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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Itália]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Zona euro | Barreira de proteção do euro pode ser abalada pela crise grega</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1988941-barreira-de-protecao-do-euro-pode-ser-abalada-pela-crise-grega</link><description><![CDATA[<p>A zona euro parece n&atilde;o dispor de mecanismos suficientes para fazer face &agrave;s consequ&ecirc;ncias do incumprimento da Gr&eacute;cia. <a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/517e01a6-9ddf-11e1-9a9e-00144feabdc0.html">Segundo o jornal <em>Financial Times</em></a>, &quot;o medo de que a barreira de prote&ccedil;&atilde;o do euro se revelasse insuficiente para proteger a Espanha e outros pa&iacute;ses sob ataque contra os efeitos de uma poss&iacute;vel sa&iacute;da desordenada da Gr&eacute;cia da uni&atilde;o monet&aacute;ria atingiu os mercados europeus na segunda-feira&quot;.</p>
<p>Os custos dos empr&eacute;stimos espanh&oacute;is e italianos a dez anos dispararam para os n&iacute;veis mais elevados deste ano, enquanto a rendibilidade das obriga&ccedil;&otilde;es alem&atilde;s a dez anos atingia uma margem mais baixa, o que empurrou as diferen&ccedil;as de custos dos empr&eacute;stimos entre pa&iacute;ses europeus para um novo pico. Os mercados bolsistas europeus tamb&eacute;m registaram a sua maior queda di&aacute;ria das &uacute;ltimas tr&ecirc;s semanas.</p>
<p>Para agravar estes problemas, na noite de segunda-feira, a Moody&rsquo;s desceu em entre um e quatro n&iacute;veis a nota&ccedil;&atilde;o de <a href="/pt/content/todays-front-pages/1987471-primeiras-paginas-de-hoje">26 institui&ccedil;&otilde;es financeiras italianas</a> e os custos das garantias contra o incumprimento espanhol atingiram n&iacute;veis hist&oacute;ricos.</p>
<p>A barreira de prote&ccedil;&atilde;o financeira &ndash; o Mecanismo de Estabilidade Europeu &ndash; &eacute; um sistema de resgate de 500 mil milh&otilde;es, criado pelos dirigentes europeus. Alguns analistas interrogam-se sobre se este ser&aacute; suficiente para resgatar as maiores economias em risco, como a de Espanha e de It&aacute;lia. Luke Spajic, quadro superior da Pimco, a maior gestora mundial de fundos de obriga&ccedil;&otilde;es disse ao <em>Financial Times</em>:</p>
<blockquote><p>Neste momento, a situa&ccedil;&atilde;o parece alarmante. O mercado est&aacute; efetivamente a tentar fixar um pre&ccedil;o para uma sa&iacute;da desordenada da Gr&eacute;cia.</p>
</blockquote>
<p>O <em>FT </em>acrescenta que t&ecirc;m sido feitos cada vez mais apelos para que os decisores pol&iacute;ticos europeus atuem de uma forma decisiva no sentido de evitar que mais pa&iacute;ses com import&acirc;ncia sist&eacute;mica sejam &quot;arrastados pelas preocupa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Gr&eacute;cia&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 May 2012 15:10:51 +0100</pubDate><guid>1988941</guid></item>
<item><title>Itália | Beppe Grillo, o histrião antipolítica</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1968151-beppe-grillo-o-histriao-antipolitica</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O sistema est&aacute; em vias de se decompor&rdquo;, <a target="_self" href="http://espresso.repubblica.it/dettaglio/ma-i-partiti-lhanno-capita/2180496">adverte</a> <em>L&rsquo;Espresso</em>, depois da <a target="_self" href="http://www.repubblica.it/static/speciale/2012/elezioni/comunali/index.html?ref=HREC1-8">primeira volta das elei&ccedil;&otilde;es municipais parciais de 6 e 7 de maio</a>. Os partidos de direita, que ganharam as &uacute;ltimas legislativas (em 2008), afundaram-se e os candidatos da Liga do Norte e do Povo da Liberdade nem sequer conseguiram ser eleitos em muitas cidades. Mas n&atilde;o &eacute; o centro-esquerda que ganha com isto: este voto de protesto beneficiou, sobretudo, o <a target="_self" href="http://www.beppegrillo.it/movimento/">Movimento 5 Estrelas</a> de Beppe Grillo. Ao obter mais de 10% dos votos em muitas cidades, o fen&oacute;meno pol&iacute;tico do momento pode ter v&aacute;rias c&acirc;maras municipais.</p>
<p>Antigo humorista c&eacute;lebre pelas suas pol&eacute;micas e animador de um <a target="_self" href="http://www.beppegrillo.it/">blogue</a>, muito seguido, Grillo, de 64 anos, fundou o seu partido em 2009, com uma onda&nbsp; espet&aacute;culos-com&iacute;cios nos quais denunciava v&aacute;rios esc&acirc;ndalos pol&iacute;tico-financeiros, bem como os v&iacute;cios da &ldquo;casta&rdquo;, como &eacute; apelidada a classe dirigente italiana. L`Espresso sublinha que</p>
<blockquote><p>Como todos os movimentos de protesto, tamb&eacute;m o de Grillo tr&aacute;s consigo um vento de renova&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fico (...) mas interpreta igualmente o esp&iacute;rito demag&oacute;gico dos que sonham com fazer cair Mario Monti, o seu Governo, os seus impostos e a sua austeridade sem crescimento. </p>
</blockquote>
<p>O <em>Corriere della Sera</em> tamb&eacute;m <a target="_self" href="http://www.corriere.it/politica/12_maggio_11/grillo-stella-uomo-qualunque_98ef9e0c-9b26-11e1-81bc-34fceaba092f.shtml">faz eco do assunto</a>:</p>
<blockquote><p>Efetivamente, Grillo &eacute; um histri&atilde;o que, nas suas tiradas torrenciais titila igualmente os sentimentos antissistema e antipol&iacute;ticos [&hellip;] Mas o seu programa est&aacute; cheio de propostas: da gest&atilde;o de res&iacute;duos &agrave; recusa do crescimento f&aacute;cil &agrave; custa do imobili&aacute;rios, da transpar&ecirc;ncia da administra&ccedil;&atilde;o &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o da Internet ao n&iacute;vel de um pa&iacute;s ocidental.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 11 May 2012 16:17:56 +0100</pubDate><guid>1968151</guid></item>
<item><title>Comece o debate! | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1886621-comece-o-debate</link><description><![CDATA[<p>Fran&ccedil;ois Hollande &eacute; o &ldquo;favorito de Bruxelas&rdquo;, como <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/todays-front-pages/1885221-primeiras-paginas-de-hoje">garante</a> o di&aacute;rio de esquerda <em>Lib&eacute;ration</em> ou, pelo contr&aacute;rio, um &ldquo;homem perigoso para a Europa&rdquo;, como teme o seman&aacute;rio liberal <em>The Economist</em>? Uma coisa &eacute; certa: ao prometer, se for eleito no dia 6 de maio, exigir um pacto para o crescimento, o candidato socialista &agrave; presid&ecirc;ncia francesa abriu um debate que corresponde &agrave;s aspira&ccedil;&otilde;es de muitos europeus e concedeu a palavra a alguns l&iacute;deres at&eacute; agora mantidos em sentido por Angela Merkel.</p>
<p>A 25 de abril, o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, retomou a express&atilde;o &ldquo;pacto de crescimento&rdquo;, e foi apoiado pela chanceler alem&atilde;. Mas o facto de os dois maiores defensores da redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida e da disciplina or&ccedil;amental adotarem as palavras do candidato franc&ecirc;s n&atilde;o significa que as convertam no seu programa. Quer dizer, sobretudo, que h&aacute; dois campos a posicionarem-se nos no campo de batalha para os meses que a&iacute; v&ecirc;m.</p>
<p>De um lado, Fran&ccedil;ois Hollande preconiza projetos de infraestruturas financiados por obriga&ccedil;&otilde;es europeias batizados como &ldquo;projetos obriga&ccedil;&otilde;es&rdquo;, um papel acrescido do Banco Europeu de Investimentos, uma taxa sobre as transa&ccedil;&otilde;es financeiras e a utiliza&ccedil;&atilde;o dos fundos estruturais europeus n&atilde;o gastos. Do outro, Mario Draghi lembra que as pol&iacute;ticas or&ccedil;amentais devem ser &ldquo;submetidas a vigil&acirc;ncia m&uacute;tua e, se necess&aacute;rio, corrigidas&rdquo;, e que s&atilde;o necess&aacute;rias &ldquo;reformas estruturais que permitam o crescimento para agilizar o empreendedorismo, criar novas empresas e a cria&ccedil;&atilde;o de empresas&rdquo;, mesmo que &ldquo;magoem&rdquo;.</p>
<p>Oferta contra procura, reforma liberal contra renascimento keynesiano. O debate n&atilde;o &eacute; novo na economia, mas <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1591051-o-keynesianismo-sera-agora-crime-de-pensamento">tinha praticamente desaparecido</a> na UE. Quem o ganhar&aacute;? Se se tornar presidente, Hollande ter&aacute; a frescura e a legitimidade que faltam aos seus colegas. No entanto, n&atilde;o &eacute; certo que consiga criar um equil&iacute;brio de for&ccedil;as a seu favor. H&aacute; que lembrar que, apenas h&aacute; dois meses, j&aacute; doze lideres europeus apelaram a medidas que estimulem a economia.</p>
<p>Mas <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1533511-carta-dos-doze-contra-merkozy">as grandes linhas esbo&ccedil;adas no texto</a> &ndash; reforma do mercado de trabalho, abertura do setor dos servi&ccedil;os, etc. &hellip; &ndash; aproxima-se mais do que dizem Draghi e Merkel do que daquilo que deseja o candidato franc&ecirc;s. Assim sendo, <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1879661-merkel-isolada-abraca-monti-e-o-crescimento">as aproxima&ccedil;&otilde;es</a> feitas pela chanceler a Mario Monti parecem sobretudo manobras para isolar Hollande, que precisa de outro peso pesado da economia europeia. Mesmo que possa esperar uma vit&oacute;ria trabalhista nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es antecipadas holandesas.</p>
<p>Uma verdadeira alternativa esquerda-direita parece desenhar-se no seio do Conselho Europeu e, por isso, um verdadeiro debate sobre a orienta&ccedil;&atilde;o socioecon&oacute;mica da Uni&atilde;o. Ap&oacute;s dois anos de crise, uma discuss&atilde;o franca, digamos at&eacute; que um pouco de democracia, n&atilde;o poder&aacute; fazer mal.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 27 Apr 2012 15:31:22 +0100</pubDate><guid>1886621</guid></item>
<item><title>Alemanha-Itália | Merkel isolada abraça Monti e o crescimento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1879661-merkel-isolada-abraca-monti-e-o-crescimento</link><description><![CDATA[<p>Angela Merkel n&atilde;o quer ser deixada sozinha no turbilh&atilde;o da crise. Sem o seu parceiro de longa data, Nicolas Sarkozy, em perda ap&oacute;s a primeira volta das elei&ccedil;&otilde;es francesas, a chanceler j&aacute; est&aacute; &agrave; procura de outro aliado, e Mario Monti parece ser o escolhido. O porta-voz do Governo alem&atilde;o, Steffen Seibert, revelou que Merkel e a equipa de Monti j&aacute; se reuniram para planear uma s&eacute;rie de iniciativas conjuntas germano-italianas, no sentido de preparar medidas de est&iacute;mulo econ&oacute;mico a serem debatidas no Conselho Europeu de junho, <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/economia/sezioni/articolo/lstp/451790/">relata o jornal italiano <em>La Stampa</em></a>.</p>
<p>Al&eacute;m da poss&iacute;vel perda dos tradicionais baluartes Fran&ccedil;a e Holanda (o Governo holand&ecirc;s demitiu-se, na sequ&ecirc;ncia de uma disputa sobre a austeridade), o credo da disciplina fiscal de Merkel ficou debaixo de fogo, ontem, quando o presidente do BCE, Mario Draghi, declarou que a consolida&ccedil;&atilde;o or&ccedil;amental n&atilde;o pode ser alcan&ccedil;ada s&oacute; atrav&eacute;s de cortes e mais impostos, e exige &quot;medidas estruturais de favorecimento do crescimento econ&oacute;mico&quot;.</p>
<p>Resumindo esta posi&ccedil;&atilde;o de &quot;Mais empenho no crescimento&quot;, do seu destaque, o di&aacute;rio de Turim salienta que:</p>
<blockquote><p>Enquanto aguarda o veredicto eleitoral franc&ecirc;s, Merkel voltou-se para Draghi, aceitando finalmente chegar a um reconhecimento formal de que precisamos de crescimento, sustentado em reformas estruturais.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:11:33 +0100</pubDate><guid>1879661</guid></item>
