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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Questões éticas]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Caso Breivik | O mito norueguês da inocência perdida (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1802411-o-mito-noruegues-da-inocencia-perdida</link><description><![CDATA[O julgamento do terrorista de extrema-direita iniciou-se no dia 16 de abril, em Oslo. Poucos meses depois do massacre de Utøya, que deixou o país traumatizado, um jornalista norueguês desafia o mito da inocência perdida, divulgado por esse mundo fora. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 11:09:24 +0100</pubDate><guid>1802411</guid></item>
<item><title>Alemanha | Günter Grass, "o eterno antissemita"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1742482-guenter-grass-o-eterno-antissemita</link><description><![CDATA[<p>&Eacute; um &ldquo;grito&rdquo;, estima o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em>, mas um que pretende provocar uma pol&eacute;mica internacional. O escritor G&uuml;nter Grass <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/n5J388/557180/Was-gesagt-werden-muss.html">publicou</a> hoje no di&aacute;rio de Munique, e em conjunto com <em>The New York Times</em>, <a target="_self" href="http://www.giornalettismo.com/archives/236318/la-poesia-contro-israele-censurata-dal-giornale/"><em>La Reppubblica</em></a> e <a target="_self" href="http://internacional.elpais.com/internacional/2012/04/03/actualidad/1333466515_731955.html"><em>El Pa&iacute;s</em></a> um poema intitulado O que deve ser dito, onde alerta para uma guerra entre Israel e o Ir&atilde;o. </p>
<p>Face &agrave; possibilidade de &ldquo;uma extin&ccedil;&atilde;o do povo iraniano&rdquo;, o pr&eacute;mio Nobel da Literatura pede nomeadamente que Berlim n&atilde;o entregue mais submarinos a Telavive, sendo o poder nuclear israelita um &ldquo;perigo para a paz fr&aacute;gil no mundo&rdquo;, enquanto o Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad &eacute; qualificado como um simples &ldquo;fala-barato&rdquo;.</p>
<p>Grass, que perturbou a Europa em 2006, quando revelou a sua parceria com a Waffen SS em 1944, explica que se manteve durante demasiado tempo em sil&ecirc;ncio por medo do &ldquo;habitual veredicto de &lsquo;antissemitismo&rsquo;&rdquo;.</p>
<p>Na Alemanha, a pol&eacute;mica relativamente ao texto n&atilde;o se fez esperar. Dos tr&ecirc;s di&aacute;rios nacionais que a puseram em primeira p&aacute;gina hoje, <em>Die Welt</em> <a target="_self" href="http://www.welt.de/kultur/literarischewelt/article106152894/Guenter-Grass-Nicht-ganz-dicht-aber-ein-Dichter.html">destaca-se</a> por ter o t&iacute;tulo mais chocante: &ldquo;G&uuml;nter Grass, o eterno antissemita&rdquo;. O famoso cronista do di&aacute;rio berlinense, o pol&eacute;mico Henryk M. Broder considera que</p>
<blockquote><p>Grass &eacute; o prot&oacute;tipo do antissemita cultivado, que deseja o melhor aos judeus. Assombrado pela culpabilidade e a vergonha, e desejoso de estabelecer uma contabilidade na Hist&oacute;ria, este entra numa batalha ao defender as suas ideias para desarmar &ldquo;a causa de um perigo percet&iacute;vel&rdquo;.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 14:56:29 +0100</pubDate><guid>1742482</guid></item>
<item><title>Roménia | O crepúsculo dos intelectuais (Evenimentul Zilei, Bucarest)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1707471-o-crepusculo-dos-intelectuais</link><description><![CDATA[Para o escritor Mircea Cărtărescu, a sociedade romena, depois da queda do comunismo, fomentou o mau gosto, a violência psicológica, o racismo e o sexismo. Com a emergência de um novo populismo, através dos meios de comunicação social, já nem os intelectuais se conseguem fazer ouvir. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 12:32:05 +0100</pubDate><guid>1707471</guid></item>
<item><title>Democracia | Quem abrirá o salão virtual europeu? (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1696161-quem-abrira-o-salao-virtual-europeu</link><description><![CDATA[Há perto de dois séculos que um espaço de discussão virtual tem feito progredir a democracia. Contudo, hoje, falta-nos um espaço de debate comum a todos os europeus, lamenta uma editorialista sueca. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 27 Mar 2012 11:44:06 +0100</pubDate><guid>1696161</guid></item>
<item><title>Estónia | SS, os "heróis da liberdade"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1383161-ss-os-herois-da-liberdade</link><description><![CDATA[<p>&quot;Canoniza&ccedil;&atilde;o das SS&quot;, insurge-se o <em>Tageszeitung</em>, que publica em primeira p&aacute;gina a fotografia de Heinrich Himmler, chefe da organiza&ccedil;&atilde;o nazi, a passar revista &agrave; brigada de <a target="_self" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=sw&amp;dig=2012%2F01%2F11%2Fa0092&amp;cHash=3a9234cef2">volunt&aacute;rios das SS, na Est&oacute;nia</a>, em outubro de 1943. O di&aacute;rio berlinense <a target="_self" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=a1&amp;dig=2012%2F01%2F11%2Fa0039&amp;cHash=f79b42cd6d">refere-se</a> a um projeto-lei que o ministro da Defesa da Est&oacute;nia gostaria de ver aprovado em mar&ccedil;o. Este texto confere o estatuto de &quot;combatente da liberdade&quot; a todos aqueles que participaram na luta contra a ex-URSS durante a II Guerra Mundial, grupo em que se incluem os membros das SS na Est&oacute;nia. As tentativas para que esta lei fosse aprovada fracassaram em 2006 e em 2010, mas desta vez &quot;a maioria estar&aacute; garantida&rdquo;, refere o<em> TAZ</em>. A embaixada russa em Talin considerou &ldquo;blasfemat&oacute;rio&rdquo; este projeto-lei e os Verdes alem&atilde;es criticam a &quot;justifica&ccedil;&atilde;o <em>a posteriori</em> das atrocidades cometidas pelos esbirros de Hitler na ent&atilde;o Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:19:30 +0100</pubDate><guid>1383161</guid></item>
<item><title>França-Turquia: o genocídio que irrita</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/press-review/1326511-franca-turquia-o-genocidio-que-irrita</link><description><![CDATA[<p>Os deputados franceses decidiram: no dia 22 de dezembro, adotaram um&nbsp;<a href="http://www.assemblee-nationale.fr/13/dossiers/lutte_racisme_genocide_armenien.asp" target="_self">projeto de lei</a>&nbsp;sobre a nega&ccedil;&atilde;o&nbsp;dos genoc&iacute;dios. Os votos vieram tanto da maioria como da oposi&ccedil;&atilde;o de esquerda. Passa a ser punida&nbsp;com um ano de pris&atilde;o e uma multa de 45 mil euros &quot;a nega&ccedil;&atilde;o dos genoc&iacute;dios reconhecidos por&nbsp;lei&rdquo;. Este projeto vem juntar-se a&nbsp;<a href="http://www.lexpress.fr/actualite/societe/histoire/les-lois-memorielles-sont-elles-demagogiques_1064213.html" target="_self">quatro outras leis</a>&nbsp;quatro outras leis ditas &quot;memoriais&quot;, isto &eacute;, declarativas da posi&ccedil;&atilde;o&nbsp;oficial de um Estado sobre um facto hist&oacute;rico.</p>
<p>O texto visa implicitamente o genoc&iacute;dio arm&eacute;nio de 1915-1916, durante o qual foram liquidados cerca de 1, 2 milh&atilde;o de arm&eacute;nios (dois ter&ccedil;os dos que viviam no&nbsp;Imp&eacute;rio Otomano morreram em deporta&ccedil;&otilde;es e massacres organizados pelo Estado Otomano). Da&iacute; que&nbsp;o texto tenha provocado a f&uacute;ria de Ancara, que retirou o seu embaixador de Paris e amea&ccedil;ou a Fran&ccedil;a&nbsp;de repres&aacute;lias comerciais e diplom&aacute;ticas. O projeto de lei ainda tem de ser aprovado pelo Senado e&nbsp;novamente pela Assembleia Nacional, antes de poder ser aplicado.&nbsp;</p><div class="extract"><div class="intror"><p>No jornal&nbsp;<em>Le Point</em>, o colunista Pierre Beylau&nbsp;<a href="http://www.lepoint.fr/monde/ou-va-le-monde-pierre-beylau/turquie-armenie-genocide-armenien-vive-la-demagogie-22-12-2011-1411290_231.php  " target="_self">denuncia</a>&nbsp;uma manobra pol&iacute;tica do Governo franc&ecirc;s, dada a&nbsp;aproxima&ccedil;&atilde;o das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais:&nbsp;</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/LePoint-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Era realmente oportuno acordar a velha serpente do genocídio de 1915, que ninguém séria questiona ter sido uma realidade? Trata-se, obviamente, de politiquice de eleitores para quem o ‘voto arménio’ é supostamente decisivo. Para agradar a um grupo de pressão, não hesitam em assumir o risco de causar danos consideráveis nos planos diplomático e económico.