"As bolsas caem a pique, o euro está encurralado, Obama e os EUA estão à mercê dos mercados": em suma, corre tudo mal, segundo o Espresso, nomeadamente para esta "pobre Itália". De facto, o país está presentemente "no meio de uma tempestade. Com um Governo posto sob tutela pela UE e incapaz de tomar as medidas necessárias". A responsabilidade cabe, segundo a revista italiana, à "mediocridade do nosso Governo", um executivo que terá de se preparar para viver com "um espinho nas costas" a partir de novembro: Mario Draghi. O novo presidente do Banco Central Europeu "dará luz verde a todas as medidas e planos de ajustamento do Governo". Para já, nota o Espresso, "conta intervir no sistema de reformas", visto que a perspetiva de recessão pesa mais uma vez sobre as jovens gerações".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.