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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[BCE]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Euro | Draghi enterra o modelo social europeu (La Tribune, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1555681-draghi-enterra-o-modelo-social-europeu</link><description><![CDATA[Numa altura em que o BCE se prepara para passar um novo cheque de 500 mil milhões de euros aos bancos, o seu líder afirma, sem hesitação, que, para sair da crise, os países sobre-endividados não têm outra solução senão aplicar uma política de rigor extremo. Palavras chocantes, mas necessárias, escreve La Tribune. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 27 Feb 2012 17:16:48 +0100</pubDate><guid>1555681</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Salvem o euro - livrem-se da Alemanha (The Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1451081-salvem-o-euro-livrem-se-da-alemanha</link><description><![CDATA[Ao impor austeridade fiscal aos seus parceiros da Zona Euro, ao mesmo tempo que recusa teimosamente o reforço do papel do BCE e um maior apoio mútuo às dívidas nacionais, a Alemanha é mais um obstáculo do que uma ajuda para a moeda única, argumenta Anatole Kaletsky. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:54:03 +0100</pubDate><guid>1451081</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | BCE alivia os bancos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1319451-bce-alivia-os-bancos</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Mario Draghi faz de Pai Natal</em>&rdquo;, constata <em>La Tribune</em>. No dia 21 de&nbsp;dezembro, o presidente do Banco Central Europeu (BCE) disponibilizou&nbsp;uma linha de cr&eacute;dito de mais de 489 mil milh&otilde;es de euros a tr&ecirc;s anos para&nbsp;ajudar 523 bancos europeus. <a target="_self" href="http://www.ecb.europa.eu/press/pr/date/2011/html/pr111208_1.en.html">Prevista</a>&nbsp;para o in&iacute;cio de dezembro e apelidada&nbsp;de &ldquo;<em>Bazuca de pequeno calibre</em>&rdquo;, esta opera&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita pretende &ldquo;<em>assegurar a&nbsp;liquidez dos bancos, respons&aacute;veis por 75% do financiamento da economia da&nbsp;zona euro</em>&rdquo;, explica o di&aacute;rio econ&oacute;mico franc&ecirc;s. O que atenuar&aacute; o impacto da&nbsp;recess&atilde;o aguardada para 2012.</p>
<blockquote><p><em>A a&ccedil;&atilde;o do BCE destina-se sobretudo aos bancos. N&atilde;o &eacute; uma resposta direta&nbsp;&agrave; quest&atilde;o das d&iacute;vidas soberanas. Estes financiamentos devem proteger as&nbsp;economias europeias de um credit crunch. Constituem uma resposta ao facto&nbsp;de os bancos terem deixado de fazer empr&eacute;stimos entre si, que permitindo&nbsp;ao mesmo tempo que os estabelecimentos financeiros prossigam com os&nbsp;seus contributos econ&oacute;micos sem correr riscos maiores sobre as suas taxas&nbsp;de liquidez. Apesar das incita&ccedil;&otilde;es do BCE, &eacute; muito pouco prov&aacute;vel que os&nbsp;bancos utilizem esse fundo para comprar a d&iacute;vida soberana, ou uma dose&nbsp;infinitesimal, de acordo com o princ&iacute;pio de cada um por si&hellip; O problema do&nbsp;financiamento dos Estados da zona euro continua igual. [&hellip;] O facto de o BCE&nbsp;se estabelecer como credor de &uacute;ltima inst&acirc;ncia dos bancos tende apenas a&nbsp;apaziguar provisoriamente as preocupa&ccedil;&otilde;es. Mas o per&iacute;odo de paz ser&aacute; curto,&nbsp;enquanto continuar&aacute; a haver incertezas relativamente ao financiamento da&nbsp;d&iacute;vida dos Estados..</em></p>
</blockquote>
<p>Uma opini&atilde;o partilhada pelo Corriere della Sera,&nbsp;<a target="_self" href="http://www.corriere.it/editoriali/11_dicembre_21/banca-centrale-no-soluzione-giavazzi_0d672a12-2b9b-11e1-92c6-0bc88599d431.shtml">para quem</a>&nbsp;a &ldquo;<em>opera&ccedil;&atilde;o do&nbsp;BCE n&atilde;o ser&aacute; uma panaceia, nem para as empresas, nem para os tesouros&nbsp;p&uacute;blicos, nem para os bancos, pelo menos na It&aacute;lia</em>&rdquo;. De facto, a banca italiana&nbsp;n&atilde;o disp&otilde;e de reservas de capital suficientes tanto para conceder novos&nbsp;empr&eacute;stimos como para comprar t&iacute;tulos da d&iacute;vida italiana.</p>
<p>&ldquo;<em>BCE disponibiliza 500 mil milh&otilde;es de euros</em>&rdquo;,&nbsp;<a target="_self" href="http://www.welt.de/print/die_welt/politik/article13779896/EZB-stellt-halbe-Billion-Euro-zur-Verfuegung.html">regozija-se&nbsp;<em>Die Welt</em></a>, que real&ccedil;a que &ldquo;<em>nem os especialistas contavam com semelhante pedido</em>&rdquo;&nbsp;por parte dos bancos.</p>
<blockquote><p><em>Segundo os bancos privados alem&atilde;es, este cr&eacute;dito de tr&ecirc;s anos &eacute; um salto&nbsp;qu&acirc;ntico: melhora de forma decisiva o abastecimento de liquidez na Europa.&nbsp;Algo que alivia os bancos numa dif&iacute;cil fase de refinanciamento. Juntamente&nbsp;com outras ajudas de liquidez acordadas no in&iacute;cio de dezembro pelo BCE&nbsp;[como a diminui&ccedil;&atilde;o das principais taxas de interesse para 1%], que constituem&nbsp;um passo importante e dado numa boa dire&ccedil;&atilde;o para enfrentar o perigo da&nbsp;pen&uacute;ria dos cr&eacute;ditos na zona euro.</em></p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 13:02:17 +0100</pubDate><guid>1319451</guid></item>
<item><title>E agora? | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1268771-e-agora</link><description><![CDATA[<p>Uma das constantes desta crise da zona euro &eacute; que nunca sabemos se as cimeiras da &ldquo;&uacute;ltima oportunidade&rdquo; conseguem salvar a moeda &uacute;nica de vez. A do m&ecirc;s de dezembro n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Angela Merkel e Nicolas Sarkozy conseguiram fazer aprovar pelos parceiros a inclus&atilde;o da disciplina fiscal no texto europeu. Mas a fraca rea&ccedil;&atilde;o dos mercados financeiros no dia que se seguiu ao Conselho Europeu pode ser uma indica&ccedil;&atilde;o de que nem tudo est&aacute; resolvido.</p>
<p>De facto, <a href="http://consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/pt/ec/126726.pdf" target="_self">o acordo alcan&ccedil;ado</a>, que exclui a emiss&atilde;o de t&iacute;tulos europeus (&ldquo;eurobonds&rdquo;) exigida por uma s&eacute;rie de agentes financeiros, tamb&eacute;m n&atilde;o contempla a concess&atilde;o de uma licen&ccedil;a banc&aacute;ria ao Mecanismo Europeu de Estabilidade, que entrar&aacute; em funcionamento em junho de 2012.</p>
<p>Isso teria permitido que o fundo de resgate obtivesse dinheiro do Banco Central Europeu, garantindo &agrave; zona euro meios ilimitados para ajudar os pa&iacute;ses em apuros.</p>
<p>Essa perspetiva continua a ser rejeitada pela Alemanha, que teme um aumento da infla&ccedil;&atilde;o e da submiss&atilde;o do banco central a imperativos pol&iacute;ticos. Mas esta recusa priva a zona euro da &ldquo;bazuca&rdquo; que faria os mercados entenderem que ficava capacitada para enfrentar todas as eventualidades.</p>
<p>Com a reforma dos tratados europeus agora iniciada, a Uni&atilde;o ganhou um pouco de tempo e vamos poder continuar a utilizar o nosso euro no in&iacute;cio de 2012, ao contr&aacute;rio do que algumas pessoas n&atilde;o hesitaram em profetizar nas &uacute;ltimas semanas.</p>
<p>&Eacute; um resultado significativo. Mas seja qual for a opini&atilde;o que se tenha sobre os mercados financeiros, as ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o e os especuladores que atacam as economias europeias, h&aacute; que esperar que fiquem satisfeitos com a decis&atilde;o dos Vinte e Sete. Porque o pre&ccedil;o j&aacute; est&aacute; muito alto: a institucionaliza&ccedil;&atilde;o de uma Europa a v&aacute;rias velocidades e a quest&atilde;o agora claramente admitida do futuro do Reino Unido na UE.</p>
<p>Embora ainda seja necess&aacute;rio resolver esses problemas pol&iacute;ticos decisivos, dois gestos tornariam esse pre&ccedil;o mais aceit&aacute;vel. Em primeiro lugar, a Alemanha, agora que conseguiu passar a disciplina que pretendia, deve abrir-se &agrave; ideia de que a estabilidade monet&aacute;ria pode ser compat&iacute;vel com algumas formas de solidariedade &ndash; euro-obriga&ccedil;&otilde;es ou apoio mais claro do BCE aos pa&iacute;ses mais fragilizados.</p>
<p>Em segundo lugar, os governos europeus deveriam perceber que precisam de se afastar da austeridade e criar as bases para uma verdadeira pol&iacute;tica de crescimento em toda a Uni&atilde;o Europeia. J&aacute; existe uma ferramenta para isso, a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/166241-em-2020-seremos-ricos">Estrat&eacute;gia 2020</a>, que apenas precisa de ser finalmente levada a s&eacute;rio.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:31:28 +0100</pubDate><guid>1268771</guid></item>
<item><title>França-Alemanha | O regresso dos velhos demónios (Les Echos, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1250531-o-regresso-dos-velhos-demonios</link><description><![CDATA[As propostas alemãs para uma maior disciplina na zona euro foram mal recebidas em França. Diversos comentários germanófobos revelam uma realidade indiscutível: os franceses aceitam a Europa, com a condição de esta ser francesa, constata um editorialista de Les Echos. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 05 Dec 2011 16:59:25 +0100</pubDate><guid>1250531</guid></item>
<item><title>O euro não tem descanso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1225381-o-euro-nao-tem-descanso</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;O euro vai passar o Natal?&rdquo;: a pergunta posta pelo <em>Journal du Dimanche</em> assombra a UE. O seman&aacute;rio parisiense <a target="_self" href="http://www.lejdd.fr/Economie/Actualite/Attali-annonce-un-troisieme-plan-de-rigueur-429769/?from=headlines">baseia-se na previs&atilde;o catastr&oacute;fica</a> do ensa&iacute;sta Jacques Attali segundo a qual o euro n&atilde;o sobreviver&aacute; ao fim do ano se os l&iacute;deres &ldquo;n&atilde;o olharem mais longe do que os seus pr&oacute;prios prazos eleitorais&rdquo;. Resta &ldquo;um m&ecirc;s para salvar o euro&rdquo;, garante o jornal:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/JDD-2811201-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Depois da Grécia, da Irlanda e de Portugal, o vírus mortal chegou a Itália. Esta semana, a Península sobre endividada vendeu obrigações a taxas de juro exorbitantes. Na sexta-feira, os credores exigiram 7,8% por um empréstimo a dois anos, ou seja, mais 3,2 pontos dos que há dois meses. […] Se a terceira economia da zona euro cair numa situação de incumprimento, a União monetária não durará muito. […] A tensão está no auge. Antes do fim de semana, a agência Standard & Poor’s baixou a nota da Bélgica. Na próxima quinta-feira, Paris deverá por à venda títulos entre os três e os 4,5 mil milhões de euros. Um verdadeiro teste, num momento em que os credores estão a virar as costas à Alemanha por causa dos seus juros baixos. Na semana passada, Berlim queria por seis mil milhões de euros de dívida nos mercados. Conseguiu vender apenas 3,6. Uma surpresa.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;A crise do euro e da d&iacute;vida chegou a um ponto de viragem destinado a marcar a economia europeia e at&eacute; mesmo as estruturas constitucionais do continente&rdquo;, <a target="_self" href="http://rassegna.governo.it/testo.asp?d=73054804">afirma o <em>Corriere della Sera</em></a>