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Do ponto de vista da diplomacia francesa no M&eacute;dio Oriente, &quot;<em>um confronto com Ancara &eacute; um absurdo</em>&quot;,&nbsp;<a href="http://abonnes.lemonde.fr/idees/article/2011/12/22/les-lois-memorielles-ne-servent-a-rien-helas_1621554_3232.html#ens_id=1620748  " target="_self">acrescenta&nbsp;<em>Le Monde</em></a>. Mas para este di&aacute;rio, o problema est&aacute; principalmente na natureza do projeto&nbsp;de lei:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/LeMonde-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Não cabe ao legislador – neste caso apoiado pelo Eliseu – ditar a história. Nos últimos anos, a França oficial revela uma adoração por esta ‘juridificação’ da história. Votam-se leis memoriais, criando o crime de negação. São inúteis. Nem sequer aliviam a dor de quem vê o seu (...) passado ignobilmente reescrito, a fim de ser negado.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por seu turno, o <em>site</em>&nbsp;Mediapart&nbsp;<a href="http://www.mediapart.fr/journal/international/221211/la-france-et-la-turquie-au-miroir-de-leur-pathologie-nationale" target="_self">interpreta</a>&nbsp;esta disputa &agrave; luz da hist&oacute;ria dos dois pa&iacute;ses,&nbsp;cada um dos quais foi conduzido por uma personalidade fundadora da na&ccedil;&atilde;o moderna, de que as&nbsp;elites de hoje t&ecirc;m dificuldade em libertar-se: o general De Gaulle e Mustapha Kemal.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/mediapart-logo.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">França e Turquia sofrem, em diferentes graus, da mesma patologia nacional: a incapacidade de fazer o luto de um
passado grandioso; a tentativa desesperada de se agarrar a um salvador supremo que transmite à mãe pátria uma mitologia férrea; a recusa de inventariar a história, de realizar uma espécie de triagem, de reconhecer os erros e os crimes.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Do lado turco, na vers&atilde;o angl&oacute;fona do di&aacute;rio <em>Zaman</em>,&nbsp;<a href="http://www.todayszaman.com/columnist-266465-monsieur-sarkozy-look-in-the-mirror-and-see-who-the-real-genocide-perpetrator-is.html" target="_self">o editorialista B&uuml;lent Keneş ataca diretamente</a>&nbsp;o Presidente franc&ecirc;s: &quot;<em>Com a introdu&ccedil;&atilde;o de uma proibi&ccedil;&atilde;o dirigida a uma parte do debate sobre um&nbsp;assunto hist&oacute;rico controverso, que deve ser esclarecido pelos historiadores, e precisamente antes&nbsp;da elei&ccedil;&atilde;o presidencial, Sarkozy mostrou a todos o que &eacute; a democracia &agrave; sua maneira</em>&quot;.</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Zaman-12232011-v.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">Dado o seu notório interesse pela criação de dogmas sobre episódios controversos do passado através de meios
políticos e legislativos, devia voltar-se para o inegável passado colonial da França, em vez de foçar nas lacunas da história da Turquia. Proibir as opiniões e ideias que possam ser expressas sobre um chamado ‘genocídio’ de que os arménios terão sido supostamente vítimas em 1915, antes de expressar um pedido de desculpas pelos massacres cometidos pela França na Argélia, em passado recente [...], ou pelos assassínios em massa cometidos noutros países de África e na Indochina, bem como nas colónias marítimas, é tudo o que se pode esperar do palhaço leviano da política francesa chamado Sarkozy.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>No Milliyet, <a href="http://gundem.milliyet.com.tr/soykirim-degil-demek-sucu/gundem/gundemyazardetay/22.12.2011/1478747/default.htm" target="_self">Mehmet Tezkan considera</a>&nbsp;que o Presidente franc&ecirc;s &quot;<em>tem duas raz&otilde;es para querer que&nbsp;esta lei seja aprovada</em>&quot;:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/Milliyet-12232011-v.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">A primeira é uma investida política direcionada para os votos dos arménios. A segunda é prejudicar as relações com Ancara. As relações entre Sarkozy e Erdogan não são nada boas. A partir de agora, as pontes foram cortadas. O objetivo de Sarkozy é afastar a Turquia da UE, com este tipo de manobras.</p></div><div class="extract"><div class="intror"><p>Por &uacute;ltimo, Ali Bayramoglu, no di&aacute;rio Yeni Safak, <a href="http://yenisafak.com.tr/Yazarlar/Default.aspx?i=30289&amp;y=AliBayramoglu" target="_self">recorda</a>&nbsp;que:</p></div><img src="http://www.presseurop.eu/files/YeniSafak-12232011-v.jpg" alt="" class="iquote" /><p class="quote">De acordo com a atual interpretação do artigo 301º do Código Penal turco, é crime dizer que ‘houve um genocídio arménio’. Em França, é crime dizer "o genocídio arménio não aconteceu". Será possível que não se perceba que as duas atitudes restringem a liberdade de expressão... e evitam que as duas partes se questionem sobre o seu
passado? Os danos que a lei francesa vai causar são significativos.</p></div> (Revista de imprensa)]]></description><pubDate>Fri, 23 Dec 2011 16:29:59 +0100</pubDate><guid>1326511</guid></item>
<item><title>Alemanha | Habermas relança debate sobre Europa e democracia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1152171-habermas-relanca-debate-sobre-europa-e-democracia</link><description><![CDATA[<p>O futuro da democracia na Europa provoca o entusiasmo da imprensa german&oacute;fila. A publica&ccedil;&atilde;o no <em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em> de um <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1128631-democracia-rebaixada-lixo">artigo</a> a criticar a destrui&ccedil;&atilde;o da democracia na Europa, depois das cr&iacute;ticas suscitadas pelo desastroso referendo grego que foi o rastilho, provocou a rea&ccedil;&atilde;o de <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/author/259451-juergen-habermas">J&uuml;rgen Habermas</a>.</p>
<p>Nas p&aacute;ginas deste jornal, o respeitad&iacute;ssimo fil&oacute;sofo <a target="_self" href="http://www.faz.net/aktuell/feuilleton/euro-krise-rettet-die-wuerde-der-demokratie-11517735.html#Drucken">escreve</a> que &ldquo;&eacute; preciso salvar a dignidade da democracia&rdquo; e que George Papandreu, o primeiro-ministro grego demission&aacute;rio, &eacute; &ldquo;o arqu&eacute;tipo do homem pol&iacute;tico que n&atilde;o consegue estabelecer a ponte entre o mundo dos especialistas financeiros e o dos cidad&atilde;os; [entre] os imperativos sist&eacute;micos do capitalismo financeiro selvagem  &ndash;  que a pr&oacute;pria pol&iacute;tica libertou da economia real  &ndash;  e as queixas do seu eleitorado quanto &agrave;s promessas n&atilde;o cumpridas de justi&ccedil;a social&quot;.</p>
<p>Em tempos de crise, com a faixa central bloqueada, os homens pol&iacute;ticos t&ecirc;m de anunciar a cor, afirma Habermas, e manter a tomada de decis&otilde;es ao n&iacute;vel do cidad&atilde;o: &ldquo;n&atilde;o se trata apenas de uma quest&atilde;o de democracia, mas de uma quest&atilde;o de dignidade&quot;. &quot;A trag&eacute;dia grega deixa-nos de sobreaviso quanto &agrave; via p&oacute;s-democr&aacute;tica escolhida por Angela Merkel e Nicolas Sarkozy. Uma concentra&ccedil;&atilde;o de poderes num cen&aacute;culo de chefes de governo que imp&otilde;e acordos aos parlamentos nacionais n&atilde;o &eacute; uma boa op&ccedil;&atilde;o&quot;, afirma. E recomenda um novo processo constitucional na Europa que integre os cidad&atilde;os&hellip;</p>
