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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Polónia]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Instituições da UE | A nova aristocracia de Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2070551-nova-aristocracia-de-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Onde &eacute; que os &lsquo;eurozjady&rsquo; (um neologismo polaco para &ldquo;europeu&rdquo; e &ldquo;parasita&rdquo;) nos v&atilde;o levar?&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/616482,882724-Nowa-brukselska-arystokracja.html">pergunta o seman&aacute;rio conservador <em>Uważam Rze</em></a> referindo-se &agrave; &ldquo;casta&rdquo; de funcion&aacute;rios das institui&ccedil;&otilde;es da UE. N&atilde;o s&oacute; vivem na abund&acirc;ncia &ndash; sal&aacute;rios extraordinariamente altos, ajudas de custo, subs&iacute;dios e cl&aacute;usulas compensat&oacute;rias milion&aacute;rias, como afirmam faz&ecirc;-lo &ldquo;para o bem de todos n&oacute;s, europeus&rdquo;.</p>
<blockquote><p>Nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, os burocratas que ocupam Bruxelas constru&iacute;ram um ninho bonito, quente e aconchegante onde vivem principescamente e sem stresses. Um funcion&aacute;rio europeu disse mesmo: &ldquo;Nunca houve uma depress&atilde;o em Bruxelas&rdquo;.</p>
</blockquote>
<p>Para al&eacute;m dos muitos privil&eacute;gios e pr&eacute;mios, os eurocratas tamb&eacute;m est&atilde;o protegidos por uma &ldquo;imunidade blindada&rdquo; inclu&iacute;da nos tratados da UE (e por isso mesmo irrevog&aacute;vel, j&aacute; que qualquer altera&ccedil;&atilde;o implicaria a renegocia&ccedil;&atilde;o dos tratados) que lhes garante imunidade n&atilde;o s&oacute; enquanto ocupam o cargo na UE mas tamb&eacute;m depois de o deixarem de exercer.</p>
<blockquote><p>Esses sortudos que s&atilde;o funcion&aacute;rios da UE n&atilde;o t&ecirc;m de temer a pobreza. A UE gasta dinheiro com grande liberalidade, sem se preocupar com os custos ou com a opini&atilde;o p&uacute;blica.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 May 2012 15:19:28 +0100</pubDate><guid>2070551</guid></item>
<item><title>Ucrânia | Euro 2012 prejudicado pelos jogos de poder (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1984071-euro-2012-prejudicado-pelos-jogos-de-poder</link><description><![CDATA[A menos de um mês do início do Euro 2012 de futebol, o destino da opositora Iulia Timochenko envenena as relações entre a UE e a Ucrânia, organizadora da competição, em conjunto com a Polónia. Mas, por trás da questão dos Direitos do Homem há importantes interesses económicos. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 15 May 2012 12:37:30 +0100</pubDate><guid>1984071</guid></item>
<item><title>Boicotar o regime de Kiev | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1968961-boicotar-o-regime-de-kiev</link><description><![CDATA[<p>Devemos <a href="/pt/content/news-brief/1953891-boicote-ao-euro-2012-ainda-pendente">boicotar</a> os jogos do <a target="_self" href="http://www.uefa.com/uefaeuro/index.html">Euro 2012 de Futebol</a> que se realizar&aacute; na Ucr&acirc;nia (que organiza a competi&ccedil;&atilde;o em conjunto com a Pol&oacute;nia) enquanto o regime de Kiev mantiver presa a opositora Iulia Timochenko? Uma dezena de <a href="/pt/content/cartoon/1912561-alto-la">dirigentes europeus</a>, entre os quais o Presidente alem&atilde;o Joachim Gauck e o presidente da Comiss&atilde;o Europeia, Jos&eacute; Manuel Dur&atilde;o Barroso, j&aacute; decidiram n&atilde;o ir &agrave; Ucr&acirc;nia. </p>
<p>Sem se pronunciarem sobre a culpabilidade da antiga musa da Revolu&ccedil;&atilde;o Laranja de 2004, condenada em outubro a sete anos de pris&atilde;o por abuso de poder, os partid&aacute;rios do boicote querem, deste modo, protestar contra os maus tratos a que ter&aacute; sido submetida na pris&atilde;o e contra a repress&atilde;o de que a oposi&ccedil;&atilde;o &eacute; alvo naquele pa&iacute;s.</p>
<p>O caso de Iulia Timochenko &eacute; emblem&aacute;tico do regime autorit&aacute;rio de Viktor Ianukovich e da degrada&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es com a UE: desde que foi eleito, em 2010, o l&iacute;der do Partido das Regi&otilde;es tem refor&ccedil;ado constantemente a influ&ecirc;ncia dos seus fi&eacute;is &ndash; os russ&oacute;filos do Leste do pa&iacute;s &ndash; sobre o Estado e travado a oposi&ccedil;&atilde;o. E tem tido um comportamento contradit&oacute;rio com os seus dois inevit&aacute;veis vizinhos, a R&uacute;ssia e a Uni&atilde;o.</p>
<p>A R&uacute;ssia, de quem culturalmente est&aacute; mais pr&oacute;ximo, quer manter a Ucr&acirc;nia na sua esfera de influ&ecirc;ncia e criar uma esp&eacute;cie de Bielorr&uacute;ssia do Sul, &agrave; sua maneira. Com a Uni&atilde;o Europeia, h&aacute; um acordo de associa&ccedil;&atilde;o &agrave; espera de ser assinado e um outro, de uni&atilde;o aduaneira &ndash; uma esp&eacute;cie de &ldquo;ades&atilde;o light&rdquo; &agrave; UE &ndash; a caminho. Tamb&eacute;m neste caso se trata de reaproximar a Ucr&acirc;nia do seu ambiente hist&oacute;rico e cultural &ndash; o Ocidente da Ucr&acirc;nia fez parte (com a Pol&oacute;nia, a Litu&acirc;nia e a Bielorr&uacute;ssia atuais) da Rep&uacute;blica das Duas Na&ccedil;&otilde;es nos s&eacute;culos XVI a XVIII &ndash; em virtude da atra&ccedil;&atilde;o que o &ldquo;soft power&rdquo; da Uni&atilde;o deve exercer sobre quem lhe &eacute; pr&oacute;ximo.</p>
<p>Os opositores do boicote temem que tal atitude empurre Kiev para os bra&ccedil;os de Moscovo. A tenta&ccedil;&atilde;o existe, mas &eacute; contr&aacute;ria aos interesses econ&oacute;micos da Ucr&acirc;nia e minaria uma independ&ecirc;ncia orgulhosamente conquistada. Mas a maior parte dos ucranianos querem o seu futuro, mais cedo ou mais tarde, dentro da UE, e a Uni&atilde;o n&atilde;o lhes pode trair as expectativas.</p>
<p>&Eacute; por isso que um boicote feito por pol&iacute;ticos &ndash; e n&atilde;o pelas equipas &ndash; &eacute; oportuno. Ser&aacute; ainda mais eficaz se for associado a medidas de press&atilde;o econ&oacute;mica (aplica&ccedil;&atilde;o de leis antibranqueamento aos capitais ucranianos depositados na UE) e aduaneira (recusa de vistos aos dirigentes do regime respons&aacute;veis pelos abusos, vistos mais f&aacute;ceis para os estudantes, os investigadores, os empres&aacute;rios e os turistas), bem como um esfor&ccedil;o de pedagogia para explicar as raz&otilde;es aos ucranianos. Enfim, na altura das elei&ccedil;&otilde;es legislativas de outubro pr&oacute;ximo, a UE e a OSCE dever&atilde;o inundar o pa&iacute;s com observadores para garantirem que o ato eleitoral seja o mais poss&iacute;vel irrepreens&iacute;vel.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 11 May 2012 17:52:50 +0100</pubDate><guid>1968961</guid></item>
<item><title>Gás natural | Gás de xisto com fraca cotação (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1954871-gas-de-xisto-com-fraca-cotacao</link><description><![CDATA[França, Bulgária, Roménia e República Checa decidiram suspender a exploração das suas jazidas, por razões ambientais. Embora a UE esteja a ser pressionada a seguir essa via, a Polónia pode ser o último país a abandonar este recurso. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 May 2012 12:30:42 +0100</pubDate><guid>1954871</guid></item>
<item><title>Ucrânia | Boicote ao Euro 2012 ainda pendente</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1953891-boicote-ao-euro-2012-ainda-pendente</link><description><![CDATA[<p>&quot;A Pol&oacute;nia defende Timochenko&quot;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75248,11685007,Polska_upomina_sie_o_Tymoszenko.html">afirma a manchete</a> do jornal <em>Gazeta Wyborcza</em>, depois de Kiev ter adiado uma cimeira regional centro europeia marcada para os dias 11 e 12 de maio, em Ialta. O principal fator que levou a essa decis&atilde;o foi o esc&acirc;ndalo crescente que rodeia a deten&ccedil;&atilde;o e alegados maus-tratos de que &eacute; alvo a antiga primeira-ministra e l&iacute;der da oposi&ccedil;&atilde;o, Iulia Timochenko. O caso levou oito dirigentes europeus a recusarem-se a participar na cimeira e ao lan&ccedil;amento de apelos, na Alemanha e em toda a UE, ao boicote aos jogos do campeonato de futebol Euro 2012 que se desenrolem na Ucr&acirc;nia. Contudo, Tomasz Nałęcz, conselheiro do Presidente polaco, Bronisław Komorowski, considera que boicotar a competi&ccedil;&atilde;o na Ucr&acirc;nia seria contraproducente:</p>
<blockquote><p>N&atilde;o devemos boicotar [o Euro 2012] e, sim, ir &agrave; Ucr&acirc;nia, dar algum prazer a milh&otilde;es de ucranianos e, simultaneamente, fazer qualquer coisa tang&iacute;vel pela liberta&ccedil;&atilde;o de Iulia Timochenko.</p>
</blockquote>
<p>Em 9 de maio, o Presidente polaco, Bronisław Komorowski, solicitou ao seu hom&oacute;logo ucraniano, Viktor Ianukovich, que a lei seja alterada e a senten&ccedil;a de Timochenko revogada. Entretanto, em 8 de maio, Iulia Timochenko suspendeu a greve de fome, que iniciara em 20 de abril, e foi levada para um hospital em Kharkiv, onde ser&aacute; tratada por um m&eacute;dico alem&atilde;o. A antiga primeira-ministra ucraniana cumpre uma pena de sete anos de pris&atilde;o, &quot;por ter assinado um acordo de com&eacute;rcio de g&aacute;s, alegadamente desfavor&aacute;vel, com a R&uacute;ssia, em 2009&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 09 May 2012 16:06:28 +0100</pubDate><guid>1953891</guid></item>
<item><title>Economia | China quer investir 7,5 mil milhões de euros na Europa Central</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1886371-china-quer-investir-75-mil-milhoes-de-euros-na-europa-central</link><description><![CDATA[<p>A China quer investir 10 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares (7,5 mil milh&otilde;es de euros) em novas tecnologias e economia verde na Europa Central, segundo declara&ccedil;&otilde;es do primeiro-ministro chin&ecirc;s, Wen Jiabao, <a target="_self" href="http://wyborcza.biz/biznes/1,100896,11625597,Chiny_stawiaja_na_Europe_Srodkowa__Maja_pomoc_w_rozwoju.html">escreve o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. Numa cimeira de dois dias dos catorze pa&iacute;ses da regi&atilde;o, o chefe do Governo disse, tamb&eacute;m, que nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos a China vai duplicar as importa&ccedil;&otilde;es de produtos da Europa Central, dos atuais 50 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares (37,8 mil milh&otilde;es de euros) para 100 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares (75 mil milh&otilde;es de euros).</p>
<p>Segundo especialistas polacos, isto &eacute; mais um sinal de que, depois dos grandes investimentos que tem feito em &Aacute;frica, na Am&eacute;rica e na &Aacute;sia, Pequim considera agora, seriamente, a expans&atilde;o para a Europa Central, incluindo a Pol&oacute;nia, que, entre todos os &ldquo;novos&rdquo; membros da UE, pode tornar-se o seu principal parceiro. Mas nem toda a gente est&aacute; contente com esta perspetiva. Segundo o <em>Gazeta Wyborcza</em></p>
<blockquote><p>alguns especialistas europeus acreditam que Pequim est&aacute; a menosprezar deliberadamente o papel da UE ao construir rela&ccedil;&otilde;es bilaterais com diferentes pa&iacute;ses europeus. Isto enfraquece a coes&atilde;o da UE nas rela&ccedil;&otilde;es com a China.</p>
</blockquote>
<p>Estas rela&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m sido tensas. A Comiss&atilde;o Europeia est&aacute; a &ldquo;tentar for&ccedil;ar&rdquo; Pequim a abrir o mercado p&uacute;blico chin&ecirc;s &agrave;s empresas europeias, amea&ccedil;ando que, se assim n&atilde;o for, introduzir&aacute; regulamenta&ccedil;&atilde;o que permitir&aacute; &agrave; Europa &ldquo;em retalia&ccedil;&atilde;o, fechar o seu mercado p&uacute;blico&rdquo; &agrave;s empresas chinesas.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:52:34 +0100</pubDate><guid>1886371</guid></item>
