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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Migrações e demografia]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Schengen | UE prepara-se para fechar mais a porta à imigração ilegal</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1871961-ue-prepara-se-para-fechar-mais-porta-imigracao-ilegal</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;UE mobiliza-se contra a imigra&ccedil;&atilde;o ilegal&rdquo;, <a href="http://www.b.dk/globalt/eu-opruster-mod-illegal-indvanding" target="_self">titula</a> o di&aacute;rio <em>Berlingske</em>, que revela que a Dinamarca, que ocupa a presid&ecirc;ncia rotativa da UE, dever&aacute; propor, a 26 de abril, durante o Conselho de Ministros da Justi&ccedil;a e do Interior 90 medidas que t&ecirc;m como objetivo lutar contra um fen&oacute;meno que &ldquo;aumentou 35% durante o ano passado&rdquo;, escreve.</p>
<p>Entre as medidas a propor est&atilde;o uma melhor coopera&ccedil;&atilde;o com os pa&iacute;ses de origem, por exemplo os pa&iacute;ses do Magrebe, o refor&ccedil;o do dispositivo Frontex e da vigil&acirc;ncia da fronteira entre a Gr&eacute;cia e a Turquia, bem como uma melhor gest&atilde;o dos fluxos migrat&oacute;rios, das expuls&otilde;es e da luta contra o tr&aacute;fico de seres humanos.</p>
<p>Esta iniciativa responde, tamb&eacute;m, a uma preocupa&ccedil;&atilde;o crescente na Dinamarca com a imigra&ccedil;&atilde;o ilegal, mesmo que, escreve o jornal,</p>
<blockquote><p>segundo o ministro da Justi&ccedil;a, n&atilde;o se saiba exatamente quantos imigrantes ilegais h&aacute; na Dinamarca &ndash; temos um receio justificado de que o grande n&uacute;mero de imigrantes ilegais que est&atilde;o atualmente na Gr&eacute;cia e em It&aacute;lia comecem a dirigir-se para o Norte.</p>
</blockquote>
<p>Estas medidas justificam-se, tamb&eacute;m, por raz&otilde;es pol&iacute;ticas, afirma Marl&egrave;ne Wind, da Universidade de Copenhaga, citada pelo di&aacute;rio:</p>
<blockquote><p>Os problemas da imigra&ccedil;&atilde;o ilegal prejudicam o mercado interno e o esp&iacute;rito europeu da livre circula&ccedil;&atilde;o. Por isso, ser&aacute; uma vit&oacute;ria &ndash; tamb&eacute;m para a presid&ecirc;ncia dinamarquesa &ndash; se o projeto for bem-sucedido.</p>
<p>&nbsp;</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:15:30 +0100</pubDate><guid>1871961</guid></item>
<item><title>Emigração | Indignados estão a partir (Polityka, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1832871-indignados-estao-partir</link><description><![CDATA[Centenas de jovens, a maior parte licenciados, estão a deixar Portugal e Espanha. A Europa não precisa deles, enquanto a África e a América do Sul os recebe de braços abertos. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:25:58 +0100</pubDate><guid>1832871</guid></item>
<item><title>Irlanda | Um lar virtual longe de casa (The Irish Times, Dublin)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1735691-um-lar-virtual-longe-de-casa</link><description><![CDATA[Nos últimos anos, o contacto dos imigrantes com as suas pátrias é diferente graças às novas tecnologias, mas a experiência será, por isso, mais fácil ou mais difícil? (Article)]]></description><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 13:06:47 +0100</pubDate><guid>1735691</guid></item>
<item><title>Portugal | Emigração, uma bela miragem (Público, Lisboa)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1655181-emigracao-uma-bela-miragem</link><description><![CDATA[Após assistir ao nascimento da &quot;geração parva&quot; de jovens precários, a crise levou as famílias a sair do país para procurar trabalho na Europa. Mal preparados, sem saberem falar outras línguas e sem recursos, acabam muitas vezes a viver na rua. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 16:23:29 +0100</pubDate><guid>1655181</guid></item>
<item><title>Emigração | Irlandeses voltam-se para Liverpool (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1640081-irlandeses-voltam-se-para-liverpool</link><description><![CDATA[O desemprego numa Irlanda atingida pela crise elevou a emigração para os níveis mais altos dos últimos 20 anos. Muitos rumam à cidade portuária britânica – lugar onde mais de três quartos dos habitantes reivindicam ascendência irlandesa. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 16:44:21 +0100</pubDate><guid>1640081</guid></item>
<item><title>Debate | Wilders, a Europa de Leste agradece (Hospodářské noviny, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1547501-wilders-europa-de-leste-agradece</link><description><![CDATA[Ao lançar um sítio de Internet anti-imigrantes, o populista holandês faz, uma vez mais, uma provocação de mau gosto. Mas tem o mérito de nos fazer refletir sobre as relações entre os europeus dos dois lados do continente, escreve um editorialista checo. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 16:59:37 +0100</pubDate><guid>1547501</guid></item>
<item><title>Itália | TEDH condena deportações para a Líbia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1547161-tedh-condena-deportacoes-para-libia</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;It&aacute;lia rejeitada&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ilmanifesto.it/area-abbonati/in-edicola/manip2n1/20120224/manip2pg/01/manip2pz/IMMAGINE/">titula <em>Il Manifesto</em></a>, ap&oacute;s o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) ter dado a It&aacute;lia como culpada da viola&ccedil;&atilde;o do direito de prote&ccedil;&atilde;o contra a tortura e o abuso dos imigrantes. O tribunal de Estrasburgo <a target="_self" href="http://cmiskp.echr.coe.int/tkp197/view.asp?action=open&amp;documentId=901572&amp;portal=hbkm&amp;source=externalbydocnumber&amp;table=F69A27FD8FB86142BF01C1166DEA398649">aprovou uma peti&ccedil;&atilde;o</a> assinada por um grupo de cidad&atilde;os da Som&aacute;lia e da Eritreia, intercetados num barco na costa da ilha de Lampedusa em maio de 2009.&nbsp; Segundo o acordo assinado pelo Governo de Silvio Berlusconi com o na altura Presidente l&iacute;bio, Muammar Kadhafi, estes foram deportados para a L&iacute;bia, o seu ponto de embarca&ccedil;&atilde;o. A It&aacute;lia dever&aacute; pagar 15 mil euros a cada um pelos danos. </p>
<p>Segundo o Tribunal, a pol&iacute;tica de &ldquo;rejei&ccedil;&atilde;o&rdquo; da It&aacute;lia, em curso desde 2009, viola a legisla&ccedil;&atilde;o internacional dado que lida com os imigrantes de forma coletiva e nega-lhes o direito de recorrer em tribunais italianos. Roberto Maroni, na altura ministro do Interior da Liga do Norte, criticou a senten&ccedil;a e classificou-a como &ldquo;pol&iacute;tica&rdquo;, enquanto o primeiro-ministro Mario Monti declarou que o Governo ir&aacute; estudar a decis&atilde;o. Mas <a target="_self" href="http://www.ilmanifesto.it/area-abbonati/in-edicola/manip2n1/20120224/manip2pg/01/manip2pz/318541/"><em>Il Manifesto</em> mostra-se c&eacute;tico</a>:</p>
<blockquote><p>Os acordos estabelecidos com o novo Governo l&iacute;bio atual apontam na mesma dire&ccedil;&atilde;o do que os revogados com Kadhafi. Para mudar esta situa&ccedil;&atilde;o seria necess&aacute;rio iniciar uma reforma legislativa e adotar uma nova pol&iacute;tica de informa&ccedil;&atilde;o. Quando se l&ecirc; os coment&aacute;rios online sobre a senten&ccedil;a, percebe-se que a Europa &eacute; agora vista como uma amea&ccedil;a &agrave; nossa integridade nacional, fruto de duas d&eacute;cadas de xenofobia e hostilidade institucional relativamente aos imigrantes.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 16:17:36 +0100</pubDate><guid>1547161</guid></item>
<item><title>Noruega | Euro-refugiados têm receção gelada (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1513821-euro-refugiados-tem-rececao-gelada</link><description><![CDATA[Para fugir ao desemprego, centenas de espanhóis emigram para a idealizada Noruega, à procura de trabalho. Poucos tiveram sorte. Muitos só encontraram desemprego, frio e desespero. Mais um capítulo da grande crise que afeta a Espanha. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:04:56 +0100</pubDate><guid>1513821</guid></item>
<item><title>Controvérsia | Sítio de Internet anti-imigrantes envergonha a Holanda (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1510481-sitio-de-internet-anti-imigrantes-envergonha-holanda</link><description><![CDATA[Divulga as tuas queixas contra os trabalhadores da Europa de Leste: o novo sítio de Internet do partido de Geert Wilders chocou vários países da UE. Quando é que o primeiro-ministro Mark Rutte, que atualmente depende do apoio do PVV, vai condenar este movimento provocatório?, pergunta o NRC Handelsblad. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:50:01 +0100</pubDate><guid>1510481</guid></item>
<item><title>Emigração | "A Lituânia não é um país onde apeteça viver" (Veidas, Vilnius)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1498451-lituania-nao-e-um-pais-onde-apeteca-viver</link><description><![CDATA[Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 17:09:05 +0100</pubDate><guid>1498451</guid></item>
<item><title>Imigração | Destes náufragos não se ouve falar</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1408281-destes-naufragos-nao-se-ouve-falar</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Cat&aacute;strofes mar&iacute;timas no Mediterr&acirc;neo&rdquo;, traz em manchete o <em>Tageszeitung</em>, que se afasta da cobertura medi&aacute;tica consagrada ao naufr&aacute;gio do Costa Concordia.</p>
<p>De facto, no Mediterr&acirc;neo, poucos foram os naufr&aacute;gios &ldquo;que fizeram a capa dos jornais&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=a1&amp;dig=2012%2F01%2F18%2Fa0040&amp;cHash=8be141d9d5">relembra o di&aacute;rio de Berlim</a>, que ilustra a sua com uma foto de um navio que naufragou em junho de 2011 ao largo de uma ilha tunisina, com cerca de 700 refugiados l&iacute;bios a bordo. </p>
<p>Enumerando a lista das &ldquo;piores cat&aacute;strofes mar&iacute;timas no Mediterr&acirc;neo desde 2006&rdquo; o di&aacute;rio <a target="_self" href="http://www.taz.de/!85840/">escreve no seu editorial</a>:</p>
