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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Turquia]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Vistos | Bucareste abre a porta aos turcos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1751341-bucareste-abre-porta-aos-turcos</link><description><![CDATA[<p>A Rom&eacute;nia e a Turquia colaboram na aplica&ccedil;&atilde;o da reforma da concess&atilde;o de vistos a turistas e empres&aacute;rios turcos. O prazo de emiss&atilde;o de um visto &eacute; reduzido para dez dias. Esta medida, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; qual os Presidentes turco e romeno, Abdullah G&uuml;l e Traian Băsescu, est&atilde;o de acordo desde mar&ccedil;o, dever&aacute; entrar em vigor at&eacute; final do m&ecirc;s, explica o <a href="http://www.romanialibera.ro/actualitate/europa/egemen-bagis-e-ilogic-ca-tari-atat-de-apropiate-ca-romania-si-turcia-sa-isi-impuna-vize-259691.html"><em>Rom&acirc;nia liberă</em></a>. O di&aacute;rio adianta que</p>
<blockquote><p>num futuro pr&oacute;ximo, os turistas turcos (incluindo, no mesmo pacote de medidas, os turistas oriundos dos pa&iacute;ses &aacute;rabes do Golfo e da China) deixam de ter de estar meses em filas de espera intermin&aacute;veis para obterem um visto para a Rom&eacute;nia.</p>
</blockquote>
<p>Bucareste quer criar igualmente um visto de cinco anos para empres&aacute;rios turcos. Citando o ministro turco dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, o <em>Rom&acirc;nia liberă</em> recorda que a Turquia &eacute; o &uacute;nico pa&iacute;s cujos cidad&atilde;os, depois de assinada uma Uni&atilde;o Aduaneira com a UE, precisam de visto para entrar na UE. Deste ponto de vista, &quot;a Rom&eacute;nia representa uma solu&ccedil;&atilde;o para a concess&atilde;o de vistos aos turcos&quot;, mas &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o parcial, visto que este pa&iacute;s n&atilde;o pertence ao espa&ccedil;o Schengen. <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1493821-bucareste-e-sofia-devem-esforcar-se-mais">Salvo veto holand&ecirc;s</a>, esta entrada poder&aacute; ser decidida j&aacute; em setembro.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 14:58:05 +0100</pubDate><guid>1751341</guid></item>
<item><title>Áustria | O orgulho turco marca um ponto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1568841-o-orgulho-turco-marca-um-ponto</link><description><![CDATA[<p>Cerca de ano e meio depois da publica&ccedil;&atilde;o, na Alemanha, do <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/325421-questao-que-agita-alemanha" target="_self">livro pol&eacute;mico</a> do economista alem&atilde;o Thilo Sarrazin, a resposta &agrave;quele ensaio, que denuncia o fracasso da integra&ccedil;&atilde;o &ndash; dos turcos, em especial &ndash;, acaba de ser editada na &Aacute;ustria. <em>Wir kommen</em> (&quot;Estamos a chegar&quot;), do austro-turco Inan T&uuml;rkmen, de 25 anos, tem por tema, <a href="http://diepresse.com/home/panorama/oesterreich/736273/Wir-kommen_Der-Aufstand-der-WutTuerken?from=suche.intern.portal" target="_self">segundo <em>Die Presse</em></a>, &quot;a revolta dos turcos&quot;.</p>
<p>Num tom provocador deliberado e assumido, o autor responde a Sarrazin e refuta a imagem dos turcos como v&iacute;timas do processo de integra&ccedil;&atilde;o na &Aacute;ustria. Nesse sentido, alude a uma influ&ecirc;ncia crescente da Turquia no seio da Europa, baseando-se, conforme explica <em>Die Presse</em>, em cinco fatores:</p>
<blockquote><p>Os turcos s&atilde;o mais numerosos, mais jovens, mais ambiciosos, mais fortes e a sua economia tem um crescimento mais r&aacute;pido. [&hellip;] No seu livro, T&uuml;rkmen tra&ccedil;a o retrato de uma Turquia em pleno desenvolvimento e com a qual a Europa devia aprender. Diz que o n&uacute;mero de quadros dirigentes femininos &eacute; seis vezes superior na Turquia, em compara&ccedil;&atilde;o com a m&eacute;dia europeia, que a prosperidade turca aumentou mais do que em qualquer regi&atilde;o da Europa e que, no seu conjunto, os turcos querem ir mais longe.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 14:58:52 +0100</pubDate><guid>1568841</guid></item>
<item><title>Grécia | Não há austeridade para o exército (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1383791-nao-ha-austeridade-para-o-exercito</link><description><![CDATA[Fragatas, blindados, caças-bombardeiros, submarinos… enquanto os cidadãos apertam os cintos, a Defesa escapa aos cortes orçamentais. Para grande satisfação dos Estados fornecedores – Alemanha e França à cabeça. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:43:28 +0100</pubDate><guid>1383791</guid></item>
<item><title>França-Turquia: o genocídio que irrita</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1326511-franca-turquia-o-genocidio-que-irrita</link><description><![CDATA[<p>Os deputados franceses decidiram: no dia 22 de dezembro, adotaram um&nbsp;<a href="http://www.assemblee-nationale.fr/13/dossiers/lutte_racisme_genocide_armenien.asp" target="_self">projeto de lei</a>&nbsp;sobre a nega&ccedil;&atilde;o&nbsp;dos genoc&iacute;dios. Os votos vieram tanto da maioria como da oposi&ccedil;&atilde;o de esquerda. Passa a ser punida&nbsp;com um ano de pris&atilde;o e uma multa de 45 mil euros &quot;a nega&ccedil;&atilde;o dos genoc&iacute;dios reconhecidos por&nbsp;lei&rdquo;. Este projeto vem juntar-se a&nbsp;<a href="http://www.lexpress.fr/actualite/societe/histoire/les-lois-memorielles-sont-elles-demagogiques_1064213.html" target="_self">quatro outras leis</a>&nbsp;quatro outras leis ditas &quot;memoriais&quot;, isto &eacute;, declarativas da posi&ccedil;&atilde;o&nbsp;oficial de um Estado sobre um facto hist&oacute;rico.</p>
<p>O texto visa implicitamente o genoc&iacute;dio arm&eacute;nio de 1915-1916, durante o qual foram liquidados cerca de 1, 2 milh&atilde;o de arm&eacute;nios (dois ter&ccedil;os dos que viviam no&nbsp;Imp&eacute;rio Otomano morreram em deporta&ccedil;&otilde;es e massacres organizados pelo Estado Otomano). Da&iacute; que&nbsp;o texto tenha provocado a f&uacute;ria de Ancara, que retirou o seu embaixador de Paris e amea&ccedil;ou a Fran&ccedil;a&nbsp;de repres&aacute;lias comerciais e diplom&aacute;ticas. O projeto de lei ainda tem de ser aprovado pelo Senado e&nbsp;novamente pela Assembleia Nacional, antes de poder ser aplicado.&nbsp;</p><div class="extract"><div class="intror"><p>No jornal&nbsp;<em>Le Point</em>, o colunista Pierre Beylau&nbsp;<a href="http://www.lepoint.fr/monde/ou-va-le-monde-pierre-beylau/turquie-armenie-genocide-armenien-vive-la-demagogie-22-12-2011-1411290_231.php  " target="_self">denuncia</a>&nbsp;uma manobra pol&iacute;tica do Governo franc&ecirc;s, dada a&nbsp;aproxima&ccedil;&atilde;o das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais:&nbsp;</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/LePoint-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Era realmente oportuno acordar a velha serpente do genocídio de 1915, que ninguém séria questiona ter sido uma realidade? Trata-se, obviamente, de politiquice de eleitores para quem o ‘voto arménio’ é supostamente decisivo. Para agradar a um grupo de pressão, não hesitam em assumir o risco de causar danos consideráveis nos planos diplomático e económico.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Do ponto de vista da diplomacia francesa no M&eacute;dio Oriente, &quot;<em>um confronto com Ancara &eacute; um absurdo</em>&quot;,&nbsp;<a href="http://abonnes.lemonde.fr/idees/article/2011/12/22/les-lois-memorielles-ne-servent-a-rien-helas_1621554_3232.html#ens_id=1620748  " target="_self">acrescenta&nbsp;<em>Le Monde</em></a>. Mas para este di&aacute;rio, o problema est&aacute; principalmente na natureza do projeto&nbsp;de lei:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/LeMonde-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Não cabe ao legislador – neste caso apoiado pelo Eliseu – ditar a história. Nos últimos anos, a França oficial revela uma adoração por esta ‘juridificação’ da história. Votam-se leis memoriais, criando o crime de negação. São inúteis. Nem sequer aliviam a dor de quem vê o seu (...) passado ignobilmente reescrito, a fim de ser negado.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por seu turno, o <em>site</em>&nbsp;Mediapart&nbsp;<a href="http://www.mediapart.fr/journal/international/221211/la-france-et-la-turquie-au-miroir-de-leur-pathologie-nationale" target="_self">interpreta</a>&nbsp;esta disputa &agrave; luz da hist&oacute;ria dos dois pa&iacute;ses,&nbsp;cada um dos quais foi conduzido por uma personalidade fundadora da na&ccedil;&atilde;o moderna, de que as&nbsp;elites de hoje t&ecirc;m dificuldade em libertar-se: o general De Gaulle e Mustapha Kemal.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/mediapart-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">França e Turquia sofrem, em diferentes graus, da mesma patologia nacional: a incapacidade de fazer o luto de um
