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        <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Migrações e demografia]]></title>
            <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
            <description>O melhor da imprensa europeia</description>
            <language>pt</language><item><title><![CDATA[Holanda: Os imigrantes integrados nas redes turcas]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3783451-os-imigrantes-integrados-nas-redes-turcas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Standaard, Bruxelas &ndash; No final de abril, surgiram notícias sobre um escândalo envolvendo búlgaros que reivindicavam apoios sociais holandeses, apesar de não viverem na Holanda. Mas serão esses emigrantes pobres apenas vítimas de grupos criminosos turcos organizados, residentes na Holanda? <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3783451-os-imigrantes-integrados-nas-redes-turcas?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 17 May 2013 13:14:23 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3783451</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: “Caminhos para sair da armadilha”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3768681-caminhos-para-sair-da-armadilha?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“A população alemã diminui e envelhece”, constata o <em>Handelsblatt</em> na véspera de uma cimeira sobre demografia organizada pela chanceler Angela Merkel.</p></p>

<p><p>O diário lembra que a Alemanha, que tinha 82,5 milhões de habitantes em 2003, tinha apenas 81,7 milhões em 2001, e as estatísticas preveem uma diminuição de 65 milhões em 2060.</p></p>

<p><p>Se o país não reagir, a população ativa situar-se-á entre os 42 e os 50 milhões em 2030. Perante este problema, escreve o diário económico, “o ministro da Economia Philipp Rösler, concentra-se na imigração”. Angela Merkel, por seu lado, deverá apelar às empresas que continuem a formar os empregados mais velhos.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 13 May 2013 12:19:08 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3768681</guid></item>
<item><title><![CDATA[Ciganos: Triagem seletiva à adoção na Roménia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3763951-triagem-seletiva-adocao-na-romenia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>"Três em cada quatro famílias que querem adotar uma criança recusam à partida as crianças ciganas", <a href="http://www.romanialibera.ro/exclusiv-rl/reportaj/dincolo-de-prejudecati-am-infiat-un-copil-rom-301499.html">lamenta o România liberă*</a>, ao divulgar os dados publicados pelo serviço nacional de adoções relativos ao ano de 2012.</p></p>

<p><p>Os romenos que "ultrapassam os preconceitos", como a professora cuja fotografia, ao lado da filha "de pele mais escura", é publicada na primeira página, constituem uma exceção. "Os romenos são racistas", reconhece abertamente um pastor, que adotou duas crianças ciganas.</p></p>

<p><p>Esses preconceitos persistentes devem-se a "carências ao nível da educação", explica a este diário Cristina Neacşu, psicóloga do serviço romeno de adoções:</p></p>

<p><blockquote> <p>[as famílias que querem adotar] têm todas ideias preconcebidas. Nós explicamos-lhes que não há um gene da criminalidade ou da agressividade. Outros têm medo de que a criança [cigana] seja estigmatizada.</p></p>

<p></blockquote> <p>Em 2012, das 1222 famílias que obtiveram um parecer favorável com vista a uma adoção, 875 estipularam por escrito que queriam ter encontros apenas com "crianças romenas, com exclusão de qualquer outra etnia".</p></p>

<p><p>"As estatísticas mostram que os romenos preferem esperar anos, até o Estado encontrar uma criança compatível, a adotar um menor cigano", salienta o <em>România liberă</em>.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 10 May 2013 15:55:57 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3763951</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha : A “locomotiva da Europa” atrai um número recorde de imigrantes]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3757681-locomotiva-da-europa-atrai-um-numero-recorde-de-imigrantes?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Em 2012, emigraram para a Alemanha 1,08 milhões de pessoas, entre as quais 966 mil estrangeiros. Trata-se do número mais elevado desde 1995, <a href="http://www.faz.net/aktuell/politik/inland/statistisches-bundesamt-einwanderung-in-deutschland-2012-auf-rekordniveau-12175314.html">refere</a> o <em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em>, sob o título "Imigração a nível recorde na Alemanha em 2012".</p></p>

<p><p>Segundo os serviços de estatística federais, a imigração <a href="https://www.destatis.de/DE/PresseService/Presse/Pressemitteilungen/2013/05/PD13_156_12711.html">aumentou</a> 13% em relação a 2011. A maior parte dos imigrantes estrangeiros são oriundos da Polónia, da Roménia e da Bulgária.</p></p>

<p><p>Um afluxo que agrada às autoridades: "Este afluxo é uma enorme oportunidade para todas as partes, porque a nova vaga de imigrantes é mais jovem e tem melhor formação", declarou a ministra do Trabalho, Ursula von der Leyen.</p></p>

<p><p>Apesar disso, continuam por preencher várias dezenas de milhares de vagas, sobretudo no setor dos cuidados. Essa carência deverá ser atenuada pelo novo regulamento relativo ao emprego, que entrará em vigor em 1 de julho e que abre o mercado de trabalho também aos naturais de países não pertencentes à UE. Trata-se de uma medida que facilitará igualmente a imigração para os trabalhadores especializados de que a Alemanha necessita urgentemente, explica o <em>Frankfurter Allgemeine Zeitung</em>.</p></p>

<p><p>Os países da Europa Central e Oriental e os da Europa do Sul, atingidos pela crise, incluem-se entre os principais fornecedores de mão de obra imigrante da Alemanha. O jornal <em>El País</em> <a href="http://economia.elpais.com/economia/2013/05/07/actualidad/1367920585_302120.html">salienta</a>, por exemplo, que</p></p>

<p><p>Hoje, a maior parte dos imigrantes dos outros países são oriundos da Europa de Leste. Mas o aumento mais acentuado é o relativo aos países afetados pela crise do euro, como a Espanha (49 933 trabalhadores, em 2012), a Grécia (34 109) e Portugal (11 762). [… Dentro da UE, os principais países de origem dos imigrantes são a Polónia (176 mil), a Roménia (116 mil) e a Bulgária (59 mil).</p></p>

<p><p>A Itália não fica muito atrás: mais de 42 mil italianos emigraram para a Alemanha, no ano passado, escreve o diário <em>Il Manifesto</em>, que, na sua primeira página, <a href="http://www.ilmanifesto.it/area-abbonati/in-edicola/manip2n1/20130508/manip2pg/01/manip2pz/IMMAGINE/">compara</a> aquele país à <em>Lamerica</em>, a América sonhada pelos imigrantes do fim do século XIX. Segundo <a href="http://dirittiglobali.it/home/categorie/19-lavoro-economia-a-finanza-nel-mondo/44891-il-sud-deuropa-migra-in-germania.html">o mesmo jornal</a>, conotado com a esquerda, a situação constitui</p></p>

<p><blockquote> <p>uma vantagem para a Alemanha: a sua demografia está em declínio e o país precisa de mão de obra fresca. Contudo, para os países do Sul, trata-se de uma perda, uma vez que estes gastam dinheiro a formar os jovens e a maioria dos emigrantes são jovens licenciados.</p></p>

<p></blockquote> <p>Este sucesso deve-se, em grande parte, à eficácia do Serviço Federal de Emprego alemão, <a href="http://www.mediapart.fr/journal/international/110413/les-vieux-allemands-comptent-sur-l-emigration-des-europeens-du-sud">explica o</a> <em>Mediapart</em>:</p></p>

<p><blockquote> <p>o <em>Bundesagentur für Arbeit</em> não se limita a divulgar centenas de milhares de ofertas de emprego <a href="http://www.arbeitsagentur.de/nn_426358/FR/Navigation/Startseite/Francais-Nav.html">no seu sítio</a>, disponível em várias línguas. Faz prospeção no estrangeiro, analisando os mercados de trabalho que enfrentam dificuldades e organiza bolsas de emprego deslocalizadas.</p></p>

<p></blockquote> <p>No entanto, salienta este sítio francês de atualidade,</p></p>

<p><blockquote> <p>Ter acesso ao novo Eldorado implica alguns esforços […] Além do domínio da língua, indispensável para a obtenção de um emprego qualificado, alguns outros obstáculos limitam ainda mais a instalação […]: o não reconhecimento de alguns diplomas, a falta de hábito de muitos empregadores, em especial das PME, que durante muito tempo se mostraram reticentes a recrutar estrangeiros, e os entraves administrativos no que se refere aos empregos menos qualificados. A realidade pode mesmo revelar-se dececionante e muitos dos licenciados por universidades do Sul têm de se contentar com empregos precários a tempo parcial, que não correspondem às suas qualificações.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 08 May 2013 16:35:18 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3757681</guid></item>
<item><title><![CDATA[Holanda: “Greve da fome prolonga-se”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3752271-greve-da-fome-prolonga-se?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Sessenta pessoas que pediram asilo e estão detidas na prisão de Roterdão recusam comer e beber desde 6 de maio, em sinal de protesto contra “a prisão desumana de refugiados”.</p></p>