<blockquote><p>Centenas de milhares de pessoas, cuja identidade permanece desconhecida, morrem em alto mar ou em praias rochosas. Dezenas de milhares de refugiados acabam nas m&atilde;os do submundo da Europa em crise que n&atilde;o lhes reserva um lugar nem humanidade. [&hellip;] Os mortos est&atilde;o entre n&oacute;s, quer venham de cruzeiros de luxo ou de traineiras.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:09:15 +0100</pubDate><guid>1408281</guid></item>
<item><title>Emigração | Espanha regista declínio da população</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1404391-espanha-regista-declinio-da-populacao</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Espanha deixa de ser terra de acolhimento&rdquo;, refere <a href="http://www.elmundo.es/"><em>El Mundo</em></a>. O di&aacute;rio de Madrid afirma:</p>
<blockquote><p>A crescente euforia migrat&oacute;ria da &uacute;ltima d&eacute;cada de esplendor [econ&oacute;mico] acabou de repente e transformou-se num &ecirc;xodo em massa de quase meio milh&atilde;o de pessoas.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com um <a target="_self" href="http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&amp;path=%2Ft20%2Fp259&amp;file=inebase&amp;L=0">relat&oacute;rio</a> divulgado a 13 de janeiro pelo Instituto Nacional de Estat&iacute;stica (INE), a taxa bruta de migra&ccedil;&otilde;es &eacute; negativa (-50,090) pela primeira vez em dez anos, com 62 611 nacionais e 445 130 n&atilde;o-nacionais que abandonaram o pa&iacute;s em 2011. Os destinos principais para esta migra&ccedil;&atilde;o s&atilde;o Marrocos, Equador e Bol&iacute;via, logo seguidos de Brasil, Fran&ccedil;a, Argentina, Alemanha, Reino Unido e China.</p>
<p>O di&aacute;rio conservador atribui parte do decr&eacute;scimo populacional em Espanha ao decl&iacute;nio da taxa de natalidade -</p>
<blockquote><p>2011 foi o ano em que a m&eacute;dia de idades para o nascimento do primeiro filho ultrapassou a barreira dos 31 anos.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:44:06 +0100</pubDate><guid>1404391</guid></item>
<item><title>Emprego | Será que a imigração engrossa as filas de desempregados?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1379991-sera-que-imigracao-engrossa-filas-de-desempregados</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Imigra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o provoca desemprego&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/immigration-does-not-cause-unemployment-6287404.html">titula o <em>Independent</em></a>, no seguimento de <a target="_self" href="http://www.niesr.ac.uk/pdf/090112_164026.pdf">um relat&oacute;rio do Instituto Nacional brit&acirc;nico para a Investiga&ccedil;&atilde;o Econ&oacute;mica e Social</a> que contradiz as <a target="_self" href="http://www.migrationwatchuk.org/briefingPaper/document/247">afirma&ccedil;&otilde;es</a> de que a entrada de cidad&atilde;os estrangeiros no Reino Unido provoca o desemprego de trabalhadores brit&acirc;nicos. De acordo com o referido relat&oacute;rio, n&atilde;o existe &quot;nenhuma associa&ccedil;&atilde;o&quot; entre elevadas taxas de imigra&ccedil;&atilde;o e desemprego  &ndash;  mesmo com o Reino Unido a enfrentar a pior recess&atilde;o de sempre:</p>
<p>Os economistas do Instituto afirmam que:</p>
<blockquote><p>&hellip; a intera&ccedil;&atilde;o entre entrada de migrantes e PIB &eacute; positiva e indica que, em per&iacute;odos de crescimento inferior, essa entrada de migrantes fica associada a ... um crescimento mais lento do n&uacute;mero [de desempregados] do que seria de esperar. </p>
</blockquote>
<p>Em It&aacute;lia, o desemprego est&aacute; de novo em alta depois de uma queda de tr&ecirc;s anos por causa da crise econ&oacute;mica, <a target="_self" href="http://lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=9628">refere <em>La Stampa</em></a>. <a target="_self" href="http://www.istat.it/it/archivio/49705">Os &uacute;ltimos dados do Instituto Nacional de Estat&iacute;stica</a> registam uma subida no n&uacute;mero de italianos empregados para 39 mil no terceiro trimestre de 2011. O emprego entre trabalhadores imigrantes, cujo n&uacute;mero tem sido continuamente crescente nos &uacute;ltimos anos, continuou a aumentar, embora a um ritmo mais lento, atingindo os 120 mil empregos, em compara&ccedil;&atilde;o com os 167 mil no segundo trimestre de 2011. &ldquo;Ser&aacute; um sinal positivo de progressiva recupera&ccedil;&atilde;o da crise?&rdquo;, pergunta o soci&oacute;logo Luca Ricolfi no di&aacute;rio de Turim -</p>
<blockquote><p>Receio que a resposta seja negativa. [&hellip;] Est&aacute; a acontecer uma coisa nova: ao fim de anos de crise, os italianos come&ccedil;aram a perceber que n&atilde;o v&atilde;o poder reformar-se cedo, que n&atilde;o podem aceitar apenas lugares de chefia e esperar por melhores dias. Ainda n&atilde;o temos concorr&ecirc;ncia direta, mas [os empregadores] est&atilde;o a reagir &agrave; crise com uma redu&ccedil;&atilde;o da procura de m&atilde;o-de-obra estrangeira e [os trabalhadores] est&atilde;o a manter os empregos que t&ecirc;m. [&hellip;] A subida aparentemente incontrol&aacute;vel do emprego estrangeiro parece estar agora a abrandar e at&eacute; mesmo a cessar.</p>
</blockquote>
<p>Mas a crise tamb&eacute;m come&ccedil;ou a obrigar um n&uacute;mero crescente de desempregados italianos a desistir de procurar emprego, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/economia/12_gennaio_09/Eurostat-lavoro-8-milioni-senza-speranza-3-sono-italiani_f2d153fa-3ae3-11e1-8a43-34573d1838c1.shtml">adianta o Corriere della Sera</a>, citando <a target="_self" href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/statistics_explained/index.php/Underemployed_and_potentially_active_labour_force_statistics">estudo do Eurostat baseado em dados estat&iacute;sticos sobre M&atilde;o-de-obra Potencialmente Ativa e Subempregada</a>. H&aacute; 2 milh&otilde;es e 700 mil italianos, o n&uacute;mero mais elevado da UE, num total de 8 milh&otilde;es e 200 mil, com disponibilidade para trabalhar, mas que n&atilde;o procuram emprego. A Alemanha, a Fran&ccedil;a e a B&eacute;lgica s&atilde;o os &uacute;nicos pa&iacute;ses onde o pessimismo em mat&eacute;ria de perspetiva de emprego ainda se mant&eacute;m relativamente baixo.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 16:10:10 +0100</pubDate><guid>1379991</guid></item>
<item><title>Emigração | Polacos gostam de viver no estrangeiro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1365351-polacos-gostam-de-viver-no-estrangeiro</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Um milh&atilde;o n&atilde;o regressa&rdquo;, avisa o <a href="http://tygodnik.onet.pl/" target="_self"><em>Tygodnik Powszechny</em></a> em primeira p&aacute;gina, citando dados do <a target="_self" href="http://www.stat.gov.pl/gus/index_ENG_HTML.htm">Instituto Nacional de Estat&iacute;stica</a> polaco, de acordo com os quais cerca de um milh&atilde;o e 100 mil polacos optaram por viver no estrangeiro. Segundo este estudo, metade destes emigrantes encontra-se fora do pa&iacute;s h&aacute; mais de um ano e n&atilde;o pretende regressar. </p>
<p>&ldquo;Consideramos agora refutado o mito da natureza tempor&aacute;ria da emigra&ccedil;&atilde;o polaca p&oacute;s-ades&atilde;o. O <a target="_self" href="http://www.ign.org.pl/files/content/5569/PUBL_lu_wyniki_wstepne_NSP_2011.pdf">&uacute;ltimo censo</a> confirmou que estamos perante o maior &ecirc;xodo da Hist&oacute;ria do p&oacute;s-guerra&rdquo;, real&ccedil;a Krystyna Iglicka, especialista em demografia do <a target="_self" href="http://csm.org.pl/en.html">Centro de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais</a> de Vars&oacute;via. </p>
<p>De acordo com o seman&aacute;rio cat&oacute;lico, isto significa que a pol&iacute;tica de migra&ccedil;&atilde;o da Pol&oacute;nia e as campanhas a encorajar os emigrantes a regressar ao pa&iacute;s falharam rotundamente. &ldquo;Estamos perante uma vaga de emigra&ccedil;&atilde;o e de sa&iacute;da de trabalhadores e, num espa&ccedil;o de 20 anos, passaremos a ser o pa&iacute;s mais envelhecido da UE, uma realidade para a qual ir&aacute; contribuir a emigra&ccedil;&atilde;o em massa&rdquo;, lamenta Krystyna Iglicka.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 06 Jan 2012 15:33:34 +0100</pubDate><guid>1365351</guid></item>
<item><title>Emigração | O êxodo grego para a Austrália (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1320741-o-exodo-grego-para-australia</link><description><![CDATA[Para os jovens europeus dos países em crise, a Austrália em crescimento passou a ser a nova terra das oportunidades. É o que acontece especialmente à nova geração de gregos licenciados que se junta à enorme comunidade de expatriados do seu país espalhada pelo mundo. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 17:18:01 +0100</pubDate><guid>1320741</guid></item>
<item><title>Imigração | Justiça europeia transtorna o direito de asilo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1319681-justica-europeia-transtorna-o-direito-de-asilo</link><description><![CDATA[<p>Um requerente de asilo n&atilde;o pode ser transferido para um Estado da UE onde &quot;<em>corra o risco de ser submetido a tratamentos desumanos ou degradantes</em>&quot; &nbsp;<a href="http://www.taz.de/Urteil-des-Europaeischen-Gerichtshofs/!84178/">informa o</a><em>&nbsp;</em><a href="http://www.taz.de/Urteil-des-Europaeischen-Gerichtshofs/!84178/"><em>T</em><em>ageszeitung</em></a>. Foi esta a decis&atilde;o tomada pelo Tribunal Europeu da Justi&ccedil;a, dando raz&atilde;o a seis refugiados provenientes do Afeganist&atilde;o, do Ir&atilde;o e da Arg&eacute;lia que entraram na UE passando pela Gr&eacute;cia, para em seguida apresentarem um pedido de asilo no Reino Unido e na Irlanda. De acordo com o regulamento&nbsp;<a target="_blank" href="http://europa.eu/legislation_summaries/justice_freedom_security/free_movement_of_persons_asylum_immigration/l33153_pt.htm">Dublin II</a>,&nbsp;que define que os pedidos de asilo devem ser analisados pelo primeiro Estado europeu onde o refugiado chegou, estes foram novamente transferidos para a Gr&eacute;cia, onde as condi&ccedil;&otilde;es de acolhimento de refugiados s&atilde;o consideradas&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/372651-o-acolhimento-aos-refugiados-nao-funciona">catastr&oacute;ficas</a>.&nbsp;</p>