passado grandioso; a tentativa desesperada de se agarrar a um salvador supremo que transmite à mãe pátria uma mitologia férrea; a recusa de inventariar a história, de realizar uma espécie de triagem, de reconhecer os erros e os crimes.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Do lado turco, na vers&atilde;o angl&oacute;fona do di&aacute;rio <em>Zaman</em>,&nbsp;<a href="http://www.todayszaman.com/columnist-266465-monsieur-sarkozy-look-in-the-mirror-and-see-who-the-real-genocide-perpetrator-is.html" target="_self">o editorialista B&uuml;lent Keneş ataca diretamente</a>&nbsp;o Presidente franc&ecirc;s: &quot;<em>Com a introdu&ccedil;&atilde;o de uma proibi&ccedil;&atilde;o dirigida a uma parte do debate sobre um&nbsp;assunto hist&oacute;rico controverso, que deve ser esclarecido pelos historiadores, e precisamente antes&nbsp;da elei&ccedil;&atilde;o presidencial, Sarkozy mostrou a todos o que &eacute; a democracia &agrave; sua maneira</em>&quot;.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Zaman-12232011-v.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Dado o seu notório interesse pela criação de dogmas sobre episódios controversos do passado através de meios
políticos e legislativos, devia voltar-se para o inegável passado colonial da França, em vez de foçar nas lacunas da história da Turquia. Proibir as opiniões e ideias que possam ser expressas sobre um chamado ‘genocídio’ de que os arménios terão sido supostamente vítimas em 1915, antes de expressar um pedido de desculpas pelos massacres cometidos pela França na Argélia, em passado recente [...], ou pelos assassínios em massa cometidos noutros países de África e na Indochina, bem como nas colónias marítimas, é tudo o que se pode esperar do palhaço leviano da política francesa chamado Sarkozy.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>No Milliyet, <a href="http://gundem.milliyet.com.tr/soykirim-degil-demek-sucu/gundem/gundemyazardetay/22.12.2011/1478747/default.htm" target="_self">Mehmet Tezkan considera</a>&nbsp;que o Presidente franc&ecirc;s &quot;<em>tem duas raz&otilde;es para querer que&nbsp;esta lei seja aprovada</em>&quot;:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Milliyet-12232011-v.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A primeira é uma investida política direcionada para os votos dos arménios. A segunda é prejudicar as relações com Ancara. As relações entre Sarkozy e Erdogan não são nada boas. A partir de agora, as pontes foram cortadas. O objetivo de Sarkozy é afastar a Turquia da UE, com este tipo de manobras.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por &uacute;ltimo, Ali Bayramoglu, no di&aacute;rio Yeni Safak, <a href="http://yenisafak.com.tr/Yazarlar/Default.aspx?i=30289&amp;y=AliBayramoglu" target="_self">recorda</a>&nbsp;que:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/YeniSafak-12232011-v.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">De acordo com a atual interpretação do artigo 301º do Código Penal turco, é crime dizer que ‘houve um genocídio arménio’. Em França, é crime dizer "o genocídio arménio não aconteceu". Será possível que não se perceba que as duas atitudes restringem a liberdade de expressão... e evitam que as duas partes se questionem sobre o seu
passado? Os danos que a lei francesa vai causar são significativos.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Fri, 23 Dec 2011 16:29:59 +0100</pubDate><guid>1326511</guid></item>
<item><title>Turquia | Ancara e "Os Miseráveis" (Milliyet, Istambul)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1283361-ancara-e-os-miseraveis</link><description><![CDATA[Há cada vez mais responsáveis turcos, incentivados pela dinâmica económica e política do
seu país, a criticar uma União Europeia enterrada na crise. Mas isto não deve comprometer a
vontade de Ancara de aderir à UE, considera um editorialista turco. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 16:29:53 +0100</pubDate><guid>1283361</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Se a Grécia saísse... (Le Figaro, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1137761-se-grecia-saisse</link><description><![CDATA[E se a Grécia saísse da UE ? Esta eventualidade implicaria uma nova reviravolta geopolítica nos Balcãs, previne o professor universitário Georges Prevelakis. A UE seria obrigada a admitir a sua incapacidade em “europeizar” um Estado que é membro há 30 anos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:33:55 +0100</pubDate><guid>1137761</guid></item>
<item><title>Alemanha-Turquia | Presente de anos envenenado</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1131851-presente-de-anos-envenenado</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Bir problem mi var?&quot; </em>Tenho um problema?&nbsp;<a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/erdogan-fuehlt-sich-ungerecht-behandelt-deutsch-tuerkische-misstoene,1472596,11094210.html">A pergunta feita em turco pelo<em>&nbsp;</em></a><a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/erdogan-fuehlt-sich-ungerecht-behandelt-deutsch-tuerkische-misstoene,1472596,11094210.html"><em>Frankfurter Rundschau</em></a>&nbsp;reflete a atmosfera das celebra&ccedil;&otilde;es germano-turcas&nbsp;do dia 2 de novembro em Berlim. A chanceler Angela Merkel e o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan festejavam o quinquag&eacute;simo anivers&aacute;rio do&nbsp;acordo celebrado no dia 30 de outubro de 1961, atrav&eacute;s do qual a Alemanha&nbsp;refor&ccedil;ou fortemente a imigra&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o-de-obra turca para apoiar a sua&nbsp;economia. Ap&oacute;s a chegada de 800 mil turcos e a suspens&atilde;o do acordo em&nbsp;1973, este continua a ser um assunto sens&iacute;vel. De facto, Erdogan declarou&nbsp;em alem&atilde;o que &ldquo;<em>caminhamos juntos</em>&rdquo;, e tr&ecirc;s milh&otilde;es de imigrantes turcos&nbsp;aplaudiram Merkel quando esta afirmou &ldquo;<em>tamb&eacute;m sou a vossa chanceler</em>&rdquo;. Mas&nbsp;os tradicionais pontos de disc&oacute;rdia continuavam presentes: a dupla nacionalidade&nbsp;para os imigrantes turcos na Alemanha, reclamada por Erdogan, e a obriga&ccedil;&atilde;o&nbsp;de aprenderem alem&atilde;o, exigida por Merkel. &ldquo;<em>A assimila&ccedil;&atilde;o &eacute; um crime contra&nbsp;a Humanidade</em>&rdquo;, compar&aacute;vel ao antissemitismo, proferiu o primeiro-ministro turco perante uma Angela Merkel impass&iacute;vel. A qual manteve um&nbsp;sil&ecirc;ncio eloquente relativamente &agrave; ades&atilde;o da Turquia &agrave; Uni&atilde;o Europeia.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:50:36 +0100</pubDate><guid>1131851</guid></item>
<item><title>União Europeia | Um alargamento, várias ilusões (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1053531-um-alargamento-varias-ilusoes</link><description><![CDATA[Ao abrir a perspetiva de adesão a vários países candidatos, Štefan Füle, comissário europeu do Alargamento, quis dar provas de otimismo. Mas isto só vem reforçar a ideia de que a Europa anda à deriva, estima o diário sueco Dagens Nyheter. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 16:50:45 +0100</pubDate><guid>1053531</guid></item>
<item><title>Turquia | Abdullah Gül ameaça bater com a porta da UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/972171-abdullah-guel-ameaca-bater-com-porta-da-ue</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Estrangeiro amigo da Europa&rdquo;, titula o <em>Frankfurter Rundschau</em> por ocasi&atilde;o da visita do presidente turco &agrave; Alemanha. O di&aacute;rio <a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/eu-erweiterung-tuerkei-fans-sind-selten-in-europa,1472596,10878388.html">aproveita para fazer um balan&ccedil;o</a> do estado das rela&ccedil;&otilde;es turco-europeias: os presidentes Abdullah G&uuml;l e Christian Wulff mostram-se sorridentes, os &quot;adeptos da Turquia s&atilde;o raros na Europa&quot;, estima o Rundschau, para o qual &quot;o discurso sobre a ades&atilde;o da Turquia &agrave; UE continua a ser hip&oacute;crita e marcado por duplos significados&quot;. Oficialmente, Bruxelas deseja que Ankara seja membro de pleno direito mas, de facto, a Alemanha, a Fran&ccedil;a e a &Aacute;ustria mant&ecirc;m &quot;os dois p&eacute;s no trav&atilde;o&quot;. Tamb&eacute;m dois ter&ccedil;os dos 35 cap&iacute;tulos sobre os quais incidem as negocia&ccedil;&otilde;es continuam por discutir. Apesar do atentado &agrave; bomba nesse mesmo dia em Ancara (3 mortos), em Berlim, Abdullah G&uuml;l lembrou a Christian Wulff que o princ&iacute;pio do pacta sunt servanda  &ndash;  &eacute; preciso respeitar os acordos  &ndash;  tamb&eacute;m se aplica &agrave; Turquia. Se as negocia&ccedil;&otilde;es com a UE fracassarem, <a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/tuerkei-der-tigerstaat-am-bosporus,1472596,10878384.html">nota o di&aacute;rio</a>, o &quot;novo tigre do B&oacute;sforo&quot;, d&eacute;cima sexta pot&ecirc;ncia econ&oacute;mica mundial, poder&aacute; muito bem, por frustra&ccedil;&atilde;o, libertar-se do dossier europeu.&nbsp;</p>