<item><title>Crise do euro | O povo perigoso (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1862031-o-povo-perigoso</link><description><![CDATA[O grande medo dos mercados é que as vítimas da crise deixem de aprovar a política dos seus dirigentes. É por isso que, em toda a Europa, os responsáveis políticos tentam restringir o campo dos debates à política económica. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 24 Apr 2012 12:18:09 +0100</pubDate><guid>1862031</guid></item>
<item><title>Itália | Veneza, uma montra bela e triste (Corriere della Sera, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1785811-veneza-uma-montra-bela-e-triste</link><description><![CDATA[Todos os anos, centenas de habitantes de Veneza fogem da cidade, abandonando-a às multinacionais e aos especuladores de arte e transformando-a numa cidade fantasma. As tentativas de revitalizar a sua economia têm contra si a falta de fundos do Estado e o fatalismo daqueles que continuam a viver na cidade. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 12 Apr 2012 12:25:59 +0100</pubDate><guid>1785811</guid></item>
<item><title>Itália | Missão de Monti presa por um fio</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1783531-missao-de-monti-presa-por-um-fio</link><description><![CDATA[<p>&quot;Mercados afundam-se, spreads disparam&rdquo;: <em>La Stampa</em> resume o susto financeiro de ter&ccedil;a-feira, quando as a&ccedil;&otilde;es baixaram fortemente em toda a Europa. A It&aacute;lia esteve na crista da onda do p&acirc;nico, com Mil&atilde;o a perder quase 5% e o spread entre as suas obriga&ccedil;&otilde;es e as da d&iacute;vida p&uacute;blica alem&atilde;, de refer&ecirc;ncia, a cruzar o limiar dos 400 pontos, e com as obriga&ccedil;&otilde;es italianas a dez anos vendidas a 5,66% contra os 1,65% das alem&atilde;s.</p>
<p>O primeiro-ministro Mario Monti tentou dissipar os receios e responsabilizou as perturba&ccedil;&otilde;es em Espanha e o fraco crescimento internacional. Segundo o di&aacute;rio de Turim, atacou em privado a confedera&ccedil;&atilde;o dos empres&aacute;rios italianos, que abalou o apoio ao Governo ao criticar a sua reforma laboral por ser demasiado suave e ceder &agrave;s exig&ecirc;ncias sindicais. <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9982">Escrevendo no jornal <em>La Stampa</em></a>, Bill Emmot, antigo diretor de <em>The Economist</em>, diz:</p>
<blockquote><p>Seria errado prestar demasiada aten&ccedil;&atilde;o aos movimentos di&aacute;rios ou semanais do mercado, pois t&ecirc;m mais a ver com o foro da psicologia animal. [...] Mas, por tr&aacute;s deles, h&aacute; uma verdade substancial: os problemas de d&iacute;vida soberana, sejam da Europa sejam da It&aacute;lia, n&atilde;o foram resolvidos. Se a recess&atilde;o em It&aacute;lia ou Espanha for um pouco pior do que o esperado, esses pa&iacute;ses v&atilde;o ficar aqu&eacute;m das suas metas de redu&ccedil;&atilde;o do d&eacute;fice. Isso vai p&ocirc;r em causa a quest&atilde;o da vontade pol&iacute;tica. [...] As reformas de Monti t&ecirc;m sido enormes, em compara&ccedil;&atilde;o com as dos governos anteriores, mas insuficientes para a tarefa que ele enfrenta. Come&ccedil;ou com um programa de liberaliza&ccedil;&atilde;o modesto, deu um leve est&iacute;mulo &agrave; competitividade e lan&ccedil;ou uma reforma laboral que n&atilde;o vai fazer hist&oacute;ria. Nenhum comprador de obriga&ccedil;&otilde;es tem a sensa&ccedil;&atilde;o de que as perspetivas de crescimento da It&aacute;lia se tenham transformado radicalmente.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:10:43 +0100</pubDate><guid>1783531</guid></item>
<item><title>Líbia | Inquérito ameaça petrolíferas europeias</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1776511-inquerito-ameaca-petroliferas-europeias</link><description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Transi&ccedil;&atilde;o da L&iacute;bia abriu um inqu&eacute;rito aos&nbsp;contratos de petr&oacute;leo assinados com empresas estrangeiras durante&nbsp;os &uacute;ltimos anos do regime de Kadhafi, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/esteri/12_aprile_09/libia-cnt-inchiesta-compagnie-petrolifere-straniere-gheddafi_d2e4cc20-825f-11e1-9c86-d5f7abacde61.shtml">noticia o C<em>orriere della Sera</em></a>. A&nbsp;investiga&ccedil;&atilde;o centra-se na alegada corrup&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios l&iacute;bios, entre&nbsp;2008 e 2011, e envolve, entre outras, duas das maiores companhias&nbsp;europeias da &aacute;rea da energia: a italiana ENI e a francesa Total.</p>
<p>O inqu&eacute;rito foi lan&ccedil;ado uma semana depois de a Security and Exchange&nbsp;Commission dos Estados Unidos (autoridade de supervis&atilde;o da Bolsa)&nbsp;ter iniciado um procedimento semelhante. Se forem condenadas, as&nbsp;empresas poder&atilde;o pagar multas enormes e, al&eacute;m disso, os seus contratos&nbsp;atuais e futuros com o novo Governo poder&atilde;o vir a ser considerados sem&nbsp;efeito. <a target="_self" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052702303815404577331802347989804.html">Segundo <em>The&nbsp;</em><em>Wall Street Journal</em></a>, a investiga&ccedil;&atilde;o &quot;<em>p&otilde;e em risco as&nbsp;ambi&ccedil;&otilde;es das empresas de expandirem as suas posi&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s que&nbsp;possui as maiores reservas de petr&oacute;leo de &Aacute;frica</em>&quot;.</p>
<p>A ENI, em especial, era o maior operador na L&iacute;bia nos tempos de&nbsp;Muammar Kadhafi e recuperou rapidamente a sua posi&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a&nbsp;mudan&ccedil;a de regime, detendo presentemente uma quota de 14%. Esta&nbsp;companhia planeava investir mais de 30 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares ao longo&nbsp;da pr&oacute;xima d&eacute;cada, para duplicar a posi&ccedil;&atilde;o que det&eacute;m.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:54:58 +0100</pubDate><guid>1776511</guid></item>
<item><title>Ciganos | O horizonte ainda está bloqueado (MO*, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1756501-o-horizonte-ainda-esta-bloqueado</link><description><![CDATA[Apesar dos esforços das ONG e dos fundos comunitários, a principal minoria europeia não vive melhor do que vivia há 10 anos. Falta de acompanhamento em Bruxelas, corrupção dos responsáveis locais e desinteresse dos estados são as principais razões para isso acontecer. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 06 Apr 2012 17:04:36 +0100</pubDate><guid>1756501</guid></item>
<item><title>Itália | Depois de Berlusconi, Umberto Bossi encerra uma época</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1757961-depois-de-berlusconi-umberto-bossi-encerra-uma-epoca</link><description><![CDATA[<p>Para <em>La Stampa</em>, trata-se de um verdadeiro &ldquo;<em>tremor de terra</em>&rdquo; no seio da Liga do Norte: a&nbsp;demiss&atilde;o de Umberto Bossi, fundador e, at&eacute; h&aacute; pouco tempo, chefe incontestado do partido&nbsp;populista e autonomista representa, segundo o di&aacute;rio italiano, &ldquo;<em>a rendi&ccedil;&atilde;o que p&otilde;e fim a uma&nbsp;&eacute;poca</em>&rdquo;.</p>
<p>Bossi foi implicado nas revela&ccedil;&otilde;es sobre o desvio do dinheiro do financiamento p&uacute;blico&nbsp;do seu partido para pagar despesas dos seus pr&oacute;ximos, neles se incluindo o seu sucessor,&nbsp;Renzo Bossi. &Eacute; substitu&iacute;do por um triunvirato na presid&ecirc;ncia do partido, embora lhe tenha sido&nbsp;oferecido o cargo honor&iacute;fico de secret&aacute;rio-geral.</p>
<p><a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9968">Segundo o di&aacute;rio de Turim</a>, <em> &ldquo;</em>n&atilde;o &eacute; por acaso que a retirada de Umberto Bossi acontece apenas cinco&nbsp;meses depois da de Silvio Berlusconi&rdquo;, que governou tr&ecirc;s vezes com a Liga do Norte: &ldquo;Como&nbsp;acontece a alguns vi&uacute;vos inconsol&aacute;veis, um n&atilde;o conseguiu sobreviver ao fim do outro. Esta&nbsp;dupla sa&iacute;da de cena altera bruscamente, e talvez para sempre, o perfil da direita italiana e de&nbsp;toda a paisagem pol&iacute;tica nacional.&rdquo;</p>
<p><a href="http://www.repubblica.it/politica/2012/04/06/news/la_caduta_degli_idoli-32837369/">Para<em> La Repubblica</em></a>,&nbsp;o separatista Umberto Bossi foi v&iacute;tima de um &ldquo;<em>singular regresso do&nbsp;bast&atilde;o</em>&rdquo;, ele que &ldquo;<em>durante anos vociferou contra &lsquo;Roma ladra&rsquo; e contra &lsquo;o estado v&acirc;ndalo&rsquo;.&nbsp;</em><em>Mas os ladr&otilde;es, era a Liga do Norte que os tinha l&aacute; dentro, nos pr&oacute;prios Bossi. E o vandalismo&nbsp;</em><em>estava nos gabinetes, &agrave; custa do dinheiro dos contribuintes</em>&rdquo;.</p>
<p>Ainda assim, <a href="http://www.corriere.it/editoriali/12_aprile_06/battista-il-po-mormorava_d5eebd06-7fa6-11e1-8090-7ef417050996.shtml">comenta</a>&nbsp;o <em>Corriere della Sera,</em>&nbsp;a imagem do fogoso &ldquo;<em>Senat&ugrave;r</em>&rdquo;, que evocava regularmente a&nbsp;secess&atilde;o de uma Pad&acirc;nia imagin&aacute;ria, j&aacute; h&aacute; muito que estava em decl&iacute;nio:</p>
<blockquote><p>O chefe rebelde, prisioneiro da sua paran&oacute;ia pol&iacute;tica, cada vez mais obcecado pelo <em>complot</em>,&nbsp;&agrave; medida que a sua lideran&ccedil;a se ia &nbsp;enfraquecendo, ia perdendo todos os dias um pouco mais&nbsp;de contacto com o vasto mundo dos pequenos empres&aacute;rios do norte, que tinham apostado&nbsp;na Liga. [&hellip;] Os que acreditaram na revolta fiscal, na liberta&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; burocracia e ao&nbsp;mecanismo estatal, na liberdade do norte, deixaram de acreditar, a partir de certa altura, na&nbsp;miragem da Liga do Norte.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 06 Apr 2012 15:03:31 +0100</pubDate><guid>1757961</guid></item>
<item><title>Itália | A crise mata os pequenos patrões (Linkiesta, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1752181-crise-mata-os-pequenos-patroes</link><description><![CDATA[Desde que a crise começou, em 2008, pelo menos cinquenta artesãos e donos de pequenas e médias empresas (PME) cometeram suicídio, na região que foi o motor do milagre económico da década de 1990. Aqueles que não foram capazes de se adaptar às novas circunstâncias assistem ao colapso do modelo que proporcionou uma prosperidade que pensaram ser inesgotável. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 16:38:22 +0100</pubDate><guid>1752181</guid></item>
<item><title>Zona euro | A ilusão que valia um bilião (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1737311-ilusao-que-valia-um-biliao</link><description><![CDATA[Em 29 de março, os ministros das Finanças europeus garantiram que tinham encontrado a soma suficiente para proteger a zona euro de uma nova crise. Mas trata-se de um truque contabilístico, que poderá falhar à primeira tormenta. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 17:22:00 +0100</pubDate><guid>1737311</guid></item>
<item><title>Itália | Em Nápoles, as crianças voltam ao trabalho (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1720841-em-napoles-criancas-voltam-ao-trabalho</link><description><![CDATA[Nesta cidade, que está entre as mais pobres da Europa, milhares de crianças deixam a escola para ajudarem os pais a fazerem face às despesas. Fazem pequenos trabalhos não declarados ou são recrutados para os trabalhos sujos da máfia. Um fenómeno que a crise acentuou. Excertos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 30 Mar 2012 17:29:32 +0100</pubDate><guid>1720841</guid></item>
<item><title>Itália | O golpe do chapéu de chuva | Cartoon (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1679931-o-golpe-do-chapeu-de-chuva</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 16:51:35 +0100</pubDate><guid>1679931</guid></item>
