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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[desemprego]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Espanha | A caminho de uma greve geral?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1528871-caminho-de-uma-greve-geral</link><description><![CDATA[<p>&quot;Primeiro protesto em massa contra a reforma do mercado de trabalho&quot;, <a target="_self" href="http://www.lavanguardia.com/opinion/editorial/20120220/54257615913/protesta-contra-la-reforma-laboral.html">titula <em>La Vanguardia</em></a>, um dia depois das manifesta&ccedil;&otilde;es em 57 cidades espanholas contra a reforma do mercado de trabalho iniciada pelo Governo de Mariano Rajoy. Dezenas de milhares de pessoas corresponderam ao apelo dos principais sindicatos nacionais (UGT e CCOO). Trata-se do &quot;primeiro passo de uma ofensiva que poder&aacute; levar a uma greve geral&quot;, nota o di&aacute;rio de Barcelona, que considera &quot;um erro grave&quot; esta possibilidade:</p>
<blockquote><p>O Governo n&atilde;o pode, nem deve retroceder na sua decis&atilde;o, pois correria o risco de comprometer a sua credibilidade dentro da Uni&atilde;o Europeia e nos mercados financeiros, que exigem de Espanha um corte com a rigidez do mercado de trabalho que dificulta a adapta&ccedil;&atilde;o das empresas a conjunturas adversas e que provoca um desemprego mais elevado do que seria desej&aacute;vel.</p>
</blockquote>
<p><a target="_self" href="http://elpais.com/elpais/2012/02/19/opinion/1329675468_441389.html">Para <em>El Pa&iacute;s</em></a>, em contrapartida, &quot;o &ecirc;xito das manifesta&ccedil;&otilde;es de ontem &eacute; um aviso que o Governo n&atilde;o deve ignorar&quot;. O di&aacute;rio madrileno aprova a &quot;estrat&eacute;gia moderada e correta&quot; dos sindicatos.</p>
<blockquote><p>A quest&atilde;o &eacute; saber se esta reforma imposta por Bruxelas e pelos mercados &eacute; a mais adequada. Mas n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que gerou um clima de inseguran&ccedil;a em amplos setores da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>Adotada a 10 de fevereiro, esta reforma prev&ecirc; a aprova&ccedil;&atilde;o do montante das indemniza&ccedil;&otilde;es por despedimento de 45 para 33 dias por ano de trabalho e de 20 dias nas empresas em dificuldades, que &eacute; o caso da maior parte das empresas hoje em dia. Aprova igualmente dedu&ccedil;&otilde;es fiscais para as empresas que contratarem e um per&iacute;odo probat&oacute;rio de um ano, durante o qual o assalariado pode ser despedido sem indemniza&ccedil;&atilde;o. No fundo, d&aacute; prioridade aos acordos das empresas em detrimento dos acordos por setor.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 20 Feb 2012 14:11:45 +0100</pubDate><guid>1528871</guid></item>
<item><title>Noruega | Euro-refugiados têm receção gelada (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1513821-euro-refugiados-tem-rececao-gelada</link><description><![CDATA[Para fugir ao desemprego, centenas de espanhóis emigram para a idealizada Noruega, à procura de trabalho. Poucos tiveram sorte. Muitos só encontraram desemprego, frio e desespero. Mais um capítulo da grande crise que afeta a Espanha. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:04:56 +0100</pubDate><guid>1513821</guid></item>
<item><title>Crise social | Espanha sem abrigo (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1242981-espanha-sem-abrigo</link><description><![CDATA[Vítimas do desemprego, da bolha imobiliária e do crédito bancário demasiado facilitado, milhares de famílias são forçadas a abandonar as suas casas. Uma síndrome da crise que afeta o reino mas também de um sistema que é preciso reformar. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 02 Dec 2011 17:34:22 +0100</pubDate><guid>1242981</guid></item>
<item><title>Emprego | O mito de um mercado de trabalho europeu (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1074401-o-mito-de-um-mercado-de-trabalho-europeu</link><description><![CDATA[Apesar da crise na zona euro, não estamos a assistir a um êxodo massivo de migrantes gregos, espanhóis ou portugueses, que tentam escapar ao desemprego e aos baixos salários, para as regiões mais prósperas da zona euro. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 19 Oct 2011 16:36:12 +0100</pubDate><guid>1074401</guid></item>
<item><title>América Latina | Os espanhóis estão de regresso (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/739121-os-espanhois-estao-de-regresso</link><description><![CDATA[Confrontados com uma taxa de desemprego recorde e falta de perspetivas no seu país, muitos jovens espanhóis tentam a sua sorte no continente latino-americano, em plena expansão económica. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 24 Jun 2011 17:17:27 +0100</pubDate><guid>739121</guid></item>
<item><title>Desemprego | Juventude italiana em crise</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/660841-juventude-italiana-em-crise</link><description><![CDATA[<p>Os jovens italianos est&atilde;o &quot;amea&ccedil;ados de extin&ccedil;&atilde;o&quot;, <a target="_self" href="http://www.quotidianamente.net/cronaca/fatti-dallitalia/%C2%ABgiovani-in-estinzione%C2%BB-l%E2%80%99italia-ne-ha-persi-due-milioni-in-10-anni-1096.html">escreve o jornal <em>Corriere della Sera</em></a>, citando o alarme disparado por Giuseppe Roma &ndash; diretor do <a href="http://www.censis.it/1" target="_self">Censis</a>, o instituto italiano de pesquisas socioecon&oacute;micas &ndash; durante uma audi&ecirc;ncia na C&acirc;mara Baixa do Parlamento. Comparado a uma d&eacute;cada atr&aacute;s, o grupo dos cidad&atilde;os entre os 15 e os 34 anos regista dois milh&otilde;es a menos, em resultado da baixa da taxa de natalidade e da crescente emigra&ccedil;&atilde;o por falta de oportunidades profissionais. &quot;Um rombo no tecido do mercado de trabalho, onde se est&atilde;o a tornar uma raridade&quot;, comenta o Corriere, salientando que isso n&atilde;o se traduz numa maior procura de trabalhadores jovens.</p>
<p>Pelo contr&aacute;rio, <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/economia/sezioni/articolo/lstp/402737/">sublinha o jornal <em>La Stampa</em></a>, os jovens italianos que n&atilde;o est&atilde;o a estudar, a trabalhar ou em forma&ccedil;&atilde;o atingem uns preocupantes 11,2%, quando a m&eacute;dia europeia se situa nos 3,4%. Mas a &aacute;rida paisagem profissional n&atilde;o &eacute; explica&ccedil;&atilde;o suficiente: em Espanha, onde o desemprego juvenil &eacute; superior a 40%, apenas 0,5% desistiram de procurar trabalho. Em It&aacute;lia, no entanto, os jovens aceitaram a inatividade como forma de vida, e a rede de seguran&ccedil;a social proporcionada pelas fam&iacute;lias n&atilde;o os ajuda a superar a apatia&quot;. Ter um diploma acad&eacute;mico faz com que encontrar trabalho se torne ainda mais dif&iacute;cil, pelo que n&atilde;o surpreende que apenas 20,7% dos italianos completem estudos universit&aacute;rios (a m&eacute;dia da UE &eacute; de 33%). No presente contexto, a diminui&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o jovem de It&aacute;lia pode vir a ser positiva no futuro: &quot;Em 2020, oito milh&otilde;es de idosos sair&atilde;o do mercado de trabalho, e os jovens mal chegar&atilde;o para os substituir&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 18 May 2011 13:03:39 +0100</pubDate><guid>660841</guid></item>
