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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Afeganistão]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>9/11, 10 anos | O Leste levanta-se sobre a Zona de Impacto (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/932631-o-leste-levanta-se-sobre-zona-de-impacto</link><description><![CDATA[Passámos os anos depois dos ataques a solo norte-americano focados nas ameaças terroristas e nas guerras no Afeganistão e no Iraque. Mas não reparámos na verdadeira mudança global: a lenta mas imparável subida da China, escreve o TGA. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 17:40:19 +0100</pubDate><guid>932631</guid></item>
<item><title>França | Campos Elísios com bandeira a meia-haste</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/775211-campos-elisios-com-bandeira-meia-haste</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Um 14 de julho de luto&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.leparisien.fr/international/un-14-juillet-endeuille-par-la-mort-de-cinq-soldats-francais-14-07-2011-1532292.php">titula o <em>Le Parisien</em></a>. Na v&eacute;spera da festa do Dia Nacional, a Fran&ccedil;a teve conhecimento da morte de cinco dos seus soldados no Afeganist&atilde;o (e de quatro outros soldados que ficaram gravemente feridos) num ataque suicida perpetrado na regi&atilde;o de Kapisa (nordeste de Cabul) e reivindicado pelos Taliban. &ldquo;A emo&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s e na comunidade militar foi maior do que o atentado que ocorreu no dia a seguir ao an&uacute;ncio de um primeiro movimento de retirada das tropas do Afeganist&atilde;o&rdquo;, escreve o di&aacute;rio. Numa visita ao local, Nicolas Sarkozy confirmou a retirada de um milhar de homens, um quarto das tropas francesas atualmente instaladas no Afeganist&atilde;o, at&eacute; ao final de 2012. Este ataque, refere o <em>Le Parisien</em> &ldquo;constitui o golpe mais sofrido do ex&eacute;rcito franc&ecirc;s no Afeganist&atilde;o, depois da emboscada de Uzbin a 18 de agosto de 2008, em que 10 soldados franceses foram mortos.&rdquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:47:24 +0100</pubDate><guid>775211</guid></item>
<item><title>França - Afeganistão | Livres após 18 meses nas mãos dos talibans</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/749411-livres-apos-18-meses-nas-maos-dos-talibans</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Enfim livre&rdquo;, titula o <em>Lib&eacute;ration</em>, um dia depois de terem sido libertados os jornalistas franceses da cadeia de televis&atilde;o publica France 3, Herv&eacute; Ghesqui&egrave;re e St&eacute;phane Taponier, que estiveram ref&eacute;ns durante 547 dias, no Afeganist&atilde;o. Apesar de se congratular com o acontecimento, <a target="_self" href="http://www.liberation.fr/monde/01012346293-irremplacable">o di&aacute;rio regressa &agrave; pol&eacute;mica</a> e ao bra&ccedil;o de ferro que, durante todo o tempo em que estiveram em cativeiro, op&ocirc;s o <a target="_self" href="http://www.soutienherveetstephane.org/">grupo de apoio dos dois jornalista</a> ao Eliseu: &ldquo;H&aacute; que sobre mediatizar os ref&eacute;ns ou, como cada vez mais fazem os americanos, manter um sil&ecirc;ncio absoluto?</p>
<p>Neste caso, ambos os m&eacute;todos foram usados, sem que se possa medir a efic&aacute;cia desta op&ccedil;&atilde;o. Foi pago resgate? &Eacute; dif&iacute;cil saber, mas se fosse esse o pre&ccedil;o da liberdade?&rdquo;, interroga-se igualmente o di&aacute;rio, que lembra as cr&iacute;ticas da presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica que v&atilde;o &agrave; procura de um &lsquo;furo&rsquo; &ldquo;a qualquer pre&ccedil;o&rdquo; e ao &ldquo;custo muito consider&aacute;vel&rdquo; que este caso teve. E o di&aacute;rio conclui: &ldquo;Claro, assim vai o bom funcionamento da democracia&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 30 Jun 2011 13:50:48 +0100</pubDate><guid>749411</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Nós vamos, vocês ficam | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/742931-nos-vamos-voces-ficam</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:26:31 +0100</pubDate><guid>742931</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Paris em linha com retirada americana</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/737591-paris-em-linha-com-retirada-americana</link><description><![CDATA[<p>&quot;A Fran&ccedil;a vai retirar-se do Afeganist&atilde;o&rdquo;, titula o <em><a target="_self" href="http://www.lefigaro.fr/">Le Figaro</a></em>. &quot;Algumas horas depois do an&uacute;ncio pelo presidente Barak Obama da retirada de um ter&ccedil;o dos efetivos americanos colocados no Afeganist&atilde;o at&eacute; ao ver&atilde;o de 2012, o Eliseu anunciou, a 23 de junho, o repatriamento de um milhar de soldados (de um total de 4000 homens) at&eacute; ao pr&oacute;ximo ano. Esta &ldquo;retirada progressiva&quot; conforme o acordo assinado na <a target="_self" href="http://www.natolisboa2010.gov.pt/fr/inicio/">Cimeira da NATO, em Lisboa , em novembro de 2010</a>, &eacute; motivada &quot;pela aproxima&ccedil;&atilde;o dos atos eleitorais nos dois lados so Atlantico&rdquo;, escreve o jornal di&aacute;rio. O seu cong&eacute;nere<em> <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fidees%2farticle%2f2011%2f06%2f23%2fpour-l-otan-en-afghanistan-l-heure-du-repli_1539784_3232.html">Le Monde</a></em><a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fidees%2farticle%2f2011%2f06%2f23%2fpour-l-otan-en-afghanistan-l-heure-du-repli_1539784_3232.html"> refere</a>, por sua vez, que uma vez eleito, o presidente Nicolas Sarkozy &ldquo;aceitara aumentar o contingente franc&ecirc;s em paralelo com o avan&ccedil;o americano [o refor&ccedil;o de tropas decidido pela Casa Branca em 2009]. Dever&aacute; agora voltar a alinhar com Washington sem, no entanto, ter a satisfa&ccedil;&atilde;o de ter cumprido a miss&atilde;o.&rdquo;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 24 Jun 2011 13:49:28 +0100</pubDate><guid>737591</guid></item>
<item><title>Polónia | US Army é o caminho mais curto para a nacionalidade americana</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/647811-us-army-e-o-caminho-mais-curto-para-nacionalidade-americana</link><description><![CDATA[<p>O <em>Gazeta Wyborcza</em> dedica hoje a primeira p&aacute;gina aos &quot;cidad&atilde;os do ex&eacute;rcito americano&quot;. <a href="http://wyborcza.pl/1,91446,9574859,_Gazeta_Wyborcza___obywatel_US_Army.html" target="_self">Segundo este di&aacute;rio</a>, muitos jovens polacos que s&atilde;o titulares de um &quot;green card&quot; (a autoriza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia americana) alistam-se nas <a href="http://www.goarmy.com/rotc.html" target="_self">For&ccedil;as Armadas dos EUA</a> para obterem a cidadania americana. Depois de terem feito uma forma&ccedil;&atilde;o de 14 semanas, s&atilde;o enviados em miss&atilde;o para o Afeganist&atilde;o e para o Iraque. Desde o in&iacute;cio dos conflitos, 20 deles morreram em combate. Por estas miss&otilde;es perigosas recebem um sal&aacute;rio de 1400 d&oacute;lares, 30 dias de f&eacute;rias pagas, um seguro de sa&uacute;de e a t&atilde;o desejada cidadania americana. Nos termos da lei polaca, servir sob uma bandeira estrangeira &eacute; crime (a menos que tenha sido obtida uma derroga&ccedil;&atilde;o). O Minist&eacute;rio da Defesa da Pol&oacute;nia desconhece o n&uacute;mero exato de polacos que se alistaram nas For&ccedil;as Armadas americanas. Segundo um formador dessas for&ccedil;as, seriam cerca de 500, atualmente. &quot;A Am&eacute;rica &eacute; uma terra de sonhos e o &eacute;xercito americano ajuda a realiz&aacute;-los&quot;, declarou &agrave; <em>Gazeta Wyborcza</em> um polaco integrado no ex&eacute;rcito americano.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 11 May 2011 12:50:39 +0100</pubDate><guid>647811</guid></item>
<item><title>Terrorismo | A herança que Bin Laden nos deixa (Le Monde, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/629561-heranca-que-bin-laden-nos-deixa</link><description><![CDATA[Por mais simbólica que possa ser, a morte do chefe da Al-Qaeda não põe termo à luta contra o terrorismo, nem às consequências que esta tem para a nossa maneira de viver, recorda Le Monde. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 02 May 2011 16:12:12 +0100</pubDate><guid>629561</guid></item>
<item><title>Imigração | Deem-nos trabalho! (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/508941-deem-nos-trabalho</link><description><![CDATA[Para fazer face à onda de imigrantes vindos do Norte de África, a Itália pediu ajuda financeira à UE. Mas, em vez de aumentar o orçamento da agência de vigilância Frontex, a União deverá reformar a política de asilo para favorecer a integração económica dos imigrantes. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 18 Feb 2011 16:28:05 +0100</pubDate><guid>508941</guid></item>