<p>Para o <em>La Repubblica</em>, em Berlim, Ancara &ldquo;j&aacute; disse adeus &agrave; Europa&rdquo;: &ldquo;nunca como hoje, a Europa e a &Aacute;sia se mostraram t&atilde;o distantes&rdquo;, escreve o <a target="_self" href="http://rassegna.governo.it/testo.asp?d=68095520">di&aacute;rio romeno</a>, visto que &ldquo;a Turquia, farta de esperar &agrave; entrada da Europa, disse ontem, pela primeira vez, pela voz do seu chefe de estado, o islamita moderado Abdullah G&uuml;l, que &lsquo;aceitaremos n&atilde;o ser membros da Uni&atilde;o Europeia se os habitantes de um &uacute;nico dos seus pa&iacute;ses n&atilde;o nos quiser e considerar a Turquia um fardo&rsquo;&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 21 Sep 2011 14:01:12 +0100</pubDate><guid>972171</guid></item>
<item><title>Mediterrâneo | Aumenta a tensão do gás</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/968401-aumenta-tensao-do-gas</link><description><![CDATA[<p>A 19 de setembro, a empresa de g&aacute;s &ldquo;Nobel Energy iniciou a perfura&ccedil;&atilde;o em Afrodite, na zona econ&oacute;mica exclusiva cipriota&rdquo;, a leste da ilha, <a href="http://www.politis-news.com/cgibin/hweb?-A=211944&amp;-V=articles" target="_self">anuncia o di&aacute;rio <em>Politis</em></a>. Este di&aacute;rio adianta, em manchete, que a explora&ccedil;&atilde;o do subsolo do Mediterr&acirc;neo ir&aacute; dar os &ldquo;primeiros resultados dentro de 15-20 dias&rdquo;. O in&iacute;cio da prospe&ccedil;&atilde;o por esta empresa texana, numa zona que o Chipre tenciona explorar com Israel, fez aumentar a tens&atilde;o com a Turquia. Em declara&ccedil;&otilde;es ao di&aacute;rio Zaman, o ministro da Energia turco prev&ecirc; que a Marinha do seu pa&iacute;s possa escoltar navios de explora&ccedil;&atilde;o turcos que entrem na zona contestada para a&iacute; realizarem estudos concorrentes.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 14:27:18 +0100</pubDate><guid>968401</guid></item>
<item><title>Turquia-Chipre | Ancara abre conflito com a Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/963851-ancara-abre-conflito-com-europa</link><description><![CDATA[<p>Ancara est&aacute; &ldquo;pronta para arrefecer rela&ccedil;&otilde;es com a UE&rdquo;, <a href="http://www3.lastampa.it/esteri/sezioni/articolo/lstp/420720/" target="_self">noticia o <em>La Stampa</em></a>. Isto, se Chipre assumir &nbsp;a presid&ecirc;ncia rotativa da Uni&atilde;o em julho de 2012 sem que esteja resolvido o longo conflito sobre a separa&ccedil;&atilde;o da parte turca da ilha. Discursando na Rep&uacute;blica Turca de Chipre do Norte, o vice-primeiro-ministro Besir Atalay tomou uma posi&ccedil;&atilde;o invulgarmente dura para com a UE e a parte da ilha controlada pelos gregos, dando continua&ccedil;&atilde;o &agrave; ofensiva diplom&aacute;tica que come&ccedil;ou com o rompimento de rela&ccedil;&otilde;es militares com Israel e com a viagem do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan pelos pa&iacute;ses da &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo;.</p>
<p>Numa demonstra&ccedil;&atilde;o de orgulho nacional, a Turquia est&aacute; irritada com o impasse do seu pedido de ades&atilde;o &agrave; UE e usa os seus novos m&uacute;sculos na regi&atilde;o mas, segundo o <em>La Stampa</em>, a verdadeira causa do desentendimento &eacute; material. A enorme jazida de<a href="http://www3.lastampa.it/esteri/sezioni/articolo/lstp/420828/" target="_self"> g&aacute;s Leviat&atilde;</a>, recentemente descoberta nas &aacute;guas entre o Chipre e Israel e que os dois pa&iacute;ses se preparam para explorar, levou a marinha e a for&ccedil;a a&eacute;rea da Turquia a fazerem manobras naquela &aacute;rea.</p>
<p>&ldquo;Dez meses s&atilde;o muito tempo e Erdogan ter&aacute; muitas oportunidades para mudar de ideias&rdquo;, <a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9216" target="_self">escreve o<em> La Stampa</em></a>. Mas &ldquo;a Europa n&atilde;o se pode dar ao luxo de perder a Turquia, n&atilde;o agora&rdquo;, porque as suas futuras rela&ccedil;&otilde;es com os novos governos sa&iacute;dos da primavera &aacute;rabe dependem muito da media&ccedil;&atilde;o de Ancara e no modelo de Estado isl&acirc;mico secular e amigo do ocidente que representa.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 19 Sep 2011 14:06:39 +0100</pubDate><guid>963851</guid></item>
<item><title>Alemanha | 50 anos de imigração turca</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/903931-50-anos-de-imigracao-turca</link><description><![CDATA[<p>&quot;Neues Deutschland&quot;, <a target="_self" href="http://taz.de/50-Jahre-Tuerkinnen-in-Deutschland/!77241/">titula o <em>Tageszeitung</em></a> ao p&eacute; da fotografia de um casal de turcos que singrou na Alemanha. &ldquo;Nova Alemanha&rdquo; &eacute; o nome do jornal que era, na &eacute;poca da RDA, o &oacute;rg&atilde;o oficial do partido no poder, o SED, e que refletia o esp&iacute;rito do recome&ccedil;ar socialista p&oacute;s-II Guerra Mundial. Mas, do outro lado do Muro, lembra o <em>TAZ</em>, a 1 de setembro de 1961, Konrad Adenauer, chanceler da ent&atilde;o RDA, celebrava um acordo com a Turquia sobre o acolhimento de &quot;trabalhadores hospedeiros&quot;. &ldquo;&Ccedil;ok yasa, CDU!&quot;, &quot;Obrigado, CDU&quot;, ironiza o di&aacute;rio alternativo que considera que &quot;os trabalhadores turcos contribu&iacute;ram para que a Alemanha ficasse menos alem&atilde; &ndash; [..] um feito civilizacional!&quot;</p>
<p>Para este jornal, &quot;a Hist&oacute;ria da imigra&ccedil;&atilde;o turca &eacute; um &ecirc;xito. A vida comum entre &quot;ind&iacute;genas&quot; e imigrantes corre bem, melhor do que em muitos casos de vizinhos nossos. Cresce o n&uacute;mero de bachar&eacute;is, aumenta a classe m&eacute;dia, h&aacute; deputados em muitos parlamentos [regionais], o l&iacute;der dos Verdes &eacute; turco&rdquo;. Em suma, conclui o <em>TAZ</em>, os turcos &ldquo;alteraram o rosto da Alemanha&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 01 Sep 2011 14:57:43 +0100</pubDate><guid>903931</guid></item>
<item><title>Líbia | A corrida ao petróleo já começou</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/881701-corrida-ao-petroleo-ja-comecou</link><description><![CDATA[<p>&quot;A corrida ao petr&oacute;leo l&iacute;bio&quot; j&aacute; chegou ao rubro, observa o <em>Die Presse</em>. <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/politik/aussenpolitik/687686/Wettlauf-um-Libyens-Oel?direct=634545&amp;_vl_backlink=/home/index.do&amp;selChannel=103">Este di&aacute;rio de Viena explica</a> que est&atilde;o a ser estabelecidos m&uacute;ltiplos contactos com os rebeldes, para garantir futuros contratos. Apesar de os que se opunham a Kadhafi quererem &quot;castigar as empresas chinesas pela ina&ccedil;&atilde;o&quot; do Governo de Pequim, o jornal cita um empres&aacute;rio alem&atilde;o que n&atilde;o receia as consequ&ecirc;ncias da absten&ccedil;&atilde;o de Berlim na vota&ccedil;&atilde;o na ONU que autorizou a interven&ccedil;&atilde;o internacional. &quot;A Chanceler remediou tudo isso&quot;, afirma o <em>Die Presse</em>.</p>
<p>Pelo contr&aacute;rio, o <em><a target="_self" href="http://www.handelsblatt.com/">Handelsblatt</a></em> considera que a posi&ccedil;&atilde;o da Alemanha na corrida ao &quot;tesouro do petr&oacute;leo l&iacute;bio&quot; est&aacute; amea&ccedil;ada. Para este di&aacute;rio econ&oacute;mico alem&atilde;o, a Turquia, que acaba de propor uma ajuda de 300 milh&otilde;es de d&oacute;lares aos rebeldes, &eacute; &quot;a vencedora da etapa&quot;. A It&aacute;lia, &quot;que construiu as instala&ccedil;&otilde;es de extra&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia&quot; encontra-se em boa posi&ccedil;&atilde;o, mas Nicolas Sarkozy &quot;n&atilde;o vai aceitar&quot; ceder o lugar &agrave;s empresas italianas. E as empresas alem&atilde;s n&atilde;o ter&atilde;o &quot;a vida facilitada&quot;, prossegue o <em>Handelsblatt,</em> porque o Governo alem&atilde;o &quot;prejudicou a partida da ind&uacute;stria alem&atilde;&quot; nesta corrida.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:58:51 +0100</pubDate><guid>881701</guid></item>