<item><title>Espanha | "Juventude sem futuro" sai à rua</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/655771-juventude-sem-futuro-sai-rua</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Os indignados invadem a rua&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.elpais.com/articulo/espana/Miles/ciudadanos/casa/curro/miedo/exigen/futuro/digno/elpepinac/20110516elpepinac_12/Tes">&eacute; o t&iacute;tulo do di&aacute;rio <em>El Pa&iacute;s</em></a>, no dia seguinte &agrave;s manifesta&ccedil;&otilde;es que tiveram lugar em cerca de meia centena de cidades e em que participaram milhares de pessoas. Foram convocadas atrav&eacute;s das redes sociais pela plataforma <a target="_self" href="http://democraciarealya.es/">Democracia Real Ya</a>, para protestarem contra as reformas econ&oacute;micas, tidas como &ldquo;antissociais&rdquo;, e postas em pr&aacute;tica por um Governo &ldquo;nas m&atilde;os dos banqueiros&rdquo;, escreve o di&aacute;rio. Nascida em abril, nos meios universit&aacute;rios, a Democracia Real Ya &ldquo;conseguiu trazer &agrave; rua muitos jovens unidos pela palavra de ordem &lsquo;sem casa, sem trabalho, sem pens&otilde;es, sem medo&rsquo;&rdquo;, explica<em> El Pa&iacute;s</em>, que acrescenta que o movimento publicou um manifesto em que fala &ldquo;da inquieta&ccedil;&atilde;o e da indigna&ccedil;&atilde;o dos cidad&atilde;os perante as consequ&ecirc;ncias da crise econ&oacute;mica e face &agrave; resposta pol&iacute;tica que lhe foi dada&rdquo;. <a target="_self" href="http://www.elmundo.es"><em>El Mund</em><em>o</em></a> destaca as semelhan&ccedil;as entre os protestos espanh&oacute;is e os da &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo;, porque &ldquo;as pessoas, preocupadas com a corrup&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e a in&eacute;rcia perante a crise econ&oacute;mica e social&rdquo; revoltam-se, &ldquo;gritando &lsquo;n&atilde;o votem mais neles&rsquo;&rdquo;. &ldquo;Este vigor da sociedade civil deve servir para que uma classe pol&iacute;tica que est&aacute; cada vez mais fechada sobre si pr&oacute;pria, reaja&rdquo;, conclui <em>El Mundo</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 16 May 2011 13:05:45 +0100</pubDate><guid>655771</guid></item>
<item><title>Grécia | O regresso à casa da mamã (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/632551-o-regresso-casa-da-mama</link><description><![CDATA[Devido à crise que o país vive e à elevada taxa de desemprego, os jovens gregos são forçados a renunciar à independência pessoal e a regressar à casa dos pais, tirando partido de um familismo, cujos desvios estão na origem da crise. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 03 May 2011 16:14:09 +0100</pubDate><guid>632551</guid></item>
<item><title>Espanha | Amnistia para o trabalho ilegal</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/617161-amnistia-para-o-trabalho-ilegal</link><description><![CDATA[<p>O Governo espanhol prepara-se para conceder &agrave;s empresas &ldquo;uma amnistia de dois meses para regularizarem o trabalho ilegal&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lavanguardia.es/economia/20110426/54145761528/el-gobierno-permitira-regularizar-empleo-sumergido-sin-sanciones.html">titula <em>La Vanguardia</em></a>. Um decreto-lei, que dever&aacute; ser aprovado no Conselho de Ministros de 29 de abril, &ldquo;isentar&aacute; de san&ccedil;&otilde;es os empres&aacute;rios que regularizarem voluntariamente o trabalho ilegal at&eacute; 30 de junho&rdquo;, explica o di&aacute;rio. O Governo espera, assim, lutar contra a economia paralela e &ldquo;atenuar o efeito negativo&rdquo; dos pr&oacute;ximos n&uacute;meros do desemprego, que dever&aacute; chegar aos cinco milh&otilde;es (21% da popula&ccedil;&atilde;o ativa), sublinha o jornal. Trata-se de uma &ldquo;amnistia&rdquo;, escreve <em>La Vanguardia</em>, porque as empresas s&oacute; ter&atilde;o de pagar as cotiza&ccedil;&otilde;es desde 1 de janeiro de 2011 e fazer um contrato de trabalho legal. Este projeto provocou &ldquo;uma forte rejei&ccedil;&atilde;o dos sindicatos&rdquo; e das organiza&ccedil;&otilde;es patronais, &ldquo;primeira diverg&ecirc;ncia&rdquo; na concerta&ccedil;&atilde;o social, antes da negocia&ccedil;&atilde;o dos acordos coletivos do pr&oacute;ximo m&ecirc;s. &ldquo;Trata-se de manter, perante os mercados e as autoridades europeias, a tens&atilde;o reformadora na luta contra o desemprego&rdquo;, conclui <em>La Vanguardia</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 26 Apr 2011 12:00:03 +0100</pubDate><guid>617161</guid></item>
<item><title>Portugal | Para os jovens, os cravos murcharam (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/501751-para-os-jovens-os-cravos-murcharam</link><description><![CDATA[Para que uns possam beneficiar de &quot;direitos adquiridos&quot;, outros são privados de todos os seus direitos. Esses outros são os jovens, que deveriam ser o futuro do país, escreve um cronista nostálgico. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 14 Feb 2011 16:08:08 +0100</pubDate><guid>501751</guid></item>
<item><title>Bulgária | A retoma terá que esperar</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/487281-retoma-tera-que-esperar</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Aumento do desemprego: a Bulg&aacute;ria est&aacute; no terceiro lugar da UE&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.dnevnik.bg/pazari/2011/02/01/1035511_bulgariia_e_na_treto_miasto_po_rust_na_bezraboticata_v/">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>Dnevnik</em></a>, citando <a target="_blank" href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-01022011-AP/FR/3-01022011-AP-FR.PDF">os dados publicados a 1 de fevereiro pelo Eurostat</a>. Com uma taxa de desemprego de 10,1% em dezembro de 2010, a Bulg&aacute;ria est&aacute; atr&aacute;s da Gr&eacute;cia e da Litu&acirc;nia, segundo o organismo estat&iacute;stico da UE. Na opini&atilde;o dos empres&aacute;rios ouvidos pelo <em>Dnevnik</em>, a taxa de desemprego real dever&aacute; rondar os 16%, porque os desempregados mais &ldquo;desanimados&rdquo; n&atilde;o est&atilde;o inscritos nos centros de emprego. Os dados, escreve ainda o di&aacute;rio, contrastam com as previs&otilde;es governamentais que defendiam que 2011 ia ser o ano da retoma econ&oacute;mica e da diminui&ccedil;&atilde;o do desemprego.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 02 Feb 2011 13:28:41 +0100</pubDate><guid>487281</guid></item>
<item><title>Espanha - Portugal | O êxodo dos portugueses</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/483491-o-exodo-dos-portugueses</link><description><![CDATA[<p>O <a target="_blank" href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1771239&amp;page=-1"><em>Jornal de Not&iacute;cias</em> escreve na primeira p&aacute;gina</a> que h&aacute; &quot;menos 25 mil portugueses a trabalhar em Espanha&rdquo;. Em apenas quatro anos, mais de um ter&ccedil;o dos portugueses inscritos na seguran&ccedil;a social espanhola perdeu o emprego. No final de 2010, trabalhavam no pa&iacute;s vizinho 51 831 portugueses, contra 77 396 em 2007. A crise econ&oacute;mica surgida em 2008 tem afetado fortemente o setor da constru&ccedil;&atilde;o civil onde trabalhava a maioria dos emigrantes portugueses. Estes representam hoje a quarta maior comunidade europeia no mercado de trabalho espanhol, a seguir <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/312041-conquista-de-espanha">aos romenos</a> (290 mil trabalhadores), aos italianos (61 mil) e aos b&uacute;lgaros (54 mil).</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 12:40:54 +0100</pubDate><guid>483491</guid></item>
