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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Índia]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Debate | União em crise procura um inimigo (Hospodářské noviny, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1181411-uniao-em-crise-procura-um-inimigo</link><description><![CDATA[Nada melhor do que um inimigo para forjar uma identidade comum. Mas este adágio do século XIX não se adapta à crise atual. Só mudando a sua relação com os poderes é que os europeus se poderão unir e ultrapassar a crise, afirma um editorialista checo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 17:22:25 +0100</pubDate><guid>1181411</guid></item>
<item><title>Resistir | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/666181-resistir</link><description><![CDATA[<p>A partida de Dominique Strauss-Kahn do Fundo Monet&aacute;rio Internacional, no seguimento da sua deten&ccedil;&atilde;o em Nova Iorque por agress&atilde;o sexual, deixa em aberto a quest&atilde;o da sua sucess&atilde;o. Desde a funda&ccedil;&atilde;o do FMI, em 1945, o cargo de diretor geral tem sido ocupado por um europeu, &agrave; semelhan&ccedil;a do que acontece no Banco Mundial, em que a fun&ccedil;&atilde;o &eacute; desempenhada por um americano. Um acordo de cavalheiros justificado, na &eacute;poca, pelo peso econ&oacute;mico dos dois blocos mas que, para alguns, deixou de ter raz&atilde;o de ser, devido &agrave; crescente import&acirc;ncia dos BRIC (Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia, China, &Aacute;frica do Sul) e ao decl&iacute;nio pol&iacute;tico e econ&oacute;mico da Europa. Assim, numerosas vozes se elevam no apoio a personalidades da &Aacute;frica do Sul, de Singapura e at&eacute; de Israel ou da China, argumentando que o momento &eacute; prop&iacute;cio para a mudan&ccedil;a.</p>
<p>Uma reivindica&ccedil;&atilde;o leg&iacute;tima, uma vez que os mercados emergentes est&atilde;o pouco representados nas institui&ccedil;&otilde;es internacionais: no FMI, por exemplo, os BRIC <a target="_self" href="http://www.imf.org/external/np/sec/memdir/members.aspx#A">disp&otilde;em</a> de 11,06% dos direitos de voto, embora <a target="_self" href="http://www.economywatch.com/economic-statistics/economic-indicators/GDP_Share_of_World_Total_PPP/">representem</a> quase 20% do PIB mundial. A Europa tem 35,6% dos votos, para mais de 30% do PIB mundial (os Estados Unidos det&ecirc;m 16,8% dos votos, com cerca de 30% do PIB global). Mas, se a rela&ccedil;&atilde;o direito de voto/peso econ&oacute;mico &eacute; injusta para os BRIC, tornando desej&aacute;vel uma reforma, a verdade &eacute; que a Europa constitui o bloco mais influente no seio do FMI.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute;, portanto, qualquer raz&atilde;o para que se abstenha de lutar para manter essa posi&ccedil;&atilde;o t&atilde;o estrat&eacute;gica, principalmente quando v&aacute;rios pa&iacute;ses europeus estiveram, ou est&atilde;o, em negocia&ccedil;&otilde;es para obter ajuda. Mas para isso, uma vez mais, deve ter uma s&oacute; voz, e apoiar o candidato &ndash; ou candidata &ndash; com maior capacidade para defender os seus interesses. Se, por outro lado, a Europa quer evitar que o FMI volte a aparecer no papel de infeliz guardi&atilde;o da ortodoxia neoliberal, ter&aacute; interesse em que o seu candidato seja dotado de sensibilidade e criatividade, de modo a que os problemas que venha a ter que gerir sejam o menos amargos poss&iacute;vel.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 20 May 2011 16:20:58 +0100</pubDate><guid>666181</guid></item>
