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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Catherine Ashton]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>UE-Líbia | Serviços de Catherine Ashton suspeitos de favoritismo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2042181-servicos-de-catherine-ashton-suspeitos-de-favoritismo</link><description><![CDATA[<p><a target="_self" href="http://www.rue89.com/2012/05/22/europe-catherine-ashton-chef-de-la-diplomatie-soupconnee-de-favoritisme-232348">Segundo o <em>Rue89</em></a>, o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) ir&aacute; abrir em breve um inqu&eacute;rito sobre as &quot;condi&ccedil;&otilde;es de adjudica&ccedil;&atilde;o, pela UE, de um importante contrato na L&iacute;bia a uma empresa brit&acirc;nica n&atilde;o autorizada a operar naquele pa&iacute;s&rdquo;.</p>
<p>O caso, j&aacute; <a target="_self" href="http://euobserver.com/18/116152">referido</a> pelo <em>EUobserver</em>, envolve a empresa brit&acirc;nica G4S-UK, &agrave; qual, contra todas as expectativas, foi adjudicado um contrato de dez milh&otilde;es de euros com o Servi&ccedil;o Europeu para a A&ccedil;&atilde;o Externa (SEAE) referente &agrave; prote&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es da Uni&atilde;o na L&iacute;bia, apesar de, sublinha o Rue89, aquela empresa n&atilde;o ter, &quot;at&eacute; agora, nenhum contrato de seguran&ccedil;a de qualquer delega&ccedil;&atilde;o europeia&quot;, ao contr&aacute;rio do que acontece com outras empresas que participaram no concurso, a Argus da Hungria e a canadiana Garda World.</p>
<p>Para este site de not&iacute;cias franc&ecirc;s, o caso coloca um problema de conflito de interesses no SEAE, dirigido pela brit&acirc;nica Cathernine Asthon:</p>
<blockquote><p>Alguns [&hellip;] suspeitam que a Gr&atilde;-Bretanha utiliza indevidamente a sua influ&ecirc;ncia no seio do SEAE para favorecer as suas principais empresas militares privadas.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 23 May 2012 15:13:44 +0100</pubDate><guid>2042181</guid></item>
<item><title>Israel-UE | Lady Ashton tocou num nervo sensível (Ha’Aretz, Telavive)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1695681-lady-ashton-tocou-num-nervo-sensivel</link><description><![CDATA[A comparação feita pela patroa da diplomacia europeia no dia seguinte ao massacre de Toulouse entre os estudantes judeus assassinados por Mohamed Merah e as crianças vítimas da guerra na Síria, em Gaza ou Sderot, provocou uma onda de indignação em Israel. Mas este último deveria deixar de se fazer de eterna vítima, considera o editorialista Gideon Levy. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:04:30 +0100</pubDate><guid>1695681</guid></item>
<item><title>Irão | UE favorável ao diálogo com o Teerão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1590741-ue-favoravel-ao-dialogo-com-o-teerao</link><description><![CDATA[<p>Um ano ap&oacute;s o fracasso das &uacute;ltimas negocia&ccedil;&otilde;es internacionais sobre o programa nuclear iraniano, &ldquo;a UE quer negociar com o Ir&atilde;o&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.welt.de/print/die_welt/politik/article13907656/Atomstreit-EU-will-mit-dem-Iran-verhandeln.html">anuncia <em>Die Welt</em></a>. O di&aacute;rio berlinense adianta que a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, fez esta oferta em nome do grupo 5+, composto pela Alemanha, a Fran&ccedil;a, o Reino Unido, a China, a R&uacute;ssia e os Estados Unidos. Ao relembrar que os Estados Unidos e Israel continuam a divergir sobre a linha a seguir no dossi&ecirc; iraniano, uma vez que Barack Obama privilegia a diplomacia em vez de poss&iacute;veis incurs&otilde;es militares evocadas por Benjamin Netanyahu, o <a target="_self" href="http://www.welt.de/print/welt_kompakt/print_politik/article13907528/Dank-an-Israel.html">editorial</a> de <em>Die Welt</em> &ldquo;agradece a Israel&rdquo;:</p>
<blockquote><p>N&atilde;o nos iludamos: se a Europa envia a t&atilde;o eloquente como impotente Catherine Ashton em reconhecimento para iniciar uma discuss&atilde;o com o Teer&atilde;o, se Barack Obama eleva a voz contra o desafio iraniano h&aacute; j&aacute; alguns meses, deve-se apenas ao facto dos israelitas se fazerem de fortes e afirmarem que ningu&eacute;m os pode controlar. [...] Se [os israelitas] tivessem sido t&atilde;o prudentes como a maioria dos Estados, Teer&atilde;o n&atilde;o teria problemas em aceder brevemente &agrave; bomba. [...] Em caso de urg&ecirc;ncia, ser&aacute; o Ocidente quem dever&aacute; retirar as armas nucleares das m&atilde;os dos dirigentes iranianos.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 07 Mar 2012 16:42:36 +0100</pubDate><guid>1590741</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | Europa encalha a meio caminho (An-Nahar, Beirute)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/973321-europa-encalha-meio-caminho</link><description><![CDATA[Ao apresentar uma alternativa à posição dos EUA sobre o reconhecimento do Estado palestiniano, a UE expõe-se a críticas e pressões tanto dos palestinianos como dos israelitas. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 21 Sep 2011 16:41:00 +0100</pubDate><guid>973321</guid></item>
<item><title>Não perder a oportunidade líbia | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/888051-nao-perder-oportunidade-libia</link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Mas onde anda a Senhora Ashton? N&atilde;o &eacute; a primeira vez que perguntamos o que anda a fazer a chefe da diplomacia europeia, mas a quest&atilde;o e ainda mais &nbsp;pertinente numa altura &nbsp;em que a L&iacute;bia parece oscilar para o lado da democracia com a ajuda de uma interven&ccedil;&atilde;o militar em que os europeus desempenharam &nbsp;um papel essencial.</p>
<p>Os acontecimentos na L&iacute;bia tiveram o mau gosto de se precipitarem quando as institui&ccedil;&otilde;es de Bruxelas est&atilde;o a gozar as suas tradicionais f&eacute;rias, com o pessoal limitado &agrave; gest&atilde;o dos assuntos correntes. A chefe do Servi&ccedil;o Europeu de A&ccedil;&atilde;o Externa (SEAE) encurtou as suas mas, para se pronunciar, tem de consultar os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros dos Vinte e Sete. Ora, a maior parte deles ainda est&aacute; a descansar. A primeira reuni&atilde;o est&aacute; prevista para&hellip; 12 de setembro.</p>
<p>A 23 de agosto, a Senhora Ashton, ainda assim, <a target="_self" href="http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=SPEECH/11/541&amp;format=HTML&amp;aged=0&amp;language=EN&amp;guiLanguage=en">anunciou</a>, durante uma confer&ecirc;ncia de imprensa que mal teve eco na comunica&ccedil;&atilde;o social, que tinha falado com o chefe do Conselho Nacional de Transi&ccedil;&atilde;o l&iacute;bio (CNT), &nbsp;Moustapha Abdel Jalil, sobre &ldquo;os meios pelos quais a UE, os Estados membros, podem contribuir para um melhor futuro para o povo l&iacute;bio&rdquo;.</p>
<p>O papel desempenhado pelos europeus na crise l&iacute;bia provou que s&atilde;o capazes de se envolverem numa regi&atilde;o &ndash; o Mediterr&acirc;neo &ndash; que os Estados Unidos julgam dentro da sua jurisdi&ccedil;&atilde;o. Capazes de agir militarmente em conjunto, devem agora s&ecirc;-lo politicamente, se poss&iacute;vel atrav&eacute;s das institui&ccedil;&otilde;es comuns. A oportunidade &eacute; a reconstru&ccedil;&atilde;o, setor onde os europeus t&ecirc;m uma experi&ecirc;ncia reconhecida.&nbsp;</p>