<item><title>Schengen | UE prepara-se para fechar mais a porta à imigração ilegal</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1871961-ue-prepara-se-para-fechar-mais-porta-imigracao-ilegal</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;UE mobiliza-se contra a imigra&ccedil;&atilde;o ilegal&rdquo;, <a href="http://www.b.dk/globalt/eu-opruster-mod-illegal-indvanding" target="_self">titula</a> o di&aacute;rio <em>Berlingske</em>, que revela que a Dinamarca, que ocupa a presid&ecirc;ncia rotativa da UE, dever&aacute; propor, a 26 de abril, durante o Conselho de Ministros da Justi&ccedil;a e do Interior 90 medidas que t&ecirc;m como objetivo lutar contra um fen&oacute;meno que &ldquo;aumentou 35% durante o ano passado&rdquo;, escreve.</p>
<p>Entre as medidas a propor est&atilde;o uma melhor coopera&ccedil;&atilde;o com os pa&iacute;ses de origem, por exemplo os pa&iacute;ses do Magrebe, o refor&ccedil;o do dispositivo Frontex e da vigil&acirc;ncia da fronteira entre a Gr&eacute;cia e a Turquia, bem como uma melhor gest&atilde;o dos fluxos migrat&oacute;rios, das expuls&otilde;es e da luta contra o tr&aacute;fico de seres humanos.</p>
<p>Esta iniciativa responde, tamb&eacute;m, a uma preocupa&ccedil;&atilde;o crescente na Dinamarca com a imigra&ccedil;&atilde;o ilegal, mesmo que, escreve o jornal,</p>
<blockquote><p>segundo o ministro da Justi&ccedil;a, n&atilde;o se saiba exatamente quantos imigrantes ilegais h&aacute; na Dinamarca &ndash; temos um receio justificado de que o grande n&uacute;mero de imigrantes ilegais que est&atilde;o atualmente na Gr&eacute;cia e em It&aacute;lia comecem a dirigir-se para o Norte.</p>
</blockquote>
<p>Estas medidas justificam-se, tamb&eacute;m, por raz&otilde;es pol&iacute;ticas, afirma Marl&egrave;ne Wind, da Universidade de Copenhaga, citada pelo di&aacute;rio:</p>
<blockquote><p>Os problemas da imigra&ccedil;&atilde;o ilegal prejudicam o mercado interno e o esp&iacute;rito europeu da livre circula&ccedil;&atilde;o. Por isso, ser&aacute; uma vit&oacute;ria &ndash; tamb&eacute;m para a presid&ecirc;ncia dinamarquesa &ndash; se o projeto for bem-sucedido.</p>
<p>&nbsp;</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:15:30 +0100</pubDate><guid>1871961</guid></item>
<item><title>Automóvel | Encruzilhada perigosa para os construtores (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1850241-encruzilhada-perigosa-para-os-construtores</link><description><![CDATA[A indústria automóvel, um setor crucial da economia europeia, está a sofrer as consequências da crise. Obrigados a ajustar as suas capacidades de produção, os vários grupos optam por estratégias diferentes. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:35:39 +0100</pubDate><guid>1850241</guid></item>
<item><title>Polónia | Radosław Sikorski, mais um europeu acelerado (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1794281-radoslaw-sikorski-mais-um-europeu-acelerado</link><description><![CDATA[O chefe da diplomacia polaca apresenta-se cada vez mais como um interlocutor influente no panorama europeu. Mas o seu ativismo é, muitas vezes, acompanhado por uma impulsividade e por afinidades que fazem lembrar um certo Nicolas Sarkozy. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 13 Apr 2012 12:18:07 +0100</pubDate><guid>1794281</guid></item>
<item><title>Europa central | Resta-nos o strudel, felizmente (Ekonom , Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1742162-resta-nos-o-strudel-felizmente</link><description><![CDATA[Depois da queda do comunismo, Praga, Varsóvia, Budapeste e, depois, Bratislava, uniram-se no chamado Grupo de Visegrád. Objetivo: recriarem o espírito que os unia na Idade Média para se integrarem no Ocidente e terem peso político. Mas, atualmente, parecem seguir caminhos cada vez mais separados. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 11:10:37 +0100</pubDate><guid>1742162</guid></item>
<item><title>Irlanda | Um lar virtual longe de casa (The Irish Times, Dublin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1735691-um-lar-virtual-longe-de-casa</link><description><![CDATA[Nos últimos anos, o contacto dos imigrantes com as suas pátrias é diferente graças às novas tecnologias, mas a experiência será, por isso, mais fácil ou mais difícil? (Article)]]></description><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 13:06:47 +0100</pubDate><guid>1735691</guid></item>
<item><title>Europa central | Democracia em declínio</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1694781-democracia-em-declinio</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Reviravolta para a democracia na Europa de Leste&rdquo;, <a target="_self" href="http://diepresse.com/home/politik/aussenpolitik/743378/Rueckschlag-fuer-Osteuropas-Demokratie">titula <em>Die Presse</em></a>, que considera &ldquo;dram&aacute;ticos&rdquo; e quase &ldquo;explosivos&rdquo; os resultados do mais recente &ldquo;<a target="_self" href="http://www.bti-project.org/home/index.nc">&iacute;ndice de transforma&ccedil;&atilde;o</a>&rdquo; da Funda&ccedil;&atilde;o Bertelsmann, que regista, regularmente, a evolu&ccedil;&atilde;o da democracia e da economia de mercado em 128 pa&iacute;ses. &ldquo;A maior parte dos Estados da Europa Central, do Leste e de Sudeste registou, nestes &uacute;ltimos anos, diminui&ccedil;&otilde;es qualitativas na democracia, na economia de mercado e na gest&atilde;o da pol&iacute;tica&rdquo;, constata a Funda&ccedil;&atilde;o, muito pr&oacute;xima do mundo dos neg&oacute;cios.</p>
<p>Atribui esta mudan&ccedil;a &agrave; polariza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e &agrave; sede de poder de certos dirigentes. Entre os Estados europeus identificados, encontra-se a Hungria (na lideran&ccedil;a), a Eslov&aacute;quia, a Alb&acirc;nia, o Kosovo, a Maced&oacute;nia e o Montenegro, ao passo que a Pol&oacute;nia e, numa percentagem inferior, a S&eacute;rvia figuram no quadro dos bons alunos.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 26 Mar 2012 14:06:44 +0100</pubDate><guid>1694781</guid></item>
<item><title>Europa central | Eólicas alemãs causam turbulência</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1678681-eolicas-alemas-causam-turbulencia</link><description><![CDATA[<p>&quot;Polacos receiam energia e&oacute;lica alem&atilde;&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ftd.de/politik/deutschland/:energiewende-polen-fuerchten-deutschen-windstrom/70012788.html#utm_source=rss2&amp;utm_medium=rss_feed&amp;utm_campaign=/politik">refere</a> o <em>Financial Times Deutschland</em>. O di&aacute;rio de Hamburgo explica que, a seguir ao encerramento de oito centrais nucleares, h&aacute; um ano, sob o choque do desastre de Fukushima, o sul do pa&iacute;s, particularmente &aacute;vido de energia por ser fortemente industrializado, regista uma escassez latente de eletricidade. &Eacute; o norte da Alemanha, onde se encontram as e&oacute;licas, que tem de fornecer a energia necess&aacute;ria. </p>
<p>O &uacute;nico problema &eacute; que, em dias de vento forte, a rede energ&eacute;tica norte-sul fica saturada e a eletricidade &eacute; automaticamente reencaminhada para o leste, para a Pol&oacute;nia e a Rep&uacute;blica Checa. Quando isto acontece, as redes destes dois pa&iacute;ses ficam saturadas, visto terem sido preparadas para um d&eacute;bito est&aacute;vel e cont&iacute;nuo. A Pol&oacute;nia prepara-se, assim, para instalar defasadores na fronteira para receber apenas a eletricidade de que precisa. Os alem&atilde;es deviam interromper o funcionamento das suas e&oacute;licas e, para colmatar a falta de energia no sul do pa&iacute;s, importar de Fran&ccedil;a energia nuclear...</p>
<p>O problema agrava-se se a Rep&uacute;blica Checa seguir o exemplo da Pol&oacute;nia para proteger a sua rede, adianta o <em>FTD</em>. Neste momento, no entanto, este pequeno pa&iacute;s, que &eacute; um dos principais exportadores de energia da UE, prev&ecirc; um investimento de 2 milh&otilde;es e 500 mil euros no desenvolvimento de uma rede pr&oacute;pria.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 14:27:22 +0100</pubDate><guid>1678681</guid></item>
<item><title>Polónia | Fim do El Dorado de gás de xisto?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1671371-fim-do-el-dorado-de-gas-de-xisto</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Temos um problema: o g&aacute;s evaporou&rdquo;, <a target="_self" href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=403917">titula o <em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>, comentando um relat&oacute;rio do Instituto Geol&oacute;gico Polaco (PIG) publicado a 21 de mar&ccedil;o, que sugere que a Pol&oacute;nia poder&aacute; ter entre 346 a 768 metros c&uacute;bicos de dep&oacute;sitos de g&aacute;s de xisto extra&iacute;vel, cerca de sete a 15 vezes menos do que o <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/590101-estara-polonia-tornar-se-outro-qatar">estimado anteriormente</a>.</p>
<p>Ap&oacute;s as avalia&ccedil;&otilde;es do &uacute;ltimo ano pela US Energy Information Administration (EIA), que estimou que a Pol&oacute;nia tinha 5300 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos em reservas de g&aacute;s de xisto, as not&iacute;cias podem deitar por terra as expectativas de que a Pol&oacute;nia poder&aacute; libertar-se das importa&ccedil;&otilde;es de g&aacute;s da R&uacute;ssia nos pr&oacute;ximos 300 anos. </p>
<p><a target="_self" href="http://blog.rp.pl/romanski/2012/03/21/gazu-mniej-ale-wystarczy/">O <em>Rzeczpospolita</em> alerta</a> que ainda que o n&uacute;mero m&aacute;ximo de dep&oacute;sitos de g&aacute;s de xisto na Pol&oacute;nia atinja os 1920 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos, o relat&oacute;rio poder&aacute; conter o entusiasmo das empresas polacas e internacionais em investir grandes quantias de dinheiro em licen&ccedil;as para prospe&ccedil;&otilde;es e testes de perfura&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Num tom mais positivo, o di&aacute;rio conservador adianta que</p>
<blockquote><p>mesmo que a Pol&oacute;nia n&atilde;o se torne o principal exportador mundial, [o valor de g&aacute;s de xisto] registado e considerado extra&iacute;vel dever&aacute; responder &agrave; procura de g&aacute;s do pa&iacute;s por um per&iacute;odo de 35 a 65 anos! Uma perspetiva dif&iacute;cil de conceber h&aacute; uns anos atr&aacute;s&rdquo;. </p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 14:58:52 +0100</pubDate><guid>1671371</guid></item>
<item><title>Debate | Acabaram-se as ideologias (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1631141-acabaram-se-ideologias</link><description><![CDATA[Num mundo onde a crise põe em causa os modelos económicos e as memórias históricas, não parece emergir qualquer utopia alternativa. Perante a perda de confiança na política, não teremos nem Lenine nem Hitler, apenas políticos sem grandeza, defende um cronista polaco. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 15 Mar 2012 16:03:35 +0100</pubDate><guid>1631141</guid></item>
<item><title>Ambiente | Por que a Polónia diz não à política climática da UE (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1612431-por-que-polonia-diz-nao-politica-climatica-da-ue</link><description><![CDATA[Varsóvia vetou os objetivos da política climática da UE para reduzir as emissões de carbono. O veto nada tem de surpreendente, uma vez que se trata de uma política velada por um nevoeiro de ambiguidade, escreve o Gazeta Wyborcza. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 16:41:57 +0100</pubDate><guid>1612431</guid></item>
<item><title>EU-Bielorrússia | Minsk desencadeia guerra diplomática</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1564051-minsk-desencadeia-guerra-diplomatica</link><description><![CDATA[<p>&quot;A guerra de Lukashenko&quot;, <a target="_self" href="http://m.wyborcza.pl/wyborcza/1,105226,11253431,Wojna_Lukaszenki.html">&eacute; este o t&iacute;tulo do <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, depois de, em resposta &agrave;s novas <a target="_self" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/EN/foraff/128246.pdf">san&ccedil;&otilde;es</a> impostas ao pa&iacute;s pela UE, as autoridades bielorrussas terem ordenado aos embaixadores da Pol&oacute;nia e da UE que abandonassem Minsk. </p>
<p>Os embaixadores de outros Estados-membros da UE dever&atilde;o deixar a capital da Bielorr&uacute;ssia, num gesto de solidariedade.</p>
<p>Este di&aacute;rio de Vars&oacute;via salienta que,</p>
<blockquote><p>ao perseguir os embaixadores, Alexander Lukashenko est&aacute; a tentar paralisar os servi&ccedil;os diplom&aacute;ticos de pa&iacute;ses demasiado liberais na concess&atilde;o de vistos aos seus compatriotas.</p>
