<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<rss version="2.0">
            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Trabalho]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Itália | Em Nápoles, as crianças voltam ao trabalho (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1720841-em-napoles-criancas-voltam-ao-trabalho</link><description><![CDATA[Nesta cidade, que está entre as mais pobres da Europa, milhares de crianças deixam a escola para ajudarem os pais a fazerem face às despesas. Fazem pequenos trabalhos não declarados ou são recrutados para os trabalhos sujos da máfia. Um fenómeno que a crise acentuou. Excertos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 30 Mar 2012 17:29:32 +0100</pubDate><guid>1720841</guid></item>
<item><title>Lituânia | Batas brancas partem para a Noruega (Lietuvos Rytas, Vilnius)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1311441-batas-brancas-partem-para-noruega</link><description><![CDATA[Perante a crise, o pessoal médico lituano vai trabalhar para a Noruega, país onde os salários são bem mais altos. Não se trata de um exílio, mas de um vaivém permanente entre Oslo e Vilnius. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:44:56 +0100</pubDate><guid>1311441</guid></item>
<item><title>França-Alemanha | O desafio da competitividade</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/447921-o-desafio-da-competitividade</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Fran&ccedil;a das 35 horas&rdquo; contra &ldquo;a Alemanha do pleno emprego&rdquo;? Eis o duelo que publica <em><a target="_blank" href="http://www.latribune.fr/accueil/a-la-une.html"><em>La Tribune</em></a></em>. Animado nos &uacute;ltimos dias por Manuel Valls, candidato &agrave;s prim&aacute;rias socialistas para a elei&ccedil;&atilde;o presidencial de 2012, o debate sobre a semana de trabalho de 35 horas j&aacute; n&atilde;o tem realmente raz&atilde;o de ser, consideram o Governo e as empresas. O ministro do Trabalho, Xavier Bertrand, considera mesmo que a Fran&ccedil;a &ldquo;j&aacute; se libertou do constrangimento das 35 horas&rdquo;, recorda o jornal. Em contrapartida, o Minist&eacute;rio da Ind&uacute;stria preocupa-se com os &ldquo;custos do trabalho franc&ecirc;s, que est&atilde;o a apanhar os da Alemanha, o nosso principal parceiro e rival comercial&rdquo;, enquanto um economista considera no mesmo di&aacute;rio econ&oacute;mico que &ldquo;as 35 horas aceleraram a disson&acirc;ncia entre a Fran&ccedil;a e a Alemanha&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 04 Jan 2011 09:00:00 +0100</pubDate><guid>447921</guid></item>
<item><title>Roménia | FMI impõe semana de 60 horas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/358861-fmi-impoe-semana-de-60-horas</link><description><![CDATA[<p>&quot;C&oacute;digo de Trabalho vira &agrave; direita&quot;, <a target="_blank" href="http://www.adevarul.ro/actualitate/social/Codul_Muncii_vireaza_la_dreapta_0_351565499.html">constata o <em>Adevărul</em></a>. O Governo romeno, explica o di&aacute;rio, prepara, &quot;a pedido do Fundo Monet&aacute;rio Internacional&quot;, um texto que anuncia a semana de trabalho de 40 a 60 horas e flexibiliza os despedimentos. Estas medidas colidem com a <a target="_blank" href="http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:32003L0088:PT:HTML">diretiva europeia</a> que limita a semana de trabalho &agrave;s 48 horas. A Rom&eacute;nia, &agrave; semelhan&ccedil;a do Reino Unido, &quot;poderia dispor de uma derroga&ccedil;&atilde;o [opt-out] que permita ao trabalhador optar pelas 60 horas por semana, durante um m&aacute;ximo de seis meses&quot;, afirma o jornal. Enquanto os sindicatos alertam para um &quot;banho de sangue&quot;, o pa&iacute;s encontra-se dividido entre &quot;as exig&ecirc;ncias do FMI e os conselhos da Europa&quot; nesta mat&eacute;ria.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 12 Oct 2010 11:52:32 +0100</pubDate><guid>358861</guid></item>