<item><title>Turquia | Erdogan põe militares na linha</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/825681-erdogan-poe-militares-na-linha</link><description><![CDATA[<p>Segundo o <em>H&uuml;rriyet</em>, o primeiro-ministro Recep Tayyp Erdogan elaborou &ldquo;um novo plano de mesa&rdquo; durante a reuni&atilde;o do Supremo Conselho Militar (YAŞ, encarregado das nomea&ccedil;&otilde;es dos cargos mais graduados do ex&eacute;rcito), depois da demiss&atilde;o de uma grande parte do estado-maior, no dia 29 de julho. Nestas &uacute;ltimas semanas, quatro oficiais superiores abandonaram o cargo que ocupavam para protestar contra a deten&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios militares graduados, acusados de conspirar contra o governo.</p>
<p>O di&aacute;rio publica em manchete uma fotografia da reuni&atilde;o do dia 1 de agosto, na qual apenas Erdogan preside o YAŞ, comparando-a com a do dia 30 de novembro passado, quando o chefe de estado-maior ainda se encontrava ao seu lado, &ldquo;o que deixa a sensa&ccedil;&atilde;o que ex&eacute;rcito passou a depender do poder pol&iacute;tico, tal como nos pa&iacute;ses democr&aacute;ticos&rdquo;, constata o <em>H&uuml;rriyet</em>. <a target="_self" href="http://www.hurriyet.com.tr/yazarlar/18392685.asp?yazarid=215&amp;gid=6">Para o editorialista Cengiz &Ccedil;andar</a>, esta situa&ccedil;&atilde;o &ldquo;d&aacute; a Erdogan a possibilidade de agir livremente, deixando de poder invocar o &ldquo;fator militar&rdquo; para justificar o seu imobilismo na pol&iacute;tica interna. O primeiro-ministro tem um longo caminho pela frente, para tentar convencer a adotar uma nova constitui&ccedil;&atilde;o civil e democr&aacute;tica&rdquo;, como prometera durante a campanha para as elei&ccedil;&otilde;es legislativas, em junho passado.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 13:12:44 +0100</pubDate><guid>825681</guid></item>
<item><title>Chipre | A contagem decrescente já começou (Adevărul, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/799711-contagem-decrescente-ja-comecou</link><description><![CDATA[Dentro de um ano, a República do Chipre assumirá a presidência rotativa da UE. Até lá, o lado turco da ilha e a Turquia querem ter que a divisão da ilha esteja regulamentada, sob pena de suspender as suas conversações com a Europa. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 17:16:02 +0100</pubDate><guid>799711</guid></item>
<item><title>Apoiar Ancara contra a Assad | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/719511-apoiar-ancara-contra-assad</link><description><![CDATA[<p>H&aacute; quatro meses a menos de uma hora de voo da UE, um tirano faz guerra ao seu povo. Centenas de civis presos, torturados, violados, executados, bombardeados pela tropa do presidente s&iacute;rio, Bachar el Assad. E isto perante o sil&ecirc;ncio quase absoluto, de total indiferen&ccedil;a, do resto do mundo. A Europa <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/650501-carta-branca-para-assad">imp&ocirc;s san&ccedil;&otilde;es</a>  &ndash;  restri&ccedil;&otilde;es &agrave; desloca&ccedil;&atilde;o dos l&iacute;deres s&iacute;rios, &agrave; venda de armas e suspens&atilde;o das ajudas econ&oacute;micas no essencial  &ndash;  sem que tenham surtido qualquer efeito. Foram raros os dirigentes, como o brit&acirc;nico David Cameron, que exigiram ao regime s&iacute;rio o fim da viol&ecirc;ncia, mas esqueceram-se de acrescentar as verdadeiras amea&ccedil;as. Quanto aos intelectuais, o <a target="_self" href="http://souriahouria.com/?p=1165">apelo que fazem &agrave; UE</a>, &quot;para que cesse o massacre na S&iacute;ria&quot;, n&atilde;o teve, at&eacute; ao momento, o impacto da mobiliza&ccedil;&atilde;o feita pela L&iacute;bia.</p>
<p>No entanto, h&aacute; mais condi&ccedil;&otilde;es para uma interven&ccedil;&atilde;o na S&iacute;ria do que havia quando foi da L&iacute;bia: o objetivo deixou de ser proteger a popula&ccedil;&atilde;o  &ndash;  como, ent&atilde;o, o da cidade rebelde de Benghazi  &ndash;  contra a amea&ccedil;a da utiliza&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a, algo suficiente para convencer a ONU a dar luz verde a um ataque contra a L&iacute;bia. Aqui, a for&ccedil;a foi utilizada por um tempo.</p>
<p>Por que motivo, ent&atilde;o, &eacute; que a UE n&atilde;o reage com mais firmeza? Ser&aacute; a aus&ecirc;ncia de imagens capazes de suscitar emo&ccedil;&atilde;o e indigna&ccedil;&atilde;o o carburante da rea&ccedil;&atilde;o? Talvez. E n&atilde;o &eacute; por acaso que o pa&iacute;s que exige com mais veem&ecirc;ncia  &ndash;  e credibilidade  &ndash;  o fim da viol&ecirc;ncia e reformas democr&aacute;ticas seja a Turquia. Com efeito, &eacute; na fronteira turca que se aglomeram milhares de refugiados s&iacute;rios fugidos aos confrontos e que d&atilde;o os seus testemunhos. Testemunhos &uacute;nicos e preciosos, depois de o regime de Damas ter encerrado as suas fronteiras &agrave; imprensa e aos observadores independentes.</p>
<p>Mas h&aacute; tamb&eacute;m a no&ccedil;&atilde;o de que, pura e simplesmente, n&atilde;o dispomos de meios para pressionar Bachar el Assad a p&ocirc;r fim &agrave; repress&atilde;o. Pression&aacute;-lo a deixar o poder, ent&atilde;o, est&aacute; completamente fora de quest&atilde;o: n&atilde;o existe um consenso democr&aacute;tico (Pequim e Moscovo op&otilde;em-se a qualquer tipo de interven&ccedil;&atilde;o), o que impossibilita a ado&ccedil;&atilde;o, pelo Conselho de Seguran&ccedil;a da ONU, de qualquer resolu&ccedil;&atilde;o neste sentido. N&atilde;o existe assim um cen&aacute;rio l&iacute;bio. A via das san&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas  &ndash;  a UE &eacute; o principal parceiro comercial e o principal financiador da S&iacute;ria  &ndash;  revelou os seus limites. Resta a via diplom&aacute;tica. Se, sozinha, n&atilde;o consegue ter peso, a UE devia apoiar com mais convic&ccedil;&atilde;o as iniciativas de Ancara, um aliado incontorn&aacute;vel numa regi&atilde;o onde a Europa tem dificuldade em se afirmar.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 17 Jun 2011 15:51:47 +0100</pubDate><guid>719511</guid></item>
<item><title>Turquia | Vitória confortável para Erdogan</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/708831-vitoria-confortavel-para-erdogan</link><description><![CDATA[<p>Recep Tayyp Erdogan &eacute; mesmo &ldquo;o mestre das urnas&rdquo;, como titula o di&aacute;rio <em>Radikal</em>, depois da vit&oacute;ria do Partido para a Justi&ccedil;a e o Desenvolvimento (AKP), nas <a target="_self" href="http://www.ysk.gov.tr/ysk/index.html">elei&ccedil;&otilde;es legislativas de 12 de junho de 2011</a>. Com cerca de 50% dos votos e 326 lugares (dos 550), o partido islamo-conservador do primeiro-ministro, de facto, ganhou pela terceira vez seguida as elei&ccedil;&otilde;es legislativas, primeiro em 2002 e depois em 2007, e &eacute; a sua sexta vit&oacute;ria eleitoral, se incluirmos na contagem as elei&ccedil;&otilde;es municipais de 2004 e 2009 e o referendo de setembro de 2010.</p>
<p>Com mais cinco milh&otilde;es de votos, mas alguns lugares a menos, o AKP poder&aacute;, como j&aacute; vai sendo costume, formar governo sozinho, mas vai ter de negociar com os outros partidos para conseguir redigir a nova Constitui&ccedil;&atilde;o prometida por Erdogan depois do escrut&iacute;nio. Durante o seu primeiro discurso p&oacute;s-eleitoral, o primeiro-ministro prometeu, assim, &ldquo;consultar a oposi&ccedil;&atilde;o, a sociedade civil e os media&rdquo; para encontrar um consenso em torno desta reforma, que tem, entre os seus principais objetivos, a redefini&ccedil;&atilde;o da identidade nacional tendo em conta as reivindica&ccedil;&otilde;es dos curdos.</p>
<p>Por outro lado, sublinha o <a target="_self" href="http://www.radikal.com.tr/Default.aspx?aType=RadikalYazar&amp;ArticleID=1052638&amp;Yazar=ORAL%20%C7ALI%DELAR&amp;Date=13.06.2011&amp;CategoryID=98">editorialista Oral &Ccedil;alislar</a>, o bloco de independentes agrupados em volta do Partido para a Paz e a Democracia (BDP, pr&oacute;-curde) &eacute; o segundo vencedor destas elei&ccedil;&otilde;es, ao passar de 22 para 36 deputados. Quanto ao principal partido da oposi&ccedil;&atilde;o, o Partido Republicano do Povo (CHP), fez progressos (teve mais 5% de votos e 135 lugares), mas ainda n&atilde;o chega para poder enfrentar o AKP.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:33:30 +0100</pubDate><guid>708831</guid></item>