<p>Depois de ter estado inexplicavelmente ausente da &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo;, a Uni&atilde;o n&atilde;o pode dar-se ao luxo de falhar estar oportunidade. Sobretudo pela import&acirc;ncia estrat&eacute;gica da L&iacute;bia, por causa da sua posi&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, do seu peso econ&oacute;mico e do seu papel na regulamenta&ccedil;&atilde;o dos fluxos migrat&oacute;rios provenientes da &Aacute;frica subsariana. Entre as ferramentas de que a UE disp&otilde;e, no terreno, esta a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/category/keywords/union-pour-la-mediterranee">Uni&atilde;o para o Mediterr&acirc;neo</a> (UPM): mal nascida e quase abandonada, pode renascer como verdadeiro organismo de coopera&ccedil;&atilde;o e de coordena&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica.&nbsp;Uma tarefa a que a Senhora Ashton se poder&aacute; dedicar e que daria sentido ao seu cargo que, at&eacute; ao momento, tem sido dif&iacute;cil de compreender pelos europeus.</p>
<p>&nbsp;</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 26 Aug 2011 13:20:45 +0100</pubDate><guid>888051</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | O papel a desempenhar pela Europa (Al Hayat, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/810441-o-papel-desempenhar-pela-europa</link><description><![CDATA[Atriz secundária no mundo árabe há muito tempo, a UE poderia surgir como força construtiva entre os E.U.A. e a Rússia, que não estão à altura das convulsões na região, refere uma crónica no Al-Hayat. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 28 Jul 2011 16:42:42 +0100</pubDate><guid>810441</guid></item>
<item><title>Israel – Palestina | Carta de Ashton não impressiona americanos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/713321-carta-de-ashton-nao-impressiona-americanos</link><description><![CDATA[<p>Numa tentativa de travar o plano unilateral palestiniano de garantir o reconhecimento do seu Estado, pelas Na&ccedil;&otilde;es Unidas, em setembro, a UE pediu a &ldquo;convoca&ccedil;&atilde;o urgente&rdquo; do <a target="_self" href="http://www.quartetrep.org/quartet/">Quarteto para o M&eacute;dio Oriente</a> para estabelecer um plano de paz internacional, <a target="_self" href="http://www.haaretz.com/print-edition/news/eu-pushing-peace-plan-based-on-obama-s-1967-borders-speech-1.367512">escreve o di&aacute;rio de Tel Aviv,&nbsp;<em>Ha&rsquo;aretz</em></a>. Quase um m&ecirc;s depois de<a target="_self" href="http://www.nytimes.com/2011/05/20/world/middleeast/20prexy-text.html?_r=1">&nbsp;</a><a target="_self" href="http://www.nytimes.com/2011/05/20/world/middleeast/20prexy-text.html?_r=1">Barack Obama ter declarado</a> que as fronteiras existentes antes da Guerra israelo-&aacute;rabe de 1967 devem ser a base de um acordo entre Israel e a Palestina, o <em>Ha&rsquo;aretz</em> teve acesso a uma carta escrita por <a target="_self" href="http://eeas.europa.eu/index_en.htm">Catherine Ashton</a>, a chefe da pol&iacute;tica externa da UE, &agrave; secret&aacute;ria de Estado norte-americana, Hilary Clinton adotando as propostas do presidente dos Estados Unidos. O presidente Obama &ldquo;estabeleceu dois importantes elementos que podem ser a base da retoma das negocia&ccedil;&otilde;es: fronteiras baseadas no tra&ccedil;ado de 1967 com altera&ccedil;&otilde;es por m&uacute;tuo acordo e firmes garantias de seguran&ccedil;a&rdquo;.</p>
<p>Na carta, escrita em coordena&ccedil;&atilde;o com a Fran&ccedil;a, a Gr&atilde;-Bretanha, a It&aacute;lia e Espanha, a iniciativa palestiniana &eacute; rejeitada por Ashton, que escreve: &ldquo;N&atilde;o &eacute; altura de movimenta&ccedil;&otilde;es unilaterais de nenhum dos lados, porque pode levar a uma escalada do conflito&rdquo;.&nbsp;No pensamento de Lady Ashton est&atilde;o as revoltas democr&aacute;ticas no M&eacute;dio Oriente, que tornam este assunto ainda mais urgente &ldquo;porque precisamos de contribuir para acalmar a instabilidade de uma situa&ccedil;&atilde;o que promete &nbsp;agravar-se ao longo dos pr&oacute;ximos meses&rdquo;.&nbsp;Segundo o <em>Ha&rsquo;aretz</em>, &ldquo;a secret&aacute;ria de Estado Clinton e a administra&ccedil;&atilde;o norte-americana n&atilde;o gostaram da iniciativa de Ashton, nesta altura&rdquo;, porque &ldquo;preferem garantir o apoio do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para serem retomadas as negocia&ccedil;&otilde;es com os palestinianos&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 13:13:38 +0100</pubDate><guid>713321</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Cinco mil milhões para ajuda às revoluções árabes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/676901-cinco-mil-milhoes-para-ajuda-revolucoes-arabes</link><description><![CDATA[<p>Integrada na chamada Pol&iacute;tica de Vizinhan&ccedil;a, a &ldquo;UE condiciona a ajuda aos pa&iacute;ses &aacute;rabes para a democracia&quot;, <a target="_self" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/UE/condiciona/ayuda/paises/arabes/democracia/elpepiint/20110526elpepiint_3/Tes">segundo traz o di&aacute;rio <em>El Pa&iacute;s</em> em t&iacute;tulo</a>. Em 25 de maio, a Alta Representante para os Neg&oacute;cios Estrangeiros, Catherine Ashton, e o comiss&aacute;rio para a <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/world/enp/policy_fr.htm">Pol&iacute;tica Europeia de Vizinhan&ccedil;a</a>, Stefan Fuele, apresentaram a <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/world/enp/pdf/com_11_303_fr.pdf">nova estrat&eacute;gia</a> relativamente aos 16 pa&iacute;ses mais pr&oacute;ximos da Uni&atilde;o, tanto a Leste como a Sul. Dos sete mil milh&otilde;es de euros a disponibilizar at&eacute; 2013, cinco mil milh&otilde;es v&atilde;o para pa&iacute;ses do Sul do Mediterr&acirc;neo.</p>
<p>At&eacute; agora, recorda El Pais, em pa&iacute;ses como o Egito e a Tun&iacute;sia, a estrat&eacute;gia da UE baseava-se no princ&iacute;pio da &quot;seguran&ccedil;a a troco de milh&otilde;es de euros&rdquo;. Hoje, alguns par&acirc;metros v&atilde;o permitir &agrave; Europa aferir o n&iacute;vel da democratiza&ccedil;&atilde;o nesses pa&iacute;ses: elei&ccedil;&otilde;es livres, liberdade de express&atilde;o e de imprensa, sistema judici&aacute;rio independente, luta contra a corrup&ccedil;&atilde;o e for&ccedil;as de seguran&ccedil;a e ex&eacute;rcitos democraticamente controlados. O jornal sublinha que o plano divulgado pela chefe da diplomacia europeia tamb&eacute;m inclui medidas para controlar os fluxos migrat&oacute;rios. Mas &quot;Ashton negou que se trate de dinheiro para evitar a imigra&ccedil;&atilde;o&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2011 13:49:26 +0100</pubDate><guid>676901</guid></item>