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</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Corriere-della-sera-2811-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Dentro de algumas semanas, nada será como dantes, mas ninguém pode ter a certeza de que tudo se passará como prevê o calendário estabelecido […]. Amanhã a Itália enfrenta uma emissão muito delicada de títulos da dívida. Nesse mesmo dia, o Eurogrupo apreciará as propostas francesas e (sobretudo) alemãs sobre aquilo a que a chanceler Angela Merkel chama união fiscal. […] Estas alterações, a menos que haja surpresas, serão aprovadas na cimeira de 9 de dezembro. No dia anterior, o BCE deverá decidir uma oferta ilimitada de liquidez a dois ou (mais provavelmente) três anos para dar oxigénio aos bancos. E nessa altura, o primeiro-ministro Mario Monti terá feito aprovar em conselho de ministros as medidas para estabilizar a Itália. Estará tudo pronto para que o BCE possa agir. Poderá anunciar limites de diferencial sobre os títulos da dívida soberana [diferença entre as taxas de juro mais baixas e as mais altas sobre as obrigações do Estado] para além dos quais intervirá sem limites sobre os mercados. Mas, de qualquer modo, os limites serão suficientemente elevados para obrigarem os Estados a fazerem baixar as taxas de juro. É este o caminho para virar a página da crise. A Europa prepara-se para o percorrer, sabendo que, no passado, já se perdeu muitas vezes.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><em>La Stampa </em>escreve que Angela Merkel e Nicolas Sarkozy &ldquo;alargaram a Mario Monti o acordo para alterar os tratados europeus&rdquo; e faz t&iacute;tulo com o &ldquo;pacto a tr&ecirc;s para a Europa&rdquo;. Nas p&aacute;ginas do di&aacute;rio de Turim, o economista Franco Bruni <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9492">constata</a> que:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/La-stampa-28112011-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">As dificuldades da dívida italiana parecem vir do principal problema da economia mundial. É possível que isto seja um exagero. O excesso de dramatização é típico de certas fases das crises financeiras, sobretudo quando as medidas de ajustamento e as reformas enfrentam obstáculos políticos e sociais. Esta dramatização excessiva também diz respeito às discussões continuas sobre o fim do euro, sem se saber de que é que se fala e sem compreender que isso nada resolve e que incomoda toda a gente.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>A contagem decrescente &eacute; tamb&eacute;m a imagem usada por <a target="_self" href="http://www.latribune.fr/actualites/economie/union-europeenne/20111127trib000667005/paris-et-berlin-preparent-l-europe-version-2012.html"><em>La Tribune</em></a>:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/La-tribune-28112011-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Tic tac, tic tac... O cronómetro que mede as hipóteses de sobrevivência do euro está impaciente. (…) Oficialmente, a Alemanha continua a opor-se a uma intervenção do BCE de maior envergadura. Ao ritmo a que continua a crise, esta recusa obstinada lembra o comportamento de um bombeiro que deixa a casa arder para ensinar às crianças que é perigoso brincar com fósforos.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>De facto, em Madrid, <em>El Economista</em> <a target="_self" href="http://www.eleconomista.es/economia/noticias/3564106/11/11/Alemania-seleccionara-a-nueve-paises-para-avanzar-en-el-refuerzo-del-euro.html">aposta</a> no colapso da zona euro em duas zonas distintas, uma para os pa&iacute;ses virtuosos e outra para os mais fr&aacute;geis. Ser&aacute;, por isso, Angela &ldquo;Merkel [que] escolher&aacute; nove pa&iacute;ses para criar um super euro&rdquo;, escreve o di&aacute;rio, porque a chanceler<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/El-economista-28112011-100_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">quer que seja assinado um acordo, país a país, sobre um novo Pacto de estabilidade, semelhante ao mecanismo dos acordos de Schengen. Nove é, de facto, segundo as regras da UE, o número mínimo de países que podem adotar acordos de cooperação reforçada. Merkel está satisfeita com esta fórmula por duas razões evidentes: o tempo e a simplicidade para a pôr em marcha (…): o acordo pode ser ativado em janeiro ou fevereiro de 2012, um prazo meteórico, se comparado com o tempo  necessário para alterar um tratado, que nunca é inferior a um ano (…). A Itália e a Espanha farão parte do clube. A sua inclusão é vital para esses dois países, porque os signatários terão o apoio permanente do BCE. Sem esquecer que, assim, se evitaria uma divisão entre o Norte e o Sul.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em Berlim, <a target="_self" href="http://www.welt.de/politik/ausland/article13738327/Sechs-Euro-Laender-sollen-fuer-Europa-haften.html">Die Welt v&ecirc; chegar</a> as &ldquo;obriga&ccedil;&otilde;es do Estado de elite&rdquo; defendidas pela Alemanha: &ldquo;Seis pa&iacute;ses da zona euro com a mais elevada solvabilidade (Triplo A), v&atilde;o criar obriga&ccedil;&otilde;es do Tesouro comuns em que os juros estar&atilde;o, na melhor das hip&oacute;teses, entre os 2% e os 2,5%&rdquo;. <a target="_self" href="http://www.welt.de/debatte/kommentare/article13738318/Jetzt-regiert-Angela-Merkels-harte-Hand-in-Europa.html">No editorial</a>, o jornal escreve que:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Die-welt-28112011-100_0.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os mercados exigem um sinal credível. […] Os novos acordos, quaisquer que sejam – vão fazer passar a mensagem: agora, é a mão de ferro de Merkel que governa a Europa. </p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:53:20 +0100</pubDate><guid>1225381</guid></item>
<item><title>Zona euro | As euro obrigações vão salvar-nos! (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1210511-euro-obrigacoes-vao-salvar-nos</link><description><![CDATA[Propostas oficialmente pela Comissão Europeia, as euro obrigações são encaradas pelos países em dificuldades como a solução para a crise da dívida. Resta convencer a Alemanha, que acabará por ceder, assim espera El Mundo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:49:59 +0100</pubDate><guid>1210511</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Euro, um refém ideológico (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1169641-euro-um-refem-ideologico</link><description><![CDATA[Há uma forma simples de resolver a crise da zona euro: o Banco Central Europeu prometer, como último recurso, conceder empréstimos aos Estados. Mas esta solução, defendida por vários economistas, é rejeitada pela instituição. Uma rigidez puramente ideológica, lamenta um editorialista do Monde. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 15:20:05 +0100</pubDate><guid>1169641</guid></item>
<item><title>Jean-Claude Trichet, um balanço a meio tom</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1122761-jean-claude-trichet-um-balanco-meio-tom</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&quot;Jean-Claude Trichet ficar&aacute; para a hist&oacute;ria como o homem que salvou o euro ou como o presidente do Banco Central que foi longe demais?&rdquo; No momento em que o franc&ecirc;s deixa a presid&ecirc;ncia do Banco Central Europeu, lugar que ocupava desde 2003, a quest&atilde;o colocada por <em>Le Temps </em>repercute-se na imprensa europeia.<br />
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Assim, <a target="_self" href="http://www.timesplus.co.uk/tto/news/?login=false&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.thetimes.co.uk%2Ftto%2Fopinion%2Fcolumnists%2Fanatolekaletsky%2Farticle3206098.ece">no <em>Times</em></a>, Anatole Kaletsky considera que Trichet &ldquo;parte com o sangue do euro nas m&atilde;os&rdquo;. Para o editorialista, o franc&ecirc;s</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-times.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">será respeitado por ter conseguido manter uma inflação fraca e uma moeda forte. Mas tudo isso é muito pouco quando comparado com a sua herança de tensões nacionalistas, de caos bancário, de lutas no seio do BCE e de debate público nos parlamentos europeus acerca da explosão do euro e das dívidas soberanas. Infelizmente para a Europa e para o Sr. Trichet, o seu desejo de ser recordado como um banqueiro ultra conservador e pelos seus esforços de transformar o BCE gerido por um francês numa instituição mais alemã que o velho Bundesbank, está diretamente ligado ao quase afundamento da moeda única nos seus últimos dois anos.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em contrapartida, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2feconomie%2farticle%2f2011%2f10%2f29%2fl-euro-est-fort-jean-claude-trichet-peut-se-retirer_1596018_3234.html"><em>Le Monde</em>, de Paris</a>, responde que &quot;o euro est&aacute; forte, Jean-Claude Trichet pode retirar-se&quot; e &quot;partir com um sorriso&quot;. Ele quem, segundo este jornal di&aacute;rio, os respons&aacute;veis pol&iacute;ticos &ldquo;desdenharam [quando] os perseguia com os seus gr&aacute;ficos sobre a competitividade, explicando que estavam a seguir a via do impasse. (...) Acabaram por mudar de opini&atilde;o com a crise financeira. &quot;H&aacute; dez anos que nos explica que, com todos os desequil&iacute;brios existentes, a Europa se aproxima do fim. O problema &eacute; que s&oacute; foi escutado em 2010&quot;, confidencia uma fonte pr&oacute;xima do Governo franc&ecirc;s.