<p>Referindo-se &agrave; Carta dos Direitos Fundamentais da Uni&atilde;o Europeia, o Tribunal colocou em causa o regulamento. Tendo em conta que em 2010, 90% dos imigrantes ilegais entraram na UE passando pela Gr&eacute;cia, o Tribunal considera que &quot;<em>as autoridades gregas n&atilde;o s&atilde;o capazes de gerir este fluxo de refugiados</em>&quot;, observa o <em>TAZ</em>, o que torna a situa&ccedil;&atilde;o dos emigrantes muitas vezes insustent&aacute;vel e os prazos para a an&aacute;lise dos pedidos irracionais. Dessa forma, o Tribunal decidiu que Londres e Dublin n&atilde;o podiam ignorar os riscos aos quais expunham os requerentes de asilo ao expuls&aacute;-los para a Gr&eacute;cia.&nbsp;No seguimento desta decis&atilde;o, o Estado onde se encontra o refugiado na altura em que este &eacute; detido passa a ter de analisar o pedido, explica ainda o di&aacute;rio alem&atilde;o, segundo o qual, por&eacute;m, a Alemanha n&atilde;o est&aacute; disposta a aceitar uma &quot;<em>altera&ccedil;&atilde;o geral do sistema Dublin</em>&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:12:29 +0100</pubDate><guid>1319681</guid></item>
<item><title>Espaço Schengen | Estados agarrados às suas fronteiras</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1262751-estados-agarrados-suas-fronteiras</link><description><![CDATA[<p>&quot;Os pa&iacute;ses da UE agarram-se ao controlo das fronteiras&quot;: eis como o <em>Financial Times Deutschland</em> <a target="_self" href="http://www.ftd.de/politik/europa/:schutz-vor-fluechtlingen-eu-staaten-klammern-sich-an-grenzkontrollen/60139722.html">resume</a> a posi&ccedil;&atilde;o da maioria dos Estados-membros sobre a proposta de Cecilia Malmstr&ouml;m de limita&ccedil;&atilde;o do direito de um pa&iacute;s do espa&ccedil;o Schengen restaurar esses controlos em rela&ccedil;&atilde;o a outros, como fizeram recentemente a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/618341-tentacao-da-retirada">Fran&ccedil;a</a> e a <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/650811-suspender-schengen-uma-decisao-que-provoca-debate">Dinamarca</a>.</p>
<p>Em 2 de dezembro, a comiss&aacute;ria europeia para os Assuntos Internos <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/650811-suspender-schengen-uma-decisao-que-provoca-debate">havia sugerido</a> que se concedesse esse direito apenas em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia e por um per&iacute;odo de cinco dias. Atualmente, &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo por 30 dias, em caso de amea&ccedil;a &agrave; seguran&ccedil;a interna.</p>
<p>Segundo fontes diplom&aacute;ticas citadas pelo di&aacute;rio alem&atilde;o, com a exce&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica Checa, It&aacute;lia e Litu&acirc;nia, os outros membros do espa&ccedil;o Schengen rejeitam a ideia de pedir autoriza&ccedil;&atilde;o a Bruxelas para restaurar controlos nas fronteiras nacionais.</p>
<p>Pelo contr&aacute;rio, exigem mais liberdade neste dom&iacute;nio, face ao afluxo de imigrantes, e querem que qualquer pa&iacute;s possa ser for&ccedil;ado pelos seus parceiros a restaurar esses controlos. Segundo um especialista em imigra&ccedil;&atilde;o citado pelo jornal alem&atilde;o, isso significaria &ldquo;p&ocirc;r em causa a integra&ccedil;&atilde;o europeia&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 08 Dec 2011 15:36:32 +0100</pubDate><guid>1262751</guid></item>
<item><title>Imigração | Passaporte búlgaro de acesso ao Ocidente (Trud, Sófia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1259231-passaporte-bulgaro-de-acesso-ao-ocidente</link><description><![CDATA[Macedónios, moldavos e ucranianos disputam um passaporte búlgaro. A maioria pretende sair para outros países da UE; mas primeiro têm de enfrentar a administração búlgara. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 07 Dec 2011 16:57:53 +0100</pubDate><guid>1259231</guid></item>
<item><title>Imigração | UE fecha as portas aos refugiados</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1194871-ue-fecha-portas-aos-refugiados</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A maioria dos pa&iacute;ses da UE rejeitou os refugiados&rdquo;: foi assim que o Dagens Nyheter resumiu a pol&iacute;tica dos Estados-membros relativamente aos pedidos de asilo. Dez pa&iacute;ses acolheram cerca de 90% dos 100 mil requerentes de asilo que batem todos os anos &agrave;s portas da UE, <a target="_self" href="http://www.dn.se/nyheter/varlden/de-flesta-landerna-i-eu-ratar-flyktingar">observa</a> o di&aacute;rio sueco. O que significa que os outros 17 pa&iacute;ses deveriam esfor&ccedil;ar-se mais e que estamos muito longe da harmoniza&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de asilo prevista para 2012, decidida pela Comiss&atilde;o, afirma ao jornal a Comiss&aacute;ria europeia para os Assuntos Internos, Cecilia Malmstr&ouml;m. </p>
<p>Segundo um perito citado pelo jornal, a crise econ&oacute;mica faz com que esta harmoniza&ccedil;&atilde;o seja ainda mais dif&iacute;cil: alguns pa&iacute;ses que t&ecirc;m uma pol&iacute;tica muito &ldquo;aberta&rdquo; temem ser obrigados a receber ainda mais pedidos, enquanto outros, como a Gr&eacute;cia, recusaram simplesmente acolher novos requerentes de asilo. Noutros pa&iacute;ses ainda, como a Finl&acirc;ndia ou a Holanda, &eacute; a influ&ecirc;ncia dos partidos da direita populista que faz diminuir o n&uacute;mero de pedidos de asilo aceites. </p>
<p>A Comiss&aacute;ria aponta o dedo &agrave; Gr&eacute;cia, por onde 80 mil pessoas entraram na UE nestes &uacute;ltimos dois anos e onde &ldquo;as condi&ccedil;&otilde;es de acolhimento est&atilde;o abaixo do que &eacute; humanamente aceit&aacute;vel&rdquo;. Uma <a target="_self" href="http://www.dn.se/nyheter/varlden/vid-porten-till-europa-dordrommen-om-ett-battre-liv">longa reportagem</a> sobre o centro de acolhimento dos imigrantes de Tychero, perto da fronteira com a Turquia, confirma a sua afirma&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para tentar repartir melhor a carga de acolhimento dos requerentes de asilo, Cecilia Malmstr&ouml;m prop&otilde;e entre outras coisas ajudar pontualmente os pa&iacute;ses mais solicitados. As suas propostas dever&atilde;o ser discutidas, no dia 13 de dezembro, no conselho de ministros da UE.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 13:36:11 +0100</pubDate><guid>1194871</guid></item>
<item><title>Alemanha-Turquia | Presente de anos envenenado</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1131851-presente-de-anos-envenenado</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Bir problem mi var?&quot; </em>Tenho um problema?&nbsp;<a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/erdogan-fuehlt-sich-ungerecht-behandelt-deutsch-tuerkische-misstoene,1472596,11094210.html">A pergunta feita em turco pelo<em>&nbsp;</em></a><a target="_self" href="http://www.fr-online.de/politik/erdogan-fuehlt-sich-ungerecht-behandelt-deutsch-tuerkische-misstoene,1472596,11094210.html"><em>Frankfurter Rundschau</em></a>&nbsp;reflete a atmosfera das celebra&ccedil;&otilde;es germano-turcas&nbsp;do dia 2 de novembro em Berlim. A chanceler Angela Merkel e o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan festejavam o quinquag&eacute;simo anivers&aacute;rio do&nbsp;acordo celebrado no dia 30 de outubro de 1961, atrav&eacute;s do qual a Alemanha&nbsp;refor&ccedil;ou fortemente a imigra&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o-de-obra turca para apoiar a sua&nbsp;economia. Ap&oacute;s a chegada de 800 mil turcos e a suspens&atilde;o do acordo em&nbsp;1973, este continua a ser um assunto sens&iacute;vel. De facto, Erdogan declarou&nbsp;em alem&atilde;o que &ldquo;<em>caminhamos juntos</em>&rdquo;, e tr&ecirc;s milh&otilde;es de imigrantes turcos&nbsp;aplaudiram Merkel quando esta afirmou &ldquo;<em>tamb&eacute;m sou a vossa chanceler</em>&rdquo;. Mas&nbsp;os tradicionais pontos de disc&oacute;rdia continuavam presentes: a dupla nacionalidade&nbsp;para os imigrantes turcos na Alemanha, reclamada por Erdogan, e a obriga&ccedil;&atilde;o&nbsp;de aprenderem alem&atilde;o, exigida por Merkel. &ldquo;<em>A assimila&ccedil;&atilde;o &eacute; um crime contra&nbsp;a Humanidade</em>&rdquo;, compar&aacute;vel ao antissemitismo, proferiu o primeiro-ministro turco perante uma Angela Merkel impass&iacute;vel. A qual manteve um&nbsp;sil&ecirc;ncio eloquente relativamente &agrave; ades&atilde;o da Turquia &agrave; Uni&atilde;o Europeia.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:50:36 +0100</pubDate><guid>1131851</guid></item>
<item><title>Holanda | Expulsão de angolano mergulha cristãos-democratas numa crise</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1121981-expulsao-de-angolano-mergulha-cristaos-democratas-numa-crise</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O CDA deve salvar as apar&ecirc;ncias&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.volkskrant.nl/vk/nl/2824/Politiek/article/detail/3003320/2011/10/31/Analyse-CDA-moet-gezicht-zien-te-redden.dhtml">titula <em>De Volkskrant</em></a>. O partido crist&atilde;o-democrata, membro da coliga&ccedil;&atilde;o dirigida pelos liberais, ficou destabilizado pelo destino de um angolano de 18 anos ao qual foi rejeitado o direito de asilo. O ministro do CDA da Imigra&ccedil;&atilde;o e do Asilo, Gerd Leers, decidiu que o jovem dever&aacute; abandonar a Holanda, apesar de viver com uma fam&iacute;lia adotiva holandesa desde os nove anos de idade, sob o pretexto de que a sua situa&ccedil;&atilde;o &ldquo;n&atilde;o &eacute; suficientemente cr&iacute;tica&rdquo; para justificar uma autoriza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia excecional. </p>
<p>O caso divide o partido, de tal forma que este &uacute;ltimo votou, no dia 30 de outubro, com cerca de 85 por cento uma delibera&ccedil;&atilde;o que estipula que &ldquo;a expuls&atilde;o de refugiados menores s&oacute;s n&atilde;o &eacute; aceit&aacute;vel e n&atilde;o corresponde aos princ&iacute;pios do CDA&rdquo;. Este texto, que contradiz a pol&iacute;tica governamental e o programa do partido, acentua as diverg&ecirc;ncias no seio do mesmo. </p>
