<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<rss version="2.0">
            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Portugal]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Espanha | Disciplina e tudo ficará bem (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2010451-disciplina-e-tudo-ficara-bem</link><description><![CDATA[Perante um novo agravamento da crise financeira, o Governo de Mariano Rajoy tenta fazer promessas aos mercados, exigindo o apoio da UE. Mas quando se compara a sua situação à de Portugal e da Grécia, percebemos que não há alternativa, constata El Mundo. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 18 May 2012 17:14:57 +0100</pubDate><guid>2010451</guid></item>
<item><title>Emigração | Indignados estão a partir (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1832871-indignados-estao-partir</link><description><![CDATA[Centenas de jovens, a maior parte licenciados, estão a deixar Portugal e Espanha. A Europa não precisa deles, enquanto a África e a América do Sul os recebe de braços abertos. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:25:58 +0100</pubDate><guid>1832871</guid></item>
<item><title>Portugal | Milhares de milhões em dívida na ilha de Jardim (The Daily Telegraph, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1797651-milhares-de-milhoes-em-divida-na-ilha-de-jardim</link><description><![CDATA[Com uma população de apenas 250 mil habitantes, a ilha turística portuguesa da Madeira tem uma dívida de 6 mil milhões de euros, legado da longa e excêntrica governação do presidente regional, Alberto João Jardim. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:03:13 +0100</pubDate><guid>1797651</guid></item>
<item><title>Economia | Portugal é o primeiro a ratificar o Tratado de Estabilidade</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1816601-portugal-e-o-primeiro-ratificar-o-tratado-de-estabilidade</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O tratado faz falta?&rdquo;, questiona o <a target="_self" href="http://expresso.sapo.pt/editorial=s23462">editorial</a> do <em>Expresso</em> do dia 14 de abril, um dia ap&oacute;s o parlamento portugu&ecirc;s ter ratificado o Tratado sobre Estabilidade, Coordena&ccedil;&atilde;o e Governa&ccedil;&atilde;o. Sendo Portugal o primeiro pa&iacute;s europeu a dar luz verde ao controverso tratado &ndash; o <em>Expresso</em> defende que &ldquo;s&oacute; o futuro dir&aacute; se este tratado serviu para alguma coisa&rdquo;, e d&aacute; duas poss&iacute;veis respostas &agrave; quest&atilde;o colocada em manchete:</p>
<blockquote><p>Sim, porque o <a target="_self" href="http://european-council.europa.eu/media/639122/16_-_tscg_pt_12.pdf">novo Tratado Europeu</a> &eacute; fundamental para que a Alemanha e outros pa&iacute;ses do Norte da Europa estejam dispostos a refor&ccedil;ar os mecanismos de prote&ccedil;&atilde;o e resgate da zona euro. E n&atilde;o, porque o Tratado estabelece regras que s&atilde;o quase imposs&iacute;veis de cumprir de forma regular, mesmo pelos Estados que agora as imp&otilde;em.</p>
</blockquote>
<p>O editorial do <em>Expresso</em> acrescenta que</p>
<blockquote><p>(...) na melhor das hip&oacute;teses vai servir para garantir algum compromisso e solidariedade dos pa&iacute;ses mais fortes para com os pa&iacute;ses sob resgate ou em risco. (...) E mostrar que a zona euro pode seguir em frente sem deixar pa&iacute;ses pelo caminho. E impor disciplina or&ccedil;amental aos pa&iacute;ses que quase sempre a ignoraram.</p>
</blockquote>
<p>Num <a target="_self" href="http://expresso.sapo.pt/pedro-adao-e-silva=s25381">artigo de opini&atilde;o</a> publicado no mesmo seman&aacute;rio, o soci&oacute;logo Pedro Ad&atilde;o e Silva alerta que as consequ&ecirc;ncias deste tratado s&atilde;o evidentes:</p>
<blockquote><p>Se o Tratado for para levar a s&eacute;rio, os Estados-membros menos desenvolvidos ficam privados dos mecanismos de pol&iacute;tica econ&oacute;mica que tornam poss&iacute;vel recuperar atrasos, ao mesmo tempo que continuam a n&atilde;o ter os instrumentos financeiros desej&aacute;veis, caracter&iacute;sticos do sistema federal. No fundo, alienamos soberania, sem qualquer tipo de contrapartidas.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 15:52:58 +0100</pubDate><guid>1816601</guid></item>
<item><title>Portugal | Pouco a pouco, Angola faz o seu ninho (Visão, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1721541-pouco-pouco-angola-faz-o-seu-ninho</link><description><![CDATA[Bancos, sociedades petrolíferas, meios de comunicação social, empresas de telecomunicações... aguçado pela crise, o apetite dos angolanos pelas empresas portuguesas parece insaciável. Por um lado, a falta de dinheiro, por outro, a sua abundância podem explicar esta tendência que está longe de abrandar. Mas não só. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 11:34:20 +0100</pubDate><guid>1721541</guid></item>
<item><title>Portugal | Ainda à espera de melhores dias (Expresso, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1673111-ainda-espera-de-melhores-dias</link><description><![CDATA[A 12 de março de 2011, João, Alexandre e Paula faziam parte dos organizadores de uma gigantesca manifestação contra a precariedade e o desemprego. Um ano depois, numa altura em que o país presencia uma nova greve geral, a sua situação não melhorou. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 17:30:47 +0100</pubDate><guid>1673111</guid></item>
<item><title>Portugal | Emigração, uma bela miragem (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1655181-emigracao-uma-bela-miragem</link><description><![CDATA[Após assistir ao nascimento da &quot;geração parva&quot; de jovens precários, a crise levou as famílias a sair do país para procurar trabalho na Europa. Mal preparados, sem saberem falar outras línguas e sem recursos, acabam muitas vezes a viver na rua. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 16:23:29 +0100</pubDate><guid>1655181</guid></item>
<item><title>Zona euro | Depois da tempestade, chegou a vez da política (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1625581-depois-da-tempestade-chegou-vez-da-politica</link><description><![CDATA[A economia europeia parece ter sobrevivido ao pico da crise e enveredado pelo caminho da retoma. Mas esta depende agora, em larga medida, da capacidade dos políticos de porem de lado as hesitações e se abstraírem dos riscos eleitorais que os esperam. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:03:09 +0100</pubDate><guid>1625581</guid></item>
<item><title>União Europeia | Nove países querem adotar a taxa Tobin</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1611171-nove-paises-querem-adotar-taxa-tobin</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Os pa&iacute;ses da UE querem impor a taxa sobre as transa&ccedil;&otilde;es financeiras&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/wirtschaft/vorstoss-von-deutschland-und-acht-weiteren-staaten-eu-laender-wollen-finanzsteuer-durchsetzen-1.1306300">titula o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>. O di&aacute;rio de Munique relata que os ministros das Finan&ccedil;as de nove pa&iacute;ses &ndash; Alemanha, Fran&ccedil;a, Espanha, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Finl&acirc;ndia, Portugal, Gr&eacute;cia e It&aacute;lia &ndash; pediram numa carta comum &agrave; presid&ecirc;ncia dinamarquesa da UE para &ldquo;superar todos os obst&aacute;culos&rdquo; &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o da taxa Tobin at&eacute; julho de 2012. Segundo os ministros, esta medida ser&aacute;, de facto, &quot;um instrumento crucial para garantir um contributo justo do setor financeiro aos custos da crise financeira&quot;.</p>
<p>A iniciativa n&atilde;o &eacute; in&eacute;dita. A Comiss&atilde;o Europeia <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1544401-finance-watch-um-lobi-para-combater-os-lobis">j&aacute; tinha proposto</a> uma taxa sobre a troca de a&ccedil;&otilde;es, produtos derivados e outros produtos financeiros no passado m&ecirc;s de setembro, uma proposta imediatamente rejeitada pelo Reino Unido e a Su&eacute;cia. Desta vez, os ministros afirmam querer procurar &ldquo;alternativas&rdquo;, caso n&atilde;o seja elaborada uma solu&ccedil;&atilde;o at&eacute; meio do ano. Uma observa&ccedil;&atilde;o fundamental da carta que &ldquo;se l&ecirc; entre linhas&rdquo;, estima o <em>SZ</em>:</p>
