<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<rss version="2.0">
            <channel><title>Presseurop | <![CDATA[Estados Unidos]]></title>
                <link>http://www.presseurop.eu/pt</link>
                <description>O melhor da imprensa europeia em 10 línguas</description>
                <language>pt</language><item><title>G8 | Acordar o crescimento, uma grande tarefa (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/2026701-acordar-o-crescimento-uma-grande-tarefa</link><description><![CDATA[No G8 de Camp David, os países mais ricos do mundo concordaram em relançar o crescimento, especialmente na Europa. Mas isso implica uma mudança radical de política em relação à austeridade praticada até agora. Os líderes estão preparados? (Article)]]></description><pubDate>Mon, 21 May 2012 16:38:11 +0100</pubDate><guid>2026701</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Sejamos um pouco mais americanos! (Hospodářské noviny, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1999011-sejamos-um-pouco-mais-americanos</link><description><![CDATA[A crise grega e a falta de uma reação decisiva dos dirigentes europeus acabaram por encobrir o objetivo mais amplo do futuro da UE. Visto que os EUA souberam encontrar soluções eficazes, está na hora de nos inspirarmos no estado de espírito americano, argumenta um cronista checo. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 18 May 2012 15:42:26 +0100</pubDate><guid>1999011</guid></item>
<item><title>Retrato | Max Schrems não "gosta" do Facebook (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1881381-max-schrems-nao-gosta-do-facebook</link><description><![CDATA[Um estudante de direito austríaco acusa a rede social de desrespeitar a legislação sobre a proteção de dados. Mas Mark Zuckerberg, que não quer falhar a entrada da sua empresa na bolsa e a Irlanda, que abriga a sua sede europeia, decidiram contra-atacar. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:11:04 +0100</pubDate><guid>1881381</guid></item>
<item><title>Zona euro | E contudo, o rigor é necessário (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1880571-e-contudo-o-rigor-e-necessario</link><description><![CDATA[Holanda, França, Banco Central Europeu, etc.: a Europa revolta-se contra as medidas de austeridade prescritas pela Alemanha. O pacto orçamental está ameaçado de malogro. Berlim e a Europa precisam, no entanto, de se submeter à disciplina, escreve um jornalista económico alemão. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:40:26 +0100</pubDate><guid>1880571</guid></item>
<item><title>Economia | FMI, um aliado inconveniente (NRC Handelsblad, Roterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1832041-fmi-um-aliado-inconveniente</link><description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional, que acaba de alertar a Europa para o risco de uma nova crise, faz parte da troika encarregada de ajudar os países em dificuldade. Mas há um ano que o salvador se manifesta menos conciliador, sob a presidência da francesa Christine Lagarde. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 18 Apr 2012 17:16:20 +0100</pubDate><guid>1832041</guid></item>
<item><title>Debate | Marte e Vénus, dez anos depois (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1784521-marte-e-venus-dez-anos-depois</link><description><![CDATA[Os americanos acreditam no Deus da guerra, os europeus inspiram-se na Deusa do amor, afirmava o americano Robert Kagan em 2002. Mas após o Iraque, o Afeganistão e a crise europeia, esta tese controversa revela uma reviravolta surpreendente das perspetivas. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 16:40:11 +0100</pubDate><guid>1784521</guid></item>
<item><title>Líbia | Inquérito ameaça petrolíferas europeias</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1776511-inquerito-ameaca-petroliferas-europeias</link><description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Transi&ccedil;&atilde;o da L&iacute;bia abriu um inqu&eacute;rito aos&nbsp;contratos de petr&oacute;leo assinados com empresas estrangeiras durante&nbsp;os &uacute;ltimos anos do regime de Kadhafi, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/esteri/12_aprile_09/libia-cnt-inchiesta-compagnie-petrolifere-straniere-gheddafi_d2e4cc20-825f-11e1-9c86-d5f7abacde61.shtml">noticia o C<em>orriere della Sera</em></a>. A&nbsp;investiga&ccedil;&atilde;o centra-se na alegada corrup&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios l&iacute;bios, entre&nbsp;2008 e 2011, e envolve, entre outras, duas das maiores companhias&nbsp;europeias da &aacute;rea da energia: a italiana ENI e a francesa Total.</p>
<p>O inqu&eacute;rito foi lan&ccedil;ado uma semana depois de a Security and Exchange&nbsp;Commission dos Estados Unidos (autoridade de supervis&atilde;o da Bolsa)&nbsp;ter iniciado um procedimento semelhante. Se forem condenadas, as&nbsp;empresas poder&atilde;o pagar multas enormes e, al&eacute;m disso, os seus contratos&nbsp;atuais e futuros com o novo Governo poder&atilde;o vir a ser considerados sem&nbsp;efeito. <a target="_self" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052702303815404577331802347989804.html">Segundo <em>The&nbsp;</em><em>Wall Street Journal</em></a>, a investiga&ccedil;&atilde;o &quot;<em>p&otilde;e em risco as&nbsp;ambi&ccedil;&otilde;es das empresas de expandirem as suas posi&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s que&nbsp;possui as maiores reservas de petr&oacute;leo de &Aacute;frica</em>&quot;.</p>
<p>A ENI, em especial, era o maior operador na L&iacute;bia nos tempos de&nbsp;Muammar Kadhafi e recuperou rapidamente a sua posi&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a&nbsp;mudan&ccedil;a de regime, detendo presentemente uma quota de 14%. Esta&nbsp;companhia planeava investir mais de 30 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares ao longo&nbsp;da pr&oacute;xima d&eacute;cada, para duplicar a posi&ccedil;&atilde;o que det&eacute;m.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:54:58 +0100</pubDate><guid>1776511</guid></item>
<item><title>Retrato | Markus Krall contra os três gigantes (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1640111-markus-krall-contra-os-tres-gigantes</link><description><![CDATA[Quebrar o monopólio da Standard &amp; Poor&#039;s, da Moody&#039;s e da Fitch na notação financeira: é este o sonho da UE, mas é um consultor alemão que está a tentar fazê-lo ao criar uma agência de notação europeia. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:45:30 +0100</pubDate><guid>1640111</guid></item>
<item><title>Irão | UE favorável ao diálogo com o Teerão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1590741-ue-favoravel-ao-dialogo-com-o-teerao</link><description><![CDATA[<p>Um ano ap&oacute;s o fracasso das &uacute;ltimas negocia&ccedil;&otilde;es internacionais sobre o programa nuclear iraniano, &ldquo;a UE quer negociar com o Ir&atilde;o&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.welt.de/print/die_welt/politik/article13907656/Atomstreit-EU-will-mit-dem-Iran-verhandeln.html">anuncia <em>Die Welt</em></a>. O di&aacute;rio berlinense adianta que a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, fez esta oferta em nome do grupo 5+, composto pela Alemanha, a Fran&ccedil;a, o Reino Unido, a China, a R&uacute;ssia e os Estados Unidos. Ao relembrar que os Estados Unidos e Israel continuam a divergir sobre a linha a seguir no dossi&ecirc; iraniano, uma vez que Barack Obama privilegia a diplomacia em vez de poss&iacute;veis incurs&otilde;es militares evocadas por Benjamin Netanyahu, o <a target="_self" href="http://www.welt.de/print/welt_kompakt/print_politik/article13907528/Dank-an-Israel.html">editorial</a> de <em>Die Welt</em> &ldquo;agradece a Israel&rdquo;:</p>
<blockquote><p>N&atilde;o nos iludamos: se a Europa envia a t&atilde;o eloquente como impotente Catherine Ashton em reconhecimento para iniciar uma discuss&atilde;o com o Teer&atilde;o, se Barack Obama eleva a voz contra o desafio iraniano h&aacute; j&aacute; alguns meses, deve-se apenas ao facto dos israelitas se fazerem de fortes e afirmarem que ningu&eacute;m os pode controlar. [...] Se [os israelitas] tivessem sido t&atilde;o prudentes como a maioria dos Estados, Teer&atilde;o n&atilde;o teria problemas em aceder brevemente &agrave; bomba. [...] Em caso de urg&ecirc;ncia, ser&aacute; o Ocidente quem dever&aacute; retirar as armas nucleares das m&atilde;os dos dirigentes iranianos.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 07 Mar 2012 16:42:36 +0100</pubDate><guid>1590741</guid></item>
<item><title>Estados Unidos | Um espantalho chamado Europa (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1582311-um-espantalho-chamado-europa</link><description><![CDATA[Paraíso da eutanásia, pátria do socialismo, berço da crise da dívida… na campanha presidencial dos 