<item><title>Turquia | Nem oriente, nem ocidente, bem pelo contrário (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/705991-nem-oriente-nem-ocidente-bem-pelo-contrario</link><description><![CDATA[Contrariamente à União Europeia, em pleno marasmo económico e político, a Turquia mostra ser um país seguro de si, em pleno esplendor económico, que vai às urnas a 12 de junho. Uma potência emergente que se revela um modelo para as recém-democracias do Médio Oriente, contrariamente à UE, que se mostra incapaz de a manter no seu seio. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 10 Jun 2011 17:15:21 +0100</pubDate><guid>705991</guid></item>
<item><title>Imigração | A incontrolável fronteira greco-turca (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/677921-incontrolavel-fronteira-greco-turca</link><description><![CDATA[Instalada durante quatro meses em frente da cidade turca de Edirne, a missão da Frontex teve certamente um efeito dissuasor no ponto mais vulnerável do espaço Schengen, mas também fez o problema mudar de sítio. Reportagem. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2011 17:04:35 +0100</pubDate><guid>677921</guid></item>
<item><title>Roménia-Bulgária | No bom caminho para Schengen</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/631891-no-bom-caminho-para-schengen</link><description><![CDATA[<p>O caminho para a ades&atilde;o da Rom&eacute;nia e da Bulg&aacute;ria ao <a target="_self" href="http://europa.eu/legislation_summaries/justice_freedom_security/free_movement_of_persons_asylum_immigration/l33020_pt.htm">espa&ccedil;o Schengen</a> ficou um pouco mais facilitado, em 2 de maio, quando a &quot;Comiss&atilde;o para as Liberdades Civis do Parlamento Europeu (<a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/activities/committees/homeCom.do;jsessionid=6329A2BF72988A09CD7E0948776562A3.node1?language=PT&amp;body=LIBE">LIBE</a>) determinou que a Rom&eacute;nia e a Bulg&aacute;ria est&atilde;o preparadas para aderir ao espa&ccedil;o Schengen&quot;, <a target="_self" href="http://www.romanialibera.ro/actualitate/europa/aderarea-romaniei-la-schengen-aprobata-de-comisia-pentru-libertati-civile-a-pe-224145.html">escreve o <em>Rom&acirc;nia liberă</em></a>. A Comiss&atilde;o recomenda ao Conselho da UE a fixa&ccedil;&atilde;o &quot;r&aacute;pida de uma data para a ades&atilde;o ao espa&ccedil;o de livre circula&ccedil;&atilde;o&quot;. No entanto, os deputados europeus pediram a S&oacute;fia que apresentasse periodicamente informa&ccedil;&otilde;es sobre &quot;as medidas adicionais que ir&atilde;o ser aplicadas nas fronteiras com a Turquia e com a Gr&eacute;cia, duas das fronteiras mais sens&iacute;veis da UE&quot;, afirmou a este di&aacute;rio de Bucareste o autor do <a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/meetdocs/2009_2014/documents/libe/pr/863/863444/863444pt.pdf">relat&oacute;rio</a> examinado pela LIBE, Carlos Coelho.</p>
<p>O Parlamento Europeu dever&aacute; pronunciar-se em come&ccedil;os de junho sobre a ades&atilde;o da Rom&eacute;nia e da Bulg&aacute;ria e a decis&atilde;o final do Conselho &ndash; que ter&aacute; de ser tomada numa base consensual &ndash; est&aacute; prevista para o outono. A Rom&eacute;nia dever&aacute; garantir a seguran&ccedil;a da &quot;segunda maior fronteira terrestre externa&quot; da UE, salienta o jornal, que recorda que o objetivo inicial dos dois pa&iacute;ses, a ades&atilde;o em 1 de mar&ccedil;o de 2011, foi adiado por causa do veto da Alemanha e da Fran&ccedil;a.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 03 May 2011 13:14:39 +0100</pubDate><guid>631891</guid></item>
<item><title>Turquia | Um "projeto louco" para Istambul</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/623311-um-projeto-louco-para-istambul</link><description><![CDATA[<p>&quot;Uma ilha europeia&rdquo;: <a target="_self" href="http://www.hurriyet.com.tr/yazarlar/17654729.asp?yazarid=148&amp;gid=61">assim define o <em>H&uuml;rriyet</em> o projeto</a> de escavar um canal de 150 metros de largura entre o Mar Negro e o Mar da M&aacute;rmara, para desobstruir o saturado tr&aacute;fego mar&iacute;timo do B&oacute;sforo. Este &quot;projeto louco&quot;, apresentado em 27 de abril, dever&aacute; estar conclu&iacute;do em 2023, ano do centen&aacute;rio da Rep&uacute;blica da Turquia, e transformar&aacute; em ilha uma parte da Istambul europeia. O jornal questiona a viabilidade deste projeto, que se inscreve principalmente, segundo ele, no contexto das elei&ccedil;&otilde;es legislativas de 12 de junho. Por seu lado, o seu hom&oacute;logo <a target="_self" href="http://www.taraf.com.tr/ahmet-altan/makale-cilgin-proje.htm"><em>Taraf</em></a> congratula-se com a iniciativa, que considera &agrave; medida do dinamismo da Turquia; mas salienta o fosso entre o poder que produz um projeto t&atilde;o ambicioso e a fraqueza demonstrada pela Turquia noutras mat&eacute;rias, como a quest&atilde;o curda.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 12:42:55 +0100</pubDate><guid>623311</guid></item>
<item><title>Chipre-Turquia | Tensão por causa do petróleo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/611571-tensao-por-causa-do-petroleo</link><description><![CDATA[<p><em>&ldquo;Ancara prepara uma crise territorial&quot;</em>, garante o&nbsp;<a target="_self" href="http://www.politis-news.com/ "><em>Politis</em></a>.&nbsp;O di&aacute;rio cipriota explica que a TPAO, petrol&iacute;fera nacional turca, procura obter licen&ccedil;as de explora&ccedil;&atilde;o para o petr&oacute;leo no mar Mediterr&acirc;neo. Mas, entre as 11 zonas em quest&atilde;o, est&aacute; o bloco 4321, que a Rep&uacute;blica de Chipre reivindica como sendo parte da sua zona econ&oacute;mica exclusiva. Nic&oacute;sia e Ancara&nbsp;confrontam-se h&aacute; muitos anos a respeito da delimita&ccedil;&atilde;o das ZEE, enquanto metade da ilha de Chipre est&aacute; ocupada pela Turquia desde 1974. &quot;<em>O Governo cipriota tenciona reivindicar os seus direitos perante a justi&ccedil;a internacional</em>&rdquo;, adianta o <em>Politis</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 13:00:13 +0100</pubDate><guid>611571</guid></item>
<item><title>Geopolítica | Bucareste toma conta do Cáucaso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/604071-bucareste-toma-conta-do-caucaso</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Porque &eacute; que a R&uacute;ssia e a Turquia temem a Rom&eacute;nia&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.romanialibera.ro/actualitate/mapamond/de-ce-se-tem-rusia-si-turcia-de-romania-222755.html">&eacute; o t&iacute;tulo do Rom&acirc;nia liberă</a>, que apresenta a estrat&eacute;gia energ&eacute;tica e militar desenvolvida por Bucareste no C&aacute;ucaso. O di&aacute;rio escreve que &ldquo;a Rom&eacute;nia &eacute; o &uacute;nico pa&iacute;s europeu que assinou um acordo bilateral com um pa&iacute;s da regi&atilde;o&rdquo;, o Azerbaij&atilde;o, com o objetivo de criar uma nova via para o g&aacute;s caucasiano que contorna as tr&ecirc;s grandes pot&ecirc;ncias do Mar Negro: a R&uacute;ssia, a Ucr&acirc;nia e a Turquia. Um alto respons&aacute;vel do Minist&eacute;rio da Defesa, citado pelo di&aacute;rio de Bucareste, declarou que a Rom&eacute;nia participa na abertura dessa zona estrat&eacute;gica &ldquo;que est&aacute; no principal eixo do s&eacute;culo XXI, tal como foi definido pelos especialistas militares das grandes pot&ecirc;ncias: o Golfo de Adem &ndash; o Golfo P&eacute;rsico &ndash; Xangai&rdquo;. As ambi&ccedil;&otilde;es de Bucareste inquietam Moscovo e Ancara que, por tr&aacute;s de tudo isto veem a influ&ecirc;ncia crescente dos Estados Unidos na regi&atilde;o.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 18 Apr 2011 12:48:09 +0100</pubDate><guid>604071</guid></item>
<item><title>Turquia | O que Erdoğan sabe sobre a Europa (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/528041-o-que-erdogan-sabe-sobre-europa</link><description><![CDATA[Apesar das críticas do dirigente turco à UE, é evidente que o futuro do seu país está na União, defende um colunista do Guardian. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 04 Mar 2011 15:30:57 +0100</pubDate><guid>528041</guid></item>
<item><title>Turquia | Acabaram-se as falinhas mansas (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/523211-acabaram-se-falinhas-mansas</link><description><![CDATA[Durante a sua visita à Alemanha no final de fevereiro, o primeiro-ministro turco confirmou a crescente confiança do seu país. Em pleno crescimento e vista como um exemplo entre os países árabes, a Turquia tem cada vez menos necessidade da Europa, escreve o Frankfurter Rundschau. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 02 Mar 2011 16:54:25 +0100</pubDate><guid>523211</guid></item>
