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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[ONU]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>Costa do Marfim | Paris empurra Gbagbo para a saída</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/595111-paris-empurra-gbagbo-para-saida</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Gbagbo deposto, uma vit&oacute;ria para a Fran&ccedil;a e para a ONU&rdquo;, congratula-se <em><a href="http://www.lefigaro.fr/" target="_self"><em>Le Figaro</em></a></em>, no dia seguinte &agrave; deten&ccedil;&atilde;o do presidente da Costa do Marfim, expulso pelos soldados fi&eacute;is ao seu sucessor, Alassane Ouattara, reconhecido pela comunidade internacional e apoiado <a target="_self" href="http://www.defense.gouv.fr/operations/cote-d-ivoire/dossier/les-forces-francaises-en-cote-d-ivoire">pela for&ccedil;a militar da Fran&ccedil;a</a>, o antigo pa&iacute;s colonizador. Para o di&aacute;rio conservador, quatro meses ap&oacute;s a crise, esta queda &ldquo;transmite ao mundo uma mensagem universal e elementar: aquele que perde as elei&ccedil;&otilde;es, deve deixar o poder. Esta &eacute; uma mensagem que se aplica em primeiro lugar a &Aacute;frica e que merece que a Fran&ccedil;a se envolva sem reservas, no sentido de apoiar um compromisso internacional un&acirc;nime&rdquo;. </p>
<p>O <a href="http://www.liberation.fr/monde/01012331162-la-strategie-risquee-de-sarkozy-l-africain" target="_self"><em>Lib&eacute;ration</em></a>, destaca, por seu lado, &ldquo;a estrat&eacute;gia arriscada de Sarkozy, o africano&rdquo;, que &ldquo; se arrisca a ser acusado de recuperar as velhas pr&aacute;ticas intervencionistas da Fran&ccedil;a-&Aacute;frica&rdquo; embora, comenta o <em>Lib&eacute;ration</em>, &ldquo;nada fazer seria imposs&iacute;vel&rdquo;. &ldquo;Paris ser&aacute; julgado pelas suas rela&ccedil;&otilde;es com o novo regime, mesmo que os partid&aacute;rios de Alassante Ouattara sejam acusados <a target="_self" href="http://www.hrw.org/fr/node/97941">em investiga&ccedil;&otilde;es como a da Human Rights Watch</a>, de massacres e de limpezas &eacute;tnicas&rdquo;, assegura ao jornal um especialista em &Aacute;frica e no M&eacute;dio Oriente.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 12 Apr 2011 12:35:46 +0100</pubDate><guid>595111</guid></item>
<item><title>França | Nova frente francesa em África</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/584131-nova-frente-francesa-em-africa</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Fran&ccedil;a entra em guerra&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.liberation.fr/monde/01012329852-cote-d-ivoire-paris-a-l-assaut-du-camp-gbagbo">anuncia o <em>Lib&eacute;ration</em> na primeira p&aacute;gina</a>, ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o &ldquo;a pedido da ONU&rdquo; da for&ccedil;a francesa <a target="_blank" href="http://www.defense.gouv.fr/operations/cote-d-ivoire/dossier/les-forces-francaises-en-cote-d-ivoire">Licorne</a> (1650 soldados) na Costa do Marfim, ao lado dos capacetes azuis da <a target="_blank" href="http://www.onuci.org/">ONUCI</a> [Opera&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas na Costa do Marfim]. A 4 de abril, os helic&oacute;pteros da ONUCI e a for&ccedil;a a&eacute;rea francesa bombardearam v&aacute;rias posi&ccedil;&otilde;es dos partid&aacute;rios do presidente costa-marfinense cessante, Laurent Gbagbo, que recusa ceder o poder ao seu rival, Alassane Ouattara, vencedor reconhecido pela comunidade internacional das elei&ccedil;&otilde;es de novembro de 2010. &ldquo;Esta interven&ccedil;&atilde;o levada a cabo conjuntamente pela ONU e por uma antiga pot&ecirc;ncia colonial [a Costa do Marfim tornou-se independente em 1960] &eacute;, sem d&uacute;vida, a primeira do g&eacute;nero desde a descoloniza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, escreve o Lib&eacute;ration. </p>
