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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Euro]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Crise do euro | Berlim tenciona salvar a Europa como salvou a RDA</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2070501-berlim-tenciona-salvar-europa-como-salvou-rda</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Herman, pelo menos tens de dizer que &agrave; volta desta mesa nem toda a gente &eacute; dessa opini&atilde;o!&rdquo; Foi nestes termos, <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/international/europe/merkel-preparing-to-strike-back-against-hollande-with-six-point-plan-a-835295.html">noticiados</a> pelo <em>Spiegel</em>, que Angela Merkel explodiu na passada quarta-feira na cimeira informal em Bruxelas face ao presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy. Este &uacute;ltimo tinha acabado de dizer que n&atilde;o h&aacute; mais &ldquo;tabus&rdquo; na estrat&eacute;gia econ&oacute;mica da UE e que &ldquo;ir&aacute; analisar igualmente a quest&atilde;o das eurobonds&rdquo; rejeitada pela Alemanha.</p>
<p>A chanceler, confrontada com uma resist&ecirc;ncia in&eacute;dita &agrave; sua pol&iacute;tica de austeridade no seio da Uni&atilde;o Europeia, prepara a rea&ccedil;&atilde;o &agrave; &ldquo;<a href="/pt/content/article/2043401-crescimento-nova-palavra-magica">estrat&eacute;gia de crescimento</a>&rdquo; do seu principal opositor, o Presidente franc&ecirc;s, Fran&ccedil;ois Hollande. O seman&aacute;rio alem&atilde;o d&aacute; conta de um projeto de seis pontos que circula atualmente em Berlim e que se destina a ajudar a Europa tornando-a... mais germ&acirc;nica: inspirando-se, simultaneamente, nas reformas realizadas na ex-RDA depois da reunifica&ccedil;&atilde;o e no vasto programa de flexibiliza&ccedil;&atilde;o de emprego, conhecido por &ldquo;<a href="/pt/content/article/1679631-crise-uma-oportunidade-de-ouro-para-empresas">agenda 2010</a>&rdquo;, a chanceler quer salvar o euro com reformas estruturais:</p>
<blockquote><p>Merkel quer programas que favore&ccedil;am a cria&ccedil;&atilde;o de pequenas e m&eacute;dias empresas como aconteceu na Alemanha. [...] Os Estados europeus atingidos por um significativo n&iacute;vel de desemprego devem reformar o seu mercado de trabalho segundo o modelo alem&atilde;o. Deste modo, pode flexibilizar-se a prote&ccedil;&atilde;o contra o despedimento e introduzir-se contratos de trabalho de remunera&ccedil;&otilde;es baixas, mais leves em termos de encargos da entidade patronal, e refor&ccedil;ar a forma&ccedil;&atilde;o em altern&acirc;ncia. [Nos pa&iacute;ses do Sul, onde h&aacute; in&uacute;meras empresas que beneficiam de prote&ccedil;&atilde;o estatal], devem criar-se fundos para as privatizar, como aconteceu na ex-RDA. [...] Para al&eacute;m disso, os conselheiros de Angela Merkel preveem zonas econ&oacute;micas especiais, &agrave; semelhan&ccedil;a da que foi criada pela ascens&atilde;o da China. Enfim, os Estados da Europa do Sul devem investir nas energias renov&aacute;veis, reduzir os obst&aacute;culos fiscais e favorecer a mobilidade dos trabalhadores.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 May 2012 15:20:51 +0100</pubDate><guid>2070501</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | A saída da crise é por aqui (France Inter, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2050031-saida-da-crise-e-por-aqui</link><description><![CDATA[Ao aceitarem, na cimeira extraordinária de 23 de maio, discutir questões como investimentos comuns e as euro-obrigações, os Vinte e Sete conseguiram finalmente ultrapassar a oposição entre países &quot;virtuosos&quot; e países &quot;gastadores&quot; e deram um passo no sentido da integração económica. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 May 2012 14:28:40 +0100</pubDate><guid>2050031</guid></item>
<item><title>Literatura | O imprecativo Thilo Sarrazin na sua cruzada contra o euro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2042801-o-imprecativo-thilo-sarrazin-na-sua-cruzada-contra-o-euro</link><description><![CDATA[<p>Mais uma vez, Thilo Sarrazin, autor de <a href="/pt/content/news-brief/325421-questao-que-agita-alemanha">um livro</a> t&atilde;o popular quanto controverso sobre a imigra&ccedil;&atilde;o na Alemanha, choca pela utiliza&ccedil;&atilde;o de um tom &ldquo;nacionalista e inconveniente&rdquo; no seu novo livro, <em>Europa braucht den Euro nicht</em> (A Europa n&atilde;o precisa do euro, DVA edi&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o traduzido em portugu&ecirc;s). </p>
<p>Este livro &eacute; &ldquo;repugnante e apresenta falsos argumentos&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.fr-online.de/wirtschaft/sarrazin-buch-keinen-euro-cent-fuer-dieses-buch-,1472780,16084242.html">acusa</a> o <em>Frankfurter Rundschau</em>. Sarrazin, que trabalhou para o FMI, no Minist&eacute;rio das Finan&ccedil;as alem&atilde;o e para o Bundesbank, devia dominar a mat&eacute;ria e, no entanto, nota o di&aacute;rio alem&atilde;o, &ldquo;n&atilde;o &eacute; isso que acontece&rdquo;:</p>
<blockquote><p>Sarrazin constr&oacute;i uma oposi&ccedil;&atilde;o entre uma Europa do Norte eficaz e um Sul desordenado &ndash; &ndash;  trabalhadores contra gente pregui&ccedil;osa, brancos contra morenos. Chama &ldquo;Club Med&rdquo; aos Estados a que confere um comportamento pouco s&eacute;rio. Onde p&otilde;e ele a Fran&ccedil;a? No Club Med! [&hellip;] &Eacute; &oacute;bvio que nos encontramos perante um advers&aacute;rio do euro convencido de que sabe por que motivo a Alemanha teve at&eacute; hoje um comportamento pr&oacute; europeu: o entusiasmo persistente dos alem&atilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Europa n&atilde;o se explicaria sem o peso moral da &eacute;poca nazi. O livro mente. [&hellip;] Que apodre&ccedil;a nas livrarias!</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 May 2012 16:27:36 +0100</pubDate><guid>2042801</guid></item>
<item><title>Crise grega | "Geuros" para salvar Atenas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2035361-geuros-para-salvar-atenas</link><description><![CDATA[<p>O economista chefe do Deutsche Bank, Thomas Mayer, prop&ocirc;s, durante um col&oacute;quio organizado pelo di&aacute;rio alem&atilde;o <em><a href="/pt/content/source-information/35791-die-welt">Die Welt</a></em>, a introdu&ccedil;&atilde;o de um &ldquo;Geuro&rdquo; para a Gr&eacute;cia, uma moeda paralela ao euro que substituiria a moeda &uacute;nica naquele pa&iacute;s &ldquo;para permitir &agrave; Gr&eacute;cia desvalorizar a sua moeda continuando dentro da zona euro&rdquo;, <a target="_self" href="http://euobserver.com/19/116325">explica</a> o <em>EUobserver</em>:</p>
<blockquote><p>Se a esquerda radical ganhar as elei&ccedil;&otilde;es de 17 de junho e mantiver a sua promessa de rejeitar o plano de ajuda de 130 mil milh&otilde;es de euros e os cortes or&ccedil;amentais inclu&iacute;dos nessa ajuda, a Gr&eacute;cia poder&aacute; continuar na zona euro sem ajuda financeira, desde que introduza uma divisa paralela. O &ldquo;geuro&rdquo; seria constitu&iacute;do por promessas de pagamento, uma forma de t&iacute;tulo de d&iacute;vida, emitido pelo Governo, que podia ser revendido. Seria muito desvalorizado em rela&ccedil;&atilde;o ao euro mas permitiria ao Governo ganhar tempo para levar a cabo as reformas e fazer votar os cortes or&ccedil;amentais. [&hellip;] Uma condi&ccedil;&atilde;o essencial para que este cen&aacute;rio funcione &eacute; que a ajuda dos outros pa&iacute;ses da zona euro e do FMI continue a chegar. [&hellip;] Os bancos gregos, privados de liquidez, tamb&eacute;m teriam a necessidade de serem salvos atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de um &lsquo;bad bank&rsquo; europeu.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 22 May 2012 17:08:46 +0100</pubDate><guid>2035361</guid></item>
<item><title>G8 | Acordar o crescimento, uma grande tarefa (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2026701-acordar-o-crescimento-uma-grande-tarefa</link><description><![CDATA[No G8 de Camp David, os países mais ricos do mundo concordaram em relançar o crescimento, especialmente na Europa. Mas isso implica uma mudança radical de política em relação à austeridade praticada até agora. Os líderes estão preparados? (Article)]]></description><pubDate>Mon, 21 May 2012 16:38:11 +0100</pubDate><guid>2026701</guid></item>
<item><title>Espanha | O BCE intervém na reforma do setor bancário</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1995981-o-bce-intervem-na-reforma-do-setor-bancario</link><description><![CDATA[<p>&quot;O BCE far&aacute; uma auditoria ao setor banc&aacute;rio&quot; espanhol, <a target="_self" href="http://www.cincodias.com/articulo/mercados/bce-valorara-carteras-credito-banca-espanola/20120516cdscdimer_2/">anuncia o <em>Cinco D&iacute;as</em></a>. O Banco Central Europeu decidiu &quot;cooperar com o Governo&quot; na reforma do sistema banc&aacute;rio espanhol, particularmente na avalia&ccedil;&atilde;o dos ativos e na cria&ccedil;&atilde;o de um &quot;bad bank&quot; com a fun&ccedil;&atilde;o de liquidar os ativos imobili&aacute;rios t&oacute;xicos.</p>
<p>Esta &quot;decis&atilde;o sem precedentes&quot; surge um m&ecirc;s depois da segunda reforma do setor banc&aacute;rio e no meio da tempestade financeira provocada em Espanha pelas d&uacute;vidas quanto &agrave; perman&ecirc;ncia da Gr&eacute;cia no seio da zona euro. <a target="_self" href="http://www.cincodias.com/articulo/opinion/luz-taquigrafos-banca/20120516cdscdiopi_3/">Na opini&atilde;o deste di&aacute;rio econ&oacute;mico</a>,</p>
<blockquote><p>o Governo teve que se render &agrave; evid&ecirc;ncia de que [...] nem a Europa nem os mercados internacionais confiam nos bancos espanh&oacute;is e nas medidas tomadas para os manter.</p>
</blockquote>
<p>O jornal sublinha que a auditoria do BCE, que estar&aacute; terminada dentro de dois meses, j&aacute; tem uma primeira consequ&ecirc;ncia: demonstra a &quot;profunda desconfian&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao papel exercido pelo Banco de Espanha&quot;, expropriado da gest&atilde;o da reforma do setor banc&aacute;rio. No entanto, acrescenta que</p>
<blockquote><p>[com o objetivo de] convencer as institui&ccedil;&otilde;es e os investidores do s&eacute;rio esfor&ccedil;o que a Espanha fez para sanear e garantir a solvabilidade do seu sistema banc&aacute;rio, a coopera&ccedil;&atilde;o do BCE pode vir a ser mais uma ajuda preciosa do que uma contrariedade.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 16 May 2012 15:25:17 +0100</pubDate><guid>1995981</guid></item>
