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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Iraque]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>9/11, 10 anos | O Leste levanta-se sobre a Zona de Impacto (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/932631-o-leste-levanta-se-sobre-zona-de-impacto</link><description><![CDATA[Passámos os anos depois dos ataques a solo norte-americano focados nas ameaças terroristas e nas guerras no Afeganistão e no Iraque. Mas não reparámos na verdadeira mudança global: a lenta mas imparável subida da China, escreve o TGA. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 17:40:19 +0100</pubDate><guid>932631</guid></item>
<item><title>Polónia | US Army é o caminho mais curto para a nacionalidade americana</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/647811-us-army-e-o-caminho-mais-curto-para-nacionalidade-americana</link><description><![CDATA[<p>O <em>Gazeta Wyborcza</em> dedica hoje a primeira p&aacute;gina aos &quot;cidad&atilde;os do ex&eacute;rcito americano&quot;. <a href="http://wyborcza.pl/1,91446,9574859,_Gazeta_Wyborcza___obywatel_US_Army.html" target="_self">Segundo este di&aacute;rio</a>, muitos jovens polacos que s&atilde;o titulares de um &quot;green card&quot; (a autoriza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia americana) alistam-se nas <a href="http://www.goarmy.com/rotc.html" target="_self">For&ccedil;as Armadas dos EUA</a> para obterem a cidadania americana. Depois de terem feito uma forma&ccedil;&atilde;o de 14 semanas, s&atilde;o enviados em miss&atilde;o para o Afeganist&atilde;o e para o Iraque. Desde o in&iacute;cio dos conflitos, 20 deles morreram em combate. Por estas miss&otilde;es perigosas recebem um sal&aacute;rio de 1400 d&oacute;lares, 30 dias de f&eacute;rias pagas, um seguro de sa&uacute;de e a t&atilde;o desejada cidadania americana. Nos termos da lei polaca, servir sob uma bandeira estrangeira &eacute; crime (a menos que tenha sido obtida uma derroga&ccedil;&atilde;o). O Minist&eacute;rio da Defesa da Pol&oacute;nia desconhece o n&uacute;mero exato de polacos que se alistaram nas For&ccedil;as Armadas americanas. Segundo um formador dessas for&ccedil;as, seriam cerca de 500, atualmente. &quot;A Am&eacute;rica &eacute; uma terra de sonhos e o &eacute;xercito americano ajuda a realiz&aacute;-los&quot;, declarou &agrave; <em>Gazeta Wyborcza</em> um polaco integrado no ex&eacute;rcito americano.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 11 May 2011 12:50:39 +0100</pubDate><guid>647811</guid></item>
<item><title>Terrorismo | A herança que Bin Laden nos deixa (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/629561-heranca-que-bin-laden-nos-deixa</link><description><![CDATA[Por mais simbólica que possa ser, a morte do chefe da Al-Qaeda não põe termo à luta contra o terrorismo, nem às consequências que esta tem para a nossa maneira de viver, recorda Le Monde. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 May 2011 16:12:12 +0100</pubDate><guid>629561</guid></item>
<item><title>Guerra do Iraque | Reino Unido colaborou com indústria petrolífera antes da invasão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/606861-reino-unido-colaborou-com-industria-petrolifera-antes-da-invasao</link><description><![CDATA[<p>&quot;Memorandos secretos indicam haver liga&ccedil;&atilde;o entre empresas petrol&iacute;feras e a invas&atilde;o do Iraque&quot;, <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/news/uk/politics/secret-memos-expose-link-between-oil-firms-and-invasion-of-iraq-2269610.html">diz o t&iacute;tulo do <em>Independent</em></a>, que revela a coniv&ecirc;ncia entre o Governo brit&acirc;nico e a ind&uacute;stria petrol&iacute;fera nos dias que antecederam a invas&atilde;o do Iraque, em 2003. As atas, agora divulgadas, de uma s&eacute;rie de reuni&otilde;es entre ministros e administradores de petrol&iacute;feras est&atilde;o &quot;em desacordo com as declara&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas ent&atilde;o proferidas por empresas