<item><title>Diplomacia europeia | Contestação a Lady Ashton</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/669171-contestacao-lady-ashton</link><description><![CDATA[<p>Acabada de chegar do reduto rebelde l&iacute;bio de Bengasi, <a target="_self" href="http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/EN/foraff/122140.pdf">com a inaugura&ccedil;&atilde;o da Delega&ccedil;&atilde;o da UE no local</a>, a respons&aacute;vel pelos Assuntos Externos da UE, Catherine Ashton, ser&aacute; submetida a um &ldquo;interrogat&oacute;rio sobre a 'incompet&ecirc;ncia' da pol&iacute;tica da UE&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/eu/8529785/Baroness-Ashton-faces-grilling-over-incompetent-EU-policy.html">refere o <em>Daily Telegraph</em></a>. Acusada de estar rodeada de &ldquo;yes men&rdquo; e de ter &ldquo;adotado uma atitude defensiva em vez de lidar com os problemas&quot;, a Baronesa Ashton ser&aacute; acusada, num almo&ccedil;o &ldquo;invent&aacute;rio&rdquo; de ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros da UE, de ter enveredado por uma pol&iacute;tica &ldquo;incoerente&rdquo;. &ldquo;Fran&ccedil;a, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica e Holanda v&atilde;o estar entre os pa&iacute;ses que reconhecem que falhou ao n&atilde;o conseguir impor a sua autoridade no SEAE, um servi&ccedil;o diplom&aacute;tico criado pelo Tratado de Lisboa em prol de uma maior unidade da pol&iacute;tica externa&rdquo;, explica o di&aacute;rio londrino. E adianta que &ldquo;diplomatas e funcion&aacute;rios acusam Lady Ashton de reagir muito lentamente aos acontecimentos, como no caso da primavera &aacute;rabe&rdquo;. H&aacute; pa&iacute;ses, inclusivamente, que desconfiam que &ldquo;Lady Ashton s&oacute; se mant&eacute;m em fun&ccedil;&otilde;es porque os Tories [o partido no Governo brit&acirc;nico], que tentou bloquear o Tratado de Lisboa, est&atilde;o todos contentes com uma &quot;incompetente&quot; na pasta dos Neg&oacute;cios Estrangeiros&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 23 May 2011 13:39:16 +0100</pubDate><guid>669171</guid></item>
<item><title>Bielorrússia | Europa defende Poczobut</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/652251-europa-defende-poczobut</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Europa apoia Poczobut&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75248,9588907,Poczobut_oskarzony.html">traz em manchete o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, um dia ap&oacute;s o correspondente bielorrusso do di&aacute;rio de Vars&oacute;via, Andrzej Poczobut, e ativista da oposi&ccedil;&atilde;o ser formalmente acusado de insultar e difamar o presidente Alexander Lukashenko. Preso h&aacute; 38 dias, Poczobut enfrenta uma pena que pode ir at&eacute; quatro anos de pris&atilde;o. Fazendo eco de Catherine Ashton, ministra dos Neg&oacute;cios Estrangeiros e do presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, <a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+MOTION+P7-RC-2011-0334+0+DOC+XML+V0//PT">os eurodeputados apelaram</a> ao regime de Minsk para retirar as queixas e libert&aacute;-lo. As autoridades bielorrussas recusaram at&eacute; agora dar-lhes ouvidos e a libertar Poczobut sob fian&ccedil;a ou sob a guarda de 40 pessoas. &ldquo;A aus&ecirc;ncia de lei mascarada por tr&aacute;s dos trajes do procurador e do juiz permanece ausente&hellip; S&oacute; &eacute; mais hip&oacute;crita e perversa&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,86117,9588981,Andrzeju__trzymaj_sie_.html">conclui o editorial do <em>Gazeta Wyborcza</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 13 May 2011 13:03:20 +0100</pubDate><guid>652251</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE com assento na ONU</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/634501-ue-com-assento-na-onu</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, pode agora dirigir-se &agrave;s Na&ccedil;&otilde;es Unidas tal como os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, da Venezuela, Hugo Ch&aacute;vez ou da R&uacute;ssia, Dimitri Medvedev&rdquo;, <a target="_self" href="http://euobserver.com/9/32262">escreve o <em>EUObserver</em></a>. A partir de agora v&atilde;o ser simbolicamente atribu&iacute;dos &agrave; UE &ldquo;quase todos os direitos&rdquo; de que gozam os Estados-membros das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, incluindo &ldquo;o direito de falar, o direito de apresentar propostas e emendas, o direito de resposta, o direito de fazer pontos de ordem e o direito de circula&ccedil;&atilde;o de documentos&rdquo;. </p>
<p>At&eacute; aqui, a Uni&atilde;o Europeia tinha apenas estatuto de observador nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas. No ano passado, <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/339201-ue-e-persona-non-grata-na-onu">uma tentativa semelhante</a>, levada a cabo pela B&eacute;lgica, para dar &agrave; UE um estatuto pr&oacute;ximo de membro de pleno direito, foi rejeitada. O novo estatuto permitir&aacute; que a chefe da pol&iacute;tica externa da UE, a Alta Representante Catherine Ashton e os seus funcion&aacute;rios, falem naquele palco. Ashton est&aacute; &ldquo;encantada&rdquo; com esta altera&ccedil;&atilde;o que, nas suas palavras, &ldquo;permitir&aacute;, no futuro, que os representantes da UE apresentem e promovam as posi&ccedil;&otilde;es da Uni&atilde;o Europeia nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas&rdquo;, noticiou o s&iacute;tio de informa&ccedil;&atilde;o com sede em Bruxelas. </p>
<p>Segundo o<em> EUObserver</em>, para conseguir este novo estatuto, a UE concordou com altera&ccedil;&otilde;es na estrutura das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, que transformam a organiza&ccedil;&atilde;o &ldquo;de uma assembleia de Estados num corpo que tamb&eacute;m oferece direitos de representa&ccedil;&atilde;o a blocos regionais, incluindo potencialmente a Uni&atilde;o Africana, a Liga &Aacute;rabe e a Uni&atilde;o Sul-Americana&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 04 May 2011 11:25:01 +0100</pubDate><guid>634501</guid></item>
<item><title>Fim da linha, senhora  Ashton | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/591171-fim-da-linha-senhora-ashton</link><description><![CDATA[<p>Chegamos quase a ter saudades de Javier Solana, o insond&aacute;vel Alto Representante para a Pol&iacute;tica Externa e de Seguran&ccedil;a Comum da UE: pelo menos, v&iacute;amo-lo de vez em quando, em reuni&otilde;es internacionais ou a &quot;animar&quot; confer&ecirc;ncias de imprensa onde triunfava a linguagem diplom&aacute;tica, que nada diz. O Servi&ccedil;o Europeu para a A&ccedil;&atilde;o Externa (<a href="http://eeas.europa.eu/index_fr.htm" target="_self">SEAE</a>), que devia dar &agrave; Uni&atilde;o aquela voz comum que estava a faltar, est&aacute; agora instalado, h&aacute; mais de tr&ecirc;s meses, e a sua dirigente, Catherine Ashton, brilha pela <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/581031-salvemos-soldado-ashton">aus&ecirc;ncia</a>. Ausente &ndash; ou substitu&iacute;da por outros l&iacute;deres europeus &ndash; no mundo &aacute;rabe em ebuli&ccedil;&atilde;o; ausente no Jap&atilde;o; ausente na L&iacute;bia; ausente em <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/507011-catherine-ashton-perdeu-o-barco">Lampedusa</a>. O que ser&aacute; necess&aacute;rio para que Ashton e o SEAE saiam, finalmente, do seu cantinho? Uma guerra na sua rua? Uma invas&atilde;o do Reino Unido?</p>
<p>Por seu lado, os Estados-membros, que escolheram Ashton para fazer exatamente o que est&aacute; a fazer, agem cada qual segundo os seus interesses particulares: <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/374771-ultima-gargalhada-de-napoleao">Paris e Londres, atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de um ex&eacute;rcito comum</a>, buscando o apoio das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a interven&ccedil;&atilde;o <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/578571-paris-e-londres-apoderaram-se-da-politica-externa-da-ue">contra a L&iacute;bia de Muammar Kadhafi</a>; Paris, uma vez mais, no seu envolvimento militar ao lado das tropas de Alassane Ouattara, na Costa do Marfim, isto para citar apenas alguns exemplos recentes.</p>