<p>A opera&ccedil;&atilde;o &eacute; justificada com a <a target="_blank" href="http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=37949&amp;Cr=ivoire&amp;Cr1">resolu&ccedil;&atilde;o 1975</a>, adotada no final de mar&ccedil;o pelo Conselho de seguran&ccedil;a da ONU. &ldquo;Na L&iacute;bia, tal como na Costa do Marfim, mesmo que Sarkozy se defenda, a Fran&ccedil;a toma partido e, de facto, quer derrubar pela for&ccedil;a Kadhafi e Gbagbo&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.liberation.fr/monde/01012329855-peril">escreve o<em> Lib&eacute;ration</em></a>. E se os motivos humanit&aacute;rios s&atilde;o reais, continua o di&aacute;rio de esquerda, &ldquo;Sarkozy leva a Fran&ccedil;a para duas opera&ccedil;&otilde;es perigosas&rdquo;. &ldquo;Porque &eacute; que esta vontade de proteger civis n&atilde;o conseguiu evitar <a target="_blank" href="http://www.lefigaro.fr/flash-actu/2011/04/05/97001-20110405FILWWW00319-duekoue-fosse-commune-decouverte.php">o massacre de Du&eacute;kou&eacute;</a>, no oeste do pa&iacute;s, de que as for&ccedil;as de Ouattara s&atilde;o aparentemente culpadas?&rdquo;, pergunta o di&aacute;rio para quem, tanto na L&iacute;bia como na Costa do Marfim, &ldquo;os opositores ser&atilde;o sempre culpados, aos olhos das suas popula&ccedil;&otilde;es, de terem chegado ao poder em carros de um ex&eacute;rcito estrangeiro&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 12:29:11 +0100</pubDate><guid>584131</guid></item>
<item><title>Kosovo | Hashim Thaçi, o tubarão de Pristina (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/476411-hashim-thaci-o-tubarao-de-pristina</link><description><![CDATA[Quando o Conselho da Europa se prepara para exigir uma investigação sobre os negócios do primeiro-ministro, Hashim Thaçi, no sombrio submundo do Kosovo, documentos secretos da NATO, disponibilizados ao jornal britânico The Guardian, fornecem mais revelações chocantes sobre este estimado aliado do Ocidente. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 25 Jan 2011 13:09:04 +0100</pubDate><guid>476411</guid></item>
<item><title>Saara Ocidental | Jornalistas estrangeiros finalmente admitidos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/398871-jornalistas-estrangeiros-finalmente-admitidos</link><description><![CDATA[<p>&quot;Marrocos controla El-Ayoun atrav&eacute;s da sua rede de delatores&quot;, titula o di&aacute;rio&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.elmundo.es"> <em>El Mundo</em></a>, que investigou o &ldquo;controlo f&eacute;rreo&rdquo; que Rabat imp&ocirc;s &agrave; capital do Saara Ocidental <a target="_blank" href="http://quiosco.elmundo.orbyt.es/epaper/xml_epaper/El%20Mundo/22_11_2010/pla_562_Madrid/xml_arts/art_4050457.xml">ap&oacute;s os motins</a> provocados pelo desmantelamento do campo de refugiados sarau&iacute;s de Gdem Izik, a 8 de novembro. A viol&ecirc;ncia causou 11 mortos entre as for&ccedil;as da ordem marroquinas e um n&uacute;mero impreciso de v&iacute;timas entre os civis (entre dois e quatro, segundo Rabat, 36, segundo os independentistas da Frente Polis&aacute;rio), nomeadamente um cidad&atilde;o espanhol. O di&aacute;rio refere igualmente o <em>black-out</em> informativo, imposto por Marrocos at&eacute; 21 de novembro, que interditou a entrada de jornalistas estrangeiros na antiga col&oacute;nia espanhola, anexada por Rabat em 1976, acusando-os de apoiar a causa dos independentistas e provocando igualmente alguma tens&atilde;o diplom&aacute;tica com Madrid. O Governo espanhol recusou-se a condenar o assalto das for&ccedil;as marroquinas, em nome das boas rela&ccedil;&otilde;es com Marrocos.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 22 Nov 2010 13:18:42 +0100</pubDate><guid>398871</guid></item>