republicanos americanos, a Europa aparece como o modelo a evitar a todo o custo. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 05 Mar 2012 16:22:31 +0100</pubDate><guid>1582311</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Para a Time, o destino do mundo depende de Monti</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1497821-para-time-o-destino-do-mundo-depende-de-monti</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Este homem pode salvar a Europa?&rdquo;, pergunta a <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,2106512,00.html" target="_self"><em>Time</em></a> sobre Mario Monti. Em visita a Washington e Nova Iorque por estes dias, &ldquo;o homem mais importante da Europa&rdquo;, como a revista nova-iorquina classifica o chefe do Governo italiano, tem, de facto, a tarefa de evitar a derrocada da zona euro, e at&eacute; mesmo da economia mundial, ao conseguir recuperar o seu pa&iacute;s:</p>
<blockquote><p>A miss&atilde;o de Monti tem implica&ccedil;&otilde;es para todos &ndash; dos financeiros de Wall Street aos oper&aacute;rios chineses. Porque os problemas de It&aacute;lia tornaram-se problemas do mundo inteiro e Monti ter&aacute; de salvar a It&aacute;lia para evitar uma outra crise financeira global. [&hellip;] Apesar da crise da d&iacute;vida na Europa estar a ser travada h&aacute; dois anos, a It&aacute;lia [cuja d&iacute;vida p&uacute;blica ultrapassa 120% do PIB] aparece como a maior amea&ccedil;a &agrave; sobreviv&ecirc;ncia da moeda &uacute;nica, que est&aacute; sob press&atilde;o: paradoxalmente &eacute;, ao mesmo tempo, demasiado grande para falir e demasiado importante para ser salva. [&hellip;] E se se tornar insolvente, isso poder&aacute; desencadear uma s&eacute;rie de acontecimentos que destro&ccedil;ariam a uni&atilde;o monet&aacute;ria e poriam em perigo meio s&eacute;culo de integra&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica.</p>
<p>O sucesso de Monti &eacute; igualmente crucial para a economia mundial. As consequ&ecirc;ncias de um incumprimento de pagamentos por parte de It&aacute;lia &ndash; e, pior, o colapso do euro &ndash; s&atilde;o praticamente inimagin&aacute;veis. A It&aacute;lia poderia provocar uma crise financeira ainda pior do que aquela que foi provocada em 2008 pela fal&ecirc;ncia do banco Lehman Brothers. A onda de choque atingiria os mercados financeiros de todo o mundo, arrastando consigo os bancos e economias inteiras. Uma recess&atilde;o na Europa, onde vivem milh&otilde;es de consumidores ricos, poderia travar a retoma nos Estados Unidos e desacelerar os mercados emergentes. O destino de Mario Monti, da Europa e da retoma mundial est&atilde;o agora inexoravelmente ligados.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 14:55:16 +0100</pubDate><guid>1497821</guid></item>
<item><title>UE-EUA | Obama suaviza discurso antes da visita de Monti</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1494911-obama-suaviza-discurso-antes-da-visita-de-monti</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;It&aacute;lia est&aacute; a dar passos impressionantes.&rdquo; No dia em que o primeiro-ministro italiano Mario Monti chega a Washington para a sua primeira visita oficial, <em>La Stampa</em> dedica a sua primeira p&aacute;gina a uma <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/lastampa-in-english/articolo/lstp/441774/">entrevista exclusiva com Barack Obama</a>. O Presidente dos Estados Unidos n&atilde;o poupa louvores ao novo primeiro-ministro, dizendo que Monti est&aacute; a &ldquo;modernizar a economia italiana&rdquo; e que &ldquo;voltou a p&ocirc;r o pa&iacute;s no caminho do crescimento&rdquo;. Mas Obama tamb&eacute;m tinha palavras suaves para dirigir a toda a Uni&atilde;o Europeia:</p>
<blockquote><p>Nos &uacute;ltimos dois anos, a Europa deu um grande n&uacute;mero de passos t&atilde;o cruciais quanto dif&iacute;ceis para enfrentar a crise. Em It&aacute;lia e por toda a Europa, os cidad&atilde;os est&atilde;o a fazer grandes sacrif&iacute;cios. Os governos europeus chegaram a acordo para alterarem a arquitetura da Uni&atilde;o Europeia. [&hellip;] O destino das nossas economias est&aacute; inextrincavelmente ligado, e a rela&ccedil;&atilde;o da nossa economia com a Europa &eacute; uma parte importante do nosso esfor&ccedil;o para criar emprego e prosperidade nos Estados Unidos. A Uni&atilde;o Europeia &eacute; o &uacute;nico grande parceiro econ&oacute;mico da Am&eacute;rica.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, o presidente disse que os pa&iacute;ses europeus precisam de levantar uma &ldquo;parede de prote&ccedil;&atilde;o maior&rdquo; para que a crise da d&iacute;vida n&atilde;o se espalhe, e precisam de &ldquo;mostrar o seu empenho absoluto na futura integra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica na Europa&rdquo;.</p>
<p>Obama tamb&eacute;m sublinhou a import&acirc;ncia da NATO &ndash; elogiando a decis&atilde;o da It&aacute;lia de estender para al&eacute;m de 2014 o seu compromisso no Afeganist&atilde;o &ndash; e o papel da Europa na &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo;, desejando que tal ajude a aumentar a press&atilde;o para que o Presidente da S&iacute;ria, Bashar al-Assad, se demita. Mas, se Washington j&aacute; est&aacute; a pensar numa solu&ccedil;&atilde;o militar, conforme foi <a target="_self" href="http://edition.cnn.com/2012/02/07/world/meast/syria-unrest/index.html">revelado</a> pela <em>CNN</em>, os pa&iacute;ses europeus ainda se op&otilde;em ao envio de tropas e esperam uma solu&ccedil;&atilde;o diplom&aacute;tica de &uacute;ltima hora, <a target="_self" href="http://www3.lastampa.it/esteri/sezioni/articolo/lstp/441731/">escreve <em>La Stampa</em></a>.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:06:58 +0100</pubDate><guid>1494911</guid></item>
<item><title>Cinema | ...! | Cartoon (L'Hebdo, Lausana)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1436891-</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:54:35 +0100</pubDate><guid>1436891</guid></item>
<item><title>Bancos | Contra todas as regras (Die Zeit, Hamburgo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1366361-contra-todas-regras</link><description><![CDATA[Quem comete erros, sofre as consequências. Desde o início da crise, faz agora cinco anos, esta regra básica da economia de mercado tem sido desrespeitada, lamenta o jornal Zeit. Entre valores morais e prosperidade, os dirigentes políticos vão ter de escolher. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 06 Jan 2012 17:32:47 +0100</pubDate><guid>1366361</guid></item>
<item><title>Diplomacia | O número de telefone da Europa | Cartoon (Liberté, Argel)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1318131-o-numero-de-telefone-da-europa</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:54:36 +0100</pubDate><guid>1318131</guid></item>
<item><title>Transporte aéreo | Voam ameaças entre Washington e Bruxelas</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1310651-voam-ameacas-entre-washington-e-bruxelas</link><description><![CDATA[<p>Com a aproxima&ccedil;&atilde;o do dia 12 de janeiro de 2012, data em que as companhias a&eacute;reas integrar&atilde;o o mercado de troca de quotas de emiss&otilde;es de CO2, a disc&oacute;rdia entre a Europa e os Estados Unidos &ldquo;<em>aumenta</em>&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ftd.de/politik/international/:emissionshandel-clinton-droht-eu-mit-vergeltung/60144861.html?author=5000495">informa o<em> Financial Times Deutschland</em></a>. Segundo o di&aacute;rio econ&oacute;mico alem&atilde;o, a secret&aacute;ria de Estado, Hillary Clinton, e o ministro americano dos Transportes, Raymond LaHood, &ldquo;<em>enviaram uma carta a altos dirigentes da Comiss&atilde;o Europeia na semana passada, na qual se op&otilde;em claramente</em>&rdquo; e &ldquo;<em>amea&ccedil;am a UE com medidas de repres&aacute;lias, caso esta n&atilde;o altere os seus planos</em>&rdquo;.</p>
<p>Uma amea&ccedil;a e uma escolha de palavras que o <em>FTD </em>qualifica de &ldquo;<em>not&aacute;vel</em>&rdquo;. O facto de a secret&aacute;ria de Estado &ldquo;<em>se expressar sobre uma quest&atilde;o de transportes demonstra nomeadamente at&eacute; que ponto esta disc&oacute;rdia est&aacute; politizada</em>&rdquo;, real&ccedil;a o jornal.  </p>