<p>Equivale a reconhecer que, com o SEAE, o dinheiro dos contribuintes europeus &eacute; atirado pela janela. Esses <a target="_self" href="http://www.regards-citoyens.com/article-la-crise-ou-comment-reduire-les-gaspillages-et-donner-du-sens-a-la-solidarite-europeenne-graspe-54725076.html">570 milh&otilde;es de euros anuais</a> poderiam ser gastos de forma mais eficaz do que nas interven&ccedil;&otilde;es civis, militares e humanit&aacute;rias que se supunha que devia promover e de que ainda n&atilde;o ouvimos falar. Muito t&iacute;mido e mudo, o SEAE apaga-se discretamente em benef&iacute;cio das capitais, que falam cada uma por si. Ora, cara Lady Ashton, a timidez n&atilde;o faz parte dos princ&iacute;pios enunciados pelos pais fundadores!</p>
<p>Assim, ou a Uni&atilde;o Europeia aceita essa limita&ccedil;&atilde;o e adapta-se &ndash; em suma, renuncia a uma pol&iacute;tica externa digna desse nome &ndash;, ou reage e muda de rumo. O caminho at&eacute; agora seguido pela diplomacia europeia, de facto, n&atilde;o leva a lado nenhum. Quanto &agrave; condutora, dada a sua falta de coragem, iniciativa e energia, n&atilde;o ser&aacute; talvez melhor ceder os comandos a algu&eacute;m mais inspirado, antes de chegar ao fim da linha? H&aacute; algum candidato na sala?</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 19:16:14 +0100</pubDate><guid>591171</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Salvemos a soldado Ashton (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/581031-salvemos-soldado-ashton</link><description><![CDATA[Num momento em que a crise líbia se desenrola às portas da Europa, a Alta Representante da UE para a política externa está totalmente ausente de cena. É caso para perguntar se o seu cargo ainda faz algum sentido, escreve o analista José Ignacio Torreblanca. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 01 Apr 2011 17:30:07 +0100</pubDate><guid>581031</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Paris e Londres apoderaram-se da política externa da UE (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/578571-paris-e-londres-apoderaram-se-da-politica-externa-da-ue</link><description><![CDATA[A França e o Reino Unido tomaram a iniciativa em relação à Líbia e ocuparam os postos-chave do Serviço Europeu para a Ação Externa, mandando às urtigas o esboço de diplomacia europeia que tem vindo a ser penosamente desenhado. A tal ponto que alguns acham que seria melhor confiar a política externa da UE diretamente a Paris e a Londres. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 16:23:58 +0100</pubDate><guid>578571</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | Diplomacia europeia desarmada (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/562891-diplomacia-europeia-desarmada</link><description><![CDATA[Os europeus lideram o conflito contra o regime líbio. Mas a União Europeia está muda e impotente, submetida à vontade dos seus Estados-membros, ciosos das suas prerrogativas, e às incoerências alemãs. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 21 Mar 2011 15:45:41 +0100</pubDate><guid>562891</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Sigamos o exemplo espanhol (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/528061-sigamos-o-exemplo-espanhol</link><description><![CDATA[A 2 de março, o chefe do Governo espanhol foi o primeiro dirigente europeu a visitar Tunes e propôs ajuda política e 300 mil milhões de euros. Esta devia ser a política europeia para os países árabes que se democratizam, escreve Le Monde. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 04 Mar 2011 15:38:33 +0100</pubDate><guid>528061</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Europa inventa a doutrina zero (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/517691-europa-inventa-doutrina-zero</link><description><![CDATA[Em situações importantes todas as grandes potências têm uma doutrina diplomática clara, que aplicam segundo os seus interesses. Perante as revoluções árabes, vai sendo tempo de a Europa encontrar a sua, afirma o editorialista José Ignacio Torreblanca. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 25 Feb 2011 17:35:56 +0100</pubDate><guid>517691</guid></item>
<item><title>A nobreza da democracia | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/517051-nobreza-da-democracia</link><description><![CDATA[<p>Uma Irlanda zangada vota hoje. E vai seguramente eleger como seu pr&oacute;ximo primeiro-ministro Enda Kenny, do Fine Gael, um partido de centro-direita, em substitui&ccedil;&atilde;o do Fianna F&aacute;il, outro partido de centro-direita, geralmente tido como respons&aacute;vel pelo descalabro econ&oacute;mico do pa&iacute;s. Kenny, como a maioria dos dirigentes pol&iacute;ticos da Irlanda, pretende levar a cabo mais ou menos as mesmas pol&iacute;ticas desenvolvidas pelo seu antecessor: mais or&ccedil;amentos de austeridade, controlados pelos termos da ajuda econ&oacute;mica da UE/FMI, e continua&ccedil;&atilde;o da entrega de milhares de milh&otilde;es de dinheiro p&uacute;blico a bancos falidos irlandeses. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/513801-ue-fmi-unica-saida-para-os-irlandeses" target="_blank">Como observou o colunista Fintan O'Toole</a>: &ldquo;Na verdade, toda a raiva e mal-estar, toda a cr&iacute;tica e espalhafato redundar&atilde;o em quase nada&rdquo;.</p>
<p>Ao mesmo tempo que exercem resignadamente o seu direito democr&aacute;tico, os irlandeses v&atilde;o acompanhando atentamente as insurrei&ccedil;&otilde;es no Norte de &Aacute;frica e no M&eacute;dio Oriente, onde centenas de pessoas est&atilde;o a morrer por liberdades b&aacute;sicas. Muitos ficam colados &agrave; Al Jazira ou &agrave; BBC, seguindo os trepidantes ou arrepiantes acontecimentos que os comovem e empolgam, porque, como a maioria de n&oacute;s, aqueles povos revelam ter instintivamente a no&ccedil;&atilde;o da nobreza da democracia. Simultaneamente, os cora&ccedil;&otilde;es irlandeses devem sucumbir &agrave; ideia de que, a um dado momento, depois de todos aqueles sacrif&iacute;cios e sangue derramado, os povos da Tun&iacute;sia, do Egito e da L&iacute;bia v&atilde;o ter de escolher entre varia&ccedil;&otilde;es locais do Fianna F&aacute;il ou do Fine Gael, disputando que impostos tirar da cartola, que servi&ccedil;os p&uacute;blicos cortar e como conseguir um melhor juro para re-embolsar a UE/FMI. </p>
<p>A ado&ccedil;&atilde;o da democracia tem inevitavelmente de conduzir ao equ&iacute;voco tecnocr&aacute;tico? Sob certos aspetos, compara&ccedil;&otilde;es recentes entre eventos atuais e as revolu&ccedil;&otilde;es europeias de 1989 s&atilde;o pouco otimistas. <a href="http://homepages.nyu.edu/~jat7/Pacek_PopEleches_Tucker_Turnout.pdf" target="_blank">Se a aflu&ecirc;ncia &agrave;s urnas em antigos pa&iacute;ses comunistas</a>, como Rom&eacute;nia, Bulg&aacute;ria, Rep&uacute;blica Checa e Pol&oacute;nia, s&atilde;o um bar&oacute;metro para o entusiasmo que a democracia inspira, a m&eacute;dia de 50 a 60% nas elei&ccedil;&otilde;es sugere que a resposta seja afirmativa: em apenas 20 anos de vig&ecirc;ncia, quase metade dos respetivos eleitorados demitiu-se pura e simplesmente. </p>