petrol&iacute;feras e Governos ocidentais, negando a exist&ecirc;ncia de interesses pessoais&quot;, salienta este di&aacute;rio de Londres. Um dos memorandos mostra que, em fins de 2002, a baronesa Elizabeth Symons, na &eacute;poca ministra do Com&eacute;rcio, disse &agrave; multinacional BP &quot;que o Governo considerava que devia ser atribu&iacute;da &agrave;s empresas brit&acirc;nicas da &aacute;rea da energia uma parcela das enormes <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/multimedia/archive/00598/oil-graphic-190411_598695a.jpg">reservas iraquianas de petr&oacute;leo e de g&aacute;s</a>, como compensa&ccedil;&atilde;o pela ades&atilde;o militar de Tony Blair aos planos norte-americanos com vista a uma mudan&ccedil;a de regime&quot;. Publicamente, a BP mant&eacute;m que n&atilde;o tinha &quot;interesses estrat&eacute;gicos&quot; no Iraque mas, em privado, disse ao Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros que o Iraque era &quot;mais importante do que qualquer outra coisa a que assistimos, em muito tempo&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 19 Apr 2011 11:03:21 +0100</pubDate><guid>606861</guid></item>
<item><title>Guerra do Iraque | WikiLeaks: verdade ou caça ao &quot;furo&quot;? (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/370501-wikileaks-verdade-ou-caca-ao-furo</link><description><![CDATA[A publicação de mais de 400 mil documentos no site WikiLeaks e em vários jornais permite conhecer melhor o que se passou no terreno. Mas, para uma parte da imprensa europeia, o método empregado é criticável. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 25 Oct 2010 19:21:35 +0100</pubDate><guid>370501</guid></item>
<item><title>Portugal | Wikileaks visa também o exército português</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/304231-wikileaks-visa-tambem-o-exercito-portugues</link><description><![CDATA[<p>Alguns dias ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o pelo Wikileaks de documentos norte-americanos sobre a guerra no Afeganist&atilde;o, &ldquo;documentos secretos produzidos pela GNR na Guerra do Iraque foram disponibilizados no site&rdquo;, <a target="_blank" href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1629238">traz o <em>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</em></a>. <a target="_blank" href="http://wikileaks.org/wiki/Six_classified_Portuguese_Iraq_Intelligence_Summaries_from_2004">Documentos</a> da <a target="_blank" href="http://www.gnr.pt/">Guarda Nacional Republicana</a> (GNR), datados de 2004, relativos &agrave;s atividades de Al-Qaida e dos servi&ccedil;os secretos iranianos no Iraque, bem como as op&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas de Tony Blair, foram descobertos no mesmo <em>site</em> pelo di&aacute;rio lisboeta. Segundo o porta-voz da GNR citado pelo jornal, seis anos volvidos, &ldquo;os documentos n&atilde;o cont&ecirc;m nenhuma informa&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica particularmente relevante&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 29 Jul 2010 13:05:47 +0100</pubDate><guid>304231</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Clegg considera ilegal a invasão do Iraque</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/299261-clegg-considera-ilegal-invasao-do-iraque</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A gafe de Nick Clegg sobre a guerra 'ilegal' do Iraque suscita advert&ecirc;ncia legal&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/politics/2010/jul/21/nick-clegg-illegal-iraq-war-gaffe">titula <em>The Guardian</em></a>. Ao substituir David Cameron, no per&iacute;odo de debate do primeiro-ministro, o vice-primeiro-ministro do Reino Unido, Nick Clegg, numa discuss&atilde;o acesa com Jack Straw, secret&aacute;rio de Estado dos Neg&oacute;cios Estrangeiros durante a guerra de 2003, afirmou: &quot;Se calhar teremos de esperar pelas suas mem&oacute;rias, mas talvez um dia ele justifique o seu papel na decis&atilde;o mais desastrosa de todas: a invas&atilde;o ilegal do Iraque&rdquo;. Nick Clegg insiste