<item><title>Itália | Euros falsos produzidos em cadeia (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1679461-euros-falsos-produzidos-em-cadeia</link><description><![CDATA[É dos arredores de Giugliano, um reduto da máfia napolitana, que provém quase metade das notas falsas de euros em circulação. Mais de mil milhões de euros foram emitidos por uma rede, cujas ramificações internacionais começam a ameaçar a estabilidade da moeda única. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 14:46:05 +0100</pubDate><guid>1679461</guid></item>
<item><title>Regiões | Independentistas sob o estandarte europeu (Uważam Rze, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1667321-independentistas-sob-o-estandarte-europeu</link><description><![CDATA[À semelhança da Catalunha ou da autoproclamada Padânia, a Escócia fala agora abertamente na sua independência. Para as regiões, o ideal europeu é um argumento político, mesmo que a Europa não esteja forçosamente a seu favor. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 21 Mar 2012 16:22:57 +0100</pubDate><guid>1667321</guid></item>
<item><title>Indústria automóvel | Travagem a fundo para os construtores europeus</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1639981-travagem-fundo-para-os-construtores-europeus</link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O mercado autom&oacute;vel europeu ainda n&atilde;o parou de registar n&uacute;meros desanimadores: -9,7%&nbsp;para o m&ecirc;s de fevereiro &eacute; o que&nbsp;<a href="http://www.lesechos.fr/entreprises-secteurs/auto-transport/actu/0201951388058-psa-et-renault-derapent-sur-le-marche-europeen-302627.php">anuncia</a>&nbsp;o di&aacute;rio econ&oacute;mico <em>Les Echos</em>. Os construtores&nbsp;franceses encontram-se na primeira linha deste &ldquo;desaparafusamento&rdquo;. A Renault&nbsp;registou uma queda de 27,7% enquanto a Peugeut baixou 20,9% e a Citro&euml;n&nbsp;12% (grupo PSA). Uma situa&ccedil;&atilde;o que dever&aacute; sustentar a guerra das rebaixas entre os&nbsp;grandes grupos que frequentemente vendem 20% abaixo do pre&ccedil;o de cat&aacute;logo. </p>
<p>Em&nbsp;It&aacute;lia a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; melhor,&nbsp;<a href="http://www.repubblica.it/economia/2012/03/15/news/immatricolazioni_auto_europa_crolla_fiat-31563833/">constata</a><em>&nbsp;La Repubblica</em>: as vendas da Fiat baixaram&nbsp;cerca de 16,6 % em fevereiro de 2012 em rela&ccedil;&atilde;o a fevereiro de 2011. A 16 de mar&ccedil;o,&nbsp;o CEO do grupo Sergio Marchionne dever&aacute; reencontrar o chefe do governo italiano,&nbsp;Mario Monti, a fim de discutir aquela que ser&aacute; a estrat&eacute;gia da Fiat para os pr&oacute;ximos&nbsp;anos.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:47:01 +0100</pubDate><guid>1639981</guid></item>
<item><title>Paridade | Parlamento europeu adota a família homoparental</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1631551-parlamento-europeu-adota-familia-homoparental</link><description><![CDATA[<p>Embora tenha passado despercebida na maior parte dos pa&iacute;ses da UE, a&nbsp;ado&ccedil;&atilde;o pelo Parlamento europeu, em 13 de mar&ccedil;o, de uma&nbsp;<a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?type=REPORT&amp;reference=A7-2012-0041&amp;language=pt&amp;mode=XML#title1">resolu&ccedil;&atilde;o</a> sobre&nbsp;a paridade homem-mulher, que abre as portas ao alargamento a toda a Uni&atilde;o&nbsp;do casamento entre pessoas do mesmo sexo, provocou agita&ccedil;&atilde;o em It&aacute;lia. Um&nbsp;ponto do texto, que n&atilde;o &eacute; vinculativo para os Estados, &ldquo;<em>lamenta</em>&rdquo; as defini&ccedil;&otilde;es&nbsp;restritivas de fam&iacute;lia adotadas em alguns deles &ldquo;<em>para evitarem ter que garantir&nbsp;prote&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica aos casais do mesmo sexo e aos seus filhos</em>&rdquo;.</p>
<p>La <em>Stampa</em> <a href="http://www3.lastampa.it/cronache/sezioni/articolo/lstp/446343/">comenta</a>&nbsp;que uma adenda destinada a suprimir este ponto, proposta&nbsp;pela direita (maiorit&aacute;rio no Parlamento), foi rejeitada pela esquerda, os verdes&nbsp;e a extrema-esquerda, por uma diferen&ccedil;a de 20 votos, e que a direita italiana&nbsp;condenou uma decis&atilde;o da &ldquo;<em>esquerda dos casamentos homossexuais</em>&rdquo;. &ldquo;<em>A&nbsp;Europa quer impor-nos o casamento homossexual</em>&rdquo;, afirma&nbsp;<a href="http://www.ilgiornale.it/interni/ora_leuropa_vuole_imporci_nozze_gay/14-03-2012/articolo-id=577198-page=0-comments=1">com indigna&ccedil;&atilde;o</a>&nbsp;<em>Il Giornale</em>,&nbsp;segundo o qual a ado&ccedil;&atilde;o da resolu&ccedil;&atilde;o resultar&aacute; na obriga&ccedil;&atilde;o de os&nbsp;Estados-membros reconhecerem os casamentos ente pessoas do mesmo sexo&nbsp;celebrados num outro pa&iacute;s da UE.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 15 Mar 2012 13:35:38 +0100</pubDate><guid>1631551</guid></item>
<item><title>Zona euro | Depois da tempestade, chegou a vez da política (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1625581-depois-da-tempestade-chegou-vez-da-politica</link><description><![CDATA[A economia europeia parece ter sobrevivido ao pico da crise e enveredado pelo caminho da retoma. Mas esta depende agora, em larga medida, da capacidade dos políticos de porem de lado as hesitações e se abstraírem dos riscos eleitorais que os esperam. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:03:09 +0100</pubDate><guid>1625581</guid></item>
<item><title>União Europeia | Nove países querem adotar a taxa Tobin</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1611171-nove-paises-querem-adotar-taxa-tobin</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Os pa&iacute;ses da UE querem impor a taxa sobre as transa&ccedil;&otilde;es financeiras&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/wirtschaft/vorstoss-von-deutschland-und-acht-weiteren-staaten-eu-laender-wollen-finanzsteuer-durchsetzen-1.1306300">titula o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em></a>. O di&aacute;rio de Munique relata que os ministros das Finan&ccedil;as de nove pa&iacute;ses &ndash; Alemanha, Fran&ccedil;a, Espanha, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Finl&acirc;ndia, Portugal, Gr&eacute;cia e It&aacute;lia &ndash; pediram numa carta comum &agrave; presid&ecirc;ncia dinamarquesa da UE para &ldquo;superar todos os obst&aacute;culos&rdquo; &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o da taxa Tobin at&eacute; julho de 2012. Segundo os ministros, esta medida ser&aacute;, de facto, &quot;um instrumento crucial para garantir um contributo justo do setor financeiro aos custos da crise financeira&quot;.</p>
<p>A iniciativa n&atilde;o &eacute; in&eacute;dita. A Comiss&atilde;o Europeia <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1544401-finance-watch-um-lobi-para-combater-os-lobis">j&aacute; tinha proposto</a> uma taxa sobre a troca de a&ccedil;&otilde;es, produtos derivados e outros produtos financeiros no passado m&ecirc;s de setembro, uma proposta imediatamente rejeitada pelo Reino Unido e a Su&eacute;cia. Desta vez, os ministros afirmam querer procurar &ldquo;alternativas&rdquo;, caso n&atilde;o seja elaborada uma solu&ccedil;&atilde;o at&eacute; meio do ano. Uma observa&ccedil;&atilde;o fundamental da carta que &ldquo;se l&ecirc; entre linhas&rdquo;, estima o <em>SZ</em>:</p>
<blockquote><p>O n&uacute;mero nove transmite uma mensagem muito clara: podemos faz&ecirc;-lo sozinhos. [De acordo com os tratados europeus] os Estados podem avan&ccedil;ar sozinhos numa coopera&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;ada, caso consigam, no m&iacute;nimo, nove membros a favor. Da&iacute; a carta curta se ler quase como uma forte amea&ccedil;a para os colegas que hesitam. Uma vez que todos os envolvidos j&aacute; sabem que a taxa muito provavelmente ser&aacute; introduzida.</p>
</blockquote>
<p>Por fim, o di&aacute;rio real&ccedil;a que a carta pode ter efeitos a n&iacute;vel interno para os pa&iacute;ses signat&aacute;rios, nomeadamente para a Fran&ccedil;a e a Alemanha, uma vez que poder&aacute; permitir a Nicolas Sarkozy arrecadar votos adicionais nas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de abril-maio e a Angela Merkel apoiar a oposi&ccedil;&atilde;o, que imp&ocirc;s a taxa Tobin como uma condi&ccedil;&atilde;o para aprovar o pacto or&ccedil;amental.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 13:17:39 +0100</pubDate><guid>1611171</guid></item>
<item><title>Alemanha | Angela Merkel já contraria François Hollande</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1582131-angela-merkel-ja-contraria-francois-hollande</link><description><![CDATA[<p>&quot;Conluio contra Hollande&quot;, <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/politik/deutschland/0,1518,819095,00.html">anuncia esta segunda-feira <em>Der Spiegel</em></a>, revelando que a chanceler alem&atilde; pactuou com diversos parceiros europeus em n&atilde;o receber Fran&ccedil;ois Hollande, o candidato socialista &agrave; Presid&ecirc;ncia da Fran&ccedil;a. O italiano Mario Monti, o espanhol Mariano Rajoy e o brit&acirc;nico David Cameron ter-se-&atilde;o juntado a esta alian&ccedil;a secreta. Merkel agiu por desconfian&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua pol&iacute;tica europeia. Hollande anunciou a sua inten&ccedil;&atilde;o de, caso ven&ccedil;a as elei&ccedil;&otilde;es, renegociar o pacto or&ccedil;amental que acaba de ser assinado em Bruxelas.</p>
<p><a target="_self" href="http://derstandard.at/1330390330536/Wahlverschwoerung-gegen-Hollande-Merkels-Frankreichpfusch">Na opini&atilde;o do <em>Standard</em></a>, esta &quot;estranha conspira&ccedil;&atilde;o&rdquo; demonstra que os chefes dos governos conservadores na Europa consideram que o seu dom&iacute;nio pol&iacute;tico est&aacute; a enfraquecer. Pouco gentil para com Angela Merkel, este jornal di&aacute;rio afirma:</p>
<blockquote><p>Tudo isto &eacute; transparente. O golpe falhou. A chanceler n&atilde;o poderia ter feito melhor coisa para ajudar Hollande. Os franceses est&atilde;o fartos das promessas n&atilde;o cumpridas e dos gestos de submiss&atilde;o de Sarkozy. Sem falar da grande maioria, que n&atilde;o quer deixar que Berlim lhe imponha o pr&oacute;ximo Presidente. </p>
<p>O facto de Merkel se apoiar em Cameron (que regularmente a contraria em rela&ccedil;&atilde;o ao euro) e Rajoy (que acaba de anunciar que far&aacute; rebentar o d&eacute;fice espanhol) mostra como est&aacute; enfraquecida. Ignorar desta forma o poss&iacute;vel pr&oacute;ximo Presidente do parceiro mais importante, revela uma falta de instinto como j&aacute; n&atilde;o se via h&aacute; d&eacute;cadas.</p>
</blockquote>
<p>Em Paris, <a target="_self" href="http://www.liberation.fr/politiques/01012393933-merkel-monti-rajoy-et-cameron-auraient-decide-de-boycotter-hollande">o <em>Lib&eacute;ration</em> real&ccedil;a</a> que esta rutura aparece no momento em que, numa sondagem, 41% dos franceses questionados afirmam estar convencidos que a Alemanha &quot;utiliza a crise para refor&ccedil;ar a sua economia &agrave; custa dos outros&quot;... Se Fran&ccedil;ois Hollande for eleito, &quot;teremos que come&ccedil;ar por reparar os danos&quot;, afirma este jornal di&aacute;rio, citando a polit&oacute;loga Sabine von Oppeln. Tanto mais que, em 2007, dois meses antes do escrut&iacute;nio anterior, Angela Merkel recebeu a candidata socialista, S&eacute;gol&egrave;ne Royal, com uma conferencia de imprensa conjunta e aperto de m&atilde;os em frente &agrave;s c&acirc;maras.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 05 Mar 2012 15:13:43 +0100</pubDate><guid>1582131</guid></item>