<p>N&atilde;o se trata apenas de complac&ecirc;ncia. Parece ter igualmente a ver com a tibieza e falta de paix&atilde;o que manifestam os nossos dirigentes. Como podem, por exemplo, ter-lhes respeito quando a respons&aacute;vel da UE pelos Neg&oacute;cios Estrangeiros, Catherine Ashton, e Barack Obama <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/515491-facam-o-que-eu-digo-nao-facam-o-que-eu-faco" target="_blank">se mostraram t&atilde;o embara&ccedil;osamente pouco entusiastas</a> quando os eg&iacute;pcios invadiram a Pra&ccedil;a da Liberta&ccedil;&atilde;o, pondo em risco a pr&oacute;pria vida? O que fariam se a tirania assaltasse de novo a Europa? E no entanto, isto n&atilde;o tem tanto a ver com as suas fraquezas pessoais, mas mais com uma cultura pol&iacute;tica de avers&atilde;o ao risco, o que significa que uma mulher essencialmente &iacute;ntegra como Ashton e o em tempos empolgante Obama t&ecirc;m pouco espa&ccedil;o de manobra &ndash; parecem esmagados, e n&atilde;o libertados, por todo o poder que det&ecirc;m. Vivendo n&oacute;s em sociedades que n&atilde;o ousam nada, &eacute; l&oacute;gico que nada muda, e, consequentemente, votar torna-se apenas um gesto t&atilde;o estimulante como escolher entre marcas de cereais no supermercado. No entanto, apesar de d&eacute;cadas de tirania, os povos do Norte de &Aacute;frica est&atilde;o a demonstrar que o que parece uma realidade firme como a&ccedil;o pode rapidamente desfazer-se em p&oacute;. Ao entrar na sala de voto, os irlandeses, na qualidade de europeus, devem recordar-se que o mundo n&atilde;o &eacute; um calv&aacute;rio, mas uma p&eacute;rola ao nosso alcance.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 25 Feb 2011 14:30:39 +0100</pubDate><guid>517051</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Façam o que eu digo, não façam o que eu faço (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/515491-facam-o-que-eu-digo-nao-facam-o-que-eu-faco</link><description><![CDATA[Mentirosos, trapaceiros ou mesmo imorais, e frequentemente irresponsáveis. Os dirigentes europeus estão hoje mal colocados para fazer vingar os valores da UE junto dos revoltosos do mundo árabe, denuncia o Frankfurter Rundschau. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 24 Feb 2011 15:49:37 +0100</pubDate><guid>515491</guid></item>
<item><title>Plantu | Ultrapassados | Cartoon (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/515441-ultrapassados</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 24 Feb 2011 15:16:37 +0100</pubDate><guid>515441</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | A "ignomínia" dos europeus (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/513991-ignominia-dos-europeus</link><description><![CDATA[Face aos massacres cometidos pelo regime de Kadhafi na Líbia, como podem os países europeus limitar-se a fazer apelos à moderação e a preocupar-se com o afluxo de refugiados? O diário El País publica um editorial indignado. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 23 Feb 2011 16:59:31 +0100</pubDate><guid>513991</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | Medir forças com Kadhafi</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/510961-medir-forcas-com-kadhafi</link><description><![CDATA[<p>&quot;Se a Uni&atilde;o Europeia continuar a apoiar as manifesta&ccedil;&otilde;es, a L&iacute;bia deixar&aacute; de cooperar em mat&eacute;ria de imigra&ccedil;&atilde;o ilegal&quot;. Eis, <a href="http://www.dirittiglobali.it/home/categorie/33-internazionale/10674-qstop-collaborazione-sullaimmigrazione-se-launione-europea-sostiene-i-ribelliq.html" target="_blank">resumido por <em>La Repubblica</em></a>, o teor da mensagem enviada por Tr&iacute;poli &agrave; presid&ecirc;ncia h&uacute;ngara da UE, no dia 20 de fevereiro. A amea&ccedil;a &eacute; preocupante, explica o di&aacute;rio italiano, porque &quot;se a barreira l&iacute;bia ceder, vamos ter um &ecirc;xodo de propor&ccedil;&otilde;es b&iacute;blicas, de dezenas de milhares de africanos que trabalham como escravos ou que s&atilde;o mantidos em centros de deten&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia&rdquo;. H&aacute; v&aacute;rias semanas que traficantes de seres humanos preparam, com o aval das autoridades locais, o embarque de milhares de desesperados&quot;, acrescenta o di&aacute;rio romano. Franco Frattini, o ministro italiano dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, &ldquo;espera manifestamente que Kadhafi retome o controlo da situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, escreve <em><a href="http://www3.lastampa.it/esteri/sezioni/articolo/lstp/389887/" target="_blank"><em>La Stampa</em></a></em>. Segundo o ministro, as revoltas na L&iacute;bia &ldquo;n&atilde;o s&atilde;o baseadas na falta de liberdade, como na Tun&iacute;sia e no Egito, mas na vontade de fundar um Estado islamista fundamentalista&rdquo;, e n&atilde;o deveriam, por conseguinte, ser incentivadas.</p>
<p>&ldquo;A Uni&atilde;o Europeia optou por defrontar o regime do coronel Kadhafi&quot;, <a href="http://www.letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp;jsessionid=A6667937B2BC53CDA863CC25AF54BD6A" target="_blank">constata por seu lado<em> Le Temps</em></a>. &quot;Chegados a Bruxelas no domingo &agrave; noite [20 de fevereiro] para um jantar amplamente consagrado &agrave; crise l&iacute;bia, os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros dos Vinte e Sete exortaram o regime l&iacute;bio a corresponder &agrave;s aspira&ccedil;&otilde;es 'leg&iacute;timas' do povo e a cessar a repress&atilde;o sangrenta das manifesta&ccedil;&otilde;es.&rdquo; No que diz respeito &agrave; L&iacute;bia, a UE est&aacute; &quot;numa posi&ccedil;&atilde;o extremamente delicada&rdquo;, prossegue o di&aacute;rio de Genebra. &ldquo;H&aacute; anos que os comportamentos ultrajantes do coronel Kadhafi <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/273741-khadafi-chantageia-europa" target="_blank">p&otilde;em os nervos dos Vinte e Sete &agrave; prova</a>, como foi o caso dos ref&eacute;ns su&iacute;&ccedil;os em Tr&iacute;poli. Mas o facto de este pa&iacute;s ser importante para o abastecimento energ&eacute;tico da Uni&atilde;o e desempenhar um papel chave na conten&ccedil;&atilde;o da imigra&ccedil;&atilde;o clandestina proveniente da &Aacute;frica subsariana &ndash; devido aos seus dois mil quil&oacute;metros de costa e quatro mil quil&oacute;metros de fronteira com os seis vizinhos africanos &ndash; representa uma bomba &agrave;s portas da Europa.&quot; O apelo lan&ccedil;ado a Tr&iacute;poli por Catherine Ashton, no dia 20 de fevereiro, para &quot;um di&aacute;logo aberto e significativo&quot; n&atilde;o colhe, contudo, a unanimidade entre os pa&iacute;ses-membros. &quot;A It&aacute;lia e a Rep&uacute;blica Checa recusaram-se a condenar com rudeza a L&iacute;bia, no domingo &agrave; noite, fazendo prever debates muito acesos entre os Vinte e Sete, caso a situa&ccedil;&atilde;o se venha a deteriorar ainda mais&quot;, l&ecirc;-se no<em> Temps</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 21 Feb 2011 15:59:31 +0100</pubDate><guid>510961</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Catherine Ashton perdeu o barco (Libération, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/507011-catherine-ashton-perdeu-o-barco</link><description><![CDATA[A 16 de fevereiro, Catherine Ashton anunciou uma ajuda de 258 milhões de euros até 2013 à Tunísia. Para o Libération, foi preciso esperar pela chegada dos &quot;embarcados&quot; tunisinos à costa de Lampedusa para que a UE aceite finalmente dar um apoio ativo à revolução tunisina. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 17 Feb 2011 16:06:53 +0100</pubDate><guid>507011</guid></item>