que estava a falar de uma capacidade pessoal, mas <em>The Guardian</em> nota que &ldquo;um importante jurista internacional avisou que a declara&ccedil;&atilde;o de um ministro do Governo num contexto formal como aquele poderia aumentar as hip&oacute;teses de o Reino Unido ser processado nos tribunais internacionais&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 12:37:02 +0100</pubDate><guid>299261</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Cego pelas Luzes (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/181341-cego-pelas-luzes</link><description><![CDATA[Perante a comissão de inquérito Chilcot, Tony Blair não expressou nenhum pesar pela sua decisão de entrar na guerra do Iraque. Bruce Anderson argumenta, no The Independent, que ele foi levado por uma típica ilusão do pensamento das Luzes: a de que é possível remodelar a natureza humana e o mundo à imagem do Ocidente. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 01 Feb 2010 18:41:35 +0100</pubDate><guid>181341</guid></item>
<item><title>Reino Unido, Iraque | Blair sob fogo cerrado</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/180321-blair-sob-fogo-cerrado</link><description><![CDATA[<p>Em 29 Janeiro, Tony Blair <a href="http://www.guardian.co.uk/uk/2010/jan/29/blair-iraq-inquiry-chilcot-911-terrorist-threat" target="_blank">apresentou-se</a> &agrave; <a href="http://www.iraqinquiry.org.uk/" target="_blank">Commiss&atilde;o</a> de Lord John Chilcot de Inqu&eacute;rito sobre o envolvimento brit&acirc;nico no Iraque, para explicar as raz&otilde;es que o levaram a conduzir o pa&iacute;s para a invas&atilde;o de 2003. O antigo primeiro-ministro brit&acirc;nico continua a justificar o ataque com base em que, segundo os servi&ccedil;os de informa&ccedil;&atilde;o brit&acirc;nicos, Saddam Hussein possuiria armas de destrui&ccedil;&atilde;o maci&ccedil;a. No entanto, a imprensa insiste cada vez mais em que isso &eacute; falso.</p>
<p>O seman&aacute;rio de tend&ecirc;ncia esquerdista <em>New Statesman</em> lidera a contesta&ccedil;&atilde;o a Blair, <a href="http://www.newstatesman.com/uk-politics/2010/02/iraq-war-invasion-blair-regime" target="_blank">com base</a> em testemunhos de peritos do Governo cujas recomenda&ccedil;&otilde;es Blair ignorou no af&atilde; de entrar na guerra. &ldquo;<em>Ao longo dos anos, numerosas revela&ccedil;&otilde;es &ndash; incluindo fugas de informa&ccedil;&atilde;o de memorandos e minutas oficiais &ndash; indiciam que Blair, apesar das suas repetidas nega&ccedil;&otilde;es, estava apostado n&atilde;o apenas no desarmamento mas na mudan&ccedil;a do regime (isto &eacute;, na derrota de Saddam) no Iraque, um ano antes da invas&atilde;o</em>&rdquo;. O jornal cita um veterano homem de leis que apela a que a comiss&atilde;o de inqu&eacute;rito sobre o Iraque declare a guerra ilegal, em total apoio das <a href="http://www.arrestblair.org/" target="_blank">campanhas</a> que pedem a pris&atilde;o e julgamento de Blair como criminoso de guerra.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:50:12 +0100</pubDate><guid>180321</guid></item>
<item><title>Segredos difíceis | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/179381-segredos-dificeis</link><description><![CDATA[<p>A 29 de Janeiro, Tony Blair teve de explicar, perante uma comiss&atilde;o de inqu&eacute;rito, as raz&otilde;es que o levaram a lan&ccedil;ar o seu pa&iacute;s na guerra contra o Iraque. Na v&eacute;spera, n&atilde;o muito longe dali, realizou-se a Confer&ecirc;ncia de Londres sobre o futuro do Afeganist&atilde;o. De natureza diferente, as duas guerras da era Bush continuam a pesar sobre os europeus. O Iraque, porque os dirigentes manipularam a opini&atilde;o p&uacute;blica, para a levar a apoiar o derrube de Saddam Hussein, o Afeganist&atilde;o porque perante a falta de resultados no terreno e de uma estrat&eacute;gia clara, muitos cidad&atilde;os sentem que os seus Governos n&atilde;o est&atilde;o a dizer toda a verdade sobre o envolvimentos dos seus soldados.</p>
