<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0">
        <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Indústria e comércio]]></title>
            <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
            <description>O melhor da imprensa europeia</description>
            <language>pt</language><item><title><![CDATA[UE-China: “Europa – China: declaração de guerra comercial”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3793411-europa-china-declaracao-de-guerra-comercial?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Após a decisão da Comissão Europeia de <a href="/pt/content/news-brief/3752051-ue-prepara-tarifas-solares-na-batalha-com-china">taxar os painéis solares</a> e as empresas de telecomunicações chinesas, Pequim ameaça apresentar o caso à OMC.</p></p>

<p><p>Por seu lado, a Alemanha, que representa por si só metade das exportações da UE para a China, <a href="/pt/content/news-brief/2035281-o-eixo-berlim-pequim-pode-ajudar-europa-sair-da-crise">receia</a> este braço de ferro e apela a uma resolução amigável.</p></p>

<p><p><a href="http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2013/05/20/10001-20130520ARTFIG00386-renoncer-a-toute-naivete.php"><em>Le Figaro</em> considera</a> que</p></p>

<p><p>está na hora de a Europa deixar de se mostrar fascinada pela grandeza do mercado chinês e exigir, como os Estados Unidos, um mínimo de reciprocidade. [...] A interdependência das economias mundiais milita a favor de uma resolução amigável, como deseja Berlim. Mas para tal, chegou o momento de erguer a voz e livrar-se de qualquer ingenuidade. A rápida ascensão da China fará com que, em breve, seja demasiado tarde.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 21 May 2013 11:14:39 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3793411</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: Gdańsk é popular entre os russos]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3790851-gdansk-e-popular-entre-os-russos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Gazeta Wyborcza, Varsóvia &ndash; Nunca houve tantos russos em Gdańsk desde a primavera de 1945. São principalmente habitantes da região de Kaliningrado, que fazem compras na Polónia. Um comércio que atinge cerca de €20 milhões por mês. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3790851-gdansk-e-popular-entre-os-russos?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 20 May 2013 16:11:21 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3790851</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-China: O imposto sobre os painéis solares não agrada os instaladores]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3785071-o-imposto-sobre-os-paineis-solares-nao-agrada-os-instaladores?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Será que os <a href="/pt/content/news-brief/3752051-ue-prepara-tarifas-solares-na-batalha-com-china">impostos</a> sobre a importação de painéis solares chineses que a UE tenciona impor terão o efeito desejado? Segundo o <a href="http://www.nrc.nl"><em>NRC Handelsblad</em></a>, ”os painéis solares chineses dão imenso dinheiro à Europa”. Na Holanda, o setor da energia solar “cresceu de forma espetacular”, apesar da crise económica. O jornal explica que</p></p>

<p><blockquote> <p>os empreendedores e as empresas de instalação eletrotécnica, que sofreram muito com a crise na construção, apostaram em massa na instalação de painéis solares. Com o material chinês, conseguem por enquanto manter a cabeça fora da água. A última coisa de que precisam é um imposto europeu que fará subir o preço dos painéis solares […] <a href="http://afase.org/fr">A AFASE</a> [a organização que defende os interesses das empresas solares europeias] receia que esta iniciativa leve à perda de cerca de 242 mil postos de trabalho em toda a Europa. No entanto, este valor é fortemente contestado pelos defensores dos impostos, como o fabricante alemão de painéis solares SolarWorld.</p></p>

<p></blockquote> <p>O <em>NRC Handelsblad</em> realça que a Comissão Europeia pronunciar-se-á sobre a implementação dos impostos no final do mês de maio. Caso sejam aprovados, entrarão em vigor no início de junho mas só serão definitivos em dezembro. O imposto poderá ter um efeito retroativo até ao dia 6 de maio de 2013.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 17 May 2013 16:00:28 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3785071</guid></item>
<item><title><![CDATA[Confeção: “H&M e Zara prometem roupa mais limpa” ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3772451-hm-e-zara-prometem-roupa-mais-limpa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A empresa sueca H&amp;M e o grupo espanhol Inditex (que é dono da Zara) “vão assinar um acordo juridicamente vinculativo sobre a proteção contra incêndios e segurança dos edifícios” onde são fabricados os seus produtos no Bangladesh, noticia <em>De Morgen</em>.</p></p>

<p><p>Esta iniciativa aparece três semanas depois <a href="/pt/content/article/3744811-somos-igualmente-responsaveis-pelos-trabalhadores-do-bangladesh">do desabamento</a> de um edifício onde funcionava uma fábrica, em Dacca, que provocou a morte de 1100 pessoas.</p></p>

<p><p>Segundo especialistas em marketing, <a href="http://www.demorgen.be/dm/nl/990/Buitenland/article/detail/1632045/2013/05/13/H-M-zwicht-na-drama-in-Bangladesh-en-belooft-veilige-fabrieken.dhtml">escreve o diário</a>, “os fabricantes cederam, sobretudo, perante a pressão dos consumidores e da opinião pública, com medo de verem degradar-se a sua reputação”.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 14 May 2013 12:07:12 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3772451</guid></item>
<item><title><![CDATA[Economia: “Automóvel: duro golpe no mercado europeu”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3720231-automovel-duro-golpe-no-mercado-europeu?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O mercado automóvel europeu está mal e as perspetivas para 2014 são medíocres, escreve <em>La Tribune</em>.</p></p>

<p><p>O volume de negócios trimestral da divisão automóvel da PSA (Peugeot-Citroën) caiu 10,3%. A Daimler registou uma queda de 60% nos lucros do primeiro trimestre e a Volkswagen viu o seu volume de vendas descer ligeiramente nos primeiros três meses de 2013.</p></p>

<p><p>O construtor americano Ford, por seu lado, triplicou o seu défice no Velho Continente: €350 milhões de prejuízos trimestrais e um volume de negócios que recua 7%.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 25 Apr 2013 12:35:31 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3720231</guid></item>
<item><title><![CDATA[Islândia: Reiquiavique pioneira no comércio livre com Pequim]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3681931-reiquiavique-pioneira-no-comercio-livre-com-pequim?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A Islândia e a China assinaram um tratado de comércio livre, a 15 de abril, durante uma visita oficial da primeira-ministra Jóhanna Sigurðardóttir a Pequim, acompanhada por cerca de cinquenta empreendedores islandeses. A ilha torna-se portanto “o primeiro país europeu a firmar este tipo de acordo com a China”, <a href="http://www.mbl.is/vidskipti/frettir/2013/04/15/ossur_island_faer_forskot_a_kinamarkad/">escreve o <em>Morgunblaðið</em></a>, segundo o qual esta iniciativa irá “proporcionar às empresas islandesas e às exportações uma mais-valia num mercado chinês em rápida expansão”. As exportações islandesas para a China “elevaram-se a 7,6 mil milhões de coroas (cerca de €50 milhões) em 2012, um valor que quase duplicou em dois anos”, realça o diário. É constituída em 90% por produtos de pesca.</p></p>

<p><p>Durante a assinatura, os representantes dos dois países <a href="http://eng.forsaetisraduneyti.is/media/frettir1/Joint-statement-of-PMs-Iceland-China-2013.pdf">declararam</a>, entre outras coisas, querer “aumentar as suas trocas e a sua cooperação material no Ártico”, adianta o <em>EUobserver</em>, segundo o qual</p></p>

<p><blockquote> <p>os especialistas estimam que a China está interessada em investir nesse território e espera tornar-se um observador permanente no Conselho do Ártico que <a href="http://www.arctic-council.org/index.php/en/events/meetings-overview/kiruna-ministerial-2013">se reúne no próximo mês</a>. O degelo da calota polar abre caminho para novas rotas comerciais que poderão reduzir para um terço o tempo de navegação dos navios entre Xangai e Hamburgo. O ministro dos Negócios Estrangeiros islandês <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424127887324485004578424694192775064.html?KEYWORDS=iceland+oil">declarou ao <em>Wall Street Journal</em></a> que os dois países discutem também a exploração das vastas reservas de petróleo que jazem debaixo das águas no nordeste [da Islândia].</p></p>

<p></blockquote> <p>Em Amesterdão, <a href="http://www.trouw.nl/tr/nl/5009/Archief/archief/article/detail/3426490/2013/04/16/Is-de-liefde-echt-wederzijds.dhtml">o <em>Trouw</em> interroga-se</a> precisamente se o “amor é verdadeiramente recíproco” entre Reiquiavique e Pequim: enquanto a Islândia só precisa de capitais para relançar a sua economia, os chineses mostram apenas interesse no gás e no petróleo do Polo Norte e só vêm na Islândia um porto prático para o dia em que as rotas marítimas pelo Polo Norte passarão a ser acessíveis.</p></p>

<p><p>Apesar disso, “a Islândia não se deve sentir ameaçada por Pequim”, explica um especialista na região do Polo Norte ao jornal. Segundo ele,</p></p>

<p><blockquote> <p>a presença da China pode ser um bom contraponto à eventual agressividade dos russos. Além disso, uma pequena – para Pequim – injeção financeira pode fazer milagres na economia islandesa.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 16 Apr 2013 14:45:39 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3681931</guid></item>
<item><title><![CDATA[Eslováquia: “A Eslováquia é uma potência mundial na produção automóvel”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3618381-eslovaquia-e-uma-potencia-mundial-na-producao-automovel?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Desde o ano passado, a Eslováquia é o maior produtor mundial de automóveis em relação à sua população, fabricando 171 carros por mil habitantes, colocando o país consideravelmente à frente dos seus rivais República Checa e Coreia do Sul.</p></p>