<item><title>Nações Unidas | Voz enfraquecida da Europa em Direitos Humanos (The New York Times, Nova Iorque )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/361861-voz-enfraquecida-da-europa-em-direitos-humanos</link><description><![CDATA[A eleição da Alemanha e de Portugal para o Conselho de Segurança da ONU conseguirá superar o declínio da influência da Europa no mundo? Não contem com isso, defende The New York Times. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 17:23:42 +0100</pubDate><guid>361861</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Portugal e Alemanha na assembleia da ONU</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/359851-portugal-e-alemanha-na-assembleia-da-onu</link><description><![CDATA[<p>Portugal foi eleito membro n&atilde;o-permanente do Conselho de Seguran&ccedil;a da ONU &quot;com um n&uacute;mero recorde de votos&quot;, <a href="http://publico.pt/Pol%C3%ADtica/portugal-eleito-para-o-conselho-de-seguranca-da-onu_1460641" target="_blank">noticia o di&aacute;rio lisboeta <em>P&uacute;blico</em></a>. Por seu turno, o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em> nota que a Alemanha, igualmente eleita, &quot;ir&aacute; ser ouvida no cap&iacute;tulo da pol&iacute;tica global nos pr&oacute;ximos anos&quot;. Os dois pa&iacute;ses foram eleitos por dois anos para a Assembleia Geral da ONU, a 12 de outubro. Citado pelo di&aacute;rio alem&atilde;o, o eurodeputado Martin Schulz lamenta que &quot;a Alemanha e Portugal tenham ficado em oposi&ccedil;&atilde;o&quot; e considera que isto prova &quot;mais uma vez que a UE n&atilde;o tem uma voz comum&quot;. </p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 13 Oct 2010 11:56:37 +0100</pubDate><guid>359851</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE é "persona non grata" na ONU</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/339201-ue-e-persona-non-grata-na-onu</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A Uni&atilde;o Europeia esperava ter j&aacute; uma voz e um rosto nas Assembleias-gerais da ONU: falhou&rdquo;, escreve <a target="_blank" href="http://www.lesoir.be/ "><em>Le Soir</em></a>. A 14 de setembro, a Assembleia-geral da ONU rejeitou a resolu&ccedil;&atilde;o proposta pela B&eacute;lgica, em nome dos Vinte e Sete. O texto permitia que o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, ou a Alta Representante da UE para a Pol&iacute;tica Externa, Catherine Ashton, participassem, de facto, nos trabalhos da Assembleia, ao contr&aacute;rio do estatuto de observador de que a UE disp&otilde;e. &ldquo;No entanto, a UE n&atilde;o pediu um &lsquo;verdadeiro&rsquo; lugar com direito a voto&rdquo;, esclarece <em>Le Soir</em>, mas &ldquo;a ado&ccedil;&atilde;o dessa resolu&ccedil;&atilde;o teria permitido &agrave; UE dar mais vida a essas institui&ccedil;&otilde;es sa&iacute;das do Tratado de Lisboa&rdquo;. O di&aacute;rio belga cita um diplomata europeu para quem &ldquo;embora n&atilde;o haja um movimento antieuropeu, alguns pa&iacute;ses n&atilde;o t&ecirc;m a m&iacute;nima vontade de fazer mais um favor aos europeus, que j&aacute; est&atilde;o bem representados&rdquo;. &ldquo;E porque raz&atilde;o deveria ser concedido um privil&eacute;gio &agrave; UE e n&atilde;o a outras organiza&ccedil;&otilde;es regionais como a Uni&atilde;o Africana ou a Liga &Aacute;rabe?&rdquo;, pergunta tamb&eacute;m o di&aacute;rio belga.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 13:24:30 +0100</pubDate><guid>339201</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE quer estatuto especial na ONU</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/322171-ue-quer-estatuto-especial-na-onu</link><description><![CDATA[<p>A Assembleia-geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas vai votar no pr&oacute;ximo m&ecirc;s uma resolu&ccedil;&atilde;o que atribuiu um estatuto especial &agrave; Uni&atilde;o Europeia,<a target="_blank" href="http://www.rp.pl/artykul/2,526355.html"> escreve o <em>Rzeczpospolita</em></a>. At&eacute; agora, a UE tinha apenas estatuto de observador na ONU, sem direito a voto. Esta altera&ccedil;&atilde;o &eacute; um &ldquo;assunto muito delicado&rdquo;, acrescenta o di&aacute;rio de Vars&oacute;via. Pa&iacute;ses membros como a Fran&ccedil;a e o Reino Unido