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            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[FDP]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>União Europeia | És Lisboa ou és Suíça? (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/108621-es-lisboa-ou-es-suica</link><description><![CDATA[A União Europeia proporciona aos seus cidadãos um alto grau de segurança, prosperidade, liberdade e bem-estar social mas, na cena mundial, é uma entidade de segundo plano. Para poder escapar ao seu estatuto de &quot;Grande Suíça&quot;, é fundamental que a Irlanda aprove o Tratado de Lisboa, defende Timothy Garton Ash. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:14:02 +0100</pubDate><guid>108621</guid></item>
<item><title>Eleições alemãs | Uma viragem liberal para a Europa?</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/106001-uma-viragem-liberal-para-europa</link><description><![CDATA[<p>&quot;<em>Quem vem l&aacute;?</em>&quot; Perspectivas pretas e amarelas surgem na primeira p&aacute;gina do <em>TAZ</em> (<em>Die Tageszeitung</em>). Sob estas duas cores, conservadores (<a href="http://cdu.de/">CDU</a>)&nbsp;e liberais (<a href="http://www.liberale.de/">FDP</a>)&nbsp;alem&atilde;es v&atilde;o dirigir o maior Estado-membro da UE. Com 21 governos conservadores contra seis socialistas, notar-se-&aacute; que &quot;<em>a mudan&ccedil;a em Berlim significa uma mudan&ccedil;a para a Europa</em>&quot;, escreve <a href="http://www.taz.de/1/debatte/kommentar/artikel/1/wachstum-wachstum/"><em>Die Tageszeitung</em></a>.&nbsp; Em primeiro lugar, quanto ao mercado interno: &quot;<em>A ideia de que um mercado sem fronteiras &eacute; tamb&eacute;m um mercado de trabalho, no qual precisamos de normas sociais m&iacute;nimas imp&ocirc;s-se muito lentamente. Para o Governo alem&atilde;o, o sal&aacute;rio m&iacute;nimo j&aacute; n&atilde;o est&aacute; na ordem do dia</em>&quot;. J&aacute; as energias alternativas dever&atilde;o sofrer um duro golpe: &quot;<em>A Finl&acirc;ndia, o Reino Unido e a Fran&ccedil;a preparam-se para construir novas centrais nucleares. A partir de agora, a Alemanha tamb&eacute;m</em>&quot;, escreve este di&aacute;rio de Berlim, que prev&ecirc; que os liberais possam negociar vantagens substanciais para a sua ind&uacute;stria, no mercado das emiss&otilde;es. Em terceiro lugar, a regulamenta&ccedil;&atilde;o dos mercados financeiros: o FDP alem&atilde;o n&atilde;o mostra o mesmo interesse que os seus hom&oacute;logos europeus pela harmoniza&ccedil;&atilde;o das normas para os bancos. Apenas os direitos c&iacute;vicos poder&atilde;o beneficiar da nova coliga&ccedil;&atilde;o: &quot;<em>O FDP quer lutar contra a mania de arquivar os dados pessoais</em>&quot;, salienta o <em>TAZ</em>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 29 Sep 2009 15:21:18 +0100</pubDate><guid>106001</guid></item>
<item><title>Alemanha | Vem aí o mais difícil para Merkel (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/105471-vem-ai-o-mais-dificil-para-merkel</link><description><![CDATA[Reconduzida na liderança do Governo, com a coligação com que sonhava, a chanceler vai ter de assumir as suas opções, escreve o Süddeutsche Zeitung. Principal obstáculo: o seu novo parceiro liberal, que poderá valer-lhe alguma impopularidade. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 28 Sep 2009 18:01:58 +0100</pubDate><guid>105471</guid></item>
<item><title>Alemanha | Desastre eleitoral para Angela Merkel</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/87761-desastre-eleitoral-para-angela-merkel</link><description><![CDATA[<p>Os resultados das elei&ccedil;&otilde;es regionais de 30 de Agosto, domingo, no Saxe, Sarre e Tur&iacute;ngia, mostram que ainda est&aacute; tudo em aberto a um m&ecirc;s das legislativas, para as quais a coliga&ccedil;&atilde;o da direita de Angela Merkel (CDU) com os liberais do FDP foi dada como largamente vencedora. No Saxe, com os seus 41% de votos, a CDU &quot;<em>n&atilde;o tem concorrentes</em>&quot;, <a href="http://www.zeit.de/online/2009/36/landtagswahlen-saarland-thueringen-sachsen">explica&nbsp;</a>o <em>Die Zeit.</em> Na Tur&iacute;ngia e no Sarre, em contrapartida, a CDU perde mais de 10% dos eleitores relativamente &agrave;s &uacute;ltimas elei&ccedil;&otilde;es regionais. Die Linke, &quot;<em>a esquerda da esquerda&quot;, foi uma surpresa, ao conseguir ultrapassar os 18% no Sarre &quot;sem programa digno desse nome, mas com [o seu fundador] Oskar Lafontaine &agrave; cabe&ccedil;a</em>&quot;, ironiza Die Zeit.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Com o resultado eleitoral dos Verdes, superior em todo o lado a 5%, <em>&quot;todas as coliga&ccedil;&otilde;es s&atilde;o poss&iacute;veis, excepto aquela [entre liberais, SPD e Verdes] que iria servir a Frank Walter Steinmeier (o candidato social-democrata &agrave; Chancelaria</em>)&quot; para derrotar a sua advers&aacute;ria Angela Merkel, refere Die Zeit.&nbsp;Registou-se uma maior aflu&ecirc;ncia &agrave;s urnas na Tur&iacute;ngia e no Sarre, e s&oacute; no Saxe &eacute; que a extrema-direita chega ao parlamento. A noite de 27 de Setembro, data das elei&ccedil;&otilde;es legislativas, n&atilde;o ir&aacute; ser &quot;<em>nada aborrecida&quot;, </em>regozija-se o seman&aacute;rio alem&atilde;o.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 31 Aug 2009 15:42:53 +0100</pubDate><guid>87761</guid></item>
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