<p>L&eacute;o Strauss &eacute; uma das refer&ecirc;ncias intelectuais dos neo-conservadores americanos. Numa interpreta&ccedil;&atilde;o controversa do pensamento deste fil&oacute;sofo de origem alem&atilde;, morto em 1973, os arquitectos das guerras de Bush retiveram a ideia de que &eacute; &ldquo;<em>necess&aacute;rio mentir ao povo sobre a natureza da realidade pol&iacute;tica. Uma elite, no entanto, reconhece a verdade e guarda-a para si</em>&rdquo;, <a href="http://www.commondreams.org/views03/0515-09.htm" target="_blank">explicava o editorialista americano William Pfaff em 2003</a>. </p>
<p>Nas sociedades democr&aacute;ticas esta tenta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o existe s&oacute; para os ide&oacute;logos. Obrigados a tomarem decis&otilde;es, muitas vezes complexas, perante uma opini&atilde;o p&uacute;blica cada vez mais reactiva e que pede contas, os dirigentes europeus podem sucumbir a essa atitude elitista. Foi o caso doo Iraque, mas n&atilde;o quer dizer que tenha de ser este o caso da Europa. O Tratado de Lisboa entrou em vigor &agrave; custa de falta de democracia. A sua aplica&ccedil;&atilde;o, <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/178231-les-dirigeants-de-lue-jouent-cache-cache" target="_blank">como explicava <em>Le Monde</em> esta semana</a>, &eacute; objecto de jogos de poder incompreens&iacute;veis para os cidad&atilde;os. N&atilde;o &eacute; a impot&ecirc;ncia da UE que vai tornar o elitismo europeu mais aceit&aacute;vel. <em>Eric Maurice</em></p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:02:34 +0100</pubDate><guid>179381</guid></item>
<item><title>Guerra no Iraque | A verdade pouco importa (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/169231-verdade-pouco-importa</link><description><![CDATA[Na Holanda, uma comissão de inquérito considerou ilegal a invasão do Iraque, em 2003. No Reino Unido, outra comissão de inquérito tenta fazer luz sobre a decisão então tomada pelo Governo de Tony Blair. Mas os políticos continuam a recusar-se a assumir as suas responsabilidades no desastre, lamenta a imprensa dos dois países. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 13 Jan 2010 18:54:46 +0100</pubDate><guid>169231</guid></item>
<item><title>Grã-Bretanha | Guerra no Iraque foi ilegal?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/143501-guerra-no-iraque-foi-ilegal</link><description><![CDATA[<p>A guerra contra o Iraque foi ou n&atilde;o &quot;legal&quot;? Esta ser&aacute; a quest&atilde;o principal na mente de <a href="http://www.iraqinquiry.org.uk/">comiss&atilde;o de inqu&eacute;rito&nbsp;</a>&nbsp; presidida por Sir John Chilcot, quando iniciou, a 24 de Novembro, as audi&ccedil;&otilde;es sobre a decis&atilde;o de Gr&atilde;-Bretanha de se juntar &agrave; invas&atilde;o de 2003, liderada pelos Estados Unidos. No entanto, segundo afirma hoje o Guardian, na <a href="http://www.guardian.co.uk/uk/2009/nov/23/chilcot-inquiry-iraq-war">primeira p&aacute;gina</a>, essa an&aacute;lise ultrapassa o &acirc;mbito do inqu&eacute;rito por ele conduzido. Personalidades importantes da &aacute;rea da Justi&ccedil;a, que h&aacute; muito defendem que a guerra &quot;constituiu uma grave viola&ccedil;&atilde;o do direito internacional&quot;, p&otilde;em em causa a sinceridade da declara&ccedil;&atilde;o de Sir John de que a &quot;legalidade&quot; da guerra &eacute; a quest&atilde;o central, uma vez que o painel a que preside &quot;n&atilde;o inclui um &uacute;nico juiz ou advogado&quot;. O di&aacute;rio londrino salienta que o facto suscita d&uacute;vidas sobre &quot;a disposi&ccedil;&atilde;o do Governo, que ordenou o inqu&eacute;rito, de apurar seriamente se agiu dentro da legalidade&quot;. Mas uma quest&atilde;o n&atilde;o foi at&eacute; agora levantada: saber se uma guerra &quot;legal&quot; justificaria a morte violenta de, at&eacute; &agrave; data, cerca de <a href="http://www.iraqbodycount.org/">100 000 civis</a>?</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:12:17 +0100</pubDate><guid>143501</guid></item>