<item><title>Índia | A defesa da Big Pharma pela UE provoca protestos em Nova Deli</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/524581-defesa-da-big-pharma-pela-ue-provoca-protestos-em-nova-deli</link><description><![CDATA[<p>&quot;Na &Iacute;ndia, milhares marcham em protesto contra o acordo de com&eacute;rcio com a UE&quot;, <a target="_blank" href="http://euobserver.com/9/31911">pode ler-se em t&iacute;tulo no <em>EUobserver</em></a>. Com a UE &agrave; beira de celebrar um <a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/trade/creating-opportunities/bilateral-relations/countries/india/">Acordo de Com&eacute;rcio Livre</a> com a &Iacute;ndia, o seu maior parceiro comercial, <a target="_blank" href="http://timesofindia.indiatimes.com/business/india-business/HIV-patients-protest-against-controversial-EU-India-FTA/articleshow/7615868.cms">manifestantes portadores de VIH sa&iacute;ram &agrave;s ruas</a> de Nova Deli, a 2 de mar&ccedil;o, preocupados com a possibilidade de a UE estar a tentar p&ocirc;r fim &agrave; produ&ccedil;&atilde;o, a pre&ccedil;os acess&iacute;veis, de medicamentos para o prolongamento da vida. Desde o in&iacute;cio das negocia&ccedil;&otilde;es, em 2007, a UE tem pressionado a favor de uma cl&aacute;usula de &quot;exclusividade de dados&quot;, que protegeria os direitos de propriedade intelectual em rela&ccedil;&atilde;o aos medicamentos. &quot;Os laborat&oacute;rios na Europa queixam-se de que muitos de seus produtos patenteados s&atilde;o frequentemente preteridos em favor de gen&eacute;ricos produzidos na &Iacute;ndia&quot;, observa o <em>site</em> de Bruxelas. A exclusividade dos dados significaria que &quot;os dados dos testes cl&iacute;nicos apresentados por uma empresa n&atilde;o poderiam ser usados por outras empresas&quot;, argumentam os cr&iacute;ticos. &quot;Em consequ&ecirc;ncia, a necessidade de cada empresa realizar os seus pr&oacute;prios testes de ensaio cl&iacute;nico poderia aumentar dramaticamente o pre&ccedil;o dos medicamentos.&quot; De acordo com Anand Grover, relator especial da ONU para o Direito &agrave; Sa&uacute;de, &quot;introduzir a exclusividade de dados na &Iacute;ndia, quando milh&otilde;es de pessoas em todo o mundo dependem do papel que o pa&iacute;s desempenha como farm&aacute;cia do mundo em desenvolvimento, seria um erro colossal&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:58:03 +0100</pubDate><guid>524581</guid></item>
<item><title>Arend | A guerra da moedas | Cartoon (Het Financieele Dagblad, Amsterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/456741-guerra-da-moedas</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 11 Jan 2011 12:57:49 +0100</pubDate><guid>456741</guid></item>
<item><title>Globalização | A vingança dos países em desenvolvimento (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/452341-vinganca-dos-paises-em-desenvolvimento</link><description><![CDATA[O forte crescimento dos países em desenvolvimento faz subir os preços das matérias-primas e dos combustíveis. Assim, são eles que agora ditam o ritmo da economia mundial. E a Europa, entre austeridade e desemprego, tem dificuldade em progredir. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 13:38:30 +0100</pubDate><guid>452341</guid></item>
<item><title>Medicamentos genéricos | Comissão Europeia acusada de proteger grandes farmacêuticas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/358371-comissao-europeia-acusada-de-proteger-grandes-farmaceuticas</link><description><![CDATA[<p>A organiza&ccedil;&atilde;o M&eacute;dicos Sem Fronteiras (MSF) acusou a Comiss&atilde;o Europeia de estar a bloquear a produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos gen&eacute;ricos mais baratos no mundo desenvolvido,<a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/global-development/poverty-matters/2010/oct/07/aids-pharmaceuticals-industry"> noticia <em>The Guardian</em></a>. Depois da <a href="http://www.who.int/medicines/areas/policy/doha_declaration/en/index.html" target="_blank">declara&ccedil;&atilde;o de Doha 2010</a>, teoricamente, as empresas que fazem gen&eacute;ricos podem produzir c&oacute;pias mais baratas de medicamentos patenteados contra a Sida e outras doen&ccedil;as. Mas, segundo esta ONG francesa, a Comiss&atilde;o Europeia exigiu uma regulamenta&ccedil;&atilde;o mais apertada das patentes durante as negocia&ccedil;&otilde;es sobre com&eacute;rcio livre com a &Iacute;ndia. &ldquo;A Comiss&atilde;o Europeia quer introduzir &lsquo;exclusividade de dados&rsquo;&rdquo;, escreve o di&aacute;rio londrino, &ldquo;o que iria impedir uma empresa de gen&eacute;ricos de registar a c&oacute;pia de um medicamento que n&atilde;o tenha patente para um determinado per&iacute;odo de tempo &ndash; normalmente cinco ou oito anos &ndash; a menos que decida fazer por sua conta os demorados e