"O presidente Kaczyński prometeu-me que assinaria o Tratado de Lisboa desde que os irlandeses o aprovassem em referendo", revelou Jerzy Buzek, presidente do Parlamento Europeu, numa entrevista ao Dziennik Gazeta Prawna. Os assessores do Presidente polonês dizem que o Tratado poderá ser assinado no próprio dia 2 de Outubro, data do referendo irlandês, desde que, obviamente, os irlandeses digam ‘SIM’. Jerzy Buzek acrescenta que Bruxelas não tem um plano de emergência para a eventualidade de o referendo falhar. "Não há necessidade de um plano B. Mantemo-nos fiéis ao Tratado de Nice, mas isso implica suspender uma maior integração. Suspender, no fundo, todo o nosso êxito."
Referindo-se à eleição de um novo Presidente da Comissão Europeia, Jerzy Buzek diz apoiar Durão Barroso porque a UE “precisa de um presidente da Comissão o mais depressa possível e que seja um presidente forte”. “Os cidadãos europeus aguardam acções concretas: gerir a crise, estimular o crescimento económico, combater o proteccionismo, assegurar uma melhor supervisão financeira e isso não é possível sem uma Comissão e um Parlamento eficientes”, afirma, convicto, o Presidente do Parlamento Europeu.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.