<p><p>Há uma semana, 20 pessoas que pediam asilo, detidas num centro de Schipol entraram igualmente em greve de fome. Dez dele continuam a recusar alimentar-se.</p></p>

<p><p>A principal razão deste protesto reside na diferença de tratamento das pessoas que pedem asilo segundo as condições em que chegam ao país. Os que chegam de avião são presos, por vezes durante mais de seis meses, enquanto os que chegam através das fronteiras terrestres não.</p></p>

<p><p>O ACNUR e a organização de defesa dos refugiados VluchtelingenWerk denunciam as condições de detenção e de tratamento dos refugiados em Schipol, mais severas do que o permitido pela legislação internacional.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 07 May 2013 11:56:27 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3752271</guid></item>
<item><title><![CDATA[Bélgica: “3 em 4 bruxelenses são de origem estrangeira”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3752131-3-em-4-bruxelenses-sao-de-origem-estrangeira?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Num dossiê intitulado <a href="http://www.lesoir.be/tag/sosbxl">“SOS Bruxelas”</a>, o jornal <em>Le Soir</em> preocupa-se com uma cidade “extremamente mestiça que não consegue gerir a sua diversidade”. “Com 75,6% da sua população oriunda diretamente da imigração, a capital é três vezes mais mestiça do que a Valónia e cinco vezes mais do que Flandres ”, realça o diário. Este valor deverá passar para 83% em 2023.</p></p>

<p><p>Citada pelo diário, a socióloga Corinne Torrekens resume:</p></p>

<p><blockquote> <p>Bruxelas é uma cidade cada vez mais cosmopolita e multicultural. Uma realidade que não é muitas vezes considerada uma riqueza, mas um problema. Bruxelas continua a ser uma cidade etnicamente segregada; existe um enorme fosso entre a qualidade de vida dos bairros habitados por expatriados ou funcionários europeus e os bairros populares, onde a população é constituída maioritariamente por imigrantes”.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 07 May 2013 11:34:21 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3752131</guid></item>
<item><title><![CDATA[Livre circulação: Suíça volta a fechar a porta a europeus]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3721501-suica-volta-fechar-porta-europeus?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A Suíça decidiu, no dia 24 de abril, estender a todos os cidadãos da União Europeia (à exceção dos búlgaros e romenos, já sujeitos a um período de transição) a restrição das autorizações de trabalho de longo prazo, durante um ano. A medida entrará em vigor a 1 de maio e surge na sequência das <a href="/pt/content/news-brief/1837601-berna-fecha-porta-aos-europeus-de-leste">quotas introduzidas em abril de 2012</a> para permanências de trabalho de curta duração de cidadãos da <a href="http://www.bfm.admin.ch/content/bfm/fr/home/themen/fza_schweiz-eu-efta/eu-efta_buerger_schweiz/eu-8.html">UE-8</a>, da qual fazem parte os países da Europa de Leste que aderiram em 2004.</p></p>

<p><p>“A UE lamenta” a decisão, como diz o <em>Neue Züricher Zeitung</em> em título. Ao estender as restrições ao grupo da chamada <a href="http://www.bfm.admin.ch/content/bfm/fr/home/themen/fza_schweiz-eu-efta/eu-efta_buerger_schweiz/eu-17_efta.html">UE-17</a>, Berna faz uso da “cláusula de proteção” prevista nos acordos bilaterais, assinados com a UE em 1999. Esta cláusula aplica-se acima do limiar de 53 700 licenças emitidas. No entanto, o diário salienta que,</p></p>

<p><blockquote> <p>se o Conselho Federal [o Governo suíço] tinha esperanças de escapar à acusação de discriminação, ao aplicar a cláusula a 17 países europeus, não convenceu Catherine Ashton. Segundo ela, [a Suíça] continua a fazer distinção entre os Estados-membros, o que é inaceitável.</p></p>

<p></blockquote> <p>Por seu turno, <em>Le Temps</em> considera que esta medida “não lesa a UE”. O diário de Genebra chama-lhe “cosmética migratória”, o que talvez tranquilize Bruxelas, mas não o povo suíço:</p></p>

<p><blockquote> <p>Esta decisão passa em Bruxelas, por três razões. A Suíça respeita o contrato com a UE. O dispositivo evita a discriminação entre europeus. Aplica-se apenas a permanências de longa duração, o que reduz o seu alcance. [...] Acreditar que se tranquiliza desta forma os suíços, parece demasiado ingénuo. Porque eles não são estúpidos e vão sentir que a pressão migratória europeia realmente não diminui. [...] Os suíços conseguem perceber, como já provaram, que a migração europeia, favorecida por boas razões em relação às migrações do resto do mundo, contribui para a prosperidade do país.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 25 Apr 2013 14:45:29 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3721501</guid></item>
<item><title><![CDATA[Holanda: “Revolta no seio do PvdA em relação aos clandestinos”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3714771-revolta-no-seio-do-pvda-em-relacao-aos-clandestinos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Milhares de membros do Partido Trabalhista (PvdA) assim como presidentes de câmaras municipais e Jovens Socialistas (JS) opõem-se ao projeto do Governo que visa processar judicialmente os imigrantes ilegais.</p></p>

<p><p>Os contestatários lançaram <a href="http://www.geenstrafbaarstelling.nl/">uma petição</a>. E no congresso do partido, previsto para o dia 27 de abril, deverão pedir ao líder socialista, Diederik Samsom “para se afastar do projeto, mudar de rumo e restabelecer o princípio fundamental do partido, o do ‘direito a uma vida decente’”.</p></p>

<p><p>Esta medida faz parte do acordo de Governo <a href="/pt/content/cartoon/2972061-casal-feliz">celebrado no outono do ano passado</a> entre o PvdA e o partido liberal (VVD) do primeiro-ministro Mark Rutte, explica o diário. A contrapartida era que os requerentes de asilo menores não fossem expulsos do país.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 24 Apr 2013 11:48:19 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3714771</guid></item>
<item><title><![CDATA[Imigração: Reino Unido enterra a cabeça na areia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3636971-reino-unido-enterra-cabeca-na-areia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Daily Telegraph, Londres &ndash; Segundo um novo relatório oficial, a vaga de imigração búlgara e romena em 2014 não deverá ser tão elevada como indicavam algumas estimativas anteriores. Mas o facto não é razão para se ignorarem as consequências que a imigração de longo prazo terá sobre o urbanismo e os serviços sociais, escreve o conservador “Daily Telegraph”. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3636971-reino-unido-enterra-cabeca-na-areia?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 05 Apr 2013 17:32:39 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3636971</guid></item>
<item><title><![CDATA[União Europeia: “Temos menos filhos por causa da crise”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3629671-temos-menos-filhos-por-causa-da-crise?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“Não foi só o apetite de consumo dos europeus que diminuiu nos últimos anos. Os tempos difíceis a nível económico também se fazem sentir no que diz respeito à vontade de nos reproduzirmos”, sublinha o diário.</p></p>

<p><p>Segundo o último relatório trimestral da Comissão Europeia sobre a situação social na Europa, a taxa de fecundidade na UE caiu para 1,57 filhos por mulher em 2011, depois de ter subido de 1,46 para 1,6 entre 2002 e 2008.</p></p>

<p><p>“Esta evolução recente é um golpe grave contra os países que já têm uma taxa de fecundidade baixa”, escreve Tomas Sobotkan, investigador do Instituto demográfico de Viena, citado pelo <em>Politiken</em>.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 04 Apr 2013 12:14:36 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3629671</guid></item>
<item><title><![CDATA[Reino Unido: “Repressão da imigração pode entrar nas salas de aula” ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3602601-repressao-da-imigracao-pode-entrar-nas-salas-de-aula?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>O Governo britânico está a estudar um plano que obrigue as escolas a verificarem a situação de imigração dos seus alunos, revela o diário.</p></p>

<p><p>Segundo uma troca de e-mails divulgada pelo jornal, a proposta política está a ser avaliada pelo grupo interministerial (IMG) para o acesso dos imigrantes aos benefícios sociais e aos serviços públicos.</p></p>