caros ensaios cl&iacute;nicos&rdquo;. A 7 de outubro, ao lan&ccedil;ar a sua campanha <a href="http://www.msf.org.uk/handsoff.aspx" target="_blank"><em>Europa! Tirem as M&atilde;os da nossa Medicina</em></a>, a MSF acusou a Comiss&atilde;o de estar a proteger os monop&oacute;lios das grandes empresas multinacionais e que &ldquo;milh&otilde;es de pessoas nos pa&iacute;ses em vias de desenvolvimento podem ver desaparecer a possibilidade de comprarem medicamentos a pre&ccedil;os acess&iacute;veis&rdquo;. Sobre o assunto, a Comiss&atilde;o disse apenas: &ldquo;As patentes s&atilde;o importantes, t&ecirc;m de ser protegidas&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 11 Oct 2010 12:09:06 +0100</pubDate><guid>358371</guid></item>
<item><title>Diplomacia europeia | A União não se faz representar (Gazeta Wyborcza, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/355871-uniao-nao-se-faz-representar</link><description><![CDATA[Um serviço diplomático eficaz não chega, é preciso uma política externa comum que a União ainda não tem, escreve o Gazeta Wyborcza. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 07 Oct 2010 17:55:57 +0100</pubDate><guid>355871</guid></item>
<item><title>Cultura | Conta a corrente do "mainstream" (Rue89, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/238491-conta-corrente-do-mainstream</link><description><![CDATA[A Europa já não vai a par com o superpoder cultural americano. Em vez dela, países como a China, a Índia ou o Brasil difundem o seu imaginário. É tempo de reagir, previne um livro publicado em França, sob pena de o Velho Continente ficar à margem da evolução do mundo. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:16:45 +0100</pubDate><guid>238491</guid></item>
<item><title>Bélgica | Bombaim em Antuérpia (De Morgen, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/216111-bombaim-em-antuerpia</link><description><![CDATA[Em Antuérpia, capital mundial do diamante, a lapidação e o comércio de pedras preciosas deixaram de ser privilégio dos judeus ortodoxos: chegados na década de 1980, os indianos jainas arrebataram-lhes o lugar, alterando o rosto da cidade flamenga. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 17:49:58 +0100</pubDate><guid>216111</guid></item>
<item><title>Geopolítica | Uniões que não fazem a nossa força (Wprost, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/186931-unioes-que-nao-fazem-nossa-forca</link><description><![CDATA[Uma boa notícia: da Ásia às Américas, as associações regionais multiplicam-se, seguindo o modelo da UE. A má notícia é que corremos o risco de, a prazo, nos fazerem sombra na cena internacional. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:22:32 +0100</pubDate><guid>186931</guid></item>
<item><title>Cimeira de Copenhaga | UE conduz a caravana (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/149771-ue-conduz-caravana</link><description><![CDATA[Mesmo antes do levantar da cortina em Copenhaga, para a Conferência sobre o Clima, a 7 de Dezembro, a guerra dos números já começou. Uma batalha sem quartel levada a cabo por uma Europa movida pela ambição de se impor como o líder planetário da luta contra o efeito estufa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 14:47:40 +0100</pubDate><guid>149771</guid></item>
<item><title>Doação de órgãos | Lutar contra o &quot;turismo de transplantes&quot;</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/116381-lutar-contra-o-turismo-de-transplantes</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Cerca de 6.800 transplantes renais &ndash; ou seja, 10% do total &ndash; efectuados no mundo s&atilde;o fruto do chamado &lsquo;turismo de transplanta&ccedil;&atilde;o&rsquo;, com pre&ccedil;os que podem exceder os 100.000 euros por opera&ccedil;&atilde;o&quot;</em>, <a href="http://www.lavanguardia.es/premium/epaper/20091014/53804375988.html">revela</a>  o La Vanguardia. O di&aacute;rio catal&atilde;o cita um&nbsp;<a href="http://www.coe.int/t/dghl/monitoring/trafficking/Docs/News/OrganTrafficking_study.pdf">estudo</a> pioneiro realizado conjuntamente pelo Conselho da Europa e as Na&ccedil;&otilde;es Unidas, que constitui o primeiro passo para uma conven&ccedil;&atilde;o internacional de combate a este