<item><title>Lição tunisina | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/471681-licao-tunisina</link><description><![CDATA[<p>A &ldquo;Revolu&ccedil;&atilde;o do Jasmim&rdquo;, que marcou o fim do regime de Zine el Abidine Ben Ali na Tun&iacute;sia, foi essencialmente feita por jovens (60% da popula&ccedil;&atilde;o tem menos de 30 anos), estudantes (34,6% t&ecirc;m entre 19 e 24 anos) ou licenciados, sem emprego (30% dos jovens &ndash; 22% s&atilde;o licenciados &ndash; est&atilde;o desempregados) e ligados &agrave; rede (33,4% da popula&ccedil;&atilde;o <a target="_blank" href="http://www.internetworldstats.com/af/tn.htm">tem acesso &agrave; Internet, segundo dados de 2009</a>).</p>
<p>Sem perspetivas profissionais &ndash; e familiares &ndash; e prisioneiros de um sistema pol&iacute;tico-econ&oacute;mico fechado e corrupto, tomaram o seu destino nas m&atilde;os, desferindo-lhe um golpe que se espera fatal.</p>
<p>Na outra margem do Mediterr&acirc;neo, milh&otilde;es de jovens licenciados fazem malabarismos com empregos prec&aacute;rios (quando conseguem ter um) e enfrentam sistemas pol&iacute;tico-econ&oacute;micos inadaptados ou estagnados &ndash; nomeadamente na It&aacute;lia e na Gr&eacute;cia.</p>
<p>Se a sua situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o parcialmente compar&aacute;vel &agrave; dos jovens tunisinos, a sua inquieta&ccedil;&atilde;o quanto ao futuro &eacute; igualmente significativa, guardadas as devidas propor&ccedil;&otilde;es. E se, para eles, n&atilde;o est&aacute; em causa derrubar os regimes democr&aacute;ticos em que vivem, a sua revolta manifesta-se, ao mesmo tempo, pelo desinteresse perante a pol&iacute;tica (a faixa et&aacute;ria que menos vota situa-se entre os 18 e os 24 anos) e pela ades&atilde;o aos partidos com posi&ccedil;&otilde;es mais firmes. Mas ainda s&atilde;o capazes de exprimir coletivamente a sua c&oacute;lera, como vimos durante as manifesta&ccedil;&otilde;es que marcaram a Europa no outono.</p>
<p>A sua revolta, por&eacute;m, n&atilde;o chega para fazer tremer os respons&aacute;veis pol&iacute;ticos, porque os jovens s&atilde;o, hoje, minorit&aacute;rios &ndash; <a target="_blank" href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_OFFPUB/KS-EH-06-001/FR/KS-EH-06-001-FR.PDF">apenas um europeu em cada cinco tem menos de 20 anos</a> &ndash; e est&atilde;o longe da massa cr&iacute;tica necess&aacute;ria para conseguirem fazer pender para o seu lado a escolha pol&iacute;tica. </p>
<p>Os l&iacute;deres europeus parecem estar muito conscientes da situa&ccedil;&atilde;o, e a sua atitude perante os jovens que se manifesta, entre outras coisas, pelos cortes sistem&aacute;ticos nos or&ccedil;amentos da <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/category/section/society/education">educa&ccedil;&atilde;o</a> e da investiga&ccedil;&atilde;o, testemunha a import&acirc;ncia que lhes atribuem. Mas se h&aacute; uma li&ccedil;&atilde;o, entre tantas outras, que podemos tirar da &ldquo;Revolu&ccedil;&atilde;o do Jasmim&rdquo;, &eacute; que &agrave; for&ccedil;a de tanto se oprimir a juventude, um dia, mais cedo ou mais tarde, ela rebenta-nos na cara.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 21 Jan 2011 13:17:48 +0100</pubDate><guid>471681</guid></item>
<item><title>Espanha | Desemprego recorde com sinais de esperança</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/450011-desemprego-recorde-com-sinais-de-esperanca</link><description><![CDATA[<p>&quot;4 100 073&quot;: o n&uacute;mero que enche a primeira p&aacute;gina do<em> ABC</em> &eacute; o n&uacute;mero de desempregados espanh&oacute;is em dezembro. O ano de 2010 bate &quot;um novo recorde anual&rdquo;, <a href="http://www.abc.es/20110104/espana/abci-paro-zapatero-barometro-diciembre-201101041136.html" target="_blank">constata o di&aacute;rio</a>, que refere que &quot;mais de metade dos espanh&oacute;is pensa que 2011 ser&aacute; pior&quot;. <a href="http://www.abc.es/20110105/opinion-editoriales/abcp-miedo-2011-20110105.html" target="_blank">Para o jornal conservador</a>, isto &quot;revela o pessimismo e a desconfian&ccedil;a dos espanh&oacute;is face a um futuro ensombrado pelos indicadores econ&oacute;micos e pela gest&atilde;o ca&oacute;tica da crise&quot; pelo Governo de Jos&eacute; Lu&iacute;s Zapatero. <a href="http://www.publico.es/dinero/354683/el-mercado-de-trabajo-apunta-signos-de-mejoria" target="_blank">O <em>P&uacute;blico</em>, em contrapartida, estima</a> que &quot;o aumento do desemprego atingiu o limite&quot;, pois o m&ecirc;s de dezembro registou a descida mensal mais acentuada da taxa de desemprego em dez anos. O di&aacute;rio de esquerda sublinha que, para o Governo, &quot;2010 foi o &uacute;ltimo ano de crise no mercado de trabalho&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 05 Jan 2011 09:01:00 +0100</pubDate><guid>450011</guid></item>
<item><title>França | Subúrbios: um quadro que continua muito negro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/431551-suburbios-um-quadro-que-continua-muito-negro</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Bairros sens&iacute;veis: 43% dos homens jovens est&atilde;o desempregados&rdquo;: <a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2010/12/15/quartiers-sensibles-43-des-hommes-jeunes-sont-au-chomage_1453610_3224.html">&eacute; o t&iacute;tulo de <em>Le Monde</em></a> sobre o <a target="_blank" href="http://www.ville.gouv.fr/?Les-rapports-de-l-Observatoire">relat&oacute;rio de 2009</a> do Observat&oacute;rio das Zonas Urbanas Sens&iacute;veis (Onzus). &ldquo;Os n&uacute;meros s&atilde;o terr&iacute;veis&rdquo;, escreve o di&aacute;rio, porque o documento descreve uma &ldquo;situa&ccedil;&atilde;o que continua muito cr&iacute;tica nas 751 zonas urbanas sens&iacute;veis (zus): quer se trate da taxa de desemprego [o dobro da m&eacute;dia nacional], quer do n&iacute;vel do n&iacute;vel de pobreza, do sucesso escolar ou da seguran&ccedil;a&rdquo;. &ldquo;Cinco anos ap&oacute;s os motins do outono de 2005, que deixaram a descoberto, de forma brutal, o enorme fosso entre as promessas republicanas e a sua concretiza&ccedil;&atilde;o, a situa&ccedil;&atilde;o dos bairros sens&iacute;veis continua a ser muito problem&aacute;tica&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fsociete%2farticle%2f2010%2f12%2f15%2fla-banlieue-un-concentre-des-tensions-francaises_1453694_3224.html">afirma o jornal</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 16 Dec 2010 12:47:31 +0100</pubDate><guid>431551</guid></item>
<item><title>Portugal | Uma geração sacrificada (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/405321-uma-geracao-sacrificada</link><description><![CDATA[Portugal nunca teve tantos licenciados. No entanto, nunca foi tão difícil aos jovens encontrarem emprego. Entre a precariedade e a resignação de emigrar, o país está em vias de perder uma geração inteira. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 25 Nov 2010 13:15:11 +0100</pubDate><guid>405321</guid></item>