<p><p><em>The Guardian</em> escreve que esses e-mails “sugerem que o grupo está a considerar banir das escolas as crianças que sejam imigrantes ilegais. No entanto, os funcionários públicos [do Departamento de Educação] já avisaram que o Reino Unido estaria a violar o artigo 28 da convenção sobre direitos da ONU”.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 12:25:47 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3602601</guid></item>
<item><title><![CDATA[Reino Unido: Petição contra romenos e búlgaros dá que falar]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3544871-peticao-contra-romenos-e-bulgaros-da-que-falar?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“Mais de 110 mil britânicos assinaram uma petição na Internet pedindo que o primeiro-ministro David Cameron tome medidas para impedir a imigração em massa de romenos e búlgaros após 2014”, <a href="http://www.gandul.info/international/petitie-semnata-de-peste110-000-de-britanici-opriti-imigratia-romanilor-si-bulgarilor10666718">relata o jornal romeno <em>Gândul</em></a>. Naquela data, deverão ser levantadas as restrições de acesso ao mercado de trabalho em alguns países da União Europeia.</p></p>

<p><p>Segundo <a href="http://epetitions.direct.gov.uk/petitions/41492">este apelo</a>, publicado no e-petitions, o <em>site</em> oficial de petições eletrónicas dirigidas ao Governo, a próxima eventual onda migratória de romenos e búlgaros seria “semelhante ao movimento que permitiu a entrada de 600 mil polacos na Grã-Bretanha nos últimos anos”. Uma vez levantadas as barreiras, acrescenta a petição, “os imigrantes passam a ter o direito de pedir subsídios para habitação, filhos e de desemprego.”</p></p>

<p><p>Em janeiro, o <em>Gândul</em> já tinha reagido à ideia de uma <a href="/pt/content/article/3336231-nao-esperem-um-tsunami-de-imigrantes-em-2014">campanha publicitária na Bulgária e na Roménia</a> para dissuadir potenciais emigrantes daqueles países. O jornal lançou uma contracampanha humorística, <a href="http://www.gandul.info/news/campania-gandul-why-don-t-you-come-over-peste100-de-materiale-in-presa-internationala10600041">“Why don’t you come over”</a>, muito comentada nas redes sociais.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 15 Mar 2013 15:40:07 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3544871</guid></item>
<item><title><![CDATA[Emigração: A caminho de Moçambique]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3523121-caminho-de-mocambique?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Jornal de Negócios, Lisboa &ndash; Cada vez mais portugueses afetados pela crise consideram a possibilidade de emigrar para Moçambique. Mais seguro do que Angola, o país suscita esperança numa população desamparada. Embora alguns acabem por regressar de mãos vazias. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3523121-caminho-de-mocambique?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 12 Mar 2013 13:20:31 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3523121</guid></item>
<item><title><![CDATA[Portugal: “Portugal, um país que se esvaziou”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3494271-portugal-um-pais-que-se-esvaziou?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Na edição do seu 23º aniversário, o <em>Público</em> traça o retrato de “um país <a href="/pt/content/article/2366111-portugueses-extincao-prevista-para-2204">ameaçado de morrer de velho</a> numa Europa em declínio demográfico”.</p></p>

<p><p>Em 2012, nasceram 90 026 bebés em Portugal e morreram 107 287 pessoas. A população do país diminuiu 17 261 pessoas, um recorde preocupante que, sugere o diário, mostra o nível da crise que abala o país, onde o medo do futuro leva os casais jovens a terem apenas um filho e obriga muitos deles a emigrarem.</p></p>

<p><p>Nos últimos cinco anos, entre 300 mil a 400 mil pessoas deixaram o país e as mulheres portuguesas tiveram em média apenas 1,3 filhos.</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 05 Mar 2013 14:28:29 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3494271</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: “Polónia depende dos imigrantes”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3488311-polonia-depende-dos-imigrantes?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Um número recorde de 244 mil imigrantes de Leste, sobretudo da Ucrânia, chegou à Polónia para trabalhar legalmente. Mas não é suficiente, escreve o jornal, acrescentando que, segundo um <a href="http://fede.org.pl/wp-content/uploads/2013/03/raport-08-26.021.pdf">relatório da Fundação Energia-Europa</a>, “para evitar a desertificação, é preciso que cheguem à Polónia, 5,2 milhões de pessoas, até 2050”.</p></p>

<p><p>“Precisamos deles mas não sabemos como mantê-los”, lamenta o <em>Rzeczpospolita</em> citando o Professor Krystyna Iglicka, demógrafo e autor do relatório. Segundo Iglicka, a Polónia não é um país acolhedor para imigrantes e quem chega tem dificuldade em obter o direito de residência permanente e visto de trabalho.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 04 Mar 2013 12:21:38 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3488311</guid></item>
<item><title><![CDATA[Bélgica: “A maioria dos imigrantes é da Europa de Leste” ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3446751-maioria-dos-imigrantes-e-da-europa-de-leste?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Segundo os últimos dados recolhidos pelo ministro da Integração da Região Flamenga, Geert Bourgeois (da Nova Aliança Flamenga, conservadora), a maioria dos imigrantes em Flandres, perto dos holandeses, já não é de origem turca ou marroquina, mas polaca, romena e búlgara.</p></p>

<p><p>Há cada vez menos imigrantes a assistir às aulas de integração, uma vez que estas não são obrigatórias para os cidadãos da UE, realça o diário. Uma tendência que o ministro lamenta porque considera que, sem conhecimentos de flamengo, é praticamente impossível arranjar emprego.</p></p>]]></description><pubDate>Fri, 22 Feb 2013 11:19:14 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3446751</guid></item>
<item><title><![CDATA[Holanda: “Um contrato para os recém-chegados”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3435361-um-contrato-para-os-recem-chegados?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Durante uma entrevista, o ministro (trabalhista) dos Assuntos Sociais afirmou que <em>“todas as pessoas vindas de outro país que se inscrevam num município da Holanda deverão assinar um contrato de participação”</em>. Segundo Lodewijk Assher, <em>“os recém-chegados subscreverão também os direitos fundamentais holandeses e os do Estado de Direito”</em>.</p></p>

<p><p>Esse contrato, que completará o exame de integração obrigatório para os imigrantes de fora da União Europeia, também se aplica aos cidadãos de países da UE, mas de forma simbólica, porque estes podem instalar-se livremente na Holanda. O ministro diz, no entanto, que <em>“a livre circulação de pessoas, sem serem tidos em conta os problemas que isso pode gerar, leva a uma Europa associal”</em>.</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 20 Feb 2013 11:05:00 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3435361</guid></item>
<item><title><![CDATA[Reino Unido: “Primeiro-ministro atinge benefícios dos nacionais da UE”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3408651-primeiro-ministro-atinge-beneficios-dos-nacionais-da-ue?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Os estrangeiros enfrentam novas dificuldades de acesso a benefícios, cuidados de saúde, habitação e ajuda legal numa tentativa para que o Reino Unido deixe de ser visto como uma ilha “paradisíaca”. O primeiro-ministro britânico David Cameron pediu aos seus ministros que elaborem planos para apertar as regras de direitos para todos os imigrantes de toda a Europa, uma tendência no que diz respeito às políticas de imigração defendidas pelos membros da coligação conservadora-liberal democrática.</p></p>

<p><p>A direita conservadora já expressou o seu receio de um <a href="/pt/content/article/3346661-caro-senhor-farage">afluxo de imigrantes da Roménia e da Bulgária</a> no final do ano, quando acabarem as restrições de trabalho.</p></p>]]></description><pubDate>Thu, 14 Feb 2013 11:42:36 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3408651</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: Ser polaco está na moda]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3399391-ser-polaco-esta-na-moda?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Rzeczpospolita, Varsóvia &ndash; Quando pensam na Polónia, as pessoas pensam quase sempre num país de emigrantes. É só perguntar aos britânicos, aos irlandeses e aos alemães. No entanto, são cada vez mais os estrangeiros a requerer o estatuto de cidadãos polacos. O diário de Varsóvia “Rzeczpospolita” explica porquê. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3399391-ser-polaco-esta-na-moda?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 12 Feb 2013 17:41:17 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3399391</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: “O filho frágil – A falência da política da família”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3362051-o-filho-fragil-falencia-da-politica-da-familia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>Com 200 milhões de euros por ano, a Alemanha é o país europeu que mais gasta em ajudas à família. Mas apesar desse esforço, a taxa de natalidade continua a baixar.</p></p>

<p><p>Um estudo do Governo mostra que essas ajudas são desperdiçadas, <a href="http://www.spiegel.de/politik/deutschland/verheerende-noten-fuer-familienpolitik-a-881168.html">explica o jornal</a>, segundo o qual seria preciso investir sobretudo em locais onde deixar as crianças e em políticas educativas.</p></p>