<p><p>“Isto tem vantagens e desvantagens”, escreve o diário eslovaco, sublinhando que o setor automóvel é um <a href="/pt/content/news-brief/3189841-ser-campeao-das-exportacoes-um-presente-envenenado">pilar da economia local</a>, empregando mais de 74 mil pessoas. No entanto, “em tempos de crise […] os carros são um dos primeiros produtos cuja compra é adiada pelas pessoas”.</p></p>

<p><p>A UE é o principal destino das exportações de veículos eslovacos, mas outros mercados estão a ganhar importância. Por exemplo, a indústria tenta <a href="/pt/content/news-brief/2839161-conflito-entre-china-e-japao-da-trabalho-aos-eslovacos">explorar a recente tensão</a> entre a China e o Japão, que provocou um boicote chinês aos carros japoneses.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 02 Apr 2013 12:01:08 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3618381</guid></item>
<item><title><![CDATA[Aeronáutica: “Airbus, símbolo de uma indústria europeia vencedora”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3558741-airbus-simbolo-de-uma-industria-europeia-vencedora?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O consórcio aeronáutico europeu ganhou, a 18 de março, o maior contrato da sua história.</p></p>

<p><p>A companhia indonésia low-cost Lion Air fez uma encomenda de 234 médio-cursos da família dos A320, o que representa um montante de €18,4 mil milhões.</p></p>

<p><p>Este contrato gigantesco “vai dar trabalho a cinco mil trabalhadores da Airbus e dos seus subcontratados durante dez anos, mas também consolidará a sua liderança no mercado em pleno boom das companhias aéreas asiáticas <em>low-cost</em>”, congratula-se o diário económico.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 19 Mar 2013 11:12:46 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3558741</guid></item>
<item><title><![CDATA[Economia: “Bruxelas castiga duramente a Microsoft”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3504721-bruxelas-castiga-duramente-microsoft?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A 6 de março, a Comissão Europeia condenou o gigante americano da informática a uma multa de 561 milhões de euros, ou seja, 1% do seu volume de negócios anual.</p></p>

<p><p>A Microsoft foi punida por não ter respeitado os seus compromissos com a UE. Após uma investigação da Comissão por abuso de posição dominante, a empresa aceitou, em 2009, deixar os utilizadores de computadores com Windows escolherem o navegador na Internet.</p></p>

<p><p>A empresa já anunciou que não vai apelar da sanção.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 07 Mar 2013 11:41:36 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3504721</guid></item>
<item><title><![CDATA[EADS: “Um sucesso europeu”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3472391-um-sucesso-europeu?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“Em plena crise do euro, o grupo europeu EADS surpreende-nos com um orçamento positivo”, congratula-se o diário económico.</p></p>

<p><p>Especialmente o ramo da aviação civil Airbus representa dois terços dos €56,5 mil milhões de volume de negócios do consórcio em 2012. Até 2020, quando subirá para €566,5 mil milhões, a produção será alargada.</p></p>

<p><p>O único senão nas contas do patrão do grupo, Tom Enders, escreve o jornal: este sucesso repousa sobretudo sobre o médio curso A320, quando em contrapartida é o longo curso A350 – a resposta ao Dreamliner da Boeing -, que será determinante para o futuro.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 28 Feb 2013 10:51:02 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3472391</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: “Rebelião contra a Amazon”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3441241-rebeliao-contra-amazon?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A Amazon, o gigante do comércio digital, está sob fogo de várias críticas. De um lado, a Agência Federal do Trabalho investiga as condições de trabalho dentro da empresa, após <a href="/pt/content/news-brief/3426411-na-amazon-os-neonazis-vigiavam-os-trabalhadores-temporarios">revelações</a> de exploração dos empregados e do papel de um grupúsculo de extrema-direita.</p></p>

<p><p>Por outro lado, o Departamento federal de cartéis (<em>Bundeskartellamt</em>) está a fiscalizar a política de preços baixos que a Amazon impõe aos utilizadores, pessoas privadas e pequenos comerciantes, da sua plataforma Amazon Marketplace. Essa política poderá contrariar as regras sobre a liberdade dos preços e a livre concorrência.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 21 Feb 2013 11:17:57 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3441241</guid></item>
<item><title><![CDATA[República Checa: “República Checa faz lóbi junto da UE para motivar as grandes empresas”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3425311-republica-checa-faz-lobi-junto-da-ue-para-motivar-grandes-empresas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A proposta da Comissão Europeia de baixar os subsídios do Estado às grandes empresas com mais de 250 empregados não agrada à República Checa, bem como à Polónia, à Eslováquia e aos países Bálticos.</p></p>

<p><p>Por ocasião do <a href="http://www.consilium.europa.eu/ueDocs/cms_Data/docs/pressData/fr/intm/135390.pdf">Conselho de Ministros da UE sobre a competitividade</a> a 19 de fevereiro, em Bruxelas, os representantes desses países vão propor a manutenção das vantagens – sobretudo no que diz respeito ao incentivo ao investimento – das grandes empresas.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 18 Feb 2013 13:01:36 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3425311</guid></item>
<item><title><![CDATA[Itália: “Suborno argelino, Scaroni sob investigação”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3381711-suborno-argelino-scaroni-sob-investigacao?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Paolo Scaroni, CEO do gigante da energia de Itália ENI, está agora oficialmente sob investigação por causa de um <a href="/pt/content/news-brief/3345051-piazza-affari-cai-com-saipem">escândalo de suborno</a> que envolve a sua empresa.</p></p>

<p><p>A ENI é acusada de pagar €200 milhões de suborno através da Saipem, uma empresa por si controlada, para garantir um contrato de €11 mil milhões com a sua congénere argelina Sonatrach. As ações da ENI caíram.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 08 Feb 2013 12:05:30 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3381711</guid></item>
<item><title><![CDATA[Grécia: O ouro a qualquer preço]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3378841-o-ouro-qualquer-preco?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[El País, Madrid &ndash; Para reduzir a dívida, o Estado grego vendeu ao desbarato concessões mineiras no Norte do país. Mas, apesar de atingidos pelo desemprego, os habitantes estão preocupados com as consequências que os novos projetos de exploração poderão ter para o ambiente. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3378841-o-ouro-qualquer-preco?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 07 Feb 2013 18:03:26 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3378841</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: “Líderes da Internet”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3359921-lideres-da-internet?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A Polónia regista o mais rápido crescimento do comércio eletrónico na Europa, entusiasma-se o diário conservador, com as receitas do maior sítio de leilões, Allegro, a crescer 17% em 2012, mais de dez mil milhões de zlotis (€2,5 mil milhões).</p></p>

<p><p>Ao todo, os polacos gastaram 24 mil milhões de zlotis (€6 mil milhões) na Internet, no último ano, (um aumento de mais de 30%). Segundo o diário, o abrandamento da economia e as medidas de austeridade levaram os polacos a voltarem-se para a Internet em busca de produtos mais baratos.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 04 Feb 2013 11:31:26 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3359921</guid></item>
<item><title><![CDATA[Bélgica: “Como o Mittal pagou 1,4% de imposto em 4 anos””]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3328091-como-o-mittal-pagou-14-de-imposto-em-4-anos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>De 2008 a 2011, o ArcelorMittal Finance, instalado na Bélgica, gerou 5800 milhões de euros de lucro. Mas como este “banco interno” do grupo siderúrgico é “hipercapitalizado” (28 mil milhões de capital entre 2008 e 2010 e 36600 milhões em 2011) pode aproveitar-se do “interesse nocional”, uma especificidade de tributação belga, que fornece uma dedução de imposto sobre o capital de risco.</p></p>

<p><p>Em quatro anos, o banco pode deduzir 5600 milhões: o ArcelorMittal pagou imposto apenas num único ano, em 2008, sobre 81 milhões de euros. Isso corresponde a uma taxa de imposto média de 1,4% para os quatro anos.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 28 Jan 2013 11:26:58 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3328091</guid></item>
<item><title><![CDATA[Bélgica: “E agora?”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3318531-e-agora?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O grupo siderúrgico Arcelor Mittal anunciou, a 24 de janeiro, a sua intensão de encerrar sete das doze linhas de frio que tem na bacia do Liége (Sul), condenando cerca de 1300 empregos, sem contar os postos de trabalho indiretos, a que se juntam os 800 já extintos depois do <a href="/pt/content/news-brief/1056691-revolta-para-salvar-siderugia">fecho da fase quente, em outubro de 2011</a>.</p></p>