<p>Para n&atilde;o desfavorecer as companhias a&eacute;reas europeias, a Europa tem pedido, desde 2008, que <a target="_blank" href="http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2003:275:0032:0046:pt:PDF">a diretiva sobre o mercado de trocas de direitos de emiss&otilde;es</a> abranja todos os voos em dire&ccedil;&atilde;o ou provenientes da Europa, o que inclui igualmente as companhias n&atilde;o europeias e as estradas fora do espa&ccedil;o a&eacute;reo europeu. Tal como a China, os Estados Unidos veem nisso um atentado &agrave; soberania do seu pr&oacute;prio espa&ccedil;o a&eacute;reo.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 20 Dec 2011 15:10:40 +0100</pubDate><guid>1310651</guid></item>
<item><title>Música | Crise da zona euro é demasiado "quente" para os Metallica</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1262621-crise-da-zona-euro-e-demasiado-quente-para-os-metallica</link><description><![CDATA[<p>O mundo do rock n&atilde;o est&aacute; alheado das inquieta&ccedil;&otilde;es da zona euro. <a target="_self" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204630904577056123331660042.html">De acordo com o <em>Wall Street Journal</em></a>, a banda norte-americana de heavy-rock Metallica, cujos sucessos incluem &ldquo;The Four Horsemen&rdquo; e &ldquo;Enter Sandman&rdquo;, est&aacute; a acelerar os seus planos de digress&atilde;o &quot;para evitar ser apanhada pelos problemas da d&iacute;vida europeia&rdquo;.</p>
<p>As digress&otilde;es representam uma grande fatia dos rendimentos das maiores bandas de rock. S&oacute; em 2010, os Metallica ganharam 110,1 milh&otilde;es de d&oacute;lares (82,2 milh&otilde;es de euros) nessa atividade. Agora, em vez de atuarem na Europa em 2013, como tinham inicialmente previsto, v&atilde;o fazer uma digress&atilde;o reduzida, a que chamaram &quot;F&eacute;rias de ver&atilde;o na Europa&quot;, em 2012, passando pela Noruega, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra e &Aacute;ustria. O jornal salienta:</p>
<blockquote><p>Com o esmorecimento que se verifica nos investidores a espalhar-se aos  pa&iacute;ses mais ricos, como a Fran&ccedil;a, [Cliff] Burnstein [empres&aacute;rio da  banda] est&aacute; preocupado que o euro possa ir-se abaixo, tornando mais  dif&iacute;cil para os promotores de concertos dos 17 pa&iacute;ses que usam a moeda  pagarem os honor&aacute;rios dos Metallica.</p>
</blockquote>
<p>Burnstein declarou:</p>
<blockquote><p>Ao longo dos pr&oacute;ximos anos, o d&oacute;lar vai ficar mais  forte e o euro mais fraco, e, se assim for, quero aproveitar para dar  mais concertos desses [europeus] agora, porque v&atilde;o ser mais rent&aacute;veis  para n&oacute;s.</p>
</blockquote>
<p>O <em>Wall Street Journal </em>regista que os Red Hot Chili Peppers, outro grupo  representado por Burnstein, tamb&eacute;m anteciparam os seus planos europeus. Cerca de 75% da receita da banda prov&eacute;m de digress&otilde;es no exterior,  justifica Burnstein.</p>
<blockquote><p>Cerca de 75% da receita da banda prov&eacute;m de digress&otilde;es no exterior,  justifica Burnstein.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 08 Dec 2011 15:40:46 +0100</pubDate><guid>1262621</guid></item>
<item><title>Roménia | Uma prisão secreta da CIA em Bucareste</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1262821-uma-prisao-secreta-da-cia-em-bucareste</link><description><![CDATA[<p>A CIA tinha uma pris&atilde;o secreta na Rom&eacute;nia, <a target="_self" href="http://www.sueddeutsche.de/politik/rumaenien-geheimgefaengnis-der-cia-in-rumaenischer-behoerde-entdeckt-1.1229296">revela</a> o <em>S&uuml;ddeutsche Zeitung</em>. O di&aacute;rio alem&atilde;o recolheu o testemunho de diversos agentes secretos norte-americanos, que confirmaram a exist&ecirc;ncia de uma pris&atilde;o clandestina em pleno centro da cidade de Bucareste, e deslocou-se at&eacute; l&aacute;. Similar aos locais abertos ap&oacute;s os atentados de 11 de setembro pela CIA no M&eacute;dio Oriente e <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/684101-o-encobrimento-dos-centros-de-tortura-da-cia">noutros pa&iacute;ses da Europa</a> para interrogar presum&iacute;veis terroristas, a &ldquo;pris&atilde;o&rdquo; de Bucareste estava escondida no p&aacute;tio da &ldquo;Romanian NSA&rdquo;, uma ag&ecirc;ncia de servi&ccedil;os secretos criada em 2002 para preparar a ades&atilde;o da Rom&eacute;nia &agrave; NATO. Foi esta perspetiva que levou as autoridades romenas a colaborar com a CIA, explica o <em>S&uuml;ddeutsche</em> . Estas &uacute;ltimas negaram sempre a exist&ecirc;ncia desse centro, assim como o n&uacute;mero dois da Romanina NSA, Adrian Cămărăşan, segundo o qual nunca foi detido nenhum terrorista islamita no seu estabelecimento.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 08 Dec 2011 15:38:58 +0100</pubDate><guid>1262821</guid></item>
<item><title>Crise do euro | Na linha de mira | Cartoon (The Nation, Banguecoque)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1254951-na-linha-de-mira</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Tue, 06 Dec 2011 16:27:25 +0100</pubDate><guid>1254951</guid></item>
<item><title>Geopolítica | O declínio da Europa não é para já (De Volkskrant, Amesterdão)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1250331-o-declinio-da-europa-nao-e-para-ja</link><description><![CDATA[O poder económico não é o único critério para definir o poder mundial. O que importa é a maneira como os sistemas políticos reagem às novas crises. E, segundo esta perspetiva, a UE ainda tem hipóteses, considera o historiador holandês Dirk-Jan van Baar. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 05 Dec 2011 15:19:05 +0100</pubDate><guid>1250331</guid></item>
<item><title>Crise na zona euro | Como os negócios se preparam para o Eurogedão</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1238251-como-os-negocios-se-preparam-para-o-eurogedao</link><description><![CDATA[<p>Os l&iacute;deres da zona euro podem insistir que o colapso do euro &ldquo;nunca acontecer&aacute;&rdquo; mas &ldquo;alguns bancos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m tanto essa certeza&rdquo;, <a href="https://myaccount.nytimes.com/auth/login?URI=http://www.nytimes.com/2011/11/26/business/global/banks-fear-breakup-of-the-euro-zone.html&amp;OQ=Q5fQ72Q3dQ31" target="_self">escreve o <em>New York Times</em></a>.</p>
<blockquote><p>Alguns bancos, entre os quais o Merrill Lynch, o Barclays Capital e o Nomura emitiram uma cascata de relat&oacute;rios que abordam a possibilidade de um colapso da zona euro. &ldquo;A crise financeira da zona euro entrou numa fase muito perigosa&rdquo;, escreveram, na sexta-feira, os analistas do Nomura. A n&atilde;o ser que o Banco Central Europeu d&ecirc; um passo em frente e ajude onde os pol&iacute;ticos falharam, &ldquo;um colapso do euro parece agora mais prov&aacute;vel do que poss&iacute;vel&rdquo;, diz o banco.</p>
</blockquote>
<p>O di&aacute;rio de Nova Iorque manifesta a sua surpresa por alguns &ldquo;bancos em grandes pa&iacute;ses da zona euro que s&oacute; recentemente foram infetados pela crise n&atilde;o parecerem muito preocupados&rdquo;.</p>
<blockquote><p>&ldquo;Enquanto nos Estados Unidos h&aacute; claramente a ideia de que a Europa pode colapsar, aqui, acreditamos que a Europa continuar&aacute; como &eacute;&rdquo;, diz um banqueiro franc&ecirc;s, resumindo o pensamento dos bancos franceses. &ldquo;Por isso, ningu&eacute;m diz &lsquo;Precisamos de alternativa&rsquo;.&quot;</p>
</blockquote>
<p><a target="_self" href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/25ab975a-1a9f-11e1-ae14-00144feabdc0.html#axzz1fB7cWFMl">O <em>Financial Times</em></a> pega no assunto com um artigo sobre os planos de conting&ecirc;ncia que est&atilde;o a ser preparados pelas empresas internacionais.</p>
<blockquote><p>Fabricantes de autom&oacute;veis, empresas de energia, empresas de bens alimentares e outras multinacionais est&atilde;o a tomar medidas para minimizarem os riscos colocando reservas de dinheiro em investimentos seguros e controlando as despesas n&atilde;o essenciais. O grupo de engenharia Siemens j&aacute; deu instru&ccedil;&otilde;es ao seu banco para s&oacute; depositar fundos junto do Banco Central Europeu.</p>
</blockquote>
<p>O di&aacute;rio econ&oacute;mico londrino sublinha que &ldquo;Algumas empresas com alcance global dizem que um colapso do euro seria triste, mas control&aacute;vel&rdquo;. E escreve ainda que:</p>
<blockquote><p>Alguns executivos franceses, italianos e espanh&oacute;is dizem que t&ecirc;m planos preparados para o caso de haver s&eacute;ria turbul&ecirc;ncia financeira e econ&oacute;mica, mas n&atilde;o especificamente para o caso de um colapso do euro. O risco, na sua opini&atilde;o, &eacute; que a estabilidade da regi&atilde;o fique ainda mais amea&ccedil;ada se se souber que as empresas encaram o pior.</p>
</blockquote>