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</span></em>                   </meta>
</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/LeMonde-logo.jpg" alt="" class="iquote" /></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Com efeito, <a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp;jsessionid=A7EA69286868FA4A0F1E6A6D9CA2A296" target="_self">refere <em>Le Temps</em></a>, &quot;a fissura apareceu com a crise da d&iacute;vida grega e com o drama politico comunit&aacute;rio que esta revelou&rdquo;. Certamente que, no in&iacute;cio da crise financeira em agosto de 2007, a decis&atilde;o do instituto emissor de injetar 95 mil milh&otilde;es de euros no sistema financeiro europeu salvou os bancos e a economia do continente. O franc&ecirc;s foi aplaudido por ter enfrentado o perigo que desde ent&atilde;o o assombra: a crise econ&oacute;mica mais grave desde o fim da Segunda Guerra mundial.
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</span>                                  </meta>
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</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-letemps.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Mas, pelo contrário, a derrocada grega do início de 2010 encontra-o desarmado... Dando-lhe razão ao mesmo tempo que o priva dos meios para a remediar, pois "nem Berlim nem Paris estão preparados para lhe entregar o poder para ripostar contra a crise. De um só golpe, descobriu que precisava de salvar o euro sem o apoio dos dirigentes europeus. Era demais”, revela, sob anonimato, um conselheiro do Presidente da Comissão, José Manuel Barroso. "Enquanto a crise era americana, tudo corria bem", ajuíza o economista Charles Wyplosz com severidade. "Mas desde que a crise passou a ser europeia, o BCE perdeu o controlo, não assumiu as suas responsabilidades e parecia não ter um verdadeiro líder”.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em Madrid, <a href="http://www.cincodias.com/articulo/economia/europa-pierde-mirada-trichet/20111031cdscdieco_5/" target="_self">o <em>Cinco D&iacute;as</em>, considera</a> que &quot;Trichet parece sinceramente mais preocupado com a sobreviv&ecirc;ncia de uma moeda, de que cuida como se fosse obra sua, do que com a avalia&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica da sua pol&iacute;tica monet&aacute;ria&rdquo;. Mas este di&aacute;rio econ&oacute;mico sublinha que &ldquo;os analistas est&atilde;o de acordo quando afirmam que o maior fiasco do BCE foi o aumento das taxas de juro, em julho de 2008, na v&eacute;spera da maior recess&atilde;o dos &uacute;ltimos 60 anos&rdquo;.
<meta charset="utf-8" /></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/111031cincodias_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">O patrão do BCE nunca se arrependeu de uma decisão que provocou a cólera de quase toda a zona euro. A obsessão em demonstrar a independência da sua instituição foi, talvez, a sua pior conselheira. Desde 2008, quando a crise atravessou o Atlântico e devastou uma grande parte do setor financeiro europeu, Trichet viu-se obrigado a recuar para uma atitude mais defensiva. Só o seu pragmatismo e a sua visão política lhe permitiram fazer diminuir a tensão e tornar-se a única personalidade comunitária a ser tida em conta por Sarkozy e Merkel.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><div>&quot;Quando algu&eacute;m &eacute; criticado duramente pelos dois lados com argumentos opostos, h&aacute; fortes probabilidades de que tenha agido de forma correta. &Eacute; o que est&aacute; a acontecer agora a Jean-Claude Trichet &quot;, <a href="http://www.handelsblatt.com/politik/international/warum-draghi-trichets-kurs-fortsetzen-sollte/5747852.html" target="_self">diz o <em>Handelsblatt</em></a> na Alemanha. Na hora do balan&ccedil;o e da chegada do seu sucessor italiano, Mario Draghi, este d&aacute;rio econ&oacute;mico constata que</div></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-handelsblatt.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">o BCE, tal como Trichet o deixa a Draghi, já não é uma cópia do Bundesbank, ou seja, uma instituição fixada unicamente no valor do dinheiro. À semelhança de outros bancos centrais, tem por missão prioritária impedir a queda do sistema financeiro, mesmo que isso não esteja escrito nos seus estatutos. Hoje, o BCE também já não é um banco central na Inglaterra, que, apesar de uma independência formal, continua a ser parte integrante da política. O seu caminho é o do meio – onde reside a sua independência das críticas dos dois lados. O seu mote: impedir a queda, mas sem cobrir com uma generosidade falsa os problemas que devem ser resolvidos no domínio da economia real. É um caminho difícil, mas Draghi deverá segui-lo.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 17:58:39 +0100</pubDate><guid>1122761</guid></item>
<item><title>Itália | Dois homens e um euro | Cartoon (The Economist, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1113941-dois-homens-e-um-euro</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:30:50 +0100</pubDate><guid>1113941</guid></item>
<item><title>Cimeira europeia | O falso resgate do euro (Berliner Zeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1108031-o-falso-resgate-do-euro</link><description><![CDATA[Os políticos europeus gostariam de celebrar as decisões da cimeira de 26 de outubro como um marco histórico. Mas a crise do euro acompanhar-nos-á ainda por mais uns tempos. Porque o paradoxo fundamental – o de querer comprar a confiança dos investidores com dinheiro que não têm – não pode facilmente ser escamoteado. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 27 Oct 2011 16:06:51 +0100</pubDate><guid>1108031</guid></item>
<item><title>Euro: é chegado o Dia do Juízo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1102891-euro-e-chegado-o-dia-do-juizo</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>O dia 26 de outubro &eacute; o &quot;Dia &euro; para a Europa&quot;, <a href="http://www.demorgen.be/dm/nl/3324/Financiele-crisis/article/detail/1339260/2011/10/26/euro-day-voor-Europa.dhtml" target="_self">diz <em>De Morgen</em> em t&iacute;tulo</a>. E pergunta em seguida: &quot;os dirigentes europeus conseguir&atilde;o salvar o euro?&quot;. O editor de Pol&iacute;tica do di&aacute;rio flamengo, Yves Desmet, n&atilde;o est&aacute; convencido disso e <a href="http://www.demorgen.be/dm/nl/2462/Standpunt/article/detail/1339261/2011/10/26/Bazooka.dhtml" target="_self">considera que vai ser</a>:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/morgen-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Mais uma jornada crucial, em que os países da zona euro irão – segundo o presidente Herman van Rompuy – usar uma bazuca para, mais uma vez, tentar pôr os mercados em sentido. Mas parece que se preparam apenas para voltar a utilizar as receitas já conhecidas: novo alívio da dívida grega, novo reforço de capital para os bancos, mais alguns milhares de milhões de euros para o fundo de resgate. Até agora, isso deixou os mercados indiferentes. A bazuca assemelha-se, pois, a uma pistola de água.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Para <a target="_self" href="http://www.lavanguardia.com/"><em>La Vanguardia</em></a>, &quot;o euro joga o seu futuro numa cimeira incerta&quot;, em discuss&otilde;es complexas:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/vanguardia-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">O acordo sobre o euro é como uma matriosca e contém muitos outros. Se não encaixarem muito bem, não dá para fechar os que se seguem. O acordo sobre o aumento do fundo de estabilização financeira está intimamente relacionado com o abatimento de 50% da dívida grega, a recapitalização dos bancos e os compromissos de todos os Estados-membros quanto a tomar medidas para impulsionar a economia. Porque sem crescimento, nem a austeridade, nem o corta-fogo do FEEF vão permitir sair da crise.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>No mesmo di&aacute;rio catal&atilde;o, <a href="http://www.lavanguardia.com/opinion/articulos/20111026/54236127731/entre-lo-injusto-y-lo-inconveniente.html" target="_self">o colunista Manel P&eacute;rez</a> considera que os Dezassete da zona euro v&atilde;o ter que escolher &quot;entre o injusto e o inconveniente&quot;:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/vanguardia-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Se, para tranquilizar os alemães, optarem pela engenharia financeira, através de mecanismos de resseguro ou de endividamento que permitam disponibilizar recursos sem realmente os colocar sobre a mesa, não vão conseguir proteger a dívida dos países em dificuldades e vão aumentar o volume da dívida impagável. (...) a obsessão alemã em impedir o envolvimento do BCE na resolução da crise, temendo a inflação, preocupa os seus parceiros da zona euro. Como dizia Keynes: &#039;A inflação é injusta e a deflação inconveniente [mas] parece que a deflação é a que tem pior resultados, pois, num cenário empobrecido, é pior provocar desemprego do que dececionar os credores’.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a href="http://www.ethnos.gr/article.asp?catid=22770&amp;subid=2&amp;pubid=63495105" target="_self"><em>To Ethnos</em> constata</a> que a cimeira abre num &quot;euro p&acirc;nico com o veto de Merkel&quot;. Para o di&aacute;rio grego:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/to-ethnos-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A situação, em Bruxelas, é explosiva. Tudo está suspenso da posição alemã, com Angela Merkel a construir um muro entre ela e os outros europeus. Para desgosto dos bancos, deve ser decidido um abatimento de 50% na dívida da Grécia, quando o FMI queria que fosse de 60% e os bancos dizem que, para lá de 40%, vão sufocar. Em concreto, a chanceler queria pôr os bancos a pagá-la toda. E tudo isto num contexto de tensão, com uma Itália indiferente e uma Grécia na bancarrota se a questão não for devidamente enquadrada.