</blockquote>
<p>Entretanto, <a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/9133,830552-Bialorus-wyrzuca-polskiego-ambasadora---Talaga.html">o <em>Rzeczpospolita</em> insiste</a> em que, apesar de &quot;Lukashenko ter escolhido a Pol&oacute;nia&quot; como &quot;inimigo n&uacute;mero um&quot; e de ser necess&aacute;ria uma &quot;resposta diplom&aacute;tica dura&quot;, &eacute; aconselh&aacute;vel que se adote uma abordagem moderada.</p>
<blockquote><p>N&atilde;o sabemos se, dentro de meio ano ou de um ano, Lukashenko voltar&aacute; a pedir financiamentos e assist&ecirc;ncia &agrave; UE. Se isso acontecer, n&atilde;o podemos renunciar a exigir a liberta&ccedil;&atilde;o dos presos pol&iacute;ticos. Mas n&atilde;o exageremos, pedindo a plena democratiza&ccedil;&atilde;o [do pa&iacute;s].</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 15:24:37 +0100</pubDate><guid>1564051</guid></item>
<item><title>Internet | ACTA destinado ao caixote do lixo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1505781-acta-destinado-ao-caixote-do-lixo</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Vaga de protestos assola a Europa. Polacos mostram como combater o ACTA&rdquo;, &eacute; o t&iacute;tulo do <em>Rzeczpospolita</em>, ap&oacute;s as manifesta&ccedil;&otilde;es contra o Acordo Comercial Anticontrafa&ccedil;&atilde;o (<a href="http://trade.ec.europa.eu/doclib/docs/2011/may/tradoc_147937.pdf">ACTA</a>), que decorreram em 150 cidades no passado fim de semana, com especial relevo na Alemanha e na Holanda. O controverso acordo multinacional visa estabelecer normas internacionais em mat&eacute;ria de aplica&ccedil;&atilde;o de direitos de propriedade intelectual, mas os seus opositores afirmam que este acordo ir&aacute; ter efeitos secund&aacute;rios nos direitos civis e digitais.</p>
<p>&ldquo;Seguiram o exemplo polaco&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/796028,811251-Swiat-protestuje-przeciw-ACTA.html">refere o <em>Rzeczpospolita</em> com satisfa&ccedil;&atilde;o</a>, real&ccedil;ando que os primeiros <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/1436271-acta-non-grata">protestos em massa</a> contra o ACTA se registaram em janeiro em in&uacute;meras cidades polacas, for&ccedil;ando o Governo a &ldquo;suspender&rdquo; o processo de ratifica&ccedil;&atilde;o deste acordo. </p>
<p>Neste momento, a Alemanha, um dos principais defensores desta legisla&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;a a questionar a possibilidade de ratificar o documento e isso significa, como podemos ler no <a href="http://www.polskatimes.pl/"><em>Polska The Times</em></a>, que o &ldquo;ACTA j&aacute; est&aacute; morto&rdquo;. Tudo indica que o desaparecimento deste acordo seja assinado e selado em junho pelo Parlamento Europeu. De acordo com o di&aacute;rio,</p>
<blockquote><p>os pol&iacute;ticos mereceram este balde de &aacute;gua fria porque se esqueceram que deviam dar ouvidos ao que o povo diz.</p>
</blockquote>
<p>O <em>Gazeta Wyborcza</em>, por seu turno, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,90913,11132206,Internet_wygral__co_z_ACTA_.html">nota</a> que a rejei&ccedil;&atilde;o do ACTA n&atilde;o nos deixar&aacute; mais perto da garantia de que os autores v&atilde;o receber uma &ldquo;compensa&ccedil;&atilde;o justa&rdquo;:</p>
<blockquote><p>Os direitos de autor s&atilde;o imperfeitos e fomentam patologias [...] podemos decidir que se trata de uma rel&iacute;quia do passado e permitir a c&oacute;pia generalizada de tudo e mais alguma coisa. Nesse caso, teremos de encontrar uma outra forma de recompensar o trabalho criativo.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 12:07:25 +0100</pubDate><guid>1505781</guid></item>
<item><title>Clima | Cobertos de neve | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1488011-cobertos-de-neve</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:06:57 +0100</pubDate><guid>1488011</guid></item>
<item><title>Cimeira da UE | Polónia não está 100% satisfeita</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1463741-polonia-nao-esta-100-satisfeita</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Cimeiras europeias com a Pol&oacute;nia e sem a Pol&oacute;nia&rdquo;, <a href="http://wyborcza.pl/1,75478,11060164,Euroszczyty_z_Polska_i_bez.html" target="_self">titula o <em>Gazeta Wyborcza</em></a> a prop&oacute;sito do compromisso conseguido a 30 de janeiro na cimeira da UE, que autoriza a participa&ccedil;&atilde;o da Pol&oacute;nia apenas nas reuni&otilde;es da zona euro destinadas a &ldquo;aplicar o pacto fiscal e as reformas da zona euro&rdquo;.&nbsp; </p>
<p>O primeiro ministro polaco, Donald Tusk, sublinha que n&atilde;o est&aacute; &ldquo;100% satisfeito com este compromisso&rdquo;, mas que, ainda assim, a Pol&oacute;nia ir&aacute; assinar este pacto. O <a href="http://biznes.gazetaprawna.pl/komentarze/589316,parafianowicz_unia_peka_praga_odplywa_tusk_gra_dalej.html" target="_self"><em>Dziennik Gazeta Prawna</em> tra&ccedil;a</a> um retrato negro da cimeira realizada esta semana e chega &agrave;s seguintes conclus&otilde;es:</p>
<blockquote><p>Em primeiro lugar, a Europa desfez-se. O pacto fiscal &eacute; o ato fundador da nova UE, na qual os pa&iacute;ses fora do euro passam a ser membros de segunda categoria. Em segundo lugar, cria uma oportunidade excelente para p&ocirc;r fim ao mito de que n&oacute;s [a Pol&oacute;nia] andamos atrelados &agrave; Alemanha a aproveitar os benef&iacute;cios. A Alemanha n&atilde;o vai sacrificar a coopera&ccedil;&atilde;o com a Fran&ccedil;a por causa do <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/1233481-polonia-pressiona-alemanha-agir" target="_self">discurso do ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros Sikorski</a>, em Berlim, a pedir mais lideran&ccedil;a da Alemanha. Em terceiro lugar, felicitamos a Fran&ccedil;a e a Alemanha por terem liderado uma pol&iacute;tica eficaz com objetivos nacionais claramente definidos. N&oacute;s [a Pol&oacute;nia] limitamo-nos a improvisar.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:31:29 +0100</pubDate><guid>1463741</guid></item>
<item><title>Turismo | O que viu em Auschwitz? (Télérama, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1445121-o-que-viu-em-auschwitz</link><description><![CDATA[Todos os anos, mais de um milhão de pessoas visita o campo de exterminação, cuja libertação se comemora a 27 de janeiro. Mas este turismo de massas, com os seus excessos, não será uma espécie de profanação da memória?, pergunta o Télérama. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 17:20:32 +0100</pubDate><guid>1445121</guid></item>
<item><title>Internet | "A Net é o ambiente em que os jovens funcionam" (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1441321-net-e-o-ambiente-em-que-os-jovens-funcionam</link><description><![CDATA[O anúncio do Governo de que estava prestes a assinar o tratado antipirataria ACTA causou protestos pacíficos em massa na Polónia. Vários milhares de jovens fizeram uma manifestação em Varsóvia, na terça-feira. O antropólogo de Internet Piotr Cichocki explica porquê. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 16:55:50 +0100</pubDate><guid>1441321</guid></item>
<item><title>Internet | ACTA 'non grata'</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1436271-acta-non-grata</link><description><![CDATA[<p>V&aacute;rios dias de protestos de utilizadores da Internet&nbsp;e de piratas da rede contra o <a href="http://trade.ec.europa.eu/doclib/docs/2011/may/tradoc_147937.pdf">Acordo Comercial Anticontrafa&ccedil;&atilde;o (ACTA)</a>,&nbsp;que obriga os 39 estados&nbsp;signat&aacute;rios a instaurar processos contra este tipo de&nbsp;pirataria, &ldquo;<em>n&atilde;o surtiram efeito</em>&rdquo;,&nbsp;<a href="http://wyborcza.pl/1,75478,11020518,ACTA__Rzad_sobie__internet_sobie.html">escreve a&nbsp;<em>Gazeta Wyborcza</em></a>.&nbsp;Espera-se que Vars&oacute;via assine o documento ainda&nbsp;esta semana.&nbsp;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=citzRjwk-sQ&amp;feature=share">Receosos de que o ACTA restrinja a liberdade de express&atilde;o na Net</a>,&nbsp;utilizadores da internet e&nbsp;as in&uacute;meras institui&ccedil;&otilde;es que os apoiam t&ecirc;m bloqueado&nbsp;s&iacute;tios governamentais&nbsp;durante v&aacute;rios dias.</p>
<p>Dia 21 de janeiro, o grupo Anonymous levou a cabo,&nbsp;com &ecirc;xito, uma proibi&ccedil;&atilde;o de acesso a diversos <em>websites</em> oficiais importantes e, a 23, o movimento&nbsp;auto-intitulado <em>Polish Underground</em>&nbsp;invadiu o s&iacute;tio&nbsp;do primeiro ministro polaco para postar um&nbsp;<a href="http://www.polskieradio.pl/5/3/Artykul/522014,Baska-internet-nasz-znalazl-sie-nad-przepascia">filme</a>&nbsp;da videobloguista &ldquo;Baśka&rdquo;, a imitar o general Jaruzelski a&nbsp;decretar a lei marcial.</p>
<p>Os manifestantes anti-ACTA acusam o Governo de&nbsp;n&atilde;o ter feito uma consulta popular sobre este acordo&nbsp;e exigem um debate p&uacute;blico sobre direitos de autor,&nbsp;que j&aacute; come&ccedil;ou a ser feito na imprensa. &ldquo;<em>Para proteger&nbsp;a propriedade intelectual, o ACTA utiliza uma bomba&nbsp;nuclear, com resultados explosivos imprevis&iacute;veis</em>&rdquo;, <a href="http://wyborcza.pl/1,75968,11020315,ACTA_jak_bomba__tomowa.html">alerta a&nbsp;<em>Gazeta Wyborcza</em></a>, que sugere uma revis&atilde;o do tratado&nbsp;pelo Tribunal de Justi&ccedil;a Europeu.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:36:00 +0100</pubDate><guid>1436271</guid></item>
<item><title>União Europeia | O fim do mito da igualdade (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1404951-o-fim-do-mito-da-igualdade</link><description><![CDATA[Quer se trate do projeto de tratado europeu, da descida de notação de nove países pela Standard &amp; Poor’s ou das advertências à Hungria, atualmente, tudo demonstra que na UE os mais fortes estão em vias de impor a sua lei aos mais pequenos, lamenta um editorialista polaco. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:25:32 +0100</pubDate><guid>1404951</guid></item>
<item><title>Polónia | Generais da lei marcial considerados culpados, mas demasiado tarde</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1392171-generais-da-lei-marcial-considerados-culpados-mas-demasiado-tarde</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Os generais s&atilde;o criminosos&rdquo;, titula o <a target="_self" href="http://www.polskatimes.pl/"><em>Polska The Times</em></a>, um dia depois do tribunal de Vars&oacute;via ter decidido que os instigadores da lei marcial na Pol&oacute;nia, entre 1981 e 1983, s&atilde;o culpados de um &ldquo;crime comunista&rdquo; e consideraram a sua atua&ccedil;&atilde;o ilegal.</p>
<p>A senten&ccedil;a &eacute; sobretudo simb&oacute;lica: dos quatro acusados s&oacute; o General Czesław Kiszczak foi condenado a dois anos de pris&atilde;o, suspensa por causa da sua avan&ccedil;ada idade, 86 anos. O seu superior hier&aacute;rquico, o General Wojciech Jaruzelski e o antigo ministro da Defesa, o General Florian Siwicki foram exclu&iacute;dos do processo por raz&otilde;es de sa&uacute;de. Entretanto, o vice-ministro de Siwicki, o General Tadeusz Tuczapski morreu enquanto decorria o processo.</p>
<p>Foram precisos trinta anos &ldquo;para ser feita justi&ccedil;a hist&oacute;rica&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.polskatimes.pl/artykul/493395,stan-wojenny-wprowadzono-bezprawnie,id,t.html">escreve o <em>Polska The Times</em></a>, sublinhando que o tribunal recusou o argumento do General Jaruzelski de que a lei marcial preveniu uma &ldquo;inevit&aacute;vel&rdquo; interven&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as do Pacto de Vars&oacute;via.</p>
<p>A heran&ccedil;a da lei marcial, que custou dezenas de vidas e levou &agrave; pris&atilde;o de dez mil pessoas em campos de trabalhos for&ccedil;ados, tem sido um pomo de disc&oacute;rdia entre os partidos pol&iacute;ticos polacos. Uma &ldquo;eficaz ferramenta das lutas pol&iacute;ticas das &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10957458,Dlaczego_tak_trudno_osadzic_zlo.html">afirma o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>:</p>
<blockquote><p>Ningu&eacute;m quer olhar para o assunto com o olhar frio de um investigador.  &hellip;[A lei] foi usada para incendiar a histeria pol&iacute;tica em vez de servir  para compreender a hist&oacute;ria...</p>
