O ministro belga do Orçamento, Guy Vanhengel, causou espanto no país ao afirmar numa entrevista ao Standaard que "se examinarmos a situação como numa empresa, a Bélgica está falência virtual"? " Palavras que assustam e que fazem saltar", lamenta o Le Soir que interroga na primeira página se " a S.A. Bélgica está de facto em falência" "Ao tocar assim o sinal de alarme arriscando a comprometer a reputação do país", o ministro liberal quis dizer "mais ou menos isto", analisa o diário francófono. "Pede-se ao Estado para cortar 20% no total das suas despesas e, para lá chegar, é preciso uma verdadeira revolução orçamental". A Bélgica regista um défice de 25 mil milhões de eurose o partidos de centro e de esquerda acusam Vanhengel de preparar já as restrições orçamentais nos sectores da saúde e da função pública.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.