O Conselho Nacional dos Siculas (CNS), que representa a minoria húngara da Transilvânia, já tem hino, bandeira e símbolo para o "futuro território autónomo do País dos Siculas", refere o Ziua. Por ocasião de um grande encontro organizado em Odorheiu Secuiesc, 400 representantes locais eleitos pelo Partido Cívico húngaro adoptaram uma série de decisões sobre os limites "deste controverso território" nos territórios de Harghita, Covasna e Mures.
Deste modo, refere o Ziua, ficam registadas as premissas da criação de uma entidade territorial única. O facto de o FIDESZ, o principal partido conservador húngaro, ter manifestado o seu apoio à iniciativa do CNS, suscitou a condenação unânime da classe política romena, que receia, refere o diário, "uma depuração étnica dos romenos". Perante a evocação de uma Transleithania unificada (o nome dos três territórios durante o Império Austro-húngaro, em 1867), o partido nacionalista România Mare exigiu um referendo nacional para dia 22 de Novembro, dia das eleições presidenciais.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.