</blockquote>
<p>Entretanto, o di&aacute;rio conservador <a target="_self" href="http://blog.rp.pl/wroblewski/2012/01/12/zbrodniarze-w-koncu-ukarani/"><em>Rzeczpospolita</em> considerou o veredicto</a> crucial para &ldquo;as li&ccedil;&otilde;es da hist&oacute;ria que as futuras gera&ccedil;&otilde;es tirar&atilde;o&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:12:41 +0100</pubDate><guid>1392171</guid></item>
<item><title>Emigração | Polacos gostam de viver no estrangeiro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1365351-polacos-gostam-de-viver-no-estrangeiro</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Um milh&atilde;o n&atilde;o regressa&rdquo;, avisa o <a href="http://tygodnik.onet.pl/" target="_self"><em>Tygodnik Powszechny</em></a> em primeira p&aacute;gina, citando dados do <a target="_self" href="http://www.stat.gov.pl/gus/index_ENG_HTML.htm">Instituto Nacional de Estat&iacute;stica</a> polaco, de acordo com os quais cerca de um milh&atilde;o e 100 mil polacos optaram por viver no estrangeiro. Segundo este estudo, metade destes emigrantes encontra-se fora do pa&iacute;s h&aacute; mais de um ano e n&atilde;o pretende regressar. </p>
<p>&ldquo;Consideramos agora refutado o mito da natureza tempor&aacute;ria da emigra&ccedil;&atilde;o polaca p&oacute;s-ades&atilde;o. O <a target="_self" href="http://www.ign.org.pl/files/content/5569/PUBL_lu_wyniki_wstepne_NSP_2011.pdf">&uacute;ltimo censo</a> confirmou que estamos perante o maior &ecirc;xodo da Hist&oacute;ria do p&oacute;s-guerra&rdquo;, real&ccedil;a Krystyna Iglicka, especialista em demografia do <a target="_self" href="http://csm.org.pl/en.html">Centro de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais</a> de Vars&oacute;via. </p>
<p>De acordo com o seman&aacute;rio cat&oacute;lico, isto significa que a pol&iacute;tica de migra&ccedil;&atilde;o da Pol&oacute;nia e as campanhas a encorajar os emigrantes a regressar ao pa&iacute;s falharam rotundamente. &ldquo;Estamos perante uma vaga de emigra&ccedil;&atilde;o e de sa&iacute;da de trabalhadores e, num espa&ccedil;o de 20 anos, passaremos a ser o pa&iacute;s mais envelhecido da UE, uma realidade para a qual ir&aacute; contribuir a emigra&ccedil;&atilde;o em massa&rdquo;, lamenta Krystyna Iglicka.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 06 Jan 2012 15:33:34 +0100</pubDate><guid>1365351</guid></item>
<item><title>Entrevista | A lição europeia de Andrzej Stasiuk (Wprost, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1315061-licao-europeia-de-andrzej-stasiuk</link><description><![CDATA[Porque há tanta dificuldade no entendimento entre alemães e polacos? Como se reconhece um polaco? Como ajudar a Alemanha a dominar a União Europeia? O inclassificável escritor polaco dá-nos algumas pistas. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 26 Dec 2011 12:00:14 +0100</pubDate><guid>1315061</guid></item>
<item><title>Presidência polaca da UE - sem alarido nem deslizes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1293821-presidencia-polaca-da-ue-sem-alarido-nem-deslizes</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&quot;<em>A Pol&oacute;nia conseguiu</em>&quot;,&nbsp;<a href="http://wyborcza.pl/1,75968,10820313,Polska_dala_rade.html" target="_self">lemos no come&ccedil;o de um editorial da&nbsp;<em>Gazeta Wyborcza</em></a>. &eacute; o t&iacute;tulo do editorial da Gazeta Wyborcza. Para Jacek Pawlicki,&nbsp;colunista deste jornal di&aacute;rio de Vars&oacute;via, os sucessos mais importantes da presid&ecirc;ncia&nbsp;polaca incluem &quot;<em>o acordo sobre uma patente comunit&aacute;ria &uacute;nica e a assinatura do tratado&nbsp;de ades&atilde;o com a Cro&aacute;cia&quot;</em>, enquanto o seu maior fracasso foi o colapso da pol&iacute;tica da UE&nbsp;para o Oriente - como evidenciado pela impot&ecirc;ncia da Pol&oacute;nia em rela&ccedil;&atilde;o ao regime de&nbsp;Lukashenko na Bielorr&uacute;ssia e o julgamento medi&aacute;tico de Yulia Tymoshenko na Ucr&acirc;nia.<span><br />
</span></p>
<p>Mas a Pol&oacute;nia fez um bom trabalho como -</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-gazetawyborcza.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">... um dos últimos guardiões da União da Comunidade Europeia em declínio. A crise expôs uma clivagem na Europa e a mudança [do continente] para aquilo a que oficialmente se chama "união intergovernamental ", e que na verdade pressagia um regresso à prioridade dos interesses nacionais sobre o interesse comum europeu. [...] Os seis meses da presidência polaca do Conselho Europeu podem ter sido o período mais difícil na história do projeto devido à crise da zona euro. Não houve alaridos, mas também não houve qualquer deslize.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Para o Igor Janke,&nbsp;<a href="http://blog.rp.pl/janke/2011/12/14/prezydencja-fasadowa/" target="_self">comentador do di&aacute;rio conservador<em> Rzeczpospolita</em></a>, esta tem sido&nbsp;uma &quot;<em>presid&ecirc;ncia de fachada</em>&quot;, com o centro de decis&atilde;o fora do pa&iacute;s que exerce a&nbsp;Presid&ecirc;ncia, e fora do Conselho da Uni&atilde;o Europeia, da Comiss&atilde;o Europeia ou do&nbsp;Parlamento Europeu, mas nas duas capitais - Berlim e Paris:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-rzeczpospolita.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Já sabemos que durante meio ano, que a Polónia foi um centro de congressos que realiza um grande número de conferências, negociações e reuniões. Fizemos muito trabalho de escritório, bastante trabalho relacionado com o tema, mas que teve pouco que ver com a governação real.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>&nbsp;</p>
<div>
<p>Um&nbsp;<a href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=390940" target="_self">editorial do&nbsp;<em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>&nbsp;considera que o Governo polaco -</p>
</div>
<p>&nbsp;</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-dziennik.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">...revitalizou o ambiente em torno da Presidência. Desnecessariamente. Não faz sentido suscitar grandes expectativas em torno de uma função que, por definição, é desprovida de qualquer encanto. [...] Apenas um exemplo para aqueles que ingenuamente acreditam que a Polónia tem sido o centro da UE durante este semestre – na sexta-feira passada, as principais cadeias de televisão mundiais estavam a transmitir a conferência de
imprensa conjunta de Tusk, Barroso e Rompuy [.. .] até ao momento em que Angela Merkel deu início à sua reunião com os orgãos de comunicação social. [Nesse momento], até o irritante e demasiadamente euro-entusiasta Euronews saltou de Tusk-Barroso-Rompuy para Merkel.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Thu, 15 Dec 2011 15:29:33 +0100</pubDate><guid>1293821</guid></item>
<item><title>UE/Rússia | Kalininegrado mais perto da Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1287101-kalininegrado-mais-perto-da-europa</link><description><![CDATA[<p>Os habitantes de Kalininegrado, o territ&oacute;rio russo entalado entre a Pol&oacute;nia e a&nbsp;Litu&acirc;nia, poder&atilde;o brevemente viajar para Gdańsk e outras cidades do lado da&nbsp;fronteira polaca sem precisarem de um visto.&nbsp;Os polacos das prov&iacute;ncias da Pomer&acirc;nia e da V&aacute;rmia-Mas&uacute;ria, por sua vez,&nbsp;n&atilde;o precisar&atilde;o mais de um visto russo para viajar at&eacute; &agrave; regi&atilde;o de Kalininegrado&nbsp;para comprar petr&oacute;leo, que &eacute; muito mais barato do que na Pol&oacute;nia, por&nbsp;exemplo, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75477,10813431,Kaliningrad_blizej_Europy.html">regozija-se a&nbsp;<em>Gazeta  Wyborcza</em></a>.</p>
<p>Tudo isto se deve ao acordo sobre pequenos movimentos fronteiri&ccedil;os que ser&aacute;&nbsp;assinado em Moscovo no dia 14 de dezembro pelos ministros dos Neg&oacute;cios&nbsp;Estrangeiros da R&uacute;ssia e da Pol&oacute;nia. &ldquo;<em>A diplomacia russa pode declarar que&nbsp;este &eacute; o primeiro sucesso evidente de Moscovo nas rela&ccedil;&otilde;es com a UE</em>&rdquo;. &quot;<em>Passaram anos desde que a R&uacute;ssia assinou qualquer acordo com a UE</em> [&hellip;]&nbsp;<em>o di&aacute;logo entre n&oacute;s tem sido at&eacute; agora um mero ritual</em>&rdquo;, disse um diplomata&nbsp;polaco ao di&aacute;rio da Vars&oacute;via.&nbsp;Entretanto, o ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, expressou&nbsp;esperan&ccedil;as de que o acordo &ldquo;<em>prenuncie um movimento totalmente livre de vistos&nbsp;</em><em>entre a R&uacute;ssia e a UE</em>&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 12:25:28 +0100</pubDate><guid>1287101</guid></item>
<item><title>Quem quer seguir Merkel e Sarkozy?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1255131-quem-quer-seguir-merkel-e-sarkozy</link><description><![CDATA[<p>O texto defende uma revis&atilde;o dos tratados para ser introduzido o princ&iacute;pio do rigor or&ccedil;amental e san&ccedil;&otilde;es &ldquo;imediatas&rdquo; e &ldquo;autom&aacute;ticas&rdquo; para os Estados cujo d&eacute;fice ultrapasse os 3% do PIB. Paris e Berlim exigem, tamb&eacute;m, a instaura&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;regra de ouro refor&ccedil;ada e harmonizada ao n&iacute;vel europeu&rdquo;, para que cada um dos pa&iacute;ses possa p&ocirc;r em marcha os mecanismos que garantem o seu respeito pelo objetivo de equil&iacute;brio or&ccedil;amental. Enquanto isso, a ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o Standard &amp; Poor&rsquo;s anunciou que tinha posto &ldquo;sob vigil&acirc;ncia negativa&rdquo; os pa&iacute;ses da zona euro, incluindo os seis que t&ecirc;m &ldquo;triplo A&rdquo;.</p><div class="extract"><div class="intror"><p>Em Madrid, <a href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/pata/coja/elpepiopi/20111206elpepiopi_1/Tes" target="_self"><em>El Pa&iacute;s</em> qualifica</a> o acordo como &ldquo;defeituoso&rdquo;, porque &eacute; &ldquo;insuficiente&rdquo; no conjunto &ldquo;discut&iacute;vel&rdquo; de cada um dos seus aspetos, sobretudo porque a partilha de responsabilidades est&aacute; completamente ausente:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/pais-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Não é suficiente porque Merkel e Sarkozy não desenham, apesar de tudo, uma união económica e financeira […] e colocam apenas a ênfase na disciplina orçamental. A reforma do tratado sob ameaça diz respeito apenas à zona euro em caso de boicote de alguns e deixa todos sob pressão; mas abre, também, a caixa de Pandora de intermináveis e paralisantes discussões bizantinas: os atuais tratados custaram dez anos. Mas as deficiências mais significativas referem-se aos mecanismos urgentes para enfrentar a crise. Há apenas uma referência à antecipação para 2012 do Fundo de Resgate definitivo, um silêncio retumbante sobre o papel indispensável do BCE e uma lamentável recusa das eurobonds. Uma magra colheita: se não melhorar durante a cimeira [de 8 e 9 de dezembro], a alegria dos mercados não durará.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;Berlim ganhou&rdquo;, <a href="http://www3.lastampa.it/esteri/sezioni/articolo/lstp/433220/" target="_self">escreve <em>La Stampa</em></a>. Por um lado, o di&aacute;rio de Turim congratula-se pelo facto de Merkel e Sarkozy terem reconhecido a autonomia do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, mas lamenta que o acordo a que chegaram os l&iacute;deres de Fran&ccedil;a e da Alemanha tenha sido feito &agrave; custa das eurobonds, os famosos empr&eacute;stimos dos Estados europeus. Quanto ao resto, &ldquo;n&atilde;o h&aacute; nada de novo&rdquo;:<em><span><br />