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Do lado alem&atilde;o, <a href="http://www.handelsblatt.com/" target="_self">o <em>Handelsblatt </em>anuncia</a> antecipadamente &quot;o dia das promessas tra&iacute;das&quot;. O di&aacute;rio econ&oacute;mico lamenta que os compromissos dos dirigentes da UE em rela&ccedil;&atilde;o aos eleitores, investidores e bancos estejam prestes a ser enjeitados:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Handelsblatt-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A cimeira ainda não começou, mas a declaração final já está preparada. Para os chefes de Estado e de Governo, mais importante que a salvaguarda da moeda comum é a salvaguarda da sua reputação. Portanto, os Dezassete já se regozijam com os feitos que estão prestes a realizar: ‘O acordo de hoje representa um novo progresso significativo. O euro continua assente numa base sólida’, deve ler-se nalgum rascunho da declaração final. Na verdade, a base do euro foi minada por meia dúzia de promessas quebradas. [...] Vamos ter a re-estruturação da dívida, vamos ter também um fundo de resgate com uma súper alavancagem...</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>A terminar, <a href="http://www.lefigaro.fr/" target="_self"><em>Le Figaro</em> observa</a>, que uma nova Europa, conduzida pela Alemanha, surgir&aacute; depois da cimeira. Mas:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/figaro-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Entre a Alemanha de Merkel e a Itália de Berlusconi, não há que hesitar. Aqueles que denunciam um suposto alinhamento de Paris com Berlim não entenderam a gravidade da crise. (...) Esta primazia alemã é um dado da nova arquitetura que se desenha. Deve incitar-nos a ser ambiciosos nos nossos planos de reconstrução da Europa, de mão dada com a Alemanha.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Wed, 26 Oct 2011 15:38:59 +0100</pubDate><guid>1102891</guid></item>
<item><title>BCE | O que teria custado não termos tido Trichet (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1029751-o-que-teria-custado-nao-termos-tido-trichet</link><description><![CDATA[Acusado, umas vezes, por timidez excessiva, e outras por intervir substituindo-se aos Estados, o governador do Banco Central Europeu conseguiu, até hoje, segurar o euro evitando que a crise o vença. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Oct 2011 16:07:33 +0100</pubDate><guid>1029751</guid></item>
<item><title>Zona Euro | Estabilidade germânica posta de parte (Frankfurter Allgemeine Zeitung, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/940381-estabilidade-germanica-posta-de-parte</link><description><![CDATA[A demissão de Jürgen Starck, economista responsável pelo BCE, deixa a Alemanha perante uma realidade: o modelo de estabilidade financeira que o país sempre defendeu já não se adapta a estes tempos de crise, estima o Frankfurter Allgemeine Zeitung. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 16:28:35 +0100</pubDate><guid>940381</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Grécia: o que fazer agora? (To Ethnos, Atenas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/918941-grecia-o-que-fazer-agora</link><description><![CDATA[Toda a gente ficou agora a perceber que o executivo grego não vai conseguir reduzir a sua dívida, como havia prometido, facto que perturba os mercados financeiros. Em Atenas, reina um sentimento de impotência, como neste editorial do To Ethnos. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 16:54:52 +0100</pubDate><guid>918941</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Laços de família | Cartoon (Het Parool, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/919071-lacos-de-familia</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 16:47:54 +0100</pubDate><guid>919071</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | BCE cai na armadilha italiana (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/918891-bce-cai-na-armadilha-italiana</link><description><![CDATA[Confrontado com o risco de incumprimento de pagamento da Itália, o Banco Central Europeu apoiou Roma, que se comprometeu a adotar urgentemente um plano de austeridade. Mas as hesitações do Governo de Berlusconi ameaçam agora a credibilidade do BCE. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 16:28:54 +0100</pubDate><guid>918891</guid></item>
<item><title>Grécia | Para Papandreou, é a peste ou a cólera</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/914471-para-papandreou-e-peste-ou-colera</link><description><![CDATA[<p>Apesar da <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/914251-tudo-em-jogo-no-sul" target="_self">sa&iacute;da precipitada da troika</a>, UE-FMI-BCE, a 2 de setembro, e o facto de que a Gr&eacute;cia n&atilde;o satisfaz as condi&ccedil;&otilde;es exigidas pela ajuda internacional, &quot;o Governo afirma que mant&eacute;m o controlo&quot;, titula o Kathimerini, na sua edi&ccedil;&atilde;o angl&oacute;fona. Mas, para o di&aacute;rio, &quot;acabaram-se as mentiras. O primeiro ministro Georges Papandreou tem de escolher entre a peste ou a c&oacute;lera&quot;, isto &eacute;, &quot;entre o cart&atilde;o vermelho dos credores da Gr&eacute;cia&quot;, ou a &quot;velha guarda do PASOK&quot;, o Partido Socialista que dirige.&nbsp;&quot;A UE e o FMI exigem um sinal claro de que a Gr&eacute;cia faz tudo o que pode para cortar nas despesas e isso implica, no m&iacute;nimo, despedimentos em massa no setor p&uacute;blico&quot;, nota o jornal, segundo o qual uma pol&iacute;tica televisiva &quot;poder&aacute; confirmar o fim do seu reinado&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 05 Sep 2011 13:13:00 +0100</pubDate><guid>914471</guid></item>
<item><title>França - Alemanha | Boas ideias que chegam tarde (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/865641-boas-ideias-que-chegam-tarde</link><description><![CDATA[As medidas propostas por Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, quando do seu encontro de 16 de agosto, são úteis para fazer face à crise da dívida. Uma crise que talvez pudesse ter sido evitada, se essas medidas tivessem sido tomadas há alguns meses. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 17 Aug 2011 16:40:01 +0100</pubDate><guid>865641</guid></item>
<item><title>Revista de Imprensa | BCE, um bombeiro solitário e tardio (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/846891-bce-um-bombeiro-solitario-e-tardio</link><description><![CDATA[A 9 de agosto, para lá do que está a acontecer no Reino Unido, apenas um tema ocupa as primeiras páginas da imprensa europeia: a queda dos mercados financeiros, apesar da intervenção do Banco Central Europeu. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 17:06:52 +0100</pubDate><guid>846891</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Ao seu ritmo | Cartoon (Corriere della Sera, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/846331-ao-seu-ritmo</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 16:27:25 +0100</pubDate><guid>846331</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | O euro vive as suas últimas férias? (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/837561-o-euro-vive-suas-ultimas-ferias</link><description><![CDATA[A democracia europeia é lenta e a Alemanha obstina-se em recusar o único remédio capaz de salvar o euro e a Europa: uma assunção comum da dívida pública e a renúncia à soberania nacional em matéria de política orçamental. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 05 Aug 2011 16:50:05 +0100</pubDate><guid>837561</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Reina a desconfiança (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/833931-reina-desconfianca</link><description><![CDATA[Enquanto Roma e Madrid se esforçam por assegurar aos mercados a sua solvabilidade, a imprensa europeia está cética quanto à capacidade dos vinte sete, e das instituições europeias, de serem atores credíveis perante a crise. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 15:24:12 +0100</pubDate><guid>833931</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Uma pausa para respirar que sai muito cara (Die Welt, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/791251-uma-pausa-para-respirar-que-sai-muito-cara</link><description><![CDATA[Países da zona euro reúnem em cimeira de urgência e aprovam, finalmente, um novo plano de resgate à Grécia. O problema subjacente, no entanto, está longe de ser resolvido. E, entretanto, a conta vai ficando mais cara, avisa o Die Welt. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 16:41:23 +0100</pubDate><guid>791251</guid></item>
<item><title>Zona Euro | O BCE exerce resistência (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/765251-o-bce-exerce-resistencia</link><description><![CDATA[Ao decidir aumentar a taxa de juros de referência e garantir as obrigações portuguesas, o Banco Central Europeu surge a fazer contrapeso às agências de notação. Sem, contudo, favorecer os países em crise, assinala a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 08 Jul 2011 15:46:44 +0100</pubDate><guid>765251</guid></item>
<item><title>Opinião | Aprender a dizer a verdade (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/732171-aprender-dizer-verdade</link><description><![CDATA[A crise expôs os embustes e subterfúgios da política, mas os líderes europeus continuam a esconder-se atrás do seu dedo mindinho e a negar o óbvio. No entanto, apenas a franqueza e a coragem de dizer as coisas como elas são pode salvar a Europa. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 17:05:33 +0100</pubDate><guid>732171</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Por que motivo o BCE exclui a reestruturação (Mediapart , Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/728751-por-que-motivo-o-bce-exclui-reestruturacao</link><description><![CDATA[Para muitos economistas, a reestruturação da dívida é a única saída possível para a crise grega. Uma opção que o Banco Central Europeu rejeita categoricamente mas que teria a vantagem de pôr termo à falta de transparência do setor bancário, observa o Médiapart. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 21 Jun 2011 16:52:12 +0100</pubDate><guid>728751</guid></item>