<item><title>Itália | TEDH condena deportações para a Líbia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1547161-tedh-condena-deportacoes-para-libia</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;It&aacute;lia rejeitada&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ilmanifesto.it/area-abbonati/in-edicola/manip2n1/20120224/manip2pg/01/manip2pz/IMMAGINE/">titula <em>Il Manifesto</em></a>, ap&oacute;s o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) ter dado a It&aacute;lia como culpada da viola&ccedil;&atilde;o do direito de prote&ccedil;&atilde;o contra a tortura e o abuso dos imigrantes. O tribunal de Estrasburgo <a target="_self" href="http://cmiskp.echr.coe.int/tkp197/view.asp?action=open&amp;documentId=901572&amp;portal=hbkm&amp;source=externalbydocnumber&amp;table=F69A27FD8FB86142BF01C1166DEA398649">aprovou uma peti&ccedil;&atilde;o</a> assinada por um grupo de cidad&atilde;os da Som&aacute;lia e da Eritreia, intercetados num barco na costa da ilha de Lampedusa em maio de 2009.&nbsp; Segundo o acordo assinado pelo Governo de Silvio Berlusconi com o na altura Presidente l&iacute;bio, Muammar Kadhafi, estes foram deportados para a L&iacute;bia, o seu ponto de embarca&ccedil;&atilde;o. A It&aacute;lia dever&aacute; pagar 15 mil euros a cada um pelos danos. </p>
<p>Segundo o Tribunal, a pol&iacute;tica de &ldquo;rejei&ccedil;&atilde;o&rdquo; da It&aacute;lia, em curso desde 2009, viola a legisla&ccedil;&atilde;o internacional dado que lida com os imigrantes de forma coletiva e nega-lhes o direito de recorrer em tribunais italianos. Roberto Maroni, na altura ministro do Interior da Liga do Norte, criticou a senten&ccedil;a e classificou-a como &ldquo;pol&iacute;tica&rdquo;, enquanto o primeiro-ministro Mario Monti declarou que o Governo ir&aacute; estudar a decis&atilde;o. Mas <a target="_self" href="http://www.ilmanifesto.it/area-abbonati/in-edicola/manip2n1/20120224/manip2pg/01/manip2pz/318541/"><em>Il Manifesto</em> mostra-se c&eacute;tico</a>:</p>
<blockquote><p>Os acordos estabelecidos com o novo Governo l&iacute;bio atual apontam na mesma dire&ccedil;&atilde;o do que os revogados com Kadhafi. Para mudar esta situa&ccedil;&atilde;o seria necess&aacute;rio iniciar uma reforma legislativa e adotar uma nova pol&iacute;tica de informa&ccedil;&atilde;o. Quando se l&ecirc; os coment&aacute;rios online sobre a senten&ccedil;a, percebe-se que a Europa &eacute; agora vista como uma amea&ccedil;a &agrave; nossa integridade nacional, fruto de duas d&eacute;cadas de xenofobia e hostilidade institucional relativamente aos imigrantes.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 16:17:36 +0100</pubDate><guid>1547161</guid></item>
<item><title>Economia | A carta dos doze contra Merkozy</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1533511-carta-dos-doze-contra-merkozy</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Uma mudan&ccedil;a de dire&ccedil;&atilde;o liderada por Roma, Londres e Haia&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/economia/12_febbraio_21/offeddu-monti-cameron-mercati_db6c071a-5c57-11e1-beff-3dad6e87678a.shtml">considera o <em>Corriere della Sera</em></a>. A 20 de fevereiro, os primeiros-ministros David Cameron, Mario Monti e Mark Rutte enviaram uma carta ao presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, a pedir-lhe para contribuir para &ldquo;o restauro da confian&ccedil;a na capacidade da Europa gerar um crescimento econ&oacute;mico forte e duradouro&rdquo;.</p>
<p>Co-assinado pelos seus hom&oacute;logos de nove pa&iacute;ses (Est&oacute;nia, Let&oacute;nia, Finl&acirc;ndia, Irlanda, Rep&uacute;blica Checa, Eslov&aacute;quia, Espanha, Su&eacute;cia, Pol&oacute;nia), o documento define as grandes linhas de um plano para evitar o risco de recess&atilde;o criado pela austeridade: a abertura do mercado interno dos servi&ccedil;os, a implementa&ccedil;&atilde;o de um mercado comum da energia em 2014 e um mercado digital em 2015, com especial aten&ccedil;&atilde;o para a investiga&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento, a abertura dos mercados mundiais como a &Iacute;ndia, regras mais flex&iacute;veis para as pequenas e m&eacute;dias empresas, a inclus&atilde;o das mulheres e dos jovens no mercado de trabalho, a abertura das profiss&otilde;es protegidas e a cria&ccedil;&atilde;o de um setor financeiro &ldquo;firme e din&acirc;mico&rdquo;.</p>
<p>Dois dirigentes faltam &agrave; chamada: Angela Merkel e Nicolas Sarkozy. &ldquo;A Europa que pede um est&iacute;mulo emerge&rdquo;, <a target="_self" href="http://quiosco.elmundo.orbyt.es/ModoTexto/paginaNoticia.aspx?id=8425936&amp;tipo=1&amp;sec=El%20Mundo&amp;fecha=21_02_2012&amp;pla=pla_562_Madrid">constata <em>El Mundo</em></a>, para quem esta carta &eacute; &ldquo;a resposta mais coordenada da UE &agrave; pol&iacute;tica de controlo do d&eacute;fice defendida por Angela Merkel&rdquo;:</p>
<blockquote><p>A carta chega num momento chave, numa altura em que a economia da UE est&aacute; quase em recess&atilde;o e o desemprego aumenta. Deve-se ter em conta esta iniciativa, desde que a UE esteja consciente de que os governos cumprem os seus deveres para controlar o d&eacute;fice e reduzir a d&iacute;vida. E Merkel dever&aacute; tomar nota desta revolta coordenada.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 15:20:44 +0100</pubDate><guid>1533511</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | A grande venda relâmpago na Europa (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1530961-grande-venda-relampago-na-europa</link><description><![CDATA[Em toda a Europa, os países procuram uma maneira rápida de arranjar dinheiro. E todos eles parecem ter a mesma ideia: vender bens do Estado. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 13:24:59 +0100</pubDate><guid>1530961</guid></item>
<item><title>Itália | Julgamento histórico sobre amianto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1509201-julgamento-historico-sobre-amianto</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Eternit, senten&ccedil;a hist&oacute;rica&rdquo;, titula <em>La Stampa</em>, no dia seguinte &agrave; decis&atilde;o do Tribunal de Turim, que condenou os propriet&aacute;rios da empresa Eternit, fabricante de materiais de constru&ccedil;&atilde;o em amianto, a 16 anos de pris&atilde;o e ao pagamento de 200 milh&otilde;es de euros por perdas e danos provocados por &ldquo;permanente cat&aacute;strofe ambiental e perigo para a sa&uacute;de p&uacute;blica&rdquo;. </p>
<p>O di&aacute;rio explica que Stephan Schmidheiny, multimilion&aacute;rio su&iacute;&ccedil;o de 64 anos, e Louis De Cartier De Marchienne, bar&atilde;o belga de 90 anos, foram acusados de n&atilde;o terem respeitado as medidas de seguran&ccedil;a no estabelecimento que possuem em Casale Monferrato (noroeste) que, na d&eacute;cada de 1960-70, produziu pain&eacute;is para o edif&iacute;cio &agrave; base de fibra de amianto (proibidos na Europa desde 1986, mas produzidos no resto do mundo), estando conscientes da perigosidade desta subst&acirc;ncia. Registaram-se cerca de tr&ecirc;s mil casos de abestose e de mesotelioma (cancro do pulm&atilde;o) entre os oper&aacute;rios e a popula&ccedil;&atilde;o  &ndash;  j&aacute; morreram 1830 pessoas. Trata-se do caso mais importante alguma vez realizado sobre contamina&ccedil;&atilde;o por amianto e o primeiro a ser considerado crime, <a href="http://www3.lastampa.it/cronache/sezioni/articolo/lstp/442328/" target="_self">sublinha <em>La Stampa</em></a>. <a href="http://www3.lastampa.it/cronache/sezioni/articolo/lstp/442443/" target="_self">Segundo</a> Mario Calabresi, diretor do di&aacute;rio, estas senten&ccedil;as</p>
<blockquote><p>s&atilde;o o reconhecimento de uma das batalhas mais corajosas e tenazes travadas em It&aacute;lia em prol da verdade e da justi&ccedil;a. Uma batalha gra&ccedil;as &agrave; qual se conseguiu provar que, durante anos, se continuou a produzir [amianto] apesar dos comprovados riscos para a sa&uacute;de p&uacute;blica. Presentemente, ningu&eacute;m pode invocar desconhecimento ou manipula&ccedil;&atilde;o. [Mas a decis&atilde;o] n&atilde;o p&otilde;e fim a este caso e n&atilde;o serve para arquivar definitivamente este massacre: hoje em dia, h&aacute; pelo menos 50 novos casos de mesotelioma na regi&atilde;o, o dobro no espa&ccedil;o de dez anos.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:33:39 +0100</pubDate><guid>1509201</guid></item>
<item><title>Debate | Gregos preguiçosos! O preconceito ideal (CriticAtac, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1506511-gregos-preguicosos-o-preconceito-ideal</link><description><![CDATA[Pobre, logo, culpado. Graças à crise grega, o preconceito acerca dos europeus do Sul parece ganhar terreno no Norte da Europa. Uma análise simplista e hipócrita que nos impede de compreender o que realmente está a acontecer, segundo afirma um editor romeno. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 15:38:44 +0100</pubDate><guid>1506511</guid></item>
<item><title>Itália | Nenhum defeito à vista | Cartoon (L'Espresso, Roma)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1498971-nenhum-defeito-vista</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 19:16:48 +0100</pubDate><guid>1498971</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Para a Time, o destino do mundo depende de Monti</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1497821-para-time-o-destino-do-mundo-depende-de-monti</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Este homem pode salvar a Europa?&rdquo;, pergunta a <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,2106512,00.html" target="_self"><em>Time</em></a> sobre Mario Monti. Em visita a Washington e Nova Iorque por estes dias, &ldquo;o homem mais importante da Europa&rdquo;, como a revista nova-iorquina classifica o chefe do Governo italiano, tem, de facto, a tarefa de evitar a derrocada da zona euro, e at&eacute; mesmo da economia mundial, ao conseguir recuperar o seu pa&iacute;s:</p>
<blockquote><p>A miss&atilde;o de Monti tem implica&ccedil;&otilde;es para todos &ndash; dos financeiros de Wall Street aos oper&aacute;rios chineses. Porque os problemas de It&aacute;lia tornaram-se problemas do mundo inteiro e Monti ter&aacute; de salvar a It&aacute;lia para evitar uma outra crise financeira global. [&hellip;] Apesar da crise da d&iacute;vida na Europa estar a ser travada h&aacute; dois anos, a It&aacute;lia [cuja d&iacute;vida p&uacute;blica ultrapassa 120% do PIB] aparece como a maior amea&ccedil;a &agrave; sobreviv&ecirc;ncia da moeda &uacute;nica, que est&aacute; sob press&atilde;o: paradoxalmente &eacute;, ao mesmo tempo, demasiado grande para falir e demasiado importante para ser salva. [&hellip;] E se se tornar insolvente, isso poder&aacute; desencadear uma s&eacute;rie de acontecimentos que destro&ccedil;ariam a uni&atilde;o monet&aacute;ria e poriam em perigo meio s&eacute;culo de integra&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica.</p>
<p>O sucesso de Monti &eacute; igualmente crucial para a economia mundial. As consequ&ecirc;ncias de um incumprimento de pagamentos por parte de It&aacute;lia &ndash; e, pior, o colapso do euro &ndash; s&atilde;o praticamente inimagin&aacute;veis. A It&aacute;lia poderia provocar uma crise financeira ainda pior do que aquela que foi provocada em 2008 pela fal&ecirc;ncia do banco Lehman Brothers. A onda de choque atingiria os mercados financeiros de todo o mundo, arrastando consigo os bancos e economias inteiras. Uma recess&atilde;o na Europa, onde vivem milh&otilde;es de consumidores ricos, poderia travar a retoma nos Estados Unidos e desacelerar os mercados emergentes. O destino de Mario Monti, da Europa e da retoma mundial est&atilde;o agora inexoravelmente ligados.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 14:55:16 +0100</pubDate><guid>1497821</guid></item>
<item><title>UE-EUA | Obama suaviza discurso antes da visita de Monti</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1494911-obama-suaviza-discurso-antes-da-visita-de-monti</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;It&aacute;lia est&aacute; a dar passos impressionantes.&rdquo; No dia em que o primeiro-ministro italiano Mario Monti chega a Washington para a sua primeira visita oficial, <em>La Stampa</em> dedica a sua primeira p&aacute;gina a uma <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/lastampa-in-english/articolo/lstp/441774/">entrevista exclusiva com Barack Obama</a>. O Presidente dos Estados Unidos n&atilde;o poupa louvores ao novo primeiro-ministro, dizendo que Monti est&aacute; a &ldquo;modernizar a economia italiana&rdquo; e que &ldquo;voltou a p&ocirc;r o pa&iacute;s no caminho do crescimento&rdquo;. Mas Obama tamb&eacute;m tinha palavras suaves para dirigir a toda a Uni&atilde;o Europeia:</p>