<blockquote><p>O n&uacute;mero nove transmite uma mensagem muito clara: podemos faz&ecirc;-lo sozinhos. [De acordo com os tratados europeus] os Estados podem avan&ccedil;ar sozinhos numa coopera&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;ada, caso consigam, no m&iacute;nimo, nove membros a favor. Da&iacute; a carta curta se ler quase como uma forte amea&ccedil;a para os colegas que hesitam. Uma vez que todos os envolvidos j&aacute; sabem que a taxa muito provavelmente ser&aacute; introduzida.</p>
</blockquote>
<p>Por fim, o di&aacute;rio real&ccedil;a que a carta pode ter efeitos a n&iacute;vel interno para os pa&iacute;ses signat&aacute;rios, nomeadamente para a Fran&ccedil;a e a Alemanha, uma vez que poder&aacute; permitir a Nicolas Sarkozy arrecadar votos adicionais nas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de abril-maio e a Angela Merkel apoiar a oposi&ccedil;&atilde;o, que imp&ocirc;s a taxa Tobin como uma condi&ccedil;&atilde;o para aprovar o pacto or&ccedil;amental.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 13:17:39 +0100</pubDate><guid>1611171</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Duas moedas para os países endividados (Eesti Päevaleht, Talin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1564651-duas-moedas-para-os-paises-endividados</link><description><![CDATA[Em vez de saírem da zona euro, o melhor para os países mais endividados seria adotaram igualmente uma moeda nacional. Esta circularia em paralelo com a moeda única, segundo o modelo do que foi feito nos países da antiga União Soviética, na altura da independência. É esta a sugestão de um politólogo estónio. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 14:26:21 +0100</pubDate><guid>1564651</guid></item>
<item><title>Portugal | Recessão aumenta receio de segundo resgate</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1547081-recessao-aumenta-receio-de-segundo-resgate</link><description><![CDATA[<p>&quot;Previs&otilde;es para PIB portugu&ecirc;s refor&ccedil;am cen&aacute;rio de novo resgate&quot;, <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/24-02-2012/recessao-agravase-e-da-mais-forca-ao-risco-de-um-segundo-resgate-24051968.htm">avisa o <em>P&uacute;blico</em></a>, um dia depois de a Comiss&atilde;o Europeia ter anunciado que a economia portuguesa ter&aacute; o segundo pior desempenho da UE em 2012 &ndash; s&oacute; ultrapassada pela Gr&eacute;cia. Enquanto o Governo portugu&ecirc;s prev&ecirc; uma descida de 3% do PIB, Bruxelas vai mais longe e estima 3,3%, num clima macroecon&oacute;mico cheio de &ldquo;incertezas&rdquo;.</p>
<p>Economistas ouvidos pelo di&aacute;rio de Lisboa acreditam que o desemprego, atualmente nos 14%, continuar&aacute; a subir, e &quot;com a recess&atilde;o a aumentar ser&aacute; inevit&aacute;vel um novo resgate. &Eacute; apenas uma quest&atilde;o de tempo&rdquo;, diz um deles. Outro, acrescenta com pessimismo que as previs&otilde;es s&atilde;o -</p>
<blockquote><p>... a confirma&ccedil;&atilde;o de que as medidas de austeridade n&atilde;o funcionam, s&atilde;o destruidoras e que o processo recessivo &eacute; inevit&aacute;vel e longo. N&atilde;o se veem no horizonte mecanismos e medidas com uma l&oacute;gica de recupera&ccedil;&atilde;o e de crescimento. (...) O programa de resgate, ao vir embrulhado neste pacote recessivo, criou a impossibilidade de ele pr&oacute;prio se tornar uma solu&ccedil;&atilde;o. Receio que a necessidade de ajuda externa se v&aacute; tornar um problema cumulativo e recorrente.</p>
</blockquote>
<p>As previs&otilde;es de Bruxelas chegam numa altura em que os peritos da troika (BCE/UE/FMI) est&atilde;o em Portugal para estudarem a aplica&ccedil;&atilde;o do pacote de resgate de 78 mil milh&otilde;es de euros concedido em maio de 2011. Num editorial irritado <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/24-02-2012/a-receita-esta-a-dar-os-frutos-esperados-24049812.htm">o <em>P&uacute;blico</em> avisa que</a></p>
<blockquote><p>n&atilde;o havendo uma resposta europeia diferente ao problema portugu&ecirc;s (ou espanhol, ou italiano, ou grego), a queda acentuada do produto interno bruto &eacute; uma condena&ccedil;&atilde;o sem recurso. E como n&atilde;o se vislumbra para j&aacute; qualquer mudan&ccedil;a significativa nas prioridades do eixo Merkozy em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; crise da d&iacute;vida, &eacute; bom que o pa&iacute;s se prepare para ranger ainda mais os dentes, para assistir a uma ainda mais r&aacute;pida destrui&ccedil;&atilde;o de emprego e para uma ainda mais profunda degrada&ccedil;&atilde;o da economia. (...) Como ontem Bruxelas revelou, a solu&ccedil;&atilde;o da troika amea&ccedil;a levar o pa&iacute;s para o abismo ainda antes de as reformas se fazerem sentir.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 13:41:33 +0100</pubDate><guid>1547081</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | A grande venda relâmpago na Europa (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1530961-grande-venda-relampago-na-europa</link><description><![CDATA[Em toda a Europa, os países procuram uma maneira rápida de arranjar dinheiro. E todos eles parecem ter a mesma ideia: vender bens do Estado. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 13:24:59 +0100</pubDate><guid>1530961</guid></item>
<item><title>Portugal | Frágil período de convalescença (Expresso, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1510321-fragil-periodo-de-convalescenca</link><description><![CDATA[Consenso político, acordos sociais, reformas no bom caminho... Portugal parece ter mais êxito do que a Grécia. Mas o perigo de falência não está definitivamente afastado e não se exclui um novo aperto, alerta o Expresso. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:39:32 +0100</pubDate><guid>1510321</guid></item>
<item><title>Portugal | Grande manifestação contra a austeridade em Lisboa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1505811-grande-manifestacao-contra-austeridade-em-lisboa</link><description><![CDATA[<p>300 mil pessoas manifestaram-se no Terreiro do Pa&ccedil;o, na capital portuguesa, &quot;para mostrar &agrave; troika&quot; que n&atilde;o vai haver uma &quot;rendi&ccedil;&atilde;o&quot;, escreve o <a href="http://www.dn.pt/inicio/default.aspx"><em>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</em></a> sobre os protestos de s&aacute;bado, 11 de fevereiro, contra a austeridade. Esta foi a maior manifesta&ccedil;&atilde;o organizada, em 30 anos, pela CGTP, a principal central sindical do pa&iacute;s, e realizou-se quatro dias antes da chegada da troika UE/BCE/FMI a Lisboa, para avaliar se est&atilde;o a ser cumpridas as condi&ccedil;&otilde;es do empr&eacute;stimo de 78 mil milh&otilde;es de euros, concedido em 2011.</p>
<p>O <em>DN</em> escreve que os portugueses sa&iacute;ram &agrave; rua para protestar contra o desemprego [que atualmente se situa nos 13,6% e que est&aacute; a aumentar], o congelamento do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, as altera&ccedil;&otilde;es ao subs&iacute;dio de desemprego, os cortes nos subs&iacute;dios de f&eacute;rias e de Natal dos funcion&aacute;rios p&uacute;blicos e pensionistas e, tamb&eacute;m, contra o aumento do IVA sobre bens essenciais. <a target="_self" href="http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=2299704">No seu editorial, este di&aacute;rio de Lisboa salienta</a> que</p>
<blockquote><p>... os novos tempos que se aproximam, carregados por uma extrema austeridade, tiveram aqui um s&eacute;rio aviso que o Governo n&atilde;o deve ignorar. (...) O rosto da pobreza e do desespero crescente n&atilde;o &eacute; uma lam&uacute;ria [alus&atilde;o a um <a target="_self" href="http://www.dn.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=2288168">coment&aacute;rio do primeiro-ministro</a> que pediu aos portugueses que n&atilde;o sejam &ldquo;piegas&rdquo;]. &Eacute; um alerta do que &eacute; necess&aacute;rio travar com urg&ecirc;ncia. Ontem estiveram, segundo a CGTP, 300 mil nas ruas de Lisboa. Sem desordens nem quaisquer sinais de viol&ecirc;ncia. (...) Mas nada, mesmo nada garante que seja sempre assim. Por essa raz&atilde;o, o exemplo grego n&atilde;o pode, n&atilde;o deve, ser ignorado.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 13:11:26 +0100</pubDate><guid>1505811</guid></item>