<item><title>Grécia | Uma boia de salvação demasiado pesada para ser usada | Cartoon (Le Vif/L’Express, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/692701-uma-boia-de-salvacao-demasiado-pesada-para-ser-usada</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 03 Jun 2011 16:58:40 +0100</pubDate><guid>692701</guid></item>
<item><title>Instituições | Trichet quer Ministério das Finanças europeu</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/691871-trichet-quer-ministerio-das-financas-europeu</link><description><![CDATA[<p>&quot;Jean-Claude Trichet prop&otilde;e a cria&ccedil;&atilde;o de um Minist&eacute;rio das Finan&ccedil;as europeu&quot;, tititula o <em><a href="http://www.faz.net/artikel/C30638/ezb-praesident-trichet-schlaegt-europaeisches-finanzministerium-vor-30429954.html" target="_self">Frankfurter Allgemeine Zeitung</a></em>. Ao receber o pr&eacute;mio Carlos Magno, pelo seu contributo para a unifica&ccedil;&atilde;o europeia, a 2 de junho, em Aix-la-Chapelle, o presidente do Banco Central Europeu (BCE) prop&ocirc;s dois tipos de san&ccedil;&otilde;es para os pa&iacute;ses europeus que n&atilde;o consigam gerir o seu or&ccedil;amento, explica o di&aacute;rio alem&atilde;o. A um primeiro n&iacute;vel, as ajudas financeiras seriam feitas em condi&ccedil;&otilde;es rigorosas com o direito de controlo e supervis&atilde;o pelos pa&iacute;ses que prestassem a ajuda. O n&iacute;vel 2 &quot;seria completamente distinto do atual sistema de supervis&atilde;o, recomenda&ccedil;&atilde;o e san&ccedil;&otilde;es&quot;, explica Jean-Claude Trichet, que prop&otilde;e a cria&ccedil;&atilde;o de um Minist&eacute;rio das Finan&ccedil;as europeu &quot;com direito de controlo sobre pol&iacute;tica or&ccedil;amental e de concorr&ecirc;ncia e direito de gest&atilde;o direta da pol&iacute;tica econ&oacute;mica dos pa&iacute;ses fortemente endividados&quot;. Estas propostas carecem de ratifica&ccedil;&atilde;o pelos Estados-membros da UE.&nbsp;</p>
<p>&quot;Concorr&ecirc;ncia e disciplina or&ccedil;amental passam a ser a linha diretriz&quot;, <a href="http://www.faz.net/artikel/C30089/jean-claude-trichet-der-preis-des-euro-30430006.html" target="_self">constata o <em>FAZ</em></a>, que acrescenta tratar-se de uma &quot;profunda centraliza&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica econ&oacute;mica europeia&quot;. De facto, n&atilde;o h&aacute; mais nada na democracia dos pa&iacute;ses a quem pedimos para abandonarem os seus direitos de soberania&quot;, lamenta o di&aacute;rio de Frankfurt.&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.lefigaro.fr/conjoncture/2011/06/02/04016-20110602ARTFIG00514-le-combat-de-la-bce-pour-plus-de-gouvernance-europeenne.php" target="_self">Para <em>Le Figaro</em></a>, a decis&atilde;o de Jean-Claude Trichet tem outra motiva&ccedil;&atilde;o: &quot;Ao colocar o poder pol&iacute;tico no centro do jogo europeu, [ele] tenta igualmente reconciliar os cidad&atilde;os com o euro&quot;. A semanas da sua substitui&ccedil;&atilde;o pelo italiano Mario Draghi &agrave; frente do BCE, &quot;Jean-Claude Trichet continua a facilitar o in&iacute;cio do seu sucessor, ao antecipar os debates que v&atilde;o acabar por surgir nos pr&oacute;ximos meses&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 03 Jun 2011 13:13:38 +0100</pubDate><guid>691871</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | A confederação dos estúpidos (Jornal de Negócios, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/687451-confederacao-dos-estupidos</link><description><![CDATA[Ao contentarem-se com a imposição de austeridade aos países endividados, a UE e seus dirigentes dão prova da sua cegueira e estupidez: põem os parceiros em dificuldades, sem daí tirarem qualquer vantagem, nota um jurista português. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 31 May 2011 18:15:10 +0100</pubDate><guid>687451</guid></item>
<item><title>Caso &amp;quot;DSK&amp;quot; | A crise perde o seu demiurgo (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/656661-crise-perde-o-seu-demiurgo</link><description><![CDATA[A prisão do chefe do FMI priva os europeus de um aliado precioso na cena internacional. Dominique Strauss-Kahn soube matizar de social as intervenções do Fundo junto dos Estados atingidos pela crise e deu peso à Europa numa instituição quase sempre vista como a ponta de lança do neoliberalismo. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 May 2011 15:45:48 +0100</pubDate><guid>656661</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Planos de emergência levam ao Estado federal (The Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/650861-planos-de-emergencia-levam-ao-estado-federal</link><description><![CDATA[Os planos de emergência não funcionam, mas permitem à UE construir um poder centralizado à custa dos Estados-membros, afirma Anatole Kaletsky, colunista de The Times. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 12 May 2011 15:56:28 +0100</pubDate><guid>650861</guid></item>
<item><title>Banco Central Europeu | Merkel diz finalmente "Ja" a Mario Draghi</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/649881-merkel-diz-finalmente-ja-mario-draghi</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Bem-vindo, senhor Presidente!</em>&quot;, titula o <a target="_self" href="http://www.handelsblatt.com/"><em>Handelsblatt</em></a>&nbsp;ap&oacute;s o &quot;sim&quot; definitivo de Angela Merkel &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o do governador do Banco de It&aacute;lia, Mario Draghi, para a presid&ecirc;ncia do BCE, no pr&oacute;ximo m&ecirc;s de outubro. Apanhada desprevenida pela <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/497221-merkel-perd-son-champion-pour-la-bce">reforma do &quot;seu&quot; candidato</a>, o patr&atilde;o do Bundesbank, Axel Weber, a chanceler alem&atilde; hesitou, constata o di&aacute;rio econ&oacute;mico. &quot;<em>Em plena crise do euro, achou que n&atilde;o poderia impor aos alem&atilde;es um banqueiro oriundo de um Estado campe&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o e do endividamento</em>&quot;, escreve o <em>Handelsblatt</em>. N&atilde;o obstante, nota o jornal, Mario Draghi &eacute; visto como um defensor da estabilidade, sobretudo, enquanto italiano, e capaz de obrigar os Estados do sul da Europa a enveredar pelo caminho dessa estabilidade. &quot;<em>O futuro do euro n&atilde;o fica assegurado simplesmente com a nomea&ccedil;&atilde;o de Draghi. Mas a probabilidade de um regresso &agrave; estabilidade aumentou: Mario Draghi &eacute; o homem certo no momento certo</em>&quot;, conclui o di&aacute;rio alem&atilde;o. O jornal italiano <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=8723&amp;ID_sezione=&amp;sezione="><em>La Stampa</em> comenta</a>&nbsp;que &quot;<em>Draghi foi convidado a ocupar um lugar nada confort&aacute;vel, no momento mais dif&iacute;cil da hist&oacute;ria do euro, num quadro geral de confus&atilde;o nos mercados financeiros internacionais. A tarefa mais urgente e delicada do presidente do BCE &eacute; evitar, por um lado, a reestrutura&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida grega e, por outro, conseguir que a economia da Gr&eacute;cia  &ndash;  num prazo razo&aacute;vel  &ndash;  retome o funcionamento normal que lhe permita regularizar as suas d&iacute;vidas. Uma pol&iacute;tica id&ecirc;ntica ser&aacute; aplicada &agrave; Irlanda e a Portugal, dois pa&iacute;ses tamb&eacute;m atingidos por uma grave &lsquo;doen&ccedil;a financeira&rsquo;</em>&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 12 May 2011 12:21:14 +0100</pubDate><guid>649881</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | O último resgate financeiro antes da renovação (Der Standard, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/637221-o-ultimo-resgate-financeiro-antes-da-renovacao</link><description><![CDATA[Quantos Estados à beira da falência ainda irão pedir aju-da? O novo plano de apoio destinado a Portugal deverá ser o último, porque a Europa vai ter de reorganizar a união monetária de uma ponta a outra, defende Der Standard. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 05 May 2011 17:16:36 +0100</pubDate><guid>637221</guid></item>
<item><title>Portugal | Uma fatura de 3 mil milhões para as famílias</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/636121-uma-fatura-de-3-mil-milhoes-para-familias</link><description><![CDATA[<p>&quot;Manter a calma e continuar em frente&quot;. O <a target="_self" href="http://www.ionline.pt/conteudo/121137-austeridade-atinge-pico-em-2013-familias-pagam-maior-factura">di&aacute;rio portugu&ecirc;s <em>i</em></a> dedica a sua primeira p&aacute;gina ao slogan de um cartaz criado pelo Ministro da Informa&ccedil;&atilde;o brit&acirc;nico durante a II Guerra Mundial para ser distribu&iacute;do caso a Alemanha invadisse o pa&iacute;s. Hoje, este slogan est&aacute; a ser usado para apelar a que as fam&iacute;lias portuguesas mantenham a calma, atendendo a que v&atilde;o ter de viver com as medidas de austeridade impostas pela troika (FMI, BCE, CE) at&eacute; 2013. &quot;O empr&eacute;stimo [de 78 mil milh&otilde;es de euros] vai custar 3 mil milh&otilde;es de euros aos agregados portugueses entre 2012 e 2013&quot;, escreve o <em>i</em>, avisando os seus leitores: &quot;Aproveitem os pr&oacute;ximos seis meses. Tudo ir&aacute; piorar em 2012 e atingir o pico em 2013&quot; para garantir o objetivo do d&eacute;fice de 3%. Este valor resulta daquilo que as fam&iacute;lias v&atilde;o pagar a mais em impostos e receber a menos em benef&iacute;cios, subs&iacute;dios e pens&otilde;es do Estado e representa cerca de 40% do esfor&ccedil;o total pedido &agrave; economia portuguesa. O memorando de acordo entre o Governo, o FMI, a Comiss&atilde;o Europeia e o Banco Central Europeu est&aacute; dispon&iacute;vel na <a target="_self" href="http://aeiou.expresso.pt/expresso-revela-documentos-com-programa-do-fmibcece=f646842">edi&ccedil;&atilde;o online do <em>Expresso</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 05 May 2011 11:53:38 +0100</pubDate><guid>636121</guid></item>