<blockquote><p>Nos &uacute;ltimos dois anos, a Europa deu um grande n&uacute;mero de passos t&atilde;o cruciais quanto dif&iacute;ceis para enfrentar a crise. Em It&aacute;lia e por toda a Europa, os cidad&atilde;os est&atilde;o a fazer grandes sacrif&iacute;cios. Os governos europeus chegaram a acordo para alterarem a arquitetura da Uni&atilde;o Europeia. [&hellip;] O destino das nossas economias est&aacute; inextrincavelmente ligado, e a rela&ccedil;&atilde;o da nossa economia com a Europa &eacute; uma parte importante do nosso esfor&ccedil;o para criar emprego e prosperidade nos Estados Unidos. A Uni&atilde;o Europeia &eacute; o &uacute;nico grande parceiro econ&oacute;mico da Am&eacute;rica.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, o presidente disse que os pa&iacute;ses europeus precisam de levantar uma &ldquo;parede de prote&ccedil;&atilde;o maior&rdquo; para que a crise da d&iacute;vida n&atilde;o se espalhe, e precisam de &ldquo;mostrar o seu empenho absoluto na futura integra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica na Europa&rdquo;.</p>
<p>Obama tamb&eacute;m sublinhou a import&acirc;ncia da NATO &ndash; elogiando a decis&atilde;o da It&aacute;lia de estender para al&eacute;m de 2014 o seu compromisso no Afeganist&atilde;o &ndash; e o papel da Europa na &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo;, desejando que tal ajude a aumentar a press&atilde;o para que o Presidente da S&iacute;ria, Bashar al-Assad, se demita. Mas, se Washington j&aacute; est&aacute; a pensar numa solu&ccedil;&atilde;o militar, conforme foi <a target="_self" href="http://edition.cnn.com/2012/02/07/world/meast/syria-unrest/index.html">revelado</a> pela <em>CNN</em>, os pa&iacute;ses europeus ainda se op&otilde;em ao envio de tropas e esperam uma solu&ccedil;&atilde;o diplom&aacute;tica de &uacute;ltima hora, <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/esteri/sezioni/articolo/lstp/441731/">escreve <em>La Stampa</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:06:58 +0100</pubDate><guid>1494911</guid></item>
<item><title>Clima | Cobertos de neve | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1488011-cobertos-de-neve</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:06:57 +0100</pubDate><guid>1488011</guid></item>
<item><title>Alemanha-Itália | A lição de Roma (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1460431-licao-de-roma</link><description><![CDATA[Condescendente mas eficaz: a Alemanha irritou durante anos os italianos. Mas hoje, com o muito decente Mario Monti na liderança, estes também gostariam de dar algumas lições. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:52:42 +0100</pubDate><guid>1460431</guid></item>
<item><title>Itália | Chegou a hora da concorrência (Il Fatto Quotidiano, Roma)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1446921-chegou-hora-da-concorrencia</link><description><![CDATA[Após a austeridade, a liberalização. Mario Monti lançou a “segunda fase” do seu programa de saída da crise: um vasto plano de acesso por parte da concorrência aos setores protegidos, como os taxistas ou os camionistas. Uma
mudança apreciada, mas arriscada, alerta um economista. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:12:25 +0100</pubDate><guid>1446921</guid></item>
<item><title>Catástrofes | Fracasso | Cartoon (La Libre Belgique, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1404301-fracasso</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:27:42 +0100</pubDate><guid>1404301</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Draghi faz soar o alarme</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1404101-draghi-faz-soar-o-alarme</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A crise &eacute; muito grave, devemos agir agora&rdquo;: <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/art/finanza-e-mercati/2012-01-16/draghi-incertezza-crescita-debiti-191837.shtml?uuid=Aap44seE"><em>II Sole 24 Ore</em> retoma</a> em primeira p&aacute;gina os termos empregados por Mario Draghi para descrever a crise do euro &agrave; Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&oacute;micos. Perante a degrada&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida soberana e as perspetivas de crescimento nulo, o presidente do Banco Central Europeu (BCE) apoiou a necessidade de aumentar o capital dos bancos europeus e de promover medidas que estimulam a economia para contrabalan&ccedil;ar os efeitos negativos das medidas de austeridade sobre o crescimento.&nbsp; </p>
<p>No momento em que Draghi tomava a palavra, no dia 13 de janeiro, a ag&ecirc;ncia de nota&ccedil;&atilde;o Standard &amp; Poor&rsquo;s reduzia a classifica&ccedil;&atilde;o do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) de AAA para AA+, sob pretexto da desclassifica&ccedil;&atilde;o de diversos pa&iacute;ses que o financiam.</p>
<p>Face &agrave; urg&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o, <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/"><em>Il Sole</em> lamenta</a> que o Presidente franc&ecirc;s tenha adiado por tempo indeterminado o encontro com o primeiro-ministro italiano, Mario Monti, previsto para os pr&oacute;ximos dias:</p>
<blockquote><p>ap&oacute;s ter reivindicado a centralidade da Fran&ccedil;a nos planos de resgate do euro e da Europa, Nicolas Sarkozy parece ter deixado a quest&atilde;o em <em>stand-by</em>: a urg&ecirc;ncia j&aacute; n&atilde;o &eacute; enfrentar a crise da d&iacute;vida com os parceiros italianos e alem&atilde;es, de forma a transmitir uma mensagem forte e clara aos euroc&eacute;ticos, mas evitar um caos eleitoral colossal em casa. N&atilde;o &eacute; novidade: j&aacute; tinha acontecido com Merkel. Uma vez mais, a Europa e a sua crise financeira podem esperar [&hellip;]. &Eacute; nomeadamente devido a estes atrasos que a crise da d&iacute;vida grega est&aacute; a sair muito mais cara e que os especuladores e as ag&ecirc;ncias de duvidosa nota&ccedil;&atilde;o continuam a mandar nos mercados.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 15:57:57 +0100</pubDate><guid>1404101</guid></item>
<item><title>Zona euro | França na segunda divisão (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1400011-franca-na-segunda-divisao</link><description><![CDATA[Ao descer a notação financeira da França, a 13 de janeiro, a Standard &amp; Poor&#039;s causou uma surpresa dupla: Nicolas Sarkozy e os seus adversários na corrida às eleições presidenciais ficam ainda mais sujeitos à pressão dos mercados e a Europa está mais do que nunca dividida entre Norte e Sul. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 15:30:59 +0100</pubDate><guid>1400011</guid></item>
<item><title>Zona euro | Isto está a piorar | Cartoon (L'Espresso, Roma)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1393111-isto-esta-piorar</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 17:47:33 +0100</pubDate><guid>1393111</guid></item>
<item><title>"Ménage à trois" | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1392101-menage-trois</link><description><![CDATA[<p>Qualquer coisa come&ccedil;a a mexer na Europa. Assistimos apenas &agrave;s primeiras sacudidelas, mas os sinais parecem claros: o duo &ldquo;Merkozy&rdquo; que, de facto, pegou nas r&eacute;deas da zona euro desde que a crise da d&iacute;vida amea&ccedil;a a sobreviv&ecirc;ncia da moeda &uacute;nica, est&aacute; a ser <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1387661-monti-atrapalha-merkozy" target="_self">invadido</a> por um terceiro elemento.</p>
<p>Nomeado de emerg&ecirc;ncia quando a It&aacute;lia estava &agrave; beira de deixar de conseguir pagar os seus compromissos e amea&ccedil;ava arrastar consigo a moeda &uacute;nica, Mario Monti parece determinado em restituir a Roma &ndash; terceira economia da zona euro &ndash; o lugar na Europa que o seu antecessor deixou vazio, por falta de interesse ou de credibilidade.</p>
<p><a href="http://www.repubblica.it/politica/2012/01/07/news/monti_critica_merkel-27701494/index.html?ref=search" target="_self">Saudada</a> pela imprensa italiana, a entrada em cena do antigo comiss&aacute;rio europeu que, contrariamente a Silvio Berlusconi, goza de um grande prest&iacute;gio no estrangeiro, &eacute; uma boa not&iacute;cia sob variad&iacute;ssimos aspetos. Primeiro, porque o entendimento entre Berlim e Paris era muito mais ditado pela necessidade &ndash; de reagir &agrave; crise &ndash; do que pelas afinidades eletivas entre Angela Merkel e Nicolas Sarkozy.</p>
<p>A chanceler alem&atilde; e o Presidente franc&ecirc;s nunca expuseram uma eventual vis&atilde;o comum do futuro do euro ou da Europa que fosse suscet&iacute;vel de entusiasmar os seus parceiros e os europeus em geral. Pelo contr&aacute;rio, d&atilde;o a impress&atilde;o de navegar &agrave; vista. </p>
<p>Depois, porque o alargamento assim do &ldquo;diret&oacute;rio&rdquo; da Eurol&acirc;ndia, tem um pouco mais de representatividade &ndash; e da&iacute;, tamb&eacute;m, de legitimidade, se &eacute; que existe alguma. Por fim, por raz&otilde;es de equil&iacute;brio: como <a href="http://archiviostorico.corriere.it/2012/gennaio/07/Fitoussi_Francia_piu_vicina_voi_co_8_120107002.shtml" target="_self">escreveu</a> o economista Jean-Paul Fitoussi a prop&oacute;sito do &uacute;ltimo encontro Sarkozy-Monti, em Paris, a Fran&ccedil;a tem agora <a href="http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,808443,00.html" target="_self">um aliado</a> face a uma Alemanha que, voluntariamente ou n&atilde;o, predomina e que at&eacute; agora sempre conseguiu impor aos seus parceiros a sua pr&oacute;pria solu&ccedil;&atilde;o para sair da crise: disciplina e rigor.</p>
<p>Tal como Nicolas Sarkozy, tamb&eacute;m Mario Monti pensa que, no que diz respeito &agrave; austeridade, o seu pa&iacute;s j&aacute; fez o suficiente, e que agora &eacute; tempo de se preocupar com o crescimento. A Uni&atilde;o, atrav&eacute;s do Fundo de Estabiliza&ccedil;&atilde;o Financeira e do Banco Central, &eacute; chamada a ser o motor desse crescimento e a Alemanha convidada a n&atilde;o se tornar um obst&aacute;culo.</p>
<p>Uma vis&atilde;o partilhada pelos outros pa&iacute;ses do Sul da Europa &ndash; com a Espanha &agrave; cabe&ccedil;a &ndash; de que o &ldquo;Professor&rdquo; se tornou, de alguma forma, o porta-voz, especialmente quando <a href="http://www.welt.de/politik/ausland/article13808298/Warum-Italien-mehr-wie-Deutschland-sein-sollte.html" target="_self">avisou os alem&atilde;es</a> contra o ressentimento que uma excessiva rigidez por parte de Berlim se arrisca a provocar entre esses pa&iacute;ses.</p>
<p>Mas nem por isso o trio que se desenha &eacute;, tamb&eacute;m ele, menos fr&aacute;gil: Sarkozy p&otilde;e em jogo a renova&ccedil;&atilde;o do seu mandato em abril, Merkel tem constantemente de prestar contas a uma coliga&ccedil;&atilde;o que est&aacute; a enfraquecer e Monti, que n&atilde;o foi eleito, apoia-se numa maioria heter&oacute;clita de que uma parte (a come&ccedil;ar pelos berlusconianos e a Liga do Norte) n&atilde;o hesitar&aacute; em &ldquo;desligar-se&rdquo; se entender que pode voltar ao poder. Resta pouco tempo para tirar a Europa da crise, se for poss&iacute;vel. Pela primeira vez, a coisa parece bem encaminhada, porque a continua&ccedil;&atilde;o do euro, essa, n&atilde;o espera.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 15:35:53 +0100</pubDate><guid>1392101</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Monti atrapalha "Merkozy"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1387661-monti-atrapalha-merkozy</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;Se os italianos n&atilde;o virem, num futuro pr&oacute;ximo, resultados tang&iacute;veis da sua disposi&ccedil;&atilde;o em economizar e instaurar reformas, surgir&aacute; na It&aacute;lia um movimento de protesto contra a Europa, dirigido tamb&eacute;m contra a Alemanha, considerada l&iacute;der da intoler&acirc;ncia no seio da UE, e contra o Banco Central Europeu&rdquo;: o alerta de Mario Monti numa <a target="_self" href="http://www.welt.de/politik/ausland/article13808298/Warum-Italien-mehr-wie-Deutschland-sein-sollte.html">entrevista ao Die Welt Online</a> parece ter chegado aos ouvidos da chanceler.</p>