<p><a target="_self" href="https://caps.volkskrant.nl/service/login?service=http%3A%2F%2Fwww.volkskrant.nl%2Fvk%2Fsecured%2Fcheck.do">O di&aacute;rio de centro-esquerda observa</a> que &ldquo;um ano depois da acrobacia pol&iacute;tica sem rede de seguran&ccedil;a&rdquo;, representada pela participa&ccedil;&atilde;o num Governo apoiado pelo populista Geert Wilders, o CDA &ldquo;encontra-se numa depress&atilde;o sem fim&rdquo;, que reflete as sondagens. <a target="_self" href="http://www.trouw.nl/tr/nl/6869/Hans-Goslinga/article/detail/2999343/2011/10/29/De-zaak-Mauro-is-een-groot-vertoon-van-onmacht.dhtml">Para um colunista do <em>Trouw</em></a>, o caso demonstra sobretudo uma &ldquo;impot&ecirc;ncia pol&iacute;tica desastrosa para a confian&ccedil;a no Estado&rdquo;. O CDA deve &ldquo;fazer frente &agrave; situa&ccedil;&atilde;o [...] mas n&atilde;o conseguir&aacute; faz&ecirc;-lo na sua coopera&ccedil;&atilde;o atual com o PVV&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:23:51 +0100</pubDate><guid>1121981</guid></item>
<item><title>Direitos Humanos | Frontex acusada de  humilhar imigrantes ilegais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/977491-frontex-acusada-de-humilhar-imigrantes-ilegais</link><description><![CDATA[<p>Criada h&aacute; seis anos para refor&ccedil;ar o controlo das fronteiras da Uni&atilde;o Europeia, a <a target="_self" href="http://www.frontex.europa.eu/">Frontex </a>est&aacute; agora na mira das organiza&ccedil;&otilde;es de direitos humanos pela forma degradantes como trata os imigrantes ilegais nos seus centros de acolhimento, <a target="_self" href="http://www.ionline.pt/conteudo/150771-europa-acusada-tratar-imigrantes-ilegais-maneira-degradante">den&uacute;ncia o jornal<em> i</em></a>. Segundo o<a target="_self" href="http://www.hrw.org/reports/2011/09/21/eu-s-dirty-hands"> relat&oacute;rio</a> &nbsp;feito com base nas condi&ccedil;&otilde;es dos centros de deten&ccedil;&atilde;o de imigrantes na Gr&eacute;cia, &nbsp;publicado no dia 21 de setembro pela Human Rights Watch, as actividades da Frontex n&atilde;o cumprem a Carta dos Direitos Fundamentais. Por exemplo, no centro de deten&ccedil;&atilde;o de imigrantes de Fylakio, Gr&eacute;cia, s&atilde;o colocadas crian&ccedil;as sozinhas em celas sobrelotadas com adultos, onde o cheiro &eacute; insuport&aacute;vel e os guardas circulam nos corredores com m&aacute;scaras cir&uacute;rgicas. &quot;&Eacute; uma contradi&ccedil;&atilde;o inquietante que, ao mesmo tempo que o Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) sentencia categoricamente que enviar imigrantes para deten&ccedil;&atilde;o na Gr&eacute;cia viola os seus direitos fundamentais, a Frontex, uma ag&ecirc;ncia executiva da UE estejam conscientemente a mand&aacute;-los para l&aacute;&quot;, explica Bill Frelick, director do Programa de Refugiados da Human Rights Watch (HRW).&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 22 Sep 2011 15:06:24 +0100</pubDate><guid>977491</guid></item>
<item><title>Imigração | Pelo reforço da vigilância das fronteiras</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/947551-pelo-reforco-da-vigilancia-das-fronteiras</link><description><![CDATA[<p>&quot;Imigra&ccedil;&atilde;o divide UE&quot;, <a target="_self" href="http://www.wort.lu/wort/web/fr/">titula<em> La Voix Du Luxembourg</em></a>, um dia depois de o Parlamento Europeu ter aprovado o refor&ccedil;o da Frontex, a Ag&ecirc;ncia Europeia de Gest&atilde;o da Coopera&ccedil;&atilde;o Operacional nas Fronteiras Externas, ao tornar obrigat&oacute;ria a participa&ccedil;&atilde;o dos Estados-membros nas suas opera&ccedil;&otilde;es e ao refor&ccedil;ar os seus meios. O di&aacute;rio, que publica em primeira p&aacute;gina a fotografia dos caix&otilde;es dos migrantes africanos mortos ao <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/584791-lampedusa-o-espelho-da-impotencia-europeia">tentarem chegar &agrave; ilha italiana de Lampedusa</a>, recorda que, perante o fluxo de refugiados oriundos do norte de &Aacute;frica na passada primavera, a Comiss&atilde;o Europeia foi a primeira &quot;aproveitar a ocasi&atilde;o para propor, num refor&ccedil;o das suas prerrogativas, a instaura&ccedil;&atilde;o de uma 'solidariedade obrigat&oacute;ria' entre todos os Estados-membros&quot;. Segundo o <a target="_self" href="http://www.europarl.europa.eu/pt/pressroom/content/20110913IPR26455/html/Frontex-Respeito-dos-direitos-fundamentais-nas-fronteiras-externas-da-UE">plano aprovado a 13 de setembro</a>, estes &uacute;ltimos v&atilde;o ter de, entre outras coisas, p&ocirc;r os guardas de fronteira nacionais &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da Frontex em caso de migra&ccedil;&atilde;o em massa para o espa&ccedil;o Schengen. At&eacute; &agrave; data, com efeito, a &ldquo;Frontex contava apenas com a boa vontade dos Estados-membros para a disponibilidade de pessoal e de equipamento para as miss&otilde;es da Ag&ecirc;ncia&quot;.</p>
<p>Para al&eacute;m disso, a 16 de setembro a Comiss&atilde;o Europeia vai apresentar mais uma fase da &ldquo;nova governa&ccedil;&atilde;o Schengen&rdquo;, explica, por seu turno, <em><a target="_self" href="http://www.lefigaro.fr/international/2011/09/13/01003-20110913ARTFIG00686-immigration-bruxelles-pret-a-sanctionner-le-laxisme-grec.php">Le Figaro</a></em>: Bruxelas tem agora a possibilidade de suspender do espa&ccedil;o Schengen os pa&iacute;ses que n&atilde;o consigam proteger o seu setor de fronteira comum europeia. Uma amea&ccedil;a que visa, sobretudo, Atenas, nota o di&aacute;rio franc&ecirc;s. Mas este programa n&atilde;o recolhe o consenso no seio da UE: o ministro do Interior franc&ecirc;s, alem&atilde;o e espanhol redigiram desde logo uma declara&ccedil;&atilde;o comum na qual se recusam liminarmente a prestar contas sobre o controlo das suas fronteiras nacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:39:36 +0100</pubDate><guid>947551</guid></item>
<item><title>Alemanha | 50 anos de imigração turca</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/903931-50-anos-de-imigracao-turca</link><description><![CDATA[<p>&quot;Neues Deutschland&quot;, <a target="_self" href="http://taz.de/50-Jahre-Tuerkinnen-in-Deutschland/!77241/">titula o <em>Tageszeitung</em></a> ao p&eacute; da fotografia de um casal de turcos que singrou na Alemanha. &ldquo;Nova Alemanha&rdquo; &eacute; o nome do jornal que era, na &eacute;poca da RDA, o &oacute;rg&atilde;o oficial do partido no poder, o SED, e que refletia o esp&iacute;rito do recome&ccedil;ar socialista p&oacute;s-II Guerra Mundial. Mas, do outro lado do Muro, lembra o <em>TAZ</em>, a 1 de setembro de 1961, Konrad Adenauer, chanceler da ent&atilde;o RDA, celebrava um acordo com a Turquia sobre o acolhimento de &quot;trabalhadores hospedeiros&quot;. &ldquo;&Ccedil;ok yasa, CDU!&quot;, &quot;Obrigado, CDU&quot;, ironiza o di&aacute;rio alternativo que considera que &quot;os trabalhadores turcos contribu&iacute;ram para que a Alemanha ficasse menos alem&atilde; &ndash; [..] um feito civilizacional!&quot;</p>
<p>Para este jornal, &quot;a Hist&oacute;ria da imigra&ccedil;&atilde;o turca &eacute; um &ecirc;xito. A vida comum entre &quot;ind&iacute;genas&quot; e imigrantes corre bem, melhor do que em muitos casos de vizinhos nossos. Cresce o n&uacute;mero de bachar&eacute;is, aumenta a classe m&eacute;dia, h&aacute; deputados em muitos parlamentos [regionais], o l&iacute;der dos Verdes &eacute; turco&rdquo;. Em suma, conclui o <em>TAZ</em>, os turcos &ldquo;alteraram o rosto da Alemanha&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 01 Sep 2011 14:57:43 +0100</pubDate><guid>903931</guid></item>
<item><title>Refugiados |  Asilo na Europa - uma miragem no outro lado do mar (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/830471-asilo-na-europa-uma-miragem-no-outro-lado-do-mar</link><description><![CDATA[Vinte cinco refugiados acabam de morrer sufocados na casa das máquinas de um barco a caminho de Itália. As suas mortes não são apenas mais um episódio na crise de refugiados, nas costas do sul da Europa, velha de décadas, mas fazem parte da estratégia europeia para desencorajar a procura de asilo politico. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 03 Aug 2011 16:36:46 +0100</pubDate><guid>830471</guid></item>
<item><title>Itália | Tragédia no mar e motins em terra</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/825701-tragedia-no-mar-e-motins-em-terra</link><description><![CDATA[<p>O jornal<a target="_self" href="http://en.kiosko.net/it/np/stampa.html"> di&aacute;rio <em>La Stampa</em></a>, com sede em Turim, publica na sua primeira p&aacute;gina, lado a lado, duas imagens tr&aacute;gicas: a primeira imagem apresenta os corpos de 25 africanos mortos por asfixia no por&atilde;o sem ventila&ccedil;&atilde;o de um barco chegado a Lampedusa a 1 de agosto com 271 imigrantes l&iacute;bios a bordo.Testemunhas informaram o La Stampa que &ldquo;eles foram impedidos de escapar do por&atilde;o pelos seus pr&oacute;prios companheiros de viagem porque n&atilde;o havia espa&ccedil;o no barco. Morreram como ratos&rdquo;.&nbsp;A segunda fotografia, tirada no mesmo dia, mostra os motins em Bari /regi&atilde;o da Ap&uacute;lia). Frustrados com os atrasos no processamento dos seus pedidos de asilo, os imigrantes africanos, que est&atilde;o detidos num campo de &ldquo;filtragem&rdquo; h&aacute; sete meses, &ldquo;gritaram &lsquo;papiers, papiers&rsquo; antes de se amotinarem, bloqueando o transito. Ficaram feridas 60 pessoas, incluindo pol&iacute;cias e imigrantes&rdquo;.Segundo o <em>La Reppublica</em>, os protestos estenderam-se &agrave;s cidades calabresas de Crotone onde os &ldquo;imigrantes emularam os motins de Bari&rdquo;, e Nard&ograve; onde &ldquo;400 trabalhadores rurais norte africanos entraram em greve reivindicando melhores sal&aacute;rios&rdquo;. No ano passado, em Rosarno, houve manifesta&ccedil;&otilde;es violentas encenadas por imigrantes africanos que se queixavam de estar a ser &ldquo;tratados como animais pelos italianos&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 13:05:15 +0100</pubDate><guid>825701</guid></item>