<item><title>Portugal | Apertem os cintos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/355141-apertem-os-cintos</link><description><![CDATA[<p>&quot;Portugal no meio da tempestade perfeita&quot;, <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/82073-portugal-tera-das-maiores-subidas-do-mundo-na-taxa-desemprego" target="_blank">traz o jornal <em>i </em>em capa</a>, fazendo refer&ecirc;ncia ao excecional concurso de circunst&acirc;ncias negativas que assolam a economia do pa&iacute;s. Com efeito, de acordo com as previs&otilde;es do <a href="http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2010/02/" target="_blank">&uacute;ltimo relat&oacute;rio semestral do Fundo Monet&aacute;rio Internacional</a> (FMI) sobre a economia mundial, Portugal conhecer&aacute;, entre 2009 e 2013, &ldquo;o segundo maior agravamento mundial na taxa de desemprego&rdquo; (a seguir &agrave; Gr&eacute;cia); e, em 2011, arrisca uma nova recess&atilde;o, prevendo-se um crescimento de -1,4%, que &ldquo;far&aacute; o segundo pior desempenho econ&oacute;mico do mundo&rdquo; no ano seguinte. &ldquo;A austeridade nas contas p&uacute;blicas e a inefici&ecirc;ncia do tecido produtivo v&atilde;o empurrar a taxa de desemprego portuguesa para os 11% da popula&ccedil;&atilde;o ativa, um recorde nacional&quot;, explica o jornal, segundo o qual a situa&ccedil;&atilde;o pode ser ainda pior, porque as previs&otilde;es do FMI n&atilde;o incluem as novas medidas de rigor apresentadas no final de setembro.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 07 Oct 2010 12:59:56 +0100</pubDate><guid>355141</guid></item>
<item><title>Desemprego | Por que não consegue a UE gerar emprego? (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/344161-por-que-nao-consegue-ue-gerar-emprego</link><description><![CDATA[Os países europeus destacam-se pela produtividade e, no entanto, não são capazes de criar emprego. Por causa das deslocalizações e de um direito do trabalho demasiado rígido, explica The Independent. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:56:24 +0100</pubDate><guid>344161</guid></item>
<item><title>Desemprego | Desempregados disparam na UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/340111-desempregados-disparam-na-ue</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Um ermo&rdquo; <a href="http://www.independent.co.uk/news/business/news/wasteland-europe-stalked-by-spectre-of-mass-unemployment-2080499.html" target="_blank">&eacute; o titulo sombrio de <em>The Independent</em></a>, no seguimento da <a href="http://www.statistics.gov.uk/pdfdir/lmsuk0910.pdf" target="_blank">publica&ccedil;&atilde;o dos n&uacute;meros</a> que apontam para uma subida imprevista dos pedidos de subs&iacute;dio de desemprego no Reino Unido. Registou-se um aumento de 2300 pedidos em agosto, a primeira subida desde dezembro de 2009. Isso alarmou a City de Londres e os decisores, nota o di&aacute;rio londrino, &ldquo;na sequ&ecirc;ncia do &uacute;ltimo aviso do FMI de que a Europa se arrisca a ser um &lsquo;ermo&rsquo; de emprego no qual o desemprego amea&ccedil;a todas as sociedades&rdquo;. Se repararmos melhor, o total dos 27 Estados-membros j&aacute; ultrapassou os 23 milh&otilde;es de desempregados, que representam uma diferen&ccedil;a de 36 pontos percentuais desde 2007. &ldquo;O esfor&ccedil;o para inverter esta tend&ecirc;ncia pode levar a Europa ao limite&rdquo;, conclui o di&aacute;rio londrino.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 16 Sep 2010 12:49:57 +0100</pubDate><guid>340111</guid></item>
<item><title>Trabalho | Os europeus são preguiçosos? (De Groene Amsterdammer, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/297031-os-europeus-sao-preguicosos</link><description><![CDATA[Férias compridas, semanas curtas, reformas antecipadas: nos Estados Unidos, os europeus têm fama de ser alérgicos ao trabalho. Nada de mais falso, sublinha De Groene Amsterdammer, ainda que, com a crise, seja necessário alterar o esquema de vida. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:39:19 +0100</pubDate><guid>297031</guid></item>
<item><title>Emigração | 120 mil abandonam austeridade irlandesa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/294091-120-mil-abandonam-austeridade-irlandesa</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Cento e vinte mil emigrantes no final de 2011&rdquo;, <a href="http://www.irishtimes.com/newspaper/breaking/2010/0714/breaking10.html" target="_blank">&eacute; a manchete do <em>Irish Times</em></a>. De acordo com um relat&oacute;rio divulgado hoje mesmo, os irlandeses veem-se for&ccedil;ados a tomar o tradicional caminho para o estrangeiro &agrave; procura de trabalho porque, embora esteja a recuperar mais depressa do que o previsto, &ldquo;a economia n&atilde;o consegue antecipar um crescimento econ&oacute;mico mais acentuado capaz de satisfazer a procura do mercado de trabalho&rdquo;. O relat&oacute;rio alerta ainda para o d&eacute;fice irland&ecirc;s, o maior dos 27 Estados-membros da UE, quase 20% pelo segundo ano consecutivo. Os partidos da oposi&ccedil;&atilde;o insistem com o Governo sobre &ldquo;a urgente necessidade de uma estrat&eacute;gia de emprego&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 12:26:21 +0100</pubDate><guid>294091</guid></item>
<item><title>Irlanda | Recessão termina, mas desemprego dispara</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/285361-recessao-termina-mas-desemprego-dispara</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A recess&atilde;o acabou, mas as filas de desempregados v&atilde;o aumentar&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/frontpage/2010/0701/1224273708396.html">afirma <em>The Irish Times</em></a>. O di&aacute;rio irland&ecirc;s revela uma nota duvidosa com a divulga&ccedil;&atilde;o de dados estat&iacute;sticos segundo os quais, ap&oacute;s dois anos de contra&ccedil;&atilde;o, o PIB irland&ecirc;s cresceu 2,7% no primeiro trimestre de 2010. &ldquo;No entanto, e segundo outros dados&rdquo;, acrescenta o di&aacute;rio, &ndash; &ldquo;o produto nacional bruto (PNB) exclui as receitas das empresas de propriedade estrangeira sedeadas na Irlanda &ndash; a economia continuou a contrair-se, regredindo mais 0,5%&rdquo;. Entretanto, os n&uacute;meros mais recentes sobre o desemprego, divulgados no mesmo dia, revelam que 13,4% da m&atilde;o de obra est&aacute; sem trabalho.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 01 Jul 2010 12:06:15 +0100</pubDate><guid>285361</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Austeridade gera previsão de desemprego</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/284441-austeridade-gera-previsao-de-desemprego</link><description><![CDATA[<p>O or&ccedil;amento de austeridade do Chanceler do Tesouro, <a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/politics/georgeosborne">George Osborne</a>, vai &ldquo;provocar uma redu&ccedil;&atilde;o de 1,3 milh&otilde;es de postos de trabalho nos pr&oacute;ximos cinco anos&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/uk/2010/jun/29/budget-job-losses-unemployment-austerity">titula <em>The Guardian</em></a>. Segundo uma fuga de informa&ccedil;&atilde;o do Tesouro, que o di&aacute;rio londrino conseguiu apurar, os cortes mais dr&aacute;sticos na despesa p&uacute;blica, desde a II Guerra Mundial, v&atilde;o levar ao &ldquo;desaparecimento de entre 500 a 600 mil postos de trabalho no setor p&uacute;blico e de entre 600 a 700 mil no setor privado at&eacute; 2015&rdquo;. O Chanceler do Tesouro n&atilde;o conseguiu, at&eacute; &agrave; data, referir o impacto que as medidas de emerg&ecirc;ncia ir&atilde;o ter no mercado de trabalho, acrescenta The Guardian. O Tesouro assume que &ldquo;o setor privado ir&aacute; criar 2,5 milh&otilde;es de postos de trabalho nos pr&oacute;ximos cinco anos&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 12:30:37 +0100</pubDate><guid>284441</guid></item>