<p><p>Em protesto, os trabalhadores da fábrica apelaram à greve neste 25 de janeiro.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 25 Jan 2013 11:39:09 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3318531</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: As promessas vãs da Fiat]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3308751-promessas-vas-da-fiat?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Tygodnik Powszechny , Cracóvia &ndash; Moderna e produtiva, a fábrica de Tychy era a principal unidade de produção da Fiat. Mas, perante a crise, o construtor italiano decidiu repatriar para Nápoles a produção do popular Panda. Para os operários polacos, para quem uma onda de despedimentos chega já no final de janeiro, estes são tempos de desencanto. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3308751-promessas-vas-da-fiat?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 23 Jan 2013 13:46:20 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3308751</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: “Não às ‘europatentes’”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3274841-nao-europatentes?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os líderes empresariais pressionaram o Governo a dizer não à patente unitária europeia, argumentando que essa “solução <a href="/pt/content/news-brief/3152441-ue-da-finalmente-luz-verde-patente-unitaria-europeia">oferecida pelo sistema da patente unitária</a> favorece os países tecnologicamente mais desenvolvidos”. Entretanto, para a Polónia, que começou agora a construir uma economia baseada em conhecimento, a nova patente unitária europeia seria “muito cara” e arriscada para quem a pedisse. A campanha parece ter produzido efeito porque “o Governo está hesitante” quanto a assinar ou não o acordo sobre a patente unitária.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 16 Jan 2013 10:54:22 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3274841</guid></item>
<item><title><![CDATA[Economia: O aumento das empresas zombie]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3252741-o-aumento-das-empresas-zombie?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A Europa está a viver uma revolução de "empresas <em>zombie</em>": centenas de milhares de empresas, que deveriam ter ido à falência devido às suas dívidas colossais, continuam a agarrar-se à solvência graças a "ajudas governamentais, políticas monetárias extremamente brandas e, em muitos casos, à relutância em ajustar [por <em>write down</em>] empréstimos de cobrança duvidosa, mostrada pelos investidores desde o início da crise", <a href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/7c93d87a-58f1-11e2-99e6-00144feab49a.html#axzz2HT3GCwYC">lamenta o <em>Financial Times</em></a>.</p></p>

<p><p>Este diário económico cita um consultor empresarial, dizendo: "O princípio fundamental do capitalismo, que estabelece que é preciso que algumas más empresas abram falência, para dar espaço para o aparecimento de empresas novas e melhores, está a ser re-escrito”. Uma em cada dez empresas britânicas só consegue pagar os juros dos empréstimos e não procede ao reembolso do capital emprestado. O jornal acrescenta que</p></p>

<p><blockquote> <p>em algumas zonas do continente, o problema parece ser ainda mais grave. Em 2011, as taxas de insolvência mais baixas registaram-se na Grécia, em Espanha e em Itália, os três países cujas economias enfrentaram maiores dificuldades. Nestes países, vão à falência menos de 30 em cada 10 mil empresas – num momento em que quase um em cada três grupos está a registar perdas.</p></p>

<p></blockquote> <p>As <em>empresas zombie</em> estão a ser culpabilizadas pela fraca recuperação da Europa, o que suscita receios de que possa repetir-se na zona o que aconteceu no Japão, onde as baixas taxas de juro, a política governamental branda e a relutância dos grandes bancos em encerrar empresas não rentáveis esteve na origem de décadas de crescimento fraco. E o jornal continua:</p></p>

<p><blockquote> <p>Nos EUA, onde a filosofia da ‘destruição criativa’ tem mais peso, verificou-se, desde a crise, um rápido aumento das taxas de insolvência. Mas isso está longe de se verificar na Europa, onde os decisores políticos se têm centrado mais em proteger o emprego do que em melhorar a eficiência.</p></p>

<p></blockquote> <p>Citando um especialista em dívida, o jornal diz ainda que</p></p>

<p><blockquote> <p>a Europa assemelha-se ao solo de uma floresta obstruído por ervas daninhas, que impedem os nutrientes e a luz de chegarem às plantas jovens com hipótese de se transformarem em árvores. O que a Europa precisa é de um fogo para limpar a vegetação rasteira.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 10 Jan 2013 16:47:11 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3252741</guid></item>
<item><title><![CDATA[Telecomunicações: Um projeto único para conectar os europeus]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3247191-um-projeto-unico-para-conectar-os-europeus?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Executivos das principais empresas europeias de telecomunicações estão em conversações sobre a criação da infraestrutura de uma rede pan-europeia que una os mercados nacionais fragmentados, <a href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/cb19bee8-5986-11e2-ae03-00144feab49a.html#axzz2HT3GCwYC">revela o <em>Financial Times</em></a>, na primeira página. A ideia de integrar as infraestruturas de telecomunicações surgiu no ano passado, num encontro privado entre o comissário europeu responsável pela concorrência, Joaquín Almunia, e os administradores dos maiores grupos da Europa, entre os quais a Deutsche Telekom, a France Télécom, a Telecom Italia e a Telefónica. A iniciativa tem por objetivo lutar contra o sentimento, existente no setor, de que "a fragmentação do mercado europeu tem travado a sua capacidade de competir". Este diário económico acrescenta que</p></p>

<p><blockquote> <p>estabelecer um acordo sobre a partilha de uma rede de âmbito europeu revela-se muito difícil devido a obstáculos financeiros e tecnológicos, dada a infinidade de diferenças em matéria de infraestruturas e regras nacionais. Mas […] também poderia produzir benefícios para os consumidores, como a aplicação de tarifas homogéneas às telecomunicações e aos serviços de Internet de toda a Europa.</p></p>

<p></blockquote> <p>Cerca de quatro quintos dos consumidores de telefonia móvel da UE têm assinaturas com os quatro maiores grupos, mas estes operam de forma independente, através dos cerca de 1200 operadores de telecomunicações fixas e das quase 100 redes móveis existentes na UE. O mesmo jornal conclui:</p></p>

<p><blockquote> <p>Os grandes planos enfrentam obstáculos políticos quase insuperáveis. Muito mais provável será um certo grau de partilha de redes, sem uma total revisão do quadro regulamentar. Isso deverá ser mais aceitável para os reguladores nacionais, já sujeitos às regras da UE.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 09 Jan 2013 14:56:05 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3247191</guid></item>
<item><title><![CDATA[Eslováquia: Ser campeão das exportações, um presente envenenado]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3189841-ser-campeao-das-exportacoes-um-presente-envenenado?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“A Eslováquia produz demasiado para o mundo”, estima o <em>Pravda</em>. O diário explica que as exportações já representam 94% do PIB do país, um rácio que o torna um dos Estados-membros mais exportadores da UE, atrás de Malta, Luxemburgo e Hungria, e um dos países mais abertos ao mundo em termos de trocas comerciais. A economia eslovaca é sustentada pelo <a href="/pt/content/news-brief/2839161-conflito-entre-china-e-japao-da-trabalho-aos-eslovacos">setor automóvel</a>. Em 2012, serão produzidas 850 mil viaturas, ou seja, 157 por cada mil habitantes. Mas, realça o diário,</p></p>

<p><blockquote> <p>teoricamente, esses dois recordes deveriam ser um motivo de alegria. Mas se olharmos mais de perto, vemos que há sobretudo matéria de reflexão. Os dois demonstram uma enorme dependência e vulnerabilidade económica.</p></p>

<p></blockquote> <p>O diário alerta portanto contra o risco de se tornar um Detroit de leste, por outras palavras, “cidades fantasmas” como nos Estados Unidos, caso um dia desapareça esta mono-indústria.</p></p>

<p><p>Os economistas realçam que o crescimento económico da Eslováquia não passa do papel: o país não fez nada para diminuir o desemprego e não enche os cofres do Estado. Os construtores automóveis beneficiam de uma fraca taxa de impostos e, na medida em que a maioria da produção é exportada, a Eslováquia não beneficia das taxas cobradas nas vendas. O país é muito dependente do comércio e produz muito pouco para o mercado nacional. Consequentemente, <a href="http://spravy.pravda.sk/slovensko-uz-vyraba-prilis-vela-pre-svet-fpt-/sk_ekonomika.asp?c=A121220_090357_sk_ekonomika_p01">observa o <em>Pravda</em></a>,</p></p>

