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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Tribunal Europeu dos Direitos Humanos]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Reino Unido | Deputados não aceitam decisão do TEDH sobre prisioneiros</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/499281-deputados-nao-aceitam-decisao-do-tedh-sobre-prisioneiros</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Enfrentamos a Europa&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-1355640/Prisoners-vote-MPs-reject-European-courts-ruling.html">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>Daily Mail</em></a>, depois de os deputados brit&acirc;nicos &ldquo;desafiarem&rdquo; uma decis&atilde;o do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) de que seja garantido aos prisioneiros o direito de voto. Em &ldquo;seis horas de apaixonado debate&rdquo;, como afirma o euroc&eacute;tico di&aacute;rio, 234 deputados votaram a favor e 22 contra uma proibi&ccedil;&atilde;o de 140 anos de os condenados participarem em elei&ccedil;&otilde;es, &ldquo;pois os que cometeram um crime quebraram o seu contrato com a sociedade&rdquo;. Em 2004, o TEDH manifestou-se quanto ao teor discriminat&oacute;rio da proibi&ccedil;&atilde;o brit&acirc;nica, ap&oacute;s uma a&ccedil;&atilde;o legal de John Hirst, condenado pelo homic&iacute;dio &agrave; machadada da senhoria, em 1979. &ldquo;A decis&atilde;o lan&ccedil;ou o Parlamento num impasse sem precedentes em rela&ccedil;&atilde;o ao TEDH&rdquo;, refere o di&aacute;rio londrino, que adianta: &quot;O parlamento brit&acirc;nico, h&aacute; demasiado tempo indiferente perante a eros&atilde;o dos seus poderes e prerrogativas pelas institui&ccedil;&otilde;es europeias, finalmente reagiu&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:58:17 +0100</pubDate><guid>499281</guid></item>
<item><title>Direitos Humanos | TEDH pressiona a Irlanda a rever lei do aborto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/434091-tedh-pressiona-irlanda-rever-lei-do-aborto</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Aborto, tema eleitoral ap&oacute;s decis&atilde;o do tribunal&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/frontpage/2010/1217/1224285738508.html">&eacute; a manchete do <em>Irish Times</em></a>, a seguir ao <a target="_blank" href="http://cmiskp.echr.coe.int/tkp197/view.asp?action=open&amp;documentId=878724&amp;portal=hbkm&amp;source=externalbydocnumber&amp;table=F69A27FD8FB86142BF01C1166DEA398649">julgamento de 16 de dezembro, no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH)</a>, no qual o Estado irland&ecirc;s n&atilde;o conseguiu aplicar a lei em vigor &agrave; despenaliza&ccedil;&atilde;o do aborto. Segundo a Constitui&ccedil;&atilde;o irlandesa, o feto tem direito &agrave; vida tal como a m&atilde;e, sendo o aborto um recurso apenas nos casos em que a vida da mulher se encontra em risco. O di&aacute;rio de Dublin refere que, de acordo com o Tribunal, &ldquo;o Estado violou os direitos de uma mulher com cancro, incapaz de decidir se poderia fazer um aborto legal na sua situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;. A quest&atilde;o altamente pol&eacute;mica do aborto, numa sociedade predominantemente cat&oacute;lica como a da Rep&uacute;blica da Irlanda, &ldquo;regressou para ensombrar os partidos pol&iacute;ticos na v&eacute;spera da campanha eleitoral de 2011&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/opinion/2010/1217/1224285736308.html">observa o editorial do<em> Irish Times</em></a>, criticando a &ldquo;cobardia pol&iacute;tica&rdquo; dos sucessivos governos, relutantes em propor uma legisla&ccedil;&atilde;o clara sobre a mat&eacute;ria.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 17 Dec 2010 13:26:37 +0100</pubDate><guid>434091</guid></item>