<item><title>Norte de África | A nova fronteira da Europa (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/521521-nova-fronteira-da-europa</link><description><![CDATA[Há 30 anos, ninguém poderia ter previsto o processo que levou os países do Pacto de Varsóvia a entrarem para a União Europeia. Agora que o mesmo acontece nas nações árabes, a UE deve oferecer-lhes a mesma oportunidade de fortalecer as suas democracias: uma proposta concreta de adesão. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 01 Mar 2011 17:52:25 +0100</pubDate><guid>521521</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Sete razões para estar otimista</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/506671-sete-razoes-para-estar-otimista</link><description><![CDATA[<p>&quot;Revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes  &ndash;  Uma oportunidade para todos n&oacute;s.&quot; Com um certo ar de vingan&ccedil;a, depois de sete meses de debates sobre o lugar do isl&atilde;o na Alemanha, <em><a href="http://www.zeit.de" target="_blank"><em>Die Zeit</em></a></em> titula estes preconceitos e outras &quot;cabe&ccedil;as de turcos&quot; que v&atilde;o desaparecer do imagin&aacute;rio europeu ao mesmo tempo que os d&eacute;spotas do M&eacute;dio Oriente. Sem d&uacute;vida que, refere a revista, &quot;a revolta em Tunes, no Cairo e em Teer&atilde;o ir&aacute; alterar o olhar ocidental sobre o Isl&atilde;o&quot;. Num longo discurso de Jo&atilde;o Paulo II, cujo tom parece inspirado no &quot;n&atilde;o tenhais medo!&quot;, aos povos da Europa oriental, o seman&aacute;rio ilustra os elementos ligados a estas revoltas populares que v&atilde;o permitir, de Berlim a Pequim, <a href="http://blog.zeit.de/joerglau/2011/02/16/warum-die-agyptische-revolution-sogar-fur-israel-gut-ist_4623" target="_blank">passando por Ramallah</a>, um mundo melhor. Nomeadamente connosco, visto que a diaboliza&ccedil;&atilde;o da imagem dos mu&ccedil;ulmanos s&oacute; &eacute; &uacute;til &agrave; vida comum; depois, mais longe, uma vez que as rela&ccedil;&otilde;es entre a UE e a Turquia, que deixa de estar &quot;na charneira entre a Europa democr&aacute;tica e o despotismo &aacute;rabe&quot;, aparecem sob a aurora de um novo dia. E no Ir&atilde;o, na China, ou na Bielorr&uacute;ssia, porque ningu&eacute;m sabe se estes regimes v&atilde;o sair ilesos da onda de choque provocada pelas &quot;revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 17 Feb 2011 13:34:51 +0100</pubDate><guid>506671</guid></item>
<item><title>Emprego | Vem para a Alemanha, Pepe! (La Vanguardia, Barcelona)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/474971-vem-para-alemanha-pepe</link><description><![CDATA[De um lado, a Alemanha que procura mão-de-obra para alimentar a sua retoma económica. Do outro, a Espanha em crise, onde os jovens licenciados não têm futuro. Tal como nos anos 1960, poderá vir a haver um novo fluxo migratório entre os dois países. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 24 Jan 2011 14:04:14 +0100</pubDate><guid>474971</guid></item>
<item><title>Turquia-Grécia | Do outro lado do muro (Sabah, Istambul)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/464631-do-outro-lado-do-muro</link><description><![CDATA[A vedação que a Grécia decidiu construir na sua fronteira com a Turquia para impedir a passagem de imigrantes, será também um obstáculo acrescido nas relações com a União Europeia, prevê o editor do diário Sabah de Istambul. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 17 Jan 2011 12:48:38 +0100</pubDate><guid>464631</guid></item>
<item><title>Política de asilo | Mais vale erguer um muro (Berliner Zeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/455981-mais-vale-erguer-um-muro</link><description><![CDATA[Até março, a Grécia terá erguido uma barreira de 12 quilómetros na fronteira com a Turquia. Mas devia construir um muro à séria, defende o Berliner Zeitung. Porque isso permitiria chamar a atenção para a política de imigração europeia. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 10 Jan 2011 09:06:42 +0100</pubDate><guid>455981</guid></item>
<item><title>Grécia | Em breve, um muro contra os imigrantes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/447871-em-breve-um-muro-contra-os-imigrantes</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Gr&eacute;cia est&aacute; a construir um muro em redor de Evros para impedir a entrada de imigrantes&rdquo;, anuncia o <em>Kathimerini</em>. <a target="_blank" href="http://news.kathimerini.gr/4dcgi/_w_articles_politics_100024_04/01/2011_427497">Este jornal di&aacute;rio informa</a> que ser&aacute; instalada uma cerca de arame farpado com 12,5 km de comprimento, equipada com c&acirc;maras t&eacute;rmicas, <a target="_blank" href="http://images.tanea.gr/assetservice/Image.ashx?c=17016604&amp;r=0&amp;p=0&amp;t=0&amp;q=100&amp;v=1&amp;s=1&amp;w=800&amp;h=">na fronteira com a Turquia</a>. A decis&atilde;o foi tomada por Atenas &ldquo;ap&oacute;s uma recente reuni&atilde;o entre oficiais gregos e turcos em Edirne&rdquo;, a cidade turca situada na margem oposta do rio Evros. &ldquo;A recusa dos turcos em acolher os imigrantes vindos da Gr&eacute;cia desempenhou um papel decisivo na decis&atilde;o do governo grego.&rdquo; A constru&ccedil;&atilde;o do muro dever&aacute; estar conclu&iacute;da no in&iacute;cio de mar&ccedil;o, apesar das &ldquo;retic&ecirc;ncias da Comiss&atilde;o Europeia&rdquo;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 04 Jan 2011 11:46:20 +0100</pubDate><guid>447871</guid></item>
<item><title>Armas | O próspero negócio das pistolas de baixo custo (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/397191-o-prospero-negocio-das-pistolas-de-baixo-custo</link><description><![CDATA[Perante o endurecimento das leis sobre o porte de armas, o tráfico de pistolas de alarme modificadas está a aumentar na Europa. Baratas, fáceis de modificar e com um rasto impossível de seguir, são cada vez mais utilizadas pelos criminosos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 16:33:07 +0100</pubDate><guid>397191</guid></item>
<item><title>Europa / Turquia | O apelo do Bósforo (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/392801-o-apelo-do-bosforo</link><description><![CDATA[Nasceram e cresceram na Alemanha, em França ou na Bélgica. Mas, perante a dificuldade de encontrarem emprego no seu país e para fazerem carreira, cada vez mais turcos da Europa escolhem Istambul. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 17 Nov 2010 10:33:43 +0100</pubDate><guid>392801</guid></item>
<item><title>Instituições | O alargamento avança sem entusiasmo (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/383601-o-alargamento-avanca-sem-entusiasmo</link><description><![CDATA[É uma espécie de pauta anual com as notas dos países candidatos à adesão. Mas a publicação do relatório de acompanhamento da Comissão Europeia, apresentada em 9 de novembro, é considerada pela imprensa como o manifesto de uma lassidão generalizada. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 10 Nov 2010 16:44:53 +0100</pubDate><guid>383601</guid></item>
<item><title>Populismo | A união dos medos ameaça a UE (Libération, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/376281-uniao-dos-medos-ameaca-ue</link><description><![CDATA[A nova extrema-direita europeia, que se está a organizar à escala continental, exercendo um peso cada vez maior sobre os governos nacionais, pode transformar em breve o funcionamento da União, previne o cronista francês Bernard Guetta. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 03 Nov 2010 16:08:33 +0100</pubDate><guid>376281</guid></item>
<item><title>Grécia / Turquia | Guardas armados da UE travam entrada de imigrantes (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/371481-guardas-armados-da-ue-travam-entrada-de-imigrantes</link><description><![CDATA[O número de imigrantes que tentam atravessar a fronteira porosa entre a Grécia e a Turquia quadruplicou no último ano. A Grécia não é capaz de fazer face à situação e, por isso, a Frontex, a agência europeia de gestão das fronteiras irá deslocar guardas armados para a região. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 26 Oct 2010 16:59:25 +0100</pubDate><guid>371481</guid></item>
<item><title>Geopolítica | Deauville muda as regras do jogo (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/369231-deauville-muda-regras-do-jogo</link><description><![CDATA[Na cimeira franco-germano-russa de Deauville assistiu-se ao esboço de uma nova ordem geopolítica europeia: a visão clássica de uma União Europeia, sempre acompanhada pela NATO e que se estende para Leste, é substituída por uma Europa tripolar onde a Rússia, a Turquia e a UE desenvolvem, cada uma, políticas próprias de vizinhança, em competição. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 22 Oct 2010 17:14:58 +0100</pubDate><guid>369231</guid></item>