<p><p>“Trata-se de uma reviravolta tão radical como as reformas do mercado de trabalho da Agenda 2010”, durante o Governo do chanceler social-democrata Gerhard Schröder, escreve a revista.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 04 Feb 2013 15:59:59 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3362051</guid></item>
<item><title><![CDATA[Reino Unido: Não esperem um 'tsunami' de imigrantes em 2014]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3336231-nao-esperem-um-tsunami-de-imigrantes-em-2014?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[New Eastern Europe, Cracóvia &ndash; Em antecipação do fim do controlo da imigração em relação à Roménia e à Bulgária, em janeiro de 2014, alguns ministros britânicos estão a pensar lançar uma campanha para impedir que se repita a &quot;vaga&quot; de imigração de 2004, quando oito antigos países comunistas adquiriam direitos de liberdade de circulação de trabalhadores na UE. Mas a crise da zona euro torna essa hipótese menos provável. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3336231-nao-esperem-um-tsunami-de-imigrantes-em-2014?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 29 Jan 2013 17:59:41 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3336231</guid></item>
<item><title><![CDATA[Demografia: A crise também afeta a natalidade]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3271261-crise-tambem-afeta-natalidade?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>“A taxa de fecundidade baixou em quinze países europeus – em 22 estudados e comparáveis – entre 2008 e 2011”: a conclusão do <a href="http://www.oeaw.ac.at/vid/">Instituto de Demografia de Viena</a> <a href="http://www.lefigaro.fr/conjoncture/2013/01/14/20002-20130114ARTFIG00636-zone-euro-la-crise-porte-un-coup-a-la-natalite.php">retomada pelo <em>Figaro</em></a> é incontestável. A crise europeia afetou gravemente a natalidade do Velho Continente, nomeadamente nos países do Sul da zona euro.</p></p>

<p><blockquote> <p>A crise europeia tem um impacto direto, e mais profundo, na natalidade que tem vindo a baixar na Grécia (1,43 crianças por mulher), em Portugal (1,35), em Espanha (1,36) e na Irlanda (2,05).</p></p>

<p></blockquote> <p>O diário francês separa o caso da França e da Alemanha, duas exceções na Europa, mas por motivos diferentes. Mesmo quando a natalidade europeia não parava de aumentar nos três últimos anos de <em>boom</em> que antecederam a crise,</p></p>

<p><blockquote> <p><a href="/pt/content/article/3109821-onde-andam-mamas">a Alemanha nunca registou subidas</a>. A França é também um caso à parte com uma taxa de fecundidade que progrediu de 1,8 para 2 em dez anos, <a href="/pt/content/news-brief/467731-mesmo-com-crise-o-baby-boom-continua">apesar da crise</a>, graças a uma política familiar generosa.</p></p>

<p></blockquote> <p>O Instituto de Viena alerta para o risco que assombra a renovação das gerações na Grécia, em Espanha e <a href="/pt/content/article/2366111-portugueses-extincao-prevista-para-2204">em Portugal</a>:</p></p>

<p><blockquote> <p>Na Grécia, o número de abortos aumentou 50% em 2011, um fenómeno preocupante. Em Portugal, o número de nascimentos caiu em 2012 para 90 mil, o valor mais baixo dos últimos 60 anos.</p></p>

<p></blockquote> <p>O correspondente do <em>Figaro</em> em Espanha <a href="http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2013/01/14/10001-20130114ARTFIG00626-espagne-un-dangereux-krack-demographique.php">termina realçando</a> que</p></p>

<p><blockquote> <p>se nada mudar, o país poderá perder mais de 10% da sua população nos próximos 40 anos.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 15 Jan 2013 14:44:31 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3271261</guid></item>
<item><title><![CDATA[Polónia: Filhos – é tão século XX!]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3166071-filhos-e-tao-seculo-xx?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Polityka, Varsóvia &ndash; As polacas fazem cursos superiores e pensam em ser mães mais tarde, por vezes demasiado tarde. A Polónia está em boa posição para obter o primeiro lugar da classificação dos países onde já não se fazem filhos, escreve a cronista da &quot;Polityka&quot;. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3166071-filhos-e-tao-seculo-xx?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 17 Dec 2012 12:40:53 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3166071</guid></item>
<item><title><![CDATA[Alemanha: Onde andam as mamãs?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3109821-onde-andam-mamas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Libération, Paris &ndash; Há já alguns anos que a Alemanha se confronta com uma diminuição de natalidade recorde. Resultado de uma política familiar dispendiosa, excessiva e contraditória de que são vítimas sobretudo mulheres entre os 30 e os 40 anos. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3109821-onde-andam-mamas?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 04 Dec 2012 13:17:50 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3109821</guid></item>
<item><title><![CDATA[Montenegro: Russos invadem a costa do Adriático]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3036641-russos-invadem-costa-do-adriatico?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Volkskrant, Amesterdão &ndash; Os russos que têm posses trocam o seu país pelo Montenegro. Graças a laços culturais e históricos, este país dos Balcãs está a tornar-se uma segunda pátria, o que dá um impulso bem-vindo à economia montenegrina. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3036641-russos-invadem-costa-do-adriatico?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 16 Nov 2012 13:09:41 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">3036641</guid></item>
<item><title><![CDATA[Imigração: Vistos para os Balcãs: a favor ou contra?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2948631-vistos-para-os-balcas-favor-ou-contra?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A UE vai ou n&atilde;o restabelecer a obriga&ccedil;&atilde;o de vistos para os naturais dos Balc&atilde;s ocidentais? Por iniciativa da Fran&ccedil;a e da Alemanha, seis Estados-membros pedem que sejam refor&ccedil;ados os controlos sobre a imigra&ccedil;&atilde;o proveniente da S&eacute;rvia, Maced&oacute;nia, B&oacute;snia-Herzegovina, Montenegro e Alb&acirc;nia.</p>

<p>Entre esses Estados-membros inclui-se a Su&eacute;cia, que, desde o in&iacute;cio do ano, acolheu mais de 34 mil requerentes de asilo, entre os quais 5276 s&iacute;rios, em grande parte vindos atrav&eacute;s dos Balc&atilde;s. E a posi&ccedil;&atilde;o defendida pelo Governo de centro-direita divide a imprensa.</p>

<p><a href="http://www.dn.se/ledare/huvudledare/grundproblemet-ar-misaren">O di&aacute;rio liberal <em>Dagens Nyheter</em> salienta</a> que, nos &uacute;ltimos oito meses, &quot;chegaram mais requerentes de asilo vindos da S&eacute;rvia, B&oacute;snia-Herzegovina e Alb&acirc;nia, onde j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o obrigat&oacute;rios vistos para viajar para a UE, do que da S&iacute;ria, que vive uma situa&ccedil;&atilde;o de guerra civil&quot;. Este di&aacute;rio explica que</p></p>

<p><blockquote> <p>muitos dos requerentes de asilo s&atilde;o ciganos que s&atilde;o v&iacute;timas de discrimina&ccedil;&atilde;o grave nos seus pa&iacute;ses de origem. Dado que poucos t&ecirc;m raz&otilde;es para obter o estatuto de refugiados, menos de 1% s&atilde;o autorizados a permanecer na Su&eacute;cia. [&hellip;] Pode parecer cinismo levantar obst&aacute;culos aos ciganos. [&hellip;] Afinal, &eacute; preciso dar prioridade &agrave; concess&atilde;o de abrigo &agrave;s pessoas que fogem da carnificina na S&iacute;ria e da guerra no Afeganist&atilde;o.</p>

<p>Talvez haja melhores solu&ccedil;&otilde;es, mas o essencial &eacute; que a UE exija e contribua para a igualdade social, designadamente no que se refere aos ciganos. A S&eacute;rvia, a Alb&acirc;nia e a B&oacute;snia-Herzegovina s&atilde;o candidatos &agrave; ades&atilde;o &agrave; UE. Chegou a altura de pressionar estes pa&iacute;ses.</p></p>

<p></blockquote> <p><a href="http://www.aftonbladet.se/ledare/ledarkronika/anderslindberg/article15672682.ab">Por seu turno, o jornal <em>Aftonbladet</em>, sublinha</a> que &quot;a isen&ccedil;&atilde;o de vistos para os Balc&atilde;s ocidentais, introduzida em 2009 e 2010, foi um grande sucesso&quot;. Para este di&aacute;rio tradicionalmente social-democrata,</p></p>