<item><title>Aborto | Irlanda levada ao Tribunal dos Direitos Humanos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/147161-irlanda-levada-ao-tribunal-dos-direitos-humanos</link><description><![CDATA[<p>Na Irlanda, todas as formas de aborto s&atilde;o ilegais e sujeitas (em teoria) a puni&ccedil;&atilde;o. Durante a dura campanha sobre o Tratado de Lisboa deste ano, muitos, na direita cat&oacute;lica, defenderam que uma maior integra&ccedil;&atilde;o europeia conduziria &agrave; sua legaliza&ccedil;&atilde;o. Talvez esses receios estejam prestes a confirmar-se, de acordo com <a href="http://www.irishtimes.com/newspaper/frontpage/2009/1130/1224259710533.html">o artigo de primeira p&aacute;gina do&nbsp;<em>Irish Times</em></a>, que relata que tr&ecirc;s mulheres irlandesas v&atilde;o levar o Estado ao <a href="http://www.echr.coe.int/echr/Homepage_EN">Tribunal Europeu dos Direitos Humanos</a>. Reivindicam que a sua sa&uacute;de foi posta em risco, sendo for&ccedil;adas a sair do pa&iacute;s &ndash; para a Gr&atilde;-Bretanha &ndash; para abortar. Um dos principais argumentos, relata o di&aacute;rio de Dublin, &ldquo;<em>incidir&aacute; em que a lei do aborto do Estado viola um artigo fundamental da Conven&ccedil;&atilde;o Europeia dos Direitos Humanos</em>.&rdquo; Enquanto signat&aacute;rio da <a href="http://conventions.coe.int/treaty/en/Treaties/Html/005.htm">Conven&ccedil;&atilde;o Europeia dos Direitos Humanos</a> &ndash; agora incorporada na lei irlandesa &ndash;, o Governo &eacute; obrigado a aplicar as decis&otilde;es tomadas pelos tribunais.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:46:50 +0100</pubDate><guid>147161</guid></item>
<item><title>União Europeia | O Triunfo do conformismo (The Observer, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/135771-o-triunfo-do-conformismo</link><description><![CDATA[Vinte anos após a queda do Muro, a esperança então surgida foi asfixiada por uma União Europeia que se esforça “por padronizar os comportamentos e as atitudes”, afirma Henry Porter no The Observer. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:25:07 +0100</pubDate><guid>135771</guid></item>
<item><title>Tratado de Lisboa | Foi assinado, viremos a página (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/131151-foi-assinado-viremos-pagina</link><description><![CDATA[Após a sua assinatura pelo Presidente checo, é agora certo que o Tratado de Lisboa entrará em vigor no próximo dia 1 de Dezembro. É óbvio que a UE passará a dispor de instrumentos para funcionar melhor mas o texto não servirá de nada se os dirigentes não alterarem o seu comportamento, adverte a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:58:41 +0100</pubDate><guid>131151</guid></item>
<item><title>Religião | Vade retro crucifixo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/130951-vade-retro-crucifixo</link><description><![CDATA[<p>O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou ontem que os crucifixos pendurados nas salas de aula italianas constituem uma viola&ccedil;&atilde;o &agrave; liberdade religiosa. <a href="http://cmiskp.echr.coe.int/tkp197/view.asp?action=html&amp;documentId=857732&amp;portal=hbkm&amp;source=externalbydocnumber&amp;table=F69A27FD8FB86142BF01C1166DEA398649">Esta decis&atilde;o</a> provocou a ira dos cat&oacute;licos italianos. O&nbsp;<em><a href="http://www.repubblica.it/2009/11/sezioni/scuola_e_universita/servizi/crocefissi-aule/crocefissi-aule/crocefissi-aule.html">La Repubblica</a></em><a href="http://www.repubblica.it/2009/11/sezioni/scuola_e_universita/servizi/crocefissi-aule/crocefissi-aule/crocefissi-aule.html"> relata</a> que o Vaticano criticou veemente esta &quot;<em>decis&atilde;o ideol&oacute;gica de vistas curtas</em>&rdquo;, e o Governo de Silvio Berlusconi anunciou que tenciona apresentar recurso. Tamb&eacute;m o l&iacute;der da oposi&ccedil;&atilde;o, Pierluigi Bersani, novo secret&aacute;rio do Partido Democr&aacute;tico, afirmou que uma &quot;<em>velha tradi&ccedil;&atilde;o como o crucifixo n&atilde;o ofende ningu&eacute;m. Por vezes, o bom senso acaba por ser v&iacute;tima do direito</em>&quot;.</p>
<p>Outro jornal italiano, o <em>Corriere della Sera</em> considera esta &quot;<em>ca&ccedil;a aos s&iacute;mbolos</em>&rdquo; t&atilde;o detest&aacute;vel como a proibi&ccedil;&atilde;o do uso do v&eacute;u nos estabelecimentos de ensino franceses. No editorial do <em>La Stampa</em>, <a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=6581&amp;ID_sezione=&amp;sezione=">Michele Ainis observa</a> que &quot;<em>n&atilde;o existe nenhuma lei da Rep&uacute;blica Italiana que prescreva o crucifixo para as escolas</em>&quot;, argumentando que a sua presen&ccedil;a &eacute; um vest&iacute;gio da era fascista, sintom&aacute;tico da crescente defer&ecirc;ncia do Estado para com a Igreja.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:15:41 +0100</pubDate><guid>130951</guid></item>
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