<item><title>Gás natural | Moscovo marca mais um ponto contra Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/359071-moscovo-marca-mais-um-ponto-contra-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>&quot;Na guerra surda mas implac&aacute;vel de interesses entre a Uni&atilde;o Europeia e a R&uacute;ssia pelo controlo do transporte do g&aacute;s da &Aacute;sia Central para a Europa, Moscovo acaba de marcar mais um ponto contra Bruxelas&quot;, <a target="_blank" href="http://www.latribune.fr/accueil/a-la-une.html">escreve <em>La Tribune</em></a>. A <a target="_blank" href="http://www.wintershall.com/index_2.php ">Wintershall</a>, a filial alem&atilde; do gigante da ind&uacute;stria qu&iacute;mica BASF, prepara-se para integrar o projeto do gasoduto South Stream. &quot;&Eacute; mais um duro golpe para o Nabucco, o projeto concorrente apoiado pela UE e que iria trazer o g&aacute;s da &Aacute;sia Central sem passar pela R&uacute;ssia.&rdquo; Para o di&aacute;rio, &quot;o aparecimento de uma empresa alem&atilde; vai acabar por descredibilizar este projeto, or&ccedil;ado em mais de 25 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares&quot;, para cima de 18 mil milh&otilde;es de euros. Criada pelo gigante russo Gazprom, a South Stream conta com o apoio da italiana <a target="_blank" href="http://www.eni.com/it_IT/home.html">ENI</a>. Estas duas empresas comprometeram-se, na primavera de 2010, a ceder, cada uma delas, 10% da participa&ccedil;&atilde;o no grupo franc&ecirc;s <a target="_blank" href="http://france.edf.com/france-45634.html">EDF</a>. O Nabucco, em contrapartida, convence cada vez menos, adianta o di&aacute;rio, por causa da inexist&ecirc;ncia de reservas de g&aacute;s que justifiquem a sua constru&ccedil;&atilde;o. De facto, o Gazprom ter&aacute; &quot;secado metodicamente as reservas de g&aacute;s da &Aacute;sia Central ao multiplicar os contratos de compra e venda a longo prazo na regi&atilde;o, reduzindo assim o volume eventualmente destinado ao Nabucco&quot;. &quot;Ao anunciar a constru&ccedil;&atilde;o deste gasoduto antes mesmo de ter garantido as reservas de g&aacute;s, Bruxelas liquidou o projeto&quot;, explica Pierre No&euml;l, especialista em quest&otilde;es energ&eacute;ticas da Universidade de Cambridge. </p>
<p>No entanto, o South Stream teria ainda algumas quest&otilde;es pendentes. <a target="_blank" href="http://euobserver.com/9/31020">Segundo o <em>Euobserver</em></a>, com efeito, Koen Minne, patr&atilde;o do grupo belga Enex, deveria assinar em novembro um contrato de g&aacute;s natural comprimido (GNC) com o Turquemenist&atilde;o. Nos termos deste acordo, o Enex e um cons&oacute;rcio de empresas europeias preparavam-se para transportar entre 3 e 4 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos por ano de g&aacute;s turquemeniston&ecirc;s para a UE. O g&aacute;s faria o trajeto de barco pelo mar C&aacute;spio em dire&ccedil;&atilde;o ao Azerbaij&atilde;o e, da&iacute;, seria trazido para a UE pelo gasoduto azerbaijano-turco Baku-Tbilisi-Erzurum.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 12 Oct 2010 15:29:26 +0100</pubDate><guid>359071</guid></item>
<item><title>Turquia | Ancara arrasta os pés (Taraf, Istambul)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/357861-ancara-arrasta-os-pes</link><description><![CDATA[Iniciadas em 2005, as negociações para a adesão da Turquia quase não avançam. Para o diário Taraf, de Istambul, a culpa é da UE mas, em grande parte, também das elites turcas, que são incapazes de agir em prol do bem dos cidadãos. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 11 Oct 2010 15:07:24 +0100</pubDate><guid>357861</guid></item>
<item><title>Alargamento | Um dia a Turquia conduzirá a UE (Die Presse, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/348481-um-dia-turquia-conduzira-ue</link><description><![CDATA[A Turquia ainda nem sequer é membro da UE, mas o vice-primeiro-ministro turco, Ali Babacan, já reivindica um papel de primeiro plano para o seu país. E com o seu crescimento económico e demográfico, arrisca-se mesmo a consegui-lo, escreve Die Presse. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 18:45:03 +0100</pubDate><guid>348481</guid></item>
<item><title>União para o Mediterrâneo | O fim do sonho (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/345221-o-fim-do-sonho</link><description><![CDATA[O entusiasmo que acompanhou o lançamento da União para o Mediterrâneo perdeu-se. Segundo o intelectual francês Sami Naïr, o que está em causa é a ausência de um projeto sério. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 23 Sep 2010 16:42:18 +0100</pubDate><guid>345221</guid></item>
<item><title>Alemanha | Westerwelle defende adesão da Turquia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/345081-westerwelle-defende-adesao-da-turquia</link><description><![CDATA[<p>&quot;Westerwelle recomenda &agrave; UE a aceita&ccedil;&atilde;o da Turquia&quot;, <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703860104575508182126534548.html?mod=WSJEUROPE_hpp_MIDDLETopStories" target="_blank">afirma <em>The Wall Street Journal</em></a>. Numa <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703860104575508502670274286.html" target="_blank">entrevista</a> a este di&aacute;rio econ&oacute;mico americano, o ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros da Alemanha, Guido Westerwelle, apelou &agrave; Uni&atilde;o Europeia para que esta acelere as conversa&ccedil;&otilde;es com a Turquia sobre o pedido de ades&atilde;o daquele pa&iacute;s. Segundo Westerwelle, a recente <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/337511-erdogan-enterra-atatuerk" target="_blank">reforma constitucional</a> ali realizada &quot;&eacute; um passo na dire&ccedil;&atilde;o certa. Mostra que a Turquia quer um futuro europeu e tem uma perspetiva europeia&quot;. Estas declara&ccedil;&otilde;es dever&atilde;o ensombrar as rela&ccedil;&otilde;es j&aacute; tensas de Westerwelle com a sua parceira de coliga&ccedil;&atilde;o, a Chanceler Angela Merkel, que se op&otilde;e firmemente &agrave; ades&atilde;o da Turquia. &quot;Devemos reconhecer que o equil&iacute;brio de poder do mundo est&aacute; a mudar&quot;, declarou o ministro. &quot;Por vezes, fico espantado com a seguran&ccedil;a com que alguns pa&iacute;ses que hoje s&atilde;o influentes tomam como garantido que as coisas ser&atilde;o sempre assim.&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 23 Sep 2010 14:13:59 +0100</pubDate><guid>345081</guid></item>
<item><title>Len, Trouw (Amesterdão) | Quase na Europa | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/338501-quase-na-europa</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 14 Sep 2010 16:32:18 +0100</pubDate><guid>338501</guid></item>
<item><title>O voto turco | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/337601-o-voto-turco</link><description><![CDATA[<p>Com um &ldquo;sim&rdquo; claro, os turcos aprovaram, a 12 de setembro, a profunda revis&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o defendida pelos isl&acirc;mico-conservadores do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan. As mudan&ccedil;as visam, nomeadamente, reduzir o papel dos militares nas altas inst&acirc;ncias judiciais do pa&iacute;s. Assim, 30 anos depois do golpe de Estado militar de 1980, Ergodan arrecada uma tripla vit&oacute;ria. </p>
<p>Primeiro, apresenta-se numa posi&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a nas legislativas do pr&oacute;ximo ano, a que se candidata a um terceiro mandato consecutivo. Depois, priva o ex&eacute;rcito da sua posi&ccedil;&atilde;o privilegiada no seio de v&aacute;rias das altas institui&ccedil;&otilde;es. Por &uacute;ltimo, reaproxima o seu pa&iacute;s &agrave; Uni&atilde;o Europeia que, entre outras condi&ccedil;&otilde;es para a ades&atilde;o da Turquia, imp&ocirc;s uma maior democratiza&ccedil;&atilde;o da vida p&uacute;blica e das altas inst&acirc;ncias jurisdicionais turcas. </p>
<p>Paradoxalmente, a &ldquo;europeiza&ccedil;&atilde;o&rdquo; da Turquia faz-se &agrave; custa da sua laiciza&ccedil;&atilde;o, e o partido que incarna este processo &eacute; um partido religioso. Eis porque, entre outras raz&otilde;es, o resultado do referendo foi recebido, nas capitais europeias, com satisfa&ccedil;&atilde;o, &eacute; verdade, mas acompanhada por uma certa prud&ecirc;ncia. No que diz respeito ao processo de ades&atilde;o da Turquia, a bola est&aacute;, neste momento, do lado dos Vinte e Sete. Erdogan poder&aacute; dizer-lhes que, para lhes satisfazer as exig&ecirc;ncias, p&ocirc;s a cabe&ccedil;a no cepo perante o seu pr&oacute;prio pa&iacute;s. Cabe agora aos Vinte e Sete demonstrar que est&atilde;o prontos a correr riscos &ndash; pol&iacute;ticos &ndash; para levarem a cabo as negocia&ccedil;&otilde;es de ades&atilde;o. </p>
<p>Gian Paolo Accardo</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Mon, 13 Sep 2010 15:44:01 +0100</pubDate><guid>337601</guid></item>