<item><title>Imigração | Trabalhadores polacos olham para o Ocidente</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/347181-trabalhadores-polacos-olham-para-o-ocidente</link><description><![CDATA[<p>A abertura dos mercados de trabalho alem&atilde;o e austr&iacute;aco aos trabalhadores polacos a partir de 1 de maio de 2011 pode desencadear uma nova vaga de emigra&ccedil;&atilde;o, <a target="_blank" href="http://wyborcza.pl/1,75248,8429076,Niemcy_wyczyszcza_nam_rynek_pracy__Wkrotce_masowe.html">avisa o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. O n&uacute;mero de polacos a trabalhar na Alemanha, que hoje ronda os 415 mil, pode subir para o dobro, dizem os especialistas. Na opini&atilde;o destes, comparada com a primeira vaga de emigra&ccedil;&atilde;o, quando dois milh&otilde;es de polacos &ndash; sobretudo jovens &ndash; deixaram o seu pa&iacute;s em busca de emprego na sequ&ecirc;ncia da ades&atilde;o &agrave; UE, a sangria do pr&oacute;ximo ano dever&aacute; ser menor, mas mais dolorosa para a economia nacional. E isto porque a recupera&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida da economia alem&atilde; precisa de engenheiros, oper&aacute;rios da constru&ccedil;&atilde;o civil e enfermeiros, profiss&otilde;es essas que tamb&eacute;m s&atilde;o deficit&aacute;rias na Pol&oacute;nia. &ldquo;At&eacute; 2004 a Alemanha tinha mais imigrantes polacos do que de qualquer outra nacionalidade europeia e, agora, &eacute; isso que poder&aacute; voltar a acontecer uma vez que os estudos indicam que essa &eacute; a primeira escolha dos polacos que procuram trabalho no estrangeiro&rdquo;, afirma a Prof. Krystyna Iglicka, especialista em demografia no <a target="_blank" href="http://csm.org.pl/en.html">Centro Para os Assuntos Internacionais</a> (CSM).</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 27 Sep 2010 11:59:34 +0100</pubDate><guid>347181</guid></item>
<item><title>Mobilidade | Adeus canalizadores polacos, Guten Tag carpinteiros alemães (Foreign Policy România, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/314391-adeus-canalizadores-polacos-guten-tag-carpinteiros-alemaes</link><description><![CDATA[O mito do canalizador polaco que tira o pão da boca aos trabalhadores alemães já foi ultrapassado. Segundo a Foreign Policy România, chegou a vez dos trabalhadores da Europa Ocidental rumarem aos países da Europa Central, onde os empregos não faltam. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 12 Aug 2010 15:53:07 +0100</pubDate><guid>314391</guid></item>
<item><title>Trabalho | Os europeus são preguiçosos? (De Groene Amsterdammer, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/297031-os-europeus-sao-preguicosos</link><description><![CDATA[Férias compridas, semanas curtas, reformas antecipadas: nos Estados Unidos, os europeus têm fama de ser alérgicos ao trabalho. Nada de mais falso, sublinha De Groene Amsterdammer, ainda que, com a crise, seja necessário alterar o esquema de vida. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:39:19 +0100</pubDate><guid>297031</guid></item>
<item><title>Espanha | Zapatero reorganiza o mercado do trabalho</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/265901-zapatero-reorganiza-o-mercado-do-trabalho</link><description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro espanhol &ldquo;Zapatero anuncia que a reforma do mercado de trabalho ser&aacute; feita a 16 de Junho&rdquo;,&nbsp; <a target="_blank" href="http://www.publico.es/dinero/317427/zapatero/anuncia/aprobara/reforma/laboral/junio">titula o <em>P&uacute;blico</em></a>. O di&aacute;rio explica que a medida ser&aacute; imposta por um decreto-lei, porque os &ldquo;sindicatos e o patronato se mostram pessimistas quanto &aacute; possibilidade de chegar a acordo&rdquo; antes dessa data. Jos&eacute; Luis Zapatero n&atilde;o adiantou pormenores desta reforma, exigida pelo FMI, mas afirma que &eacute; &ldquo;necess&aacute;ria&rdquo;, sublinha o <em>P&uacute;blico</em>, e que afectar&aacute; &ldquo;aspectos essenciais&rdquo; do mercado de trabalho, a fim de o tornar mais flex&iacute;vel. Os sindicatos, por seu lado, amea&ccedil;am convocar uma greve geral se a reforma for aprovada por decreto. Entre as medidas em discuss&atilde;o: passar as indemniza&ccedil;&otilde;es por despedimento de 45 para 33 dias por cada ano de trabalho e criar um modelo &uacute;nico de contrato de trabalho. O <em>P&uacute;blico</em> lembra que a taxa de desemprego, que se situa nos 19%, baixou pelo quarto m&ecirc;s consecutivo.&nbsp; </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 03 Jun 2010 13:55:33 +0100</pubDate><guid>265901</guid></item>