<item><title>Revoluções árabes | Sete razões para estar otimista</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/506671-sete-razoes-para-estar-otimista</link><description><![CDATA[<p>&quot;Revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes  &ndash;  Uma oportunidade para todos n&oacute;s.&quot; Com um certo ar de vingan&ccedil;a, depois de sete meses de debates sobre o lugar do isl&atilde;o na Alemanha, <em><a href="http://www.zeit.de" target="_blank"><em>Die Zeit</em></a></em> titula estes preconceitos e outras &quot;cabe&ccedil;as de turcos&quot; que v&atilde;o desaparecer do imagin&aacute;rio europeu ao mesmo tempo que os d&eacute;spotas do M&eacute;dio Oriente. Sem d&uacute;vida que, refere a revista, &quot;a revolta em Tunes, no Cairo e em Teer&atilde;o ir&aacute; alterar o olhar ocidental sobre o Isl&atilde;o&quot;. Num longo discurso de Jo&atilde;o Paulo II, cujo tom parece inspirado no &quot;n&atilde;o tenhais medo!&quot;, aos povos da Europa oriental, o seman&aacute;rio ilustra os elementos ligados a estas revoltas populares que v&atilde;o permitir, de Berlim a Pequim, <a href="http://blog.zeit.de/joerglau/2011/02/16/warum-die-agyptische-revolution-sogar-fur-israel-gut-ist_4623" target="_blank">passando por Ramallah</a>, um mundo melhor. Nomeadamente connosco, visto que a diaboliza&ccedil;&atilde;o da imagem dos mu&ccedil;ulmanos s&oacute; &eacute; &uacute;til &agrave; vida comum; depois, mais longe, uma vez que as rela&ccedil;&otilde;es entre a UE e a Turquia, que deixa de estar &quot;na charneira entre a Europa democr&aacute;tica e o despotismo &aacute;rabe&quot;, aparecem sob a aurora de um novo dia. E no Ir&atilde;o, na China, ou na Bielorr&uacute;ssia, porque ningu&eacute;m sabe se estes regimes v&atilde;o sair ilesos da onda de choque provocada pelas &quot;revolu&ccedil;&otilde;es &aacute;rabes&quot;.<em></em></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 17 Feb 2011 13:34:51 +0100</pubDate><guid>506671</guid></item>
<item><title>Exército | Missão holandesa não agrada aos afegãos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/503051-missao-holandesa-nao-agrada-aos-afegaos</link><description><![CDATA[<p>&quot;Queremos combater contra os talib&atilde;s&quot;, declaram alguns pol&iacute;cias de Kunduz, noticia o <em>Volkskrant</em>. <a target="_blank" href="http://www.volkskrant.nl/vk/nl/2668/Buitenland/article/detail/1834742/2011/02/15/Agenten-in-Kunduz-wij-willen-juist-vechten.dhtml">Segundo este di&aacute;rio holand&ecirc;s</a>, os pol&iacute;cias afeg&atilde;os &quot;n&atilde;o entendem a miss&atilde;o holandesa&quot;. Em fins de janeiro, a oposi&ccedil;&atilde;o de esquerda deu luz verde ao Governo holand&ecirc;s para <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/196141-tentacao-da-retirada">uma nova miss&atilde;o no Afeganist&atilde;o</a>, destinada a ajudar aquele pa&iacute;s em mat&eacute;ria de seguran&ccedil;a e reconstru&ccedil;&atilde;o. A condi&ccedil;&atilde;o sine qua non <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/479701-regresso-ao-afeganistao">apresentada pelos Verdes para darem a sua aprova&ccedil;&atilde;o</a> foi que o contrato assinado com os afeg&atilde;os precisasse, preto no branco, a natureza exata da miss&atilde;o holandesa: &quot;uma unidade de pol&iacute;cia civil e n&atilde;o de pol&iacute;cia de combate&quot;. No entanto, a pol&iacute;cia afeg&atilde; declarou ao <em>Volkskrant</em>: &quot;n&oacute;s n&atilde;o precisamos de uma pol&iacute;cia que s&oacute; prende gatunos e que patrulha as ruas. Aqui, estamos em guerra&rdquo;. Segundo ela, o ex&eacute;rcito afeg&atilde;o &quot;n&atilde;o d&aacute; conta do recado&quot; e a pol&iacute;cia &quot;devia combater&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 15 Feb 2011 12:12:50 +0100</pubDate><guid>503051</guid></item>
<item><title>Holanda | Regresso ao Afeganistão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/479701-regresso-ao-afeganistao</link><description><![CDATA[<p>Menos de um ano ap&oacute;s <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/196141-tentacao-da-retirada" target="_blank">a queda do anterior Governo</a> devido &agrave; falhada renova&ccedil;&atilde;o da miss&atilde;o militar holandesa no Afeganist&atilde;o, a Holanda prepara-se para regressar &agrave;quele centro de opera&ccedil;&otilde;es. &quot;Elabora&ccedil;&atilde;o de compromisso em marcha&quot;, diz a este respeito o <em>Trouw</em> em t&iacute;tulo, um dia depois da aceita&ccedil;&atilde;o pelo primeiro-ministro liberal Mark Rutte das condi&ccedil;&otilde;es impostas pelos partidos da &quot;pequena oposi&ccedil;&atilde;o de esquerda&quot; (Verdes, liberais de esquerda e crist&atilde;os sociais), de apoio ao envio de uma <a href="http://www.tweedekamer.nl/kamerstukken/dossiers/geintegreerde_politietrainingsmissie_afghanistan.jsp#0" target="_blank">nova miss&atilde;o</a>. O Governo n&atilde;o disp&otilde;e de maioria para este projeto, que &eacute; contestado pelos seus aliados populistas (PVV). A oposi&ccedil;&atilde;o exige que a miss&atilde;o (545 pessoas por um per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos) n&atilde;o tenha car&aacute;ter militar e que, al&eacute;m da forma&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;cias e soldados afeg&atilde;os, seja dado &ldquo;um lugar de destaque &agrave; alfabetiza&ccedil;&atilde;o, Direitos do Homem e conhecimentos de direito&quot;, <a href="http://www.trouw.nl/nieuws/nederland/article3397500.ece/Kabinet_belooft_verbeteringen_missie_Kunduz.html" target="_blank">explica o di&aacute;rio</a>. Permanece o problema do financiamento da miss&atilde;o: o Governo pretende que seja retirado do or&ccedil;amento para ajuda humanit&aacute;ria, a oposi&ccedil;&atilde;o do da defesa.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 27 Jan 2011 12:32:17 +0100</pubDate><guid>479701</guid></item>
<item><title>Europol | Agitadores de todo o mundo, cuidado! (Frankfurter Rundschau, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/478091-agitadores-de-todo-o-mundo-cuidado</link><description><![CDATA[A Europol, o serviço europeu de Polícia, permite incluir em ficheiro todas as pessoas condenadas na UE, mas também as simplesmente suspeitas. Um mecanismo facilmente alargado a inúmeros movimentos de contestação. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 26 Jan 2011 09:20:31 +0100</pubDate><guid>478091</guid></item>
<item><title>Grécia | Refugiados afegãos ocupam Universidade de Atenas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/475741-refugiados-afegaos-ocupam-universidade-de-atenas</link><description><![CDATA[<p>&quot;Faculdade de Direito transformada em acampamento&quot;, constata <em>To Ethnos</em>. A 23 de janeiro, 250 migrantes afeg&atilde;os, com a ajuda de alguns estudantes de esquerda, ocuparam os anfiteatros da Universidade de Atenas em protesto pela morosidade dada aos processos de pedido de asilo pelo governo grego. Uns est&atilde;o doentes e exigem assist&ecirc;ncia m&eacute;dica e a maioria deu in&iacute;cio a uma greve de fome, <a target="_blank" href="http://www.ethnos.gr/article.asp?catid=11424&amp;subid=2&amp;pubid=52413056">explica o di&aacute;rio</a>, que adianta que &quot;a maior parte tem emprego na Gr&eacute;cia. O seu descontentamento n&atilde;o &eacute; contra as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, mas contra o estatuto de residente no pa&iacute;s&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 25 Jan 2011 10:51:37 +0100</pubDate><guid>475741</guid></item>
<item><title>Espanha | A retirada do Afeganistão está para breve</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/453481-retirada-do-afeganistao-esta-para-breve</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;As tropas sa&iacute;ram do Afeganist&atilde;o este ano&rdquo;, <a href="http://www.lavanguardia.es/politica/20110106/54098387824/chacon-confirma-que-espana-podria-comenzar-a-retirarse-de-afganistan-este-ano.html" target="_blank">anuncia <em>La Vanguardia</em></a>. A 6 de janeiro, a ministra da Defesa, Carme Chac&oacute;n, declarou que espera &ldquo;iniciar em breve o processo de transfer&ecirc;ncia de poderes para o Governo afeg&atilde;o&rdquo;. Mil e quinhentos soldados espanh&oacute;is <a href="http://www.mde.es/areasTematicas/misiones/enCurso/misiones/mision_03.html" target="_blank">est&atilde;o colocados</a> desde 2001 no quadro da <a target="_blank" href="http://www.isaf.nato.int/ ">ISAF</a> (FIAS &ndash; For&ccedil;a Internacional de Assist&ecirc;ncia para Seguran&ccedil;a), a miss&atilde;o da NATO no Afeganist&atilde;o. O an&uacute;ncio foi feito no Pal&aacute;cio Real, em Madrid, durante a tradicional troca de votos de ano novo entre o Rei Juan Carlos e o ex&eacute;rcito. Esta cerim&oacute;nia (&quot;P&aacute;scoa militar&quot;) foi a primeira desde que o pa&iacute;s entrou em estado de emerg&ecirc;ncia&rdquo;, escreve o di&aacute;rio de Barcelona. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/429891-continua-o-estado-de-emergencia" target="_blank">O estado de emerg&ecirc;ncia</a> foi decretado em dezembro passado, depois da <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/298311-militares-para-controlarem-os-ceus" target="_blank">greve dos controladores a&eacute;reos</a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 07 Jan 2011 13:25:32 +0100</pubDate><guid>453481</guid></item>