<item><title>Bélgica | 28,000 imigrantes regularizados</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/783091-28000-imigrantes-regularizados</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Autoriza&ccedil;&atilde;o e resid&ecirc;ncia para 28,000 imigrantes ilegais&rdquo;, <a href="http://destandaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=UN3CTTPO" target="_self">titula o <em>De Standaard</em></a>. Exatamente dois anos ap&oacute;s a introdu&ccedil;&atilde;o das novas regras de imigra&ccedil;&atilde;o, na B&eacute;lgica, 28 mil imigrantes ilegais beneficiaram dos novos crit&eacute;rios &ldquo;sem os quais, muito provavelmente, nunca teriam conseguido regularizar-se&rdquo;, escreve o di&aacute;rio de Bruxelas. Com esta nova pol&iacute;tica, os imigrantes que tenham trabalhado, pelo menos, durante dois anos e meio ou que vivam na B&eacute;lgica h&aacute; cinco anos ou mais, pode pedir autoriza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia. <a href="http://standaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=DMF20110718_152" target="_self">Os candidatos foram escolhidos segundo</a> os seus conhecimentos de franc&ecirc;s ou flamengo, se os filhos frequentavam ou n&atilde;o a escola e os la&ccedil;os locais que tinham estabelecido na comunidade em que se instalaram. O Foro para o Asilo e as Migra&ccedil;&otilde;es (FAM) est&aacute; satisfeito com o resultado: &ldquo;Os novos crit&eacute;rios d&atilde;o, finalmente, transpar&ecirc;ncia [ao processo] e fazem uma grande diferen&ccedil;a para milhares de pessoas&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 19 Jul 2011 12:30:30 +0100</pubDate><guid>783091</guid></item>
<item><title>Polónia | Amnistia para os imigrantes ilegais</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/723691-amnistia-para-os-imigrantes-ilegais</link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Imigrantes legais&rdquo;, <a target="_self" href="http://wyborcza.pl/1,75478,9813267,Legalni_imigranci.html">titula o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, descrevendo um plano do governo que anuncia uma amnistia para os imigrantes ilegais na Pol&oacute;nia. Segundo o di&aacute;rio de Vars&oacute;via, a nova lei fazia inicialmente parte de um projeto de lei sobre imigra&ccedil;&atilde;o mais amplo. Receando que uma proposta t&atilde;o ambiciosa implicasse uma perda de votos nas elei&ccedil;&otilde;es legislativas do pr&oacute;ximo outono, o governo quis propor a amnistia separadamente. As estimativas apontam para uma varia&ccedil;&atilde;o muito ampla do n&uacute;mero de imigrantes n&atilde;o documentados em territ&oacute;rio polaco, que varia entre os 40 mil e os 400 mil. Se for aprovada, a nova lei ajudar&aacute; a verificar esse n&uacute;mero, garantindo direitos de resid&ecirc;ncia tempor&aacute;ria &ndash; incluindo emprego legal &ndash; para quem tiver estado continuamente no pa&iacute;s desde dezembro de 2007 ou, nos casos das pessoas a quem foi recusado o estatuto de refugiado, desde 1 de janeiro de 2010.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 20 Jun 2011 12:09:59 +0100</pubDate><guid>723691</guid></item>
<item><title>Imigração | A incontrolável fronteira greco-turca (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/677921-incontrolavel-fronteira-greco-turca</link><description><![CDATA[Instalada durante quatro meses em frente da cidade turca de Edirne, a missão da Frontex teve certamente um efeito dissuasor no ponto mais vulnerável do espaço Schengen, mas também fez o problema mudar de sítio. Reportagem. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2011 17:04:35 +0100</pubDate><guid>677921</guid></item>
<item><title>Debate | Imigração, inevitável e indispensável (Trouw, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/675261-imigracao-inevitavel-e-indispensavel</link><description><![CDATA[A imigração é benéfica para a Europa, assegura um grupo de pessoas eminentes, entre as quais Joshka Fischer, Javier Solana e Timothy Garton Ash.  Uma mensagem que os dirigentes europeus deveriam escutar, escreve um jornalista holandês. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 25 May 2011 16:48:58 +0100</pubDate><guid>675261</guid></item>
<item><title>Liberdade de circulação | Reféns dos xenófobos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/652071-refens-dos-xenofobos</link><description><![CDATA[<p>Depois de conhecer o seu auge durante a guerra na ex-Jugosl&aacute;via, a tradi&ccedil;&atilde;o de acolhimento dos europeus desapareceu, sob a press&atilde;o dos movimentos populistas, lamenta Jos&eacute; Ignacio Torreblanca.<strong> </strong></p>
<blockquote><p>Um dado ilustra na perfei&ccedil;&atilde;o at&eacute; que ponto a Europa caminha para o abismo da xenofobia: a supress&atilde;o dos controlos internos entre Estados-membros da Uni&atilde;o Europeia foi posta em marcha em 1995 quando, em consequ&ecirc;ncia da guerra na Jugosl&aacute;via, a Europa tinha que enfrentar uma enorme onda de mais de 600 mil refugiados. S&oacute; a Alemanha acolheu 345 mil pessoas, um esfor&ccedil;o pouco conhecido e ainda menos reconhecido, mas outros pa&iacute;ses tamb&eacute;m estiveram &agrave; altura das exig&ecirc;ncias de ent&atilde;o: a &Aacute;ustria acolheu 80 mil, a Su&eacute;cia 57 mil, a Su&iacute;&ccedil;a 25 mil, a Holanda 24 mil e a Dinamarca 20 mil.</p>
<p>Nessa altura, ningu&eacute;m fez marcha atr&aacute;s nem teve d&uacute;vidas de que a supress&atilde;o de controlo fronteiri&ccedil;o era uma boa ideia. Agora, no entanto, alguns jovens vindos do Norte de &Aacute;frica e a perspetiva de uma derrota eleitoral perante a ultra direita puseram Sarkozy e Berlusconi, l&iacute;deres de dois dos mais pr&oacute;speros pa&iacute;ses do mundo, em fuga.</p>
<p>Na Uni&atilde;o europeia h&aacute; 20 milh&otilde;es de imigrantes n&atilde;o comunit&aacute;rios, o que representa apenas 4% da popula&ccedil;&atilde;o. Com exce&ccedil;&atilde;o da Est&oacute;nia e da Let&oacute;nia, que t&ecirc;m significativas minorias russas n&atilde;o nacionalizadas, nenhum pa&iacute;s ultrapassa os 8% de imigrantes n&atilde;o comunit&aacute;rios. Para piorar as coisas, esta Europa a Vinte e Sete que quer dar li&ccedil;&otilde;es de democracia e de solidariedade a todo o mundo entendeu por bem aprovar apenas 55100 pedidos de asilo.</p>
<p>Que Paris e Roma tenham querido persuadir Bruxelas oferecendo-lhe mais compet&ecirc;ncias &eacute; compreens&iacute;vel. Mas que a Comiss&atilde;o Europeia, que &eacute; a guardi&atilde; dos tratados, se tenha disposto a vender barato um princ&iacute;pio chave da constru&ccedil;&atilde;o europeia, como &eacute; a livre circula&ccedil;&atilde;o de pessoas, &eacute; verdadeiramente preocupante.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 13 May 2011 14:11:08 +0100</pubDate><guid>652071</guid></item>
<item><title>Imigração | O fracasso judicial francês</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/631851-o-fracasso-judicial-frances</link><description><![CDATA[<p>O <em>Lib&eacute;ration</em>, que j&aacute; tinha fechado as suas p&aacute;ginas, quando foi anunciada a morte de Osama Bin Laden, dedicou a manchete aos imigrantes tunisinos que desembarcaram recentemente em It&aacute;lia e foram <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/604851-migrantes-e-schengen-derrotados-no-duelo-franca-italia">detidos</a> em Fran&ccedil;a. V&aacute;rias dezenas de tunisinos que tinham sido detidos pela pol&iacute;cia francesa depois de atravessarem a fronteira entre os dois pa&iacute;ses, foram libertados este fim de semana, depois de terem comparecido perante um juiz competente em mat&eacute;ria de liberdades e deten&ccedil;&atilde;o. Em Marselha, por exemplo, foram libertadas deste modo 35 pessoas, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s quais a prefeitura tinha pedido autoriza&ccedil;&atilde;o para prolongar a deten&ccedil;&atilde;o, at&eacute; ser poss&iacute;vel re-envi&aacute;-las para It&aacute;lia ou para a Tun&iacute;sia. A Justi&ccedil;a ordenou a sua liberta&ccedil;&atilde;o, face aos erros processuais cometidos pelos agentes da pol&iacute;cia, no momento das deten&ccedil;&otilde;es em massa. &quot;A demonstra&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a traduz-se numa desordem judicial&quot;, <a target="_self" href="http://www.liberation.fr/societe/01012335049-exiles-tunisiens-les-gardes-a-vue-tombent-une-a-une">comenta o <em>Lib&eacute;ration</em></a>, que se interroga sobre o &quot;significado deste fracasso&quot;, que contradiz as <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/590201-braco-de-ferro-sobre-imigrantes-endurece">declara&ccedil;&otilde;es tonitruantes das autoridades francesas</a>. E o jornal cita um dos advogados franceses dos tunisinos: &quot;Talvez se trate de uma mera opera&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica: uma demonstra&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a para agradar &agrave; opini&atilde;o p&uacute;blica e algumas deten&ccedil;&otilde;es medi&aacute;ticas, mesmo que estas n&atilde;o levem a lado nenhum&rdquo;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 03 May 2011 12:42:05 +0100</pubDate><guid>631851</guid></item>
<item><title>Dinamarca | Polémica sobre o custo da imigração</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/628961-polemica-sobre-o-custo-da-imigracao</link><description><![CDATA[<p>A pol&eacute;mica agita a Dinamarca h&aacute; alguns dias. &ldquo;Os economistas na origem do relat&oacute;rio sobre o custo da imigra&ccedil;&atilde;o op&otilde;em-se ao Governo&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.information.dk/dagensforside/02-05-2011">declara o di&aacute;rio <em>Information</em></a>. Especialistas acusam o Governo e a maioria de utilizar o seu trabalho para fins pol&iacute;ticos. O relat&oacute;rio, redigido a pedido do Governo, &eacute; utilizado pelo Partido do Povo Dinamarqu&ecirc;s, a forma&ccedil;&atilde;o de extrema-direita que assegura a maioria liberal-conservadora no Parlamento, e pelo ministro da Integra&ccedil;&atilde;o para pedir novas restri&ccedil;&otilde;es sobre a imigra&ccedil;&atilde;o. A Dinamarca j&aacute; aplica a legisla&ccedil;&atilde;o mais constrangedora da Europa sobre a imigra&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Foi o di&aacute;rio conservador <em>Jyllands-Posten</em> que revelou esse relat&oacute;rio, no dia 28 de abril, com o t&iacute;tulo &ldquo;As restri&ccedil;&otilde;es para os estrangeiros economizam milhares de milh&otilde;es&rdquo;. Segundo o di&aacute;rio, o custo para a sociedade dinamarquesa dos imigrantes de origem n&atilde;o ocidental &eacute; de 15,7 mil milh&otilde;es de coroas por ano (2,1 mil milh&otilde;es de euros), e estima que desde a chegada do partido de direita ao poder, em 2001, o reino economizou 5,1 mil milh&otilde;es de coroas por ano (cerca de 684 milh&otilde;es de euros). </p>
