Os democratas cristãos da Baviera (CSU) bloqueiam a ratificação do Tratado de Lisboa. No entanto, salienta o Frankfurter Allgemeine Zeitung, este partido tinha saudado o acordo alcançado, em 18 de Agosto, entre o Governo federal e os Länder sobre a lei que deveria acompanhar o Tratado, a fim de assegurar a participação do Parlamento nas decisões tomadas em Bruxelas e relacionadas com a Alemanha. Essa lei fora preconizada, em fins de Junho, pelo Tribunal Constitucional, ao dar luz verde à ratificação do Tratado, que deveria ocorrer impreterivelmente antes das eleições gerais de 17 de Setembro.
Agora, a CSU põe duas condições para assinar em branco, explica o FAZ: 1) que o Tratado só seja aplicado dentro dos limites estabelecidos pelo Tribunal Constitucional; 2) que o Governo e o Parlamento tenham o direito de refutar, perante o Tribunal Constitucional, as decisões tomadas em Bruxelas, se as instituições da UE ultrapassarem as suas competências.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.