<p>O di&aacute;rio econ&oacute;mico franc&ecirc;s <a href="http://www.lesechos.fr/entreprises-secteurs/finance-marches/actu/0201765682972-un-courtier-sur-les-changes-se-prepare-a-la-fin-de-l-euro-255035.php"><em>Les Echos</em></a> foca-se no regresso &agrave; moeda nacional a que um colapso do euro obrigaria. Escreve que:</p>
<blockquote><p>Durante meses [a corretora brit&acirc;nica] Icap testou discretamente um regresso ao dracma grego na sua plataforma eletr&oacute;nica EBS, a maior bolsa interbanc&aacute;ria de c&acirc;mbios.</p>
</blockquote>
<p>Em Vars&oacute;via, <a target="_self" href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=389054">o <em>Dziennik Gazeta Prawna</em> afirma</a> que por todo o mundo h&aacute; empresas a prepararem planos de conting&ecirc;ncia mas que &ldquo;as empresas polacas continuam calmas&rdquo;. Segundo um porta-voz da Solaris Bus &amp; Coach:</p>
<blockquote><p>&hellip; para n&oacute;s, o colapso da zona euro n&atilde;o ser&aacute; um problema. Para al&eacute;m de euros, tamb&eacute;m j&aacute; trabalhamos com coroas checas e coroas suecas.</p>
</blockquote>
<p>Entretanto, o vice-presidente de uma f&aacute;brica de latas de alum&iacute;nio disse que &ldquo;ningu&eacute;m sabe ao certo o que acontecer&aacute;, na pr&aacute;tica, se a zona euro colapsar. A &uacute;nica coisa que podemos fazer &eacute; salvaguardarmo-nos contra as flutua&ccedil;&otilde;es de moeda&rdquo;.<a href="http://edgp.gazetaprawna.pl/index.php?act=mprasa&amp;sub=article&amp;id=389054"> </a></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 14:14:34 +0100</pubDate><guid>1238251</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Todos juntos | Cartoon (Le Temps, Genebra)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/1233521-todos-juntos</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Wed, 30 Nov 2011 15:51:51 +0100</pubDate><guid>1233521</guid></item>
<item><title>Alterações climáticas | A Europa prepara-se para um 'triplo salto mortal' em Durban</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1225281-europa-prepara-se-para-um-triplo-salto-mortal-em-durban</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Na guerra das emiss&otilde;es, a Europa est&aacute; encurralada&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.ilsole24ore.com/art/commenti-e-idee/2011-11-27/lotta-emissioni-europa-angolo-081208.shtml?uuid=AaAQC3OE">&eacute; o t&iacute;tulo de <em>Il Sole 24 Ore</em></a> no dia inaugural da <a target="_self" href="http://www.cop17-cmp7durban.com/">Durban Climate Change Conference</a> (COP17) [Confer&ecirc;ncia sobre as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas de Durban]. O objetivo do encontro &eacute; chegar a acordo sobre a limita&ccedil;&atilde;o do aumento da temperatura global a um valor inferior a 22&ordm;C. Mas as economias emergentes, como o Brasil e a &Iacute;ndia, juntaram-se aos pa&iacute;ses ricos no desejo de n&atilde;o dar in&iacute;cio &agrave;s conversa&ccedil;&otilde;es para tal acordo antes de 2015, irritando pequenos Estados ilha e outros pa&iacute;ses amea&ccedil;ados de perto pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas. Segundo este jornal di&aacute;rio de neg&oacute;cios, a cimeira da ONU &ldquo;parece n&atilde;o ter hip&oacute;teses de vir a produzir um tratado internacional obrigat&oacute;rio. Os que se opuseram a ele, como os EUA, ficar&atilde;o satisfeitos. Mas, para a Europa, isto representa um salto mortal triplo&rdquo;:</p>
<blockquote><p>Em primeiro lugar, devido ao protocolo de Quioto e respetivas prescri&ccedil;&otilde;es, a Europa construiu um mercado de emiss&otilde;es que envolve investimentos de longo prazo de bancos e empresas estimados em 107 mil milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Em segundo lugar porque a cimeira sul-africana poderia terminar em mais do que um impasse: poderia sancionar a morte de Quioto, uma vez que o Canad&aacute;, o Jap&atilde;o e a R&uacute;ssia j&aacute; declararam que n&atilde;o v&atilde;o aderir &agrave; segunda fase em 2013.</p>
<p>E em terceiro lugar porque o corajoso compromisso europeu de cortar 20% das emiss&otilde;es at&eacute; 2020, poderia tornar-se secund&aacute;rio numa luta que s&oacute; faz sentido se for partilhada por todo o planeta, mas que tamb&eacute;m requer milhares de milh&otilde;es em investimentos p&uacute;blicos, o que n&atilde;o se coaduna com o regime de disciplina fiscal [praticado] hoje em dia.</p>
</blockquote> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:42:20 +0100</pubDate><guid>1225281</guid></item>
<item><title>Crise da zona euro | Se a Grécia saísse... (Le Figaro, Paris)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1137761-se-grecia-saisse</link><description><![CDATA[E se a Grécia saísse da UE ? Esta eventualidade implicaria uma nova reviravolta geopolítica nos Balcãs, previne o professor universitário Georges Prevelakis. A UE seria obrigada a admitir a sua incapacidade em “europeizar” um Estado que é membro há 30 anos. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:33:55 +0100</pubDate><guid>1137761</guid></item>
<item><title>Opinião | Democracia, um lugar comum (El País, Madrid)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1058061-democracia-um-lugar-comum</link><description><![CDATA[Após as manifestações na Grécia e o movimento dos indignados espanhóis, a contestação popular alargou-se a toda a Europa e atravessou o Atlântico com o Occupy Wall Street. Direta ou representativa, é a própria conceção de democracia que é colocada em causa, estima José Ignacio Torreblanca. (Article)]]></description><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 16:40:58 +0100</pubDate><guid>1058061</guid></item>
<item><title>Crise da Zona Euro | Os EUA assistem ao desmoronar da UE</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1052901-os-eua-assistem-ao-desmoronar-da-ue</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Na Europa, o descontrolo econ&oacute;mico apela &agrave; unidade,&rdquo; <a target="_self" href="http://www.usatoday.com/news/world/story/2011-10-11/eurozone-economic-meltdown-greece/50735002/1">&eacute; o t&iacute;tulo do <em>USA Today</em></a>de hoje, que dedica uma vasta reportagem &agrave; crescente divis&atilde;o entre &ldquo;Estados da UE com menos dificuldades&rdquo; e os seus vizinhos mais pobres. O futuro dos tristes gregos, dos infelizes irlandeses que est&atilde;o a imigrar em massa, e dos &ldquo;milhares de desempregados espanh&oacute;is&rdquo;, que poder&atilde;o em breve ser &ldquo;sem-abrigo&rdquo;, deixa este jornal di&aacute;rio intrigado. E durante quanto tempo poder&atilde;o eles contar ser resgatados por alem&atilde;es &ldquo;furiosos&rdquo; e Finlandeses Verdadeiros, o partido populista finland&ecirc;s?</p>
<p>Como Herman Van Rompuy referiu, a Europa chegou a um ponto em que n&atilde;o consegue continuar a financiar a seu modelo social. Pior ainda, os seus problemas financeiros podem conduzir a um efeito de domin&oacute; em que &ldquo;os bancos gregos v&atilde;o &agrave; fal&ecirc;ncia, em seguida os bancos franceses v&atilde;o &agrave; fal&ecirc;ncia, em seguida os bancos americanos v&atilde;o &agrave; fal&ecirc;ncia&rdquo; &ndash; uma <a target="_self" href="http://www.washingtonpost.com/opinions/europes-day-of-reckoning-on-its-financial-crisis-is-at-hand/2011/10/10/gIQAGHnldL_story.html">vis&atilde;o pessimista partilhada pelo <em>Washington Post</em></a>, que real&ccedil;a que, at&eacute; agora, o adiamento do problema tem sido a &uacute;nica resposta a estes problemas. No entanto o jornal avisa que &ldquo;o dia em que a Europa ter&aacute; que fazer contas &agrave; sua crise financeira, est&aacute; a chegar.&rdquo; Os governos europeus &ldquo;t&ecirc;m que encontrar rapidamente uma plataforma de entendimento sob pena de Merkel e Sarkozy ficarem para a hist&oacute;ria como os l&iacute;deres que levaram a Europa e o mundo ao limiar do desastre econ&oacute;mico &ndash; e um passo al&eacute;m.&rdquo;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 15:27:20 +0100</pubDate><guid>1052901</guid></item>
<item><title>Itália | Judiciária sob pressão absolve estudante dos EUA</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1020411-judiciaria-sob-pressao-absolve-estudante-dos-eua</link><description><![CDATA[<p>&quot;Amanda absolvida&quot;,<a target="_self" href="http://www.corriere.it/cronache/11_ottobre_03/meredith-sentenza_0bbb5fcc-ede7-11e0-8721-690dea02417b.shtml"> titula o <em>Corriere della Sera</em></a>, no final de uma das mais medi&aacute;ticas sagas na hist&oacute;ria jur&iacute;dica de It&aacute;lia. Amanda Knox, estudante norte-americana, e Raffaele Sollecito, o namorado italiano, tinham sido condenados, em 2009, pelo homic&iacute;dio, em 2007, em Perugia, de Meredith Kercher, estudante brit&acirc;nica, quando um alegado jogo er&oacute;tico correu mal. </p>