<item><title>Referendo turco | Erdogan enterra Atatürk (Zaman, Istanbul)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/337511-erdogan-enterra-atatuerk</link><description><![CDATA[Ao votarem &quot;sim&quot; à profunda revisão da Constituição proposta pelo Governo de Recep Tayyip Erdogan, os turcos demonstraram a sua vontade de modernizarem o país e de se aproximarem da UE, apesar desta intenção não ter feito parte da agenda da campanha eleitoral. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 13 Sep 2010 15:08:44 +0100</pubDate><guid>337511</guid></item>
<item><title>Rentrée carregada | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/325481-rentree-carregada</link><description><![CDATA[<p>Ser&aacute; que podemos falar de rentr&eacute;e, uma vez que a boutique Europa <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/editorial/309541-ouvert-l-ete">n&atilde;o fechou verdadeiramente</a> neste Ver&atilde;o? Entre a salva&ccedil;&atilde;o da Gr&eacute;cia, as negocia&ccedil;&otilde;es governamentais na <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/305891-une-coalition-avec-geert-wilders-semble-probable">Holanda</a> e na <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/315781-plus-pres-dun-gouvernement">B&eacute;lgica</a>, o debate sobre a tributa&ccedil;&atilde;o da energia na <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/316741-le-lobby-nucleaire-fait-chanter-merkel">Alemanha</a>, os inc&ecirc;ndios na <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/313801-le-spectre-de-tchernobyl-plane-nouveau">R&uacute;ssia</a>, as cheias na <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/311051-mieux-prevenir-les-inondations">Europa central</a> e no <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief/314931-pourquoi-l-europe-tarde-se-mobiliser">Paquist&atilde;o</a> (onde a UE chegou em &uacute;ltimo para variar) e, obviamente, a quest&atilde;o das <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/324121-l-hypocrisie-sans-frein-de-paris-et-de-bruxelles">&quot;repatria&ccedil;&otilde;es volunt&aacute;rias&quot;</a>&quot; dos ciganos romenos e b&uacute;lgaros de Fran&ccedil;a, ningu&eacute;m se aborreceu. Exceto talvez o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que j&aacute; n&atilde;o se ouve h&aacute; um m&ecirc;s ou mais, como <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/en/node/325641">refere o </a><em><a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/en/node/325641">La Stampa</a></em>.</p>
<p>E arriscamo-nos a <a href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/fr/fc/115760.pdf">continuar no mesmo&nbsp; ritmo</a>: depois da cimeira dos quatro &quot;grandes&quot; sobre Imigra&ccedil;&atilde;o, convocada pela Fran&ccedil;a para 6 de setembro &ndash; que a presid&ecirc;ncia belga da UE amea&ccedil;a boicotar, ciente de que visa apenas legitimar a pol&iacute;tica de Paris sobre ciganos &ndash; ser&aacute; a vez de os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros se reunirem para tratar, entre outros, do assunto do <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/299581-le-kosovo-toujours-sur-une-voie-sans-issue">Kosovo</a> (recentemente, Berlim recordou &agrave; S&eacute;rvia que, se renunciar &agrave;s suas exig&ecirc;ncias, a porta da UE abrir-se-&aacute;) e do <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/60091-bulgarie-et-roumanie-peuvent-mieux-faire">(mau) estado da Justi&ccedil;a</a> na Bulg&aacute;ria e na Rom&eacute;nia, que aguardam a entrada para o espa&ccedil;o Schengen. Segue-se o referendo sobre as elei&ccedil;&otilde;es presidenciais na <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/294881-moldavie-l-elargissement-clandestin">Mold&aacute;via</a>  (condi&ccedil;&atilde;o para o prosseguimento das negocia&ccedil;&otilde;es de ades&atilde;o) e na<a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/218101-lue-t-elle-peur-de-perdre-ankara"> Turquia</a>, sobre a reforma da Constitui&ccedil;&atilde;o (semelhante), e as elei&ccedil;&otilde;es legislativas na Su&eacute;cia.</p>
<p>N&atilde;o se justifica dar trabalho &agrave; <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief/284391-une-presidence-belge-modeste-et-realiste">presid&ecirc;ncia belga</a>, t&atilde;o discreta at&eacute; &agrave; data e perto do fim do per&iacute;odo experimental.</p>
<p><em><strong>Iulia Badea Gu&eacute;rit&eacute;e</strong></em></p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 16:24:50 +0100</pubDate><guid>325481</guid></item>
<item><title>Alargamento | A UE alarga-se sorrateiramente (Le Figaro, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/316461-ue-alarga-se-sorrateiramente</link><description><![CDATA[São moldavos, macedónios, sérvios, ucranianos, turcos. Graças à política de vistos de certos países fronteiriços da União, conseguem passaporte europeu. E estamos apenas no início. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:44:46 +0100</pubDate><guid>316461</guid></item>
<item><title>Mobilidade | Adeus canalizadores polacos, Guten Tag carpinteiros alemães (Foreign Policy România, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/314391-adeus-canalizadores-polacos-guten-tag-carpinteiros-alemaes</link><description><![CDATA[O mito do canalizador polaco que tira o pão da boca aos trabalhadores alemães já foi ultrapassado. Segundo a Foreign Policy România, chegou a vez dos trabalhadores da Europa Ocidental rumarem aos países da Europa Central, onde os empregos não faltam. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 12 Aug 2010 15:53:07 +0100</pubDate><guid>314391</guid></item>
<item><title>Cinema | Emigração brilha em Locarno</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/311511-emigracao-brilha-em-locarno</link><description><![CDATA[<p>&quot;Salonta, local para se tomar o pulso &agrave; emigra&ccedil;&atilde;o&quot;, <a target="_blank" href="http://www.evz.ro/detalii/stiri/salonta-locul-unde-se-ia-pulsul-migratiei-902681.html">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>Evenimentul Zilei</em></a>, num artigo que sa&uacute;da os ecos positivos da estreia mundial do filme <em><a href="http://www.morgen.ro/" target="_blank">Morgen</a></em>, a 7 de agosto, na <a target="_blank" href="http://www.pardo.ch/jahia/Jahia/home/lang/en">63&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Festival de Cinema de Locarno</a> (Su&iacute;&ccedil;a). Primeira longa-metragem do realizador romeno Marian Crisan, a coprodu&ccedil;&atilde;o franco-romeno-h&uacute;ngara conta a hist&oacute;ria da amizade que se gera entre um romeno que vive em Salonta, perto da fronteira h&uacute;ngara, e um curdo, quando o primeiro salva o outro de se afogar num rio. O curdo s&oacute; sonha em chegar &agrave; Alemanha, para se reunir ao filho, mas o seu salvador leva-o para casa da fam&iacute;lia e repete-lhe que poder&aacute; partir &quot;morgen&quot; &ndash; &quot;amanh&atilde;&quot;, em alem&atilde;o.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:55:53 +0100</pubDate><guid>311511</guid></item>
<item><title>Motards | Anjos do Mal desembarcam nos Balcãs</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/308611-anjos-do-mal-desembarcam-nos-balcas</link><description><![CDATA[<p>In&uacute;meros grupos de <em>motards</em>, de entre os quais se destacam os&nbsp;<a target="_blank" href="http://dk.hells-angels.dk/">Hell's Angels</a>, avan&ccedil;am rapidamente pelo sudeste da Europa e vislumbra-se a perspetiva de uma nova guerra entre bandos, <a target="_blank" href="http://www.berlingske.dk/danmark/rockerbander-vokser-i-europa">explica o di&aacute;rio dinamarqu&ecirc;s&nbsp;</a><em><a target="_blank" href="http://www.berlingske.dk/danmark/rockerbander-vokser-i-europa">Berlingske Tidende</a></em>.&nbsp;Acusados, entre outras coisas, de controlar o tr&aacute;fico de drogas duras na Escandin&aacute;via, os &quot;Anjos do Mal&quot; n&atilde;o demoraram a fazer-se notados no sudeste da Europa, na Turquia e na Alb&acirc;nia. Neste momento, est&atilde;o em contacto com grande parte dos clubes regionais de<em> motards&nbsp;</em>identificados pela Europol. Al&eacute;m disso, um n&uacute;mero significativo de antigos membros do grupo rival &ndash; os &quot;Bandidos&quot; &ndash; juntou-se aos Hell's Angels na Turquia, o n&oacute; rodovi&aacute;rio da t&atilde;o importante &quot;Rota dos Balc&atilde;s&quot;, utilizada para a importa&ccedil;&atilde;o de drogas duras para a Europa. &quot;<em>A luta pelo controlo do mercado da Europa do sudeste representa um risco importante de guerra de territ&oacute;rio</em>&quot;, explica ao jornal um porta-voz da Europol.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 05 Aug 2010 14:15:50 +0100</pubDate><guid>308611</guid></item>
</channel></rss>