<item><title>Espanha | Zapatero reorganiza o mercado do trabalho</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/265901-zapatero-reorganiza-o-mercado-do-trabalho</link><description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro espanhol &ldquo;Zapatero anuncia que a reforma do mercado de trabalho ser&aacute; feita a 16 de Junho&rdquo;,&nbsp; <a target="_blank" href="http://www.publico.es/dinero/317427/zapatero/anuncia/aprobara/reforma/laboral/junio">titula o <em>P&uacute;blico</em></a>. O di&aacute;rio explica que a medida ser&aacute; imposta por um decreto-lei, porque os &ldquo;sindicatos e o patronato se mostram pessimistas quanto &aacute; possibilidade de chegar a acordo&rdquo; antes dessa data. Jos&eacute; Luis Zapatero n&atilde;o adiantou pormenores desta reforma, exigida pelo FMI, mas afirma que &eacute; &ldquo;necess&aacute;ria&rdquo;, sublinha o <em>P&uacute;blico</em>, e que afectar&aacute; &ldquo;aspectos essenciais&rdquo; do mercado de trabalho, a fim de o tornar mais flex&iacute;vel. Os sindicatos, por seu lado, amea&ccedil;am convocar uma greve geral se a reforma for aprovada por decreto. Entre as medidas em discuss&atilde;o: passar as indemniza&ccedil;&otilde;es por despedimento de 45 para 33 dias por cada ano de trabalho e criar um modelo &uacute;nico de contrato de trabalho. O <em>P&uacute;blico</em> lembra que a taxa de desemprego, que se situa nos 19%, baixou pelo quarto m&ecirc;s consecutivo.&nbsp; </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 03 Jun 2010 13:55:33 +0100</pubDate><guid>265901</guid></item>
<item><title>União Europeia | Desemprego atinge recorde</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/244021-desemprego-atinge-recorde</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Em Mar&ccedil;o, o desemprego nos 27 Estados-membros manteve-se nos 9,6%, o n&iacute;vel mais elevado da &uacute;ltima d&eacute;cada, id&ecirc;ntico ao do m&ecirc;s anterior&rdquo;,&nbsp; <a href="http://euobserver.com/9/29982">refere o <em>euobserver.com</em></a>. Estes n&uacute;meros, anunciados no <a href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-30042010-BP/EN/3-30042010-BP-EN.PDF">relat&oacute;rio de 30 de Abril</a> do Eurostat, representam 23 milh&otilde;es de desempregados, o equivalente &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de um pa&iacute;s de dimens&otilde;es m&eacute;dias, como a Rom&eacute;nia, por exemplo. O relat&oacute;rio revela diferen&ccedil;as vincadas entre os Estados-membros, segundo nota o website sediado em Bruxelas: &ldquo;A Holanda e a &Aacute;ustria mant&ecirc;m-se num extremo do espectro do desemprego, com 4,1 e 4,9%, respectivamente. No outro extremo da escala, a Let&oacute;nia e a Espanha registam 22,3 e 19,1%, respectivamente&rdquo;. O &uacute;nico pa&iacute;s que registou uma subida do emprego foi a Alemanha, com o desemprego a descer 0,1%, para os 7,3%. Isto fica a dever-se ao facto de o Governo alem&atilde;o &ldquo;dar subs&iacute;dios &agrave;s empresas para que empreguem os seus trabalhadores em hor&aacute;rios mais reduzidos em vez de os mandarem directamente para o &lsquo;lay-off&rsquo;&rdquo;, adianta o <em>euobserver.com</em>. No entanto, todos os outros Estados-membros registaram uma queda.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 03 May 2010 14:02:10 +0100</pubDate><guid>244021</guid></item>
<item><title>Trabalho | Os novos Tempos Modernos (Respekt, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/219271-os-novos-tempos-modernos</link><description><![CDATA[Um emprego estável, um contrato de trabalho sólido e horários fixos fazem, cada vez mais, parte do passado. A época que se anuncia é muito mais turbulenta. Aberta a todas as possibilidades, está, também, impregnada de grandes incertezas, diz o semanário checo Respekt. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 29 Mar 2010 11:44:07 +0100</pubDate><guid>219271</guid></item>
<item><title>Crise económica | Esqueçam o modelo europeu! (Rzeczpospolita, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/198991-esquecam-o-modelo-europeu</link><description><![CDATA[A ideia de que podemos recuperar da crise económica sem pôr em causa o &quot;estilo de vida europeu&quot; é apenas um sonho, defende o colunista polaco Marek Magierowski. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:37:37 +0100</pubDate><guid>198991</guid></item>
<item><title>Espanha | Zapatero zurzido por todos os lados (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/184881-zapatero-zurzido-por-todos-os-lados</link><description><![CDATA[Como consequência da desistência de Barack Obama de comparecer na cimeira da UE, a presidência de José Luis Zapetero ficou enfraquecida. E não apenas no palco europeu. Com a economia espanhola a bater no fundo, a imprensa nacional [espanhola], de faca em riste, observa que o presidente do Governo está a atravessar uma crise sem precedente. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 05 Feb 2010 18:17:46 +0100</pubDate><guid>184881</guid></item>
<item><title>Indústria Automóvel | Pronta para a sucata? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/175561-pronta-para-sucata</link><description><![CDATA[O anúncio do fecho da fábrica da Opel, em Antuérpia, na Bélgica, reforça a crise do sector na Europa. Para lá da conjuntura económica, a Imprensa interroga-se sobre o futuro de um modelo industrial crucial para o Continente. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 22 Jan 2010 18:22:41 +0100</pubDate><guid>175561</guid></item>
<item><title>Crise Económica | Jovens portugueses querem emprego (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/173621-jovens-portugueses-querem-emprego</link><description><![CDATA[Geração perdida. A expressão, amarga, integral, tem sido usada no Reino Unido para encaixar quem tem agora entre 16 e 25 anos. Uma reportagem de Ana  Cristina Pereira, publicada no Público, alerta para a existência de indicadores semelhantes em Portugal. Os jovens que saem actualmente das faculdades têm um futuro com poucas perspectivas de emprego certo (Article)]]></description><pubDate>Wed, 20 Jan 2010 17:22:20 +0100</pubDate><guid>173621</guid></item>
<item><title>Irlanda | Terra de especuladores e vigaristas (New Statesman, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/171931-terra-de-especuladores-e-vigaristas</link><description><![CDATA[Com a economia da União mais atingida pela actual crise económica global e ameaçada por orçamentos de Estado draconianos, a Irlanda dos anos do Tigre Celta parece uma recordação inacreditavelmente distante. Rob Brown adverte para que os esforços de Dublin de redução da despesa pública e de tranquilização da finança internacional podem conduzir à falência económica e social. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 18 Jan 2010 20:01:41 +0100</pubDate><guid>171931</guid></item>