<p>As rea&ccedil;&otilde;es n&atilde;o se fizeram esperar. Furioso, Jan Fleischhauer, cronista residente do <em>Spiegel Online</em>, <a target="_self" href="http://www.spiegel.de/politik/ausland/0,1518,796218,00.html">acusa</a> Habermas de ser o &quot;&uacute;ltimo peso-pesado entre os intelectuais da Alemanha dos bons sentimentos&quot;, pertencente &ldquo;ao grupo dos hist&eacute;ricos com tend&ecirc;ncia para o apocalipse&rdquo;. &quot;No relato que faz sobre a crise do euro, os pol&iacute;ticos h&aacute; muito que se deixaram esmagar pela economia. S&atilde;o os executores zelosos do capitalismo financeiro. [&hellip;] Mas quando se trata de formular reivindica&ccedil;&otilde;es concretas, Habermas fica perante o mesmo problema dos ativistas do movimento Occupy Wall Street a quem, tamb&eacute;m a eles, s&oacute; lhes ocorre dizer que o dinheiro tem de ser redistribu&iacute;do de uma qualquer maneira. Na verdade, todo este esfor&ccedil;o ret&oacute;rico visa absolver os pol&iacute;ticos das suas responsabilidades para poderem continuar tranquilamente na sua pol&iacute;tica.&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 09 Nov 2011 16:26:56 +0100</pubDate><guid>1152171</guid></item>
<item><title>Eslováquia | Partido Comunista suspeito de negação de crimes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1143831-partido-comunista-suspeito-de-negacao-de-crimes</link><description><![CDATA[<p>Vinte e dois anos ap&oacute;s a revolu&ccedil;&atilde;o de 1989, &ldquo;a pol&iacute;cia vai investigar os comunistas&rdquo;, anuncia o <em>SME</em>. O Partido Comunista da Eslov&aacute;quia (KSS), criado em 1992 e sucessor ideol&oacute;gico do Partido Comunista Checoslovaco, negou abertamente ter cometido crimes ligados ao regime comunista, algo <a target="_self" href="http://www.nrsr.sk/web/">proibido pela lei</a> h&aacute; dois meses. &ldquo;Como n&atilde;o existe culpabilidade coletiva, n&atilde;o existem crimes comunistas&rdquo;, est&aacute; escrito no site da Internet do KSS. O di&aacute;rio de Bratislava relembra que a nova lei poder&aacute; permitir dissolver o partido. Mas relembra que nenhum alto dignit&aacute;rio comunista &ndash; nem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vasil_Bi%C4%BEak">Vasil Bilak</a>, que assinou a carta de convite dos ex&eacute;rcitos do Pacto de Vars&oacute;via em 1968, nem o chefe de Seguran&ccedil;a de Estado Alojz Lorenc &ndash; foi julgado. <a target="_self" href="http://komentare.sme.sk/c/6129157/stlpcek-petra-schutza-prekazka.html"><em>SME</em> &eacute;</a> ainda mais c&eacute;tico, considerando que &ldquo;a justi&ccedil;a continua hoje a ser liderada pelos (antigos) membros deste partido que organizou o terror de Estado&rdquo;. Nas elei&ccedil;&otilde;es de 2010, o KSS obteve 0,83 por cento dos votos.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 07 Nov 2011 13:18:29 +0100</pubDate><guid>1143831</guid></item>
<item><title>França | A longa história de um massacre esquecido (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1066731-longa-historia-de-um-massacre-esquecido</link><description><![CDATA[Há 50 anos, cerca de 100 a 200 argelinos que se manifestavam pacificamente em Paris foram assassinados pelas forças policiais. Ocultado durante muito tempo pelo poder, este 17 de outubro de 1961 integra progressivamente a memória coletiva. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 18:18:28 +0100</pubDate><guid>1066731</guid></item>
<item><title>Holanda – República Checa | As diferentes finalidades da canábis</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1028831-diferentes-finalidades-da-canabis</link><description><![CDATA[<p>Brevemente, na Holanda, &ldquo;os charros pesados ser&atilde;o considerados uma droga pesada&rdquo;, anuncia o <em><a target="_self" href="https://caps.volkskrant.nl/service/login?service=http%3A%2F%2Fwww.volkskrant.nl%2Fvk%2Fsecured%2Fcheck.do">De Volkskrant</a></em>. O governo acabar de decidir que as coffee shops neerlandesas perder&atilde;o o direito de vender marijuana que contenha mais do que 15% de THC, o composto ativo da can&aacute;bis. Em 2010, um relat&oacute;rio de teste ter&aacute; revelado que 80% da can&aacute;bis vendida tem uma taxa superior a 15%. A coliga&ccedil;&atilde;o de direita afirma seguir os conselhos de uma comiss&atilde;o instaurada pelo governo&nbsp;precedente&nbsp;(trabalhista-crist&atilde;o-democr&aacute;tico), para estudar as consequ&ecirc;ncias sanit&aacute;rias das taxas de THC. Esta medida &eacute; um novo rude golpe para as coffee shops neerlandesas que, em 2012, dever&atilde;o criar um cart&atilde;o de fidelidade para os clientes, que visa dissuadir os turistas da droga.&nbsp;</p>
<p>Em oposi&ccedil;&atilde;o, na Rep&uacute;blica Checa, as autoridades parecem optar pelo abrandamento da legisla&ccedil;&atilde;o. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de anunciou que est&aacute; a preparar uma lei sobre os estupefacientes que permite que a can&aacute;bis seja considerada um medicamento. Ser&aacute; prescrita a pessoas muito doentes, (quimioterapia, esclerose m&uacute;ltipla e doentes em fase terminal). &ldquo;A can&aacute;bis ser&aacute; cultivada pelo Estado ou importada do estrangeiro&rdquo;, traz em manchete o <em><a target="_self" href="http://epaper.mfdnes.cz/elektronicke-predplatne/aktualni-cislo">MF Dnes</a></em>, que explica que o c&acirc;nhamo poder&aacute; cultivado pelo Estado ou por estabelecimento privados com licen&ccedil;a, ou importado da Holanda, a forma mais prov&aacute;vel devido &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o. Resta saber, salienta o di&aacute;rio, como garantir que este novo &ldquo;medicamento&rdquo; esteja exclusivamente dispon&iacute;vel nas farm&aacute;cias e sob prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, e n&atilde;o no mercado negro.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 06 Oct 2011 13:20:20 +0100</pubDate><guid>1028831</guid></item>
<item><title>Ideias | Hamlet não pode ser federalista (Evenimentul Zilei, Bucarest)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/889171-hamlet-nao-pode-ser-federalista</link><description><![CDATA[Os Estados Unidos da Europa que alguns defendem são uma quimera, incompatível com a história e a pluralidade de culturas do nosso continente, afirma o escritor romeno Mircea Cartarescu. (Article)]]></description><pubDate>Sun, 28 Aug 2011 19:57:18 +0100</pubDate><guid>889171</guid></item>
<item><title>Memória digital | Por um motor de busca europeu (Frankfurter Allgemeine Zeitung, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/846501-por-um-motor-de-busca-europeu</link><description><![CDATA[Não é necessário sobrecarregar a memória com informação que sabemos poder encontrar. O Google funciona segundo este velho princípio. Apesar de a revolução da Internet estar só a começar, em breve serão as nossas vidas a
alimentar o motor de busca. É preciso ter cuidado e resistir-lhe, adverte o diário alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 16:10:58 +0100</pubDate><guid>846501</guid></item>
<item><title>Noruega | Populismo - manusear com cuidado (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/797361-populismo-manusear-com-cuidado</link><description><![CDATA[Ainda que Anders Breivik seja o único responsável pelas atrocidades que cometeu na Noruega, foi num terreno populista que as suas ideias delirantes assentaram. Isto diz muito sobre o estado de espírito da Europa, afirma um historiador neerlandês. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 26 Jul 2011 17:20:02 +0100</pubDate><guid>797361</guid></item>
<item><title>Malta | Malteses podem divorciar-se a partir de outubro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/796021-malteses-podem-divorciar-se-partir-de-outubro</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Um voto hist&oacute;rico introduz o div&oacute;rcio&rdquo;, <a href="http://www.timesofmalta.com/" target="_self">anuncia o <em>The Times of Malta</em>.</a> A 25 de julho, os deputados malteses aprovaram, com 52 votos a favor, 11 contra e tr&ecirc;s absten&ccedil;&otilde;es, a lei que autoriza o div&oacute;rcio e permite que os divorciados voltem a casar a partir do pr&oacute;ximo m&ecirc;s de outubro. O primeiro-ministro, Lawrence Gonzi votou contra e apenas tr&ecirc;s ministros votaram a favor da lei, que p&otilde;e em pr&aacute;tica o resultado do referendo de 28 de maio. Nessa altura, 53% dos eleitores malteses votaram a favor da lei do div&oacute;rcio. At&eacute; agora, Malta era, juntamente com as Filipinas, um dos dois pa&iacute;ses do mundo onde o div&oacute;rcio era proibido.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 26 Jul 2011 12:42:40 +0100</pubDate><guid>796021</guid></item>