<p>No di&aacute;rio<em> Information</em>, os economistas desmentem esta interpreta&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio, explicando que n&atilde;o se pode saber como os imigrantes de origem n&atilde;o ocidental influenciam a economia do reino. Segundo esses economistas, apesar dos n&uacute;meros citados estarem corretos, n&atilde;o demonstram o custo dos imigrantes. Por exemplo, o estudo n&atilde;o faz distin&ccedil;&atilde;o entre refugiados e imigrantes, com situa&ccedil;&otilde;es e percursos diferentes. E uma vez que, a quantidade de crian&ccedil;as e de jovens &eacute; mais elevada entre os imigrantes do que na sociedade dinamarquesa em geral, estes contribuem atualmente menos que os outros para a sociedade, atrav&eacute;s dos impostos, o que certamente mudar&aacute; com o tempo. Em consequ&ecirc;ncia, Marianne Frank Hansen, uma das respons&aacute;veis do grupo de economistas na origem do relat&oacute;rio, estima que pedir o endurecimento da lei sobre a imigra&ccedil;&atilde;o &ldquo;&eacute; uma conclus&atilde;o um tanto exagerada, retirada do relat&oacute;rio&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 02 May 2011 16:02:49 +0100</pubDate><guid>628961</guid></item>
<item><title>Polónia | A "geração perdida" preparada para o exílio (Wprost, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/626301-geracao-perdida-preparada-para-o-exilio</link><description><![CDATA[Quantos polacos irão deixar o país? Numa altura em que a Alemanha e a Áustria abrem as suas fronteiras aos trabalhadores de diversos países da Europa Central e Oriental, as autoridades polacas esperam um novo êxodo de mão-de-obra. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 29 Apr 2011 15:56:08 +0100</pubDate><guid>626301</guid></item>
<item><title>Imigração | Os egoísmos nacionais estão de volta</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/623481-os-egoismos-nacionais-estao-de-volta</link><description><![CDATA[<p>A crise que estalou no seio da UE, depois de milhares de imigrantes vindos do Norte de &Aacute;frica terem desembarcado em It&aacute;lia, revela como &eacute; grande a vontade dos Estados-membros em recuperarem o controlo de quest&otilde;es que consideram como eleitoralmente cruciais. Mas tal coisa faz-se em detrimento da Uni&atilde;o, escreve a imprensa europeia.</p>
<blockquote><p><em>&ldquo;&Eacute; um erro da parte dos Estados-membros considerarem os imigrantes que desembarcaram na ilha [italiana] de Lampedusa como um assunto italiano estritamente interno. E a rea&ccedil;&atilde;o de It&aacute;lia, de os deixar circular pela Europa, permitindo-lhes especialmente que passem para Fran&ccedil;a, teve o efeito de achas deitadas para a fogueira&rdquo;,&nbsp;</em></p>
</blockquote>
<p>escreve o <em><a target="_self" href="http://www.nrc.nl/ "><em>NRC Handelsblad</em></a></em>, sobre a falta de solidariedade demonstrada pelos Vinte e Sete sobre esta quest&atilde;o dos imigrantes vindos do Norte de &Aacute;frica. Segundo o jornal holand&ecirc;s, &ldquo;medidas populistas, tais como o controlo mais apertado das fronteiras s&atilde;o apenas simb&oacute;licas&rdquo;. Seria mais eficaz &ldquo;reconhecer por palavras e atos a responsabilidade comum das fronteiras exteriores da Europa e de ter uma pol&iacute;tica de asilo e de imigra&ccedil;&atilde;o comum. Era bem melhor do que voltar para tr&aacute;s 26 anos&rdquo;, para o tempo anterior &agrave; conven&ccedil;&atilde;o de Schengen.</p>
<p>Numa entrevista ao mesmo jornal, o investigador do <a target="_self" href="http://www.cer.org.uk/ ">Centre for European Reform</a>, Hugo Brandy, explica que</p>
<blockquote><p><em>&ldquo;a crise em torno de Schengen &eacute; compar&aacute;vel &agrave; da moeda &uacute;nica&rdquo;, porque &ldquo;os acordos de Schengen e o euro se baseiam ambos numa confian&ccedil;a comum. Agora que alguns dos pa&iacute;ses tra&iacute;ram essa confian&ccedil;a, recorre-se &agrave;s san&ccedil;&otilde;es. Nos dois casos, podemos perguntar se a crise &eacute; um passo atr&aacute;s ou, pelo contr&aacute;rio, se acelera a integra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</em></p>
</blockquote>
<p><a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/idees/article/2011/04/27/immigration-paris-et-rome-appellent-a-l-aide_1513385_3232.html"><em>Le Monde</em> defende</a>, justamente, o que foi adquirido com Schengen, no momento em que o acordo est&aacute; a ser posto em causa por uma crise provocada por um fluxo migrat&oacute;rio &ldquo;sem &lsquo;propor&ccedil;&otilde;es b&iacute;blicas&rsquo;, como disse Paris, mas ainda assim importante&rdquo;:</p>
<blockquote><p><em>&quot;conclu&iacute;da na d&eacute;cada de 1980, essencialmente destinada aos movimentos migrat&oacute;rios entre europeus, a conven&ccedil;&atilde;o de Schengen &eacute;, com o euro, uma das mais belas realiza&ccedil;&otilde;es da Europa: uma moeda comum e a inexist&ecirc;ncia de fronteiras, dois grandes s&iacute;mbolos! Mas h&aacute; que adaptar Schengen aos fluxos migrat&oacute;rios de cada &eacute;poca. Isto quer dizer que &eacute; preciso ajudar os Estados &ndash; a It&aacute;lia, a Gr&eacute;cia, a Espanha &ndash; que, nas fronteiras exteriores da UE, est&atilde;o encarregues de regulamentar a imigra&ccedil;&atilde;o. E, sem d&uacute;vida, &eacute; tamb&eacute;m necess&aacute;rio que a UE tenha uma estrat&eacute;gia de investimento, de ajuda e de cr&eacute;dito a longo prazo, destinada aos seus vizinhos do Sul. Para que a &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo; n&atilde;o se traduza por um aumento de migra&ccedil;&otilde;es. Isto tem um custo. E esse &eacute; problema numa UE onde a pr&oacute;pria ideia de refor&ccedil;o da solidariedade or&ccedil;amental &eacute; mais tabu do que nunca. N&atilde;o basta uma carta franco-italiana enviada a Bruxelas.&quot;</em></p>
</blockquote>
<p>Em La Stampa, o historiador <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/author/553551-gian-enrico-rusconi">Gian Enrico Rusconi</a> <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=8666&amp;ID_sezione=&amp;sezione=">escreve</a> que a atual &ldquo;crise mediterr&acirc;neo-l&iacute;bia&rdquo; marca o fim oficial da &ldquo;triangula&ccedil;&atilde;o It&aacute;lia-Fran&ccedil;a-Alemanha, que condicionou uma grande parte da hist&oacute;ria europeia&rdquo;:</p>
<blockquote><p><em>&ldquo;A Alemanha est&aacute; fechada sobre si pr&oacute;pria. A Fran&ccedil;a faz o seu jogo com uma desenvoltura soberana. A Comiss&atilde;o Europeia revela ser um executivo pouco seguro de si pr&oacute;prio, impotente, mesmo. A It&aacute;lia sente-se vagamente como uma v&iacute;tima, no fim, p&otilde;e-se do lado dos mais fortes mas, no fundo, est&aacute; &agrave; deriva.&rdquo;</em></p>
</blockquote>
<p>Evocando a &ldquo;vis&atilde;o a longo prazo&rdquo; e a &ldquo;determina&ccedil;&atilde;o&rdquo; dos l&iacute;deres alem&atilde;es, franceses e italianos do p&oacute;s-guerra, que estiveram na origem de uma &ldquo;din&acirc;mica entre as tr&ecirc;s na&ccedil;&otilde;es que destruiu a velha Europa e construiu a nova&rdquo;, Rusconi afirma que &ldquo;esse ciclo est&aacute; definitivamente fechado ou, pelo menos, est&aacute; irremediavelmente alterado&rdquo;.</p>
<blockquote><p><em>&ldquo;As tr&ecirc;s na&ccedil;&otilde;es mantiveram-se juntas &ndash; com uma vintena de outros pa&iacute;ses &ndash; atrav&eacute;s de liga&ccedil;&otilde;es institucionais verdadeiramente significativas e at&eacute; mesmo irrevers&iacute;veis. Mas s&atilde;o tudo menos eficazes para enfrentar problemas decisivos como a utiliza&ccedil;&atilde;o de uma for&ccedil;a militar, o controlo de fronteiras ou as esferas de influ&ecirc;ncia. Sobre estes assuntos, a antiga soberania nacional parece ter recuperado terreno. As diferen&ccedil;as ou os interesses nacionais que pomposamente tinham sido declarados ultrapassados, reapareceram&rdquo;.</em></p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 16:01:43 +0100</pubDate><guid>623481</guid></item>
<item><title>França-Itália | As boas contas fazem os bons amigos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/619771-boas-contas-fazem-os-bons-amigos</link><description><![CDATA[<p>&quot;Bombas italianas na L&iacute;bia em troca de ajuda francesa com imigrantes&quot;: &eacute; assim que a editorialista Lucia Annunziata sintetiza, em <em><a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=8663&amp;ID_sezione=&amp;sezione="><em>La Stampa</em></a></em>, o teor do <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/fr/node/618341">acordo</a> celebrado ontem, em Roma, entre o chefe do Governo italiano, Silvio Berlusconi, e o Presidente franc&ecirc;s, Nicolas Sarkozy. Um acordo aparentemente razo&aacute;vel, mas, nota Lucia Annunziata, &quot;no qual, a It&aacute;lia assume o papel mais dif&iacute;cil&quot;, ao comprometer-se a participar nos ataques da NATO &agrave; L&iacute;bia. Por seu turno, Paris limitou-se a formular &quot;promessas vagas&quot; sobre a reforma dos acordos de Schengen. Mais um pomo de disc&oacute;rdia sobre as rela&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas: face &agrave; ofensiva das empresas francesas &agrave;s p&eacute;rolas da ind&uacute;stria italiana, Berlusconi p&ocirc;s de parte o patriotismo econ&oacute;mico italiano e deseja criar grandes grupos franco-italianos, em troca do que Sarkozy assegurou a <em>Il Cavaliere</em> o seu apoio &agrave; candidatura do governador do Banco de It&aacute;lia, <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/fr/node/591251">Mario Draghi</a>, para a presid&ecirc;ncia do Banco Central Europeu.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 27 Apr 2011 12:52:31 +0100</pubDate><guid>619771</guid></item>