<item><title>Crise grega | A saída do euro é um "bluff" (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1989701-saida-do-euro-e-um-bluff</link><description><![CDATA[No momento em que aumentam as especulações sobre a saída da Grécia da zona euro, é preciso perceber que o país não pode sobreviver sem a moeda única e que a Europa não pode permitir a sua saída. Por isso, ambos têm que colocar as cartas na mesa. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 15 May 2012 17:00:39 +0100</pubDate><guid>1989701</guid></item>
<item><title>Zona euro | Barreira de proteção do euro pode ser abalada pela crise grega</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1988941-barreira-de-protecao-do-euro-pode-ser-abalada-pela-crise-grega</link><description><![CDATA[<p>A zona euro parece n&atilde;o dispor de mecanismos suficientes para fazer face &agrave;s consequ&ecirc;ncias do incumprimento da Gr&eacute;cia. <a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/517e01a6-9ddf-11e1-9a9e-00144feabdc0.html">Segundo o jornal <em>Financial Times</em></a>, &quot;o medo de que a barreira de prote&ccedil;&atilde;o do euro se revelasse insuficiente para proteger a Espanha e outros pa&iacute;ses sob ataque contra os efeitos de uma poss&iacute;vel sa&iacute;da desordenada da Gr&eacute;cia da uni&atilde;o monet&aacute;ria atingiu os mercados europeus na segunda-feira&quot;.</p>
<p>Os custos dos empr&eacute;stimos espanh&oacute;is e italianos a dez anos dispararam para os n&iacute;veis mais elevados deste ano, enquanto a rendibilidade das obriga&ccedil;&otilde;es alem&atilde;s a dez anos atingia uma margem mais baixa, o que empurrou as diferen&ccedil;as de custos dos empr&eacute;stimos entre pa&iacute;ses europeus para um novo pico. Os mercados bolsistas europeus tamb&eacute;m registaram a sua maior queda di&aacute;ria das &uacute;ltimas tr&ecirc;s semanas.</p>
<p>Para agravar estes problemas, na noite de segunda-feira, a Moody&rsquo;s desceu em entre um e quatro n&iacute;veis a nota&ccedil;&atilde;o de <a href="/pt/content/todays-front-pages/1987471-primeiras-paginas-de-hoje">26 institui&ccedil;&otilde;es financeiras italianas</a> e os custos das garantias contra o incumprimento espanhol atingiram n&iacute;veis hist&oacute;ricos.</p>
<p>A barreira de prote&ccedil;&atilde;o financeira &ndash; o Mecanismo de Estabilidade Europeu &ndash; &eacute; um sistema de resgate de 500 mil milh&otilde;es, criado pelos dirigentes europeus. Alguns analistas interrogam-se sobre se este ser&aacute; suficiente para resgatar as maiores economias em risco, como a de Espanha e de It&aacute;lia. Luke Spajic, quadro superior da Pimco, a maior gestora mundial de fundos de obriga&ccedil;&otilde;es disse ao <em>Financial Times</em>:</p>
<blockquote><p>Neste momento, a situa&ccedil;&atilde;o parece alarmante. O mercado est&aacute; efetivamente a tentar fixar um pre&ccedil;o para uma sa&iacute;da desordenada da Gr&eacute;cia.</p>
</blockquote>
<p>O <em>FT </em>acrescenta que t&ecirc;m sido feitos cada vez mais apelos para que os decisores pol&iacute;ticos europeus atuem de uma forma decisiva no sentido de evitar que mais pa&iacute;ses com import&acirc;ncia sist&eacute;mica sejam &quot;arrastados pelas preocupa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Gr&eacute;cia&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 May 2012 15:10:51 +0100</pubDate><guid>1988941</guid></item>
<item><title>Grécia | Para o Spiegel, Atenas "deve abandonar o euro agora"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1982021-para-o-spiegel-atenas-deve-abandonar-o-euro-agora</link><description><![CDATA[<p>Face &agrave; continuidade do impasse pol&iacute;tico na Gr&eacute;cia e ao risco de a crise da d&iacute;vida que o pa&iacute;s atravessa arrastar consigo a moeda &uacute;nica, o <em><a href="http://www.spiegel.de/" target="_self">Spiegel</a></em> assume, na capa, uma posi&ccedil;&atilde;o clara: &quot;Adeus, Atenas.&rdquo; E explica o motivo por que &quot;a Gr&eacute;cia deve abandonar o euro agora&quot;.</p>
<p>Refletindo as preocupa&ccedil;&otilde;es alem&atilde;s quanto &agrave; capacidade dos partidos pol&iacute;ticos gregos para formarem um governo, ap&oacute;s as legislativas de 5 de maio, <em>Der Spiegel</em> explica que, &quot;em Berlim, a situa&ccedil;&atilde;o na Gr&eacute;cia faz pensar na Rep&uacute;blica de Weimar&quot; e evoca o fantasma do regime sa&iacute;do da Primeira Guerra Mundial, na Alemanha. Minado pela instabilidade, esse regime abriu caminho ao nazismo:</p>
<blockquote><p>A chamada &lsquo;vergonha&rsquo; dos alem&atilde;es causada [pelas condi&ccedil;&otilde;es impostas] pelo tratado de paz de Versalhes parece ser representada, para os gregos, pelos objetivos de saneamento financeiro exigidos por Bruxelas. Tal como nos anos 1920, na Alemanha, s&atilde;o os partidos extremistas a beneficiar da situa&ccedil;&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>Embora seja desej&aacute;vel que a Gr&eacute;cia saia da zona euro, salienta o seman&aacute;rio,</p>
<blockquote><p>ningu&eacute;m pode for&ccedil;ar os gregos a abandonar o euro. Mas &eacute; &oacute;bvio que seria do seu pr&oacute;prio interesse. [&hellip;] A sa&iacute;da da Gr&eacute;cia da zona euro constitui a &uacute;nica hip&oacute;tese de o pa&iacute;s se reerguer. Os gregos teriam a sua pr&oacute;pria moeda, que poderiam desvalorizar. Assim, as importa&ccedil;&otilde;es seriam mais caras e as exporta&ccedil;&otilde;es mais baratas. [&hellip;] A solidariedade entre os pa&iacute;ses europeus n&atilde;o est&aacute; associada &agrave; qualidade de membro do euro e &eacute; por isso que os outros pa&iacute;ses dever&atilde;o, de qualquer modo, ajudar a Gr&eacute;cia com somas enormes.</p>
</blockquote>
<p>Outro argumento avan&ccedil;ado pela revista &eacute; que a sa&iacute;da da Gr&eacute;cia da uni&atilde;o monet&aacute;ria &quot;seria um forte sinal para os outros pa&iacute;ses insolventes: n&atilde;o se faz chantagem com a Europa&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 14 May 2012 14:12:27 +0100</pubDate><guid>1982021</guid></item>
<item><title>Zona euro | É preciso fazer alguma coisa pelo crescimento (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1961191-e-preciso-fazer-alguma-coisa-pelo-crescimento</link><description><![CDATA[As eleições de 6 de maio evidenciaram a dramática rutura entre os responsáveis políticos e os cidadãos. Para evitar que a situação degenere, devemos abandonar a obsessão com o rigor e os debates em grupos restritos e reiniciar o programa nos termos de solidariedade e integração que são a marca da Europa, considera uma colunista italiana. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 10 May 2012 16:47:04 +0100</pubDate><guid>1961191</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Mario Draghi desvenda o seu plano para o crescimento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1924561-mario-draghi-desvenda-o-seu-plano-para-o-crescimento</link><description><![CDATA[<p>Por ocasi&atilde;o da cimeira semestral do Banco Central Europeu (BCE) que teve lugar em Barcelona, a 3 de maio, o presidente da institui&ccedil;&atilde;o, Mario Draghi, &ldquo;pediu aos l&iacute;deres da UE que ponham o crescimento econ&oacute;mico no centro da batalha contra a crise financeira e classificou o &lsquo;pacto or&ccedil;amental&rsquo; como &lsquo;ponto de partida para uma uni&atilde;o econ&oacute;mica no seio da zona euro&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/frontpage/2012/0504/1224315593084.html">escreve</a> <em>The Irish Times</em>.</p>
<blockquote><p>Sugerindo que uma uni&atilde;o econ&oacute;mica poderia ver a luz do dia dentro de dez anos, Draghi disse que tal comportaria transfer&ecirc;ncias de soberania dos Estados-membros para uma autoridade central. Essa seria a dimens&atilde;o pol&iacute;tica do &lsquo;pacto de crescimento&rsquo;, segundo Draghi.</p>
</blockquote>
<p>Para <em>Le Figaro</em>, o &ldquo;pacto de crescimento&rdquo; preconizado por Draghi deve ser posto em pr&aacute;tica ao mesmo tempo que o &ldquo;pacto or&ccedil;amental&rdquo; adotado por 25 dos 27 pa&iacute;ses membros para reequilibrar as suas finan&ccedil;as. Este crescimento passa por &ldquo;reformas estruturais de modo a &lsquo;facilitar a atividade dos empres&aacute;rios&rdquo;, escreve o di&aacute;rio franc&ecirc;s, segundo o qual &ldquo;o l&iacute;der do BCE resume em tr&ecirc;s palavras a sua doutrina nesta mat&eacute;ria: &lsquo;Flexibilidade, mobilidade, equidade&rsquo;&rdquo;.</p>
<p>O jornal <em>La Stampa</em> <a target="_self" href="http://lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=10062">escreve</a> nem mais nem menos que &ldquo;a moeda &uacute;nica procura mudar de rosto&rdquo; e que</p>
<blockquote><p>se as promessas dos &uacute;ltimos dias se realizarem, seria iniciada uma invers&atilde;o significativa das fun&ccedil;&otilde;es fundamentais entre a UE e os Estados membros: a responsabilidade das despesas para a UE e o controlo dos or&ccedil;amentos para os Estados membros. [Atrav&eacute;s do Banco Europeu de Investimentos] a UE poder&aacute; financiar grandes infraestruturas, capazes de relan&ccedil;ar o emprego, a taxas muito mais baixas do que deveriam pagar Roma ou Madrid, j&aacute; para n&atilde;o falar de Atenas ou Lisboa.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 04 May 2012 14:26:50 +0100</pubDate><guid>1924561</guid></item>
<item><title>Zona euro | E contudo, o rigor é necessário (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1880571-e-contudo-o-rigor-e-necessario</link><description><![CDATA[Holanda, França, Banco Central Europeu, etc.: a Europa revolta-se contra as medidas de austeridade prescritas pela Alemanha. O pacto orçamental está ameaçado de malogro. Berlim e a Europa precisam, no entanto, de se submeter à disciplina, escreve um jornalista económico alemão. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:40:26 +0100</pubDate><guid>1880571</guid></item>
<item><title>Economia | FMI, um aliado inconveniente (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1832041-fmi-um-aliado-inconveniente</link><description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional, que acaba de alertar a Europa para o risco de uma nova crise, faz parte da troika encarregada de ajudar os países em dificuldade. Mas há um ano que o salvador se manifesta menos conciliador, sob a presidência da francesa Christine Lagarde. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 18 Apr 2012 17:16:20 +0100</pubDate><guid>1832041</guid></item>
<item><title>Zona euro | A ilusão que valia um bilião (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1737311-ilusao-que-valia-um-biliao</link><description><![CDATA[Em 29 de março, os ministros das Finanças europeus garantiram que tinham encontrado a soma suficiente para proteger a zona euro de uma nova crise. Mas trata-se de um truque contabilístico, que poderá falhar à primeira tormenta. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 17:22:00 +0100</pubDate><guid>1737311</guid></item>