<item><title>Portugal | Como viver com a crise (Jornal de Negócios, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1484181-como-viver-com-crise</link><description><![CDATA[Desde que o país foi submetido ao tratamento de austeridade do triunvirato FMI-UE-BCE, os portugueses mudaram os seus hábitos de consumo. A crise obriga-os a poupar, mas também a ser mais criativos. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:05:02 +0100</pubDate><guid>1484181</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Dez ideias para sair do absurdo (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1451051-dez-ideias-para-sair-do-absurdo</link><description><![CDATA[Embora seja incompreensível, emprenhou-se nos hábitos sociais: há anos que despojamos a coletividade e que arruinamos a democracia, denuncia Ingo Schulze. O escritor alemão divulga as suas dicas para restabelecer o bom
senso. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:43:47 +0100</pubDate><guid>1451051</guid></item>
<item><title>Portugal | Guimarães, cultura para sair da crise (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1437241-guimaraes-cultura-para-sair-da-crise</link><description><![CDATA[Antiga praça forte da indústria têxtil, a cidade aposta no estatuto de capital europeia da cultura, em 2012, para sair do marasmo em que o desmantelamento das fábricas a deixou, há mais de 20 anos. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 14:31:43 +0100</pubDate><guid>1437241</guid></item>
<item><title>Grécia | Não há austeridade para o exército (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1383791-nao-ha-austeridade-para-o-exercito</link><description><![CDATA[Fragatas, blindados, caças-bombardeiros, submarinos… enquanto os cidadãos apertam os cintos, a Defesa escapa aos cortes orçamentais. Para grande satisfação dos Estados fornecedores – Alemanha e França à cabeça. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:43:28 +0100</pubDate><guid>1383791</guid></item>
<item><title>Portugal | Deslocalizações para a Holanda: traição ou necessidade?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1354891-deslocalizacoes-para-holanda-traicao-ou-necessidade</link><description><![CDATA[<p>&quot;Portugal perde IRS mas JM paga o mesmo&quot;, traz o <em>Jornal de Neg&oacute;cios</em> em t&iacute;tulo, no dia seguinte ao an&uacute;ncio feito pelo Grupo Jer&oacute;nimo Martins (JM) de que a sede da holding, que controla os supermercados Pingo Doce, entre outras empresas, iria transferir parte do seu capital para a Holanda. O comunicado reacendeu o debate sobre a deslocaliza&ccedil;&atilde;o de empresas portuguesas. A JM tem sido criticada por alguns partidos pol&iacute;ticos e nas redes sociais, acusada de deslealdade para com o pa&iacute;s, que atravessa uma das piores crises econ&oacute;micas de sempre.</p>
<p>Mas o que atrai as empresas portuguesas para a Holanda?, pergunta o jornal de Lisboa, que tamb&eacute;m d&aacute; a resposta: uma tributa&ccedil;&atilde;o mais branda, acesso mais f&aacute;cil ao cr&eacute;dito e, neste momento, uma imagem de estabilidade que Portugal n&atilde;o pode oferecer. </p>
<p>O jornal <em>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</em> <a target="_self" href="http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2219798">acrescenta que</a>, das 20 empresas do &iacute;ndice PSI-20 da bolsa portuguesa, 17 j&aacute; est&atilde;o instaladas na Holanda. A isen&ccedil;&atilde;o de tributa&ccedil;&atilde;o de dividendos e taxas mais baixas s&atilde;o raz&otilde;es que, segundo os observadores, podem levar ainda mais empresas a deixar o pa&iacute;s num futuro pr&oacute;ximo.</p>
<p>No seu editorial o <em>Jornal de Neg&oacute;cios</em> <a target="_self" href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=529417&amp;pn=1">ressalta que</a>:</p>
<blockquote><p>o que custa a engolir n&atilde;o &eacute; que Soares dos Santos [presidente da JM]  tenha cortado o passado com Portugal, esse mant&eacute;m-no e continua a pagar  impostos. &Eacute; que tenha cortado o futuro. &Eacute; que tenha decidido investir  fora daqui porque aqui n&atilde;o tem por onde crescer, para procurar lucros  fora de Portugal, criar postos de trabalho fora de Portugal e, ent&atilde;o  sim, pagar impostos desse futuro fora de Portugal. Mas investir fora do  Pa&iacute;s n&atilde;o &eacute; trai&ccedil;&atilde;o. &Eacute; apenas desistir dele.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 14:25:46 +0100</pubDate><guid>1354891</guid></item>
<item><title>Emigração | O êxodo grego para a Austrália (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1320741-o-exodo-grego-para-australia</link><description><![CDATA[Para os jovens europeus dos países em crise, a Austrália em crescimento passou a ser a nova terra das oportunidades. É o que acontece especialmente à nova geração de gregos licenciados que se junta à enorme comunidade de expatriados do seu país espalhada pelo mundo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 17:18:01 +0100</pubDate><guid>1320741</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Reino Unido prepara-se para salvar os refugiados do Eurogedão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1306241-reino-unido-prepara-se-para-salvar-os-refugiados-do-eurogedao</link><description><![CDATA[<p>Com as ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito a avisarem que o acordo a que chegaram os l&iacute;deres da UE, na cimeira do in&iacute;cio do m&ecirc;s, em Bruxelas, pode n&atilde;o salvar o euro do colapso, o <em>Sunday Times</em> revelou que o Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros brit&acirc;nico est&aacute; a tra&ccedil;ar planos para a retirar de Espanha e de Portugal centenas de expatriados brit&acirc;nicos, no caso de o sistema banc&aacute;rio destes dois pa&iacute;ses falir.</p>
<p>Cerca de um milh&atilde;o de cidad&atilde;os brit&acirc;nicos vive em Espanha e em Portugal s&atilde;o cerca de 50 mil.&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>O&nbsp;Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros est&aacute; preocupado com os emigrados que investiram as suas poupan&ccedil;as nos pa&iacute;ses de ado&ccedil;&atilde;o e que podem ficar desamparados, sem conseguirem levantar dinheiro e em risco de perderem as suas casas se os bancos exigirem o pagamento total dos empr&eacute;stimos</em></p>
<p><em>Fontes do Minist&eacute;rio revelaram que est&aacute; a ser encarado um &ldquo;cen&aacute;rio de pesadelo&rdquo; com milhares de brit&acirc;nicos sem dinheiro a dormirem em aeroportos sem meios para voltarem ao seu pa&iacute;s de origem.</em></p>
</blockquote>
<p>Entre os planos que est&atilde;o a ser discutidos est&aacute; a possibilidade de envio de barcos e autocarros para a regi&atilde;o, bem como a possibilidade de conceder pequenos empr&eacute;stimos a esses cidad&atilde;os em dificuldades. Apesar de Portugal e Espanha terem um sistema de garantia de dep&oacute;sitos banc&aacute;rios com cobertura total at&eacute; ao montante de 100 mil euros, &ldquo;<em>os bancos limitam os levantamentos para impedirem as pessoas de pegarem em todo o seu dinheiro e sa&iacute;rem do pa&iacute;s</em>&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>Segundo uma fonte do Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros estes planos s&atilde;o&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>baseados na experi&ecirc;ncia de outras grandes evacua&ccedil;&otilde;es, como por exemplo, a que foi levada a cabo em 2006 durante a guerra entre o Hezbollah e Israel, altura em quee o Reino Unido enviou navios para evacuar os expatriados do Libano.</em></p>
</blockquote>
