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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Geórgia]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Parceria Oriental | A UE não é a cabeça do Oriente (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1006241-ue-nao-e-cabeca-do-oriente</link><description><![CDATA[A cimeira da Parceria oriental, projeto apoiado pela Polónia, realiza-se em Varsóvia. Mas o coração da União europeia, embrenhado na crise, estará ausente. E os países parceiros, esses, navegam algures entre a ditadura e a democracia. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 18:18:26 +0100</pubDate><guid>1006241</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Cinco mil milhões para ajuda às revoluções árabes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/676901-cinco-mil-milhoes-para-ajuda-revolucoes-arabes</link><description><![CDATA[<p>Integrada na chamada Pol&iacute;tica de Vizinhan&ccedil;a, a &ldquo;UE condiciona a ajuda aos pa&iacute;ses &aacute;rabes para a democracia&quot;, <a target="_self" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/UE/condiciona/ayuda/paises/arabes/democracia/elpepiint/20110526elpepiint_3/Tes">segundo traz o di&aacute;rio <em>El Pa&iacute;s</em> em t&iacute;tulo</a>. Em 25 de maio, a Alta Representante para os Neg&oacute;cios Estrangeiros, Catherine Ashton, e o comiss&aacute;rio para a <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/world/enp/policy_fr.htm">Pol&iacute;tica Europeia de Vizinhan&ccedil;a</a>, Stefan Fuele, apresentaram a <a target="_self" href="http://ec.europa.eu/world/enp/pdf/com_11_303_fr.pdf">nova estrat&eacute;gia</a> relativamente aos 16 pa&iacute;ses mais pr&oacute;ximos da Uni&atilde;o, tanto a Leste como a Sul. Dos sete mil milh&otilde;es de euros a disponibilizar at&eacute; 2013, cinco mil milh&otilde;es v&atilde;o para pa&iacute;ses do Sul do Mediterr&acirc;neo.</p>
<p>At&eacute; agora, recorda El Pais, em pa&iacute;ses como o Egito e a Tun&iacute;sia, a estrat&eacute;gia da UE baseava-se no princ&iacute;pio da &quot;seguran&ccedil;a a troco de milh&otilde;es de euros&rdquo;. Hoje, alguns par&acirc;metros v&atilde;o permitir &agrave; Europa aferir o n&iacute;vel da democratiza&ccedil;&atilde;o nesses pa&iacute;ses: elei&ccedil;&otilde;es livres, liberdade de express&atilde;o e de imprensa, sistema judici&aacute;rio independente, luta contra a corrup&ccedil;&atilde;o e for&ccedil;as de seguran&ccedil;a e ex&eacute;rcitos democraticamente controlados. O jornal sublinha que o plano divulgado pela chefe da diplomacia europeia tamb&eacute;m inclui medidas para controlar os fluxos migrat&oacute;rios. Mas &quot;Ashton negou que se trate de dinheiro para evitar a imigra&ccedil;&atilde;o&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2011 13:49:26 +0100</pubDate><guid>676901</guid></item>
<item><title>Geórgia | Os guardiães europeus do &quot;statu quo&quot; (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/391591-os-guardiaes-europeus-do-statu-quo</link><description><![CDATA[Vigilantes em relação ao plano de paz entre Moscovo e Tbilissi depois do eclodir da guerra de 2008, os observadores europeus interrogam-se sobre a sua utilidade. Devido à inexistência de avanços políticos, a situação caiu num impasse e as perspetivas de uma solução a longo prazo estão cada vez mais distantes. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:34:15 +0100</pubDate><guid>391591</guid></item>
<item><title>Gás natural | Moscovo marca mais um ponto contra Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/359071-moscovo-marca-mais-um-ponto-contra-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>&quot;Na guerra surda mas implac&aacute;vel de interesses entre a Uni&atilde;o Europeia e a R&uacute;ssia pelo controlo do transporte do g&aacute;s da &Aacute;sia Central para a Europa, Moscovo acaba de marcar mais um ponto contra Bruxelas&quot;, <a target="_blank" href="http://www.latribune.fr/accueil/a-la-une.html">escreve <em>La Tribune</em></a>. A <a target="_blank" href="http://www.wintershall.com/index_2.php ">Wintershall</a>, a filial alem&atilde; do gigante da ind&uacute;stria qu&iacute;mica BASF, prepara-se para integrar o projeto do gasoduto South Stream. &quot;&Eacute; mais um duro golpe para o Nabucco, o projeto concorrente apoiado pela UE e que iria trazer o g&aacute;s da &Aacute;sia Central sem passar pela R&uacute;ssia.