<item><title>Reino Unido | O cabo Payne reviu o testemunho</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/139311-o-cabo-payne-reviu-o-testemunho</link><description><![CDATA[<p>O p&uacute;blico brit&acirc;nico est&aacute; de novo a recuperar do choque causado por not&iacute;cias de que os seus &ldquo;rapazes&rdquo; possam ser culpados de atitudes impr&oacute;prias em solo estrangeiro. <a href="http://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/we-did-it--to-avenge-our-fallen-comrades-1821726.html"><em>The Independent</em></a> apresenta o testemunho de um soldado do ex&eacute;rcito brit&acirc;nico que acusa o seu superior e alguns antigos camaradas de espancarem e torturarem prisioneiros iraquianos. Durante <a href="http://www.bahamousainquiry.org/">a investiga&ccedil;&atilde;o &agrave; morte do civil iraquiano Baha Mousa</a>, ocorrida em Setembro de 2003, o ex-cabo Donald Payne mudou o seu testemunho e afirmou que ele e os companheiros tinham &ldquo;<em>actuado por vingan&ccedil;a</em>&rdquo; pela morte de quatro camaradas no sul do Iraque. Os alvos da sua vingan&ccedil;a, nove civis iraquianos capturados, &ldquo;<em>foram regularmente pontapeados e esmurrados</em>&rdquo;, relata o di&aacute;rio londrino. Baha Mousa morreu de &ldquo;<em>asfixia e 93 ferimentos diferentes</em>&rdquo;. Payne afirmou que ocultara, anteriormente, a gravidade das agress&otilde;es, devido a uma &quot;<em>lealdade mal orientada</em>&quot;. O cabo afirmara que apenas havia &ldquo;<em>dado uns carolos</em>&rdquo; ou &ldquo;<em>umas bofetadas</em>&rdquo; aos detidos [em 2006, Payne foi o primeiro membro das for&ccedil;as armadas brit&acirc;nicas a ser condenado por um crime de guerra, quando se declarou culpado, num conselho de guerra, de tratar os civis iraquianos de forma desumana].</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:40:20 +0100</pubDate><guid>139311</guid></item>
<item><title>Dinamarca | Diário Politiken apoia os refugiados iraquianos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/136201-diario-politiken-apoia-os-refugiados-iraquianos</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Um emprego para um pedido de asilo recusado</em>&rdquo;. O di&aacute;rio dinamarqu&ecirc;s&nbsp;<em> <a href="http://politiken.dk/indland/article832503.ece">Politiken</a></em><a href="http://politiken.dk/indland/article832503.ece"> lan&ccedil;a</a> hoje uma campanha de fundos junto dos seus leitores, para criar um centro de informa&ccedil;&atilde;o sobre o Iraque. Objectivo: dar trabalho a 100 refugiados iraquianos que n&atilde;o obtiveram autoriza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia na Dinamarca. Empregados como consultores ou conferencistas, receber&atilde;o cerca de 32.000 coroas por m&ecirc;s (perto de 4.300 euros), o que lhes permitir&aacute; obter rapidamente uma licen&ccedil;a de perrman&ecirc;ncia na Dinamarca, em conformidade com uma lei destinada a atrair m&atilde;o-de-obra qualificada para o pa&iacute;s. Quando um membro de uma fam&iacute;lia obt&eacute;m esta licen&ccedil;a, o resto da fam&iacute;lia pode ficar com ele. <em>&ldquo;Quando o Estado n&atilde;o quer ajudar, a sociedade civil tem de intervir&rdquo;,</em> explica o chefe de Redac&ccedil;&atilde;o do Politiken, T&oslash;ger Seidenfaden,&nbsp;<a href="http://politiken.dk/debat/ledere/article832519.ece">no editorial</a>. O Governo e o Partido do Povo, seu aliado de extrema-direita no Parlamento, anunciaram j&aacute; a inten&ccedil;&atilde;o de bloquear esta iniciativa. </p>
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<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:05:30 +0100</pubDate><guid>136201</guid></item>
<item><title>Gás | Todas as condutas vão dar a Ceyhan (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/106891-todas-condutas-vao-dar-ceyhan</link><description><![CDATA[Para se tornarem independentes da Rússia, os europeus precisam da Turquia, por onde se prevê que passem as condutas vindas do Médio Oriente. Eis o motivo pelo qual Die Zeit duvida que a União Europeia mantenha Ancara muito mais tempo à porta. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:05:42 +0100</pubDate><guid>106891</guid></item>