<p><blockquote> <p>não existem receitas rápidas para reduzir rapidamente a abertura do mercado. A única solução é criar condições favoráveis para as empresas locais e orientar-se para áreas de maior valor acrescentado.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 20 Dec 2012 15:07:10 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3189841</guid></item>
<item><title><![CDATA[Competição: Os cartéis impõem a sua lei]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3118021-os-carteis-impoem-sua-lei?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Der Tagesspiegel, Berlim &ndash; Quer vendam cimento, televisores, eletricidade ou café, os grandes grupos preferem entrar em acordos entre si para inflacionar os preços – modelo de atuação conhecido por “cartel” – do que correrem os riscos de entrarem em concorrência. E apesar de essa prática ser ilegal, raramente são incomodados. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3118021-os-carteis-impoem-sua-lei?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:12:30 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3118021</guid></item>
<item><title><![CDATA[Itália: Em Emília-Romana a união faz a força]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3115191-em-emilia-romana-uniao-faz-forca?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Le Temps, Genebra &ndash; Na região de Bolonha não há crise. Nesta região dedicada à embalagem, as encomendas não param e as exportações aumentam. Tudo isto graças a um tecido industrial muito forte e muito solidário, segundo os empresários locais. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3115191-em-emilia-romana-uniao-faz-forca?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 05 Dec 2012 13:35:28 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3115191</guid></item>
<item><title><![CDATA[Siderurgia: Taranto e Florange, duas faces da mesma crise]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3083981-taranto-e-florange-duas-faces-da-mesma-crise?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;ILVA encerra, cinco mil para casa&rdquo;, <a href="http://corrieredelmezzogiorno.corriere.it/lecce/notizie/cronaca/2012/27-novembre-2012/ilva-operai-occupano-uffici-direzionecosi-non-possiamo-andare-avanti-2112900883388.shtml">titula o <em>Corriere della Serra</em></a>. A controv&eacute;rsia que envolve <a href="/pt/content/todays-front-pages/2514421-primeiras-paginas-de-hoje">a maior aceraria da Europa</a>, sob investiga&ccedil;&atilde;o desde que se encontraram ind&iacute;cios de que os enormes n&iacute;veis de polui&ccedil;&atilde;o da f&aacute;brica causaram milhares de mortes na cidade vizinha de Taranto, conheceu um ponto de viragem quando os procuradores ordenaram o encerramento de algumas zonas de produ&ccedil;&atilde;o e emitiram mandatos de deten&ccedil;&atilde;o para sete gestores. Como repres&aacute;lia, os propriet&aacute;rios fecharam a f&aacute;brica e despediram cinco mil trabalhadores. Esta estrat&eacute;gia poder&aacute; afetar outras f&aacute;bricas e a pr&oacute;pria ind&uacute;stria e provocar a perda de mais de 20 mil postos de trabalho. Os sindicatos ocuparam gabinetes de dire&ccedil;&atilde;o em sinal de protesto.</p>

<p>Em Taranto, a popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; dividida entre o medo do desemprego e a preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de, <a href="http://lastampa.it/2012/11/27/cultura/opinioni/editoriali/un-colpo-alla-credibilita-del-paese-JLAskR57dRH5JOP1g2bz4M/pagina.html">refere <em>La Stampa</em></a>. &ldquo;Esmagada entre os elevados custos de uma limpeza e uma situa&ccedil;&atilde;o sociopol&iacute;tica extremamente perigosa, a cidade arrisca-se a viver uma verdadeira guerra civil.&rdquo;</p>

<p>Mas a preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; sentida em todo o pa&iacute;s. &ldquo;Que mensagem deixamos passar para quem pondera investir compensatoriamente em It&aacute;lia?&rdquo;, <a href="http://www.ilsole24ore.com/art/notizie/2012-11-27/diritti-negati-industria-gioco-063613.shtml?uuid=AbtCGj6G">interroga<em> Il Sole 24 Ore</em></a>, alegando que &ldquo;a cruzada de uns quantos ju&iacute;zes n&atilde;o pode decidir o destino de um dos pontos fulcrais da pol&iacute;tica industrial do pa&iacute;s&rdquo;. De acordo com o jornal da Federa&ccedil;&atilde;o dos Empregadores, a crise da ILVA</p></p>

<p><blockquote> <p class="p2">vai animar a concorr&ecirc;ncia europeia. Um trof&eacute;u para grupos alem&atilde;es e franceses. Em Fran&ccedil;a, o Estado tem uma no&ccedil;&atilde;o t&atilde;o grande do valor estrat&eacute;gico da ind&uacute;stria do a&ccedil;o que defende a nacionaliza&ccedil;&atilde;o de duas f&aacute;bricas sem compradores por as considerarem nada competitivas e demasiado poluentes. O emprego est&aacute; primeiro: os franceses dizem abertamente aquilo que em Taranto ningu&eacute;m se atreve a murmurar.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p1">No entanto, em Paris, o Governo trava um bra&ccedil;o de ferro com a Arcelor Mittal, que pretende encerrar os altos-fornos de Florange, na Lorena. Diz-se at&eacute; pronto para nacionalizar temporariamente as instala&ccedil;&otilde;es onde h&aacute; 630 empregos amea&ccedil;ados. &ldquo;Uma boa ideia ou uma miss&atilde;o imposs&iacute;vel?&rdquo;, interroga o <em>Lib&eacute;ration</em>. O Presidente Fran&ccedil;ois Hollande ir&aacute; receber Lakshmi Mittal a 27 de novembro para &ldquo;convencer o patr&atilde;o do grupo a ceder a totalidade das instala&ccedil;&otilde;es, isto &eacute;, os altos-fornos e a transforma&ccedil;&atilde;o do a&ccedil;o bruto, a parte mais moderna e ainda em atividade&rdquo;, <a href="http://www.liberation.fr/politiques/2012/11/26/l-etat-pret-a-croiser-le-fer-pour-florange_863259">explica o di&aacute;rio</a>.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 27 Nov 2012 17:31:10 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3083981</guid></item>
<item><title><![CDATA[Automóvel: Flandres-Valência, o novo destino da Ford]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/2943461-flandres-valencia-o-novo-destino-da-ford?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/gazet-can-anwerpen-25102012-100_0.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>A fbrica da Ford em Genk fechar em 2014. O anncio feito a 24 de outubro provocou uma vaga de indignao na imprensa flamenga [no dia 25, a Ford anunciou tambm o encerramento de duas fbricas e a supresso de 1400 empregos em Inglaterra]. Uma vez que so mais de dez mil empregos, incluindo a prpria fbrica e os seus subcontratantes, que se encontram ameaados. No<em> Gazet van Antwerpen</em>, Paul Geudens crtica a falta de humanidade revelada pela construtora automvel americana:</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/gazet-can-anwerpen-logo.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>O editorialista, que relembra que, no ms anterior, a direo tinha assinado um contrato para a fabricao de trs novos modelos, incentiva os sindicatos e os governos belgas a</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/de-standaard-100_0.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>No <em>Standaard</em>, o chefe de redao Bart Sturtewagen admite que a forma como a Ford est a agir  &ldquo;repugnante&rdquo;, mas apela aos belgas que &ldquo;arregacem as mangas&rdquo; e parem de procurar culpados:</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/ABC-100_1.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>A 1500 quilmetros do local, o <em>ABC</em> utiliza a mesma fotografia que o <em>Gazet van Antwerpen</em> na primeira pgina, mas com um tom completamente diferente: &ldquo;Ford deixa a Blgica atrada pela competitividade da Espanha&rdquo;. Na medida em que a produo da fbrica em Genk ser transferida para Almusafes, na regio de Valncia:</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/abc-logo.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>A deciso da construtora americana resulta na perda de dez mil empregos na Blgica, mas garante a continuidade de 15 mil outros em Espanha, adianta o <em>ABC</em>:</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/la-libre-100_2.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>Face a esta reviravolta, <em>La Libre Belgique</em> recorda os encerramentos das fbricas da Renault em Vilvorde, em 1997, e da Opel (General Motors) em Anturpia, em 2010, e interroga-se: &ldquo;Haver um mal belga?&rdquo;:</p></p><h2></h2><img src="http://www.presseurop.eu/files/la-libre-logo.jpg" alt="" style="display:block;" /><p><p>No entanto, Peter Van Houte, economista responsvel pela ING, quando interrogado pelo dirio belga, constata que &ldquo;ignorar este problema de custo na Blgica seria uma falta de discernimento. [&hellip;] Mas focar-se neste custo tambm seria um erro&rdquo;. As questes &ldquo;relacionadas com a dimenso do pas, outras com decises polticas ou perspetivas estratgicas&rdquo; podem explicar um clima pouco apreciado pelas multinacionais. O ltimo relatrio de competitividade do Banco Mundial confirma-o, colocando</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 25 Oct 2012 17:53:52 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2943461</guid></item>
<item><title><![CDATA[Europa Central e de Leste: Petróleo, indústria, energia, as chaves do sucesso]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2641171-petroleo-industria-energia-chaves-do-sucesso?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p class="p1">Crise? Qual crise? &ldquo;As 500 maiores empresas da Europa Central e de Leste resistem, por enquanto, &agrave; crise&rdquo;, <a target="_self" href="http://hn.ihned.cz/c1-57329640-lidri-stredni-evropy-zatim-krizi-odolavaji">titula</a> o <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em>. Segundo <a target="_self" href="http://img.ihned.cz/attachment.php/190/41889190/WPk7aw2E6IeVQpbyiq8djuBzgAJ0M5FH/120905_22_01.png">o &uacute;ltimo relat&oacute;rio anual</a> da Deloitte sobre os resultados econ&oacute;micos das 500 principais empresas instaladas em 18 pa&iacute;ses da regi&atilde;o, os lucros dessas empresas aumentaram 30% em 2011. As mais pr&oacute;speras s&atilde;o as companhias petrol&iacute;feras, as construtoras autom&oacute;veis e o setor energ&eacute;tico.</p>

<p>O volume total de neg&oacute;cios das 500 maiores empresas da regi&atilde;o passou de 612 para 707 mil milh&otilde;es de euros, um aumento de 16%. Mas a sua rentabilidade baixou 3,5%. &ldquo;Isso pode significar um abrandamento iminente, mas dificilmente pode ser descrito como uma manifesta&ccedil;&atilde;o da crise&rdquo;, afirma um analista da Deloitte, citado pelo di&aacute;rio econ&oacute;mico de Praga. Mas a situa&ccedil;&atilde;o pode agravar-se em caso de colapso do euro, previne o jornal:</p></p>