<item><title>NATO | O Oeste já não garante o Leste (România liberă, Bucareste)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/397461-o-oeste-ja-nao-garante-o-leste</link><description><![CDATA[A cimeira da Aliança Atlântica, que se realiza em Lisboa a 19 e 20 de novembro, marca o aumento da influência russa, lamenta um editorialista romeno, para quem a relação entre o Leste da Europa e Washington continua a ser essencial. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 15:24:41 +0100</pubDate><guid>397461</guid></item>
<item><title>Suécia | Guerra no Afeganistão divide Parlamento</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/363281-guerra-no-afeganistao-divide-parlamento</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;A morte n&atilde;o altera a t&aacute;tica sueca&rdquo; no Afeganist&atilde;o, <a target="_blank" href="http://www.svd.se/opinion/ledarsidan/det-ar-en-maning-till-nationell-samling_5525351.svd">nota o <em>Svenska Dagbladet</em></a> ap&oacute;s o falecimento, em 16 de outubro, do quinto soldado sueco naquele pa&iacute;s, desde 2001. No entanto, em Estocolmo, o acontecimento provoca &ldquo;um apelo &agrave; uni&atilde;o nacional&rdquo; no Parlamento, considera o di&aacute;rio. Na Su&eacute;cia, a decis&atilde;o de contratar soldados para um conflito no estrangeiro sempre foi tomada por consenso entre sociais-democratas e os partidos conservadores e do centro. Mas hoje, pela primeira vez, o Parlamento est&aacute; dividido. Ora o Governo quer prolongar o mandato dos 500 soldados em servi&ccedil;o no Afeganist&atilde;o, mas os sociais-democratas e os Verdes exigem a sua retirada. A entrada para o Parlamento do partido de extrema-direita, os Democratas da Su&eacute;cia, complica ainda mais a situa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 12:05:51 +0100</pubDate><guid>363281</guid></item>
<item><title>Itália | Afeganistão | A guerra secreta de Itália</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/362311-guerra-secreta-de-italia</link><description><![CDATA[<p><a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/359111-primeiro-bombas-e-depois-retirada">A morte de quatro ca&ccedil;adores alpinos</a>, a 9 de outubro, na prov&iacute;ncia afeg&atilde; de Farah, reabriu o debate sobre a participa&ccedil;&atilde;o da It&aacute;lia na For&ccedil;a Internacional de Assist&ecirc;ncia para Seguran&ccedil;a (<a target="_blank" href="http://www.isaf.nato.int/index.php?lang=en">FIAS</a>). E <a target="_blank" href="http://espresso.repubblica.it/dettaglio/afghanistan-ecco-la-verita/2136377">a revista <em>L&rsquo;Espresso</em> desmente</a> as garantias do Governo quanto ao car&aacute;ter &ldquo;pac&iacute;fico&rdquo; da miss&atilde;o italiana, revelando que, de facto, os soldados travam uma &ldquo;guerra secreta&rdquo;, na qual &ldquo;os militares italianos combatem todos os dias e matam centenas de combatentes&rdquo;. A revista teve acesso a novos documentos secretos atrav&eacute;s do site <a target="_blank" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/304231-wikileaks-visa-tambem-o-exercito-portugues">WikiLeaks</a>, que descrevem &ldquo;uma s&eacute;rie infinita de confrontos, com raides a&eacute;reos e entre as aldeias. Uma miss&atilde;o onde h&aacute; traidores e agentes duplos, com militares afeg&atilde;os treinados pela NATO que ajudam os talib&atilde;s, e d&uacute;vidas quanto &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o efetiva, pelo Governo de Cabul, de centenas de milh&otilde;es de euros de ajudas &ndash; italiana, entre outras &ndash; destinadas &agrave; reconstru&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s&rdquo;.<a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/news-brief-cover/358761-les-bombes-d-abord-le-retrait-apres" target="_blank"></a></p>
<p></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 15 Oct 2010 13:01:08 +0100</pubDate><guid>362311</guid></item>
<item><title>Itália / Afeganistão | Primeiro as bombas e depois a retirada</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/359111-primeiro-bombas-e-depois-retirada</link><description><![CDATA[<p>&quot;Cabul, a It&aacute;lia vai-se embora em 2011&quot;, titula <em>La Repubblica</em>. A morte de quatro militares italianos, dia 9 de outubro, numa emboscada na prov&iacute;ncia afeg&atilde; de Rafah, relan&ccedil;ou o debate sobre a dura&ccedil;&atilde;o e as modalidades da participa&ccedil;&atilde;o italiana na miss&atilde;o da <a target="_blank" href="http://www.isaf.nato.int/">ISAF</a> (For&ccedil;a Internacional de Assist&ecirc;ncia para Seguran&ccedil;a). O Governo tenta encontrar uma estrat&eacute;gia para sair de um conflito cada vez menos popular: <a target="_blank" href="http://www.repubblica.it/esteri/2010/10/12/news/berlusconi_tratta_con_obama_pi_aiuti_e_poi_andiamo_via-7959298/?ref=HRER3-1">segundo<em> La Repubblica</em></a>, Silvio Berlusconi ter&aacute; negociado com Washington a retirada do contingente italiano em 2011 em troca do envio de mais instrutores para o ex&eacute;rcito afeg&atilde;o. Para al&eacute;m disso, o ministro da Defesa anunciou a sua inten&ccedil;&atilde;o de equipar bombardeiros italianos, atualmente destinados em exclusivo a miss&otilde;es de reconhecimento, para defender melhor os militares. Este facto ir&aacute; ser a en&eacute;sima viola&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o italiana que, <a target="_blank" href="http://www.lastampa.it/_web/cmstp/tmplRubriche/editoriali/gEditoriali.asp?ID_blog=25&amp;ID_articolo=7945&amp;ID_sezione=&amp;sezione=">recorda <em>La Stampa</em></a>, pro&iacute;be a guerra enquanto instrumento que atenta contra a liberdade dos outros povos e como meio de resolu&ccedil;&atilde;o de controv&eacute;rsias internacionais&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 12 Oct 2010 13:01:47 +0100</pubDate><guid>359111</guid></item>
<item><title>Espanha | Talibãs reclamam duas vítimas espanholas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/324171-talibas-reclamam-duas-vitimas-espanholas</link><description><![CDATA[<p>&quot;Revolta contra as tropas espanholas&quot;, <a target="_blank" href="http://www.publico.es/espana/333705/talibanes/buscabanun/levantamiento/popular">titula a primeira p&aacute;gina do <em>P&uacute;blico</em></a>. O di&aacute;rio de Madrid, assim como o resto da imprensa espanhola, desistem das not&iacute;cias sobre a morte de dois pol&iacute;cias e do seu int&eacute;rprete na prov&iacute;ncia de Badghis, no nordeste do Afeganist&atilde;o. No seguimento do tiroteio, centenas de residentes locais reuniram-se no port&atilde;o do campo espanhol de Qala-e-Naw, entoando c&acirc;nticos e arremessando pedras. O tiroteio e tentativa de assalto &agrave; base fazem parte fazem parte de uma estrat&eacute;gia dos talib&atilde;s para provocar um &quot;levantamento do povo contra os efectivos espanh&oacute;is&quot; no Afeganist&atilde;o, estima o <em>P&uacute;blico</em>. Os ataques surgiram em pleno debate sobre a quest&atilde;o de saber se as <a target="_blank" href="http://www.mde.es/areasTematicas/misiones/enCurso/misiones/mision_03.html">for&ccedil;as espanholas</a> devem prosseguir ou n&atilde;o as suas ac&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s. A ministra espanhola da Defesa declarou que o seu pa&iacute;s seguiria o calend&aacute;rio da <a target="_blank" href="http://www.isaf.nato.int/">ISAF</a> (For&ccedil;a Internacional de Assist&ecirc;ncia e Seguran&ccedil;a), segundo a qual a retirada est&aacute; prevista para o ano que vem.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:27:58 +0100</pubDate><guid>324171</guid></item>
<item><title>Manutenção da paz | Berlim &quot;perde-se&quot; na Somália</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/305161-berlim-perde-se-na-somalia</link><description><![CDATA[<p>&quot;O desastre alem&atilde;o no Corno de &Aacute;frica&quot;, diz o <a href="http://www.taz.de/1/politik/afrika/artikel/1/deutsches-debakel-in-somalia/" target="_blank">t&iacute;tulo do </a><em><a href="http://www.taz.de/1/politik/afrika/artikel/1/deutsches-debakel-in-somalia/" target="_blank">Tageszeitung</a></em>, ap&oacute;s o desaparecimento de 1000 pol&iacute;cias somalis, que, recentemente, tinham recebido forma&ccedil;&atilde;o do Bundeswehr na Eti&oacute;pia. &quot;O facto de ningu&eacute;m saber o que [os pol&iacute;cias] andam a fazer nem a favor de quem se batem&quot; &eacute; mais do que um esc&acirc;ndalo, considera este di&aacute;rio, que acusa Berlim de n&atilde;o ter cumprido as suas responsabilidades, ao agir sem concerta&ccedil;&atilde;o com as Na&ccedil;&otilde;es Unidas e ao n&atilde;o garantir o regresso dos pol&iacute;cias &agrave; Som&aacute;lia. <a href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=a1&amp;dig=2010%2F07%2F30%2Fa0038&amp;cHash=922bf94348" target="_blank">O <em>TAZ</em> interroga-se</a> sobre se a forma&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as de seguran&ccedil;a, a especialidade da coopera&ccedil;&atilde;o civil europeia e alem&atilde; em &Aacute;frica e no Afeganist&atilde;o, representar&aacute; realmente um contributo para a paz. O jornal cita o exemplo brit&acirc;nico: entre 1999 e 2002, a empresa de seguran&ccedil;a Hart Group formou guarda-costas na Som&aacute;lia, alguns dos quais se incluem hoje entre os piratas melhor preparados.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 30 Jul 2010 12:42:43 +0100</pubDate><guid>305161</guid></item>