<item><title>Imigração | A polícia francesa e a lei da selva</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/101401-policia-francesa-e-lei-da-selva</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Pr&oacute;xima paragem RU</em>&quot;, &eacute; o t&iacute;tulo de primeira p&aacute;gina do <em>Daily Mail</em>, ao <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1214848/Britain-obsessed-asylum-seekers-let-UK-earliest-convenience-says-Europes-Justice-Commisioner.html#">noticiar</a> o encerramento do campo de refugiados conhecido como &quot;A Selva&quot;, em Calais, Fran&ccedil;a, onde candidatos a asilo pol&iacute;tico, vindos de todos os cantos do mundo, aguardam passagem para o Reino Unido. A opera&ccedil;&atilde;o &quot;<em>esteve a cargo da pol&iacute;cia anti-motim francesa, armada com lan&ccedil;a-chamas, pistolas paralisantes e g&aacute;s lacrimog&eacute;neo</em>&quot; e que cercou com bulldozers &quot;<em>o acampamento de tendas de lona e barrac&otilde;es prec&aacute;rios</em>&quot; onde &quot;<em>o ar est&aacute; impregnado pelo fedor a comida podre e a dejectos humanos</em>&quot;, relata este jornal londrino, sempre interessado em manter os seus leitores conservadores a par das terr&iacute;veis maneiras &agrave; mesa das hordas que querem vir lavar-se na verde e amena costa de Inglaterra. </p>
<p>At&eacute; agora, foram detidos 238 imigrantes, na maioria oriundos do Iraque ocupado pelo Ocidente e do Afeganist&atilde;o e metade dos quais s&atilde;o crian&ccedil;as. Segundo algumas ag&ecirc;ncias humanit&aacute;rias, a maior parte deles ser&atilde;o mandados de volta para os pa&iacute;ses por onde entraram na UE, sendo a Gr&eacute;cia um dos principais pontos de entrada. O ministro franc&ecirc;s do Interior, Eric Besson, ordenou <a href="http://itn.co.uk/7838f4c731e6cb5a4cba03a67e9eee3a.html">o assalto political</a>, evocando argumentos humanit&aacute;rios, tendo qualificado o campo como &quot;<em>placa girat&oacute;ria no tr&aacute;fico de seres humanos</em>&quot;. Do outro lado do Canal, o ministro do Interior, Alan Johnson, disse estar &quot;<em>encantado</em>&quot; com a not&iacute;cia. Entretanto, as v&iacute;timas dos traficantes de pessoas t&ecirc;m uma opini&atilde;o diferente. &quot;<em>Estamos absolutamente decididos a come&ccedil;ar uma vida nova em Inglaterra</em>&quot;, afirmou um jovem de 23 anos, natural de Cabul.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:35:25 +0100</pubDate><guid>101401</guid></item>
<item><title>Dinamarca | Querem calar o soldado Rathsack</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/97721-querem-calar-o-soldado-rathsack</link><description><![CDATA[<p>&Eacute; o livro que mais d&aacute; que falar na Dinamarca.&nbsp;Em<a href="http://www.artpeople.dk/boeger/jaeger"><em>Jaeger, i Krig med Eliten</em></a>, (<em>Ca&ccedil;ador, em Guerra com a Tropa de Elite</em>), Thomas Rathsack, militar na reserva, relata as opera&ccedil;&otilde;es dos comandos dinamarqueses no Iraque e no Afeganist&atilde;o.H&aacute; uma semana que o Minist&eacute;rio da Defesa dinamarqu&ecirc;s tem feito tudo&nbsp;para impedir a publica&ccedil;&atilde;o do livro, exigindo a sua interdi&ccedil;&atilde;o, pressionando os funcion&aacute;rios da editora Peoples Press a dizer a quem o enviaram, e escrevendo aos directores dos grandes jornais.Considera que o livro apresenta demasiados pormenores sobre a operacionalidade dos comandos podendo, por isso, revelar-se aos inimigos da Dinamarca.O di&aacute;rio&nbsp;<em>Politiken</em>&nbsp; <a href="http://politiken.dk/indland/article789185.ece">publica</a> excertos, na v&eacute;spera da aprecia&ccedil;&atilde;o, pelo Tribunal de Copenhaga, do pedido de interdi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<a href="http://politiken.dk/debat/ledere/article789246.ece">No seu&nbsp;editorial</a>,o di&aacute;rio invoca&nbsp;&quot;o direito de informar o p&uacute;blico sobre a actualidade &ndash; mesmo quando estamos em guerra e as autoridades n&atilde;o o permitem&quot;. De manh&atilde; j&aacute; n&atilde;o havia um &uacute;nico exemplar do Politiken&nbsp; por vender em Copenhaga.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 16 Sep 2009 16:14:23 +0100</pubDate><guid>97721</guid></item>