<p>Segunda-feira, o Supremo alterou o veredicto por inexist&ecirc;ncia de provas, provocando uma violenta rea&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico. A press&atilde;o sobre os ju&iacute;zes foi muita, <a target="_self" href="http://www.corriere.it/cronache/11_ottobre_04/il-tifo-degli-stati-uniti-e-la-realt%C3%83%C2%A0-su-misura-aldo-grasso_5e7a70ea-ee46-11e0-a09e-1525768cac3d.shtml">salienta o <em>Corriere</em></a>. &quot;At&eacute; hoje, o aspeto medi&aacute;tico nunca tinha suplantado o judici&aacute;rio. E o caso ganhou dimens&atilde;o internacional. A imprensa brit&acirc;nica tomou o partido da v&iacute;tima, chamando &agrave; bonita Amanda &lsquo;Foxy Knoxy&rsquo;, para real&ccedil;ar a sua ast&uacute;cia evasiva. Toda a imprensa norte-americana, no entanto, tomou o partido dela. [...] Para refutar a imprensa italiana e brit&acirc;nica, a fam&iacute;lia Knox teve o apoio do servi&ccedil;o de imprensa para enviar para os EUA a fotografia de uma rapariga norte-americana v&iacute;tima de injusti&ccedil;a&rdquo;.</p>
<p> O caso captou inclusivamente a aten&ccedil;&atilde;o da secret&aacute;ria de estado dos EUA, Hillary Clinton, que manifestou todo o apoio diplom&aacute;tico &agrave; fam&iacute;lia Knox. O Departamento de Estado norte-americano expressou de imediato a sua satisfa&ccedil;&atilde;o pela decis&atilde;o do Tribunal. At&eacute; agora, s&oacute; houve uma pessoa condenada pela morte de Meredith Kercher &ndash; Rudy Guede, da Costa do Marfim, vagabundo e traficante de droga em pequena escala, condenado a 30 anos de pris&atilde;o em 2008.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 04 Oct 2011 13:46:34 +0100</pubDate><guid>1020411</guid></item>
<item><title>Alemanha | Berlim sob o feitiço do pirata (Süddeutsche Zeitung, Munique)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/969501-berlim-sob-o-feitico-do-pirata</link><description><![CDATA[Reivindicam transparência e democracia direta e cerca de um em cada vinte eleitores de Berlim acaba de votar neles. O partido Pirata não é apenas uma organização de ‘nerds’, também defende reivindicações que emanam do conjunto da sociedade, escreve o Süddeutsche Zeitung. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 17:22:07 +0100</pubDate><guid>969501</guid></item>
<item><title>Sociedade | E se nos mexêssemos um pouco? (Dagens Nyheter, Estocolmo)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/969071-e-se-nos-mexessemos-um-pouco</link><description><![CDATA[Nos Estados Unidos, mudar de casa para ir trabalhar para outra cidade é natural. Na Europa, isto assusta um pouco. E na atual crise, esta falta de mobilidade é uma desvantagem, diz um jornalista sueco. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 16:29:48 +0100</pubDate><guid>969071</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Pequim não é o cavaleiro branco (La Repubblica, Rome)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/948561-pequim-nao-e-o-cavaleiro-branco</link><description><![CDATA[O anúncio de Itália de que estavam a chegar grandes quantidades de capitais chineses para apoiarem a economia nacional gerou a esperança de uma intervenção de Pequim em socorro do euro. Mas há que ter cuidado com as falsas esperanças, porque a China é um investidor prudente a avisado, explica o La Repubblica. (Article)]]></description><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 16:56:59 +0100</pubDate><guid>948561</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Merkel e Sarkozy socorrem a Grécia</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/947381-merkel-e-sarkozy-socorrem-grecia</link><description><![CDATA[<p>&quot;Merkel e Sarkozy tomam as r&eacute;deas da Gr&eacute;cia&rdquo;,<a target="_self" href="http://www.elperiodico.com/es/noticias/economia/eje-franco-aleman-trata-poner-orden-laberinto-griego-1149460"> titula o di&aacute;rio <em>El Peri&oacute;dico</em></a>. Depois de mais um dia de tens&atilde;o nos mercados, &ldquo;a Alemanha e a Fran&ccedil;a tentam evitar um incumprimento &lsquo;incontrolado&rsquo; de Atenas&rdquo;, escreve o di&aacute;rio de Barcelona. A interven&ccedil;&atilde;o de Berlim e Paris dever&aacute; ser uma videoconfer&ecirc;ncia entre a chanceler alem&atilde;, o presidente franc&ecirc;s e o ministro grego Georges Papandr&eacute;ou a 14 de setembro, &ldquo;num gesto que visa n&atilde;o abandonar a Gr&eacute;cia &agrave; &nbsp;sua sorte&rdquo;. A conversa antecede o Conselho de Ministros das Finan&ccedil;as da UE, marcado para 16 de setembro, em Wroclaw (Pol&oacute;nia), que dever&aacute; fazer face &agrave; &ldquo;delicada situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica europeia&rdquo;, atualmente &ldquo;atormentada por rumores&rdquo; que a abalam, <a target="_self" href="http://www.elperiodico.com/es/noticias/opinion/rumores-mercados-1149467">acrescenta o <em>El Peri&oacute;dico</em></a>. O jornal faz ainda <a target="_self" href="http://www.elperiodico.com/es/noticias/economia/criticas-obama-por-alertar-del-problema-espanol-1149462">eco das cr&iacute;ticas</a> com que acolheram as declara&ccedil;&otilde;es do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que afirmou recentemente que a It&aacute;lia e a Espanha s&atilde;o um &ldquo;problema&rdquo; grave par o euro. &ldquo;Talvez Obama n&atilde;o tenha sido muito s&aacute;bio&rdquo;, escreve o jornal, mas p&ocirc;s em evid&ecirc;ncia &ldquo;a desordem no mundo perante a lentid&atilde;o e as d&uacute;vidas na tomada de decis&otilde;es dentro da Uni&atilde;o Europeia&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:01:53 +0100</pubDate><guid>947381</guid></item>
<item><title>9/11 2011 | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/931321-911-2011</link><description><![CDATA[<p>Este s&eacute;culo tinha um ano quando come&ccedil;ou. Os ataques terroristas a Nova Iorque e a Washington, de 11 de setembro de 2001, inauguraram uma nova era geopol&iacute;tica, na qual os EUA se envolveram num &quot;arco de crise&quot; permanente que vai do M&eacute;dio Oriente &agrave; &Aacute;sia do sul, passando pelo golfo P&eacute;rsico, e uma nova era para as nossas sociedades, focalizadas no risco terrorista e no discurso de um choque de civiliza&ccedil;&otilde;es que ir&aacute; atingir o nosso pa&iacute;s em plena mudan&ccedil;a demogr&aacute;fica.</p>
<p>Mas, <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/932631-o-leste-levanta-se-sobre-zona-de-impacto" target="_self">como demonstra com grande precis&atilde;o Timothy Garton Ash</a>, os dez anos que nos separam do &ldquo;9/11&rdquo; foram tamb&eacute;m, e sobretudo, anos de um movimento tect&oacute;nico a longo prazo que modificou radicalmente os equil&iacute;brios planet&aacute;rios: o crescimento da China e da &Aacute;sia e o enfraquecimento do ocidente acelerado pela crise.</p>
<p>Entre estas duas tramas hist&oacute;ricas, onde fica a Europa? Fazer a pergunta j&aacute; &eacute; em parte responder-lhe, visto que o nosso continente se mostra atualmente incapaz de orientar a marcha do mundo. E, no entanto, este dec&eacute;nio foi rico em ensinamentos.</p>
<p>Em 2001, a UE tinha apenas 15 membros e o alargamento para 25 e, depois, para 27 decorreu segundo uma linha de fratura agravada pelo 11 de setembro: a liga&ccedil;&atilde;o aos EUA. Recordamos que, em 2003, o eixo Paris-Berlim-Moscovo contra a guerra no Iraque teve a oposi&ccedil;&atilde;o de um eixo Londres-Roma-Madrid apoiado nos pa&iacute;ses do ex-bloco sovi&eacute;tico que se preparavam para aderir &agrave; UE. <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/topic/412351-nova-diplomacia-europeia" target="_self">Se a pol&iacute;tica externa da Europa</a> tivesse sido decidida por maioria, como ditava a l&oacute;gica comunit&aacute;ria, a bandeira europeia teria sido desfraldada no Iraque, ao lado da norte-americana.</p>
<p>O 11 de setembro acelerou igualmente a falta de interesse dos EUA na Europa e p&ocirc;s em causa a pertin&ecirc;ncia da Alian&ccedil;a Atl&acirc;ntica, tal como ela existe, sem que os 27 fossem capazes de ter uma vis&atilde;o estrat&eacute;gica pr&oacute;pria e assente numa verdadeira pol&iacute;tica de defesa. A maneira como Washington conseguiu<a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/634971-o-sonho-americano-em-cores-caqui" target="_self"> implantar o seu escudo antim&iacute;ssil </a>em solo europeu sem uma concerta&ccedil;&atilde;o com a UE ilustra isso mesmo, juntamente com a absten&ccedil;&atilde;o alem&atilde; sobre a <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/585001-guerra-fraturou-europa" target="_self">interven&ccedil;&atilde;o na L&iacute;bia</a>.</p>