<item><title>Mediterrâneo | Um desafio para a nossa diplomacia (Der Standard, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/503781-um-desafio-para-nossa-diplomacia</link><description><![CDATA[Revoluções na Tunísia e no Egito, afluxo de refugiados a Lampedusa: a UE está sempre a ser apanhada desprevenida. Para evitar novas crises, a UE devia pensar desde já numa associação tão estreita quanto possível dos Estados do Magrebe, considera Der Standard. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 15 Feb 2011 17:00:55 +0100</pubDate><guid>503781</guid></item>
<item><title>Glez | A posição de Lady Ashton | Cartoon (Le Journal du jeudi, Uagadugu)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/483541-posicao-de-lady-ashton</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 13:37:21 +0100</pubDate><guid>483541</guid></item>
<item><title>Instituições | Catherine Ashton, a mulher invisível (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/481951-catherine-ashton-mulher-invisivel</link><description><![CDATA[Deveria ser a voz da Europa na cena internacional, a diplomata principal para todo o mundo de uma UE cheia de ambições. Infelizmente, Catherine Ashton não se faz ouvir, é quase invisível e já perdeu a confiança da maior parte dos Estados-membros. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 28 Jan 2011 17:04:00 +0100</pubDate><guid>481951</guid></item>
<item><title>Comércio de armas | Londres não quer levantar embargo à China</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/458821-londres-nao-quer-levantar-embargo-china</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Reino Unido e China chocam quanto &agrave; venda de armas &agrave; China</em>&rdquo;, diz a&nbsp;<a href="http://www.thetimes.co.uk/tto/news/politics/article2871411.ece">manchete do di&aacute;rio&nbsp;<em>The Times</em></a>, no terceiro dia da visita do vice-primeiro-ministro chin&ecirc;s, Li Keqiang, ao Reino Unido. Enquanto Catherine Ashton, respons&aacute;vel pelos Neg&oacute;cios Estrangeiros da UE, <a href="http://euobserver.com/884/31538">recomendou a revis&atilde;o do embargo europeu</a>&nbsp;&agrave; venda de armas &agrave; China, Londres mant&eacute;m-se firme na oposi&ccedil;&atilde;o a esta medida, argumentando que &ldquo;<em>os fracos progressos de Pequim no que toca a direitos humanos e liberdades pol&iacute;ticas n&atilde;o s&atilde;o suficientes para uma revis&atilde;o do bloqueio imposto ap&oacute;s o massacre da Pra&ccedil;a Tiananmen, em 1989</em>&rdquo;. Ashton, apoiada por Fran&ccedil;a e Espanha, avisou que &ldquo;<em>estas restri&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas na exporta&ccedil;&atilde;o de armas tornaram-se um enorme obst&aacute;culo no desenvolvimento da coopera&ccedil;&atilde;o entre os pa&iacute;ses da Europa e a China, especialmente em mat&eacute;ria de seguran&ccedil;a</em>&rdquo;. No entanto, durante a sua visita ao n.&ordm; 10 de Downing Steet, Li Keqiang, tido como o pr&oacute;ximo l&iacute;der do Governo chin&ecirc;s, &ldquo;<em>evitou apelar claramente ao fim do embargo de armas</em>&rdquo;, escreve o di&aacute;rio londrino.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 13:47:29 +0100</pubDate><guid>458821</guid></item>
<item><title>Nobel da Paz | A ausência notada de Catherine Ashton</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/425111-ausencia-notada-de-catherine-ashton</link><description><![CDATA[<p>Catherine Ashton teve &quot;uma ocasi&atilde;o &uacute;nica para protestar contra a atitude descarada da China em rela&ccedil;&atilde;o ao pr&eacute;mio Nobel&quot;, <a href="http://www.dn.se/ledare/signerat/den-tomma-stolen-1.1224789" target="_blank">considera o <em>Dagens Nyheter</em></a>. Ao assistir &agrave; entrega do Pr&eacute;mio <a href="http://nobelprize.org/" target="_blank">Nobel</a> da Paz ao dissidente Liu Xiaobo, a 10 de dezembro, em Oslo, a Alta Representante para a Pol&iacute;tica Externa da UE teria podido mostrar &quot;que a Europa n&atilde;o cede quando o regime de Pequim tenta amorda&ccedil;ar os defensores dos Direitos do Homem&quot;. Infelizmente, acrescenta o jornal, mesmo que Bruxelas diga que Catherine Ashton n&atilde;o foi convidada, &quot;s&oacute; o seu desejo de agradar a toda a gente a impediu de ir &agrave; Noruega&quot;. Mas &quot;a mensagem &eacute; clara&quot;, observa o <em>Dagens Nyheter</em>: &quot;Uma presen&ccedil;a no Sal&atilde;o Nobre de Oslo traduzir-se-ia numa degrada&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es com a China.&quot;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos os Estados-membros da UE participaram na cerim&oacute;nia, &quot;mas, enquanto respons&aacute;vel pela diplomacia europeia, Catherine Ashton poder-se-ia ter juntado ao grupo e rompido com o excesso de prud&ecirc;ncia que a caracteriza para defender energicamente os direitos de Liu Xiaobo. Se a UE n&atilde;o defende os valores que a unem, como se atrevem os Estados-membros a faz&ecirc;-lo nas suas rela&ccedil;&otilde;es com a pior ditadura do mundo?&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 10 Dec 2010 13:16:39 +0100</pubDate><guid>425111</guid></item>
<item><title>Diplomacia europeia | A União não se faz representar (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/355871-uniao-nao-se-faz-representar</link><description><![CDATA[Um serviço diplomático eficaz não chega, é preciso uma política externa comum que a União ainda não tem, escreve o Gazeta Wyborcza. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 07 Oct 2010 17:55:57 +0100</pubDate><guid>355871</guid></item>
<item><title>Instituições | Comissário europeu, um emprego dourado (Der Spiegel, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/354531-comissario-europeu-um-emprego-dourado</link><description><![CDATA[Quem foi que disse que os comissários e os altos funcionários das instituições europeias ocupam lugares aborrecidos, numa cidade insípida? Pelo contrário, garante Der Spiegel: Bruxelas é Bizâncio. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 06 Oct 2010 09:50:35 +0100</pubDate><guid>354531</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE quer estatuto especial na ONU</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/322171-ue-quer-estatuto-especial-na-onu</link><description><![CDATA[<p>A Assembleia-geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas vai votar no pr&oacute;ximo m&ecirc;s uma resolu&ccedil;&atilde;o que atribuiu um estatuto especial &agrave; Uni&atilde;o Europeia,<a target="_blank" href="http://www.rp.pl/artykul/2,526355.html"> escreve o <em>Rzeczpospolita</em></a>. At&eacute; agora, a UE tinha apenas estatuto de observador na ONU, sem direito a voto. Esta altera&ccedil;&atilde;o &eacute; um &ldquo;assunto muito delicado&rdquo;, acrescenta o di&aacute;rio de Vars&oacute;via. Pa&iacute;ses membros como a Fran&ccedil;a e o Reino Unido temendo perder a sua influ&ecirc;ncia no Conselho de Seguran&ccedil;a, olharam, inicialmente, para esta ideia com relut&acirc;ncia. Ultimamente, acabaram por chegar a um acordo de compromisso segundo o qual a chefe da diplomacia da Uni&atilde;o Europeia, Catherine Ashton, ter&aacute; o direito de falar em nome da EU na Assembleia-geral mas n&atilde;o no Conselho de Seguran&ccedil;a. No entanto, o resultado da vota&ccedil;&atilde;o de Setembro continua uma inc&oacute;gnica, uma vez que outras organiza&ccedil;&otilde;es, como a Liga &Aacute;rabe e a Uni&atilde;o Africana, podem pedir um estatuto semelhante, sublinha o<em> Rzeczpospolita</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:14:07 +0100</pubDate><guid>322171</guid></item>
