“Obrigado pelo riso”, é desta forma que o tabloide alemão Bild deplora a morte do “Goethe do riso”, o ator e cómico Vicco von Bülow, conhecido pelo nome artístico Loriot, aos 87 anos . O ator que, nos seus sketches, programas humorísticos e longas-metragens, nunca parou de brincar com a forma de ser, de amar e de organizar a vida quotidiana dos alemães, era um dos “maiores” entre nós, segundo o jornal. O diário Bild revela, citando a esposa, que o seu último desejo foi “uma cerveja bem fresca”. “Obrigado, Loriot”, traz em manchete o Die Welt, por ter mostrado com uma “ternura universal” as fraquezas das pessoas e sobretudo do “ser alemão, por vezes meticuloso e muitas vezes teimoso”. “O reconhecimento dos alemães para com Vicco von Bülow e a sua obra serão transmitidos a futuras gerações e por que não com as suas próprias palavras, que hoje ainda são mais adequadas: “Agora, não diga nada!”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.