<item><title>Holanda | Roterdão acredita no pleno emprego</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/167671-roterdao-acredita-no-pleno-emprego</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Desemprego zero em <a target="_blank" href="http://www.rotterdam.nl/cpr-7a33f0e910c34baa998a7459a5b9eda2"><em>Roterd&atilde;o</em></a> dentro de quatro anos.&quot;</em> &Eacute; assim que o <em>De Volkskrant </em>sintetiza o ambicioso projecto anunciado pelo conselheiro municipal <a target="_blank" href="http://www.dominicschrijer.nl/nl/home">Dominic Schrijer</a>. O jornal <a target="_blank" href="http://www.volkskrant.nl/economie/article1336950.ece/Rotterdam_in_4_jaar_werkloosheidsvrij">explica</a> que, em 2014, todos os actuais desempregados da cidade, que regista h&aacute; muito uma taxa de desemprego elevada (perto de 10%, em finais de 2009), dever&atilde;o estar a trabalhar. Poder&aacute; tratar-se de um emprego fixo, de um est&aacute;gio numa empresa (como parte do curso) ou de um trabalho n&atilde;o remunerado que levar&aacute; a um cargo remunerado. Aqueles que recusarem perder&atilde;o o subs&iacute;dio de desemprego. O projecto dever&aacute; ter in&iacute;cio nos bairros de Tarwewijk e de Overschie, onde a taxa de desemprego &eacute; de, respectivamente, 5% e 8% e que Schrijer quer transformar na primeira zona &quot;sem desemprego&quot; do pa&iacute;s. Para tal, tenciona inspirar-se na experi&ecirc;ncia dos cerca de 600 candidatos a asilo, que arranjaram emprego desde o Outono de 2008. Com pouca forma&ccedil;&atilde;o, dominando mal o holand&ecirc;s e com pouca experi&ecirc;ncia profissional, estes conseguiram empregos pouco qualificados em supermercados e nas &aacute;reas da sa&uacute;de e da seguran&ccedil;a.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 12 Jan 2010 14:33:00 +0100</pubDate><guid>167671</guid></item>
<item><title>República Checa | Desemprego técnico dos senadores</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/166571-desemprego-tecnico-dos-senadores</link><description><![CDATA[<p>N&atilde;o h&aacute; nada para discutir. Por isso, os 81 senadores checos decidiram n&atilde;o regressar ao trabalho, depois do per&iacute;odo das festas. <em>&quot;A C&acirc;mara alta n&atilde;o foi suprimida. Acontece apenas que os legisladores decidiram adiar todos os debates para Mar&ccedil;o&quot;</em>, <a href="http://www.lidovky.cz/senatori-jsou-bez-prace-nadelili-si-trimesicni-prazdniny-pzw-/ln_domov.asp?c=A100110_212905_ln_domov_tsh" target="_blank">escreve, na primeira p&aacute;gina, o <em>Lidov&eacute; Noviny</em></a>, que denuncia o facto de estes tr&ecirc;s meses de <em>&quot;f&eacute;rias de Inverno&quot;</em> serem <em>&quot;muito generosamente pagos&quot;</em>. Segundo a estimativa do di&aacute;rio de Praga, esta pausa vai aumentar em um milh&atilde;o de euros o d&eacute;fice or&ccedil;amental, que j&aacute; ascende a 7,3 mil milh&otilde;es de euros.<em> &quot;N&atilde;o tivemos nada em agenda, nos &uacute;ltimos meses. O Parlamento s&oacute; debateu o sexo dos anjos&quot;</em>, explica o presidente do <a href="http://www.senat.cz" target="_blank">Senado</a>, Přemysl Sobotka. Treze anos ap&oacute;s a sua cria&ccedil;&atilde;o, a C&acirc;mara alta checa &eacute; considerada como <em>&quot;um filho n&atilde;o desejado&quot;</em>, <a href="http://www.lidovky.cz/ln_nazory.asp?c=A100111_075920_ln_nazory_mev" target="_blank">lamenta o <em>Lidov&eacute; Noviny</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 11 Jan 2010 13:19:40 +0100</pubDate><guid>166571</guid></item>
<item><title>ECONOMIA | Em 2020, seremos ricos (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/166241-em-2020-seremos-ricos</link><description><![CDATA[Ser a região mais bem sucedida do mundo em 2010 é o objectivo da estratégia de Lisboa que, seguramente, não será alcançado. Os 27 decidiram, então, prosseguir por mais dez anos o desenvolvimento de um novo modelo de crescimento. A conjuntura, porém, é ainda menos favorável. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 08 Jan 2010 16:50:09 +0100</pubDate><guid>166241</guid></item>
<item><title>União Europeia | Madrid à prova com a presidência (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/162551-madrid-prova-com-presidencia</link><description><![CDATA[A Espanha assume a liderança da UE por seis meses com dois objectivos: encontrar uma resposta para a crise económica e aplicar o Tratado de lisboa. Mas os diários El País e El Mundo estão muito divididos sobre as hipóteses de sucesso de um Governo enfraquecido.Debate. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:54:03 +0100</pubDate><guid>162551</guid></item>
<item><title>França | Tristes bairros periféricos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/148161-tristes-bairros-perifericos</link><description><![CDATA[<p>H&aacute; dois n&uacute;meros que resumem a situa&ccedil;&atilde;o alarmante dos bairros populares em Fran&ccedil;a: a taxa de desemprego entre os indiv&iacute;duos do sexo masculino, com idades entre os 15 e os 24 anos, passou de 36,6%, em 2006, para 41,7%, em 2008, e um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o vive abaixo do limiar de pobreza (908 euros mensais),&nbsp;contra 12% no resto do territ&oacute;rio. Publicado em 30 de Novembro, o relat&oacute;rio anual do <a id="i0of" title="National Observatory of ZUS" href="http://extranet.ville.gouv.fr/docville/Rapport_ONZUS_2009_integral.pdf">Observat&oacute;rio Nacional das&nbsp;ZUS</a>&nbsp;(Zonas Urbanas Sens&iacute;veis) indica, em termos mais gerais, que os 4,5 milh&otilde;es de pessoas que vivem nos &quot;bairros&quot; continuam a ser v&iacute;timas de todo o tipo de desigualdades: sociais, econ&oacute;micas, urbanas e escolares. Em causa est&aacute; a passividade dos respons&aacute;veis pol&iacute;ticos nacionais, que &quot;s&oacute; se interessam pela (&hellip;) inseguran&ccedil;a&quot;, <a id="o1f-" title="According to Le Monde" href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2009/11/30/zones-urbaines-sensibles-pres-d-un-mineur-sur-deux-connait-la-pauvrete_1273906_3224.html#ens_id=1267276">escreve&nbsp;o <em>Le Monde</em></a>. Quatro&nbsp;anos depois dos movimentos de revolta que assolaram os bairros perif&eacute;ricos, persistem os riscos de uma nova onda de viol&ecirc;ncia. &quot;'Sinto que pass&aacute;mos para a fase de revolta social&rsquo;, afirma, preocupado, o <a id="g9ni" title="worried mayor" href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2009/11/30/claude-dilain-maire-ps-de-clichy-sous-bois-la-logique-du-ghetto-arrange-tout-le-monde_1273909_3224.html">presidente da c&acirc;mara</a> de um bairro da periferia de Paris (&hellip;) &lsquo;Ser&aacute; preciso que a situa&ccedil;&atilde;o expluda para o assunto merecer interesse?&rsquo;&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 13:32:52 +0100</pubDate><guid>148161</guid></item>