<item><title>Instituições | Uma máquina diplomática desproporcionada (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/301091-uma-maquina-diplomatica-desproporcionada</link><description><![CDATA[Após longos meses de negociações entre Comissão, Parlamento e Estados-membros, o Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE) estará operacional no outono. Falta provar se a sua eficácia estará à altura da sua complexidade e custos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 17:14:59 +0100</pubDate><guid>301091</guid></item>
<item><title>Diplomacia | O grande corpo diplomático de Lady Ashton</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/239641-o-grande-corpo-diplomatico-de-lady-ashton</link><description><![CDATA[<p>Quatro meses depois da tomada de posse da Alta Representante para os Neg&oacute;cios Estrangeiros, Catherine Ashton, os Vinte Sete chegaram a acordo, a 26 de Abril, sobre &ldquo;os princ&iacute;pios fundamentais da estrutura e do funcionamento do novo servi&ccedil;o diplom&aacute;tico europeu&rdquo; (SEAE), <a target="_blank" href="http://www.elperiodico.com/default.asp?idpublicacio_PK=46&amp;idioma=CAS&amp;idnoticia_PK=708392&amp;idseccio_PK=1007">noticia <em>El Peri&oacute;dico</em></a>. O jornal explica que aquele servi&ccedil;o poder&aacute; contar com 130 delega&ccedil;&otilde;es em todo o mundo, cinco mil funcion&aacute;rios e um or&ccedil;amento de 30 mil milh&otilde;es de euros. Ser&aacute; aplicada a regra dos &ldquo;grandes&rdquo; pa&iacute;ses, que arrecadaram os melhores lugares,&nbsp; <a target="_blank" href="http://www.dziennik.pl/opinie/article595360/Dyplomacja_egoizmow.html">lamenta o<em> Dziennik Gazeta Prawna</em></a>, enquanto o&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.lesoir.be"> <em>Le Soir&nbsp;</em></a> se inquieta com o &ldquo;mutante institucional&rdquo; em que se encontraram, lado a lado, os funcion&aacute;rios europeus e os diplomatas nacionais<em> &ldquo;temporariamente &lsquo;emprestados&rsquo; pelas capitais</em>&rdquo;. Isto traduz-se num bra&ccedil;o de ferro entre os Estados membros, que querem colocar os<em> &ldquo;seus&rdquo;</em> homens nos postos chave do SEAE, e a Comiss&atilde;o, que conta <em>&ldquo;assentar o mais poss&iacute;vel o car&aacute;cter comunit&aacute;rio do servi&ccedil;o&rdquo;. </em></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 27 Apr 2010 12:59:43 +0100</pubDate><guid>239641</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Um gigante com pés de chumbo (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/219961-um-gigante-com-pes-de-chumbo</link><description><![CDATA[O projecto de organizar um Serviço Europeu de Acção Externa, recentemente apresentado por Catherine Ashton, será suficiente para promover a União Europeia à  tão aspirada categoria de potência internacional? Nada é menos seguro, dado o estado actual da administração, a relutância dos Estados-membros em ceder-lhe prerrogativas e a batalha institucional pelos poderes. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 29 Mar 2010 16:55:41 +0100</pubDate><guid>219961</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | A Europa deve repensar a ajuda à Palestina (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/214451-europa-deve-repensar-ajuda-palestina</link><description><![CDATA[Na sequência da visita de Catherine Ashton a Israel e à Palestina, os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reúnem-se em Bruxelas, a 22 de Março, na tentativa de definir a política da União para o Médio Oriente. Segundo o Financial Times, devia começar por reavaliar a questão da ajuda aos territórios palestinianos. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 22 Mar 2010 14:46:52 +0100</pubDate><guid>214451</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Lady Ashton achou o Haiti no mapa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/201321-lady-ashton-achou-o-haiti-no-mapa</link><description><![CDATA[<p>Quase 50 dias ap&oacute;s o sismo que provocou mais de 220 mil mortes no Haiti, <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/ashton/index_en.htm">Catherine Ashton</a> reage finalmente &agrave; acusa&ccedil;&atilde;o de falta de ac&ccedil;&atilde;o. A Alta Representante da UE para os Neg&oacute;cios Estrangeiros dever&aacute; ir a Port-au-Prince no dia 3 de Mar&ccedil;o, <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Ashton/ofrece/Chile/ayuda/UE/pide/olvide/Haiti/elpepiint/20100302elpepiint_6/Tes/" target="_blank">anuncia <em>El Pa&iacute;s</em></a>. Segundo o jornal, Lady Ashton ter&aacute; justificado a sua recusa em deslocar-se ao local da cat&aacute;strofe logo a seguir aos acontecimentos por considerar que a sua visita teria &quot;obstru&iacute;do o socorro&quot;. Actualmente, &quot;a viagem &eacute; j&aacute; poss&iacute;vel&quot;, declarou no dia 1 de Mar&ccedil;o, ao mesmo tempo que anunciava uma ajuda de urg&ecirc;ncia de 3 milh&otilde;es de euros para o Chile, tamb&eacute;m ele atingido por um sismo, no dia 27 de Fevereiro. <a href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/Inquietante/Ashton/elpepiopi/20100302elpepiopi_2/Tes/" target="_blank">No seu editorial</a>, o di&aacute;rio espanhol qualifica a actua&ccedil;&atilde;o da chefe da diplomacia europeia como &quot;inquietante&quot;. Os seus &quot;primeiros passos foram piores que decepcionantes&quot; e, sublinha, a sua &quot;reac&ccedil;&atilde;o nula&quot; perante a crise humanit&aacute;ria no Haiti, em que a UE primou por ser um &quot;actor inexistente&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 02 Mar 2010 14:05:17 +0100</pubDate><guid>201321</guid></item>
<item><title>União Europeia | Todos contra Lady Ashton (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/200021-todos-contra-lady-ashton</link><description><![CDATA[Depois de José Manuel Durão Barroso e Herman Van Rompuy, Catherine Ashton é a figura europeia que todos adoram odiar. Irá aguentar-se no cargo de Alta Representante para os Negócios Estrangeiros da UE, que ocupa há escassos meses? A imprensa lamenta uma Europa à deriva. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 26 Feb 2010 14:44:46 +0100</pubDate><guid>200021</guid></item>
<item><title>Instituições | Os líderes da União jogam às escondidas (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/179131-os-lideres-da-uniao-jogam-escondidas</link><description><![CDATA[Catherine Ashton ausente durante a crise do Haiti, Herman Van Rompuy invisível, José Manuel Durão Barroso a defender as suas prerrogativas e a presidência rotativa a procurar protagonismo: criadas para simplificar a actuação da União, as novas instituições previstas pelo Tratado de Lisboa revelam dificuldade em arrancar. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 28 Jan 2010 17:55:14 +0100</pubDate><guid>179131</guid></item>