<p>Assim, <span id="internal-source-marker_0.39861971367890403"><a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9639"><em>La Stampa</em></a></span> titula que &ldquo;Merkel aprova It&aacute;lia&rdquo; e <a href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9639" target="_self">escreve</a> que:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112stampa_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A Itália de Mario Monti agrada à Alemanha; o projeto de tratado europeu em discussão deixou de ser uma ameaça. […] Claramente, Monti foi dizer a Angela Merkel que compreende muito bem a obstinação dos alemães quando exigem rigor e eficácia por parte dos outros países da zona euro, mesmo à custa de os deixar por muito tempo à beira do abismo. Mas também avisou que não se pode arrastar indefinidamente este jogo de azar e explicou qual é o limite da resistência de Itália.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por seu lado, <a href="http://www.difesa.it/Sala_Stampa/rassegna_stampa_online/Pagine/PdfNavigator.aspx?d=12-01-2012&amp;pdfIndex=69" target="_self"><em>La Repubblica</em> fala</a> de uma &ldquo;ligeira abertura alem&atilde;&rdquo;, dizendo que se Monti conseguiu obter uma flexibiliza&ccedil;&atilde;o do controlo or&ccedil;amental previsto pelo tratado sobre a Uni&atilde;o econ&oacute;mica refor&ccedil;ada, que deve ser discutido em fevereiro, &ldquo;os progressos em mat&eacute;ria de medidas europeias para garantir os mercados s&atilde;o, pelo contr&aacute;rio, m&iacute;nimos&rdquo;.<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112repubblica.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os elogios da chanceler Merkel às realizações do governo Monti […] demonstram até que ponto é significativo, na Europa, o medo de um colapso financeiro de Itália e como é um alívio profundo ver, por fim, o país ser governado de maneira responsável. Mas isso não será suficiente para salvar o país. E, provavelmente, também não chegará para salvar o euro. </p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><a id="internal-source-marker_0.39861971367890403" href="http://www.ilsole24ore.com/art/notizie/2012-01-11/problema-italia-225111.shtml?uuid=AamLv3cE"><span>Para </span><em><span>Il Sole 24 Ore</span></em></a>, na Europa &ldquo;o problema j&aacute; n&atilde;o &eacute; a It&aacute;lia&rdquo;, mas sim a Alemanha. Agora que a recess&atilde;o amea&ccedil;a a Europa e a Alemanha e que o relan&ccedil;amento da economia exige um impulso europeu,</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112sole_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Palavras novas, é verdade, mas ainda assim palavras: eis tudo o que Merkel ofereceu à Itália de Monti. […] Enquanto a chanceler alemã fala muito da Europa para não dizer nada e fazer ainda menos, apesar do futuro do euro estar ainda em suspenso; enquanto pretende controlar diretamente as políticas orçamentais dos parceiros sem dar nada em troca; há, verdadeiramente, motivos de preocupação. Especialmente porque este jogo dura há já muito tempo e não anda, como o demonstram os mercados. Ao ponto de, em vez de continuar a culpabilizar os países mediterrânicos pelo seu comportamento irresponsável, que estão penosamente a tentar entrar nos eixos à custa de um elevado preço social, é preciso começar a discutir a irresponsabilidade da Alemanha (a menos que o seu objetivo seja acabar com o euro em vez de o salvar).</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Na Alemanha, o <a target="_self" href="http://www.faz.net/aktuell/wirtschaft/mario-monti-roms-vermoegen-11602364.html#Drucken"><em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em> aprova</a> o elogio da chanceler &agrave;s reformas iniciadas pelo governo de Monti, aconselhando ao chefe do Governo italiano que ouse taxar as enormes fortunas privadas do se pa&iacute;s. O di&aacute;rio conservador tamb&eacute;m n&atilde;o deixa sem resposta o desejo de Monti de permitir que o seu pa&iacute;s consiga taxas de juro mais baixas junto dos mercados:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/120112faz_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os parceiros da UE têm-se mostrado, desde sempre, pacientes perante o facto de Itália se afastar de um nível de endividamento aceitável. Os italianos não aproveitaram o maior presente oferecido pelo euro: taxas de juro invulgarmente baixas, para re-equilibrarem as suas finanças públicas. […] Não é a UE que deve taxas de juro mais baixas a Itália, mas sim Roma que deve aos seus parceiros a diminuição da sua dívida demasiado alta…</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>A edi&ccedil;&atilde;o online de <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/politik/ausland/0,1518,808090,00.html"><em>Der Spiegel </em>afirma</a> que a teimosia de Berlim em exigir mais austeridade torna-se cada vez mais inaceit&aacute;vel. Uma primeira consequ&ecirc;ncia &eacute; a mudan&ccedil;a que est&aacute; a tomar forma nas rela&ccedil;&otilde;es de poder dentro da UE: &ldquo;Dois contra &lsquo;A Merkel&rsquo;&rdquo;, titula Der Spiegel, referindo-se a um &ldquo;duo&rdquo; entre o Presidente franc&ecirc;s Nicolas Sarkozy e Mario Monti para combater Angela Merkel:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/logo-spiegel.png" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Por vezes, um portador de esperança pode tornar-se incómodo. […] Monti não quer economizar mais. Quer uma outra política, uma política completamente diferente da de Angela Merkel. […] Tudo o que reivindica é o que Paris quer há muito tempo. […] Até aqui, Merkel conseguiu impor-se quase sempre contra os desejos de França. Agora, França recebe o reforço vindo de Itália, que é a terceira economia da zona euro. No fim da semana passada, Monti fez uma visita ao Presidente francês para se porem de acordo sobre o caminho a seguir. Segundo os rumores, o ambiente foi de harmonia.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 16:19:16 +0100</pubDate><guid>1387661</guid></item>
<item><title>Emprego | Será que a imigração engrossa as filas de desempregados?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1379991-sera-que-imigracao-engrossa-filas-de-desempregados</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Imigra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o provoca desemprego&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/immigration-does-not-cause-unemployment-6287404.html">titula o <em>Independent</em></a>, no seguimento de <a target="_self" href="http://www.niesr.ac.uk/pdf/090112_164026.pdf">um relat&oacute;rio do Instituto Nacional brit&acirc;nico para a Investiga&ccedil;&atilde;o Econ&oacute;mica e Social</a> que contradiz as <a target="_self" href="http://www.migrationwatchuk.org/briefingPaper/document/247">afirma&ccedil;&otilde;es</a> de que a entrada de cidad&atilde;os estrangeiros no Reino Unido provoca o desemprego de trabalhadores brit&acirc;nicos. De acordo com o referido relat&oacute;rio, n&atilde;o existe &quot;nenhuma associa&ccedil;&atilde;o&quot; entre elevadas taxas de imigra&ccedil;&atilde;o e desemprego  &ndash;  mesmo com o Reino Unido a enfrentar a pior recess&atilde;o de sempre:</p>
<p>Os economistas do Instituto afirmam que:</p>
<blockquote><p>&hellip; a intera&ccedil;&atilde;o entre entrada de migrantes e PIB &eacute; positiva e indica que, em per&iacute;odos de crescimento inferior, essa entrada de migrantes fica associada a ... um crescimento mais lento do n&uacute;mero [de desempregados] do que seria de esperar. </p>
</blockquote>
<p>Em It&aacute;lia, o desemprego est&aacute; de novo em alta depois de uma queda de tr&ecirc;s anos por causa da crise econ&oacute;mica, <a target="_self" href="http://lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9628">refere <em>La Stampa</em></a>. <a target="_self" href="http://www.istat.it/it/archivio/49705">Os &uacute;ltimos dados do Instituto Nacional de Estat&iacute;stica</a> registam uma subida no n&uacute;mero de italianos empregados para 39 mil no terceiro trimestre de 2011. O emprego entre trabalhadores imigrantes, cujo n&uacute;mero tem sido continuamente crescente nos &uacute;ltimos anos, continuou a aumentar, embora a um ritmo mais lento, atingindo os 120 mil empregos, em compara&ccedil;&atilde;o com os 167 mil no segundo trimestre de 2011. &ldquo;Ser&aacute; um sinal positivo de progressiva recupera&ccedil;&atilde;o da crise?&rdquo;, pergunta o soci&oacute;logo Luca Ricolfi no di&aacute;rio de Turim -</p>
<blockquote><p>Receio que a resposta seja negativa. [&hellip;] Est&aacute; a acontecer uma coisa nova: ao fim de anos de crise, os italianos come&ccedil;aram a perceber que n&atilde;o v&atilde;o poder reformar-se cedo, que n&atilde;o podem aceitar apenas lugares de chefia e esperar por melhores dias. Ainda n&atilde;o temos concorr&ecirc;ncia direta, mas [os empregadores] est&atilde;o a reagir &agrave; crise com uma redu&ccedil;&atilde;o da procura de m&atilde;o-de-obra estrangeira e [os trabalhadores] est&atilde;o a manter os empregos que t&ecirc;m. [&hellip;] A subida aparentemente incontrol&aacute;vel do emprego estrangeiro parece estar agora a abrandar e at&eacute; mesmo a cessar.</p>
</blockquote>
<p>Mas a crise tamb&eacute;m come&ccedil;ou a obrigar um n&uacute;mero crescente de desempregados italianos a desistir de procurar emprego, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/economia/12_gennaio_09/Eurostat-lavoro-8-milioni-senza-speranza-3-sono-italiani_f2d153fa-3ae3-11e1-8a43-34573d1838c1.shtml">adianta o Corriere della Sera</a>, citando <a target="_self" href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/statistics_explained/index.php/Underemployed_and_potentially_active_labour_force_statistics">estudo do Eurostat baseado em dados estat&iacute;sticos sobre M&atilde;o-de-obra Potencialmente Ativa e Subempregada</a>. H&aacute; 2 milh&otilde;es e 700 mil italianos, o n&uacute;mero mais elevado da UE, num total de 8 milh&otilde;es e 200 mil, com disponibilidade para trabalhar, mas que n&atilde;o procuram emprego. A Alemanha, a Fran&ccedil;a e a B&eacute;lgica s&atilde;o os &uacute;nicos pa&iacute;ses onde o pessimismo em mat&eacute;ria de perspetiva de emprego ainda se mant&eacute;m relativamente baixo.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 16:10:10 +0100</pubDate><guid>1379991</guid></item>
<item><title>Itália | A cidade que se revoltou contra a Máfia (El Mundo, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1320801-cidade-que-se-revoltou-contra-mafia</link><description><![CDATA[Ercolano, no sul da Itália, foi a primeira localidade a deixar de pagar o imposto mafioso. Uma liberdade defendida  encarniçadamente pelo autarca e os comerciantes da cidade. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:00:34 +0100</pubDate><guid>1320801</guid></item>
<item><title>Itália | Monti apresenta a conta</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1249901-monti-apresenta-conta</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Eis o decreto que salva It&aacute;lia&rdquo;: <em>La Repubblica</em> retoma as palavras com as quais o chefe do Governo Mario Monti apresentou no dia 4 de dezembro o seu plano de austeridade, que deve restabelecer o equil&iacute;brio or&ccedil;amental e a confian&ccedil;a dos mercados relativamente &agrave; d&iacute;vida italiana. O plano, que deve ser aprovado pelo parlamento neste dia 5 de dezembro, envolve 30 mil milh&otilde;es de euros, dos quais 20 ser&atilde;o utilizados em medidas de rigor e dez em medidas de relan&ccedil;amento. Entre as medidas principais est&aacute; a reintrodu&ccedil;&atilde;o do imposto sobre a propriedade, o aumento do IVA para 23% e a idade de reforma aos 66 anos, al&eacute;m dos cortes nas despesas p&uacute;blicas.</p>