<item><title>Itália | Euros falsos produzidos em cadeia (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1679461-euros-falsos-produzidos-em-cadeia</link><description><![CDATA[É dos arredores de Giugliano, um reduto da máfia napolitana, que provém quase metade das notas falsas de euros em circulação. Mais de mil milhões de euros foram emitidos por uma rede, cujas ramificações internacionais começam a ameaçar a estabilidade da moeda única. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 14:46:05 +0100</pubDate><guid>1679461</guid></item>
<item><title>Eurogrupo | Um alemão na presidência?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1654591-um-alemao-na-presidencia</link><description><![CDATA[<p>Ser&aacute; o ministro alem&atilde;o das Finan&ccedil;as o pr&oacute;ximo presidente do Eurogrupo? Desde que o Financial Times Deutschland revelou, a 16 de mar&ccedil;o, que Wolfgang Sch&auml;uble &eacute; o candidato da chanceler alem&atilde; para o cargo ocupado por Jean-Claude Juncker, as especula&ccedil;&otilde;es crescem na Alemanha. O <em>Suddeutsche Zeitung </em><a href="http://www.sueddeutsche.de/politik/schaeuble-soll-chef-der-euro-gruppe-werden-proporz-oder-vernunft-1.1312224" target="_self">revela hoje</a> a sua surpresa:</p>
<blockquote><p>Um ministro alem&atilde;o das Finan&ccedil;as n&atilde;o &eacute; o candidato adequado para a presid&ecirc;ncia do Eurogrupo. &Eacute; sobretudo a aritm&eacute;tica do equil&iacute;brio de poderes na Europa que o exige. Numa &eacute;poca normal, seria simplesmente exclu&iacute;da a possibilidade de um representante do pa&iacute;s que j&aacute; &eacute; o membro mais forte e que pretende, al&eacute;m disso, impor a toda a Europa a sua cultura nacional da austeridade para controlar ainda mais a comunidade da moeda &uacute;nica.</p>
</blockquote>
<p>Na aus&ecirc;ncia de advers&aacute;rios, e com o italiano Mario Monti e o finland&ecirc;s Jyrki Katainen afastados da lista por causa dos cargos-chave ocupados anteriormente por compatriotas seus (Mario Draghi no BCE e Olli Rehn respons&aacute;vel pela pol&iacute;tica monet&aacute;ria da Comiss&atilde;o Europeia), a estatura de Wolfgang Sch&auml;uble poderia, pelo menos, adaptar-se, comenta o di&aacute;rio de Munique. Jean-Claude Juncker, cujo mandato termina em junho de 2012, revelou, em janeiro, que n&atilde;o pretendia renovar o seu mandato. Wolfgang Sch&auml;uble foi o pr&oacute;prio a afirmar que o seu sucessor deveria pertencer a um pa&iacute;s classificado com um triplo A pelas ag&ecirc;ncias de rating limitando, assim, que se escolhesse a Alemanha, a Finl&acirc;ndia e a Holanda. Nesse compasso de espera, aguardaria pelo apoio da Fran&ccedil;a, que s&oacute; ir&aacute; intervir depois das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais e legislativas de junho.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:54:49 +0100</pubDate><guid>1654591</guid></item>
<item><title>Zona euro | Depois da tempestade, chegou a vez da política (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1625581-depois-da-tempestade-chegou-vez-da-politica</link><description><![CDATA[A economia europeia parece ter sobrevivido ao pico da crise e enveredado pelo caminho da retoma. Mas esta depende agora, em larga medida, da capacidade dos políticos de porem de lado as hesitações e se abstraírem dos riscos eleitorais que os esperam. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:03:09 +0100</pubDate><guid>1625581</guid></item>
<item><title>Zona euro | Défice: Espanha desiludida com o Eurogrupo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1617711-defice-espanha-desiludida-com-o-eurogrupo</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Uni&atilde;o Europeia exige de Espanha um ajustamento suplementar de 5 milh&otilde;es de euros&rdquo;, <a target="_self" href="http://economia.elpais.com/economia/2012/03/12/actualidad/1331589735_571017.html">critica <em>El Pa&iacute;s</em></a>. A 12 de mar&ccedil;o, o Eurogrupo exigiu ao governo espanhol que reduzisse o seu d&eacute;fice para 5,3% do PIB em 2012 (uma redu&ccedil;&atilde;o de 35 milh&otilde;es de euros), quando o primeiro-ministro Mariano Rajoy desejava n&atilde;o ultrapassar os 30 milh&otilde;es (5,8%). Mesmo que o objetivo inicial fixado pela Comiss&atilde;o tenha sido 4,4%, e mesmo que os parceiros de Madrid consigam adaptar-se, o di&aacute;rio considera que se trata de uma &quot;reviravolta inesperada&quot; para Espanha:</p>
<blockquote><p>Os parceiros europeus querem, acima de tudo, fazer passar a credibilidade da pol&iacute;tica de cortes or&ccedil;amentais para acalmar a intermin&aacute;vel crise do euro. A Europa deixa bem claro que n&atilde;o h&aacute; nada mais importante que a austeridade [...] e responde ao desafio de Mariano Rajoy (...). A Espanha &eacute; a nova fronteira do medo na UE: demasiado grande para cair, demasiado grande para ser resgatada e demasiado grande para que os mercados ignorem um linchamento por viola&ccedil;&atilde;o dos objetivos do d&eacute;fice em 2012. [...] A pancada est&aacute; &agrave; altura do desafio: quando toda a gente esperava uma cr&iacute;tica [atendendo ao objetivo de 5,8%], a Comiss&atilde;o demonstrou que n&atilde;o ir&aacute; fazer concess&otilde;es.</p>
</blockquote>
<p>Por seu turno, o di&aacute;rio <a target="_self" href="http://quiosco.elmundo.orbyt.es/ModoTexto/paginaNoticia.aspx?id=8638074&amp;tipo=4&amp;sec=El%20Mundo&amp;fecha=13_03_2012&amp;pla=pla_562_Madrid"><em>El Mundo</em> considera</a> a decis&atilde;o do Eurogrupo &quot;a vingan&ccedil;a de Olli Rehn&quot;, o comiss&aacute;rio europeu dos Assuntos Econ&oacute;micos e Monet&aacute;rios que &ldquo;tem Espanha debaixo de olho&rdquo;.</p>
<blockquote><p>Para os burocratas de Bruxelas, foi especialmente abomin&aacute;vel que [Mariano Rajoy] tivesse feito a sua declara&ccedil;&atilde;o no dia da assinatura do pacto or&ccedil;amental europeu. [Olli Rehn] procurou reafirmar a sua autoridade relativamente ao novo pacto or&ccedil;amental e foi o argumento que apresentou aos Estados-membros para os convencer de que tinham de reagir, quase salomonicamente, ao desvio anunciado por Mariano Rajoy. O resultado foi um remendo grosseiro, made in Bruxelas. [...] Surpreende esta urg&ecirc;ncia do Eurogrupo em impor mais 0,5% a Espanha quando o or&ccedil;amento de 2012 ainda nem sequer est&aacute; feito.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 14:49:23 +0100</pubDate><guid>1617711</guid></item>
<item><title>Grécia | O naufrágio foi evitado (To Ethnos, Atenas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1600061-o-naufragio-foi-evitado</link><description><![CDATA[Ao convencer entre 85 e 95% dos seus credores privados a reestruturarem parcialmente a dívida que detinham, o Governo grego conseguiu finalmente aquilo que se esperava dele. Mas terá agora de dar sentido aos sacrifícios da população. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 16:44:50 +0100</pubDate><guid>1600061</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Ajuda à Grécia vai para os bancos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1599871-ajuda-grecia-vai-para-os-bancos</link><description><![CDATA[<p>&quot;Para onde v&atilde;o os 130 mil milh&otilde;es de euros da ajuda financeira &agrave; Gr&eacute;cia?&quot; A resposta apresentada por <a target="_self" href="http://www.gazette.de/index.html"><em>Die Gazette</em></a> &eacute; perent&oacute;ria: as institui&ccedil;&otilde;es financeiras estrangeiras recebem 40% do pacote de resgate, a banca grega, 23%, e o Banco Central Europeu, 18%. Os restantes 19% destinam-se a necessidades de financiamento da pr&oacute;pria Gr&eacute;cia.</p>
<blockquote><p>Por outras palavras, mais de 80% do pacote de resgate &eacute; para os credores, isto &eacute;, para os bancos estrangeiros e para o BCE. Os milhares de contribuintes n&atilde;o est&atilde;o a salvar a Gr&eacute;cia mas os bancos.</p>
</blockquote>
<p>Para a publica&ccedil;&atilde;o trimestral alem&atilde;, a ambi&ccedil;&atilde;o de reduzir o endividamento do pa&iacute;s de 160% do PIB para 120% at&eacute; 2020 &eacute; uma &quot;miragem&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 15:09:24 +0100</pubDate><guid>1599871</guid></item>
<item><title>Holanda | Saída do euro: argumentos de Wilders não convencem</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1585421-saida-do-euro-argumentos-de-wilders-nao-convencem</link><description><![CDATA[<p>Decididamente, os populistas n&atilde;o gostam do euro. Ap&oacute;s a francesa Marine Le Pen, chegou a vez do holand&ecirc;s Geert Wilders exigir a introdu&ccedil;&atilde;o de um &quot;novo florim, o mais rapidamente poss&iacute;vel&quot;, <a target="_self" href="https://caps.volkskrant.nl/service/login?service=http%3A%2F%2Fwww.volkskrant.nl%2Fvk%2Fsecured%2Fcheck.do">declara</a> <em>De Volkskrant</em>. O chefe do Partido da Liberdade (PVV) afirmou no dia 5 de mar&ccedil;o que a ado&ccedil;&atilde;o da moeda &uacute;nica teve efeitos negativos relativamente ao crescimento econ&oacute;mico da Holanda e ao poder de compra dos holandeses. Wilders apoia-se num <a target="_self" href="http://www.pvv.nl/images/stories/Netherlands_and_the_Euro_-_summary_report_final.pdf">estudo</a> que mandou realizar pelo gabinete de estudos econ&oacute;micos euroc&eacute;tico Lombard Street Research, de Londres. </p>
<p>Neste relat&oacute;rio, o <em>Volkskrant</em>, que o qualifica de &quot;parcial&quot;, <a target="_self" href="https://caps.volkskrant.nl/service/login?service=http%3A%2F%2Fwww.volkskrant.nl%2Fvk%2Fsecured%2Fcheck.do">estima</a> que o Lombard Street Research &quot;n&atilde;o conseguiu superar as desconfian&ccedil;as iniciais sobre a imparcialidade do estudo&quot;. O jornal acrescenta que o relat&oacute;rio &quot;n&atilde;o &eacute; suficientemente convincente ao demonstrar as vantagens de um regresso ao florim&quot;. Al&eacute;m disso, os investigadores fizeram um c&aacute;lculo errado [o contributo holand&ecirc;s para o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira n&atilde;o representa 10%, mas 5,9%] e forneceram &quot;poucas informa&ccedil;&otilde;es sobre os custos relacionados com a sa&iacute;da da zona euro&quot;, como os efeitos negativos sobre as exporta&ccedil;&otilde;es e o crescimento econ&oacute;mico.</p>
<p>O jornal conclui que o debate sobre o futuro do euro faz sentido, mas que o relat&oacute;rio do Lombard Street Research n&atilde;o contribui em nada:</p>