<p><blockquote> <p>isso proporcionou liberdade mas foi tamb&eacute;m um sinal pol&iacute;tico importante. Os Balc&atilde;s ocidentais fazem parte da Europa e s&atilde;o bem-vindos &agrave; Comunidade Europeia. Portanto, &eacute; alarmante que [o ministro da Imigra&ccedil;&atilde;o] Tobias Billstr&ouml;m se mostre agora aberto &agrave; ideia de suspender a isen&ccedil;&atilde;o de vistos. O ministro dos Neg&oacute;cios Estrangeiros, Carl Bildt tinha toda a raz&atilde;o, quando se referiu &agrave; quest&atilde;o dos vistos, na semana passada, dizendo: &lsquo;Este tipo de sinais alimenta as for&ccedil;as nacionalistas nos Balc&atilde;s e isso n&atilde;o &eacute; uma coisa que seja do nosso interesse.&rsquo; Os editoriais do <em>Aftonbladet</em> raramente est&atilde;o de acordo com Carl Bildt, mas, neste caso, Bildt sabe do que est&aacute; a falar. Billstr&ouml;m devia ouvi-lo.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Fri, 26 Oct 2012 14:01:12 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2948631</guid></item>
<item><title><![CDATA[Imigração: Os segredos da Fortaleza Europa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2804511-os-segredos-da-fortaleza-europa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[De Groene Amsterdammer, Amesterdão &ndash; A UE procura incessantemente reforçar a vigilância das fronteiras externas, usando tecnologias cada vez mais dispendiosas. São eficazes? E quem é que, nas nossas democracias, controla os controladores? São estas as perguntas que coloca o Groene Amsterdammer. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2804511-os-segredos-da-fortaleza-europa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 04 Oct 2012 12:34:16 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2804511</guid></item>
<item><title><![CDATA[Emigração: Polacos continuam à procura de melhores empregos no estrangeiro]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2761311-polacos-continuam-procura-de-melhores-empregos-no-estrangeiro?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Saem do pa&iacute;s e n&atilde;o tencionam voltar&rdquo;, <a href="http://wyborcza.pl/1,75248,12554655,Polacy_znow_masowo_emigruja__Bez_dobrej_pensji_nie.html">titula o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, relativamente ao n&uacute;mero cada vez maior de polacos que abandonam o pa&iacute;s em busca de melhores empregos. S&oacute; em 2011, emigraram mais 60 mil pessoas para o Reino Unido, Alemanha e Noruega, do que no ano anterior. O di&aacute;rio de Vars&oacute;via real&ccedil;a que</p></p>

<p><blockquote> <p>o n&uacute;mero de emigrantes aumentou pela primeira vez desde 2007. S&atilde;o atualmente 2,6 milh&otilde;es. [&hellip;] A emigra&ccedil;&atilde;o aumentou apesar do crescimento econ&oacute;mico na Pol&oacute;nia ter atingido os 4% do PIB.</p></p>

<p></blockquote> <p>Uma reviravolta inesperada tendo em conta o facto de que, ap&oacute;s a primeira onda da crise ter atingido a Europa em 2007-2008, muitos polacos (cerca de 1,1 milh&atilde;o de acordo com certas estimativas) foram obrigados a regressar ao pa&iacute;s. Alguns economistas chegaram mesmo a afirmar &ldquo;o fim da emigra&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Mas n&atilde;o &eacute; bem este o caso. Atra&iacute;dos por sal&aacute;rios mais elevados, os polacos continuam a optar por trabalhar no estrangeiro. Segundo o Banco Central da Pol&oacute;nia (NBP), o emigrante polaco ganha em m&eacute;dia entre &euro;2000 a &euro;2200, enquanto na Pol&oacute;nia o seu ordenado n&atilde;o ultrapassa os 2000 zlotis (&euro;500).</p></p>

<p><blockquote> <p>Al&eacute;m de n&atilde;o voltarem para o pa&iacute;s, come&ccedil;am a levar as suas fam&iacute;lias para fora da Pol&oacute;nia.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 26 Sep 2012 12:39:22 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2761311</guid></item>
<item><title><![CDATA[Imigração: A outra crise grega]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2720901-outra-crise-grega?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Wall Street Journal Europe, Bruxelas &ndash; Para além de estar a ser atingida pela crise e por medidas de austeridade draconianas, a Grécia tem de enfrentar, com muito poucos meios, a chegada de milhares de imigrantes provenientes do Médio Oriente e do subcontinente indiano. E, também aqui, a solidariedade dos seus parceiros tarda a chegar. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2720901-outra-crise-grega?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 19 Sep 2012 14:44:27 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2720901</guid></item>
<item><title><![CDATA[Roménia: Ciganos expulsos acabarão por regressar]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2716191-ciganos-expulsos-acabarao-por-regressar?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Evenimentul Zilei, Bucareste &ndash; No momento em que Paris endurece a sua política em matéria de repatriamento de ciganos para a Roménia e para a Bulgária, alguns deles estão a ganhar dinheiro em França com as viagens e, especialmente, com o montante que recebem para deixarem “voluntariamente” o país. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2716191-ciganos-expulsos-acabarao-por-regressar?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 18 Sep 2012 17:17:19 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2716191</guid></item>
<item><title><![CDATA[Espanha-Marrocos: Acordo para suster pressão migratória sobre as ilhas espanholas ]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2634841-acordo-para-suster-pressao-migratoria-sobre-ilhas-espanholas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&quot;<em>Cerca de 3000 subsarianos  esperam em Marrocos para tentar chegar a Espanha</em>&quot;, diz o t&iacute;tulo  do di&aacute;rio <em>ABC</em>, um dia depois do acordo entre Rabat e Madrid que p&otilde;e  termo &agrave; crise migrat&oacute;ria provocada pela chegada, nos &uacute;ltimos dias, de 83 imigrantes provenientes da &Aacute;frica subaariana &agrave; Ilha de Tierra, uma ilhota &quot;<em>desabitada e mais pequena do que um est&aacute;dio de futebol</em>&quot;  pertencente &agrave; Espanha e situada a aproximadamente trinta metros da  costa marroquina. Segundo o acordo, dez dos imigrantes foram acolhidos  pela Espanha e os outros desembarcados em Marrocos.&nbsp;</p></p>

<p><p class="p2">A fim de evitar &quot;<em>uma aspira&ccedil;&atilde;o</em>&quot;  pelas m&aacute;fias que praticam o tr&aacute;fico de seres humanos a partir de rochedos  situados ao longo da costa marroquina e colocados sob soberania espanhola  (Ilhas Chafarines, rochedo de V&eacute;lez de la Gomera, arquip&eacute;lago de Alhucemas),  o Minist&eacute;rio do Interior pretende &quot;<em>transmitir a mensagem segundo  a qual desembarcar numa ilhota ou num rochedo pertencente ao nosso pa&iacute;s  no norte de &Aacute;frica n&atilde;o garante a travessia</em>&quot; para Espanha, <a href="http://www.abc.es/20120903/espana/abci-acuerdo-madrid-rabat-isla-201209032143.html" target="_blank">acrescenta o di&aacute;rio</a>.</p></p>

<p><p class="p2">O acordo com Marrocos ocorre  num momento em que aumenta a press&atilde;o sobre as fronteiras do enclave  espanhol de Melilha, onde, a 3 de setembro, 160 imigrantes tentaram  saltar as grades do posto fronteiri&ccedil;o, acrescenta o <em>ABC</em>, para o qual</p></p>

<p><blockquote> <p class="p2">a porta est&aacute; novamente  aberta [&hellip;] Segundo os especialistas consultados, calcula-se que haja  cerca de 3000 subsarianos &agrave; espera de uma oportunidade para entrar  em Espanha pelos diferentes postos de fronteira com Marrocos.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Tue, 04 Sep 2012 15:55:57 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2634841</guid></item>
<item><title><![CDATA[França: Mercado do trabalho finalmente aberto a búlgaros e romenos]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2570441-mercado-do-trabalho-finalmente-aberto-bulgaros-e-romenos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;<em>Depois da pol&eacute;mica deste ver&atilde;o sobre o desmantelamento dos acampamentos de ciganos, o governo procurar dar garantias de apaziguamento</em>&rdquo;, escreve o <em>Le Monde</em>. <a href="/pt/content/news-brief/2515281-ciganos-novamente-expulsos-mas-em-silencio">Criticado pela sua pol&iacute;tica repressiva em rela&ccedil;&atilde;o aos ciganos</a>  &ndash;  essencialmente romenos e b&uacute;lgaros  &ndash; , o Governo decidiu adotar uma atitude mais branda. Em resposta &agrave; principal reivindica&ccedil;&atilde;o das associa&ccedil;&otilde;es para melhorar a situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria de 15 mil ciganos estrangeiros a viver em Fran&ccedil;a, decidiu em particular, escreve o jornal, </p></p>