<item><title>Terrorismo | Lições da Somália para o Afeganistão (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/302941-licoes-da-somalia-para-o-afeganistao</link><description><![CDATA[Após a fuga, para a imprensa internacional, de mais de 90 mil documentos relacionados com a guerra no Afeganistão, são escassos os indícios de que o país esteja em vias de estabilização. O Ocidente bem poderia pôr de lado a estratégia de contra insurreição ali aplicada e centrar-se no contraterrorismo. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:17:46 +0100</pubDate><guid>302941</guid></item>
<item><title>Arend van Dam, HET FINANCIEELE DAGBLAD (AMESTERDÃO) | Os afegãos entre dois fogos | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/302851-os-afegaos-entre-dois-fogos</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:01:48 +0100</pubDate><guid>302851</guid></item>
<item><title>Afeganistão | A guerra desvendada</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/301661-guerra-desvendada</link><description><![CDATA[<p><img vspace="5" hspace="5" align="left" src="http://www.presseurop.eu/files/images/inline/The-Guardian-Afghan-150.jpg" alt="" />&quot;Revela&ccedil;&atilde;o massiva de documentos secretos exp&otilde;e a verdade sobre a ocupa&ccedil;&atilde;o&quot;, <a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/world/2010/jul/25/afghanistan-war-logs-military-leaks">afirma <em>The Guardian</em></a>. Naquela que &eacute; considerada a maior fuga de informa&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria militar dos EUA, cerca de <a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/world/series/afghanistan-the-war-logs">90 mil dossi&ecirc;s</a> sobre a guerra no Afeganist&atilde;o foram postos &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o deste di&aacute;rio de Londres, do <em>New York Times</em> e do seman&aacute;rio alem&atilde;o <em>Der Spiegel</em>, atrav&eacute;s do <a target="_blank" href="http://wikileaks.org/wiki/Afghan_War_Diary,_2004-2010">site Wikileaks</a>. Segundo <em>The Guardian</em>, os dossi&ecirc;s &quot;apresentam um retrato devastador do fracasso da guerra no Afeganist&atilde;o&quot;.</p>
<p>Os documentos incluem pormenores sobre a ascens&atilde;o dos talib&atilde;s nos &uacute;ltimos seis anos, apesar do recrudescimento dos esfor&ccedil;os da coliga&ccedil;&atilde;o para neutralizar a lideran&ccedil;a do movimento com uma unidade &quot;negra&quot; secreta de for&ccedil;as especiais, para &quot;matar ou capturar&quot; sem julgamento. Tamb&eacute;m &eacute; revelado que os EUA ocultaram provas de que os talib&atilde;s adquiriram m&iacute;sseis terra-ar letais e de que a coliga&ccedil;&atilde;o est&aacute; a recorrer cada vez mais &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de <em>drones </em>Reaper para perseguir e matar alvos talib&atilde;s por controlo remoto, a partir de uma base no Nevada. Existem ainda provas esmagadoras de que o vizinho Paquist&atilde;o e o Ir&atilde;o est&atilde;o incentivar a insurrei&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em oposi&ccedil;&atilde;o clara &agrave; imagem p&uacute;blica limpa de uma coliga&ccedil;&atilde;o que procura conquistar &quot;os cora&ccedil;&otilde;es e as mentes&quot; dos afeg&atilde;os, est&atilde;o as provas de pelo menos 195 mortes de civis, que foram ocultadas. Entre os incidentes &quot;azuis e brancos&quot;, no cal&atilde;o militar, incluem-se &quot;o dia em que, em 2008, soldados franceses bombardearam um autocarro cheio de crian&ccedil;as, ferindo oito delas. Uma patrulha dos EUA tamb&eacute;m alvejou um autocarro com tiros de metralhadora, ferindo ou matando 15 dos passageiros e, em 2007, aparentemente num ato de retalia&ccedil;&atilde;o, soldados polacos atacaram uma aldeia com morteiros, matando os participantes numa festa de casamento, entre os quais uma mulher gr&aacute;vida&quot;.<img vspace="5" hspace="5" align="right" src="http://www.presseurop.eu/files/images/inline/Der-Spiegel-Afghan-150.jpg" alt="" /></p>
<p>Na Alemanha, <a target="_blank" href="http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,708314,00.html"><em>Der Spiegel</em> centra-se</a> na guerra da Bundeswehr [for&ccedil;a de defesa federal]. E salienta: &quot;No in&iacute;cio da opera&ccedil;&atilde;o, alguns soldados da Bundeswehr chamavam ironicamente &lsquo;Bad Kunduz&rsquo; &agrave; pequena cidade de Kunduz, sendo que a palavra alem&atilde; &lsquo;Bad' &eacute; utilizada em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s est&acirc;ncias termais. Mas os dias amenos em Kunduz, onde est&aacute; estacionado um grande n&uacute;mero de soldados alem&atilde;es, h&aacute; muito que s&atilde;o coisa do passado&quot;. Em 19 de maio de 2007, tr&ecirc;s soldados alem&atilde;es foram mortos por um bombista suicida, quando se encontravam num mercado local. O seman&aacute;rio salienta que &quot;oito civis afeg&atilde;os morreram tamb&eacute;m no primeiro ataque mortal, deliberadamente dirigido contra os alem&atilde;es que se encontram na regi&atilde;o&quot;.</p>
<p>&quot;Seja sob que &acirc;ngulo for&quot;, <a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/jul/25/afghanistan-war-logs-guardian-editorial">diz a manchete do<em> Guardian</em></a>, &quot;n&atilde;o estamos perante um Afeganist&atilde;o que os EUA ou o Reino Unido estejam prestes a entregar, embrulhado como um presente com fitas cor-de-rosa, a um governo nacional soberano, em Cabul. Pelo contr&aacute;rio. Ao fim de nove anos de guerra, o caos amea&ccedil;a devastar tudo. Uma guerra supostamente travada para conquistar os cora&ccedil;&otilde;es e as mentes dos afeg&atilde;os n&atilde;o pode ser ganha assim&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 14:15:34 +0100</pubDate><guid>301661</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Exército britânico deixa a guerra para os americanos</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/290331-exercito-britanico-deixa-guerra-para-os-americanos</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Afeganist&atilde;o: uma guerra americana&rdquo;, <a target="_blank" href="http://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/afghanistan-now-its-americas-war-2021218.html">&eacute; a manchete de <em>The Independent</em></a>, um dia depois de o ex&eacute;rcito brit&acirc;nico ter anunciado a sua retirada de Sangin, na prov&iacute;ncia de Helmand. Considerada um &quot;pote de mel&quot; para os rebeldes talib&atilde;s, Sangin foi respons&aacute;vel por 99 das 312 &quot;baixas&quot; brit&acirc;nicas em Helmand. No outono, os soldados brit&acirc;nicos ser&atilde;o substitu&iacute;dos no local por 20 mil soldados americanos e o primeiro-ministro David Cameron prev&ecirc; a retirada completa em 2015. O di&aacute;rio londrino nota que &ldquo;a realidade de Helmand e do sul do Afeganist&atilde;o no seu conjunto &eacute; agora um verdadeiro <em>show </em>americano&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 12:40:58 +0100</pubDate><guid>290331</guid></item>
<item><title>Polónia | Varsóvia prepara retirada do Afeganistão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/280531-varsovia-prepara-retirada-do-afeganistao</link><description><![CDATA[<p>&quot;Miss&atilde;o no Afeganist&atilde;o chega ao fim em 2013&quot;,&nbsp; <a href="http://wyborcza.pl/1,75248,8055958,Afganistan___wiekszosc_zolnierzy_wycofamy_w_2012_r_.html" target="_blank">destaca o <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, aludindo aos planos que Vars&oacute;via e a <a href="http://www.nato.int/cps/en/natolive/index.htm" target="_blank">NATO</a> est&atilde;o a preparar para a retirada do contingente do ex&eacute;rcito polaco do Afeganist&atilde;o. Com 2600 soldados estacionados na prov&iacute;ncia de Ghazni, a Pol&oacute;nia prev&ecirc; o in&iacute;cio da retirada em 2011&nbsp; &ndash; quando terminar a atual ofensiva &ndash; e prev&ecirc; igualmente cumprir o objetivo da For&ccedil;a Internacional de Assist&ecirc;ncia para Seguran&ccedil;a (<a href="http://www.isaf.nato.int/" target="_blank">ISAF</a>), de derrotar os Talib&atilde;s e centrar-se na reconstru&ccedil;&atilde;o de infraestruturas e em dar forma&ccedil;&atilde;o sobre poder aut&aacute;rquico.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:49:42 +0100</pubDate><guid>280531</guid></item>
<item><title>Alemanha | Presidente alemão demite-se por causa do Afeganistão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/263271-presidente-alemao-demite-se-por-causa-do-afeganistao</link><description><![CDATA[<p>Criticado por ter justificado, no decorrer de uma  visita ao Afeganist&atilde;o, os compromissos militares da Alemanha no estrangeiro com  a defesa dos seus interesses econ&oacute;micos, o presidente alem&atilde;o demitiu-se, ontem, 31  de Maio. Horst K&ouml;hler protestou assim contra uma &quot;f<a href="http://www.bundespraesident.de/-,2.664352/Erklaerung-von-Bundespraesiden.htm" target="_blank">alta de respeito pela sua  fun&ccedil;&atilde;o</a><a href="http://www.bundespraesident.de/-,2.664352/Erklaerung-von-Bundespraesiden.htm" target="_blank">&quot;. </a></p>