&rdquo; Para o di&aacute;rio, &quot;o aparecimento de uma empresa alem&atilde; vai acabar por descredibilizar este projeto, or&ccedil;ado em mais de 25 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares&quot;, para cima de 18 mil milh&otilde;es de euros. Criada pelo gigante russo Gazprom, a South Stream conta com o apoio da italiana <a target="_blank" href="http://www.eni.com/it_IT/home.html">ENI</a>. Estas duas empresas comprometeram-se, na primavera de 2010, a ceder, cada uma delas, 10% da participa&ccedil;&atilde;o no grupo franc&ecirc;s <a target="_blank" href="http://france.edf.com/france-45634.html">EDF</a>. O Nabucco, em contrapartida, convence cada vez menos, adianta o di&aacute;rio, por causa da inexist&ecirc;ncia de reservas de g&aacute;s que justifiquem a sua constru&ccedil;&atilde;o. De facto, o Gazprom ter&aacute; &quot;secado metodicamente as reservas de g&aacute;s da &Aacute;sia Central ao multiplicar os contratos de compra e venda a longo prazo na regi&atilde;o, reduzindo assim o volume eventualmente destinado ao Nabucco&quot;. &quot;Ao anunciar a constru&ccedil;&atilde;o deste gasoduto antes mesmo de ter garantido as reservas de g&aacute;s, Bruxelas liquidou o projeto&quot;, explica Pierre No&euml;l, especialista em quest&otilde;es energ&eacute;ticas da Universidade de Cambridge. </p>
<p>No entanto, o South Stream teria ainda algumas quest&otilde;es pendentes. <a target="_blank" href="http://euobserver.com/9/31020">Segundo o <em>Euobserver</em></a>, com efeito, Koen Minne, patr&atilde;o do grupo belga Enex, deveria assinar em novembro um contrato de g&aacute;s natural comprimido (GNC) com o Turquemenist&atilde;o. Nos termos deste acordo, o Enex e um cons&oacute;rcio de empresas europeias preparavam-se para transportar entre 3 e 4 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos por ano de g&aacute;s turquemeniston&ecirc;s para a UE. O g&aacute;s faria o trajeto de barco pelo mar C&aacute;spio em dire&ccedil;&atilde;o ao Azerbaij&atilde;o e, da&iacute;, seria trazido para a UE pelo gasoduto azerbaijano-turco Baku-Tbilisi-Erzurum.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 12 Oct 2010 15:29:26 +0100</pubDate><guid>359071</guid></item>
<item><title>Imigração | O primeiro repatriamento coletivo da UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/352251-o-primeiro-repatriamento-coletivo-da-ue</link><description><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde a sua cria&ccedil;&atilde;o, em 2004, o <a target="_blank" href="http://www.frontex.europa.eu/">Frontex</a>, organismo europeu respons&aacute;vel pela gest&atilde;o das fronteiras externas, financiou e organizou um voo &quot;charter&quot;. Em 28 de setembro, &quot;na mais absoluta discri&ccedil;&atilde;o&quot;, informa <em><a target="_blank" href="http://www.lemonde.fr/"><em>Le Monde</em></a></em>, 56 cidad&atilde;os georgianos, detidos na Pol&oacute;nia, em Fran&ccedil;a, na &Aacute;ustria e na Alemanha, embarcaram em Vars&oacute;via, sede do Frontex, num avi&atilde;o com destino a Tbilisi, a capital georgiana.</p>
<p>Em 2011, este organismo dever&aacute; organizar e financiar entre trinta e quarenta &quot;voos agrupados&quot; de repatriamento de imigrantes entrados ilegalmente nas fronteiras da UE, para os seus pa&iacute;ses de origem. O Frontex disp&otilde;e de um or&ccedil;amento de cerca de 676 milh&otilde;es de euros para o per&iacute;odo de 2008-2013.</p>
<p>Estes repatriamentos, salienta <em>Le Monde</em>, &ldquo;&lsquo;aliviam as capitais europeias, que deixam de ter de carregar com esse fardo&rsquo;, de acordo com a express&atilde;o do diretor-adjunto do Frontex, &lsquo;devido ao embara&ccedil;o, ou mesmo reprova&ccedil;&atilde;o que suscitam tais repatriamentos coletivos junto da opini&atilde;o p&uacute;blica&rsquo; &quot;. &quot;Outra vantagem&rdquo; destas opera&ccedil;&otilde;es, prossegue o di&aacute;rio, &eacute; que &ldquo;falar em nome da Uni&atilde;o Europeia tem &lsquo;mais peso&rsquo; quando se pretende convencer um pa&iacute;s a acolher os seus cidad&atilde;os, do que se fosse feito em nome de diferentes Estados.&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 04 Oct 2010 16:02:16 +0100</pubDate><guid>352251</guid></item>