<item><title>Crise | Pobreza, mas que pobreza?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/126531-pobreza-mas-que-pobreza</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Apenas 66% dos espanh&oacute;is atribui o crescimento da pobreza no seu pa&iacute;s &agrave; crise, comparativamente &agrave; m&eacute;dia de 73% na Uni&atilde;o Europeia</em>&quot;, <a href="http:// http://www.abc.es/20091028/nacional-sociedad/pobreza-espana-pobreza-20091028.htm">anuncia o di&aacute;rio ABC</a>, citando os resultados de um<a href="http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_321_en.pdf"> inqu&eacute;rito</a> Eurobar&oacute;metro. Para os europeus, o desemprego, a velhice e as habilita&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas s&atilde;o as caracter&iacute;sticas principais de uma pessoa pobre. Os espanh&oacute;is, por&eacute;m, com uma elevada taxa de desemprego, entendem que estas caracter&iacute;sticas n&atilde;o implicam pobreza. A rela&ccedil;&atilde;o com os bancos &eacute; um outro aspecto real&ccedil;ado pelo di&aacute;rio: cerca de 90% dos espanh&oacute;is considera dif&iacute;cil o acesso ao cr&eacute;dito, ao contr&aacute;rio de 20% dos finlandeses. Actualmente, salienta o di&aacute;rio madrileno, 16% da popula&ccedil;&atilde;o europeia vive abaixo do limiar da pobreza.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 14:37:54 +0100</pubDate><guid>126531</guid></item>
<item><title>Espanha | A crise estimula a economia paralela</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/110471-crise-estimula-economia-paralela</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;A Espanha, acompanhada da It&aacute;lia e da Gr&eacute;cia, est&aacute; &agrave; cabe&ccedil;a da economia paralela na Europa&quot;</em>, <a href="http://www.publico.es/dinero/257752/espana/cabeza/union/europea/actividad/irregular">anuncia o jornal <em>P&uacute;blico</em></a>. O di&aacute;rio cita um estudo realizado pelo professor <a href="http://www.iza.org/index_html?lang=en&amp;mainframe=http%3A//www.iza.org/iza/en/webcontent/personnel/photos/index_html%3Fkey%3D206&amp;topSelect=personnel&amp;subSelect=fellows">Friedrich Schneider</a>, da Universidade de Linz (&Aacute;ustria), segundo o qual, nos 30 pa&iacute;ses-membros da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&oacute;mico (OCDE), entre 12 e 15 milh&otilde;es de trabalhadores consagram-se a essa actividade; e a crise ter&aacute; feito aumentar o seu n&uacute;mero em pelo menos 5%. Em Espanha, salienta o jornal, o estudo prev&ecirc; um aumento da economia n&atilde;o declarada de 18,7% para 19,5% do PIB no final de 2009. &quot;<em>Neste momento, h&aacute; apenas pequenos trabalhos, acabaram as grandes obras&quot;</em>, declara ao di&aacute;rio o porta-voz da Plataforma das Associa&ccedil;&otilde;es de Desempregados, Francisco Tejero; estes <em>&quot;pequenos trabalhos&quot; </em>(canaliza&ccedil;&atilde;o, isolamentos, telhados, etc.) no sector da constru&ccedil;&atilde;o civil &ndash; a base do crescimento econ&oacute;mico espanhol dos &uacute;ltimos anos &ndash; s&atilde;o uma das actividades mais comuns da economia n&atilde;o declarada. Mas colocam um problema em termos de subs&iacute;dio de desemprego, em tempos de crise, porque, como sublinha o economista Florentino Felgueroso: &quot;<em>Mesmo que se esteja a trabalhar no mercado paralelo, porqu&ecirc; renunciar aos subs&iacute;dios?</em>&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:18:49 +0100</pubDate><guid>110471</guid></item>
<item><title>Estónia | O lugar do homem passou a ser em casa (Eesti Päevaleht, Talin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/101441-o-lugar-do-homem-passou-ser-em-casa</link><description><![CDATA[Ser dono-de-casa nem sempre é bem visto, para um estónio. A crise económica, que atinge sobretudo os ofícios masculinos, provoca, no entanto, uma redefinição dos papéis na família. E se fosse uma oportunidade para encontrar um novo equilíbrio?, interroga o jornal Eesti Päevaleht. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:47:21 +0100</pubDate><guid>101441</guid></item>
<item><title>Um new deal para a Europa | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/99171-um-new-deal-para-europa</link><description><![CDATA[<p>O aumentou da fome esgotou 90% do or&ccedil;amento do <a target="_blank" href="http://one.wfp.org/portuguese/">Programa Alimentar Mundial (PAM)</a>. Bastaria 1% do dinheiro injectado na banca durante os &uacute;ltimos meses para resolver o problema. Deve a alta finan&ccedil;a contribuir para solucionar o problema que gerou? H&aacute; quem pense que sim. Quinta-feira, o primeiro-ministro portugu&ecirc;s, Jos&eacute; S&oacute;crates, prop&ocirc;s em Bruxelas o lan&ccedil;amento de novos impostos sobre a banca.</p>
<p>Est&atilde;o claros os limites do modelo econ&oacute;mico destes &uacute;ltimos 20 anos. Os sistemas de simula&ccedil;&atilde;o matem&aacute;tica n&atilde;o conseguirem antever a crise dos mercados financeiros. A pr&oacute;pria forma como medimos a realidade econ&oacute;mica pode estar enviesada. Sarkozy pediu a uma comiss&atilde;o de ex-pr&eacute;mios Nobel da Economia de <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/96791-le-bonheur-nest-pas-dans-le-pib">para substituir o&nbsp;PIB</a>, por um indicador que tome em conta a realidade social.</p>
<p>Uma realidade que, em tempo de vacas magras, se degrada, gerando dramas humanos. 23 suic&iacute;dios na France Telecom num ano n&atilde;o podem ser desligados das mudan&ccedil;as na gest&atilde;o da empresa e na sua pol&iacute;tica de pessoal.</p>
<p>J&aacute; os colossos da ind&uacute;stria ficam &agrave; beira de um ataque de nervos quando se fala em controlar os b&oacute;nus dos gestores. A multinacional Nestl&eacute; amea&ccedil;ou, esta semana, tirar a sua sede da Su&iacute;&ccedil;a, se o Governo helv&eacute;tico fosse avante com a ideia de limitar os rendimentos dos administradores.</p>
<p>Com 10% de desemprego para o ano na EU, a press&atilde;o sobre as leis laborais e os direitos dos trabalhadores vai intensificar-se. Se Obama tenta aplicar nos EUA um modelo de sa&uacute;de semelhante ao europeu, n&atilde;o chegou a altura de a Europa reinventar o &lsquo;new deal&rsquo; ?</p>
<p>R.C.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 18 Sep 2009 12:19:29 +0100</pubDate><guid>99171</guid></item>
<item><title>França | Espanhóis correm para a vindima francesa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/83621-espanhois-correm-para-vindima-francesa</link><description><![CDATA[<p>Por causa do&nbsp;aumento do desemprego no seu pa&iacute;s, s&atilde;o cada vez mais os trabalhadores espanh&oacute;is que procuram trabalho sazonal no Sul de Fran&ccedil;a, relata o di&aacute;rio <a href="http://www.liberation.fr/">Lib&eacute;ration</a>. Em 2008, houve 12 mil a atravessar a fronteira (ou seja, um aumento de 15% relativamente a 2007) para a apanha das uvas. Na presente &eacute;poca, segundo os sindicatos espanh&oacute;is, ser&atilde;o 13 500 (mais 12,5% do que em 2008). A maior parte &eacute; constitu&iacute;da por oper&aacute;rios andaluzes, vindos da constru&ccedil;&atilde;o civil &ndash; um sector particularmente afectado pela crise na Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica &ndash; e atra&iacute;dos por sal&aacute;rios mais compensadores: 8,22 euros por hora, em vez de 6,10 em Espanha.</p>
<p>No entanto, os sindicatos espanh&oacute;is aconselham os seus compatriotas a serem prudentes e a exigirem contratos de trabalho em devida forma. &quot;Para informar os trabalhadores sazonais sobre os seus direitos, o sindicato vai enviar, em Setembro, uma carrinha que ir&aacute; percorrer as vinhas do Sul de Fran&ccedil;a&quot;, sublinha o Lib&eacute;ration.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 12:39:40 +0100</pubDate><guid>83621</guid></item>
