“Putin de regresso na próxima primavera”, é o título do Gazeta Wyborcza acerca do “maior segredo da política russa dos últimos anos:” a sucessão no Kremlin que se seguirá às eleições presidenciais do próximo mês de março. No fim de semana passado o Partido Rússia Unida, assim como o atual presidente Dmitry Medvedev, anunciaram oficialmente o seu apoio ao regresso do candidato Putin ao posto mais alto do país – Vladimir Vladimirovich desempenhou as funções de chefe de Estado entre 2000 e 2008. “Apesar de a eleição presidencial estar a quase meio ano de distância, já sabemos quem será o vencedor”, escreve o diário de Varsóvia. Na opinião do comentador russo independente, Leonid Radzihovsky, “há muito tempo que Putin é considerado o líder da nação” e, na verdade, não tem qualquer concorrência, enquanto “a ética e o profissionalismo das elites [russas] continuam a degradar-se”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.