<item><title>Roménia | White Stream quer destronar Nabucco</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/232151-white-stream-quer-destronar-nabucco</link><description><![CDATA[<p>&quot;A Rom&eacute;nia atingiu o seu objectivo, passar a ser o terminal energ&eacute;tico da UE no Mar Negro&quot;, <a href="http://www.romanialibera.ro/opinii/editorial/romania-isi-face-propriul-nabucco-183383.html" target="_blank">titula o <em>Rom&acirc;nia liberă</em> </a>, no dia seguinte &agrave; assinatura, em Bucareste, do acordo entre a Rom&eacute;nia, a Ge&oacute;rgia e o Azerbaij&atilde;o sobre a constru&ccedil;&atilde;o de um gasoduto de liga&ccedil;&atilde;o entre os po&ccedil;os de g&aacute;s no Mar C&aacute;spio e a Europa. O projecto White Stream II, &quot;corresponde perfeitamente &agrave;s aspira&ccedil;&otilde;es dos europeus&quot;, pois &quot;ir&aacute; servir para trazer 20 mil milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de g&aacute;s para a Uni&atilde;o Europeia a partir de 2012&quot; e &quot;por&aacute; fim &agrave; depend&ecirc;ncia europeia do g&aacute;s russo&quot;. O custo &ndash; entre 2 e 4 mil milh&otilde;es de euros &ndash; faz dela &quot;a op&ccedil;&atilde;o mais vantajosa para a UE&quot;, mesmo que fa&ccedil;a concorr&ecirc;ncia ao Nabucco, o gasoduto (bem mais dispendioso) que ir&aacute; fazer a liga&ccedil;&atilde;o entre o Ir&atilde;o e a Europa Central, passando pela Turquia, e que &eacute; alvo de negocia&ccedil;&otilde;es no seio da UE. Uma outra vantagem, nota Rom&acirc;nia liberă, &eacute; ser &quot;o primeiro passo da Rom&eacute;nia na altera&ccedil;&atilde;o do mapa geopol&iacute;tico do mar Negro&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 15 Apr 2010 13:52:44 +0100</pubDate><guid>232151</guid></item>
<item><title>Geopolítica | As revoluções param a Leste (Tygodnik Powszechny , Cracóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/208091-revolucoes-param-leste</link><description><![CDATA[Na Ucrânia e na Geórgia, os movimentos “pró-ocidentais” buscam um segundo fôlego, sem o apoio da UE. Para além dos seus erros, pagam o facto de não corresponderem às ambições geopolíticas da UE, considera o politólogo polaco Olaf Osica. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 11 Mar 2010 16:39:39 +0100</pubDate><guid>208091</guid></item>
<item><title>Asilo político | Polónia, o país mais hospitaleiro da UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/155951-polonia-o-pais-mais-hospitaleiro-da-ue</link><description><![CDATA[<p>A Pol&oacute;nia &eacute; o Estado-membro da UE mais disposto a oferecer asilo pol&iacute;tico a refugiados,&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.dziennik.pl/wydarzenia/article505326/Polska_rajem_dla_cudzoziemcow.html">informa o&nbsp;<em>Dziennik Gazeta Prawna</em></a>, que cita um&nbsp;<a target="_blank" href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-08122009-AP/EN/3-08122009-AP-EN.PDF">relat&oacute;rio recente do Eurostat</a>.&nbsp;No ano passado, as autoridades polacas aceitaram 65% dos pedidos de asilo &ndash; mais do dobro da m&eacute;dia europeia. A grande maioria destes refugiados (91%) &eacute; oriunda da Tchetch&eacute;nia. Segue-se a Ge&oacute;rgia, com umas centenas de candidaturas a asilo apresentadas nos primeiros seis meses do ano &ndash; a maioria das quais rejeitada, segundo Ewa Piechota, do&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.udsc.gov.pl/index.php?documentName=main">Servi&ccedil;o de Estrangeiros e Fronteiras polaco</a>.&nbsp;Em 2008, os Estados-membros da Uni&atilde;o Europeia deram asilo pol&iacute;tico a 7400 refugiados russos, dos quais 2700 foram recebidos pelas autoridades polacas. &ldquo;<em>A Pol&oacute;nia &eacute; vista, sobretudo, como um pa&iacute;s rico, pelo que n&atilde;o conseguimos travar a chegada de novos imigrantes</em>&rdquo;, declara Jacek Białas,&nbsp;da <a target="_blank" href="http://www.amnesty.org.pl/">Amnistia Internacional</a>. De acordo com a &uacute;ltima sondagem, 67% dos inquiridos pensam que a Pol&oacute;nia deveria acolher mais refugiados, visto que muitos polacos, fugidos ao regime comunista da d&eacute;cada de 1980, encontraram protec&ccedil;&atilde;o no Ocidente.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 17:21:57 +0100</pubDate><guid>155951</guid></item>
