“Ajam imediatamente!” Esta é, em substância, a mensagem contra o risco de uma recessão mundial, enviada a partir de Jackson Hole (Wyoming, Estados Unidos) pelos grandes banqueiros centrais e pela diretora do FMI aos líderes políticos, titula o La Tribune. A 29ª edição da grande assembleia que, todos os anos, no final de agosto, reúne os banqueiros centrais mais poderosos do planeta e a nata da finança mundial era “febrilmente esperada pelos mercados”, afirma o diário económico. O presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet e a diretora do FMI, Christine Lagarde, partilho o mesmo estado de espírito: “Os bancos centrais não podem fazer tido”. Na sua opinião, “a única solução são os planos de relançamento ambiciosos, convincentes, apoiados por consensos políticos sólidos, para que o crescimento seja retomado”. “Em vez da inação, das discussões, dos adiamentos e do medo das agências de notação”, conclui o diário no seu editorial.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.