<p>&ldquo;<em>Parece uma hist&oacute;ria de terror, mas deve ser levada a s&eacute;rio</em>&rdquo; escreve&nbsp;<a href="http://www.elmundo.es/"><em>El Mundo</em></a>,&nbsp;num cen&aacute;rio que &ldquo;<em>fez soar o alarme na comunidade brit&acirc;nica que vive no nosso pa&iacute;s, sobretudo em Marbelha e M&aacute;laga</em>&rdquo;.&nbsp;O di&aacute;rio de Madrid sublinha que tais revela&ccedil;&otilde;es coincidem com a baixa de nota&ccedil;&atilde;o de 10 bancos espanh&oacute;is, decidida pela ag&ecirc;ncia Standard &amp; Poor&rsquo;, e lembra ainda que a maior parte dos expatriados brit&acirc;nicos que vivem em Espanha s&atilde;o reformados que enterraram as suas poupan&ccedil;as em resid&ecirc;ncias na zona costeira e que &ldquo;<em>foram grandemente afetados pelo rebentamento da bolha imobili&aacute;ria.</em>&rdquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:00:15 +0100</pubDate><guid>1306241</guid></item>
<item><title>Economia | Portugal, um prémio cobiçado pelos países emergentes (Expresso, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1255461-portugal-um-premio-cobicado-pelos-paises-emergentes</link><description><![CDATA[Para reduzir a sua dívida, o Governo português lançou um amplo programa de privatizações. Brasileiros, chineses e angolanos são hoje os principais candidatos à compra de empresas nacionais. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:33:12 +0100</pubDate><guid>1255461</guid></item>
<item><title>Quem teme a Alemanha? / 5 | A nossa família terrivelmente linda (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1216591-nossa-familia-terrivelmente-linda</link><description><![CDATA[Pais severos, ovelhas negras e amor implacável: esta é a família europeia. E, para o jornalista do Die Zeit que lhe traça o retrato, este modelo histórico de solidariedade deverá ser defendido. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:21:48 +0100</pubDate><guid>1216591</guid></item>
<item><title>Portugal | Greve geral contra a austeridade</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1209801-greve-geral-contra-austeridade</link><description><![CDATA[<p>Precisamente um ano ap&oacute;s <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/402921-portugal-protesta-contra-orcamento">a &uacute;ltima greve geral</a>, Portugal volta a ser palco de uma paralisa&ccedil;&atilde;o, em 24 de novembro, no mesmo dia em que a <a target="_self" href="http://aeiou.expresso.pt/fitch-coloca-iratingi-de-portugal-no-nivel-lixo=f690050">ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o Fitch cortou o rating</a> do pa&iacute;s para o n&iacute;vel lixo. Transportes, escolas, hospitais, servi&ccedil;os p&uacute;blicos, justi&ccedil;a e seguran&ccedil;a, com&eacute;rcio, ind&uacute;stria, cultura e &oacute;rg&atilde;os de informa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o alguns dos <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/24-11-2011/os-sectores-que-hoje-param-e-como-23483256.htm">setores afetados</a>. <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/24-11-2011/greve-geral-porque-alguma-coisa-tem-de-ser-feita-para-impedir-o-rolo-compressor-23479171.htm">O di&aacute;rio <em>P&uacute;blico</em>, de Lisboa, escreve</a> que o descontentamento dos trabalhadores se intensificou &quot;com a queda do Governo, as press&otilde;es dos mercados financeiros, a entrada da troika [UE/FMI/BCE] e a elei&ccedil;&atilde;o do Governo de coliga&ccedil;&atilde;o PSD/CDS [social-democrata e conservador], que, em alguns casos, tomou medidas que v&atilde;o al&eacute;m das acordadas com a troika&quot;.</p>
<p>Os trabalhadores t&ecirc;m medo quanto ao futuro e, por conseguinte, est&atilde;o mais predispostos a rebelar-se e a protestar, disseram ao P&uacute;blico fontes sindicais. As medidas de austeridade mais veementemente postas em causa s&atilde;o &quot;o corte do pagamento de horas extraordin&aacute;rias e o aumento da flexibilidade do hor&aacute;rio laboral, os cortes nos sal&aacute;rios do setor p&uacute;blico [&hellip;], os despedimentos em massa nos transportes e a redu&ccedil;&atilde;o do subs&iacute;dio de desemprego, num per&iacute;odo de recess&atilde;o&quot;.</p>
<p>Segundo o P&uacute;blico, o sentimento geral &eacute; que o Governo deve mostrar-se mais aberto &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o. De outro modo, &quot;se n&atilde;o se iniciar um di&aacute;logo social s&eacute;rio, as atitudes tendem a endurecer&quot;, diz um dirigente sindical, que acrescenta: &quot;E n&oacute;s n&atilde;o vamos parar!&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 15:01:24 +0100</pubDate><guid>1209801</guid></item>
<item><title>Portugal | O meu vizinho, o primeiro-ministro (Expresso, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1180161-o-meu-vizinho-o-primeiro-ministro</link><description><![CDATA[Na rua onde mora o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, nos subúrbios de Lisboa, a crise já bateu a várias portas. O Expresso conta como os seus habitantes, da classe média, vivem as medidas de austeridade impostas pelo seu ilustre vizinho. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:49:46 +0100</pubDate><guid>1180161</guid></item>
<item><title>TINA no comando | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1137241-tina-no-comando</link><description><![CDATA[<p>Desde que a crise da d&iacute;vida amea&ccedil;a a continua&ccedil;&atilde;o da moeda &uacute;nica, a dupla &ldquo;<a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1041541-kohl-e-mitterrand-nao-fariam-melhor-do-que-merkozy">Merkosy</a>&rdquo; assumiu o comando do navio do euro. N&atilde;o tanto em consequ&ecirc;ncia de um acordo entre os pa&iacute;ses-membros, mas antes por uma simples constata&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o h&aacute; alternativa  &ndash;  <em>There Is No Alternative</em>, TINA, como <a target="_self" href="http://www.margaretthatcher.org/speeches/results.asp?ps=500&amp;w=%22There%20is%20no%20alternative%22">dizia</a> uma certa Dama de Ferro.</p>
<p>Ou talvez haja. H&aacute; a Comiss&atilde;o Europeia, guardi&atilde; dos tratados e &ldquo;governo econ&oacute;mico&rdquo; da UE, como lhe <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1066431-como-o-euro-ira-dividir-europa">chamou</a> recentemente o seu presidente, Dur&atilde;o barroso. Mas, quando se trata da zona euro, &eacute; o Eurogrupo &ndash; os ministros da Economia, ou seja, os governos &ndash; que tomam as decis&otilde;es. Ou seja, tamb&eacute;m aqui se trata de Paris e Berlim. A recente <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1083711-enterramos-ideia-federal">nomea&ccedil;&atilde;o</a> do presidente do Conselho Europeu Herman Van Rompuy como &ldquo;senhor euro&rdquo;, com a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de Angela Merkel e de Nicolas Sarkozy, refor&ccedil;a o papel dos Estados-membros, com a Alemanha e a Fran&ccedil;a &agrave; cabe&ccedil;a, na governa&ccedil;&atilde;o da economia da &ldquo;Eurol&acirc;ndia&rdquo;.</p>
<p>O problema &eacute; que esta configura&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; enquadrada por nenhum acordo e as decis&otilde;es tomadas por &ldquo;Merkozy&rdquo; parecem escapar cada vez mais ao debate, mesmo no seio da zona euro. De facto, nenhum outro pa&iacute;s est&aacute; em posi&ccedil;&atilde;o de influenciar as discuss&otilde;es nem de ter um papel de contrapeso perante um rolo compressor que faz cada vez menos cerim&oacute;nia quando se dirige aos seus pares, como ficou demonstrado pelo tom com que a hip&oacute;tese de um referendo na Gr&eacute;cia foi criticada por &ldquo;Merkozy&rdquo;. </p>
<p>Entre os outros &ldquo;grandes&rdquo;, a It&aacute;lia, terceira economia da zona euro, est&aacute; no centro das aten&ccedil;&otilde;es por causa da precariedade do seu Governo e das suas finan&ccedil;as p&uacute;blicas, enquanto a Espanha, em plena campanha eleitoral, n&atilde;o sai do mesmo s&iacute;tio. Atingidos pela crise da d&iacute;vida, est&atilde;o, tal como Portugal e a Irlanda, muito longe do &ldquo;triplo A&rdquo; das ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o que parecem conceder poderes sobrenaturais aos pa&iacute;ses que ainda deles beneficiam. O que, ali&aacute;s, explica porque &eacute; que o Presidente franc&ecirc;s est&aacute; obcecado em manter o seu pa&iacute;s no c&iacute;rculo mais popular do momento. Na zona euro, os outros membros do clube &ndash; &Aacute;ustria, Finl&acirc;ndia, Luxemburgo e Holanda &ndash; ou n&atilde;o t&ecirc;m peso ou est&atilde;o alinhados com a dupla franco-alem&atilde;. </p>