<p><blockquote> <p class="p1">A Eslov&aacute;quia e a Eslov&eacute;nia, que pagam em euros, est&atilde;o atualmente na primeira linha dos pa&iacute;ses amea&ccedil;ados. Mas por causa do alto n&iacute;vel de integra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica, os pa&iacute;ses que mantiveram as suas moedas nacionais tamb&eacute;m est&atilde;o em perigo.</p></p>

<p></blockquote> <p class="p1">A Deloitte, que estabelece esta classifica&ccedil;&atilde;o desde 2006, sublinha igualmente que a crise poder&aacute; atingir as empresas que est&atilde;o de boa sa&uacute;de mas que s&atilde;o j&aacute; afetadas pelo abrandamento da economia. As empresas b&uacute;lgaras e romenas (como a Petrom ou a Dacia) parecem ser as mais vulner&aacute;veis enquanto as polacas (como as petrol&iacute;feras PKN Orlen e Lotos) parecem mais s&oacute;lidas.</p>

<p>As principais for&ccedil;as econ&oacute;micas checas, como a &Scaron;koda Auto, a companhia nacional de eletricidade ČEZ e a Agrofert (agroalimentar) evolu&iacute;ram menos depressa do que as empresas eslovacas (Slovnaft, U. S. Steel Ko&scaron;ice), mas continuam a ter um desempenho duas vezes melhor do que o conjunto da regi&atilde;o.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 05 Sep 2012 15:25:32 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2641171</guid></item>
<item><title><![CDATA[Suíça: Ameaça ao paraíso das matérias-primas]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2588751-ameaca-ao-paraiso-das-materias-primas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A UE n&atilde;o p&ocirc;s apenas <a href="/pt/content/article/2574821-o-homem-que-valia-milhoes">o segredo banc&aacute;rio</a> su&iacute;&ccedil;o em perigo. Desde 2005 que pede contas &agrave; Su&iacute;&ccedil;a sobre o regime fiscal das empresas que negoceiam mat&eacute;rias-primas (petr&oacute;leo, metais e cereais) registadas no seu territ&oacute;rio. Se a Confedera&ccedil;&atilde;o se tornou l&iacute;der mundial do setor foi, em parte, gra&ccedil;as a &ldquo;<em>uma fiscalidade preferencial que permite &agrave;s multinacionais que negoceiam esses bem pagarem menos impostos do que as empresas locais</em>&rdquo;, <a href="http://www.letemps.ch/Page/Uuid/34878cac-efba-11e1-8bdb-e94a7ecbe188/Casse-t%C3%AAte_l%C3%A9manique">lembra</a> o <em>Le Temps</em> no seu editorial.</p></p>

<p><p>&ldquo;<em>Maci&ccedil;amente utilizada pelos negociantes de mat&eacute;rias-primas, o sistema &eacute; tido como discriminat&oacute;rio pela UE</em>&rdquo;, <a href="http://www.letemps.ch/Page/Uuid/3518abf6-efba-11e1-8bdb-e94a7ecbe188/Les_pressions_de_lUE_menacent_le_paradis_du_n%C3%A9goce">explica</a> o di&aacute;rio. Atualmente, face &agrave; impaci&ecirc;ncia de Bruxelas, Berna prop&otilde;e adotar um imposto &uacute;nico para todas as empresas, em vez de ter de sofrer as san&ccedil;&otilde;es. &ldquo;<em>Uma op&ccedil;&atilde;o que parece um quebra-cabe&ccedil;as</em>&rdquo;, sublinha o editorialista. Porque</p></p>

<p><blockquote> <p>se taxarem os negociantes &agrave; taxa normal atual, eles v&atilde;o-se embora, acabando com milhares de empregos [&hellip;] e com milh&otilde;es [de francos su&iacute;&ccedil;os] em receitas fiscais. Se baixam o imposto normal para taxas tidas como aceit&aacute;veis por esse setor de com&eacute;rcio, cavam um buraco nos seus or&ccedil;amentos.</p></p>

<p></blockquote> <p>Mas unificar os impostos sobre as empresas implica harmonizar a fiscalidade nos cant&otilde;es su&iacute;&ccedil;os e ter&aacute; de ser objeto de vota&ccedil;&atilde;o. Nessa &oacute;tica, o editorialista do <em>Le Temps</em> lan&ccedil;a um aviso:</p></p>

<p><blockquote> <p>Se a Su&iacute;&ccedil;a pode tirar uma li&ccedil;&atilde;o da derrocada do segredo banc&aacute;rio, &eacute; esta: &eacute; arriscado construir a sua prosperidade sobre uma vantagem legislativa que a press&atilde;o internacional pode fazer desaparecer em alguns meses.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Mon, 27 Aug 2012 14:13:09 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2588751</guid></item>
<item><title><![CDATA[Automóvel: PSA: o made in France posto em causa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2346511-psa-o-made-france-posto-em-causa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O plano de reestrutura&ccedil;&atilde;o da PSA, o primeiro construtor autom&oacute;vel franc&ecirc;s &quot;&eacute; tudo menos fruto do acaso&quot;, <a target="_self" href="http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2012/07/12/10001-20120712ARTFIG00643-psa-tout-sauf-un-hasard8230.php">titula</a> o editorial de <em>Le Figaro</em>. A Peugeot-Citro&euml;n anunciou ontem a supress&atilde;o de oito mil postos de trabalho em Fran&ccedil;a e o encerramento da sua f&aacute;brica de Aulnay-sous-Bois, perto de Paris.</p>

<p>Este di&aacute;rio de direita considera tratar-se de uma &quot;terr&iacute;vel prova inici&aacute;tica&quot; para o Governo socialista e analisa as causas desta &quot;cat&aacute;strofe social&quot;:</p></p>

<p><blockquote> <p>De que mal sofre este construtor autom&oacute;vel? Em primeiro lugar, e acima de tudo, de ser demasiado europeu e, sobretudo, demasiado franc&ecirc;s. &Eacute; a&iacute; que reside o grande paradoxo: apontado como exemplo por ter mantido cerca de metade da sua produ&ccedil;&atilde;o em Fran&ccedil;a, ao contr&aacute;rio da Renault, que sobrevive gra&ccedil;as aos seus modelos <em>low-cost</em> fabricados na Rom&eacute;nia ou em Marrocos, a PSA sofre dos males que destroem sistematicamente a nossa ind&uacute;stria.</p></p>

<p></blockquote> <p>Por seu turno, o di&aacute;rio de esquerda <em>Lib&eacute;ration</em> <a target="<em>self" href="http://archives.liberation.fr/economie/2012/07/12/l-auto-made-in-france-cherche-un-second-souffle</em>/">destaca</a> o papel da Europa neste &quot;fracasso&quot;:</p></p>

<p><blockquote> <p>A Europa &eacute; parcialmente respons&aacute;vel pelo desastre tricolor. &quot;Em nome do com&eacute;rcio livre, abriu o mercado aos [construtores] coreanos, que aproveitaram bem a oportunidade, enquanto as vendas europeias na Coreia s&atilde;o confidenciais (&hellip;). A Europa tamb&eacute;m participou no financiamento das novas f&aacute;bricas criadas na Europa de Leste, que causaram dificuldades &agrave;s instala&ccedil;&otilde;es francesas. Mas est&aacute; a verificar-se uma tomada de consci&ecirc;ncia. O relat&oacute;rio europeu <em>Cars 21</em>, publicado em junho, recomenda que a abertura dos mercados obede&ccedil;a a princ&iacute;pios de reciprocidade rigorosos, a fim de se &quot;manter uma base industrial forte.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Fri, 13 Jul 2012 16:36:01 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2346511</guid></item>
<item><title><![CDATA[Automóvel: Encruzilhada perigosa para os construtores]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1850241-encruzilhada-perigosa-para-os-construtores?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Gazeta Wyborcza, Varsóvia &ndash; A indústria automóvel, um setor crucial da economia europeia, está a sofrer as consequências da crise. Obrigados a ajustar as suas capacidades de produção, os vários grupos optam por estratégias diferentes. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1850241-encruzilhada-perigosa-para-os-construtores?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:35:39 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1850241</guid></item>
<item><title><![CDATA[Indústria automóvel: Travagem a fundo para os construtores europeus]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1639981-travagem-fundo-para-os-construtores-europeus?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&nbsp;</p></p>

<p><p class="MsoNormal">O mercado autom&oacute;vel europeu ainda n&atilde;o parou de registar n&uacute;meros desanimadores: -9,7%&nbsp;para o m&ecirc;s de fevereiro &eacute; o que&nbsp;<a href="http://www.lesechos.fr/entreprises-secteurs/auto-transport/actu/0201951388058-psa-et-renault-derapent-sur-le-marche-europeen-302627.php">anuncia</a>&nbsp;o di&aacute;rio econ&oacute;mico <em>Les Echos</em>. Os construtores&nbsp;franceses encontram-se na primeira linha deste &ldquo;desaparafusamento&rdquo;. A Renault&nbsp;registou uma queda de 27,7% enquanto a Peugeut baixou 20,9% e a Citro&euml;n&nbsp;12% (grupo PSA). Uma situa&ccedil;&atilde;o que dever&aacute; sustentar a guerra das rebaixas entre os&nbsp;grandes grupos que frequentemente vendem 20% abaixo do pre&ccedil;o de cat&aacute;logo. </p></p>