<item><title>Livre circulação | A tentação da retirada (Presseurop, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/618341-tentacao-da-retirada</link><description><![CDATA[Desrespeitado durante a crise entre a França e a Itália, por causa dos imigrantes do Norte de África que desembarcaram em Lampedusa e que foram bloqueados na fronteira francesa, o acordo de Schengen está, agora, a ser posto em causa por Paris e Roma. A 26 de abril, Nicolas Sarkozy e Silvio Berlusconi anunciaram que são favoráveis a “alterações” ao tratado de livre circulação. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 26 Apr 2011 16:17:33 +0100</pubDate><guid>618341</guid></item>
<item><title>Bélgica | Burlões de Leste em flagrante delito</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/611411-burloes-de-leste-em-flagrante-delito</link><description><![CDATA[<p>O di&aacute;rio&nbsp;<em><a target="_self" href="http://destandaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=VT395FT2">De Standaard</a></em><a target="_self" href="http://destandaard.be/artikel/detail.aspx?artikelid=VT395FT2"> noticia que</a>&nbsp;&quot;a luta contra a fraude dos cidad&atilde;os do Leste est&aacute; a dar&nbsp;frutos&quot;. Todos os meses, cerca de 250 europeus do Leste, especialmente romenos, polacos e&nbsp;b&uacute;lgaros, apresentam pedidos de inscri&ccedil;&atilde;o no&nbsp;<a target="_self" href="http://www.rsvz.be/ ">Instituto Nacional de Seguran&ccedil;a Social para Trabalhadores Independentes</a>&nbsp;(Inasti).&nbsp;O estatuto de trabalhador independente permite-lhes&nbsp;permanecer na B&eacute;lgica por mais de tr&ecirc;s meses. Mas, mais importante segundo o jornal, d&aacute;-lhes&nbsp;<a target="_self" href="http://www.belgium.be/fr/famille/aide_sociale/cpas/">direito a presta&ccedil;&otilde;es sociais</a>.&nbsp;No entanto, desde 1 de outubro de 2010, o INASTI verifica se as pessoas&nbsp;inscritas est&atilde;o realmente a trabalhar como independentes. Os resultados do controlo &quot;<em>parecem estar&nbsp;a resultar</em>&quot;, pois dois ter&ccedil;os foram apanhados em flagrante delito de fraude: &quot;<em>Perderam a autoriza&ccedil;&atilde;o&nbsp;de resid&ecirc;ncia e receberam, do Servi&ccedil;o de Estrangeiros, ordem para abandonar o pa&iacute;s</em>&quot;, informa o&nbsp;jornal.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 12:13:58 +0100</pubDate><guid>611411</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Polacos falidos em terras britânicas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/611681-polacos-falidos-em-terras-britanicas</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Fal&ecirc;ncia polaca nas ilhas</em>&rdquo;,&nbsp;<a href="http://www.rp.pl/artykul/646175_Polscy-bankruci-z-Wysp.html" target="_self">titula o<em>&nbsp;Rzeczpospolita</em></a>. Viver acima das possibilidades ou decidir regressar a casa sem d&iacute;vidas s&atilde;o as principais raz&otilde;es que levaram alguns milhares de imigrantes polacos a declarar fal&ecirc;ncia, no Reino Unido, nos &uacute;ltimos anos, revela o di&aacute;rio de Vars&oacute;via. Em 2010, as empresas brit&acirc;nicas que oferecem aconselhamento por fal&ecirc;ncia em l&iacute;ngua polaca registaram um aumento de 20% na procura. Andrzei Laworski, dono da ag&ecirc;ncia Zadłużona Wyspade [Endividados das ilhas], afirma que a maioria dos seus clientes polacos enfrentaram a fal&ecirc;ncia depois de perderem os seus empregos. &ldquo;<em>Os polacos n&atilde;o esperavam que o mercado de trabalho quebrasse e compraram carros caros, equipamento, f&eacute;rias e roupas de estilistas a cr&eacute;dito</em>&rdquo;, explica. Com d&iacute;vidas recorde a alcan&ccedil;ar as 350 mil libras [395 mil euros], um empres&aacute;rio polaco culpa os bancos. &ldquo;<em>Se n&atilde;o tivesse sido t&atilde;o f&aacute;cil de conseguir mais e mais empr&eacute;stimos, eu, provavelmente, ainda estaria a gerir uma loja de sucesso</em>&rdquo;, lastima.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 12:02:36 +0100</pubDate><guid>611681</guid></item>
<item><title>Reino Unido | Imigrantes devem aprender inglês, diz Cameron</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/598941-imigrantes-devem-aprender-ingles-diz-cameron</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Cameron: Gr&atilde;-Bretanha dividida por causa da imigra&ccedil;&atilde;o em massa&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/immigration/8449324/David-Cameron-migration-threatens-our-way-of-life.html">traz o <em>Daily Telegraph</em></a> em manchete, que considera que esta foi a &ldquo;mais franca declara&ccedil;&atilde;o&rdquo; do primeiro-ministro brit&acirc;nico. Argumentando que a imigra&ccedil;&atilde;o causa &ldquo;desconforto&rdquo; porque alguns imigrantes n&atilde;o t&ecirc;m vontade de se integrarem ou de aprenderem a falar ingl&ecirc;s, David Cameron promete cortar o n&uacute;mero de pessoas que entram no pa&iacute;s para &ldquo;dezenas de milhares, em vez das atuais centenas de milhares&rdquo;. <em>The Telegraph</em> acrescenta, ainda, que o primeiro-ministro &ldquo;tamb&eacute;m culpa o Estado social de ter criado uma gera&ccedil;&atilde;o de brit&acirc;nicos pregui&ccedil;osos, com n&uacute;meros que mostram que tr&ecirc;s quartos dos dois milh&otilde;es e meio de pessoas que est&atilde;o desempregadas desde 1997 s&atilde;o estrangeiros. No entanto, Cameron sublinhou que n&atilde;o se trata de &ldquo;imigrantes que v&ecirc;m para c&aacute; ocupar os empregos que s&atilde;o nossos&rdquo;. Disse, sim, que &ldquo;a verdade&rdquo; &eacute; que &ldquo;os imigrantes v&ecirc;m preencher vagas no mercado de trabalho que foram deixadas em aberto pelo sistema de seguran&ccedil;a social que, durante anos, pagou aos cidad&atilde;os brit&acirc;nicos para n&atilde;o trabalharem&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 14 Apr 2011 11:37:43 +0100</pubDate><guid>598941</guid></item>
<item><title>Imigração | Malta teme novos direitos dos imigrantes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/597341-malta-teme-novos-direitos-dos-imigrantes</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Refugiados e imigrantes com estatuto humanit&aacute;rio obt&ecirc;m novos direitos de resid&ecirc;ncia depois de viverem cinco anos num pa&iacute;s da UE&rdquo;, segundo uma altera&ccedil;&atilde;o a uma diretiva europeia de 2003, <a target="_self" href="http://consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/en/jha/121483.pdf">adotada</a> pelo Conselho europeu de Justi&ccedil;a e Assuntos Internos, a 11 de abril, mas h&aacute; pelo menos um pa&iacute;s na linha da frente da migra&ccedil;&atilde;o que se op&otilde;e a esta mudan&ccedil;a: Malta.</p>
<p>A <a target="_self" href="http://europa.eu/legislation_summaries/justice_freedom_security/free_movement_of_persons_asylum_immigration/l23034_pt.htm">Diretiva do Conselho Europeu</a> entra em vigor em 2013 e &ldquo;ir&aacute; dar a centenas de refugiados e outros africanos subsarianos em Malta uma s&eacute;rie de novos direitos, iguais aos que s&atilde;o dados a cidad&atilde;os n&atilde;o europeus que v&ecirc;m para c&aacute; viver legalmente&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.timesofmalta.com/articles/view/20110413/local/New-rights-for-immigrants.359707">refere o <em>Times of Malta</em></a>.</p>
<p>Esta medida ir&aacute; permitir que esses migrantes obtenham o direito de resid&ecirc;ncia noutros Estados europeus.</p>
<p>O pa&iacute;s &ldquo;op&ocirc;s-se estridentemente&rdquo;, adianta o di&aacute;rio de Malta. &ldquo;Em 2008, quando a proposta foi apresentada ao ministro da Justi&ccedil;a e dos Assuntos Internos, Malta conseguiu impedi-la &agrave; primeira volta, visto que a lei teria de ser aprovada por unanimidade&rdquo;, mas n&atilde;o conseguiu adiar a sua aplica&ccedil;&atilde;o para 2018.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:13:29 +0100</pubDate><guid>597341</guid></item>
<item><title>Imigração | O "fardo" não é assim tão difícil de carregar (Libération, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/596261-o-fardo-nao-e-assim-tao-dificil-de-carregar</link><description><![CDATA[Perante a chegada de vários milhares de migrantes vindos do Norte de África, a Itália pede a solidariedade dos seus parceiros. Mas, a 11 de abril, os ministros do Interior e da Justiça dos Vinte e Sete, liderados por Paris e Berlim, recordaram a Roma as suas obrigações em matéria de acolhimento e de gestão de imigrantes e, de caminho, que, em matéria de imigração, impera a regra do cada um por si. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 12 Apr 2011 18:09:34 +0100</pubDate><guid>596261</guid></item>
<item><title>Imigração | Berlim não quer refugiados</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/592911-berlim-nao-quer-refugiados</link><description><![CDATA[<p>&quot;Os refugiados que n&atilde;o venham para a Alemanha&quot;, <a target="_self" href="http://www.welt.de/debatte/article13130327/Italiens-schmutziger-Trick-ist-inakzeptable-Erpressung.html">assegura <em>Die Welt</em></a>. Esta posi&ccedil;&atilde;o ser&aacute; defendida por Berlim, a 11 de abril, no &acirc;mbito de uma reuni&atilde;o dos ministros europeus do Interior consagrada &agrave; imigra&ccedil;&atilde;o, agora que a It&aacute;lia faz apelo &agrave; solidariedade europeia para fazer face &agrave; chegada de milhares de imigrantes oriundos do Norte de &Aacute;frica. &quot;O jogo sujo de It&aacute;lia &eacute; uma chantagem inaceit&aacute;vel&quot;, considera o di&aacute;rio conservador, admitindo que &quot;&eacute; inadmiss&iacute;vel que It&aacute;lia e Malta paguem o pre&ccedil;o das transforma&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o do interesse de toda a Europa&quot;. Para <em>Die Welt</em>, a Europa devia investir mais nos pa&iacute;ses &aacute;rabes para facilitar as altera&ccedil;&otilde;es positivas e refor&ccedil;ar a coopera&ccedil;&atilde;o em mat&eacute;ria de refugiados: &quot;Aquilo que representa um pesado problema para It&aacute;lia e Malta tornar-se-ia mais leve se fosse partilhado pelos Vinte e Sete.&quot;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 12:54:24 +0100</pubDate><guid>592911</guid></item>