<p>Mas, embora capaz de evitar as armadilhas mais amea&ccedil;adoras, parece n&atilde;o fazer ideia da dire&ccedil;&atilde;o a dar ao navio do euro &ndash; nem tem mandato para tal. Esta aus&ecirc;ncia de clareza e de legitimidade influencia o desenrolar da crise e d&aacute; uma ideia de barco &agrave; deriva. Ora, perante a tempestade, s&oacute; estamos dispostos a ceder o leme a quem conseguir levar o navio e a tripula&ccedil;&atilde;o a bom porto.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 15:36:48 +0100</pubDate><guid>1137241</guid></item>
<item><title>Zona euro | Esquecemo-nos do crescimento (Les Echos, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1113741-esquecemo-nos-do-crescimento</link><description><![CDATA[O acordo alcançado entre os dezassete da zona euro esquece uma questão crucial: o crescimento. Portanto, dois problemas  continuam sem solução: a ausência de uma política macroeconómica comum e as divergências entre países-membros. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:00:58 +0100</pubDate><guid>1113741</guid></item>
<item><title>Imigração | Uma Europa em movimento (Adevărul, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1058001-uma-europa-em-movimento</link><description><![CDATA[A crise leva os Europeus a retomar o caminho da emigração. É no norte do Continente que se encontra a salvação, tanto para os jovens dos países mediterrâneos, como para os da Europa oriental. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 16:31:47 +0100</pubDate><guid>1058001</guid></item>
<item><title>Portugal | Medidas drásticas para evitar o colapso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1056771-medidas-drasticas-para-evitar-o-colapso</link><description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro portugu&ecirc;s, Pedro Passos Coelho, apresentou o mais duro Or&ccedil;amento de Estado desde o regresso da democracia ao pa&iacute;s em 1974. &ldquo;Cortes nos sal&aacute;rios e subida dos impostos para evitar o colapso do Estado social&rdquo;, <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/14-10-2011/cortes-nos-salarios-e-subida-dos-impostos--para-evitar-o-colapso-do-estado-social-23197221.htm">titula o<em> P&uacute;blico</em></a>. &ldquo;Cerca de um milh&atilde;o de pessoas ficar&aacute; sem subs&iacute;dio de f&eacute;rias e natal&rdquo;, que representam um 13&ordm; m&ecirc;s e 14&ordm; m&ecirc;s de sal&aacute;rio, anuncia o di&aacute;rio lisboeta. No setor privado aumentar&atilde;o as horas de trabalho, haver&aacute; menos feriados, o IVA aumentar&aacute; e haver&aacute; menos reembolso de IRS. Passos Coelho justificou estas medidas &ldquo;custosas&rdquo; com o desvio or&ccedil;amental de tr&ecirc;s mil milh&otilde;es de euros e de modo a inverter a &ldquo;espiral econ&oacute;mica descendente&rdquo; de Portugal.</p>
<p>&ldquo;O pa&iacute;s assistiu a uma das mais importantes e dram&aacute;ticas mensagens pol&iacute;ticas dos &uacute;ltimos anos&rdquo;, <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/14-10-2011/o-pais-mais-longe-do-final-da-crise-23194047.htm">constata o <em>P&uacute;blico</em> no seu editorial.</a> &ldquo;O primeiro-ministro confirmou aos portugueses que a batalha que travavam ia muito al&eacute;m da simples supera&ccedil;&atilde;o de uma crise financeira. O que est&aacute; agora em causa &eacute; o colapso do pa&iacute;s&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 13:45:49 +0100</pubDate><guid>1056771</guid></item>
<item><title>Portugal | Cavaco Silva insurge-se contra "Merkosy"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1052611-cavaco-silva-insurge-se-contra-merkosy</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s Roma, Lisboa contesta o casal <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1041541-kohl-e-mitterrand-nao-fariam-melhor-do-que-merkozy" target="_self">&ldquo;Merkosy&rdquo;</a> e as suas veleidades de dirigir os destinos da UE: An&iacute;bal Cavaco Silva ataca violentamente Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, titula o <em>P&uacute;blico</em>. <a href="http://jornal.publico.pt/noticia/13-10-2011/cavaco-acusa-directorio-sem-mandato-23187721.htm" target="_self">De acordo com o di&aacute;rio lisboeta</a>, o Presidente da Rep&uacute;blica manifestou, na ocasi&atilde;o de uma viagem a It&aacute;lia no dia 12 de outubro, a sua preocupa&ccedil;&atilde;o perante o aparecimento, no seio da Uni&atilde;o Europeia, &ldquo;de uma dire&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o reconhecida nem mandatada, que ignora as institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias e limita a sua margem de manobra&rdquo;. O chefe de Estado acrescentou que este se trata de um caminho &ldquo;errado&rdquo; e &ldquo;perigoso&rdquo; para enfrentar a crise europeia.&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, a solu&ccedil;&atilde;o para a crise do euro passa pelo &ldquo;aprofundamento da governa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica europeia, atrav&eacute;s de um refor&ccedil;o do m&eacute;todo comunit&aacute;rio e com a Comiss&atilde;o Europeia como &ldquo;charneira institucional&rdquo;.&nbsp;Segundo o <a href="http://jornal.publico.pt/noticia/13-10-2011/o-discurso-europeu-que-faltava-23186397.htm" target="_self">editorial</a> do <em>P&uacute;blico</em>, este era o &quot;discurso europeu que faltava&quot;. O jornal lisboeta considera que Cavaco sabe que &quot;pa&iacute;ses como Portugal, mais fr&aacute;geis e perif&eacute;ricos, t&ecirc;m tudo a ganhar com o refor&ccedil;o das institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias e tudo a perder com a sua marginaliza&ccedil;&atilde;o. Talvez por isso o seu alerta seja contra o risco de o poder de decis&atilde;o [no seio da UE] ficar apenas nas m&atilde;os dos estados membros &ndash; sobretudo dos mais poderosos&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 14:46:53 +0100</pubDate><guid>1052611</guid></item>
<item><title>Crise da Zona Euro | Troika navega pelas aldeias Potemkin da UE (Irish Independent, Dublin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1049941-troika-navega-pelas-aldeias-potemkin-da-ue</link><description><![CDATA[Na Grécia, na Irlanda e em Portugal, a UE e o FMI estão a viver a sua própria fantasia de países curados pela austeridade. Mas, para lá da fachada, começamos a ver a realidade dos bancos europeus a falirem por causa de maus investimentos, escreve o colunista económico Davis McWilliams. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 12 Oct 2011 17:33:34 +0100</pubDate><guid>1049941</guid></item>
<item><title>Portugal | Líder madeirense fica, embora enfraquecido</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1039971-lider-madeirense-fica-embora-enfraquecido</link><description><![CDATA[<p>O mestre da Madeira obteve &ldquo;<em>a sua vit&oacute;ria mais estreita</em>&rdquo;. Pela primeira vez, comenta o&nbsp;<a target="_self" href="http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2044493&amp;page=-1"><em>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</em></a>, Alberto Jo&atilde;o Jardim, &agrave; frente dos destinos do arquip&eacute;lago desde 1978, n&atilde;o conseguiu&nbsp;<a target="_self" href="http://www.regionais2011.mj.pt/">a maioria absoluta dos votos</a>&nbsp;nas elei&ccedil;&otilde;es legislativas regionais.&nbsp;Mas conserva a maioria absoluta dos mandatos na Assembleia Legislativa Regional, condi&ccedil;&atilde;o que ele pr&oacute;prio tinha colocado para n&atilde;o se demitir.&nbsp;Estas elei&ccedil;&otilde;es foram seguidas atentamente em Portugal, uma vez que, para l&aacute; de Alberto Jo&atilde;o, popular e populista, ser uma figura controversa na pol&iacute;tica portuguesa, a situa&ccedil;&atilde;o financeira da Madeira &eacute; muito preocupante. Uma d&iacute;vida de seis mil milh&otilde;es de euros, que Alberto Jo&atilde;o Jardim escondeu do conhecimento p&uacute;blico at&eacute; ao ver&atilde;o passado, amea&ccedil;a um pouco mais o equil&iacute;brio de Portugal. &ldquo;<em>Hoje, a Madeira &eacute; para Portugal o que a Gr&eacute;cia &eacute; para a Europa</em>&rdquo;, referia recentemente a revista&nbsp;<a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/fr/content/source-information/641-visao"><em>Vis&atilde;o</em></a>.&nbsp;&ldquo;Resta saber se Portugal ir&aacute; atuar com a Madeira como a Finl&acirc;ndia atuou com a Gr&eacute;cia&rdquo;, impondo condi&ccedil;&otilde;es para poder ajud&aacute;-la.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 10 Oct 2011 12:51:36 +0100</pubDate><guid>1039971</guid></item>