<blockquote><p>Estas omiss&otilde;es fazem com que o relat&oacute;rio seja pouco &uacute;til para um debate s&eacute;rio sobre um eventual regresso ao florim. Mas tendo em conta a preocupa&ccedil;&atilde;o &agrave; volta do euro, n&atilde;o custa nada aos dirigentes pol&iacute;ticos refletirem sobre todos os tipos de cen&aacute;rios, incluindo as consequ&ecirc;ncias de uma reintrodu&ccedil;&atilde;o do florim.&nbsp;</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 06 Mar 2012 13:01:21 +0100</pubDate><guid>1585421</guid></item>
<item><title>República Checa | No vazio ou fora da manada?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1581991-no-vazio-ou-fora-da-manada</link><description><![CDATA[<p>Sendo o &uacute;nico pa&iacute;s que, juntamente com o Reino Unido, n&atilde;o assinou o pacto or&ccedil;amental europeu, a 2 de mar&ccedil;o, &ldquo;ser&aacute; que a Rep&uacute;blica Checa est&aacute; a regressar a uma &lsquo;no man's land&rsquo; [terra de ningu&eacute;m]?&rdquo;, <a href="http://hn.ihned.cz/c1-54889690-zpet-do-zeme-nikoho" target="_self">interroga-se Tom&aacute;&scaron; Sedl&aacute;ček no <em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em></a>. Este economista constata que o seu pa&iacute;s &eacute; muito pouco entusiasta em rela&ccedil;&atilde;o a uma maior integra&ccedil;&atilde;o europeia, revelando, com isso, &ldquo;uma falta de vis&atilde;o no que diz respeito &agrave; economia nacional, ao pa&iacute;s e &agrave; Europa&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A posi&ccedil;&atilde;o do primeiro-ministro Petr Nečas, segundo o qual o pacto fiscal n&atilde;o traz qualquer benef&iacute;cio para n&oacute;s, resume a nossa triste posi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Uni&atilde;o Europeia: aceitar e n&atilde;o dar&ldquo;, lamenta Tom&aacute;&scaron; Sedl&aacute;ček. Lembra ele que, </p>
<blockquote><p>depois de 1989, a Checoslov&aacute;quia e os dois pa&iacute;ses que resultaram dela tiveram toda a prioridade internacional: partir da 'zona', daquilo que sobrou depois do desmembramento da ex-URSS. Entr&aacute;mos na OCDE, na NATO e na UE para mostrarmos claramente a que lado pertenc&iacute;amos.</p>
</blockquote>
<p>O &ldquo;N&Atilde;O&rdquo; checo &agrave;s regras or&ccedil;amentais europeias n&atilde;o &eacute; um risco para o pa&iacute;s, estima um outro economista no HN. Para <a href="http://dialog.ihned.cz/komentare/c1-54567580-ceske-ne-spolecnym-rozpoctovym-pravidlum-co-znamena-pro-postaveni-ceska-v-evrope">Pavel Kohout</a>, &ldquo;o Tratado n&atilde;o resolve os problemas relacionados com a crise do euro&rdquo;, mas &ldquo;pode contribuir para aprovar a harmoniza&ccedil;&atilde;o fiscal&rdquo;.&nbsp; Mesmo que seja conveniente para a Fran&ccedil;a e para a Alemanha, esta harmoniza&ccedil;&atilde;o seria devastadora para a competitividade checa. </p>
<p>Deixar-se ir tranquilamente na manada significa pagar pelos erros dos outros, como aconteceu com os banqueiros franceses e alem&atilde;es. S&oacute; quem levanta quest&otilde;es &eacute; que pode obter qualquer coisa. </p>
<p>Karel Schwarzenberg, ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, que defende o pacto or&ccedil;amental, j&aacute; disse que a Rep&uacute;blica Checa, &ldquo;que grita bem alto por se encontrar na periferia da UE, podia mudar de opini&atilde;o e assinar o pacto mais tarde, ainda este ano ou para o ano que vem.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 05 Mar 2012 15:06:47 +0100</pubDate><guid>1581991</guid></item>
<item><title>O Bundesbank prega sermão ao BCE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1568851-o-bundesbank-prega-sermao-ao-bce</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Bundesbank exige do BCE mais garantias.&rdquo; &Eacute; a <a target="_self" href="http://www.faz.net/aktuell/wirtschaft/schuldenkrise-die-bundesbank-fordert-von-der-ezb-bessere-sicherheiten-11667413.html">conclus&atilde;o</a> a que o <em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em> chega a partir da carta que o presidente do Banco Central alem&atilde;o dirigiu a Mario Draghi. Jens Weidmann tamb&eacute;m &ldquo;chamou a aten&ccedil;&atilde;o [ao presidente do BCE] para os riscos crescentes do sistema do euro e prop&otilde;e um retomar das regras de seguran&ccedil;a em vigor antes da crise financeira&rdquo;.</p>
<p>De facto, tamb&eacute;m o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em> <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/wirtschaft/ezb-pumpt-geld-in-den-markt-gefaehrliche-billig-billion-1.1297053">estima</a> que, ao optar por se concentrar no resgate do euro e n&atilde;o apenas na regula&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o, Mario Draghi passa a ser um pol&iacute;tico que arrisca muito. Segundo o di&aacute;rio, apesar de a sua pol&iacute;tica ser uma ajuda indiscut&iacute;vel para a moeda &uacute;nica, existe um perigo grave a comprometer o plano de resgate de baixar as taxas de juro e estabilizar os bancos dos pa&iacute;ses do Sul. &Agrave; semelhan&ccedil;a das decis&otilde;es tomadas pelo antigo presidente da Reserva Federal dos EUA, Alan Greenspan, esta pol&iacute;tica introduz</p>
<blockquote><p>grandes quantidades de dinheiro barato, que aflui em in&uacute;meros produtos, com uma subida quase m&aacute;gica dos pre&ccedil;os  &ndash;  para, a seguir, tudo se desmoronar brutalmente. Consequentemente, milh&otilde;es de pessoas em todo o mundo perdem os postos de trabalho e os bancos t&ecirc;m de ser resgatados por milhares de euros dos contribuintes. O dinheiro barato de Draghi provoca uma nova bolha financeira.</p>
</blockquote>
<p>A &uacute;nica solu&ccedil;&atilde;o para evitar este novo desmoronamento seria o BCE retirar este dinheiro do mercado antes que a economia seja atingida e fique paralisada. Mas este procedimento n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil...</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 15:18:59 +0100</pubDate><guid>1568851</guid></item>
<item><title>Alemanha | Ser pobre como um grego (Cicero, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1559371-ser-pobre-como-um-grego</link><description><![CDATA[Como seria a vida de um funcionário público médio alemão se a República Federal fosse obrigada a seguir a mesma cura de austeridade draconiana que, neste momento, impõe à Grécia? Com a ajuda de alguns especialistas, o jornal alemão Cicero tentou imaginá-la. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 17:34:31 +0100</pubDate><guid>1559371</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Duas moedas para os países endividados (Eesti Päevaleht, Talin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1564651-duas-moedas-para-os-paises-endividados</link><description><![CDATA[Em vez de saírem da zona euro, o melhor para os países mais endividados seria adotaram igualmente uma moeda nacional. Esta circularia em paralelo com a moeda única, segundo o modelo do que foi feito nos países da antiga União Soviética, na altura da independência. É esta a sugestão de um politólogo estónio. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 14:26:21 +0100</pubDate><guid>1564651</guid></item>
<item><title>Germania | Merkel obrigada a revelar tudo ao parlamento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1563531-merkel-obrigada-revelar-tudo-ao-parlamento</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Mais direitos para o Bundestag no resgate do euro&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/karlsruhe-staerkt-abgeordnetenrechte-bei-euro-rettung-gedimmte-demokratie-1.1295639">titula o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a> um dia depois da chanceler alem&atilde;, Angela Merkel, ter sofrido mais um rev&eacute;s: o tribunal Constitucional <a target="_self" href="http://www.bundesverfassungsgericht.de/en/press/bvg11-068en.html">decidiu</a> que o Governo n&atilde;o pode contornar o parlamento atrav&eacute;s do grupo de nove parlamentares que designou para decidirem, sem debate p&uacute;blico, as quest&otilde;es urgentes relacionadas com o resgate do euro. Os ju&iacute;zes de Karsruhe [cidade onde est&aacute; instalado o Tribunal Constitucional alem&atilde;o] entenderam que esta op&ccedil;&atilde;o viola os direitos dos outros 600 deputados.</p>
<p>No seu conjunto, a imprensa celebra esta senten&ccedil;a como uma vit&oacute;ria da democracia, &agrave; semelhan&ccedil;a do di&aacute;rio de Munique, que escreve:</p>
<blockquote><p>A chanceler e o seu ministro das Finan&ccedil;as tentaram diminuir o parlamento. Despesas de v&aacute;rios milhares de milh&otilde;es de euros seriam aprovadas, apenas, por nove homens de m&atilde;o. O Tribunal Constitucional n&atilde;o podia nem devia aceitar tal coisa.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 13:22:22 +0100</pubDate><guid>1563531</guid></item>
<item><title>Zona euro | Expulsar a Grécia, uma cura pior que a doença (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1538741-expulsar-grecia-uma-cura-pior-que-doenca</link><description><![CDATA[Obrigar a Grécia a sair da zona euro, erguer uma parede que nos proteja dela e construir a Europa federal? Esta ideia parece seduzir alguns dirigentes europeus. Mas não seria suficiente para regular a crise, e o preço a pagar seria o fim da nossa cultura comum, prevê a editorialista Barbara Spinelli. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:24:32 +0100</pubDate><guid>1538741</guid></item>
<item><title>Crise grega | "Um bom negócio para os bancos"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1538041-um-bom-negocio-para-os-bancos</link><description><![CDATA[<p>&quot;Os gregos salvam os bancos europeus&quot;, <a href="http://paper.meedia.de/titelgallery_drupal/bigview.php?url=http%3A//paper.meedia.de/titelgallery_drupal/%3Fq%3Dgallery/%26g2_view%3Dcore.DownloadItem%26g2_itemId%3D195828&amp;fullview=1" target="_self">&eacute; o t&iacute;tulo, um pouco provocador, de <em>Die Tageszeitung</em></a>. Segundo <a href="http://www.taz.de/Kommentar-Griechenland-Rettung/!88132/" target="_self">este jornal di&aacute;rio alem&atilde;o</a>, a ajuda europeia n&atilde;o favorecer&aacute; os gregos que &ldquo;no futuro, ter&atilde;o que viver com rendimentos ainda menores, com uma prote&ccedil;&atilde;o limitada contra os despedimentos, uma seguran&ccedil;a insuficiente na doen&ccedil;a e a liquida&ccedil;&atilde;o maci&ccedil;a do seu Estado&rdquo;. E apesar de tudo, a divida grega poder&aacute; estar em 2020 ao mesmo n&iacute;vel de hoje.&nbsp; </p>
<p>Para o jornalista Eric Bonse, esta ajuda, que &eacute; um &ldquo;ad&aacute;gio impiedoso&rdquo;, favorece essencialmente o sistema banc&aacute;rio, que gra&ccedil;as aos interesses gerados pelo endividamento do Estado grego, escapar&aacute; a um colapso -</p>