<p><a target="_self" href="http://www.repubblica.it/politica/2011/12/05/news/il_sentiero_stretto-26099697/?ref=HREA-1">Para o di&aacute;rio romano</a>, trata-se de um plano &ldquo;pesado para os contribuintes, mas indispens&aacute;vel para evitar o incumprimento do nosso pa&iacute;s, que marcou o fim do euro e das ambi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas da Europa&rdquo;. Monti teria beneficiado, ao contr&aacute;rio daquilo que se receava, de uma &ldquo;margem de autonomia pol&iacute;tica e nacional&rdquo; perante Bruxelas e Frankfurt, estima por fim <em>La Repubblica</em>, <a target="_self" href="http://www.repubblica.it/economia/2011/12/05/news/molte_tasse_poca_crescita-26099701/?ref=DRM-26099006-2">que critica</a> contudo &ldquo;a habitual excessiva cobran&ccedil;a de impostos aos contribuintes e falta de cobran&ccedil;a dos mesmos &agrave;s coletividades locais&rdquo;. </p>
<p>Uma opini&atilde;o partilhada pelo <em>Corriere della Sera</em>, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/editoriali/11_dicembre_05/amara-medicina-di-vico_944e8b2a-1f0b-11e1-befb-0d1b981db5e8.shtml">para o qual</a> Monti administrou aos italianos &ldquo;um medicamento amargo [&hellip;] as classes m&eacute;dias continuar&atilde;o a ter a sensa&ccedil;&atilde;o de ser consideradas pelos governos no poder &ndash; t&eacute;cnicos ou pol&iacute;ticos, pouco importa &ndash; como uma esp&eacute;cie de ATM, portadores abastados que poder&atilde;o ser facilmente extorquidos&rdquo;. </p>
<p><em>Il Sole 24 Ore</em> <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/art/commenti-e-idee/2011-12-05/cambio-cosa-075516.shtml?uuid=AafDIQRE">comenta</a> por fim: &ldquo;aceitamos pagar mais (muito mais), mas n&atilde;o em v&atilde;o [&hellip;]. Estamos dispostos a faz&ecirc;-lo e a sermos cuidadosos at&eacute; ao fim relativamente ao n&iacute;vel de igualdade dos sacrif&iacute;cios pedidos. Em troca, por&eacute;m, o plano Monti deve favorecer de forma significativa o rebentamento da bolha das taxas sobre os t&iacute;tulos italianos&rdquo;. </p>
<p>Uma exig&ecirc;ncia que os mercados parecem ter percebido: no dia seguinte ao an&uacute;ncio do plano, o fosso entre as taxas alem&atilde;s e italianas voltou estar abaixo da barreira dos 400 pontos, enquanto a bolsa de Mil&atilde;o registava uma subida de 2%, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/economia/11_dicembre_05/mercati-spread_ddf55298-1f17-11e1-befb-0d1b981db5e8.shtml">informa</a> o <em>Corriere della Sera</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 05 Dec 2011 15:31:19 +0100</pubDate><guid>1249901</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | O impulso patriótico dos aforradores</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1228991-o-impulso-patriotico-dos-aforradores</link><description><![CDATA[<p>Ser&atilde;o os aforradores o &uacute;ltimo obst&aacute;culo contra a crise?, <a target="_self" href="http://www.latribune.fr/actualites/economie/international/20111129trib000667434/les-epargnants-dernier-rempart-contre-la-crise-.html">interroga-se</a> <em>La Tribune</em> que constata que &ldquo;enquanto h&aacute; vozes que se levantam para reclamar a renacionaliza&ccedil;&atilde;o das d&iacute;vidas europeias, a ideia de que se deve apelar &agrave; solidariedade nacional ganhou terreno nestes &uacute;ltimos meses&rdquo;.</p>
<p>&quot;Na semana passada, o Governo belga, que se confronta tamb&eacute;m com a subida dr&aacute;stica dos seus custos de financiamento no mercado, anunciou atrav&eacute;s de in&uacute;meras publicidades o lan&ccedil;amento de um empr&eacute;stimo destinado &agrave; totalidade da popula&ccedil;&atilde;o. [...] O objetivo consiste, sobretudo, em mostrar aos mercados uma popula&ccedil;&atilde;o unida em plena crise pol&iacute;tica.&quot;</p>
<p><a target="_self" href="http://www.lalibre.be/economie/actualite/article/703043/bons-d-etat-1208-milliard-d-recoltes-en-3-jours.html">Para <em>La Libre Belgique</em></a>, que traz em manchete: &ldquo;Obriga&ccedil;&otilde;es de Estado: todos querem aderir por cinco anos&rdquo;, a opera&ccedil;&atilde;o teve um sucesso &ldquo;inesperado&rdquo;. A barreira dos dois mil milh&otilde;es de subscri&ccedil;&otilde;es est&aacute; prestes a ser alcan&ccedil;ada, regozija-se o jornal, que real&ccedil;a que &eacute; o t&iacute;tulo do tesouro a cinco anos, acompanhado por uma taxa de 4%, que tem tido mais sucesso. O di&aacute;rio <em>La Libre Belgique</em> relembra que esta emiss&atilde;o, lan&ccedil;ada a 24, 25 e 28 de novembro, &ldquo;beneficiou da ajuda do primeiro-ministro demission&aacute;rio Yves Leterme sob a forma de um apelo &agrave; poupan&ccedil;a dos belgas&rdquo;. </p>
<p>Na It&aacute;lia, o &ldquo;BTP day&rdquo; ou &ldquo;Dia dos T&iacute;tulos do Tesouro&rdquo; de 28 de novembro foi, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/economia/11_novembre_28/massaro-primo-btp-day-titoli-senza-commissioni_e10e5728-198a-11e1-8452-a4403a89a63b.shtml">segundo o <em>Corriere della Sera</em></a>, um grande &ecirc;xito na luta contra a especula&ccedil;&atilde;o. Com rendimentos superiores a 7%, os t&iacute;tulos a tr&ecirc;s e dez anos ofereciam uma remunera&ccedil;&atilde;o atrativa e a opera&ccedil;&atilde;o foi favorecida pela decis&atilde;o dos bancos em reduzir os custos de comiss&atilde;o. &ldquo;Queremos fornecer uma prova s&oacute;lida do nosso empenho&rdquo;, comentou a associa&ccedil;&atilde;o dos banqueiros italianos no di&aacute;rio. A compra desses t&iacute;tulos por particulares &ldquo;pode ser considerada como uma prova importante da confian&ccedil;a dos italianos no pa&iacute;s&rdquo;. O &ldquo;BTP day&rdquo; dever&aacute; ocorrer novamente no dia 12 de dezembro. </p>
<p>Por seu lado, os franceses, cujo pa&iacute;s se arrisca a <a target="_self" href="http://www.latribune.fr/accueil/a-la-une.html">perder o seu triplo A</a>, parecem pouco inclinados a socorrer as finan&ccedil;as p&uacute;blicas, <a target="_self" href="http://www.latribune.fr/actualites/economie/france/20111128trib000667249/moins-d-un-epargnant-francais-sur-trois-pret-a-investir-dans-la-dette-de-l-etat-.html">explica</a> <em>La Tribune</em>. Segundo um inqu&eacute;rito do Harris Interactive JOL Press, menos de um ter&ccedil;o dos inquiridos se declaram dispostos a comprar a d&iacute;vida francesa a taxas equivalentes &agrave;s dos mercados:</p>
<blockquote><p>Poder&iacute;amos pensar que, no contexto da crise nacional, onde o Presidente e o primeiro-ministro fazem constantemente refer&ecirc;ncia ao ano de 1945 e a uma &ldquo;guerra&rdquo; levada a cabo contra os mercados, os franceses ficariam mais mobilizados. Acaba, portanto, a esperan&ccedil;a de um grande empr&eacute;stimo popular ambicionado, em tempos, por Nicolas Sarkozy no ano passado. [...] Visto que h&aacute; realidades dif&iacute;ceis de contornar: de um ponto vista geral, os franceses gastam mais do que o que produzem.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 29 Nov 2011 15:13:46 +0100</pubDate><guid>1228991</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Angela dominatrix | Cartoon (The Sunday Business Post, Dublin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1228571-angela-dominatrix</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 29 Nov 2011 13:46:11 +0100</pubDate><guid>1228571</guid></item>
<item><title>O euro não tem descanso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1225381-o-euro-nao-tem-descanso</link><description><![CDATA[<div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;O euro vai passar o Natal?&rdquo;: a pergunta posta pelo <em>Journal du Dimanche</em> assombra a UE. O seman&aacute;rio parisiense <a target="_self" href="http://www.lejdd.fr/Economie/Actualite/Attali-annonce-un-troisieme-plan-de-rigueur-429769/?from=headlines">baseia-se na previs&atilde;o catastr&oacute;fica</a> do ensa&iacute;sta Jacques Attali segundo a qual o euro n&atilde;o sobreviver&aacute; ao fim do ano se os l&iacute;deres &ldquo;n&atilde;o olharem mais longe do que os seus pr&oacute;prios prazos eleitorais&rdquo;. Resta &ldquo;um m&ecirc;s para salvar o euro&rdquo;, garante o jornal:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/JDD-2811201-100.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Depois da Grécia, da Irlanda e de Portugal, o vírus mortal chegou a Itália. Esta semana, a Península sobre endividada vendeu obrigações a taxas de juro exorbitantes. Na sexta-feira, os credores exigiram 7,8% por um empréstimo a dois anos, ou seja, mais 3,2 pontos dos que há dois meses. […] Se a terceira economia da zona euro cair numa situação de incumprimento, a União monetária não durará muito. […] A tensão está no auge. Antes do fim de semana, a agência Standard & Poor’s baixou a nota da Bélgica. Na próxima quinta-feira, Paris deverá por à venda títulos entre os três e os 4,5 mil milhões de euros. Um verdadeiro teste, num momento em que os credores estão a virar as costas à Alemanha por causa dos seus juros baixos. Na semana passada, Berlim queria por seis mil milhões de euros de dívida nos mercados. Conseguiu vender apenas 3,6. Uma surpresa.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>&ldquo;A crise do euro e da d&iacute;vida chegou a um ponto de viragem destinado a marcar a economia europeia e at&eacute; mesmo as estruturas constitucionais do continente&rdquo;, <a target="_self" href="http://rassegna.governo.it/testo.asp?d=73054804">afirma o <em>Corriere della Sera</em></a>
<meta charset="utf-8">:<span><br />
</span>               </meta>
</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Corriere-della-sera-2811-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Dentro de algumas semanas, nada será como dantes, mas ninguém pode ter a certeza de que tudo se passará como prevê o calendário estabelecido […]. Amanhã a Itália enfrenta uma emissão muito delicada de títulos da dívida. Nesse mesmo dia, o Eurogrupo apreciará as propostas francesas e (sobretudo) alemãs sobre aquilo a que a chanceler Angela Merkel chama união fiscal. […] Estas alterações, a menos que haja surpresas, serão aprovadas na cimeira de 9 de dezembro. No dia anterior, o BCE deverá decidir uma oferta ilimitada de liquidez a dois ou (mais provavelmente) três anos para dar oxigénio aos bancos. E nessa altura, o primeiro-ministro Mario Monti terá feito aprovar em conselho de ministros as medidas para estabilizar a Itália. Estará tudo pronto para que o BCE possa agir. Poderá anunciar limites de diferencial sobre os títulos da dívida soberana [diferença entre as taxas de juro mais baixas e as mais altas sobre as obrigações do Estado] para além dos quais intervirá sem limites sobre os mercados. Mas, de qualquer modo, os limites serão suficientemente elevados para obrigarem os Estados a fazerem baixar as taxas de juro. É este o caminho para virar a página da crise. A Europa prepara-se para o percorrer, sabendo que, no passado, já se perdeu muitas vezes.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p><em>La Stampa </em>escreve que Angela Merkel e Nicolas Sarkozy &ldquo;alargaram a Mario Monti o acordo para alterar os tratados europeus&rdquo; e faz t&iacute;tulo com o &ldquo;pacto a tr&ecirc;s para a Europa&rdquo;. Nas p&aacute;ginas do di&aacute;rio de Turim, o economista Franco Bruni <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9492">constata</a> que:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/La-stampa-28112011-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">As dificuldades da dívida italiana parecem vir do principal problema da economia mundial. É possível que isto seja um exagero. O excesso de dramatização é típico de certas fases das crises financeiras, sobretudo quando as medidas de ajustamento e as reformas enfrentam obstáculos políticos e sociais. Esta dramatização excessiva também diz respeito às discussões continuas sobre o fim do euro, sem se saber de que é que se fala e sem compreender que isso nada resolve e que incomoda toda a gente.