<item><title>Portugal | Deutsche Bank tira partido da crise</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/968141-deutsche-bank-tira-partido-da-crise</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Deutsche Bank rouba dep&oacute;sitos &agrave; banca nacional&rdquo;,<a href="http://www.ionline.pt/conteudo/150513-depositantes-nacionais-procuram-seguranca-no-deutsche-bank" target="_self"> titula o jornal </a><em><a href="http://www.ionline.pt/conteudo/150513-depositantes-nacionais-procuram-seguranca-no-deutsche-bank" target="_self">i</a>.</em> Segundo o di&aacute;rio, o volume de dep&oacute;sitos do Deutsche Bank continua a crescer a um ritmo sustentado &agrave; custa do crescente receio dos portugueses com a conjuntura econ&oacute;mica e financeira, da amea&ccedil;a que o incumprimento grego possa contagiar Portugal e assim elevar o risco de sa&iacute;da da zona euro.&nbsp;Segundo o jornal <em>i</em>, o volume de dep&oacute;sitos do Deutsche Bank continua a aumentar a um ritmo sustentado gra&ccedil;as &agrave; vantagem competitiva de que beneficia, sobretudo depois do Deutsch Bank ter deixado de ser um banco portugu&ecirc;s de direito, no in&iacute;cio de agosto, para ser uma sucursal nacional da banca alem&atilde;. Assim, os funcion&aacute;rios do banco alem&atilde;o asseguram aos clientes portugueses que os dep&oacute;sitos estar&atilde;o seguros em caso de fal&ecirc;ncia dos bancos nacionais.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 13:37:41 +0100</pubDate><guid>968141</guid></item>
<item><title>Zona euro | O Club Med | Cartoon (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/944581-o-club-med</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 17:29:54 +0100</pubDate><guid>944581</guid></item>
<item><title>Economia | Regime mediterrâneo | Cartoon (Het Parool, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/897711-regime-mediterraneo</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 30 Aug 2011 16:46:01 +0100</pubDate><guid>897711</guid></item>
<item><title>Roménia | Um plano Marshall para os países em dificuldades</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/845691-um-plano-marshall-para-os-paises-em-dificuldades</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;O novo plano Marshall, uma oportunidade&quot;</em>, <a target="_self" href="http://www.adevarul.ro/actualitate/eveniment/Efectele_noului_Plan_Marshall_pentru_Romania_0_532147337.html">entusiasma-se o&nbsp;<em>Adevărul</em></a>, depois de&nbsp;a Comiss&atilde;o Europeia ter aceitado reduzir a contribui&ccedil;&atilde;o de seis Estados&nbsp;em dificuldades (Gr&eacute;cia, Irlanda, Portugal, Rom&eacute;nia, Hungria, Let&oacute;nia) para&nbsp;projetos europeus. A partir de 2012, os seis pa&iacute;ses passar&atilde;o a contribuir&nbsp;numa propor&ccedil;&atilde;o menor para tais projetos: 5%, em vez dos atuais 15% do&nbsp;seu or&ccedil;amento. Segundo o Comiss&aacute;rio europeu para a Agricultura, o romeno&nbsp;Dacian Cioloş, &quot;<em>as d&iacute;vidas soberanas amea&ccedil;am os projetos cofinanciados, da&iacute; que os Governos tenham dificuldade em encontrar os recursos necess&aacute;rios&nbsp;para a contribui&ccedil;&atilde;o que cabe a cada pa&iacute;s [&hellip;]. A nova medida da Comiss&atilde;o&nbsp;contribuir&aacute;, de uma maneira inteligente, para a redu&ccedil;&atilde;o do d&eacute;fice e para a&nbsp;cria&ccedil;&atilde;o de emprego, substituindo os cortes or&ccedil;amentais dr&aacute;sticos</em>&quot;. O <em>Adevărul&nbsp;</em>calcula que os benef&iacute;cios para Bucareste ser&atilde;o da ordem de &quot;mais de 700&nbsp;milh&otilde;es de euros&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 13:36:17 +0100</pubDate><guid>845691</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | O euro vive as suas últimas férias? (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/837561-o-euro-vive-suas-ultimas-ferias</link><description><![CDATA[A democracia europeia é lenta e a Alemanha obstina-se em recusar o único remédio capaz de salvar o euro e a Europa: uma assunção comum da dívida pública e a renúncia à soberania nacional em matéria de política orçamental. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 05 Aug 2011 16:50:05 +0100</pubDate><guid>837561</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Reina a desconfiança (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/833931-reina-desconfianca</link><description><![CDATA[Enquanto Roma e Madrid se esforçam por assegurar aos mercados a sua solvabilidade, a imprensa europeia está cética quanto à capacidade dos vinte sete, e das instituições europeias, de serem atores credíveis perante a crise. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 15:24:12 +0100</pubDate><guid>833931</guid></item>
<item><title>Polónia | Mini plano Marshall "injusto e divisório"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/825211-mini-plano-marshall-injusto-e-divisorio</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Plano Marshall da UE encoraja fal&ecirc;ncias&rdquo;, queixa-se na <a target="_self" href="http://biznes.gazetaprawna.pl/artykuly/535425,unijny_plan_marshala_promuje_bankrutow_nowe_zasady_pomocy_nie_dla_polski.html">primeira p&aacute;gina o <em>DGP</em></a>, que refere um plano da Comiss&atilde;o Europeia para aumentar o financiamento comunit&aacute;rio de projectos agr&iacute;colas, regionais e infra-estruturais de 85 para 95% nos Estados-membros gravemente atingidos pela crise da d&iacute;vida: Gr&eacute;cia, Portugal, Irlanda, Rom&eacute;nia, Hungria e Let&oacute;nia. Como s&atilde;o incapazes de corresponder ao requisito das contribui&ccedil;&otilde;es dos governos nacionais em projetos financiados pela UE, estes pa&iacute;ses, neste momento, n&atilde;o conseguem aproveitar a maior parte dos fundos estruturais atribu&iacute;dos pela UE. Por exemplo, a Rom&eacute;nia utilizou at&eacute; agora apenas 2,9% da sua verba, ao passo que a Gr&eacute;cia s&oacute; conseguiu tirar proveito de 7,9% da ajuda estrutural da UE atribu&iacute;da no or&ccedil;amento de 2007-2013. &ldquo;Primeiro, A UE inunda os Estados-membros em fal&ecirc;ncia de ajuda financeira e agora oferece-lhes condi&ccedil;&otilde;es especiais para uma ajuda estrutural&hellip; Em vez de ser recompensada por n&atilde;o se endividar para al&eacute;m dos limites razo&aacute;veis, a Pol&oacute;nia vai ser castigada&rdquo;, <a target="_self" href="http://biznes.gazetaprawna.pl/komentarze/535395,andrzej_talaga_unijny_policzek_dla_polski.html">afirma o zangado editorial do <em>DGP</em></a>, que considera a decis&atilde;o da Comiss&atilde;o Europeia uma medida &ldquo;injusta&rdquo; destinada a &ldquo;dividir a Uni&atilde;o em vez de a unir&rdquo;.&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 12:27:31 +0100</pubDate><guid>825211</guid></item>
<item><title>União Europeia | Sem o Sul, a Europa perderia o Norte (Le Temps, Genebra)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/799951-sem-o-sul-europa-perderia-o-norte</link><description><![CDATA[Os países do sul da Europa enfrentou imensas dificuldades. Mas isso não é razão para negligenciá-los ou empurrá-los para a saída: o destino da UE está ligada à sua parte sul, disse um repórter da Time. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 17:41:17 +0100</pubDate><guid>799951</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Dublin e Lisboa pagarão menos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/790601-dublin-e-lisboa-pagarao-menos</link><description><![CDATA[<p>O novo plano de resgate da Gr&eacute;cia tamb&eacute;m beneficiou a Irlanda. O di&aacute;rio <a href="http://www.independent.ie/business/irish/our-euro800m-debt-saving-deal-2828429.html" target="_self"><em>Irish Independent</em> anunciou</a> aos seus leitores &ldquo;o nosso neg&oacute;cio de 800 milh&otilde;es de euros&rdquo;, a quantia que o pa&iacute;s vai economizar gra&ccedil;as &agrave;s medidas tomadas pelos dirigentes da zona euro, no dia 21 de julho. Dublin ter&aacute; at&eacute; 30 anos para reembolsar o empr&eacute;stimo de 85 mil milh&otilde;es concedido pela UE e o FMI, em novembro de 2010, e a taxa diminuir&aacute; 2%, passando para 3,5%.</p>
