Dia 13 de Setembro, o ministro francês da Imigração, Eric Besson, anunciou a sua intenção de não assinar os diplomas que regulamentam a aplicação da lei que cria os testes de ADN para os imigrantes candidatos ao reagrupamento familiar em França."Não reúno condições (…) para respeitar, nem o espírito, nem a letra da lei", declarou o Ministro, antigo militante do Partido Socialista, que considera não haver meios ao dispor da diplomacia francesa que assegurem a confidencialidade dos dados genéticos em questão.Saudada pelas associações que lutam contra o racismo, esta decisão "deu azo a um coro de protestos à direita", sublinha le Figaro.
Responsáveis da maioria criticaram o facto de o ministro ter anunciado unilateralmente a sua decisão através de uma grande rádio nacional e de não ter informado o parlamento. "Se a aplicação de uma lei coloca um problema técnico, o Governo tem obrigação de consultar o parlamento", considera o Presidente da Assembleia Nacional, nas páginas do diário francês.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.