<p>Para Angela Merkel, &eacute; mais um problema para resolver. A  Chancelar alem&atilde; ter&aacute; de encontrar um candidato at&eacute; final de Junho, altura em que  o Parlamento federal ir&aacute; eleger um novo presidente. Para o <a href="http://www.faz.net/s/RubCF3AEB154CE64960822FA5429A182360/Doc~E0556D2F7E5E54CDD85B98274BC3E6F4A~ATpl~Ecommon~Scontent.html " target="_blank">Frankfurter  Allgemeine Zeitung</a>, esta demiss&atilde;o &eacute; &quot;uma deser&ccedil;&atilde;o&quot;. K&ouml;hler &quot;&eacute; desleal  porque desestabiliza uma Chanceler que o apoiou e que n&atilde;o est&aacute; a atravessar  momentos nada f&aacute;ceis&quot;, estima o di&aacute;rio conservador alem&atilde;o. &quot;&Eacute; um  cobarde&quot;, porque prefere manter &quot;a calma num debate sobre o Afeganist&atilde;o,  uma op&ccedil;&atilde;o que os soldados n&atilde;o t&ecirc;m, e quebra a promessa impl&iacute;cita de Chefe de  Estado [&hellip;]: n&atilde;o abandonar os eleitores num per&iacute;odo dif&iacute;cil&quot;.&nbsp;  </p>
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<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 01 Jun 2010 12:43:18 +0100</pubDate><guid>263271</guid></item>
<item><title>Cinema | O documentário que sacudiu a Dinamarca</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/253891-o-documentario-que-sacudiu-dinamarca</link><description><![CDATA[<p>O estado-maior dinamarqu&ecirc;s abriu um inqu&eacute;rito sobre os eventuais crimes de guerra cometidos pelos seus militares no Afeganist&atilde;o, depois de, no Festival de Cannes, ter sido apresentado <a target="_blank" href="http://www.armadillothemovie.com/armadillo/TRAILER.html">Armadillo</a>, um document&aacute;rio de Janus Metz,&nbsp; <a target="_blank" href="http://www.semainedelacritique.com/films/2010/2010_comp_armadi.php">em competi&ccedil;&atilde;o na Semana da Cr&iacute;tica</a>. No filme,&nbsp; <a target="_blank" href="http://jp.dk/indland/article2070957.ece">explica o Jyllands-Posten</a>, soldados dinamarqueses evocam, de facto, a &ldquo;execu&ccedil;&atilde;o&rdquo; de talib&atilde;s feridos durante um confronto a 25 de Junho de 2009, o que constituiria uma viola&ccedil;&atilde;o do direito da guerra. Apesar da estreia s&oacute; estar prevista para 8 de Julho, o filme &eacute; j&aacute; apreciado de formas diferentes pela opini&atilde;o p&uacute;blica, continua o jornal: a esquerda afirma que o filme mostra &ldquo;um Vietname dinamarqu&ecirc;s&rdquo;, enquanto a extrema direita o considera como &ldquo;um monumento ao esfor&ccedil;o her&oacute;ico dos soldados dinamarqueses&rdquo;.</p>
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<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 18 May 2010 13:13:53 +0100</pubDate><guid>253891</guid></item>
<item><title>Itália-Afeganistão | Terroristas ou testemunhas?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/230421-terroristas-ou-testemunhas</link><description><![CDATA[<p>As autoridades afeg&atilde;s refutaram rumores segundo os quais tr&ecirc;s italianos que trabalhavam para a ONG <a href="http://www.emergency.it/menu.php?A=002&amp;SA=007&amp;ln=En">Emergency</a>, que presta assist&ecirc;ncia m&eacute;dica em zonas de guerra internacionais, tinham confessado ter participado numa conspira&ccedil;&atilde;o dos talib&atilde;s para assassinar o governador da cidade de Lashkar Gah, no sul do pa&iacute;s. No entanto, os tr&ecirc;s homens continuam presos. Os Minist&eacute;rios dos Neg&oacute;cios Estrangeiros e da Defesa de It&aacute;lia, que anteriormente tinham acusado a organiza&ccedil;&atilde;o de &quot;prejudicar a imagem de It&aacute;lia&quot; por tratar insurrectos talib&atilde;s, al&eacute;m de civis, ainda ter&aacute; de pedir a sua liberta&ccedil;&atilde;o. O editorial do di&aacute;rio de Roma <a href="http://www.ilmanifesto.it/"><em>Il Manifesto</em></a> &eacute; muit&iacute;ssimo duro. &quot;O ataque &agrave; Emergency &eacute; uma consequ&ecirc;ncia da Opera&ccedil;&atilde;o Mushtarak&quot;, lan&ccedil;ada em Fevereiro pela For&ccedil;a Internacional de Assist&ecirc;ncia e Seguran&ccedil;a (ISAF). </p>
<p>&quot;A prepara&ccedil;&atilde;o para a guerra exige a elimina&ccedil;&atilde;o de todas as testemunhas inc&oacute;modas. Os hospitais da Emergency s&atilde;o postos de observa&ccedil;&atilde;o que aborrecem aqueles que lan&ccedil;am bombas e matam.&quot; &Eacute; o que escreve este di&aacute;rio, um dia depois de, no sul do Afeganist&atilde;o, soldados da NATO terem <a target="_blank" href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/afghanistan/article7095153.ece">aberto fogo</a> contra um autocarro, matando quarto civis, entre os quais uma mulher e uma crian&ccedil;a. Entretanto, a ONG italiana entregou o controlo do hospital onde os tr&ecirc;s trabalhavam &agrave; pol&iacute;cia afeg&atilde;. &quot;Se o que eles queriam era impedir-nos de trabalhar ali, foram bem sucedidos&quot;, declarou um porta-voz da Emergency <a href="http://www.repubblica.it/interstitial/interstitial3316638.html">ao <em>La Repubblica</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 13 Apr 2010 14:23:38 +0100</pubDate><guid>230421</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Um erro de casting que sai caro</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/216211-um-erro-de-casting-que-sai-caro</link><description><![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o Europeia ter&aacute; posto em risco, por amadorismo, a vida do seu pessoal em servi&ccedil;o em Cabul, revela o&nbsp;<a href="http://www.liberation.fr/" target="_blank"><em>Lib&eacute;ration</em></a>. Em 2008, a protec&ccedil;&atilde;o do <a href="http://www.delafg.ec.europa.eu/en/index.htm" target="_blank">representante permanente da UE no Afeganist&atilde;o</a>, das instala&ccedil;&otilde;es e dos membros da embaixada foram confiados a uma empresa brit&acirc;nica, a <a href="http://www.aprodex.com/page-protective-services-ltd-832-l.aspx" target="_blank">Page Protective Sercices Ltd (PPS</a>). O contrato de quatro anos foi estimado em cerca de 27 milh&otilde;es de euros. Ora, garante aquele di&aacute;rio, a PPS &ldquo;<em>cumpriu apenas parcialmente a sua miss&atilde;o, coisa que os servi&ccedil;os da Comiss&atilde;o sabiam muito bem</em>&rdquo;. O <em>Lib&eacute;ration </em>faz uma lista com v&aacute;rias irregularidades: no momento do concurso Bruxelas escolheu, entre as quatro empresas concorrentes, a menos profissional, &ldquo;<em>sem nenhuma experi&ecirc;ncia em zonas de guerra</em>&rdquo;, e a mais cara. A PPS n&atilde;o forneceu o material nem destacou o pessoal previsto e, aos funcion&aacute;rios que enviou, n&atilde;o atribuiu sen&atilde;o uma pequena parte do sal&aacute;rio or&ccedil;amentado no contrato assinado com a Comiss&atilde;o. A&nbsp; <a href="http://ec.europa.eu/anti_fraud/index_fr.html" target="_blank">Ag&ecirc;ncia Antifraude da UE</a> (Olaf) j&aacute; abriu uma investiga&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 15:33:45 +0100</pubDate><guid>216211</guid></item>
<item><title>Defesa comum | Hora de cerrar fileiras (European Voice, Bruxelas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/206441-hora-de-cerrar-fileiras</link><description><![CDATA[Em matéria de Defesa, os Estados membros preferem desenvolver os seus próprios exércitos e estratégias e mostram má cara à concretização de uma política e de unidades militares comuns. Mas os desafios colocados pelo conflito no Afeganistão deverão obrigá-los a rever essa posição. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:02:08 +0100</pubDate><guid>206441</guid></item>
<item><title>Afeganistão | A tentação da retirada (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/196141-tentacao-da-retirada</link><description><![CDATA[Em desacordo sobre a manutenção de tropas no Afeganistão, o Governo de coligação holandês caiu a 20 de Fevereiro. A onda de choque pode atingir os seus vizinhos europeus envolvidos no conflito, afirma a imprensa. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 22 Feb 2010 17:38:44 +0100</pubDate><guid>196141</guid></item>
<item><title>Afeganistão | A quadratura do círculo (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/180241-quadratura-do-circulo</link><description><![CDATA[Um dia depois da conferência internacional sobre o Afeganistão, é necessário rendermo-nos à evidência: os objectivos que os ocidentais fixaram para o país são incompatíveis e uma parte do poder acabará por ter de ser dada aos talibãs. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:44:35 +0100</pubDate><guid>180241</guid></item>