<p>Em Lisboa, o <em>P&uacute;blico</em> constata igualmente que &ldquo;a Zona Euro reduz as taxas de juro exigidas a Portugal e elimina a &ldquo;puni&ccedil;&atilde;o&rdquo; inicial&rdquo;. Pois Portugal, terceiro pa&iacute;s com assist&ecirc;ncia econ&oacute;mica, beneficiar&aacute; da mesma taxa de 3,5% e de um prazo de reembolso estendido a 15 anos para o empr&eacute;stimo de 78 mil milh&otilde;es, estabelecido em maio.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 13:59:08 +0100</pubDate><guid>790601</guid></item>
<item><title>Itália | O naufrágio de Berlusconi (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/778421-o-naufragio-de-berlusconi</link><description><![CDATA[A súbita quebra da Itália nos mercados financeiros desacreditou um Silvio Berlusconi que garantia que o país estava bem. Hoje, o Cavaleiro eclipsou-se e o seu Governo é obrigado a apresentar a toda a pressa um plano de austeridade cuja eficácia está longe de ser evidente. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:39:08 +0100</pubDate><guid>778421</guid></item>
<item><title>A paralisia | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/778011-paralisia</link><description><![CDATA[<p>Sexta-feira, 15 de julho, os chefes de Estado e de governo deviam reunir-se de emerg&ecirc;ncia para debaterem as respostas a dar &agrave; crise na zona euro. Era este o desejo do presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que desde que foi nomeado tenta impor-se como animador deste prestigiado are&oacute;pago. No entanto, os l&iacute;deres europeus, com Angela Merkel &agrave; cabe&ccedil;a, declinaram o convite, demonstrando a sua incapacidade de agir perante aquilo que, cada vez mais, parece um acontecimento mortal para a Uni&atilde;o Europeia tal como a conhecemos.&nbsp;</p>
<p>O panorama da situa&ccedil;&atilde;o &eacute; conhecido: a Gr&eacute;cia est&aacute; &agrave; beira da fal&ecirc;ncia, apesar das medidas de austeridade e do dinheiro da UE e do FMI; as d&iacute;vidas <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/759571-moody-s-atira-portugal-para-o-lixo">portuguesa</a> e <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/772751-depois-de-portugal-agora-irlanda-e-considerada-lixo">irlandesa</a> s&atilde;o agora classificadas como &ldquo;lixo&rdquo; pelas ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o e a It&aacute;lia, com a corda na garganta, v&ecirc;-se obrigada a adotar um plano de cortes na despesa de 40 mil milh&otilde;es. Perante tudo isto, os Vinte e Sete da zona euro, o Banco Central Europeia e a Comiss&atilde;o n&atilde;o se entendem sobre a estrat&eacute;gia a adotar. &ldquo;Por falta de lideran&ccedil;a pol&iacute;tica, est&aacute; a fazer-se um rebuli&ccedil;o sobre as condi&ccedil;&otilde;es de participa&ccedil;&atilde;o do setor banc&aacute;rio no novo plano de ajuda &agrave; Gr&eacute;cia. Mas, senhores ministros, est&atilde;o a tratar uma gripe quando &eacute; um cancro que amea&ccedil;a!&rdquo;, lamenta o <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fidees%2farticle%2f2011%2f07%2f12%2fces-gamins-qui-nous-gouvernent_1547754_3232.html"><em>Le Monde</em></a>, um dia depois da &uacute;ltima reuni&atilde;o infrut&iacute;fera dos ministros das Finan&ccedil;as.&nbsp;</p>
<p>No entanto, os nossos l&iacute;deres t&ecirc;m circunst&acirc;ncias atenuantes que, ao mesmo tempo, s&atilde;o tamb&eacute;m mais um motivo de preocupa&ccedil;&atilde;o. A primeira, como <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/776031-tortura-da-escolha">explica o <em>Die Zeit</em></a>, &eacute; que t&ecirc;m de escolher entre a press&atilde;o pol&iacute;tica interna, que lhes exige que deixem de financiar planos de resgate visivelmente ineficazes que penalizam os contribuintes, sem irritarem os bancos e o setor financeiro que imp&otilde;e o seu ritmo, fragiliza os Estados mas tem um argumento de peso: o seu dinheiro &eacute; indispens&aacute;vel para financiar os empr&eacute;stimos aos Estados.</p>
<p>A segunda, vem do outro lado do Atl&acirc;ntico. A 14 de julho, a ag&ecirc;ncia Standard &amp; Poor's amea&ccedil;ou baixar a nota&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos. Em Washington, Barack Obama, at&eacute; agora n&atilde;o conseguiu convencer os republicanos a ajudarem a estabelecer um or&ccedil;amento. A crise financeira que assola a Europa tamb&eacute;m amea&ccedil;a fragilizar a Am&eacute;rica, o que agravaria ainda mais a situa&ccedil;&atilde;o no nosso continente. Sem que os l&iacute;deres americanos pare&ccedil;am estar mais &agrave; altura da tarefa do que os europeus.&nbsp;</p>
<p>Indecisos, incompetentes ou simplesmente paralisados pelo desafio e pelo sentimento de j&aacute; n&atilde;o controlarem o destino dos seus pa&iacute;ses, os l&iacute;deres europeus ter&atilde;o, no entanto, de mostrar determina&ccedil;&atilde;o. Mas o pior &eacute; que ningu&eacute;m pode dizer qual o melhor caminho a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:13:34 +0100</pubDate><guid>778011</guid></item>
<item><title>Crise do euro | A tortura da escolha (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/776031-tortura-da-escolha</link><description><![CDATA[É necessário que o setor financeiro participe no resgate dos países? Esta opção, que divide a UE, é exigida pelos deputados alemães mas pode fazer fugir os investidores de que precisa. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 16:42:14 +0100</pubDate><guid>776031</guid></item>
<item><title>Zona Euro | O BCE exerce resistência (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/765251-o-bce-exerce-resistencia</link><description><![CDATA[Ao decidir aumentar a taxa de juros de referência e garantir as obrigações portuguesas, o Banco Central Europeu surge a fazer contrapeso às agências de notação. Sem, contudo, favorecer os países em crise, assinala a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 08 Jul 2011 15:46:44 +0100</pubDate><guid>765251</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Quem acalma as agências de notação? (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/762831-quem-acalma-agencias-de-notacao</link><description><![CDATA[Se por um lado são rápidos a denunciar o &quot;oligopólio&quot; das agências de notação, por outro, os líderes europeus têm sido até agora incapaz de tomar medidas concretas para combater o seu poder,lamenta o diário português Público. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 07 Jul 2011 16:40:48 +0100</pubDate><guid>762831</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Todos contra as agências de rating</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/762531-todos-contra-agencias-de-rating</link><description><![CDATA[<h4><em>P&uacute;blico</em></h4>
<p>&ldquo;A Europa revolta-se (finalmente) contra as ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.publico.es/dinero/385616/bruselas-carga-contra-moody-s-por-la-rebaja-de-la-deuda-portuguesa">titula o di&aacute;rio espanhol <em>P&uacute;blico</em></a>. &ldquo;&Eacute; preciso por fim ao oligop&oacute;lio exercido pelas tr&ecirc;s ag&ecirc;ncias norte-americanas &agrave; volta das quais existe uma rede de interesses que levanta leg&iacute;timas d&uacute;vidas sobre a objetividade das suas opini&otilde;es&rdquo;. &ldquo;Uma rea&ccedil;&atilde;o de indigna&ccedil;&atilde;o generalizada&rdquo;, <a target="_self" href="http://blogs.publico.es/versionlibre/521/clamor-contra-las-agencias-de-calificacion/">considera o editorialista do jornal espanhol</a> que explica que &ldquo;o presidente da Comiss&atilde;o Europeia, o ministro alem&atilde;o das Finan&ccedil;as, o Parlamento Europeu e os patr&otilde;es espanh&oacute;is e portugueses reagiram de forma inaudita contra as ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o e exigiram a cria&ccedil;&atilde;o de uma ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o europeia&rdquo;. Mas &ldquo;n&atilde;o basta criar ag&ecirc;ncias alternativas, por muito europeias e honestas que possam ser, se n&atilde;o for feito nenhum avan&ccedil;o em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; uni&atilde;o pol&iacute;tica da Europa e se n&atilde;o for realizada uma reflex&atilde;o de fundo sobre o modelo econ&oacute;mico mais adequado&rdquo;, conclui o di&aacute;rio.</p>
