de g&aacute;s de xisto, as not&iacute;cias podem deitar por terra as expectativas de que a Pol&oacute;nia poder&aacute; libertar-se das importa&ccedil;&otilde;es de g&aacute;s da R&uacute;ssia nos pr&oacute;ximos 300 anos.</p>

<p><a target="_self" href="http://blog.rp.pl/romanski/2012/03/21/gazu-mniej-ale-wystarczy/">O <em>Rzeczpospolita</em> alerta</a> que ainda que o n&uacute;mero m&aacute;ximo de dep&oacute;sitos de g&aacute;s de xisto na Pol&oacute;nia atinja os 1920 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos, o relat&oacute;rio poder&aacute; conter o entusiasmo das empresas polacas e internacionais em investir grandes quantias de dinheiro em licen&ccedil;as para prospe&ccedil;&otilde;es e testes de perfura&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Num tom mais positivo, o di&aacute;rio conservador adianta que</p></p>

<p><blockquote> <p>mesmo que a Pol&oacute;nia n&atilde;o se torne o principal exportador mundial, [o valor de g&aacute;s de xisto] registado e considerado extra&iacute;vel dever&aacute; responder &agrave; procura de g&aacute;s do pa&iacute;s por um per&iacute;odo de 35 a 65 anos! Uma perspetiva dif&iacute;cil de conceber h&aacute; uns anos atr&aacute;s&rdquo;. </p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 14:58:52 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1671371</guid></item>
</channel></rss>