</span></em></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/stampa-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">o que mais chama a atenção é aquilo de que não falaram: a dupla evitou discutir o BCE, que Sarkozy quer que intervenha mais ativamente e Merkel quer que se limite ao seu papel de estabilização.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em Portugal, o <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=523803" target="_self"><em>Jornal de Neg&oacute;cios</em> afirma</a>:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/jornal-negocios-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">[…] quem conhece a Europa, sabe que a dupla Merkozy traçou um caminho incerto para ganhar a batalha do colapso imediato do euro mas aprofundou ainda mais as feridas, abertas desde que esta crise começou em 2010, na soberania e na democracia dos países europeus e da União Europeia.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>E o<em> P&uacute;blico</em>, por seu lado, <a href="http://jornal.publico.pt/noticia/06-12-2011/a-europa-do-diktat-da-alemanha-23561931.htm" target="_self">diz que</a>:<span id="internal-source-marker_0.46166416903383567"> </span><span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/publico-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Alemanha prepara-se para germanizar a Europa. […] Mesmo aceitando que é indispensável "reforçar e harmonizar" a integração fiscal e orçamental da zona euro, as exigências do par Merkozy fazem lembrar uma reparação de guerra. São exigências atrás de exigências aos perdedores e aflitos, mas nada que exija empenho, dinheiro e solidariedade.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>O est&oacute;nio <a href="http://pluss.postimees.ee/" target="_self"><em>Postimees</em> lamenta</a>, uma vez mais, que &ldquo;os chefes de Estado da UE enfraqueceram as institui&ccedil;&otilde;es europeias&rdquo;:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/postimees-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Toda a ação de resgate da zona euro é coordenada através do Conselho Europeu quando esta instituição nunca foi um órgão de governação democrático. É preciso dar mais voz ao Parlamento. O regresso à Europa das nações significa também uma marcha atrás em matéria de governação democrática e seria, no plano político mundial, muitíssimo mais catastrófico que o 11 de setembroSetembro ou as guerras do Iraque e do Afeganistão.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Fora da zona euro, tamb&eacute;m paira o ceticismo. Assim, em Bucareste, o <span id="internal-source-marker_0.46166416903383567"><em>Adevărul</em></span> <a href="http://www.adevarul.ro/ovidiu_nahoi_-_editorial/Vom_trai_in_alta_tara_7_603009697.html#" target="_self">constata</a> que a nova Europa &ldquo;n&atilde;o ser&aacute; perfeita e n&atilde;o se assemelhar&aacute; a um poema&rdquo;:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/adevarul-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Para além dos aperfeiçoamentos da política francesa, a Europa continua o seu caminho, arrimada à Alemanha. […] Tudo girará em torno do núcleo da zona euro, os que dele não fazem parte terão de lutar para seguirem a cadência. A Roménia, a Polónia, os países bálticos fá-lo-ão, porque é do nosso interesse. Não há escolha.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a href="http://www.rp.pl/artykul/9133,764925-Unia-europejskich--kompromisow.html" target="_self">Para o <em>Rzeczpospolita</em></a> o encontro entre Merkel e Sarkozy sobre uma Uni&atilde;o da estabilidade n&atilde;o &eacute; nem um avan&ccedil;o nem uma revolu&ccedil;&atilde;o, mas uma &ldquo;velha Uni&atilde;o, atolada em compromissos&rdquo;:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/rzeczpospolita-100_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Se alguém pudesse desenhar a palavra “compromisso”, já há muito tempo a teriam posto na bandeira da UE em substituição das estrelas. E hoje perguntamo-nos qual das estrelas vai cair primeiro. Mas, mesmo assim, pode chegar-se a um compromisso. E, certamente, vamos descobrir que é absolutamente possível fazer parte da UE mantendo-nos fora dela.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:13:23 +0100</pubDate><guid>1255131</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Polónia pressiona Alemanha a agir</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1233481-polonia-pressiona-alemanha-agir</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Europa fala Sikorski&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/prezydencja2011/1,111636,10731212,Europa_mowi_Sikorskim.html">titula o <em>Gazeta Wyborcza</em></a> um dia depois do ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros polaco, Radosław Sikorski, <a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/b753cb42-19b3-11e1-ba5d-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2Fb753cb42-19b3-11e1-ba5d-00144feabdc0.html&amp;_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.presseurop.eu%2Fsites%2Fall%2Fmodules%2Ffckeditor%2Ffckeditor%2Feditor%2Ffckeditor.html%3FInstanceName%3DoFCK_1%26Toolbar%3DPresseurop#axzz1fB7cWFMl">ter feito um discurso &ldquo;hist&oacute;rico&rdquo;</a> em Berlim em que exortou a Alemanha a agir rapidamente para combater a crise. Temendo que um &ldquo;colapso da zona euro origine uma crise de propor&ccedil;&otilde;es apocal&iacute;pticas&rdquo; sublinhou que o que mais o assusta &ldquo;n&atilde;o &eacute; o poder alem&atilde;o&rdquo; mas &ldquo;a inatividade alem&atilde;&rdquo;. </p>
<p>&ldquo;&Eacute; o in&iacute;cio de um importante debate europeu&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10731216,Odwazny_poczatek_debaty.html">escreve Adam Michnik, editor chefe do <em>Gazeta Wyborcza</em></a> enquanto os especialistas citados pelo di&aacute;rio elogiam o ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros por &ldquo;ter tido a coragem&rdquo; de dizer abertamente e em p&uacute;blico aquilo que outros pol&iacute;ticos pensam mas s&oacute; comentam em privado.</p>
<p>No entanto, <a target="_self" href="http://blog.rp.pl/magierowski/2011/11/29/jak-zabic-debate-o-polityce-zagranicznej/">o jornal conservador <em>Rzeczpospolita</em> n&atilde;o entende</a> &ldquo;o tom de s&uacute;plica do ministro que v&ecirc; o Governo alem&atilde;o como o &uacute;nico salvador da UE&rdquo; enquanto o principal partido da oposi&ccedil;&atilde;o, Lei e Justi&ccedil;a (PiS), quer que Sikorski seja julgado por um tribunal de Estado por violar a Constitui&ccedil;&atilde;o e &ldquo;despir a Pol&oacute;nia da sua soberania&rdquo;.</p>
<p>Na Alemanha, o <a target="_self" href="http://www.faz.net/"><em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em></a> delicia-se a comentar, na primeira p&aacute;gina, o &ldquo;not&aacute;vel apelo&rdquo; de Sikorski. &ldquo;Liderar, n&atilde;o dominar&rdquo;, titula o di&aacute;rio conservador.</p>
<blockquote><p>A lideran&ccedil;a alem&atilde; &eacute; desejada &ndash; mas (os alegados) sinais de ambi&ccedil;&atilde;o de  dom&iacute;nio germ&acirc;nico s&atilde;o suficientes para p&ocirc;r muitas orelhas europeias em  p&eacute;, tornando, at&eacute;, hist&eacute;ricas as pessoas. [&hellip;] Os parceiros da Alemanha  t&ecirc;m de aceitar que [o pa&iacute;s] mantenha as suas convic&ccedil;&otilde;es que t&ecirc;m tido  mais ou menos sucesso. [A Alemanha] tem de resistir &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de  continuar sozinha ou de adotar uma pose arrogante.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 30 Nov 2011 15:52:02 +0100</pubDate><guid>1233481</guid></item>
<item><title>Poluição | Uma bomba-relógio sob os mares do Norte (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1177471-uma-bomba-relogio-sob-os-mares-do-norte</link><description><![CDATA[Os mares em torno da Europa estão ameaçados por uma nova fonte de poluição. Milhares de toneladas de armas químicas estão a deteriorar-se e vão começar a verter o seu conteúdo letal. No mar Báltico, estão a ser investigadas as possíveis consequências. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:22:22 +0100</pubDate><guid>1177471</guid></item>
<item><title>Debate | Euro, tão perto e tão longe (Respekt, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1156201-euro-tao-perto-e-tao-longe</link><description><![CDATA[Do Reino Unido à República Checa, os dez países da UE que não são membros da zona euro são muito diferentes. Mas nesta época de crise do euro, todos se interrogam sobre a oportunidade de adotarem, um dia, a moeda única. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 15:15:16 +0100</pubDate><guid>1156201</guid></item>
<item><title>Polónia | Medo e repugnância a 11 de novembro (Newsweek Polska, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1155981-medo-e-repugnancia-11-de-novembro</link><description><![CDATA[A Marcha da Independência, anualmente realizada em Varsóvia, no dia 11 de novembro, por grupos nacionalistas e de direita, parece que vai ter de acabar este ano. A coligação de esquerda Aliança do 11 de novembro está a convocar os seus apoiantes para impedirem a marcha, e o confronto parece inevitável. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 13:50:54 +0100</pubDate><guid>1155981</guid></item>
<item><title>Gás natural | Gazprom instala-se na Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1147801-gazprom-instala-se-na-europa</link><description><![CDATA[<p>A entrada em funcionamento, na ter&ccedil;a-feira dia 8 de novembro, do <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/638941-russia-e-alemanha-encontram-se-no-mar">gasoduto Nord Stream</a> que une as jazidas de g&aacute;s russas &agrave; Alemanha &ldquo;marca uma nova etapa da estrat&eacute;gia da Gazprom&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/economie/article/2011/11/07/gazprom-s-affirme-en-acteur-global-de-l-energie_1599932_3234.html">escreve <em>Le Monde</em></a>: uma &ldquo;combina&ccedil;&atilde;o da vontade de cooperar com os europeus e de refor&ccedil;ar o papel de ator principal no fornecimento de g&aacute;s ao Velho Continente&rdquo;. </p>
<p>Fruto de uma parceria industrial entre a gigante companhia de g&aacute;s russa e os grandes grupos europeus (E.ON, BASF, GDF Suez, Gasunie), o Nord Stream &eacute; por&eacute;m um projeto nitidamente pol&iacute;tico, real&ccedil;a o di&aacute;rio, &ldquo;uma vez que o seu curso consiste por si s&oacute; num ato de desconfian&ccedil;a relativamente &agrave; Pol&oacute;nia e aos tr&ecirc;s Estados b&aacute;lticos: ao passar sob o mar B&aacute;ltico, este menospreza esses quatro pa&iacute;ses-membros da Uni&atilde;o Europeia&rdquo;. Igualmente presente no cons&oacute;rcio euro-russo South Stream, que evita a Ucr&acirc;nia, a Gazprom &ldquo;n&atilde;o consegue livrar-se da imagem de bra&ccedil;o armado da R&uacute;ssia&rdquo;, acrescenta Le Monde. </p>
<p>Contudo, observa <em><a href="http://www.newsweek.pl/" target="_self">Newsweek Polska</a></em>, o primeiro-ministro russo &ldquo;Vladimir Putin est&aacute; enganado se pensa que pode ditar a pol&iacute;tica europeia atrav&eacute;s do gasoduto sob o mar B&aacute;ltico&rdquo;. S&atilde;o sobretudo os Ocidentais que, gra&ccedil;as ao Nord Stream, v&atilde;o aumentar a sua influ&ecirc;ncia sobre as pol&iacute;ticas do Kremlin. Porqu&ecirc;? Porque, explica a revista polaca, as sociedades alem&atilde;s e russas partilham o mesmo objetivo: &ldquo;dominar o mercado europeu do g&aacute;s&rdquo;. O plano da Gazprom &eacute; ambicioso e vai longe: pretende conquistar os mercados franc&ecirc;s e brit&acirc;nico e fornecer g&aacute;s &agrave; &Aacute;ustria e aos Balc&atilde;s atrav&eacute;s da South Stream. Mas isto tornar&aacute; a R&uacute;ssia cada vez mais &ldquo;dependente da coopera&ccedil;&atilde;o com as empresas europeias&rdquo; e obrig&aacute;-la-&aacute;, quer queira ou n&atilde;o, a cumprir os regulamentos europeus.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 08 Nov 2011 14:55:08 +0100</pubDate><guid>1147801</guid></item>
<item><title>Polónia | Parlamento prepara-se para batalhas ideológicas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1113261-parlamento-prepara-se-para-batalhas-ideologicas</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Rebeli&atilde;o cultural&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.prasa24.pl/gazeta/metropolia-warszawska/">&eacute; o destaque do <em>Polska The Times</em></a> alusivo &agrave;s pr&oacute;ximas batalhas ideol&oacute;gicas do <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1040581-polonia-tusk-reeleito-mas-sem-estado-de-graca">rec&eacute;m-eleito Sejm</a> (parlamento polaco), cuja primeira sess&atilde;o tem lugar a oito de novembro. &ldquo;O jogo j&aacute; come&ccedil;ou&rdquo;, com o gesto oficial do movimento Palikot (RP) de incitar o orador do partido a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/1069281-palikot-com-o-poder-de-transformar-politica-nacional">remover um crucifixo de madeira</a> da sala do parlamento. &ldquo;A presen&ccedil;a da cruz constitui uma permanente viola&ccedil;&atilde;o &agrave; neutralidade da autoridade p&uacute;blica&rdquo;, l&ecirc;-se no documento que foi imediatamente condenado por Jaroslaw Kaczyński, l&iacute;der do principal partido de oposi&ccedil;&atilde;o (Direito e Justi&ccedil;a (Pis), que insistiu que &ldquo;cada na&ccedil;&atilde;o tem a sua pr&oacute;pria tradi&ccedil;&atilde;o e aqueles que a querem eliminar, querem, na verdade, eliminar toda a na&ccedil;&atilde;o&rdquo;. </p>