<item><title>Haiti | Um grande desafio para a Europa (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/171791-um-grande-desafio-para-europa</link><description><![CDATA[Todas as presidências europeias, apesar da cuidadosa planificação, acabam sempre por ter de enfrentar uma crise inesperada que as obriga a alterarem a ordem de prioridades e lhes põe à prova a sua real capacidade de resposta. O Haiti vai ser o primeiro teste, à capacidade de funcionar coordenadamente, das novas instituições de política externa da EU. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 18 Jan 2010 18:21:30 +0100</pubDate><guid>171791</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | A grande oral já começou (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/166701-grande-oral-ja-comecou</link><description><![CDATA[O Parlamento inicia, esta segunda-feira, as audições dos 26 comissários europeus da equipa Barroso II. O exercício, pouco apreciado pelos candidatos, permite ao hemiciclo manifestar e reforçar a sua autoridade, observa a imprensa. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 11 Jan 2010 16:36:01 +0100</pubDate><guid>166701</guid></item>
<item><title>União Europeia | Madrid à prova com a presidência (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/162551-madrid-prova-com-presidencia</link><description><![CDATA[A Espanha assume a liderança da UE por seis meses com dois objectivos: encontrar uma resposta para a crise económica e aplicar o Tratado de lisboa. Mas os diários El País e El Mundo estão muito divididos sobre as hipóteses de sucesso de um Governo enfraquecido.Debate. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:54:03 +0100</pubDate><guid>162551</guid></item>
<item><title>Comissão Europeia | Barroso II, uma nova equipa de França (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/148341-barroso-ii-uma-nova-equipa-de-franca</link><description><![CDATA[A designação de comissários europeus que rodeiam José Manuel Barroso é fruto de longas negociações políticas. E no pequeno jogo de manobras tácticas, foi a França que tirou melhor partido do jogo, constata a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 18:11:54 +0100</pubDate><guid>148341</guid></item>
<item><title>Instituições | Um pouco de ambição, por favor (Dziennik Gazeta Prawna, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/148251-um-pouco-de-ambicao-por-favor</link><description><![CDATA[Agora que o Tratado de Lisboa entra em vigor, a UE vai ter de assumir as suas responsabilidades, se quiser desempenhar um papel no mundo. Mas o sinal enviado pelas nomeações dos novos dirigentes não vai nesse sentido, lamenta o politólogo polaco Aleksander Smolar. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:47:22 +0100</pubDate><guid>148251</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | Algumas lições de vida em Bruxelas (Rzeczpospolita, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/143821-algumas-licoes-de-vida-em-bruxelas</link><description><![CDATA[O que nos ensinam as recentes nomeações de Herman van Rompuy e Catherine Ashton para os lugares cimeiros da Comissão sobre a União Europeia? Umas cinco coisas, segundo Paweł Lisicki, chefe de Redacção do diário de Varsóvia Rzeczpospolita, e nenhuma delas fácil de digerir. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:20:08 +0100</pubDate><guid>143821</guid></item>
<item><title>Alta Representante para os Negócios Estrangeiros | Um monstro burocrático a seus pés (Der Spiegel, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/141891-um-monstro-burocratico-seus-pes</link><description><![CDATA[Com a sua nomeação para o cargo de Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Catherine Ashton tornou-se, de um dia para o outro, uma das mulheres mais poderosas do mundo. Mas o seu papel, considerado de maior prestígio do que o do presidente da UE, não vai ser fácil, escreve a revista Der Spiegel. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:36:04 +0100</pubDate><guid>141891</guid></item>
<item><title>Conselho Europeu | Herman e Catherine quê?! (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/142011-herman-e-catherine-que</link><description><![CDATA[A nomeação do primeiro-ministro belga, Herman Van Rompuy, para o cargo de presidente do Conselho Europeu e da comissária britânica do Comércio, Catherine Ashton, para o de Alta Representante da Política Externa está longe de agradar à imprensa europeia, que esperava figuras mais marcantes à frente da Europa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:56:16 +0100</pubDate><guid>142011</guid></item>
<item><title>Instituições europeias | Onde param as mulheres? (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/139241-onde-param-mulheres</link><description><![CDATA[Maioritárias entre a população europeia, as mulheres estão sub-representadas nos cargos chave das instituições. No momento em que os 27 se reúnem para designar as personalidades que irão ocupar as mais altas funções na União, as mulheres pedem que a paridade seja respeitada. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:17:18 +0100</pubDate><guid>139241</guid></item>
<item><title>Nomeações | Miliband sai, Van Rompuy em baixa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/134641-miliband-sai-van-rompuy-em-baixa</link><description><![CDATA[<p>A cota&ccedil;&atilde;o do<a href="http://www.premier.fgov.be/fr/minister/herman-van-rompuy"> primeiro-ministro belga</a>, <a href="http://hermanvanrompuy.typepad.com/">Herman Van Rompuy</a>, para o cargo de Presidente do <a href="http://www.consilium.europa.eu/showPage.aspx?lang=pt&amp;id=1">Conselho Europeu</a> est&aacute; em baixa, depois de o ministro brit&acirc;nico dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, <a href="http://www.davidmiliband.info/index.html">David </a><a href="http://www.davidmiliband.info/index.html">Miliband,</a> ter desistido da corrida para o cargo de Alto Representante para os Neg&oacute;cios Estrangeiros, afirma o&nbsp; <a href="http://www.lesoir.be/">Le Soir</a>. O fim desta &quot;lotaria&quot; eleitoral, popular entre os Estados-membros, poder&aacute; adiar o an&uacute;ncio das nomea&ccedil;&otilde;es, previsto para esta quinta-feira, numa reuni&atilde;o extraordin&aacute;ria do Conselho Europeu. O di&aacute;rio belga refere os outros candidatos ao cargo de Alto Representante: a Comiss&aacute;ria Europeia do Com&eacute;rcio, a brit&acirc;nica <a href="http://ec.europa.eu/commission_barroso/ashton/">Catherine Ashton</a>, o ministro sueco dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, <a href="http://www.regeringen.se/sb/d/7505">Carl Bildt</a>, e o antigo primeiro-ministro italiano, <a href="http://www.massimodalema.it/">Massimo D'Alema</a>. &quot;O abandono relan&ccedil;ou com mais vigor as especula&ccedil;&otilde;es respeitantes &agrave; outra pasta europeia: a de Presidente do Conselho&quot;, adianta o Le Soir. Tony Blair, esquecido na sequ&ecirc;ncia da hostilidade declarada &agrave; sua candidatura, parece estar de volta. E tamb&eacute;m se fala da antiga Presidente irlandesa, <a href="http://www.ohchr.org/EN/ABOUTUS/Pages/Robinson.aspx">Mary Robinson</a>, e do ainda primeiro-ministro neerland&ecirc;s <a href="http://www.minaz.nl/english">Jan Peter Balkenende</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:13:15 +0100</pubDate><guid>134641</guid></item>
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