<p><p class="MsoNormal">Em&nbsp;It&aacute;lia a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; melhor,&nbsp;<a href="http://www.repubblica.it/economia/2012/03/15/news/immatricolazioni_auto_europa_crolla_fiat-31563833/">constata</a><em>&nbsp;La Repubblica</em>: as vendas da Fiat baixaram&nbsp;cerca de 16,6 % em fevereiro de 2012 em rela&ccedil;&atilde;o a fevereiro de 2011. A 16 de mar&ccedil;o,&nbsp;o CEO do grupo Sergio Marchionne dever&aacute; reencontrar o chefe do governo italiano,&nbsp;Mario Monti, a fim de discutir aquela que ser&aacute; a estrat&eacute;gia da Fiat para os pr&oacute;ximos&nbsp;anos.</p></p>

<p><p class="MsoNormal"></p></p>

<p><p>&nbsp;</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:47:01 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1639981</guid></item>
<item><title><![CDATA[Holanda: Pela proibição do qat]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1383151-pela-proibicao-do-qat?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Governo holand&ecirc;s decidiu <a target="_self" href="http://www.rijksoverheid.nl/nieuws/2012/01/10/verbod-op-qat.html">proibir o qat</a>, no seguimento da publica&ccedil;&atilde;o <a target="_self" href="http://www.trimbos.nl/nieuws/trimbos-nieuws/qatgebruik-onder-somaliers-in-nederland">de um estudo</a> sobre o consumo desta subst&acirc;ncia pelos imigrantes somalis. Segundo o estudo realizado, mascar qat  &ndash;  uma planta cujas folhas t&ecirc;m efeitos semelhantes aos das anfetaminas  &ndash;  &rdquo;faz mal &agrave; sa&uacute;de e causa problemas sociais&rdquo;.</p>

<p>A imprensa holandesa reagiu com estupefa&ccedil;&atilde;o &agrave; not&iacute;cia. O <a target="_self" href="http://www.trouw.nl/"><em>Trouw</em></a>, por exemplo, titula, &ldquo;Danos quase inexistentes, mas proibi&ccedil;&atilde;o garantida&rdquo;, ao passo que <a target="_self" href="http://www.volkskrant.nl/vk/article/search.do?language=nl&amp;navigationItemId=2"><em>De Volkskrant</em> adianta</a> que &ldquo;dos 27 mil somalis a viver na Holanda, s&oacute; 10% est&atilde;o viciados em qat&rdquo;.</p>

<p>O di&aacute;rio estima, para al&eacute;m disso, que o Governo falha o seu objetivo ao proibir um estimulante e ao classific&aacute;-lo no grupo das drogas duras: &ldquo;Medidas espec&iacute;ficas seriam, provavelmente, mais eficazes que uma proibi&ccedil;&atilde;o geral&rdquo;, considera o mesmo jornal, acrescentando que, para al&eacute;m disso, esta proibi&ccedil;&atilde;o arrisca-se a estimular o mercado negro.</p></p>

<p><p>O <a href="http://weblogs.nrc.nl/rechtenbestuur/2012/01/11/het-verbieden-van-qat-is-makkelijk-maar-niet-voldoende/"><em>NRC Handelsblad</em></a> acrescenta que, &ldquo;na Europa, a importa&ccedil;&atilde;o de qat s&oacute; &eacute; permitida no Reino Unido e na Holanda. [O aeroporto de] Schiphol e a comunidade vizinha de Uithoorn tamb&eacute;m puderam florescer como mercado europeu&rdquo;. Segundo este jornal, &ldquo;a desconfian&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Som&aacute;lia enquanto parceiro comercial&rdquo; tamb&eacute;m pesou na decis&atilde;o governamental. Estima-se que, de facto, &ldquo;as receitas do com&eacute;rcio sejam utilizadas em atividades terroristas&rdquo; no Corno de &Aacute;frica.</p>

<p></p></p>]]></description><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 14:06:21 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1383151</guid></item>
<item><title><![CDATA[Saúde: Lóbis controlam segurança alimentar europeia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1173371-lobis-controlam-seguranca-alimentar-europeia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Süddeutsche Zeitung, Munique &ndash; A Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar decide o que colocamos no nosso prato. Mas as suas ligações com a indústria são muitas – e os consumidores estão a pagar. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1173371-lobis-controlam-seguranca-alimentar-europeia?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 15 Nov 2011 16:03:22 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1173371</guid></item>
<item><title><![CDATA[Itália: Fiat isola-se]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1020721-fiat-isola-se?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;Fiat em rutura&quot;, <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/art/notizie/2011-10-04/virus-politica-tabu-superare-064254.shtml?uuid=AaS9Dn9D">destaca o <em>Il Sole 24 Ore</em></a>: o diretor executivo, Sergio Marchionne, anunciou na segunda-feira [3 de outubro] que o l&iacute;der da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica de It&aacute;lia vai sair da Confindustria, a associa&ccedil;&atilde;o de empres&aacute;rios italianos. Ap&oacute;s meses de atrito, a gota de &aacute;gua foi a decis&atilde;o confedera&ccedil;&atilde;o de contornar uma norma recente que facilita as demiss&otilde;es, na sequ&ecirc;ncia da greve geral convocada a 6 de setembro pela CGIL, a maior for&ccedil;a sindical de It&aacute;lia.</p></p>

<p><p>O jornal da Confindustria condena veementemente a atitude &ldquo;pol&iacute;tica&rdquo; de Marchionne e defende a necessidade de entendimento com o sindicato, &quot;uma for&ccedil;a social de 6 milh&otilde;es de pessoas, mais representativo que qualquer partido&quot;. A linha dura da Fiat sobre a reforma laboral pode p&ocirc;r em risco a coes&atilde;o social, &quot;um elemento fundamental para a competitividade da It&aacute;lia. Se ainda n&atilde;o assistimos a Indignados sem controlo, como noutros pa&iacute;ses, &eacute; por alguma raz&atilde;o.&rdquo;</p></p>

<p><p>Por outro lado, <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9279">o <em>La Stampa</em></a>, propriedade da Fiat, defende Marchionne e adverte que curvar-se perante os ditames dos sindicatos equivale a &quot;optar pela irrelev&acirc;ncia internacional, tornando-se num pa&iacute;s-museu. A It&aacute;lia precisa de decidir se ainda quer desempenhar um papel de lideran&ccedil;a econ&oacute;mica, e n&atilde;o pode defender direitos coletivos sem sacrificar os dos desempregados e dos jovens, como infelizmente acontece&quot;.</p></p>