<blockquote><p>Sch&auml;uble &amp;Cie salvaram os credores, n&atilde;o os gregos. S&atilde;o os bancos, as companhias de seguros e os fundos de pens&otilde;es na Alemanha, na Fran&ccedil;a e na Gr&atilde;-Bretanha quem lucrar&aacute; com isso. Em caso de fal&ecirc;ncia [grega], teriam perdido tudo. [...] Os credores privados, que, segundo Sch&auml;uble deveriam tamb&eacute;m ter prestado garantias, s&atilde;o, na verdade, muito favorecidos. &Eacute; um belo neg&oacute;cio para os credores, um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio para a Europa.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 16:03:44 +0100</pubDate><guid>1538041</guid></item>
<item><title>Zona euro | UE reforça controlo sobre os orçamentos nacionais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1537561-ue-reforca-controlo-sobre-os-orcamentos-nacionais</link><description><![CDATA[<p>Al&eacute;m de terem aprovado um segundo resgate da Gr&eacute;cia de 130 mil milh&otilde;es de euros, os ministros das Finan&ccedil;as da UE tamb&eacute;m estabeleceram regras que dar&atilde;o &quot;mais poder &agrave; UE para examinar em pormenor os or&ccedil;amentos dos pa&iacute;ses da zona euro, antes mesmo de estes serem aprovados pelos parlamentos nacionais&quot;, <a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/07034eda-5ca6-11e1-8f1f-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F07034eda-5ca6-11e1-8f1f-00144feabdc0.html&amp;_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.presseurop.eu%2Fsites%2Fall%2Fmodules%2Ffckeditor%2Ffckeditor%2Feditor%2Ffckeditor.html%3FInstanceName%3DoFCK_1%26Toolbar%3DPresseurop#axzz1muTlwMGp">revela o <em>Financial Times</em></a> -</p>
<blockquote><p>A Comiss&atilde;o Europeia poder&aacute; enviar unilateralmente os seus peritos para pa&iacute;ses que necessitam de resgate, para lhes prestarem assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, segundo um modelo id&ecirc;ntico ao da task force que est&aacute; a prestar assist&ecirc;ncia ao Governo grego, supervisionando a aplica&ccedil;&atilde;o das reformas impostas pela UE.</p>
</blockquote>
<p>O <em>FT</em> acrescenta que, nos termos das novas regras - </p>
<blockquote><p>... a Comiss&atilde;o dispor&aacute; de maior poder discricion&aacute;rio para emitir recomenda&ccedil;&otilde;es sobre as pol&iacute;ticas fiscais e de despesa p&uacute;blica, uma coisa que, de um modo geral, evita fazer em rela&ccedil;&atilde;o a pa&iacute;ses que n&atilde;o violam as regras existentes em mat&eacute;ria de d&eacute;fice. </p>
</blockquote>
<p>Este di&aacute;rio salienta que a presen&ccedil;a de equipas da UE em pa&iacute;ses &quot;que enfrentam dificuldades graves&quot; constitui &quot;uma experi&ecirc;ncia potencialmente humilhante para os governos nacionais&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 13:07:00 +0100</pubDate><guid>1537561</guid></item>
<item><title>Grécia | Sem margem para errar (To Ethnos, Atenas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1534271-sem-margem-para-errar</link><description><![CDATA[Na madrugada de 20 para 21 de fevereiro, o Eurogrupo adotou finalmente um segundo plano de resgate, de 130 mil milhões de euros, ao qual se junta o perdão de uma dívida de 107 mil milhões. Mas sem um verdadeiro plano de desenvolvimento económico, este montante não será suficiente para restabelecer o país, prevê o diário grego To Ethnos. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 16:45:19 +0100</pubDate><guid>1534271</guid></item>
<item><title>Crise grega | Troika admite que resgate pode não resultar</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1533441-troika-admite-que-resgate-pode-nao-resultar</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Pesadelo da d&iacute;vida grega posto a nu&rdquo;, <a href="http://www.ft.com/intl/cms/s/b5909e86-5c0f-11e1-841c-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2Fb5909e86-5c0f-11e1-841c-00144feabdc0.html&amp;_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.presseurop.eu%2Fsites%2Fall%2Fmodules%2Ffckeditor%2Ffckeditor%2Feditor%2Ffckeditor.html%3FInstanceName%3DoFCK_1%26Toolbar%3DPresseurop#axzz1muTlwMGp" target="_self">titula o <em>Financial Times</em></a>, revelando <a href="http://www.scribd.com/doc/82260543/Greek-Sustainability-Proposal-CONFIDENTIAL-Febr-15-2012-PP" target="_self">um relat&oacute;rio &ldquo;estritamente confidencial&rdquo;</a> preparado e entregue, na semana passada, pelos analistas da troika (UE/BCE/FMI) aos l&iacute;deres da zona euro. A &ldquo;an&aacute;lise de sustentabilidade da d&iacute;vida&rdquo;, um documento de dez p&aacute;ginas obtido pelo <em>Financial Times</em>, defende que &ndash;</p>
<blockquote><p>&hellip;mesmo no cen&aacute;rio mais otimista, as medidas de austeridade impostas em Atenas podem dar origem a uma recess&atilde;o t&atilde;o profunda que a Gr&eacute;cia n&atilde;o conseguir&aacute; sair do buraco da d&iacute;vida nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos, <a href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/en/ecofin/128075.pdf" target="_self">170 mil milh&otilde;es de euros de resgate</a> [136 mil milh&otilde;es para al&eacute;m dos 34 mil milh&otilde;es que sobraram do primeiro resgate &agrave; Gr&eacute;cia, de 110 mil milh&otilde;es].</p>
</blockquote>
<p>O relat&oacute;rio adverte ainda para o facto de dois dos mais importantes princ&iacute;pios do resgate se poderem autodestruir &ndash; </p>
<blockquote><p>For&ccedil;ar a austeridade na Gr&eacute;cia pode provocar a subida dos n&iacute;veis de endividamento enfraquecendo severamente a economia enquanto a re-estrutura&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida de 200 mil milh&otilde;es de euros poderia impedir a Gr&eacute;cia de alguma vez mais conseguir voltar aos mercados financeiros por assustar os futuros investidores privados.</p>
</blockquote>
<p>O relat&oacute;rio sugere que a d&iacute;vida grega vai diminuir a um ritmo mais lento do que o esperado &ndash; </p>
<blockquote><p>&hellip; apenas para 160 por cento da produ&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica em 2020 &ndash; muito abaixo do objetivo de 120 por cento estabelecido pelo Fundo Monet&aacute;rio Internacional. Num cen&aacute;rio destes, a Gr&eacute;cia precisaria de um resgate que ronda os 245 mil milh&otilde;es de euros, ou seja, muito mais do que os 170 mil milh&otilde;es de euros de proje&ccedil;&atilde;o &ldquo;base&rdquo; sob a qual os ministros da zona euro estiveram a negociar durante toda a noite, na segunda-feira, 20 de fevereiro, em Bruxelas.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 15:03:42 +0100</pubDate><guid>1533441</guid></item>
<item><title>Crise grega | Terapia letal de Bruxelas (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1513561-terapia-letal-de-bruxelas</link><description><![CDATA[O Eurogrupo, que devia reunir-se a 15 de fevereiro, adiou a sua decisão sobre uma nova ajuda, por falta de &quot;garantias políticas&quot; sobre a aplicação do plano de austeridade adotado por Atenas. Mas, em vez dos cortes brutais impostos por Bruxelas, o país precisa é de uma re-estruturação. E ao invés de ser estigmatizado pelos seus parceiros, o que lhe faz falta é solidariedade. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 15:22:13 +0100</pubDate><guid>1513561</guid></item>
<item><title>Crise grega | A Europa é pelo menos tão culpada como Atenas (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1498591-europa-e-pelo-menos-tao-culpada-como-atenas</link><description><![CDATA[A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 17:02:05 +0100</pubDate><guid>1498591</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Para a Time, o destino do mundo depende de Monti</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1497821-para-time-o-destino-do-mundo-depende-de-monti</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Este homem pode salvar a Europa?&rdquo;, pergunta a <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,2106512,00.html" target="_self"><em>Time</em></a> sobre Mario Monti. Em visita a Washington e Nova Iorque por estes dias, &ldquo;o homem mais importante da Europa&rdquo;, como a revista nova-iorquina classifica o chefe do Governo italiano, tem, de facto, a tarefa de evitar a derrocada da zona euro, e at&eacute; mesmo da economia mundial, ao conseguir recuperar o seu pa&iacute;s:</p>
<blockquote><p>A miss&atilde;o de Monti tem implica&ccedil;&otilde;es para todos &ndash; dos financeiros de Wall Street aos oper&aacute;rios chineses. Porque os problemas de It&aacute;lia tornaram-se problemas do mundo inteiro e Monti ter&aacute; de salvar a It&aacute;lia para evitar uma outra crise financeira global. [&hellip;] Apesar da crise da d&iacute;vida na Europa estar a ser travada h&aacute; dois anos, a It&aacute;lia [cuja d&iacute;vida p&uacute;blica ultrapassa 120% do PIB] aparece como a maior amea&ccedil;a &agrave; sobreviv&ecirc;ncia da moeda &uacute;nica, que est&aacute; sob press&atilde;o: paradoxalmente &eacute;, ao mesmo tempo, demasiado grande para falir e demasiado importante para ser salva. [&hellip;] E se se tornar insolvente, isso poder&aacute; desencadear uma s&eacute;rie de acontecimentos que destro&ccedil;ariam a uni&atilde;o monet&aacute;ria e poriam em perigo meio s&eacute;culo de integra&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica.</p>
<p>O sucesso de Monti &eacute; igualmente crucial para a economia mundial. As consequ&ecirc;ncias de um incumprimento de pagamentos por parte de It&aacute;lia &ndash; e, pior, o colapso do euro &ndash; s&atilde;o praticamente inimagin&aacute;veis. A It&aacute;lia poderia provocar uma crise financeira ainda pior do que aquela que foi provocada em 2008 pela fal&ecirc;ncia do banco Lehman Brothers. A onda de choque atingiria os mercados financeiros de todo o mundo, arrastando consigo os bancos e economias inteiras. Uma recess&atilde;o na Europa, onde vivem milh&otilde;es de consumidores ricos, poderia travar a retoma nos Estados Unidos e desacelerar os mercados emergentes. O destino de Mario Monti, da Europa e da retoma mundial est&atilde;o agora inexoravelmente ligados.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 14:55:16 +0100</pubDate><guid>1497821</guid></item>
<item><title>Zona euro | A Grécia esmorece (To Vima, Atenas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1495241-grecia-esmorece</link><description><![CDATA[Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:49:30 +0100</pubDate><guid>1495241</guid></item>