<item><title>Portugal | Ano novo austero (Jornal de Negócios, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/634851-ano-novo-austero</link><description><![CDATA[O plano de ajuda financeira a Portugal, no valor de 78 mil milhões de euros, anunciado dia 3 de maio, para ajudar o país a sair da bancarrota, poderá não ser tão drástico como os portugueses receavam. Apesar de tudo, esperam-se tempos difíceis até o país voltar a ser o que era, avisa o Jornal de Negócios. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 04 May 2011 17:57:13 +0100</pubDate><guid>634851</guid></item>
<item><title>União Europeia | Alemanha é espetadora cética</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/619921-alemanha-e-espetadora-cetica</link><description><![CDATA[<p>&quot;A Europa debate-se, a Alemanha assiste&quot;, &eacute; a manchete do <em><a target="_self" href="http://www.handelsblatt.com/"><em>Handelsblatt</em></a></em>, que publica na primeira p&aacute;gina um ponto de vista do antigo presidente do grupo parlamentar democrata crist&atilde;o. Friedrich Merz ataca a classe pol&iacute;tica europeia cuja &quot;fraqueza &eacute; o maior d&eacute;fice na Uni&atilde;o Europeia&quot;. Observa que, face &agrave;s expectativas dos povos &aacute;rabes, &quot;a Europa discute&rdquo;. Para este especialista em finan&ccedil;as, s&oacute; uma Europa forte poder&aacute; ajudar os pa&iacute;ses sobre-endividados a construir uma ind&uacute;stria competitiva. &quot;Uma Europa forte precisa de uma comiss&atilde;o forte. A comiss&atilde;o em Bruxelas s&oacute; ser&aacute; forte se reavaliar as suas prioridades [...] e informar os cidad&atilde;os sobre as mat&eacute;rias de que n&atilde;o tenciona vir a ocupar-se. Muitas tarefas pol&iacute;ticas devem continuar a ser da compet&ecirc;ncia dos Estados-membros, sem o que a frustra&ccedil;&atilde;o e a rejei&ccedil;&atilde;o agressiva por parte de &lsquo;Bruxelas&rsquo; continuar&atilde;o a crescer.&quot;</p>
<p>Numa outra ilustra&ccedil;&atilde;o da confus&atilde;o na imprensa alem&atilde;, <a target="_self" href="http://www.ftd.de/politik/europa/:ezb-praesidentschaft-merkel-muss-ihr-ja-zu-draghi-teuer-verkaufen/60043959.html">o <em>Financial Times Deutschland</em> acredita</a> que &quot;Roma e Paris fazem planos acerca da nova presid&ecirc;ncia do BCE&quot;. O italiano Mario Draghi deveria tornar-se o pr&oacute;ximo guardi&atilde;o do euro, contra a vontade de Berlim. &quot;Merkel apenas pode esperar receber um pr&eacute;mio de consola&ccedil;&atilde;o&quot;, observa o di&aacute;rio de Hamburgo, para quem a chanceler s&oacute; dar&aacute; o seu acordo em troca de ced&ecirc;ncias noutras mat&eacute;rias. Na opini&atilde;o do <em>FTD</em>, Draghi &eacute;, no entanto, &quot;o melhor candidato&quot;. Nem a sua passagem pela Goldman Sachs, nem a sua origem &quot;do sul&quot; s&atilde;o argumentos contra o homem &quot;cuja pol&iacute;tica monet&aacute;ria pode revelar-se ainda mais restritiva do que a dos seus antecessores. O italiano ter&aacute; que provar constantemente ao resto da zona euro que n&atilde;o &eacute; propriamente italiano, ou seja, permissivo, em termos monet&aacute;rios&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 27 Apr 2011 14:08:38 +0100</pubDate><guid>619921</guid></item>
<item><title>Retrato | Super Mario a caminho de Frankfurt (Der Spiegel, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/591251-super-mario-caminho-de-frankfurt</link><description><![CDATA[O candidato alemão saiu da corrida e o candidato finlandês também atirou a toalha ao chão: o italiano Mario Draghi tem, por isso, todas as hipóteses de suceder a Jean-Claude Trichet à frente do Banco Central Europeu. Será, assim, a um homem vindo de um país terrivelmente endividado que entregaremos a tarefa de salvar o euro. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 19:17:22 +0100</pubDate><guid>591251</guid></item>
<item><title>Política monetária | O BCE fecha a torneira</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/588101-o-bce-fecha-torneira</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O Banco Central Europeu est&aacute; pronto para aumentar as taxas de juro na Europa&rdquo;, <a target="_blank" href="http:// http://www.lesechos.fr/opinions/edito0201284299667-le-pari-de-francfort.htm">traz em manchete <em>Les Echos</em></a>, no dia em que o banco central devia aumentar a sua taxa diretora de um quarto de ponto percentual, atingindo 1,25%. &ldquo;Pela primeira vez em tr&ecirc;s anos, o pre&ccedil;o do dinheiro vai voltar a aumentar na zona euro. Trata-se de uma mudan&ccedil;a de &eacute;poca. Ap&oacute;s dois anos de taxas excecionalmente baixas, os peritos de Frankfurt indicam aos atores econ&oacute;micos que a hora de voltar ao normal chegou&rdquo;, escreveu Fran&ccedil;ois Vidal, redator-chefe do di&aacute;rio econ&oacute;mico.<em></em></p>
<p></p>
<p>Mas a verdadeira quest&atilde;o consiste em saber se devemos ficar satisfeitos com esse regresso &agrave; ortodoxia monet&aacute;ria, acrescenta o editorialista:</p>
<blockquote><p><em>&ldquo;</em>As duas hip&oacute;teses econ&oacute;micas que est&atilde;o na base da a&ccedil;&atilde;o do BCE est&atilde;o longe de ser indiscut&iacute;veis. Em primeiro lugar, o risco de um regresso &agrave; infla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; estabelecido com clareza, sendo por isso considerado o pior cen&aacute;rio em Frankfurt. A subida dos pre&ccedil;os das mat&eacute;rias-primas alimenta consideravelmente o aumento dos pre&ccedil;os nas economias ocidentais, n&atilde;o provocando em lado nenhum efeitos de segunda volta, isto &eacute;, reivindica&ccedil;&otilde;es salariais. Incluindo na Alemanha. Em segundo lugar, o BCE est&aacute; longe de ter a certeza de que a zona euro seja suficientemente robusta para aguentar o aumento do pre&ccedil;o dos recursos de base dos bancos, e a aprecia&ccedil;&atilde;o do euro que da&iacute; resultar&aacute;, sendo este sem d&uacute;vida o ponto-chave nos dias de hoje. Existe, ent&atilde;o, um risco significativo de que o atual ciclo de aumento das taxas impe&ccedil;a a retoma econ&oacute;mica, aumentando simultaneamente as dificuldades dos pa&iacute;ses mais fracos da zona euro, como a Gr&eacute;cia, a Irlanda e desde ontem Portugal, que passou para o primeiro lugar. A decis&atilde;o do BCE assemelha-se muito a uma aposta.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Mas entretanto, uma coisa &eacute; certa, conclui <em>Les Echos</em>,</p>
<blockquote><p> <em> </em>&ldquo;Se o BCE foi al&eacute;m do seu mandato para evitar o pior, esse momento de generosidade monet&aacute;ria acabou. Cabe aos governantes assegurar a continuidade da estabilidade da zona euro.&rdquo; </p></blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 07 Apr 2011 12:44:25 +0100</pubDate><guid>588101</guid></item>
<item><title>Instituições | BCE procura desesperadamente um capitão (Les Echos, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/510981-bce-procura-desesperadamente-um-capitao</link><description><![CDATA[Quem vai suceder a Jean-Claude Trichet? Desde o afastamento do alemão Axel Weber, nenhum dos candidatos parece satisfazer os critérios para chefiar o Banco Central Europeu. Uma situação preocupante em plena tormenta económica. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 21 Feb 2011 17:20:15 +0100</pubDate><guid>510981</guid></item>
<item><title>Alemanha | Um lealista à frente do Bundesbank</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/504731-um-lealista-frente-do-bundesbank</link><description><![CDATA[<p>A chanceler ataca a independ&ecirc;ncia do Banco Central e o cargo de &ldquo;mais alto guardi&atilde;o da moeda&rdquo;, t&atilde;o caro aos alem&atilde;es: vai ser, de facto, &ldquo;o homem de Merkel&quot;, <a target="_blank" href="http://www.handelsblatt.com/politik/deutschland/bundesbank-spitze-bankenaufseherin-lautenschlaeger-soll-weidmanns-vize-werden;2755990">como diz o t&iacute;tulo do <em>Handelsblatt</em></a>, a presidir ao Bundesbank. Ap&oacute;s a <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/497761-merkel-perde-o-seu-campeao-para-o-bce">desist&ecirc;ncia surpresa</a> do atual presidente do &ldquo;Buda&rdquo;, Axel Weber, Angela Merkel quer p&ocirc;r o mais pr&oacute;ximo dos seus conselheiros, Jens Weidmann, de 42 anos, na administra&ccedil;&atilde;o do banco, o que lhe confere o direito a um lugar no Banco Central Europeu. &ldquo;A hist&oacute;ria do Bundesbank esteve sempre marcada pela rejei&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica&rdquo;, escreve o di&aacute;rio econ&oacute;mico, lembrando que Axel Weber se retirou, exatamente, porque Angela Merkel n&atilde;o apoiou a sua estrat&eacute;gia anti-inflacionista. &ldquo;N&atilde;o h&aacute; esse risco com o funcion&aacute;rio Weidmann&rdquo;. O homem que deve toda a sua carreira a Merkel descreve assim a sua rela&ccedil;&atilde;o com a chanceler: &ldquo;Preparo os dossi&ecirc;s para que a chanceler decida. A &uacute;ltima decis&atilde;o &eacute; sempre pol&iacute;tica&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 16 Feb 2011 12:33:31 +0100</pubDate><guid>504731</guid></item>