<p><blockquote> <p>o levantamento de <a href="/pt/content/article/154221-uma-populacao-sempre-em-movimento">&ldquo;medidas transit&oacute;rias&rdquo;</a> que restringem o acesso ao mercado de trabalho dos residentes romenos e b&uacute;lgaros, que deram origem &agrave; maior parte dos ciganos de Fran&ccedil;a: obrigatoriedade de uma autoriza&ccedil;&atilde;o de trabalho e imposto ao empregador, lista limitada de profiss&otilde;es dispon&iacute;veis (150 em setores considerados &quot;em tens&atilde;o&quot;).</p></p>

<p></blockquote> <p><a target="_blank" href="http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=466&amp;langId=pt">Estas medidas foram adotadas por determinados Estados-membros da UE</a> (s&atilde;o ainda aplic&aacute;veis na Alemanha, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Fran&ccedil;a, Pa&iacute;ses Baixos, Malta, Reino Unido e Luxemburgo) para se evitar um eventual efeito de dumping no mercado de trabalho. Contemplam o conjunto de residentes b&uacute;lgaros e romenos (estima-se que cerca de 10% sejam romenos). Quanto a saber se a medida ser&aacute; eficaz, o di&aacute;rio baseia-se nas experi&ecirc;ncias de Espanha e de It&aacute;lia, onde as medidas transit&oacute;rias foram levantadas.</p></p>

<p><blockquote> <p>H&aacute; quem considere o levantamento das restri&ccedil;&otilde;es uma &quot;<em>regulariza&ccedil;&atilde;o</em>&quot;, descreve Gr&eacute;goire Cousin [especialista em imigra&ccedil;&atilde;o romena]. Mas para outros, os controlos s&atilde;o raros e &quot;<em>os patr&otilde;es continuam a empregar esta gente clandestinamente</em>&quot;. Assim, &eacute; prov&aacute;vel que o levantamento das medidas transit&oacute;rias em Fran&ccedil;a n&atilde;o &quot;<em>altere grande coisa para os mais prec&aacute;rios</em>&quot;, estima Gr&eacute;goire Cousin. Por&eacute;m, pode criar mais oportunidades para os &quot;<em>chefes de fam&iacute;lia</em>&quot; e &quot;<em>os mais desembara&ccedil;ados</em>&quot;<em>.</em></p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Thu, 23 Aug 2012 15:31:39 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2570441</guid></item>
<item><title><![CDATA[França: Ciganos novamente expulsos, mas em silêncio]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2515281-ciganos-novamente-expulsos-mas-em-silencio?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>A expuls&atilde;o de ciganos em pleno ver&atilde;o provoca poucas rea&ccedil;&otilde;es&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fsociete%2farticle%2f2012%2f08%2f10%2fles-expulsions-de-roms-au-milieu-de-l-ete-ne-provoquent-que-peu-de-reactions_1744756_3224.html%3fxtmc%3droms%26xtcr%3d1">escreve</a> <em>Le Monde</em>. Dois anos ap&oacute;s a vaga de emo&ccedil;&atilde;o que originou <a href="/pt/content/article/336081-boa-pergunta-ma-resposta">a campanha de expuls&otilde;es</a> lan&ccedil;ada pela Fran&ccedil;a na Europa, o di&aacute;rio interroga-se sobre este sil&ecirc;ncio, quando <a href="/pt/content/todays-front-pages/2487601-primeiras-paginas-de-hoje">v&aacute;rios acampamentos de ciganos foram evacuados</a> foram evacuados nestes &uacute;ltimos dias, nomeadamente em Lille, Lyon e Paris. E tamb&eacute;m quando um primeiro charter, com destino &agrave; Rom&eacute;nia, e com 240 ciganos a bordo, foi fretado no dia 9 de agosto.</p>

<p>O di&aacute;rio franc&ecirc;s observa que apenas &ldquo;os partidos de esquerda e uma parte do meio associativo reagiram timidamente &agrave;s iniciativas do Minist&eacute;rio do Interior&rdquo;. Estes estimam que ao aplicar as decis&otilde;es de justi&ccedil;a de expuls&atilde;o, o Presidente Fran&ccedil;ois Hollande contradiz a sua promessa eleitoral de que &ldquo;n&atilde;o iria expulsar fam&iacute;lias de ciganos sem lhes apresentar uma proposta de realojamento&rdquo;.</p>

<p><em>Le Monde</em> compara a a&ccedil;&atilde;o do Presidente franc&ecirc;s &agrave; do seu predecessor, muito criticado na altura:</p></p>

<p><blockquote> <p>No ver&atilde;o de 2010, foram muitas as rea&ccedil;&otilde;es de indigna&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s o discurso de Nicolas Sarkozy, em Grenoble, sobre os ciganos [na altura, comprometeu-se a desmantelar metade dos acampamentos ilegais de ciganos]. Atualmente, a maioria das figuras de esquerda permanece surpreendentemente em sil&ecirc;ncio.</p></p>

<p></blockquote> <p>Estas fracas rea&ccedil;&otilde;es devem-se, para <em>Le Monde</em>, &ldquo;em parte&rdquo; &agrave; &ldquo;divis&atilde;o pol&iacute;tica do Governo&rdquo;, bem como &agrave;s hesita&ccedil;&otilde;es do mundo associativo relativamente &agrave; melhor forma de reagir.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 13 Aug 2012 15:14:40 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2515281</guid></item>
<item><title><![CDATA[Grécia: Ofensiva contra os imigrantes ilegais]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2477391-ofensiva-contra-os-imigrantes-ilegais?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p> </p><p>As autoridades gregas batizaram a opera&ccedil;&atilde;o de Zeus Xenios, (Zeus, protetor dos hospedes).&nbsp;<a href="http://www.tanea.gr/ellada/article/?aid=4743397" target="_self">Para o&nbsp;<em>Ta Nea</em></a>, trata-se de uma &ldquo;<em>opera&ccedil;&atilde;o de limpeza&nbsp;permanente da imigra&ccedil;&atilde;o ilegal</em>&rdquo;. A 4 de agosto, mais de 4500 pol&iacute;cias foram&nbsp;mobilizados no centro de Atenas e Evros, na fronteira com a Turquia, um&nbsp;dos principais pontos de entrada da imigra&ccedil;&atilde;o clandestina na Europa. &ldquo;<em>4900&nbsp;imigrantes foram interpelados, dos quais 1130 foram colocados num centro&nbsp;de deten&ccedil;&atilde;o</em>&rdquo;, adianta o di&aacute;rio, que precisa que o objetivo da opera&ccedil;&atilde;o, que se&nbsp;dever&aacute; repetir, &eacute;</p></p>

<p><blockquote> <p><em>intercetar os imigrantes clandestinos e organizar v&aacute;rios repatriamentos.&nbsp;Segundo as estimativas do Minist&eacute;rio da Prote&ccedil;&atilde;o do Cidad&atilde;o, 5 mil desses&nbsp;imigrantes dever&atilde;o ser colocados em centros de acolhimento at&eacute; dezembro.&nbsp;[&hellip;] O Minist&eacute;rio pretende com isto mostrar que os sem-pap&eacute;is n&atilde;o s&atilde;o bem-vindos e que n&atilde;o devem regressar. [&hellip;] A rea&ccedil;&atilde;o dos cidad&atilde;os &eacute; mitigada. Uns&nbsp;consideram que &eacute; demasiado tarde e que o centro de Atenas se tornou um&nbsp;gueto, outros que deveria haver uma verdadeira pol&iacute;tica de imigra&ccedil;&atilde;o em vez&nbsp;de grandes opera&ccedil;&otilde;es ef&eacute;meras.</em></p></p>