<p>2001 &ndash; quem se lembra? &ndash; foi igualmente o ano em que os 15 criaram a <a href="http://european-convention.eu.int/bienvenue.asp?lang=PT&amp;Content=" target="_self">Conven&ccedil;&atilde;o sobre o futuro da Europa</a>. Dez anos mais tarde, depois de um projeto de Constitu&ccedil;&atilde;o nado-morto e um <a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/topic/104151-o-tratado-de-lisboa" target="_self">Tratado de Lisboa</a> adotado com grande custo, temos de constatar que a Europa nem sempre fala em un&iacute;ssono e que ningu&eacute;m, incluindo os dirigentes pol&iacute;ticos, ainda &eacute; capaz de apresentar um projeto que responda &agrave; nova ordem mundial. Num momento em que h&aacute; quem reaja &agrave; crise financeira com a ideia de um novo tratado, esta constata&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa de ser interessante.</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 12:22:52 +0100</pubDate><guid>931321</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Os grandes banqueiros querem ação política</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/893751-os-grandes-banqueiros-querem-acao-politica</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Ajam imediatamente!&rdquo; Esta &eacute;, em subst&acirc;ncia, a mensagem contra o risco de uma recess&atilde;o mundial, enviada a partir de Jackson Hole (Wyoming, Estados Unidos) pelos grandes banqueiros centrais e pela diretora do FMI aos l&iacute;deres pol&iacute;ticos, titula o <em>La Tribune</em>. A 29&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da grande assembleia que, todos os anos, no final de agosto, re&uacute;ne os banqueiros centrais mais poderosos do planeta e a nata da finan&ccedil;a mundial era &ldquo;febrilmente esperada pelos mercados&rdquo;, <a href="http://www.latribune.fr/actualites/economie/international/20110829trib000645133/les-banques-centrales-exhortent-les-politiques-a-agir-.html" target="_self">afirma o di&aacute;rio econ&oacute;mico</a>. O presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet e a diretora do FMI, Christine Lagarde, partilho o mesmo estado de esp&iacute;rito: &ldquo;Os bancos centrais n&atilde;o podem fazer tido&rdquo;. Na sua opini&atilde;o, &ldquo;a &uacute;nica solu&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os planos de relan&ccedil;amento ambiciosos, convincentes, apoiados por consensos pol&iacute;ticos s&oacute;lidos, para que o crescimento seja retomado&rdquo;. &ldquo;Em vez da ina&ccedil;&atilde;o, das discuss&otilde;es, dos adiamentos e do medo das ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o&rdquo;,<a href="http://www.latribune.fr/opinions/20110829trib000645161/la-lecon-bernanke.html" target="_self"> conclui o di&aacute;rio no seu editorial.</a></p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 29 Aug 2011 11:50:56 +0100</pubDate><guid>893751</guid></item>
<item><title>Suiça | Pressões sobre o segredo bancário</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/887881-pressoes-sobre-o-segredo-bancario</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Su&iacute;&ccedil;a encurralada para divulgar nomes ao fisco americano&rdquo;, titula o <em>Le Temps</em>, <a href="http://letemps.ch/Page/SysConfig/WebPortal/letemps/jsp/paywall/error/usersession.jsp;jsessionid=06F1D610E42034FE202572C40E3DC071" target="_self">que explica</a> que Washington &ldquo;reuniu informa&ccedil;&otilde;es sens&iacute;veis que o levam a acusar os bancos helv&eacute;ticos de ajudarem os seus clientes americanos a n&atilde;o declararem a sua fortuna colocada na Su&iacute;&ccedil;a&rdquo;. Dois anos depois do caso UBS, que obrigou a Su&iacute;&ccedil;a a divulgar cinco mil nomes de clientes ao fisco americano, &ldquo;Washington reclama novamente nomes de clientes. Por exemplo, para dissuadir as fraudes e mostrar que a Su&iacute;&ccedil;a j&aacute; n&atilde;o &eacute; um ref&uacute;gio fiscal seguro&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Para os negociadores helv&eacute;ticos, a quest&atilde;o j&aacute; n&atilde;o &eacute; saber se o pa&iacute;s se deve ou n&atilde;o dobrar a esta exig&ecirc;ncia, mas como&rdquo;, escreve o di&aacute;rio de Genebra que sublinha que &ldquo;os Estados Unidos j&aacute; fizeram saber que uma &lsquo;solu&ccedil;&atilde;o global&rsquo; como a que foi conclu&iacute;da com a &nbsp;Alemanha e a Gr&atilde;-Bretanha n&atilde;o lhe interessa&rdquo;.</p>
<p>Algumas semanas depois da Alemanha, a Gr&atilde;-Bretanha acaba, de facto, de assinar um acordo com Berna sobre os bens brit&acirc;nicos colocados na Su&iacute;&ccedil;a. &ldquo;Este acordo permitir&aacute; a Londres taxar as contas detidas por cidad&atilde;os brit&acirc;nicos nas contas secretas abertas na Confedera&ccedil;&atilde;o Helv&eacute;tica&rdquo;, explica o<em> <a href="http://www.lesechos.fr/economie-politique/monde/actu/0201589299263-la-suisse-torpille-les-chances-de-l-europe-d-en-finir-avec-le-secret-bancaire-210654.php" target="_self">Les Echos</a></em>. Para o di&aacute;rio franc&ecirc;s, &ldquo;ao garantir o anonimato dos detentores das contas&rdquo;, a Su&iacute;&ccedil;a &ldquo;salvou o essencial do seu segredo banc&aacute;rio&rdquo;. E, de facto, &ldquo;conseguiu acabar com a unidade europeia em mat&eacute;ria de luta contra a evas&atilde;o fiscal&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 26 Aug 2011 12:39:32 +0100</pubDate><guid>887881</guid></item>
<item><title>Depois da Guerra da Líbia | Ficaremos atascados nas areias (The Independent, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/885751-ficaremos-atascados-nas-areias</link><description><![CDATA[A euforia é prematura, uma vez que o Ocidente está destinado a repetir erros que cometeu no Iraque, argumenta Robert Fisk. E se Khadafi continuar “a monte”,  o desgaste dos novos poderes pela guerra de guerrilha torna-se inevitável. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 25 Aug 2011 16:07:29 +0100</pubDate><guid>885751</guid></item>
<item><title>França | Epílogo do "caso DSK"</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/878671-epilogo-do-caso-dsk</link><description><![CDATA[<p>&quot;Arquivamento do processo DSK&quot;, titula o <em>Aujourd'hui en France</em>, depois de o procurador do Estado de Nova Iorque, Cyrus Vance, ter anunciado a Nafissatou Diallo que &quot;desiste das acusa&ccedil;&otilde;es contra o presum&iacute;vel agressor&quot;, Dominique Strauss-Kahn. O antigo diretor do FMI <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/656141-esquerda-perde-o-seu-campeao">foi acusado</a> de ter violado, no passado dia 14 de maio, uma empregada de um hotel de Nova Iorque. &nbsp;</p>
<p>&quot;As d&uacute;vidas sobre a credibilidade do depoimento de Nafissatou Diallo deixam poucas esperan&ccedil;as de que se consiga a unanimidade dos doze jurados sobre o prosseguimento do processo&quot;, <a target="_self" href="http://www.leparisien.fr/dsk-la-chute/l-accusation-renonce-aux-poursuites-contre-dsk-23-08-2011-1575481.php">sublinha o di&aacute;rio</a>, que relembra que a descoberta de <a target="_self" href="http://www.leparisien.fr/dsk-la-chute/les-mensonges-de-nafissatou-23-08-2011-1575540.php">&quot;mentiras&quot;</a> da queixosa por parte do Procurador fez com que a situa&ccedil;&atilde;o se alterasse a 1 de julho e permitisse a liberta&ccedil;&atilde;o condicional de &quot;DSK&quot;. Uma audi&ecirc;ncia a 23 de agosto ir&aacute; formalizar a decis&atilde;o do Procurador. Neste caso, Strauss-Kahn &quot;poder&aacute; abandonar os EUA imediatamente&quot;. Mas n&atilde;o fica inocentado, nota, por &uacute;ltimo, o di&aacute;rio, atendendo a que &quot;o fim do processo crime n&atilde;o p&otilde;e um ponto final no processo, porque o processo c&iacute;vel continua a decorrer nos EUA&quot;.</p>
<p>&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Tue, 23 Aug 2011 12:57:34 +0100</pubDate><guid>878671</guid></item>
<item><title>UE-Líbia | Evitemos o "triunfo catastrófico" (La Stampa, Turim)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/875851-evitemos-o-triunfo-catastrofico</link><description><![CDATA[A queda de Tripoli marca uma vitória para a NATO e para os países da UE que apoiaram a guerra. Mas, dividida e enfraquecida pela crise do euro, a Europa terá de encontrar um meio de gerir o pós-Kadhafi sem provocar o caos na sua fronteira sul. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 22 Aug 2011 16:31:26 +0100</pubDate><guid>875851</guid></item>