<item><title>Trabalho | Os novos Tempos Modernos (Respekt, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/219271-os-novos-tempos-modernos</link><description><![CDATA[Um emprego estável, um contrato de trabalho sólido e horários fixos fazem, cada vez mais, parte do passado. A época que se anuncia é muito mais turbulenta. Aberta a todas as possibilidades, está, também, impregnada de grandes incertezas, diz o semanário checo Respekt. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 29 Mar 2010 11:44:07 +0100</pubDate><guid>219271</guid></item>
<item><title>Europeia da semana | Miriam Meckel, a vida depois da depressão (Frankfurter Allgemeine Zeitung, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/213531-miriam-meckel-vida-depois-da-depressao</link><description><![CDATA[Até ter tido uma depressão, Miriam Meckel, uma professora de sucesso, apresentadora de televisão e assessora de imprensa, era um verdadeiro modelo para os seus compatriotas alemães. Depois de recuperar, escreveu um livro sobre a sua experiência, onde alerta para os perigos de uma sociedade escrava da comunicação, e a forma como o trabalho invade a vida privada. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 19 Mar 2010 14:32:23 +0100</pubDate><guid>213531</guid></item>
<item><title>Crise | Adeus salário fixo (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/209561-adeus-salario-fixo</link><description><![CDATA[Atingidos pela crise e vítimas de uma dívida pública esmagadora, vários países decidiram reduzir os rendimentos dos funcionários. Uma medida impopular mas necessária, visto que não podem desvalorizar a moeda, embora não inédita, explica Il Sole 24 Ore. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 12 Mar 2010 17:28:49 +0100</pubDate><guid>209561</guid></item>
<item><title>Roménia | Trabalhar, mas a que preço?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/208811-trabalhar-mas-que-preco</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>At&eacute; onde est&aacute;s disposto a ir por um emprego?</em>&rdquo;, <a href="http://www.gandul.info/news/munceam-pana-a-doua-zi-dimineata-pana-unde-mergi-pentru-un-job-povestea-tinerei-care-a-intrat-in-coma-5738969" target="_blank">pergunta o jornal <em>G&acirc;ndul</em></a>. <a href="http://www.gandul.info/news/itm-bucuresti-angajatorul-face-verificarile-in-cazul-tinerei-careia-i-s-a-facut-rau-la-serviciu-5738959#Karoshi" target="_blank">O di&aacute;rio de Bucareste conta </a>a hist&oacute;ria de uma m&atilde;e de duas crian&ccedil;as, programadora na filial romena de uma empresa brit&acirc;nica, em coma, depois de, literalmente, se ter desmoronado &agrave; frente do computador, no dia 9 de Mar&ccedil;o. Em Abril de 2007, uma funcion&aacute;ria da Ernst &amp; Young, em Bucareste, morreu, v&iacute;tima de karoshi, a morte por excesso de trabalho identificada, pela primeira vez, em 1969, no Jap&atilde;o. A imprensa romena pergunta, agora, se as empresas estrangeiras implantadas no pa&iacute;s n&atilde;o estar&atilde;o a exigir demasiado dos seus funcion&aacute;rios. Mas os trabalhadores interrogados pelo <em>G&acirc;ndul</em> dizem estar prontos &ldquo;<em>a trabalhar o que for preciso por 1500 euros por m&ecirc;s!</em>&rdquo; Mais de metade dos romenos faz horas extraordin&aacute;rias para n&atilde;o perder o emprego, afirma o jornal.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:00:31 +0100</pubDate><guid>208811</guid></item>
<item><title>Empresas | Trabalho, loucura, morte... (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/105931-trabalho-loucura-morte</link><description><![CDATA[Na France Télécom, 24 assalariados suicidaram-se em 18 meses. Precarização, flexibilização, isolamento na empresa – as causas de mal-estar são múltiplas. Mas além da situação nesta empresa, é o significado do trabalho nas nossas sociedades que está em causa, explicam dois sociólogos no diário Le Monde. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 29 Sep 2009 15:33:58 +0100</pubDate><guid>105931</guid></item>
</channel></rss>