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>A contagem decrescente &eacute; tamb&eacute;m a imagem usada por <a target="_self" href="http://www.latribune.fr/actualites/economie/union-europeenne/20111127trib000667005/paris-et-berlin-preparent-l-europe-version-2012.html"><em>La Tribune</em></a>:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/La-tribune-28112011-100.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Tic tac, tic tac... O cronómetro que mede as hipóteses de sobrevivência do euro está impaciente. (…) Oficialmente, a Alemanha continua a opor-se a uma intervenção do BCE de maior envergadura. Ao ritmo a que continua a crise, esta recusa obstinada lembra o comportamento de um bombeiro que deixa a casa arder para ensinar às crianças que é perigoso brincar com fósforos.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>De facto, em Madrid, <em>El Economista</em> <a target="_self" href="http://www.eleconomista.es/economia/noticias/3564106/11/11/Alemania-seleccionara-a-nueve-paises-para-avanzar-en-el-refuerzo-del-euro.html">aposta</a> no colapso da zona euro em duas zonas distintas, uma para os pa&iacute;ses virtuosos e outra para os mais fr&aacute;geis. Ser&aacute;, por isso, Angela &ldquo;Merkel [que] escolher&aacute; nove pa&iacute;ses para criar um super euro&rdquo;, escreve o di&aacute;rio, porque a chanceler<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/El-economista-28112011-100_0.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">quer que seja assinado um acordo, país a país, sobre um novo Pacto de estabilidade, semelhante ao mecanismo dos acordos de Schengen. Nove é, de facto, segundo as regras da UE, o número mínimo de países que podem adotar acordos de cooperação reforçada. Merkel está satisfeita com esta fórmula por duas razões evidentes: o tempo e a simplicidade para a pôr em marcha (…): o acordo pode ser ativado em janeiro ou fevereiro de 2012, um prazo meteórico, se comparado com o tempo  necessário para alterar um tratado, que nunca é inferior a um ano (…). A Itália e a Espanha farão parte do clube. A sua inclusão é vital para esses dois países, porque os signatários terão o apoio permanente do BCE. Sem esquecer que, assim, se evitaria uma divisão entre o Norte e o Sul.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Em Berlim, <a target="_self" href="http://www.welt.de/politik/ausland/article13738327/Sechs-Euro-Laender-sollen-fuer-Europa-haften.html">Die Welt v&ecirc; chegar</a> as &ldquo;obriga&ccedil;&otilde;es do Estado de elite&rdquo; defendidas pela Alemanha: &ldquo;Seis pa&iacute;ses da zona euro com a mais elevada solvabilidade (Triplo A), v&atilde;o criar obriga&ccedil;&otilde;es do Tesouro comuns em que os juros estar&atilde;o, na melhor das hip&oacute;teses, entre os 2% e os 2,5%&rdquo;. <a target="_self" href="http://www.welt.de/debatte/kommentare/article13738318/Jetzt-regiert-Angela-Merkels-harte-Hand-in-Europa.html">No editorial</a>, o jornal escreve que:<span><br />
</span></p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Die-welt-28112011-100_0.JPG" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Os mercados exigem um sinal credível. […] Os novos acordos, quaisquer que sejam – vão fazer passar a mensagem: agora, é a mão de ferro de Merkel que governa a Europa. </p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:53:20 +0100</pubDate><guid>1225381</guid></item>
<item><title>Quem teme a Alemanha? / 5 | A nossa família terrivelmente linda (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1216591-nossa-familia-terrivelmente-linda</link><description><![CDATA[Pais severos, ovelhas negras e amor implacável: esta é a família europeia. E, para o jornalista do Die Zeit que lhe traça o retrato, este modelo histórico de solidariedade deverá ser defendido. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:21:48 +0100</pubDate><guid>1216591</guid></item>
<item><title>"Merkozy" já não está só | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/1215291-merkozy-ja-nao-esta-so</link><description><![CDATA[<p>Nos &uacute;ltimos dias, soprou uma brisa de al&iacute;vio pela Europa. Ainda n&atilde;o &eacute; um novo vento, mas o s&iacute;mbolo &eacute; grande: reunido a 24 de novembro em Estrasburgo, numa en&eacute;sima cimeira para discutir as solu&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis para a crise da d&iacute;vida, &ldquo;Merkozy&rdquo; j&aacute; n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Mario Monti, o primeiro-ministro italiano, tamb&eacute;m l&aacute; esteve, e mostrou que n&atilde;o tenciona ser o pau-de-cabeleira do casal franco-alem&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Um casal sa&iacute;do de um casamento de conveni&ecirc;ncia cuja sa&uacute;de (econ&oacute;mica) se degrada  &ndash;  a Fran&ccedil;a j&aacute; perdeu, virtualmente e&nbsp;<a href="http://www.rue89.com/rue89-eco/2011/11/11/pour-jacques-attali-la-france-deja-perdu-son-triple-226443" target="_blank">segundo v&aacute;rios observadores</a>,  a sua preciosa classifica&ccedil;&atilde;o triplo A. E a d&iacute;vida alem&atilde; j&aacute; foi mais atraente, tal como ficou demonstrado pelo&nbsp; <a href="http://www2.presseurop.eu/pt/content/article/1210781-o-nein-de-merkel-esta-destruir-ue" target="_blank">semifiasco</a>&nbsp;da emiss&atilde;o de t&iacute;tulos de 23 de novembro. </p>
<p>Um casal cujas diverg&ecirc;ncias sobre os meios a p&ocirc;r em pr&aacute;tica para conter os assaltos especulativos &agrave; d&iacute;vida soberana  &ndash;  emiss&atilde;o de&nbsp;<a href="http://www1.presseurop.eu/pt/content/article/1210511-euro-obrigacoes-vao-salvar-nos" target="_blank">obriga&ccedil;&otilde;es europeias</a>&nbsp;e de empr&eacute;stimos aos Estados contra a inscri&ccedil;&atilde;o, nos tratados, do rigor e da harmoniza&ccedil;&atilde;o fiscal&nbsp; &ndash; &nbsp;tem a zona euro em suspenso, enquanto que cada dia que passa neste limbo a aproxima mais do colapso.&nbsp;</p>
<p>Enquanto a imprensa italiana sa&uacute;da o &ldquo;<em>regresso &agrave; Europa</em>&rdquo; do pa&iacute;s, ap&oacute;s anos de desinteresse e gafes berlusconianas, a entrada em cena da terceira economia da zona euro, incarnada pelo muito respeitado antigo comiss&aacute;rio europeu, faz pairar a esperan&ccedil;a de um fim do impasse em que se encontra a Eurol&acirc;ndia. Se parece dif&iacute;cil que Monti possa ou queira desempenhar um papel de &aacute;rbitro entre Paris e Berlim, est&aacute; no entanto bem colocado para desempenhar o de mediador. Um mediador que&nbsp; &ndash; &nbsp;como&nbsp;n&atilde;o deixou de o lembrar, em Estrasburgo, aos seus dois parceiros, arautos do m&eacute;todo intergovernamental&nbsp; &ndash; &nbsp;considera que a solu&ccedil;&atilde;o da crise pol&iacute;tica e econ&oacute;mica da UE passa pelo respeito e pelo refor&ccedil;o do m&eacute;todo e das institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias. Com isto, tem assegurado o apoio do presidente da Comiss&atilde;o, Dur&atilde;o Barroso, que recentemente <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/1198921-bruxelas-quer-colocar-sob-curatela-os-maus-alunos" target="_blank">defendeu</a>&nbsp;isso mesmo.</p>
<p>Tudo isto dever&aacute; tranquilizar os que temiam ver um novo diret&oacute;rio substituir &ldquo;Merkozy&rdquo;, um trio para o qual os jornalistas europeus se dedicaram a encontrar um novo nome: &ldquo;Sarmonkel&rdquo;, &ldquo;Merkozonti&rdquo;, &ldquo;Merkonti&rdquo;, &ldquo;AnNiMa&rdquo; ou &ldquo;MMS&rdquo; est&atilde;o entre os mais votados, &eacute; s&oacute; escolher. Apesar de tudo, o tempo urge e as expectativas aumentam.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 25 Nov 2011 13:43:45 +0100</pubDate><guid>1215291</guid></item>
<item><title>Quem teme da Alemanha? / 3 | Somos tecnocratas com Goethe debaixo do braço (Der Spiegel, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1205361-somos-tecnocratas-com-goethe-debaixo-do-braco</link><description><![CDATA[Ninguém sabe exatamente as implicações do predomínio alemão na Europa – e os alemães menos do que ninguém. Um comentador do Spiegel busca a resposta em dois livros, um dos quais diz que o país perdeu a alma e o outro que tem génio. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:46:24 +0100</pubDate><guid>1205361</guid></item>
<item><title>União Europeia | Uma revolução a partir de cima (Libération, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1205431-uma-revolucao-partir-de-cima</link><description><![CDATA[As mudanças políticas na Grécia, em Itália e em Espanha são a prova de que os líderes europeus alteram o equilíbrio de poder entre a sociedade e o Estado, a economia e a política, sem que saibamos onde é o lugar dos cidadãos, afirma o filósofo francês Etienne Balibar. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:35:02 +0100</pubDate><guid>1205431</guid></item>
<item><title>Quem teme a Alemanha? / 2 | "A Europa fala alemão" (Berliner Zeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1200321-europa-fala-alemao</link><description><![CDATA[“A Europa fala alemão,” anunciou o deputado da CDU, Volker Kauder. Mas, não exageremos, previne o Berliner Zeitung.  Uma associação de democracias livres tem um aspeto um pouco diferente. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:21:48 +0100</pubDate><guid>1200321</guid></item>
<item><title>Itália | Monti toma posse, Berlusconi mostra-se amargo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1185581-monti-toma-posse-berlusconi-mostra-se-amargo</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Pens&otilde;es, impostos sobre a propriedade e emprego: <a target="_self" href="http://www.corriere.it/economia/11_novembre_18/bagnoli-subito-le-imposte_000e70d2-11b0-11e1-8aad-a8a00236e6db.shtml">o plano de Monti</a>&rdquo;, titula o <em>Corriere della Sera</em>, resumindo o discurso do novo primeiro-ministro, a 17 de novembro, no Senado. <a target="_self" href="http://www.corriere.it/politica/11_novembre_13/grafico-squadra-governo-monti_ce6e9204-0e13-11e1-a3df-26025bf830b6.shtml">A equipa de ministros tecnocratas</a> de Mario Monti ganhou a confian&ccedil;a das duas c&acirc;maras do Parlamento e apenas a secessionista Liga do Norte votou contra.</p>
<p>No seu discurso de 17 de novembro Monti admitiu a necessidade de outro or&ccedil;amento de austeridade que pode ascender a onze mil milh&otilde;es de euros. &ldquo;Como defensor do mercado livre e de uma sociedade aberta, Monti decidiu dedicar o seu Governo aos jovens e &agrave;s mulheres &ndash; cuja marginaliza&ccedil;&atilde;o constitui um enorme desperd&iacute;cio de recursos e um obst&aacute;culo ao crescimento &ndash; e reduzir as desigualdades no mercado de trabalho&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/editoriali/11_novembre_18/di-vico-passi-necessari_c5c9315a-11aa-11e1-8aad-a8a00236e6db.shtml">diz o editorial do <em>Corriere</em></a>.</p>
<p>&ldquo;Mas [Monti] n&atilde;o pode ignorar a anterior maioria&rdquo;, de cujo apoio parlamentar precisa e que recusa reintroduzir o imposto sobre a propriedade abolido em 2008. O amplo consenso que rodeia o antigo comiss&aacute;rio europeu n&atilde;o deve ser tido como garantido, acrescenta o <em>Corriere</em>, lembrando que depois da sua surpreendente sa&iacute;da do poder Silvio Berlusconi demonstrou a sua f&uacute;ria ao dirigir-se aos senadores do seu partido a quem falou de &ldquo;suspens&atilde;o da democracia&rdquo; e avisando que o novo Governo durar&aacute; &ldquo;enquanto n&oacute;s quisermos que ele dure&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 18 Nov 2011 16:30:52 +0100</pubDate><guid>1185581</guid></item>
</channel></rss>