<p>Outras quest&otilde;es contenciosas suscet&iacute;veis de despertar vivos debates no novo parlamento incluem as propostas de legaliza&ccedil;&atilde;o de uni&otilde;es homossexuais, o tratamento de fertiliza&ccedil;&atilde;o in vitro (IVF), a liberaliza&ccedil;&atilde;o da lei do aborto e a legaliza&ccedil;&atilde;o da marijuana. &ldquo;Este ritmo t&atilde;o veloz de disputas ideol&oacute;gicas no parlamento polaco ser&aacute; imposto pelos dois partidos de esquerda: o Alian&ccedil;a de Esquerda Democr&aacute;tica (SLD) e o RP que concorrem para a mesma ala de esquerda do eleitorado&rdquo;, explica o <em>Polska The Times</em>. Nas elei&ccedil;&otilde;es de outubro, o RP obteve 10% enquanto o SDL obteve 8% dos votos.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 16:10:59 +0100</pubDate><guid>1113261</guid></item>
<item><title>Tem-te maria, não caias | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1111651-tem-te-maria-nao-caias</link><description><![CDATA[<p>&quot;Para l&aacute; da cria&ccedil;&atilde;o de <em>eurobonds</em>, tudo o que se esperava aconteceu.&quot; A fazer f&eacute; nesse banqueiro <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fcrise-financiere%2farticle%2f2011%2f10%2f27%2fle-marche-soulage-jugera-sur-pieces_1594903_1581613.html">citado por <em>Le Monde</em></a>, o acordo alcan&ccedil;ado na noite de 26 para 27 de outubro sobre a redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida grega, recapitaliza&ccedil;&atilde;o dos bancos e refor&ccedil;o do Fundo Europeu de Estabiliza&ccedil;&atilde;o Financeira vai permitir preparar um consenso para resolu&ccedil;&atilde;o da crise na zona euro.</p>
<p>Mas a experi&ecirc;ncia de acordos anteriores, obtidos ap&oacute;s dif&iacute;ceis negocia&ccedil;&otilde;es, recomenda cautela. Os caminhos dos mercados s&atilde;o, por vezes, insond&aacute;veis e continua pendente o risco de termos assistido a mais uma cimeira in&uacute;til. N&atilde;o arriscaremos, pois, um progn&oacute;stico.</p>
<p>Em compensa&ccedil;&atilde;o, como os dirigentes europeus alertaram para que o destino da UE estava em jogo, uma vista de olhos pelo panorama europeu ap&oacute;s esta dupla cimeira permite perceber que a crise pol&iacute;tica por tr&aacute;s da crise financeira pode estar apenas a come&ccedil;ar. Muitos observadores salientaram isso mesmo: a zona euro est&aacute; a avan&ccedil;ar para uma maior integra&ccedil;&atilde;o, o que vai gerar consider&aacute;veis incertezas.</p>
<p>A dramatiza&ccedil;&atilde;o das discuss&otilde;es entre Angela Merkel e Nicolas Sarkozy mostra que o eixo Paris-Berlim &eacute; novamente o &uacute;nico motor da Europa. Mas j&aacute; n&atilde;o estamos na Europa dos seis ou dos doze, e a sua capacidade impulsionadora n&atilde;o consegue ser t&atilde;o forte como antes dos sucessivos alargamentos e da cria&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os com poderes fortes, como o Banco Central Europeu.</p>
<p>A escaramu&ccedil;a entre Nicolas Sarkozy e David Cameron e <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1096561-cameron-derrotado-por-onda-eurocetica">o debate na C&acirc;mara dos Comuns</a> sobre um referendo &agrave; ades&atilde;o do Reino Unido &agrave; UE demonstram que Londres procura o seu lugar nesta arquitetura em gesta&ccedil;&atilde;o. Mas o &quot;Merkozy&quot; n&atilde;o vai facilitar a vida aos brit&acirc;nicos, que influenciaram durante muito tempo a evolu&ccedil;&atilde;o liberal da Comiss&atilde;o Europeia, sem assumir at&eacute; ao fim qualquer responsabilidade pol&iacute;tica.</p>
<p>O Reino Unido n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico nessa situa&ccedil;&atilde;o. Os outros nove pa&iacute;ses que n&atilde;o s&atilde;o membros da zona euro, como a Pol&oacute;nia e a Su&eacute;cia, j&aacute; come&ccedil;am a contestar a cria&ccedil;&atilde;o dessa Europa a duas velocidades. &Eacute; certo que o espa&ccedil;o Schengen ou a defesa europeia t&ecirc;m j&aacute; geometria vari&aacute;vel. Mas n&atilde;o requerem uma governa&ccedil;&atilde;o t&atilde;o exigente como a provocada pela introdu&ccedil;&atilde;o do controlo dos or&ccedil;amentos nacionais ou a cria&ccedil;&atilde;o do cargo de ministro europeu das Finan&ccedil;as.</p>
<p>E cheg&aacute;mos ao cerne da instabilidade que se anuncia. Porque o governo econ&oacute;mico que Berlim e Paris, apoiadas pela Holanda e Finl&acirc;ndia, pretendem p&ocirc;r em funcionamento atinge a soberania nacional e a quest&atilde;o do controlo democr&aacute;tico. &Eacute; o que o soci&oacute;logo J&uuml;rgen Habermas expressa num ensaio no prelo e de que o <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1106151-juergen-habermas-esta-em-jogo-democracia">Presseurop publicou excertos</a>.</p>
<p>Desse ponto de vista, a UE est&aacute; num perigoso tem-te-maria-n&atilde;o-caias. Porque os seus dirigentes t&ecirc;m de combinar efic&aacute;cia pol&iacute;tica e pr&aacute;tica democr&aacute;tica. No entanto, como o imperfeito processo de ratifica&ccedil;&atilde;o do acordo de 21 de julho demonstrou, os tempos parlamentares nacionais s&atilde;o demasiado lentos em rela&ccedil;&atilde;o aos dos mercados.</p>
<p>Al&eacute;m disso, <a target="_self" href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2011/oct/26/europe-national-debates">como observou Timothy Garton Ash esta semana</a>, comentando os debates nos parlamentos brit&acirc;nico e alem&atilde;o, as democracias nacionais expressam exig&ecirc;ncias contradit&oacute;rias que levam a um bloqueio da UE.</p>
<p>Mas como ningu&eacute;m est&aacute; interessado em p&ocirc;r de p&eacute; uma democracia baseada num Parlamento Europeu eleito em listas transnacionais e com debates transnacionais, as decis&otilde;es continuar&atilde;o a ser tomadas por dirigentes reunidos &agrave; porta fechada, que ser&atilde;o avalizadas por parlamentos eleitos sobretudo com base em quest&otilde;es internas. O euro pode ser salvo, mas a UE ainda n&atilde;o est&aacute; fora de perigo.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 11:56:38 +0100</pubDate><guid>1111651</guid></item>
<item><title>Polónia | Gás de xisto, combustível de emprego</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1095811-gas-de-xisto-combustivel-de-emprego</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;G&aacute;s de xisto come&ccedil;a a gerar trabalho bem pago&rdquo;, entusiasma-se o <a href="http://gospodarka.dziennik.pl/praca/artykuly/363292,gaz-z-lupkow-juz-zaczal-dawac-prace-i-swietnie-za-nia-placi.html" target="_self"><em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>. Com <a href="http://www.eia.gov/analysis/studies/worldshalegas/" target="_self">as maiores reservas de g&aacute;s de xisto da Europa</a>, a Pol&oacute;nia registou uma &ldquo;corrida ao g&aacute;s&rdquo; nos &uacute;ltimos meses. V&aacute;rias empresas internacionais e nacionais come&ccedil;aram a procurar dep&oacute;sitos e a realizar testes iniciais. No final de agosto, fez-se o primeiro teste bem sucedido em Łebień, perto de Gdańsk.</p>
<p>&ldquo;Empresas que procuram g&aacute;s original pagam fortunas a profissionais, empregam montes de gente e investem fortemente em equipamento&rdquo;, adianta o di&aacute;rio de neg&oacute;cios. De acordo com especialistas, cada teste de perfura&ccedil;&atilde;o exige uma equipa de 35 pessoas, no m&aacute;ximo, pelo que, para perfurar os mil po&ccedil;os planeados, ser&atilde;o precisos 35 mil trabalhadores. Milhares de outros poder&atilde;o encontrar trabalho na oferta de alojamento, restaura&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lises. No conjunto, de acordo com o DGP, este &ldquo;novo ramo da ind&uacute;stria&rdquo; ir&aacute; dar emprego a umas 100 mil pessoas e os especialistas de topo poder&atilde;o ganhar at&eacute; 40 mil zlotis (10 mil euros) por m&ecirc;s.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 25 Oct 2011 12:39:28 +0100</pubDate><guid>1095811</guid></item>
<item><title>Líbia | Qual o destino da fortuna de Kadhafi?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1083121-qual-o-destino-da-fortuna-de-kadhafi</link><description><![CDATA[<p>Enquanto grande parte da imprensa europeia fala nas circunst&acirc;ncias e no mist&eacute;rio que envolve a morte de Muammar Kadhafi, capturado e morto no dia 20 de outubro, ao tentar fugir de Sirte, a sua cidade natal, o <a target="_self" href="http://www.publico.pt/Mundo/khadafi-deixou-1300-milhoes-de-euros-na-caixa-geral-de-depositos--1517553"><em>P&uacute;blico</em> anuncia</a>: &ldquo;Kadhafi deixou 1300 milh&otilde;es de euros na Caixa Geral de Dep&oacute;sitos&rdquo;. </p>
<p>O di&aacute;rio lisboeta reconhece que o banco do Estado portugu&ecirc;s possui 1300 milh&otilde;es de fundos estatais da L&iacute;bia depositados em quatro contas que foram congeladas em mar&ccedil;o, ap&oacute;s a comunidade internacional ter aplicado san&ccedil;&otilde;es contra o regime de Kadhafi. O primeiro dep&oacute;sito ocorreu em 2008, ap&oacute;s o l&iacute;der l&iacute;bio ter fechado as suas contas su&iacute;&ccedil;as em repres&aacute;lia &agrave; apreens&atilde;o e deten&ccedil;&atilde;o do seu filho no pa&iacute;s.</p>
<p><a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10509688,Dyktatorzy_upadaja.html">Para o chefe de reda&ccedil;&atilde;o do <em>Gazeta Wyborcza</em>, Adam Michnik</a>, um dos l&iacute;deres da oposi&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica da Pol&oacute;nia sob o comunismo &ndash; &ldquo;a morte de Kadhafi n&atilde;o &eacute; um motivo de alegria, mas de reflex&atilde;o sobre a natureza do mundo em que vivemos, lado a lado com os ditadores. Kadhafi era considerado indestrut&iacute;vel, chantageou e humilhou o mundo inteiro, tamb&eacute;m afetou seriamente os governos europeus. Acreditava em viol&ecirc;ncia e mentiras, mas enganou-se&rdquo;. Michnik acrescenta que a morte de Kadhafi foi um sinal claro enviado &agrave;s na&ccedil;&otilde;es que ainda vivem sob tirania, que &ldquo;as ditaduras n&atilde;o est&atilde;o livres de castigo, os ditadores n&atilde;o s&atilde;o imortais&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 21 Oct 2011 16:42:46 +0100</pubDate><guid>1083121</guid></item>
<item><title>Polónia | Palikot com o poder de transformar a política nacional</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1069281-palikot-com-o-poder-de-transformar-politica-nacional</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A revolu&ccedil;&atilde;o do Palikot&rdquo;, titula o seman&aacute;rio <em>Wprost</em>, sobre o movimento que conseguiu mais de dez por cento de votos nas recentes <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1040581-polonia-tusk-reeleito-mas-sem-estado-de-graca">elei&ccedil;&otilde;es polacas</a>, tornando-se o terceiro maior partido no Sejm [Parlamento polaco]. O jornal de Vars&oacute;via <a target="_self" href="http://www.wprost.pl/G/wprost_covers/a/1497_a.jpg">publica na primeira p&aacute;gina</a> a fotografia dos tr&ecirc;s l&iacute;deres do Movimento Palikot (RP) &ndash; o fundador do partido, Janusz Paliktot, a transsexual Anna Grodzka e o ativista homossexual Robert Biedroń  &ndash;  e pergunta: &ldquo;Ser&aacute; que eles v&atilde;o mudar a pol&iacute;tica, a Igreja e os polacos?&rdquo; Os tr&ecirc;s t&ecirc;m grandes ambi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas. A sua primeira proposta &ndash; &ldquo;retirar a cruz de madeira que est&aacute; pendurada no parlamento&rdquo; &ndash; j&aacute; causou alvoro&ccedil;o e a cr&iacute;tica dos principais partidos. <a target="_self" href="http://wiadomosci.gazeta.pl/wiadomosci/1,114884,10487634,Sondaz__GW___Zdecydowana_wiekszosc_Polakow_za_krzyzem.html">Segundo uma sondagem</a> publicada pelo <em>Gazeta Wyborcza</em>, a maioria dos polacos (71%) tamb&eacute;m n&atilde;o gosta da ideia. </p>