<item><title>Espanha | A guerra civil continua uma ferida aberta (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/781671-guerra-civil-continua-uma-ferida-aberta</link><description><![CDATA[Setenta e cinco anos depois do golpe de Estado anti-republicano, o Reino ainda não escreveu a história objetiva e incontestada da guerra civil. Porque uma parta da direita continua a cultivar o esquecimento selectivo. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:35:36 +0100</pubDate><guid>781671</guid></item>
<item><title>Polónia | Aborto reacende debate</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/764221-aborto-reacende-debate</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O aborto a um telefonema de dist&acirc;ncia&rdquo;, traz em <a href="http://www.newsweek.pl/artykuly/sekcje/spoleczenstwo/aborcje-zamow-przez-telefon,78994,1" target="_self">manchete o di&aacute;rio <em>Newsweek Polska</em></a>, constatando que enquanto a Pol&oacute;nia tem uma das leis mais restritas sobre o aborto na Europa (apenas Malta e a Irlanda t&ecirc;m uma legisla&ccedil;&atilde;o mais rigorosa neste aspecto), &ldquo;fazer um aborto &eacute; mais f&aacute;cil do que encomendar uma pizza&rdquo;. Existem duas hip&oacute;teses: cl&iacute;nicas privadas no estrangeiro, por exemplo, na Eslov&aacute;quia, ou os seus equivalentes nacionais que fazem publicidade em jornais usando termos eufem&iacute;sticos. Em todos os casos o processo custa no m&iacute;nimo 500 euros. Na semana passada, o parlamento polaco recebeu um projeto c&iacute;vico de lei para proibir totalmente o aborto, apoiado por 600 mil assinaturas. Os opositores defendem que uma legisla&ccedil;&atilde;o mais restrita apenas causar&aacute; o aumento do &ldquo;aborto clandestino&rdquo;.</p>
<p>Oficialmente, apenas 538 abortos legais foram levados a cabo no ano passado, no pa&iacute;s cuja popula&ccedil;&atilde;o ronda os 38 milh&otilde;es de pessoas, mas a Federa&ccedil;&atilde;o de Mulheres e Planeamento Familiar estima que o n&uacute;mero se aproxima dos 100 mil por ano. Isto significa, escreve o di&aacute;rio <em>Newsweek</em>, que a legisla&ccedil;&atilde;o atual, em vigor desde 1993, que permite o aborto durante a gravidez apenas em caso de viola&ccedil;&atilde;o ou incesto, s&eacute;rios riscos de vida e sa&uacute;de para a progenitora, ou danos permanentes e irrevers&iacute;veis no feto, &ldquo;praticamente n&atilde;o funciona&rdquo;. Uma <a href="http://www.cbos.pl/SPISKOM.POL/2010/K_100_10.PDF" target="_self">sondagem recente</a> mostra que o p&uacute;blico polaco est&aacute; dividido sobre essa quest&atilde;o, com 45 por cento a favor o aborto legal e 50 por cento a favor da proibi&ccedil;&atilde;o absoluta.&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 08 Jul 2011 12:54:21 +0100</pubDate><guid>764221</guid></item>
<item><title>Islândia | A primeira Constituição participativa (Sydsvenskan, Malmö)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/756161-primeira-constituicao-participativa</link><description><![CDATA[Após o crash financeiro de 2008 e a queda do governo por pressão popular, os cidadãos islandeses continuam a sua revolução. Agora, todos os internautas são convidados a redigir a nova Constituição do país. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:33:21 +0100</pubDate><guid>756161</guid></item>
<item><title>Espanha | Os "indignado", fogo de palha ou maremoto? (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/748231-os-indignado-fogo-de-palha-ou-maremoto</link><description><![CDATA[O movimento espontâneo de cidadãos que, desde meados de maio, enviou para a rua dezenas de milhares de pessoas vencerá  e mudará os hábitos da democracia espanhola ou limitar-se-á a assumir a função de uma válvula que mostra a inquietação dos jovens? (Article)]]></description><pubDate>Wed, 29 Jun 2011 17:09:24 +0100</pubDate><guid>748231</guid></item>
<item><title>União Europeia | Regresso à "casa" da nação (Frankfurter Allgemeine Zeitung, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/701381-regresso-casa-da-nacao</link><description><![CDATA[A União Europeia era o melhor que poderia acontecer ao continente. Mas, com o tempo, transformou-se num Golem burocrático, que escapa ao controlo dos cidadãos. Para evitar que se afunde e voltar a dar-lhe alento, é preciso proceder a uma renovação, que partiria dos Estados nacionais e dos seus mecanismos democráticos. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 16:39:04 +0100</pubDate><guid>701381</guid></item>
<item><title>Europa | Não vai haver guerra às drogas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/691781-nao-vai-haver-guerra-drogas</link><description><![CDATA[<p><img hspace="5" align="right" vspace="5" alt="" src="http://www.presseurop.eu/files/images/inline/20110603-TheIndependent-100.jpg" />Legaliza&ccedil;&atilde;o de drogas. A ideia faz primeira p&aacute;gina no <em>The Independent</em>, em Londres, no <em>Tageszeitung</em>, em Berlim, e no <em>Lib&eacute;ration</em>, em Paris. A 2 de junho, a <a target="_self" href="http://www.globalcommissionondrugs.org/">Comiss&atilde;o Internacional sobre Pol&iacute;tica de Drogas</a> apresentou um relat&oacute;rio que defende o fim da &quot;guerra &agrave;s drogas&quot; e o in&iacute;cio de &quot;um debate mundial sobre alternativas&quot;. Para o <em>Lib&eacute;ration</em>, os <img hspace="5" align="right" vspace="5" alt="" src="http://www.presseurop.eu/files/images/inline/20110603-Tageszeitung-100.jpg" /> autores deste relat&oacute;rio (antigos presidentes, escritores de renome, respons&aacute;veis da ONU) deviam ser ouvidos pois &quot;n&atilde;o andam metidos na passa, nem defendem o com&eacute;rcio livre&quot;. &quot;A repress&atilde;o e a proibi&ccedil;&atilde;o aos consumidores e traficantes s&atilde;o um fracasso&quot;, <a target="_self" href="http://www.liberation.fr/politiques/01012341227-morts">afirma o <em>Lib&eacute;ration</em></a>, adiantando que reprimir e proibir a despenaliza&ccedil;&atilde;o tornou-se invi&aacute;vel. &quot;S&oacute; uma abordagem por droga e por categoria de consumidores, muitos dos quais doentes, poder&aacute; oferecer uma solu&ccedil;&atilde;o simultaneamente legal e moral.&quot;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 03 Jun 2011 12:31:55 +0100</pubDate><guid>691781</guid></item>
<item><title>Ficção política | Ousemos a Europa 2.0! (Die Welt, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/684541-ousemos-europa-20</link><description><![CDATA[Desenha-se uma nova Europa, em consequência da crise: no Norte, as ricas regiões industriais aliadas aos países do arco alpino; no Sul, uma confederação mediterrânica de mais de 100 milhões de habitantes. Se se reinventar segundo este esquema, a União vai portar-se melhor, escreve o sociólogo alemão Gunnar Heinsohn. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 30 May 2011 16:32:13 +0100</pubDate><guid>684541</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Ministro desliza em questão sobre violação</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/663031-ministro-desliza-em-questao-sobre-violacao</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Uma viola&ccedil;&atilde;o &eacute; uma viola&ccedil;&atilde;o&rdquo; &ndash; (Locutor de r&aacute;dio) &ndash; &ldquo;N&atilde;o, n&atilde;o &eacute;&rdquo; (Kenneth Clarke), <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/news/uk/politics/ken-clarke-survives-after-offering-clarification-2286144.html">traz em manchete o <em>Independent</em></a>, citando uma entrevista que provocou o tumulto nacional. O ministro da Justi&ccedil;a brit&acirc;nico defendia um plano para reduzir as senten&ccedil;as de pris&atilde;o at&eacute; 50% quando existisse confiss&atilde;o de culpa desde o in&iacute;cio, um plano que tamb&eacute;m poderia incluir casos de viola&ccedil;&atilde;o, mas provocou um ultraje ao parecer sugerir que &ldquo;algumas viola&ccedil;&otilde;es eram menos importantes que outras&rdquo;, escreve o di&aacute;rio londrino. O ministro da Justi&ccedil;a procurava distinguir entre o que denominou de viola&ccedil;&otilde;es &ldquo;s&eacute;rias&rdquo; e viola&ccedil;&otilde;es por &ldquo;conhecidos&rdquo; quando, ao ser questionado, rejeitou a afirma&ccedil;&atilde;o &ldquo;uma viola&ccedil;&atilde;o &eacute; uma viola&ccedil;&atilde;o&rdquo;. &ldquo;N&atilde;o, n&atilde;o &eacute;&rdquo;, disse ele. &ldquo;E se um rapaz de 17 anos de idade tiver rela&ccedil;&otilde;es com uma rapariga de 15 anos e esta consentir, isso &eacute; uma viola&ccedil;&atilde;o [isto &eacute;, este tipo de caso constitui uma viola&ccedil;&atilde;o em termos legais, visto que no Reino Unido a idade de consentimento &eacute; aos 16 anos]&rdquo;. Acerca da afirma&ccedil;&atilde;o, disse depois que &ldquo;ningu&eacute;m est&aacute; a dizer que um caso de viola&ccedil;&atilde;o s&eacute;rio ser&aacute; libertado da pris&atilde;o ap&oacute;s 12 meses&rdquo;. Criticado por todos os grupos de mulheres, pelo partido Trabalhista da oposi&ccedil;&atilde;o e pelos meios de comunica&ccedil;&atilde;o social por falar no assunto de viola&ccedil;&otilde;es t&atilde;o levemente, &ldquo;existe uma grande especula&ccedil;&atilde;o de que ser&aacute; deslocado do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a&rdquo; constata o di&aacute;rio londrino.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 19 May 2011 12:21:22 +0100</pubDate><guid>663031</guid></item>