<item><title>A Leste, nada de novo | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/154561-leste-nada-de-novo</link><description><![CDATA[<p>Ser&atilde;o as parcerias estrat&eacute;gicas realmente &uacute;teis? Oito meses ap&oacute;s o lan&ccedil;amento da <a href="http://ec.europa.eu/external_relations/eastern/index_fr.htm" target="_blank">Pareceria Oriental</a>, que liga a UE a antigas rep&uacute;blicas sovi&eacute;ticas (Arm&eacute;nia, Azerbeij&atilde;o, Bielo-R&uacute;ssia, Ge&oacute;rgia, Mold&aacute;via e Ucr&acirc;nia), o resultado &eacute; nulo. E o que &eacute; feito da <a href="http://ec.europa.eu/external_relations/euromed/index_fr.htm" target="_blank">Uni&atilde;o para o Mediterr&acirc;neo</a>, em que participam os pa&iacute;ses das margens norte e sul do Mare Nostrum, lan&ccedil;ada h&aacute; um ano e meio? N&atilde;o vai melhor. A Parceria Oriental perdeu-se algures na Europa, do lado de Bruxelas, sem d&uacute;vida muito ocupada com o Tratado de Lisboa. Na sua <a href="http://www.se2009.eu/fr/reunions_actualites/2009/12/8/reunion_des_ministres_des_affaires_etrangeres_au_sein_du_partenariat_oriental" target="_blank">primeira reuni&atilde;o</a>, a 8 de Dezembro, em Bruxelas, os ministros dos Neg&oacute;cios Estrangeiros dos Vinte Sete, mais seis, foram obrigados a reconhecer que os &uacute;nicos progressos alcan&ccedil;ados dizem respeito &agrave; R&uacute;ssia, que encara a hip&oacute;tese de aderir &agrave; iniciativa. Tirando isso, este ano, zero projectos concretos, zero parcerias. &Uacute;nica novidade: o Banco Europeu de Investimento acaba de anunciar a cria&ccedil;&atilde;o de uma linha de cr&eacute;dito espec&iacute;fica para estes pa&iacute;ses, que t&ecirc;m grandes expectativas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Parceria. A esperan&ccedil;a de que as coisas avancem, em 2010, vem de Praga, onde a iniciativa foi assinada durante a presid&ecirc;ncia checa: com efeito, na nova Comiss&atilde;o, a pasta do Alargamento coube ao bo&eacute;mio &Scaron;tefan F&uuml;le. Este ter&aacute; de convencer, em especial Moscovo, de que, ao contr&aacute;rio do que <a href="http://fr.rian.ru/world/20091123/185551405.html" target="_blank">tinha declarado</a> Dmitri Medvedev, o projecto n&atilde;o &eacute; <em>&quot;in&uacute;til&quot;</em>. O Presidente russo acrescentara ainda que o projecto <em>&quot;n&atilde;o era perigoso&quot;</em> &ndash; mas isso era coisa que j&aacute; se sabia. Resta esperar que os parceiros consigam ultrapassar os respectivos receios e preconceitos. I.B.G.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 18:31:55 +0100</pubDate><guid>154561</guid></item>
<item><title>Geórgia-Rússia | UE, um Julgado de Paz muito tímido (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/108181-ue-um-julgado-de-paz-muito-timido</link><description><![CDATA[Num relatório europeu publicado no passado dia 30 de Setembro, a Geórgia é tida como responsável pelo eclodir da guerra com a Rússia, em Agosto de 2008. Moscovo é também acusada de provocações e de uma reacção desproporcionada. Conclusões moderadas que deixam inúmeras questões em aberto, considera a imprensa europeia. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 01 Oct 2009 20:14:42 +0100</pubDate><guid>108181</guid></item>