<item><title>França-Itália | Braço-de-ferro sobre imigrantes endurece</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/590201-braco-de-ferro-sobre-imigrantes-endurece</link><description><![CDATA[<p>&quot;Imigrantes, confronto It&aacute;lia-Fran&ccedil;a&quot;, <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/cronache/sezioni/articolo/lstp/397021/">titula <em>La Stampa</em></a>. As tens&otilde;es entre Roma e Paris sobre os migrantes oriundos do Norte de &Aacute;frica atingiram um novo patamar, a 7 de abril, depois de o Governo franc&ecirc;s se ter recusado a reconhecer as autoriza&ccedil;&otilde;es de perman&ecirc;ncia tempor&aacute;ria, dadas por It&aacute;lia aos imigrantes que <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/584791-lampedusa-o-espelho-da-impotencia-europeia">desembarcaram</a> agora na Pen&iacute;nsula, e de pretender continuar a re-enviar para It&aacute;lia os migrantes que tentam entrar em Fran&ccedil;a. Com uma dura&ccedil;&atilde;o de seis meses, as autoriza&ccedil;&otilde;es foram passadas para aliviar os centros de reten&ccedil;&atilde;o italianos, completamente saturados. O <a target="_self" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=8591&amp;ID_sezione=&amp;sezione=">di&aacute;rio de Turim refere</a> o prop&oacute;sito do ministro do Interior, Roberto Maroni, segundo o qual Fran&ccedil;a n&atilde;o pode expulsar os migrantes titulares de uma autoriza&ccedil;&atilde;o de perman&ecirc;ncia sem suspender o tratado de Schengen, e lembra que, &quot;h&aacute; um tempo que se sente um clima de guerra fria entre os dois pa&iacute;ses, que se manifesta, essencialmente, na finan&ccedil;a&quot;  &ndash;  as p&eacute;rolas da economia italiana (Edison, Parmalat e Generali) est&atilde;o na mira dos investidores franceses  &ndash;  e repercute-se agora &quot;na pele de milhares de migrantes tunisinos que falam franc&ecirc;s e querem a Fran&ccedil;a&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:35:24 +0100</pubDate><guid>590201</guid></item>
<item><title>Direito de asilo | A admissão única tarda em chegar (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/587201-admissao-unica-tarda-em-chegar</link><description><![CDATA[A UE pretende dotar-se a prazo de regras comuns em matéria de concessão do direito de asilo. Mas o crescimento de partidos xenófobos em vários países e o afluxo de imigrantes do Norte de África tornou o debate explosivo. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 06 Apr 2011 18:54:04 +0100</pubDate><guid>587201</guid></item>
<item><title>Imigração | Lampedusa, o espelho da impotência europeia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/584791-lampedusa-o-espelho-da-impotencia-europeia</link><description><![CDATA[<p>A frase c&eacute;lebre do [escritor italiano] Giuseppe Tomasi di Lampedusa &ndash; &quot;Tudo tem de mudar para ficar tudo na mesma&quot; &ndash; mostrou n&atilde;o ser verdadeira em Lampedusa, <a target="_blank" href="http://wyborcza.pl/1,86117,9376927,Lampedusa_peka_w_szwach_od_nielegalnych_imigrantow.html">escreve o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>. Com a explos&atilde;o de revolu&ccedil;&otilde;es na Tun&iacute;sia e na L&iacute;bia, &quot;a assustadora vaga de fam&iacute;lias desafortunadas que emigram&quot; atingiu esta ilha italiana com a for&ccedil;a de um tsunami, deixando-a numa situa&ccedil;&atilde;o &quot;tr&aacute;gica&quot;. &quot;Lampedusa tornou-se a medida das possibilidades limitadas da Europa em termos de imigra&ccedil;&atilde;o ilegal e de pol&iacute;tica de asilo&quot;, adianta este di&aacute;rio, que salienta que a <a target="_blank" href="http://www.frontex.europa.eu/">Frontex</a>, a ag&ecirc;ncia que controla as fronteiras da UE, n&atilde;o disp&otilde;e de meios pr&oacute;prios e &eacute; obrigada a pedir aos Estados-membros que forne&ccedil;am a pol&iacute;cia e os fundos necess&aacute;rios. &quot;Um dignit&aacute;rio [da UE] disse recentemente que os imigrantes deveriam ser re-enviados para os seus pa&iacute;ses de origem. Para qu&ecirc;? Para lhes &lsquo;darmos as boas vindas&rsquo; no dia seguinte? E porque n&atilde;o afog&aacute;-los no caminho?!&quot;, pergunta com ironia o <em>Gazeta Wyborcza</em>.  </p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 15:54:01 +0100</pubDate><guid>584791</guid></item>
<item><title>Itália-Tunísia | Missão italiana para deter o fluxo de migrantes</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/582741-missao-italiana-para-deter-o-fluxo-de-migrantes</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Com uma boa dose de esperan&ccedil;a e de dinheiro (uma ajuda at&eacute; 300 milh&otilde;es de euros)&rdquo;, o chefe do Governo italiano Silvio Berlusconi e o seu ministro do Interior Roberto Maroni chegaram &agrave; Tun&iacute;sia a 4 de abril para apresentar &ldquo;o plano italiano para os migrantes&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.corriere.it/politica/11_aprile_04/immigrati-berlusconi-e-maroni-a-tunisi-premier-preoccupato-per-la-linea-leghista-marco-galluzzo_1e6a861e-5e7e-11e0-b025-06c58bf39633.shtml">como destaca o <em>Corriere della Sera</em></a>. Eles v&atilde;o tentar persuadir o Governo interino a aceitar o retorno de centenas de imigrantes tunisinos &agrave; It&aacute;lia, comenta o jornal. Berlusconi espera assim apaziguar as tens&otilde;es com os seus aliados da Liga do Norte, que rejeitam a ideia de repartir entre os pa&iacute;ses da UE os norte-africanos chegados clandestinamente durante as &uacute;ltimas semanas, porque isso tornar-se-ia uma &ldquo;amnistia&rdquo;. Nestes dias, milhares de migrantes foram transferidos da ilha de Lampedusa no continente, mas dezenas deles evadiram-se dum centro de deten&ccedil;&atilde;o em Puglia. Berlusconi tamb&eacute;m concordou com Nicolas Sarkozy em organizar uma cimeira franco-italiana a prop&oacute;sito da imigra&ccedil;&atilde;o, uma &ldquo;primeira etapa para a reconcilia&ccedil;&atilde;o&rdquo; ap&oacute;s o <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/564091-tensao-entre-roma-e-paris">resfriamento diplom&aacute;tico</a> que se seguiu &agrave; interven&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia, segundo o <em>Corriere</em>.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 13:30:17 +0100</pubDate><guid>582741</guid></item>
<item><title>Imigração | França e Itália jogam pingue-pongue (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/576541-franca-e-italia-jogam-pingue-pongue</link><description><![CDATA[Enquanto refugiados vindos do Norte de África continuam a desembarcar às centenas em Lampedusa, na fronteira franco-italiana, centenas de outros tentam em vão entrar em França, o destino final do seu périplo. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 30 Mar 2011 17:05:12 +0100</pubDate><guid>576541</guid></item>
<item><title>Itália | Em Lampedusa, a situação torna-se explosiva</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/572101-em-lampedusa-situacao-torna-se-explosiva</link><description><![CDATA[<p>A situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia humanit&aacute;ria em Lampedusa continua a piorar com chegadas que atingiram novos m&aacute;ximos no domingo, 27 de mar&ccedil;o &ndash; 2000 em 24 horas &ndash; que elevam o n&uacute;mero de pessoas que lotavam a ilha para 7000 (Lampedusa tem 5500 habitantes), <a target="_blank" href="http://www.corriere.it/cronache/11_marzo_28/lampedusa-immigrati-arrivi_acb0ea3e-5902-11e0-bc5a-84b93b4dfe5d.shtml">escreve o <em>Corriere della Sera</em></a>. Numa entrevista concedida ao di&aacute;rio, <a target="_blank" href="http://www.corriere.it/politica/11_marzo_28/sarzanini-intervista-maroni-avverte-regioni-accogliete-immigrati_9e576866-58fb-11e0-bc5a-84b93b4dfe5d.shtml">o ministro do Interior, Roberto Maroni</a>, dirigiu palavras duras &agrave;s regi&otilde;es italianas que est&atilde;o relutantes em compartilhar o fardo de acolhimento dos requerentes de asilo e ao Governo tunisino, que Maroni acusa de violar acordos anti-imigra&ccedil;&atilde;o, e amea&ccedil;a recorrer a medidas coercivas para recolocar os migrantes. O representante da Liga do Norte reiterou a interven&ccedil;&atilde;o do seu partido de oposi&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia e manifestou apoio ao plano de transi&ccedil;&atilde;o &ldquo;suave&rdquo; que a Alemanha e a It&aacute;lia v&atilde;o apresentar como alternativa &agrave; posi&ccedil;&atilde;o Franco-Brit&acirc;nica, a 29 de mar&ccedil;o, em Londres, <a target="_blank" href="http://www.fco.gov.uk/en/news/latest-news/?id=571386382&amp;view=News">na cimeira sobre a L&iacute;bia</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:41:43 +0100</pubDate><guid>572101</guid></item>
<item><title>Bélgica | "Emergência humanitária" perante o fluxo de refugiados</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/569631-emergencia-humanitaria-perante-o-fluxo-de-refugiados</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Os pedidos de asilo aumentam 30% por m&ecirc;s&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.lesoir.be/actualite/belgique/2011-03-25/le-nombre-de-demandes-d-asile-explose-830366.php">&eacute; o t&iacute;tulo de <em>Le Soir</em></a>, enquanto o secret&aacute;rio de Estado belga para a Integra&ccedil;&atilde;o Social Philippe Courard, fala de &ldquo;emerg&ecirc;ncia humanit&aacute;ria&rdquo;. Consequ&ecirc;ncia do aumento dos pedidos: os tr&ecirc;s mil lugares criados em novembro passado ser&atilde;o absolutamente insuficientes. Muitos desses refugiados s&atilde;o origin&aacute;rios do Leste da Europa, especialmente do Kosovo e da Maced&oacute;nia. &ldquo;Se n&atilde;o fizermos nada nas pr&oacute;ximas semanas, ficaremos com duas mil pessoas na rua&rdquo;, advertiu Philippe Courard. E a situa&ccedil;&atilde;o pode tornar-se &ldquo;muito cr&iacute;tica&rdquo;, sublinha o di&aacute;rio de Bruxelas, se as revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes provocarem uma chegada de refugiados &agrave; B&eacute;lgica.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 25 Mar 2011 12:29:11 +0100</pubDate><guid>569631</guid></item>
</channel></rss>