<item><title>Holanda | Rabinos europeus defendem ritual de abate</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/597281-rabinos-europeus-defendem-ritual-de-abate</link><description><![CDATA[<p>&quot;Rabinos consternados com proibi&ccedil;&atilde;o do ritual de abate&quot;, <a target="_self" href="http://www.volkskrant.nl/vk/nl/2686/Binnenland/article/detail/1874328/2011/04/13/Rabbi-s-ontzet-over-verbod-rituele-slacht.dhtml">titula <em>De Volkskrant</em></a>. A 12 de abril, um grupo de velhos rabinos oriundos de diversos pa&iacute;ses europeus organizou uma confer&ecirc;ncia de imprensa em Schiphol (perto de Amesterd&atilde;o) para mostrar o seu descontentamento em rela&ccedil;&atilde;o a um projeto-lei que ir&aacute; ser analisado a 13 de abril no Parlamento holand&ecirc;s. Atualmente, &eacute; obrigat&oacute;rio anestesiar os animais antes de os abater, praticado pelos judeus e pelos mu&ccedil;ulmanos. Diferentes partidos pol&iacute;ticos consideram que o sofrimento dos animais provocado pelo ritual de abate n&atilde;o se justifica. O jornal adianta que h&aacute; cerca de dois milh&otilde;es de animais abatidos sem anestesia todos os anos na Holanda. S&atilde;o v&aacute;rios os pa&iacute;ses europeus (Su&eacute;cia, Noruega, &Aacute;ustria, Est&oacute;nia e Su&iacute;&ccedil;a) que j&aacute; aplicam uma lei semelhante.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:25:24 +0100</pubDate><guid>597281</guid></item>
<item><title>Proibição da burqa | O Islão na Europa: um problema real (Rzeczpospolita, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/593981-o-islao-na-europa-um-problema-real</link><description><![CDATA[O debate sobre laicidade, organizado em França pelo partido de direita UMP, foi encarado pela comunidade muçulmana como um ataque brutal ao Islão, enquanto a esquerda o considerou uma tentativa dissimulada de favorecer os partidários da Frente Nacional. Mas nenhum debate é uma vitória para o extremismo, diz um editorialista polaco. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 18:13:43 +0100</pubDate><guid>593981</guid></item>
<item><title>Opinião | Proibição da burqa é um passo em falso (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/593911-proibicao-da-burqa-e-um-passo-em-falso</link><description><![CDATA[Usar a burqa em locais públicos é agora proibido em França. Para o Independent, a nova lei é uma arma de campanha eleitoral de um Nicolas Sarkozy que está sob fogo e irá piorar a situação dos muçulmanos na Europa. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 16:52:12 +0100</pubDate><guid>593911</guid></item>
<item><title>Ideias | Declínio do Ocidente sempre controverso</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/549871-declinio-do-ocidente-sempre-controverso</link><description><![CDATA[<p>&quot;O Ocidente acabou?&quot;, interroga-se o <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/source-information/250081-courrier-international"><em>Courrier International</em></a>, no seu &uacute;ltimo n&uacute;mero especial. Com a economia americana seguida de perto pela da &Aacute;sia, uma Europa com um papel cada vez mais apagado na cena internacional e pa&iacute;ses &quot;emergentes&quot; que passaram a ser &quot;conquistadores&quot;, o decl&iacute;nio ocidental &eacute; j&aacute; palp&aacute;vel, tanto no plano econ&oacute;mico como no pol&iacute;tico, escreve a revista. &quot;Sem desespero e sem fazer de profeta da desgra&ccedil;a&quot;, o seman&aacute;rio procura compreender o que est&aacute; em jogo numa nova ordem internacional, numa &quot;viragem&quot; que, para alguns, significa o fim da civiliza&ccedil;&atilde;o ocidental e, para outros, &quot;a difus&atilde;o dos valores do Ocidente no mundo&quot;.</p>
<p>As hesita&ccedil;&otilde;es dos europeus e dos americanos perante a situa&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia &quot;provam que o Ocidente renunciou espontaneamente &agrave; lideran&ccedil;a. E o seu lugar foi ocupado por outros. O Ir&atilde;o, a China e a R&uacute;ssia j&aacute; fazem fila&quot;, acrescenta, por seu turno, <a target="_blank" href="http://www.wprost.pl/ar/235350/Bezradnosc-czy-zmierzch-Zachodu/">o seman&aacute;rio polaco <em>Wprost</em></a>, segundo o qual &quot;o Ocidente j&aacute; n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es para se arvorar em defensor da democracia, nem de fazer medo seja a quem for de uma forma cred&iacute;vel&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 13:06:39 +0100</pubDate><guid>549871</guid></item>
<item><title>Polónia-Alemanha | Debate sobre uma manipulação histórica</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/503031-debate-sobre-uma-manipulacao-historica</link><description><![CDATA[<p>&quot;Historiadores criticam o Bundestag&quot;, afirma o <em>Gazeta Wyborcza</em> em t&iacute;tulo, referindo-se &agrave; <a href="http://www.fr-online.de/politik/historiker-kritisieren-bundestagsbeschluss/-/1472596/7191594/-/index.html" target="_blank">carta aberta assinada por 68 historiadores</a> de todo o mundo em protesto contra <a href="http://www.fr-online.de/politik/historiker-kritisieren-bundestagsbeschluss/-/1472596/7191594/-/index.html" target="_blank">a recente resolu&ccedil;&atilde;o</a> aprovada pelo Bundestag, a C&acirc;mara baixa do parlamento alem&atilde;o, sobre os alem&atilde;es expulsos, ap&oacute;s a Segunda Guerra Mundial, da Pol&oacute;nia, da Checoslov&aacute;quia e da Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica. A resolu&ccedil;&atilde;o requer, entre outras coisas, a cria&ccedil;&atilde;o de um <a href="http://www.hdg.de/lemo/html/dokumente/JahreDesAufbausInOstUndWest_erklaerungChartaDerHeimatvertriebenen/index.html" target="_blank">Dia dos expulsos</a> e reconhece a sua Carta de 1950 como um marco na reconcilia&ccedil;&atilde;o da Alemanha com os seus vizinhos. &quot;S&oacute; que, como observa o <a href="http://wyborcza.pl/1,75968,9106795,Lekcja_dla_historykow.html" target="_blank"><em>Gazeta Wyborcza</em></a>, a Carta n&atilde;o usa a palavra &quot;reconcilia&ccedil;&atilde;o&quot; uma &uacute;nica vez e, entre os seus signat&aacute;rios, est&atilde;o muitos antigos membros do partido nazi e das SS. &quot;Esta resolu&ccedil;&atilde;o envia uma mensagem falsa tanto do ponto de vista hist&oacute;rico como pol&iacute;tico&quot;, diz o documento (assinado principalmente por alem&atilde;es). O di&aacute;rio de Vars&oacute;via sublinha que a carta &eacute; um sinal da recusa da sociedade alem&atilde; em aceitar as &quot;manipula&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas&quot; por pol&iacute;ticos, ou as tentativas de &quot;nega&ccedil;&atilde;o da responsabilidade da Alemanha por ter iniciado a guerra, ou por n&atilde;o mencionar as suas v&iacute;timas&quot;. Lembra ainda que a verdadeira reconcilia&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou em 1965 com a carta dos bispos polacos aos seus irm&atilde;os alem&atilde;es, que inclu&iacute;a a frase hist&oacute;rica &quot;perdoamos e pedimos perd&atilde;o&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 Feb 2011 13:14:01 +0100</pubDate><guid>503031</guid></item>