temendo perder a sua influ&ecirc;ncia no Conselho de Seguran&ccedil;a, olharam, inicialmente, para esta ideia com relut&acirc;ncia. Ultimamente, acabaram por chegar a um acordo de compromisso segundo o qual a chefe da diplomacia da Uni&atilde;o Europeia, Catherine Ashton, ter&aacute; o direito de falar em nome da EU na Assembleia-geral mas n&atilde;o no Conselho de Seguran&ccedil;a. No entanto, o resultado da vota&ccedil;&atilde;o de Setembro continua uma inc&oacute;gnica, uma vez que outras organiza&ccedil;&otilde;es, como a Liga &Aacute;rabe e a Uni&atilde;o Africana, podem pedir um estatuto semelhante, sublinha o<em> Rzeczpospolita</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:14:07 +0100</pubDate><guid>322171</guid></item>
<item><title>Dinamarca | Governo fecha os olhos ao racismo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/298161-governo-fecha-os-olhos-ao-racismo</link><description><![CDATA[<p>Segundo os cr&iacute;ticos, &quot;o Governo dinamarqu&ecirc;s esconde o racismo&quot;. O di&aacute;rio <a target="_blank" href="http://jp.dk/indland/indland_politik/article2129883.ece"><em>Jyllands-Posten</em> explica</a> que, em agosto, o <a target="_blank" href="http://www2.ohchr.org/french/bodies/cerd/">Comit&eacute; das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Elimina&ccedil;&atilde;o da Discrimina&ccedil;&atilde;o Racial</a> ter&aacute; de avaliar o racismo na Dinamarca. Segundo o <a target="_blank" href="http://www.drcenter.dk/">Centro de Documenta&ccedil;&atilde;o e Aconselhamento sobre Discrimina&ccedil;&atilde;o Racial</a>, o relat&oacute;rio enviado ao Comit&eacute; pelo Governo subestima a situa&ccedil;&atilde;o. Omite, inclusivamente, 560 casos de viol&ecirc;ncia, registados desde 2005 pelos Servi&ccedil;os de Informa&ccedil;&atilde;o, motivados, alegadamente, por racismo ou religi&atilde;o. Dia 26 de julho, o Centro ir&aacute; enviar um relat&oacute;rio alternativo &agrave; ONU.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 11:49:22 +0100</pubDate><guid>298161</guid></item>
<item><title>Haiti | Um desastre provocado pelo Homem (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/170011-um-desastre-provocado-pelo-homem</link><description><![CDATA[Enquanto a comunidade internacional procura, a todo o custo, ajudar o Haiti após o terramoto de 12 de Janeiro, Peter Hallward denuncia, no Guardian, a responsabilidade internacional na devastação económica da ilha, que deixa centenas de milhar de haitianos completamente expostos a um desastre natural de larga escala. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 14 Jan 2010 17:36:29 +0100</pubDate><guid>170011</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE quer um lugar da ONU (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/117931-ue-quer-um-lugar-da-onu</link><description><![CDATA[Para o novo Governo alemão, o objectivo de Berlim não é já obter um lugar permanente para a Alemanha no Conselho de Segurança das Nações Unidas, mas para a União Europeia. Entretanto, o ex-embaixador italiano na ONU Francesco Paolo Fulci explica como a UE pode pesar mais nas decisões do Conselho. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 15 Oct 2009 19:24:28 +0100</pubDate><guid>117931</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Um grande erro divide os europeus (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/92141-um-grande-erro-divide-os-europeus</link><description><![CDATA[Após o bombardeamento de dois camiões-cisterna, no norte do Afeganistão, por soldados alemães das forças da NATO, que provocou mais de uma centena de vítimas, o exército alemão está a ser alvo das mais duras críticas dos seus aliados europeus. Censuras prematuras e perigosas, considera o Süddeutsche Zeitung, para quem a guerra acaba de marcar a sua entrada na campanha eleitoral. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 07 Sep 2009 19:45:30 +0100</pubDate><guid>92141</guid></item>
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