<item><title>Alemanha | Merkel perde o seu campeão para o BCE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/497761-merkel-perde-o-seu-campeao-para-o-bce</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Axel Weber renuncia&rdquo;, <a href="http://www.ftd.de/politik/deutschland/:axel-weber-kein-schaden-fuer-den-euro-audio/60010045.html" target="_blank">anuncia o <em>Financial Times Deutschland</em></a>. O presidente do Banco Central Alem&atilde;o declarou que n&atilde;o vai disputar um segundo mandato, renunciando assim a qualquer pretens&atilde;o de se tornar presidente do Banco Central Europeu (BCE). Uma afronta para Angela Merkel, que queria nomear um compatriota para aquele lugar chave e est&aacute; agora sem candidato. &ldquo;O euro n&atilde;o sofrer&aacute; com esta decis&atilde;o&rdquo;, escreve o di&aacute;rio de Hamburgo, porque existem muitos candidatos capazes de imporem uma pol&iacute;tica independente e anti-inflacionista ao BCE. A retirada de Weber pode mesmo favorecer os planos alem&atilde;es para um governo econ&oacute;mico na Europa, porque &ldquo;quem resiste a este projeto resistiria ainda mais se houvesse um alem&atilde;o &agrave; frente do BCE&rdquo;, sublinha o <em>FTD</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 10 Feb 2011 11:59:39 +0100</pubDate><guid>497761</guid></item>
<item><title>Globalização | A vingança dos países em desenvolvimento (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/452341-vinganca-dos-paises-em-desenvolvimento</link><description><![CDATA[O forte crescimento dos países em desenvolvimento faz subir os preços das matérias-primas e dos combustíveis. Assim, são eles que agora ditam o ritmo da economia mundial. E a Europa, entre austeridade e desemprego, tem dificuldade em progredir. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 13:38:30 +0100</pubDate><guid>452341</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Tratado revisto para reforço da moeda</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/434041-tratado-revisto-para-reforco-da-moeda</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;UE cria fundo est&aacute;vel de emerg&ecirc;ncia para refor&ccedil;ar o euro&quot;, <a target="_blank" href="http://www.elpais.com/articulo/economia/lideres/UE/pactan/crear/fondo/rescate/blindar/euro/elpepieco/20101217elpepieco_1/Tes#">traz <em>El Pa&iacute;s</em> em t&iacute;tulo</a>. Em 16 de dezembro, explica o di&aacute;rio madrileno, os Vinte e Sete <a target="_blank" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/en/ec/118572.pdf">chegaram a acordo</a> sobre uma &quot;mini-reforma&quot; do Tratado de Lisboa, de modo a integrar o fundo permanente de emerg&ecirc;ncia num texto &quot;claro e conciso&quot;. Trata-se de uma &quot;vit&oacute;ria&quot; para Angela Merkel, <a target="_blank" href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/Europa/reacciona/elpepiopi/20101217elpepiopi_1/Tes">considera <em>El Pa&iacute;s</em></a>, que assinala igualmente que &quot;o Banco Central Europeu lan&ccedil;ou um sinal aos mercados, duplicando o seu capital&quot;, passando-o de 5,7 para 10,7 mil milh&otilde;es de euros. O jornal congratula-se com o que qualifica de &ldquo;mensagens positivas&rdquo;, ap&oacute;s semanas &quot;de d&uacute;vidas profundas e de pol&eacute;micas azedas&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 17 Dec 2010 13:18:06 +0100</pubDate><guid>434041</guid></item>
<item><title>Mercados financeiros | BCE acalma os espíritos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/415791-bce-acalma-os-espiritos</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O BCE acalma os mercados comprando d&iacute;vida&rdquo;,&nbsp;constata&nbsp;<a target="_blank" href="http://edicionimpresa.lavanguardia.es/premium/epaper/20101203/54080088020.html"><em>La Vanguardia</em></a>. No dia 2 de dezembro, o&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.ecb.int/ecb/html/index.pt.html">Banco Central Europeu</a>&nbsp;anunciou que ir&aacute; continuar a comprar obriga&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, para evitar&nbsp;que os Estados fiquem em situa&ccedil;&atilde;o de incumprimento. O di&aacute;rio afirma, no seu editorial, que o&nbsp;BCE, <a target="_blank" href="http://www.ecb.europa.eu/press/pressconf/2010/html/is101202.en.html">cujas decis&otilde;es</a>&nbsp;&quot;s&atilde;o agora determinantes para acalmar a tempestade financeira que, nos&nbsp;&uacute;ltimos dias, se abateu sobre a Uni&atilde;o Europeia&rdquo;, &eacute; uma &ldquo;rede de salva&ccedil;&atilde;o para o euro&rdquo;. Mas &eacute; necess&aacute;rio que traga &ldquo;liquidez suficiente para parar a especula&ccedil;&atilde;o que amea&ccedil;a a estabilidade de v&aacute;rios pa&iacute;ses e do pr&oacute;prio euro&rdquo;, conclui o di&aacute;rio barcelon&ecirc;s.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 03 Dec 2010 12:38:37 +0100</pubDate><guid>415791</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Irlanda recebe com amargor plano de €85 mil milhões</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/408821-irlanda-recebe-com-amargor-plano-de-85-mil-milhoes</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;S&atilde;o 85 mil milh&otilde;es de euros &ndash; agora cabe-nos decidir&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.independent.ie/national-news/its-an-euro85bn-deal-now-its-up-to-us-2440086.html">diz o <em>Irish Independent</em> em t&iacute;tulo</a>, um dia ap&oacute;s a UE e o <a target="_blank" href="http://www.imf.org/external/np/sec/pr/2010/pr10462.htm">FMI terem assinado</a> a ajuda ao pa&iacute;s, economicamente devastado. A inje&ccedil;&atilde;o maci&ccedil;a deste dinheiro custar&aacute; uma m&eacute;dia de 5,8% em juros, um valor que <a target="_blank" href="http://www.examiner.ie/home/ireland-to-be-crippled-by-10bn-a-year-interest-137916.html#ixzz16fPgx7sV">o <em>Irish Examiner </em>descreve</a> como &ldquo;amputador&rdquo; e que custar&aacute; a re-embolsar uma m&eacute;dia de 10 mil milh&otilde;es de euros por ano. O <em>Irish Independent</em> escreve que a ajuda vem condicionada a que a Irlanda entre com 17,5 mil milh&otilde;es de euros, retirados do seu fundo de pens&otilde;es (12,5 mil milh&otilde;es de euros) e das reservas monet&aacute;rias. &ldquo;At&eacute; aqui&rdquo;, assinala o di&aacute;rio de Dublin, &ldquo;a lei irlandesa e da UE consideravam ilegal que a Irlanda usasse o seu fundo de pens&otilde;es para cobrir despesas correntes&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Isto n&atilde;o &eacute; um plano de salvamento&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/opinion/2010/1129/1224284370155.html">escreve</a> o colunista <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/author/7101-fintan-otoole">Fintan O'Toole</a> do <em>Irish Times</em> &ndash; coordenador da manifesta&ccedil;&atilde;o de 27 de novembro contra a austeridade, que levou 100 mil irlandeses &agrave;s ruas. &ldquo;&Eacute; a mais longa nota de resgate da hist&oacute;ria: fa&ccedil;a o que n&oacute;s lhe dizemos e pode ser que, a seu tempo, receba de volta o seu pa&iacute;s.&rdquo; Acusando a pr&oacute;pria UE de ser &ldquo;mero pe&atilde;o dos bancos europeus e do BCE&rdquo;, O'Toole escreve: &ldquo;h&aacute; duas op&ccedil;&otilde;es internacionais para tratar os Estados falidos e n&atilde;o cumpridores: a op&ccedil;&atilde;o de Versalhes e a do Plano Marshall. Ap&oacute;s a Primeira Guerra Mundial, o Tratado de Versalhes imp&ocirc;s duras san&ccedil;&otilde;es &agrave; Alemanha, ajudando a destru&iacute;-la, a ela e &agrave; Europa&hellip; O apoio de emerg&ecirc;ncia de ontem &agrave; falida e n&atilde;o cumpridora Irlanda &eacute; muito mais Versalhes do que Marshall&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 29 Nov 2010 12:16:16 +0100</pubDate><guid>408821</guid></item>
<item><title>É a TINA, estúpido! | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/397541-e-tina-estupido</link><description><![CDATA[<p>Nas pr&oacute;ximas semanas, talvez at&eacute; meses, a est&oacute;ria que vai ouvir vai ser a de uma na&ccedil;&atilde;o valente, que fugiu de uma heran&ccedil;a de opress&atilde;o colonial, pobreza e emigra&ccedil;&atilde;o em massa e cujo enriquecimento foi t&atilde;o espetacular como a sua ru&iacute;na. E n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m que fa&ccedil;a uma narrativa melhor do que os pr&oacute;prios irlandeses. No dia em que os peritos da Comiss&atilde;o Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monet&aacute;rio Internacional <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/394541-enviados-da-ue-e-do-fmi-chegam-dublin" target="_blank">chegaram a Dublin</a> para acompanhar os assuntos econ&oacute;micos irlandeses, <a href="http://www.irishtimes.com/newspaper/opinion/2010/1118/1224283626246.html?via=rel" target="_blank">o editorial do <em>Irish Times</em> lamentou</a> &ndash; &ldquo;&Eacute; uma vergonha. Depois de conquistarmos a independ&ecirc;ncia pol&iacute;tica da Gr&atilde;-Bretanha que nos permitiu gerir os nossos assuntos sozinhos, renunciamos agora &agrave; nossa soberania&rdquo;. Qual foi a causa? &ldquo;Depois de passarmos a &uacute;ltima d&eacute;cada intoxicados com a satisfa&ccedil;&atilde;o que nos causava o nosso &ecirc;xito econ&oacute;mico, percebemos agora como essa realidade era ilus&oacute;ria&rdquo;, <a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/nov/18/irish-people-frightened-recession-ireland" target="_blank">afirma o escritor Joseph O&rsquo;Conor no <em>Guardian</em></a>. &ldquo;Pol&iacute;ticos incapazes, banqueiros gananciosos e especuladores imobili&aacute;rios destro&ccedil;aram as certezas sobre as quais assentava a ideia recente que t&iacute;nhamos de n&oacute;s pr&oacute;prios.&rdquo;</p>