<item><title>Imigração | Não confundir multiculturalismo com tolerância (Spiked, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/500051-nao-confundir-multiculturalismo-com-tolerancia</link><description><![CDATA[Primeiro Merkel, depois Cameron, agora Sarkozy. Por toda a Europa, o multiculturalismo e o seu legado estão a ser objeto de violentas críticas. Mas segundo o sociólogo Frank Furedi, o multiculturalismo só divide, porque promove uma versão insípida da tolerância. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 11 Feb 2011 17:38:22 +0100</pubDate><guid>500051</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Duro golpe ao multiculturalismo (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/493011-duro-golpe-ao-multiculturalismo</link><description><![CDATA[Poucos meses depois de Angela Merkel ter suscitado uma controvérsia ao afirmar que a sociedade multicultural na Alemãnha tinha “falhado completamente”, o discurso de David Cameron, a 5 de fevereiro, que dá eco à
opinião da chanceler alemã, reavivou o debate sobre identidade nacional na imprensa britânica. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:40:51 +0100</pubDate><guid>493011</guid></item>
<item><title>Países bálticos | Minorias privadas da sua própria língua (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/452201-minorias-privadas-da-sua-propria-lingua</link><description><![CDATA[Nas três antigas repúblicas soviéticas que agora são membros da UE, as minorias russas e polacas são uma parte importante da população mas têm muito poucos direitos linguísticos. Um jornalista holandês indigna-se. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 17:22:50 +0100</pubDate><guid>452201</guid></item>
<item><title>Integração | No oitavo círculo do Inferno (Die Tageszeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/446931-no-oitavo-circulo-do-inferno</link><description><![CDATA[O debate sobre a integração espalhou-se célere pela Alemanha, depois de Thilo Sarrazin ter divulgado as suas teorias sobre a perda da cultura alemã causada por demasiados imigrantes muçulmanos. O escritor russo Wladimir Kaminer, ele próprio imigrante, junta-se agora à polémica, para advertir contra o perigoso hábito de dividir a sociedade em “fortes” (“produtivos&quot;) e “fracos” (“improdutivos&quot;): goste-se ou não, diz, apoiamo-nos uns aos outros ou caímos todos ao mesmo tempo. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 03 Jan 2011 09:00:00 +0100</pubDate><guid>446931</guid></item>
<item><title>Alemanha | Abriu o debate sobre a imigração</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/419181-abriu-o-debate-sobre-imigracao</link><description><![CDATA[<p>O t&iacute;tulo de uma das can&ccedil;&otilde;es populares mais conhecidas da Alemanha <em>Kein sch&ouml;ner Land</em> (&quot;N&atilde;o h&aacute; um Pa&iacute;s Melhor do que este&quot; &ndash; t&iacute;tulo muitas vezes usado no teatro, nas can&ccedil;&otilde;es e em ensaios para criticar o estado da Alemanha) tornou-se <em>Ein sch&ouml;ner Land</em> (&quot;Um Pa&iacute;s melhor&quot;) na primeira p&aacute;gina da <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/printressortsheute/?year=2010&amp;month=12&amp;day=07&amp;quelle=TAZ&amp;ressort=hi">edi&ccedil;&atilde;o especial do <em>Tageszeitung</em></a> dedicado &agrave; imigra&ccedil;&atilde;o e ao que hoje significa &ldquo;ser alem&atilde;o&rdquo;. Por isso, o di&aacute;rio de esquerda convidou mais de 50 autores. Entre eles, o eurodeputado verde Daniel Cohn-Bendit, o pol&eacute;mico Thilo Sarrazin, a presidente da Federa&ccedil;&atilde;o dos Expulsos, Erika Steinbach, ou o escritor Wladimir Kaminer. E o <em>TAZ </em>aproveita a oportunidade deste n&uacute;mero especial e lan&ccedil;a um apelo para que seja substitu&iacute;da a express&atilde;o mais controversa do momento: <em>Mensch mit Migrationshintergrund</em>, literalmente &quot;pessoa com um fundo migrat&oacute;rio&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 07 Dec 2010 13:02:57 +0100</pubDate><guid>419181</guid></item>
<item><title>Sociedade | Fumadores atiram-se a Bruxelas (Revue Politika, Brno)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/418221-fumadores-atiram-se-bruxelas</link><description><![CDATA[A Comissão Europeia prepara uma proibição geral de fumar em lugares públicos. Mas esta vontade de legislar para o bem dos europeus pode voltar-se contra ela, em nome das liberdades, considera um jurista checo. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 06 Dec 2010 12:25:35 +0100</pubDate><guid>418221</guid></item>
<item><title>O caso WikiLeaks | Piratas vingadores e espiões em diligência (Libération, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/414821-piratas-vingadores-e-espioes-em-diligencia</link><description><![CDATA[Para o célebre romancista e intelectual Umberto Eco, o caso WikiLeaks faz ressaltar a hipocrisia que rege as relações entre os Estados, os cidadãos e a Comunicação Social e prefigura um regresso a métodos arcaicos de comunicação. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 02 Dec 2010 16:10:29 +0100</pubDate><guid>414821</guid></item>
<item><title>Minorias | Uma semana na pele de um cigano (Adevărul, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/383721-uma-semana-na-pele-de-um-cigano</link><description><![CDATA[Como vivem os ciganos, no país onde o seu número é maior? Para saber isso, um jornalista do Adevărul fez-se passar por cigano. Não sentiu discriminação mas uma espécie de desprezo generalizado. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 10 Nov 2010 17:11:17 +0100</pubDate><guid>383721</guid></item>
<item><title>Alemanha | Os diplomatas perante o Shoah</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/373731-os-diplomatas-perante-o-shoah</link><description><![CDATA[<p>&quot;Estudo da liberta&ccedil;&atilde;o&quot;, <a target="_blank" href="http://www.tagesspiegel.de/meinung/ns-vergangenheit-studie-der-befreiung/1969168.html">titula o <em>Tagesspiegel</em></a> ap&oacute;s a apresenta&ccedil;&atilde;o, dia 28 de outubro, do estudo <a target="_blank" href="http://www.randomhouse.de/book/edition.jsp?edi=349860"><em>Das Amt und die Vergangenheit </em></a>[A Administra&ccedil;&atilde;o e o Passado]. Este estudo revela que o Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros da Alemanha nazi desempenhou um papel bem mais ativo no Shoah [holocausto] do que se pensava. Encomendado a quatro historiadores (dois alem&atilde;es, um norte-americano e um israelita) pelo antigo ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, Joschka Fischer, o documento revela novos dados sobre a forma como os diplomatas participaram no exterm&iacute;nio dos judeus, facto longamente refutado pela diplomacia alem&atilde;. Revela ainda que o Minist&eacute;rio e a Administra&ccedil;&atilde;o em geral acolheram antigos nazis depois de 1951. Desde ent&atilde;o, &quot;as a&ccedil;&otilde;es e a identidade dos verdugos foram sendo reveladas por vagas. Mas entre eles, h&aacute; reprimidos, dissimulados, abafados&quot;, nota o di&aacute;rio. </p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 29 Oct 2010 12:29:08 +0100</pubDate><guid>373731</guid></item>
<item><title>Alemanha | Os antinuclear inquietam o Governo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/342111-os-antinuclear-inquietam-o-governo</link><description><![CDATA[<p>&quot;Opositores da energia nuclear fazem cerco ao Governo&quot;, <a target="_blank" href="http://www.tagesspiegel.de/meinung/der-ausstieg-ist-beschlossen/1937250.html">constata o <em>Tagesspiegel</em></a>. Dia 18 de setembro, dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se &agrave; frente da Chancelaria em protesto contra o prolongamento da dura&ccedil;&atilde;o de vida das centrais nucleares. Quem critica o acordo entre o Governo e a ind&uacute;stria nuclear, que considera &quot;um ataque &agrave; democracia&quot; e uma &quot;aboli&ccedil;&atilde;o da aboli&ccedil;&atilde;o&quot;, esquece-se que o fim da energia nuclear &eacute; um facto na Alemanha, considera o di&aacute;rio, embora <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=a1&amp;dig=2010%2F09%2F20%2Fa0017&amp;cHash=980c9b7359">o <em>Tageszeitung </em>note</a> que a contesta&ccedil;&atilde;o &quot;vem cada vez mais do pr&oacute;prio campo pol&iacute;tico&quot; da chanceler Angela Merkel.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 20 Sep 2010 11:45:53 +0100</pubDate><guid>342111</guid></item>