<p></blockquote> <p>Foi organizado um primeiro <em>charter</em> de expuls&atilde;o para o Paquist&atilde;o, financiado&nbsp;pelo&nbsp;<a href="http://europa.eu/legislation_summaries/justice_freedom_security/free_movement_of_persons_asylum_immigration/l14570_pt.htm" target="_blank">Fundo Europeu de Regresso</a>. E o Governo grego anunciou que iria triplicar&nbsp;o n&uacute;mero de guardas da fronteira de Evros, receando um fluxo de refugiados&nbsp;s&iacute;rios.</p></p>]]></description><pubDate>Mon, 06 Aug 2012 14:36:41 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2477391</guid></item>
<item><title><![CDATA[Demografia: Portugueses, extinção prevista para 2204?]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2366111-portugueses-extincao-prevista-para-2204?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Expresso, Lisboa &ndash; Portugal vai ficando sem habitantes. A população envelhece, o número de nascimentos decresce e a imigração abranda. Sem falar da crise que obriga os jovens licenciados a ir procurar um futuro melhor noutras paragens. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2366111-portugueses-extincao-prevista-para-2204?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 18 Jul 2012 12:34:05 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2366111</guid></item>
<item><title><![CDATA[Europa: Entre Leste e Oeste, um fosso de ideias falsas]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2347331-entre-leste-e-oeste-um-fosso-de-ideias-falsas?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[IQ, Vilnius &ndash; Na Holanda, os europeus do Leste têm substituído os muçulmanos como alvo da extrema-direita. Uma hostilidade alimentada por ideias feitas difundidas por toda a Europa Ocidental, lastima uma jornalista lituana, que admite que os seus compatriotas também não são isentos de preconceitos. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2347331-entre-leste-e-oeste-um-fosso-de-ideias-falsas?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 16 Jul 2012 13:02:19 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2347331</guid></item>
<item><title><![CDATA[Ucrânia: Ciganos fogem para os guetos]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2296591-ciganos-fogem-para-os-guetos?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Aktuálnĕ.cz, Praga &ndash; De todas as minorias que vivem na Ucrânia, os ciganos são sem dúvida a menos favorecida. Apesar de muitos deles terem sido expulsos dos seus acampamentos na véspera do Euro 2012, a maioria vive em casebres nos arredores das grandes cidades, na miséria e perante a indiferença das autoridades e dos outros habitantes. Reportagem. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2296591-ciganos-fogem-para-os-guetos?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 05 Jul 2012 13:47:22 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2296591</guid></item>
<item><title><![CDATA[Espaço Schengen: Europeus preparam-se para fechar as fronteiras com a Grécia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/2084941-europeus-preparam-se-para-fechar-fronteiras-com-grecia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Crise grega: a UE prepara o encerramento das fronteiras&rdquo;, <a target="_self" href="http://derstandard.at/1336698195591/Planungen-fuer-Ernstfall-Griechenland-EU-macht-im-Ernstfall-Grenze-dicht">titula</a> o Standard. O di&aacute;rio de Viena foi esta quarta-feira informado por uma fonte no Conselho Europeu que v&aacute;rios pa&iacute;ses preparavam a reintrodu&ccedil;&atilde;o dos controlos nas fronteiras caso surja uma situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia na Gr&eacute;cia, sem precisar os detalhes. Estes preparativos s&atilde;o justificados pelo receio de uma evas&atilde;o ilegal de capitais para o estrangeiro e de uma criminalidade crescente. Os Estados europeus preocupam-se sobretudo com os fluxos migrat&oacute;rios ilegais, uma vez que o pa&iacute;s &eacute; um ponto de passagem para os clandestinos oriundos da Turquia e do Mediterr&acirc;neo oriental. Estima-se que o n&uacute;mero de imigrantes ilegais que vivem atualmente na Gr&eacute;cia seja de um milh&atilde;o. Recordando o quadro jur&iacute;dico dos acordos de Schengen, o <a href="/pt/content/source-information/5531-der-standard"><em>Standard</em></a> precisa:</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p>Contrariamente &agrave; muito debatida sa&iacute;da da zona euro [&hellip;], o encerramento das fronteiras com a Gr&eacute;cia pelos seus parceiros n&atilde;o colocar&aacute; problemas.</p></p>

<p></blockquote> <p>&nbsp;</p></p>]]></description><pubDate>Wed, 30 May 2012 15:37:48 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">2084941</guid></item>
<item><title><![CDATA[Schengen: UE prepara-se para fechar mais a porta à imigração ilegal]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1871961-ue-prepara-se-para-fechar-mais-porta-imigracao-ilegal?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;UE mobiliza-se contra a imigra&ccedil;&atilde;o ilegal&rdquo;, <a href="http://www.b.dk/globalt/eu-opruster-mod-illegal-indvanding" target="_self">titula</a> o di&aacute;rio <em>Berlingske</em>, que revela que a Dinamarca, que ocupa a presid&ecirc;ncia rotativa da UE, dever&aacute; propor, a 26 de abril, durante o Conselho de Ministros da Justi&ccedil;a e do Interior 90 medidas que t&ecirc;m como objetivo lutar contra um fen&oacute;meno que &ldquo;aumentou 35% durante o ano passado&rdquo;, escreve.</p>

<p>Entre as medidas a propor est&atilde;o uma melhor coopera&ccedil;&atilde;o com os pa&iacute;ses de origem, por exemplo os pa&iacute;ses do Magrebe, o refor&ccedil;o do dispositivo Frontex e da vigil&acirc;ncia da fronteira entre a Gr&eacute;cia e a Turquia, bem como uma melhor gest&atilde;o dos fluxos migrat&oacute;rios, das expuls&otilde;es e da luta contra o tr&aacute;fico de seres humanos.</p>

<p>Esta iniciativa responde, tamb&eacute;m, a uma preocupa&ccedil;&atilde;o crescente na Dinamarca com a imigra&ccedil;&atilde;o ilegal, mesmo que, escreve o jornal,</p></p>

<p><blockquote> <p>segundo o ministro da Justi&ccedil;a, n&atilde;o se saiba exatamente quantos imigrantes ilegais h&aacute; na Dinamarca &ndash; temos um receio justificado de que o grande n&uacute;mero de imigrantes ilegais que est&atilde;o atualmente na Gr&eacute;cia e em It&aacute;lia comecem a dirigir-se para o Norte.</p></p>

<p></blockquote> <p>Estas medidas justificam-se, tamb&eacute;m, por raz&otilde;es pol&iacute;ticas, afirma Marl&egrave;ne Wind, da Universidade de Copenhaga, citada pelo di&aacute;rio:</p></p>

<p><blockquote> <p>Os problemas da imigra&ccedil;&atilde;o ilegal prejudicam o mercado interno e o esp&iacute;rito europeu da livre circula&ccedil;&atilde;o. Por isso, ser&aacute; uma vit&oacute;ria &ndash; tamb&eacute;m para a presid&ecirc;ncia dinamarquesa &ndash; se o projeto for bem-sucedido.</p>

<p>&nbsp;</p> </blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:15:30 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1871961</guid></item>
<item><title><![CDATA[Emigração: Indignados estão a partir]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1832871-indignados-estao-partir?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Polityka, Varsóvia &ndash; Centenas de jovens, a maior parte licenciados, estão a deixar Portugal e Espanha. A Europa não precisa deles, enquanto a África e a América do Sul os recebe de braços abertos. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1832871-indignados-estao-partir?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:25:58 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1832871</guid></item>
<item><title><![CDATA[Irlanda: Um lar virtual longe de casa]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1735691-um-lar-virtual-longe-de-casa?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Irish Times, Dublin &ndash; Nos últimos anos, o contacto dos imigrantes com as suas pátrias é diferente graças às novas tecnologias, mas a experiência será, por isso, mais fácil ou mais difícil? <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1735691-um-lar-virtual-longe-de-casa?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 13:06:47 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1735691</guid></item>
<item><title><![CDATA[Portugal: Emigração, uma bela miragem]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1655181-emigracao-uma-bela-miragem?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Público, Lisboa &ndash; Após assistir ao nascimento da &quot;geração parva&quot; de jovens precários, a crise levou as famílias a sair do país para procurar trabalho na Europa. Mal preparados, sem saberem falar outras línguas e sem recursos, acabam muitas vezes a viver na rua. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1655181-emigracao-uma-bela-miragem?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 16:23:29 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1655181</guid></item>
<item><title><![CDATA[Emigração: Irlandeses voltam-se para Liverpool]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1640081-irlandeses-voltam-se-para-liverpool?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[The Guardian, Londres &ndash; O desemprego numa Irlanda atingida pela crise elevou a emigração para os níveis mais altos dos últimos 20 anos. Muitos rumam à cidade portuária britânica – lugar onde mais de três quartos dos habitantes reivindicam ascendência irlandesa. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1640081-irlandeses-voltam-se-para-liverpool?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 16:44:21 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1640081</guid></item>
<item><title><![CDATA[Debate: Wilders, a Europa de Leste agradece]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1547501-wilders-europa-de-leste-agradece?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Hospodářské noviny, Praga &ndash; Ao lançar um sítio de Internet anti-imigrantes, o populista holandês faz, uma vez mais, uma provocação de mau gosto. Mas tem o mérito de nos fazer refletir sobre as relações entre os europeus dos dois lados do continente, escreve um editorialista checo. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1547501-wilders-europa-de-leste-agradece?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 16:59:37 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1547501</guid></item>
<item><title><![CDATA[Itália: TEDH condena deportações para a Líbia]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1547161-tedh-condena-deportacoes-para-libia?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;It&aacute;lia rejeitada&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ilmanifesto.it/area-abbonati/in-edicola/manip2n1/20120224/manip2pg/01/manip2pz/IMMAGINE/">titula <em>Il Manifesto</em></a>, ap&oacute;s o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) ter dado a It&aacute;lia como culpada da viola&ccedil;&atilde;o do direito de prote&ccedil;&atilde;o contra a tortura e o abuso dos imigrantes. O tribunal de Estrasburgo <a target="_self" href="http://cmiskp.echr.coe.int/tkp197/view.asp?action=open&amp;documentId=901572&amp;portal=hbkm&amp;source=externalbydocnumber&amp;table=F69A27FD8FB86142BF01C1166DEA398649">aprovou uma peti&ccedil;&atilde;o</a> assinada por um grupo de cidad&atilde;os da Som&aacute;lia e da Eritreia, intercetados num barco na costa da ilha de Lampedusa em maio de 2009.&nbsp; Segundo o acordo assinado pelo Governo de Silvio Berlusconi com o na altura Presidente l&iacute;bio, Muammar Kadhafi, estes foram deportados para a L&iacute;bia, o seu ponto de embarca&ccedil;&atilde;o. A It&aacute;lia dever&aacute; pagar 15 mil euros a cada um pelos danos.</p>