<item><title>Segredos difíceis | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/179381-segredos-dificeis</link><description><![CDATA[<p>A 29 de Janeiro, Tony Blair teve de explicar, perante uma comiss&atilde;o de inqu&eacute;rito, as raz&otilde;es que o levaram a lan&ccedil;ar o seu pa&iacute;s na guerra contra o Iraque. Na v&eacute;spera, n&atilde;o muito longe dali, realizou-se a Confer&ecirc;ncia de Londres sobre o futuro do Afeganist&atilde;o. De natureza diferente, as duas guerras da era Bush continuam a pesar sobre os europeus. O Iraque, porque os dirigentes manipularam a opini&atilde;o p&uacute;blica, para a levar a apoiar o derrube de Saddam Hussein, o Afeganist&atilde;o porque perante a falta de resultados no terreno e de uma estrat&eacute;gia clara, muitos cidad&atilde;os sentem que os seus Governos n&atilde;o est&atilde;o a dizer toda a verdade sobre o envolvimentos dos seus soldados.</p>
<p>L&eacute;o Strauss &eacute; uma das refer&ecirc;ncias intelectuais dos neo-conservadores americanos. Numa interpreta&ccedil;&atilde;o controversa do pensamento deste fil&oacute;sofo de origem alem&atilde;, morto em 1973, os arquitectos das guerras de Bush retiveram a ideia de que &eacute; &ldquo;<em>necess&aacute;rio mentir ao povo sobre a natureza da realidade pol&iacute;tica. Uma elite, no entanto, reconhece a verdade e guarda-a para si</em>&rdquo;, <a href="http://www.commondreams.org/views03/0515-09.htm" target="_blank">explicava o editorialista americano William Pfaff em 2003</a>. </p>
<p>Nas sociedades democr&aacute;ticas esta tenta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o existe s&oacute; para os ide&oacute;logos. Obrigados a tomarem decis&otilde;es, muitas vezes complexas, perante uma opini&atilde;o p&uacute;blica cada vez mais reactiva e que pede contas, os dirigentes europeus podem sucumbir a essa atitude elitista. Foi o caso doo Iraque, mas n&atilde;o quer dizer que tenha de ser este o caso da Europa. O Tratado de Lisboa entrou em vigor &agrave; custa de falta de democracia. A sua aplica&ccedil;&atilde;o, <a href="http://www.presseurop.eu/fr/content/article/178231-les-dirigeants-de-lue-jouent-cache-cache" target="_blank">como explicava <em>Le Monde</em> esta semana</a>, &eacute; objecto de jogos de poder incompreens&iacute;veis para os cidad&atilde;os. N&atilde;o &eacute; a impot&ecirc;ncia da UE que vai tornar o elitismo europeu mais aceit&aacute;vel. <em>Eric Maurice</em></p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:02:34 +0100</pubDate><guid>179381</guid></item>
<item><title>Diplomacia | Para sair de vez do impasse afegão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/178511-para-sair-de-vez-do-impasse-afegao</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;<em>Continua dif&iacute;cil</em>&rdquo;, titula o <em>Tageszeitung</em>. Perante a estrat&eacute;gia de Barack Obama &ldquo;que n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o uma&rdquo;, o di&aacute;rio de Berlim apela a uma verdadeira edifica&ccedil;&atilde;o do Estado no Afeganist&atilde;o. No momento em que se realiza, em Londres, uma <a target="_blank" href="http://afghanistan.hmg.gov.uk/en/conference/">confer&ecirc;ncia internacional&nbsp;</a> sobre o futuro daquele pa&iacute;s, o <em>TAZ</em> <a target="_blank" href="http://www.taz.de/1/archiv/digitaz/artikel/?ressort=me&amp;dig=2010%2F01%2F28%2Fa0119&amp;cHash=f443cfd0f5">defende</a> que se n&atilde;o for encontrada, rapidamente, uma solu&ccedil;&atilde;o, o Afeganist&atilde;o continuar&aacute; a ser um cen&aacute;rio de guerras por procura&ccedil;&atilde;o, como aconteceu durante os s&eacute;culos XIX e XX. &ldquo;<em>&Eacute; aqui que vai ser decidido quem, no concerto das grandes pot&ecirc;ncias, ter&aacute; um papel a desempenhar. A China autocr&aacute;tica ou a &Iacute;ndia democr&aacute;tica? Que papel cabe &agrave; R&uacute;ssia? Um Ir&atilde;o com armas nucleares modificar&aacute;, inevitavelmente, o equil&iacute;brio de poderes no M&eacute;dio Oriente.</em>&rdquo; O jornal prop&otilde;e &ldquo;d<em>iscutir uma nova constitui&ccedil;&atilde;o</em>&rdquo; que d&ecirc; maior autonomia &agrave;s prov&iacute;ncias, porque &ldquo;<em>a constitui&ccedil;&atilde;o presidencialista nascida em 2002, sob press&atilde;o norte-americana, n&atilde;o teve em conta a hist&oacute;ria e a estrutura do pa&iacute;s&rdquo;</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 28 Jan 2010 16:22:30 +0100</pubDate><guid>178511</guid></item>
<item><title>Pepsch, Süddeutsche Zeitung (Munique) | Bravura e indemnizações | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/153381-bravura-e-indemnizacoes</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 10 Dec 2009 17:00:43 +0100</pubDate><guid>153381</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Cem soldados britânicos mortos em 2009</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/152241-cem-soldados-britanicos-mortos-em-2009</link><description><![CDATA[<p>As baixas do Ex&eacute;rcito brit&acirc;nico no Afeganist&atilde;o atingiram a centena este ano &ndash; que se torna assim o mais sangrento desde o come&ccedil;o do destacamento de tropas, em 2001 &ndash; ap&oacute;s a morte de mais um soldado, a 7 de Dezembro, na prov&iacute;ncia de Helmand. <a target="_blank" href="http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/onthefrontline/5827340/British-war-dead-in-Afghanistan.html">Fotografias</a> das v&iacute;timas deste ano enchem a primeira p&aacute;gina de hoje do <em>Daily Telegraph</em>, que <a href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/asia/afghanistan/6755991/Army-chief-makes-appeal-as-100th-British-soldier-is-killed-in-Afghanistan-this-year.html" target="_blank">refere</a> o pedido do chefe do Estado-Maior do Ex&eacute;rcito brit&acirc;nico, General Sir David Richards, ao p&uacute;blico brit&acirc;nico para que se mantenha <em>&quot;firme&quot;</em> e se <em>&quot;fortale&ccedil;a&quot;</em>. <em>&quot;Como soldados, costumamos dar menos import&acirc;ncia a esses marcos hist&oacute;ricos&quot;</em>, <a target="_blank" href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/asia/afghanistan/6755053/General-Sir-David-Richards-Each-death-hardens-our-resolve-to-get-the-job-done.html">adianta</a> o general, numa entrevista a este di&aacute;rio de Londres. <em>&quot;Cada morte fortalece a nossa determina&ccedil;&atilde;o em cumprirmos o nosso dever.&quot;</em> Qual ser&aacute; exactamente esse dever &eacute; coisa que n&atilde;o &eacute; muito clara esta semana, depois do an&uacute;ncio da decis&atilde;o da Administra&ccedil;&atilde;o Obama de enviar mais 30 000 soldados para o Afeganist&atilde;o e de retirar as suas tropas daquele pa&iacute;s em 2011.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 15:43:09 +0100</pubDate><guid>152241</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Uma missão cada vez mais vaga (Die Tageszeitung, Berlim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/149261-uma-missao-cada-vez-mais-vaga</link><description><![CDATA[Os Estados Unidos pedem mais soldados contra os talibãs. Mas, como mostra o debate em curso no Parlamento alemão, os aliados renunciaram ao mito de uma guerra boa, sem contudo apresentarem uma alternativa credível à opinião pública. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:49:09 +0100</pubDate><guid>149261</guid></item>
<item><title>Afeganistão | Mais tropas polacas a caminho</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/147501-mais-tropas-polacas-caminho</link><description><![CDATA[<p>A Pol&oacute;nia vai enviar mais mil soldados para o Afeganist&atilde;o, para apoiar o seu contingente que conta j&aacute; 2000 homens no pa&iacute;s, relata, na primeira p&aacute;gina, o <a target="_blank" href="http://www.kurierlubelski.pl/wiadomosci/191928,wysylamy-nowych-zolnierzy-na-wojne-w-afganistanie,id,t.html"><em>Polska</em></a>. O envio faz parte do plano estrat&eacute;gico desenvolvido a pelo Minist&eacute;rio da Defesa polaco em resposta ao apelo do Presidente Barack Obama dos EUA para se ampliar a <a target="_blank" href="http://www.isaf.nato.int/">For&ccedil;a Internacional de Assist&ecirc;ncia &agrave; Seguran&ccedil;a</a>&nbsp;(ISAF) no Afeganist&atilde;o. A decis&atilde;o polaca depende ainda da aprova&ccedil;&atilde;o do primeiro-ministro e do Presidente do pa&iacute;s, que, de acordo com o di&aacute;rio, n&atilde;o devem colocar obst&aacute;culos. O chefe do <a target="_blank" href="http://en.bbn.gov.pl/">Departamento da Seguran&ccedil;a Nacional</a>&nbsp;polaco, Aleksander Szczygło, revelou que a decis&atilde;o pol&iacute;tica de aprova&ccedil;&atilde;o do envio j&aacute; havia sido tomada h&aacute; algum tempo. Entretanto, o Presidente Obama deve anunciar amanh&atilde;, em West Point, a muito esperada decis&atilde;o de envio de mais 30 a 36 mil soldados norte-americanos para territ&oacute;rio afeg&atilde;o.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:02:43 +0100</pubDate><guid>147501</guid></item>