<item><title>Integração europeia | Kupchan quer salvar e não enterrar a UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/332931-kupchan-quer-salvar-e-nao-enterrar-ue</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O meu artigo n&atilde;o pretendeu ser uma necrologia da Uni&atilde;o Europeia; a minha inten&ccedil;&atilde;o era acordar os europeus, cham&aacute;-los &agrave; aten&ccedil;&atilde;o para a neo nacionaliza&ccedil;&atilde;o da vida pol&iacute;tica em toda a Europa, que lenta mas seguramente est&aacute; em vias de minar o projeto de integra&ccedil;&atilde;o.&rdquo; Depois das <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/331121-nao-enterrem-tao-depressa-ue">muitas rea&ccedil;&otilde;es</a> que provocou, Charles Kupchan <a target="_blank" href="http://www.ilsole24ore.com/art/commenti-e-idee/2010-09-07/presidente-ragione-risvegliamo-questeuropa-090626.shtml?uuid=AYgwfWNC">volta a falar ao <em>Il Sole 24 Ore</em></a> sobre <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/330141-uniao-europeia-esta-morrer">o seu artigo publicado no <em>Washington Post</em></a>, onde critica o nacionalismo exacerbado de prejudicar a UE. &ldquo;Se esse neo nacionalismo continuar e se intensificar, o meu medo &eacute; que o futuro da UE esteja amea&ccedil;ado. Os europeus n&atilde;o se podem permitir olhar para a Uni&atilde;o como um dado adquirido; t&ecirc;m de procurar injetar uma nova vida &agrave;s suas institui&ccedil;&otilde;es e oferecerem uma vis&atilde;o estimulante do seu futuro.&rdquo; &ldquo;&Eacute; um momento crucial para a UE&rdquo;, continua o polit&oacute;logo: &ldquo;Apesar do Tratado de Lisboa, a Europa perdeu o seu &iacute;mpeto pol&iacute;tico de maneira preocupante no decurso da &uacute;ltima d&eacute;cada. Os l&iacute;deres pol&iacute;ticos e os cidad&atilde;os devem colocar o relan&ccedil;amento da UE em primeiro lugar na sua agenda pol&iacute;tica e forjarem em conjunto uma vis&atilde;o comum para as pr&oacute;ximas fases da integra&ccedil;&atilde;o europeia&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 14:37:59 +0100</pubDate><guid>332931</guid></item>
<item><title>Integração europeia | Faltam líderes à União (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/326671-faltam-lideres-uniao</link><description><![CDATA[Num momento em que a UE atravessa uma conjuntura de crise económica e mal-estar político e social, os seus dirigentes parecem mostrar falta de capacidade para resolver a situação. O politólogo Rob de Wijk pede-lhes que invertam essa tendência, para travar o declínio do continente. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 17:01:39 +0100</pubDate><guid>326671</guid></item>
<item><title>Alemanha | Sarrazin ressuscita a teoria da raça</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/326221-sarrazin-ressuscita-teoria-da-raca</link><description><![CDATA[<p>&quot;A muta&ccedil;&atilde;o de Sarrazin em geneticista&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.taz.de/zeitung">titula o <em>Tageszeitung</em></a>, que volta uma vez mais &agrave;s sulfurosas palavras do membro da dire&ccedil;&atilde;o do Bundesbank. Depois de ter chocado a Alemanha com o seu <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/325421-questao-que-agita-alemanha">livro</a> sobre o fracasso da integra&ccedil;&atilde;o dos mu&ccedil;ulmanos, Thilo Sarrazin causou indigna&ccedil;&atilde;o com as suas opini&otilde;es sobre os judeus que, <a target="_blank" href="http://www.welt.de/politik/deutschland/article9255898/Moegen-Sie-keine-Tuerken-Herr-Sarrazin.html">afirmou ele numa entrevista &agrave; <em>Welt am Sonntag</em></a>, &ldquo;partilham o mesmo gene&rdquo;. &ldquo;Com estas declara&ccedil;&otilde;es Sarrazin ultrapassou os limites&rdquo; e prova que &ldquo;&eacute; racista&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/heilsames-erschrecken-ueber-sarrazin/">escreve o <em>TAZ</em></a>, manifestando a sua preocupa&ccedil;&atilde;o por &ldquo;65 anos ap&oacute;s a proibi&ccedil;&atilde;o do &lsquo;Mein Kampf&rsquo;, um tratado sobre a teoria racial voltar a ser um <em>bestseller </em>na Alemanha&rdquo;. <a target="_blank" href="http://www.faz.net/s/Rub9B4326FE2669456BAC0CF17E0C7E9105/Doc~E0A47A9BA62F54940957049B1C02B0EDA~ATpl~Ecommon~Scontent.html">No<em> Frankfurter Allgemeine Zeitung</em></a> a soci&oacute;loga alem&atilde; de origem turca <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/232881-necla-kelek-embriaguez-da-liberdade">Necla Kelek</a>, defende Sarrazin, qualificando como sendo de &ldquo;bom senso&rdquo; as suas an&aacute;lises, e acrescenta que &ldquo;dev&iacute;amos discutir as suas teses em vez de as diabolizarmos&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:14:02 +0100</pubDate><guid>326221</guid></item>
<item><title>Imigração | A questão que agita a Alemanha</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/325421-questao-que-agita-alemanha</link><description><![CDATA[<p>O <em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em> <a target="_blank" href="http://www.faz.net/s/Rub594835B672714A1DB1A121534F010EE1/Doc~EBC24D12127CA4E4890273D073C31290B~ATpl~Ecommon~Scontent.html">anc&ccedil;a um apelo na</a> primeira p&aacute;gina &ldquo;Para que a Alemanha n&atilde;o se torne mais tonta&rdquo;. O jornal intervem, assim, no debate provocado pelo livro do antigo respons&aacute;vel das Finan&ccedil;as de Berlim, o social-democrata Thilo Sarrazin, <em>Deutschland Schafft Sich Ab</em> (<em>A Alemanha Autodestr&oacute;i-se</em>, DVA edi&ccedil;&otilde;es). Actualmente membro da direc&ccedil;&atilde;o do Bundesbank, Sarrazin critica, entre outras coisas, os imigrantes mu&ccedil;ulmanos por &ldquo;n&atilde;o quererem integrar-se&rdquo; e &ldquo;custarem muito caro&rdquo; ao Estado, escreve o <em>FAZ</em>. O jornal critica as reac&ccedil;&otilde;es indignadas de v&aacute;rios respons&aacute;veis pol&iacute;ticos &ndash; incluindo a chanceler Angela Merkel &ndash;, denuncia a &ldquo;hipocrisia&rdquo; das declara&ccedil;&otilde;es dos partidos sobre Serrazin, &ldquo;negando os problemas levantados pela imigra&ccedil;&atilde;o&rdquo; e <a target="_blank" href="http://www.faz.net/s/Rub7FC5BF30C45B402F96E964EF8CE790E1/Doc~EC4898B91164F452080C967F52FE811B7~ATpl~Ecommon~Scontent.html">lembra</a>  que &ldquo;a maioria dos alem&atilde;es partilham das suas opini&otilde;es&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 13:23:46 +0100</pubDate><guid>325421</guid></item>
<item><title>Polónia | Elevado número de abortos ilegais desencadeia debate</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/325251-elevado-numero-de-abortos-ilegais-desencadeia-debate</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Abortos polacos em cl&iacute;nicas por toda a Europa&rdquo;, <a target="_blank" href="http://wyborcza.pl/1,75248,8300922,Polskie_aborcje_w_klinikach_calej_Europy.html">titula a <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. O di&aacute;rio liberal refere uma &ldquo;audi&ecirc;ncia de cidad&atilde;os&rdquo; no Parlamento com diretores de cl&iacute;nicas da &Aacute;ustria, Alemanha, Holanda e Reino Unido. De acordo com organiza&ccedil;&otilde;es feministas polacas, entre 80 a 200 mil mulheres abortam todos os anos e 10 a 15% fazem os abortos no estrangeiro. No entanto, s&oacute; as mulheres polacas abastadas &eacute; que conseguem pagar um aborto numa cl&iacute;nica do ocidente. A maioria opta por fazer um aborto ilegal no seu pa&iacute;s. Na Pol&oacute;nia, esta pr&aacute;tica s&oacute; est&aacute; prevista em tr&ecirc;s circunst&acirc;ncias: deforma&ccedil;&atilde;o do feto, risco de vida para a m&atilde;e, ou gravidez por viola&ccedil;&atilde;o, que ponha em risco a sa&uacute;de, ou at&eacute; mesmo a vida da mulher. &ldquo;&Eacute; este o motivo que leva os m&eacute;dicos ocidentais a perguntar ao Governo polaco como pode fazer uma coisa destas &agrave;s mulheres do seu pa&iacute;s&rdquo;, <a target="_blank" href="http://wyborcza.pl/1,76842,8300496,Dlaczego_panstwo_robi_to_swoim_kobietom_.html">afirma o editorial de hoje</a>, que acrescenta: &ldquo;Parece uma pergunta ex&oacute;tica mas, se n&atilde;o a fizermos, nada mudar&aacute;.&rdquo;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 11:54:50 +0100</pubDate><guid>325251</guid></item>
<item><title>Laicismo | Pela livre circulação dos deuses (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/315341-pela-livre-circulacao-dos-deuses</link><description><![CDATA[Perante a multiplicação das religiões e dos seus símbolos, a maior parte dos Estados decide proibi-los. Contudo, com esta atitude estão a caminhar para um beco sem saída, defende Die Zeit, que apela à tolerância e ao pluralismo. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 13 Aug 2010 16:33:14 +0100</pubDate><guid>315341</guid></item>