<p><p>Para todos os efeitos, vive-se um &quot;momento hist&oacute;rico&quot;,<a target="_self" href="http://www.repubblica.it/economia/2011/10/04/news/giannini_marchionne-22652189/?ref=HREC1-2"> segundo o <em>La Repubblica</em></a>: &quot;Durante um s&eacute;culo, a Fiat e a Confidustria estiveram sempre em sintonia. A primeira costumava escolher o presidente da segunda. Era um &lsquo;poder forte&rsquo; que ditava a pol&iacute;tica aos governos [... ]. Ao afastar-se da Confindustria, a Fiat parece determinada a outra retirada, muito mais relevante: a retirada de It&aacute;lia&quot;, com que Marchionne tem muitas vezes amea&ccedil;ado, depois de ter adquirido a maioria das a&ccedil;&otilde;es do fabricante norte-americano Chrysler. &quot;A empresa decidiu apostar tudo em Detroit e lidar com a concorr&ecirc;ncia interna apenas atrav&eacute;s de cortes de produ&ccedil;&atilde;o e na m&atilde;o de obra. O div&oacute;rcio est&aacute; iminente&quot;.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 04 Oct 2011 13:44:10 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1020721</guid></item>
<item><title><![CDATA[Comércio: A UE abre as fronteiras aos produtos palestinos]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1001271-ue-abre-fronteiras-aos-produtos-palestinos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Numa altura em que os Vinte e sete n&atilde;o conseguem chegar a uma posi&ccedil;&atilde;o comum acerca do reconhecimento da Palestina, o Parlamento europeu abre as fronteiras aos produtos palestinos a partir de janeiro de 2012, <a target="_self" href="http://registro.lavanguardia.com/reg2006/registro-y-suscripcion.jsp?errormessage=No+tiene+acceso+a+este+servicio.&amp;p_tipo_compra=epaper&amp;p_dia=20110928&amp;urlback=http%3A%2F%2Fedicionimpresa.lavanguardia.com%2Fpremium%2Fepaper%2F20110928%2F54222778564.html">anuncia o <em>La Vanguardia</em></a>. Este jornal di&aacute;rio de Barcelona explica que, at&eacute; agora, as mercadorias palestinas estavam sob o &quot;rigoroso controlo&quot; das autoridades aduaneiras israelitas. Nos termos do <a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+PV+20110927+ITEM-008-01+DOC+XML+V0//EN">acordo</a> assinado com as autoridades palestinas, &quot;os produtos agr&iacute;colas e o pescado provenientes de Gaza e da Cisjord&acirc;nia ter&atilde;o acesso ao mercado comunit&aacute;rio sem taxas e, na sua maioria, sem quotas.&quot; Em contrapartida, as partes &quot;ficam obrigadas a respeitar as regras europeias no que respeita a origem dos produtos. De facto, a UE considera os territ&oacute;rios ocupados como fazendo parte da Palestina e n&atilde;o de Israel&quot;. Desta forma, &quot;as empresas israelitas instaladas nos colonatos deixar&atilde;o de poder contornar o sistema&quot; e &nbsp;incluir os seus produtos nas quotas do acordo comercial entre a UE e Israel, espera o <em>La Vanguardia</em>. O jornal recorda que, em 2009, as exporta&ccedil;&otilde;es da Palestina para a UE representavam 6,1 milh&otilde;es de euros, contra 50,5 milh&otilde;es de euros no sentido inverso.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 28 Sep 2011 15:47:44 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1001271</guid></item>
<item><title><![CDATA[Roménia: Febre do ouro atinge Bucareste]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/954131-febre-do-ouro-atinge-bucareste?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Revista 22, Bucareste &ndash; A crise económica fez subir o valor do ouro nos mercados mundiais. Associado a uma empresa canadiana, o Estado romeno pretende aproveitar o fenómeno, reabrindo a mina de Rosia Montana. Um projeto controverso. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/954131-febre-do-ouro-atinge-bucareste?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 17:51:24 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">954131</guid></item>
<item><title><![CDATA[UE-China: China cerca a Europa. Mas não percamos a esperança]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/745691-china-cerca-europa-mas-nao-percamos-esperanca?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Guardian, Londres &ndash; A crise da dívida europeia é um alvo fácil para o investimento externo chinês. Por isso, precisamos de perceber que espécie de poder se está a tornar a China, escreve Timothy Garton Ash. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/745691-china-cerca-europa-mas-nao-percamos-esperanca?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 28 Jun 2011 11:03:25 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">745691</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha - Polónia: Berlim e Varsóvia – doçura e luz]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/718461-berlim-e-varsovia-docura-e-luz?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;De m&atilde;os dadas com os alem&atilde;es&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75248,9800598,Reka_w_reke_z_Niemcami.html">titula o <em>Gazeta Wyborcza</em></a> no vig&eacute;simo anivers&aacute;rio do <a target="_self" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Treaty_of_Good_Neighbourship">Tratado de Boa Vizinhan&ccedil;a e Coopera&ccedil;&atilde;o Amig&aacute;vel</a> &ndash; um dos marcos das rela&ccedil;&otilde;es entre a Pol&oacute;nia e a Alemanha no p&oacute;s-guerra. Na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, 21 de junho, o primeiro-ministro Donald Tusk e a chanceler Angela Merkel v&atilde;o assinar um plano de coopera&ccedil;&atilde;o a longo prazo, durante a sess&atilde;o conjunta dos dois governos para celebrarem aquele anivers&aacute;rio. &ldquo;Queremos construir uma parceria polaco-alem&atilde; para a Europa&rdquo;, disse um diplomata polaco citado pelo di&aacute;rio. Para al&eacute;m da coopera&ccedil;&atilde;o com a UE, o plano contempla tamb&eacute;m a constru&ccedil;&atilde;o de linhas f&eacute;rreas de alta velocidade, gasodutos, a introdu&ccedil;&atilde;o de Estudos Polacos em v&aacute;rias universidades alem&atilde;s e mais estreita coopera&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. &ldquo;&Eacute; um documento com grande significado. No ano passado assinamos um programa semelhante com a Fran&ccedil;a. N&atilde;o h&aacute; outros exemplos, na Europa, de uma coopera&ccedil;&atilde;o t&atilde;o estreita&rdquo;, garantiu ao di&aacute;rio de Vars&oacute;via um diplomata alem&atilde;o.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 17 Jun 2011 14:02:13 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">718461</guid></item>
<item><title><![CDATA[Suécia: Os chineses no resgate da SAAB]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/631781-os-chineses-no-resgate-da-saab?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Os chineses disseram sim&rdquo;, destaca o<em> <a target="_self" href="http://di.se/">Dagens industr</a></em><a target="_self" href="http://di.se/"><em>i</em></a>, ap&oacute;s o an&uacute;ncio pela Spyker, a empresa holandesa propriet&aacute;ria da SAAB, do acordo de parceria estrat&eacute;gica assinado com o fabricante de autom&oacute;veis chin&ecirc;s Hawtai. Este, explica o di&aacute;rio econ&oacute;mico, prometeu 150 milh&otilde;es de euros &agrave; construtora de autom&oacute;veis sueca, cujos problemas financeiros se agravaram nas &uacute;ltimas semanas, a tal ponto que a produ&ccedil;&atilde;o foi interrompida no in&iacute;cio do m&ecirc;s de abril. O acordo tamb&eacute;m prev&ecirc; parcerias na produ&ccedil;&atilde;o, de interc&acirc;mbio tecnol&oacute;gico e de distribui&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Esta parceria assegura-nos o financiamento a m&eacute;dio prazo e permite-nos entrar no mercado chin&ecirc;s&rdquo;, declarou Victor Muller, chefe de SAAB, ao <em>Dagens industri</em>.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 03 May 2011 13:13:28 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">631781</guid></item>
<item><title><![CDATA[Roménia: Bye bye Dacia?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/531911-bye-bye-dacia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p class="p1">Na eventualidade da Renault deslocalizar para Marrocos alguns modelos da sua filial de baixo custo romena, a <a target="_blank" href="/pt/content/news-brief/86681-meu-lindo-dacia">Dacia</a> suscita inquieta&ccedil;&atilde;o na Rom&eacute;nia: &ldquo;Dacia &lsquo;made in Rom&eacute;nia&rsquo;, a amea&ccedil;a de Marrocos&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.gandul.info/news/intalnire-decisiva-pentru-dacia-made-in-romania-amenintarea-marocului-8035171">titula o <em>G&acirc;ndul</em>, segundo o qual</a> h&aacute; duas raz&otilde;es que justificariam essa deslocaliza&ccedil;&atilde;o. Em primeiro lugar, &ldquo;o descontentamento da administra&ccedil;&atilde;o quanto &agrave;s exig&ecirc;ncias dos sindicatos no que diz respeito aos sal&aacute;rios &ndash; 500 lei (125 euros) de aumento mensal, mais um pr&eacute;mio anual de 700 lei (175 euros) &ndash; para um sal&aacute;rio m&eacute;dio de 520 euros&rdquo;; depois, o menor custo do transporte dos ve&iacute;culos por via mar&iacute;tima, em compara&ccedil;&atilde;o com o transporte rodovi&aacute;rio, dado o mau estado das estradas romenas. Em T&acirc;nger, os sal&aacute;rios seriam de cinco euros &agrave; hora, contra os cerca de oito euros pagos na Rom&eacute;nia. No entanto, sublinha o di&aacute;rio, a f&aacute;brica de Mioveni realizou 2,5 mil milh&otilde;es de euros de exporta&ccedil;&otilde;es em 2010, ou seja, 7% do total das exporta&ccedil;&otilde;es do pa&iacute;s. O <em>G&acirc;ndul</em> lembra, tamb&eacute;m, que o modelo Dacia representa 150 mil empregos na Rom&eacute;nia, 20 mil dos quais em Mioveni.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 07 Mar 2011 11:52:01 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">531911</guid></item>
<item><title><![CDATA[Espanha: Barcelona, a preferida dos turistas]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/435061-barcelona-preferida-dos-turistas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;<em>Barcelona fecha o ano 2010 com um recorde de turistas</em>&quot;, titula <em>El Peri&oacute;dico de Catalunya</em>: com mais de sete milh&otilde;es de visitantes, a capital catal&atilde; teve &quot;<em>o seu melhor ano tur&iacute;stico em toda a hist&oacute;ria</em>&quot;, <a target="_blank" href="http://www.elperiodico.com/es/noticias/barcelona/20101220/barcelona-despedira-con-lleno-hotelero-mejor-ano-turistico/630766.shtml">comenta o di&aacute;rio de Barcelona</a>. Este resultado &eacute; revelado, <a target="_blank" href="http://www.elperiodico.com/es/noticias/sociedad/20101220/alta-velocidad-cruza-pirineo/631009.shtml">explica o jornal</a>, no momento em que se inaugura a linha ferrovi&aacute;ria de alta velocidade entre Figueres (Espanha) e Perpignan (Fran&ccedil;a). <a target="_blank" href="http://www.elperiodico.com/es/noticias/opinion/20101220/barcelona-supera/631013.shtml"><em>El Peri&oacute;dico</em> regozija-se</a> com os n&uacute;meros do turismo e afirma que Barcelona &eacute; a cidade que apresenta a &quot;<em>melhor rela&ccedil;&atilde;o qualidade/pre&ccedil;o</em>&quot; entre as capitais europeias. O jornal defende, ainda, a imposi&ccedil;&atilde;o de uma taxa para os turistas que visitam a cidade, argumentando que &eacute; preciso &quot;<em>travar ao m&aacute;ximo</em>&quot; a tend&ecirc;ncia dos centros hist&oacute;ricos para se tornarem &quot;<em>parques tem&aacute;ticos</em>&quot;.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 20 Dec 2010 12:27:27 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">435061</guid></item>
<item><title><![CDATA[Comércio ilegal: Escravos modernos pescam para a Europa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/355841-escravos-modernos-pescam-para-europa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Guardian, Londres &ndash; Nas águas desprotegidas da África Ocidental, barcos de pesca piratas exploram mão-de-obra escrava em condições desumanas. Uma organização ambiental revela que a maior parte das espécies que capturam tem como destino os mercados da Europa. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/355841-escravos-modernos-pescam-para-europa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 07 Oct 2010 17:37:57 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">355841</guid></item>
<item><title><![CDATA[Hungria: Opel acelera para o leste]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/343691-opel-acelera-para-o-leste?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;Motor Opel embalado&quot;, <a target="_blank" href="http://nol.hu/lap/gazdasag/20100922-szentgotthardbol_detroit_lesz">titula o<em> N&eacute;pszabads&aacute;g</em></a>, no dia seguinte ao an&uacute;ncio da filial da General Motors da inten&ccedil;&atilde;o de investir 500 milh&otilde;es de euros no alargamento da f&aacute;brica de motores Szentgotth&aacute;rd e no aumento da capacidade de produ&ccedil;&atilde;o. A um passo de encerrar definitivamente em Antu&eacute;rpia (B&eacute;lgica), a Opel tenciona criar 800 postos de trabalho para j&aacute;, talvez mesmo 2500 a prazo, explica o di&aacute;rio. O Estado disponibilizou um apoio de 27 milh&otilde;es de euros com a condi&ccedil;&atilde;o de que a f&aacute;brica permane&ccedil;a 20 anos na Hungria.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 22 Sep 2010 12:16:42 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">343691</guid></item>
<item><title><![CDATA[Globalização: Não é preciso ter medo da China]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/327211-nao-e-preciso-ter-medo-da-china?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Standaard, Bruxelas &ndash; O desenvolvimento da China, a segunda potência económica mundial, preocupa os outros grandes atores mundiais, como os Estados Unidos e a Europa. No entanto, o seu crescimento também beneficia as empresas europeias e, como o Japão nos anos 1970-1980, a China não representa uma ameaça. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/327211-nao-e-preciso-ter-medo-da-china?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:01:00 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">327211</guid></item>
<item><title><![CDATA[Islândia: Primeiro o céu e agora as cavalas]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/322771-primeiro-o-ceu-e-agora-cavalas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Guardian, Londres &ndash; A Escócia e a Noruega pedem à União Europeia uma ação firme contra a Islândia e as Ilhas Faroé, num conflito óbvio relacionado com a captura de populações de peixes e que faz lembrar as guerras do bacalhau. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/322771-primeiro-o-ceu-e-agora-cavalas?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 24 Aug 2010 17:55:38 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">322771</guid></item>
<item><title><![CDATA[República Checa: Uma província económica alemã]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/290411-uma-provincia-economica-alema?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Um novo alento para a economia checa&rdquo;, <a target="_blank" href="http://byznys.lidovky.cz/cesky-export-ohromil-silnym-rustem-vratil-se-na-uroven-pred-krizi-10w-/statni-pokladna.asp?c=A100707_111732_statni-pokladna_nev">congratula-se o <em>Lidov&eacute; Noviny</em></a> na primeira p&aacute;gina. As exporta&ccedil;&otilde;es, a locomotiva da economia local, aumentaram 24,4% em maio, em rela&ccedil;&atilde;o a maio de 2009. Esta retoma deve-se &agrave; reanima&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica da Alemanha, o principal parceiro econ&oacute;mico do pa&iacute;s, que assegura grande parte das subcontrata&ccedil;&otilde;es das empresas alem&atilde;s. &ldquo;O mundo pede a qualidade alem&atilde; a pre&ccedil;o baixo e n&oacute;s surfamos nessa onda&rdquo;, explica o di&aacute;rio. Esta depend&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao grande vizinho &eacute; t&atilde;o profunda que o jornal de Praga qualifica o pa&iacute;s como o d&eacute;cimo s&eacute;timo Land alem&atilde;o, cujo interesse nacional &eacute; desafiar as atuais press&otilde;es de Bruxelas e de Paris contra Berlim.</p>