<item><title>Alemanha | A Bundeswehr apanhada na tormenta afegã</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/145281-bundeswehr-apanhada-na-tormenta-afega</link><description><![CDATA[<p>É uma informa&ccedil;&atilde;o explosiva <a href="http://www.bild.de/BILD/politik/2009/11/26/bomben-video-kunduz-in-afghanistan/verschwieg-minister-jung-die-wahrheit-ueber-die_20bombardierung.html">publicada&nbsp;</a> no <em>Bild</em> de 26 de Novembro. <em>&ldquo;Um v&iacute;deo ultra-secreto do bombardeamento da Bundeswher [For&ccedil;as Armadas Federais alem&atilde;s]&rdquo;</em> revelado pelo tabl&oacute;ide prova que o ex&eacute;rcito alem&atilde;o escondeu informa&ccedil;&otilde;es sobre o ataque a dois cami&otilde;es cisterna, no passado dia 4 de Setembro, no Afeganist&atilde;o. A opera&ccedil;&atilde;o fez 142 mortes, recorda o Bild, mas Berlim garantiu que n&atilde;o havia nenhum civil entre as v&iacute;timas e que s&oacute; talib&atilde;s tinham sido mortos. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, o di&aacute;rio interroga-se se o ministro da Defesa de ent&atilde;o, Franz Josef Jung, <em>&ldquo;escondeu a verdade&rdquo;</em>, porque o v&iacute;deo e um relat&oacute;rio secreto <em>&ldquo;deixavam claramente perceber que houve v&iacute;timas civis&rdquo;</em>. O furo jornal&iacute;stico do Bild j&aacute; fez duas v&iacute;timas em Berlim: o chefe do Estado-Maior do Ex&eacute;rcito, <a href="http://www.spiegel.de/politik/ausland/0,1518,663561,00.html ">Wolfgang  Schneiderhan</a>, e o secret&aacute;rio de Estado da Defesa, Peter Wichert, que apresentou a demiss&atilde;o algumas horas ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o do Bild.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:46:36 +0100</pubDate><guid>145281</guid></item>
<item><title>União Europeia | Os migrantes mortos não existem</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/141501-os-migrantes-mortos-nao-existem</link><description><![CDATA[<p>O secret&aacute;rio de Estado da Justi&ccedil;a holand&ecirc;s, Nebahat Albayrak, quer que a Uni&atilde;o Europeia registe o n&uacute;mero de migrantes que morrem, todos os anos, no decurso das suas viagens a caminho da Europa, <a href="http://archief.nrc.nl/?modus=l&amp;text=Dode+migranten+bestaan+niet&amp;hit=1&amp;set=1">informa o <em>NRC Handelsblad</em></a>. O di&aacute;rio holand&ecirc;s adianta que os migrantes que n&atilde;o sobrevivem &quot;<em>n&atilde;o existem</em>&quot;. &quot;<em>Nenhum Governo europeu se preocupa em saber o nome desta gente, ou o n&uacute;mero das pessoas que todos os anos morrem &agrave;s portas da fortaleza europeia.</em>&quot; Uma situa&ccedil;&atilde;o considerada &quot;<em>inacredit&aacute;vel</em>&quot; pelo secret&aacute;rio de Estado. Segundo o di&aacute;rio, s&oacute; as ONG, como a <a href="http://www.unitedagainstracism.org/">United against Racism</a>, &eacute; que fazem registos estat&iacute;sticos. Segundo esta ONG, de 1994 at&eacute; hoje, o n&uacute;mero de mortos ultrapassa as 13 mil pessoas, por afogamento, esgotamento, ou no rescaldo de cat&aacute;strofes como, por exemplo, a explos&atilde;o de minas nas fronteiras greco-turcas. Muitas vezes, as fam&iacute;lias tentam, em v&atilde;o, repatriar os corpos dos seus entes queridos. De acordo com um afeg&atilde;o, h&aacute; sete anos a residir ilegalmente na ilha de Lesbos (mar Egeu), &quot;<em>o repatriamento custa milhares de euros </em>[&hellip;] <em>e as embaixadas europeias no Afeganist&atilde;o n&atilde;o concedem vistos aos parentes para que estes possam render a &uacute;ltima homenagem &agrave;s v&iacute;timas</em>&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:35:12 +0100</pubDate><guid>141501</guid></item>
<item><title>Steve Bell, The Guardian (Londres) | Afeganistão ao fundo | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/picture/130991-afeganistao-ao-fundo</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:18:56 +0100</pubDate><guid>130991</guid></item>
<item><title>Imigração | Grécia à procura de uma política de estrangeiros (I Kathimerini, Atenas)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/124931-grecia-procura-de-uma-politica-de-estrangeiros</link><description><![CDATA[Ponto de entrada de numerosos imigrantes na UE, espera-se que a Grécia receba igualmente os estrangeiros que outros países não querem. Dada a falta de infra-estruturas, o país aposta nas expulsões, sem garantir os direitos às pessoas envolvidas. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 19:35:40 +0100</pubDate><guid>124931</guid></item>
<item><title>Política externa | Agente da paz, um ofício difícil (Dziennik Gazeta Prawna, Varsóvia)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/121761-agente-da-paz-um-oficio-dificil</link><description><![CDATA[Diplomatas, soldados, polícias: dos Balcãs ao Afeganistão, a UE desenvolve missões de manutenção de paz, por vezes ambiciosas. Mas por falta de organização ou de envolvimento dos Estados-membros, os resultados são raramente eficazes, apontam dois peritos num relatório. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 18:23:20 +0100</pubDate><guid>121761</guid></item>
<item><title>Imigração | Roma, cidade (não) aberta (Cafebabel.com, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/113691-roma-cidade-nao-aberta</link><description><![CDATA[Atravessaram o Irão, a Turquia, o Mediterrâneo e a Grécia estão retidos em Itália em Itália, na esperança de obter o direito de asilo.Cafebabel.com foi ao encontro dos refugiados afegãos de Ostiense, a sul de Roma. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 19:53:28 +0100</pubDate><guid>113691</guid></item>
<item><title>Prémio Nobel | Obama não trouxe a paz, mas a espada</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/113621-obama-nao-trouxe-paz-mas-espada</link><description><![CDATA[<p>Barack Obama acabou de ser agraciado com o <a href="http://nobelpeaceprize.org/">pr&eacute;mio Nobel</a> da Paz , mas Mehdi Hasan, editor pol&iacute;tico da edi&ccedil;&atilde;o da manh&atilde; da New Statesman, ficou imp&aacute;vido e sereno com a not&iacute;cia sobre o presidente norte-americano. Ao prometer um corte radical com a era Bush, Barack Obama <em>&ldquo;p&ocirc;s-se no lugar do seu desacreditado antecessor</em>&rdquo;, nomeadamente em mat&eacute;ria de pol&iacute;tica externa, afirma <a href="http://www.newstatesman.com/north-america/2009/10/mehdi-hasan-bush-administration-oba">Mehdi Hasan</a>.  Depois de afirmar que iria travar a guerra no Iraque, limitou-se a desviar o ex&eacute;rcito, a diplomacia e a espionagem norte-americanos para a guerra no Afeganist&atilde;o e as opera&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da fronteira at&eacute; ao Paquist&atilde;o. <em>&ldquo;Autorizou ataques a&eacute;reos que mataram mais civis em nove meses do que os bombardeamentos norte-americanos do &uacute;ltimo ano da anterior Administra&ccedil;&atilde;o.</em>&rdquo; Reagindo &agrave; not&iacute;cia hoje divulgada pelo Comit&eacute; Nobel noruegu&ecirc;s, Mehdi Hasan, num blogue intitulado &ldquo;<a class="western" href="http://www.newstatesman.com/blogs/mehdi-hasan/2009/10/nobel-peace-prize-obama">Is this a joke?</a>&rdquo; (&ldquo;<a class="western" href="http://www.newstatesman.com/blogs/mehdi-hasan/2009/10/nobel-peace-prize-obama">Ser&aacute; que est&atilde;o a gozar?</a>&rdquo;) acrescenta que &ldquo;<em>o culto de Barack Obama elevou-o &agrave; categoria de Deus, Santo, Super-Homem &agrave; escala pol&iacute;tica mundial&rdquo;</em>.   Recebe <em>&ldquo;o pr&eacute;mio da paz antes de ter conseguido alcan&ccedil;ar a paz&rdquo;</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 15:12:11 +0100</pubDate><guid>113621</guid></item>
<item><title>Imigração | A polícia francesa e a lei da selva</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/101401-policia-francesa-e-lei-da-selva</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Pr&oacute;xima paragem RU</em>&quot;, &eacute; o t&iacute;tulo de primeira p&aacute;gina do <em>Daily Mail</em>, ao <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1214848/Britain-obsessed-asylum-seekers-let-UK-earliest-convenience-says-Europes-Justice-Commisioner.html#">noticiar</a> o encerramento do campo de refugiados conhecido como &quot;A Selva&quot;, em Calais, Fran&ccedil;a, onde candidatos a asilo pol&iacute;tico, vindos de todos os cantos do mundo, aguardam passagem para o Reino Unido. A opera&ccedil;&atilde;o &quot;<em>esteve a cargo da pol&iacute;cia anti-motim francesa, armada com lan&ccedil;a-chamas, pistolas paralisantes e g&aacute;s lacrimog&eacute;neo</em>&quot; e que cercou com bulldozers &quot;<em>o acampamento de tendas de lona e barrac&otilde;es prec&aacute;rios</em>&quot; onde &quot;<em>o ar est&aacute; impregnado pelo fedor a comida podre e a dejectos humanos</em>&quot;, relata este jornal londrino, sempre interessado em manter os seus leitores conservadores a par das terr&iacute;veis maneiras &agrave; mesa das hordas que querem vir lavar-se na verde e amena costa de Inglaterra. </p>