<item><title>Imigração | Por uma nova política da nacionalidade (Corriere della Sera, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/306391-por-uma-nova-politica-da-nacionalidade</link><description><![CDATA[A recente proposta de Nicolas Sarkozy de revogar a nacionalidade aos delinquentes naturalizados recoloca a questão na ordem do dia. Numa altura em que os governos tentam adaptar a legislação a uma situação em permanente evolução, a UE deveria estender a cidadania europeia aos imigrantes, a fim de preencher as carências do sistema atual. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 18:17:39 +0100</pubDate><guid>306391</guid></item>
<item><title>Populismo | Expansionismo suíço em fase de arranque</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/299281-expansionismo-suico-em-fase-de-arranque</link><description><![CDATA[<p>A extrema-direita su&iacute;&ccedil;a quer <a target="_blank" href="http://www.tagesanzeiger.ch/schweiz/standard/SVP-will-der-Schweiz-Nachbargebiete-einverleiben/story/23529806">expandir o pa&iacute;s</a> atrav&eacute;s da anexa&ccedil;&atilde;o de regi&otilde;es fronteiri&ccedil;as alem&atilde;s, francesas, austr&iacute;acas e italianas, <a target="_blank" href="http://wyborcza.pl/1,75248,8164097,Komu_marzy_sie_wieksza_Szwajcaria.html#ixzz0uOdTewu2">relata o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. A <a target="_blank" href="http://www.svp.ch/">Uni&atilde;o Democr&aacute;tica do Centro</a> (UDC) expressou essa ideia em junho, mas s&oacute; agora apresentou um esbo&ccedil;o de proposta das mudan&ccedil;as necess&aacute;rias &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o para tornar poss&iacute;vel o alargamento. As regi&otilde;es em quest&atilde;o s&atilde;o o Estado alem&atilde;o de Baden W&uuml;rttemberg, as prov&iacute;ncias francesas da Als&aacute;cia, Saboia, Jura e Ain, e as italianas Aosta, Como, Varese e Bozen, bem como a prov&iacute;ncia austr&iacute;aca de Vorarlberg. </p>
<p>Se o plano da UDC se concretizasse, a popula&ccedil;&atilde;o da Su&iacute;&ccedil;a aumentaria 17 milh&otilde;es (est&aacute; atualmente em sete milh&otilde;es), com Estugarda a transformar-se na sua maior cidade. &ldquo;Dev&iacute;amos facilitar a integra&ccedil;&atilde;o destas regi&otilde;es que est&atilde;o a sofrer com a interven&ccedil;&atilde;o da classe pol&iacute;tica europeia, que n&atilde;o manifesta qualquer interesse nelas. Os seus cidad&atilde;os olham com inveja para o nosso Estado autogerido e anseiam por uma democracia de rosto humano&rdquo;, explicam os pol&iacute;ticos da UDC. </p>
<p>As autoridades su&iacute;&ccedil;as n&atilde;o comentaram a proposta, que, entretanto, causou grande gozo na embaixada alem&atilde; em Berna. Os funcion&aacute;rios ter&atilde;o mesmo come&ccedil;ado a aventar hip&oacute;teses sobre quando os su&iacute;&ccedil;os &ldquo;v&atilde;o come&ccedil;ar a exigir acesso ao mar&rdquo;. A sua boa disposi&ccedil;&atilde;o desapareceu quando viram os resultados de uma sondagem promovida pelo seman&aacute;rio su&iacute;&ccedil;o <em>Weltwoche</em>. Revelou que 63% dos quase 1800 alem&atilde;es, italianos e austr&iacute;acos a viver nas regi&otilde;es fronteiri&ccedil;as, quando consultados, se declararam a favor de uma uni&atilde;o com a Su&iacute;&ccedil;a. N&atilde;o surpreende, considerando que os sal&aacute;rios na Su&iacute;&ccedil;a s&atilde;o muito mais elevados do que, por exemplo, na Alemanha e sendo j&aacute; os alem&atilde;es a maioria do corpo docente em muitas universidades su&iacute;&ccedil;as.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 13:21:37 +0100</pubDate><guid>299281</guid></item>
<item><title>Religião e Estado | A burca, outra cruz a carregar (Der Standard, Viena)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/298601-burca-outra-cruz-carregar</link><description><![CDATA[A proibição da burca, debatida em vários países europeus e mesmo no Egito e na Síria, revela a hipocrisia do Ocidente, defende a filósofa alemã Andrea Roedig. Se a burca é um instrumento de opressão, o crucifixo não será revelador de um fascínio pela tortura? (Article)]]></description><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 16:24:08 +0100</pubDate><guid>298601</guid></item>
<item><title>Malta | Relançado o debate sobre o divórcio</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/290021-relancado-o-debate-sobre-o-divorcio</link><description><![CDATA[<p>&quot;O povo ir&aacute; decidir sobre o div&oacute;rcio, afirma o primeiro-ministro.&quot; A 7 de julho, <a href="http://www.timesofmalta.com/articles/view/20100707/local/divorce-draft-law-surprises-gonzi" target="_blank">explica <em>The Times of Malta</em></a>, o deputado nacionalista Jeffrey Pullicino Orlando apresentou um projeto-lei que autoriza o div&oacute;rcio em Malta. Mas o chefe do Governo, Lawrence Gonzi, que se op&otilde;e a esta medida, quer que sejam os eleitores a manifestar-se, em referendo, ou em elei&ccedil;&otilde;es gerais, e n&atilde;o os 69 deputados a votar sobre esta mat&eacute;ria. Malta &eacute; o &uacute;nico Estado-membro da UE onde o div&oacute;rcio &eacute; proibido.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 10:49:10 +0100</pubDate><guid>290021</guid></item>
<item><title>Alemanha | Proibição de fumar divide o país</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/288541-proibicao-de-fumar-divide-o-pais</link><description><![CDATA[<p>&quot;Os antitabagistas querem controlar a Rep&uacute;blica&quot;, <a href="http://www.taz.de/1/politik/deutschland/artikel/1/rauchgegner-wollen-republik-uebernehmen/" target="_blank">traz o <em>Tageszeitung</em> em t&iacute;tulo</a>, na sequ&ecirc;ncia do referendo na Baviera, a 4 de julho, que aprovou a proibi&ccedil;&atilde;o de fumar em todos os restaurantes da regi&atilde;o, criando assim o regulamento mais rigoroso da Alemanha. Instigados pelo &ecirc;xito obtido, os promotores da iniciativa pedem um referendo a n&iacute;vel federal. Assunto delicado, considera o TAZ, porque cada Land disp&otilde;e da sua pr&oacute;pria legisla&ccedil;&atilde;o na mat&eacute;ria e a autoridade federal respons&aacute;vel pela quest&atilde;o das drogas quer esperar que a UE tome uma posi&ccedil;&atilde;o sobre o assunto.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:50:54 +0100</pubDate><guid>288541</guid></item>
<item><title>Espanha | Direita tenta dar a volta à nova lei do aborto</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/288551-direita-tenta-dar-volta-nova-lei-do-aborto</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Revolta aut&oacute;noma contra a lei do aborto&rdquo;, <a href="http://www.lavanguardia.es/ciudadanos/noticias/20100705/53958925278/comunidades-gobernadas-por-el-pp-amenazan-con-torpedear-la-ley-del-aborto-tc-tribunal-constitucional.html" target="_blank">titula <em>La Vanguardia</em></a>, que refere que as regi&otilde;es aut&oacute;nomas de M&uacute;rcia, Madrid e Navarra &ndash; governadas pelo Partido Popular (PP), oposi&ccedil;&atilde;o de direita &ndash; amea&ccedil;am n&atilde;o cumprir a lei que despenaliza o aborto. Esta &uacute;ltima, aprovada no passado m&ecirc;s de fevereiro e em vigor a partir de 5 de julho, permite o aborto at&eacute; &agrave;s 14 semanas de gravidez (22 semanas em caso de anomalia do feto, ou de perigo de vida para a m&atilde;e). &quot;Aguardamos o ac&oacute;rd&atilde;o final sobre esta lei&quot;, declarou, por seu turno, Ram&oacute;n Lu&iacute;s Varc&aacute;rcel, presidente da regi&atilde;o de M&uacute;rcia, cujo partido, o PP, interp&ocirc;s recurso no final de junho para o Tribunal Constitucional.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:47:50 +0100</pubDate><guid>288551</guid></item>
<item><title>Suécia | Mulheres mais desiguais do que os homens (Fokus, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/281821-mulheres-mais-desiguais-do-que-os-homens</link><description><![CDATA[Pioneiras em matéria de direitos, as suecas não estão já no centro das reformas sociais do seu país. E numa altura em que se aproximam as eleições deste outono, nenhum grande partido político avança propostas concretas a esse respeito. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 16:10:48 +0100</pubDate><guid>281821</guid></item>
</channel></rss>