<item><title>Zona euro | A "Grexit" já não é tabu (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1491741-grexit-ja-nao-e-tabu</link><description><![CDATA[Ao mencionarem, como o fez no início desta semana a comissária Neelie Kroes, a saída da Grécia da zona euro, os líderes europeus parecem querer preparar o terreno para tal eventualidade. E isto enquanto Atenas ainda negoceia com os credores privados a re-estruturação da sua dívida. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:53:39 +0100</pubDate><guid>1491741</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Os gregos riem-se de nós (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1487961-os-gregos-riem-se-de-nos</link><description><![CDATA[O jogo dura há cerca de dois anos: Atenas aparenta conformar-se com as exigências dos seus credores e dos seus parceiros, que por sua vez, fingem acreditar nos seus compromissos. Mas, à medida que o espetro do incumprimento se aproxima, o “bluff” grego não pode continuar, estima um editorialista de El Mundo. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:01:42 +0100</pubDate><guid>1487961</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Atenas quer acreditar num acordo para evitar a falência</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1483271-atenas-quer-acreditar-num-acordo-para-evitar-falencia</link><description><![CDATA[<p><a target="_self" href="http://www.ethnos.gr/article.asp?catid=22786&amp;subid=2&amp;pubid=63612714">Para <em>To Ethnos</em></a>, trata-se de um &ldquo;pr&eacute;-acordo&rdquo; que o primeiro-ministro grego, Lucas Papad&eacute;mos, estabeleceu com os dirigentes dos principais partidos pol&iacute;ticos antes de continuar as suas discuss&otilde;es com a troika (FMI, UE, BCE). Segundo o di&aacute;rio, os chefes do Pasok (socialista), da Nova democracia (direita) e do LAOS (extrema-direita) chegaram a acordo sobre uma redu&ccedil;&atilde;o de 1,5% das despesas p&uacute;blicas e aceitaram o in&iacute;cio de uma redu&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo e das pens&otilde;es. </p>
<p><em>To Ethnos</em>, que recorda que os partidos pol&iacute;ticos, sejam eles quais forem, &ldquo;nos levaram &agrave; beira destrui&ccedil;&atilde;o&rdquo;, estima que este acordo</p>
<blockquote><p>nos fornece, claramente, meios para evitar o perigo de fal&ecirc;ncia. Mas &eacute; um acordo que implica grandes e penosos sacrif&iacute;cios para o povo grego, nomeadamente para as camadas mais fracas a n&iacute;vel econ&oacute;mico. &Eacute; algo que deve estar sempre presente no esp&iacute;rito dos dirigentes, para que as suas a&ccedil;&otilde;es tirem o melhor proveito poss&iacute;vel do acordo e tentem evitar os erros e os fracassos das iniciativas passadas para superar a crise.</p>
</blockquote>
<p>Por um lado, as negocia&ccedil;&otilde;es entre Atenas e a troika, e por outro, com os credores, devem continuar esta semana para evitar uma fal&ecirc;ncia com consequ&ecirc;ncias imprevis&iacute;veis.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:39:16 +0100</pubDate><guid>1483271</guid></item>
<item><title>Zona euro | Salvemos o BCE do perigo grego (De Tijd, Antuérpia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1474531-salvemos-o-bce-do-perigo-grego</link><description><![CDATA[A possibilidade de incumprimento da Grécia não está excluída e isso poria em perigo o Banco Central Europeu. Para o evitar, os Estados têm de pagar e darem-lhe garantias, afirma o economista Melvyn Krauss. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:06:42 +0100</pubDate><guid>1474531</guid></item>
<item><title>Cimeira de Davos | Líderes britânicos atacam Alemanha e França</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1450661-lideres-britanicos-atacam-alemanha-e-franca</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Cameron ataca zona euro</em>&rdquo;, &eacute; a&nbsp;<a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/fbeedd38-481a-11e1-b1b4-00144feabdc0.html#axzz1keF4e1S5">manchete do&nbsp;<em>Financial Times</em></a>,&nbsp;depois de o primeiro ministro brit&acirc;nico ter dado aquilo a&nbsp;que o di&aacute;rio londrino chama &ldquo;<em>uma firme repreens&atilde;o</em>&rdquo; &agrave;&nbsp;Alemanha no F&oacute;rum Econ&oacute;mico Mundial de Davos, na&nbsp;Su&iacute;&ccedil;a.</p>
<p>Ao pedir a Berlim para que contribua com mais recursos&nbsp;e garantias para ajudar a resolver a crise da zona euro,&nbsp;Cameron foi particularmente contundente a respeito da&nbsp;introdu&ccedil;&atilde;o de um imposto sobre transa&ccedil;&otilde;es financeiras&nbsp;&ndash; uma iniciativa que considerou &ldquo;<em>pura e simplesmente&nbsp;louca</em>&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O discurso que proferiu, continua o <em>Financial Times</em>,&nbsp;&ndash;</p>
<blockquote><p>&hellip;refletiu a profunda frustra&ccedil;&atilde;o h&aacute; muito sentida pelos representantes brit&acirc;nicos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; lideran&ccedil;a da Alemanha &agrave; frente da zona da moeda &uacute;nica e fez apelo a uma barreira bastante mais forte para evitar o cont&aacute;gio dentro da zona euro e uma d&iacute;vida soberana europeia comum e para que os pa&iacute;ses mais poderosos se empenhem na redu&ccedil;&atilde;o dos seus excedentes comerciais e os pa&iacute;ses em dificuldades tentem minorar os seus&nbsp;</p>
<p>d&eacute;fices.</p>
</blockquote>
<p>Entretanto, nota&nbsp;<a target="_self" href="http://www.thetimes.co.uk/tto/news/"><em>The Times</em></a>,&nbsp;o primeiro ministro brit&acirc;nico&nbsp;v&ecirc;-se envolvido numa &ldquo;<em>nova ronda de tens&otilde;es al&eacute;m-Canal</em>&rdquo; com a Fran&ccedil;a.&nbsp;Cameron e Boris Johnson, <em>mayor </em>de Londres, receiam&nbsp;que o socialista franc&ecirc;s, Fran&ccedil;ois Hollande, prov&aacute;vel&nbsp;vencedor nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais francesas,&nbsp;em maio, possa &ldquo;<em>deitar por terra o plano de recupera&ccedil;&atilde;o&nbsp;econ&oacute;mica da UE e destruir a City de Londres</em>&rdquo;, adianta o di&aacute;rio.</p>
<p>Num manifesto com 60 pontos, publicado a 26 de&nbsp;janeiro, Hollande &ldquo;<em>promete rasgar o tratado fiscal da UE,&nbsp;que ser&aacute; aprovado segunda-feira</em>&rdquo;, refere o di&aacute;rio londrino.&nbsp;Tamb&eacute;m escolheu a ind&uacute;stria financeira&nbsp;&ndash;</p>
<blockquote><p>&hellip;para seu alvo principal, com a promessa de um&nbsp;agravamento de 15% nos impostos cobrados aos lucros&nbsp;banc&aacute;rios, a expuls&atilde;o do mercado de instrumentos&nbsp;financeiros &ldquo;t&oacute;xicos&rdquo;, a proibi&ccedil;&atilde;o de op&ccedil;&atilde;o de aquisi&ccedil;&atilde;o&nbsp;de a&ccedil;&otilde;es, limites aos pr&eacute;mios e um imposto sobre &ldquo;todas&nbsp;as transa&ccedil;&otilde;es financeiras&rdquo;.</p>
</blockquote>
<p>O <em>mayor </em>de Londres acusou Hollande de &ldquo;<em>vingan&ccedil;a&nbsp;pol&iacute;tica de curto prazo</em>&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:44:05 +0100</pubDate><guid>1450661</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Santer volta às lides</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1440541-santer-volta-lides</link><description><![CDATA[<p>O antigo presidente da Comiss&atilde;o Europeia Jacques Santer foi nomeado na&nbsp;segunda-feira, dia 23 de janeiro, para liderar o conselho do Special Purpose&nbsp;Investment Vehicle (SPIV) [ve&iacute;culo de investimento para fins espec&iacute;ficos],&nbsp;criado para refor&ccedil;ar o poder do FEEF, o fundo de resgate da zona euro. Santer,&nbsp;<a target="_self" href="http://www.telegraph.co.uk/finance/financialcrisis/9036199/Tainted-former-EC-president-Jacques-Santer-to-raise-money-for-EU-bail-outs.html">como relembra <em>The</em> <em>Daily Telegraph</em></a>&nbsp;&ndash;</p>
<blockquote><p><em>&hellip;dirigiu a Comiss&atilde;o que colapsou em 1999, ap&oacute;s relatos devastadores de&hellip;&nbsp;fraude e nepotismo terem invadido o &oacute;rg&atilde;o executivo da UE por s&eacute;rias falhas&nbsp;de gest&atilde;o.</em></p>
<p><em>Todos os 20 membros da Comiss&atilde;o se demitiram, o que, na altura, foi visto como a maior crise na hist&oacute;ria da Uni&atilde;o Europeia.</em></p>
</blockquote>
<p>Embora tenha sido absolvido de um envolvimento direto em atos fraudulosos, Santer foi criticado pela &ldquo;<em>sua falha em manter a ordem na Comiss&atilde;o</em>&rdquo;,</p>
<p>observa o di&aacute;rio londrino.</p>
<p>Defendendo a nomea&ccedil;&atilde;o, o presidente do Eurogrupo e primeiro-ministro do&nbsp;Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, declarou que Santer, antigo primeiro-ministro do&nbsp;Luxemburgo, &ldquo;<em>serviu a Europa e o seu pa&iacute;s da melhor forma poss&iacute;vel</em>&rdquo;. No&nbsp;entanto, segundo Martin Callanan, l&iacute;der dos eurodeputados do Partido Conservador brit&acirc;nico&nbsp;&ndash;</p>
<blockquote><p><em>Colocar Jacques Santer &agrave; frente da angaria&ccedil;&atilde;o de fundos &eacute; como colocar o Dr&aacute;cula como respons&aacute;vel do banco de sangue. Os pequenos colaboradores&nbsp;de Santer tiraram-no da reforma para lhe dar outro emprego f&aacute;cil na UE.</em></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 13:07:01 +0100</pubDate><guid>1440541</guid></item>
<item><title>Zona Euro | Apanhados na armadilha grega (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1436871-apanhados-na-armadilha-grega</link><description><![CDATA[Em Atenas, a guerra de nervos entre o governo e os credores privados está a entrar na fase final. Para receber os 130 mil milhões de euros de ajuda financeira, a Grécia tem de apresentar provas de reformas efetuadas. Mas a boa vontade nem sempre é suficiente. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 15:44:27 +0100</pubDate><guid>1436871</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Draghi faz soar o alarme</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1404101-draghi-faz-soar-o-alarme</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A crise &eacute; muito grave, devemos agir agora&rdquo;: <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/art/finanza-e-mercati/2012-01-16/draghi-incertezza-crescita-debiti-191837.shtml?uuid=Aap44seE"><em>II Sole 24 Ore</em> retoma</a> em primeira p&aacute;gina os termos empregados por Mario Draghi para descrever a crise do euro &agrave; Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&oacute;micos. Perante a degrada&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida soberana e as perspetivas de crescimento nulo, o presidente do Banco Central Europeu (BCE) apoiou a necessidade de aumentar o capital dos bancos europeus e de promover medidas que estimulam a economia para contrabalan&ccedil;ar os efeitos negativos das medidas de austeridade sobre o crescimento.&nbsp; </p>
<p>No momento em que Draghi tomava a palavra, no dia 13 de janeiro, a ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o Standard &amp; Poor&rsquo;s reduzia a classifica&ccedil;&atilde;o do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) de AAA para AA+, sob pretexto da desclassifica&ccedil;&atilde;o de diversos pa&iacute;ses que o financiam.</p>