<h4><em>I</em></h4>
<p>&ldquo;O governo e Cavaco est&atilde;o unidos. Contra as ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o marchar, marchar&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ionline.pt/conteudo/135025-governo-e-cavaco-unidos-contra-as-agencias-marchar-marchar">titula o jornal<em> i</em></a><em>.</em> O di&aacute;rio lisboeta sublinha a rapidez com que o governo e o Presidente, bem como pol&iacute;ticos, banqueiros e homens de neg&oacute;cios condenaram unanimemente a descida de classifica&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s pela ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o Moody&rsquo;s.</p>
<h4><em>Gazeta Wyborcza&nbsp; </em></h4>
<p>&ldquo;Moody&rsquo;s semeia o terror&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75477,9906171,Moody_s_sieje_poploch.html">titula o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, que teme que &ldquo;Portugal n&atilde;o seja capaz de reduzir o seu deficit or&ccedil;amental&rdquo; e que venha a precisar, tal como a Gr&eacute;cia, &ldquo;de uma nova ajuda financeira&rdquo; do FMI e da UE. O di&aacute;rio de Vars&oacute;via cita um especialista segundo o qual as ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o dificultam as opera&ccedil;&otilde;es de resgate na zona euro baixando a classifica&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses endividados sempre &ldquo;no pior momento para os mercados&rdquo;. Por isso, &eacute; urgente por em marcha uma ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o internacional sob a al&ccedil;ada da UE. Caso contr&aacute;rio, &ldquo;seremos obrigados a continuar a acreditar em institui&ccedil;&otilde;es que muitas vezes nos alertaram contra a crise e que, depois desta explodir, s&oacute; t&ecirc;m piorado ainda mais a situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.biz/biznes/1,100897,9905761,Agencje_przeszkadzaja_w_ratowaniu_strefy_euro.html">conclui o di&aacute;rio</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 07 Jul 2011 15:13:24 +0100</pubDate><guid>762531</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Classificação de lixo para  Portugal causa nervosismo na Irlanda</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/762121-classificacao-de-lixo-para-portugal-causa-nervosismo-na-irlanda</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O decl&iacute;nio de Portugal levanta novas preocupa&ccedil;&otilde;es na Irlanda&rdquo;, traz em <a href="http://www.irishtimes.com/newspaper/breaking/2011/0707/breaking6.html" target="_self">manchete o di&aacute;rio <em>Irish Times</em></a>, ap&oacute;s a ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o Moody&rsquo;s ter classificado como<a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/759571-moody-s-atira-portugal-para-o-lixo" target="_self"> lixo a d&iacute;vida do Estado portugu&ecirc;s no dia 6 de julho</a>. Ap&oacute;s um dia de agita&ccedil;&atilde;o no mercado na sequ&ecirc;ncia do decl&iacute;nio, o custo te&oacute;rico do empr&eacute;stimo solicitado pelos irlandeses atingiu novos n&iacute;veis, com os Rendimentos das Obriga&ccedil;&otilde;es irlandesas a dois anos a aumentar para 15,30% e os rendimentos a dez anos para 12,43%. Para uma Irlanda sem dinheiro, obrigada a desistir dos mercados das obriga&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s o <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/759271-resgate-e-um-bom-negocio-para-o-fmi-e-ue" target="_self">resgate</a> de 85 mil milh&otilde;es de euros da UE/FMI em 2010, o decl&iacute;nio torna ainda mais dif&iacute;cil o seu improv&aacute;vel regresso aos neg&oacute;cios at&eacute; 2013. &ldquo;Embora a Moody&rsquo;s tenha insistido na noite passada que continuam a existir &ldquo;diferen&ccedil;as significantes&rdquo; entre os pa&iacute;ses mais fracos da zona euro, alguns analistas em Dublin disseram que a Irlanda ser&aacute; provavelmente a pr&oacute;xima a ver a nota&ccedil;&atilde;o da sua d&iacute;vida de Estado classificada como lixo.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 07 Jul 2011 14:51:06 +0100</pubDate><guid>762121</guid></item>
<item><title>Portugal | Moody's atira Portugal para o "lixo"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/759571-moody-s-atira-portugal-para-o-lixo</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Lixo&rdquo;. Com uma s&oacute; palavra o <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/134777-moodys-atira-portugal-o-lixo-ha-risco-segundo-emprestimo" target="_self">jornal &ldquo;i&rdquo; titula</a> a sua edi&ccedil;&atilde;o de hoje. E n&atilde;o &eacute; para menos. A Moody's, uma das principais ag&ecirc;ncias de rating, cortou ontem a avalia&ccedil;&atilde;o de Portugal para uma classifica&ccedil;&atilde;o equivalente a &quot;lixo&quot;, sublinhando o risco de o pa&iacute;s precisar de um segundo empr&eacute;stimo externo e de n&atilde;o conseguir cumprir as metas or&ccedil;amentais do acordo com a troika. A Moody&rsquo;s justifica esta classifica&ccedil;&atilde;o com &ldquo;a probabilidade cada vez maior de Portugal n&atilde;o ser capaz de se financiar a taxas sustent&aacute;veis nos mercados de capitais no segundo semestre de 2013 e durante algum tempo depois disso&rdquo;. O executivo portugu&ecirc;s e muitos comentadores j&aacute; criticaram a decis&atilde;o da Moody&rsquo;s, entre eles o professor Paulo Soares Pinho que disse ao &ldquo;i&rdquo; &nbsp;que &ldquo;Portugal est&aacute; a ser usado como arma entre as ag&ecirc;ncias e a Europa sobre a quest&atilde;o grega e isso &eacute; inaceit&aacute;vel&rdquo;. De facto, a primeira raz&atilde;o para o cepticismo da Moody's &eacute; a opini&atilde;o negativa que a ag&ecirc;ncia tem da solu&ccedil;&atilde;o europeia encontrada para a crise da Gr&eacute;cia.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 06 Jul 2011 13:00:12 +0100</pubDate><guid>759571</guid></item>
<item><title>Austeridade | A Europa tem de apertar o cinto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/751741-europa-tem-de-apertar-o-cinto</link><description><![CDATA[<p>&quot;Onda de rigor social na Europa&quot;, traz o di&aacute;rio espanhol <a href="http://www.publico.es/dinero/384841/la-ue-da-otro-golpe-al-estado-del-bienestar-con-una-ola-de-ajustes" target="_self"><em>P&uacute;blico</em> em t&iacute;tulo</a>, referindo-se aos &quot;novos planos de austeridade que sapam os avan&ccedil;os do Estado-provid&ecirc;ncia, com vista &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o das finan&ccedil;as p&uacute;blicas&quot;, aprovados pelos governos europeus nos &uacute;ltimos dias. Aos protestos na Gr&eacute;cia, ap&oacute;s a vota&ccedil;&atilde;o do novo plano de austeridade, junta-se a greve dos funcion&aacute;rios p&uacute;blicos contra a reforma das pens&otilde;es no Reino Unido; entretanto, em Portugal, <a href="http://www.publico.es/internacional/384734/la-mitad-de-la-paga-extra-de-navidad-ira-a-las-arcas-del-estado" target="_self">o subs&iacute;dio de Natal ser&aacute; reduzido para metade</a>, para os que ganham mais&hellip; que o sal&aacute;rio m&iacute;nimo; e, <a href="http://www.publico.es/dinero/384789/berlusconi-aprueba-un-gran-recorte-para-los-proximos-tres-anos" target="_self">em It&aacute;lia</a>, Silvio Berlusconi penaliza os menos favorecidos com a sua reforma do imposto sobre rendimentos&quot;, prossegue o jornal. &ldquo;A pr&oacute;pria Comiss&atilde;o Europeia ter&aacute; de apertar o cinto&quot;, acrescenta o di&aacute;rio de esquerda, ap&oacute;s o an&uacute;ncio de uma redu&ccedil;&atilde;o de 5% no n&uacute;mero de funcion&aacute;rios e a passagem da idade de reforma de 63 para 65 anos. &quot;O hino europeu, retirado de Beethoven, come&ccedil;a a parecer a marcha f&uacute;nebre de Chopin&quot;, conclui o <em>P&uacute;blico</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 01 Jul 2011 13:16:16 +0100</pubDate><guid>751741</guid></item>
</channel></rss>