fen&oacute;meno. Isto deve-se em grande parte, afirma o estudo, &agrave; escassez de doadores: s&oacute; na UE, 4.000 doentes morrem todos os anos &agrave; espera de um transplante de &oacute;rg&atilde;os. Assim, <em>&quot;os que t&ecirc;m possibilidades procuram outras &lsquo;vias sanit&aacute;rias' &quot;, </em>no Paquist&atilde;o, na &Iacute;ndia, na China, nas Filipinas, no Egipto ou na Col&ocirc;mbia, de acordo com o <a href="http://www.transplant-observatory.org/ ">Observat&oacute;rio Mundial das Doa&ccedil;&otilde;es e Transplantes</a>. Rafael Matesanz, respons&aacute;vel da Organiza&ccedil;&atilde;o Nacional espanhola de Transplantes e um dos autores do relat&oacute;rio, sugere a aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; escala mundial do sistema de consentimento presumido em vigor em Espanha (pa&iacute;s que tem a taxa de doadores mais elevada do mundo): <em>&quot;iria permitir atingir o milh&atilde;o de doa&ccedil;&otilde;es por ano em todo o mundo, em vez dos actuais 100.000&quot;. </em>Uma solu&ccedil;&atilde;o j&aacute; reclamada pelo Parlamento Europeu.</p>
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<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:06:23 +0100</pubDate><guid>116381</guid></item>
<item><title>A Europa após Lisboa/3 | Europa, museu ou laboratório? (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/112181-europa-museu-ou-laboratorio</link><description><![CDATA[Depois de definitivamente ratificado, o Tratado de Lisboa deverá dar à UE os meios para concretizar as suas ambições políticas e económicas. Falta apenas que tenha a coragem de correr riscos, adverte Moisés Naím, chefe de redacção do mensário americano Foreign Policy, que coloca igualmente a pergunta: deverá a Europa ser um museu ou um laboratório. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:06:38 +0100</pubDate><guid>112181</guid></item>
<item><title>União Europeia | Uma potência cada vez mais fraca (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/63961-uma-potencia-cada-vez-mais-fraca</link><description><![CDATA[Enquanto os orçamentos militares da China, Rússia, EUA e da Índia não param de aumentar, o da União Europeia é o mesmo de há dez anos atrás. A Europa tem hoje menos capacidade de influência em matéria de &quot;soft power&quot;, lamenta-se o El Pais. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 27 Jul 2009 18:31:29 +0100</pubDate><guid>63961</guid></item>
<item><title>Imigração | Um somali perdido na Roménia (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/54611-um-somali-perdido-na-romenia</link><description><![CDATA[Desde que passou a ser membro da UE, que a Roménia passou a atrair uma vaga de imigrantes africanos, indianos, afegãos e iraquianos. Vindo da Somália, Kasim, sonhava chegar à Alemanha, mas acabou por ficar a meio da jornada quando os traficantes o abandonaram numa aldeia perdida da Roménia. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2009 19:25:44 +0100</pubDate><guid>54611</guid></item>
<item><title>Cooperação | Europa perde comboio para África (Il Sole-24 Ore, Milão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/43661-europa-perde-comboio-para-africa</link><description><![CDATA[Outrora interlocutora privilegiada das capitais africanas, a União Europeia continua a perder terreno para a China, a Rússia e, agora, também para a Índia. Estas três potências ultrapassaram-na na corrida aos recursos do continente negro. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:56:11 +0100</pubDate><guid>43661</guid></item>
<item><title>Saúde | Remédios não chegam aos países pobres (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/32891-remedios-nao-chegam-aos-paises-pobres</link><description><![CDATA[As alfândegas europeias estão a reter medicamentos que deveriam seguir viagem para os países do chamado terceiro e segundo mundo.Tudo, com a alegada justificação de estes remédios violarem o direito de patente. As organizações humanitárias denunciam esta prática e acusam-na de favorecer a indústria farmacêutica em detrimento dos doentes. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 19 Jun 2009 18:54:06 +0100</pubDate><guid>32891</guid></item>
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