<p>Segundo o Tribunal, a pol&iacute;tica de &ldquo;rejei&ccedil;&atilde;o&rdquo; da It&aacute;lia, em curso desde 2009, viola a legisla&ccedil;&atilde;o internacional dado que lida com os imigrantes de forma coletiva e nega-lhes o direito de recorrer em tribunais italianos. Roberto Maroni, na altura ministro do Interior da Liga do Norte, criticou a senten&ccedil;a e classificou-a como &ldquo;pol&iacute;tica&rdquo;, enquanto o primeiro-ministro Mario Monti declarou que o Governo ir&aacute; estudar a decis&atilde;o. Mas <a target="_self" href="http://www.ilmanifesto.it/area-abbonati/in-edicola/manip2n1/20120224/manip2pg/01/manip2pz/318541/"><em>Il Manifesto</em> mostra-se c&eacute;tico</a>:</p></p>

<p><blockquote> <p>Os acordos estabelecidos com o novo Governo l&iacute;bio atual apontam na mesma dire&ccedil;&atilde;o do que os revogados com Kadhafi. Para mudar esta situa&ccedil;&atilde;o seria necess&aacute;rio iniciar uma reforma legislativa e adotar uma nova pol&iacute;tica de informa&ccedil;&atilde;o. Quando se l&ecirc; os coment&aacute;rios online sobre a senten&ccedil;a, percebe-se que a Europa &eacute; agora vista como uma amea&ccedil;a &agrave; nossa integridade nacional, fruto de duas d&eacute;cadas de xenofobia e hostilidade institucional relativamente aos imigrantes.</p></p>

<p></blockquote></p>]]></description><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 16:17:36 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1547161</guid></item>
<item><title><![CDATA[Noruega: Euro-refugiados têm receção gelada]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1513821-euro-refugiados-tem-rececao-gelada?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[El País, Madrid &ndash; Para fugir ao desemprego, centenas de espanhóis emigram para a idealizada Noruega, à procura de trabalho. Poucos tiveram sorte. Muitos só encontraram desemprego, frio e desespero. Mais um capítulo da grande crise que afeta a Espanha. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1513821-euro-refugiados-tem-rececao-gelada?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:04:56 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1513821</guid></item>
<item><title><![CDATA[Controvérsia: Sítio de Internet anti-imigrantes envergonha a Holanda]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1510481-sitio-de-internet-anti-imigrantes-envergonha-holanda?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[NRC Handelsblad, Amesterdão &ndash; Divulga as tuas queixas contra os trabalhadores da Europa de Leste: o novo sítio de Internet do partido de Geert Wilders chocou vários países da UE. Quando é que o primeiro-ministro Mark Rutte, que atualmente depende do apoio do PVV, vai condenar este movimento provocatório?, pergunta o NRC Handelsblad. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1510481-sitio-de-internet-anti-imigrantes-envergonha-holanda?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:50:01 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1510481</guid></item>
<item><title><![CDATA[Emigração: “A Lituânia não é um país onde apeteça viver”]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1498451-lituania-nao-e-um-pais-onde-apeteca-viver?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[Veidas, Vilnius &ndash; Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1498451-lituania-nao-e-um-pais-onde-apeteca-viver?xtor=RSS-18">Ver mais</a>.]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 17:09:05 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1498451</guid></item>
<item><title><![CDATA[Imigração: Destes náufragos não se ouve falar]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1408281-destes-naufragos-nao-se-ouve-falar?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Cat&aacute;strofes mar&iacute;timas no Mediterr&acirc;neo&rdquo;, traz em manchete o <em>Tageszeitung</em>, que se afasta da cobertura medi&aacute;tica consagrada ao naufr&aacute;gio do Costa Concordia.</p></p>

<p><p>De facto, no Mediterr&acirc;neo, poucos foram os naufr&aacute;gios &ldquo;que fizeram a capa dos jornais&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=a1&amp;dig=2012%2F01%2F18%2Fa0040&amp;cHash=8be141d9d5">relembra o di&aacute;rio de Berlim</a>, que ilustra a sua com uma foto de um navio que naufragou em junho de 2011 ao largo de uma ilha tunisina, com cerca de 700 refugiados l&iacute;bios a bordo.</p>

<p>Enumerando a lista das &ldquo;piores cat&aacute;strofes mar&iacute;timas no Mediterr&acirc;neo desde 2006&rdquo; o di&aacute;rio <a target="_self" href="http://www.taz.de/!85840/">escreve no seu editorial</a>:</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p>Centenas de milhares de pessoas, cuja identidade permanece desconhecida, morrem em alto mar ou em praias rochosas. Dezenas de milhares de refugiados acabam nas m&atilde;os do submundo da Europa em crise que n&atilde;o lhes reserva um lugar nem humanidade. [&hellip;] Os mortos est&atilde;o entre n&oacute;s, quer venham de cruzeiros de luxo ou de traineiras.</p>

<p></p> </blockquote></p>]]></description><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:09:15 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1408281</guid></item>
<item><title><![CDATA[Emigração: Espanha regista declínio da população]]></title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1404391-espanha-regista-declinio-da-populacao?xtor=RSS-18</link><description><![CDATA[<p><p>&ldquo;Espanha deixa de ser terra de acolhimento&rdquo;, refere <a href="http://www.elmundo.es/"><em>El Mundo</em></a>. O di&aacute;rio de Madrid afirma:</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p>A crescente euforia migrat&oacute;ria da &uacute;ltima d&eacute;cada de esplendor [econ&oacute;mico] acabou de repente e transformou-se num &ecirc;xodo em massa de quase meio milh&atilde;o de pessoas.</p></p>

<p></blockquote> <p>De acordo com um <a target="_self" href="http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&amp;path=%2Ft20%2Fp259&amp;file=inebase&amp;L=0">relat&oacute;rio</a> divulgado a 13 de janeiro pelo Instituto Nacional de Estat&iacute;stica (INE), a taxa bruta de migra&ccedil;&otilde;es &eacute; negativa (-50,090) pela primeira vez em dez anos, com 62 611 nacionais e 445 130 n&atilde;o-nacionais que abandonaram o pa&iacute;s em 2011. Os destinos principais para esta migra&ccedil;&atilde;o s&atilde;o Marrocos, Equador e Bol&iacute;via, logo seguidos de Brasil, Fran&ccedil;a, Argentina, Alemanha, Reino Unido e China.</p></p>

<p><p>O di&aacute;rio conservador atribui parte do decr&eacute;scimo populacional em Espanha ao decl&iacute;nio da taxa de natalidade -</p>

<p></p> <blockquote></p>

<p><p>2011 foi o ano em que a m&eacute;dia de idades para o nascimento do primeiro filho ultrapassou a barreira dos 31 anos.</p></p>

<p></blockquote> <p>&nbsp;</p></p>]]></description><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:44:06 +0100</pubDate><guid isPermalink="false">1404391</guid></item>
</channel></rss>