<item><title>Alemanha | Direito de asilo europeu posto em questão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/94401-direito-de-asilo-europeu-posto-em-questao</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Sob a chancela da UE, nem sempre se verifica o Estado de Direito.</em>&quot; O <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung </em>interpreta assim a decis&atilde;o do Tribunal Constitucional alem&atilde;o que impediu, dia 9 de Setembro, o envio de um requerente de asilo iraquiano para a Gr&eacute;cia. Em virtude do<a href="http://europa.eu/legislation_summaries/justice_freedom_security/free_movement_of_persons_asylum_immigration/l33153_fr.htm"> Regulamento Dublin II</a>, o pa&iacute;s de entrada de um imigrante na Uni&atilde;o Europeia &eacute; respons&aacute;vel pelo seu pedido de asilo. A Gr&eacute;cia, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros pa&iacute;ses na fronteira externa da UE, est&aacute; a transbordar de refugiados. <em>&quot;O tratamento escandaloso que Atenas lhes proporciona est&aacute; bem documentado&quot;, </em>considera o di&aacute;rio alem&atilde;o. <em>&quot;O Tribunal faz bem em refrear as expuls&otilde;es indiscriminadas&quot; </em>para esses pa&iacute;ses terceiros ditos <em>&quot;seguros&quot;</em> . Se esta decis&atilde;o constituir jurisprud&ecirc;ncia, &quot;<em>a Alemanha ir&aacute; enfrentar um n&uacute;mero muito superior de pedidos de asilo&quot;</em>, o mesmo acontecendo aos pa&iacute;ses escandinavos. <em>&quot;Com este pedido indiferido [&hellip; ], os pa&iacute;ses do Sul poderiam satisfazer uma antiga reivindica&ccedil;&atilde;o: mais solidariedade na Europa.&quot; </em>Por isso, o SZ acusa Atenas de chantagem. &quot;<em>Pela pol&iacute;tica de rigor e neglig&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o aos refugiados, a Gr&eacute;cia consegue impor a sua vontade. &Eacute; desagrad&aacute;vel, mas os refugiados n&atilde;o podem ser punidos por isso.&quot;</em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2009 17:08:54 +0100</pubDate><guid>94401</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | A Síria quer ser amiga da Europa (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/85871-siria-quer-ser-amiga-da-europa</link><description><![CDATA[O recente pedido da Grã-Bretanha  para que a Síria seja abrangida pela Política Europeia de Vizinhança (PEV) da UE faz parte de uma estratégia ocidental mais vasta, destinada a afastar do Irão o anteriormente isolado regime do Partido Baath e a levá-lo a continuar a cooperar com o Ocidente, no Iraque e no Líbano. Chris Philips interroga-se no Guardian sobre se estaremos a assistir a mais um caso em que os direitos humanos e a democracia são sacrificados em prol das conveniências políticas. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2009 17:22:44 +0100</pubDate><guid>85871</guid></item>
<item><title>Alemanha | Célula adormecida mas pouco</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/74351-celula-adormecida-mas-pouco</link><description><![CDATA[<p>A confiss&atilde;o de Fritz G., no passado dia 10 de Agosto, no tribunal de D&uuml;sseldorf, no decorrer do julgamento de uma presum&iacute;vel c&eacute;lula terrorista isl&acirc;mica, n&atilde;o deixa margem para d&uacute;vida: o chefe do grupo Sauerland foi o autor moral dos diversos atentados, perpetrados com um carro armadilhado, contra o contingente norte-americano estacionado na Alemanha, para for&ccedil;ar Berlim a retirar do Afeganist&atilde;o. &quot;<em>Agiram em nome da organiza&ccedil;&atilde;o terrorista Uni&atilde;o da Jihad Isl&acirc;mica (UJI).Depois desta confiss&atilde;o, &eacute; imposs&iacute;vel continuar a contestar a sua exist&ecirc;ncia</em>&quot;,&nbsp;<a href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/zelle-mit-schwachstellen/">constat</a>a&nbsp;o <em>Tageszeitung</em>.</p>