<p>Face &agrave; urg&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o, <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/"><em>Il Sole</em> lamenta</a> que o Presidente franc&ecirc;s tenha adiado por tempo indeterminado o encontro com o primeiro-ministro italiano, Mario Monti, previsto para os pr&oacute;ximos dias:</p>
<blockquote><p>ap&oacute;s ter reivindicado a centralidade da Fran&ccedil;a nos planos de resgate do euro e da Europa, Nicolas Sarkozy parece ter deixado a quest&atilde;o em <em>stand-by</em>: a urg&ecirc;ncia j&aacute; n&atilde;o &eacute; enfrentar a crise da d&iacute;vida com os parceiros italianos e alem&atilde;es, de forma a transmitir uma mensagem forte e clara aos euroc&eacute;ticos, mas evitar um caos eleitoral colossal em casa. N&atilde;o &eacute; novidade: j&aacute; tinha acontecido com Merkel. Uma vez mais, a Europa e a sua crise financeira podem esperar [&hellip;]. &Eacute; nomeadamente devido a estes atrasos que a crise da d&iacute;vida grega est&aacute; a sair muito mais cara e que os especuladores e as ag&ecirc;ncias de duvidosa nota&ccedil;&atilde;o continuam a mandar nos mercados.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 15:57:57 +0100</pubDate><guid>1404101</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Líderes da UE desclassificam-se a si próprios (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1400241-lideres-da-ue-desclassificam-se-si-proprios</link><description><![CDATA[No rescaldo da descida de nível coletiva de nove países da zona euro, incluindo França, tornou-se claro que a política da UE de fundos de resgate conjugados com austeridade económica está esgotada. Chegou a hora de Angela Merkel e os seus parceiros encontrarem uma saída credível, escreve Wolfgang Munchau. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 17:11:12 +0100</pubDate><guid>1400241</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Perante a Standard &amp; Poor's, "o rei vai nu"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1400511-perante-standard-poor-s-o-rei-vai-nu</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p><a target="_self" href="http://lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9647">Para <em>La Stampa</em></a>, &ldquo;a m&uacute;ltipla degrada&ccedil;&atilde;o de sexta-feira n&atilde;o &eacute; mais do que o efeito tardio da cimeira europeia de dezembro; era algo esperado, de tal forma que os danos que esta provocou s&atilde;o, at&eacute; &agrave; data, limitados&rdquo;. &ldquo;A Alemanha e os seus habitantes passam a ter uma responsabilidade acrescida&rdquo;:</p>
<p><span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-stampa.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">se se tratasse apenas de pagar as dívidas de outrem, aquela teria toda a razão em recusar. No entanto, a Alemanha tem noção de que os mercados, do mesmo modo que faziam créditos com juros muito baixos aos países gastadores antes da crise, hoje recompensam de forma excessiva o egoísmo do país mais parcimonioso. À medida que a crise avança, a Alemanha poupa milhões ao pagar taxas de juros excessivamente baixas. O sentido de responsabilidade passa também pelo facto de saber recusar presentes excessivos.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>O <em>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</em>, em Lisboa, <a href="http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2242206&amp;seccao=Viriato%20Soromenho%20Marques&amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco" target="_self">considera que</a> a primeira consequ&ecirc;ncia da degrada&ccedil;&atilde;o da nota&ccedil;&atilde;o francesa &eacute; que:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-diarionoticias.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">dia 13 o eixo Paris-Berlim quebrou-se. O Reno vai voltar a correr impetuoso. A luta pela alteração da política do BCE vai acentuar-se. Nada de bom se pode esperar de um Sarkozy desesperado, e de uma Merkel aterrorizada na sua ilha, que se afunda carregada com as poupanças de europeus em fuga para sítio nenhum. A Europa poderia ter um futuro. Federalismo, com prosperidade. União política, com confiança. Em vez disso está mais perto da implosão, da pobreza, e das baionetas. Os mercados não são o inimigo. A estupidez política, sim.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em Praga, o <a href="http://hn.ihned.cz/c1-54432500-fond-na-zachranu-eura-ztraci-palebnou-silu" target="_self"><em>Hospod&aacute;řsk&eacute; noviny</em> escreve</a> que a S&amp;P n&atilde;o se cansa de referir que &ldquo;o rei vai nu&rdquo;, na medida em que se esperava a redu&ccedil;&atilde;o da nota de nove pa&iacute;ses da zona euro: &ldquo;n&atilde;o fez mais do que revelar o que os investidores j&aacute; sabiam h&aacute; muito: a Europa n&atilde;o funciona muito bem enquanto unidade. [&hellip;] Esta ter&aacute; de mudar, se quiser sobreviver&rdquo;. Outra consequ&ecirc;ncia desta degrada&ccedil;&atilde;o em cadeia: o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) &ldquo;perde autoridade&rdquo;.<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120116hn_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Segundo os especialistas, o comunicado da S&P vai aumentar a pressão para que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MES), que, de qualquer forma, devia substituir o FEEF [1 de julho ], inicie imediatamente as suas funções. A vantagem do MES reside no facto de este não depender da nota dos países, uma vez que dispõe do seu próprio capital. [...] A diminuição da nota em França reforçará o papel da Alemanha na manobra de resgate da zona euro. Sarkozy está a ficar mais fraco, o resgate da zona euro será portanto liderado por Merkel.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Na &Aacute;ustria, a imprensa n&atilde;o poupa o Governo: em Viena, <a href="http://diepresse.com/home/meinung/kommentare/leitartikel/724063/Es-werden-noch-mehrere-Ueberraschungen-folgen?direct=724075&amp;_vl_backlink=/home/wirtschaft/eurokrise/724075/index.do&amp;selChannel=1452" target="_self"><em>Die Presse</em> acusa o executivo</a> de ter sido convidado a<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120116presse_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">mudar de orientação antes de sofrer o mesmo destino do que a Itália. Mas o Governo que qualifica a degradação como “incompreensível” não tenciona fazê-lo e carrega ainda mais no acelerador na corrida para uma nova degradação.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>O mesmo sentimento parece prevalecer em Bratislava, onde o <a href="http://hnonline.sk/nazory/c1-54429770-klub-babrakov" target="_self"><em>Hospod&aacute;rske noviny</em> observa</a> que a sexta-feira 13 deu azar &agrave; zona euro:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-hnsk.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os políticos não se esforçam o suficiente para melhorar a situação. Consequentemente, a Eslováquia paga pela sua adesão ao euro. […] Estamos preocupados com o resgate da Grécia e a contribuição do FEEF. Resultado: instabilidade política e eleições antecipadas.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por fim, observa <a href="http://www.corriere.it/editoriali/12_gennaio_14/rating-editoriale-massimo-gaggi_7408058e-3e79-11e1-8b52-5f77182bc574.shtml" target="_self">o <em>Corriere della Sera</em></a>, a &ldquo;desclassifica&ccedil;&atilde;o em massa&rdquo; &eacute; uma declara&ccedil;&atilde;o de desconfian&ccedil;a face a um euro que tem fortes motiva&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, &ldquo;oriundo de um pa&iacute;s desde sempre c&eacute;tico sobre o destino da moeda &uacute;nica&rdquo;. Dito isto, o &ldquo;verdadeiro problema&rdquo;, segundo o di&aacute;rio milan&ecirc;s,<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-cds.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">é que estas notas, que deveriam alertar os investidores assinalando os riscos que estes ainda não avistaram, surgem apesar de estes alertas serem amplamente divulgados nos mercados. […] A mensagem bem conhecida da S&P sai reforçada: a crise europeia é profunda e não existem soluções fáceis. O caminho a percorrer é longo e está repleto de obstáculos.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:56:37 +0100</pubDate><guid>1400511</guid></item>
<item><title>Zona euro | França na segunda divisão (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1400011-franca-na-segunda-divisao</link><description><![CDATA[Ao descer a notação financeira da França, a 13 de janeiro, a Standard &amp; Poor&#039;s causou uma surpresa dupla: Nicolas Sarkozy e os seus adversários na corrida às eleições presidenciais ficam ainda mais sujeitos à pressão dos mercados e a Europa está mais do que nunca dividida entre Norte e Sul. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 15:30:59 +0100</pubDate><guid>1400011</guid></item>
<item><title>Pacto de estabilidade | "Regra de ouro" deixou de brilhar</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1392391-regra-de-ouro-deixou-de-brilhar</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;&rsquo;Regra de ouro&rsquo; deixa de ser obrigat&oacute;ria nas constitui&ccedil;&otilde;es nacionais&rdquo;, <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/13-01-2012/regra-de-ouro-deixa-de-ser-obrigatoria-nas-constituicoes-nacionais-23777413.htm">escreve o <em>P&uacute;blico</em></a>. De acordo com o di&aacute;rio portugu&ecirc;s, a aplica&ccedil;&atilde;o do princ&iacute;pio do equil&iacute;brio or&ccedil;amental na constitui&ccedil;&atilde;o de cada Estado-membro est&aacute; prestes a ser abandonada, &ldquo;embora a Alemanha ainda n&atilde;o esteja completamente convencida&quot;. </p>
<p>Apesar das inten&ccedil;&otilde;es de Berlim, s&atilde;o muitos os pa&iacute;ses  &ndash;  por exemplo, Irlanda, Dinamarca, Fran&ccedil;a  &ndash;  que invocaram dificuldades jur&iacute;dicas ou pol&iacute;ticas que impedem a altera&ccedil;&atilde;o da sua constitui&ccedil;&atilde;o, pondo assim em causa a ratifica&ccedil;&atilde;o do novo pacto de estabilidade da UE. A mais recente vers&atilde;o do tratado, sujeita a aprecia&ccedil;&atilde;o dos funcion&aacute;rios nacionais em Bruxelas, a 12 de janeiro, ir&aacute; garantir a cada pa&iacute;s o direito de decidir sobre o procedimento a adotar. </p>
<p>De acordo com o di&aacute;rio portugu&ecirc;s, as novas regras entram em vigor a 1 de janeiro de 2013. Os pa&iacute;ses da zona euro v&atilde;o ficar obrigados a eliminar o d&eacute;fice dos seus or&ccedil;amentos atuais e a garantir o equil&iacute;brio or&ccedil;amental.</p>
