O encontro entre o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, e o primeiro-ministro húngaro, Gordon Bajnai, a 10 de Setembro, ficou marcado pela declaração comum contra o extremismo. Sobre a questão da lei linguística eslovaca, que Budapeste considera atentatória dos direitos da minoria húngara no país, Robert Fico e Gordon Bajnai decidiram adoptar as recomendações do relatório elatório do Alto Representante da OSCE para as Minorias, Knut Vollebaek. Será criado um comité policial comum para combater o extremismo dos dois lados da fronteira. "As pessoas erradas no sítio errado", considera o diário eslovaco Pravda, que acrescenta tratar-se de um encontro que apenas tratou da "embalagem que reveste o problema" e não do seu "interior", que se encontra na Eslováquia. "As mentiras sobre a lei linguística não partem da Hungria, mas do SMK, o Partido da Coligação Húngara, representante da minoria linguística na Eslováquia." O diário de Bratislava faz, por isso, um apelo ao Governo para uma "atitude de generosidade" relativamente à minoria húngara. Por seu turno, o diário húngaro Népszabadság congratula-se pelo facto de "os esforços diplomáticos da Hungria para que esta questão chegasse aos palcos internacionais terem surtido efeito", embora duvide da disponibilidade de Bratislava para se submeter às exigências europeias.
Minorias
Tréguas entre a Eslováquia e a Hungria
11 setembro 2009
Presseurop
Pravda
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.