<p>Mas Janusz Palikot n&atilde;o se deixa desencorajar facilmente. <a target="_self" href="http://www.wprost.pl/ar/265977/Dzin-z-krypty-wawelskiej/?I=1497">Numa entrevista</a> ao <em>Wprost</em> sugere que o seu objetivo n&atilde;o &eacute; criar &ldquo;um outro partido pol&iacute;tico&rdquo; mas sim &ldquo;levar a cabo mudan&ccedil;as&rdquo;. &ldquo;A sociedade polaca vai mudar imenso, mesmo que n&atilde;o entremos em nenhum governo ou que n&atilde;o consigamos implementar nada por as nossas propostas serem recusadas. Vai ser a normaliza&ccedil;&atilde;o do que &eacute; alternativo em larga escala&rdquo;, entusiasma-se Palikot que defende o financiamento p&uacute;blico da fertiliza&ccedil;&atilde;o in vitro, uma clara separa&ccedil;&atilde;o entre a Igreja e o Estado, legaliza&ccedil;&atilde;o das uni&otilde;es homossexuais, liberaliza&ccedil;&atilde;o do aborto e, tamb&eacute;m, a legaliza&ccedil;&atilde;o da marijuana &ndash; uma mensagem surpreendentemente bem recebida por um eleitorado considerado conservador. &ldquo;Palikot n&atilde;o s&oacute; tocou no forte sentimento anticlerical existente na sociedade polaca como apanhou a dire&ccedil;&atilde;o de um vento de mudan&ccedil;a que sopra do ocidente&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.wprost.pl/ar/265949/Powiew-Palikota/?I=1497">conclui</a> o fil&oacute;sofo e colunista Marcin Kr&oacute;l.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 18 Oct 2011 14:31:48 +0100</pubDate><guid>1069281</guid></item>
<item><title>Opinião | Como o euro irá dividir a Europa (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1066431-como-o-euro-ira-dividir-europa</link><description><![CDATA[Reformar a zona euro bastaria para evitar o colapso? Na verdade, salienta um editorialista do Gazeta Wyborcza, isso só serviria para acentuar as divisões no seio da UE. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 16:09:06 +0100</pubDate><guid>1066431</guid></item>
<item><title>Polónia - Tusk reeleito mas sem estado de graça</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1040581-polonia-tusk-reeleito-mas-sem-estado-de-graca</link><description><![CDATA[<p>Com 93% dos votos contados depois das <a target="_self" href="http://wybory2011.pkw.gov.pl/wyn/en/000000.html#tabs-1">elei&ccedil;&otilde;es gerais de 9 de outubro</a>,&nbsp;a Plataforma C&iacute;vica (PO, centro-direita) lidera claramente, com 38,9% de votos, enquanto o Direito e Justi&ccedil;a (PiS), do populista Jarosław Kaczyński, tem apenas 30%. Surpreendentemente, a terceira for&ccedil;a pol&iacute;tica no novo Sejm (Parlamento polaco) ser&aacute; o partido de esquerda, anticlerical e pr&oacute;-<em>gay</em> Movimento Palikot (RP), que conseguiu reunir 9,9% dos votos. Em quarto lugar aparece o Partido do Povo Polaco (PSL, literalmente Partido dos Camponeses Polacos) com 8,6%. Com apenas 8,2%, a p&oacute;s-comunista Alian&ccedil;a de Esquerda Democr&aacute;tica, foi quem teve menos votos. A manterem-se estes resultados, a Pol&oacute;nia poder&aacute; ter mais quatro anos de coliga&ccedil;&atilde;o PO-PSL.</p><div class="extract"><div class="intror"><p><a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10440933,Wygrana_na_trudne_czasy.html">Afirma o editorial da&nbsp;<em>Gazeta Wyborcza</em></a>:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/111010gazetawyborcza_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Não foi um triunfo, foi uma vitória. Mais uma vez ganharam aqueles que querem uma Polónia moderna e aberta. […] Os eleitores rejeitaram a loucura do PiS e confiaram na previsível Plataforma Cívica. Acreditam que conseguirá enfrentar os tempos difíceis que aí vêm. É uma enorme responsabilidade.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/9133,730303-Wyborcy-wybaczyli-Donaldowi-Tuskowi.html">Para o di&aacute;rio conservador&nbsp;<em>Rzeczpospolita</em></a>, o sucesso da Plataforma C&iacute;vica deve-se, em parte, &agrave;s excentricidades do l&iacute;der da oposi&ccedil;&atilde;o, Jarosław Kaczyński, que durante a campanha eleitoral comentou que a elei&ccedil;&atilde;o de Angela Merkel como chanceler alem&atilde; &ldquo;<em>n&atilde;o era uma pura coincid&ecirc;ncia</em>&rdquo; o que, para a opini&atilde;o p&uacute;blica polaca significou que tinha sido a Stasi da Alemanha de Leste que a tinha levado ao poder. O l&iacute;der do PiS recusou, tamb&eacute;m, um debate p&uacute;blico com o primeiro-ministro Tusk.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/111010rzeczpospolita_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">O  PiS não  conseguiu apagar o seu rótulo de partido radical e imprevisível”, razão pela qual “os eleitores concluíram que, apesar de todas as suas falhas e fraquezas, o PO garantirá a estabilidade. Os eleitores apreciam o facto de o nível de vida geral ter, nuns casos, aumentado ou, noutros, em comparação com outros países da Europa, ter diminuído muito pouco. Mas, acima de tudo, votaram como votaram porque Tusk não é Jarosław Kaczyński.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Entretanto, o di&aacute;rio econ&oacute;mico&nbsp;<a target="_self" href="http://edgp.dziennik.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=381613"><em>Dziennik Gazeta Prawna</em>&nbsp;espera</a>&nbsp;que Donald Tusk acabe o que come&ccedil;ou e n&atilde;o arranje mais &ldquo;<em>desculpas</em>&rdquo; para adiar os cortes no setor p&uacute;blico:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/111010dgp_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Não há álibi. O PO é o primeiro partido, desde 1989, a manter o poder. Não podem fingir que o presidente está errado, que a oposição é desestabilizadora, que as reformas têm de esperar porque a situação é incerta. Pode mudar-se e endireitar-se um país em oito anos. Respeitarmos Tusk daqui a quatro anos vai depender da sua coragem.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>O polit&oacute;logo Aleksander Smolar concorda com esta opini&atilde;o do di&aacute;rio econ&oacute;mico, numa entrevista &agrave;&nbsp;<a target="_self" href="http://www.wyborcza.pl"><em>Gazeta Wyborcza</em></a> na qual afirma que:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-gazetawyborcza.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">O mero facto de um partido ganhar a reeleição não pode ser interpretado como um sucesso histórico. É uma sorte, um cheque em branco entregue a Tusk e ao PO por grande parte da sociedade polaca.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>A maior surpresa das elei&ccedil;&otilde;es de domingo foi, sem d&uacute;vida, o excelente resultado obtido pelo recentemente formado Movimento Palikot. &ldquo;<em>Pod&iacute;amos chamar a isto um milagre, se n&atilde;o fosse o facto de n&atilde;o acreditarmos em Deus</em>&rdquo;, afirmou o porta-vos do RP, Robert Leszczyński, depois de anunciadas as primeiras previs&otilde;es de resultados. Janusz Palikot, fundador do Movimento e antigo militante do PO, conseguiu mobilizar ativistas gay (o primeiro transsexual a entrar no Sejm [Parlamento polaco] est&aacute; nas listas deste partido), feministas e todos os que n&atilde;o se reveem no sistema pol&iacute;tico. Embora considere que o programa de Palikot &eacute; &quot;<em>penosamente lac&oacute;nico</em>&quot; e a sua equipa &quot;<em>uma misturada de gente</em>&quot;, a&nbsp;<a target="_self" href="http://wybory2011.pkw.gov.pl/wyn/en/000000.html#tabs-1"><em>Gazeta Wyborcza </em>escreve que</a>:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-gazetawyborcza.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Muitas das pessoas que estão zangadas ou desiludidas com o tradicionalismo, a intolerância e os costumes patriarcais silenciosos, encontraram nele o seu porta-voz. Também é apoiado por quem já não confia nos políticos e procura quem lhe volte a dar esperança.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 10 Oct 2011 15:39:03 +0100</pubDate><guid>1040581</guid></item>
<item><title>Polónia | Eleições sob hipnose (Uważam Rze, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1034471-eleicoes-sob-hipnose</link><description><![CDATA[A 9 de outubro, os polacos elegem os seus deputados. Entre os liberais do primeiro-ministro 
Donald Tusk e os conservadores de Jarosław Kaczyński, a sua escolha é entre duas visões radicalmente opostas sobre o estado do país. Mas qualquer um deles poderá ficar dececionado. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 07 Oct 2011 16:56:07 +0100</pubDate><guid>1034471</guid></item>
<item><title>Polónia | Kaczyński evoca "forças obscuras" em campanha eleitoral</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1024761-kaczynski-evoca-forcas-obscuras-em-campanha-eleitoral</link><description><![CDATA[<p>O sentimento antialem&atilde;o ergueu-se novamente na Pol&oacute;nia, na corrida para as elei&ccedil;&otilde;es parlamentares a 9 de outubro. Jarosław Kaczyński, l&iacute;der do partido da oposi&ccedil;&atilde;o Direito e Justi&ccedil;a (PiS), sugeriu &ndash; <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75248,10409660,Puder_opada_z_twarzy_Kaczynskiego.html">segundo o <em>Gazeta Wyborcza</em></a> &ndash; que &ldquo;algumas for&ccedil;as obscuras&rdquo; levaram &agrave; elei&ccedil;&atilde;o de Angela Merkel como chanceler alem&atilde;.&nbsp;</p>
<p>No seu &uacute;ltimo livro &ldquo;Poland of Our Dreams&rdquo; [A Pol&oacute;nia dos nossos sonhos], o candidato d&aacute; tamb&eacute;m a entender que a elei&ccedil;&atilde;o de Merkel como chanceler &ldquo;n&atilde;o foi pura coincid&ecirc;ncia&rdquo;. Convidado pelo<em> Newsweek Polska</em> para esclarecer a sua afirma&ccedil;&atilde;o, este respondeu que Merkel &ldquo;sabe o que quero dizer&rdquo; e recusou-se a prestar mais coment&aacute;rios. No dia 4 de outubro, pressionado novamente por tais declara&ccedil;&otilde;es vagas, Kaczyński repreendeu um jornalista da televis&atilde;o, perguntando-lhe se era de um canal polaco ou de um canal alem&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Michał Kamiński, eurodeputado, disse ao di&aacute;rio da Vars&oacute;via que &ldquo;o ataque a Merkel poderia ser o ponto de viragem da campanha&rdquo;. O antigo membro do PiS e conselheiro de Kaczyński levou os inimigos pol&iacute;ticos a acreditar que &ldquo;as palavras escandalosas de Kaczyński fazem-nos questionar se este homem est&aacute; pronto para lutar pelo dinheiro da Pol&oacute;nia&rdquo;. <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10409980,Solidarnosc_z__Faktami__TVN.html">O editorialista do <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, Jarosław Kurski observa que &ldquo;n&atilde;o &eacute; a primeira vez que Jarosław Kaczyński aposta no ressentimento antialem&atilde;o&rdquo;. Em 2005, alegou-se que o av&ocirc; do antigo candidato e atual primeiro-ministro Donald Tusk tinha servido em Wehrmacht, na Segunda Guerra Mundial facilitando o acesso &agrave; presid&ecirc;ncia do irm&atilde;o g&eacute;meo de Kaczyński, Lech.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 05 Oct 2011 13:13:22 +0100</pubDate><guid>1024761</guid></item>
<item><title>Parceria Oriental | A UE não é a cabeça do Oriente (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1006241-ue-nao-e-cabeca-do-oriente</link><description><![CDATA[A cimeira da Parceria oriental, projeto apoiado pela Polónia, realiza-se em Varsóvia. Mas o coração da União europeia, embrenhado na crise, estará ausente. E os países parceiros, esses, navegam algures entre a ditadura e a democracia. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 18:18:26 +0100</pubDate><guid>1006241</guid></item>
<item><title>Juventude | Jovens europeus: precários a tempo inteiro (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/953721-jovens-europeus-precarios-tempo-inteiro</link><description><![CDATA[A crise favorece o desenvolvimento de uma nova classe social emergente na Europa. Batizada como “o precariado” pelos sociólogos, é composta por jovens sem perspetiva de emprego certo e de uma vida decente. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:40:35 +0100</pubDate><guid>953721</guid></item>