<p>Estamos &quot;mais perto de um consenso europeu&quot;, <a target="_self" href="http://jornal.publico.pt/noticia/13-01-2012/mais-perto-de-um-consenso-europeu-23773646.htm">escreve o <em>P&uacute;blico</em></a> em editorial, acrescentando que o novo tratado dever&aacute; ser aprovado at&eacute; ao final do m&ecirc;s por todos os Estados-membros da UE, com exce&ccedil;&atilde;o do Reino Unido:</p>
<blockquote><p>As coisas n&atilde;o v&atilde;o ser feitas exatamente como os alem&atilde;es queriam. Uma ced&ecirc;ncia... feita em nome do objetivo principal, que &eacute; ter o novo acordo or&ccedil;amental assinado o mais depressa poss&iacute;vel. O calend&aacute;rio do plano alem&atilde;o para combater a crise do euro exige rapidez e as novas regras ficar&atilde;o inscritas em legisla&ccedil;&atilde;o permanente dos Estados-membros.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 16:11:12 +0100</pubDate><guid>1392391</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Monti atrapalha "Merkozy"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1387661-monti-atrapalha-merkozy</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;Se os italianos n&atilde;o virem, num futuro pr&oacute;ximo, resultados tang&iacute;veis da sua disposi&ccedil;&atilde;o em economizar e instaurar reformas, surgir&aacute; na It&aacute;lia um movimento de protesto contra a Europa, dirigido tamb&eacute;m contra a Alemanha, considerada l&iacute;der da intoler&acirc;ncia no seio da UE, e contra o Banco Central Europeu&rdquo;: o alerta de Mario Monti numa <a target="_self" href="http://www.welt.de/politik/ausland/article13808298/Warum-Italien-mehr-wie-Deutschland-sein-sollte.html">entrevista ao Die Welt Online</a> parece ter chegado aos ouvidos da chanceler.</p>
<p>Assim, <span id="internal-source-marker_0.39861971367890403"><a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9639"><em>La Stampa</em></a></span> titula que &ldquo;Merkel aprova It&aacute;lia&rdquo; e <a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9639" target="_self">escreve</a> que:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112stampa_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Itália de Mario Monti agrada à Alemanha; o projeto de tratado europeu em discussão deixou de ser uma ameaça. […] Claramente, Monti foi dizer a Angela Merkel que compreende muito bem a obstinação dos alemães quando exigem rigor e eficácia por parte dos outros países da zona euro, mesmo à custa de os deixar por muito tempo à beira do abismo. Mas também avisou que não se pode arrastar indefinidamente este jogo de azar e explicou qual é o limite da resistência de Itália.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por seu lado, <a href="http://www.difesa.it/Sala_Stampa/rassegna_stampa_online/Pagine/PdfNavigator.aspx?d=12-01-2012&amp;pdfIndex=69" target="_self"><em>La Repubblica</em> fala</a> de uma &ldquo;ligeira abertura alem&atilde;&rdquo;, dizendo que se Monti conseguiu obter uma flexibiliza&ccedil;&atilde;o do controlo or&ccedil;amental previsto pelo tratado sobre a Uni&atilde;o econ&oacute;mica refor&ccedil;ada, que deve ser discutido em fevereiro, &ldquo;os progressos em mat&eacute;ria de medidas europeias para garantir os mercados s&atilde;o, pelo contr&aacute;rio, m&iacute;nimos&rdquo;.<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112repubblica.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os elogios da chanceler Merkel às realizações do governo Monti […] demonstram até que ponto é significativo, na Europa, o medo de um colapso financeiro de Itália e como é um alívio profundo ver, por fim, o país ser governado de maneira responsável. Mas isso não será suficiente para salvar o país. E, provavelmente, também não chegará para salvar o euro. </p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a id="internal-source-marker_0.39861971367890403" href="http://www.ilsole24ore.com/art/notizie/2012-01-11/problema-italia-225111.shtml?uuid=AamLv3cE"><span>Para </span><em><span>Il Sole 24 Ore</span></em></a>, na Europa &ldquo;o problema j&aacute; n&atilde;o &eacute; a It&aacute;lia&rdquo;, mas sim a Alemanha. Agora que a recess&atilde;o amea&ccedil;a a Europa e a Alemanha e que o relan&ccedil;amento da economia exige um impulso europeu,</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112sole_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Palavras novas, é verdade, mas ainda assim palavras: eis tudo o que Merkel ofereceu à Itália de Monti. […] Enquanto a chanceler alemã fala muito da Europa para não dizer nada e fazer ainda menos, apesar do futuro do euro estar ainda em suspenso; enquanto pretende controlar diretamente as políticas orçamentais dos parceiros sem dar nada em troca; há, verdadeiramente, motivos de preocupação. Especialmente porque este jogo dura há já muito tempo e não anda, como o demonstram os mercados. Ao ponto de, em vez de continuar a culpabilizar os países mediterrânicos pelo seu comportamento irresponsável, que estão penosamente a tentar entrar nos eixos à custa de um elevado preço social, é preciso começar a discutir a irresponsabilidade da Alemanha (a menos que o seu objetivo seja acabar com o euro em vez de o salvar).</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Na Alemanha, o <a target="_self" href="http://www.faz.net/aktuell/wirtschaft/mario-monti-roms-vermoegen-11602364.html#Drucken"><em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em> aprova</a> o elogio da chanceler &agrave;s reformas iniciadas pelo governo de Monti, aconselhando ao chefe do Governo italiano que ouse taxar as enormes fortunas privadas do se pa&iacute;s. O di&aacute;rio conservador tamb&eacute;m n&atilde;o deixa sem resposta o desejo de Monti de permitir que o seu pa&iacute;s consiga taxas de juro mais baixas junto dos mercados:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112faz_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os parceiros da UE têm-se mostrado, desde sempre, pacientes perante o facto de Itália se afastar de um nível de endividamento aceitável. Os italianos não aproveitaram o maior presente oferecido pelo euro: taxas de juro invulgarmente baixas, para re-equilibrarem as suas finanças públicas. […] Não é a UE que deve taxas de juro mais baixas a Itália, mas sim Roma que deve aos seus parceiros a diminuição da sua dívida demasiado alta…</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>A edi&ccedil;&atilde;o online de <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/politik/ausland/0,1518,808090,00.html"><em>Der Spiegel </em>afirma</a> que a teimosia de Berlim em exigir mais austeridade torna-se cada vez mais inaceit&aacute;vel. Uma primeira consequ&ecirc;ncia &eacute; a mudan&ccedil;a que est&aacute; a tomar forma nas rela&ccedil;&otilde;es de poder dentro da UE: &ldquo;Dois contra &lsquo;A Merkel&rsquo;&rdquo;, titula Der Spiegel, referindo-se a um &ldquo;duo&rdquo; entre o Presidente franc&ecirc;s Nicolas Sarkozy e Mario Monti para combater Angela Merkel:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-spiegel.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Por vezes, um portador de esperança pode tornar-se incómodo. […] Monti não quer economizar mais. Quer uma outra política, uma política completamente diferente da de Angela Merkel. […] Tudo o que reivindica é o que Paris quer há muito tempo. […] Até aqui, Merkel conseguiu impor-se quase sempre contra os desejos de França. Agora, França recebe o reforço vindo de Itália, que é a terceira economia da zona euro. No fim da semana passada, Monti fez uma visita ao Presidente francês para se porem de acordo sobre o caminho a seguir. Segundo os rumores, o ambiente foi de harmonia.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 16:19:16 +0100</pubDate><guid>1387661</guid></item>
<item><title>Espanha | Em Salvaterra de Miño, paga-se em pesetas (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1364811-em-salvaterra-de-mino-paga-se-em-pesetas</link><description><![CDATA[Perante a crise, os comerciantes desta vila galega decidiram aceitar de novo, por algum tempo, a antiga moeda nacional. E os clientes, atraídos pelos preços de câmbio do ano de lançamento do euro, em 2002, acorreram em massa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 06 Jan 2012 15:31:40 +0100</pubDate><guid>1364811</guid></item>
<item><title>Grécia | Sair do euro, uma ideia arriscada</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1354971-sair-do-euro-uma-ideia-arriscada</link><description><![CDATA[<p>O euro ou o dracma? A pergunta percorre a imprensa grega numa altura em que o Governo continua as negocia&ccedil;&otilde;es com a UE e o FMI para um novo plano de resgate.</p>
<p>&quot;Perante este desafio &ndash; o mais importante para o pa&iacute;s depois da queda da ditadura dos coron&eacute;is em 1974 -, devemos escolher entre tomarmos todas as medidas necess&aacute;rias para permanecer na zona euro ou seguirmos num descalabro descontrolado e voltarmos, de facto, ao dracma&quot;, <a target="_self" href="http://www.tovima.gr/opinions/article/?aid=437351&amp;h1=true">estima <em>To Vima</em></a>. Por outro lado, este jornal di&aacute;rio critica os partidos pol&iacute;ticos que promovem a instabilidade. O PASOK (socialista), o LAOS (extrema direita) e o Nova Democracia (direita), que &quot;apoiam o Governo [e] praticam ao mesmo tempo uma pol&iacute;tica de oposi&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Por seu lado, <a target="_self" href="http://www.ethnos.gr/article.asp?catid=22791&amp;subid=2&amp;pubid=63598397"><em>To Ethnos</em> real&ccedil;a</a> que &quot;o dilema entre o euro e o dracma n&atilde;o deixa ningu&eacute;m indiferente, nem sequer os partidos de esquerda que t&ecirc;m uma perspetiva diferente sobre o assunto. A verdade &eacute; que este dilema esconde uma grande verdade. As medidas, os planos de resgate, impostos pela UE e pelo Governo grego em nome do euro nos &uacute;ltimos dois anos, e tudo o que n&atilde;o fizemos pelo bem do pa&iacute;s, reaproximou-nos do dracma&rdquo;. Mas este di&aacute;rio lamenta que, embora &quot;a maioria dos gregos n&atilde;o queira o dracma, muitos j&aacute; n&atilde;o se sentem envolvidos no debate&rdquo;.</p>
<p>No entanto, tal como &eacute; destacado <a target="_self" href="http://www.protagon.gr/?i=protagon.el.article&amp;id=11515">no site de informa&ccedil;&atilde;o protagon.gr</a>, &quot;um regresso ao dracma empobrecer&aacute; 90% da popula&ccedil;&atilde;o. Devemos, portanto, entender que, queiramos ou n&atilde;o, &eacute; preciso fazer tudo para permanecer no cl&atilde; do euro para n&atilde;o nos tornarmos o vizinho pobre da &lsquo;Grande Turquia&rsquo;. Temos muito, muito trabalho, com grandes sacrif&iacute;cios, mas a escolha &eacute; nossa&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 14:57:50 +0100</pubDate><guid>1354971</guid></item>
</channel></rss>