<item><title>Crise | Você disse retoma? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/77151-voce-disse-retoma</link><description><![CDATA[O PIB subiu 0,3% no segundo trimestre, dos dois lados do Reno. Mas é demasiado cedo para falar em fim da crise, previne a imprensa europeia, porque a maior parte dos países da UE mantém um crescimento em baixa. No Reino Unido, o aumento do desemprego entre os jovens é mesmo preocupante. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 16:57:32 +0100</pubDate><guid>77151</guid></item>
<item><title>Minorias | Ciganos: últimos a contratar, primeiros a despedir (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/73691-ciganos-ultimos-contratar-primeiros-despedir</link><description><![CDATA[A crise económica não atinge todas as comunidades da mesma forma. Os ciganos pagam uma factura mais peasada num momento em que se acumulam sinais de histilidade e violência contra eles (Article)]]></description><pubDate>Mon, 10 Aug 2009 18:16:22 +0100</pubDate><guid>73691</guid></item>
<item><title>Precários | Padre... e empregado de mesa!</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/58161-padre-e-empregado-de-mesa</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Sou professor de forma&ccedil;&atilde;o e empregado de mesa de profiss&atilde;o.&quot; </em>Sete meses ap&oacute;s a revolta de uma parte da juventude, o di&aacute;rio grego <em>Ta Nea</em> noticia na primeira p&aacute;gina que, quatro em cada dez jovens licenciados gregos, exercem uma profiss&atilde;o diferente daquela que aprenderam.</p>
<p>Este jornal explica que a Gr&eacute;cia &eacute; o pa&iacute;s da Europa com maior n&uacute;mero de jovens licenciados e tamb&eacute;m com mais jovens desempregados. A maior parte tem portanto necessidade de se reconverter. Assim, mais de 90% dos licenciados em teologia n&atilde;o exercem profiss&otilde;es eclesi&aacute;sticas. Alguns s&atilde;o mesmo designados por <em>&quot;sacerdotes empregados de mesa&quot;</em>. Seguem-se os soci&oacute;logos, com 70%, os arque&oacute;logos, com 42% e os professores de gin&aacute;stica, com 35%. Mais de 17 000 m&eacute;dicos, farmac&ecirc;uticos e advogados continuam nas listas da ag&ecirc;ncia para o emprego. Um fen&oacute;meno que alastrou nos &uacute;ltimos anos, com o aumento da gera&ccedil;&atilde;o <em>600 euros.</em></p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2009 12:34:31 +0100</pubDate><guid>58161</guid></item>
<item><title>Despedimentos | França ameaçada por explosões sociais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/57851-franca-ameacada-por-explosoes-sociais</link><description><![CDATA[<p>Desde domingo passado, os trabalhadores das empresas francesas New Fabris, Nortel e JLG, todos eles v&iacute;timas de planos sociais, afirmam estar dispostos a fazer explodir as respectivas f&aacute;bricas, para negociar as indemniza&ccedil;&otilde;es de despedimento. Muito na moda nos &uacute;ltimos meses, &laquo;o sequestro de patr&otilde;es teve a sua &eacute;poca&raquo;, escreve <a href="http://www.liberation.fr/economie/0101580204-explosif"><em>Lib&eacute;ration</em></a>. Com efeito, estas amea&ccedil;as de explos&atilde;o ilustram &laquo;uma escalada da tens&atilde;o&raquo;. Esta radical &laquo;estrat&eacute;gia da bomba&raquo;, como lhe chama o di&aacute;rio franc&ecirc;s, permite aos trabalhadores chamar a aten&ccedil;&atilde;o dos media e compensar o incumprimento dos seus patr&otilde;es, dirigindo-se directamente aos poderes p&uacute;blicos. Para Guy Groux, soci&oacute;logo dos conflitos sociais, trata-se de &laquo;uma crise do sindicalismo&raquo;, cujos dirigentes &laquo;j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o capazes [&hellip;] de controlar as suas bases&raquo;. Por &uacute;ltimo, coloca-se a quest&atilde;o da efic&aacute;cia destas amea&ccedil;as. &laquo;Ao contr&aacute;rio do sequestro, que &eacute; um acto real, a amea&ccedil;a de explos&atilde;o continua a ser virtual&raquo;, considera Guy Groux. &laquo;Se n&atilde;o for posta em pr&aacute;tica, esgota-se rapidamente.&raquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 17 Jul 2009 19:35:03 +0100</pubDate><guid>57851</guid></item>
<item><title>Despedimentos | França ameaçada por explosões sociais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/57891-franca-ameacada-por-explosoes-sociais</link><description><![CDATA[<p>Desde domingo passado, os trabalhadores das empresas francesas New Fabris, Nortel e JLG, todos eles v&iacute;timas de planos sociais, afirmam estar dispostos a fazer explodir as respectivas f&aacute;bricas, para negociar as indemniza&ccedil;&otilde;es de despedimento. Muito na moda nos &uacute;ltimos meses, <em>&quot;o sequestro de patr&otilde;es teve a sua &eacute;poca&quot;,</em> afirma o&nbsp;<a href="http://www.liberation.fr/economie/0101580204-explosif"><em>Lib&eacute;ration</em></a>. Com efeito, estas amea&ccedil;as de explos&atilde;o ilustram <em>&quot;uma escalada da tens&atilde;o&quot;. </em>Esta radical <em>&quot;estrat&eacute;gia da bomba&quot;,</em> como lhe chama o di&aacute;rio franc&ecirc;s, permite aos trabalhadores chamar a aten&ccedil;&atilde;o dos medias e compensar o incumprimento dos seus patr&otilde;es, dirigindo-se directamente aos poderes p&uacute;blicos. Para Guy Groux, soci&oacute;logo dos conflitos sociais, trata-se de &quot;uma crise do sindicalismo&quot;, cujos dirigentes <em>&quot;j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o capazes [&hellip;] de controlar as suas bases&quot;. </em>Por &uacute;ltimo, coloca-se a quest&atilde;o da efic&aacute;cia destas amea&ccedil;as. <em>&quot;Ao contr&aacute;rio do sequestro, que &eacute; um acto real, a amea&ccedil;a de explos&atilde;o continua a ser virtual&quot;,</em> considera Guy Groux. <em>&quot;Se n&atilde;o for posta em pr&aacute;tica, esgota-se rapidamente.&quot;</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 17 Jul 2009 17:14:59 +0100</pubDate><guid>57891</guid></item>
<item><title>Crise económica | Jovens espanhóis procuram emprego fora (Cafebabel.com, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/52601-jovens-espanhois-procuram-emprego-fora</link><description><![CDATA[Um terço dos espanhóis com menos de 25 anos não trabalha. É o grupo mais afectado pela crise e com a taxa de desemprego mais elevada da União Europeia (35,4%). Muitos abandonam o país, em busca de um futuro melhor na Europa (Article)]]></description><pubDate>Fri, 10 Jul 2009 18:33:09 +0100</pubDate><guid>52601</guid></item>
<item><title>Emprego | O milagre alemão pode salvar a Espanha (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/32591-o-milagre-alemao-pode-salvar-espanha</link><description><![CDATA[Com a crise, 17% da população activa espanhola não tem emprego. O El Pais sugere que o governo de Madrid poderia copiar o modelo alemão para minimizar este problema. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 19 Jun 2009 17:44:18 +0100</pubDate><guid>32591</guid></item>
<item><title>Política | Para um novo pacto económico (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/15381-para-um-novo-pacto-economico</link><description><![CDATA[A maioria dos Governos dos 27 países da União Europeia (UE) é de direita; também são de direita a maioria do Conselho Europeu e o presidente da Comissão, Durão Barroso. A maioria do Parlamento Europeu, que se renova dentro de dias será, maioritariamente, de centro direita. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 02 Jun 2009 18:27:52 +0100</pubDate><guid>15381</guid></item>
</channel></rss>
