"O exército austríaco não voltará a participar na homenagem às Waffen-SS na Caríntia", anuncia o Frankfurter Rundschau, que diz, com alguma ironia, tratar-se "de uma excelente notícia". Desde 1985 que o IV Batalhão organiza todos os anos, em Ulrichsberg, um encontro de veteranos do ramo militar da organização nazi. Este encontro conta com a participação de diversas figuras públicas da extrema-direita europeia como, por exemplo, a filha do chefe das SS, Heinrich Himmler, ou a filha do falecido líder do Partido Liberal austríaco, Jörg Haider.
"Uma coisa absolutamente impensável", considera o diário alemão, sobretudo quando conta com o apoio oficial do exército austríaco, que vai lá tocar com a sua banda e fazer a guarda de honra. Viena terá mudado de opinião, ironiza o diário, porque o ministro da Defesa Norbert Darabos veio dizer "que, neste tipo de acontecimentos, não existe um distanciamento suficiente em relação à ideologia nazi". Os militares não estão pois autorizados a participar oficialmente, mas são livres de assistir à civil.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.