<p>Mas ser&aacute; que a crise econ&oacute;mica da ind&uacute;stria autom&oacute;vel irlandesa &eacute; um fen&oacute;meno puramente local que possa ser atribu&iacute;do a pol&iacute;ticos incapazes e a especuladores gananciosos? Mas se olharmos para a margem sudoeste da Europa &ndash; Portugal &ndash; ao que tudo indica o pr&oacute;ximo candidato a entregar as chaves da soberania econ&oacute;mica ao triunvirato da CE, BCE e FMI, emerge uma outra narrativa. &ldquo;O problema de Portugal &eacute; diferente&rdquo;, <a href="http://www.nytimes.com/2010/11/19/world/europe/19lisbon.html?_r=1&amp;ref=world" target="_blank">afirma o <em>New York Times</em></a>. &ldquo;Os bancos n&atilde;o foram especialmente afetados, mas o Estado est&aacute; altamente endividado e com um crescimento reduzido e um montante da d&iacute;vida p&uacute;blica e privada consider&aacute;vel.&rdquo; Se a este infeliz dueto acrescentarmos o recente caso da Gr&eacute;cia, recentemente apelidada de &ldquo;<a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/201001-crise-desperta-rancores-antigos" target="_blank">vigarista</a>&rdquo;, pela <em>Focus</em> alem&atilde;, por causa da sua aparente prefer&ecirc;ncia pelo clientelismo e pela fraude, n&atilde;o deixa de ser surpreendente que estes tr&ecirc;s destinos completamente distintos v&atilde;o dar exatamente ao mesmo resultado &ndash; colapso, financiamento, perda de soberania.</p>
<p>Toda a gente parece ter-se esquecido aqui de uma coisa chamada &ldquo;mercado&rdquo;. Desde a crise dos finais de 2007, quando o Governo nacionalizou as d&iacute;vidas surpreendentes dos seus bancos t&oacute;xicos, Taoiseach Brian Cowen, juntamente com os seus parceiros europeus, <a href="http://www.independent.ie/national-news/cowen-calls-for-calm-2417348.html" target="_blank">anunciou o infind&aacute;vel mantra</a> de que este deus misterioso tinha de ser obedecido e apaziguado, em cujo altar se iriam sacrificar os padr&otilde;es de vida e a execu&ccedil;&atilde;o do setor p&uacute;blico. Contudo, passados tr&ecirc;s or&ccedil;amentos de austeridade (e uma surpreendente ronda com a previs&atilde;o de 15 mil milh&otilde;es de euros de cortes), o mercado, com o desemprego e a emigra&ccedil;&atilde;o a disparar, tamb&eacute;m n&atilde;o parece estar em muito boas condi&ccedil;&otilde;es. De facto, a sua ira &eacute; tal, com os resultados da d&iacute;vida irlandesa a ultrapassarem a barreira dos 9% a semana passada, que a maior parte do esfor&ccedil;o da pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o vai ser pagar taxas de juro exorbitantes. Realmente, poder&iacute;amos pensar que &eacute; em benef&iacute;cio do mercado que o povo irland&ecirc;s se encontra preso por este mecanismo que garante tais ganhos futuros.</p>
<p>Por que motivo h&aacute; de o trabalho de um irland&ecirc;s valer menos do que o de um franc&ecirc;s ou de um alem&atilde;o? N&atilde;o h&aacute; motivos, poder&aacute; o leitor argumentar se for da opini&atilde;o de que o esfor&ccedil;o humano est&aacute; sujeito a for&ccedil;as que excedem o seu controlo. E com um fatalismo que ro&ccedil;a a religiosidade, a med&iacute;ocre lideran&ccedil;a da nossa forte uni&atilde;o de 500 milh&otilde;es &eacute; exatamente da mesma opini&atilde;o. A acrescentar a esta grande falta de personalidade veio ontem o an&uacute;ncio da Comiss&atilde;o Europeia e do BCE de que os auditores do or&ccedil;amento irland&ecirc;s n&atilde;o precisam de ser conhecidos do p&uacute;blico. Deste modo, dir&iacute;amos, n&atilde;o h&aacute; nada de chocante no facto de o centro econ&oacute;mico de uma sociedade democr&aacute;tica estar a ser vigiada por uma administra&ccedil;&atilde;o an&oacute;nima. </p>
<p>J&aacute; passaram vinte anos desde que Margaret Thatcher anunciou a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/There_is_no_alternative" target="_blank">doutrina TINA</a> [There Is No Alternative] a doutrina de que n&atilde;o havia alternativa &agrave; economia de mercado. &Eacute; &oacute;bvio que isto provocou um impulso liberalista no contexto do aparecimento dos europeus de centro e de leste, fugidos &agrave; tirania deprimente da tutela sovi&eacute;tica, e pode ainda fazer resson&acirc;ncia em economias din&acirc;micas, como a da Pol&oacute;nia, que beneficia de liga&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas e geogr&aacute;ficas a uma Alemanha sempre s&oacute;lida. Mas, para um n&uacute;mero crescente de europeus, a impress&atilde;o agora ser&aacute; a de que a vontade inelut&aacute;vel dos mercados ser&aacute; uma m&atilde;o de ferro com luva de veludo que vai estrangular todas as esperan&ccedil;as de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, progresso e bem-estar. Tudo o que possa dizer-se sobre crescimento econ&oacute;mico ser&aacute; in&uacute;til se n&atilde;o for acompanhado por um crescimento da civiliza&ccedil;&atilde;o. E n&atilde;o h&aacute; tabelas com dados de crescimento positivo que possam impedir uma pessoa de sentir que a nossa civiliza&ccedil;&atilde;o est&aacute; a perder mais do que a ganhar.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 14:39:00 +0100</pubDate><guid>397541</guid></item>
<item><title>Irlanda | Os "homens do fraque" do FMI e da UE têm um rosto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/396641-os-homens-do-fraque-do-fmi-e-da-ue-tem-um-rosto</link><description><![CDATA[<p>Pelo menos s&atilde;o os primeiros: <em>The Irish Times</em> publica mesmo em primeira p&aacute;gina uma fotografia dos peritos do Fundo Monet&aacute;rio Internacional encarregados de <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/394541-enviados-da-ue-e-do-fmi-chegam-dublin">supervisionar os planos de austeridade or&ccedil;amental</a> a caminho da sede do Banco Central Irland&ecirc;s, em Dublin. V&atilde;o &quot;estabelecer as formalidades com o Governo&quot; irland&ecirc;s, <a target="_blank" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/breaking/2010/1119/breaking1.html">titula o jornal</a>, acrescentando que &quot;os representantes do BCE e da Comiss&atilde;o Europeia tamb&eacute;m v&atilde;o participar&quot; nas negocia&ccedil;&otilde;es. O di&aacute;rio publica ainda uma s&eacute;rie de cartas dos leitores, <a target="_blank" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/opinion/2010/1118/1224283626246.html?via=rel">no editorial da v&eacute;spera</a>, que perguntam, em tom de provoca&ccedil;&atilde;o, se os combatentes pela independ&ecirc;ncia da Irlanda morreram em 1916 para que, um s&eacute;culo depois, o pa&iacute;s &quot;entregue a sua soberania &agrave; Comiss&atilde;o Europeia, ao BCE e ao FMI&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 13:46:02 +0100</pubDate><guid>396641</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Em Portugal o copo também está meio vazio</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/392571-em-portugal-o-copo-tambem-esta-meio-vazio</link><description><![CDATA[<p>&quot;Duas cervejas, dois pa&iacute;ses, um destino&quot;, <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/88876-irlanda-diz-que-nao-quer-ajuda-o-pais-portugal-e-o-proximo-na-lista" target="_blank">titula o di&aacute;rio lisboeta <em>i</em></a>, com uma fotografia das duas bebidas nacionais, a Sagres portuguesa e a Guinness irlandesa. Depois da reuni&atilde;o dos ministros das Finan&ccedil;as da UE, em Bruxelas, a 16 de novembro, o presidente do <a href="http://consilium.europa.eu/showPage.aspx?id=1828&amp;lang=pt" target="_blank">Eurogrupo</a>, Jean-Claude Juncker, foi pouco claro ao afirmar que, embora n&atilde;o tenha pedido formalmente uma ajuda financeira &agrave; UE e ao FMI, a Irlanda concordou em negociar com Bruxelas, com o FMI e com o BCE uma solu&ccedil;&atilde;o para a crise. O di&aacute;rio lisboeta nota que &quot;a maioria dos economistas v&ecirc; como certa uma interven&ccedil;&atilde;o num futuro pr&oacute;ximo, &agrave; qual Portugal n&atilde;o ir&aacute; escapar&quot;. Como declarou um dos economistas ao <em>i</em>, &quot;se Portugal n&atilde;o pedir ajuda, ir&aacute; ser obrigado a faz&ecirc;-lo&quot;. <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/88868-a-europa-federal-vai-ser-dura" target="_blank">O editorial do di&aacute;rio lisboeta profetiza</a> que estas crises v&atilde;o permitir uma uni&atilde;o econ&oacute;mica maior, mas &quot;a Europa federal vai ser dura&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:04:27 +0100</pubDate><guid>392571</guid></item>
<item><title>Banco Central Europeu | França-Alemanha, o desafio permanente</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/369941-franca-alemanha-o-desafio-permanente</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Luta de poder na c&uacute;pula do BCE</em>&rdquo;, escreve o <em>Handelsblatt</em>. Segundo rumores que circulam h&aacute; dias nos corredores do <a target="_blank" href="http://www.ecb.int/ecb/html/index.pt.html">Banco Central Europeu</a>, Paris apoiaria Dominique Strauss-Kahn, atual <a target="_blank" href="http://www.imf.org/external/french/np/omd/bios/dskf.htm">diretor-geral do&nbsp;Fundo&nbsp;Monet&aacute;rio Internacional</a>, para suceder a Jean-Claude Trichet na lideran&ccedil;a do BCE, em novembro de 2011. &ldquo;<em>Esta indiscri&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada prejudicial para o l&iacute;der do </em><a target="_blank" href="http://www.bundesbank.de/"><em>Bundesbank</em></a><em>, Axel Weber</em>&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.handelsblatt.com/politik/konjunktur-nachrichten/trichet-nachfolge-geruechte-befeuern-machtkampf-um-ezb-spitze;2679071">comenta o di&aacute;rio</a>. Favorito desde h&aacute; muito tempo, Weber isolou-se ao criticar a <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/348881-ira-o-bce-tornar-se-toxico">decis&atilde;o</a> do BCE de comprar obriga&ccedil;&otilde;es de Estados muito endividados. &ldquo;<em>O nome de Strauss-Kahn d&aacute; a ideia do perfil do pr&oacute;ximo presidente do BCE</em>&rdquo;, diz o <em>Handelsblatt</em>. que acrescenta: &ldquo;<em>Um pragm&aacute;tico, n&atilde;o um dogm&aacute;tico. Um gestor de crise com sentido das necessidades pol&iacute;ticas e n&atilde;o um banqueiro central fixado nos perigos inflacionistas</em>&rdquo;. &Eacute; improv&aacute;vel, contudo,&nbsp;que o BCE continue a ser presidido por um franc&ecirc;s. E o pr&oacute;ximo favorito pode ser Mario Draghi, presidente do <a target="_blank" href="http://www.bancaditalia.it/">Banco Central Italiano</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 25 Oct 2010 12:32:07 +0100</pubDate><guid>369941</guid></item>
</channel></rss>