<item><title>Polónia | Os empresários polacos preferem Hollywood</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/875571-os-empresarios-polacos-preferem-hollywood</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;Milagre polaco em Hollywood&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.rp.pl/artykul/9146,704902-Filmy-z-Hollywood-tez-za-polskie-pieniadze.html">titula o <em>Rzeczpospolita</em></a>, a rejubilar com o n&uacute;mero crescente de produ&ccedil;&otilde;es cinematogr&aacute;ficas estrangeiras cofinanciadas por empresas polacas. Nos pr&oacute;ximos dois anos, nota o di&aacute;rio de Vars&oacute;via, &ldquo;contamos com, pelo menos, 10 estreias co-produzidas por empres&aacute;rios polacos&rdquo;.</p>
<p>Projetos futuros incluem um do realizador norte-americano, Gus van Sant, e um filme protagonizado por uma destas estrelas australianas: Russell Crowe, Eric Bana, ou Geoffrey Rush. De acordo com o <em>Rzeczpospolita</em>, este desenvolvimento &eacute; um efeito colateral da crise econ&oacute;mica global, visto que &ldquo;muitos est&uacute;dios de mais pequenas dimens&otilde;es procuram parceiros de neg&oacute;cios para poderem sobreviver&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>Para al&eacute;m disso, &ldquo;os investidores polacos descobriram que o sabor do &ecirc;xito em Hollywood &eacute; &uacute;nico e n&atilde;o pode ser comparado com uma estreia na Pol&oacute;nia&rdquo;. Questionada pelo jornal, a Budding Film Moguls mostrou pouco interesse em produ&ccedil;&otilde;es nacionais. &ldquo;Temos um princ&iacute;pio simples: n&atilde;o podemos perder dinheiro com os filmes&rdquo;, revelou um dos respons&aacute;veis.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 22 Aug 2011 15:19:01 +0100</pubDate><guid>875571</guid></item>
<item><title>Visto dos EUA | As lições da história para a Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/854591-licoes-da-historia-para-europa</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;O decl&iacute;nio e queda da Europa&rdquo; &eacute; o t<a target="_self" href="http://www.time.com/time/magazine/europe/0,9263,901110822,00.html">&iacute;tulo assustador da revista <em>Time</em></a>. &ldquo;A uni&atilde;o econ&oacute;mica est&aacute; a desintegrar-se. Londres est&aacute; em chamas e o parceiro comercial em que podia confiar, os EUA, est&aacute; enfraquecido demais para conseguir ajudar a salvar o euro,&rdquo; <a target="_self" href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,2088040,00.html">relata a revista americana</a>. &ldquo;Digam adeus &agrave; ordem anteriormente estabelecida.&rdquo;</p>
<p>A UE criou uma moeda &uacute;nica mas n&atilde;o criou uma uni&atilde;o pol&iacute;tica ou fiscal mais profunda,&rdquo; <a target="_self" href="http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2088111,00.html">continua a <em>Time</em></a>. As opini&otilde;es divergem quanto &agrave; necessidade de centralizar mais ou acabar com a UE. Existem antecedentes hist&oacute;ricos para ambas as situa&ccedil;&otilde;es. Vejam como o rublo russo se desintegrou quando &ldquo;as discrep&acirc;ncias econ&oacute;micas se tornaram grandes demais&rdquo; entre os antigos pa&iacute;ses sovi&eacute;ticos que tentaram continuar a us&aacute;-lo depois do colapso da Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica. Por outro lado, lembram-se da crise dos Mecanismo de Cambio em 1992, que encorajou muitos pa&iacute;ses europeus a &ldquo;enveredar pela integra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica&rdquo;? Seja como for, &ldquo;a crise revela a op&ccedil;&atilde;o e a escolha tem que ser feita.&amp;rdquo'</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Fri, 12 Aug 2011 13:12:33 +0100</pubDate><guid>854591</guid></item>
<item><title>Crise económica | Sol negro | Cartoon (, )</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/852621-sol-negro</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Thu, 11 Aug 2011 17:59:21 +0100</pubDate><guid>852621</guid></item>
<item><title>Memória digital | Por um motor de busca europeu (Frankfurter Allgemeine Zeitung, Frankfurt)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/846501-por-um-motor-de-busca-europeu</link><description><![CDATA[Não é necessário sobrecarregar a memória com informação que sabemos poder encontrar. O Google funciona segundo este velho princípio. Apesar de a revolução da Internet estar só a começar, em breve serão as nossas vidas a
alimentar o motor de busca. É preciso ter cuidado e resistir-lhe, adverte o diário alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 16:10:58 +0100</pubDate><guid>846501</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Há algum líder por aí? (The Guardian, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/843941-ha-algum-lider-por-ai</link><description><![CDATA[Face à crise do euro, os líderes mundiais parecem paralisados, na melhor das hipóteses, e irresponsáveis, na pior. Mas uma situação tão grave exige chefes de governo capazes de pegar o toiro pelos cornos. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 08 Aug 2011 17:45:17 +0100</pubDate><guid>843941</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Combater incêndios com fogo</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/842941-combater-incendios-com-fogo</link><description><![CDATA[<p><em>&quot;Ser&aacute; que o mundo vai entrar em bancarrota?&quot;</em>&nbsp;pergunta, num t&iacute;tulo, a revista&nbsp;<a target="_self" href="http://www.spiegel.de"><em>Der Spiegel</em></a>,&nbsp;perante o&nbsp;endividamento dos EUA, a crise do euro e o caos nas bolsas de valores. Sem&nbsp;grandes esperan&ccedil;as, a revista de Hamburgo explica como a pol&iacute;tica na Europa e&nbsp;nos EUA corre em v&atilde;o atr&aacute;s dos mercados financeiros &ndash; destabilizando-os cada&nbsp;vez mais. H&aacute; 3 anos, na &eacute;poca em que os Estados se endividaram fortemente&nbsp;para salvar os seus bancos, ningu&eacute;m responder quando se perguntou quem&nbsp;iria salvar os salvadores, recorda <em>Der Spiegel</em>. At&eacute; hoje, &quot;<em>o sinal distintivo dos&nbsp;resgates europeus &eacute; chegarem atrasados e serem insuficientes</em>&quot;. Quanto &agrave; China,&nbsp;&eacute; improv&aacute;vel que possa salvar a economia mundial, por estar embalada numa&nbsp;economia sobreaquecida, que se arrisca a fazer explodir a pr&oacute;xima bolha, nota a&nbsp;revista.</p>
<p>E conclui: &quot;<em>A li&ccedil;&atilde;o a tirar desta crise resume-se em duas palavras: finan&ccedil;as&nbsp;p&uacute;blicas s&oacute;lidas</em>&quot;, que implicam dif&iacute;ceis curas de austeridade e dolorosas delega&ccedil;&otilde;es&nbsp;de soberanias nacionais. &quot;<em>Para o bem-estar do ocidente, nada &eacute; mais determinante&nbsp;do que saber se os Governos conseguem refletir no longo prazo. T&ecirc;m de pensar&nbsp;para al&eacute;m das pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es.</em>&quot;&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 08 Aug 2011 13:11:53 +0100</pubDate><guid>842941</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | Enfrentar o fantasma da bancarrota (Mladá Fronta DNES, Praga)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/824921-enfrentar-o-fantasma-da-bancarrota</link><description><![CDATA[Até ao último momento, tanto os Democratas como os Republicanos continuaram a dar carta-branca a um espetro do incumprimento americano. No entanto, um analista da economia checa defende que a economia dos Estados Unidos está menos vulnerável que as economias da Europa, que são muito mais heterogéneas. (Article)]]></description><pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:36:30 +0100</pubDate><guid>824921</guid></item>
<item><title>Médio Oriente | O papel a desempenhar pela Europa (Al Hayat, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/810441-o-papel-desempenhar-pela-europa</link><description><![CDATA[Atriz secundária no mundo árabe há muito tempo, a UE poderia surgir como força construtiva entre os E.U.A. e a Rússia, que não estão à altura das convulsões na região, refere uma crónica no Al-Hayat. (Article)]]></description><pubDate>Thu, 28 Jul 2011 16:42:42 +0100</pubDate><guid>810441</guid></item>