<p>At&eacute; agora, foram detidos 238 imigrantes, na maioria oriundos do Iraque ocupado pelo Ocidente e do Afeganist&atilde;o e metade dos quais s&atilde;o crian&ccedil;as. Segundo algumas ag&ecirc;ncias humanit&aacute;rias, a maior parte deles ser&atilde;o mandados de volta para os pa&iacute;ses por onde entraram na UE, sendo a Gr&eacute;cia um dos principais pontos de entrada. O ministro franc&ecirc;s do Interior, Eric Besson, ordenou <a href="http://itn.co.uk/7838f4c731e6cb5a4cba03a67e9eee3a.html">o assalto political</a>, evocando argumentos humanit&aacute;rios, tendo qualificado o campo como &quot;<em>placa girat&oacute;ria no tr&aacute;fico de seres humanos</em>&quot;. Do outro lado do Canal, o ministro do Interior, Alan Johnson, disse estar &quot;<em>encantado</em>&quot; com a not&iacute;cia. Entretanto, as v&iacute;timas dos traficantes de pessoas t&ecirc;m uma opini&atilde;o diferente. &quot;<em>Estamos absolutamente decididos a come&ccedil;ar uma vida nova em Inglaterra</em>&quot;, afirmou um jovem de 23 anos, natural de Cabul.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:35:25 +0100</pubDate><guid>101401</guid></item>
<item><title>Afeganistão | McChrystal pede 'sangue fresco'</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/101461-mcchrystal-pede-sangue-fresco</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Afeganist&atilde;o. S&atilde;o precisos mais soldados&rdquo;, <a href="http://wyborcza.pl/1,75248,7064273,Afganistan__Trzeba_krwi.html">&eacute; a manchete de hoje da <em>Gazeta Wyborcza</em></a>, que publica o <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/09/20/AR2009092002920.html">&uacute;ltimo relat&oacute;rio</a> do general Stanley McChrystal, comandante das for&ccedil;as aliadas no Afeganist&atilde;o. McChrystal afirma &lsquo;precisar urgentemente&rsquo; de 30 a 45 mil soldados no Afeganist&atilde;o. &ldquo;A situa&ccedil;&atilde;o est&aacute; a piorar e, a menos que o Ocidente envie mais soldados, vamos perder a guerra com os Talib&atilde;s&rdquo;, alerta.</p>
<p>Segundo a <em>Wyborcza</em>, Washington vai pressionar mais os seus aliados europeus. &ldquo;Os americanos n&atilde;o t&ecirc;m alternativa porque os canadianos, que j&aacute; perderam 131 homens, manifestaram a inten&ccedil;&atilde;o de retirar o seu contingente de 3 mil soldados da prov&iacute;ncia de Kandahar, a sul, no final de 2010&rdquo;, refere o di&aacute;rio de Vars&oacute;via. Em todo o caso, os europeus ponderam a retirada do Afeganist&atilde;o. Esta possibilidade j&aacute; foi referida pelos flamengos, com 21 baixas (prev&ecirc;-se o regresso do seu contingente militar de 1800 homens em 2011), e est&aacute; a ser discutida publicamente pelos italianos, chocados com a morte de seis comandos seus numa emboscada, a semana passada. Fontes do Governo polaco descartaram a possibilidade de enviar mais soldados para o Afeganist&atilde;o, pelo menos por agora. O &uacute;nico pa&iacute;s que, at&eacute; agora, manifestou o seu apoio foi Espanha, que n&atilde;o tardar&aacute; a enviar mais 200 soldados.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:20:28 +0100</pubDate><guid>101461</guid></item>
<item><title>Itália-Afeganistão | Roma retira, ou não?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/99631-roma-retira-ou-nao</link><description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s a morte de seis p&aacute;ra-quedistas, num atentado bombista suicida em Cabul, em 17 de Setembro, o Governo italiano est&aacute; dividido quanto &agrave; hip&oacute;tese de retirada antecipada do Afeganist&atilde;o.</p>
<p>O l&iacute;der da Liga do Nord, Umberto Bossi, entrou de imediato em campo contra a rejei&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a italiana no Afeganist&atilde;o pela opini&atilde;o p&uacute;blica, que, segundo uma sondagem publicada antes do atentado, ser&aacute; maioritariamente (51%) favor&aacute;vel ao regresso dos soldados antes do Natal.</p>
<p>As suas declara&ccedil;&otilde;es suscitaram a c&oacute;lera do ministro da Defesa, Igrazio La Russa (partido Povo da Liberdade), que n&atilde;o digere a alian&ccedil;a do Governo com a Liga e defende firmemente a presen&ccedil;a italiana na <a href="http://www.nato.int/ISAF/ ">ISAF</a> (for&ccedil;a internacional de assist&ecirc;ncia &agrave; seguran&ccedil;a), <a href="http://www.repubblica.it/2009/09/sezioni/esteri/afghanistan-19/governo-diviso-ritiro/governo-diviso-ritiro.html">relata </a>o di&aacute;rio La Repubblica. O primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, confirmou o compromisso da It&aacute;lia quanto ao Afeganist&atilde;o, propondo contudo uma redu&ccedil;&atilde;o do contingente at&eacute; ao fim do ano.</p>
<p>No La Repubblica, Roberto Saviano <a href="http://www.repubblica.it/2009/09/sezioni/esteri/afghanistan-19/ragazzi-del-sud/ragazzi-del-sud.html">observa </a>que, &quot;<em>dos 20 soldados mortos no Afeganist&atilde;o, a maior parte &eacute; origin&aacute;ria do sul de It&aacute;lia. Trata-se de meridionais ou de filhos de meridionais, recrutados na sua regi&atilde;o de origem e noutras regi&otilde;es. Hoje, assistimos ao en&eacute;simo &lsquo;tributo de sangue&rsquo; que as regi&otilde;es do Sul, as mais pobres de It&aacute;lia, pagam pelo pa&iacute;s inteiro</em>.&quot;</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 18 Sep 2009 15:05:24 +0100</pubDate><guid>99631</guid></item>
<item><title>Dinamarca | Querem calar o soldado Rathsack</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/97721-querem-calar-o-soldado-rathsack</link><description><![CDATA[<p>&Eacute; o livro que mais d&aacute; que falar na Dinamarca.&nbsp;Em<a href="http://www.artpeople.dk/boeger/jaeger"><em>Jaeger, i Krig med Eliten</em></a>, (<em>Ca&ccedil;ador, em Guerra com a Tropa de Elite</em>), Thomas Rathsack, militar na reserva, relata as opera&ccedil;&otilde;es dos comandos dinamarqueses no Iraque e no Afeganist&atilde;o.H&aacute; uma semana que o Minist&eacute;rio da Defesa dinamarqu&ecirc;s tem feito tudo&nbsp;para impedir a publica&ccedil;&atilde;o do livro, exigindo a sua interdi&ccedil;&atilde;o, pressionando os funcion&aacute;rios da editora Peoples Press a dizer a quem o enviaram, e escrevendo aos directores dos grandes jornais.Considera que o livro apresenta demasiados pormenores sobre a operacionalidade dos comandos podendo, por isso, revelar-se aos inimigos da Dinamarca.O di&aacute;rio&nbsp;<em>Politiken</em>&nbsp; <a href="http://politiken.dk/indland/article789185.ece">publica</a> excertos, na v&eacute;spera da aprecia&ccedil;&atilde;o, pelo Tribunal de Copenhaga, do pedido de interdi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<a href="http://politiken.dk/debat/ledere/article789246.ece">No seu&nbsp;editorial</a>,o di&aacute;rio invoca&nbsp;&quot;o direito de informar o p&uacute;blico sobre a actualidade &ndash; mesmo quando estamos em guerra e as autoridades n&atilde;o o permitem&quot;. De manh&atilde; j&aacute; n&atilde;o havia um &uacute;nico exemplar do Politiken&nbsp; por vender em Copenhaga.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 16 Sep 2009 16:14:23 +0100</pubDate><guid>97721</guid></item>
<item><title>Diplomacia | UE entre a Realpolitik e a ética</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/96471-ue-entre-realpolitik-e-etica</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;A tentativa europeia de basear a sua pol&iacute;tica externa em fundamentos &eacute;ticos arrisca-se a falhar&quot;</em>, <a href="http://www.tagesspiegel.de/politik/Im-Blick-Europaeische-Aussenpolitik;art771,2898312">observa</a>&nbsp;o <em>Tagesspiegel</em>, citando os casos&nbsp;do <a href="http://ec.europa.eu/external_relations/afghanistan/index_en.htm">Afeganist&atilde;o</a>, da <a href="http://ec.europa.eu/external_relations/libya/index_en.htm">L&iacute;bia</a> e do <a href="http://ec.europa.eu/development/geographical/regionscountries/countries/country_profile.cfm?cid=ZW&amp;type=short&amp;lng=fr&amp;CFID=17220636&amp;CFTOKEN=cb777e26be35ab06-7E875569-D3B9-57F5-B83CBD10DD25D34D&amp;jsessionid=08069ef496067b573e3d">Zimbabwe</a>, ana sequ&ecirc;ncia da visita a este &uacute;ltimo pa&iacute;s de uma delega&ccedil;&atilde;o europeia.&nbsp;Esta &uacute;ltima disp&otilde;e de importantes recursos em hidrocarbonetos, que todos cobi&ccedil;am e, por isso os outros fazem vista grossa, enquanto a UE &quot;<em>pelo menos de maneira ret&oacute;rica, cumpre o respeito pelos direitos humanos e padr&otilde;es democr&aacute;ticos nas suas rela&ccedil;&otilde;es com o Afeganist&atilde;o e o Zimbabu&eacute;</em>&quot;.</p>
<p>Contudo, a sua timidez perante o velho ditador Robert Mugabe causa perplexidade: &ldquo;<em>a UE conta atribuir ao Zimbabu&eacute; a totalidade do apoio previsto para o desenvolvimento, apesar de os defensores dos direitos humanos e os membros do partido de oposi&ccedil;&atilde;o serem torturados</em>&quot;. Em rela&ccedil;&atilde;o ao Governo de Hamid Karzai, a UE &quot;<em>vai ter dificuldade em explicar porque financia a organiza&ccedil;&atilde;o de elei&ccedil;&otilde;es com dinheiro dos contribuintes europeus, sem que haja a mais pequena consequ&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o a numerosas fraudes eleitorais</em>&quot;, acusa o di&aacute;rio berlinense. Segundo ele, &quot;<em>h&aacute; certamente boas raz&otilde;es de realpolitik para cooperar</em>&quot; com estes governos, &quot;<em>mas deviam pelo menos confessar que as tentativas de democratiza&ccedil;&atilde;o falharam</em>&quot;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:43:10 +0100</pubDate><guid>96471</guid></item>
</channel></rss>