<item><title>Polónia | "Guerra em 10 anos", diz ministro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/952411-guerra-em-10-anos-diz-ministro</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Rostowski prev&ecirc; guerra&rdquo;, &eacute; o <a target="_self" href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=377855">t&iacute;tulo do <em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>, um dia depois do ministro das Finan&ccedil;as polaco, Jacek Rostowski ter advertido, no Parlamento Europeu, que haver&aacute; uma guerra na Europa &ldquo;dentro de dez anos&rdquo;, se a zona euro implodir em consequ&ecirc;ncia da crise da d&iacute;vida. A maior parte dos comentadores polacos achou que o discurso foi, no m&iacute;nimo, controverso. &ldquo;O ministro refor&ccedil;ou o estere&oacute;tipo dos polacos como pessoas que se deixam guiar pelas emo&ccedil;&otilde;es, que s&atilde;o irracionais e que perdem facilmente o controlo&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/9133,717205-Jacek-Rostowski-o-strefie-euro---Rafal-Ziemkiewicz-.html">lamenta um colunista</a> do <em>Rzeczpospolita</em>. Reconhecendo, n&atilde;o obstante, que a &ldquo;hip&eacute;rbole da guerra&rdquo; de Rostowski foi exagerada, o di&aacute;rio liberal <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,90913,10290674,Wojna_idzie_.html"><em>Gazeta Wyborcza</em> sai em socorro do ministro </a>ao dizer que o sentido do seu discurso continua a ser verdade: &ldquo;a dissolu&ccedil;&atilde;o da zona euro seria uma cat&aacute;strofe econ&oacute;mica e pol&iacute;tica para a Europa&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 12:46:40 +0100</pubDate><guid>952411</guid></item>
<item><title>Euro : desenha-se o pior cenário</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/944401-euro-desenha-se-o-pior-cenario</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&quot;O que sobrar&aacute; da zona euro dentro de um ano ? A pergunta pode parecer brutal ou inoportuna&quot;, <a href="http://www.lesechos.fr/opinions/edito/0201625520962-l-euro-sur-la-corde-raide-217557.php" target="_self">escreve Jean-Marc Vittori no <em>Les Echos</em></a>, &quot;no entanto tornou-se incontorn&aacute;vel na sucess&atilde;o infernal de acontecimentos das &uacute;ltimas semanas.&quot; Para o editorialista franc&ecirc;s, de facto,</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/echos-13092011-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">lá no Banco central europeu (BCE), onde a política monetária é gerida, a falta de acordos está a tornar-se visível até no seio da direção. Seguramente que, nestes tempos conturbados, a política monetária é uma arte arriscada. Ao fabricarem moeda para comprar obrigações públicas em massa, os bancos aproximam-se dos princípios que justificaram a sua independência. O dinheiro assim criado poderá vir a alimentar um dia a inflação. Nestas condições, não é de espantar que seja cada vez mais difícil obter um consenso, tanto no seio da Federação americana como no BCE. Mas, até agora, as conversas continuavam pacíficas. Ao demitir-se da direção do BCE, Jurgen Stark foi mais longe. Volta a por em causa a possibilidade de definir em conjunto o destino de uma moeda comum. [...] Os alemães têm pelo menos dois problemas com a política desenvolvida pelo BCE : o reembolso dos títulos de dívida pública, já alegado, e taxas de juro baixas para o seu país, o único da zona euro sujeito a pressões inflacionistas. Estes dois problemas têm duas soluções possíveis:   
Uma saída por cima que passa pela criação de um Estado federal europeu. Uma saída por baixo que acabaria na destruição da zona. Dada a amplitude dos problemas a resolver, a escolha deverá ser feita rapidamente.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>
<meta charset="utf-8">          </meta>
</p>
<div><span>O <em>De Volkskrant</em> mostra-se c&eacute;tico quanto &agrave; capacidade da Gr&eacute;cia para reembolsar a sua d&iacute;vida. &quot;<i>A venda de empresas p&uacute;blicas adianta pouco</i>&quot; <a href="http://www.volkskrant.nl/" target="_self">considera o di&aacute;rio</a> de Amesterd&atilde;o, segundo o qual &ldquo;<i>mesmo que Atenas tenha prometido privatizar at&eacute; ao fim do ano cinco mil milh&otilde;es de euros de patrim&oacute;nio p&uacute;blico, n&atilde;o encaixou quase nada</i>&quot;. Tr&ecirc;s meses depois do parlamento grego se ter comprometido junto da troika (BCE,FMI; Comiss&atilde;o europeia) a privatizar 1,3 mil milh&otilde;es de euros de propriedade p&uacute;blica at&eacute; final de setembro,</span><i><br />
</i></div></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Volkskrant-13082011-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">o governo grego apenas fez uma pequena parte das reformas prometidas. Só foi vendida uma pequena participação numa empresa de telefones por 390 milhões de euros [...] Houve diversas tentativas de vender a lotaria nacional, mas revelaram-se sempre como sendo gestos políticos. No final, inventaram-se desculpas para renunciar e a venda nunca foi finalizada.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>
<meta charset="utf-8">          </meta>
</p>
<div>No lado espanhol temem-se as repercuss&otilde;es da crise grega. &quot;O risco de fal&ecirc;ncia da Gr&eacute;cia em outubro amea&ccedil;a a Espanha&quot;, titula o El Mundo. Agora que o pr&eacute;mio de risco da d&iacute;vida espanhola atingiu o n&iacute;vel de alerta de 370 pontos, apesar &quot;da compra maci&ccedil;a de d&iacute;vida pelo Banco central europeu&quot; (BCE), o <a href="http://www.elmundo.es/" target="_self">jornal di&aacute;rio considera</a> que &quot;a crise grega obriga a um acordo econ&oacute;mico antes do 20-N&quot;, as legislativas antecipadas de 20 de novembro.</div>
<div>&nbsp;</div>
<p>&nbsp;</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/El-mundo-13092011-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Esta situação de extrema vulnerabilidade deveria obrigar [o Primeiro-ministro José Luis] Zapatero a aplicar-se a fundo nas reformas necessárias, mas o presidente [do governo] colocou-nos dentro de um labirinto. Porque conduziu o país a um impasse tal, com a convocação de eleições com quatro meses de antecedência, que o mesmo governo que renunciou realizar algumas reformas chave na economia, se viu obrigado pela Europa, exatamente devido a essa falta de eficácia, a adotar a reforma da Constituição [para lhe introduzir a regra de ouro do equilíbrio orçamental]. Já só falta que Zapatero retome as rédeas da situação, que se reúna o mais depressa possível com [o líder da oposição de direita, Mariano] Rajoy e com [o candidato socialista Alfredo Pérez] Rubalcaba e que, juntos, acelerem algumas medidas estruturais, como a alteração da negociação coletiva ou uma reforma do mercado de trabalho mais eficaz, de que a economia espanhola precisa para os próximos anos.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>
<meta charset="utf-8">          </meta>
</p>
<div>Finalmente, do lado dos pa&iacute;ses que n&atilde;o partilham a moeda &uacute;nica, existe uma certa inquieta&ccedil;&atilde;o, conjugada com a vontade de n&atilde;o serem afastados do processo de decis&atilde;o quanto ao futuro do euro. &quot;A Pol&oacute;nia quer decidir o destino do euro&quot;, &eacute; o t&iacute;tulo do <em>Dziennik Gazeta Prawna</em>, que <a href="http://gospodarka.dziennik.pl/forsal/artykuly/355745,polska-chce-decydowac-o-losie-euro.html" target="_self">relata</a> a reuni&atilde;o da v&eacute;spera, em Bruxelas, entre os representantes dos governos polaco, checo, h&uacute;ngaro, romeno e b&uacute;lgaro, com o objetivo de chegar a &quot;uma posi&ccedil;&atilde;o comum acerca do refor&ccedil;o da coopera&ccedil;&atilde;o com a zona euro&quot;. E isto, tendo em vista negocia&ccedil;&otilde;es para &quot;a modifica&ccedil;&atilde;o do tratado de Lisboa e a transforma&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o monet&aacute;ria numa uni&atilde;o fiscal&quot; que deveriam ter in&iacute;cio depois dos conselhos europeus de outubro e dezembro.</div>
<p>&nbsp;</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/dziennik-13092011-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Polónia está a construir uma coligação de países que querem adotar o euro e, por isso, exige o direito de participar nas discussões sobre a união monetária. Varsóvia não quer que as decisões sobre o seu futuro sejam tomadas exclusivamente em Berlim ou em Paris.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 16:43:43 +0100</pubDate><guid>944401</guid></item>
<item><title>Lituânia-Polónia | Suspensa a greve nas escolas, mantêm-se as tensões</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/914731-suspensa-greve-nas-escolas-mantem-se-tensoes</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O Primeiro-ministro suspende a greve,&rdquo; &eacute; o <a target="_self" href="http://www.polskatimes.pl/">t&iacute;tulo do <em>Polska Times</em></a> acerca da desloca&ccedil;&atilde;o do Primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, &agrave; Litu&acirc;nia, no passado domingo, para reagir ao protesto das escolas de minoria polaca contra a reforma do sistema de educa&ccedil;&atilde;o que entrou em vigor no in&iacute;cio deste ano. Cerca de 60.000 polacos (de um total de 280.000) residentes na Litu&acirc;nia, assinaram a peti&ccedil;&atilde;o contra uma reforma que consideram discriminat&oacute;ria. Na sexta-feira, a maioria das escolas polacas na Litu&acirc;nia entraram em greve. Uma greve que foi agora suspensa por duas semanas devido ao an&uacute;ncio de que a Pol&oacute;nia e a Litu&acirc;nia v&atilde;o empossar uma comiss&atilde;o para encontrar um compromisso acerca da controversa reforma.</p>
<p>O <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75968,10229990,Wilno___Warszawa_wspolna_sprawa.html">editorial do <em>Gazeta Wyborcza</em> aponta</a>, no entanto, que, embora reduza o numero de pessoas sujeitas ao ensino em polaco e v&aacute; certamente obrigar ao encerramento de algumas escolas polacas, a nova lei n&atilde;o descrimina os polacos na Litu&acirc;nia, mas aproxima-os das &ldquo;normas pedag&oacute;gicas de que beneficiam as minorias nacionais noutros pa&iacute;ses da UE&rdquo;. Segundo o di&aacute;rio de Vars&oacute;via, o estabelecimento de uma comiss&atilde;o bilateral de educa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser &ldquo;o primeiro passo para a solu&ccedil;&atilde;o de outros assuntos cruciais para a minoria polaca&rdquo;, que incluem a compensa&ccedil;&atilde;o pelos bens polacos confiscados pela Uni&atilde;o sovi&eacute;tica ap&oacute;s a Segunda guerra mundial e o direito &agrave; sinal&eacute;tica dos locais p&uacute;blicos em duas l&iacute;nguas. &ldquo;A Litu&acirc;nia tem que compreender que (...) os direitos fundamentais das minorias na UE n&atilde;o s&atilde;o apenas um capricho polaco&rdquo;, mas tamb&eacute;m &ldquo;um apelo para que estejam em concord&acirc;ncia com as normas da UE&rdquo;, conclui a <em>Gazeta Wyborcza.</em></p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:01:03 +0100</pubDate><guid>914731</guid></item>
<item><title>Polónia | Passado brilhante e futuro económico sombrio?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/899381-passado-brilhante-e-futuro-economico-sombrio</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Estamos a crescer. Mas por quanto tempo?&rdquo; <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75248,10202865,Rosniemy__Ale_jak_dlugo_.html">questiona a <em>Gazeta Wyborcza</em></a> ap&oacute;s a divulga&ccedil;&atilde;o dos dados econ&oacute;micos do segundo trimestre de 2011. O PIB da Pol&oacute;nia cresceu 4,3% nesse per&iacute;odo, depois de uma subida de 4,4 pontos percentuais nos primeiros tr&ecirc;s meses do ano. &ldquo;A Europa enfraquece, mas a Pol&oacute;nia mant&eacute;m-se&rdquo;, nota o di&aacute;rio de Vars&oacute;via, embora a maior parte dos economistas afirme que este r&aacute;pido crescimento n&atilde;o ser&aacute; sustent&aacute;vel a longo prazo devido ao abrandamento registado noutros pa&iacute;ses da zona euro, &agrave; amea&ccedil;a de recess&atilde;o, &agrave; procura inferior na ind&uacute;stria e &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Os dados divulgados pelo GUS [Instituto Nacional de Estat&iacute;stica] s&atilde;o realmente muito bons. Mas s&atilde;o dados que se reportam ao passado. O perigo n&atilde;o deve tardar do estrangeiro&rdquo;, alerta Witold Orłowski, economista, referindo-se ao fraco desempenho do PIB da Alemanha nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 12:18:32 +0100</pubDate><guid>899381</guid></item>
</channel></rss>