<p>Mesmo que o Grupo tivesse com que fabricar explosivos cem vezes mais potentes do que os que vitimaram 52 pessoas em Londres, em 2005, acrescenta o di&aacute;rio, n&atilde;o h&aacute; raz&otilde;es para alarme. De facto, a Jihad Isl&acirc;mica encarregou os quatro r&eacute;us dos atentados porque n&atilde;o tinha mais ningu&eacute;m dispon&iacute;vel. Os pr&oacute;prios r&eacute;us, que queriam combater no Iraque, consideram que n&atilde;o tinham condi&ccedil;&otilde;es para perpetrar os atentados porque sabiam que estavam a ser vigiados pela pol&iacute;cia. &quot;A ideia, muito comum na Alemanha, de dezenas de terroristas 'adormecidos' &agrave; espera de cumprir a sua miss&atilde;o n&atilde;o ficou provada neste julgamento&quot;, refere o TAZ.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 11 Aug 2009 14:03:43 +0100</pubDate><guid>74351</guid></item>
<item><title>NATO | Líder novo para uma velha aliança (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/69111-lider-novo-para-uma-velha-alianca</link><description><![CDATA[No dia 1 de Agosto, o ex-primeiro-ministro dinamarquês Anders Fogh Rasmussen foi formalmente investido como secretário-geral da NATO, declarando que a resolução da guerra no Afeganistão vai ser a sua prioridade. Mas o que inquieta a imprensa europeia é a situação da aliança ocidental, entorpecida por uma dissensão interna desde a guerra no Iraque, que parece não ter fim à vista, após oito anos de batalhas contra uma força talibã que recrudesce. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 03 Aug 2009 18:38:41 +0100</pubDate><guid>69111</guid></item>
<item><title>Imigração | Um somali perdido na Roménia (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/54611-um-somali-perdido-na-romenia</link><description><![CDATA[Desde que passou a ser membro da UE, que a Roménia passou a atrair uma vaga de imigrantes africanos, indianos, afegãos e iraquianos. Vindo da Somália, Kasim, sonhava chegar à Alemanha, mas acabou por ficar a meio da jornada quando os traficantes o abandonaram numa aldeia perdida da Roménia. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2009 19:25:44 +0100</pubDate><guid>54611</guid></item>
<item><title>Energia | Bruxelas quer Nabucco cheio de gás</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/52971-bruxelas-quer-nabucco-cheio-de-gas</link><description><![CDATA[<p>Ligar a &Aacute;sia Central &agrave; Europa Ocidental, para reduzir a depend&ecirc;ncia desta &uacute;ltima em rela&ccedil;&atilde;o ao g&aacute;s russo, &eacute; a ambi&ccedil;&atilde;o do futuro gasoduto Nabucco, cuja entrada em funcionamento est&aacute; prevista para 2014. Em 13 de Julho, em Ankara, a Turquia, a Bulg&aacute;ria, a Rom&eacute;nia, a Hungria e a &Aacute;ustria &ndash; ou seja, os cinco pa&iacute;ses atravessados pelo seu tra&ccedil;ado de 3 300 quil&oacute;metros &ndash; assinaram uma acordo que abre caminho &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o do projecto. &quot;<em>Se se conseguir o financiamento [&hellip;], ficar&aacute; ainda por resolver o maior problema: o abastecimento de g&aacute;s&quot;</em>, adverte o perito turco Necdet Pamir, no <em>Figaro</em>.</p>
<p>&quot;O Azerbeij&atilde;o infligiu um duro golpe aos promotores do Nabucco, ao decidir, no come&ccedil;o de Julho, conceder acesso priorit&aacute;rio &agrave; Gazprom&quot;, explica este di&aacute;rio franc&ecirc;s. Perante as fortes reac&ccedil;&otilde;es europeias, a companhia petrol&iacute;fera estatal do Azerbeij&atilde;o declarou contudo que forneceria os volumes prometidos. Por seu turno, o Turquemenist&atilde;o, cujas rela&ccedil;&otilde;es com Moscovo s&atilde;o tensas, decidiu aderir ao projecto europeu. &quot;<em>Bruxelas espera obter a mesma promessa do Kazaquist&atilde;o e do Uzbequist&atilde;o, ficando de olho a mais longo prazo nas reservas de g&aacute;s do Egipto, do Iraque e do Ir&atilde;o</em>&quot;, conclui <em>Le Figaro</em>.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:50:19 +0100</pubDate><guid>52971</guid></item>
</channel></rss>