<item><title>Cáucaso | Rússia ignora acordo internacional</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/75391-russia-ignora-acordo-internacional</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Um ano depois do fim da guerra, a R&uacute;ssia continua a ignorar a maior parte das disposi&ccedil;&otilde;es do acordo de cessar-fogo negociado pelos Presidentes Nicolas Sarkozy e Dmitry Medvedev, em Moscovo &ndash; o acordo de 'seis pontos' de 12 de Agosto de 2008 &ndash; e dos &lsquo;tr&ecirc;s pontos&rsquo; adicionais ajustados em 8 de Setembro de 2008</em>.&quot; S&atilde;o estas as principais conclus&otilde;es do <a href="http://www.bbn.gov.pl/download.php?s=1&amp;id=2473">relat&oacute;rio</a> do Conselho de Seguran&ccedil;a Nacional&nbsp;(<a href="http://www.bbn.gov.pl/">BBN</a>) da Pol&oacute;nia sobre as tentativas de resolu&ccedil;&atilde;o do conflito no C&aacute;ucaso, <a href="http://www.dziennik.pl/polityka/article429384/BBN_Moskwa_lamie_ustalenia_w_sprawie_Gruzji.html">relata</a> o di&aacute;rio polaco Dziennik.</p>
<p>O relat&oacute;rio do BBN sugere que, ao contr&aacute;rio da Ge&oacute;rgia, a R&uacute;ssia n&atilde;o cumpriu as obriga&ccedil;&otilde;es de deixar de utilizar a for&ccedil;a, de p&ocirc;r definitivamente termo &agrave;s opera&ccedil;&otilde;es militares na zona e de conceder acesso ilimitado &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es de ajuda humanit&aacute;ria. A R&uacute;ssia ignorou igualmente as determina&ccedil;&otilde;es relativas ao regresso das tropas &agrave;s posi&ccedil;&otilde;es que ocupavam antes do conflito, o que, segundo os autores do relat&oacute;rio, est&aacute; previsto no cessar-fogo.</p>
<p>No editorial&nbsp;o, <a href="http://www.dziennik.pl/polityka/article429783/Awantura_o_raport_z_wojny_w_Gruzji.html"><em>Dziennik</em> </a>escreve que a comiss&atilde;o especial nomeada pela Uni&atilde;o Europeia est&aacute;, h&aacute; nove meses, a preparar um relat&oacute;rio sobre a guerra entre a Ge&oacute;rgia e a R&uacute;ssia. De acordo com &lsquo;fontes fi&aacute;veis&rsquo;, esse relat&oacute;rio ainda n&atilde;o publicado ir&aacute; culpar a Ge&oacute;rgia de ter iniciado o conflito.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 12 Aug 2009 16:29:31 +0100</pubDate><guid>75391</guid></item>
<item><title>Cáucaso | Roménia exporta armas para a Geórgia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/72331-romenia-exporta-armas-para-georgia</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Em fins de 2008, a despeito das advert&ecirc;ncias da R&uacute;ssia, a Rom&eacute;nia exportou para a Ge&oacute;rgia armas de infantaria e granadas antitanque, no valor de 3,6 milh&otilde;es de euros</em>&quot;,&nbsp; <a href="http://www.cotidianul.ro/romania_inarmeaza_georgia-94518.html"><em>revela&nbsp;</em></a>o <em>Cotidianul</em>, por ocasi&atilde;o do primeiro anivers&aacute;rio da guerra rel&acirc;mpago entre russos e georgianos.</p>
<p>Este di&aacute;rio cita um funcion&aacute;rio da Sec&ccedil;&atilde;o de Armas Convencionais, da Ag&ecirc;ncia Nacional de Controlo das Exporta&ccedil;&otilde;es, que confirma o montante e que especifica que n&atilde;o pode confirmar vendas efectuadas em 2009, porque &quot;<em>o relat&oacute;rio n&atilde;o est&aacute; conclu&iacute;do</em>&quot;. Bucareste ter&aacute; come&ccedil;ado a vender armas em 2006.<em> &quot;Estas exporta&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o ilegais</em>&quot;, salienta o <em>Cotidianul</em>, &quot;<em>mas poder&atilde;o envenenar as nossas rela&ccedil;&otilde;es com Moscovo.&quot;</em> Com efeito, os russos acabam de amea&ccedil;ar a Ucr&acirc;nia com san&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas, se este pa&iacute;s continuar a fornecer armas a Tbilissi.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 07 Aug 2009 12:49:37 +0100</pubDate><guid>72331</guid></item>
<item><title>Cáucaso | Um ano de paz podre (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/71801-um-ano-de-paz-podre</link><description><![CDATA[Um ano depois da guerra relâmpago entre a Geórgia e a Rússia, a tensão sobe entre os dois países, que se acusam de querer romper a trégua. Encarregada de vigiar o cessar-fogo e o respeito pelos acordos de paz, a União Europeia interroga-se sobre o seu papel, caso o conflito recomece. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Aug 2009 17:28:06 +0100</pubDate><guid>71801</guid></item>
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