<item><title>Crise da dívida | América em crise desperta menos medo que a Europa</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/793671-america-em-crise-desperta-menos-medo-que-europa</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;D&iacute;vida: corrida contra o tempo nos Estado Unidos&rdquo;, <a href="http://www.lesechos.fr/economie-politique/monde/actu/0201527988368-dette-americaine-intenses-tractations-pour-un-accord-de-derniere-minute-197579.php" target="_self">anuncia o di&aacute;rio <em>Les Echos</em></a>, enquanto o bra&ccedil;o de ferro entre os republicanos e os democratas continua sobre as solu&ccedil;&otilde;es para evitar um poss&iacute;vel incumprimento americano. &ldquo;O mais surpreendente, visto da Europa, &eacute; a atitude dos investidores quanto a esse risco americano&rdquo;, <a href="http://www.lesechos.fr/opinions/edito/0201527845295-la-dette-partout-197604.php" target="_self">analisa o di&aacute;rio econ&oacute;mico</a>.&nbsp;&ldquo;Enquanto a m&iacute;nima hesita&ccedil;&atilde;o do velho continente faz aumentar as taxas de interesse e diminuir os mercados bolseiros, a perspetiva de um incumprimento por parte do tio Sam n&atilde;o os aquece nem arrefece, at&eacute; ao momento&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Existe uma dire&ccedil;&atilde;o otimista para os Estados Unidos, assim como existe uma dire&ccedil;&atilde;o pessimista para a Europa&rdquo;, explica o di&aacute;rio <em>Les Echos</em>, que relembra que &ldquo;apesar do crescimento por pessoa e a cria&ccedil;&atilde;o de emprego serem elevados deste lado do Atl&acirc;ntico, do outro lado ningu&eacute;m tem conhecimento&rdquo;. Este fen&oacute;meno n&atilde;o se inverter&aacute; enquanto n&atilde;o for encontrada uma solu&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica: &ldquo;a Zona Euro n&atilde;o deixar&aacute; de preocupar at&eacute; existir uma lideran&ccedil;a coerente e compreens&iacute;vel&rdquo;.</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 25 Jul 2011 12:20:25 +0100</pubDate><guid>793671</guid></item>
<item><title>A paralisia | Editorial</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/editorial/778011-paralisia</link><description><![CDATA[<p>Sexta-feira, 15 de julho, os chefes de Estado e de governo deviam reunir-se de emerg&ecirc;ncia para debaterem as respostas a dar &agrave; crise na zona euro. Era este o desejo do presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que desde que foi nomeado tenta impor-se como animador deste prestigiado are&oacute;pago. No entanto, os l&iacute;deres europeus, com Angela Merkel &agrave; cabe&ccedil;a, declinaram o convite, demonstrando a sua incapacidade de agir perante aquilo que, cada vez mais, parece um acontecimento mortal para a Uni&atilde;o Europeia tal como a conhecemos.&nbsp;</p>
<p>O panorama da situa&ccedil;&atilde;o &eacute; conhecido: a Gr&eacute;cia est&aacute; &agrave; beira da fal&ecirc;ncia, apesar das medidas de austeridade e do dinheiro da UE e do FMI; as d&iacute;vidas <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/759571-moody-s-atira-portugal-para-o-lixo">portuguesa</a> e <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief-cover/772751-depois-de-portugal-agora-irlanda-e-considerada-lixo">irlandesa</a> s&atilde;o agora classificadas como &ldquo;lixo&rdquo; pelas ag&ecirc;ncias de nota&ccedil;&atilde;o e a It&aacute;lia, com a corda na garganta, v&ecirc;-se obrigada a adotar um plano de cortes na despesa de 40 mil milh&otilde;es. Perante tudo isto, os Vinte e Sete da zona euro, o Banco Central Europeia e a Comiss&atilde;o n&atilde;o se entendem sobre a estrat&eacute;gia a adotar. &ldquo;Por falta de lideran&ccedil;a pol&iacute;tica, est&aacute; a fazer-se um rebuli&ccedil;o sobre as condi&ccedil;&otilde;es de participa&ccedil;&atilde;o do setor banc&aacute;rio no novo plano de ajuda &agrave; Gr&eacute;cia. Mas, senhores ministros, est&atilde;o a tratar uma gripe quando &eacute; um cancro que amea&ccedil;a!&rdquo;, lamenta o <a target="_self" href="http://www.lemonde.fr/teaser/?url_zop=http%3a%2f%2fabonnes.lemonde.fr%2fidees%2farticle%2f2011%2f07%2f12%2fces-gamins-qui-nous-gouvernent_1547754_3232.html"><em>Le Monde</em></a>, um dia depois da &uacute;ltima reuni&atilde;o infrut&iacute;fera dos ministros das Finan&ccedil;as.&nbsp;</p>
<p>No entanto, os nossos l&iacute;deres t&ecirc;m circunst&acirc;ncias atenuantes que, ao mesmo tempo, s&atilde;o tamb&eacute;m mais um motivo de preocupa&ccedil;&atilde;o. A primeira, como <a target="_self" href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/776031-tortura-da-escolha">explica o <em>Die Zeit</em></a>, &eacute; que t&ecirc;m de escolher entre a press&atilde;o pol&iacute;tica interna, que lhes exige que deixem de financiar planos de resgate visivelmente ineficazes que penalizam os contribuintes, sem irritarem os bancos e o setor financeiro que imp&otilde;e o seu ritmo, fragiliza os Estados mas tem um argumento de peso: o seu dinheiro &eacute; indispens&aacute;vel para financiar os empr&eacute;stimos aos Estados.</p>
<p>A segunda, vem do outro lado do Atl&acirc;ntico. A 14 de julho, a ag&ecirc;ncia Standard &amp; Poor's amea&ccedil;ou baixar a nota&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos. Em Washington, Barack Obama, at&eacute; agora n&atilde;o conseguiu convencer os republicanos a ajudarem a estabelecer um or&ccedil;amento. A crise financeira que assola a Europa tamb&eacute;m amea&ccedil;a fragilizar a Am&eacute;rica, o que agravaria ainda mais a situa&ccedil;&atilde;o no nosso continente. Sem que os l&iacute;deres americanos pare&ccedil;am estar mais &agrave; altura da tarefa do que os europeus.&nbsp;</p>
<p>Indecisos, incompetentes ou simplesmente paralisados pelo desafio e pelo sentimento de j&aacute; n&atilde;o controlarem o destino dos seus pa&iacute;ses, os l&iacute;deres europeus ter&atilde;o, no entanto, de mostrar determina&ccedil;&atilde;o. Mas o pior &eacute; que ningu&eacute;m pode dizer qual o melhor caminho a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p> (Editorial)]]></description><pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:13:34 +0100</pubDate><guid>778011</guid></item>
<item><title>UE - EUA | Europa e América afundam-se em conjunto (Financial Times, Londres)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/article/757991-europa-e-america-afundam-se-em-conjunto</link><description><![CDATA[Tanto a UE como os Estados Unidos têm tentado resolver a crise económica com os seus próprios, e diferentes, meios. Um erro enorme, defense Gideon Rachman, já que os problemas são essencialmente os mesmos. (Article)]]></description><pubDate>Tue, 05 Jul 2011 15:31:19 +0100</pubDate><guid>757991</guid></item>
<item><title>Caso DSK | Imperial | Cartoon (Tageblatt, Esch-sur-Alzette)</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/cartoon/756321-imperial</link><description><![CDATA[ (Cartoon) (Cartoon)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 17:23:16 +0100</pubDate><guid>756321</guid></item>
<item><title>França | Mais reviravoltas na novela DSK</title><link>http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/755361-mais-reviravoltas-na-novela-dsk</link><description><![CDATA[<p>&ldquo;DSK Back&rdquo; traz em manchete o di&aacute;rio <em>Lib&eacute;ration</em>. Libertado sem fian&ccedil;a no dia 1 de julho ap&oacute;s suspeitas sobre o depoimento da sua acusadora, o antigo diretor-geral do FMI est&aacute; novamente no centro das especula&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas em Fran&ccedil;a. Apesar de Dominique Strauss-Kahn continuar a ser acusado de agress&atilde;o sexual em Nova Iorque, esta reviravolta &ldquo;transtorna uma vez mais as prim&aacute;rias socialistas&rdquo;, cujo prazo para entrega das candidaturas foi fixado para o dia 13 de julho, para a designa&ccedil;&atilde;o de um candidato &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de 2012. Em quest&atilde;o est&aacute; a eventual candidatura de DSK caso seja declarado inocente, mas as pessoas que lhe est&atilde;o associadas &ldquo;nem sequer querem pensar nisso, insistindo que o processo judicial deve ser levado &ldquo;at&eacute; ao fim&rdquo;, <a target="_self" href="http://www.liberation.fr/politiques/01012346955-strauss-kahn-de-retour-dans-les-esprits">escreveu o <em>Lib&eacute;ration</em>.</a>&nbsp;</p>
<p>Entretanto, &eacute; o sistema judici&aacute;rio americano que interessa aos comentadores. O <em>Le Monde</em> repreende um sistema americano &ldquo;chocante&rdquo; onde &ldquo;o procurador &eacute; um representante eleito e aposta a sua reelei&ccedil;&atilde;o em resultados&rdquo; e &ldquo;a forma como a m&aacute;quina medi&aacute;tica judicial americana ganhou for&ccedil;a, no momento em que devia ter sido privilegiada a lentid&atilde;o e a prud&ecirc;ncia. Em oposi&ccedil;&atilde;o, <a target="_self" href="http://www.liberation.fr/politiques/01012346957-faillible">o di&aacute;rio <em>Lib&eacute;ration</em> sa&uacute;da a rapidez do sistema americano</a>: &ldquo;Tendo uma parte da acusa&ccedil;&atilde;o ido por &aacute;gua abaixo, a justi&ccedil;a americana tirou conclus&otilde;es dessa situa&ccedil;&atilde;o com uma rapidez fulminante, que se deve saudar. Moral da hist&oacute;ria: ainda que os sistemas judiciais sejam por natureza fal&iacute;veis, a boa justi&ccedil;a &eacute; aquela que falha e sabe admitir os seus erros&rdquo;.&nbsp;</p> (News in brief)]]></description><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 12:04:57 +0100</pubDate><guid>755361</guid></item>
</channel></rss>