<p>&nbsp;</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 12:53:49 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">290411</guid></item>
<item><title><![CDATA[Grécia: A China lucra com a crise ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/255531-china-lucra-com-crise?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;Eles querem fazer do porto de Pireu uma porta de entrada na Europa&quot;, <a title="announces</p>

<p>the front page of Ta Nea" href="http://www.tanea.gr/default.asp?pid=2&amp;ct=1&amp;artId=4575537">afirma&nbsp;<em>Ta Nea</em> na primeira p&aacute;gina</a>. &quot;Eles&quot; s&atilde;o os homens da China Ocean Shipping Company (Cosco) que, depois de terem adquirido parte do porto, em 2009, &quot;manifestaram a inten&ccedil;&atilde;o de comprar os portos de Sal&oacute;nica, Kavala e Alexandroupolis, no Norte do pa&iacute;s&quot;, explica o di&aacute;rio. Para al&eacute;m disso, constata o jornal, o &quot;gerente vermelho da Cosco&quot;, Wei Jiafu, &quot;tem interesse na rede ferrovi&aacute;ria (comboios e esta&ccedil;&otilde;es), na ind&uacute;stria da marinha mercante, no turismo, na constru&ccedil;&atilde;o e na gest&atilde;o de aeroportos em Creta e noutros lados&quot;. O &quot;Capit&atilde;o Wei&quot; foi recebido pelo primeiro-ministro Georges Papandreou, que calcula tratar-se de uns dois milh&otilde;es e meio de euros de investimento, adianta o <em>Ta Nea</em>. &quot;A Gr&eacute;cia passa a ser a porta de entrada chinesa na Europa&quot;, afirma o <a href="http://www.sueddeutsche.de/"><em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>, segundo o qual, para a Gr&eacute;cia, o chefe da Cosco &quot;&eacute; um fio de esperan&ccedil;a nestes tempos sombrios&quot;. O di&aacute;rio nota, igualmente, com preocupa&ccedil;&atilde;o, que a Cosco poder&aacute; em breve deslocalizar a sua sede europeia de Hamburgo para Atenas.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 20 May 2010 14:18:18 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">255531</guid></item>
<item><title><![CDATA[Itália: A retoma passa pela Fiat]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/236911-retoma-passa-pela-fiat?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;<em>A Fiat divide-se e arranca de novo</em>&quot;, diz a manchete de&nbsp;<em>La Stampa</em>, no dia a seguir &agrave; passagem de testemunho de Luca Cordero di Montezemolo apra John Elkann, &agrave; frente da maior empresa italiana. O regresso da&nbsp;<a href="http://www.fiat.it/cgi-bin/pbrand.dll/FIAT_ITALIA/home.jsp" target="_blank">Fiat</a> ao seio da fam&iacute;lia Agnelli coincide com a apresenta&ccedil;&atilde;o de um novo plano empresarial, que prev&ecirc; a separa&ccedil;&atilde;o entre a actividade autom&oacute;vel e as outras, bem como novas alian&ccedil;as globais, <a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=7250&amp;ID_sezione=&amp;sezione=" target="_blank">salienta o di&aacute;rio, que pertence &agrave;quele grupo empresarial de Turim</a>. Na opini&atilde;o do&nbsp;<a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=7251&amp;ID_sezione=&amp;sezione=" target="_blank">economista Mario Deaglio</a>,&nbsp;tais alian&ccedil;as s&atilde;o coerentes com a perspectiva de um &quot;<em>mercado global, com muito poucos fabricantes, para os quais o limiar de sobreviv&ecirc;ncia est&aacute; estimado em 6-7 milh&otilde;es de ve&iacute;culos por ano</em>&quot;. Uma pol&iacute;tica marcada, nos tempos mais recentes, pela aquisi&ccedil;&atilde;o da Chrysler pela Fiat e pelo recente acordo entre a Renault e a Daimler. Numa situa&ccedil;&atilde;o de fraca actividade, o plano &eacute; &quot;<em>um primeiro contributo para a prepara&ccedil;&atilde;o da nova It&aacute;lia econ&oacute;mica, que vai emergir da crise actual</em>&quot;, conclui liricamente Deaglio.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 14:36:58 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">236911</guid></item>
<item><title><![CDATA[Bélgica: Bombaim em Antuérpia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/216111-bombaim-em-antuerpia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Morgen, Bruxelas &ndash; Em Antuérpia, capital mundial do diamante, a lapidação e o comércio de pedras preciosas deixaram de ser privilégio dos judeus ortodoxos: chegados na década de 1980, os indianos jainas arrebataram-lhes o lugar, alterando o rosto da cidade flamenga. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/216111-bombaim-em-antuerpia?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 17:49:58 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">216111</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polémica: Alemanha pode sufocar a UE]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/211581-alemanha-pode-sufocar-ue?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Presseurop,  &ndash; O poder comercial alemão enfraquece as economias europeias. Expressa pela ministra francesa da Economia, esta crítica encontra cada vez mais eco no seio da UE e suscita um vivo debate na imprensa. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/211581-alemanha-pode-sufocar-ue?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 16 Mar 2010 18:28:16 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">211581</guid></item>
</channel></rss>